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MODELO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETO PARA LOTEAMENTOS PARTICULARES ( SAA ) CONFORME NORMA TÉCNICA T-104/1

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MUNICÍPIO DE XXXXXXX ESTADO DE MINAS GERAIS

PROJETO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA “LOTEAMENTO XXXXX“

Volume Único XXXXX / 2011
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SUMÁRIO: 1. ART – ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA 2. DIRETRIZ TÉCNICA BÁSICA 3. DADOS DO EMPREENDEDOR 4. APRESENTAÇÃO 5. TRABALHO PROPOSTO 6. PARÂMETROS DE DIMENSIONAMENTO 7. MEMÓRIAS DE CÁLCULOS 8. SISTEMA PROPOSTO 9. ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS (TUBOS E CONEXÕES) 10. QUANTITATIVOS DAS REDES DE ÁGUA POTÁVEL 11. DETERMINAÇÕES CONSTRUTIVAS 12. ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS 13. PREVISÃO DE EXECUÇÃO DAS OBRAS 14. COMPROMISSO DA EMPREENDEDORA COM A COPASA 15. PLANILHA DE CÁLCULO (DIMENSIONAMENTO DA REDE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA) 16. ORÇAMENTO 17. DESENHOS

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1.ART – ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA (ANEXAR ART) 4 .

2.DIRETRIZ TÉCNICA BÁSICA (ANEXAR CE DO DISTRITO INDICANDO O PONTO DE TOMADA) 5 .

3 . Meio fio e pavimentação asfáltica. 5 – TRABALHO PROPOSTO O trabalho apresentado a seguir constitui a descrição do Projeto de Abastecimento de Água do Loteamento XXXXXXXX a ser implantado na cidade de Montes Claros . permitindo assim comodidade e conforto para seus futuros habitantes.: XXXXXX Contato: XXXXXXXXXXXXXXXX Cel: (XX) XXXXXXX 4 . O Loteamento XXXXXX localiza-se na XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX. complementados por vistorias locais e informações fornecidas pelo empreendedor. Sistema de Coleta de Esgoto Sanitário . A base para a elaboração destes projetos foram levantamentos e nivelamentos topográficos semicadastrais. com dimensões variadas e área mínima de XX m². localizado no perímetro urbano e criado para assentar famílias de classe XXXX. 6 . próximo a XXXXXXXXXX. aprovado pelo Departamento de Engenharia da Prefeitura Municipal de XXXXXXX. O empreendimento está localizado em região cujas cotas altimétricas estão situadas na faixa dos XXXX aos XXXX metros e apresenta-se parcelado em XXXX lotes. tais como: • • • • Sistema de Abastecimento de Água (Projeto objeto deste trabalho). O Loteamento XXXXXXXX será de uso predominantemente residencial.DADOS DO EMPREENDEDOR Empresa: XXXX CNPJ: XXXXX Endereço: Rua XXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXX / MG Cep. onde seu empreendedor realizará todas as obras de infra-estrutura.APRESENTAÇÃO: O presente memorial é parte integrante do projeto de rede de abastecimento e distribuição de água do Loteamento XXXXXXXX a ser implantado no município de XXXXXX -MG. Sistema de Captação de Águas Pluviais.MG.

Projeto de sistema de bombeamento de água para abastecimento público.Índice de Atendimento O índice de atendimento será considerado igual a 100%.Projeto de rede de distribuição de água para abastecimento público.2. NBR 12216 . tendo sido observadas a última edição em vigor. 6. 6.1.PARÂMETROS DE DIMENSIONAMENTO 6.Projeto de Sistema de Distribuição de Água Para Loteamentos e Conjuntos Habitacionais.3.4. A cota piezométrica no ponto de tomada é igual a xxxx metros e a cota do terreno é de XXXXXX metros.Projeto de adutora de água para abastecimento público. visando apresentar soluções técnicas e dimensionar o Sistema de Abastecimento de Água do Empreendimento proposto. (SE HOUVER) NBR 5647 . responsável pela operação do sistema. as quais são enumeradas abaixo: COPASA • Norma Técnica T104/1 da COPASA .O projeto foi elaborado com base nas normas da ABNT . 6.Tubos para adução e distribuição de água potável. ABNT • • • • NBR 12218 .Associação Brasileira de Normas Técnicas e em conformidade com as Normas exigidas pela COPASA (Concessionária do Serviço de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário na cidade). 6. NBR 12215 . em estrito acordo com as Normas. no Bairro XXXXXXX. A pressão dinâmica mínima no ponto de tomada é de XXXX Kgf/cm² e a pressão estática no ponto de tomada é de XXXXX Kgf/cm². conforme Diretriz Técnica Básica de XX / XX / 2011 (comunicação externa n° XX/2011 DTXX) e será na rede de distribuição de água em tubulação de XXXXXX DNXXX localizado na esquina das Ruas XXX e Rua XXXX.Ponto de tomada de água O ponto de tomada de água para abastecimento do “Loteamento XXXXXXXXXX” foi definido pela COPASA.Coeficiente de Variação 7 .Quota per–capta A quota per–capta utilizada será de 150 (cento e cinqüenta) litros por habitante por dia.

7 .Vazão máxima horária do loteamento: Q H >C = N × I × q × K1 × K 2 86400 → Q H >C = XX × XX × XXX ×1.Cálculos da Vazão do Sistema: Vazão total (XXXXX lotes) .Os coeficientes de variação ou reforço são: coeficiente do dia de maior consumo → K1 = 1. 7. • Coeficiente da hora de maior consumo ( K2 ) = 1.5 = XXXX L / s 86400 .2 .Vazão em marcha Qm = QH >C L ⇒ Qm = XXXX L/s×m 8 .50.Vazão média do Loteamento: Q= N ×I ×q 86400 → Q= XX × XX × XXX = XXXX L / s 86400 .Índice de Ocupação O índice de ocupação dos lotes será considerado igual a XX (XXXXX) habitantes por domicílio. • Coeficiente do dia de maior consumo ( K1 ) = 1.2 = XXXX L / s 86400 .20 coeficiente da hora de maior consumo → K2 = 1.Vazão máxima diária do loteamento: Q D >C = N × I × q × K1 86400 → Q D >C = XX × XX × XXX ×1.2 ×1.1 . • Índice de Ocupação ( I ): XX habitantes / lote. • População a ser atendida no final do plano: XXX habitantes.5 .20.MEMÓRIAS DE CALCULOS: 7. • Consumo per capta (água) por habitante ( q ): XXX l / ( dia x hab ).Parâmetros de cálculos: • Números de lotes ( ligações ) do Loteamento ( N ): XXXXX Unidades.50 6. para efeito de estimativa da população beneficiada.

atendendo o total de XXXX lotes..600 onde: Q = Vazão (l/s) N (número de lotes) = XXXX lotes I (número de habitantes por unidade habitacional) = 4 hab/un.. 8.(RELATAR SE HOUVER) Considerando que a sub-adutora deverá abastecer o loteamento de forma a garantir a vazão máxima do dia de maior consumo..onde: Q H > = vazão máxima horária ( l/s ) C Q m = vazão de distribuição em marcha ( l/s x m ) L = comprimento total da rede em metros 8 – SISTEMA PROPOSTO: O projeto hidráulico foi elaborado para toda a área do empreendimento e sua implantação será dividida em três etapas: Etapa 1: Loteamento XXXXXXX – (XXX lotes) A rede de distribuição de água foi projetada predominantemente nas ruas e suas ligações serão realizadas pelas testadas dos lotes. (RELATAR TODAS AS ADUTORAS) Foram previstas as instalações de ventosa nesta linha de adução. conforme detalhados no projeto. (RELATAR TODAS AS ETAPAS CONFORME PROJETADO) O sistema será composto de .. Neste percurso serão necessárias as execuções das travessias sobre o Córrego Mangues e sob a Rodovia LMG-653.habitacional q (quota per capta) = 150l/hab. O empreendimento proposto está dividido em XXXX zonas de abastecimento. (RELATAR TODAS AS UNIDADES CONFORME PROJETO).2 9 . a vazão a ser considerada no dimensionamento deverá ser determinada por: Q = N x I x q x K1 24 x 3.dia K1 (coeficiente do dia de maior consumo) = 1.. trecho no qual deverão serem executados com tubos em FºFº DN150.1 – SUB-ADUTORA DE ÁGUA TRATADA A sub–adutora de água tratada interligará o ponto de tomada de água a rede de distribuição de água do Loteamento XXXXXXXl. localizado na Rua XXXXX esquina com a Rua XXXXX e registro de descarga localizado próxima à ponte sobre o Córrego XXXXX.

85 ⋅ D 4.1.85 ⋅ L = C 1.Portanto: Q = XXXX x XXX x XXX x 1.71 0.54 “C” 130 100 Veloc.64 ⋅ Q1.1.54 12.2.Perdas de carga localizadas na sub-adutora: (EXEMPLO) As perdas de cargas localizadas serão determinadas através da expressão: hf = K x (V2 / 2g) hf = perda de carga em m.87 (1) hf1 = perda de carga contínua Perda de Perda de Carga Carga Total ( ( m/100m ) m) 0.90 60. K = coeficiente obtido experimentalmente para cada peça. V = velocidade em m/s g = aceleração da gravidade m/s2 10 . (RELATAR DE ACORDO COM O PROJETO) 8.873 Trecho Material PVC DEFOFO F°F° DN Extensão ( mm ) (m) 150 150 2.00 Vazão ( l/s ) 12.408 0. conforme tabela abaixo: hf 1 10 .077. foi determinado a perda de carga contínua na tubulação de adução através da equação 1.663 TOTAL: 8. com vazão igual a XXXX l/s. ( m/s ) 0.2  Q = XXXX l/s 3. sendo XXX metros em tubos XXX DN150 e XXXXX metros em tubos XXXX DNXXX.475 0.600 x 24 A extensão da sub-adutora será então de XXXX metros.398 8.Perdas de carga na tubulação da sub-adutora (EXEMPLO) Adotando-se a expressão de Hazen-Willians.71 PT-61 8.1.

através da fixação de abraçadeiras na estrutura da Ponte.40 0.XXX m 8.54 12.54 12.71 0. Perda de carga ( ( m/s ) m) 0. Hf (sub-adutora) = XXXX + XXXX = X.54 12.015 0.Peças Te saída de lado Redução Gradual Redução Gradual Curva de 90° Curva de 45° Te saída de lado Te passagem direta Registro gaveta aberto K 1.XX 8.4 – Travessia sob Rodovia XXXX (SE HOUVER) EXEMPLO Para o abastecimento de água no Empreendimento.Cota Piezométrica Sub-Adutora: (EXEMPLO) As cotas piezométricas nas extremidades da sub-adutora será portanto: Trecho P.033 0.54 12. a travessia sobre o Córrego XXXX tipo aérea em tubulações em ferro fundida DN150. 11 .001 0.1. serão necessárias as execuções das travessias dutoviária sobre o Córrego XXXXX e sob a Rodovia XXXX (Anel rodoviário).71 0.20 1.001 0.71 Total: 0.005 0.54 12.71 0.54 12.54 Veloc.40 0.30 0.004 0.00 Perda de carga (m) X.062 0.54 12.20 Qtde 01 01 01 06 03 01 01 01 DN ( mm ) 350 350x200 200x150 150 150 150 150 150 Vazão ( l/s ) 12.30 0.1.71 0.71 0. uma vez que o empreendimento encontra-se na margem oposta da rodovia e do córrego.15 0.015 0. Tomada – RDA (nó 61) Cota piezométrica de montante ( m ) XXX.15 0.3 .60 0.13 0.136 Portanto a perda de carga total na sub-adutora será a soma das perdas de cargas ao longo da tubulação e as perdas de cargas localizadas.XX Cota piezométrica de jusante ( m ) XXX. Optou-se na concepção dos respectivos projetos.

O booster deverá abastecer de forma a garantir a vazão máxima horária de consumo e a pressão dinâmica mínima preconizada em norma na zona alta do loteamento Residencial XXX (XXX lotes).2.BOOSTER A IMPLANTAR (SE HOUVER) EXEMPLO Para abastecimento da zona alta do loteamento. Esta unidade será implantado na área institucional localizada na Rua 9 esquina com a Avenida XX e a pressão dinâmica mínima de sucção igual a XX.xx mca.2 .Barriletes de Sucção e de Recalque (SE HOUVER) 12 .2 .600 onde: Q = Vazão (l/s) N = número de lotes = XXX lotes n = número de horas de funcionamento diário = 24 horas I = Número de habitantes por unidade habitacional = 4 hab/un.2.5  Q = XXX l/s n x 3.2 x 1.1 .600 24 x 3.dia K1 = coeficiente do dia de maior consumo K2 = coeficiente da hora de maior consumo Logo: Q = N x I x q x K1 x K2 = XXX x XX x XXX x 1. será prevista a implantação de um booster para bombeamento e alimentação das residências.Vazão de Bombeamento (SE HOUVER) A vazão de bombeamento foi calculada considerando a vazão máxima horária de consumo da zona alta do loteamento. 8. atendendo o total de XXX lotes e uma população de XXX habitantes. A vazão a ser considerada no dimensionamento foi determinada por: Q = N x I x q x K1 x K2 n x 3.habitacional q = quota per capta = XXX l/hab. 8.Observação: As execuções das travessias somente serão realizadas após a análise e aprovação do projeto pelo Departamento de Estradas de Rodagem – DER/MG. A adequação do ponto de funcionamento das bombas do booster será com a utilização de inversor de freqüência.600 8.

60 m/s).Altura Manométrica de Recalque A altura manométrica de recalque será obtida através da expressão a seguir: Hman.2.1. foi adotado o diâmetro de recalque DN150.XX As tubulações dos barriletes foram projetadas em ferro galvanizado com rosca bsp.1 – Determinação do Diâmetro de Recalque e Sucção • Diâmetro econômico pela fórmula de Bresse: Dr = 1. de forma que a velocidade do escoamento se mantenha entre (0.XX Diâmetro do barrilete (Polegadas) X” Velocidade no barrilete (m/s) X.Cálculo da Altura manométrica de recalque (SE HOUVER) 8. 8.2. A velocidade calculada no barrilete em função da vazão está apresentada na tabela abaixo: Vazão (L/S) X. para atendimento a Norma Técnica T.8.2xQ1/2 =  Dr = XXX mm Ds = XXX mm (adotado) Observação: Como o abastecimento da zona alta do loteamento será em marcha e bombeado pelo booster.2xQ1/2 onde: Q = vazão em m³/s Dr = diâmetro de recalque Ds = diâmetro de sucção Logo: Dr = 1.104/1 da COPASA no que se refere a perda de carga máxima de 8 m/km.Velocidade nos barriletes (EXEMPLO) Os barriletes foram dimensionados para as vazões extremas.2. (EXEMPLO) 8.3 . = DG + Hs + Hr onde: Hman. que suportam pressões de até 25kg/cm².2.2 .2.2.60<=V<= 1. = altura manométrica de recalque ( m ) DG = desnível geométrico ( m ) Hs = perdas de carga na sucção (barrilete) ( m ) Hr = perdas de carga no recalque (barrilete e rede de distribuição) ( m ) 13 .3.

2.3.00 Pressão dinâmica mínima (m) 23.2.2.8.00 Cota terreno (m) 733. As perdas de cargas localizadas serão determinadas através da expressão: hf = K x (V2 / 2g) hf = perda de carga em m.43 m 8. K = coeficiente obtido experimentalmente para cada peça. (EXEMPLO) Booster Cota terreno (m) 685.Perdas de cargas na Sucção (hs) As perdas de cargas na sucção serão dadas pela soma das perdas de cargas localizadas mais as perdas de cargas no comprimento da tubulação.3 .Desnível geométrico O desnível geométrico é dado pela diferença de nível entre a cota piezométrica no booster e a cota piezométrica do terreno mais alto do loteamento. V = velocidade em m/s g = aceleração da gravidade m/s2 Perdas de cargas localizadas na sucção – booster 14 .57 Cota Piezométrica (m) 708.57 Cota do terreno do Lote mais alto do loteamento Pressão dinâmica mínima (m) 11.3. prevendo uma pressão dinâmica mínima de 11 mca.3.3.2.Perdas de cargas (EXEMPLO)  Barrilete de sucção e recalque 8.57  DG = 35.1 .00 logo: DG = 744.00 Cota Piezométrica (m) 744.00 – 708.

32 Portanto a perda de carga total no barilete de sucção será a soma das perdas de cargas ao longo da tubulação e as perdas de cargas localizadas.10 0.3.20 0.50 Vazão ( l/s ) 6.06 + 0.Perdas de cargas no recalque (hr) (EXEMPLO) As perdas de cargas no recalque serão dadas pela soma das perdas de cargas localizadas mais as perdas de cargas no comprimento da tubulação.03 2.57 1.08 0.38 m 8. de Carga (m) 1.98 4. saída de lado Tê de passagem direta Registro gaveta Aberto K 0.3.booster Material PVC FG “C” 130 120 DN ( mm ) 75 75 Extensão (m) 5.00693 1.20 QTDE 1 2 2 1 1 DN1 (mm) 75 75 75 75 75 DN2 25 Vazão Vel (m/s) P.00693 0. Hs (barrilete de sucção) = 2.00693 0.  Booster Perdas Localizadas no recalque – barrilete 15 .00693 14.40 1.12 0.93 Perda de Carga Perda de Carga ( m/100m ) Total ( m ) 3.00 2.06 (mm) (m3/s) 0.30 0.15 0.57 1.11 0.57 1.2.57 TOTAL: Perdas de cargas na tubulação de sucção .93 6.52 0.00693 0.2 .Peças Redução Gradual Curva de 90º Te.91 TOTAL: 0.32 = 2.33 0.60 0.

57 1.18 0.00693 0.18  Rede de distribuição Perdas de cargas na tubulação – rede de distribuição Material PVC PVC PVC PVC “C” 130 130 130 130 DN ( mm ) 150 100 75 50 Extensão (m) 403.00 364.00 Vazão ( l/s ) 6.04 0.31 3.50 TOTAL: planilha de cálculo anexa.86 Perdas de cargas na tubulação – barrilete (EXEMPLO) Material FG “C” 120 DN ( mm ) 75 Extensão (m) 4.61 TOTAL: Perda de Carga Total ( m ) 0.30 0.11 1.44 1.57 1.93 Perda de Carga ( m/100m ) 4.57 1.57 TOTAL: P.57 1.00693 Vel (m/s) 14.Peças Ampliação gradual Curva de 90º Tê de passagem direta Junção Registro de gaveta Aberto Válvula de retenção K 0. de Carga (m) 3.60 0.15 0.03 0.68 1.00693 0.454.00693 0.40 0.40 0.20 2. 16 Perda de Carga Total (m) 0.00 3.00693 0.80 4.50 QTDE 01 03 03 02 01 01 DN1 (mm) 25 75 75 75 75 75 DN2 (mm) 75 Vazão (m3/s) 0.47 Os valores das perdas de cargas na tubulação da rede de distribuição foram extraídas da .23 0.10 0.00693 0.00 352.55 0.

1 – Cálculo da Potência Necessária ao Motor (EXEMPLO) Sabendo-se que: PM = Q x H / ( n x 75 ) onde: PM = potência motriz absorvida pela bomba Q = vazão em L/s H = altura manométrica em mca 75 = constante para adequação das unidades n = rendimento da bomba = 67 % PM = 6.51 = 46.2.93 L/s = 24. deverão atender as seguintes características: Líquido a recalcar: água tratada Posição de sucção: afogada Sistema de operação: individual Vazão: 6.38 + 8.2 – Dimensionamento do Conjunto motobomba (EXEMPLO) Conjunto motobomba centrifuga de eixo Horizontal. Hr (barrilete de recalque) = 3.67 x 75 ) = 6.4.5 CV 8.35 CV.95 m³/h a 46.32 mca Hman = 46.4.86 + 0. comercialmente = 7.32 mca e norma T.Portanto a perda de carga total no recalque será a soma das perdas de cargas ao longo da tubulação e as perdas de cargas localizadas.32 mca 8.93 x 46. conforme características do projeto para atender a vazão 24.4 – Especificação dos Conjuntos Motor Bomba (SE HOUVER) Os dois conjuntos motobomba a serem instalados sendo um para reserva e/ou rodízio.2.95 m³/h Altura manométrica: 46.32 / ( 0.18 + 4. do tipo monobloco em ferro fundido.39 CV + acréscimo de 15% PM = 7.034 da COPASA.32 mca 8.47 = 8. 17 .51 m Sendo assim a altura manométrica será: Hman = DG + hs + hr = 35.43 + 2.2.

Diâmetro nominal: 150 mm. Altura manométrica total: 46.95 m³/h. Vazão 24.Flange.32 mca. Número de fase: 03. Regime: Contínuo.Succao: Tipo: Redução Excêntrica Flange . assíncrono. conforme NBR 7094. . Tensão: 220/380/440 V. Classe de isolamento: F.5 CV. NPSH disponível: afogada. Material: Ferro fundido. Características Técnicas do Motor: Motor Elétrico de Indução.55. Saídas para conexão de sucção e recalque: Tipo flange. Tipo de Partida: Soft Starter. Frequência: 60 Hz. NORMA: NBR 7675. Potência: 7. Altura manométrica de recalque: 43. Numero de terminais do enrolamento acessíveis: 3.Características Técnicas da Bomba: Liquido a recalcar: água tratada. Conexoes de Interligacao (Barrilete).38 mca.15. Categoria: N. 18 . Vedação tipo: Gaxeta. Altura manométrica de sucção: -2. com carcaça a prova de respingos e com rotor tipo gaiola. de alto rendimento. Grau de proteção: IP . Comprimento 195 mm. Rotação a plena carga: 3500 RPM. Rotor: Em aço inox.94 mca. Fator de serviço: 1.

Modelo 32-160 de 7. conforme modelo curvas características e performance a seguir: Conjunto motobomba da KSB Megabloc. e motor elétrico da marca Weg de alto rendimento de 7. Classe Pressão: PN10.4.Flange. Diâmetro nominal: 75 mm. 2. Modelo 32-160 em ferro fundido.3 Conjunto motobomba sugerido e curva de operação (EXEMPLO) Referenciado conjunto “bomba” da marca KSB Megabloc.Classe Pressão: PN10.5 CV. 3500 RPM. . 3500 RPM.5 CV. vedação gaxeta. Material: Ferro fundido. NORMA: NBR 7675. com rotor em inox. Comprimento 200 mm.Recalque: Tipo: Redução Concêntrica Flange . Observação: as reduções discriminadas devem ser incluídas na cotação do conjunto motobomba. 19 .

Curvas características e performance do conjunto motobomba da KSB Megabloc. 20 .

016 da COPASA.8. em l/s C = coeficiente de rugosidade D = diâmetro. modulando de acordo com a pressão/vazão de água.Fórmula de Hazen . em l/s L = extensão total da rede de distribuição.2. Este processo permite que a unidade funcione em automático. permitindo o baixo consumo de energia. Deverão ser confeccionados atendendo a Norma Regulamentadora de Segurança em Instalações Elétricidade NR-10 e a Norma T.645 x Q1.Vazão de Distribuição Linear qm = Q L onde: qm = vazão de distribuição linear em l/s Q = vazão de distribuição. em metros 21 . sendo as fórmulas básicas de dimensionamento enumeradas a seguir: . quando a vazão de saída for mínima o motor trabalha com velocidade mínima.85xC-1.5 – Automatização da elevatória (SE HOUVER) Para adequação do ponto de funcionamento do conjunto motobomba do Booster será utilizado par acionamento do motor “inversor de frequência”.Fórmulas básicas de dimensionamento: Foi utilizado o método do seccionamento fictício para dimensionamento da rede de distribuição e a fórmula de Hazen – Willians para cálculo das perdas de carga.3. quando a vazão de saída (consumo de água)/diminuição da pressão na rede for maior ou igual aos dados de projeto. mantendo a pressão mmínima prevista de 1.Willians j = 10. em m/m Q = vazão.1 . Os painéis elétricos (QCM.85xD-4.. isto é. 8.3 – REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA O empreendimento proposto está dividido em uma única zona de abastecimentor. antes da montagem dos painéis.1 Kgf/cm² no lote com a cota mais alta do loteamento e ajustando a velocidade do motor através do inversor de frequência. QGBT..o motor trabalha com a carga nominal (velocidade em 100%). em metros . (RELATAR CONFORME PROJETO) 8.85 onde: j = perda de carga unitária.QICA). Os projetos executivos deverão ser apresentados à COPASA para aprovação.

sendo XXXX ligações residenciais e XXX ligações comerciais.Vazão em marcha Qm1 = Q1 ( máxima horária ) ⇒ Qm1 = XXX = XXXX l/s x m L1 XXXXX onde: Q ( máxima horária ) = vazão ( l/s ) Qm = vazão de distribuição em marcha ( l/s x m ) L = comprimento total da rede em metros 8.Vazão máxima horária do loteamento: QT = N x I x q x K1 x K2 → QT = XXX x XX x XXX x 1.400 .3.Vazão Total ( Qt = Q1 + Q2 ) onde: QT = Vazão total (XXX lotes) Q1 = Vazão referente a XXX lotes.3.Cálculo da Rede de Distribuição de Água Potável: Em anexo planilhas de cálculos das redes de distribuição de água potável.2 x 1.5 = XXX l/s 86.400 .2 – Cálculos da Vazão do Sistema:(CÁLCULO INCUINDO TODAS AS ZONAS DE ABASTECIMENTO CONFORME PROJETADO) Considerando que a rede de distribuição deverá abastecer de forma a garantir a vazão máxima horária de consumo do loteamento. estão previstas para o final de plano o atendimento a XXX ligações prediais de água.4 – LIGAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA Conforme Projeto Urbanístico do Loteamento XXXX. (SEMPRE ANEXAR PLANÍLHAS) 8.ESPECIFICAÇÃO DOS MATERIAIS (TUBOS E CONEXÕES) (EXMPLO) 22 86.3 . 9 . a vazão do dimensionamento foi determinada por: . zona baixa (abastecido pelo reservatório XX) (SE HOUVER) Q2 = Vazão referente a XXX lotes. zona alta (abastecido pelo booster a ser construído). (SE HOUVER) .8.

QUANTITATIVOS DAS REDES DE ÁGUA POTÁVEL (EXEMPLO) 10.- Tubo PVC PB JE. deverão ter estrutura conforme padrões da COPASA MG. fabricado conforme NBR 5647 da ABNT. − O recobrimento mínimo da rede de distribuição será de 0. − Todos os órgãos acessórios (caixas subterrâneas. fabricado conforme NBR 7665 da ABNT.2 .Rede de Distribuição de Água: (EXEMPLO) RELATAR CADA ETAPA CONFORME PROJETO Etapa única: Loteamento XXXX – Ipês (XXXX lotes) • • • • Tubo PVC rígido PB JE DN50 = XXX metros Tubo PVC rígido PB JE DN75 = XXXXX metros Tubo PVC rígido PB JE DN100 = XXXX metros Tubo PVC rígido DEFOFO PB JEI DN 150 = XXX metros 11 – DETERMINAÇÕES CONSTRUTIVAS A Empresa responsável pela execução das redes de distribuição de água. Tubo PVC rígido DEFOFO PB JE DN 150. fabricado conforme NBR 7663 da ABNT. caixa alimentadoras. 23 . caixas de descarga. deverá seguir as seguintes determinações: − A rede de distribuição será assentada sob a rua. ventosa e de manobra).80 m. Tubo F°F° centrifugado PB JE classe k7. 10 .1 – Sub-Adutora: Etapa única • • Tubo PVC rígido DEFOFO PB JEI DN 150 = XXXX metros Tubo F°F° PB JE CL K7 DN150 = XXXX metros 10. no lado oposto da rede coletora de esgoto. − O diâmetro mínimo para rede secundária será de 50 mm.

3 .ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS 12.2.1.As valas serão escavadas alinhadas. da ABNT.3 O material proveniente da demolição será imediatamente removido para local aprovado pela fiscalização e pela Prefeitura. (*) Valores divergentes da NBR 12. e manual para os demais casos.12 . 12.A largura da vala deverá ser mantida constante.1 Antes de qualquer obra. mas definidos pela COPASA e/ou baseados na NBR 9061/85.2. em toda sua extensão.1.0 Sem escoramento 65 -------Pontaleteamento Descontínuo Escoramento Contínuo (**) 80 (*) Observação: A largura mínima para a escavação da vala será do diâmetro + 30 cm. se não puder ser reaproveitado. ou apoios localizados. 12.25 1. de modo a providenciar o necessário para a recomposição dos mesmos.1 .Demolições 12.2 A demolição do pavimento será efetuada por processos mecânicos (martelete pneumático ou serra circular). 12. o responsável pelo serviço deverá tomar conhecimento prévio da natureza das obras a executar.A largura máxima da vala será conforme tabela seguinte: Largura – L (cm) Diâmetro (mm) 50 – 75 – 100 – 150 Profundidade (m) < 1. 12.2 – Escavação 12.4 A largura mínima de demolição do pavimento será a maior dimensão obtida nas relações abaixo: • Asfalto = 60 cm ou (L +10) cm • Poliédrico/Paralelepípedo = 75 cm ou (L + 15)cm • Passeio cimentado = 50 cm ou (L) cm • Pré-moldado = 80 cm ou (L + 30) cm. de modo a obter-se uma superfície uniforme em projeção horizontal. 12. 24 .2. paralelas ao alinhamento da rua. sendo L a largura da vala.1 . devidamente armazenado. em ruas ou passeios pavimentados.1. e deve ser compatível com a largura do compactador a ser utilizado.1. quando asfalto ou concreto. O fundo da vala será nivelado e acertado de modo a receber as tubulações sem esforços pontuais. se ainda útil na recomposição do pavimento.2 . ou.266 da ABNT.25 – 2. 12.

independentemente de seu reaproveitamento ou não. 12. deverão ser subseqüentes.2.5 A escavação poderá ser feita manualmente. será executado logo após a abertura da vala.6 O material resultante da escavação.2. c) Quando se tratar de solos turfosos (grande porcentagem de partículas fibrosas). provisoriamente. será imediatamente removido para local aprovado pela fiscalização e pela Prefeitura. conforme a norma NBR 9061 – Segurança de escavação a céu aberto.2.2. será necessário realizar o escoramento da vala. o material escavado deverá ser totalmente confinado em caçambas. 12. que não puder ser reaproveitado. d) Quando os solos forem excessivamente orgânicos. a uma distância. sendo o nivelamento e acerto do fundo da vala feito manualmente.8 Para evitar o acúmulo de material e facilitar o tráfego de veículos e pedestres. caso necessário.2.9 Em casos especiais. O escoramento. No período chuvoso o material armazenado deverá ser coberto com lonas plásticas. igual à profundidade. 12. e) Quando forem argilas muito gordas (untosas ao tato). a critério do Engenheiro Fiscal da obra. O material passível de reaproveitamento será depositado. de um só lado da vala. a escavação mecânica deve se aproximar do greide da geratriz inferior da tubulação. mínimo de 80 cm para tubulações assentadas em pistas carroçáveis ou cujo diâmetro seja maior que 75 mm.2. 25 .(**) Quando as características do terreno se apresentarem instáveis em profundidades inferiores à 1. pela resistência e estabilidade das mesmas. as atividades de escavação. terão dimensões superiores a 3cm. ou com equipamento mecânico apropriado. assentamento da tubulação e reaterro.25 m.10 A execução das escavações implicará na responsabilidade integral da EMPREITEIRA. Na falta de sua definição. ou conforme recomendação do fabricante. de modo a não perturbar os serviços. 12. 12.2. 12. e. com diâmetro até 75 mm. Neste caso. 12. no mínimo.7 Materiais oriundos das escavações das valas. serão removidos nos seguintes casos: a) Quando se tratar de entulhos provenientes de vegetais e de animais. não comprometer a estabilidade dos taludes e não permitir a invasão da vala pelas águas das chuvas. f) Quando forem siltes muito expansivos. será adotado o recobrimento mínimo de 50 cm para tubulações assentes em passeio ou locais sem tráfego pesado. b) Quando os elementos grosseiros (minerais ou não).4 A profundidade da vala será conforme definido em projeto. caixotes ou sacos plásticos. de modo a conservar a sua umidade natural.

obrigatoriamente. suscetíveis de serem extraídos somente com emprego contínuo de explosivos ou outros processos especiais de desmonte. c) Rocha Materiais com resistência a penetração mecânica igual ou superior ao granito. b) Material de segunda categoria Material com resistência a penetração mecânica inferior ao granito.5 Assentamento e tubulação 26 . com diâmetro máximo inferior a 15 cm. piçarra ou argila. blocos de rocha de volume inferior a 0. qualquer que seja o teor de umidade que possuam.3 Esgotamento Quando a escavação atingir o lençol d' água. contínua ou em blocos de volume superior a 0. suscetíveis de serem extraídas com o emprego de equipamentos de terraplanagem apropriados. ser escorada.2. A utilização de explosivos necessita de prévia autorização das autoridades competentes. fato que poderá criar obstáculos à perfeita realização da obra. descontínuo ou pontaleteamento e será executado conforme NBR 9061 – Segurança de escavação a céu aberto. 12. ou de manilha envolvida por brita.12.50 m3. será classificado nas seguintes categorias: a) Material de primeira categoria Terra em geral. segundo sua natureza. cuja profundidade ultrapassar o limite de 1. seixos rolados ou não. deverá ser executado dreno de brita. matacões e pedras de diâmetro médio superior a 15 cm. O escoramento será executado com pranchões de madeira de 4 cm por 30 cm e estronca de diâmetro de 12 cm. no mínimo. rochas compactas em decomposição.4 Escoramentos Toda vala. de modo a manter o terreno drenado durante a execução dos serviços subseqüentes. suscetíveis de serem escavados com equipamentos de terraplanagem dotados de lâmina.11 O material proveniente das escavações. conforme a vazão a ser drenada. Poderá ser contínuo.50 m3. 12. rocha em adiantado estado de decomposição.25 m. com uso combinado de rompedores pneumáticos. deverá. 12.

O assentamento das diversas tubulações seguirá as recomendações dos respectivos fabricantes e em conformidade com o projeto. Baixa sensibilidade à ação da água.6 Reaterro de valas Na execução do reaterro. com o cuidado necessário para não haver deslocamento lateral da tubulação e esforços adicionais na tubulação. deverá ser considerada a proteção inicial da tubulação. Areia. torrões e outros materiais estranhos. o próprio material da escavação. a critério da COPASA MG e após a proteção inicial da tubulação. b) Homogeneização do material com separação e retirada de pedras. determinação expedita da umidade do solo para verificação da necessidade de aerá-Io ou umedecê-Io. Boa capacidade de suporte. Baixa compressibilidade (pequena diminuição de volume dos solos sob a ação de cargas). tanto no plano horizontal quanto no vertical. será utilizado. afim de obter-se a umidade ótima de compactação. cascalho rolado. Materiais para reaterro de valas: Os materiais para o reaterro devem apresentar as seguintes características: Ausência de pedras. Enchimento de Valas Devem ser observados os seguintes procedimentos de enchimento de valas. evitando-se as sinuosidades e criação de pontos altos e baixos. Brita de boa qualidade. 12. Escórias siderúrgicas de alto forno de granulação adequada. serão aceitos materiais granulares (não coesivos). 27 . etc. preferencialmente. Os tubos serão assentados de forma que o eixo da tubulação fique retilíneo. de vegetação e de corpos com diâmetro superior a 3 cm. tais como: Pedregulho natural arenoso. Finos de minério de ferro. Na execução do reaterro. As montagens em linha das tubulações deverão ser executadas com junta elástica. salvo onde seja necessário para interligação às redes existentes. Excepcionalmente. para tubos em geral: a) Iniciar o aterro logo que possível.Os materiais a serem utilizados na montagem das tubulações deverão ser em PVC.

minério pouco plástico. nos lados da tubulação. e) Usar um pequeno soquete para a compactação do aterro. A aparelhagem para a compactação mecânica do aterro será constituída por equipamentos vibratórios ou por equipamentos de ação dinâmica. Os equipamentos vibratórios são recomendados para solos granulares pouco coesivos. Compactação A compactação do aterro pode ser feita por: a) Equipamentos manuais. A quantidade de água será a suficiente para preencher os vazios do solo. A compactação manual é realizada com o soquete manual somente para a primeira camada. complementarmente ao procedimento de reaterro. Não permitir o tráfego de pessoas sobre a tubulação antes de completar-se uma altura de 20 cm de aterro acima da geratriz superior do tubo. a fim de impedir a alteração das condições de suporte do solo subjacente aos tubos. em camadas que podem variar de 5 cm até o máximo de 10 cm. poderão ser utilizados equipamentos vibratórios. Adensamento Permite-se o uso da água para a consolidação de reaterros somente no caso de material granulado (areia e cascalho rolado). alternadamente. A compactação mecânica deve ser iniciada no centro da vala e em direção às laterais. de modo a não atingir a tubulação. escória. a partir da segunda camada. No aterro. d) Até 20 cm acima da geratriz superior da tubulação. em camadas sucessivas de até 10 cm de altura. de altura máxima igual àquela que o equipamento utilizado possa compactar. que pode ser feita por pressão ou por impacto. Opcionalmente. saibro áspero. f) Tomar todas as precauções para não danificar as juntas e as tubulações. g) O reaterro será executado em camadas sucessivas. h) A reconstituição do corpo do reaterro atingirá a cota da base do pavimento a reconstruir.c) colocar o material. é obrigatória a compactação mecânica. cascalho arenoso. evitando-se que a água em excesso venha a escorrer. tais como: areia. 28 . deve ser usado equipamento manual. pedra britada. não podendo exceder a 20 cm. a fim de que o material seja comprimido contra o talude da vala (local de mais difícil compactação). b) Equipamentos mecânicos. etc.

será feita a recomposição do revestimento. a não ser que sejam utilizadas chapas metálicas para proteção das valas. c) Varrer. Pavimento Asfáltico Considera-se como imprimação. etc). Após a execução da base do pavimento. ladrilho hidráulico. a película betuminosa destinada a preparar e proteger a base do revestimento.7 Recomposição de pavimentos Os materiais destinados aos pavimentos deverão ser idênticos aos existentes sempre que possível. não estiver chovendo (ou não houver ameaça de chuva iminente) e quando o terreno não estiver molhado. A recomposição da base será. 29 . em um dos seguintes tipos: a) Concreto asfáltico. etc). cerâmicas. O grau de compactação será. A imprimação será executada com os seguintes cuidados: a) Verificar se a superfície de aplicação está bem acabada. porém. b) Passeios diversos (cimentado. a superfície de aplicação. 12. Para se evitar o acréscimo incremental na largura das recomposições. e) Somente executar a imprimação quando a temperatura ambiente for igual ou superior a 10°C. b) Verificar se existem as condições necessárias para a execução de uma junta bem feita entre o novo e o antigo pavimento. o tráfego de veículos não poderá ser liberado antes da execução das mesmas. minérios plásticos.Os equipamentos de ação dinâmica são recomendados para solos finos mais coesivos (silte). ou para solos granulares com matriz coesiva (cascalhos siltoargilosos. pedras. sempre que possível. idêntica à base original. nunca inferior a 3. no mínimo. d) Espalhar o líquido betuminoso com regadores de crivos largos e furos limpos. O concreto betuminoso pré-misturado a frio (PMF) ou a quente (CBUQ) será lançado sobre a imprimação e atenderá aos seguintes requisitos: a) Ter espessura conforme aquela do pavimento original.5cm ou superior a 10 cm. além de garantir a solidariedade do concreto asfáltico. aproveitando os materiais resultantes das demolições. previamente. de 97% do proctor normal para pistas e 95% do proctor normal para os demais casos.

8. será colocada uma camada de argamassa seca de cimento. de formato irregular porém com uma face lisa. obedecendo ao desenho existente. o pavimento deve ser executado em duas camadas idênticas. a massa será reaquecida. serão assentadas as pedras. 12. após a conclusão da compressão do revestimento de cimento asfáltico. em caminhão basculante – 184 HP. a abertura da via pública ao tráfego somente se verificará 2 (duas) horas. de modo que a temperatura. em concreto vibrado. A calçada portuguesa (mosaico de pedra) é o tipo de revestimento de passeio executado com fragmentos de pedra. a temperatura mínima da massa será de 70°C.9 ESPALHAMENTO DE SOLO E/OU ROCHA EM BOTA-FORA Compreende o espalhamento de material de escavação em bota-fora com trator de lâmina. Sobre uma base de concreto. por meio de placas vibratórias ou rolos lisos. entre os locais de carga e descarga. 12. a granel. a massa receberá uma compactação inicial.1 Transporte de material em geral. Após esta argamassa. com espessura de 3 a 5 cm. o revestimento será comprimido. Se houver queda excessiva de temperatura. incluindo adensamento e rampas de acesso à medida que se tornarem necessários. Após a colocação das pedras. idêntico ao material existente. manual ou mecanicamente. durante o transporte. A recomposição obedecerá às instruções técnicas dos fabricantes. 30 . Após a aplicação. a granel: • Compreende o transporte em caminhões de materiais em geral. de tal forma que a superfície final se apresente desempenada e livre de saliências entre as pedras. no mínimo. Para a completa cura do concreto betuminoso. Para aumentar a aderência.8 TRANSPORTE DE MATERIAL 12. areia grossa e saibro (traço 1:2:4). c) Para o caso de utilização do CBUQ. Outros Pavimentos O revestimento em pré-moldado de concreto deverá ser constituído de lajotas articuladas. de reaquecimento não ultrapasse 140°C. é recomendável uma aspersão de água sobre o revestimento.b) Quando a espessura do concreto asfáltico for superior a 6 cm. • A medição será feita pelo produto do volume do material pela distância média de transporte.

2 A recomposição do asfalto deverá ser feita em PMF. Em qualquer situação. quanto ao tipo de solo recomendado para a camada da envoltória da mesma.Caso seja exigido. A confirmação da obtenção do grau de compactação especificado será feita mediante apresentação de relatório de ensaio.1 A recomposição das valas deverá obter índice de compactação igual ou superior a 97% do Proctor Normal.5 cm. Também deverão ser levadas em conta as orientações dos fabricantes dos materiais especificados pelo projeto para as diferentes tubulações.PREVISÃO DE EXECUÇÃO DAS OBRAS Está previsto o prazo de 2 (dois) meses para execução das obras. A base deverá ser de bica corrida compactada. espessura 3.12. tão logo se conclua o reaterro das valas.10. exclusive base. o material a ser utilizado na recomposição das valas deverá ser sempre isento de pedras e outros materiais que possam comprometer a obtenção do grau de compactação especificado e/ou causar danos a estrutura da tubulação. 13. Constar como compromisso do Empreendedor a entrega do cadastro das redes conforme a norma T. 31 . mediante o uso de equipamentos adequados para a obtenção do grau de compactação esperado sem contudo causar danos a tubulação.10. 12. após a execução da obra.Comunicar a data do início das obras para fins de acompanhamento e fiscalização. apresentar amostras dos materiais que serão aplicados na obra para fins de controle de qualidade em ensaios que serão realizados pela COPASA.COMPROMISSOS DA EMPREENDEDORA COM A COPASA Quando do início dos serviços. 14. .0012/1. a Empreendedora assume os seguintes compromissos com a COPASA: .10 CONTROLE TECNOLÓGICO 12. com espessura de camada compatível com a existente no local.

15 – PLANILHA DE CÁLCULO (DIMENSIONAMENTO REDE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA) (ANEXAR) 32 .

16 – ORÇAMENTO (ANEXAR) 33 .

17 – DESENHOS (ANEXAR) 34 .