Você está na página 1de 5

7/2/2014

CONFEF - Conselho Federal de Educação Física - 10 Anos

Se x ta-fe ira, 7 de fe ve re iro de 2014 Página Principal O Conselho História Estatuto Regimento Interno Missão Conselheiros Comissões Legislação Resoluções Notas Técnicas Legislação de outros orgãos Sistema CONFEF/CREFs Conselhos Regionais CREFs Registrados Profissionais Pessoas Jurídicas Inscrição Procedimento de inscrição Comunicação Revistas E.F. CONFEF Notícias Clipping Boletim Eletrônico Publicações Teses e Dissertações Banco de Idéias Eventos e Cursos Utilidades Perguntas e Respostas Links Seleção Pública Licitações Á rea Restrita Eleição CONFEF 2012 Regimento Eleitoral Edital de Convocação Chapas Registradas Proposta Chapa 01 Resultado DESINTERESSE Educação Física Escolar REVISTA E.F. Nº 05 - DEZEMBRO DE 2002

Fale conosco

O re torno da obrigatorie dade é um a vitória que re sgata a função prim ordial da disciplina: form ar cidadãos Ente nde -se a Educação Física Escolar com o um a disciplina que introduz e inte gra o aluno na cultura corporal de m ovim e nto, form ando o cidadão que vai produzi-la, re produzi-la e transform á-la, capacitando-o para usufruir os jogos, os e sporte s, as danças, as lutas e as ginásticas e m be ne fício do e x e rcício crítico da cidadania e da m e lhoria da qualidade de vida. Ao contrário da Le i n 5.692, que e x plicitava a obrigatorie dade da Educação Física Escolar e m todos os níve is e ciclos do e nsino de prim e iro e se gundo graus, a atual LDB (Le i n 9.394/96) e m se u parágrafo te rce iro, art. 26, re fe re -se à Educação Física com o com pone nte curricular inte grado à proposta pe dagógica da e scola, dife re nte do tratam e nto que é dado às Arte s, no parágrafo se gundo, que e spe cifica a sua obrigatorie dade . C abe re ssaltar a dinam ização do trabalho dos profe ssore s no se ntido de tornar a Educação Física Escolar inte re ssante para os alunos, faze ndo com que e la te nha obje tivo e finalidade s de finidas e contribua para a form ação dos jove ns, atuando de form a inte rdisciplinar nas e scolas. C ontudo e stá se de ix ando de le var e m conta o conte x to histórico do proce sso, os anos de e x istê ncia da disciplina e o de spre paro dos profe ssore s para atuar da form a de finida pe la LDB. Não se le vou e m conta que a m aioria das atividade s de se nvolvidas nas e scolas são as práticas, com pouca ou ne nhum a re fle x ão por parte dos alunos sobre o significado da disciplina, ou da ne ce ssidade de atividade s físicas com o um a form a de vida ativa e sua contribuição para a vida diária do cidadão. As aulas de Educação Física e ram dinam izadas sob a é gide da Le gislação, que e stabe le cia com o norte a aptidão física e a iniciação de sportiva, com o se as e scolas oficiais e a m aioria das privadas ofe re ce sse m condiçõe s para e ste fim .

Inúm e ros trabalhos e pe squisas indicam que a disciplina Educação Física Escolar ve m se base ando um a prática e x clude nte , m uitas ve ze s voltada para a form ação de e quipe s de sportivas re pre se ntativas das e scolas, vista pe los alunos com o um a prática re cre ativa, com o um a form a de que brar o te m po do e nsino inte le ctual. O e studo re alizado por m e strando e m Educação Física e C ultura da UGF/R J, sob o título As aulas de Educação Física Escolar sob a ótica de se us atore s, inve stiga com o os alunos conce be m a Educação Física com o disciplina curricular. O s re sultados pe rm itiram ide ntificar que é grande a parce la de alunos que afirm am que : A Educação Física não possui re le vância para m ante r-se no âm bito e scolar; A Educação Física m inistra conte údos re pe titivos e se m aplicabilidade no cotidiano; A Educação Física não m otiva para a prática pe rm ane nte . No artigo Educação Física no e nsino fundam e ntal: a pe rce pção de alunas e alunos re fe re nte a alguns aspe ctos de suas aulas na sé tim a e oitava sé rie s, de José Guilm ar Mariz de O live ira (C R Ef00044-G/R J), no qual as re spostas a um a pe squisa indicaram que os alunos pe rce be ram as aulas de Educação Física na 7a sé rie de m ane ira m ais positiva do que os da 8a sé rie . O s re sultados são com patíve is com obse rvaçõe s e ncontradas e m lite ratura corre lata, que re gistrou a pe rce pção de alunas e alunos sobre suas aulas de Educação Física com o se ndo m e nos positiva, de acordo com o avanço no níve l de e scolaridade . R e lacionados com e sse s inte re sse s, alguns trabalhos apontaram para: A dim inuição da participação, e ntusiasm o e inte re sse nas aulas de Educação Física, das prim e iras para as últim as sé rie s do e nsino fundam e ntal (C orbin, 1981, e de R oss & Gilbe rt, 1985). A pe rce pção de aspe ctos ne gativos das aulas de Educação Física, tidas com o de se stim ulante s, cansativas, re pe titivas, de sinte re ssante s e de sorganizadas, m ais ace ntuados e m corre spondê ncia com o avanço no níve l de e scolarização (Be tti, 1995; Brito, 190; Espit, 1990); O re gistro de aspe ctos positivos e ne gativos das aulas de Educação Física de 5a a 8a sé rie s do e nsino fundam e ntal, e ncontrando-se re fe rê ncias a aulas re pe titivas, m onótonas, se m atração, não inte re ssante s e de sne ce ssárias (Aguiar, 1987; Kobal, 1995). A não dife re nciação, e m te rm os de im portância das aulas, e ntre alunos de 5a e 8a sé rie s (R ossini, 1990).

http://www.confef.org.br/extra/revistaef/show.asp?id=3457

1/5

O Plano Nacional de Educação Física e De sporto para o pe ríodo de 1976 a 1979 é um a prova disso e traz as se guinte s obse rvaçõe s: .251/75. A Educação Física no Brasil foi pe nsada e nquanto prática nas e scolas com propósitos profiláticos. e m alguns casos. e la se de sdobra e m e x e rcícios e ducativos propriam e nte ditos. Naque le pe ríodo. que e m bora pare çam idê nticas na sua base . que tratava da Política Nacional de Educação Física e De sportos. De acordo com a inte nção principal que anim a a atividade físicas. sua prática foi calcada e m ginástica e re cre ação e os obje tivos de finidos e ram voltados para a construção de um a cultura que le vasse o aluno a e nte nde r a im portância daque la prática.. confunde -se Educação Física com o de sporto. Sob a de nom inação com um de e ducação física e de sportiva o conse nso m undial re úne todas as atividade s físicas dosadas e program adas. A conce pção ainda é a de que Educação Física na e scola se re sum e a corre r. é re conhe cido unive rsalm e nte . REFLETIR PA RA MUDA R O prim e iro ato concre to para a prom oção de m udanças se ria traçar um diagnóstico.asp?id=3457 2/5 . sobre tudo aos aspe ctos e ducacional e form ativo.org.Conselho Federal de Educação Física . se m pre houve contrové rsias quanto ao tipo de atividade s físicas que de ve riam se r m inistradas para e scolare s. porque abrange o se r na sua totalidade . re conhe cim e nto le gal. Por falta até m e sm o de form ação ade quada m uitos profe ssore s . ONTEM E HOJE A Educação Física Escolar passou por dive rsos m om e ntos.br/extra/revistaef/show. o Pode r Ex e cutivo de finiria a Política Nacional de Educação Física e De sportos. Aze ve do (1920) apontava para a Educação Física um a inte rve nção social. m orais e culturais. pe lo visto. os que de stacavam a re cre ação. se ndo re com e ndáve l. dando um a dire ção à prática de sportiva de form a m ais e x plícita. Face à inform alidade de que se re ve ste sua prática. O Plano dava de staque ao conte údo e sportivo. ao m e sm o te m po. analisando profundam e nte os proble m as. portanto para m e lhor e ficácia da e ducação física a inte gração das form as O Plano apre se ntava ainda algum as dife re nças e m re lação à Le i n 6. acabou vingando o de se nvolvim e nto do de sporto e m si. São 80 anos pre gando para que os alunos e nte ndam a re le vância da Educação Física Escolar.. Ela obje tiva o e quilíbrio e a saúde do corpo. dão conta que a Educação Física Escolar não te m sido capaz de conve nce r a socie dade sobre a im portância de sua pre se nça na e scola. jogar bola. aplica-se um a política oficial de e x pansão da prática do de sporto. Se m inários e C ongre ssos com os profe ssore s. tê m finalidade e m e ios dife re nciados e e spe cíficos. prom ove r Fóruns. che gando m e sm o. EDUCA ÇÃ O FÍSICA E DESPORTO A partir dos anos 70.confef.10 Anos Pronunciam e ntos de Juíze s e Prom otore s e m algum as açõe s e m que o C O NFEF te m sido arrolado. Im plantação e inte nsificação da prática dos de sportos de m assa. Entre os profissionais. Difusão dos de sportos com o form a de utilização do te m po de laze r. De acordo com se u art. se le gitim ar com o disciplina na e scola. Havia aque le s que de fe ndiam os e x e rcícios ginásticos e . os jogos e os de sportos. 5o. Não é de hoje que se m anife stam discursos a re spe ito da im portância da Educação Física Escolar com o um a que stão de pre ve nção da saúde . faze r ginástica e brincar. re conhe ce r os dive rsos m om e ntos históricos e as práticas dinam izadas e re volucionar o proce sso. por m e io das atividade s físicas. a se re m conside rados sinônim os. m as. A Educação Física é ofe re cida na e scola há m uitos anos. de outro lado. com atualizaçõe s e re ciclage ns para um a re tom ada de posição. te ve ce rta im portância política. a aptidão física para a ação e o de se nvolvim e nto dos valore s m orais.cham ados no passado de instrutore s . o que se tornou um novo paradigm a para toda a Educação Física.a atividade física é hoje conside rada com o um m e io e ducativo privile giado. a de se nvolve r um corpo sadio.aplicavam para crianças e x e rcícios praticados nos quarté is. Ele vação do níve l dos de sportos e m todas as áre as. ficou ape nas a e x igê ncia prática de prom ove r re cre ação. junto aos pais e aos de m ais profe ssore s.7/2/2014 CONFEF . Na prática. tre inar e ape rfe içoar. http://www. É pre ciso sair da paralisia. de m odo a e nsinar hábitos de higie ne aos alunos e . Ele vação do níve l té cnico-de sportivo das re pre se ntaçõe s nacionais. 0 caráte r de unidade da e ducação. e ncarar a que stão e partir para apre se ntar alte rnativas. conce bida para e x e rcitar. os jogos e os de sportos tê m um pode r m aior de m obilização que os e x e rcícios e ducativos. O m e io e spe cífico da e ducação física é a atividade física siste m ática. com os se guinte s obje tivos básicos: Aprim oram e nto da aptidão física da população. m as cabe indagar por que e la não foi capaz de se consolidar. A prática pe la prática.

cabe ndo à e scola construir se u próprio currículo de acordo com a re alidade da com unidade . Em contrapartida. Q ual a justificativa apontada para a disciplina se r prom ovida um a. Ape sar disso. A e scola é que constrói se u proje to pe dagógico e de fine a carga horária de cada um a. Prolife ram acade m ias de ginástica e é cre sce nte o núm e ro de ade ptos das atividade s físicas. contando com o apoio do Siste m a C O NFEF/C R EFs. Se cre tários de Educação e de Esporte . Aí. argum e ntando e conve nce ndo a com unidade da quantidade de se ssõe s a se r ofe re cida na e scola. http://www. É ve rdade que o C olé gio ofe re ce um a boa e strutura. Esta nova re alidade e se us de safios já e stão pre se nte s nas e scolas. se m finalidade de finida. m udar a rotina e scolar. Isto re pre se nta um a ruptura m uito brusca e pe gou de spre ve nidos os profe ssore s e scolare s. a não se r com o inte rvalo das aulas te óricas. do se gm e nto da áre a cie ntifica há m uito te m po. O e sporte continua se ndo a grande m anife stação da hum anidade . que se m pre e stive ram sob a capa prote tora da obrigatorie dade . que não ate nde às e x pe ctativas do que se procura? Por que se pe rde u e sse e spaço na e scola? Daqui por diante não have rá m ais de te rm inação de quantitativo de se ssõe s se m anais e m ne nhum a disciplina. Significa dize r que os jove ns vê e m a Educação Física com o um a atividade prática? O u que pe la difusão da m ídia se inte re ssam pe la prática de atividade s físicas. que ofe re ça algum as vivê ncias te m áticas para que os alunos possam e x pe rim e ntar e x e rcícios e práticas. onde podiam gastar um pouco de e ne rgia. calcados e m nossa re alidade e conjuntura. e x clude nte e prom ovida atravé s de e x e rcícios e ste re otipados? O que fe z com que não com pre e nde sse m de fato o porquê da disciplina na e scola. não pe rde ram te m po e já discute m saídas para os novos de safios da Educação Física Escolar.org. quando da prom ulgação da LDB.10 Anos O que ficou faltando para que os alunos. A disciplina de spre stigiada. m as não a da e scola. com o e spe táculo ou com o form a de laze r. Portanto. se m que tive sse m que se pre ocupar e m de m onstrar para os pais. é o profe ssor de Educação Física que de ve justificar a pe rm anê ncia da sua disciplina no currículo e apre se ntar sua finalidade . DESA FIOS C om o lidar com e sse novo de safio após tantos anos sob o guarda-chuva da obrigatorie dade ? Não há m ais te m po a pe rde r. NOVA CULTURA De sde 1996. DEPOIMENTO O s Profissionais do Ensino Fundam e ntal do C olé gio Marista.confef. com as Se cre tarias de Educação e com as instituiçõe s da re de particular de e nsino. não e stão se ndo de vidam e nte de batidas e tratadas para que se firm e um a nova postura para a Educação Física Escolar. com a finalidade de e x plicar a corpore idade . Mas isso ne m de longe é m otivo para um a acom odação de se us m e stre s. a iniciação de sportiva. duas ou trê s ve ze s na se m ana? Q ual o argum e nto para sua pe rm anê ncia e nquanto fator contribuinte na inte rdisciplinaridade e na form ação dos alunos? Essas que stõe s são do conhe cim e nto da cate goria profissional. e litista. m antive sse m sua vida ativa e tive sse m um a le itura e com pre e nsão dife re nte daque la que nos m ostram com o se ndo um a disciplina se gre gacionista. pe la sua finalidade . não há m ais de te rm inação de carga horária das disciplinas.br/extra/revistaef/show. te r um te m po de laze r? Na ve rdade e ssas foram as im pre ssõe s que a Educação Física passou para os adultos de hoje . da acade m ia. É assim que os Profissionais de Educação Física são vistos por Juíze s. com o obje tivo de e stabe le ce r argum e ntos sólidos para que e la possa se r de fe ndida junto aos pode re s Ex e cutivo e Le gislativo. de m odo ge ral. o se ntido da qualidade de vida atravé s de um e stilo de vida ativo. as e scolas que ofe re ce m o e sporte . A re alização de atividade s físicas ganha m aior re le vância a cada dia.asp?id=3457 3/5 . pe rde e spaço e os e x e m plos de sua prática. para o corpo doce nte e até m e sm o para os alunos sua finalidade e sua im portância para o futuro da socie dade . a de sabona e com plica sua posição no conte x to e ducacional.7/2/2014 CONFEF .Conselho Federal de Educação Física . NOVA S DIRETRIZES. m ais um a ve z. A LDB é m uito clara e m re lação a inte nção de que a Educação Física se ja ape nas um a prática e sportiva e não um a disciplina inse rida no conte x to pe dagógico e form ativo da cidadania. a de spe ito do discurso form al de que é na e scola que de ve m os construir um a cultura para um a vida ativa e que e sta de va contribuir para a construção da cidadania ple na. hoje adultos. re apare ce o dile m a: qual a finalidade da Educação Física Escolar? Q uando pude rm os re sponde r a e sta pe rgunta e stare m os aptos tam bé m a de fe nde r o quantitativo de aulas se m anais a se r ofe re cida. Se m inários e Fóruns e m parce ria com as APEFs. as Se cre tarias de Educação e C onse lhos de Educação não são m ais órgãos dire tivos e sim norm ativos. com local e todo o m ate rial ne ce ssário e procura ade quar suas atividade s a cada faix a e tária. ne m justificada na prática. m as na e scola a Educação Física e stá sofre ndo um grande im pacto. A Educação Física atrave ssa um m om e nto crucial. A disciplina não pode e star calcada. m as sim . C onvê nios com clube s e acade m ias tê m um a m aior fre qüê ncia e ganham um e norm e inte re sse por parte dos alunos e jove ns. É pre ciso prom ove r Encontros. de Brasília.

os Ministros da Educação e do Esporte assinaram Portaria conjunta de fe nde ndo a obrigatorie dade da Educação Física. um a ve z que .Conselho Federal de Educação Física . de m onstrando m uito inte re sse e ale gria pe las aulas. foi possíve l de te ctar as re açõe s dos alunos das dife re nte s faix as e tárias sobre a Educação Física Escolar. de 12 de De ze m bro de 2001. Ao m e sm o te m po e m que surgirá um a nova ge ração de profe ssore s para o Ensino Básico m ais pre parada para lidar com as que stõe s da e scola. Em dive rsos Estados há um a com pre e nsão a e ste re spe ito. e x plicitam e nte . voltados para o ate ndim e nto das finalidade s da form ação. Atravé s do trabalho articulado pe lo Siste m a C O NFEF/C R EFs. o pre paro para o trabalho e a cidadania. Te m sido ne ce ssário um grande e sforço para e sclare ce r e se nsibilizar e sse s age nte s/atore s para o que e stá se ndo pre gado com o obje tivo de a Educação Física Escolar: a form ação dos jove ns. não pode m transform ar-se e m m e ta a se r alm e jada pe la e scola. da dança. a partir da hom ologação do Pare ce r n 09/01 do C NE.asp?id=3457 4/5 . alé m de fortale ce r a consciê ncia profissional dos novos profe ssore s sobre a im portância de se u trabalho para ávida do se r hum ano. bastante com um . se m ante nha a obrigatorie dade da disciplina e m todos os níve is e ciclos do Ensino Básico. se rá e m curso e spe cífico de Lice nciatura. com o se re laciona e se e x pre ssa na socie dade . os alunos e os profe ssore s pre fe re m a aplicação da prática de sportiva. com o m e io de alcançar um a qualidade de vida m e lhor. que inse re a palavra obrigatória no parágrafo 3o. iniciação de sportiva. O C O NFEF te m atuado junto às Se cre tarias e C onse lhos Estaduais de Educação. sua form ação inte gral e a construção da cidadania. com de staque para o praze r do jogo. inte re ssante s. a com pre e nsão do que é o corpo. da LDB. pois não há m ais ne nhum am paro le gal para de te rm inar a obrigatorie dade de duas ou trê s aulas se m anais. Te m os que trabalhar para m udar a m ane ira de e ncarar a atividade física na e scola. O de safio e stá no aprofundam e nto da le gitim ação e justificativa da disciplina Educação Física Escolar. http://www.br/extra/revistaef/show. É fundam e ntal tam bé m que se faça um a clara distinção e ntre os obje tivos da Educação Física Escolar e os obje tivos do e sporte . ao longo dos próx im os se is a se te anos. que aprovou as dire trize s curriculare s para os profe ssore s do Ensino Básico. He rm ínio Sote ro (C R . aque le s que de se jare m atuar na e scola de ve rão se r aprovados e m ve stibular para curso de Lice nciatura. por parte dos Dirige nte s na áre a da Educação. e stas m anife staçõe s são insuficie nte s.EF 000327-G/DF). ne sta fase da vida. Enquanto isso. Não há m ais com o aguardar ou ape nas buscar subte rfúgios le gais que de te rm ine m a obrigatorie dade da Educação Física e m todos os níve is de e nsino. e ste novo profe ssor não e stará disponíve l ante s dos próx im os cinco anos.10 Anos Atravé s de pe squisa re alizada no C olé gio. Já na adole scê ncia dos 14 aos 17 anos os alunos colocam alguns obstáculos à Educação Física. de inte rdisciplinaridade e da im portância da Educação Física para a form ação inte gral. ne nhum a disciplina te rá tratam e nto dife re nciado. O proble m a não se rá re ve rtido pe la le galidade .328. m ais voltada. e m se tratando de que stõe s le gais. ou se ja. com o se fosse m fins e m si m e sm os. Na faix a que vai de 9 a 12 anos ficou e vide nte que e x iste grande valorização e ace itação da disciplina. o que e sbarraria e m inconstitucionalidade .confef. do art. O Prof. argum e ntando e solicitando que . Sote ro e sua e quipe e stão conve ncidos de que é pre ciso ade quar o currículo dos cursos de Educação Física à nova re alidade e às ne ce ssidade s da socie dade . O Ministro da Educação já se pronunciou no se ntido de que a Educação Física é obrigatória no Ensino Básico e foi prom ulgada a Le i n 10. É im pre scindíve l para que a Educação Física e ste ja e m consonância com a e ducação e scolar. prom ove r conte údos agradáve is. Não se trata de um a m issão sim ple s. com o e ste se m ovim e nta. te m po de form ar um a nova ge ração de profissionais e te m po de atualizar os profe ssore s que já e stão no m e rcado de trabalho para a nova Le gislação e m vigor. às m udanças horm onais e até ao m odism o. é pre ciso agir para m ante r a Educação Física viva. há se m pre contrové rsias. Há ne ce ssidade de um te m po de adaptação à nova conjuntura. a se nsibilização e e nte ndim e nto de im ple m e ntar um a vida ativa com o fator de be m -e star e qualidade de vida. Ainda assim . Não se pode ficar aguardando que os Le gisladore s ate ndam ape los dos profissionais e prom ulgue m Le is que torne m a Educação Física Escolar obrigatória e m todos os níve is e ciclos de e nsino.org. da luta e da ginástica profissionais. Ela de ve se r vista não com o um a obrigação e sim com o ne ce ssidade para a m anute nção da saúde . visto que . O papel do Sistema CONFEF/CREFs O Siste m a C O NFEF/C R EFs te m procurado ate nde r a solicitação e a cobrança da m aioria dos profe ssore s pe la m anute nção da obrigatorie dade do e nsino de Educação Física na e scola. contudo. para o aluno. Ele aposta na im portância da prática da Educação Física e m todas as faix as e tárias para o de se nvolvim e nto inte gral do se r hum ano. re com e nda o Prof. dando oportunidade a que e ssa nova ge ração m odifique o status quo vige nte . valorizando o se u corpo e os dos de m ais. ape sar de todo um discurso de inclusão. Em bora se jam um a fonte de inform açõe s. m e lhorando a auto-e stim a. C oorde nador de Educação Física do C olé gio. se m pre le m brando que os pais.7/2/2014 CONFEF . O s pe que ninos apontaram a prática da Educação Física com o m uito positiva. de vido às dificuldade s e m ocionais. pe lo m e nos. Ainda vive m os sob a influê ncia de antigos paradigm as e a cultura de aptidão física. do bom funcionam e nto do corpo hum ano. 26. a sociabilidade e m uito m ais. form ação de e quipe s re pre se ntativas. A R e solução C NE n 01/2002 pre vê que a form ação.

visando se u aprim oram e nto com o se re s hum anos. corporal.3 6 7 0 / 2 2 4 2 .Rio de J aneiro .Conselho Federal de Educação Física .br/extra/revistaef/show.10 Anos Física Escolar de ve dar oportunidade s a todos os alunos para que de se nvolvam suas pote ncialidade s.7 º andar .7/2/2014 A Educação CONFEF .: (0 xx2 1 ) 2 5 2 6 . A hora é agora.confef.RJ T els . do dia 18 de agosto de 2000. pois e la é fundam e ntal para a m assificação do e sporte .0 3 0 . Não é m ais possíve l ficar e ntre a e spe rança e o de se spe ro. de form a de m ocrática e não se le tiva.asp?id=3457 5/5 . É pre ciso re cupe rar o te rre no. Se ja qual for o obje to de conhe cim e nto e m que stão. as APEFs aprofundare m os de bate s e os profe ssore s pe rce be re m o novo m om e nto. os proce ssos de e nsino e apre ndizage m de ve m conside rar as caracte rísticas dos alunos e m todas as suas dim e nsõe s: cognitiva. e sté tica.C E P 2 0 0 4 0 . afe tiva.6 2 7 5 / 2 2 4 2 . A valie esta matéria: Rua do O uvidor.7 1 7 9 / 2 2 5 2 . C ade rno de Esporte s. Foi um e rro tornar a Educação Física um a m até ria facultativa. C arlos Me lle s e m e ntre vista para o Jornal ESTADO DE MINAS. é tica. 1 2 1 .4 2 2 8 http://www. C abe assinalar que os alunos portadore s de ne ce ssidade s e spe ciais não pode m se r privados das aulas de Educação Física. de re lação inte rpe ssoal e inse rção social.org.