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TeseNormalizada Verso Final 14 Dez

TeseNormalizada Verso Final 14 Dez

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  • 1 INTRODUÇÃO
  • 2 REVISÃO DE LITERATURA
  • 2.1 ORIGEM E DISSEMINAÇÃO DO GIRASSOL
  • GIRASSOL
  • 2.3 FORMAÇÃO DAS SEMENTES
  • 2.3.1 Inflorescência
  • 2.3.2 Florescimento
  • FIGURA 2 - Morfologia da inflorescência do girassol (Helianthus annuus)
  • 2.3.3 Polinização
  • 2.3.4 Fecundação
  • 2.3.5 Semente
  • 2.4 MATURAÇÃO
  • 2.5 DORMÊNCIA
  • 2.6 QUALIDADE DE SEMENTE
  • 2.7 COLHEITA DE GIRASSOL
  • 3 METODOLOGIA
  • 3.1 LOCAL
  • 3.2 CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA
  • 3.3 CARACTERIZAÇÃO DO SOLO
  • 3.4 DADOS METEOROLÓGICOS DURANTE O PERÍODO EXPERIMENTAL
  • 3.5 DURAÇÃO DO EXPERIMENTO
  • 3.6 CARACTERIZAÇÃO DO GENÓTIPO UTILIZADO
  • 3.7 ANÁLISE DO SOLO
  • 3.8 EXPERIMENTO DO ANO DE 2002
  • 3.8.1 Estabelecimento e condução do campo de produção de sementes
  • 3.8.1.1 Manejo de plantas daninhas
  • 3.8.1.2 Adubação
  • 3.8.1.3 Densidade de semeadura e espaçamento
  • 3.8.1.4 Tratos culturais
  • 3.9 EXPERIMENTO DO ANO DE 2003
  • 3.9.1 Estabelecimento e condução do campo de produção de sementes
  • 3.9.1.1 Manejo de plantas daninhas
  • 3.9.1.2 Adubação
  • 3.10 COLHEITA
  • 3.11 SECAGEM
  • 3.13 QUEBRA DE DORMÊNCIA
  • 3.14 BENEFICIAMENTO
  • 3.15 TRATAMENTOS
  • 3.16 AVALIAÇÕES
  • 3.16.1 Germinação
  • 3.16.2 Teste de Tetrazólio
  • 3.16.3 Velocidade de germinação
  • 3.16.4 Envelhecimento acelerado
  • 3.16.5 Peso de 1000 sementes
  • 3.17 PROCEDIMENTO ESTATÍSTICO
  • 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO
  • 4.1 COLHEITA COM COLHEDORA
  • 4.2 COLHEITA MANUAL
  • 5 CONCLUSÕES
  • 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • REFERÊNCIAS
  • 8 ANEXOS

OSVALDO VASCONCELLOS VIEIRA

PONTO DE MATURAÇÃO IDEAL PARA COLHEITA DO GIRASSOL VISANDO ALTA QUALIDADE DA SEMENTE

Tese apresentada no Curso de Pós-Graduação em Agronomia, área de concentração em Produção Vegetal, Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo, Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná, como parte das exigências para o btenção do título de Doutor em Ciências. Orientador: Prof. Dr. Edelclaiton Daros

CURITIBA - PR 2005

ii

À minha esposa Renata pelo amor, carinho, compreensão e incentivo. À minha filha Isadora pela alegria da vida. Dedico

iii

Ao colega Marcelo Fernandes de Oliveira. atenção e dedicação que deram a mim durante minha vida. amigo. ensinamentos e amizade. apoiador incondicional. José Renato Farias e Benami Bacaltchuk.AGRADECIMENTOS Ao meu pai Platão dos Santos Vieira (in memorian) e à minha mãe Ione Vasconcellos Vieira. um dos responsáveis por este desafio. mais que um orientador. sugestões e auxílio na orientação estatística. um grande amigo. iv . carinho. minha gratidão. disponibilidade e apoio. Ao Dr Caio Vidor. minha admiração. Vânia Castiglioni. Ademir e Sônia pela colaboração no material bibliográfico. pela paciência. Cássio Prete pela disposição em transmitir seus conhecimentos nas disciplinas cursadas. confiança. pelo incentivo. Aos Professores Aníbal de Morais. Pedro Ronzelli Júnior. Ao Professor Dr Edelclaiton Daros. pela colaboração no desenvolvimento do trabalho. educação. Aos colegas Ivânia. Aos Professores Dr Edilberto Possamai e Dr José Luiz Camargo Zambon membros do comitê de orientação. Ao colega Dr Carlos Arrabal Arias. sugestões. Ao Dr Francisco Carlos Krzyzanowski. co-orientação. companheiro. exemplo de profissionalismo. conselheiro. À colega Ivani de Oliveira Negrão Lopes pelas sugestões e considerações em relação as análises estatísticas. pelo amor. grande incentivador a quem devo muito do que aprendi na cultura do girassol. pelo empenho na possibilidade de poder realizar este curso. brilhante colega. Ao amigo Fernando Adegas pela sua amizade. À minha avó Dalila (in memorian) pelo afeto que sempre dedicou a mim.

Aos funcionários do Laboratório de Sementes da Embrapa Soja. Valdenir. Roberval. À Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA por oportunizar a realização do Curso e acreditar que o principal bem de uma empresa são os seus funcionários. pelos bons momentos de convivência e colaboração.Aos colegas da equipe de girassol. Elisa. Reinaldo. v . Carlos Góes e Alan pela amizade e incansável colaboração na execução dos trabalhos de campo. À Silomax pela construção e cessão do protótipo do secador de sementes. À Neide Furukawa e Danilo Estevão pela diagramação e finalização do trabalho. Vilma e George. pela disponibilização de sua e strutura para realização deste trabalho. Alécio. Ao colega Alisson e equipe responsável pelas casas de vegetação ao apoio recebido. À Embrapa Soja. Ataíde. Aos funcionários técnico-administrativos do Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo em especial a Lucimara pela compreensão e colaboração. Nilson. Aos colegas do Curso de Pós-Graduação pela acolhida e feliz convivência durante a realização do Curso.

pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1990. em nível de Especialização. Professor concursado da Escola Agrotécnica Federal de Rio do Sul – SC. Engenheiro Agrônomo. Área de Concentração Fitotecnia. nascido no dia 30 de abril de 1962. Foi professor concursado da Faculdade de Engenharia Agrícola da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) . filho de Platão dos Santos Vieira e Ione Vasconcelos Vieira. ministrando as disciplinas de Administração Rural. pela Universidade Federal de Santa Catarina em 2001. Responsável técnico das propriedades Agropecuária PIOMA e Fazenda PIOMA da Soledade de 1990 a 1998. ministrando as disciplinas de Parques e Jardins. ministrando as disciplinas de Indústrias Rurais e Avicultura. vi . Olericultura. em Santa Maria – RS. Professor substituto concursado da Escola Agrotécnica Federal de Sertão – RS. Professor da Faculdade de Agronomia da Universidade de Passo Fundo (UPF) – RS. Aprovado em concurso público.BIOGRAFIA DO AUTOR OSVALDO VASCONCELLOS VIEIRA. Extensão Rural I e Extensão Rural II. ingressou na Embrapa Soja em 1997 na área de Transferência de Tecnologia onde exerce as suas atividades até os dias de hoje. Professor concursado da Faculdade de Agronomia da Universidade de Ijuí (UNIJUI) – RS. em Engenharia de Produção Marketing para Gestão Empresarial. Mestre em Fitotecnia. Pós–Graduado. em nível de Especialização. ministrando a disciplina de Olericultura. Casado com Renata Martineli Vieira tem a filha Isadora Martinelli Vieira. Foi Supervisor do Estágio Curricular Obrigatório dos alunos da Faculdade de Agronomia da Universidade de Passo Fundo (UPF). Construções Rurais e Cooperativismo. Pós-Graduado.RS. ministrando a disciplina de Cultivos Agrícolas. MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas em 2002. formado na Faculdade de Agronomia da Universidade de Passo Fundo – RS.

......................................................................29 3......................................................1.................2 Adubação.........1 Estabelecimento e condução do campo de produção de sementes..................................9 EXPERIMENTO DO ANO DE 2003.........3 2..............................1.................................................................................................................1 Inflorescência........................................................................................12 2.........1.....................................................................................3 2...5 DORMÊNCIA...................................................4 Fecundação .................................................................5 DURAÇÃO DO EXPERIMENTO...................................................28 3............................................................................................................22 3 METODOLOGIA...27 3......8................10 COLHEITA.................................................................................................8 EXPERIMENTO DO ANO DE 2002...................SUMÁRIO AGRADECIMENTOS.......................................................................................xii LISTA DE ANEXOS.............................7 2....................................................................11 SECAGEM.......................................................................................1................................................xiii RESUMO .....................................................................................................................3................3................27 3.................vi SUMÁRIO................................3 Densidade de semeadura e densidade ................................................xvii ABSTRACT ...1.............................................2 FATORES FITOTÉCNICOS QUE AFETAM A PRODUÇÃO DE SEMENTES DE GIRASSOL..........13 2...................................................................26 3.................26 3..27 3..................................................................................................................................25 3........1 ORIGEM E DISSEMINAÇÃO DO GIRASSOL .....20 2.......................................12 ARMAZENAMENTO...............................................4 MATURAÇÃO ............................................8........4 Tratos culturais ........1 Estabelecimento e condução do campo de produção de sementes.....................................................................6 CARACTERIZAÇÃO DO GENÓTIPO UTILIZADO ......................6 QUALIDADE DE SEMENTE .......................................................................................................................................1 Manejo de plantas daninhas .....26 3............................................................................................15 2..............................................7 ANÁLISE DO SOLO ...................................................................................................................................27 3..........19 2..2 CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA..................1 Manejo de plantas daninhas ................................................................................4 DADOS METEOROLÓGICOS DURANTE O PERÍODO EXPERIMENTAL .........9..............1..............................27 3....................................5 Semente........................................................................1...1 LOCAL ................2 Adubação.........8........................................................................................................26 3.........1 2 REVISÃO DE LITERATURA..........3 Polinização ........................................................................................................................................................3.........................................................1............................xviii 1 INTRODUÇÃO ......................28 3.......................9..................2 Florescimento ..................................................................................3 Densidade de semeadura e espaçamento........9 2............................................................................................4 Tratos culturais ....9.............................................................................25 3...................................................26 3......................................................................3.........................29 3...............................................................................................iv BIOGRAFIA DO AUTOR............................................26 3..................................................................................3..............29 3......................................................................................................................................3 FORMAÇÃO DAS SEMENTES .................xi LISTA DE TABELAS ........29 vii ..........................8.........25 3......................................................................27 3........9..............7 COLHEITA DE GIRASSOL................................................................8...........................................25 3............................viii LISTA DE FIGURAS .........5 2.....3 CARACTERIZAÇÃO DO SOLO..........9.........7 2....................................25 3..14 2..................

3.13 QUEBRA DE DORMÊNCIA ........................................................................................30 3.14 BENEFICIAMENTO.....................................................................................................30 3.15 TRATAMENTOS .........................................................................................................30 3.16 AVALIAÇÕES..............................................................................................................31 3.16.1 Germinação ..............................................................................................................32 3.16.2 Teste de Tetrazólio ...................................................................................................32 3.16.3 Velocidade de germinação.......................................................................................33 3.16.4 Envelhecimento acelerado .......................................................................................33 3.16.5 Peso de 1000 sementes...........................................................................................34 3.17 PROCEDIMENTO ESTATÍSTICO ..............................................................................34 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO .......................................................................................35 4.1 COLHEITA COM COLHEDORA...................................................................................36 4.2 COLHEITA MANUAL .....................................................................................................42 5 CONCLUSÕES ................................................................................................................48 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS.............................................................................................49 7 REFERÊNCIAS ................................................................................................................50 8 ANEXOS...........................................................................................................................65

viii

LISTA DE FIGURAS

FIGURA 1 - Detalhes da flor do girassol (MCGREGOR, 1976 apud SEILER, 1997)........8 FIGURA 2 - Morfologia da inflorescência do girassol (Helianthus annuus).......................11 FIGURA 3 - Morfologia da semente....................................................................................14 FIGURA 4 - Regressão da variável germinação, em resposta a colheita com colhedora em diferentes percentagens de umidade, nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. ....................................................................39 FIGURA 5 - Regressão da variável germinação, em resposta a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF), nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. ....................................................................40 FIGURA 6 - Regressão da variável índice de velocidade de germinação (IVG), em resposta a colheita com colhedora em diferentes percentagens de umidade, nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. ...............................40 FIGURA 7 - Regressão da variável índice de velocidade de germinação (IVG), em resposta a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF), nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR..............41 FIGURA 8 - Regressão da variável peso de 1000 sementes (P1000), em resposta a colheita manual em diferentes dias após o florescimento (DAF), nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. ......................................................46

ix

LISTA DE TABELAS

TABELA 1 - Temperaturas da massa de semente durante a secagem em função do seu grau de umidade (ALIMPIC, 1981)..........................................................29 TABELA 2 - Umidade, dias após o florescimento (DAF) de aquênios de girassol submetidos a diferentes métodos de colheita no ano de 2002. ....................31 TABELA 3 - Umidade, dias após o florescimento (DAF) de aquênios de girassol submetidos a diferentes métodos de colheita no ano de 2003. ....................31 TABELA 4 - Média de germinação, tetrazólio, peso de 1000 aquênios (P1000) índice de velocidade de germinação (IVG) e envelhecimento acelerado (EA) de aquênios colhidos com colhedora em diferentes dias após o florescimento nos anos de 2002(1) e 2003(2) ......................................................................35 TABELA 5 - Média de germinação, tetrazólio, peso de 1000 aquênios, índice de velocidade de germinação e envelhecimento acelerado de aquênios colhidos manualmente em diferentes dias após o florescimento (DAF) nos anos de 2002(1) e 2003)2) .............................................................................35 TABELA 6 -Qualidade fisiológica de aquênios de girassol, avaliadas pelos testes de germinação, tetrazólio e peso de 1000 sementes (P1000), submetidos a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF) na média dos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR .....................................36 TABELA 7 - Qualidade fisiológica de aquênios de girassol, avaliados pelo índice de velocidade de germinação (IVG) e pelo teste de envelhecimento acelerado (EA), submetidos a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF) nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR...38 TABELA 8 - Qualidade fisiológica de aquênios de girassol, avaliados pelos testes de germinação, tetrazólio e peso de 1000 sementes (P1000), submetidos a colheita manual em diferentes dias após o florescimento (DAF) nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR ................................................................43 TABELA 9 - Qualidade fisiológica de aquênios de girassol, avaliados pelo índice de velocidade de germinação (IVG) e pelo teste de envelhecimento acelerado (EA), submetidos a colheita manual em diferentes dias após o florescimento (DAF) nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR...............44

x

............................ máxima e mínima) observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de fevereiro a julho de 2003..........Dados de Umidade Relativa observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de janeiro a maio de 2002....Preparo da semente de girassol para o teste de tetrazólio proposto pela International Seed Testing Association (ISTA)............. ................................74 ANEXO 12 .... Londrina.LISTA DE ANEXOS ANEXO 1 ..............69 ANEXO 6 ................ ......74 ANEXO 10 ... PR...Dados de Precipitação observados na Fazenda da Embrapa Soja n o período de janeiro a maio de 2002..........................................................Dados de Temperatura (média...............67 ANEXO 4 ....................68 ANEXO 5 ...71 ANEXO 7 .....................Dados de Temperatura (média.................... ........... 2002...Dados de Umidade Relativa observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de fevereiro a julho de 2003................... . tetrazólio........................76 ANEXO 15 ......................74 ANEXO 11 ...... ...76 xi ..................................... ....66 ANEXO 3 .........73 ANEXO 9 ...............................Dados de Radiação observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de fevereiro a julho de 2003....... .........ANOVA para avaliações de germinação.......................................................................................................75 ANEXO 13 .Características químicas do solo da área experimental na camada de 0 a 20 cm..............................................72 ANEXO 8 ......... .... de aquênios de girassol colhidos com colhedora nos anos de 2002 e 2003 em Londrina...Avaliação de viabilidade de plântulas de girassol segundo normas da ASSOCIATION OF OFFICIAL SEED ANALYSTS (AOSA).....................................................Características químicas do solo da área experimental na camada de 0 a 20 cm.......75 ANEXO 14 ..............Sementes inviáveis de girassol submetidas ao teste de tetrazólio conforme normas da International Seed Testing Association (ISTA)........Dados de Precipitação observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de fevereiro a julho de 2003..................65 ANEXO 2 ............ Londrina................................................................... envelhecimento acelerado (EA) e peso de 1000 sementes (P1000).......................................Dados de Radiação observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de janeiro a maio de 2002..... índice de velocidade de emergência (IVG).....Protótipo do secador ........PR................................... mínima e máxima) observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de janeiro a maio de 2002........................ PR............. 2003....

....................... em resposta a colheita manual em diferentes umidades.......... envelhecimento acelerado (EA). e peso de 1000 sementes (P1000).........78 ANEXO 21 .............. PR. tetrazólio.............. e peso de 1000 sementes (P1000).................. envelhecimento acelerado (EA).... nos anos de 2002 e 2003 em Londrina. tetrazólio..... nos anos de 2002 e 2003 em Londrina.... índice de velocidade de germinação (IVG).. germinação.. envelhecimento acelerado (EA) e peso de 1000 sementes (P1000). germinação.... em resposta a colheita manual em diferentes dias após o florescimento (DAF)...... ......77 ANEXO 18 ......Regressão entre variáveis.. em resposta a colheita com colhedora em diferentes umidades. índice de velocidade de germinação (IVG).. e peso de 1000 sementes (P1000)..Regressão entre variáveis.............Padrões de sementes de cultivares de girassol híbridas.. PR....... e peso de 1000 sementes (P1000)....... .....................ANOVA para avaliações de germinação.....Regressão entre variáveis... ... PR.............. tetrazólio......... nos anos de 2002 e 2003 em Londrina.77 ANEXO 20 ....... índice de velocidade de emergência (IVG)....... germinação.........PR.... envelhecimento acelerado (EA).ANEXO 16 ...... índice de velocidade de germinação (IVG).. envelhecimento acelerado (EA)..76 ANEXO 17 .... germinação.................. índice de velocidade de germinação (IVG).. nos anos de 2002 e 2003 em Londrina.....79 xii ..77 ANEXO 19 ... PR....... em resposta a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF)..Regressão entre variáveis...................... tetrazólio........ tetrazólio..... de aquênios de girassol colhidos manualmente nos anos de 2002 e 2003 em Londrina......

Em 2003 a colheita foi procedida aos 34. sementes colhidas manualmente obtiveram germinação padrão. visando a produção de sementes com alta qualidade fisiológica. maturação fisiológica. Dez dias após o florescimento pleno (R 5. posteriormente.) é a quinta oleaginosa no mundo em produção de grãos (25. resultando na necessidade de i portação de 100 toneladas de m sementes da Argentina na safra de 2001/2002. Numa área de três ha em 2002 e de um ha em 2003 foram semeadas duas linhas de machos e quatro linhas de fêmeas. 40. 39. envelhecimento acelerado. 42. PR (51° 10’ 57”W.8 mil toneladas para 147 mil toneladas. 42. foi contado o número de dias após o florescimento (DAF) até a colheita. As sementes foram colhidas manualmente e com colhedora em 2002 aos 38.23 milhões de toneladas) e a quarta em produção de óleo (8. na colheita com colhedora não se alcançaram os padrões mínimos de germinação para comercialização. Foram retiradas amostras de 5 kg de sementes. com espaçamento de 90 cm entre linhas.RESUMO O girassol (Helianthus annuus L. Com a e xpansão da cultura gerou um aumento na demanda por sementes. Palavras–chave: oleaginosa. qualidade fisiológica. velocidade. A produção nacional de girassol cresceu 930% entre 1998 e 2004.5). de cada teor de umidade. Foram utilizadas as linhagens CMS HA 30379NW22 (fêmea) e 89V23965321 (macho). mantidas por 60 dias em câmara fria (10°C. que foram secas até atingirem o teor de 9% de umidade e. A qualidade fisiológica foi avaliada mediante testes de germinação. 41. O delineamento experimental foi de blocos casualizados. Os resultados permitiram concluir que houve diferenças estatísticas entre os anos dos experimentos em relação à qualidade de sementes. 46 e 54 dias após o florescimento. com seis tratamentos e quatro repetições para cada método de colheita. Os trabalhos foram realizados na fazenda experimental da Embrapa Soja em Londrina. 41. que a colheita manual deve ser preconizada para linhagens e sementes de alto valor agregado. 23° 11’ 34”S. obtendo uma população de 40 mil plantas ha -1. xiii .78 milhões de toneladas). Este trabalho teve como objetivo identificar o ponto de maturação ideal para a colheita. oriundas do programa de melhoramento genético de girassol da Embrapa Soja. as linhas macho foram eliminadas e desde o início do florescimento pleno. 35% UR). 46 e 51 dias após o florescimento pleno. com colheita aos 42 (DAF) e teor entre 15% a 18% de umidade. Helianthus annuus. para quebra de dormência. tetrazólio e peso de 1000 sementes. altitude 628 m) nos anos de 2002 e 2003. passando de 15.

42DAF. that manual harvesting is recommended at 42 DAF and humidity between 15% and 18%. The objective of this research work was to determine the ideal harvest time focusing the production of seeds with high physiological quality. and weight of 100 achenes. The Brazilian production of sunflower grew 930% from 1998 to 2004. which resulted on the import of 100 metric tons of seeds from Argentina in the 2001/2002 growing season. A 5 kg sample was collected from each humidity contents. 41DAF. A Randomized Block. it was not possible to determine a standard among the different treatments for the seeds harvested with a combine. Achenes were harvested with 54DAF. physiological quality. 39DAF. and 38DAF in 2002. 46DAF. These samples were then dried to reach 9% humidity and subsequently stored for 60 days in a cold chamber (10ºC. harvested achenes was 51DAF. xiv . from the Embrapa Soybean sunflower breeding program were used in the experiments.78 million metric tons). 42DAF. emergence rate. 40DAF. for lines and seeds of high aggregated value. oil seed. and 34DAF. State of Paraná. In a 3 ha area in 2002 and 1 ha area in 2003. increasing from 15. seeds harvested manually had a better physiological quality. two rows of male lines and four rows of female lines were sown with 90 cm interspaces. in Londrina County. acelerated aging. 41DAF. Key words: Helianthus annuus. With the expansion of the crop there was a consequent increase in the demand for seeds. 35%RH) to break dormancy. Results allow concluding that there were statistically significant differences between the years in relation and seed quality. Physiological quality was evaluated through tests of germination.23 million metric tons) and the fourth in oil yielding (8.8 thousand metric tons to 147 thousand metric tons within this period.1. physiological maturity. Brazil (51º10`57``W. The lines CMS HA 30379NW22 (female) and 89V23965321 (male). with six treatments and four replications was the experimental design used. Ten days after full flowering (R 5. achieving a population of 40 thousand plants ha. The experiments were carried out at the Embrapa Soybean Experimental Farm. In 2003.ABSTRACT Sunflower (Helianthus annuus L. 23º11`34``S. 46DAF. altitude 628 m) during the years 2002 and 2003. tetrazolium.) is worldwide considered the fifth oil producing crop in production (25.5) the male rows were eliminated and from the beginning of flowering the number of days after flowering (DAF) were computed until harvest.

A sustentabilidade e a competitividade do agronegócio do girassol passa pela incorporação de novas tecnologias.78 milhões de toneladas) no mundo (USDA. após a sua retirada do campo. Com a expansão da cultura houve um aumento da demanda por sementes aptas para semeadura. pois à medida que as sementes permanecem no campo iniciam-se os processos de deterioração. São Paulo e Paraná. novos produtos e novos serviços nos diferentes segmentos que compõem este complexo agroindustrial. O homem é capaz de aprender e de se adaptar a mudanças culturais. 2005). uma vez que praticamente toda a semente híbrida consumida no Brasil é originária desse país. principalmente porque todo manejo das sementes. profissionais e políticas. em condições adequadas proporcionará uma boa lavoura. sociais. houve um incremento na importação de sementes da Argentina. interferindo na densidade de semeadura. O momento ideal de colheita e a maturação fisiológica acham-se estreitamente relacionados. os processos de deterioração afetam a qualidade da semente. conseqüentemente. A produção do girassol concentra-se principalmente nos Estados de Goiás. velocidade de emergência e. O conhecimento do ponto de colheita é fator preponderante para obtenção de sementes de qualidade.) destaca-se como a quinta oleaginosa em produção de grãos com estimativas de produção de 25. Uma vez colhida com alto potencial fisiológico e sendo bem armazenada. desde que as mudanças propostas sejam do seu interesse do interesse de sua família ou da comunidade. e a quarta em produção de óleo (8. neste percurso. Para suprir esta necessidade. Para suprir a demanda dos produtores de semente de girassol é vital o desenvolvimento de tecnologia de produção apropriada iniciando pela determinação do ponto de colheita. Mato Grosso do Sul. econômicas. as melhorias no modo de vida ocorreram por meio da aplicação de novos conhecimentos. população da lavoura. mas pode ser cultivado em todo território brasileiro. A semente importada cumpre um longo caminho até chegar ao produtor brasileiro. A determinação do ponto ideal de colheita proporcionará .1 1 INTRODUÇÃO Durante toda a história da humanidade. corre-se o risco da introdução de pragas e doenças que não ocorrem no Brasil. tem como objetivo primordial a manutenção da qualidade máxima quando atinge o ponto de maturação fisiológica. A qualidade da semente é a chave para o incremento da produção e produtividade do girassol.23 milhões de toneladas em abril de 2005. Além da perda de divisas com a importação. na produção. Mato Grosso. Rio Grande do Sul. O girassol (Helianthus annuus L.

o trabalho foi conduzido com o objetivo geral de identificar o ponto ideal para colheita visando. a produção de sementes de alta qualidade fisiológica. viabilizando a tecnologia de produção de sementes de girassol. . Estabelecer faixa ideal de umidade para colheita obtendo sementes com alta qualidade fisiológica. Verificar a influência do método de colheita na qualidade fisiológica da semente. Baseado no exposto.2 sementes de alta qualidade fisiológica. Relacionar umidade de colheita com fator de rendimento na produção de sementes. Os objetivos específicos foram: Avaliar as umidades na semente no momento de colheita e sua interferência no vigor.

Em plena época da Revolução Mercantil. o girassol em 1510. Alguns autores citam a data de introdução no Leste Europeu em 1664 e outros afirmam que a sua introdução foi em 1798. Alemanha (1586) e França. a descoberta de San Andrés parece indicar que o México foi o berço da domestificação do girassol. uma tinta púrpura para utilizar na ornamentação de cestas e telas. para a Itália (1597). A hipótese mais utilizada era de que o girassol cultivado havia surgido a partir do girassol silvestre da região oeste dos Estados Unidos. que surgia como planta daninha nos campos dos índios da América do Norte. México.3 2 REVISÃO DE LITERATURA 2. Os capítulos e as raízes eram fervidos e utilizados no combate a malária (PUTT. 2001). foi difundido para outras partes do continente Europeu (Holanda e Suíça). Canadá. Os resquícios mais antigos já encontrados de girassol (Helianthus annuus L.. Bélgica (1576). 1753. Logo. o girassol foi levado para o Egito. 2001). Posteriormente. Outras tribos fabricavam. no sítio arqueológico de San Andrés.) foram descobertos recentemente em 2001. Inglaterra (1597). Estados Unidos e inclusive do Brasil (VRÂNCEANU.1 ORIGEM E DISSEMINAÇÃO DO GIRASSOL Acreditou-se por muito tempo que o girassol procedia do Peru. apesar de pesquisas extensivas (ESTEVES. os progenitores selvagens dos girassóis modernos nunca foram identificados no leste da América do Norte. Além disso. Do continente americano. tanto que Dodonaeus em 1568 chamou a planta de “flor de ouro do Peru”. O girassol seguiu da Alemanha para o Leste Europeu. 1997). durante a época pré-colombiana. com a semente. o que sugere que todos eles derivam de uma única domestificação. onde foi domesticado para ser utilizado como alimento na forma de farinha para fabricação de pães. em seguida. De Candolle. Posteriormente em trabalhos de Linneo. na região de Tabasco. foi levado por conquistadores espanhóis do México para o jardim botânico de Madri. 1977). além de colorir seus corpos e cabelos em cerimônias religiosas. A datação dos resquícios – uma semente – mostram que eles são cerca de 1200 anos anteriores aos mais antigos indícios da domestificação de girassol no leste da América do Norte (LENTZ et al. na Espanha e. o girassol foi introduzido na parte central do país. especificamente para a Hungria. 1828 (apud VRÂNCEANU. China e . Aliado a estudos anteriores. 1977) discutiu-se que o girassol poderia ser originário do México. Já se constatou que os girassóis domesticados modernos vieram de uma rede genética extremamente restrita. ainda que não houvesse provas que demonstrassem a existência de dita espécie na América do Sul.

8 mil toneladas em 1998 para 147 mil toneladas em 2004. que consumiam as sementes torradas e também fabricavam uma espécie de chá.. LEITE. em 1568. passando de 15. Outros investigadores relataram vários tipos na Europa e o seu movimento foi dividido em duas fases.000 hectares. et al. têxtil e de tintas (VRÂNCEANU. no final da década de 1940 ( DALL´AGNOL. 2005). 1997).4 Índia. A sua utilização era em hortas para o consumo humano e para alimentar aves (PASCALE. LEITE. sendo que em 1880 já era cultivado em aproximadamente 150. em plena Revolução Industrial para extração de óleo de sementes de girassol para indústrias de couro. muito rico em cafeína e substituto do café no desjejum matinal. Verifica-se. O girassol foi introduzido no século XVIII. 1994. sendo até o século XX uma das culturas mais importantes do país. 1977. o girassol foi reintroduzido em meados do século XIX por imigrantes russos na Argentina. 1997). DALL´AGNOL. 1977. 1997). tendo participado com aproximadamente 0. O Brasil é um produtor pouco expressivo de girassol. com substituição progressiva das importações. PUTT. que a produção nacional cresceu de 1998 até 2004 930%. VIEIRA. Em 1769. no entanto. embora se presuma que a cultura tenha entrado no Rio Grande do Sul no final do século XIX. As primeiras referências sobre o cultivo do girassol no Brasil datam de 1924. mas ainda como planta ornamental. A primeira menção européia do uso do girassol como fonte de óleo é uma patente de invenção inglesa (de número 408 na Oficina de Patentes de Londres) outorgada a Arthur Bunyan em 1716. similar ao tipo comercial cultivado atualmente. DE LA FUENTE. no final da década de 1970 por meio do Programa de Mobilizacão Energética e no início da d écada de 1990. 1994). 1994. CASTIGLIONI. é citado pela primeira vez como planta comercial. com sementes provenientes da Holanda. VIEIRA. PASCALE. A cultura foi estimulada nas décadas de 1960. sendo uma caracterizada como planta ornamental e na outra como planta alimentícia. trazida pelas primeiras levas de colonos europeus. Durante quase duzentos e cinqüenta anos após a sua introdução na Europa. 2005). TOLEDO. A primeira descrição do girassol monocefálico. 2005). PUTT. DE LA FUENTE. A reintrodução na América do Norte deu-se em 1880 como planta comercial (PUTT. acompanhando o crescimento do consumo interno. na Rússia.5% da produção mundial nos últimos dois anos. Este aumento vem ocorrendo devido à incorporação de tecnologias na cultura que viabilizaram a sua produção de forma . Todas estas tentativas foram frustradas devido a problemas comerciais e falta de tecnologia nacional desenvolvida (DALL´AGNOL. Na América do Sul. Os primeiros plantios comerciais foram feitos no Rio Grande do Sul. foi realizada por Dodonaeus. o girassol ainda era utilizado como planta ornamental (VRÂNCEANU.

Esta posição favorável da competição produz uma depressão claramente visível sobre as plantas emergidas sete dias depois. esta deve ser uniforme uma vez que o momento da emergência de plântulas pode afetar o seu comportamento posterior. A profundidade de semeadura irá influenciar o estabelecimento da cultura e. 1977).5 sustentável e a presença de um mercado estável nos últimos sete anos. Além de uma rápida emergência. menor tamanho de sementes. água e nutrientes. Generaliza-se uma competição constante e favorável para plantas emergidas em um primeiro momento. Radford (1977) observou que em semeaduras com profundidades superiores a cinco cm. 2002). pois o número de capítulos por unidade de superfície resulta no número de plantas capazes de desenvolver órgãos reprodutivos. as diferenças significativas do rendimento individual deve-se fundamentalmente à diminuição do peso das sementes e do n úmero de sementes por capítulo (CARDINALI. área foliar e diâmetro de capítulo. O efeito no atraso da emergência (desuniformidade na profundidade. MELLO. principalmente na uniformidade da colheita. PEREYRA. conseqüentemente. na produção de sementes. Tan e Karacaoglu (1991) verificaram que existe uma correlação negativa para altas populações de plantas em relação ao atraso no florescimento. No que se refere aos componentes do rendimento. a percentagem e a velocidade de emergência foram significativamente menores. a produção de sementes (RADFORD. as quais apresentam um rendimento individual significativamente menor. as quais logram uma altura e área foliar que permitem melhor captação de luz. 1985). ORIOLI. Este componente de rendimento depende do número de sementes por unidade de superfície que são semeadas e a proporção destas que germinam. que vislumbrou a procura por parte do consumidor de um óleo comestível de alto valor nutricional (LAZZAROTTO. 2005). Profundidades de semeadura maiores que cinco cm. menor tamanho de capítulos e menor peso de 1000 sementes. emergem e se desenvolvem (AGUIRREZÁBAL. conseqüentemente. 2. assim como altura. ROESSING. ANDRADE. germinação baixa) determina um desenvolvimento não simultâneo. Esses fatores levaram a uma redução da densidade de plantas por unidade de superfície e.2 FATORES FITOTÉCNICOS QUE AFETAM A PRODUÇÃO DE SEMENTES DE GIRASSOL O estabelecimento da cultura é imprescindível para a produção de sementes. menor vigor. temperaturas abaixo de 10°C ou ausência de água na camada de 10 a 15 cm de solo podem prolongar o período de .

6 emergência em até 15 dias. AMARO. Portanto. 2000). gerando 95% da área foliar máxima.41 g de proteína (PENNING DE VRIES. FERREIRO. ANDRADE. é necessário 2. também ocorre um crescimento rápido de folhas e talos. CORBINEAU. No florescimento. 1998. AGUIRREZÁBAL. 1994. seu peso. WIT. o acúmulo de peso. A temperatura é um dos fatores mais importantes para que a emergência do girassol ocorra de forma uniforme (VRÂNCEANU. 1994. 1977. FRUGONE. 2000). . MACCHIA. FRUGONE. 1979. 1994). AMARO. É o período no qual a cultura define o número de aquênios por área. 26°C para a ótima e 40°C para a temperatura máxima (CSERESNYES.. Temperaturas baixas e tempo nublado e úmido prorrogam o florescimento. 1985. HALL. ECHEVERRIA. enquanto temperaturas altas e tempo seco aceleram o florescimento e. a cultura define o número de flores e frutos potenciais. Produzir um grama de aquênios de girassol é muito mais custoso em termos energéticos do que produzir quantidade similar de um cereal. 2000). será de grande importância para manter a taxa de acumulação de peso seco e óleo nas sementes (UHART. VIEIRA. 1975). Os problemas relacionados com a germinação e emergência ocasionam desuniformidade no desenvolvimento das plantas.. ocasionalmente. 1974. CASTIGLIONI et al. GAY. a concentração de óleo e qualidade do mesmo (CONNOR. baixa radiação solar e altas temperaturas podem reduzir a fixação de grãos. ECHEVERRIA.22 g de glicose para produzir um grama de aquênios de girassol (SINCLAIR. CÔME. BALDANZI. 1997. 1997). nutricional (principalmente nitrogênio). As temperaturas cardeais para o processo germinativo são de 3 a 6°C para a mínima. CASTRO et al. No enchimento de grãos. A profundidade de semeadura para a cultura do girassol oscila de 2 a 8 cm. FRUGONE. ECHEVERRIA. Restrições na disponibilidade hídrica. UNGARO. A duração do florescimento depende principalmente do genótipo podendo e oscilar de 10 a 15 dias. a concentração e qualidade de óleo. UHART.. VIEIRA. No período são acumuladas reservas de carbono e nitrogênio nos órgãos vegetativos e nos capítulos que. 1991. 1996. 2000). CONNOR. a cultura finaliza a expansão foliar. 1997). TORANZO. 1994. HALL. UHART. principal componente do rendimento (ANDRADE. determina a fixação de frutos. MAEDA. Nessa fase. 1985. dificultam a polinização (CASTIGLIONI et al. 2002). dependendo do sistema de cultivo e do tipo de solo (TORANZO. A área foliar verde durante a fase de enchimento de grãos está altamente associada com o peso e conteúdo de óleo na semente.33 g de óleo e 0. durante o enchimento dos grãos. 1994). O aquênio possui alta concentração de óleo e com um grama de glicose sintetiza-se 0. que determina a capacidade de captação de radiação foliar. os quais perduram até a colheita (CASTIGLIONI et al. BEVENUTI..

1996). é a parte do ápice do colmo de um alongamento discóide. DOSIO et al. A redução da radiação interceptada durante o período de enchimento dos aquênios (uma semana com dias nublados) afetaria mais o peso de aquênios em alguns genótipos do que em outros. distribuídas em forma de arco radial saindo do centro do disco. 1997).. HALL.. Estas observações sugerem que temperaturas mais baixas prolongam o período de enchimento de aquênios e que a alta amplitude térmica favorece um maior peso de aquênios semelhantes ao que ocorre com o milho (CHIMENTI.1 Inflorescência A inflorescência. A menor duração do período de enchimento foi obtida com temperatura de 25°C com a máxima de 32°C. normalmente de 700 a 3000. Altas temperaturas na fase de enchimento de aquênios diminuem esse período e conseqüentemente afetam o peso de 1000 sementes (PLOSCHUK. Este efeito é maior para os aquênios que estão localizados no centro do capítulo (ANDRADE. constituindo um receptáculo onde se inserem as flores. FERREIRO. A duração do enchimento dos aquênios é afetada pela quantidade de r adiação interceptada. 2.. 2000).. 1985. HALL.7 No girassol. 1995). conseqüentemente redução na produção (HALL et al. DOSIO et al.3. chamada de capítulo. a taxa de enchimento de aquênios é afetada pela capacidade fotossintética da planta durante o enchimento dos aquênios. conforme pode ser observado na FIGURA 1 (SEILER. os aquênios. Reduções no crescimento das plantas. devido ao estresse durante o período de enchimento de aquênios. 1998). Por meio dessas trocas da taxa e duração do período de enchimento dos aquênios. As flores férteis e tubulosas são as que possuem os órgãos de reprodução e dão origem aos frutos. 1997. podem levar a falta destes no centro do capítulo além do menor peso de 1000 aquênios. o peso dos aquênios encontra-se estreitamente ligado à radiação interceptada durante a fase final de floração a maturação fisiológica (DOSIO et al. 2000). LÓPEZ.3 FORMAÇÃO DAS SEMENTES 2. .

O receptáculo apresenta brácteas imbricadas. SEILER. receptáculo. s sendo normalmente de cor amarela (FIGURA 1). e pode ser plano. O diâmetro do capítulo varia de 5 a 50cm apresentando uma média de 17 a 22cm. Detalhes da flor do girassol (McGregor. 1976 citado por Seiler. Este fenômeno ocorre durante todo período da floração plena. O capítulo é composto de pedúnculo. Fonte: McGregor (1976 apud SEILER. A lígulas medem de 5 a 10cm e têm forma lanceolada. acuminadas. denominado heliotropismo. 1997).8 FIGURA 1. 1994. um de rotação espiralada do caule e outro de ereção das . 1997 ). O girassol apresenta um movimento floral. ásperas e pilosas. 1997) FIGURA 1 – Detalhes da flor do girassol. As flores perimetrais ou liguladas são assexuadas e estão localizadas radialmente dispostas em uma ou duas filas. côncavo ou convexo. sendo resultado de dois movimentos complementares. compridas e ovais. flores e invólucro (FONSECA. VÁZQUEZ.

A duração da floração depende do diâmetro do capítulo e das condições climáticas. morfologia da inflorescência.9 folhas do capítulo. Uma vez terminado o período de floração. começa a girar e faz uma volta de mais de 90°. hermafroditas. existe um segundo movimento. para chegar de frente para oeste ao anoitecer. que cumprem a função de proteger o ovário. os capítulos permanecem virados para o leste até a colheita (ROSSI. contam-se de 30 a 70 flores liguladas por capítulo (SEILER. 1997). O florescimento é prolongado com dias de temperaturas amenas e nublados. da cor amarelo-alaranjada. ao meio dia. Flores tubulosas (FIGURA 2) são as flores propriamente ditas. inclusive com os capítulos e as folhas chegando a uma posição ereta à meia noite. As flores tubulosas (FIGURA 2) estão ligadas ao receptáculo por duas pequenas folhas transformadas. terminando novamente numa posição caída ao anoitecer.2 Florescimento A floração é precedida pela abertura do invólucro das folhas do capítulo. 1997). com nervura central.1977. são de dois tipos: liguladas e tubulosas (flores férteis). As flores liguladas são incompletas. As páleas persistem até a maturação do capítulo. parecida com uma pétala. começa o aparecimento das flores tubulosas. Geralmente. 1998). unidas na sua base à sua correspondente pálea pouco desenvolvida. para uma posição ereta. o caule encontra-se em posição normal. Dias depois. Sua forma é oval lanceolada. medindo entre dez a 20 mm dependendo do seu estádio de desenvolvimento. com o aparecimento do sol. que partem desde o centro do capítulo até a borda (SEILER. As flores inseridas no receptáculo FIGURA 2. 1997). que se assemelha a uma pétala. e uma corola transformada. Entre o pôr-do-sol e seu aparecimento no dia seguinte. FONSECA. SEILER. 2. Sua lâmina é percorrida pôr nervuras longitudinais. de frente para o leste. VÁZQUEZ. 1994. sendo de . As páleas e as flores férteis que contêm estão dispostas em arcos espirais. formando as características cavidades romboidais. esse processo se realiza em sentido contrário.3. depois da qual aparece a primeira fila de flores liguladas. Pela manhã. com um ovário e cálice rudimentar. com um comprimento de três a quatro vezes maior que a largura (4 a 6cm). durando de seis a onze dias (VRÂNCEANU. que se assemelham a um favo de mel. A lígula é como uma folha transformada. que o capítulo e as folhas superiores realizam: ambos passam de uma posição caída ao amanhecer. chamadas páleas. A máxima intensidade de florescimento ocorre três à quatro dias após a abertura do capítulo. Além disso. desde a borda do capítulo até o centro. a qual divide a lâmina em duas metades. localizandose em todo perímetro do capítulo.

clima e nutrição (VRÂNCEANU. 1994).10 número variável. cada receptáculo tem de 1000 a 1800 flores férteis. androceu e gineceu. de acordo com a variedade ou o híbrido. FONSECA. que se encontram opostamente na união do ovário com a corola. podendo ser observadas desde a formação das flores até a finalização da fecundação (SEILER.1977. Cada flor fértil (FIGURA 2) é composta de cálice. chamadas papus. As flores tubulosas tem um ciclo vital de 24 a 48h dependendo da variedade. . corola. Frequentemente. O cálice é formado por duas pequenas folhas transformadas. 1997). VÁZQUEZ.

Morfologia da inflorescência do girassol (Helianthus annuus) A corola é formada por quatro pétalas soldadas na base. Estreita-se no extremo inferior. geralmente de cor amarelo-alaranjada. onde se encontram as células nectaríferas. formando uma globosidade em forma de anel.11 FIGURA 2 . comunicando-se . com forma de tubo.

Singh et al. O estilete e o estigma localizam -se dentro do tubo formado pelos filamentos e pelas anteras. pois o pólen está pouco adaptado ao transporte pelo vento.12 com o ovário mediante um pequeno tubo da cor branca. . na primeira metade do dia seguinte. 6º Murcha do estigma. (2001) encontraram pico de atividade de abelhas em plantações de girassol entre às 6h e às 18h. O androceu é formado por cinco estames localizados dentro do tubo corolinico. O gineceu é formado por um pistilo de ovário inferior bicarpelar e uniovulado e um estilete alongado. e o ovário encontra-se abaixo da corola (SEILER. A uma velocidade do vento de 7-9 m. 2. 4º Aparecimento do estigma e liberação total do pólen. Geralmente.. os quais estão soldados na sua parte inferior à base interna a corola. Em dias claros e ensolarados ocorre maior presença das abelhas na cultura. 5º Abertura dos lóbulos do estigma entre às 18 e 19 horas e murcha dos estames.3 Polinização O girassol é uma planta alógama.3.1977. fazendo com que as anteras apareçam sobre ela.1977. que se verifica durante uma hora e meia. SEILER. enquanto Satyanarayana e Seetharam (1982) verificaram pico às 10h30m e 16h30m na Índia. Esta fase dura de sete a nove horas. 1997). 2º Saída das anteras do tubo da corola. tem seus filamentos livres e de cor esbranquiçada. ficando livre. onde os estigmas fechados empurram lentamente o pólen para fora das anteras.s -1. mede entre sete e dez mm de altura (VRÂNCEANU. 3º Começo do crescimento do pistilo. 1997). A polinização é em sua maior parte entomófila e pouco anemófila. mas o horário de sua visita é muito discutido por vários autores. entre 16 a 17 horas. ocorre em condições normais de polinização e fecundação. As anteras são alongadas e interligadas p meio de uma cutícula fina e elástica de coloraçâo escura or (VRÂNCEANU. devido principalmente ao seu peso e tamanho (34 a 45 micras). A flor tubulosa tem as seguintes fases. 1977). em concordância com o crescimento dos filamentos estaminais num tempo de quatro a cinco horas. o pólen pode viajar a uma distância de 200 a 250 metros A polinização se faz na maioria dos casos por meio de abelhas. vespas e outros insetos (VRÂNCEANU. segundo Vrânceanu (1977): 1º Abertura da corola. SEILER. que em plena antese faz parecer na sua parte superior o estigma bífido curvo. onde ficam retidos os grãos de pólen no momento da fecundação. 1997). devido à discordância morfofisiológica de maturação de estames e pistilos (protandria) e ao sistema genético de autoincompatibilidade.

uma característica de grande importância em plantações desse tipo (MAHMOOD. 1994). Marchini e Haddad. 1977). A secreção do néctar é influenciada pela temperatura e umidade atmosférica durante a floração.3. FURGALA. Segundo Vrânceanu (1977) cada abelha pode visitar de 25 a 30 flores por minuto.1987). SKINNER. O tubo polínico alcança o saco embrionário. (1987) também descreveram uma maior atividade de abelhas nos girassóis às 16h30min. 2. Schinohara. Por outro lado. 1997). mas também a quantidade de óleo nas sementes é maior em plantas que recebem mais visitas de abelhas. os núcleos do gameta masculino avançam para o saco embrionário. 1983. (1977) afirma que são necessárias de 6 a 7 caixas de abelhas ha-1.13 Vrânceanu (1977) afirmou que o maior pico de visita das abelhas no girassol ocorre no horário compreendido das 11h às 12h. O crescimento do tubo polínico é influenciado pelas condições climáticas. Neste sentido. onde se encontram os núcleos do gameta feminino. O produto dessa fusão é a formação do endosperma primário. A mais abundante secreção ocorre quando a temperatura do ar durante a noite não é inferior a 18°C e durante o dia mantém-se ao redor dos 25°C. No Brasil. VÁZQUEZ. A luz solar direta reduz a viabilidade do pólen que seca e perde sua capacidade de fecundação (VRÂNCEANU. Em plantações de girassol. pois as chuvas lavam o pólen e impedem também o vôo das abelhas. especialmente temperatura. Por meio do crescimento do tubo polínico. O tempo chuvoso na época de floração influi negativamente no processo de polinização e fecundação. O primeiro dará origem a o tecido de reserva e o segundo formará o embrião (VRÂNCEANU. numerosos autores têm medido incremento de rendimento entre 20 a 100% com polinização suplementar por abelhas (FONSECA. não só o número de sementes aumenta de acordo com a quantidade de visitas de polinizadores. ocorre 30 a 60 minutos depois da polinização. 1977.4 Fecundação O pólen germina cinco a dez minutos depois de ser tranferido para o estigma. SEILER. Vrânceanu. ocorrendo a fusão dos gametas masculino e feminino. o qual está associado a estrutura genética do pólen e do estigma. A penetração do tubo polínico pela micrópila e a abertura do saco embrionário. . seu desenvolvimento está condicionado pela compatibilidade fisiológica com os tecidos do pistilo. Para um bom incremento de produção de sementes.

é do tipo seco. A espessura do pericarpo depende da variedade ou do híbrido. oferecendo proteção. podendo ser da cor branco-estriada.14 2. está separado da semente. Também chamadas de “confectionery varieties”. as sementes não oleosas têm de 25 a 30% de óleo e representam somente 5% dos genótipos de girassol.Morfologia do aquênio. popularmente considerado semente. 1997). há dois tipos de sementes de girassol: as oleosas e as não oleosas.5 Semente O fruto do girassol (FIGURA 3). geralmente as sementes pretas ou pretas estriadas possuem pericarpos mais finos que as branco estriadas (VRÂNCEANU. É constituido por pericarpo e pela semente propriamente dita (SEILER. 1997). pretas.3. De acordo com sua utilização. As sementes não oleosas são maiores. SEILER. facilmente removível. parda. FIGURA 3 . indeiscente. Para comercialização. chamado de aquênio. com listras e apresentam casca grossa (40 a 45% do peso da semente). O pericarpo (parede do fruto) é seco. fibroso. as sementes não oleosas são . negra ou negra-estriada. 1977.

ou como ração para pássaro (CARRÃO-PANIZZI. a semente apresenta: vitamina A (50 UI). afirma que maturação é a condição que somente pode ser entendida como o fim de vários processos que ocorrem na semente. O tamanho do aquênio varia de 7 a 25 mm de comprimento e 4 a 13 mm de largura. As sementes oleosas são menores .96mg100g-1). . a partir delas. MANDARINO. massa da matéria seca. riboflavina (0. NAKAGAW A. dos carboidratos totais. 837 mg de fósforo. 7. A sua composição mineral média (mg100g-1) é de 120 mg de cálcio. tiamina (1. São economicamente mais importantes e. MANDARINO.. fisiológicos e funcionais que ocorrem a partir da fertilização até a sua completa maturação. O peso de 1000 sementes varia de 30 a 60 gramas. misturadas com granola. 30 mg de sódio e 920 mg de potássio. fisiológicas. Delouche (1980) considerou a maturação como resultante de todas as alterações morfológicas e funcionais que ocorrem com as sementes desde a época da fertilização até o momento em que as mesmas atingem o máximo de peso de matéria seca. e 4% de resíduo mineral. ou seja. 1994). O teor de óleo varia de 10 a 60% (CASTIGLIONI et al. Quanto ao teor de vitaminas.23mg100g-1) e niacina (5. MANDARINO. A energia contida na semente é da ordem de 560 calorias e. 3.8% de água.4 MATURAÇÃO Andrews (1965). 1994). 1971b). 24% de proteína. 1994). com pericarpo bem aderidos. A maturação de sementes envolve uma série de processos morfológicos. 2000). são produzidos o farelo de girassol e seus derivados. Sementes pequenas têm 2 a 7 mm de comprimento e 1 a 2 mm de largura. 1994). Na fase de maturação. O peso individual dos aquênios é de 40 a 400 mg.1 mg de ferro. 2. tamanho.15 torradas.9% de carboidratos. físicas e bioquímicas que ocorrem a partir da fecundação do óvulo e prosseguem até o momento em que as sementes se desligam fisiologicamente da planta. O girassol apresenta na composição das suas sementes 4. representando 20 a 30% do peso da sementes.4mg100g -1). atingem a maturação fisiológica. sendo caracterizada pelo máximo acúmulo de matéria seca (DELOUCHE. A maturação compreende uma série de transformações morfológicas. embaladas e são consumidas como amêndoas. 19. germinação e no vigor (CARVALHO. bolos e “snacks”.8g100g-1 são representados pela fibra bruta (CARRÃO-PANIZZI. ocorrem alterações no processo de desenvolvimento do embrião principalmente no teor de água. após a extração do óleo (CARRÃOPANIZZI.

No trigo. No entanto. ou seja. Em outras palavras. A maturação de sementes compreende um processo em que modificações morfológicas. ou seja. beneficiamento e armazenamento ( VIEIRA. a maturação fisiológica não significa necessariamente. O período de antese em girassol é particularmente sensível a fatores do meio ambiente como estresse p deficiência de água e temperatura. o máximo de qualidade fisiológica da semente ocorre antes do período em que a semente possa ser colhida. da margem para o centro a planta está em diferentes estádios (ANDERSON. O processo de maturação tem início com a fertilização do óvulo e estende-se até o ponto de maturação fisiológica. SILVEIRA. isso é observado com 40% de água. quando então. 1975). 2004). O peso de matéria seca tem sido apontado como o mais seguro indicador do estágio de maturação da semente. 1991). ocorrem transformações morfológicas. produção de óleo. que podem variar no or decorrer dos anos (IKONNIKOV. . da planta onde ela se formou. atingindo o seu clímax quando a semente apresenta máximo poder germinativo e vigor ( BITTENCOURT et al. O conhecimento destas transformações é de fundamental importância no que se refere a planejamento da colheita. capacidade máxima de germinação. Anderson (1975) definiu que a maturação fisiológica do girassol pode ser medida quando os aquênios têm o máximo de peso seco. alteração no teor de água. 1972). A maturação de campo envolve o conceito de umidade de semente e essa deve ser suficientemente baixa. a relação entre temperatura e maturação em girassol é extremamente complicada pois a antese no girassol ocorre de forma desigual no capítulo. ou quase nada. fisiológicas e funcionais ocorrem no óvulo fertilizado. 1967). Isto é razoável desde que se entenda por maturação fisiológica como aquele ponto após o qual a semente recebe nada. NAKAGAWA. bioquímicas e físicas nas sementes. como aumento de tamanho. ácidos que compõem o óleo e o completo desenvolvimento do embrião. A antese é geralmente utilizada para medir a maturação de campo dando uma relação de maturação com período de colheita (QUINBY. Estudando a maturação do girassol.16 atingindo sua maior qualidade quando a semente apresenta máximo poder germinativo e vigor. sendo denominado ponto de maturação fisiológica (SADER. 1988). Durante esse processo. fisiológicas.. acúmulo de matéria seca e modificações no poder germinativo e no vigor das mesmas. diminuindo assim o dano de doenças ou ataque de insetos. não obstante eles coincidem com notável freqüência (CARVALHO. no sorgo 23-30% e no milho 30-37% (ANDERSON. 2000). para que permita a colheita e não envolva secagem. Mas. O máximo peso de matéria seca tem sido mencionado como o ponto em que a semente atinge a maturação fisiológica. 1975). a semente passa a sofrer mais o efeito das condições ambientais.

A fase reprodutiva inicia-se quando do aparecimento do broto floral até a maturação fisiológica dos aquênios. sendo o melhor momento da colheita aquele em que o dorso do capítulo apresentava a coloração amarelada e a bráctea marrom. O desenvolvimento da planta é dividido em duas fases: vegetativa (V) e reprodutiva (R). Esta é uma fase de difícil identificação. ou seja. pois na lavoura pode haver manchas de fertilidade e profundidades de semeadura diferentes. Robinson (1983) e Cetiom. Cada capítulo floresce aproximadamente por uma semana. Esta definição é importante.. A utilização da escala Eppo (1990) modificada é a proposta de Silveira (2000) para estabelecer a fenologia do girassol. Cabe lembrar que outros fatores podem interferir no ponto de maturação. O máximo de germinação e vigor ocorreu quando a base dos capítulos apresentou cor verde amarelada e a bráctea verde. ZIMMER. dormência. segundo Johnson e Jellum (1972). Browne. O mesmo afirma que 10% do capítulo está com a coloração marrom. (1986) citam que outros fatores de qualidade podem estar ligados a esta diferença de maturação entre capítulos. (1992) estabeleceram critérios de desenvolvimento fenológico para o girassol. 1978). portanto. pois se baseia na troca de coloração da parte posterior da inflorescência e sobre grande influencia das condições ambientais. é quando o dorso do capítulo troca de coloração verde para amarelo. Brown e Allen (1975).17 tornando a semente viável. o que alteraria o ciclo de desenvolvimento da planta. Siddiqui. pois numa mesma época podem ocorrer diferenças em grau de maturação entre capítulos de diferentes plantas. A maturação . vigor e proporção de sementes chochas. O estádio de maturação da semente de girassol necessita ser bem definido. Para este autor o girassol estará na fase de maturação fisiológica quando as folhas liguladas começam a cair e a coloração do dorso do capítulo passa de uma coloração verde para amarela. Maeda et al. A fase vegetativa inclui da germinação até o início da formação do broto floral. (1978). essa diferença é maior nas variedades. pois determina o final do acúmulo de óleo e. pois os híbridos apresentam uma maior uniformidade. Estudando o melhor ponto de colheita do girassol. germinação. as sementes localizadas em diferentes regiões do capítulo podem diferir em maturação fisiológica. uma vez que a maturação das sementes do girassol ocorre das bordas do capítulo para o centro (ZIMMERMAN. o teor de óleo do aquênio. Robinson (1971). O critério para estabelecer o ponto de maturação fisiológica para girassol. o máximo peso seco e a maior viabilidade para o produtor de semente. Salvador (1948) observou que o conteúdo e rendimento de óleo aumentaram constantemente até a completa maturação. mas o critério mais utilizado para determinar as fases de desenvolvimento da cultura do girassol no Brasil é a proposta por Schneiter e Miller (1981).

A redução de luminosidade. 1984). das práticas de produção e das condições ambientais onde o mesmo está se desenvolvendo.. Para o girassol ainda não está determinado um indicador de maturação fisiológica. No Brasil. Anderson (1975) e Hammer. afeta o diâmetro de capítulos e conseqüentemente a produção das sementes e suas fases de desenvolvimento (PALUDZYSZYN FILHO. enquanto o cultivar Contissol. registrado através de graus-dia. HALL. RAWSON et al. os estresses provocados por pragas. obtiveram na primavera. O mesmo autor afirmou que vários fatores do ambiente afetam a maturação do girassol. diminuiu o ciclo do girassol e encurtou o período para a planta atingir a maturação fisiológica de sementes. McWILLIAM. . como para a cultura do milho (formação da camada negra) (CONNOR. Como exemplo podem ser citados os trabalhos de análise de maturação do cultivar IAC-Anhandy. SILVEIRA. principalmente na fase reprodutiva. somente com essa alteração no processo de produção. mas provavelmente a temperatura é o fator mais importante. Maeda et al. A temperatura e o fotoperíodo são os principais fatores que influenciam o desenvolvimento do girassol nas suas diferentes fases fenológicas (ANDERSON. cuja principal característica é a transição da cor das brácteas de amarelo para marrom. Além desses fatores. semeando girassol na safrinha durante o mês de março.7°N. o ponto de maturação fisiológica ao redor dos 40 DAF. ANDERSEN. em Minessota. (1982) afirmaram que a temperatura é o fator ambiental que mais afeta as fases de desenvolvimento do girassol. doenças e plantas daninhas e todas as práticas agrícolas utilizadas no processo de produção podem provocar modificações no ponto de maturação fisiológica da semente do girassol. (1987). 1992). 1978. BORDIN. 1997. CONNOR. Connor e Sandras (1992) afirmaram que o nitrogênio e a água devem ser considerados. em trabalho desenvolvido por Bittencourt et al. atingiu a maturação fisiológica aos 37 DAF.. na latitude 44. chegando a esse estádio aos 30 DAF na cultivar Modern e aos 36 DAF na cultivar EC68414. obtiveram um período de 69 DAF para o cultivar atingir o mesmo estádio. 1984. Delgado (1984) relatou que a cultivar IAC-Anhandy levou 45 DAF para atingir o estádio de maturação fisiológica de sementes. Robinson (1971) estudando a influência da temperatura na cultura do girassol. (1991). O tempo para atingir esse estádio varia em função do genótipo. Kole e Gupta (1982) demonstraram que existe diferença no período para se atingir o ponto de maturação fisiológica de acordo com as características genéticas do girassol. Goyne e Woodruff. 2000). concluiu que o aumento da temperatura diária. sendo normalmente medido em número de dias após o florescimento (DAF). A fertilidade do solo.18 fisiológica da semente do girassol acontece no estádio fenológico R9. SANDRAS. Sader e Silveira (1988). SMITH.. semeando o girassol em dois anos.

1992). 32. causando atraso.. No próprio capítulo essas diferenças também acontecem. 1979) e 30% para cultivar VNIIMK 6540 (BROWNE. 36% (ROBERTSON. 20. pois normalmente a fertilização é iniciada da periferia para o centro dos mesmos (ZIMMERMAN. 35% com a variedade Issanka (SIMPSON. 2.19 Quando a semente de girassol atinge a maturação fisiológica. o que proporciona. a planta ainda se encontra com uma quantidade relativamente elevada de folhas e ramos verdes e por isso é importante conhecer qual a umidade de aquênios nessa fase. 1976). as amostras podem ser retiradas de qualquer região. 1978). Os resultados obtidos por Maeda et al.1987).1% e 34. 1980). No entanto. obteve a maturação fisiológica aos 40 DAF com apenas 17. do capítulo todo. Tendo em vista que o florescimento de um único capítulo leva de sete a dez dias para se completar e se faz em círculos concêntricos. respectivamente (GOYNE et al. Matthes e Ungaro (1983) verificaram que para a determinação do teor de umidade das sementes.1% de água nos aquênios e Almeida (1973) citado por Sader e Silveira (1988) que relataram maturação fisiológica com umidade de 12 a 14% nos aquênios. a dormência pode ser um obstáculo no momento de instalação das lavouras. SANDRAS. 41% com a variedade Contisol (BITTTENCOURT et al. existem resultados divergentes. CHAPMAN. 30 e 40 DAF da cultivar IAC-Anhandy. MAEDA et al. Para as espécies cultivadas. A constância do peso seco dos aquênios parece ser o melhor indicador para esta fase (CONNOR. aos 10. a sobrevivência e a viabilidade do banco sementes em condições externas adversas. 1978. GUPTA 1982). ZIMMER. da periferia para o centro. Vários autores têm procurado relacionar esse estádio com a umidade da semente. para as espécies selvagens. 1991). RADFORD. desuniformidade ou falhas na .2% com as variedades Sunfola 68-2 e Hysun-30. (1987) são contraditórios. Segundo alguns autores.. da região intermediária e do centro dos capítulos. Dentro de uma mesma lavoura de girassol é comum a ocorrência de diferenças na maturação entre as plantas. 1978)... principalmente no caso de variedades. obteve-se maior teor de umidade nos aquênios do centro do que em relação às regiões mais próximas da borda dos capítulos. como os de Flint Junior (1972). que trabalhando no Mississipi com uma cultivar de origem russa.. a umidade e a concentração de óleo nos aquênios não podem ser um indicador de maturação fisiológica. e os resultados apontam para teores de água de 43% (DELOUCHE.5 DORMÊNCIA A dormência é o fenômeno pelo qual as sementes mesmo sendo viáveis e estando em um ambiente sob condições favoráveis não germinam. pois colhendo separadamente os aquênios da periferia. 40 a 44 % (KOLE. ou seja. WILSON et al. a Perodoviki.

germinação e vigor (VIEIRA. . 2004). Dependendo das condições climáticas predominantes. até 55 dias após a colheita. BARZAGHI et al. 2004). Na cultura da soja. acarretam a redução na qualidade fisiológica e sanidade das sementes (MARCOS FILHO. A temperatura ambiente governa as reações químicas. Considera-se que.20 emergência das plântulas. quando as sementes atingem o ponto de maturação fisiológica. a semente não tem oportunidade para iniciar o processo de deterioração. 1998). (1983) verificaram dormência no armazenamento em laboratório.6 QUALIDADE DE SEMENTE A partir da maturação fisiológica não há qualquer procedimento que possa melhorar o potencial fisiológico da semente. Por outro lado. o momento da colheita é muito relevante. o processo de deterioração é acelerado. Quando ocorre algum problema de estresse na fase de desenvolvimento da semente. KOMATSU. Cseresnyes (1979) encontrou períodos variáveis de 15 a 40 dias. o mais indicado para colheita. Dentre as fases de um sistema de produção. ocorrendo formação de sementes menores. portanto. O girassol é uma das espécies que apresentam esse mecanismo (MARCOS FILHO. porque ainda não constitui uma unidade biológica independente da planta mãe (MARCOS FILHO. 1998). Armazenando as sementes em ambiente não controlado. teoricamente. 2.. 1987). determinando. Tekrony e Egli (1992) em relação ao potencial de germinação e de vigor de sementes de soja. já está praticamente desligada da planta mãe. enquanto França Neto et al. até atingir o ponto de maturação fisiológica. dependendo da cultivar testada. Resultados contraditórios foram obtidos por Vieira. as variações freqüentes da temperatura. a maior ou menor velocidade do processo de envelhecimento pós-maturação. a maturação é acelerada. O ponto de maturação fisiológica é. mal formadas e de baixo vigor. geralmente associadas à escassez ou ao excesso de chuvas durante a maturação.. O período de duração da dormência dos aquênios do girassol após a colheita é muito variado. a ocorrência de temperaturas elevadas durante a maturação provoca a redução da translocação de fotossintatos para as sementes. como conseqüente perda da qualidade. Kumar e Sastry (1975) constataram que a dormência foi superada cerca de 50 dias após a colheita. pois representa o momento em que a semente atinge o máximo potencial de germinação e vigor. especialmente em períodos com baixos índices pluviais (VIEIRA.

que tem início logo após a maturação fisiológica e continua até a perda da viabilidade da semente. A peroxidação de lipídios é muitas vezes ativada pela ação do oxigênio sobre um ácido graxo poliinsaturado. como os ácidos oléicos e linoléico. conseqüentemente. tem causado danos fisiológicos e. A deterioração da semente é um processo degenerativo contínuo. alterações nas atividades respiratórias e alterações no DNA (BASRA. Talvez a peroxidação seja a causa mais freqüente de deterioração e perda de viabilidade de sementes. Kole e Gupta (1983) em que a redução no conteúdo de lipídios em aquênios de girassol ocasionou a diminuição da viabilidade. MCDONALD. prejudicado a qualidade das sementes (COSTA. 1994. além de alterações em componentes de reserva. variações na disponibilidade e na estrutura dos carboidratos. As análises bioquímicas têm associado alterações em diferentes componentes de reserva de várias espécies. 1979. quando ainda no campo. O envelhecimento pode ser descrito segundo Matthews (1985) como a soma dos processos deteriorativos que levam à morte da semente. diminuição no conteúdo de lipídios e aumento dos ácidos graxos livres. culminando com a redução do vigor e morte da semente. Um dos fatores que levam à redução no conteúdo de lipídios é a peroxidação de lipídios. Halder e Gupta (1980) constataram que aquênios de girassol armazenados por mais de 90 dias com umidade relativa elevada e temperaturas de 25°C provocaram o aumento da lixiviação de eletrólitos. como a queda na síntese e conteúdo de proteínas. A deterioração para Delouche e Baskin (1973) é uma seqüência hipotética de eventos.. 1985). Danos mecânicos mais drásticos influenciam diretamente a performance das sementes no campo (McDONALD. alterações na permeabilidade de membranas. WERNER. 1999). que se inicia com a desorganização de membranas e a perda da sua seletividade. 1987). que está presente nas membranas das sementes. Estas alterações provocam a deficiência de processos metabólicos que conduz em perda de viabilidade das sementes. ficando demonstrado que a preservação da estrutura externa das sementes pode exercer proteção (PRIESTLE. Sementes de soja quebradas e expostas à condição de alta taxa de oxigênio. A perda da integridade das membranas tem sido . da solubilidade de nitrogênio. Isso foi observado por Halder. 1999). de carboidratos e do nível de aminoácidos. LEOPOLD.21 A ocorrência de condições climáticas desfavoráveis durante o desenvolvimento da semente ou a exposição a períodos de alta umidade e temperatura após a maturação. VIEIRA et al. Os eventos deteriorativos estão ligados ao aumento ou diminuição na atividade de um determinado grupo de enzimas. foram mais suscetíveis à degradação de lipídios do que sementes intactas.

1997). PRADET. aumentava a deterioração de sementes envelhecidas. . pois além dos aquênios umedecerem-se no processo de trilha os mesmos não ficam limpos de forma adequada. acamamento e quebra de plantas. 1990). catalase e glutamato redutase. Bailly et al. 1997). A umidade dos aquênios pode ter 14% mas o capítulo se encontra muito úmido. e de outros fatores climáticos.7 COLHEITA DE GIRASSOL A colheita de girassol representa uma prática essencial dentro da tecnologia de produção. 2. Dentre os fatores que interferem no processo podemos destacar a desuniformidade da lavoura. que podem originar perda (DIOS. dependendo da região. Contudo a demora de colheita significa também um maior risco de perdas por ação de pássaros. superóxido dismutase. plantas daninhas. 1999).22 constatada como um dos processos iniciais de deterioração de sementes (McDONALD. chuva na colheita e umidade no caule e no capítulo (BALLA. Kar e Gupta (1991). Deve-se ter em conta que o girassol é um dos cultivos mais propensos ao ataque de pássaros sobre tudo pombas e caturritas. Um dos principais problemas da colheita de girassol é a umidade dos capítulos. com percentagem de 60% ou maiores o que traz o inconveniente na utilização da colhedora. CAVALIÉ. CASTRO. trabalhando com aquênios de girassol. Aquênios de girassol submetidos a envelhecimento obtiveram alterações nas proteínas. o que pode ser comprovada pelo acúmulo de peróxidos. aumentos significativos nos níveis de malonaldeído. É possível que as proteínas estejam envolvidas na organização celular. O RNAm é reduzido em aquênios envelhecidos (GIDROL. pois Reuzeau e Cavalié (1995) verificaram reduções em defesas antioxidantes como a ineficiência das enzimas glicose-6-fosfato desidrogenase. 1988). (1996) verificaram em aquênios de girassol. O estresse oxidativo afetou a qualidade dos aquênios de girassol. restos vegetais. sugerindo que a peroxidação de lipídios foi acelerada durante o armazenamento. vento. referiram-se que quando aumentava a degradação do RNA e há acréscimos do nível de malonaldeído. CASTIGLIONI.. danos pelos pássaros. uma vez que as características próprias da planta e as condições climáticas. desprendimento dos grãos. mobilização de reservas e reparo de danos nas células (REUZEAU. dificultam a sua realização.NOUBHANI. peso de mil aquênios. um produto da peroxidação de ácidos graxos insaturados.

1994). além de aumentar as impurezas no produto. 3 a 5% na Iugoslávia. Mas nesta condição geralmente os aquênios terão mais impurezas. Neste teor as perdas de colheita são de 2. Considera-se. 1988. por meio do aumento da porcentagem de grãos quebrados. Com umidade superior a 16% ocorre um aumento das impurezas além de também aumentar os custos para secagem. 30 a 60% na Namíbia (LINZ. Colheita com baixa umidade ocasiona aumento de aquênios descascados e queda considerável no rendimento (BALLA. Em outros locais do mundo. MARTIN. como ponto ideal de colheita. É possível realizar a colheita de girassol com maiores umidades. 1981). MÉNDEZ. CASTIGLIONI. Colheita com umidade dos aquênios inferior a 9% representa uma perda de peso que não é recompensada com as bonificações de preço (BRAGACHINI. de modo geral. CASTIGLIONI. Uma boa recomendação é de que a colheita seja realizada com umidade de 14%. as sementes poderão ser colhidas com 20 a 25% de umidade. HANZEL. Os efeitos imediatos caracterizam -se pela . podendo atingir 25 a 30%. aumentando o dano mecânico (DIOS. 1997).7%. A umidade ótima para realizar a colheita é de 10 a 12%. Penna (1988) recomendou a realização da colheita com 10% de água nos aquênios. Com base nos problemas que possam ocorrer na colheita é necessário que esta ocorra o mais rápido possível para minimizar os efeitos de perda de produtividade e qualidade de aquênios (BALLA. A colheita antecipada compromete a qualidade do produto final. 1977). se as condições climáticas não permitirem o atingimento desse baixo teor. A colheita pode começar com umidade de 16%. quando os aquênios apresentam umidade de 14 a 16% e as demais partes da planta em torno de 25% de umidade. CASTRO. no entanto. 1997). Os principais problemas que ocorrem na colheita mecanizada do girassol estão relacionados com a eleição do momento ideal de colheita e com a preparação adequada da colhedora. Muitos produtores realizam a colheita com a umidade de 11% para não ter a necessidade de secar a semente. O teor de umidade ideal para colheita seria de 11 a 13%. 2002). Os problemas ligados à umidade de colheita é o efeito desta sobre o dano mecânico. 10 % na Hungria. A manifestação do dano mecânico sobre a qualidade das sementes pode ser por meio de efeitos imediatos e efeitos latentes. Outro cuidado é o perigo dos aquênios serem prensados no cilindro devido a maior umidade da massa. CASTRO.23 As perdas estimadas pelo ataque de pássaros são de 2 a 5% nos Estados Unidos (HANZEL. até uns 20%. 1992). as perdas pelo ataque de pássaros são estimadas de 14% no Paquistão. mas sempre que possível deve-se fazê-la quando a umidade estiver de 11 a 13%. Se a colheita for realizada com umidade de 6 a 8% as perdas de colheita serão de 8 a 12% (VRÂNCEANU. desde que se providencie secagem imediata (BOLSON. 1997).

. quando comparadas com a colheita manual de espigas. CARVALHO. Com o objetivo de avaliar o efeito do método de colheita na qualidade física. Para Channakeshava. provocaram maiores danos às sementes colhidas em espigas na umidade de 28% do que aquelas colhidas a 18%. As sementes colhidas manualmente foram superiores às colhidas mecanicamente. Em trabalhos com diferentes processos de colheita de milho. conseqüentemente numa baixa produção. colhidas com diferentes umidades. Chikkadevaiah e Somasekhara et al. Os efeitos latentes podem não afetar de imediato a viabilidade. (1997) observaram que tanto a colhedora como a despalhadora. NAKAGAWA. A colheita manual. Gonçalves (1981) e Sato (1991) verificaram que a colheita mecânica para milho apresentou altos índices de danos mecânicos e redução do vigor. fisiológica e sanitária de sementes de milho. porém durante o armazenamento as sementes injuriadas sofrem reduções do vigor e germinação (ESCASINAS. (1994) concluíram que sementes provenientes da colheita mecânica apresentaram maior nível de danificação mecânica e estas reduziram significativamente o vigor das sementes. Nascimento et al. Oliveira et al. A semente colhida com alta qualidade de vigor e germinação e sendo bem armazenada proporcionará uma boa lavoura. E estes danos refletiram sobre a sua qualidade fisiológica inicial. 1994. se bem executada pode trazer maiores benefícios do que a colheita mecânica para a obtenção de lotes de sementes de alta qualidade (BOLSON. ainda bastante usada nas pequenas propriedades das regiões produtoras de girassol do Brasil. (2000) a qualidade de semente é o ponto chave para o incremento da produção e p rodutividade de girassol. em função do menor índice de danos mecânicos ocorridos.. HILL. Delouche (1980) afirmou que as perdas na qualidade da semente não são amenizadas pelo armazenamento quando as sementes são oriundas de campos com condições climáticas adversas antes da colheita ou são mecanicamente injuriadas. 1981).24 redução imediata da germinação e vigor logo após a semente ter sido injuriada. 2000)... já a perda destas características resultará num baixo estande de plantas e.

1 LOCAL O trabalho foi conduzido na Fazenda Experimental da Embrapa Soja. A radiação solar global diária.3 CARACTERIZAÇÃO DO SOLO O solo do local é um Latossolo Vermelho Distroférrico (EMBRAPA. mínimas e médias diárias. ou seja. a precipitação diária e a radiação solar diária observadas durante o período experimental de 2002 estão apresentadas nos ANEXOS 1. 1999). 3 e 4. 3. 3. média anual é de seis horas (ATLAS SOLARIMÉTRICO DO BRASIL. A temperatura média anual é de 20. na classificação de Köppen. podendo ocorrer seca no período de inverno (MAAK. 2. BERNARDES. é tipo Cfa. . 7 e 8. 1982). no distrito da Warta. respectivamente. GODOY. a umidade relativa média do dia. Os observados durante o período experimental de 2003 estão apresentados nos ANEXOS 5. 1968). nas coordenadas 23°e 11’ 34” S e 51°e 10’ 57’’ W com altitude de 628 metros. média anual é de 16 MJ m -2 dia e a insolação diária. no município de Londrina.2 CARACTERIZAÇÃO CLIMÁTICA O clima. 6. localizado na região norte do Estado do Paraná.25 3 METODOLOGIA 3. 2000).4 DADOS METEOROLÓGICOS DURANTE O PERÍODO EXPERIMENTAL As temperaturas máximas. A precipitação média anual é de 1615 mm (CORRÊA. clima subtropical úmido com chuva em todas as estações.7°C. 3.

8. A área foi dessecada com glifosate na dose de três L ha-1 do produto comercial. 2000).1. o campo de produção de sementes foi implantado no dia 24 de janeiro e a última colheita foi realizada no dia 23 de maio. 1997.8. Suas amostras foram encaminhadas para o Laboratório de Solos da Embrapa Soja para realização das análises químicas. o campo de produção de semente foi implantado no dia 27 de fevereiro e a última colheita foi realizada no dia quatro de julho.7 ANÁLISE DO SOLO Após a safra de inverno dos anos 2001/2002 e 2002/2003 o solo foi amostrado na profundidade de 0 a 20 cm. oriundas do Banco de Germoplasma do Programa de Melhoramento Genético de girassol da Embrapa Soja.6 CARACTERIZAÇÃO DO GENÓTIPO UTILIZADO As sementes utilizadas foram as linhagens CMS HA 30379NW22 fêmea e 89V2396)5321 macho. alto teor de óleo. 1998. 3.26 3. Seguiu-se a época recomendada para semeadura de girassol na região que é de 20 de janeiro a final de fevereiro (CASTRO et al. 3. O híbrido escolhido representa as características desejadas para cultivo no Brasil. No ano de 2003. boa sanidade e ampla adaptação às condições edafoclimáticas do país. três dias .1 Manejo de plantas daninhas A área escolhida para implantação do campo de semente foi de três hectares. VIEIRA. Os resultados das análises estão apresentados nos ANEXOS 9 e 10 respectivamente. 3.No ano de 2002.5 DURAÇÃO DO EXPERIMENTO Para o estudo da determinação de ponto de colheita foram realizados experimentos nos anos de 2002 e 2003. precoce.1 Estabelecimento e condução do campo de produção de sementes 3. VIEIRA..8 EXPERIMENTO DO ANO DE 2002 3.

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antes da semeadura do girassol. A aplicação do herbicida foi realizada com pulverizador de barras. 3.8.1.2 Adubação A adubação foi realizada conforme análise do solo (ANEXO 9). Foram aplicados 290 kg ha-1 da fórmula 8-28-16 no momento da semeadura para atender as necessidades da cultura. 3.8.1.3 Densidade de semeadura e espaçamento A semeadura foi em plantio direto no dia 24 de janeiro de 2002 com semeadora PAR 2800 com 6 linhas fêmeas e 2 linhas de macho. O espaçamento entre linhas foi de 0,90 m. ha-1. As parcelas tinham 20 metros de comprimento e quatro linhas úteis perfazendo a área de 72m 2. A emergência ocorreu no dia 28 de janeiro. Posteriormente, foi realizado desbaste para resultar numa população de 40.000 plantas ha-1. 3.8.1.4 Tratos culturais Foi realizada adubação de cobertura com nitrogênio na dose de 100 kg ha-1 de sulfato de amônia 30 dias após a semeadura. Para adubação de boro foram realizadas aplicação com pulverizador de barras do produto comercial Solubor® (10% de B) na dosagem de 1,30 kg ha-1 mais 0,270 kg ha-1 do elemento boro diluído em 130 l ha-1 30 dias após a semeadura. Para o controle de Diabrotica speciosa e Bemisia sp. foram aplicados monocrotophos na dose de 0,6 l ha-1 do produto comercial e triclorfon na dosagem de 0,4 L ha-1 do produto comercial 30 dias após a semeadura. Devido ao início do ataque de lagartas foi aplicado diflubenzuron na dose de 80 g ha-1 do produto comercial aos 40 dias da semeadura. O “roguing” foi realizado aos 52 dias da semeadura. 3.9 EXPERIMENTO DO ANO DE 2003 3.9.1 Estabelecimento e condução do campo de produção de sementes 3.9.1.1 Manejo de plantas daninhas A área deste ano foi de um hectare. O manejo de plantas daninhas foi realizado com trifluralin na dose de 2 l ha-1 do produto comercial em pré plantio incorporado.

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3.9.1.2 Adubação A adubação utilizada foi conforme a análise do solo (ANEXO 10), na dose de 400 kg ha da fórmula 8-28-16 aplicado a lanço com distribuidor hidráulico antes da aração. 3.9.1.3 Densidade de semeadura e densidade A semeadura foi realizada no dia 27 de fevereiro de 2003 com semeadora PAR 2800 com 6 linhas fêmeas e 2 linhas de macho. O espaçamento foi de 0,90 m. Foi realizado desbaste para ficar com população de 40.000 plantas ha-1. A emergência ocorreu do dia 07 até o dia 10 de março de 2003. As parcelas tinham 20 metros de comprimento e quatro linhas úteis perfazendo uma área de 72m 2. 3.9.1.4 Tratos culturais A adubação de cobertura foi realizada 30 dias após a semeadura com sulfato de amônio na dose de 100 kg ha-1 e aplicação de ácido bórico na dose de 11,76 kg ha-1 . O adubo foi incorporado com a capina realizada com cultivador. Em virtude do ataque de Diabrotica speciosa foi realizado controle com monocrotofós na dose de 0,6 l ha- 1 do produto comercial 31 dias após a semeadura. Devido ao ressurgimento de Diabrotica speciosa (vaquinha) e de lagartas, foi realizado controle com clorpirifós na dose de 0,5 l ha-1 do produto comercial para o controle de Diabrotica speciosa e 100 g ha-1 de diflubenzuron para o controle das lagartas 46 dias após a semeadura. Em relação a percevejos, foi realizado controle com metamidofós na dosagem de 0,6 L ha-1 do produto comercial 67 dias após a semeadura. Foi realizado “roguing” do campo aos 55 dias após a semeadura.
-1

3.10 COLHEITA A colheita dos campos de produção de sementes nos anos de 2002 e 2003 foram realizadas com colhedora SLC 6200 obedecendo aos critérios de regulagem conforme os propostos por Balla, Castiglioni, Castro (1997). A rotação do cilindro de 350 a 400 rpm, abertura do côncavo entre 20 e 25 mm na entrada e 18 e 20 mm na saída. A velocidade de deslocamento foi de 4 a 6 km h-1. A ventilação foi reduzida drasticamente para impedir a saída das sementes pela ventilação. Tanto a colheita mecânica quanto a manual foi iniciada em maturação fisiológica (R9), segundo a descrição proposta por Schneiter e Miller (1981). Onde a parte posterior

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dos capítulos torna-se amarelada, as brácteas adquirem coloração amarelo a castanho e as folhas inferiores estão senescidas. As amostras de sementes para tomada de umidade foram obtidas após o descarregamento do silo graneleiro da colhedora (colheita mecânica) e no momento da debulha manual dos capítulos no campo. Para tomada da amostra manual, foram colhidos 150 capítulos por parcela. Estas amostras foram remetidas para o Laboratório de Sementes para medição de umidade seguindo as regras de Análise de Sementes propostas por Brasil (1992). No momento da colheita foi também encerrada a contagem dos dias após o florescimento (DAF). O florescimento foi estabelecido pelo estádio determinado por Schneiter e Miller (1981) como estádio R5.5 onde 50% das flores do capítulo estão abertas (floração plena).

3.11 SECAGEM Após a colheita dos aquênios nas safras de 2002 e 2003, estes foram secadas em um protótipo de um secador estacionário desenvolvido para a realização deste trabalho conforme ANEXO 11. A temperatura de secagem foi cuidadosa e criteriosa para evitar danos na qualidade dos aquênios. As temperaturas foram seguidas conforme TABELA 1.

TABELA 1. Temperaturas da massa de semente durante a secagem em função do seu teor de umidade (ALIMPIC, 1981). Umidade % > 18 16 – 18 12-16 < 12 Temperatura da massa °C 32 35 38 40

Para seguir para o armazenamento os aquênios ficaram com umidade inferior a 9,5% (SCHULER et al., 1978).

na medida do possível e quando era possível entrar com a colhedora resultou nos tratamentos apresentados nas TABELAS 2 e 3. Posteriormente procurou-se colher a cada dois dias nos outros tratamentos. 13. 3. determinando-se também as umidades da semente conforme as TABELAS 2 e 3.13 QUEBRA DE DORMÊNCIA Os aquênios colhidos nas safras de 2002 e 2003 foram mantidos em câmara fria a 10°C e 35 de UR% para a quebra de dormência durante 60 dias.15 TRATAMENTOS O tratamento foi a contagem dos dias após o florescimento (DAF) no momento de colheita em dois métodos de colheita. Devido às condições climáticas nos diferentes anos. Estabeleceu-se a primeira colheita em maturação fisiológica. Os aquênios provenientes da classificação da peneira 14 foram os utilizados para as avaliações dos experimentos nos anos de 2002 e 2003. Após. foram classificados com peneiras de furo circular de 14. .14 BENEFICIAMENTO Os aquênios foram submetidos a pré limpeza com peneiras 18 de furo circular para remoção das principais impurezas. 3.12 ARMAZENAMENTO Os aquênios oriundos das safras de 2002 e 2003 foram armazenadas em sacos de algodão em câmara fria com temperatura de 10 °C e umidade relativa de 35%.30 3. e 12. mecânica com colhedora e manual nos anos agrícolas de 2002 e 2003. 3.

5 23. Desta forma procurou-se avaliar diferentes teores de umidade na semente e os dias após o florescimento no momento de colheita e sua interferência no vigor.5 Data colheita 7/5 7/5 9/5 9/5 10/5 10/5 11/5 11/5 15/5 15/5 23/5 23/5 Método de colheita mecânica manual mecânica manual mecânica manual mecânica manual mecânica manual mecânica manual TABELA 3. Tratamento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 DAF 34 34 39 39 41 41 42 42 46 46 51 51 Umidade(%) 42. dias após o florescimento (DAF) de aquênios de girassol submetidos a diferentes métodos de colheita no ano de 2002.0 12.0 37. Umidade.5 Data colheita 18/6 18/6 23/6 23/6 25/6 25/6 26/6 26/6 30/6 30/6 4/7 4/7 Método de colheita mecânica manual mecânica manual mecânica manual mecânica manual mecânica manual mecânica manual 3.2 15.6 20.7 7.3 8.2 12.31 TABELA 2. verificar a influência do método de colheita .16 AVALIAÇÕES As avaliações dos experimentos de 2002 e 2003 foram realizados no Laboratório de Sementes da Embrapa Soja. Os testes utilizados abrangeram teste físico (peso de 1000 sementes). teste bioquím ico (teste de tetrazólio) e teste de resistência (envelhecimento acelerado).1 18.8 22. dias após o florescimento (DAF) de aquênios de girassol submetidos a diferentes métodos de colheita no ano de 2003. teste fisiológico (germinação e velocidade de germinação).3 11. relacionar umidade de colheita com o fator de rendimento na produção de sementes.4 26.7 22.8 28.0 6.7 10.4 14. Tratamento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 DAF 38 38 40 40 41 41 42 42 46 46 54 54 Umidade (%) 29.5 36.0 16. Umidade.7 20.7 21.5 17.

KRZYZANOWSKI. A contagem foi realizada aos seis dias após instalação. 1992). (BRASIL.16. O teste foi realizado em rolo de papel Germitest®. não viáveis e. . 3.32 na qualidade fisiológica da semente e estabelecer faixa ideal de umidade para colheita obtendo sementes com alta qualidade fisiológica. 1997).075%. durante o ciclo de Krebs ( FRANÇA NETO. 2003) (ANEXO 14). umedecido com água equivalente a 2. Foram utilizadas 200 sementes (quatro sub amostras de 50 sementes) para cada tratamento. seguindo as Regras de Análise de Sementes de Brasil (1992). Os aquênios foram colocados em estufa pelo período de uma hora a temperatura de 35°C (FONTINÉLLI. Foram utilizadas 200 sementes (quatro sub-amostras de 50 sementes) para cada tratamento. 3. O padrão de coloração dos tecidos pode ser utilizado para identificar sementes viáveis. houve a imersão em água destilada de 15 a 30 minutos para retirada do tegumento interno.5 vezes o peso do substrato seco e colocadas para germinar à temperatura de 25 °C.1 Germinação O objetivo do teste é verificar a aptidão da semente para produzir uma planta normal sob condições normais de campo. 1998).075%. seguindo padrão proposto pela ISTA (2000. as de alto e baixo vigor (VIEIRA. A percentagem do sal de tetrazólio utilizado foi de 0. 1999). dentro da categoria das viáveis.2 Teste de Tetrazólio O teste de tetrazólio baseia-se na atividade das enzimas desidrogenasse as quais catalisam as reações respiratórias nas mitocôndrias. Para a identificação das plântulas normais e anormais foram utilizados os parâmetros estabelecidos pela ASSOCIATION OF OFFICIAL SEED ANALIYSTS (AOSA. 2003) (ANEXO 13). BRUNO. Posteriormente as sementes foram colocadas na solução de tetrazólio na concentração de 0. O trabalho computou as sementes viáveis e não viáveis. COSTA. O pré-condicionamento utilizado foi o proposto pelas Regras de Análise de Sementes. O teste fundamenta-se na avaliação da viabilidade das sementes com base na alteração da coloração dos tecidos em presença de uma solução de sal de tetrazólio.16. Após. 1992) (ANEXO 12). PINHO. Após a retirada do pericarpo os aquênios foram cortados longitudinalmente entre os cotilédones até o centro da semente conforme proposto pela International Seed Testing Association (ISTA.

3 Velocidade de germinação O objetivo do teste é determinar o vigor relativo do lote. Foram realizadas as determinações do teor de G2 N2 Gn Nn IVG= ---------+ -------.33 3. G = número de plântulas normais computadas na primeira contagem. 1992). G2. Foram empregadas 200 sementes (4 sub amostras de 50 sementes) semeadas em caixas plásticas contendo areia lavada como substrato. à segunda contagem. O índice de velocidade de germinação foi calculado utilizando a fórmula proposta por Maguire (1962). N1. avaliando a velocidade de germinação de sementes da amostra. Este teste é instalado utilizando a mesma metodologia do teste de germinação propostas pelas Regras de Análise de Sementes (BRASIL. 3. A seguir.16. G1 N1 Onde: IVG = índice de velocidade de germinação G1.4 Envelhecimento acelerado O teste de envelhecimento acelerado avalia o comportamento das sementes submetidas a temperatura e umidade relativa do ar elevadas (41 a 45°C e maior que 90%. em condições controladas de laboratório estabelecidas para o teste de germinação. Trabalhos conduzidos por Marcos Filho et al. e à última contagem. consideradas como expressão de vigor (NAKAGAWA. 1999). Nn = número de dias da semeadura à primeira contagem. (1986) e Gotardo (2003) revelaram que a velocidade de germinação é uma metodologia adequada para avaliar vigor de sementes de girassol. e na última contagem. 1992). são avaliadas características das plântulas. por períodos de tempo relativamente curtos (48 a 96 horas). A umidade do substrato foi mantida conforme as Regras de Análise de Sementes (BRASIL. sendo seus efeitos avaliados pelo teste de germinação. que há relação direta entre a velocidade de germinação e o vigor das sementes (NAKAGAWA. 1999).. No experimento utilizou-se a temperatura de 42°C pelo tempo de 48 horas. Este método baseia-se no princípio de que os lotes que apresentam maior velocidade de germinação de sementes são os mais vigorosos.16. A câmara utilizada foi do modelo “water-jacketed” utilizando o método do gerbox (MARCOS FILHO.+ -------- . N2. ou seja. segunda n contagem. respectivamente) e. 1999).

foram realizadas análises exploratórias com o objetivo d verificar se os e dados obtidos estavam condizentes com o delineamento experimental adotado. Marcos Filho et al. Shapiro e Wilk (1965).. Os resultados obtidos em 2002 e 2003 foram submetidos a análises de variância de acordo com o delineamento de blocos casualizados em fatorial de ano e as médias foram comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. também foram aplicados para verificar a homogeneidade das variâncias dos tratamentos.16. Gráficos dos resíduos observados versus resíduos estimados através do modelo do delineamento foram construídos a fim de detectar “outliers” ou sistematização dos resíduos. (1986). (1986) e Gotardo (2003) como adequado e seguro para avaliar vigor de sementes de girassol. 3. .. É uma informação que dá idéia da qualidade das sementes. A análise exploratória indicou. homogeneidade das variâncias dos tratamentos e aditividade dos efeitos considerados no modelo. Embora o objetivo final consistisse em construir modelos de regressão das variáveis respostas estudadas. a normalidade dos resíduos e a aditividade dos efeitos considerados no modelo da análise de variância. A avaliação seguiu as Regras para Análise de Sementes e foi realizada após a secagem e armazenamento para a quebra de dormência. aleatoriedade e normalidade dos resíduos. respectivamente.17 PROCEDIMENTO ESTATÍSTICO O delineamento experimental utilizado nos experimentos nos anos de 2002 e 2003 foi de blocos casualizados. 3.34 água das sementes antes e após o teste obedecendo as recomendações de Marcos Filho (1999). Tukey (1949). Para realizar a análise estatística foi utilizado o programa estatístico SAS (1987). em função do número de dias após a maturação fisiológica das sementes. para todas as variáveis.5 Peso de 1000 sementes O peso de 1000 sementes é em geral utilizado para calcular a densidade de semeadura. O envelhecimento acelerado é apontado por Maeda et al. Os testes de Burr e Foster (1972). assim como de seu estado de maturação e sanidade. com quatro repetições para cada método de colheita.

não diferiram significativamente pelo teste de Tukey (P>0.00b 15. 5 e 7).86a 45. TABELA 4. TABELA 5.00a 67b 95a *Médias na mesma coluna.35 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Os campos de produção de sementes implantados nos anos de 2002 e 2003 apresentaram características peculiares às condições climáticas de cada ano.05). seguidas da mesma letra minúscula. principalmente em relação as temperaturas e precipitações (ANEXOS 1. índice de velocidade de germinação (IVG) e envelhecimento acelerado (EA) de aquênios colhidos com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF) nos anos de 2002(1) e 2003(2). Ano 1 2 Germinação (%) 64a* 54b Tetrazólio (%) 67b 77a P 1000 (g) 48. foi a abordagem escolhida para discutir os dados. 3. s resultando em diferenças significativas entre as médias dos anos para os parâmetros avaliados conforme está na TABELA 4 para colheita mecânica e TABELA 5 para colheita manual. tetrazólio. a análise conjunta com a média dos dados para os diferentes m étodos de colheita. . tetrazólio. Média de germinação. não diferiram significativamente pelo teste de Tukey (P>0.05).66a 19. Como o trabalho objetiva determinar o ponto de colheita com alta qualidade fisiológica. índice de velocidade de germinação e envelhecimento acelerado de aquênios colhidos manualmente em diferentes dias após o florescimento (DAF) nos anos de 2002(1) e 2003(2). seguidas da mesma letra minúscula. manual ou mecânica com colhedora. Média de germinação.45a 46.47a 11.22b EA (%) 51a 51a *Médias na mesma coluna. Ano Germinação (%) Tetrazólio (%) P 1000 (g) IVG EA (%) 1 2 80a* 97ª 80b 94a 54. peso de 1000 aquênios (P1000). Em face destas circunstâncias procedeu-se a análises ano a ano e conjunta. peso de 1000 aquênios (P1000).41b IVG 12.

a precipitação pluviométrica foi de apenas 2. (1998) afirmaram que a deficiência hídrica nestas fases é um dos fatores preponderantes para o comprometimento da formação de sementes de girassol. pois houve precipitação pluviométrica elevada após a maturação fisiológica.96 47. a precipitação foi de 201 mm. Castiglioni et al. avaliadas pelos testes de germinação. teste de tetrazólio e peso de 1000 sementes encontram-se na TABELA 6 e a análise de variância pode ser verificada no ANEXO 15. No ano de 2003 as condições climáticas também foram adversas. em 2002. não diferiram significativamente pelo teste de Tukey (P>0.1 COLHEITA COM COLHEDORA Os resultados obtidos para germinação. até a última colheita realizada no dia 23/05.36 a* d b b c bc 1.22 Tetrazólio (%) 71 69 69 71 73 77 8. Após a primeira colheita em maturação fisiológica.05)..66 44. Qualidade fisiológica de sementes de girassol.33 d * Médias na mesma coluna. A germinação da semente obtida em todas as épocas da colheita com colhedora não teve padrão mínimo para semente conforme Brasil (2004).00 47. O padrão mínimo de germinação para ser classificada como semente é de 85%. . submetidos a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF) na média dos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR Tratamento 1 3 5 7 9 11 CV (%) DAF 36 39 41 42 46 52 Germinação (%) 53 56 56 59 60 72 b* b b b b a 9.36 4.57 46. Após a data do florescimento pleno (30/03) que é o período de formação e enchimento de grãos.64 a* a a a a a P 1000 (g) 48.4 mm em 30 dias o que poderia ter prejudicado a produção de sementes. Avaliando os dados climáticos nos ANEXOS 1 e 3 observa-se que as condições climáticas no ano de 2002 foram adversas para produção de sementes.. ANEXO 21. cinco dias antes da primeira colheita a precipitação foi de 60 mm. Aliado a estes fatores.27 45. (1997) e Dosio et al. mal distribuída conforme pode ser observado no ANEXO 7. seguidas da mesma letra minúscula. pois do florescimento pleno em 05/05 até a primeira colheita realizada em 18/06 houve precipitação de 73 mm. TABELA 6. pois Connor e Hall. tetrazólio e peso de 1000 sementes (P1000). (1997). A umidade relativa no período compreendido entre a primeira e última colheita foi elevada situando-se na média de 88%.

. O ataque desses inicia das bordas dos capítulos para o centro. Resultados semelhantes foram obtidos por Alfredo et al. a temperatura e a umidade são os grandes responsáveis pela perda da qualidade de semente. observaram que o teste de tetrazólio não foi sensível para detectar danos mecânicos latentes na semente quando realizados logo após o dano.. caturritas e maritacas. afirmou que a semente no ponto de maturação fisiológica atinge o máximo de massa seca. condições climáticas adversas anteriores a colheita é apontado por Delouche (1971a) como um dos fatores de perda na qualidade de sementes. Halder e Gupta (1980). (1996) com sementes de sorgo. pois os testes de vigor. Esse resultado concorda com o que é explicado por Anderson (1975). mas de temperatura. Delouche (1980). Costa (1979). Quando as sementes foram submetidas ao teste de tetrazólio. conseqüentemente. (1987). No entanto observa-se pelos resultados do teste de viabilidade uma tendência de melhora na qualidade das sementes quando comparado com o teste de germinação. No girassol a taxa de enchimento de sementes é afetada . Desta forma.37 Houve grandes diferenças não só de precipitação. Isso vem concordar com Mason et al. Provavelmente o teste de tetrazólio superestimou a viabilidade da semente não quantificando os danos latentes. o tratamento 1 (36 DAF) diferiu estatisticamente dos demais conforme pode ser verificado na TABELA 6. Quanto ao peso de 1000 sementes. 2 a 3 cm. Marcos Filho (1998) e Vieira (2004) afirmaram que dos fatores climáticos. No ano de 2002 a temperatura média das médias durante a fase de desenvolvimento até o florescimento foi praticamente 2ºC superior ao do ano de 2003 no mesmo período e isto fez com que o ciclo do girassol cultivado no ano de 2002 fosse cinco dias mais curto que em 2003 no período de desenvolvimento ao florescimento. onde a diminuição do peso é um dos fatores apontados por Delouche e Baskin (1973). as mesmas não obtiveram viabilidade superior a 77%. pois este maior tempo na lavoura. superestima a qualidade fisiológica da semente. significa maior risco de perdas por ação de pássaros sobre tudo pombas. (1982) que analisando a correlação entre este teste. Popinigis (1985) e Carvalho e Nakagawa (2000) onde a semente tem o máximo de peso quando está em maturação fisiológica Posteriormente à maturação fisiológica.. a semente passa por um processo degenerativo contínuo que pode ser expresso pela deterioração de campo. índice de velocidade de germinação e envelhecimento acelerado demonstraram que realmente a semente estava com baixa qualidade. Vieira et al. O menor peso de 1000 sementes pode também ser justificado pela demora na colheita. onde o peso de 1000 sementes foi maior em maturação fisiológica do que 23 dias após.

verifica-se que as sementes colhidas na maturação fisiológica (tratamento um. Os resultados obtidos no teste de envelhecimento acelerado (EA) indicam o baixo vigor das sementes. apesar de não diferirem estatisticamente dos tratamentos três (39 DAF).38 pela capacidade fotossintética da planta durante o enchimento das sementes. submetidos a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF) nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. . Estes resultados demonstram que.34 c* 11. Qualidade fisiológica de aquênios de girassol. pois analisando os testes de IVG e EA.26 * Médias na mesma coluna.09a 15.72 b c 11. 1996). avaliados pelo índice de velocidade de germinação (IVG) e pelo teste de envelhecimento acelerado (EA). No entanto. a colheita realizada aos 52 dias apresentou melhor resultado não diferindo estatisticamente das colheitas realizadas aos 42 e 46 dias conforme a TABELA 6. Uma das explicações é que o peso de 1000 sementes será menor o que pode ser evidenciado pelos resultados obtidos quando as sementes foram colhidas mais tarde. Bittencourt et al. TABELA 7. (1991) que afirmaram que na maturação fisiológica é que haveria o máximo de germinação e vigor. Popinigis (1985). necessariamente capacidade máxima de germinação. sete (42 DAF) e nove (46 DAF) para EA. Esse efeito de redução é maior para as sementes que estão localizadas no centro do capítulo (ANDRADE.82 EA (%) 47 b* 48a b 52a b 53a b 48a b 57a 12.05). Sader e Silveira (1988).12 b c 10. Tratamento 1 3 5 7 9 11 CV (%) DAF 36 39 41 42 46 52 IVG 10. cinco (41 DAF)e sete (42 DAF) para IVG e tratamentos três (39 DAF). Os melhores resultados para o índice de velocidade de germinação (IVG) foram obtidos com as sementes colhidas com menores umidades. Anderson (1975).47a b c 13. além da germinação estar muito baixa.33a b 14. não diferiram significativamente pelo teste de Tukey (P>0. Os resultados dos experimentos contradizem Salvador (1948).. Quanto aos dias após o florescimento. a maturação fisiológica segundo Carvalho e Nakagawa (2000) não significa. o vigor das sementes está comprometido. 36 DAF) foram as que apresentaram os menores valores. Os valores médios obtidos pela análise de variância para o índice de velocidade de germinação (IVG) e pelo teste de envelhecimento acelerado (EA) encontram-se na TABELA 7 e a análise de variância apresenta-se no ANEXO 15. seguidas da mesma letra minúscula. FERREIRO. cinco (41 DAF). não obstante eles coincidam com freqüência.

(1996) trabalhando com 11 linhagens e 4 híbridos de sorgo constataram que houve maior percentagem de germinação e vigor 23 dias após a maturação fisiológica o que poderia justificar que nem sempre é na maturação fisiológica que é encontrada a melhor qualidade fisiológica para semente. mas ficou muito próxima deste. 51 e 54 dias após o florescimento obtiveram melhor resultado em termos da velocidade de emergência.3142 Umidade (%) FIGURA 4. teste de envelhecimento acelerado (EA) e peso de 1000 sementes. Regressão da variável germinação. 46. o mesmo não apresentou significância. em resposta a colheita com colhedora em diferentes percentagens de umidade.682 R2 = 0. Os resultados obtidos indicam significância para germinação e índice de velocidade de germinação (IVG) em relação a umidade de colheita e dias após o florescimento (DAF) (ANEXO 16 e 17).6925x + 74.. Com os resultados obtidos verificou-se que em termos do vigor. nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. . Ressalta-se que quando o teste utilizou o parâmetro umidade em relação ao envelhecimento acelerado (EA). tetrazólio. as sementes colhidas aos 42. tanto para a umidade como para os dias após o florescimento. índice de velocidade de germinação (IVG). As análises de regressão foram realizadas para verificar a variação da germinação.39 Alfredo et al. Examinando o gráfico a regressão para germinação (FIGURA 4 e 5) verifica-se que o mesmo seguiu o modelo linear. Germinação (%) 100 80 60 40 20 0 0 10 20 30 40 50 y = -0. nas diferentes umidades e dias após o florescimento (DAF) em relação a colheita com colhedora.

em resposta a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF). em resposta a colheita com colhedora em diferentes percentagens de umidade. .3359 20 30 40 50 Umidade (%) FIGURA 6.626 2 R = 0. Regressão da variável índice de velocidade de germinação (IVG).1507x + 15. O modelo de regressão linear estabelecido para o índice de velocidade de germinação (IVG) está representado na FIGURA 6 e 7. nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. A germinação foi superior em menores umidades de colheita sendo que a germinação diminuía conforme a umidade de colheita aumentava. Conforme aumentava os dias após o florescimento a germinação foi aumentando e a mesma foi menor quanto mais próxima ficava da maturação fisiológica.1313x + 10.243 2 R = 0. Da mesma forma aconteceu para os dias após o florescimento. (2001) quando relaciona atividade de água e deterioração. Regressão da variável germinação. 20 15 IVG 10 5 0 0 10 y = -0.40 Germinação(%) 100 80 60 40 20 0 32 37 42 47 52 57 y = 1.. nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR.2516 DAF FIGURA 5. isto está de acordo com Aguiar et al.

observa-se que a maior umidade de colheita 42%. (1996) e Carvalho e Nagakawa (2000) relacionaram problemas ligados a umidade de colheita com o efeito desta sobre o dano mecânico. MORAES. Escasinas e Hill (1994). a semente apresentava maior velocidade de germinação. tratamento um (TABELA 3).251x + 1.2796 32 37 42 47 52 57 0 DAF FIGURA 7. Sementes com alto teor de óleo possuem pericarpos mais finos e bem aderidos ao endocarpo sendo mais suscetíveis ao dano mecânico. Os resultados para o índice de velocidade de germinação (IVG) acompanharam a percentagem de germinação nos diferentes tratamentos.. Conforme a umidade da semente na colheita diminuía. Houve um acréscimo no vigor da semente conforme passava os dias após o florescimento. . indicada pela germinação e pelo vigor (NEERGAARD. 1977. constatou o aumento do dano mecânico nesta situação. A predisposição das sementes ao dano mecânico está relacionada com a espessura do pericarpo. Colheita de girassol com umidades superiores a 20% aumentam a possibilidade das sementes serem prensadas no cilindro sendo que Dios (1988. o menor índice de velocidade de germinação e a menor percentagem de germinação no envelhecimento acelerado. Quanto maior a atividade de água na semente maior seria a possibilidade de contaminação por patógenos reduzindo a qualidade fisiológica das sementes. Andrade et al.41 20 15 10 5 IVG y = 0. Regressão da variável índice de velocidade de germinação (IVG). que pode variar desde trincas até a ruptura completa da semente. em resposta a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF). Com relação a umidade. Este comportamento das retas da germinação e do índice de velocidade de germinação pode ser explicado pela atividade de água na semente. 1994). nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. provocando redução na germinação e vigor. O material em estudo apresenta estas características.0964 2 R = 0. foi a que obteve a menor germinação. MENTEN.. 1987 e AGUIAR et al. 2001).

Boiteux et al. 1999). Provavelmente o dano mecânico ocorrido é em virtude de regulagem não adequada da colhedora para colheita de sementes e conseqüentemente esta regulagem explique as reduções marcantes de germinação. rachadas. . segundo Vilela e Lucca Filho (2005). o que vem a justificar os resultados obtidos no desempenho da semente nos dois anos de experimentação quando colhidos com colhedora. A qualidade fisiológica de sementes de soja diminui. Pessoa. Em relação aos dados apresentados nas TABELAS 2 e 3 verifica-se que as sementes colhidas manualmente nos diferentes dias após o florescimento (DAF). pois os danos interferem na taxa de respiração e permitem a entrada de microorganismos. tetrazólio e vigor. Resultados semelhantes foram obtidos por Nascimento. danificadas que na maioria das vezes contribuem para a redução de germinação e vigor.. Da mesma forma Bunch (1962). Vários autores correlacionam dano mecânico com baixa qualidade fisiológica.(1994) constataram que a colheita mecânica proporciona um incremento de sementes quebradas. o nde a colheita mecânica apresentou maior nível de danificação e conseqüentemente a redução no vigor das sementes. Analisando os resultados da colheita com colhedora (TABELA 4) para os diferentes testes de germinação.2 COLHEITA MANUAL A colheita manual foi realizada no intuito de preservar todas as características da semente de forma que apenas as condições ambientais agissem sobre ela permitindo obter uma semente sem dano mecânico de colheita. França Neto e Henning (1984) e França Neto (1989) citam que a principal fonte de danos mecânicos é a operação de colheita. verifica-se que o dano mecânico é o provável responsável pela baixa qualidade das sementes colhidas com colhedora.. Andrews (1965). Danos mecânicos mais drásticos influenciam diretamente o comportamente das sementes no campo (McDONALD. envelhecimento acelerado.42 Balla et al. com o aumento da percentagem de dano mecânico. (1994) com milho. obtiveram menor umidade de colheita em relação as sementes colhidas com colhedora. tetrazólio. avaliados pelos testes de velocidade de germinação e envelhecimento acelerado. e peso de 1000 sementes e tomando como padrão os resultados médios em cada ano para a colheita manual (TABELA 5). índice de velocidade de geminação. Baker (1972) e Mesquita et al. 4. (1997) relacionaram baixa umidade de sementes na colheita com aumento de sementes descascadas e queda considerável de rendimento..

seguidas da mesma letra minúscula.36 Tetrazólio (%) 80 b* 85 b 90a 91a 93a 81 b 3. TABELA 8.5ºC o que pode ter favorecido os processos de deterioração da semente. Aliado a está situação.43 Desta forma constata-se que grande parte da umidade está contida no receptáculo do capítulo e no caule conforme é citado por Balla.64 P 1000 (g) 48.5a 50. em 2003. No momento da colheita o capítulo pode apresentar a umidade adequada. Castiglioni. mas no processo de trilhagem a semente entra em contato com partículas do caule. Analisando a TABELA 8.6a 44. Castro. Nos outros tratamentos a semente apresentou padrão com destaque para o tratamento seis (41 DAF) onde a germinação na média dos dois anos foi de 96%. a temperatura média das médias no período de florescimento a primeira colheita de 2002 foi de 23.9 c 44. Além da temperatura mais baixa do que a de 2002. não diferindo estatisticamente do tratamento oito (42 DAF).4ºC. Comparando com a temperatura média das médias. Nestes períodos a semente readquire umidade o que vem a concordar com as observações constatadas por Dios (1988). Os resultados obtidos no ano de 2002 mostram que a menor germinação na primeira colheita (59%) possa ter refletido na média dos dois anos. não diferiram significativamente pelo teste de Tukey (P>0. pedaços do receptáculo além de impurezas do campo como plantas daninhas.9 c 1.05).3 b 49. submetidos a colheita manual em diferentes dias após o florescimento (DAF) nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR Tratamento 2 4 6 8 10 12 CV (%) DAF 36 39 41 42 46 52 Germinação (%) 78 d* 88 b c 96a 92a b 91 b 86 c 3. (1997). está ficou em 20. avaliados pelos testes de germinação. As análises de variância para as variáveis estudadas encontram-se no ANEXO 20. Além do processo de trilha. não houve chuva durante o período de colheita. Conseqüentemente a qualidade da semente . onde a precipitação durante a colheita foi de 199 mm. verifica-se. Observa-se que as percentagens de germinação do primeiro ano foi fortemente influenciada pelas caracterís ticas climáticas do ano (ANEXO 3).59 * Médias na mesma coluna. tetrazólio e peso de 1000 sementes (P1000). que apenas a primeira colheita não obteve padrão para semente segundo as normas de Brasil (2004).9a 50. Qualidade fisiológica de sementes de girassol. a semente colhida permanece por um curto espaço de tempo armazenada no graneleiro da colhedora. pelos resultados de germinação.

Marcos Filho (1998) e Vieira (2004) onde fatores climáticos influenciam a qualidade da semente. avaliados pelo índice de velocidade de germinação (IVG) e pelo teste de envelhecimento acelerado (EA). Estes resultados possivelmente refletiram na análise conjunta. Os resultados obtidos no ano de 2002 para tetrazólio (TABELA 5 ) demonstram que os piores resultados foram para os tratamentos dois (36 DAF). Verifica-se que sementes colhidas com maior teor de água podem estar mais suscetíveis ao ataque de patógenos conforme foi observado por Neergaard (1977). Qualidade fisiológica de aquênios de girassol. . ou não estar totalmente maduras (CARVALHO et al. dos testes.. Delouche (1980). Em relação ao tetrazólio (TABELA 8) o teste seguiu os mesmos resultados da germinação. Halder e Gupta (1980). exceção para o peso de 1000 sementes (TABELA 5).96 a 17. seguidas da mesma letra minúscula.33 c 18. Estes resultados foram confirmados pelos resultados obtidos com os testes de vigor. Vieira et al.12 b 18. submetidos a colheita manual em diferentes dias após o florescimento (DAF) nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. mas para todos os parâmetros avaliados conforme.21 EA (%) 70 b 85 a 88 a 82 a 86 a 73 b 5. Já as sementes colhidas com menor umidade podem sofrer mais influência da deterioração de campo. (1987). (2001). apresentados na TABELA 9. Moraes e Menten (1987) e Aguiar et al. Quando não há dano mecânico.12 ab 17.. O que ocorreu com a semente colhida manualmente no ano de 2002 condiz com o que foi constatado por Costa (1979). não diferiram significativamente pelo teste de Tukey (P>0. Tratamento 2 4 6 8 10 12 CV (%) DAF 36 39 41 42 46 52 IVG 14.44 b 18. TABELA 9. e doze (52 DAF).05). quatro (39 DAF).12 * Médias na mesma coluna.01 ab 5. 1978). onde existe uma coerência entre os valores encontrados para os testes de viabilidade e os testes de vigor.44 no ano de 2003 foi melhor não só para a germinação. sendo que os tratamentos seis (41 DAF) oito (42 DAF) não diferiram entre si e estes e o tratamento dez (46 DAF) diferiram estatisticamente dos tratamentos dois (36 DAF) e doze (52 DAF). o teste de tetrazólio apresenta uma ótima correlação com a germinação. não superestimando os resultados de viabilidade.

Baseado nos resultados questiona-se o ponto de maturação fisiológica não ocorreu no tratamento dois (36 DAF) e sim no tratamento oito (42 DAF). Schneiter e Miller (1981). pois neste ponto a semente obteve o melhor desempenho para os parâmetros avaliados. conseqüentemente o custo para produção da semente também aumentaria. Os dados obtidos de germinação. Analisando os resultados nas TABELAS 8 e 9 constata-se que o tratamento dois (36 DAF). ou seja. Desta forma.. Quando a semente estava com 37. Anderson.(2005) com arroz. o inconveniente foi o longo processo de secagem.45 Os resultados obtidos nas TABELAS 8 e 9 retratam que para germinação. o gasto energético é muito elevado. Sader e Silveira (1988) e Bittencourt et al. os parâmetros avaliados não obtiveram os melhores resultados. Johnson e Jellum (1972). peso de 1000 sementes e envelhecimento acelerado. d) que trabalharam com soja. Robinson (1983) e Cetiom (1992) não é uma indicação segura deste estádio de desenvolvimento. tetrazólio. verificaram que o atraso na colheita de girassol reduziu o vigor das sementes sem afetar a germinação justificando o que aconteceu no tratamento doze (52 DAF) em relação ao envelhecimento acelerado (TABELA 9). o que seria esperado pois Salvador (1948) e Anderson (1975). Brown e Allen (1975). (2005 a.. Da mesma forma Zimmerman e Zimmer (1978) afirmaram que outros fatores podem estar interferindo no ponto de maturação mesmo a planta estar apresentando a coloração do receptáculo do capítulo.5% de umidade na colheita de 2003. o atraso na colheita ou antecipação da colheita não refletiram numa melhora no padrão de qualidade das sementes. Quanto à antecipação. colheita na maturação fisiológica. Logo. Mundstock e Mundstock (1988) e Silveira (2000) observaram que apenas a coloração do receptáculo do capítulo proposto por Salvador (1948). Zimmer e Cruz (2005) que trabalhou com milho.. (1994) e Barros et al. Estes autores obtiveram queda na qualidade fisiológica das sementes com o atraso na colheita. Smith e McWilliam (1978). tetrazólio. Menezes e Marchezan (1991). . Deshpand e Kulkarni (1991). que é o ponto de maturação fisiológica segundo a descrição de desenvolvimento determinada por Schneiter e Miller (1981). Browne (1978). c. b. fatores que afetam a qualidade de sementes podem ter sofrido interferência no momento da colheita. Romanini Junior et al. Popinigis (1985). (1991). Estes resultados estão de acordo com o que foi encontrado por Konflanz. foram necessárias 22 horas de secagem para atingir a umidade de armazenamento. afirmaram que a melhor qualidade fisiológica da semente seria na maturação fisiológica. Braccini et al. Siddiqui. foram submetidos a análise de regressão para umidade e dias após o florescimento (DAF).. Arhens e Peskes (1994). peso de 1000 sementes. índice de velocidade de emergência e envelhecimento acelerado.

(1996).3534x + 63. Nascimento.7% enquanto o número de dias aumentou em cinco dias. verifica-se que as sementes colhidas manualmente apresentaram qualidade superior as colhidas com colhedora. A FIGURA 8 representa o que ocorreu com a semente no campo. (2005) em diferentes culturas como milho.. Oliveira et al. provavelmente isto explique está diferença de significância. A regressão foi significativa para dias após o florescimento e não apresentou significância para umidade porque o peso de 1000 sementes manteve-se constante nas duas últimas medições (TABELA 8) e a umidade decresceu 2. (1997) e Santos et al.. Regressão da variável peso de 1000 sementes (P1000). em resposta a colheita manual em diferentes dias após o florescimento (DAF). Sato (1991). A significância foi apenas para o peso de 1000 sementes em relação aos dias após o florescimento. Peso de 1000 sementes 60 50 40 30 20 10 0 32 37 42 47 52 57 y = -0. Pessoa e Boiteux (1994). O modelo que expressou melhor o resultado obtido foi o linear (FIGURA 8) onde o peso de 1000 sementes foi diminuindo conforme os dias transcorriam. A deterioração é um processo natural e irreversível e no girassol em função do seu alto teor de óleo nas sementes..1621 2 DAF FIGURA 8. Os resultados obtidos com girassol estão de acordo com que foi observado por Delouche e Baskin (1973) e Alfredo et al.. (1996). Andrade et al. (1996).46 Os resultados obtidos estão nos ANEXOS 18 e 19.. observa-se pelos resultados d as variáveis avaliadas e apresentadas na TABELA 4 para colheita mecânica e TABELA 5 para colheita manual. Os resultados obtidos reforçam aos encontrados por Gonçalves (1981).368 R = 0. sorgo e soja . onde a perda de peso está relacionada com a deterioração de campo. Analisando os diferentes métodos de colheita. nos anos de 2002 e 2003 em Londrina – PR. favorece os processos de deterioração como a peroxidação de lipídios que se não é a principal causa da deterioração sem dúvida é uma das principais. Costa et al.

47 onde a colheita mecânica aumentou o dano mecânico em sementes quando comparadas com a colheita manual. .

A colheita manual deve ser preconizada para campo de produção de linhagens e sementes de alto valor agregado. Não se obteve padrão mínimo de germinação estabelecido para sementes colhidas com colhedora nos dois anos de experimentação.48 5 CONCLUSÕES Diante das condições experimentais e pelos resultados obtidos durante o trabalho pode-se concluir que: Há diferenças significativas entre os anos do experimento em relação à qualidade de sementes. A colheita manual proporciona melhor qualidade fisiológica de sementes. O ponto ideal para colheita manual de girassol visando qualidade de sementes se verifica aos 42 dias após o florescimento e umidade entre 15% e 18%. .

075% ao invés de 1% como preconiza a ISTA (Associação Internacional de Análise de Sementes). f) devem-se promover mais estudos referentes ao teste de tetrazólio em relação ao diagnóstico das possíveis causas responsáveis pela redução de sua qualidade: danos mecânicos. ao mesmo tempo. 1992) para o teste de germinação de girassol. danos por percevejo.49 6 CONSIDERAÇÕES FINAIS Os resultados obtidos no trabalho permitem fazer algumas considerações a respeito da produção de sementes de girassol e as normas vigentes para avaliação da qualidade de sementes e. c) deve-se promover mais estudos referentes à regulagem de colhedora para colheita de campos de produção de sementes de girassol. d) é necessário rever as normas do teste de tetrazólio para girassol proposto pela Regra de Análise de Sementes (BRASIL. . promover novos questionamentos que induzam a busca de soluções por meio da pesquisa. pois na primeira contagem a germinação é muito baixa favorecendo uma possível contaminação do rolo e na segunda contagem as plântulas estão desenvolvidas sendo facilmente danificadas (quebradas) o que dificulta a leitura podendo levar a um erro na interpretação da avaliação. (BRASIL. 1992). e) pode-se realizar o teste de tetrazólio com a concentração do sal em 0. b) o procedimento de regulagem de colhedora preconizado para colheita de grãos. não é adequado para colheita de campos de sementes. a) é necessário rever as normas preconizadas pela Regra de Análise de Sementes. danos de estresse hídrico e deterioração por umidade. danos de secagem.

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96 23.86 27.15 14.21 17.73 30.75 30.79 26 25.22 27.21 27.90 31.91 20.84 17.19 23.87 18.78 27.31 19 22.17 21.83 15 24.50 10.78 13 22.31 18.77 18.27 19.00 21. mínima e máxima) observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de janeiro a maio de 2002. Dados de Temperatura (média.45 31.08 30.10 17.36 18.08 22.39 29.59 20.34 23.80 30.78 20.97 20.34 27.04 26.60 24.48 20.72 31.65 07 25.87 26.10 28.37 26.49 24.84 26.62 32.15 25.53 18.88 16 22.83 24.82 14.30 21.56 30.14 15.29 31.55 25.03 21.24 20.39 24.54 19.50 30.69 29.94 20.94 16.46 25.55 21.30 17 20.58 24.65 18.55 21.31 32.07 32.73 19.71 30.64 27.67 28.20 22.45 13.28 18.05 12 19.28 22.76 19.56 19.25 17.06 12.74 11.68 32.63 18.32 17.52 30.92 30.27 25.5 30.68 21.74 18.20 29 23.94 28.49 24.10 22.25 19.98 20.61 23.93 27 24.75 26.19 16.58 20 22.55 16.55 26.74 18.47 17.64 34.23 22.30 32.22 27.70 31.56 28.27 29.39 25.69 20.07 25.01 19.84 20.85 24.96 27.17 25.51 20.96 26.28 31.82 25.17 23 23.64 23.31 25 23.70 17.36 20.57 32.26 20.65 20.67 16.86 31 25. Fevereiro Mín Méd Máx Mín Méd Março Máx Mín Méd Abril Máx Mín Méd Maio Máx Mín Máx Dia Janeiro Méd 01 24.70 26.49 23.91 19.77 .49 16.80 14 23.71 29.37 32.17 18.13 21.52 26.18 27.06 20.92 19.14 29.11 16.05 26.68 20.32 21.19 25.7 25.23 18.53 18 20.95 19.96 31.39 30.21 27.81 29.08 27.27 31.65 17.71 21.31 24.48 28.99 21.00 21.63 29.06 22.17 29.27 24.05 27.70 18.93 26.45 32.63 02 25.47 24.30 18.08 24.81 18.00 19.57 20.20 22.20 30.89 25.20 24.49 19.43 25.31 31.71 26.30 24.76 33.88 22.19 29.20 24.54 29.99 15.47 30.62 18.73 21.34 23.24 20.40 30.25 19.25 28.80 21.79 18.42 22 22.12 30.84 26.03 17.06 20.53 23.63 30.24 16.51 15.69 25.25 20.73 27.55 16.85 18.09 28.21 28.95 30.33 05 25.42 26.76 20.71 17.50 19.97 19.77 19.92 31.34 22.26 21 24.68 31.16 19.73 16.04 32.97 21.98 14.11 33.51 28.58 20.22 20.63 25.58 21.77 32.64 20.97 21.78 24.21 19.83 24.48 27.21 17.94 26.25 24.11 19.55 31.79 21.81 14.85 32.69 20.18 19.78 23.67 21.93 20.63 21.32 23.68 23.70 24.70 18.71 29.26 18.85 14.46 21.76 29.22 19.43 25.44 22.37 33.84 30.51 16.39 32.74 19.12 32.27 20.98 23.19 23.98 20.54 22.03 22.16 28.76 25.36 08 23.62 30.84 23.72 32.98 22.86 22.07 30.78 32.46 30.42 26.98 19.37 28.56 19.48 21.58 29.63 17.28 25.27 29.63 20.34 32.75 23.69 20.55 30.74 17.38 20.46 22.05 27.03 22.75 20.52 20.70 22.56 21.97 20.99 06 24.10 30.01 19.51 26.59 32.12 28 23.60 17.09 20.10 28.10 19.17 13.63 33.79 34.51 17.38 31.70 19.77 17.29 22.05 19.67 27.58 22.18 15.44 21.02 26.86 17.96 15.01 16.43 30.96 19.06 19.12 25.23 18.53 17.00 27.52 27.81 19.65 8 ANEXOS ANEXO 1.54 21.63 33.65 17.17 31.96 19.38 09 22.45 27.17 22.08 19.44 22.90 18.48 17.16 19.60 19.98 18.09 18.81 19.02 24.41 28.98 22.95 16.77 24.87 17.64 26.51 31.27 25.98 24 25.28 25.82 21.28 30.24 19.12 11 20.99 23.67 28.49 03 25.89 22.71 18.56 25.82 23.05 23.81 17.23 27.68 27.63 29.01 27.28 24.24 23.95 10 23.31 32.73 32.45 14.19 23.46 21.77 33.09 23.51 23.88 16.92 22.68 19.13 18.24 15.61 21.19 28.31 24.59 15.17 30 24.06 28.09 26.98 25.95 04 25.69 25.39 23.98 24.10 22.94 30.98 20.25 17.00 17.36 20.65 31.39 29.43 30.

83 92.62 73.6 70.3 75.8 82.1 84.5 97.35 75.8 79.4 79.32 75.2 71.1 66.07 47.0 91.4 89.7 97.0 87.6 74.2 95.0 74.9 80.02 75.52 51.2 79.1 85.8 78.33 64.6 66.5 101.77 62.33 57.9 100.8 73.5 98.4 84.0 66.2 91.5 67.22 58.1 96.7 77.8 91.6 93.8 78.3 66.6 91.1 92.96 73.3 74.54 64.8 88.6 102.8 84.3 102.6 83.5 74.4 69.7 74.2 86.3 74.9 95.66 ANEXO 2.85 68.9 78.34 72.4 65.3 69.89 67.7 96.2 69.4 67.7 84.2 81.07 81.23 59.3 71. Dados de Umidade Relativa observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de janeiro a maio de 2002.19 68.5 86.93 80.1 Fevereiro 90.73 56.7 84.0 82.74 73.6 80.0 72.1 79.6 66.5 72.6 69.8 69.92 58.5 95.1 79. % méd Março 84.0 87.9 88.5 78.1 Maio 76.0 83.5 90.68 66.59 50.0 71.12 83. U.9 73.9 88.7 80.9 73.7 98.2 98.4 68.1 81.3 93.7 87.2 96.67 82.49 71.1 93.78 83.3 90.8 89.4 95.3 95.6 89.1 97.8 Abril 69.2 91.1 85.7 102.4 92.5 91.9 .5 84.8 74.8 78.2 71.1 73.03 56.9 78.4 71.3 84.9 87.1 84.94 67.3 104.6 87.0 73.R.8 82.5 86.96 Data 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Janeiro 83.22 64.

8 40.2 0 11.6 71.4 0.1 0.5 17.2 0.5 2. Dados de Precipitação observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de janeiro a maio de 2002.3 0 8.4 33.5 0.6 0 0 5.3 95.6 0 15.8 11.1 0 0 0 0 0 0 3.8 Abril 0 0.67 ANEXO 3.6 0 0 0 0 6.1 0 0.1 32.7 3.7 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0.4 8.9 2.4 3.2 0 Fevereiro 0 0.2 25.2 0 0 0 0 0.4 0.9 6 21.8 0 0 0 0 0 0 0 0 0.2 0 0.5 0.1 0 0 0 0 0 0 23.6 0 0 0 0 0.5 0.3 0.5 39.3 Maio 0 4. Chuva (mm) Março 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 3.2 28.9 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 .2 0.5 0.3 26.1 0 0 0 0 0 0 0 0.5 58 24.9 2.9 0.4 0 0 0 0 0 0 Data 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Janeiro 0.1 0 0 0 19.3 17.6 0.4 1.

11 14.92 20.77 18.9 21.79 22.45 21.61 16.21 9.16 13.93 12.61 15.746 11.97 21.21 18.19 1.3 16.97 22.03 18.20 23.19 19.6 15.59 20.59 14 15.49 21.02 24.39 19.44 26.93 12.73 17.81 17.07 16.39 17.19 20.12 15.73 24.12 10.45 21.74 10.85 13.2 25.9 10.174 7.65 13.38 21.07 21.23 22.83 Fevereiro 19.87 25.42 12.57 5.53 14.33 27.39 20.2 7.5 18.56 14.49 14.83 19.04 18.904 13.47 18.74 14.56 7.83 21.824 9.69 23.46 19.47 23.07 22.28 2.012 .19 3.79 22.45 17.56 20.72 25.09 16.978 3.985 12. Dados de Radiação observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de janeiro a maio de 2002.20 25.27 17. Rad.27 22.3 16.59 18.48 17.73 20.16 18.85 20.58 20.85 17.13 21.91 11.49 19.32 3.16 15.93 27.68 ANEXO 4.47 16.31 17.59 21. solar MJ/m² Março 21.28 26.09 17.98 Data 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Janeiro 26.77 3.68 20.9 18.68 27.01 12.42 23.7 22 23.63 9.6 9.45 15.69 23.43 16.19 21.83 23.38 22.89 18.14 4.03 17.44 19.76 29.71 19.13 Abril 18.55 Maio 16.82 22.88 6.26 21.47 14.9 15.21 20.62 12.99 16.63 13.25 18.68 19.16 21.32 15.95 16.28 12.09 21.83 15.25 16.46 19.2 27.28 14.76 18.98 15.35 16.

92 31.86 25.41 21..50 31.91 16.96 25.23 19.62 26.86 22.04 24.02 15.23 22.56 25.22 28.62 22.00 19.40 17.52 23.69 19.83 31.33 21.84 10.10 26.42 14.32 29.49 20.66 27.57 20.41 28.50 14.24 26.71 17.05 15.00 24.28 17.15 26.31 31.68 16.90 17.71 16.96 28.02 16.89 18.46 31.94 18.89 22.12 23. Dados de Temperatura (média.17 25.01 5.94 21.73 17.17 29.10 24.93 24.96 15.74 28.99 27.51 22.35 11.32 15.97 22.52 25.39 27.66 20.37 21.86 14.04 24.45 19.62 20.60 27.38 22.54 27.37 17.76 24.11 12.37 21.32 22.11 20.46 23.42 25.94 28.62 16.70 15.97 26.96 32.47 21.61 29.34 33.83 27.36 31.44 Abril Tméd Tmáx Tmín 24.99 32.69 23.50 26.6 32.82 30.22 19.47 20.00 15.59 21.35 11.80 14.08 18.37 17.93 22.32 14.46 22.00 23.95 17.92 26.92 22.56 31.63 24.58 18.53 25.46 16.20 14.07 26.64 22.91 29.78 14.09 19.55 29.07 13.45 16.45 23.65 17.19 20.80 21.63 25.36 17.91 26.61 23.83 15.02 21.52 14.40 14.83 Junho Tméd Tmáx Tmín 26.39 22.66 16.27 18.60 27.94 18.38 15.47 19.01 29.01 16.53 19.35 14.70 15.00 Continua.29 19.95 23.80 12.19 19.51 26.24 19.38 17.03 23.68 25.15 23.99 16.78 28.63 25.28 24.87 29.59 20.96 22.28 24.39 24.72 15.72 20.01 22.13 26.52 27.80 20.24 18.80 21.24 19.78 28.10 20.64 18.92 19.44 31.07 25.82 17.32 10.73 28.86 26.19 20.46 17.29 23.03 19.83 14.86 25.29 16.56 23.47 17.92 14.15 28.11 14.08 19.21 23.98 10.74 20.62 18.20 25.56 20.79 18.21 26.07 21.82 17.90 22.03 5.84 25.80 22.84 19.12 23.09 16.45 31.95 22.08 20.33 16.60 19.13 16.85 14.70 16.23 11.52 15.07 22.73 10.82 16.85 17.77 28.79 13.53 29.19 27.52 27.28 26.59 22.33 19.65 22.74 23.71 26.15 25.23 12.69 22.93 18.75 20.92 29.74 19.89 22.77 24.00 21.00 12.59 25.58 22.40 23.31 29.33 16.44 25.38 21.25 20.23 24.93 29.25 27.36 21.72 24.21 30.52 26.91 20.39 15.03 24.33 19.15 20.89 23.97 17.34 20.88 22.52 Julho Tméd Tmáx Tmín 17.43 24.51 21.93 21.39 21.73 16.27 14.21 21.68 25.91 26.84 19.42 21.05 26.08 11.76 21.76 29.ANEXO 5.17 21.23 21.71 18.50 21.02 19.05 26.35 34.24 23.60 29.42 26.98 17.81 10.89 19.39 7.98 21.44 26.76 22.74 23.65 21.80 26.49 20.87 16. 69 19.19 20.88 21. máxima e mínima) observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de fevereiro a julho de 2003.76 20.11 19.04 21.82 13.33 25.24 26.18 13.21 16.04 17.79 25.43 17.14 17.95 25.19 25.94 21.76 16.60 22.92 19.26 21.714 20.19 19.54 21.03 22.23 22.38 25.69 10.84 9.85 17.90 19.85 24.32 23.68 16.07 30.43 20.17 19.56 2.14 17.936 19.54 22.28 Maio Tméd Tmáx Tmín 23.21 17.72 20.97 24.47 31.87 30.24 16.86 7.71 31.86 22.34 17.16 13.30 15.29 18.08 20.51 29.90 19.62 27.55 21.26 20.50 18.32 19..47 19.77 27.88 31.51 21.88 23.42 23.87 15.12 18.92 19. Data 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Fevereiro Tméd Tmáx Tmín 21.40 21.36 26.27 29.66 20.07 13.71 16.08 Março Tméd Tmáx Tmín 28.25 13.46 29.32 11.21 14.81 28.96 17.37 20.19 31.22 26.71 26.40 24.46 12.80 .83 13.45 18.24 23.15 25.69 21.

95 30.06 23.17 12.71 22.16 32.67 24.08 23.69 22.10 Tmín .95 23.88 21.78 16.34 32.57 16.99 11.76 14.27 10.28 19.08 30.02 10.71 23.73 10.26 22.28 14.01 14.10 Junho Tméd Tmáx 19.20 20.54 Tmín 15.41 27.47 30.01 21.37 22.00 20.35 17.85 21.96 15..70 20.89 20.98 15.12 27.78 11.19 24.26 15..40 28.66 16.67 20.96 26.77 70 .80 21.95 20.38 19.94 25.88 Tmín 12.81 20.39 18.43 15.13 24.54 13.21 17.62 25.52 29.70 30.30 26.33 28.50 25.42 19.17 29.56 18.43 15.93 16.00 Julho Tméd Tmáx 20.61 21.72 21.89 Tmín 15.81 33.74 15.50 22.29 25.78 30.85 25.30 31.94 34.97 Tmín 18.78 31.21 25.76 17.42 26.62 21.98 25.64 16.25 17.76 23.65 Abril Tméd Tmáx 23.64 24.10 13.99 16.66 10.86 19.56 17.64 28.67 20.79 21.14 13.19 26.85 27.Data Fevereiro Tméd Tmáx Tmín Março Tméd Tmáx 21.86 30.35 Maio Tméd Tmáx 15.35 23.81 29.59 21.88 29.93 13.06 33.50 14.04 25.10 16.18 20.62 18.83 25.35 22.66 19.90 24.89 25.15 24.75 22.08 19.59 22.Continuação Anexo 5 24 25 26 27 28 29 30 31 26.15 26.99 16.

5 84.6 66.2 80.98 65.9 79.0 81.2 78.0 84.9 93.9 75.38 56.83 70.9 60.5 78.8 77.7 94.6 95.3 90.2 72.7 88. Dados de Umidade Relativa observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de fevereiro a julho de 2003.7 74.78 65.9 78.1 79.1 72.1 79.6 82.9 86.73 76.84 59.7 83.2 69.2 89.2 74.5 85.8 70.9 87.4 72.5 104.11 72.89 103.5 98.6 83.5 73.97 70.13 63.8 77.7 71.5 99. U.8 92.3 69.1 76.2 105.8 78.6 94.4 66.6 67.9 99.77 71.3 97.2 72.4 99.46 51.7 96.0 78.6 70.6 92.08 63.9 93.5 84.7 91.4 66.9 73.9 69.1 94.4 95.2 82.4 73.9 102.4 83.8 91.7 66.4 85.0 83.9 100.5 94.92 Junho 74.8 77.8 68.3 65.34 59.6 79.5 100.6 61.5 90.7 100.7 79.6 82.2 85.7 79.2 92.12 72.6 79.5 74.3 98.9 97.0 73.0 75.1 70.11 56.8 86.7 76.6 64.8 75.9 76.0 73.0 91.39 73.38 72.3 103.8 92.5 81.8 76.14 78.2 82.5 78.6 98.9 72.4 69.74 .86 58.6 95.82 66.2 63.7 88.1 81.9 77.2 85.9 82.48 74.6 92.9 83.0 74.3 89.32 Março 63.2 66.4 82.4 98.0 73.9 79.37 69.73 62.71 ANEXO 6.9 81.6 62.1 77.R.94 74.7 73.47 61.0 68.4 80.56 79.8 85.7 91.3 90.3 70.73 66.7 79.7 Dia 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Fevereiro 101.42 81.5 89.19 74.1 84.4 103.5 79.9 89.0 73.4 Julho 78.9 79.9 92.0 81.2 77. % méd Abril Maio 65.

2 0.5 10 0.1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2.1 0 0.5 0.4 8.8 6.1 0.1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Julho 0 0 0 0 0 3 31.6 58.6 19.4 20. Chuva (mm) Abril Maio 0 0 0 35.2 0 2.1 0.5 8.3 0.3 1.1 4 0 0.6 0 16.72 ANEXO 7.1 12 0.8 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 42 0 0 0 0 0 0 0 0 Dia 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Fevereiro 21.6 0.3 2.1 0 5.1 30.2 0 0 5 6.1 3.3 0.2 0.1 0 1.3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 Junho 0 0 15.7 0 12.2 3.3 0 0 0 0 0 0 0 2. Dados de Precipitação observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de fevereiro a julho de 2003.3 0 0 0 6.7 0 0 0 0 0 Março 0 0.7 0 0.6 17.6 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 .1 0 0 0 0 0 0 0 0 2.2 1.1 1.

51 .91 8.01 25.90 14.12 23.83 12.16 14.78 15.66 19.07 15.45 9.58 13.15 18.17 19.69 12.05 13.18 9.80 17.55 13.68 12.37 13.39 18.89 13.82 12.68 12.00 18.77 13.69 16.05 Março 18.78 14.49 12.877 12.86 16.44 11.48 14.94 18.31 13.70 14.755 15.09 18.55 9.43 17.54 3.44 13.11 8.28 6.84 19.00 19.31 12.11 13.26 8.44 19.48 9.01 21.27 14.04 16.25 12.06 15.40 14.80 12.30 16.27 14.43 12.04 16.81 18.99 20.13 17.39 13.96 12.04 9.73 14.85 21.10 16.17 12.52 0.633 12.54 16.543 3.07 19.69 19.37 12.71 15.87 12.01 11. Rad.04 9.49 13.12 8.565 11.53 19.18 16.49 11.92 17.68 12.72 12.56 13.347 1.56 18.94 15.11 13.78 12.32 11.45 13.377 2.32 14.78 13.50 10.02 13.635 10.91 14.08 15.46 13.09 14.18 12.049 15.03 16.96 15.48 16.71 15.76 15.30 13.29 Julho 12.42 10.42 14.37 9.19 Dia 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Fevereiro 8.43 4.44 11.20 16.09 17.62 20.23 15.02 12.94 13.45 12.43 14.55 9.62 15.05 10.65 12.18 9.19 11.88 12.69 12.01 18.72 12.86 9.63 19.30 14.72 16.35 5.27 8.481 12.88 11.36 12.42 11.90 18.48 17.33 16.48 19.79 18.97 17.96 5.01 1.58 19.26 9.25 0.52 Junho 13.60 12.15 15. solar MJ/m² Abril Maio 14.12 12.01 12.03 12.90 17. Dados de Radiação observados na Fazenda da Embrapa Soja no período de fevereiro a julho de 2003.83 11.44 16.73 ANEXO 8.26 11.68 16.59 12.39 14.05 13.09 16.

0 12.84 4.35 0. PR.24 1.92 4.05 0.31 0.15 6. CaCl2 PH 4.78 % V 66.99 6.7 12.50 0. Londrina.66 3. 2002.7 17.40 0.11 5.70 12. Al +3 0.93 4.19 5.13 % V 52. Protótipo do secador .70 CTC 11.14 52.97 67.86 10.74 5.89 5.20 53.2 ANEXO 10.7 16.7 12.49 g/ dm 3 mg/ dm 3 C P 18.75 CTC 10.16 Características químicas do solo da área experimental na camada de 0 a 20 cm.7 26.02 g/ dm 3 mg/ dm 3 C P 17. PR.94 Mg +2 1.70 0.5 16.66 Cmolc (+)/dm 3 Al +3 0 0 H+ Al 3.6 16.74 ANEXO 9. CaCl2 pH 5.43 4.03 0.31 0.61 Cmolc (+)/dm 3 Ca+2 Mg +2 4. Características químicas do solo da área experimental na camada de 0 a 20 cm.0 22.08 11.8 17.48 5.38 K+ 0.6 ANEXO 11. 2003.31 K+ 0.77 0.52 0.04 0.83 Ca+2 5.27 62. Londrina.91 12.00 H+Al 5.

Avaliação de viabilidade de plântulas de girassol segundo normas da ASSOCIATION OF OFFICIAL SEED ANALYSTS (AOSA).75 ANEXO 12. . Fonte: Aosa (1992). ANEXO 13. Preparo da semente de girassol para o teste de tetrazólio proposto pela International Seed Testing Association Fonte:ISTA (2003).

84 12.22 EA 1.7** 22. GL Ano Bloco Tratamento AnoxTratamento Resíduo Média CV (%) 1 6 5 5 Quadrado médio Tetrazólio IVG 1140. índice de velocidade de germinação (IVG). PR.026 Erro de b 0.26 -0.51 0. germinação. de aquênios de girassol colhidos com colhedora nos anos de 2002 e 2003 em Londrina.24 3. índice de velocidade de emergência (IVG). nos anos de 2002 e 2003 em Londrina.5 526.121 0. ** significativo ao nível de 5% e 1% de probabilidade.60 71.6463 <0.043 Valor de t -4.83 8.21 13.38 46.34 0.PR.18 355.15 0.31 73.63 38. em resposta a colheita com colhedora em diferentes umidades.4 29.08 72. tetrazólio.1 9.33 *.64 1.76 ANEXO 14.008 .132 0.10 38.031 0.9** 0.84 48.056 -0.0001 0. Fonte: ISTA (2003).82 Germinação 1054. ANOVA para avaliações de germinação. respectivamente.0001 0.27* 9.99 -0. ANEXO 15.91 50.69 -0. Regressão entre variáveis.29 112. tetrazólio.04 18.17 82. ANEXO 16.053 0. envelhecimento acelerado (EA) e peso de 1000 sementes (P1000).7 59.15 -0.59 -0.60 p <0.82 -1.4 8.64 18.84 15.005 0.46 -4. e peso de 1000 sementes (P1000).8 351.31 0. Sementes inviáveis de girassol submetidas ao teste de t trazólio conforme e normas da International Seed Testing Association (ISTA).08 0.7** 109.26 P1000 71.51 11. Variável y germinação tetrazólio IVG EA P1000 B -0. envelhecimento acelerado (EA).55 R2 0.

20 0. Regressão entre variáveis. tetrazólio.0027 0.95 0.015 0.040 0. nos anos de 2002 e 2003 em Londrina.31 0. índice de velocidade de germinação (IVG).29 0.059 0.25 0. envelhecimento acelerado (EA).35 Erro de b 0.34 R2 0.015 0.11 -0. envelhecimento acelerado (EA). índice de velocidade de germinação (IVG).077 Erro de b 0.46 0.17 0.0046 R2 0.019 ANEXO 19.081 Valor de t 0.62 -1. índice de velocidade de germinação (IVG).0003 0. em resposta a colheita com colhedora em diferentes dias após o florescimento (DAF).20 0. Regressão entre variáveis.84 0.27 0.13 0.98 p 0. nos anos de 2002 e 2003 em Londrina.0001 0.77 ANEXO 17.078 Valor de t 3.06 1.08 Erro de b 0.034 0.0028 0.16 .027 ANEXO 18.26 R2 0. em resposta a colheita manual em diferentes umidades. PR.15 -0.18 0. Variável y germinação Tetrazólio IVG EA P1000 b -0.28 0.28 0.39 -0.13 p 0.32 0.78 0.046 0. Variável y Germinação Tetrazólio IVG EA P1000 b 1.23 1.23 0.034 0. Regressão entre variáveis. e peso de 1000 sementes (P1000).40 0.36 -0. PR. tetrazólio.99 -1.93 1.37 0.24 0.15 0. e peso de 1000 sementes (P1000).72 0.40 0.21 0.44 0.30 0. envelhecimento acelerado (EA). germinação.072 0.95 p 0.013 0.39 4.59 -0. em resposta a colheita manual em diferentes dias após o florescimento (DAF). germinação. Variável y Germinação Tetrazólio IVG EA P1000 b 0.25 0.20 0.071 -0.84 -0. nos anos de 2002 e 2003 em Londrina.11 Valor de t -0.11 0. tetrazólio. e peso de 1000 sementes (P1000). PR.28 -2.054 0.00008 0.28 0. germinação.021 0.

63** 384.28** 8.45 3.86 402.30** 281. ANOVA para avaliações de germinação.78 ANEXO 20.47** 14.21 EA 9605. envelhecimento acelerado (EA) e peso de 1000 sementes (P1000).31** 0.58 56.33 5.89 5.90** 10 86.12 P1000 237.36 Quadrado médio Tetrazólio IVG 2523** 25.66 249. .35 296. de aquênios de girassol colhidos manualmente nos anos de 2002 e 2003 em Londrina.85** 0. tetrazólio.63** 181.47** 0.02** 5. GL Ano Bloco Tratamento AnoxTratamento Resíduo Média CV (%) 1 6 5 5 Germinação 3039.86 88.33** 0.64 134.18 80.83 3.75** 103.23 1.58 48.59 *.81 17. índice de velocidade de emergência (IVG).41 20. respectivamente.13 17. ** significativo ao nível de 5% e 1% de probabilidade.98** 22.PR.

0 2.000 1. . Botrytis cinerea.000 2/1000 2/1000 4/1000 2 3 s.p. 3/1000 4/1000 5 99. 6 Os campos de produção de sementes deverão ser controlados de forma a manter as pragas em níveis de intensidade que não comprometam a produção e a qualidade das sementes.(kg): Peso mínimo das amostras: Amostra média . s. Espécie: Nome científico: Peso máximo do lote . s. 2 85 Certificada de primeira geração.p. 3 Para as categorias de sementes pode-se repetir o plantio no ano seguinte.500 1.000 Tolerâncias Básica C11 ou S12 2 2 2. quando for da mesma cultivar e de categoria igual ou inferior.Fêmea % mínima de fêmeas receptivas para aplicar tolerâncias do polinizador Androesterilidade mínima (%) Outras espécies 5 Pragas 6 Número mínimo de inspeções Semente: Semente pura (%) Material inerte (%) Outras sementes (%) Sementes de outras espécies cultivadas por amostra (nº) Germinação (%) 1 2 Girassol Helianthus annuus 25. Fonte: Brasil (2003). s. toleradas. da mesma espécie.p. 5 A presença de plantas de outras espécies cultivadas em campos de produção de sementes.p.p. principalmente para as pragas: Sclerotinia sclerotiorum. exige a prática do “roguing”.Macho . 4 Número máximo de plantas.79 ANEXO 21.(g) Amostra de trabalho para determinação de outras sementes .5 3 98.7 s. 7 Sem padrão.0 Tr. Padrões de sementes de cultivares de girassol híbridas. nem atóides . que apresentam quaisquer características que não coincidem com os descritores da cultivar em inspeção.000 200 1. Semente de girassol de primeira geração.(g) Amostra de trabalho para análise de pureza .(g) Padrão Parâmetros Campo: Categorias Rotação (Ciclo agrícola)3 Isolamento (metros) Fora de tipo4 l Linhas parentais l Parentais híbridos: . Só poderá ser plantada outra cultivar se a cultivar plantada anteriormente for susceptível a um determinado herbicida e a que vai ser plantada for resistente.

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