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ServiÁo Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de S„o Paulo PLANO DE CURSO (De acordo

ServiÁo Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de S„o Paulo

PLANO DE CURSO

(De acordo com a ResoluÁ„o CNE/CEB n. 4/99, atualizada pela ResoluÁ„o CNE/CEB n. 01/05)

£rea Profissional : IND⁄STRIA

HabilitaÁ„o : TÈcnico em

ManutenÁ„o Mec‚nica

S O PAULO - 2005

Plano do Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica

SENAI-SP, 2005

Diretoria TÈcnica

Grupo de Planejamento:

CoordenaÁ„o

GerÍncia de EducaÁ„o

ElaboraÁ„o

GerÍncia de EducaÁ„o GerÍncia Regional 1 ñ GR1 Escola SENAI ìFrederico Jacob ì - CFP 1.26

SUM£RIO

I ñ JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

4

A) JUSTIFICATIVA

4

B) OBJETIVOS

8

II - REQUISITOS DE ACESSO

9

III - PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUS O

10

A) PERFIL DO T…CNICO EM MANUTEN« O MEC¬NICA

10

B) PERFIL DA QUALIFICA« O PROFISSIONAL T…CNICA DE NÕVEL

26

IV - ORGANIZA« O CURRICULAR

27

A) ESTRUTURA DO CURSO T…CNICO EM MANUTEN« O MEC¬NICA

27

B) MATRIZ DO CURSO T…CNICO DE MANUTEN« O MEC¬NICA (HABILITA« O E

QUALIFICA« O)

28

C) ITINER£RIO DO CURSO T…CNICO EM MANUTEN« O MEC¬NICA

29

D) DESENVOLVIMENTO METODOL”GICO DO CURSO

30

E) EMENTA DE CONTE⁄DOS

37

F) ORGANIZA« O DAS TURMAS

49

G) EST£GIO SUPERVISIONADO

49

V - CRIT…RIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERI NCIAS

ANTERIORES

50

VI

- CRIT…RIOS DE AVALIA« O

51

VII - INSTALA«’ES E EQUIPAMENTOS

52

VIII - PESSOAL DOCENTE E T…CNICO

54

IX

- CERTIFICADOS E DIPLOMAS

55

ANEXO I - COMIT

DE ESPECIALISTAS PARA A PROSPEC« O DO PERFIL

PROFISSIONAL

56

ANEXO II - AN£LISE DE COMPET NCIAS DO PERFIL PROFISSIONAL

58

ANEXO III - CONTROLE DE REVIS’ES

72

I ñ JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS

a) Justificativa

Nas atividades de manutenÁ„o, no Brasil, encontram-se pr·ticas desde as puramente corretivas atÈ as tÈcnicas prÛ-ativas, ancoradas no uso de tecnologias e processos avanÁados. Estas ˙ltimas, presentes em alguns segmentos, resultam de condiÁıes de mercado que exigem maior competitividade e, em conseq¸Íncia, maior disponibilidade operacional e menor custo. A manutenÁ„o brasileira est· sintonizada com essa evoluÁ„o, o que permite antever potencial abertura de novas frentes de expans„o para essas atividades, cujo papel estratÈgico tem sido mais evidenciado.

Vem-se difundindo, paulatinamente, a consciÍncia de que a falta de paradas programadas reduz a capacidade de produÁ„o e que a produtividade pode ser melhorada com a adoÁ„o de conceitos modernos de manutenÁ„o. A manutenÁ„o, assim, diz respeito a vari·veis cruciais para a sobrevivÍncia dos negÛcios em ambientes altamente competitivos.

As transformaÁıes tecnolÛgicas no segmento de bens de capital requerem an·lise apurada de seus impactos sobre as competÍncias do fator humano tambÈm na gest„o e operaÁ„o dos processos de manutenÁ„o, em face da import‚ncia estratÈgica que estes assumem nas empresas, por sua funÁ„o potencial de contribuir para a confiabilidade operacional como um todo. Por este motivo, a manutenÁ„o vem sendo cada vez mais valorizada nas organizaÁıes, isto sem falar em suas virtuais sinergias com as ·reas de sa˙de ocupacional, meio ambiente, gest„o da qualidade e logÌstica. No contexto da difus„o de sistemas integrados de gest„o, a ·rea de manutenÁ„o compartilha com as demais, de forma sistÍmica, objetivos e metas de produtividade e qualidade e deixa de ser mero apÍndice nas organizaÁıes.

Esta vis„o vem ao encontro do conceito de manutenÁ„o como ìcentro de negÛciosî 1 , em que ìo planejamento da manutenÁ„o deve ser parte integrante do planejamento estratÈgico da empresa e a execuÁ„o, acompanhada, gerenciada e controlada por todos os nÌveis, guardando suas devidas competÍnciasî. 2

1 ABRAMAN ñ AssociaÁ„o Brasileira de ManutenÁ„o. REVISTA DE MANUTEN« O n 96, matÈria 4. DisponÌvel na Internet em < www.abraman.org.br > Acesso em 10/7/2004.

2 De acordo com o diretor do Instituto de Engenharia de S„o Paulo, Dr. Valdir Cardoso de Souza, citado na mesma matÈria supracitada.

No caso brasileiro, em que se tÍm registrado fracos investimentos em ativos fixos, decorrentes da incerteza com relaÁ„o a alguns dos fatores que interferem nas decisıes de investimento privado ó em particular a partir da segunda metade da dÈcada de 90 ó, a manutenÁ„o se consolida como vari·vel fundamental para o prolongamento da vida ˙til e para a otimizaÁ„o da produtividade de m·quinas e equipamentos.

Segundo a AssociaÁ„o Brasileira de ManutenÁ„o ñ ABRAMAN, o efetivo prÛprio na ·rea de manutenÁ„o tem apresentado forte crescimento nas empresas brasileiras, em particular na presente dÈcada ó em 2003, 29% do quadro permanente das empresas pesquisadas estavam alocados na ·rea em pauta. O percentual de tÈcnicos de nÌvel mÈdio alcanÁa 15%, acompanhando nÌtida tendÍncia a registrarem-se cada vez maiores nÌveis de qualificaÁ„o em atividades de manutenÁ„o ó em 2003, 63% do pessoal apresentava alguma formaÁ„o especÌfica na ·rea; em 1995, esta participaÁ„o fora de apenas 37%. Vejam-se as tabelas a seguir.

 

Empregados prÛprios de manutenÁ„o

ANO

Total das

Total da

 

Empresas

ManutenÁ„o

TM / TE

2003

109.974

31.504

28,69%

2001

159.454

33.015

20,71%

1999

133.650

26.257

19,65%

1997

154.250

30.750

19,94%

1995

320.650

63.375

21,01%

Fonte: ABRAMAN - Documento Nacional 2003. A situaÁ„o da manutenÁ„o no Brasil.

   

QualificaÁ„o do Pessoal de ManutenÁ„o (%)

 

ANO

NÌvel

TÈcnico

MOB

MOB

N„o

Superior

NÌvel MÈdio

Qualificada

— Qualificada

Classificados

2003

7,20

14,85

40,62

4,94

32,39

2001

7,64

14,81

38,72

7,63

31,20

1999

7,08

13,35

38,06

6,77

34,24

1997

6,18

14,78

40,63

8,07

30,34

1995

6,65

13,52

17,15

8,81

53,87

Fonte: ABRAMAN - Documento Nacional 2003. A situaÁ„o da manutenÁ„o no Brasil.

Este movimento reflete tambÈm a preocupaÁ„o com a competitividade das empresas, j· que, no Brasil, o custo da manutenÁ„o representa 4,27% do faturamento, pouco superior ‡ mÈdia mundial, de 4,12%, ainda de acordo com a ABRAMAN. Como decorrÍncia da ampliaÁ„o de recursos destinados ‡ manutenÁ„o ó na perspectiva de integraÁ„o desta com a produtividade e a eficiÍncia globais das organizaÁıes ó, a disponibilidade operacional de m·quinas, equipamentos e instalaÁıes (operaÁ„o sem

interrupÁ„o n„o-programada) tem aumentado ao longo dos ˙ltimos anos ó era de 85,8%, em mÈdia, em 1997, e atingiu 89,5% em 2003, segundo o mesmo Ûrg„o supramencionado.

Cabe tambÈm destacar o esforÁo de qualificaÁ„o de m„o-de-obra, sobretudo no contexto do Programa Nacional de QualificaÁ„o e CertificaÁ„o - PNCQ ó que tem no SENAI um de seus parceiros ó, com vistas ‡ melhoria da qualidade e da produtividade dos serviÁos de manutenÁ„o no Brasil, dadas as notÛrias e r·pidas mudanÁas tecnolÛgicas nos equipamentos e sistemas produtivos, e a estreita relaÁ„o das atividades de manutenÁ„o com o desempenho econÙmico-financeiro e os processos de melhoria contÌnua das empresas.

Em que pese a participaÁ„o significativa do SENAI, tanto no PNQC quanto por meio da oferta de cursos de qualificaÁ„o, no que toca ‡ formaÁ„o de m„o de obra,

ìempres·rios, engenheiros e acadÍmicos s„o un‚nimes em afirmar que boa parte da oferta de profissionais existente hoje no mercado brasileiro È treinada pelas prÛprias

No caso da ManutenÁ„o, tanto os cursos de Engenharia, como os

cursos TÈcnicos, abordam a ManutenÁ„o como uma disciplina no currÌculo escolar.î 3 Os TÈcnicos de Mec‚nica 4 ó profissionais estreitamente envolvidos com atividades de manutenÁ„o (de m·quinas, equipamentos, ferramentas etc.) ó, somam cerca de 18 mil no Estado de S„o Paulo, segundo dados da RAIS/MTE - 2003, que se referem unicamente ao mercado de trabalho formal.

empresasî (

)

Em sua maioria relativa (45%), os tÈcnicos supracitados est„o alocados em estabelecimentos de micro e pequeno porte (com atÈ 99 empregados). Cerca de um terÁo È absorvido por unidades de grande porte (500 empregados e mais), e o restante (24%), por instalaÁıes de tamanho intermedi·rio (100 a 499 empregados).

Atualizados os dados da RAIS/MTE - 2003 para 31/05/2005, pelo CAGED EstatÌstico, observa-se que a expans„o do contingente de trabalhadores com Ensino MÈdio completo supera a do total da m„o-de-obra, no perÌodo citado, quer nas atividades que empregam TÈcnicos de Mec‚nica, quer no conjunto dos setores da economia ó no Estado de S„o Paulo:

3 ABRAMAN ñ AssociaÁ„o Brasileira de ManutenÁ„o. ìA realidade e os desafios do ensino de manutenÁ„oî in REVISTA DE MANUTEN« O n 101, nov-dez 2004. DisponÌvel na Internet em < www.abraman.org.br > Acesso em 13/07/2005. 4 Inclui as famÌlias ocupacionais de TÈcnicos em MecatrÙnica, TÈcnicos em Eletromec‚nica, TÈcnicos Mec‚nicos na FabricaÁ„o e Montagem de M·quinas, Sistemas e Instrumentos, TÈcnicos Mec‚nicos (Ferramentas), TÈcnicos em Mec‚nica Veicular, TÈcnicos Mec‚nicos na ManutenÁ„o de M·quinas, Sistemas e Instrumentos.

! Atividades que empregam famÌlias ocupacionais dos TÈcnicos de Mec‚nica:

VariaÁ„o do contingente destes tÈcnicos: +93,77% VariaÁ„o do contingente com Ensino MÈdio completo:

VariaÁ„o do total da m„o-de-obra no segmento: +83,4%

+96,28%
+96,28%

!

VariaÁ„o do total da m„o-de-obra, no total das atividades econÙmicas: +83,7%

VariaÁ„o do contingente com Ensino MÈdio completo:

+94,4%

 

Tais dados refletem, provavelmente, os efeitos do aquecimento da atividade econÙmica a partir de 2004 e, n„o menos importante, a diversificaÁ„o de atividades no setor de bens de capital, que passam a incluir um leque amplo de serviÁos: instalaÁ„o, manutenÁ„o, inspeÁ„o e reparaÁ„o de equipamentos, limpeza industrial, desmonte e reinstalaÁ„o de equipamentos usados, serviÁos relacionados com o meio ambiente e gerenciamento ó e, por isso, envolvem conhecimentos tÈcnicos mais amplos (mec‚nica, eletricidade, eletrÙnica, entre outros), atÈ mesmo pelo car·ter universal das ocupaÁıes que compıem a ·rea de manutenÁ„o nas empresas, e pela tendÍncia ‡ progressiva integraÁ„o entre as bases tecnolÛgicas metalmec‚nica e eletrÙnica. Assim, considerando-se:

" as perspectivas de expans„o que despontam na ind˙stria brasileira em geral, sinalizadas pelos recentes recordes nos nÌveis de produÁ„o e de utilizaÁ„o de capacidade instalada, apurados pelo IBGE 5 , e no setor de m·quinas e equipamentos em particular, reconhecido como estratÈgico nas diretrizes de polÌtica industrial em implantaÁ„o, por seu car·ter difusor de progresso tÈcnico (paradigma eletrÙnico integrado com a mec‚nica) e os efeitos sistÍmicos deste sobre a produtividade e a competitividade 6 ; " a crescente import‚ncia que vem assumindo a vis„o segundo a qual a manutenÁ„o deve estabelecer sinergia com os processos produtivos, de forma a compartilhar com a ·rea de operaÁ„o metas de produtividade e qualidade ó qualquer que seja o segmento da atividade econÙmica ó, e contribuir para os

5 A produÁ„o industrial brasileira ampliou-se 2,2% em maio/2004, pelo terceiro mÍs consecutivo. Em relaÁ„o ao mesmo mÍs do ano anterior, a expans„o da produÁ„o fÌsica da ind˙stria foi de 7,8%. De abril para maio/2004, o segmento de m·quinas e equipamentos cresceu 3,7%, variaÁ„o superior ‡ das demais categorias de bens. O nÌvel de utilizaÁ„o da capacidade instalada alcanÁou 82,5% no referido mÍs. Folha Online, 07 e 08/7/2004.

6 A reestruturaÁ„o por que passou a ind˙stria brasileira de bens de capital durante os anos 90 foi bastante heterogÍnea, tendo a difus„o do paradigma eletrÙnico se limitado, principalmente, ‡s maiores empresas do setor. Conforme UNICAMP-IE-NEIT. "Estudo de Competitividade de Cadeias Integradas no Brasil - Cadeia: Bens de Capital". Campinas, dezembro de 2002. DisponÌvel na Internet em < http://www.eco.unicamp.br/neit/estudo_compet.htm >. Acesso em 19/07/2005.

resultados das empresas, garantindo a disponibilidade dos equipamentos e reduzindo a um mÌnimo intervenÁıes n„o-programadas;

" o papel destacado da manutenÁ„o, nesta abordagem, como fator de

competitividade;

" a maior abrangÍncia de requisitos de competÍncias para profissionais da manutenÁ„o, entre eles o de atuar na prevenÁ„o e na soluÁ„o de problemas, sem contudo negligenciar aspectos de seguranÁa e meio ambiente, e o de executar, acompanhar e controlar atividades de manutenÁ„o e levantar indicadores de eficiÍncia dos equipamentos, com vis„o estratÈgica de seus objetivos;

" a elevaÁ„o do grau de escolaridade na ind˙stria como um todo ó sobretudo o crescimento do peso relativo do estrato de trabalhadores com Ensino MÈdio concluÌdo.

o Departamento Regional do SENAI-SP julga oportuna a implantaÁ„o do Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica, em face das tendÍncias gerais de desenvolvimento das atividades de manutenÁ„o sucintamente apresentadas.

b) Objetivos

O Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica tem por objetivo habilitar profissionais para planejar, executar e controlar a manutenÁ„o de sistemas, equipamentos e m·quinas mec‚nicas, cumprindo a legislaÁ„o e as normas tÈcnicas, ambientais, da qualidade, de seguranÁa e sa˙de e no trabalho.

II

- REQUISITOS DE ACESSO

A inscriÁ„o e a matrÌcula no Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica est„o abertas

a candidatos que comprovem estar cursando o ensino mÈdio ou tÍ-lo concluÌdo.

Dependendo das circunst‚ncias, outros requisitos como idade, experiÍncia e aprovaÁ„o em processo seletivo podem tambÈm ser exigidos.

III - PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUS O

O itiner·rio de formaÁ„o do TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica inclui a seguinte QualificaÁ„o Profissional TÈcnica de NÌvel MÈdio, identific·vel no mercado de trabalho:

Mec‚nico de ManutenÁ„o.

S„o apresentados a seguir os perfis profissionais do TÈcnico e da QualificaÁ„o Profissional TÈcnica de NÌvel MÈdio.

a) Perfil do TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica 7

£rea Profissional: Ind˙stria Segmento TecnolÛgico: Metal-mec‚nico HabilitaÁ„o Profissional: TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica NÌvel de EducaÁ„o Profissional: MÈdio NÌvel de QualificaÁ„o: TÈcnico

1. CompetÍncias Profissionais do TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica

CompetÍncia Geral

Planejar e controlar atividades relativas ‡ manutenÁ„o mec‚nica, executando-as e participando da elaboraÁ„o de projetos, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

7 Perfil Profissional estabelecido no ‚mbito do ComitÍ TÈcnico Setorial da ·rea da manutenÁ„o mec‚nica que se reuniu na Escola SENAI ìFrederico Jacobî nos dias 05 e 06 de outubro de 2004 empregando a metodologia SENAI-DN ñ CompetÍncias: FormaÁ„o e CertificaÁ„o ñ ElaboraÁ„o de Perfis Profissionais. Sobre a composiÁ„o do comitÍ, ver Anexo 1.

RelaÁ„o das Unidades de CompetÍncia

Unidade de CompetÍncia 1: Planejar atividades relativas ‡ manutenÁ„o mec‚nica, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

Unidade de CompetÍncia 2: Controlar atividades relativas ‡ manutenÁ„o mec‚nica, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

Unidade de CompetÍncia 3: Executar aÁıes de manutenÁ„o mec‚nica, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

Unidade de CompetÍncia 4: Participar da elaboraÁ„o de projetos que envolvam a ·rea de manutenÁ„o mec‚nica, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

 

Unidade de CompetÍncia n. 1:

 

Planejar atividades relativas ‡ manutenÁ„o mec‚nica, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

 
 

Elementos de CompetÍncia

 

Padrıes de Desempenho

 
 

1.1.1

Elaborando cronogramas

 

1.1.2

1.1

Programando parada de m·quina.

 

Aplicar ferramentas de planejamento.

 

1.1.3

 

Utilizando instrumentos de verificaÁ„o

e

controle

1.1.4

Utilizando softwares dedicados

 
 

1.2.1

Dimensionando a m„o de obra necess·ria

 

1.2.2

Elaborando orÁamentos

 

1.2.3

1.2

Definir

os

recursos

necess·rios

Especificando ferramentas, materiais

e

manutenÁ„o

(fÌsicos,

humanos

e

equipamentos

 

1.2.4

financeiros).

 

Especificando m„o de obra necess·ria

 
 

1.2.5

Especificando

infra-estrutura,

logÌstica,

seguranÁa e meio ambiente

 

1.2.6

Interagindo com outros setores

 
 

1.3.1

Verificando histÛricos da manutenÁ„o

1.3.2

Consultando informaÁıes dos fabricantes

1.3.3

Definindo mÈtodos de manutenÁ„o

1.3.4

1.3

Obedecendo normas e legislaÁ„o

Elaborar o plano de manutenÁ„o.

1.3.5

Elaborando cadastro tÈcnico

1.3.6

Interagindo com outros setores

1.3.7

Seguindo procedimentos corporativos de

manutenÁ„o

Unidade de CompetÍncia n. 2:

Controlar atividades relativas ‡ manutenÁ„o mec‚nica, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

Elementos de CompetÍncia

Padrıes de Desempenho

 

2.1.1

Tabulando dados

2.1.2

2.1

Elaborando gr·ficos

Analisar indicadores de desempenho.

2.1.3

Identificando tendÍncias

2.1.4

Utilizando softwares dedicados

 

2.2.1

Acompanhando o cumprimento do

cronograma

2.2.2

2.2

Acompanhando equipes de trabalho

Monitorar as atividades de manutenÁ„o.

2.2.3

Verificando a aplicaÁ„o de materiais de

acordo com o projeto

2.2.4

Acompanhando o cumprimento das

instruÁıes de trabalho

 

2.3.1

Obedecendo normas tÈcnicas e procedimentos operacionais de seguranÁa no trabalho, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de, procedimentos legais

e objetivos da empresa

2.3

2.3.2

Realizar testes.

Utilizando instrumentos e padrıes

2.3.3

Elaborando relatÛrios

2.3.4

Apresentando resultados

2.3.5

Acompanhando o comissionamento (Start-

Up)

 

2.4.1

Realizando auditorias de fornecedores

2.4.2

2.4

Realizando testes em produtos e serviÁos

Desenvolver fornecedores.

2.4.3

Emitindo laudos tÈcnicos

2.4.4

Seguindo procedimentos de qualificaÁ„o

Unidade de CompetÍncia n. 3:

 

Executar aÁıes de manutenÁ„o mec‚nica, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

Elementos de CompetÍncia

 

Padrıes de Desempenho

 
 

3.1.1

Interpretando laudos de ensaios

 

3.1.2

Realizando inspeÁ„o visual e sensorial

 

3.1.3

Utilizando

instrumentos

e

aparelhos

de

mediÁ„o

3.1.4

Realizando testes

 

3.1.5

3.1

Aplicando tÈcnicas de detecÁ„o e an·lise de

Diagnosticar defeitos e falhas.

falhas

3.1.6

Registrando as avarias detectadas

 

3.1.7

Interagindo com outros setores

 

3.1.8

Seguindo procedimentos de manutenÁ„o

 

3.1.9

Identificando condiÁıes

 

gerais

de

funcionamento de componentes elÈtricos e de automaÁ„o

 

3.2.1

Interpretando

desenhos

de

peÁas,

diagramas

e

esquemas

de

m·quinas

e

sistemas

3.2.2

Utilizando

ferramentas,

equipamentos

e

dispositivos

3.2.3

Consultando cat·logos e manuais

 

3.2.4

Preenchendo relatÛrios de manutenÁ„o

 

3.2.5

Obedecendo normas e procedimentos de seguranÁa no trabalho, de qualidade, de

preservaÁ„o

ambiental,

de sa˙de,

3.2

procedimentos

legais

e

objetivos

da

Desmontar

e

ou

montar

conjuntos

e

empresa

sistemas

mec‚nicos,

hidr·ulicos

e

3.2.6

pneum·ticos.

 

Cumprindo instruÁıes de trabalho

 
 

3.2.7

Elaborando croquis

 

3.2.8

Utilizando

aparelhos

e

instrumentos

de

mediÁ„o

3.2.9

Aplicando tÈcnicas de lubrificaÁ„o

 

3.2.10

Aplicando

tÈcnicas

de

balanceamento

e

alinhamento

3.2.11

Identificando

elementos

de

m·quinas

e

equipamentos

 

3.2.12

Seguindo procedimentos de manutenÁ„o

 
 

3.3.1

Ajustando peÁas e conjuntos

 

3.3.2

Utilizando instrumentos e aparelhos de

mediÁ„o

3.3.3

Substituindo

peÁas,

componentes

e

elementos padronizados

 

3.3.4

Interpretando

desenhos,

diagramas

e

3.3

esquemas de peÁas e m·quinas

Reparar m·quinas e equipamentos.

3.3.5

Seguindo procedimentos de manutenÁ„o

 

3.3.6

Capacitando

o

usu·rio

quanto

as

modificaÁıes implementadas

 

3.3.7

Realizando adequaÁıes / adaptaÁıes em

m·quinas, equipamentos e sistemas

 

3.3.8

Implementando melhorias em m·quinas e

equipamentos.

Unidade de CompetÍncia n. 4:

 

Participar da elaboraÁ„o de projetos que envolvam a ·rea de manutenÁ„o mec‚nica, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

Elementos de CompetÍncia

 

Padrıes de Desempenho

 
 

4.1.1

 

Especificando

 

materiais,

peÁas,

componentes, m·quinas, equipamentos e

sistemas

 

4.1.2

Identificando

a

necessidade

de

componentes sobressalentes

4.1.3

 

Identificando nacionalizaÁ„o lubrificantes e outros

4.1.4

a

 

oportunidade

de

de

componentes,

 

4.1

 

Identificando pontos de difÌcil acesso para

Contribuir com informaÁıes tÈcnicas na

aquisiÁ„o de m·quinas e equipamentos.

manutenÁ„o

4.1.5

 

Identificando a necessidade de capacitaÁ„o

de profissionais para manutenÁ„o

 

4.1.6

 

Solicitando

a

realizaÁ„o

de

comissionamento da m·quina, equipamento

e

sistema

4.1.7

 

Identificando as informaÁıes tÈcnicas sobre

a

infra-estrutura necess·ria

 

4.1.8

 

Identificando a necessidade de alteraÁ„o do

leiaute

 
 

4.2.1

Elaborando instruÁıes de trabalho

 

4.2.2

4.2

Especificando ferramentas, equipamentos e

m·quinas

Contribuir na elaboraÁ„o de procedimentos

4.2.3

de manutenÁ„o.

Capacitando

equipes

para

aplicaÁ„o

de

procedimentos

 

4.2.4

Identificando

o

mÈtodo

de

manutenÁ„o

apropriado

 

4.3.1

Elaborando desenhos de projetos

 

4.3.2

Propondo modificaÁıes tÈcnicas

 

4.3.3

Adequando o equipamento ‡s normas e

legislaÁ„o vigentes

 

4.3.4

4.3

Incorporando novas tecnologias em m·quinas, equipamentos e sistemas, sempre que possÌvel

4.3.5

Elaborar projetos de melhoria.

Especificando materiais, peÁas, componentes, m·quinas, equipamentos e sistemas

4.3.6

Elaborando justificativas, objetivos e

memorial descritivo

 

4.3.7

Interagindo com outros setores

 

4.3.8

Coletando informaÁıes do operador ou

usu·rio

2. Contexto de Trabalho da QualificaÁ„o Profissional

Meios (equipamentos, m·quinas, ferramentas, instrumentos, materiais e outros.)

Equipamentos de laboratÛrio e instrumentos de mediÁ„o, verificaÁ„o e controle

(analisador de vibraÁ„o, c‚mara termogr·fica, rugosÌmetro, endoscÛpio, alinhador

laser, durÙmetro, viscosÌmetro, projetor de perfil, paquÌmetro, micrÙmetro,

)

AcessÛrios e componentes de manutenÁ„o

 

Elementos de M·quinas (acoplamentos, engrenagens, etc)

 

Ferramentas manuais e port·teis

Elementos de plantas de processo ( bombas, v·lvulas, redutores, etc)

 

Equipamentos para soldagem

Sistemas de AutomaÁ„o (controladores program·veis - CLP, IHM - inversores de freq¸Íncia, servo-motores, motores de passo, motores de corrente contÌnua e de corrente alternada, sensores)

Sistemas pneum·ticos e hidr·ulicos (sistemas robÛticos, manipuladores)

 

M·quinas operatrizes convencionais e a controle numÈrico computadorizado ñ CNC

Ferramentas de corte

Recursos de movimentaÁ„o interna de m·quinas e equipamentos: esteiras, pallets, empilhadeiras

Amostras de matÈrias-primas e acessÛrios

 

Material de desenho tÈcnico

Equipamentos de proteÁ„o individual e coletiva (EPI e EPC)

 

Softwares da ·rea da ManutenÁ„o (gerenciamento, lubrificaÁ„o, desenho assistido

por computador e outros dedicados

)

PublicaÁıes do setor ( revistas tÈcnicas, cat·logos de m·quinas, equipamentos, componentes)

LegislaÁıes, trabalhistas, ambiental, de sa˙de e seguranÁa etc.

 

Normas tÈcnicas

Visitas tÈcnicas (empresas, feiras e congressos,

)

Internet

Computadores

M·quina fotogr·fica e filmadora

MÈtodos e TÈcnicas de Trabalho

MÈtodos de ManutenÁ„o (corretiva, preditiva, preventiva, TPM, RCM, )

AdministraÁ„o e controle da manutenÁ„o (logÌstica, indicadores de manutenÁ„o, )

TÈcnicas de desmontagem, montagem e movimentaÁ„o de cargas

TÈcnicas de ensaios dos materiais

MÈtodos e tÈcnicas de lubrificaÁ„o

TÈcnicas de soldagem

Controle dimensional

TÈcnicas de gest„o de pessoas ( lideranÁa, criatividade,

)

Sistemas de gest„o ambiental

Gest„o da qualidade (5S, PDCA, CEP, ferramentas da qualidade)

TÈcnicas de seguranÁa e organizaÁ„o no trabalho (aplicaÁ„o de normas, higiene e seguranÁa no trabalho)

TÈcnicas de Leitura e InterpretaÁ„o de Desenho TÈcnico

Inform·tica aplicada ‡ manutenÁ„o

CondiÁıes de Trabalho

UtilizaÁ„o de m·quinas e equipamentos com diferentes graus de periculosidade

Uso de Equipamentos de ProteÁ„o Individual e Coletiva (EPI e EPC)

Ambientes de produÁ„o, laboratÛrios e escritÛrios

Ambientes com ruÌdo, umidade, variaÁıes tÈrmicas, partÌculas em suspens„o, insalubre

Contato e/ou inalaÁ„o de produtos quÌmicos

ObservaÁ„o a normas de seguranÁa (luminosidade, ruÌdo, ergonomia, sinalizaÁ„o) e organizaÁ„o do trabalho

EquilÌbrio entre criatividade e produtividade estabelecida pela empresa

CondiÁıes ergonÙmicas vari·veis

Disponibilidade de hor·rio, trabalho em turnos, viagens, feiras e treinamentos

Trabalho sob tens„o emocional

Atividades rotineiras

EsforÁo fÌsico

POSI« O NO PROCESSO PRODUTIVO

Contexto Profissional

Setores secund·rio e terci·rio

Empresas de pequeno, mÈdio e grande porte, micro-empresas

Ambientes de produÁ„o

Vendas /compras tÈcnicas

PÛs-venda e suporte tÈcnico

Funcion·rio ou prestador de serviÁos

Contexto Funcional e TecnolÛgico

CoordenaÁ„o de equipes de trabalho

Vis„o sistÍmica

PolivalÍncia e multifuncionalidade

Capacidade de resoluÁ„o de problemas e de enfrentar situaÁıes novas e diferentes

Capacidade de negociaÁ„o

Capacidade de comunicaÁ„o oral e escrita

Alto grau de responsabilidade e autonomia

Flexibilidade / versatilidade/ criatividade

Treinamento de pessoas

OrganizaÁ„o industrial

Controle de m·quinas e equipamentos

LogÌstica

Atividade autÙnoma ñ individual ou em grupo

PrÛ-atividade

Foco em resultado

…tica profissional

Uso de manuais

Planejamento

AdministraÁ„o do tempo

Usu·rio de micro-inform·tica

Uso freq¸ente da lÌngua inglesa

 

SaÌda para o Mercado de Trabalho

Mec‚nico de ManutenÁ„o

 

EvoluÁ„o da HabilitaÁ„o

Novas tecnologias (materiais, tÈcnicas, produtos,

)

Novos mercados

Melhoria do processo de manutenÁ„o para o aumento da produtividade em resposta a um mercado altamente competitivo

Melhoria do processo produtivo

AutomaÁ„o de processos industriais

Sistemas de gest„o: qualidade, meio ambiente e seguranÁa

AtuaÁ„o no cumprimento de normas e procedimentos relativos ‡ qualidade, seguranÁa e meio ambiente

EvoluÁ„o dos meios tecnolÛgicos e da inform·tica

AtuaÁ„o no cumprimento de normas e procedimentos relativos ‡ qualidade, seguranÁa e meio ambiente

GeraÁ„o, transmiss„o, distribuiÁ„o e usos de energia

 

EducaÁ„o Profissional Relacionada com a HabilitaÁ„o

AdministraÁ„o

Engenharia ElÈtrica

Tecnologia ElÈtrica

Engenharia EletrÙnica

Tecnologia EletrÙnica

Engenharia MecatrÙnica

Tecnologia MecatrÙnica

Engenharia de ProduÁ„o

Tecnologia de ProduÁ„o

Tecnologia em AutomaÁ„o Industrial

Tecnologia de Controle de Processos

Curso TÈcnico de MecatrÙnica

Curso TÈcnico de Mec‚nica

Curso TÈcnico de Eletromec‚nica

Curso TÈcnico de Desenho de Projetos

Curso TÈcnico em Projetos Mec‚nico

Curso TÈcnico de Desenho de Projetos de Mec‚nica

Cursos de qualificaÁ„o profissional na ·rea de manutenÁ„o

QualificaÁ„o de nÌvel b·sico: pneum·tica, hidr·ulica, eletropneum·tica, usinagem e manutenÁ„o

Curso de Aprendizagem Industrial ñ ManutenÁ„o e metal ñ mec‚nica

INDICA« O DE CONHECIMENTOS REFERENTES AO PERFIL PROFISSIONAL

Unidade de CompetÍncia

Conhecimentos

 

Inform·tica

Matem·tica

Normas tÈcnicas e de seguranÁa

Unidade de CompetÍncia n. 1: (UC1)

LegislaÁ„o ambiental e de seguranÁa

MÈtodos de manutenÁ„o

 

Gest„o de manutenÁ„o

Gest„o de projetos

 

Inform·tica

TÈcnicas de gest„o

Normas tÈcnicas e de seguranÁa

Unidade de CompetÍncia n. 2: (UC2)

LegislaÁ„o ambiental e de seguranÁa

Instrumentos de medidas

 

Grandezas fÌsicas

Ferramentas da qualidade

 

Grandezas fÌsicas

Instrumentos de medidas

MÈtodos de manutenÁ„o

Unidade de CompetÍncia n. 3: (UC3)

TÈcnicas de manutenÁ„o

Desenho tÈcnico mec‚nico e elÈtrico

 

Ferramental mec‚nico

Lubrificantes

Elementos de m·quinas

 

Tecnologia dos materiais

Desenho tÈcnico mec‚nico, elÈtrico e civil

Ferramental mec‚nico

MÈtodos de manutenÁ„o

Unidade de CompetÍncia n. 4 (UC4)

Normas tÈcnicas e de seguranÁa

LegislaÁ„o ambiental e de seguranÁa

 

Inform·tica

Gest„o de projetos

Elementos de m·quinas

- Em sÌntese:

HabilitaÁ„o: TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica.

CompetÍncia Geral: Planejar e controlar atividades relativas ‡ manutenÁ„o mec‚nica, executando-as e participando da elaboraÁ„o de projetos, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

Unidades de CompetÍncia que agrupa: UC1, UC2, UC3 e UC4.

Contexto de Trabalho da HabilitaÁ„o: de acordo com o disposto no item 2 do perfil profissional do TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica.

b) Perfil da QualificaÁ„o Profissional TÈcnica de nÌvel mÈdio.

O perfil da qualificaÁ„o ñ Mec‚nico de ManutenÁ„o ñ est· contido no perfil do TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica e compreende as unidades de CompetÍncia 2 e 3, como a seguir se demonstra:

£rea Profissional: Ind˙stria Segmento TecnolÛgico: Metal-mec‚nico QualificaÁ„o Profissional de NÌvel MÈdio: Mec‚nico de ManutenÁ„o NÌvel de EducaÁ„o Profissional: MÈdio NÌvel de QualificaÁ„o: TÈcnico

Unidade de QualificaÁ„o: Mec‚nico de ManutenÁ„o

CompetÍncia Geral: Executar atividades relativas ‡ manutenÁ„o mec‚nica, seguindo normas tÈcnicas, de qualidade, de preservaÁ„o ambiental, de sa˙de e seguranÁa no trabalho, procedimentos legais e objetivos da empresa.

Unidades de CompetÍncia que agrupa: UC2 e UC3.

Contexto de Trabalho da HabilitaÁ„o: de acordo com o disposto no item 2 do perfil profissional do TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica.

IV - ORGANIZA« O CURRICULAR

a) Estrutura do Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica

LEGISLA« O

 

CARGA

HOR£RIA

COMPONENTES CURRICULARES

TOTAL

(HORAS)

 

ComunicaÁ„o Oral e Escrita

45

Desenho TÈcnico

75

Controle de Medidas

60

Usinagem

120

Lei Federal n o 9394/96 Decreto Federal n o 5.154/04 ResoluÁ„o CNE/CEB n o 4/99, Atualizada pela ResoluÁ„o CNE/CEB n. 01/05

EletrotÈcnica

60

Hidr·ulica e Pneum·tica

60

LubrificaÁ„o

60

Tecnologia Mec‚nica

120

TÈcnicas de ManutenÁ„o

240

Processos Mec‚nicos

60

Eletrohidr·ulica e Eletropneum·tica

60

Ensaios TecnolÛgicos

60

Gerenciamento da ManutenÁ„o

90

 

Projetos

90

TOTAL

1200

Est·gio Supervisionado

400

TOTAL GERAL

1600

28

1, UC 2, UC3 1600 !!!!!!!!!!!!!!!

400

90

MÛdulo Final

90

60

60

900 !!!!!!!!!!

60

120

b) Matriz do Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica (HabilitaÁ„o e QualificaÁ„o)

Componentes Curriculares

MÛdulo EspecÌfico

240

60

60

60

120

MÛdulo B·sico

60

75

45

de ManutenÁ„o

ManutenÁ„o

Profissional TÈcnica de

Carga Hor·ria

HabilitaÁ„o e

QualificaÁ„o

NÌvel MÈdio

(UC

2 e UC3)

em

Mec‚nico

e Mec‚nica TÈcnico

UC4)

(UC

Est·gio

Projetos

daGerenciamento

ManutenÁ„o

Ensaios

TecnolÛgicos

eEletrohidr·ulica

Eletropneum·tica

Processos

Mec‚nicos

Tecnologia

Mec‚nica

deTÈcnicas

manutenÁ„o

LubrificaÁ„o

eHidr·ulica

Pneum·tica

EletrotÈcnica

Usinagem

deControle

Medidas

TÈcnicoDesenho

OralComunicaÁ„o

Escritae

Hor·riaCarga

c) Itiner·rio do Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica

O itiner·rio do Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica est· organizado de forma a

permitir que um aluno o freq¸ente de forma integral, matriculando-se na HabilitaÁ„o

Profissional, como separadamente, matriculando-se na QualificaÁ„o Profissional de

NÌvel MÈdio que integra essa HabilitaÁ„o.

O itiner·rio modularizado desse curso È apresentado a seguir:

300 h

600 h

M”DULO B£SICO

ComunicaÁ„o Oral e Escrita - 45 h

Desenho TÈcnico

- 75 h

Controle de Medidas

- 60 h

Usinagem ñ 120 h

M”DULO ESPECÕFICO

EletrotÈcnica - 60 h

Hidr·ulica e Pneum·tica ñ 60 h

LubrificaÁ„o ñ 60h

Tecnologia Mec‚nica

- 120 h

-

TÈcnicas de ManutenÁ„o

-

240 h

Processos Mec‚nicos ñ 60 h

ManutenÁ„o - 240 h Processos Mec‚nicos ñ 60 h 300 h M”DULO FINAL Eletrohidr·ulica e

300 h

M”DULO FINAL

Eletrohidr·ulica e Eletropneum·tica

- 60 h

Ensaios tecnolÛgicos

- 60 h

Gerenciamento da ManutenÁ„o - 90 h

Projetos - 90 h

h Gerenciamento da ManutenÁ„o - 90 h Projetos - 90 h Est·gio ( 400 h )

Est·gio

( 400 h )

MEC¬NICO DE MANUTEN« O - 900 h

- 90 h Est·gio ( 400 h ) MEC¬NICO DE MANUTEN« O - 900 h T…CNICO
- 90 h Est·gio ( 400 h ) MEC¬NICO DE MANUTEN« O - 900 h T…CNICO

T…CNICO EM

MANUTEN« O MEC¬NICA - 1600 h

- 90 h Est·gio ( 400 h ) MEC¬NICO DE MANUTEN« O - 900 h T…CNICO

d) Desenvolvimento metodolÛgico do curso

O Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica dever· propiciar o desenvolvimento das competÍncias constitutivas do perfil profissional estabelecido pelo ComitÍ TÈcnico Setorial, tanto para a habilitaÁ„o completa - TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica, quanto para a qualificaÁ„o tÈcnica de nÌvel mÈdio ñ Mec‚nico de ManutenÁ„o ñ contida nesse mesmo perfil.

Esses perfis profissionais foram estabelecidos com base em metodologia desenvolvida pelo SENAI 8 para o estabelecimento de perfis profissionais baseados em competÍncias, tendo como par‚metro a an·lise funcional, centrando-se, assim, nos resultados que o TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica deve apresentar no desempenho de suas funÁıes. … fundamental, portanto, que a aÁ„o docente se desenvolva tendo em vista, constantemente, o perfil profissional de conclus„o do curso. Toda aÁ„o pedagÛgica se orienta por esse conjunto de informaÁıes trazidas pelo mundo do trabalho, em termos das competÍncias requeridas pelo setor da manutenÁ„o mec‚nica industrial, numa vis„o atual e prospectiva, bem como o contexto de trabalho em que esse profissional se insere, situando seu ‚mbito de atuaÁ„o, tal como apontados pelo ComitÍ TÈcnico Setorial. Vale ressaltar que, na definiÁ„o do perfil profissional do TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica, o ComitÍ teve como referÍncia essencial a caracterizaÁ„o e as competÍncias profissionais gerais da ·rea da ind˙stria, estabelecidas na legislaÁ„o vigente 9 .

AlÈm disso, È necess·rio que o docente:

tenha um claro entendimento da express„o competÍncia profissional, aqui definida nos mesmos termos estabelecidos pela legislaÁ„o educacional vigente, ou seja, capacidade de mobilizar, articular e colocar em aÁ„o valores, conhecimentos e habilidades necess·rios para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho 10 ;

analise o perfil profissional de conclus„o, constituÌdo pela competÍncia geral da habilitaÁ„o, suas unidades de competÍncia e correspondentes elementos de competÍncia, bem como os padrıes de desempenho a eles relacionados e o contexto de trabalho da habilitaÁ„o;

reconheÁa a pertinÍncia do componente curricular que ir· ministrar no Curso TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica, principalmente em relaÁ„o ao seu objetivo e ao perfil profissional de conclus„o, contidos neste Plano de Curso;

8

Metodologia de AvaliaÁ„o e CertificaÁ„o de CompetÍncias: SENAI ñ DN, BrasÌlia, 2002.

9 Art. 5 da ResoluÁ„o CNE/CEB n 04/99. 10 Art. 6 da ResoluÁ„o CNE/CEB n 04/99.

considere as competÍncias b·sicas, especÌficas e de gest„o 11 decorrentes do perfil profissional, relacionadas no anexo 2 desse documento, em especial aquelas relacionadas ao componente curricular que ir· ministrar, discriminadas neste Plano de Curso, na ementa de conte˙dos, como fundamentos tÈcnicos e cientÌficos, capacidades tÈcnicas e capacidades sociais, metodolÛgicas e organizativas, respectivamente;

planeje o ensino estabelecendo as relaÁıes entre os fundamentos tÈcnicos e cientÌficos, capacidades tÈcnicas e capacidades sociais, metodolÛgicas e organizativas, contemplados na ementa de conte˙dos de cada componente curricular, fruto da an·lise do perfil profissional estabelecido, e os conhecimentos selecionados para embasar o desenvolvimento das competÍncias;

domine os pressupostos teÛricos gerais para formaÁ„o e avaliaÁ„o baseadas em competÍncias.

Esse curso tÈcnico tem uma organizaÁ„o curricular composta pela integraÁ„o de 3 mÛdulos ñ um B·sico, um EspecÌfico, que corresponde ‡ qualificaÁ„o profissional de nÌvel tÈcnico, e um Final ñ e pela conclus„o de est·gio supervisionado obrigatÛrio.

No MÛdulo B·sico ser„o ministrados os componentes curriculares ComunicaÁ„o Oral e Escrita, Desenho TÈcnico, Controle de Medidas e Usinagem. A partir do resultado da An·lise do Perfil Profissional 12 , os Fundamentos TÈcnicos e CientÌficos necess·rios ao TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica foram identificados e constituÌdos nos componentes curriculares desse mÛdulo. O MÛdulo B·sico, assim como os componentes curriculares que o compıem fornecem a base para o desenvolvimento dos MÛdulos EspecÌfico e Final.

ComunicaÁ„o Oral e Escrita deve favorecer o desenvolvimento das habilidades de leitura, interpretaÁ„o e composiÁ„o de textos tÈcnicos alÈm das tÈcnicas de apresentaÁıes necess·rias ‡ exposiÁ„o de resultados e conduÁ„o de reuniıes e treinamentos. O uso das ferramentas de inform·tica È imprescindÌvel no desenvolvimento das aulas.

Desenho TÈcnico È o componente que introduz o aluno nas tÈcnicas e normas de representaÁ„o gr·fica dos componentes e conjuntos mec‚nicos. Seu desenvolvimento ser· inteiramente com a utilizaÁ„o dos recursos de um CAD - ferramenta de desenho assistido por computador.

11 Para mais informaÁıes consultar Metodologia de AvaliaÁ„o e CertificaÁ„o de CompetÍncias: SENAI ñ DN, BrasÌlia, 2002 e a an·lise do perfil profissional, no ANEXO 2. 12 Ver Anexo 2, no final desse documento.

Controle de Medidas È o componente curricular em que os alunos tÍm contatos com os instrumentos de medidas utilizados na ·rea mec‚nica assim como das normas de toler‚ncia necess·rias aos sistemas de controle de qualidade.

Usinagem È componente curricular do MÛdulo B·sico que leva os alunos ‡ pr·tica de operaÁ„o de m·quinas industriais. Essa pr·tica introduz todos o ambiente industrial onde se d· a manutenÁ„o mec‚nica. Nesse componente tambÈm se desenvolvem as noÁıes de organizaÁ„o de uma planta industrial e as normas de seguranÁa.

Para todos esse componentes est„o definidas as competÍncias de gest„o mais recorrentes na An·lise do Perfil Profissional. Estas devem ser desenvolvidas por meio de estratÈgias de ensino adequadas.

No MÛdulo EspecÌfico ser„o ministrados os componentes curriculares Hidr·ulica e Pneum·tica, LubrificaÁ„o, EletrotÈcnica, Tecnologia Mec‚nica, Processos Mec‚nicos e TÈcnicas de ManutenÁ„o. Esse mÛdulo garante o desenvolvimento das competÍncias profissionais do Mec‚nico de ManutenÁ„o. Essa qualificaÁ„o profissional tÈcnica de nÌvel mÈdio est· prevista no itiner·rio formativo do Curso TÈcnico de ManutenÁ„o Mec‚nica. A Ínfase desse mÛdulo recai sobre as capacidades tÈcnicas, sociais, metodolÛgicas e organizativas necess·rias ‡ manutenÁ„o de equipamentos mec‚nicos industriais. Esse mÛdulo corresponde ‡s Unidades de CompetÍncia 2 e 3.

Tecnologia Mec‚nica enfoca a tecnologia dos materiais mec‚nicos e os elementos de m·quinas. TambÈm È fundamental ‡ pr·tica da manutenÁ„o pois garante a aquisiÁ„o das competÍncias necess·rias ‡ avaliaÁ„o da qualidade de peÁas e subconjuntos. Requer Desenho TÈcnico como prÈ-requisito.

O componente curricular Processos Mec‚nicos tem como objetivo o desenvolvimento das competÍncias relativas ao emprego de ferramental mec‚nico assim como das operaÁıes manuais e de soldagem. Ofertado em paralelo com Tecnologia Mec‚nica fundamenta o perfil mec‚nico do TÈcnico em ManutenÁ„o formado por esse curso.

No componente Hidr·ulica e Pneum·tica se trabalham as habilidades e os conhecimentos dos componentes e circuitos hidr·ulicos e pneum·ticos, fundamentais para automaÁ„o industrial. Sugere-se iniciar com pneum·tica pois esse disciplina tem tÛpicos que servem de prÈ-requisito para hidr·ulica.

LubrificaÁ„o È o componente curricular que viabiliza a aquisiÁ„o das competÍncias relativas aos lubrificantes e ‡s tÈcnicas de lubrificaÁ„o necess·rias ‡ manutenÁ„o preventiva e corretiva de m·quinas industriais. Sua oferta em paralelo com Hidr·ulica e Pneum·tica, Tecnologia Mec‚nica e Processos Mec‚nicos favorece a interdisciplinaridade e simplifica o desenvolvimento das competÍncias especÌficas do TÈcnico Mec‚nico

EletrotÈcnica È o componente curricular que d· ao TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica capacidade para interagir com a manutenÁ„o elÈtrica de uma planta industrial, sem objetivar desenvolver competÍncias para a manutenÁ„o elÈtrica ou eletroeletrÙnica. Pode ser ofertada a qualquer momento ao longo do mÛdulo especÌfica j· que n„o tem inter-relaÁ„o de dependÍncia ou de requisito direto com os outros componentes curriculares do mÛdulo.

Por fim, TÈcnicas de ManutenÁ„o È componente curricular que fecha o mÛdulo especÌfico por indicar as pr·ticas empregadas na manutenÁ„o das m·quinas industriais mec‚nicas. Se ofertado em paralelo com os outros componentes curriculares desse mÛdulo, deve-se cuidar para que nenhum tÛpico seja abordado sem que tenha sido previamente desenvolvido nos componentes correlacionados.

O MÛdulo Final È composto dos componentes curriculares Eletrohidr·ulica e

Eletropneum·tica, Ensaios TecnolÛgicos, Gerenciamento da ManutenÁ„o e Projetos. Esse mÛdulo atende ‡s Unidades de CompetÍncia 1 e 4. A Ínfase desse

mÛdulo È o desenvolvimento das competÍncias gerenciais incluÌda aÌ a de participar

no desenvolvimento de projetos de manutenÁ„o. AlÈm disso, completa a formaÁ„o

escolar do TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica.

Eletrohidr·ulica e Eletropneum·tica requer Hidr·ulica e Pneum·tica e EletrotÈcnica como prÈ-requisitos. Esse componente, ministrado no mÛdulo final, conclui o desenvolvimento das competÍncias relativas ‡ automaÁ„o de equipamentos industriais pois aplica comandos elÈtricos e controladores program·veis no acionamento da circuitos de ar e Ûleo comprimidos.

Ensaios TecnolÛgicos È o componente curricular que aplica os conceitos fÌsicos cinem·ticos e est·ticos nos processos de teste n„o destrutivos de materiais e equipamentos mec‚nicos. Requer Tecnologia Mec‚nica como prÈ-requisito.

Gerenciamento da ManutenÁ„o aborda as tÈcnicas de manutenÁ„o, os indicadores

de desempenho, as normas de qualidade e meio ambiente e a logÌstica de materiais

voltada ‡ manutenÁ„o. Seu lugar no mÛdulo final È determinado por fazer parte do perfil especÌfico do tÈcnico de nÌvel mÈdio.

O componente curricular Projetos possibilita o desenvolvimento das competÍncias relativas ‡ participaÁ„o na elaboraÁ„o de projetos de manutenÁ„o. Inclui as normas de confecÁ„o de documentaÁ„o tÈcnica e as tÈcnicas necess·rias ‡ apresentaÁ„o de produtos, estudos e projetos. Seu lugar no mÛdulo final tambÈm È determinado por fazer parte do perfil especÌfico do tÈcnico de nÌvel mÈdio.

Ao planejar e desenvolver as aulas dos diferentes componentes, os docentes devem dar Ínfase aos fundamentos e ‡s capacidades explicitadas na Ementa de Conte˙dos deste Plano de Curso. … importante reiterar que os conhecimentos propostos para os componentes tÍm a funÁ„o de dar suporte ao desenvolvimento de tais fundamentos e capacidades e que as capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas indicadas devem ser desenvolvidas com a utilizaÁ„o de diferentes estratÈgias, tÈcnicas e din‚micas a serem implementadas no processo de ensino e aprendizagem, uma vez que ser„o imprescindÌveis para o desempenho dos futuros profissionais. Encontram-se aÌ os elementos que influenciam o meio ambiente. O TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica deve ter em mente que meio ambiente inclui tambÈm o homem, os recursos naturais e as questıes sÛcio-polÌticas que os envolvem. Dessa forma, o curso, desde o mÛdulo b·sico, alÈm das capacidades referentes ‡ tÈcnica e ‡ tecnologia da ·rea, deve enfatizar a seguranÁa e a sa˙de ocupacional do trabalhador, a preservaÁ„o dos recursos naturais, a diminuiÁ„o de riscos e impactos ambientais, a legislaÁ„o pertinente e a responsabilidade social do profissional em seu ‚mbito de atuaÁ„o.

Embora o curso seja modularizado, ele deve ser visto como um todo pelos docentes,

especialmente no momento da realizaÁ„o do planejamento de ensino, de modo que as

finalidades de cada mÛdulo sejam observadas, bem como dos seus componentes

curriculares sem, no entanto, acarretar uma fragmentaÁ„o do currÌculo. Para tanto, a

interdisciplinaridade deve-se fazer presente no desenvolvimento do curso, por meio de

formas integradoras de tratamento de estudos e atividades, orientados para o

desenvolvimento das competÍncias objetivadas.

Assim, o desenvolvimento metodolÛgico deste curso deve assentar-se sobre uma proposta did·tico-pedagÛgica que se constitua em fio condutor, perpassando cada um dos mÛdulos ñ do b·sico ao final. Para isso, o conjunto de docentes e a coordenaÁ„o da escola devem definir um ou mais projetos integradores com complexidade tal que permitam envolver mÛdulo a mÛdulo todos os componentes curriculares e o maior

n˙mero possÌvel de fundamentos tÈcnicos e cientÌficos e capacidades tÈcnicas, sociais, organizativas e metodolÛgicas, definidos para cada um deles.

AlÈm dos conhecimentos tÈcnicos e tecnolÛgicos da ·rea mec‚nica, o curso visa levar

os alunos a proporem soluÁıes para a manutenÁ„o mec‚nica que estejam

fundamentados numa vis„o global destes ·rea. Portanto, uma base tecnolÛgica sÛlida,

aliada ao desenvolvimento de situaÁıes pr·ticas, acrescidos do uso de linguagem

tÈcnica, como base para a comunicaÁ„o entre os diferentes nÌveis hier·rquicos da

·rea, da capacidade de pesquisar, do cuidado com instalaÁıes e equipamentos, do

trabalho em equipe e do respeito a higiene, sa˙de, seguranÁa e preservaÁ„o

ambiental s„o par‚metros a serem privilegiados pelos docentes nas propostas de

soluÁ„o de problemas. Neste sentido, o planejamento de ensino dever· compreender

a proposta de atividades que se traduzam em desafios significativos, exigindo do aluno

pesquisa, seja de campo, dadas pelas caracterÌsticas da ·rea mec‚nica, seja

bibliogr·fica, propiciadas pelo incentivo a leituras tÈcnicas e pesquisas, incluindo-se o

uso da internet, com largo uso de trabalho em grupo. Por meio dessas estratÈgias

dever„o ser exercitados o desenvolvimento da iniciativa, tomada de decis„o,

criatividade, relacionamento, lideranÁa e Ètica contribuindo para o desenvolvimento

das competÍncias de gest„o, identificadas claramente no perfil profissional que foi

estabelecido para o TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica.

Como preconiza a legislaÁ„o vigente, n„o h· dissociaÁ„o entre teoria e pr·tica 13 .

Dessa forma, ìa pr·tica se configura n„o como situaÁıes ou momentos distintos do

curso, mas como metodologia de ensino que contextualiza e pıe em aÁ„o o

aprendizadoî 14 . Nesse sentido, os conte˙dos teÛricos e pr·ticos ser„o ministrados, por

meio de estratÈgias diversificadas que facilitem sua apreens„o, possibilitando ao aluno

perceber a aplicabilidade dos conceitos em situaÁıes reais, contextualizando os

conhecimentos apreendidos. AlÈm disso, dever„o ser desenvolvidos por meio de

estratÈgias que possibilitem a realizaÁ„o individual de atividades, ao longo de todo o

curso, incluindo o desenvolvimento de projetos, o conhecimento de mercado e de

empresas e o est·gio supervisionado a ser desenvolvido durante ou ao final do curso.

Essa forma de desenvolvimento curricular alicerÁa a avaliaÁ„o por competÍncias ñ

tanto a formativa quanto a somativa - devendo, igualmente, privilegiar a proposta de

situaÁıes-problema, simuladas ou reais, que exijam a mobilizaÁ„o de conhecimentos,

habilidades e atitudes. Faz-se necess·rio ressaltar que a avaliaÁ„o deve ter como

par‚metros gerais as competÍncias do perfil profissional, em especial os padrıes de

13 Parecer CNE/CEB n 16/99.

desempenho nele apontados pelo ComitÍ TÈcnico Setorial. A avaliaÁ„o da aprendizagem È considerada meio de coleta de informaÁıes para a melhoria do ensino e da aprendizagem, tendo as funÁıes de orientaÁ„o, apoio, assessoria e nunca de puniÁ„o ou simples decis„o final a respeito do desempenho do aluno. Dessa forma, o processo de avaliaÁ„o dever·, necessariamente, especificar claramente o que ser· avaliado, utilizar as estratÈgias e instrumentos mais adequados, possibilitar a auto- avaliaÁ„o por parte do aluno, estimul·-lo a progredir e a buscar sempre a melhoria de seu desempenho, em conson‚ncia com as competÍncias explicitadas no perfil profissional de conclus„o do curso.

No decorrer do processo formativo, os seguintes critÈrios ser„o observados:

a avaliaÁ„o n„o tem um fim em si mesma, mas insere-se como estratÈgia fundamental para o desenvolvimento de competÍncias;

a avaliaÁ„o n„o enfocar· aspectos isolados da teoria desvinculada da pr·tica, sem estabelecer relaÁıes entre elas. Fomentar· a resoluÁ„o de problemas em que seja necess·rio mobilizar conhecimentos, habilidades e atitudes. Dessa forma, dever· enfatizar a proposiÁ„o de situaÁıes, hipotÈticas ou n„o, de ordem teÛrica e pr·tica, que envolvem elementos relevantes na caracterizaÁ„o de desempenho profissional do TÈcnico em ManutenÁ„o Mec‚nica;

os resultados das avaliaÁıes dever„o ser sempre discutidos com os alunos, para que haja clareza sobre o pretendido e o alcanÁado.

e) Ementa de conte˙dos 15

Considerando a metodologia de formaÁ„o para o desenvolvimento de competÍncias, a ementa de conte˙dos apresenta, para o desenvolvimento de cada componente curricular, os fundamentos tÈcnicos e cientÌficos ou as capacidades tÈcnicas, as capacidades sociais, metodolÛgicas e organizativas alÈm dos conhecimentos a estes relacionados.

M”DULO B£SICO

COMPONENTE CURRICULAR: COMUNICA« O ORAL E ESCRITA

CompetÍncias B·sicas e de Gest„o

Fundamentos tÈcnicos e cientÌficos:

Conhecimentos:

1. Comunicar-se com clareza, oralmente e por escrito.

2. Elaborar relatÛrios.

ComunicaÁ„o: processo, nÌveis de fala;

TÈcnica de intelecÁ„o de texto: an·lise textual, an·lise tem·tica, interpretaÁ„o;

3. Ter domÌnio 16 sobre tÈcnicas de apresentaÁ„o.

Par·grafo: estrutura interna, unidade interna, tipos;

4. Ler, interpretar e elaborar textos tÈcnicos.

DescriÁ„o: de objeto, de processo, de ambiente;

Texto dissertativo e argumentaÁ„o;

Estrutura padr„o;

5. Ter domÌnio sobre editor de textos e planilhas eletrÙnicas.

6. Ter domÌnio sobre inform·tica b·sica

RelatÛrio: estrutura, tipos;

Fundamentos da computaÁ„o;

Capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas:

1. Ter iniciativa; (26) 17

2. Ter concentraÁ„o; (21)

3. Ter responsabilidade; (13)

Editor de texto;

Formas de apresentaÁ„o;

Planilha eletrÙnica.

4. Ter Ètica profissional; (13)

5. Ter vis„o sistÍmica; (13)

6. Ter organizaÁ„o; (13)

7. Interagir com outras pessoas; (12)

8. Argumentar tecnicamente. (11)

15 Encontra-se, em cada unidade escolar o documento Elementos Curriculares, constituÌdo pelos objetivos e conte˙dos program·ticos de cada componente curricular e pelas diretrizes metodolÛgicas que orientam o trabalho docente, com vistas a garantir a intercomplementaridade dos diversos componentes curriculares.

16 A express„o ìTer domÌnioî deve ser interpretada a partir da Taxionomia de Objetivos Educacionais ñ domÌnio cognitivo, de Bloom (ver o documento DITEC008, na intranet), devendo o docente estabelecer o nÌvel de desempenho desejado para o desenvolvimento dos fundamentos tÈcnicos e cientÌficos, tendo em vista as capacidades tÈcnicas a serem adquiridas nos mÛdulos seguintes. Ou seja, cuidar para que ocorram a interdisciplinaridade e a transferÍncia de aprendizagens. 17 O n˙mero entre parÍnteses indica (em todos os componentes curriculares) a recorrÍncia do fundamento tÈcnico e cientÌfico e ou da capacidade tÈcnica, social, organizativa e metodolÛgica, quando da an·lise de competÍncias do perfil profissional, apontando assim, sua maior ou menor relev‚ncia no contexto do perfil profissional e, por conseq¸Íncia, do curso.

M”DULO B£SICO

COMPONENTE CURRICULAR: DESENHO T…CNICO

CompetÍncias B·sicas e de Gest„o

Fundamentos TÈcnicos e CientÌficos:

Conhecimentos:

1. Conhecer leiaute;

PrincÌpios de desenho tÈcnico;

2. Ter domÌnio em leitura e interpretaÁ„o de desenho tÈcnico;

Figuras geomÈtricas;

Perspectiva isomÈtrica;

3. Ter domÌnio sobre desenho assistido por computador;

4. Conhecer normas tÈcnicas de desenho;

ProjeÁıes ortogonais;

Simbologia;

Cotagem;

 

Escala;

Tipos de corte;

Toler‚ncia dimensional;

Capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas:

1. Ter iniciativa; (26)

2. Ter concentraÁ„o; (21)

3. Ter responsabilidade; (13)

4. Ter Ètica profissional; (13)

Toler‚ncia geomÈtrica;

SeÁ„o e encurtamento.

Arranjo fÌsico

Conjuntos mec‚nicos

5. Ter vis„o sistÍmica; (13)

6. Ter organizaÁ„o; (13)

7. Interagir com outras pessoas; (12)

8. Argumentar tecnicamente. (11)

M”DULO B£SICO

COMPONENTE CURRICULAR: CONTROLE DE MEDIDAS

CompetÍncias B·sicas e de Gest„o

Fundamentos TÈcnicos e CientÌficos:

Conhecimentos:

1. Ter domÌnio sobre operaÁıes de matem·tica b·sica;

Fundamentos da matem·tica: raz„o e proporÁ„o, regras de trÍs simples e composta, equaÁ„o de 1 grau, sistemas de equaÁ„o, equaÁ„o de 2 grau, trigonometria;

2. Ter domÌnio sobre o uso de instrumentos de mediÁ„o;

3. Ter domÌnio sobre controle de medidas

Fundamentos da estatÌstica.

4. Conhecer normas e procedimentos.

Sistemas de medidas;

5. Utilizar estatÌstica b·sica

6. Utilizar instrumentos de mediÁ„o e padrıes;

7. Medir grandezas lineares

Metrologia;

Medidas: lineares, angulares;

RÈgua graduada;

PaquÌmetro,

MicrÙmetro: interno, externo;

Capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas:

1. Ter iniciativa; (26)

2. Ter concentraÁ„o; (21)

3. Ter responsabilidade; (13)

4. Ter Ètica profissional; (13)

5. Ter vis„o sistÍmica; (13)

GoniÙmetro;

RÈgua de controle;

Pente: de rosca, de raio;

Calibrador de folga;

RelÛgios: comparador, apalpador;

6. Ter organizaÁ„o; (13)

S˙bito;

7. Interagir com outras pessoas; (12)

Projetor de perfil;

8. Argumentar tecnicamente. (11)

Bloco padr„o;

M”DULO B£SICO

COMPONENTE CURRICULAR: Usinagem

CompetÍncias B·sicas e de Gest„o

Fundamentos tÈcnicos e cientÌficos:

Conhecimentos:

1. Cumprir normas e procedimentos;

Processos de usinagem: princÌpio de corte e dobra, torneamento, fresagem, retificaÁ„o, furaÁ„o, Comando NumÈrico Computadorizado ñ CNC, guilhotina, dobradeira;

2. Utilizar EPI e EPC;

3. Descartar resÌduos seguindo normas e procedimentos;

4. Usinar peÁas;

5. Cortar e dobrar peÁas;

 

6. Identificar o processo produtivo;

7. Identificar a organizaÁ„o do processo produtivo;

8. Aplicar tÈcnicas de recuperaÁ„o de elementos de m·quinas.

Capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas:

1. Ter iniciativa; (13)

2. Tomar decisıes; (13)

3. Ter responsabilidade; (13)

4. Ter Ètica profissional; (13)

5. Ter atenÁ„o; (13)

6. Ter vis„o sistÍmica; (13)

7. Interagir com outras pessoas; (12)

8. Ter organizaÁ„o; (12)

9. Argumentar tecnicamente; (11)

10. Ter criatividade; (9)

11. Ter capacidade de concentraÁ„o; (8)

12. Trabalhar em equipe; (7)

13. Zelar pelo uso e conservaÁ„o de instrumentos, ferramentas e equipamentos;

(4)

14. Ter lideranÁa;

15. Seguir normas e procedimentos;

16. Manter limpo o local de trabalho;

17. Manter-se atualizado.

M”DULO ESPECÕFICO

COMPONENTE CURRICULAR: ELETROT…CNICA

CompetÍncias EspecÌficas e de Gest„o

Capacidades tÈcnicas:

Conhecimentos:

1. Conhecer o funcionamento de m·quinas e equipamentos.

Fundamentos;

Acidentes elÈtricos;

2. Conhecer eletricidade b·sica e comandos elÈtricos.

Vari·veis elÈtricas;

Instrumentos de medidas elÈtricas;

3. Conhecer normas e procedimentos.

Motores elÈtricos;

4. Ler e interpretar diagramas elÈtricos.

Elementos de comandos elÈtricos;

Capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas:

Circuitos industriais.

1. Ter iniciativa; (26)

2. Ter concentraÁ„o; (21)

3. Ter responsabilidade; (13)

4. Ter Ètica profissional; (13)

5. Ter vis„o sistÍmica; (13)

6. Ter organizaÁ„o; (13)

7. Interagir com outras pessoas; (12)

8. Argumentar tecnicamente. (11)

M”DULO ESPECÕFICO

COMPONENTE CURRICULAR: HIDR£ULICA E PNEUM£TICA

CompetÍncias EspecÌficas e de Gest„o

Fundamentos TÈcnicos e CientÌficos:

1. Conhecer o funcionamento de m·quinas e equipamentos;

2. Ter domÌnio sobre hidr·ulica e pneum·tica;

3. Conhecer normas e procedimentos.

4. Ler e interpretar diagramas hidr·ulicos e pneum·ticos.

Conhecimentos:

Pneum·tica: sistemas pneum·ticos, atuadores, v·lvulas direcionais, bloqueio, fluxo e press„o, montagem de circuitos, ar comprimido;

Hidr·ulica: sistemas hidr·ulicos, acionamento, atuadores, v·lvulas direcionais, prÈ-operadas, de retenÁ„o, de fluxo e reguladora de press„o, motor hidr·ulico, acumulador, montagem de circuito.

Capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas:

1. Ter iniciativa; (26)

2. Ter concentraÁ„o; (21)

3. Ter responsabilidade; (13)

4. Ter Ètica profissional; (13)

5. Ter vis„o sistÍmica; (13)

6. Ter organizaÁ„o; (13)

7. Interagir com outras pessoas; (12)

8. Argumentar tecnicamente. (11)

M”DULO ESPECÕFICO

COMPONENTE CURRICULAR: LUBRIFICA« O

CompetÍncias EspecÌficas e de Gest„o

Capacidades tÈcnicas:

Conhecimentos:

1. Utilizar tÈcnicas de lubrificaÁ„o;

TÈcnicas de lubrificaÁ„o: tipos de lubrificantes, aditivos, mÈtodos de lubrificaÁ„o, controle e planejamento da lubrificaÁ„o;

2. Selecionar tipos de lubrificantes;

3. Determinar lubrificante de acordo com o funcionamento de m·quinas e equipamentos;

4. Utilizar software de lubrificaÁ„o;

LubrificaÁ„o: definiÁıes, tribologia, subst‚ncias lubrificantes, caracterÌsticas dos lubrificantes, aditivos, informaÁıes comerciais estruturadas, contaminaÁ„o, princÌpios, armazenamento;

5. Lubrificar m·quinas e equipamentos;

6. Descartar resÌduos seguindo normas e procedimentos;

7. Utilizar procedimentos de lubrificaÁ„o.

Capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas:

LubrificaÁ„o de equipamentos: mancais de deslizamento, guias e barramentos, mancais de rolamento, sistema hidr·ulico, sistema pneum·tico, conjuntos de engrenagens;

1. Ter iniciativa; (26)

2. Ter concentraÁ„o; (21)

Produtos lubrificantes especiais: emulsıes, fluidos de corte, Ûleos para transformadores, Ûleos para tratamento tÈrmico, protetivos, lubrificantes sÛlidos.

3. Ter responsabilidade; (13)

4. Ter Ètica profissional; (13)

5. Ter vis„o sistÍmica; (13)

6. Ter organizaÁ„o; (13)

 

7. Interagir com outras pessoas; (12)

8. Argumentar tecnicamente. (11)

M”DULO ESPECÕFICO

COMPONENTE CURRICULAR: T…CNICAS DE MANUTEN« O

CompetÍncias EspecÌficas e de Gest„o

Capacidades tÈcnicas:

Conhecimentos:

1. Cumprir normas e procedimentos;

AplicaÁ„o de ferramentas de manutenÁ„o:

2. Cumprir cronograma;

tipos, cuidados na manipulaÁ„o, seguranÁa;

3. Elaborar relatÛrios tÈcnicos;

Montagem e desmontagem de equipamentos:

4. Especificar ferramentas, materiais e equipamentos;

caixas de engrenagem, perifÈricos, mancais de deslizamento, mancais de rolamento, recuperaÁ„o de elementos de m·quina;

5. Utilizar ferramentas de planejamento;

6. Utilizar tÈcnicas preditivas;

Alinhamento e nivelamento: fundaÁıes, tÈcnicas de nivelamento, alinhamento rotativo;

7. Consultar manual do fabricante;

8. Realizar inspeÁ„o visual em m·quinas e equipamentos;

Manejo de cargas: equipamentos de levantamento e transporte, equilÌbrio de cargas;

9. Realizar an·lise de vibraÁ„o;

10. Analisar geometria de m·quinas;

11. Avaliar alinhamento rotativo;

12. Analisar deterioraÁ„o de materiais;

ManutenÁ„o de m·quinas program·veis:

Componentes eletroeletrÙnicos, Componentes mec‚nicos, an·lise de m·quinas.

13. Alinhar m·quinas e equipamentos;

14. Balancear m·quinas e equipamentos;

Geometria de m·quinas

15. Nivelar m·quinas e equipamentos; Utilizar tÈcnicas de montagem e desmontagem de m·quinas e equipamentos;

16. Analisar o funcionamento dos equipamentos do grupo de utilidades.

17. Ter domÌnio sobre geometria de m·quinas;

18. Ter domÌnio do uso de ferramentas, dispositivos e equipamentos;

19. Conhecer movimentaÁ„o de m·quinas e equipamentos;

20. Utilizar EPI e EPC.

Capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas:

1. Ter iniciativa; (13)

2. Tomar decisıes; (13)

3. Ter responsabilidade; (13)

4. Ter Ètica profissional; (13)

5. Ter atenÁ„o; (13)

6. Ter vis„o sistÍmica; (13)

7. Interagir com outras pessoas; (12)

8. Ter organizaÁ„o; (12)

9. Argumentar tecnicamente; (11)

10. Ter criatividade; (9)

11. Ter capacidade de concentraÁ„o; (8)

12. Trabalhar em equipe; (7)

13. Zelar pelo uso e conservaÁ„o de instrumentos, ferramentas e equipamentos;

(4)

14. Ter lideranÁa;

15. Seguir normas e procedimentos;

16. Manter limpo o local de trabalho;

17. Manter-se atualizado.

M”DULO ESPECÕFICO

COMPONENTE CURRICULAR: TECNOLOGIA MEC¬NICA

CompetÍncias EspecÌficas e de Gest„o

Capacidades tÈcnicas:

Conhecimentos:

1. Cumprir normas e procedimentos;

Elementos de m·quinas: fixaÁ„o, transmiss„o, vedaÁ„o;

2. Especificar materiais e peÁas;

3. Identificar materiais e a sua tecnologia;

Elementos comuns de m·quinas: pinos, roscas;

4. Consultar manuais e cat·logos;

Cabos de aÁo: caracterÌsticas, tipos e denomi- naÁıes, aplicaÁıes, tensıes de dobramento e fatores de seguranÁa, tambores e polias, gan- chos, mancais e suportes;

Eixos: ·rvores, barramentos, guias lineares

Mancais de deslizamento: caracterÌsticas, tipos, aplicaÁıes, normas, trabalho, atrito e press„o mÈdia, seleÁ„o;

5. Ter domÌnio sobre elementos de m·quina.

Capacidades sociais, organizativas e metodolÛgicas:

1. Ter iniciativa; (13)

2. Tomar decisıes; (13)

3. Ter responsabilidade; (13)

4. Ter Ètica profissional; (13)

5. Ter atenÁ„o; (13)

Mancais de rolamento: caracterÌsticas dos tipos, classificaÁ„o, esforÁos, cargas;

6. Ter vis„o sistÍmica; (13)

7. Interagir com outras pessoas; (12)

Acionamentos: caracterÌsticas, classificaÁ„o, embreagens, freios;

Correias trapezoidais: caracterÌsticas, tipos e aplicaÁıes, velocidade de operaÁ„o,

8. Ter organizaÁ„o; (12)

9. Argumentar tecnicamente; (11)

10. Ter criatividade; (9)

11. Ter capacidade de concentraÁ„o; (8)

12. Trabalhar em equipe; (7)

13. Zelar pelo uso e conservaÁ„o de instrumentos, ferramentas e equipamentos;

comprimentos e cÛdigos, dimensionamento e seleÁ„o, esticadores, polias;

Correias sincronizadoras: caracterÌsticas, tipos e aplicaÁıes, classificaÁ„o das transmissıes, polias, esticadores.

Engrenagens: caracterÌsticas, tipos e aplica- Áıes, geraÁ„o das superfÌcies, sistemas de passos, esforÁos nos engrenamentos, danos tÌpicos e sus causas, dimensionamento;

(4)

14. Ter lideranÁa;

15. Seguir normas e procedimentos;

16. Manter limpo o local de trabalho;

17. Manter-se atualizado.

Correntes de transmiss„o: caracterÌsticas, tipos de aplicaÁıes, dist‚ncia entre centros dos eixos, rodas dentadas, esforÁos nas transmissıes, seleÁ„o;

Sistemas de transmiss„o: redutores de veloci- dade, caracterÌsticas, tipos e aplicaÁıes, c·lculos, conjunto de planet·rio, variadores de velocidade, fuso de esferas recirculantes;

Materiais met·licos: definiÁ„o, estrutura cristali- na, tipos, imperfeiÁıes e defeitos, propriedades fÌsicas;

Metais n„o-ferrosos: obtenÁ„o, impactos ambi- entais, gases, resÌduos sÛlidos, tipos e suas aplicaÁıes, ligas, aplicaÁıes, normalizaÁ„o;

ObtenÁ„o de metais ferrosos.

Ferro fundido: tipos, aplicaÁ„o, normalizaÁ„o;

AÁos: tipos, aplicaÁıes, normalizaÁ„o;

Comportamento das ligas em funÁ„o da compo- siÁ„o e temperatura: liquefaÁ„o e solidificaÁ„o dos metais puros, ligas met·licas, cristais mis- tos, mistura de cristais, combinaÁıes inter-me- t·licas, diagrama ferro-carbono, metalografia;

Tratamento termo-fÌsico: recozimento, tÍmpera, beneficiamento, normalizaÁ„o;

Tratamento termo-quÌmico: cementaÁ„o, nitreta- Á„o.

M”DULO ESPECÕFICO

 

COMPONENTE CURRICULAR: PROCESSOS MEC¬NICOS

 
 

CompetÍncias EspecÌficas e de Gest„o

 

Capacidades tÈcnicas:

Conhecimentos:

 

1-

Cumprir normas e procedimentos;

Soldagem:

princÌpios

da

tecnologia de

2-

Utilizar EPI e EPC;

soldagem,

processos

de

soldagem,

3-

Descartar resÌduos seguindo normas e procedimentos;

soldabilidade

dos

materiais,

soldagem de

revestimento;

4-

Soldar e recuperar peÁas;

OperaÁ„o com ferramentas manuais: lima, arco de serra, rasquete, punÁ„o;

5-

Ajustar peÁas;

6-