| Direito do Consumidor (resumo) 1.A PROTEÇÃO AO DIREITO DO CONSUMIDOR NA CF/88: - art.

5º, XXXII – o Estado tem que fornecer a defesa do consumidor - art. 170, V – toda atividade econômica tem que respeitar o consumdor - art. 48/ADCT – o legislador vai criar um código para a proteção do consumidor. ART. 2º/CDC 5. CONSUMIDOR: Padrão:: Destinatário final - adquirente de Insumos para a atividade econômica: não é consumidor. - intermediário: não é consumidor. art. 3º -Habitualidade Define fornecedor: 1) pessoa física e pessoa jurídica; 2) pessoa jurídica de direito privado e público (quando presta serviços públicos) Fornecedor tem que desenvolver atividade com habitualidade e profissionalidade. A pessoa jurídica ou física pode ser fornecedora em uma relação e, na outra, não. Ex.: Acidente fatal da TAM. Cada um entrava com a ação a pessoa diferente, ninguém sabia ao certo quem era o fornecedor. Fornecedor é aquele que fabrica, vende e revende. Quando eu ofereço meu trabalho sou fornecedor, mas se eu vender meu carro, não sou fornecedor, pois não existe habitualidade e nem profissionalidade. Se eu alugo apartamento não sou fornecedor, mas se a imobiliária aluga é fornecedora, sites como mercado livre são fornecedores também. art. 3º, § 1º 7. PRODUTO-produto é qualquer bem móvel ou imóvel, material ou imaterial, são todos os bens que tenham um valor econômico. art. 3º, § 2º -Remuneração direta e indireta Serviço é toda a atividade feita mediante remuneração, se o prestador não cobrar pelo serviço, o usuário não pode usar o código do consumidor, pois não houve uma relação de consumo. Se o shopping cobra pelo estacionamento, ele tem que pagar o roubo, mas mesmo gratuito o estacionamento é responsável, ou seja, existe até uma sumula, como a 130/STJ, obrigando a reparação de dano ao veículo. Quem é consumidor: 1) Pessoa física e jurídica, uma empresa pode ser consumidor. 2) Essa pessoa física ou jurídica tem que ser a destinatária final. Ex: Se eu vou a Ford e compro um carro para meu uso, é pessoa física e destinatária final. Ex: Vou ao mercado e compro molho para fazer macarronada, também é destinatária final. Ex: Se eu comprar o molho para fazer no meu restaurante, não sou destinatária final, pois é para o uso econômico e não para o uso privado. Ex: A costureira vai às casas Bahia e compra uma máquina de costura (Essa máquina é insumo, são as aquisições de bens ou serviços estritamente indispensáveis ao desenvolvimento da atividade econômica explorado pelo empresário.) , alguns doutrinadores entendem que a maquina é destinatária final e outros entendem que não.

1°. Com todo o seu avanço. em seu art. Se a FENAC vende um computador para a pessoa como um bem de consumo. e não diretamente seu patrimônio. ex: restaurante. será consumidor. deu direitos ao consumidor para que a balança fique equilibrada. Antes de 90 o consumidor não tinha um aparato legislativo tão forte como hoje. não há relação de consumo. foi aprovado o Código de Defesa do Consumidor. III. caput. Em 1990. Foi feito por uma comissão de juristas que estudavam já esse assunto. A proteção a que se refere o art. Antes do CDC. 5° da Constituição deve ser interpretada em conjunto com o art. RELAÇÕES DE CONSUMO:CONSUMIDOR * FORNECEDOR produto serviço Art 5°A própria Constituição Federal já previu a defesa do consumidor. pessoas que no meio jurídico têm um peso enorme. e com a função social do contrato. administrativo etc). o CDC não regra toda relação de compra e venda no mercado. civil. esta é a teoria.Consumidor é aquele que consome. que protegia o consumidor. que é tutelado reflexamente. De tão grande a importância dessa defesa. o simples fato de alguém estar na posição de consumidor já significa que é vulnerável independente da pessoa ser rica ou não. contrata o serviço como destinatário final (o que compra o serviço para si mesmo) Destinatário final: interrompe a produção do bem. XXXII. Para o CDC. ainda que esse seja insumo. para que haja a paridade entre as partes. ele não é consumidor. Esse código é considerado um microsistema. na forma da lei. . 4ºI CDC A VULNERABILIDADE DO CONSUMIDOR – . art. 5°. desde que seja destinatário final.incide apenas sobre as relações de consumo. Ex: A Nestlé compra uma máquina para transformar o tomate em molho. (CONSUMIDOR VUNERAVEL+ FRACO) . O CDC. pois trata de várias esferas do Direito( inclui regras de direito penal. 170. Ex: quando o supermercado compra do agricultor o queijo de Minas para vender. mas a doutrina não a aceita como consumidora. não é destinatário final. revendedor. Quando alguém compra um produto como intermediário. o poder constituinte originário determinou.o tratamento desigual dado ao consumidor/fornecedor e o Principio da Igualdade Se não há consumidor ou fornecedor. era o Código Civil ou o Código Adm. A pessoa jurídica pode ser tratada como consumidor. . A vulnerabilidade do consumidor (justifica os direitos conferidos ao consumidor e os deveres atribuídos ao fornecedor). é premissa básica do CDC. Na tutela do consumidor o que a Constituição quer tutelar é a dignidade da pessoa do consumidor. Quando nós podemos invocá-lo afinal? É preciso que a compra e venda seja considerada uma relação de consumo ( tem que ter circulação de mercadoria). ART 4° CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR: LEI 8078/90. o qual determina que "o Estado promoverá. O CDC não fere o princípio da igualdade: tratar os iguais de forma igual e os desiguais de forma desigual. pois a máquina é insumo para a sua atividade econômica. a defesa do consumidor". compra o produto. É uma lei avançada e muito elogiada por outros países.

saúde e segurança. . e os direitos nele constantes não exaustivos. que não podem acarretar riscos à saúde ou a segurança dos consumidores com exceção de alguns.Proteção contratual. Segurança e evitar os riscos. De acordo com este inciso o consumidor tem o direito de pedir orientação adequada do produto que esta consumindo ao fornecedor pois esta correndo o risco de colocar uma gasolina adtivada no tanque de um carro que em seu manual de fabricação não aconselha.Educação para o consumo. . ART 12° Responsabilidade civil pelos defeitos do produto ou do serviço Art. de ordem pública e de interesse social. princípios gerais do direito. . . constatado o fato que gerou o dano. o consumidor acaba escolhendo apenas com base no preço. que são irrenunciáveis e indisponíveis ( sendo estes dois últimos conseqüência dos dois primeiros). . A exceção destra exceção corresponde ao caso de vítima processar estabelecimento comercial em que trabalha tal profissional. mitigada.Informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços. solidária e integral ( já que não há piso ou teto para a indenização). ex: Medicamento (aqueles que tem efeitos colaterais previsíveis.Proteção da vida. pois neste caso vige a responsabilidade objetiva do CDC. terá que provar a culpa.Art. o produtor. 6° Direitos básicos do consumidor e caracteres de tais direitos –Constam no art.Proteção contra publicidade enganosa e abusiva. o construtor. independentemente da existência de culpa Dessa forma. A restrição ao rigor desta regra consiste : __no direito de regresso daquele que pagar. 6º do CDC direitos abstratos. . em relação a outros responsáveis pelo dano. não havendo necessidade do consumidor apresentar prova da culpa. escolhemos gasolina comum ou gasolina adtivada? Sem a necessária educação e informação. . costumes. pois o CDC admite outros decorrentes da analogia.Indenização. embora possa o juiz neste caso inverter o ônus da prova. a que nem sempre lhe traz melhor benefício. mas não são por isso considerados defeituosos). e o dano à parte mais fraca.Acesso a Justiça. 12. Observe-se que neste caso. tratados internacionais e regulamentos administrativos expedidos pelas autoridades competentes. O referido artigo é um verdadeiro resumo do CDC.Esta responsabilidade civil é objetiva. e o importador respondem. . proveniente da relação de consumo. Exemplo. A exceção disto é a responsabilidade dos profissionais liberais no caso de acidente de consumo segue o regime tradicional da culpa do CC. reconhecidos supra nacionalmente pela ONU e EUA. O fabricante.Assim com este entendimento se verifica que todos os produtos e serviços devem ter proteção à vida da pessoa. nacional ou estrangeiro. direitos básicos do consumidor são em número de 9 (nove): . caberá ao responsável a sua reparação. se se processar pessoalmente o profissional.Qualidade dos serviços públicos ART 8° /9/10 DA QUALIDADE DE PRODUTOS E SERVIÇOS Produtos e serviços colocados no mercado de consumo.Facilitação de defesa de seus direitos. .

Pelos artigos 17 e 29. independentemente da existência de culpa. que estabelecem conceitos de consumidor ditos "por equiparação". o vício é a desconformidade que atinge apenas a incolumidade econômica do consumidor. para efeito de aplicação dos capítulos do Código a que se referem os dois dispositivos. ART 14° O fornecedor de serviços responde. ante o fornecedor. importador ou construtor. Na rua. o pneu se solta e atinge Pedro que estava na calçada. __no fato de só excepcionalmente o distribuidor ser responsabilizado.2) Na rescisão do contrato.É relevante ressaltar que há inversão do ônus da prova no caso de serviço ou bem defeituoso. inexistência do defeito ou culpa exclusiva do consumidor ou de terceiros. com danos à pessoa do consumidor ( tendo sido antes tradicionalmente resolvidas no regime da responsabilidade civil extra-contratual). ART 26° E 27 PRESCRIÇÃO E DECADENCIA -A decadência atinge o direito de reclamar. e a conseqüência disto é que o fornecedor é que deve provar que seu produto ou serviço não estava defeituoso. ART 13° A responsabilidade civil do fornecedor (defeito x vício do produto ou serviço).Enquanto o defeito é a desconformidade que causa ou pode causar acidente de consumo. é consumidor toda a pessoa que se submete aos eventos ou práticas previstos no Código.__em certas excludentes da responsabilidade como não colocação do produto no mercado. 17-Vítima do acidente do consumo: Ex: João utilizou o serviço de uma mecânica para instalar os pneus de seu carro. Assim. pois que.As opções do consumidor no caso de vício oculto do serviço ou produto consistem :1) Na diminuição preço. dentro destas os contratos bancários. Mesmo Pedro não sendo consumidor.5) Na substituição do produto por outro de espécie idêntica ou diversa. o CDC permite que Pedro peça indenização à loja mecânica.4) Na reexecução do serviço. para que não venha o consumidor a sofrer prejuízos. Deste modo tais artigos já garantem a incidência de grande parte diploma legal do consumo sobre todas as atividades bancárias.3) No reparo do produto. solidária e atinge todos os fornecedores do fabricante ao exportador.Juntamente com a restituição da diferença (para o caso de este ser mais barato) e a cobrança de complemento do preço (para o caso de produto mais caro). . A decadência afeta o direito de reclamar. este deve assumir o dano em razão da atividade que realiza Art.Assim. agricultor. 12 e 14 do CDC. pela teoria do risco. cabendo a responsabilidade primária ao fabricante. Se isso ocorrer. ART 18° a 25 Responsabilidade civil pelos vícios de produtos e serviços – Esta responsabilidade civil se caracteriza por ser objetiva. a prescrição afeta a pretensão à reparação pelos danos causados pelo fato do produto ou do serviço. Por tal motivo. o cliente sempre será consumidor quando sujeito a tais eventos e práticas. o fornecedor responde independentemente de culpa por qualquer dano causado ao consumidor. pode valer-se dos arts. qualquer produto posto no mercado de consumo deve atender as mínimas exigências de qualidade e quantidade. como foi vítima do acidente de consumo. causando-lhe dano meramente patrimonial (tendo sido resolvidos tradicionalmente pelo regime de responsabilidade civil contratual como vício redibitório).

causando prejuízos a outrem. se qualquer ato é praticado em desacordo com tal finalidade. aí eu vou no dia seguinte para comprá-la. O objetivo dela é divulgar uma idéia.A prescrição não fere o direito em si mesmo. É diferente da PUBLICIDADE porque ela não quer vender o produto. Rio de Janeiro. nós fomos influenciador pela publicidade. EX: um político que. 29 -Pessoas expostas às práticas comerciais e contratuais: Ex.Determina que toda a informação ou publicidade que seja “suficientemente precisa. Freitas Bastos.36. Art. é seduzir o consumidor. ao passo que a prescrição atinge a pretensão de deduzir em juízo o direito de ressarcir-se dos prejuízos oriundos do fato do produto ou do serviço.. 27 ("Prescreve .. obriga o fornecedor”. em outras palavras. por conseguinte atentatório ao direito. quando é produto conceito. ficamos mais seduzidos.A decadência supõe um direito em potência. ex: carro. dando origem à violação daquele direito. promete mundos e fundos.") e da prescrição no art. A PROPAGANDA não é regrada pelo CDC. veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e veículos oferecidos ou apresentados.CONCEITO DE PUBLICIDADE -finalidade comercial -publicidade é diferente de propaganda O código se preocupa com a publicidade no mercado de consumo. mas sim a pretensão à reparação. . é o abuso de direito. Ou. em eleição. Ed. a oferta.. mas que tenha sofrido algum obstáculo. faz propaganda e não publicidade."O CDC separou as duas realidades. 1. aumentar os adeptos dessa idéia. a prescrição requer um direito já exercido pelo titular.. controla a publicidade para não haver abusos. a informação. O código amolda. independentemente de sua vontade ou de sua boa-fé. Segundo Serpa Lopes (Curso de Direito Civil. Eu posso obrigar a loja a vender a geladeira para mim pelo preço promocional porque eu fui exposto pela prática comercial. A primeira hipótese de desconsideração elencada pelo artigo 28 do CDC. A personalidade jurídica é atribuída visando determinada finalidade social. 7ª ed. vol.quanto ao defeito do produto ou serviço. sendo a desconsideração um meio efetivo de repressão a tais práticas. de acordo com o art. existe uma entidade que faz o controle das atividades ..publicidade e propaganda: publicidade comercial A publicidade sempre tem uma finalidade comercial.. tal ato é abusivo e. 29 do CDC. a publicidade usa de artificioso para vender a beleza.. Tratou da decadência no art. e atual. caduca. vinculará o fornecedor no sentido de ser obrigado a cumpri-la. 1989). a publicidade. que representa o exercício não regular de um direito.. ART 30° A 35 OFERTA. etc. mas o cara da loja diz que a propaganda estava errada. Isso significa que tudo o que fizer parte da mensagem publicitária deve ser integralmente cumprido pelo anunciante porque fará parte do contrato a ser estabelecido entre o fornecedor e o consumidor. 26 ("O direito . "o que se perde com a prescrição é o direito subjetivo de deduzir a pretensão em juízo.: Publicidade: estou na sala assistindo e vejo uma propaganda sobre geladeira com super promoção. rev. Art. SISTEMAS DE CONTROLE DA PUBLICIDADE -público: em que o poder público faz o controle -privado: controle privado nada mais é que o código de conduta da própria categoria auto regulamentação. uma vez que a prescrição atinge a ação e não o direito. a pretensão") ART 28° enumera as hipóteses nas quais é cabível a desconsideração da personalidade jurídica..

fácil e imediatamente. O Conar através de recomendações orienta a retirar a propaganda que não estivar de acordo. nacional ou estrangeira. se não lhes for dada a oportunidade de tomar conhecimento prévio de seu conteúdo.afronta valores da sociedade. capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza. A publicidade sublimar fica no inconsciente. ou se os respectivos instrumentos forem redigidos de modo a dificultar a compreensão de seu sentido e alcance. vem em imagens rápidas. origem. e conscientemente a gente não perceber.art. Peça inicial não é considerado lesão ao art.que tem a estratégia para aglutinar as pessoas para adquirir o produto antes de ser lançado. mas há a tendência de se respeitar o Conar. “os contratos que regulam as relações de consumo não obrigarão os consumidores.publicidade subliminar: sutil. ou que seja capaz de induzir o consumidor a se . a identifique como tal. inteira ou parcialmente falsa. publicidade sublimar e merchandising. Ela só recomendar. encerra o princípio que elas sejam identificadas como publicidade. ex: anuncio na tv. quantidade. . .Art. Conselho de Auto Regulamentação Publicitária. “é abusiva. o CDC trouxe regras para combater a propaganda enganosa Pode ser denunciado ao Conar e ao Procon sobre publicidade enganosa.”. qualidade. que engana o consumidor. criação.publicitárias. Pessoas confundem a realidade com ficção. preço e quaisquer outros dados sobre produto e seviços. § 2º. a publicidade discriminatória de qualquer natureza. expectativa. propriedade. caracteristicas. Há doutrinadores que dizer que é preciso se informar antes ou depois se aquele programa teve ou terá merchandising. ex: médico veterinário expondo produtos para cães. 37. se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança. . agora é escancarado. dentro da novela. por atores de novela.Constitui crime . ninguem vai acreditar que ela usa esse produto. Uma campanha testemunhal fraca é a participação da Xuxa na campanha Davene. à que incite a violência.Publicidade Testemunhal: é quando profissionais expõe os produtos. dando maior credibilidade. Ex: anuncio de carro com direção hidráulico. construção.” Desperta a curiosidade sobre o que não existe. pública ou privada. Teaser: estratégia. então é melhor seguir a recomendação. é aquela mediante recurso a qualquer técnica que possa provocar um destinatário percepções sensoriais de que ele não chegue a tomar consciência. 46 do CDC.merchandising: já foi sublimar. e quando vai comprar o carro não tem e encarece mais para comprar um com direção hidraulica. . importação. § 2º PUBLICAÇÃO ABUSIVA. art. produtos anunciados durante a novela. . fere o ordenamento jurídico. -misto: Adotado pelo Brasil a partir do CDC. explore o medo ou a superstição. 37. é o CONAR. desrespeita valores ambientais. transformação. se não cumprir o Conar pode exteriorizar e fica ruim para a Empresa. 37.” e 3º “fornecedor é toda pessoa física ou jurídica. § 1º PUBLICIDADE ENGANOSA: é enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação ce caráter publicitário. ou. dentre outras. exportação. que é uma forma de tentar seduzir. por qualquer outro modo. meia peça publicitário . montagem. distribuição ou comercialização de produtos ou serviços” do CDC: é aquela que afirma algo que o produto não tem. bem como os entes despersonalizados. você não vê. igual ao da OAB. definição que se aplica doutrinariamente. que desenvolvem atividades de produção. mesmo por omissão. que pelo menos o consumidor tenha a condição de reconhecer que não é real. PRINCÍPIO DA IDENTIFICAÇÃO DA PUBLICIDADE: “a publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor. O teaser não é lesivo.

fantasia é obviar e então ninguem acha que aquele produto cause aquele efeito. pois segundo Fábio Nusdeo.“fazer ou promover publicidade que sabe ou deveria saber ser enganoso ou abusivo. até porque ainda não criou uma fonte de energia que seja totalmente autônoma (artificial) ou inesgotável. . atacando. não configurando uma publicidade enganosa. via calor. art. melhor sopa que existe. isto tem que ser informado na propaganda e não somente na hora da compra. 31 e 35/CDC ART 39° A expressão "prática abusiva" não chegou a ser conceituada pelo CDC.comportar de forma prejudicial ou perigoso a sua saúde ou segurança”. Pena .crime: art.. em seu art. . Lei 9294/96.vinculação à oferta: arts. por sua vez. "quanto aos materiais. apesar de não ser verdadeira não leva o consumidor a erro. induz em erro o consumidor quando omite-se sobre dado essencial de produto ou serviço. não é levado a serio. 39. o meio ambiente" (83). gastar um total.” .Detenção de 3 meses a 1 ano ou multa. isto porque a publicidade estimula a bebida e o consumo de cigarro. . mas para poder pagar em 5 vezes tem que compra uma certa quantia.super exagero. porém a energia. Propagandas de cerveja que abusam da figura da mulher. em especial no que toca a energia. § 3º. o seu tratamento é sempre possível. CDC fere alguns princípios do ordenamento jurídico.informações “falsas” sem o poder de induzir o consumidor em erro => exagero publicitário (puffing) . está claro que não é uma verdade que é uma brincadeira.bebida e cigarro. 67/CDC . esta lei cria restrições a publicidade do tabaco e bebida alcoólica. a inserção no mercado de bens cujas características estejam em desacordo com a política nacional de meio ambiente. apesar de estarem listadas no CDC. mulher objeto. essa é irreciclável e sujeito a perdas.Defendemos que seja incluído neste rol de práticas abusivas.por omissão:: a publicidade enganosa por omissão consiste em deixar de informar. 37. . Ex: Casas Bahia pague em 5 vezes. Não pode ofender um grupo numa publicidade.

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