Plano de Negócios

Introdução a Atividade Empresarial Turma "E" Integrantes: Antonio de Freitas Tristão Neto - 07/44271 Daniel Robson Ludgero de Barros - 05/96442 Marcelo Leite Freire - 07/35663 Rafael Carvalho Pereira - 09/14657 Pedro Paulo Figueiredo Mendonça de Freitas - 09/0030931

1. Conceito do Negócio
1.1 Oportunidade do Negócio A geração de energia elétrica pode ser considerada uma das grandes conquistas da humanidade nos últimos tempos, entretanto, alguns sérios problemas surgiram juntamente com as diversas formas de se gerar eletricidade. Isso porque, na maioria das formas, o processo gerador agride seriamente o meio ambiente, que é uma realidade para o mundo inteiro, incluindo o Brasil. Dessa forma, é evidente, que, quem for capaz de produzir energia elétrica de uma forma inofensiva ao meio ambiente deverá ter um prestígio maior na área. Sabendo dos problemas mundiais, e também da consciência de toda a população mundial, acreditamos que a energia elétrica gerada a partir da energia térmica solar, ou outras formas de geração de energia limpa, pode ajudar muito na solução desse sério problema mundial, pois todos querem a saúde do nosso planeta Terra. Além disso, são poucas empresas que fornecem esse tipo de serviço, que é de grande aceitação, pelos inúmeros benefícios ao consumidor.

1.2 Proposta Comercial Nossa empresa atua no ramo de geração de energia, mais especificamente em energia limpa. Nosso foco principal é a energia térmica solar, por ser de fácil acesso e fornecida de forma aparentemente ilimitada. A energia solar nos fornece algumas oportunidades de atuação no mercado, como no aquecimento de água com eficiência, além da geração de energia para todo um conjunto residencial, por um preço que, em longo prazo, pode ser mais em conta que formas usuais de geração de energia. Para isso, oferecemos a instalação e o fornecimento de placas e coletores fotovoltaicos, além de manutenções periódicas nas mesmas. Somos uma empresa nova que busca um espaço no mercado, que conta com o apoio da Lei de Incentivo a Expansão de Geração de Energia Limpa, e consequentemente com incentivos governamentais a indústrias que utilizem esse tipo de energia; para que nosso crescimento seja cada vez maior. A Lei de Incentivo a Expansão de Geração de Energia Limpa encontra-se ao fim do plano de negócios em anexo.

1.3 Visão do setor no Brasil O Brasil é extremamente forte na geração de energia elétrica a partir da força da água, que agride o meio ambiente por necessitar da construção em meios naturais de gigantescas (ou nem tão grandes assim) hidrelétricas, que alteram todo um ecossistema regional de forma brusca. É um país tímido ainda em outras formas de geração de energia, e a energia térmica solar, que representa uma tendência mundial atualmente, não chegou ainda ao Brasil de forma marcante, com um serviço impecável e de qualidade. O Brasil apresenta uma grande vantagem em questão de incidência solar, logo apresenta certa vantagem no aproveitamento desse tipo de energia, como ilustra a figura 1.

Figura 1 – Radiância Solar Média (em W/m²).

Observa-se que o Brasil encontra-se em uma área de média para alta incidência, o que significa que as chances desse tipo de empreendimento dar certo, devido às condições climáticas, aumentam satisfatoriamente.

2. Equipe de Empreendedores

2.1 Funções A empresa terá sua estrutura organizacional formada por departamentos, os quais estarão divididos e possuirão as seguintes funções:  Presidência A presidência possuirá a responsabilidade de atuar como representante legal, fiscalizar as atividades dos demais departamentos da empresa, representar a empresa no relacionamento com parceiros, clientes e funcionários. Além de ser responsável por decisões de caráter operacional.  Diretoria Administrativa e Financeira Será responsável por manter as responsabilidades legais junto aos órgãos governamentais, administrar os recursos financeiros da empresa, cuidar dos trabalhos burocráticos e gerenciar questões tributárias, judiciais e trabalhistas.  Diretoria de Marketing Será responsável por traçar toda a estratégia de divulgação da empresa no mercado, realizar pesquisas para identificar o público alvo, identificar parceiros em potencial, captação de clientes, pesquisas de satisfação de clientes e trabalhos de fidelização de clientes para futuros serviços ou indicações.  Diretoria de Recursos Humanos Será responsável por cuidar do bem estar e integração dos funcionários da empresa, bem como organizar treinamentos e capacitações para aumentar a qualidade do serviço oferecido pela empresa.  Diretoria de Projetos Será responsável pela elaboração e desenvolvimento dos projetos, gerenciar os técnicos responsáveis pela implementação dos projetos e garantir a qualidade do serviço prestado. Será composta pelo diretor de projetos, equipe de projetistas e técnicos de instalação.  Conselho Executivo Será responsável por tomar as decisões relativas ao futuro da empresa, investimentos, formalização de parceiros. Será composto pelos diretores da empresa.

sendo portanto os encarregados da atividade fim na empresa.1 Visão Ser referência nacional na implementação de aquecedores e painéis solares. Os técnicos terceirizados contratados serão responsáveis pela instalação e manutenção do produto. Além dos sócios.  Diretor de Marketing: Rafael Carvalho Pereira. que serão os responsáveis por gerir a atividade meio da empresa.3 Recursos humanos O projeto inicial é que a empresa seja constituída por cinco sócios que serão os diretores dos departamentos e os responsáveis também pelos projetos. 3.2 Níveis de Responsabilidade  Diretor Presidente: Daniel Robson Ludgero de Barros.2 Missão Contribuir com a preservação do meio ambiente.  Diretor Administrativo e Financeiro: Pedro Paulo Figueiredo Mendonça de Freitas. Empresa 3. 2. sempre incentivando o uso de alternativas energéticas. 3.3 Quantidade de empregados Os diretores dos departamentos serão os cinco sócios da empresa. tornando-as populares em residências. 3. . condomínios e indústrias. a empresa possuirá uma secretária.  Diretor de Recursos Humanos: Marcelo Leite Freire.  Diretor de Projetos: Antonio de Freitas Tristão Neto. popularizando formas de energias limpas e renováveis. Os diretores também serão responsáveis por criar os projetos. mais uma secretária. Uma equipe de técnicos terceirizados será responsável pelas instalações e serviços de manutenção do produto.2.

br/zpublisher/secoes/home.www.com Via do Sol .html Solar Brasil . sendo que o principal é que seja em um lugar conveniente para o transporte de nossos produtos até os clientes.5 Infra-estrutura e localização Inicialmente teremos um depósito e uma oficina para nossos produtos.3. 3.smtic. .com .com Shenzhen Shenlong Watch Factory . Nossos serviços consistirão em fazer orçamentos.6 Tecnologia e processo de produção Através do contato com fornecedores e parceiros estaremos sempre procurando por produtos com as melhores tecnologias.alibaba. a divulgação e a inserção da empresa no mercado. e ao mesmo tempo sejam acessíveis para nossos clientes.http://www.apmpe.http://www. A localização do depósito pode ser mais flexível.en.alibaba.br/port/home/index.br/ Buscaríamos também parcerias com empresas de construção e de piscinas para aplicarmos nossos serviços de aquecimento solar.com.com.asp APINE .br APMPE . que tenham uma boa eficiência.abiape.org.www.apine. Teremos também uma loja para expor os produtos.com.4 Fornecedores e parcerias estratégicas Os fornecedores serão escolhidos de modo a oferecer sempre o melhor produto ao cliente como uma alternativa viável à sociedade.http://portuguese.abrace. As parcerias visam aumentar a eficiência dos produtos oferecidos pela empresa. esta sendo bem localizada e próxima a áreas residenciais com grande quantidade de clientes potenciais.com.www. 3.viadosol. Sutex Himatech .htpp://szshenlong. instalação e manutenção dos nossos produtos.br Aliaba.http://www.br/ ABRACE .com/searchsuppliers-painel%2Bsolarsearchbar.asp ABIAPE .http://www.com.solarbrasil.

placa absorvente: serve para receber a energia e transformá-la em calor. retira-se calor destes podendo aproveitar este para aquecer um depósito de água.A mais comum das tecnologias de aproveitamento da energia solar térmica ativa é o coletor solar. consegue-se reduzir as perdas térmicas na proporção dessa redução. mas perdem menos radiação. dos agentes externos. seguindo o sol no seu movimento aparente diurno. Ao fazer circular o fluido térmico através dos tubos dos coletores. pelo que o coletor tem de se manter sempre perpendicular aos raios solares. Figura 2 – Coletor solar plano Coletores concentradores Para atingir temperaturas mais elevadas deve-se diminuir as perdas térmicas do receptor. transmitindo-a para o fluido térmico que circula por uma série de tubos em paralelo. quanto maior é a concentração menor é o ângulo com a normal aos coletores segundo o qual devem incidir os raios solares para serem captados. Para obter maiores rendimentos existem superfícies seletoras que absorvem como um corpo negro.caixa isolada: serve para evitar perdas de calor uma vez que deverá ser isolada termicamente. dando rigidez e protegendo o interior do coletor. . Existem vários tipos de coletores: Coletor plano Este tipo de coletor é o mais comum e destina-se a produção de água quente a temperaturas inferiores a 60 ºC. Este é formado por: . . e a concentração é precisamente a relação entre a área de captação (a área de vidro que serve de tampa á caixa) e a área de recepção. . Os sistemas assim concebidos chamam-se concentradores. Acontece que. Estas são proporcionais à superfície deste. Reduzindo-a em relação à superfície de captação.cobertura transparente: para provocar o efeito de estufa e reduzir as perdas de calor.

já que o sol incide na parte superior das aletas. que no caso dos CPC’s a superfície absorvedora é constituída por uma grelha de aletas em forma de acento circunflexo. aumentado assim ainda mais a temperatura do fluido e diminuindo as perdas térmicas. colocadas por cima de uma superfície refletora. A diferença fundamental entre estes coletores e os planos é a geometria da superfície de absorção. Figura 4 – Coletor concentrador parabólico . Figura 3 – Coletor solar concentrador CPC ou coletores concentradores parabólicos O desenvolvimento da óptica permitiu muito recentemente a descoberta de um novo tipo de concentradores (chamados CPC ou Winston) que combinam as propriedades dos coletores planos (também podem ser montados em estruturas fixas e têm um grande ângulo de visão o que também permite a captação da radiação difusa) com a capacidade de produzirem temperaturas mais elevadas (>70ºC). como os concentradores convencionais do tipo de lentes. pois o mecanismo de controle para fazer o coletor seguir a trajetória do sol é bastante dispendioso e complicado. e os raios que são refletidos acabam por incidir na parte inferior das aletas.Esta é uma desvantagem. além de só permitir a captação da radiação direta. A captação solar realiza-se nas duas faces das aletas.

a água aquecida pelo Sol no coletor sobe. Após a instalação dos coletores. A bomba poderá ser comandada por um sistema de controle automático (o comando diferencial).Coletores de tubo de vácuo Estes consistem geralmente em tubos de vidro transparente cujo interior contém tubos metálicos (absorvedores). quando se aquece um fluido. elevando assim o rendimento a altas temperaturas. fazendo esta descer. devido a menores coeficientes de perda a eles associados. quanto maior é a sua temperatura menor a sua densidade. . Por isso. "empurrando" a água mais fria do depósito. purgador. este tem tendência a estratificar-se. para subir novamente quando for aquecida. Estes sistemas são compostos pelo coletor solar. A atmosfera interior dos tubos é livre de ar. ficando a parte mais quente na zona superior. deve-se instalar o restante dos sistemas de circulação. o que elimina as perdas por convecção dos tubos de vácuo. O depósito deve ficar acima do coletor. Figura 5 – Circulação em Termosifão Circulação forçada Nas situações em que não é viável a colocação do depósito acima da parte superior dos coletores é necessário usar bombas eletrocirculadoras para movimentar o fluido térmico. Os dois principais tipos de sistemas de energia solar térmica são: Circulação em termossifão O mesmo fluido a temperaturas diferentes tem também densidades diferentes. No sistema de termossifão. depósito acumulador. vaso de expansão e outros pequenos acessórios. senão dá-se o fenômeno inverso quando não houver sol (termossifão invertido).

depósito acumulador. purgador. Figura 7 – Instalação simplificada . Figura 6 – Circulação Forçada Além do painel fotovoltaico. .um controlador de carga: de forma a gerir a "entrada" e "saída" de energia das baterias.grupo acumulador (baterias): onde a energia é armazenada para uso posterior quando não há luz solar.Tdep) entre os coletores e o depósito seja de 5 ºC. bomba eletrocirculadora. Estes sistemas são compostos pelo coletor solar.inversor de corrente: uma vez que os painéis produzem corrente contínua.O sistema de controle (comando diferencial) está regulado de modo a por a bomba em funcionamento logo que a diferença de temperatura (Tout . controlador diferencial.sistema de apoio: quando a energia solar disponível é insuficiente. e a maior parte dos eletrodomésticos consomem corrente alternada. o sistema é geralmente composto por: . vaso de expansão e outros pequenos acessórios. . .

Necessidade de instalação de baterias suplementares (período da noite). obterão uma parte maior da empresa aqueles que investirem mais na sociedade.7 Forma jurídica Nossa empresa será composta por uma Sociedade Limitada cuja totalidade será dividida entre os cinco sócios baseada no capital inicial investido por cada um.O princípio de funcionamento dos painéis fotovoltaicos baseia-se na conversão direta da energia solar em energia elétrica. podendo excitar elétrons da banda de valência para a banda de condução e dando origem à criação de pares elétron-buraco. Baixo custo de manutenção. antes de se recombinarem. Análise Estratégica 4. 3.1 Matriz SWOT Forças Forma de fornecimento de energia limpa. Segue-se logo a extração das cargas em corrente contínua para utilização. Nos materiais semicondutores sob o efeito de uma radiação luminosa. Baixo rendimento das placas (pequena taxa de conversão de energia solar em elétrica). Economia a longo prazo para o consumidor. Requer manutenção periódica. A este efeito dá-se o nome de efeito fotovoltaico. a energia dos fótons incidentes é diretamente transferida para o sistema eletrônico do material. 4. Para obter uma corrente elétrica é criada uma estrutura de separação dos portadores de carga fotogerados. Oportunidades O clima da região é um incentivo para obtenção dos produtos e serviços Ameaças O baixo rendimento dos painéis atuais e o alto custo podem desencorajar . por ação do campo elétrico interno. Fraquezas Mercado consumidor pequeno. Alto custo das placas e de instalação das mesmas. envolvendo a transferência de energia dos fótons da radiação incidente para os elétrons da estrutura atômica do material. Desta forma.

da e legislação manutenção. 4. Fazer parcerias vantajosas para nossa empresa. Gastos futuros apenas com potenciais clientes. ou seja. . Aprovação da Lei de Incentivo a Expansão de Geração de Energia Limpa em todas as instâncias da legislação brasileira. instalações. Regulamentação desfavoráveis. painéis que sejam baratos. Uma boa estratégia de marketing para que possamos difundir nossos produtos e serviços no mercado e identificarmos nosso público alvo. Encontrar uma forma de incentivar as pessoas a utilizarem a energia solar como fonte alternativa de energia. Variações climáticas podem prejudicar o aproveitamento da energia solar. marketing. Necessidade do surgimento de novas tecnologias no futuro para que o uso da energia solar continue em alta. .oferecidos pela empresa. Lei de incentivo a energias renováveis e limpas. Surgimento de novas tecnologias que aumentam o rendimento dos painéis e diminuem seu preço aumentando o índice de aceitação no mercado e tornando-os mais acessíveis. manutenção. entre outros. que possuam uma boa eficiência e necessitem de pouca manutenção. Parcerias que facilitem nossos serviços ajudando nos problemas de logística.2 Fatores críticos de sucesso Oferecer produtos com o maior custo-benefício possível. Crescente conscientização população em relação à utilização de energias limpas.

pretende instituir Conselho e Fundo Nacional de Fomento à Pesquisa e Desenvolvimento de Energias Limpas. de acordo com a proposta. Autor: Deputado Roberto Gouveia Relator: Deputado Fernando Ferro I . assim como incentivar a formação de mão-deobra .001. cuja autora é a ilustre Deputada Solange Amaral.514. Outra finalidade do Conselho seria fazer com que as distribuidoras de energia elétrica obtenham. 2 Entre os objetivos do referido Conselho estão incentivar a pesquisa. de 2009.715.514. teria também a atribuição de estudar a viabilidade de criação de limites de emissão. e nº 5. DE 2003 Altera o art. até 2020.RELATÓRIO Nesta fase. PROJETO DE LEI No 630. de 2009. recentemente apensados ao PL nº 630. DE 2003. 1º da Lei no 8. O Conselho. E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS" (PL 0630/03 – FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA).001. com mercado de direitos de emissão. QUE "ALTERA O ART. 1º DA LEI Nº 8. CONSTITUI FUNDO ESPECIAL PARA FINANCIAR PESQUISAS E FOMENTAR A PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E TÉRMICA A PARTIR DA ENERGIA SOLAR E DA ENERGIA EÓLICA. DE 13 DE MARÇO DE 1990. bem como apreciar as emendas oferecidas ao substitutivo do relator apresentado perante esta Comissão Especial. O PL nº 5. 15% da energia a partir de fontes renováveis.Anexo I COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A PROFERIR PARECER AO PROJETO DE LEI Nº 630. o objetivo é analisar os Projetos de Lei nº 5. de 13 de março de 1990. DO SENHOR ROBERTO GOUVEIA. e dá outras providências. de 2003. produção e utilização das fontes limpas e propor a concessão de benefícios fiscais. de 2009. constitui fundo especial para financiar pesquisas e fomentar a produção de energia elétrica e térmica a partir da energia solar e da energia eólica.

nosso substitutivo já prevê a utilização do Sistema Financeiro da Habitação. Destacamos o propósito do PL nº 5. incorporamos o mecanismo previsto no PL nº 5. que seriam pagos por meio de parcelas cobradas na fatura mensal de energia elétrica. que prevê que recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador sejam repassados pelas . acreditamos. economicamente viável e capaz de gerar expressivo número de postos de trabalho em nosso País. optamos por incorporar aos objetivos do fundo previsto em nosso substitutivo o apoio à capacitação de mão-de-obra para atuar no campo das fontes alternativas renováveis. de 2009.para atuar no setor de energias alternativas. tem a finalidade de incentivar o aproveitamento da energia solar para aquecimento de água nas residências brasileiras. de criar um fundo para incentivar as pesquisas referentes às fontes alternativas. assim como seu autor. que é uma energia limpa. A partir do que consta no projeto em análise. Governos Estaduais.715.715/2009.514. de autoria do eminente Deputado Maurício Rands. além de parcela dos royalties do petróleo. É o relatório. II . para facilitar ainda mais o acesso aos aquecedores solares. A proposição estabelece ainda que os recursos do fundo seriam provenientes do Governo Federal. Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel e concessionárias de energia.715. propondo que as concessionárias de distribuição de energia elétrica financiem a aquisição de coletores solares. Com essa finalidade. de 2009. 3 No que se refere ao PL nº 5. entendemos que ambos são bastante oportunos e estão em consonância com as disposições adotadas no substitutivo que elaboramos. apresentado a seguir.VOTO DO RELATOR Analisando os projetos de lei recém apensados. Ressaltamos que as 96 emendas oferecidas ao substitutivo serão analisadas no voto. Já o PL nº 5. que a disponibilidade de financiamento para o consumidor final é essencial para o desenvolvimento de todo o potencial da fonte termossolar. Entretanto. parcialmente financiado com recursos dos royalties do petróleo. de 2009.

que vinte anos é o prazo consagrado. verificamos que a Emenda nº 1 tem a finalidade de permitir que os pequenos produtores rurais. técnica legislativa ou adequação orçamentária e financeira. não vemos óbices para que sejam admitidas quanto aos aspectos da constitucionalidade. com a cobrança das parcelas do financiamento efetuada por meio da fatura mensal de energia elétrica. todavia. distintamente. não . Apesar de entendermos que essa forma de comercialização atualmente é viável apenas para o caso do etanol. o que nos leva a incorporar a sugestão. concernentes às fontes alternativas 4 renováveis. Entendemos. o que consideramos apropriado. bem como aqueles celebrados com as geradoras federais. Passando ao exame do mérito das emendas ao substitutivo. ou as cooperativas que constituírem. por exemplo. acreditamos que essa realidade poderá se alterar no futuro. Em relação à admissibilidade das emendas oferecidas ao substitutivo. possam vender diretamente aos postos revendedores e aos consumidores finais os biocombustíveis produzidos. seja fixado em 25 anos. a vida útil dos empreendimentos e o prazo de quatorze anos dos financiamentos do BNDES favorecem o prazo de vinte anos. técnica legislativa e adequação orçamentária e financeira. uma vez que cada tecnologia apresenta custos de geração diferentes. Fatores como. para esse tipo de contrato. As Emendas nos 3. tanto no Proinfa como internacionalmente. juridicidade. para cada fonte que participe dos leilões de energia alternativa renovável. 6 e 8 propõem que os prazos dos contratos decorrentes dos leilões e chamadas públicas. A Emenda no 2 sugere que seja explicitado que o critério de menor tarifa deve ser aplicado. consideramos que tais proposições acessórias não apresentam entraves relacionados aos aspectos da constitucionalidade. Devemos também ter em conta que contratos referentes a tecnologias ainda não completamente amadurecidas. Além de considerar que essas proposições que ora examinamos são pertinentes no que se refere ao mérito. em decorrência de suas curvas de aprendizado. que tendem a apresentar custos decrescentes. juridicidade.distribuidoras de energia elétrica aos consumidores que desejarem adquirir tais equipamentos.

os consumidores finais. praticamente. restringiriam contratações. porém. A Emenda nº 9 pretende exigir que. Esses percentuais. porém. Consideramos. no entanto. certamente. o período de uma nova concessão. pois podem ocorrer situações em que a geração renovável não esteja disponível. Acreditamos. A Emenda nº 4 objetiva estabelecer que a faixa de potência instalada para participação nas chamadas públicas seja de 50 a 5. que a renovação por 25 anos é muito longa. 5 As Emendas de nos 11. o que torna imprescindível a definição . A Emenda nº 5 propõe que sejam instituídos percentuais de participação de cada fonte nas chamadas públicas. constituindo. que a medida proposta poderia causar problemas de abastecimento nessas áreas. demasiadamente. o que não entendemos apropriado. Consideramos. entretanto. para que haja uma sinalização precisa para os empreendedores interessados. sobrecarregando. que o montante de investimento exigido para plantas maiores que 1000 kW permite que os empreendimentos sejam contratados por meio do mecanismo de leilão. Acreditamos. devido ao risco de manterem-se acima do mercado por períodos muito dilatados. no entanto. que um programa de dez anos tem como um de seus objetivos centrais o desenvolvimento da indústria nacional. A Emenda nº 10 tem o propósito de estabelecer que a capacidade mínima de geração a ser contratada por meio dos leilões poderá ser revista depois de 5 anos de implementação do programa. A Emenda nº 7 tem a finalidade de fixar em 25 anos o prazo de prorrogação das concessões de hidrelétricas repotenciadas. toda nova energia contratada para atender os sistemas isolados seja proveniente de fontes renováveis. que é melhor ter um programa bem definido quanto aos montantes a contratar. 43 e 46 objetivam retirar a exigência de índice de nacionalização para a participação nos leilões de fontes alternativas renováveis de energia elétrica. Entendemos. uma vez que cada região do Brasil possui diferentes vocações energéticas e a sistemática deverá realizar-se em âmbito estadual. a partir de 2011.000 quilowatts (kW).devem ter duração muito longa.

Consideramos que essas propostas ficaram prejudicadas. de maneira ainda mais contundente. pretende estabelecer que o índice de nacionalização deverá ser definido na regulamentação. estabelecida pela Medida Provisória nº 466. As Emendas nos 13. Já as Emendas nos 20 e 45 objetivam alterar a potência média anual a ser contratada de 200 para 350 MW para a fonte eólica. No caso da realização de licitações. Nesse sentido. de 29 de julho de 2009. que a definição de montantes mínimos obrigatórios muito elevados pode dificultar o cumprimento do programa. por sua vez. Avaliamos de forma muito favorável a medida. entendemos que fica contemplado o objetivo de promoção da livre concorrência. A Emenda nº 68. As Emendas nos 14 e 28 têm a finalidade de estipular incremento anual de 5% no índice de nacionalização mínimo. o que não consideramos apropriado. quando julgado conveniente. pois decidimos alterar os artigos 10 e 11 do substitutivo para compatibilizar suas disposições com a nova sistemática para atendimento aos mercados de energia elétrica dos sistemas isolados. ressaltando que a definição do piso não impede a contratação de volumes maiores. em substituição ao mecanismo de chamadas públicas anteriormente previsto. A Emenda nº 39 prevê ainda que deverão ser observados critérios que incentivem o intercâmbio tecnológico e a livre concorrência. Assim. consideramos adequado manter os valores propostos originalmente no substitutivo. o desenvolvimento da indústria nacional.000 kW possam usufruir . até que se alcance o percentual de 90%. 6 As Emendas nos 15 e 30 têm o propósito de permitir que empreendimentos de capacidade instalada inferior a 3. por retirar do Poder Legislativo a decisão quanto essa importante questão de política pública. por meio de leilões. anualmente. Acreditamos. porém. para cada uma das tecnologias referidas no artigo 2º do substitutivo. A Emenda nº 12 pretende elevar para 400 megawatts (MW) a potência média a ser contratada.de índice mínimo de nacionalização de equipamentos e serviços. que poderá estimular. propomos que a contratação prioritária de fontes renováveis para os sistemas isolados se dê por meio de licitações. 31 e 39 objetivam inserir a palavra "índice" no § 3º do artigo 11 do substitutivo.

de acordo com as regras vigentes. Trata-se de sistemática semelhante à adotada no Repetro (Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação de Bens Destinados às Atividades de Pesquisa e Lavra das Jazidas de Petróleo e de Gás Natural). a necessidade e a forma de uma eventual prorrogação. sugestões que consideramos compatível com o propósito de se desenvolver as fontes alternativas renováveis. 33 e 54 pretendem retirar o benefício tributário previsto no artigo 36 do substitutivo para os importadores e concedêlo a fabricantes de equipamentos utilizados para a produção de energias renováveis. As Emendas nos 18 e 37 pretendem incluir. que é mais adequado manter os prazos em dez anos e avaliar.de sub-rogação da Conta de Consumo de Combustíveis – CCC. Acreditamos. já podem usufruir da sistemática de sub-rogação da CCC. tendo em conta os resultados obtidos no período inicial. que consiste. nos leilões para a contratação de energia alternativa renovável. o financiamento da medição de novos potenciais e a capacitação profissional para atuação no campo das energias limpas. Entendemos desnecessária a alteração no substitutivo. mas. que desonera as fontes alternativas renováveis das contribuições e impostos federais. somente poderão ser utilizados equipamentos novos. As Emendas nos 16. nos objetivos do fundo previsto no substitutivo. Julgamos pertinentes as propostas. 29 e 93 possuem a finalidade de . optamos por adotar mecanismo mais abrangente. 7 As Emendas de nos 21. 26 e 28 pretendem determinar que. As Emendas nos 19. As Emendas nos 17. pois os empreendimentos de mais de 1. o que consideramos importante para estimular o desenvolvimento da indústria nacional e evitar a importação de máquinas obsoletas e menos eficientes. basicamente. porém. 34 e 43 têm por objetivo estender o prazo dos programas de incentivo à contratação de fontes alternativas renováveis previstos no substitutivo de dez para quatorze anos. em tratar como exportação a venda de bens e insumos a serem utilizados na produção de energia alternativa renovável. em substituição aos artigos 36 e 37 previstos inicialmente no substitutivo.000 kW. futuramente.

especificamente. apropriada para instalação em edificações residenciais urbanas e rurais. alcançam também os consumidores livres. Consideramos. contemplando. das contribuições e impostos federais. em relação ao mesmo dispositivo. por incluir um piso de remuneração aplicado. à energia de origem fotovoltaica. Entendemos que não devemos acatar tal sugestão. como o aumento da segurança no abastecimento. pelas indústrias. assim. Optamos. decidimos adotar mecanismo mais abrangente. substituir o mecanismo de realocação de energia para eólicas por mecanismo de reconciliação contratual. as tarifas dos consumidores finais do Ambiente de Contratação Regulada – ACR. As Emendas nos 22. As Emendas nos 24. que seja estabelecido. para prever a suspensão do IPI na aquisição. Consideramos pertinentes as sugestões. ainda.637/2002. que trata de repotenciação de hidrelétricas. propõe. que os benefícios das fontes alternativas.incluir a palavra "alternativas" no título da Seção III. A emenda nº 25 objetiva retirar do § 3º do artigo 2º do substitutivo a expressão "realocação de energia". Na mesma linha da sugestão. na Seção III. todavia. Entretanto. como referência para o piso da remuneração da microgeração distribuída. 55 e 81 objetivam suprimir o artigo 4º do substitutivo. como já mencionado. A Emenda sugere. porque a repotenciação de hidrelétricas representa uma fonte renovável barata e sem impacto ambiental. entendemos que o mais adequado é fixar tal piso como a tarifa média nacional correspondente à classe dos consumidores residenciais. ainda. . razão que nos impede de acatar a sugestão proposta. 32 e 50 buscam acrescentar novo artigo que altere a Lei no 10. de partes e peças para geração de eletricidade por fontes alternativas. que desonera. por sua vez. pois. permite-se também a utilização de hidrelétricas para se atingir o objetivo de se reduzir a utilização das termelétricas convencionais para o abastecimento dos sistemas isolados. os objetivos constantes dessas três emendas. A Emenda nº 65. os equipamentos e insumos utilizados na produção de energia alternativa renovável. A Emenda nº 23 propõe que os custos das chamadas públicas para contratação de fontes alternativas renováveis sejam suportados apenas pelos consumidores do mercado regulado. pois favorecem a indústria nacional. Não concordamos com a supressão.

Entendemos. como foi feito no Proinfa. Entendemos não ser possível acatar a sugestão.8 Consideramos. todavia. As Emendas nos 36 e 51 objetivam estipular que parte das emissões de carbono das termelétricas será mitigada pela aquisição de certificados comercializáveis de energia alternativa renovável. que os parques eólicos façam parte do mesmo mecanismo de realocação já utilizado pelas usinas hidrelétricas. diferentemente dos leilões. detalhamento que cabe à regulamentação. para aperfeiçoá-lo. Por essa razão mantemos no texto do substitutivo o mecanismo de realocação de energia. de modo a deixar claro que a cobrança incidirá apenas sobre as receitas provindas diretamente das usinas termelétricas. Por entendermos que as usinas termelétricas devem financiar alternativas mais limpas. de modo a minimizar os riscos conjuntamente. uma vez que. aproveitando. As Emendas nos 57 e 74 têm objetivo semelhante quanto às usinas termelétricas. . A Emenda nº 27 pretende definir valores máximos de remuneração correspondentes à energia contratada por meio de chamada pública. a complementariedade entre os regimes hídrico e eólico. As Emendas nos 35. no entanto. 73 e 80 objetivam retirar a contribuição das termelétricas para o fundo previsto no substitutivo para incentivar as pesquisas relacionadas às energias alternativas. nas chamadas públicas. há que se ter um valor definido de remuneração. inclusive.991/2000. mas propomos. A Emenda nº 37 pretende permitir às concessionárias alocar no Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis os recursos que devem aplicar em pesquisa e desenvolvimento. que o mecanismo de realocação de energia é a sistemática que lida melhor com as oscilações na produção de energia decorrentes de variações climáticas que ocorrem de ano para ano. Porém. aperfeiçoamos a redação do dispositivo que institui a medida. optamos por manter essa fonte de recursos para o fundo. por exemplo. em obediência ao exigido pela Lei no 9. que são atenuadas quando se considera todo o sistema interligado. que as medidas de compensação deverão estar baseadas em cálculos que definam o montante de emissão efetivamente neutralizado por cada uma delas.

produtos derivados de uma outra atividade principal. que o valor previsto no substitutivo é razoável para o caso da biomassa de origem agrícola. consideravelmente. sendo desnecessária a sugerida autorização. . exclui os pequenos produtores desse mercado. entretanto. no que se refere às chamadas públicas para aquisição de energia alternativa renovável. garante uma reserva de mercado para o etanol. todavia. As Emendas nos 41. geotérmica. 51 e 72 pretendem estabelecer valores de remuneração da energia alternativa renovável adquirida por meio de chamadas públicas. 71 e 79 possuem a finalidade de suprimir os artigos que tratam da venda de etanol por pequenos produtores. porém. na prática. ou suas cooperativas. consideramos que. uma vez que os insumos utilizados no Brasil para produzir essa energia são. o que reduz. o 9 que permite a incorporação das sugestões. diretamente aos postos revendedores ou aos consumidores finais. é preciso adotar um valor de remuneração diferenciado. mas. que são tecnologias menos amadurecidas. 52. atualmente. pretendem atribuir todos os custos de conexão às distribuidoras. em regra. Constata-se que a legislação brasileira. Já em relação às fontes solar. As Emendas nos 42 e 51. o custo de geração.991/2000. pois o governo já pode criar as referidas linhas de crédito. que o texto não altera a situação vigente. que é bastante promissor para incentivar a produção de biocombustíveis pela agricultura familiar. o que. para o caso das empresas de geração de energia elétrica. Consideramos. maremotriz e ondas do mar. que devemos manter o mecanismo previsto no substitutivo. nas unidades de produção de açúcar ou álcool.Entendemos que os propósitos do fundo que se pretende criar no substitutivo são semelhantes ao objetivo do inciso II do artigo 4º da Lei nº 9. em razão da necessidade de comercialização do produto com as distribuidoras. de fato. As Emendas nos 38 e 51 objetivam autorizar a União a criar linhas de crédito para financiar a mudança de caldeiras de baixa pressão para alta pressão. As Emendas nos 40. Acreditamos. Entendemos. que adquirem o álcool apenas de unidades industriais que possuem larga escala de produção. em nosso entendimento.

as conexões poderão ser feitas diretamente na rede básica do SIN ou nas instalações de interesse exclusivo de centrais de geração para conexão compartilhada. Inicialmente. definir o mecanismo de realocação de energia eólica como voluntário e permitir apenas a contratação de empreendimentos novos. Concordamos também com a sugestão de se fixar o prazo máximo de efetivação da conexão em dezoito meses. o que não acreditamos ser apropriado. que exigem regras diferentes das ligações à rede de distribuição. apenas. A Emenda nº 51 inclui essas mesmas sugestões.traria um desequilíbrio entre as obrigações dos agentes. portanto da proposta. o que entendemos ser adequado para 10 proteger os geradores de irregularidades eventualmente cometidas por outros agentes. que não podemos imputar à Aneel . Acatamos parcialmente a sugestão. consideramos que a participação apenas de novos empreendimentos de geração é importante para garantir a efetividade do programa. Por fim. Quanto à escolha dos empreendimentos nos leilões. A Emenda nº 43 pretende estabelecer tratamento a desvios na contratação anual. fixar critério que considera o menor custo global percebido pelos consumidores. para que se possa atingir o volume total esperado para os dez anos do programa. entendemos que é importante prever uma sistemática para tratar dos desvios de contratação em cada exercício. nesse caso. discordando. As Emendas nos 44 e 51 objetivam atribuir à Aneel a tarefa de fiscalizar o cumprimento do índice de nacionalização exigido para os empreendimentos contratados por meio de leilões. Isso porque. cremos que o critério mais objetivo é o menor preço por unidade de energia. em caso de atraso na execução da conexão. avaliando. para o caso das contratações efetuadas por meio de leilões. entendemos que pode ser estabelecida adesão voluntária. como já ocorre para o mecanismo aplicado às hidrelétricas. Objetivam também manter as obrigações financeiras das distribuidoras com as geradoras. Entendemos que a proposta é pertinente para que se esclareça se a constatação do atendimento ao índice mínimo exigido cabe aos empreendedores ou ao Poder Concedente. No que se refere ao Mecanismo de Realocação de Energia. eximindo os geradores de penalidades em tais circunstâncias.

contudo. fixando ainda o percentual a ser adquirido de cada fonte. até que se alcance 20% do consumo brasileiro de eletricidade. por ter sido exigido nos empreendimentos contratados pelo Proinfa. A Emenda nº 47 propõe retirar os valores anuais a serem contratados mediante leilões.000 GWh para as eólicas e PCHs. cabe ao Presidente da República definir as atribuições dos órgãos da Administração Federal. Consideramos interessante a elevação gradual do índice mínimo de nacionalização exigido. percentual que já é viável. até se atingir 90%. em cada leilão.essa tarefa. Acreditamos. no entanto. não devendo ser classificada no caso particular de geração distribuída. com incremento anual de 5%. que a proposta prejudica a contratação das hidrelétricas. A Emenda nº 49 propõe que seja exigido um índice de nacionalização inicial de 40%. todavia. todavia. A Emenda no 51 propõe classificar contratações de fontes alternativas renováveis. A Emenda nº 53 pretende destinar aos empreendedores contratados por meio de leilões ou chamadas públicas os respectivos créditos . Verifica-se que essa energia prevista na emenda para a biomassa equivale a mais de 1 GW de capacidade instalada por ano. efetivadas por leilões. Como são valores mínimos. para o caso dos empreendimentos contratados por meio de leilões.000 gigawatts-hora (GWh) para biomassa e 2. de acordo com a Constituição. Entendemos. é importante a definição de valores anuais mínimos 11 para contratação. como geração distribuída. seja fixado montante de contratação maior que esse piso. uma vez que. o que consideramos um valor mínimo muito elevado para ser aplicado durante um período de dez anos. que. Essa emenda sugere ainda fixar os montantes mínimos anuais a contratar em 5. diferencial brasileiro que permite a produção de energia renovável de baixo custo. como já mencionado. Avaliamos. que o valor inicial poderá ser de sessenta por cento. fixando como meta que 20% da matriz elétrica provenha de fontes alternativas renováveis. é possível que. para a eficácia do programa. Consideramos. A Emenda nº 48 objetiva determinar que 50% da energia contratada para atender ao SIN provenha de fontes alternativas renováveis. que a comercialização de maior quantidade de energia deve seguir a regra geral de suprimento do ambiente de contratação regulada.

deixa a formatação desses certificados totalmente indefinida. cremos que é adequada a exclusão do dispositivo.de carbono. 2º do substitutivo. Consideramos que essa proposta está prejudicada. que abrange também a microgeração distribuída e os empreendimentos implementados pelas geradoras federais. o cálculo das 12 garantias físicas é inerente ao processo de definição da capacidade média de geração dos empreendimentos contratados por intermédio de leilões. uma vez que tal disposição já está prevista no artigo 9º do substitutivo. De toda forma. por ser compatível com os objetivos da CCC. antes das licitações previstas no art. todavia. A Emenda nº 58 tem a finalidade de estabelecer que. Entendemos. A Emenda sugere ainda que se determine ao Ministério de Minas e Energia que. Já a Emenda nº 61 busca acrescentar aos objetivos do Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis o financiamento de projetos que utilizem ar comprimido para fins energéticos. a ser estabelecida sem qualquer participação do Poder Legislativo. os custos que superarem o VR sejam ressarcidos com recursos da Conta de Consumo de Combustíveis . Considerando que a fiscalização de quem não instalou os coletores será de difícil execução. As Emendas nos 59 e 77 buscam estabelecer que os Certificados Comercializáveis de Energia Alternativa Renovável terão todas as regras fixadas em regulamento. Entendemos que essa forma de cobertura de custos é adequada. As Emendas de nos 60. defina metodologia para calcular a garantia física dos empreendimentos a biomassa. 70. que cabe apenas ao Presidente da República atribuir competências a seus ministérios. o incentivo às pesquisas com o ar comprimido para fins energéticos. uma vez que a tecnologia relacionada ao ar comprimido exerce uma função de vetor energético semelhante à do . Essa sugestão. Consideramos pertinentes as sugestões. As Emendas nos 56. para o caso das contratações de fontes renováveis para os sistemas isolados.CCC. no entanto. na ementa e no artigo 1º do substitutivo. que prevê tarifas de energia elétrica mais elevadas para os consumidores que não instalarem sistema de aquecimento solar. 87 e 94 objetivam suprimir o artigo 19 do substitutivo. como objeto da proposição. 78 e 90 pretendem incluir.

após esse período. . sem onerar demasiadamente os consumidores. aplicando-se. Acreditamos. os descontos previstos na Lei nº 9. pois. A Emenda nº 67 propõe a substituição do termo "menor tarifa" pela expressão "menor preço" no § 1º do artigo 2º do substitutivo. pois é uma forma de incentivar o cumprimento dos prazos contratados. Em complemento a essas propostas.427/1996. como início do prazo de vinte anos de vigência dos contratos para aquisição de energia alternativa renovável. As Emendas nos 62 e 75 têm a finalidade de estender aos veículos a ar comprimido a isenção de IPI proposta para os automóveis elétricos. sem a emissão de poluentes. Concordamos com as sugestões. terminologia que consideramos adequada para o caso de comercialização de energia elétrica por empresas de geração. A Emenda nº 63 propõe limitar a dez anos a isenção das tarifas de transmissão e distribuição a ser concedida aos empreendimentos contratados por meio de chamada pública. julgamos também apropriado incluir entre os objetivos do referido fundo as pesquisas relacionadas ao armazenamento de energia elétrica e o desenvolvimento dos veículos elétricos e híbridos. As Emendas nos 69 e 87 têm a finalidade de excluir o artigo que concede desconto nas tarifas dos consumidores que instalarem aquecedores solares. além de benefícios ambientais. porém. contribuindo para evitar indesejáveis atrasos. possuindo suas qualidades. o ar comprimido tem uma função 13 semelhante à do hidrogênio.hidrogênio. que os descontos nas tarifas representam um bom mecanismo de incentivo ao uso dos aquecedores solares. como a redução da carga no horário de pico. As Emendas nos 64 e 66 pretendem definir. que trazem inegáveis benefícios ao sistema elétrico. a data do início de suprimento estabelecida no processo de contratação. mas tendo a vantagem de ser uma tecnologia mais simples. apresentando a vantagem de ser mais simples e acessível. o que consideramos uma boa proposta para viabilizar os projetos de energia alternativa. elétricos híbridos e movidos a hidrogênio. como já mencionado. Julgamos oportuna a sugestão.

quanto aos aspectos formais. se implementadas. como a destinação dos créditos de carbono aos empreendedores. Objetivam também excluir medidas que favorecem essas modalidades de contratação. ressaltamos que fizemos ligeiras alterações nos artigos que tratam de deduções aplicadas ao imposto de renda das pessoas físicas e jurídicas. 91. assim. pois concluímos que seu conteúdo contrariava às praticas e princípios tributários adotados no País. Quanto ao artigo 35. Em relação ao artigo 34. Estaríamos também fechando as portas para que a indústria nacional desenvolva esse segmento. pois temos a convicção de que. 83. assim como benefícios fiscais direcionados a essas fontes. inalterada. Consideramos não ser apropriado acatar as supressões propostas. excluir da proposição os mecanismos de leilões.249/1995.250/1995. assim. nosso voto é pela . chamadas públicas. As Emendas nos 82. 86. padronização dos sistemas de medição e conexão. para assegurar que os benefícios concedidos não prejudicarão outras deduções já previstas na legislação tributária. a oportunidade de tornar a matriz energética brasileira ainda mais limpa. 92. Perderíamos. Assim. 95 e 96 pretendem suprimir os artigos do substitutivo que tratam da aquisição de energia elétrica produzida por fontes alternativas renováveis. com o surgimento de um enorme mercado a ser suprido pelos países que estiverem preparados. que. retiramos o § 5º que pretendíamos acrescentar ao artigo 8º da Lei nº 9. que trata das pessoas jurídicas. propomos o acréscimo de novo parágrafo ao artigo 13 da Lei no 9. 89. aquisição 14 de energia de geradoras federais. 85.As Emendas nos 76 e 88 objetivam suprimir os artigos que tratam do Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis e de suas fontes de recursos. No que se refere aos incentivos fiscais às fontes alternativas renováveis. 84. deixariam a situação das energias renováveis no Brasil. praticamente. Discordamos dessas propostas. microgeração distribuída. é imprescindível a realização de significativos investimentos em pesquisa e desenvolvimento. para o desenvolvimento da indústria relacionada às fontes alternativas. Objetivam. bem como a sistemática para incentivar a contratação de energia renovável nos sistemas isolados. que passa por um momento de crescimento exponencial em todo o mundo.

831/2004. E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS" (PL 0630/03 – FONTES RENOVÁVEIS DE ENERGIA).737/2008.514/2009 e 5. 2.866/2008. votando também pela admissibilidade das emendas oferecidas ao substitutivo apresentado por este relator. 61. CONSTITUI FUNDO ESPECIAL PARA FINANCIAR PESQUISAS E FOMENTAR A PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E TÉRMICA A PARTIR DA ENERGIA SOLAR E DA ENERGIA EÓLICA. votamos pela aprovação.831/2004. juridicidade.505/2007. Sala da Comissão.798/2009. 56. 70.166/2008. 2. 2. 75. DE 2003. na forma do substitutivo anexo.563/2007.563/2007. em de de 2009.023/2007. 5. 32. 57. 4. 5. 3. 2. 22.091/2007. 2. 54. as de números 1.259/2004. 2. SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI No 630.715/2009. 1. 5. 523/2007. 15 No que se refere ao mérito das emendas ao substitutivo.248/2005. 2. 63. 43. 18. 3.692/2006.798/2009. 50. QUE "ALTERA O ART.505/2007. 2. 90 e 94.001. votando pela rejeição das demais.737/2008. 3. Deputado Fernando Ferro Relator 2009_10734 16 COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A PROFERIR PARECER AO PROJETO DE LEI Nº 630.248/2005. DE 2003 Estabelece incentivos à produção de energia a partir de fontes alternativas renováveis e biocombustíveis. 7. Em relação ao mérito. 78.004/2008. 523/2007. 1º DA LEI Nº 8.866/2008.023/2007.constitucionalidade. 14. 4. 2. 4.867/2008. 42. parcialmente. 67. 3. as de números 17. 66.692/2006. 39. 2. 2. 2. fomenta a .166/2008. 49. 37. 3. 4. DE 13 DE MARÇO DE 1990. boa técnica legislativa e adequação orçamentária e financeira dos Projetos de Lei nos 630/2003.242/2004.867/2008. 3.259/2004. 58. 33. 3. 3. 74 e 87. 44. 4. 4. 51. 16. 5. 26.514/2009 e 5. 62.091/2007.715/2009. 2.550/2008. DO SENHOR ROBERTO GOUVEIA. 64.004/2008. 72. 1. acolhemos. 7. integralmente.550/2008. dos Projetos de Lei nos 630/2003.242/2004. 28. 23. 60.

no 9. aos veículos 17 automóveis elétricos e híbridos. institui o Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis. e dá outras providências. 1º Esta lei estabelece incentivos à produção de energia a partir de fontes alternativas renováveis e biocombustíveis.427. maremotriz. no 9.848.250. institui o Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis. Seção II Do Incentivo à Produção de Energia Elétrica à Partir das Fontes Alternativas Renováveis . O Congresso Nacional decreta: Seção I Disposições Preliminares Art. no 9. de 6 de agosto de 1997. de 26 de dezembro de 1996. consideram-se fontes alternativas renováveis a energia eólica.478.realização de pesquisas relacionadas a essas fontes de energia. de pequenos aproveitamentos hidráulicos. no 9.427. ao armazenamento de energia elétrica e ao uso do hidrogênio e do ar comprimido para fins energéticos. no 9.249. de 26 de dezembro de 1995. de 26 de dezembro de 1995. de 15 de março de 2004. de 26 de dezembro de 1995.848. solar. no 10. Para os efeitos desta lei. no 9. de 26 de dezembro de 1995.478. ao armazenamento de energia elétrica e ao uso do hidrogênio e do ar comprimido para fins energéticos. fomenta a realização de pesquisas relacionadas a essas fontes de energia. dos biocombustíveis e das ondas do mar. geotérmica.250. de 26 de dezembro de 1996. altera as Leis no 9. Parágrafo único. e dá outras providências. de 15 de março de 2004.249. de 6 de agosto de 1997. da biomassa. aos veículos automóveis elétricos e híbridos. no 10. altera as Leis no 9.

§ 6º Somente poderão participar dos leilões produtores que comprovem. para cada tecnologia. em regulamento. § 2º Os desvios a menor apurados na forma do §1º serão compensados no ano subseqüente à sua apuração. § 4º Os contratos celebrados em decorrência do disposto no caput terão prazo de vigência de vinte anos. uma capacidade mínima de geração de energia elétrica de: I – 200 megawatts (MW) médios provenientes da fonte eólica. um índice de nacionalização mínimo de equipamentos e serviços de sessenta por cento. para cada empreendimento. que deverão ter capacidade instalada superior a 1. 2º No atendimento ao disposto no art. até que se atinja um índice de nacionalização mínimo de noventa por cento. o menor preço oferecido por unidade de energia. com incremento bianual de cinco por cento. § 1º Os desvios verificados entre a contratação prevista no caput e a quantidade de energia efetivamente contratada serão apurados a cada dois anos. . de 15 de março de 2004. § 5º Deverá ser previsto. II – 200 MW médios produzidos a partir da biomassa. a partir de 2011. II e III do caput. 2º da Lei no 10. a participação voluntária das usinas eólicas em mecanismo de realocação de energia para mitigação dos riscos hidrológico e eólico. a partir de 2011. 18 § 3º O critério de escolha dos empreendimentos. permissionárias e autorizadas do serviço público de distribuição de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional – SIN deverão. as concessionárias. contados da data neles estabelecida para o início da operação comercial dos empreendimentos de geração. a partir de 2013. por meio de licitação na modalidade de leilão.000 quilowatts (kW). por meio de leilão de compra de energia proveniente exclusivamente das fontes previstas nos incisos I.848. contratar. será. anualmente.Art. por um período de dez anos. III – 200 MW médios oriundos de Pequenas Centrais Hidrelétricas.

por equipamentos novos e sem utilização anterior ou provir da expansão de empreendimentos existentes. as concessionárias. compensando-se os desvios verificados entre o previsto e o realizado em cada exercício no subseqüente. contratada na forma deste artigo. mediante a instalação de equipamentos novos e sem utilização anterior. a. permissionárias e autorizadas do serviço público de distribuição de energia elétrica do SIN deverão realizar. § 2º Deverá ser demandada pelos agentes de distribuição. uma quantidade de energia que faça com que as fontes alternativas renováveis atendam. 3º A partir do ano de 2011. §1º A energia adquirida na forma do caput classifica-se na modalidade de geração distribuída.000 kW. sem ônus financeiro para o empreendedor. não sendo permitida a contratação de energia proveniente de empreendimentos que já tenham registrado contrato na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica ou de empreendimentos já em operação. no mínimo. exclusivamente.848. pelo menos uma vez a cada ano. § 3º A produção de energia elétrica a partir de fontes alternativas renováveis. II. a cinco por cento do incremento anual da energia elétrica a ser fornecida ao respectivo mercado consumidor. da Lei no 10. § 8º. será remunerada . chamada 19 pública para a aquisição de energia elétrica produzida a partir de fontes alternativas renováveis em plantas com capacidade de geração superior a 50 kW e igual ou inferior a 1. observado o disposto no § 8º. anualmente. § 8º Toda contratação de energia elétrica efetuada em razão do disposto neste artigo deverá provir de empreendimentos constituídos. exceto no que se refere a expansões de capacidade instalada.§ 7º Caberá ao Poder Concedente exercer a fiscalização referente ao cumprimento do índice mínimo de nacionalização dos equipamentos e serviços de cada empreendimento. § 9º Somente poderão participar das licitações de que trata este artigo empreendimentos que efetivamente agreguem energia ao SIN. em conformidade com o disposto no art. Art. de 15 de março de 2004. realizada. exclusivamente. 2º.

para o caso de centrais termelétricas que utilizem biomassa proveniente de resíduos urbanos e do tratamento de esgotos. § 7º Os custos referentes à aquisição de energia elétrica na forma deste artigo serão rateados. § 4º Nas chamadas públicas de que trata o caput.pelos seguintes valores: I – Valor Anual de Referência do Mercado Regulado – VR. maremotriz e das ondas do mar. acrescido de vinte por cento. 20 § 5º Os contratos celebrados em decorrência do disposto no caput terão prazo de vigência de vinte anos. bem como aqueles viabilizados por meio de condomínio de pequenos produtores de energia. contados da data neles estabelecida para o início da operação comercial dos empreendimentos de geração. acrescido de cinquenta por cento. II – VR. após prévia exclusão da Subclasse Residencial Baixa Renda. geotérmica. aplicando-se. os descontos previstos no §1º do art. florestais e industriais realizadas de forma ambientalmente sustentável. § 6º As unidades geradoras contratadas na forma do caput estarão isentas do pagamento de tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica pelo prazo de dez anos. III – VR. após esse período. proporcionalmente ao consumo verificado. para o caso de pequenos aproveitamentos hidráulicos e de centrais termelétricas que utilizem biomassa proveniente de atividades agropecuárias. contados da data neles estabelecida para o início da operação comercial dos empreendimentos de geração. de 26 de dezembro de 1996. § 8º As centrais de geração contratadas na forma deste .427. IV – VR. 26 da Lei nº 9. acrescido de dez por cento. para o caso da energia elétrica proveniente das fontes solar. entre todas as classes de consumidores finais. acrescido de cem por cento. terão prioridade para contratação os empreendimentos com maior índice de nacionalização de equipamentos e serviços. para o caso da energia elétrica proveniente da fonte eólica.

... § 7º As autorizações e concessões que venham a ter acréscimo de capacidade na forma do inciso V deste artigo serão prorrogadas por prazo suficiente à amortização dos investimentos.. adquirentes da respectiva energia elétrica....... § 9º Os custos associados aos reforços na rede de distribuição eventualmente necessários para o recebimento da energia de que trata este artigo serão de responsabilidade dos agentes de distribuição e deverão ser considerados no cálculo das respectivas tarifas de distribuição.” (NR) Art............... Aplicam-se os benefícios previstos nos §§ 1º e 5º deste artigo às pequenas centrais hidrelétricas que venham a ter acréscimo de capacidade na forma do inciso V deste artigo... § 10 Atraso no início da operação das instalações de distribuição necessárias para o escoamento da energia contratada na forma deste artigo não exime os agentes de distribuição............... independentemente da destinação da energia produzida............. os empreendedores de geração serão eximidos das penalidades pela não entrega da energia contratada........ que deverá ser realizada pelos agentes de distribuição no prazo de até dezoito meses após solicitação da empresa responsável pela central geradora...... ........ 26 da Lei no 9................... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 21 ..... .......... 4º O art................ permissionárias e autorizadas do serviço público de distribuição de energia elétrica estarão obrigadas a adquirir.. § 10..artigo serão responsáveis pelos custos de conexão...... limitado a 20 (vinte) anos........... 5º Todas as concessionárias......427.... .... 26...... toda a energia elétrica injetada na rede de distribuição por centrais de microgeração distribuída............ § 11 Na eventualidade do atraso previsto na § 10............................................... das obrigações financeiras assumidas junto aos empreendedores de geração...... a partir de 2011.... de 26 de dezembro de 1996... Art......

3º e 5º. proporcionalmente ao consumo verificado. excluída a Subclasse Residencial Baixa Renda no cálculo da referida tarifa média. deverão ser padronizados. após solicitação de seus proprietários. entre todas as classes de consumidores finais.§ 1º Entende-se por microgeração distribuída a produção de energia elétrica por centrais de geração que possuam até 50 kW de capacidade instalada e utilizem. o piso de remuneração da energia injetada na rede de distribuição corresponderá ao VR acrescido de quatrocentos e cinquenta por cento. no mesmo ponto de entrega de energia ao 22 consumidor. § 6º O custo de medição da energia injetada será de responsabilidade dos agentes de distribuição referidos no caput. § 2º O valor a ser pago pela energia adquirida na forma do caput será calculado anualmente e terá como piso a tarifa média nacional de fornecimento ao consumidor residencial. a forma de . Art. que serão responsáveis pelos custos de conexão. § 8º As centrais de microgeração distribuída estarão isentas do pagamento de tarifas de uso dos sistemas de transmissão e distribuição de energia elétrica. 6º Para o caso da geração de energia elétrica realizada na forma do disposto nos arts. § 3º Para o caso da microgeração distribuída de energia elétrica realizada a partir da fonte solar. após prévia exclusão da Subclasse Residencial Baixa Renda. exclusivamente. deverá ser realizada no prazo máximo de noventa dias. para todo o território nacional. os sistemas de medição e conexão. § 7º Os custos associados aos reforços na rede de distribuição eventualmente necessários para o recebimento da energia de que trata o caput serão de responsabilidade dos agentes de distribuição e serão considerados no cálculo das respectivas tarifas de distribuição. referente aos doze meses anteriores. fontes alternativas renováveis. § 4º Os custos referentes à aquisição de energia elétrica na forma deste artigo serão rateados. § 5º A conexão das unidades de geração previstas no caput ao sistema de distribuição.

.......... ................ pelo correspondente valor médio de contratação verificado nos leilões previstos no art.............. 1º e 2º da Lei no 10................... ... VIII . § 1º O montante mínimo a ser contratado anualmente na forma da sistemática prevista no caput será de 100 MW médios..registro dos empreendimentos........ anualmente e durante período de dez anos......... a energia produzida será remunerada pelo valor econômico correspondente à tecnologia específica de cada fonte........mecanismo de realocação de energia para mitigação dos riscos hidrológico e eólico....... de 15 de março de 2004.. § 2º Os contratos celebrados em decorrência do disposto no caput terão prazo de vigência de vinte anos........... permissionárias e autorizadas do serviço público de distribuição de energia elétrica....... ........ § 3º A energia produzida em decorrência das contratações de que trata este artigo será remunerada.... 1º ... entre todas as classes de consumidores finais.. contados da data neles estabelecida para o início da operação comercial dos empreendimentos de geração........... § 5º Os custos referentes à aquisição de energia elétrica na forma deste artigo serão rateados... Art... a ser definido em regulamento....... 7º A partir de 2011.848...... passam a vigorar com a seguinte redação: “Art....... 23 § 4º Quando não for possível a definição de valor médio na forma do disposto no § 3º...... 2º....... proporcionalmente ao consumo verificado... de acordo com cada fonte................ bem como o modelo dos contratos de conexão e de uso dos sistemas de distribuição e de transmissão... Art....... deverão ser celebrados contratos de fornecimento de energia elétrica proveniente de fontes alternativas renováveis entre as empresas controladas direta ou indiretamente pela União que tenham como atividade principal a geração de energia elétrica e as concessionárias.... 8º Os arts.............................. após prévia exclusão da Subclasse Residencial Baixa Renda.......

... na forma do disposto no art.......... em ..................... constituída de centrais de geração de energia elétrica de até 50 quilowatts (kW) de capacidade instalada.... 24 e) usinas que produzam energia elétrica a partir de fontes alternativas renováveis.......................... 3º.......... e ....” (NR) “Art............................. 10..................o mecanismo de realocação de energia para mitigação dos riscos hidrológico e eólico.................. na forma do disposto no art................................... 1º da Medida Provisória nº 466............. § 8º .............. I ...... de 29 de julho de 2009...................... d) microgeração distribuída. por meio de fontes renováveis de energia elétrica................. exploradas por empresas controladas direta ou indiretamente pela União.........” (NR) Art... o montante remanescente poderá ser contratado por meio de licitações....... ....... prioritariamente................ contratadas por intermédio de licitação.... Seção III Das Fontes Renováveis para Sistemas Isolados Art......... fontes alternativas renováveis de energia............................ 1º da Medida Provisória nº 466........ § 1º Não havendo nas licitações referidas no caput oferta de energia suficiente para atender a toda necessidade de contratação......§ 5º . As concessionárias...................... 5º e 7º os benefícios financeiros decorrentes da comercialização de reduções certificadas de emissões de gases de efeito estufa.......................... 2º ............... .............. de 29 de julho de 2009......... ..... 2º..................... que utilizem......................... II .................. 9º Serão apropriados pelos empreendimentos de geração de energia elétrica de que tratam os arts............ exclusivamente... permissionárias e autorizadas de serviços e instalações de distribuição de energia elétrica nos denominados Sistemas Isolados deverão atender à totalidade dos seus mercados................................................................................................

de 29 de julho de 2009. 11. 12.que poderão participar empreendimentos que utilizem combustíveis fósseis para a geração de energia elétrica. 10. de 27 de maio de 1998. de 26 de abril de 2002. A partir do ano de 2011. conforme regulamento. 13. Art. às localidades situadas em áreas de sistemas isolados que não contarem com fornecimento de energia elétrica. pelo prazo de vinte e cinco anos. o montante de energia .000 kW. a geração de energia elétrica realizada a partir de fontes alternativas renováveis que venha a ser implantada em sistema elétrico isolado. constitui a obrigação do agente de geração vendedor de fornecer aos agentes atuantes no Ambiente de Contratação Livre. 15. 14. no decorrer do período estabelecido.438.648. para atender ao serviço público de distribuição de energia elétrica nos Sistemas Isolados e a valoração da quantidade correspondente de energia elétrica pelo custo médio da potência e energia comercializadas no Ambiente de Contratação Regulada . instituída pela Lei no 10. Sub-rogar-se-á no direito de usufruir da sistemática referida no § 3º do art. Art. Ficam instituídos os Certificados Comercializáveis de Energia Alternativa Renovável. ser utilizados recursos da Conta de Desenvolvimento Energético .CDE. a partir de fontes alternativas renováveis. Art. de 26 de abril de 2002. Seção IV Dos Certificados Comercializáveis de Energia Alternativa Renovável Art. 25 para o fornecimento de energia elétrica. deverão ser realizadas licitações. na forma prevista no art. A diferença entre o custo total de geração da energia elétrica contratada. incluindose os empreendimentos cuja capacidade instalada seja igual ou inferior a 1. 3º da Medida Provisória nº 466. 15 da Lei no 10. Art.438.ACR do SIN será reembolsada em conformidade com o disposto no art. Na prestação dos serviços públicos de energia elétrica de que trata o caput. Parágrafo único. na forma do art. 11 da Lei no 9. poderão. O Certificado Comercializável de Energia Alternativa Renovável. depois de registrado junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE.

Art. os saldos de energia remanescentes. Art. 16. água aquecida que instalarem sistema de aquecimento solar de água terão uma redução de. Os Certificados Comercializáveis de Energia Alternativa Renovável serão comercializáveis desde a sua emissão até o final do período de fornecimento. de 7 de julho de 1995. 17.074. respeitados. 26 Art. nesse último caso. pelo menos. 18. 19. § 1º Regulamento estabelecerá a potência mínima instalada que se exigirá dos consumidores para que possam usufruir do benefício previsto no caput. § 2º Os consumidores comerciais que instalarem sistema de aquecimento solar de água somente terão direito ao benefício estabelecido no caput se exercerem atividades que requeiram o uso de calor. vinte por cento em suas tarifas de energia elétrica.elétrica especificado no documento. § 3º Os recursos necessários para o cumprimento do disposto neste artigo serão rateados entre todos os consumidores finais de energia elétrica. em suas atividades. Os Certificados Comercializáveis de Energia Alternativa Renovável registrados na CCEE poderão ser utilizados para comprovar a contratação de energia necessária para atendimento à carga dos consumidores livres de que tratam os arts. Parágrafo único. Os consumidores residenciais de energia elétrica e os consumidores comerciais que utilizam. 15 e 16 da Lei no 9. Seção V Da Utilização da Energia Solar para Aquecimento de Água Art. É obrigatória a inclusão de sistema de aquecimento solar de água no projeto e na construção de imóveis residenciais urbanos financiados com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e . O montante de energia elétrica especificado no Certificado Comercializável de Energia Alternativa Renovável deverá representar parcela da efetiva capacidade de empreendimento de produção de energia elétrica a partir de fontes alternativas renováveis. com exceção daqueles enquadrados na Subclasse Residencial Baixa Renda.

No atendimento das disposições desta seção. poderão ser empregados sistemas de aquecimento solar de água de uso coletivo ou individual nas edificações de uso residencial multifamiliar ou em imóveis comerciais de caráter condominial.Empréstimo – SBPE. 21. Parágrafo único. Recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT poderão ser utilizados para financiar a aquisição de sistemas de aquecimento solar de água a serem instalados nas edificações residenciais brasileiras. 22. 20. Normalização e Qualidade Industrial – Inmetro. Art. 27 Art. Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS. Art. § 4º Além da taxa de juros prevista no § 3º. serão cobrados dos consumidores financiados os custos administrativos incorridos pelos agentes de distribuição de energia elétrica para concessão dos financiamentos. Seção VI . § 1º Os recursos de que trata o caput serão repassados aos consumidores residenciais pelas concessionárias. § 3º A taxa de juros anual máxima para a concessão dos financiamentos previstos neste artigo será a Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP. ou por órgão técnico por ele credenciado. Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT e Orçamento Geral da União – OGU. Os sistemas de aquecimento solar de água mencionados nesta seção deverão ter sua eficiência comprovada pelo Instituto Nacional de Metrologia. As instituições financeiras e os agentes financeiros do Sistema Financeiro da Habitação ficam obrigados a incluir o custo de sistema de aquecimento solar de água nos financiamentos imobiliários que utilizarem qualquer fonte de recursos referida no caput. permissionárias e autorizadas do serviço público de distribuição de energia elétrica. § 2º Os financiamentos dos consumidores residenciais de energia elétrica que adquirirem sistemas de aquecimento solar na forma do disposto neste artigo serão pagos por meio de parcelas mensais cobradas por intermédio das faturas de energia elétrica.

com recursos da União ou com recursos administrados por entidades . poderão vender seus produtos diretamente para os postos 28 revendedores de combustíveis ou para os consumidores finais. definidas como aquelas com capacidade de produção de até 10. não mais se admitirá qualquer contrato administrativo federal ou despesa pública de órgãos e entidades da administração direta ou indireta da União em desacordo com a determinação do caput. As cooperativas de pequenos produtores rurais. A mesma regra de atendimento às normas técnicas e parâmetros de uso e aplicação de materiais. instrumento. Art. Gás Natural e Biocombustíveis – ANP. 25. dispositivo ou máquina adquiridos por órgãos e entidades da administração direta ou indireta da União ou para uso destes. Art. equipamentos e serviços. Parágrafo único. registrados na Agência Nacional do Petróleo. Somente poderão ser concedidos financiamentos. As pequenas unidades de produção de biocombustíveis. assim definidos no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. Art. ou que sejam para esta finalidade adquiridos ou construídos. Todos os prédios. A partir do sétimo ano de vigência desta Lei. Gás Natural e Biocombustíveis – ANP. 27. 24. por intermédio de postos revendedores próprios. 25 se aplica a todo tipo de equipamento. 23. por intermédio de postos revendedores próprios. registrados na Agência Nacional do Petróleo. que preconizem e resultem na máxima eficiência energética ao longo de todo o seu ciclo de vida útil.Do Incentivo às Microdestilarias de Etanol Art. deverão seguir normas técnicas e parâmetros de uso e aplicação de materiais. equipamentos e serviços referida no art. Seção VII Da Eficiência Energética Art. instalações e edificações onde funcionem órgãos e entidades da administração direta ou indireta da União. 26. poderão vender os biocombustíveis por elas produzidos diretamente para os postos revendedores de combustíveis ou para os consumidores finais.000 litros por dia.

478. consideram-se geradores de vapor de alta pressão aqueles dimensionados a operar com pressão de vapor igual ou superior a seis megapascais. constituído pelos seguintes recursos: I – cinco por cento do montante recolhido a título dos royalties do Petróleo. estipulados pelo art. § 2º Para fins do disposto neste artigo.controladas direta ou indiretamente pela União. 30 . Seção VIII Das Pesquisas em Fontes Alternativas Renováveis de Energia Art. 28. conforme disposto no § 2º do art. 31 desta Lei.478. com recursos da União ou com recursos administrados por entidades controladas direta ou indiretamente pela União. somente poderá ser financiada. de 6 de agosto de 1997. 39. § 1º Para o caso das unidades de produção de açúcar e álcool que possuam capacidade de processamento igual ou superior a mil toneladas de cana-de-açúcar por dia. Fica instituído o Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis. VI – rendimentos de operações financeiras que realizar. de 6 de agosto de 1997. 49 da Lei no 9. II – cinco por cento do montante recolhido a título da participação especial estabelecida pelo art. para a construção de unidades de produção de açúcar ou álcool cuja capacidade de processamento seja igual 29 ou superior a mil toneladas de cana-de-açúcar por dia. se nessas unidades forem utilizados geradores de vapor de alta pressão. III – cinco por cento das receitas operacionais líquidas decorrentes da exploração de usinas termelétricas que utilizem combustíveis fósseis. IV – recursos provenientes de encargo tarifário do setor elétrico previsto no art. a aquisição ou montagem de geradores de vapor que forem dimensionados para operar em alta pressão. 50 da Lei no 9. V – recursos orçamentários a ele especificamente destinados.

VII – doações..478.991. legados............. do gás natural e dos biocombustíveis..... em cumprimento ao disposto no inciso II do art. de 24 de julho de 2000........... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art........ § 2º As concessionárias e autorizadas dos serviços de geração de energia elétrica poderão alocar recursos no Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas... § 1º O Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis terá o objetivo de financiar programas de pesquisa científica............... aos veículos automóveis elétricos e híbridos. 29.. bem como o objetivo de financiar a medição e o levantamento de novos potenciais para aproveitamento das fontes alternativas renováveis..... 4º da Lei nº 9.. c) sete por cento aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural.. capacitação profissional e desenvolvimento tecnológico aplicados às fontes alternativas renováveis de energia.. para financiar programas de amparo à pesquisa científica e ao desenvolvimento tecnológico aplicados à indústria do petróleo....... de 6 de agosto de 1997.... 49 da Lei no 9... .. subvenções e outros recursos que lhe forem destinados.............. a) cinquenta por cento aos Estados onde ocorrer a produção..... 49.................. 31 e) cinco por cento para aplicação no Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes ....... O art.. b) quatorze por cento aos Municípios onde ocorrer a produção...... I – ...... na forma e critério estabelecidos pela ANP.. d) vinte e quatro por cento ao Ministério da Ciência e Tecnologia.............. Art. ao armazenamento de energia elétrica e ao uso do hidrogênio e do ar comprimido para fins energéticos...

..........................Alternativas Renováveis........ para atender aos encargos de fiscalização e proteção das áreas de produção....... nos termos dos incisos II e III do art....................................... 50 da Lei no 9... 8º desta ...................... 32 I – trinta e oito por cento ao Ministério de Minas e Energia.................................. do gás natural e dos biocombustíveis. b) vinte e um por cento aos Municípios produtores confrontantes......................... g) cinco por cento para aplicação no Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis. .... 50.... sendo setenta por cento para o financiamento de estudos e serviços de geologia e geofísica aplicados à prospecção de combustíveis fósseis..... II – .......... f) vinte e quatro por cento ao Ministério da Ciência e Tecnologia.. O § 2º do art.......... ........... d) sete por cento aos Municípios que sejam afetados pelas operações de embarque e desembarque de petróleo e gás natural.............. § 2º ..... ....” (NR) Art.............................. a) vinte e um por cento aos Estados produtores confrontantes.. de 6 de agosto de 1997............. a serem promovidos pela ANP.......478.............. c) quatorze inteiros e cinco décimos por cento ao Ministério da Marinha............................................................. para financiar programas de amparo à pesquisa científica e ao desenvolvimento tecnológico aplicados à indústria do petróleo.................................. 30............. na forma e critério estabelecidos pela ANP.... .......................................... passa a vigorar com a seguinte redação: “Art...

.. destinados ao desenvolvimento de estudos e projetos relacionados com a preservação do meio ambiente e recuperação de danos ambientais causados pelas atividades da indústria do petróleo. IV – nove inteiros e cinco décimos por cento para o Município onde ocorrer a produção em terra. e pelo MME. Será destinado... valor correspondente a trinta por cento da redução anual do montante recolhido à Conta de Consumo de Combustíveis – CCC... II – nove inteiros e cinco décimos por cento ao Ministério do Meio Ambiente......... III – trinta e oito por cento para o Estado onde ocorrer a produção em terra. ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção.. .. pesquisas... bem como aqueles movidos a hidrogênio ou ar comprimido.” (NR) Art. ou confrontante com a plataforma continental onde se realizar a produção. atividades e serviços de levantamentos geológicos básicos no território nacional....cinco por cento para aplicação no Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis.. dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal...........Lei...... Os veículos automóveis elétricos e elétricos híbridos.... 33 Seção IX Dos Incentivos Tributários Art... projetos. anualmente. 32.. à título de encargo tarifário.......... ocorrida quando da interligação de sistemas elétricos isolados ao Sistema Interligado Nacional – SIN.. V ........ ao Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis.... a ser pago por todos os agentes que comercializem energia elétrica com o consumidor final... ficam .... quinze por cento para o custeio dos estudos de planejamento da expansão do sistema energético e quinze por cento para o financiamento de estudos. 31.

249........ § 4º O saldo remanescente da dedução prevista no § 3º deste artigo.” (NR) Art... acessórios e insumos utilizados em sua fabricação ou que os integrem.............. de 26 de dezembro de 1995...................................... 8º ..... 35......... de 26 de dezembro de 1995........ passa a vigorar com a seguinte redação: “Art......... 34.... O art. Art...... por período de apuração.............. ........ não aproveitado devido ao limite de que trata o referido parágrafo.......... 8º da Lei no 9..... O art... os gastos com a aquisição de bens e prestação de serviços a serem utilizados ou incorporados na construção ou montagem de instalações destinadas ao aproveitamento.isentos do Imposto sobre Produtos Industrializados. de energia solar ou eólica ou de outras fontes alternativas renováveis utilizadas na geração de energia elétrica... pelo adquirente dos bens ou tomador dos serviços......... do lucro operacional da pessoa jurídica.... ... inclusive quanto a partes........... 34 § 5º O disposto nos §§ 3º e 4º não exclui outras deduções previstas na legislação tributária. 13 da Lei no 9............... peças....... até o limite de 8% (oito por cento).. passa a vigorar com a seguinte redação: “Art..... poderá ser deduzido nos períodos de apuração seguintes... 13 ....... O imposto de renda incidente sobre os rendimentos de fundos de investimentos em títulos e valores mobiliários emitidos por empresas geradoras de energia a partir de fontes alternativas renováveis.................250............................ partes....... 33.......... terá alíquota cinco pontos percentuais inferior à alíquota aplicável à taxação dos demais fundos de investimentos classificados como de renda variável..... Art...... ..... bem como de empresas industriais produtoras de equipamentos......................... peças e acessórios que sejam destinados à produção de energia proveniente de fontes alternativas renováveis... § 3º Poderão ser deduzidos....

.. Será considerada exportada. de fontes alternativas renováveis utilizadas na geração de energia elétrica ou de energia solar............ Art..... e nos arts. de 4 de junho de 2009..... 38..945......... As instalações referidas no caput. deverão possuir índice de nacionalização de equipamentos de.. no mínimo. poderá ser utilizado na aquisição no mercado interno ou na importação de mercadoria para emprego ou consumo na industrialização ou elaboração no país dos bens de que trata o art............. de 35 29 de dezembro de 2003.......... do Decreto-Lei nº 37.. incisos I a III... da soma dos rendimentos de que trata o inciso I do caput deste artigo........ a venda de bens a serem utilizados ou incorporados na construção ou montagem de instalações destinadas ao aproveitamento............. 78.... para todos os efeitos fiscais. pelo adquirente dos bens ou tomador dos serviços. de 18 de novembro de 1966...........” (NR) Art........... de energia solar ou eólica ou de outras fontes alternativas renováveis utilizadas na geração de energia elétrica................833..... 36. 36 desta lei... 59 da Lei nº 10.... O regime aduaneiro especial de que trata o art.. ....... Seção X Das Disposições Gerais Art.... 37....... por ano-calendário... 13 e 14 da Lei nº 11.II – ...... Para a definição dos custos esperados para a operação de centrais termelétricas que utilizem combustíveis fósseis a serem ... creditícios e cambiais................... h) a gastos com a aquisição de bens e com a prestação de serviços a serem utilizados ou incorporados na construção ou montagem de instalações destinadas ao aproveitamento............ sessenta por cento............ Parágrafo único.. § 4º A dedução prevista na alínea “h” do inciso II do caput deste artigo fica limitada a 8% (oito por cento)............. 12..... para usufruírem dos benefícios fiscais de que trata este artigo....... .......... pelo adquirente dos referidos produtos......... em conjunto com as disposições previstas no § 1º do art...

No licenciamento de usinas termelétricas cuja fonte de energia seja combustíveis fósseis. além da mitigação dos impactos de caráter local. Sala da Comissão. no âmbito do Sistema Interligado Nacional. 40. ao Fundo Nacional para Pesquisa e Desenvolvimento das Fontes Alternativas Renováveis. de usinas termelétricas que utilizam combustíveis fósseis.contratadas por meio dos leilões de que trata o art. deverão ser exigidas dos empreendedores medidas compensatórias para neutralização da emissão de gases causadores de efeito estufa. 39.848. como curvas de aversão ao risco de déficit de energia. em de de 2009. de 15 de março de 2004. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. Deputado Fernando Ferro Relator . anualmente. § 1º A União deverá realizar o licenciamento ambiental de usinas termelétricas de capacidade instalada superior a cinco mil quilowatts que utilizem combustíveis fósseis como fonte de energia. Art. devem ser considerados todos os critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS para o despacho. 36 Art. inclusive os mecanismos de segurança operativa. 2º da Lei no 10. montante correspondente a cinco por cento das receitas operacionais líquidas que obtiverem em decorrência da exploração de usinas termelétricas que utilizem combustíveis fósseis. § 2º As empresas detentoras de autorização ou concessão para a exploração de usinas termelétricas que utilizem combustíveis fósseis ficam obrigadas a destinar.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful