Você está na página 1de 30

FUNDAÇÃO TROMPOWSKY

VI CONCURSO PÚBLICO

AVISO

Em Nota divulgada através de um

Blog na internet, de autoria de um cidadão que se nomina ERNANI PIMENTEL, uma Associação que se nomina ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PROTEÇÃO E APOIO AO CONCURSO

(ANPAC)

ANPAC,

descredenciam nossa Fundação para Execução do VI Concurso Público do Município de Rio das Ostras- RJ.

fez

veicular

imputações

que,

segundo

ela

Vem o artigo acompanhado de alguns relatos de candidatos, postados no mesmo Blog, que serão refutados, no momento oportuno.

Ainda na data de ontem, segundo se noticia na mídia, a Fundação ainda não foi Notificada,

formalmente, teria o Ministério Público, através de AÇÃO

do

CAUTELAR,

Concurso, tendo por objetivo, produzir provas, visando,

finalmente, a ANULAÇÃO DO CONCURSO.

obtido

uma

liminar

SUSPENDENDO,

o

curso

Primeiramente

se Fundação sobre a Nota da Associação (ANPAC).

manifestará

a

Sobre a referida Nota de se destacar, logo de inicio, a falta de legitimidade de seu conteúdo,

considerando que foi a mesma produzida em flagrante violação, ao que ela mesmo, ANPAC, defende em sua Nota, ou seja o

Principio da Isonomia, pois

fruto a referida Nota de Audiência

de só uma das partes interessadas, na hipótese, alguns poucos Candidatos.

Em apertada síntese censura, a Nota, o Município que, segundo o seu Autor, teve seu Concurso transformado num exemplo de irresponsabilidade.

E isto porque a Folha Dirigida teria veiculado, entre outras, queixas de Candidatos sobre a redação do Edital, respostas não verdadeiras de seus Diretores, com relação ao Edital, causando com este comportamento, insegurança aos candidatos que, por tal motivo, estariam perdendo prazo para Recorrer.

Como não se bastasse tal fato, segundo a Nota, diversas Provas foram Anuladas, tendo ocorridos erros de logística em sua distribuição, desorganização de horários, a clonagem de questões de concurso anteriores, sendo certo que, neste último caso, ferindo frontalmente a isonomia e a igualdade de alguns Candidatos, com Candidatos já cientes das provas, a serem aplicadas.

Todos esses fatores a indicar a falta de competência da Exeqüente do Concurso, na hipótese a Fundação, agravado tais indícios considerando ter sido a Contratação não precedida da Licitação, prevista em Lei, tendo acontecimentos dessa natureza levado a nominada ANPAC a criar um Estatuto, que pretende transformar em Lei, mediante encaminhamento de Projeto ao Poder competente.

Acaba por exortar os Candidatos a levarem ao Ministério Público as irregularidades do Concurso, de maneira adotar aquele Órgão às medidas cabíveis em favor dos Candidatos.

A BEM DA VERDADE

Com relação à competência da Fundação, tivesse o articulista buscado conhecer a sua origem e com certeza não estaria colocando em dúvida, de forma inconseqüente, a capacidade da mesma.

Com sede a Praça Duque de Caxias, nº 25, 4º Andar, centro, Rio de Janeiro, trata-se a Fundação de uma Instituição credenciada no MEC-MCT, desde 2006, com objetivo de dar apoio a seu Instituidor, o Departamento de

Educação

seus

e

Cultura

do

Exército,

destacando-se

entre

diversos fins a pesquisa, o ensino, o desenvolvimento cientifico e tecnológicos, transcrevendo-se abaixo, parte, para não cansar o leitor, desta Nota, de sua substancial carreira de vida (leia-se curriculum vitae)

sua

existência, 06(seis) anos, no campo da seleção e recrutamento,

participou dos seguintes Projetos:

Neste

pouco

tempo

de

Realização de concursos públicos/processos seletivos, visando o provimento de vagas nos cursos de pós- graduação (lato sensu) em Nefrologia, Terapia Intensiva, Mastologia, Cardiologia, Oncologia e dermatologia e Programas de Residência Médica de diversas especialidades, em prol do Hospital Central do Exército.

Execução do Concurso de Admissão de alunos ao Colégio Militar do Rio de Janeiro, firmado e executado no ano de 2009.

Concurso Público para provimento de cargos do quadro funcional do Município de São João de Meriti RJ, em diversas áreas, sob regime estatuário, conforme Edital nº 01, de 31 de março de 2011.

No campo de Projetos voltados para o ensino e pesquisa, estabeleceu parceiras com o Centro de Pesquisas Avançadas WERNHER VON BRAUN, Rede Nacional de Ensino e Pesquisa ( RNP) e Petrobras.

Cursos de pós-graduação contratados na

modalidade de ensino a distância, com a COPPEAD, COPPETEC E

FUBJ, órgãos de apoio da Universidade Federal do Rio de Janeiro e

Universidade Castelo Branco;

Curso de mestrado profissional em matemática,

pós-graduação stricto-sensu, desenvolvido em parceria com a

Academia Militar das Agulhas Negras, Fundação Trompowsky e

UNICAMP;

Projeto de criação e execução de cursos, na

modalidade a distância, dos idiomas: alemão; espanhol; francês;

inglês; italiano; e russo, para capacitação de 1.400 (hum mil e

quatrocentos) integrantes do Exército Brasileiro, com o Centro de

Estudos de Pessoal do Exército.

De se destacar, ainda neste pequeno

período de existência, a realização de 02(dois) Seminários

Internacionais de grande porte, NANOTECNOLOGIA e LIVRO BRANCO

DE DEFESA ― sendo o primeiro realizado em Brasília – DF e o outro

no Rio de Janeiro RJ.

Por oportuno discrimina abaixo, dele se excluindo, para que não se argua corporativismo, seus inúmeros clientes militares, seus clientes da iniciativa privada:

Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

Ministério da Defesa. Ministério do Transporte Ministério do Trabalho e Emprego. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Secretaria de Estado de Segurança Pública do Estado de Sergipe. Prefeitura Municipal de Nova Iguaçu. Prefeitura Municipal de São João de Meriti. Prefeitura Municipal de Camaragibe. Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Pós- Graduação e Pesquisa em Administração (COPPEAD) Universidade Federal do Pará (UFPA) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) Universidade Federal Fluminense (UFF) Universidade Católica de Petrópolis (UCP) Universidade Castelo Branco. Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) Associação de Assistência Social Cristã do Brasil. Associação Fluminense de Educação. Banco Santander. Instituições de Ensino, Editores e Consultores para Educação de Jovens e Adultos (EJA). POUPEX.

Este substancioso curriculum, assinale-se descrito parcialmente, para não se tornar enfadonha esta Nota, por si só prostra qualquer tentativa de descredenciar

a Fundação, para o serviço a que se credenciou, perante o Município de Rio das Ostras- RJ.

isenção

necessária, buscando a verdade dos fatos, com certeza desconsideraria 90% das imputações que são feitas, facilmente refutáveis, como será doravante demonstrado, as denúncias feitas pelos Candidatos, entre outras, de perda de prazo para Recorrer, por falta de má orientação da diretoria da Fundação, que é apenas uma das inúmeras acusações marcadas pela má-fé, e que com certeza deixa evidente o despreparo do Candidato para participar do Concurso.

Como é de conhecimento público de que o Edital é a Lei do Concurso.

Alias

tivesse

a

ANPAC

a

Por outro lado não pode alegar desconhecimento do Edital, o Candidato que se inscreveu com o firme propósito de sucesso no Concurso.

Nesta linha de raciocínio, somente o Candidato aventureiro pode desconhecer o Edital, que é, como dizem os estudiosos do direito, de “clareza solar” em seu nº 2-,

da Cláusula V, do Edital de nº 01/2012, quando regra a forma e prazo para interposição de Recurso.

Com relação à má redação do Edital, tal argumento só pode ser fruto da mente de mais um aventureiro, até porque divulgado muito tempo, antes da realização das provas, não existindo nos arquivos do Município, onde ficam guardados todas as formas de insatisfação com o Concurso, uma só Impugnação a redação do Edital.

Em assim sendo, o que resta identificado com tal argumento, é o comportamento malicioso do Candidato que, conhecendo as omissões do Edital, aguarda a realização da Prova para só, ao depois, dependendo do seu sentimento quanto ao resultado alcançado, vir criticá-lo ou não.

Mas a sociedade, em que vivemos, apesar das mudanças de valores, ainda censura este comportamento, pois implica no objetivo de levar vantagem ainda que se aproveitando do próprio agir malicioso.

Com relação a questão de clonagem de questões anteriores, neste momento de se destacar que,

num universo de 101.929 (cento e um mil novecentos e vinte e nove), concorrendo a 168 Cargos, somente 1.139 (um mil cento e trinta e nove) candidatos interpuseram Recursos, ou seja 1,13%, devendo-se destacar, ainda, que, em sua grande maioria, referentes as mesmas questões.

Assinale-se que entre os 1.139 (um mil cento e trinta e nove), Recursos interpostos, apenas 01 (uma) denúncia da existência na internet de questões aplicadas por outras Instituições, em Concursos anteriores, além disso, vários Recursos versavam sobre os mesmos assuntos.

é

verdadeiro, não se pode imputar a Fundação a violação ao Principio da impessoalidade.

Ora,

primeiramente,

se

tal

fato

porque não se atribui, e

efetivamente não se poderia atribuir a Fundação, à divulgação

na internet de questões que seriam aplicadas em suas Provas.

E

isto

Afora isso, ainda que tivesse a Fundação divulgado na internet, questões a serem aplicadas em suas provas --- o que efetivamente não ocorreu --- ali colocadas

as questões não há de se falar em privilegio de Candidatos, uma vez que os fatos divulgados na internet se tornam do domínio público, ou seja estão ao alcance de todos.

De se ressaltar, que, em Rio das Ostras, tão logo tomou, a Fundação ciência da divulgação por

parte de Empresa ALCANCE APOSTILAS, localizada á Rua Agenor de Souza 35, Bairro Progresso, em Juiz de Fora/MG, que anunciava ter

o domínio de questões de provas da Fundação, foi a referida

Empresa, através de Jornal local, descredenciada, com relação à

divulgação de tal fato, assim como Notificada, extrajudicialmente, para se abster da divulgação da referida notícia, estando esses documentos em nossos Arquivos, a disposição de qualquer interessado.

Finalmente, há de ser destacado que

a propriedade intelectual das questões, de prova, pertence a

seus Autores e não a Fundação, inexistindo regra que vede se utilizem, os mesmos, mais de uma vez de questões, de suas propriedades, anteriormente aplicadas, normalmente divulgadas por Instituições que se dedicam a realização de Concursos em

seus sites, e que por este fato se tornam públicos.

Por último, de se destacar que, preocupado com o tema, o Poder Executivo Federal, fez Editar o Decreto de nº 6944, de 21 de agosto de 2009, do exame do qual se depreende, que inexiste qualquer vedação a utilização de questões aplicadas em Concursos anteriores, desde que preservado, naturalmente, pelo Órgão Executor o sigilo de sua utilização.

Com relação a presunção de que a falta de Licitação traz consigo a presunção de falta de competência, por parte do Órgão Contratado este raciocínio é, no mínimo, insensato.

Primeiramente deve ser destacado que a Norma legal que Autoriza a Contratação independente de Licitação, art. 24 da Lei 8666, se encontra em plena vigência, destaque-se desde 21 de junho de 1993, data da sua Edição.

Segundo a interpretação da Lei, como é sabido por todos, os operadores do direito, não pode conduzir o interprete ao absurdo.

Em resumo não se pode admitir que o Legislador fizesse editar uma Lei presumindo que com isso poderiam ser contratadas Empresas desqualificadas, para os objetivos do Contrato .

Contudo, para por fim a qualquer dúvida com relação a legalidade e legitimidade da Contratação, foi a mesma submetida ao Órgão encarregado constitucionalmente, de fiscalizar o Entes Públicos, com relação a seus atos e Contratos, o Tribunal de Contas do Estado TCE.

Feito esses esclarecimentos, com relação a equivocada e precipitada, para se dizer o menos, Nota da ANPAC, enfrentaremos, agora, os relatos de Candidatos que com ela fizeram coro, no mesmo Blog.

Passamos a Fundação a responder agora as vazias e genéricas denuncias, que acompanham o artigo da ANPAC.

A Candidata que se nomina ELISA PINHEIRO DA SILVA ALVARENGA, diz que o Concurso é uma

vergonha, tendo em vista que pessoas usaram do Poder, para manipular resultados.

Quem manipulou o Concurso? Qual

a prova tem a denunciante de que houve manipulação?

Em resposta, nenhuma, até porque se tivesse não estaria se valendo da internet, mas com certeza

procuraria lutar por seus direitos, na Sede própria, na hipótese,

o Poder Judiciário.

Os

Candidatos

reclamam

que

se

nominam

na

ANA,

divulgação dos resultados e das próximas etapas do Concurso.

e

ALINNE

PEREIRA,

que

demora

Primeiramente, de se destacar que o Concurso foi realizado para 101.929 (cento e um mil novecentos e vinte e nove), o que justifica, em parte, a demora das divulgações das notas, sendo certo que 70%(setenta por cento), do resultado do Concurso, já foi divulgado, e convocados os Candidatos para as próximas etapas do Concurso.

O Candidato que simplesmente se nomina MARCO, anuncia a existência de Candidatos conversando em salas, nos banheiros e cartões de resposta com simples etiquetas permitindo a fraude.

Com relação a existência de Candidatos conversando em salas, e nos banheiros, causa a mesma, profunda estranheza, considerando que não há nas Atas constantes do encerramento das provas, nenhuma denúncia formal de Candidatos anunciando essa irregularidade.

da

possibilidade de fraudes, em razão dos Cartões de resposta

coladas com simples etiquetas, a denúncia comprometedora.

demais

Com

relação

a

questão

é

por

Todavia, se efetivamente aconteceu tal fato, o que fez o Candidato ao perceber tal ocorrência??

Teria sido na prova do Candidato?

Na hipótese acima, o que fez ele a respeito da ocorrência? Chamou a Fiscal e devolveu o seu Cartão de Prova?

Em resumo, do que se infere da denúncia, é o objetivo infundado, puro e simples de quem, como regra, não tendo sucesso em seu objetivo, pretende, se possível, com ele arrastar os 101.929 (cento e um mil novecentos e vinte e nove), Candidatos, que participaram do Concurso e aguardam de forma pacífica e confiante o seu resultado.

sentimento é o mesmo.

Com

relação

a Candidata

SUELI

o

O mesmo comportamento já acima comentado, com relação ao argumento de ambigüidade do Edital.

Porque só agora tal argumento?

Com relação a imputação genérica de desorganização do Concurso inclusive o uso de celulares, Candidatos foram eliminados, conforme consta do Arquivos da Fundação, pelo uso indevido de tais aparelhos.

ao argumento da

mesma Candidata da exigüidade de 01 (um) dia, para interposição do Recurso, esse argumento deixa claro que, a Candidata, não tinha esperanças com o sucesso no Concurso.

Com

relação

Tanto assim o é que sequer leu o Edital, pois a redação do nº 2- do Inciso V, do Edital, que trata do prazo, é, como acima já exposto, de “clareza solar”.

Com relação às expressões usadas, pela Banca Examinadora, “DADO PROVIMENTO” para exteriorizar o resultado do Concurso, se a Candidata era incapaz de entender o significado da expressão, há de ser presumir que era incapaz de participar do Concurso.

Finalmente, com relação ao argumento do desconhecimento dos fundamentos que levaram ao resultado do Concurso, como acima já exposto, esta é mais uma prova inequívoca que a Candidata sequer leu o Edital do Concurso, pois se assim o fizesse com certeza não estaria expondo, a luz do disposto no Item 7- da Cláusula V, do referido Edital, tais argumentos.

AÇÃO JUDICIAL- SUSPENSÃO DO CONCURSO

Pois bem, com relação a Ação proposta pelo Ministério Público, e que no primeiro momento, segundo se Noticia, a Fundação ainda não foi formalmente cientificada de sua existência, teria sido acolhida pelo Poder Judiciário, com certeza deixou-se aquele Órgão, malgrado o respeito que merece seus integrantes, serem levados por aproximadamente, num universo de 100.000.00 (cem mil) Candidatos, 500 (quinhentos) Candidatos, que fadados ao insucesso com seus objetivos com o Concurso, usando da internet, divulgam diariamente as mesmas infundadas e repetitivas insinuações.

Até aonde se tem notícia, levou o Ministério Público ao Judiciário as seguintes irregularidades, segundo seu entendimento, ocorridas no Concurso:

O adiamento da data e horário das provas com poucos dias de antecedência;

os

Candidatos entrarem com Recursos, e que os cadernos de

questões não foram divulgados na internet;

Entraves

burocráticos

para

Que no dia das provas, houve atraso no fechamento de portões, com ingresso de Candidatos nas Provas após o início das mesmas, assim como cartões- respostas capazes de serem fraudados;

A utilização de telefones celulares e aparelhos eletrônicos durante as provas e insuficiência de números de Fiscais nos dias de Prova;

Aplicações de provas idênticas da Lei Orgânica Municipal, aplicada em turnos distintos;

provas

discursivas na Provas de Procurador e Procurador Autárquico,

tendo se adotado medida durante a realização da Prova que permitiam a identificação do Candidato;

Irregularidades

nas

Plágio de questões inteiras copiadas de outros Concursos nos Cargos de Analista Processual,

Professor de História e Pedagogo, Supervisão de Ensino e Analista de Projetos, assim como a Investigação teria permitido ao Órgão o conhecimento de novos plágios;

E por derradeiro, ausência de Publicação dos resultados, apesar da Publicação dos resultados parciais, o que impede a interposição do Recurso, se for o caso.

De todas as questões elencadas pelo Órgão Ministerial, de se destacar, com todo o respeito, absolutamente fundadas em denúncias periféricas e desacompanhadas de quaisquer Provas, como será abaixo demonstrado, duas questões hão de ser ressaltadas, como efetivamente relevantes:

A possibilidade de identificação, na Prova discursiva dos Candidatos aos Cargos de Procurador Municipal I e Procurador Autárquico e as questões pertinentes a Lei Orgânica, que a Fundação reconhece, como inadvertidamente aplicadas em turnos distintos.

 

Com

relação

as

Provas

de

Procuradores

Municipal

I

e

Procurador

Autárquicos

de

se

destacar que participaram do Concurso 1.431 (um mil, quatrocentos e trinta e um) Candidatos.

Pois bem, ainda que num percentual ínfimo, diante do universo de Inscritos, que prejuízo sofreram os Candidatos a aqueles Cargos que sem utilização de qualquer meio extraordinário, obtiveram o reconhecimento da Fundação, que, ciente da relevância dos argumentos expostos, Anulou as Provas, repetindo-as no mais exíguo prazo possível?

A resposta é singela, nenhum. Nesta mesma esteira, a repetição das questões relativas a Lei Orgânica aplicada aos Candidatos, em número de 1.766 (um mil, setecentos e sessenta e seis), que disputavam 24 Cargos.

Igual comportamento teve a Fundação que espontaneamente, reconheceu o seu equivoco, e repetiu as Provas.

A pergunta se repete, onde está a fraude? Onde está o prejuízo dos Candidatos?

A resposta é a mesma, Nenhum.

A conclusão a que se chega a relação

dos fatos relevantes do Concurso, e que ensejaram a Anulação de provas e sua repetição, é que a Fundação na esteira de seu

passado irrepreensível, não deixou de cumprir com suas responsabilidades, arcando com os prejuízos das atividades praticadas que, em tese, poderiam ter causado prejuízos aos Candidatos, aos Cargos que tiveram suas provas Anuladas.

Pois bem, passa a Fundação agora, a enfrentar as questões que, no seu entendimento, em que pese o respeito que merece o Ministério Público, absolutamente inconsistentes para se pretender suspender ou mesmo Anular um Concurso da grandiosidade do que está em curso.

Primeiramente a mudança de data das provas ocorreu, no primeiro momento, em razão única e exclusivamente pelo número surpreendente de Candidatos inscritos.

De se destacar, contudo, que ao se inscrever do Concurso já tinha o Candidato ciência da

possibilidade, por tal fato, da mudança das datas inicialmente fixadas, o que se comprova com a simples leitura do Item 02, da Cláusula Observações, lançada ao final do anexo V, pertinente ao cronograma (previsão), das datas estabelecidas.

Todavia, somente para argumentar, que prejuízo sofreu um Candidato que está participando de um Concurso, em curso, e que tem efetivamente o objetivo do sucesso, com a mudança de uma data de prova?

Com relação a entraves burocráticos para o exercício do direito de ser ouvido (leia-se= interposição de Recurso) tal argumento, assim como os demais, como será demonstrado agora e no campo Judicial, restará no campo das meras alegações.

interpostos

tempestivamente foram todos recebidos e julgados, na forma da Lei, sendo, absolutamente, infundados denúncias em contrário.

Os

Recursos

O Protocolo da Prefeitura esteve no prazo fixado no Edital aberto e recebeu todos os Recursos dirigidos a Fundação.

Destaque-se que qualquer entrave burocrático que tivesse ocorrido --- e não ocorreu --- seria facilmente suprido com a remessa do Recurso via correio, fazendo prova o Candidato de sua interposição com o comprovante de sua entrega naquele Órgão Oficial de comunicação.

Com relação ao atraso na abertura dos portões, com a permissão de entrada de Candidatos atrasados, tal denúncia não é verdadeira, para se dizer o menos.

Em apenas 01 (um) dia, houve um atraso por 15 (quinze) minutos, no fechamento de um portão, prazo este compensado ao final da prova estendido a todos os Candidatos e, por via de conseqüência, incapaz de causar prejuízo e dar oportunidade a suspensão ou mesmo Anulação de um Concurso tão relevante, como o que está em curso.

Contudo, com relação a este fato, fará a Fundação, no momento oportuno, prova que até a Polícia Militar foi utilizada para impedir que vândalos, não se pode atribuir outro qualificativo aqueles cidadãos, (leia-se =

Candidatos atrasados) quebrassem o portão de uma das Unidades de Prova, do Concurso em andamento.

Não menos infundado o argumento da utilização de telefones celulares e aparelhos eletrônicos durante as provas, assim como a insuficiência dos números de Fiscais.

Para afastar, logo de início, a falsa imputação de insuficiência da Fiscalização, a Fundação torna Público que foram contratados no próprio Município, indicados em sua grande maioria pelo Poder Público Municipal, ou seja Servidores Públicos e orientados por, no mínimo 03 (três dias), aproximadamente 1.200 (um mil e duzentos) Fiscais, tendo sido utilizados, como regra, 02 (dois) Fiscais por sala de prova, 02 (dois) Fiscais por andar e 01 (um) Fiscal de entrada de acesso.

Por derradeiro, com relação a ausência de publicação das notas, apesar de divulgado parcialmente a classificação dos Candidatos, impedindo a interposição do Recurso, de se ressaltar, primeiramente, a justificar, em parte, o atraso que, como repetitivamente já foi

anunciado, trata-se de um Concurso com 101.929 (cento e um mil novecentos e vinte e nove) inscritos.

Todavia, essa Reclamação, embora plausível, perdeu o seu objeto na quarta-feira, dia 13, próxima passada, quando divulgadas as notas obtidas, relativas a, aproximadamente, 80% (oitenta por cento) dos Cargos em disputa.

De se destacar que, na mesma oportunidade, divulgado a abertura do prazo para interposição de Recurso.

Ora, qual o prejuízo sofrido com o atraso na divulgação de aproximadamente 02 (duas) semanas, após divulgação do resultado parcial, com a divulgação das notas do Concurso, quando anunciado naquela mesma oportunidade o início naquela data para a Interposição de Recursos?

A

resposta

é

a

mesma

que,

por

repetitiva, se torna enfadonha, ou seja nenhum.

se

perguntar, neste momento, que prejuízo sofreram os 101.929 (cento e um mil novecentos e vinte e nove) Candidatos, que participaram do Concurso, se em apenas um determinado dia 01 (um) portão foi fechado 15 (quinze) minutos, após a hora

prevista no Edital, se este prazo foi estendido a todos os Candidatos ?

Em

resumo,

o

que

de

Quantas denúncias formais existem em Ata de Prova, conforme previsto no nº 17, do Item IV, do Edital do Concurso, com relação ao uso indiscriminado de telefones celulares e outros meios eletrônicos?

O que a Fundação pode afirmar é que existe sim, constando em Ata, a apreensão e eliminação de Candidatos que fizeram uso de tais instrumentos, bem como ter sido utilizado a PM, local, para apurar denúncia de uma cidadã que em rua localizada aos fundos de uma unidade de Prova, usava de um Laptop, malgrado tenha a denúncia restado infrutífera, uma vez que se constatou encontrar-se a mesma apenas se preparando para a Prova que se realizaria na parte da tarde.

Enfim, justificariam, seria razoável, que esses fatos, apesar de encaminhados repetitivamente ao Ministério Público, via internet, solteiros de qualquer meio de prova idôneo, suspendesse o curso ou mesmo Anulasse um Concurso dessa grandiosidade?

A resposta lógica é que não.

Infelizmente foi o Ministério Público ilaqueado pelo forte apelo repetitivo feito, pela internet, por Candidatos, com certeza, fracassados em seus objetivos, com relação ao Concurso, malgrado a todo momento lhe comprovada a boa-fé da Fundação, que a todas as suas requisições atendeu integralmente e tempestivamente.

Fato é que a Decisão Judicial, fruto, respeitosamente, do equívoco a que foi levada a Eminente Magistrada, sua Prolatora, interrompe o sonho e a esperança de aproximadamente 3.500 (três mil e quinhentos) Candidatos e suas respectivas famílias, de um dia servir a seu País, na qualidade de Servidor Público.

Todavia, vivendo num Estado democrático de Direito, como é o que vivemos, em que todos, e

aí se encontra incluída a Fundação, são submissos ao império da

Lei e, considerando que a Decisão Judicial tem força de Lei, neste momento, não cabe a Fundação outro comportamento senão

curvar-se a Ordem Judicial, ainda que não a tendo recebido formalmente e suspender o curso do VI Concurso Público.

Por tal fato, a Decisão Judicial, serve- se, a Fundação, deste Aviso para COMUNICAR aos Candidatos,

ainda

contrário, do Poder Judiciário, o andamento do VI Concurso Público, inclusive com relação as Provas Práticas já aprazadas para amanhã e o domingo, e o Exame de Aptidão Física, já aprazado para os próximos dias 18, 19, 20, 21 e 22 .

em

participantes,

que

está

SUSPENSO,

até

Decisão

Esta Declaração todavia, não implica em submissão e mesmo aquiescência a Ordem Judicial, uma vez que de imediato usará, a Fundação, dos Instrumentos Jurídicos cabíveis, tendo por objetivo, no primeiro momento, demonstrar

a Ilustre Prolatora da Decisão, de Suspensão do Concurso, o

equívoco a que foi levada, e por final, a volta do Concurso a seu trilho natural.

FUNDAÇÃO TROMPOWSKY