IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA

)

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS VIEIRA & BASTOS, SROC, LDA

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

1

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

ORÇAMENTO ESTADO 2013
OBJETIVO: MEIOS: INSTRUMENTOS: Redução défice público em 2013 --> limite de 4,5% do PIB Medidas de consolidação orçamental --> 3,2% do PIB (5,34 mil milhões €) Receita fiscal: redução défice público em 2,6% PIB Despesa: redução défice público em 0,6% PIB

RECEITA FISCAL PARA 2013: Aumento de 10,2% face à estimativa da execução da receita fiscal para 2012

RECEITAS FISCAL POR IMPOSTO:
Imposto IRS Imposto do selo IRC IVA variação 2012-2013 + 30,7% + 15,4% + 3,9% + 2,2% Aumento face a 2012 2,8 mil milhões euros 220 milhões euros 173 milhões euros 291 milhões euros

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

2

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

ORÇAMENTO ESTADO 2013 • AGRAVAMENTO DE TAXAS DE TRIBUTAÇÃO • ALARGAMENTO DAS BASES DE INCIDÊNCIA • AUMENTO DOS CUSTOS DE CONTEXTO: ações ou omissões que não sendo embora imputáveis à entidade, ao seu negócio ou à sua organização, prejudicam a atividade das empresas, absorvendo recursos internos • AUMENTO DO ESFORÇO FISCAL RELATIVO DOS CONTRIBUINTES (15% acima da média europeia)

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

3

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

LIMITAÇÃO À DEDUTIBILIDADE DE GASTOS DE FINANCIAMENTO (art.º 67 CIRC):
(revogação do regime de SUBCAPITALIZAÇÃO)

• Introdução de limites à dedutibilidade fiscal dos gastos de financiamento líquidos até à concorrência do maior dos seguintes limites: - 3.000.000 euros, ou

- 30% do resultado antes de depreciações, gastos de financ. líquidos e impostos (EBITDA).
• “…consideram-se gastos de financiamento líquidos as importâncias devidas ou associadas à remuneração de capitais alheios, designadamente juros de descobertos bancários e de empréstimos obtidos a curto e longo prazo, juros de obrigações e outros títulos assimilados, amortizações de descontos ou de prémios relacionados com empréstimos obtidos, amortizações de custos acessórios incorridos em ligação com a obtenção de empréstimos, encargos financeiros relativos a locações financeiras, bem como as diferenças de câmbio provenientes de empréstimos em moeda estrangeira, deduzidos dos rendimentos de idêntica natureza.”.
NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS
4

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

LIMITAÇÃO À DEDUTIBILIDADE DE GASTOS DE FINANCIAMENTO (art.º 67 CIRC):
(SUBCAPITALIZAÇÃO)

• Prevê-se um regime transitório até à implementação plena destes limites, de acordo com o qual o limite estabelecido por referência ao EBITDA vai sendo progressivamente reduzido. • O regime transitório aplica-se nos períodos de tributação iniciados entre 2013 e 2017, sendo os limites de 70% em 2013, 60% em 2014, 50% em 2015, 40% em 2016 e 30% em 2017. • Os gastos não dedutíveis que excedam aqueles limites podem ser utilizados (deduzidos ao lucro tributável) nos cinco períodos de tributação seguintes, com observância do limite para cada exercício: REPORTE DE GASTOS  IMPOSTOS DIFERIDOS • Sempre que os gastos de financiamento líquidos deduzidos, sejam inferiores a 30% do EBITDA, (i.e. o limite não seja “esgotado”), a parte não utilizada acresce ao montante máximo dedutível em cada um dos cinco períodos de tributação seguintes, até a sua integral utilização.
NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS
5

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

LIMITAÇÃO À DEDUTIBILIDADE DE GASTOS DE FINANCIAMENTO (art.º 67 CIRC):
(SUBCAPITALIZAÇÃO)

REGIME TRANSITÓRIO
Limites da dedução assumindo uma empresa com um EBITDA constante de € 6.000.000:
4,500,000 4,000,000
4,200,000 3,600,000 3,000,000 2,400,000 1,800,000
70% EBITDA 60% EBITDA 50% EBITDA 40% EBITDA 30% EBITDA

3,500,000
3,000,000 2,500,000 2,000,000 1,500,000 1,000,000 500,000

0
2013
NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

2014

2015

2016

2017
6

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

LIMITAÇÃO À DEDUTIBILIDADE DE GASTOS DE FINANCIAMENTO (art.º 67 CIRC):
(SUBCAPITALIZAÇÃO)

REPORTE DE GASTOS DE GASTOS DE FINANCIAMENTO
assumindo a aplicação do limite de € 3.000.000

4
Gastos de financiamento 3 líquidos a deduzir (em milhões €)

Montante não dedutível (1M)

2 1 0
Ano "n"
NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

Gastos de financiamento do período

Montante dedutível do ano “n”

Ano "n" + 1

Ano "n" + 2
7

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

RETENÇÃO NA FONTE A NÃO RESIDENTES (art.º 87 CIRC): Agravamento da taxa de retenção na fonte aplicáveis aos rendimentos obtidos em Portugal por não residentes, sem estabelecimento estável, nos seguintes termos:

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

8

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

DERRAMA ESTADUAL (art.º 87-A CIRC): • Agravamento da derrama estadual, mediante redução do limite do escalão do lucro tributável (de 10M€ para 7,5 M€), a partir do qual se aplica a taxa de 5% a título de derrama estadual:
2012 Lucro tributável (em euros) De mais de 1.500.000 até 10.000.000 Superior a 10.000.000 Taxas (em percentagens) 3 5

Proposta OE 2013 Lucro tributável (em euros) De mais de 1.500.000 até 7.500.000 Superior a 7.500.000 Taxas (em percentagens) 3 5

Acréscimo de 50k€ de derrama estadual por cada 2,5M€ de LT

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

9

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

DERRAMA ESTADUAL (art.º 87-A CIRC): Aplicação prática:
Lucro tributável até 7,5M€
3% Lucro superior a 7,5M€

5%

3%

0% LT ≤ 1,5M€ 1,5 < LT < 7,5

0%

3%
LT (€) 8.000.000 7.900.000 7.800.000

LT ≤ 1,5M€ 1,5 < LT ≤ 7,5

LT > 7.5

7.700.000

7.600.000

7.500.000

DE 2012 (€)
DE 2013 (€) Acréscimo DE

195.000
205.000 10.000

192.000
200.000 8.000

189.000
195.000 6.000

186.000
190.000 4.000

183.000
185.000 2.000

180.000
180.000 0

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

10

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

PAGAMENTOS POR CONTA (art.º 105 CIRC): Agravamento dos pagamentos por conta:

2012 Volume de negócios do exercício anterior (em euros) Até 498.797,90 Superior a 498.797,90 Pagamento por conta do ano [em % do imposto pago (coleta) no exercício anterior] 70 90

Proposta OE 2013 Volume de negócios do exercício anterior (em euros) Até 500.000 Superior a 500.000
NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

Pagamento por conta do ano [em % do imposto pago (coleta) no exercício anterior] 80 (+10pp) 95 (+5pp)

11

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

LIMITAÇÃO AOS PAGAMENTOS POR CONTA (art.º 107 CIRC): Limitação apenas admissível quanto ao terceiro pagamento por conta:

Regime atual
Se o sujeito passivo verificar que o montante do pagamento por conta já efetuado é igual ou superior ao imposto que será devido com base na matéria coletável estimada para o período de tributação, pode deixar de efetuar novo pagamento por conta.

Proposta OE 2013
Se o sujeito passivo verifica que o montante do pagamento por conta já efetuado é igual ou superior ao imposto que será devido com base na matéria coletável estimada para o período de tributação, pode deixar de efetuar o terceiro pagamento por conta. Ou seja, limitação admissível apenas quanto ao terceiro pagamento por conta.

Ou seja, limitação admissível a qualquer pagamento por conta.

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

12

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

PAGAMENTOS ADICIONAIS POR CONTA (art.º 105-A CIRC): No cálculo dos pagamentos adicionais por conta, a taxa de 4,5% passa a ser aplicável à parte do lucro tributável superior a 7,5M€.
2012 Lucro tributável do período anterior
(em euros)

Taxas
(em percentagens

De mais de 1.500.000 até 10.000.000

2,5

Superior a 10.000.000

4,5

Proposta OE 2013 Lucro tributável do período anterior
(em euros)

Taxas
(em percentagens)

De mais de 1.500.000 até 7.500.000 Superior a 7.500.000
NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

2,5 4,5
13

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

PAGAMENTOS ADICIONAIS POR CONTA (art.º 105-A CIRC):

Aplicação prática:
Lucro superior a 7,5M Lucro tributável até 7,5M
2,5% 2,5% 4,5%

0% 0%

LT ≤ 1,5M€

1,5 < LT ≤ 7,5

LT ≤ 1,5M€

1,5 < LT ≤ 7,5

LT > 7,5

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

14

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

PAGAMENTO ESPECIAL POR CONTA NO RETGS (art.º 106 CIRC): No cálculo do pagamento especial por conta e efetuar por sociedades tributadas ao abrigo do regime especial de tributação dos grupos de sociedades, a sociedade dominante passa a poder

“deduzir o montante dos pagamentos por conta que seria devido por cada uma das sociedades do grupo, caso este regime não fosse aplicável”

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

15

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

DESPESAS COM EQUIPAMENTOS E SOFTWARE DE FACTURAÇÃO (art.º 184 Lei OE2013): 1. As desvalorizações excepcionais decorrentes do abate, no exercício de 2013, de programas e equipamentos informáticos de faturação que sejam substituídos por programas de faturação eletrónica (art.º 123), são consideradas perdas por imparidade. O sujeito passivo fica dispensado de obter a aceitação, por parte da Autoridade Tributária e Aduaneira, prevista no n.º 2 do art. 38.º do CIRC. As despesas com a aquisição de programas e equipamentos informáticos de faturação eletrónica, adquiridos no ano de 2013, podem ser consideradas como gasto fiscal no período de tributação em que sejam suportadas.

2. 3.

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

16

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

IVA: AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA: Fica o Governo autorizado a criar um regime simplificado e facultativo de exigibilidade (contabilidade???) de caixa, aplicável a pequenas empresas que não beneficiem de isenção de imposto, segundo o qual, nas operações por estas realizadas, o imposto se torna exigível aquando

do recebimento e o direito à dedução do IVA aquando do efetivo pagamento.

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

17

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

IVA: AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA:
SENTIDO E EXTENSÃO DO REGIME: a) Implementação de um regime facultativo de contabilidade de caixa do IVA, tendo em vista a sua aplicação a sujeitos passivos com um volume de negócios anual até € 500 000;
No que respeita à qualificação de MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, o Anexo do Decreto-Lei n.º 372/2007, de 6 de Novembro, refere que: “Artigo 2.º - Efetivos e limiares financeiros que definem as categorias de empresas 1 - A categoria das micro, pequenas e médias empresas (PME) é constituída por empresas que empregam menos de 250 pessoas e cujo volume de negócios anual não excede 50 milhões de euros ou cujo balanço total anual não excede 43 milhões de euros. 2 - Na categoria das PME, uma pequena empresa é definida como uma empresa que emprega menos de 50 pessoas e cujo volume de negócios anual ou balanço total anual não excede 10 milhões de euros. 3 - Na categoria das PME, uma micro empresa é definida como uma empresa que emprega menos de 10 pessoas e cujo volume de negócios anual ou balanço total anual não excede 2 milhões e euros.”

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

18

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

IVA: AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA:
SENTIDO E EXTENSÃO DO REGIME: b) Regime aplicável à globalidade das operações realizadas por esses sujeitos passivos no território nacional, com exceção das seguintes operações: i. ii. iii. iv. Importação, exportação e atividades conexas; Transmissões e aquisições intracomunitárias de bens e operações assimiladas; Prestações intracomunitárias de serviços; Operações em que o destinatário ou adquirente seja o devedor do imposto.

c)
c)

Estabelecimento de um período mínimo de permanência no regime de dois anos;
Obrigação de liquidar o imposto devido pelas faturas não pagas, no último período de cada ano civil (E A DEDUÇÃO?);

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

19

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

IVA: AUTORIZAÇÃO LEGISLATIVA:
SENTIDO E EXTENSÃO DO REGIME: e) Criação de normas anti-abuso (mecanismos aptos a permitir a verificação do cumprimento dos requisitos do regime pela Autoridade Tributária e Aduaneira); f) O exercício pela opção de aplicação deste regime implica a autorização por parte do sujeito passivo para levantamento do SIGILO BANCÁRIO, nos termos do artigo 63.º-B da Lei Geral Tributária;

g) Determinação dos registos contabilísticos adequados a controlar os pagamentos recebidos e efetuados, associando-os com as faturas emitidas ou recebidas; h) Definição de um regime sancionatório próprio para a utilização indevida ou fraudulenta do regime de exigibilidade de caixa.

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

20

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

OUTRAS (INTENÇÃO DE) ALTERAÇÕES COM IMPACTO EM SEDE DE IRC:
1. Medidas tomadas em sede de IRS > rendimento disponível > consumo interno > lucro tributável IRC. 2. Redução das ajudas de custo. 3. Agravamento da tributação do subsídio de refeição em IRS - montantes a partir de 4,27 euros serão tributados (atualmente a isenção é válida até aos 5,12 euros). 4. Planos de recuperação de empresas (CIRE):
i. As variações patrimoniais positivas resultantes das alterações das dívidas previstas nos planos de recuperação deixam de relevar para efeitos de formação da matéria coletável do devedor; ii. O valor dos créditos objeto de redução, ao abrigo de plano de recuperação será considerado como gasto do respetivo exercício, para efeitos de apuramento do lucro tributável dos sujeitos passivos de IRS/IRC.

4. Descida da taxa de IRC (para 10%) para novos projetos de investimento - para quando? 5. Regime de reinvestimento de lucros e entradas de capital (dedução à coleta de 10% dos lucros retidos e entradas dos sócios) – para quando?

NELSON BASTOS
REVISOR OFICIAL DE CONTAS

21

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

"Há uma definição de inteligência que é: quando se vê que uma coisa não funciona, não se insiste nela”
De Grauwe, economista, antigo deputado no parlamento da Bélgica e professor na London School of Economics


NELSON BASTOS

NELSON BASTOS

REVISOR OFICIAL DE CONTAS REVISOR OFICIAL DE CONTAS VIEIRA & BASTOS, SROC, LDA

22

IMPACTOS DO ORÇAMENTO DE ESTADO 2013 AO NÍVEL DO IRC E DA CONTABILIDADE (O IVA DE CAIXA)

MUITO OBRIGADO PELA ATENÇÃO

Comentários, dúvidas e contributos, nb.sroc@mail.telepac.pt

NELSON BASTOS

NELSON BASTOS

REVISOR OFICIAL DE CONTAS REVISOR OFICIAL DE CONTAS VIEIRA & BASTOS, SROC, LDA

23