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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 DIREITO PROCESSUAL PENAL INTRODUÇÃO

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DIREITO PROCESSUAL PENAL

INTRODUÇÃO

I – Lei Processual no Tempo Princípio do efeito imediato (ou tempus regit actum)

II – Contagem de prazo Prazo processual começa a contar no próximo dia útil, não contando o dia do começo. Terminando num final de semana, prorroga-se para o próximo dia útil.

A

lei processual penal em vigor aplica-se

a)

somente aos fatos ocorridos após a sua vigência.

b)

desde logo, apenas se for mais benéfica ao acusado.

c)

desde logo, desde que não tenha sido prolatada sentença sujeita a recurso.

d)

desde logo, independentemente de ser mais benéfica ou mais severa ao acusado.

Pelo princípio da instrumentalidade das formas,

a)

um recurso poderá ser recebido por outro, salvo hipótese de má-fé.

b)

não se declarará nulo o ato processual que não houver influído na apuração da verdade substancial

ou na decisão da causa.

c) o Ministério Público não poderá desistir da ação por ele interposta.

d) o juiz está obrigado a decidir em conformidade com a prova dos autos.

Proferida sentença criminal condenatória em audiência numa sexta-feira, o dies ad quem para a interposição do recurso terminará na

a)

segunda-feira seguinte;

b)

quarta-feira seguinte.

c)

sexta-feira seguinte.

d)

quinta-feira seguinte.

O

advogado intimado da sentença condenatória de seu cliente no dia 19 de novembro de 2.003 (quarta-feira)

deveria apelar até o dia:

a)

23 de novembro de 2003

b)

24 de novembro de 2003

c)

03 de dezembro de 2003

d)

04 de dezembro de 2003.

Os prazos processuais são computados:

a)

excluindo-se o dia do começo e incluindo-se o do vencimento do prazo.

b)

incluindo-se o dia do começo do prazo.

c)

incluindo-se o dia do começo e o do final do prazo.

d)

excluindo-se o dia do começo e o do final do prazo

d) excluindo-se o dia do começo e o do final do prazo RETA FINAL MG –

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 III - INQUÉRITO POLICIAL

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III - INQUÉRITO POLICIAL

- Jus Puniendi abstrato e Jus Puniendi Concreto

-Persecução Penal

Fases

Polícia

Pré-Processual

Processual

Administrativa – art. 144, II e III, CF. De segurança – art. 144, V, CF. Judiciária – art. 144, I e IV.Penal F a s e s Polícia Pré-Processual Processual Inquéritos Extra-policiais CPI – art. 58, §

Inquéritos

Extra-policiais

CPI – art. 58, § 3 o , CF. Inquérito Civil Inquérito Judicial?

- Investigação pelo Ministério Público?

OAB/MG 07 – Com relação ao inquérito policial é correto afirmar que:

A)

nos crimes de ação pública somente será iniciado a requerimento do ofendido ou seu representante legal

B)

nos crimes de ação privada poderá ser iniciado por requisição do Ministério Público

C)

nos crimes em que a ação pública depender de representação, não poderá sem ela ser iniciado

D)

nos crimes de ação privada poderá ser iniciado de ofício

A

Constituição Federal, expressamente:

a)

nada prevê a respeito do órgão ao qual incumbe a apuração de infrações penais e a atividade de

investigação.

b) prevê que o Ministério Público realize diretamente investigação em crimes organizados e crimes hediondos.

c) prevê que às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem as funções de

polícia judiciária e a apuração de infrações penais.

d) prevê que, como regra, às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de carreira, incumbem as

funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais, mas admite que possa o Ministério Público realizar investigações diretamente em casos de crimes organizados e crimes hediondos.

- Guarda Municipal? Art. 144, § 8 o , CF.

e crimes hediondos. - Guarda Municipal? Art. 144, § 8 o , CF. RETA FINAL MG

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 - Inquérito Policial =

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- Inquérito Policial = Processo? (Art. 5 o , LV, CF)

- Indispensável?

A instauração de inquérito policial é indispensável para a propositura da ação penal?

a) Não. O inquérito policial é peça meramente informativa, apurando-se a infração penal com todas as

suas circunstâncias e respectiva autoria.

b) Sim. O inquérito policial, apesar de ser peça meramente informativa, obrigatoriamente deve ser instaurado

antes da propositura da ação penal.

c) Depende. O inquérito policial só será instaurado obrigatoriamente em crimes de ação penal pública.

d) Depende. O inquérito policial só será instaurado obrigatoriamente em crimes de ação penal privada.

É possível dar início à ação penal pública incondicionada sem a conclusão do inquérito policial?

a) Sim, desde que o titular da ação penal, ou seja, o Ministério Público possua elementos que o

autorizem a promovê-la.

b) Não, o inquérito policial é indispensável para a propositura da ação penal pública.

c) Sim, desde que haja representação da vítima em dez dias contados do fato delitivo.

d) Não, pois somente a Polícia Judiciária possui condições de apurar a autoria da infração penal.

Características

Escrito – art. 9 o , CPP. Inquisitivo – art. 14, CPP. Sigiloso – art. 20, CPP.

- A quem não se estende o sigilo?

- “competência” do Inquérito Policial

- valor probatório

- vícios no Inquérito Policial

Destinatário

Delegado Ministério Público Juiz

- Instauração do Inquérito Policial:

APPI

Ofício – portaria Requisição do MP ou juiz (desobediência) Requerimento da vítima (indeferimento?)

ou juiz (desobediência) Requerimento da vítima (indeferimento?) RETA FINAL MG – Direito Processual Pena - Aula

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 APPC APPrivada Representação Requisição

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APPC APPrivada
APPC
APPrivada

Representação

Requisição do Ministro da Justiça

Requerimento da vítima

- Hipótese Geral: Prisão em Flagrante

- indiciado menor? Art. 15, CPP

- incomunicabilidade? Art. 21, CPP (art. 136, § 3 o , IV, CF)

RDD – art. 52, Lei 7

- Encerramento:

210/84 (LEP)

a)

Relatório (art. 10, § 1 o , CPP);

b)

Remessa ao Juiz (art. 10, § 1 o , 2 a parte, CPP);

c)

juiz encaminha ao MP;

d)

nos crimes de ação privada? (art. 19, CPP);

d)

vincula?

Nos crimes de ação privada, os autos do inquérito policial já relatados:

a) serão encaminhados diretamente ao Ministério Público para que se manifeste pelo arquivamento ou pelo

prosseguimento das investigações policiais.

b)

serão encaminhados ao juízo competente, onde aguardará a manifestação do Ministério Público.

c)

serão entregues ao requerente, se o pedir, mediante traslado.

d)

aguardarão, na Delegacia de Polícia, a juntada da queixa para ser encaminhado ao juízo competente.

Ao findar o inquérito policial, o Delegado de Polícia, em seu relatório, imputa ao réu Marcelo o crime de furto qualificado pela fraude, mas o promotor de justiça o denuncia por estelionato. Nesta hipótese, deve o magistrado devolver os autos ao Distrito Policial para alteração do relatório final?

a) Não. O inquérito policial é peça informativa, sendo desnecessária tal diligência para propositura da

ação penal pelo Ministério Público, podendo, portanto, ser alterada a classificação inicialmente proposta.

b) Sim. Há necessidade de consonância entre o relatório policial e a peça inicial proposta pelo Ministério

Público para o correto recebimento da denúncia pelo juiz.

c) Sim. O magistrado deve retornar os autos à Delegacia de Polícia, sob pena de caracterizar nulidade

absoluta de denúncia.

d) Não. Os autos do inquérito policial não podem ser alterados, devendo o juiz receber a denúncia para o fim

de ser a mesma aditada pelo promotor de justiça.

para o fim de ser a mesma aditada pelo promotor de justiça. RETA FINAL MG –

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 - Prazo: regra do

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- Prazo: regra do W

- Prorrogação de Prazo

- Arquivamento (delegado arquiva?)

MP
MP

denuncia

Requer o arquivamento

Requer

novas

diligências

rejeita recebe

concorda

discorda

 

concorda

discorda

arquiva

Art. 28, CPP

Correição parcial Ou MS

- depois de arquivado, só reabre com novas provas (Súmula 524, STF)

A decisão que determina o arquivamento do inquérito policial, acolhendo pedido do Ministério Público:

a) pode ser impugnada por correição parcial.

b) pode ser impugnada por recurso em sentido estrito.

c) pode ser impugnada por apelação.

d) é irrecorrível.

O arquivamento do inquérito policial

a) é requerido pelo promotor de justiça e determinado pelo juiz de direito, não podendo haver

arquivamento de ofício pela autoridade policial.

b) é requerido pela autoridade policial e determinado pelo juiz de direito, podendo este, também, determinar o

arquivamento de ofício. c) é requerido pela autoridade policial e determinado pelo promotor de justiça, podendo este, também, determinar o arquivamento de ofício.

d) pode ser determinado de ofício pela autoridade policial e, quando não o for, será requerido pelo promotor

de justiça e determinado pelo juiz de direito.

Se a autoridade policial concluir que o fato apurado no inquérito não constitui crime, deverá:

a) abrir inquérito policial contra a pessoa que deu início à investigação policial.

contra a pessoa que deu início à investigação policial. RETA FINAL MG – Direito Processual Pena

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 b) arquivar os autos

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b)

arquivar os autos e, posteriormente, no prazo de 24 horas, comunicar à autoridade judiciária.

c)

encaminhar os autos à autoridade judiciária que determinará o seu arquivamento, se assim o

entender.

d) informar a Corregedoria de Polícia para que esta tome as providências cabíveis.

IV - AÇÃO PENAL

- Conceito

Condições

da

ação

- Espécies de Ação Penal

Possibilidade jurídica do pedido Interesse de agir Legitimidade “ad causam” Justa causa

AÇÃO PENAL PÚBLICA INCONDICIONADA

- conceito (art. 129, I, CF)

Princípios

Obrigatoriedade Indisponibilidade (indesistibilidade) Intranscendência Oficialidade e oficiosidade

- atenuações aos princípios da obrigatoriedade e indisponibilidade

No que diz respeito à ação penal pública incondicionada, o princípio da instranscendência significa que:

a)

o magistrado não pode indeferir o recebimento da denúncia.

b)

o Ministério Público não pode transigir em relação à pena.

c)

o promotor de justiça não pode dispor da ação penal, desistindo de ofertar a denúncia.

d)

a ação penal só pode ser proposta contra a pessoa a quem se imputa a prática da infração penal.

AÇÃO PENAL PÚBLICA CONDICIONADA

a prática da infração penal. AÇÃO PENAL PÚBLICA CONDICIONADA RETA FINAL MG – Direito Processual Pena

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REPRESENTAÇÃO legitimado - morte? CADI RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº

REPRESENTAÇÃO

legitimado

- morte? CADI

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Vítima (ou proc. Com poderes especiais) Representante Legal Curador Especial (art. 33, CPP)

- Prazo: 6 meses

- Forma?

- Destinatário?

- Retratação? Art. 25, CPP

Nos crimes de ação pública condicionada à representação, é correto afirmar ser ela irretratável depois de oferecida a denúncia?

a)

depende do momento em que oferecida a denúncia.

b)

não, premissa incorreta.

c)

sim, premissa correta.

d)

não é correto afirmar isto, pois tal premissa só se aplica à ação penal privada.

Nos crimes em que se processa mediante ação penal pública condicionada à representação, com a morte do ofendido, é correto dizer que:

a)

o direito de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão do ofendido.

b)

o direito de representação é intransferível, devendo ser arquivado o inquérito policial.

c) a requerimento dos parentes do ofendido, por escritura pública, poderá ser nomeado advogado para promover a ação penal.

d) o Ministério Público, dominus litis, poderá promover a ação penal.

REQUISIÇÃO DO MINISTRO DA JUSTIÇA

- hipóteses

- prazo?

- vinculante?

- irretratável.

AÇÃO PENAL NOS CRIMES CONTRA A LIBERDADE SEXUAL

- Art. 225, CP

AÇÃO PENAL DE INICIATIVA PRIVADA

- legitimação extraordinária ou substituição processual

- legitimação extraordinária ou substituição processual RETA FINAL MG – Direito Processual Pena - Aula n.

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Titularidade RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 V í t

Titularidade

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Vítima V í t i m a Representante legal Curador Especial Morte? CADI – art. 31, CPP Representante legal Curador Especial Morte? CADI – art. 31, CPP

Princípios

Discricionariedade ou oportunidade Disponibilidade Indivisibilidade IntranscendênciaCurador Especial Morte? CADI – art. 31, CPP Princípios Ação Privada Exclusiva Personalíssima – 236, CPP

Ação Privada

Exclusiva Personalíssima – 236, CPP Subsidiária da Pública – 29, CPP e 5 o , LIX, CF o , LIX, CF

- prazo para oferecimento da queixa

- Inércia? Arquivamento?

MP pode

DENÚNCIA

Aditar a queixa Repudiar a queixa Oferecer denúncia substitutiva Intervir em todos os atos Recorrer Retomar a ação

- Necessidade de Inquérito

- Requisitos (art. 41, CPP):

a) exposição do fato, com todas as circunstâncias.

- concurso de agentes e crimes societários

- imputação alternativa

concurso de agentes e crimes societários - imputação alternativa RETA FINAL MG – Direito Processual Pena

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 b) qualificação do acusado

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b) qualificação do acusado ou elementos

c) classificação do crime (não basta o nomen juris)

d) rol de testemunhas

e) endereçamento, nome, assinatura, pedido de condenação etc.

- Excesso de prazo?

QUEIXA-CRIME

- querelante e querelado

- requisitos: mesmos da denúncia + procuração “diferente” (art. 44, CPP).

Prazo

- Prazo penal

6 meses

3 meses (imprensa)

OAB/MG 2007 – Em ação privada subsidiária da pública, a queixa poderá ser rejeitada quando:

A) houver dúvida sobre a autoria do fato delituoso

B) já estiver extinta a punibilidade

C) existir indícios de causa de exclusão da ilicitude

D) faltar dados na qualificação do acusado

REJEIÇÃO DA DENÚNCIA OU QUEIXA

Novidade: art. 395, CPP (desde agosto de 2008):

a) inépcia da denúncia ou queixa

b) falta de condição da ação ou pressuposto processual

c) falta de justa causa

- recursos?

CANÇÃO: RECEBIMENTO DA DENÚNCIA Da decisão que rejeita a denúncia cabe Recurso em Sentido Estrito Mas se for de Imprensa ou Jecrim é apelação Mas se a denúncia for pelo juiz aceita não cabe recurso algum, só HC Mas não se esqueça que tem exceção:

Se for de imprensa é recurso em sentido estrito E em tribunal superior sempre é agravo

- o juiz pode, no momento de receber a denúncia, alterar a qualificação? Prevalece o entendimento que não

alterar a qualificação? Prevalece o entendimento que não RETA FINAL MG – Direito Processual Pena -

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(ou recebe ou rejeita) RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01

(ou recebe ou rejeita)

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CAUSAS DE EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE

RENÚNCIA (49, CPP)

- anterior ao oferecimento da queixa

- ato unilateral

- admite na ação privada subsidiária da pública

- renúncia de 1 dos “CADI”

- renúncia expressa e tácita

- reparação do dano não é renúncia tácita (art. 104, p.u., CP). EXCEÇÃO.

- é comunicável

DECADÊNCIA (39, CPP) -conceito

- prazo

-ação pública condicionada e privada (exclusiva e subsidiária)

- vítima menor de 18 anos

PERDÃO DO OFENDIDO (51, CPP)

- ato posterior ao oferecimento da queixa e anterior ao trânsito em julgado

- ato bilateral

- não se admite na ação privada subsidiária

- perdão expresso ou tácito

PEREMPÇÃO (60, CPP)

- desídia do querelante

- somente na ação privada exclusiva

- Hipóteses do artigo 60, CPP

- outro caso: morte da vítima nos crimes de ação privada personalíssima

AÇÃO E EXECUÇÃO CIVIL

- ilícito penal e ilícito civil

- sistema da confusão ou da separação

- no Brasil: separação mitigada (ou atenuada)

EXECUÇÃO CIVIL DA SENTENÇA PENAL (art. 63, CPP)

- art. 91, I, CP

- título executivo judicial

- autor: ofendido, representante legal ou herdeiros

- réu: apenas o condenado ou herdeiros

- extinção da punibilidade (anterior ou posterior ao TJ)

- novidade: a sentença penal condenatória já traz o valor mínimo para a reparação do dano

AÇÃO CIVIL EX DELICTO (64, CPP)

para a reparação do dano AÇÃO CIVIL EX DELICTO (64, CPP) RETA FINAL MG – Direito

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 - autor: ofendido, representante

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- autor: ofendido, representante legal ou herdeiros

- réu: criminoso, herdeiros, responsável civil

- discute-se tudo

- o juiz civil pode suspender o processo até o final do proc. Penal.

- absolvição penal e ação civil ex delicto: faz coisa julgada no juízo civil:

a) absolvição que reconhece a inexistência material do fato

b) absolvição que reconhece excludente da ilicitude

c) absolvição que reconhece inexistência de participação do réu no crime.

COMPETÊNCIA

- conceito

- espécies:

a) competência de jurisdição

b) competência originária (ou hierárquica)

c) competência de foro

d) competência de juízo

JUSTIÇAS ESPECIAIS

Justiças especiais:

a) Justiça do Trabalho (não tem)

b) Justiça Eleitoral (art. 35, II, Código Eleitoral) – Lei 4737/65 (crimes eleitorais E CONEXOS)

c) Justiça Militar:

Justiça Militar: crimes militares (mas não os conexos – 79, I, CPP)

a) Justiça Militar da União (militares das forças armadas)

b) justiça militar estadual (art. 125, § 5 o , CF)

- juiz de direito (crime militar contra civil + ação contra atos disciplinares)

- Conselho de Justiça (demais crimes militares)

- 2 a instância: TJ ou TJM (20.000 integrantes)

- obs.: crime doloso contra a vida de civil: 125, § 4 o , CF.

JUSTIÇA FEDERAL (art. 109, CF)

109, IV – crimes políticos

109, IV – infrações contra a União (autarquias, fundações públicas e empresas públicas)

- atenção: sociedade de economia mista

- atenção: excluiu contravenção

- ressalvada: Justiça Militar e Eleitoral

- contra servidor público federal (Súmula 147, STJ: “compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes

praticados contra funcionário público federal, quando relacionados com o exercício da função”)

- por servidor público federal (Súmula 254, TFR: “compete à Justiça Federal processar e julgar os delitos

praticados por funcionário público federal, no exercício de suas funções e com estas relacionadas”)

- cláusula de exclusão (contravenção penal, salvo se conexo com crime federal) (Súmula 38, STJ: “compete à

Justiça Estadual comum, na vigência da Constituição de 1988, o processo por contravenção penal, ainda que praticada em detrimento de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades”)

de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades”) RETA FINAL MG – Direito

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 109, V – previsto

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109, V previsto em tratado + crime à distância Exemplo: tráfico internacional de entorpecentes

- Súmula 522, STF (“Salvo ocorrência de tráfico para o exterior, quando então a competência será da Justiça Federal, compete à Justiça dos Estados o processo e julgamento dos crimes relativos a entorpecentes”)

109, VI – crime contra a organização do trabalho 197 a 207, CP

Jurisprudência: direito individual (Justiça Estadual); direito coletivo (Justiça Federal)

Súmula 115, TRF (“compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes contra a organização do trabalho, quando tenham por objeto a organização geral do trabalho ou direitos dos trabalhadores considerados coletivamente”)

109, VI – sistema financeiro (Lei 7492/86) e ordem econômico-financeira (não está previsto na lei 8137/90)

economia popular – lei 1521/51 (Justiça Estadual) Súmula 498, STF (“Compete à Justiça dos Estados, em ambas as instâncias, o processo e o julgamento dos crimes contra a economia popular”)

109, IX – crime a bordo de navios ou aeronaves

109, X – ingresso ou permanência de estrangeiro 309, CP e 338, CP Estatuto do Estrangeiro (art. 125, Lei 6815/80)

109, XI – disputa sobre direitos indígenas

- por ou contra indígena? Justiça Estadual (Súmula 140, STJ: “compete à justiça estadual processar e julgar crime em que o indígena figure como autor ou vítima”)

- Exemplo: genocídio contra silvícolas

NOVIDADE: 109, V-A: deslocamento para Justiça Federal COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA OU HIERÁRQUICA

- prerrogativa de função

- prerrogativa e não privilégio

- Presidente: crime comum e de responsabilidade (art. 85, CF) imunidade: a) prisional (art. 86, § 3 o , CF) b) penal temporária (art. 86, § 4 o , CF)

- Deputados Federais e Senadores: STF (53, CF)

- imunidade material e formal

- Governadores: STJ – crime comum (art. 105, I, a, CF)

- licença prévia da AL (2/3)

– crime comum (art. 105, I, a, CF) - licença prévia da AL (2/3) RETA FINAL

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 - obs.: não tem

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- obs.: não tem imunidade prisional ou penal temporária

- crime de responsabilidade: CE

- Prefeitos: TJ ou TRF (29, X, CF)

- não tem autorização prévia da câmara

- não tem imunidade prisional ou penal temporária

- 102, I, b, CF: Vice-Presidente, STF, PGR, Ministros

- Desembargadores: STJ (105, I, a, CF)

- Juízes estaduais e MP (TJ do Estado ou TRE)

- deputados estaduais (CE diz)

- PRERROGATIVA DE FUNÇÃO E JÚRI (SÚMULA 721, STF): “a competência constitucional do Tribunal do

Júri prevalece sobre o foro por prerrogativa de função estabelecido exclusivamente pela Constituição estadual”

- ART. 84, CPP

- “novela”: súmula 394, STF, cancelamento, art. 84, inconstitucionalidade

COMPETÊNCIA DE FORO

- depois da competência de jurisdição e originária

- art. 70, CPP: lugar do resultado

- exceções na jurisprudência

- art. 70, CPP: tentativa (ultimo ato de execução)

- não sabendo o lugar – domicílio do acusado

- + de um domicílio - prevenção

- ação privada exclusiva – lugar do resultado ou domicílio do réu

- Lei 9.099/95 – 2 teorias (art. 63)

- ECA (Lei 8.069/90 – art. 147, § 1 o ) - atividade

- crime continuado ou permanente ou incerto o limite territorial: prevenção (71, CPP)

COMPETÊNCIA DE JUÍZO

- livre distribuição (art. 75, CPP)

- vara especializada

- prevenção por algum ato anterior (art. 83, CPP)

CONEXÃO OU CONTINÊNCIA Conexão: art. 76, CPP Continência: art. 77, CPP

CONEXÃO:

Art. 76, I – (quanto aos sujeitos) agentes reunidos (por simultaneidade) agentes em concurso (por concurso) agentes uns contra os outros (por reciprocidade)

(por concurso) agentes uns contra os outros (por reciprocidade) RETA FINAL MG – Direito Processual Pena

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 Art. 76, II –

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Art. 76, II – (lógica ou material) Para facilitar outro crime (teleológica) Para ocultar ou crime (consequencial) Para conseguir impunidade (consequencial) Para conseguir vantagem (consequencial)

Art. 76, III – probatória ou instrumental Receptação e furto Falsificação e Uso

CONTINÊNCIA

Art. 77, I – concurso de agentes numa infração (cumulação subjetiva) Art. 77, II – concurso formal, aberratio ictus e aberratio criminis

FORO PREVALENTE (78, CPP)

a) Júri

b) Justiça Especial

c) Justiça Federal

d) mesma graduação:

crime + grave ou maior número de infrações ou prevenção

PRISÃO

- conceito

PRISÃO

Prisão-pena:

condenatória irrecorrível

decorrente

de

sentença

Prisão sem

pena

Prisão civil

Prisão administrativa Prisão disciplinar Prisão processual ou provisória

penal

Prisão em flagrante

Prisão preventiva Prisão temporária Prisão decorrente de pronúncia Prisão decorrente de sent. penal. irrecorrível

Prisão processual

Prisão decorrente de sent. penal. irrecorrível Prisão processual RETA FINAL MG – Direito Processual Pena -

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 - prisão para averiguação?

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- prisão para averiguação?

- Horário da prisão – 283, CPP

INVIOLABILIDADE DOMICILIAR

DIA

NOITE

Consentimento do morador

Idem

Flagrante delito

Idem

desastre

Idem

Prestar socorro

Idem

Mandado judicial

 

Mandado de prisão – 285, parágrafo único, CPP

Emprego da força – 284, CPP + 292, CPP

Prisão Especial – 295, CPP

Prisão domiciliar – não havendo local para prisão especial (Lei 5.256/67)

PRISÃO EM FLAGRANTE

- flagrante

- flagrante obrigatório (compulsório) e facultativo – 301, CPP

Flagrante

Próprio (art. 302, I e II)

Impróprio ou quase-flagrante (302, III)

Presumido (302, IV)

- “logo após” e “logo depois”

- apresentação espontânea

- flagrante prorrogado – Lei de organizações criminais

- flagrante em crime permanente – 303, CPP

- flagrante em crime habitual

- flagrante em crimes de ação penal privada e pública condicionada

flagrante em crimes de ação penal privada e pública condicionada RETA FINAL MG – Direito Processual

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Flagrante RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 Esperado Forjado Preparado

Flagrante

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Esperado

Forjado

Preparado

- Autoridade competente – 290, CPP

Auto de prisão em flagrante

- 24 horas

- condutor e testemunhas

- interrogatório

- curador? – art. 15, CPP

- nota de culpa – 306, CPP

- flagrante irregular

PRISÃO PREVENTIVA

- conceito

Requisitos

Fumus boni juris – 312, in fine, CPP

Periculum in mora – 312, 1 a parte, CPP

Periculum in mora

Hipóteses (crimes dolosos) 313, CPP

Garantia da ordem pública e econômica

Conveniência da instrução criminal

Assegurar a aplicação da lei penal

Punidos com reclusão

Punidos com detenção

da lei penal Punidos com reclusão Punidos com detenção RETA FINAL MG – Direito Processual Pena

RETA FINAL MG – Direito Processual Pena - Aula n. 01

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 - Excludentes da ilicitude

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01

- Excludentes da ilicitude – 314, CPP

- despacho fundamentado (315, CPP)

- Decretação – 311, CPP:

a) ofício pelo juiz

b) requerimento do Ministério Público ou querelante

c) representação da autoridade policial

- Recurso contra a decretação?

- Recurso contra a revogação – 581, V, CPP

- Revogação da prisão – 316, CPP

- Apresentação espontânea – 317, CPP

PRISÃO TEMPORÁRIA (Lei 7.960/89)

- cabimento: art. 1 o , Lei 7960/89

- requisitos cumulativos ou alternativos?

- despacho fundamentado

Decretação (art. 2 o )

a) representação do delegado (ouve o MP) – art. 2 o , § 1 o

b) requerimento do MP

ofício???

24 horas para decidir (fundamentando) – art. 2 o , § 2 o

mandado em duas vias (uma para o preso) – art. 2 o , § 4 o

informar os direitos do preso – art. 2 o , § 6 o

- 5 dias + 5 dias (30 dias + 30 dias)

terminado o prazo, deve ser solto, salvo se for decretada prisão preventiva – art. 2 o , § 7 o

LIBERDADE PROVISÓRIA

- conceito

-

espécies:

LIBERDADE PROVISÓRIA SEM FIANÇA:

a) sem vinculação (se livra solto) – 321, CPP, Lei 9099/95, CTB

a) sem vinculação (se livra solto) – 321, CPP, Lei 9099/95, CTB RETA FINAL MG –

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 b) com vinculação –

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01

b) com vinculação – 310, caput e 310, parágrafo único, do CPP

LIBERDADE PROVISÓRIA COM FIANÇA:

a) pelo delegado – 322, CPP

b) pelo juiz – 325, § 2 o , CPP

INAFIANÇABILIDADE:

CF: racismo (art. 5 o , XLII), TTT (art. 5o, XLIII), grupos armados contra o Estado democrático (art. 5 o , XLIV) 323, CPP: pena mínima superior a 2 anos, vadiagem e mendicância, crime doloso com condenação anterior etc.

- Valor da fiança: 325, CPP

- Critério para fixação: 326, CPP

- Pode ser reduzida de 2/3 (juiz ou delegado) - 325, § 1 o , CPP

- Pode ser aumentada de 10 vezes (juiz) – 325, § 1 o , CPP

- Pode ser isentada (juiz) – 350, CPP

- É sempre vinculada – 327 e 328, CPP

- Quebra da fiança – 341, CPP

- Perda da fiança – 344, CPP

PROVAS

- diante da nova lei 11.690/08, é imprenscindível a leitura dos artigos 155 a 250 do CPP.

PROVA PROIBIDA

Art. 5º, LVI, CF e art. 156, CPP

Interceptação telefônica

Art. 5 o , XII, CF Lei 9296/96 Gravação clandestina

Ilicitude por Derivação

Princípio da Proporcionalidade

Ilicitude por Derivação Princípio da Proporcionalidade RETA FINAL MG – Direito Processual Pena - Aula n.

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Meios de Prova Rol Taxativo? Verdade real? Ônus da prova RETA FINAL - MG Disciplina:

Meios de Prova

Rol Taxativo?

Verdade real?

Ônus da prova

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Conceito (ônus e obrigação) – 156, CPP

Sistemas de apreciação

a) sistema da íntima convicção

b) sistema da prova legal (art. 158 e 155)

c) sistema da livre convicção motivada – 157, CPP

PROVA PERICIAL

- prova científica

- 1 perito oficial (não havendo nomeia duas pessoas idôneas, portadoras de diploma de curso superior, com habilidade para o exame)

- vincula o juiz? Art. 182, CPP

- assistentes técnicos? Desde agosto de 2008 é possível

- corpo de delito

- exame de corpo de delito – art. 158, CPP

- exame indireto – 167, CPP

INTERROGATÓRIO

- conceito

- indispensável (art. 185, CPP)

- meio de prova e de defesa

- direito ao silêncio (art. 186, CPP)

- prejuízo para a defesa? Art. 186, parágrafo único, CPP

CPP) - prejuízo para a defesa? Art. 186, parágrafo único, CPP RETA FINAL MG – Direito

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interrogatório RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 De identificação –

interrogatório

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01

De identificação – 187, § 1 o , CPP

De mérito – 187, § 2 o , CPP

- presença do defensor – 185, CPP

- direito de entrevista prévia – 185, § 2 o , CPP

- interrogatório na prisão – 185, § 1 o , CPP

- reperguntas – 188, CPP

- interrogatório do surdo e mudo – 192, CPP

- novo interrogatório a qualquer tempo – 196, CPP

OAB/MG – 2007 – Assinale a alternativa correta:

A) no interrogatório, o juiz observará ao réu que, embora não esteja obrigado a responder às perguntas, o seu

silêncio poderá ser interpretado em prejuízo da própria defesa.

B) Havendo mais de um acusado, serão interrogados em conjunto

C) o interrogatório será constituído unicamente da parte que versar sobre os fatos constantes da imputação

D) antes da realização do interrogatório, o juiz assegurará o direito de entrevista reservada do acusado com seu defensor.

CONFISSÃO

- conceito

- simples ou qualificada

- judicial ou extrajudicial

- rainha das provas? 197, CPP

- retratável e divisível – 200, CPP

- confissão ficta?

PERGUNTAS AO OFENDIDO

- conceito de ofendido

- é testemunha?

- falso testemunho?

- falta: condução coercitiva e desobediência

- valor probatório?

PROVA TESTEMUNHAL

- toda pessoa – 202, CPP

- valor probatório? PROVA TESTEMUNHAL - toda pessoa – 202, CPP RETA FINAL MG – Direito

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características RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 Oralidade – 204,

características

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01

Oralidade – 204, CPP

Objetividade

retrospectividade

DEVER DE DEPOR (206, 1 a parte) – condução coercitiva e desobediência

DISPENSADOS DE DEPOR (206) – salvo quando não há prova

Se ouvidos serão informantes

INFORMANTES: 206 (quando ouvido) + 208, CPP PROIBIDOS DE DEPOR – 207, CPP

- testemunhas de juízo – 209, caput, CPP

- testemunhas referidas – 209, § 1 o , CPP

- contradita – 214, CPP

- sistema presidencial foi substituído pelo sistema da direct cross examination (as partes perguntam diretamente para as testemunhas)

- reprodução fiel – 215, CPP

- retirada do réu – 217, CPP

- pessoas enfermas ou velhos – 220, CPP

- número de testemunhas

- testemunho infantil

- testemunho policial

- lugar do depoimento de autoridades (221, CPP)

- militares (requisitar ao superior) – 221, § 2 o , CPP

- funcionário público – só avisa o superior – 221, § 3 o , CPP

- produção antecipada – 225, CPP

RECONHECIMENTO

- conceito

- réu é obrigado a comparecer?

- procedimento – 226, CPP

- várias pessoas – 228, CPP

ACAREAÇÃO

- conceito- 229, CPP

- impressões pessoais

- mediante precatória – 230, CPP

PROVA DOCUMENTAL

- momento – 231, CPP

precatória – 230, CPP PROVA DOCUMENTAL - momento – 231, CPP RETA FINAL MG – Direito

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 BUSCA E APREENSÃO -

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BUSCA E APREENSÃO

- busca domiciliar ou busca pessoal (240, CPP)

- prova e medida cautelatória (natureza cautelar)

- violação de correspondência? 240, f, CPP?

- conceito de domicílio

- durante o dia, salvo com o consentimento do morador

- de ofício ou a requerimento das partes – 242, CPP

- busca pessoal (se for mulher?) 249, CPP

- busca pessoal sem mandado – 244, CPP

- restituição pelo juiz ou pela autoridade policial – 120, CPP

PROCEDIMENTOS

Comum

Procedimento

Especiais

PROCEDIMENTO ORDINÁRIO

Ordinário ( = ou + 4 anos

Sumário ( - 4 anos

Sumaríssimo ( IMPO

Júri (406 a 497, CPP) Drogas (Lei 11.343/06) Honra (519 a 523, CPP) Func. Público (513 a 518, CPP)

RD ou Rej. Den. (395,CPP) Defesa escrita 10 dias - 396 RD? (399, CPP) DEN
RD ou Rej. Den.
(395,CPP)
Defesa escrita
10 dias - 396
RD?
(399,
CPP)
DEN
CITAÇÃO
Absolvição Sumária
(397, CPP)
AUDIÊNCIA
(41,CPP)
UNA
(400,CPP)
Sumária (397, CPP) AUDIÊNCIA (41,CPP) UNA (400,CPP) RETA FINAL MG – Direito Processual Pena - Aula

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CITAÇÃO RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 PESSOAL POR EDITAL

CITAÇÃO

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01

PESSOAL POR EDITAL COM HORA CERTA
PESSOAL
POR
EDITAL
COM
HORA
CERTA

Mandado Precatória Rogatória (368, CPP) Militar (358, CPP) Funcionário Público (359, CPP) Preso (360, CPP)

361, CPP – 15 dias 366, CPP !!!

362, CPP

CPP) Preso (360, CPP) 361, CPP – 15 dias 366, CPP !!! 362, CPP RETA FINAL

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 AUDIÊNCIA UNA (400,CPP) OITIVA

RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01

AUDIÊNCIA UNA (400,CPP)

OITIVA DO OFENDIDO

Aula nº 01 AUDIÊNCIA UNA (400,CPP) OITIVA DO OFENDIDO Oitiva é obrigatória? Se ele faltar injustificadamente?

Oitiva é obrigatória?

Se ele faltar injustificadamente?

Quantas testemunhas? TESTEMUNHAS DE ACUSAÇÃO E DEFESA Momento em que elas são arroladas Se elas
Quantas testemunhas?
TESTEMUNHAS DE
ACUSAÇÃO E DEFESA
Momento em que elas são arroladas
Se elas faltarem injustificadamente?
PERITOS E ASSISTENTES
TÉCNICOS
159, § 5º, CPP

OUTRAS PROVAS

Reconhecimentos, acareações (art. 400)E ASSISTENTES TÉCNICOS 159, § 5º, CPP OUTRAS PROVAS INTERROGATÓRIO DEBATES ORAIS (20 min + 10

INTERROGATÓRIO

DEBATES ORAIS (20 min + 10 min)

(art. 400) INTERROGATÓRIO DEBATES ORAIS (20 min + 10 min ) SENTENÇA Se surgir uma nova
(art. 400) INTERROGATÓRIO DEBATES ORAIS (20 min + 10 min ) SENTENÇA Se surgir uma nova

SENTENÇA

INTERROGATÓRIO DEBATES ORAIS (20 min + 10 min ) SENTENÇA Se surgir uma nova prova? Vide

Se surgir uma nova prova?

Vide artigo 403, CPP

Diferença entre sentença e dec. interlocutória

PROCEDIMENTO SUMÁRIO (Art. 531 e seguintes) Cabimento: pena superior a 2 anos e inferior a quatro anos Seqüência de atos = igual ao ordinário 1ª diferença – número de testemunhas = 5 (cinco) 2ª diferença – prazo para audiênica = 30 (trinta) dias 3ª diferença – não adiamento da audiência, SALVO QUANDO IMPRESCINDÍVEL

PROCEDIMENTO SUMARÍSSIMO

1ª fase – Policial (termo circunstanciado)

2ª fase – Audiência Preliminar Tentativa de composição civil dos danos Representação Transação Penal Denúncia oral

3ª fase – RITO SUMÁRISSIMO

Transação Penal Denúncia oral 3ª fase – RITO SUMÁRISSIMO RETA FINAL MG – Direito Processual Pena

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RETA FINAL - MG Disciplina: Direito Processual Penal Aula nº 01 Defesa oral Recebimento da

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Defesa oral Recebimento da Denúncia Testemunhas (acusação e defesa) Debates orais Sentença Recursos

PROCEDIMENTO DO JÚRI (arts. 406 e seguintes)

Princípios constitucionais

2 fases: judicium accusationis e judicium causae

JUDICIUM ACCUSATIONIS

Igual ao procedimento ordinário, com 1 diferença:

Sai a absolvição sumária do 397, CPP e entra a réplica do MP, em 5 dias

4 decisões:

a) pronúncia

b) impronúncia

c) desclassificação

d) absolvição sumária (art. 415, CPP)

- inexistência do fato

- não é ele autor ou partícipe

- fato atípico

- exclusão da ilicitude ou culpabilidade (salvo inimputabilidade)

JUDICIUM CAUSAE

- sorteio de 25 jurados (art. 433)

- 7 jurados comporão o Conselho de Sentença (art. 447)

- pelo menos 15 jurados devem comparecer (art. 463)

- não há mais libelo

- juiz intima as partes para arrolarem testemunhas no prazo de 5 dias (422)

- não há mais leitura de peças

- novos documentos (3 dias ÚTEIS antes)

- debates – 1,5 h + 1,5 h + 1 h + 1 h

- sigilo das votações

- debates – 1,5 h + 1,5 h + 1 h + 1 h - sigilo

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