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EDUCAÇÃO FÍSICA

8º ANO
COLÉGIO SALESIANO SÃO JOÃO BOSCO

DEFE – DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES

ORGANIZADORES

PROF. FRANCISCO IVAN LIMA ALVES

PROF. JOSÉ BENDIMAR DE LIMA JUNIOR (Coordenador DEFE)

APOSTILA DE ESTUDOS

EDUCAÇÃO FÍSICA 8º ANO

ENSINO FUNDAMENTAL

JUAZEIRO DO NORTE - CE

2017
CARO ALUNO,

Esta apostila foi organizada com o intuito de facilitar a compreensão dos


conteúdos teóricos apresentados na disciplina de Educação Física do Ensino Fundamental II,
facilitando o acesso aos conteúdos que serão estudados durante o ano letivo, o objetivo é que os
alunos tenham de forma acessível os textos que serão trabalhados em sala de aula podendo
utilizar seus aparelhos eletrônicos como tablete e celular para a leitura da apostila. Desde já nos
colocamos a disposição para tirar suas dúvidas e quaisquer atualizações necessárias dos
conteúdos.

Atenciosamente,

Prof. Ivan Lima.


SUMÁRIO

UNIDADE 2 ..................................................................................................16
Higiene Corporal, Suor e Atividade Física........................................17

Atividade Física e Estética …………………………………................. 24

BIBLIOGRAFIAS
Unidade 2

 Higiene Corporal: Suor e


Atividade Física
 Atividade Física e Estética
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Mas afinal o que é higiene?


Antes de começar a aprender sobre a Higiene vamos ver a origem da palavra?

Higiene: Do grego Hygéia, que significa “sã” ou “sadio”.


A deusa grega da saúde era Hygéia, filha do deus da medicina, Asklepios
(Esculápio).
A palavra “higiene” chegou à língua portuguesa através do grego hygeinos, que
significa "o que é saudável".
Higiene são um conjunto de conhecimentos e técnicas para evitar doenças infecciosas
usando desinfecção, esterilização e outros métodos de limpeza com o objetivo de
conservar e fortificar a saúde.

Para que serve a higiene?


A higiene tem por finalidade não só manter um estado de completo bem estar
físico, social e mental, como proporcionar meios para que a comunidade, mesmo sendo
saudável, possa melhorar o seu bem estar social e aprimorar a raça.

Quais os tipos de higiene?

 Higiene pessoal
 Coletiva
 Mental
 Ambiental

HIGIENE PESSOAL: um conjunto de hábitos de higiene e asseio com que cuidamos


da nossa saúde, que viram normas de vida em caráter individual. Higiene pessoal
será usada pré/durante/pós a aula:
 BANHO, seria o primeiro hábito de higiene (Antes ir para escola. Devemos
tomar pelo menos dois (ou mais) banhos todos os dias um na parte da manha e outra
na noite).
 ASSEPSIA, usar desodorante, diariamente, especialmente no verão.
 LAVAR AS MÃOS, sempre que necessário fazer a higienização das mãos,
antes de quaisquer refeições, antes de qualquer contato com os alimentos, depois de
utilizar o banheiro e depois da aula de educação física.
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 HIGIENE ORAL, fazer a higienização oral, assim quando acordam, após


realizar ingestão de alimentos, e antes de dormir, fazer uso de uma escova adequada,
fio dental e pasta dental com flúor, lembra-lós sempre que isso evita cáries
 ÁGUA POTÁVEL, sempre tomar água antes/durante/depois da aula fazer a
hidratação corporal, com água potável.
 ALIMENTAÇÃO, realizar uma alimentação saudável com mais alimentos
naturais

Cuidados na Adolescência

Durante a puberdade, em ambos os sexos, mas de forma mais acentuada nos


meninos, a pele se torna mais oleosa, pelo aumento da produção de suor, podendo
surgir acnes. Ocorre também a mudança de voz e o crescimento dos pelos axilares. Às
vezes, o corpo parece suar sem motivo, surgindo, então, cheiros que nunca foram
percebidos antes dessa fase da adolescência. Essas mudanças corporais são uma
parte normal de se tornar um adulto. Ainda assim, algumas dessas alterações do corpo
podem ser fontes de ansiedade.

Afinal, quem é que não se preocupa com o odor, como, por exemplo, o cheiro das
axilas?

A transpiração ou o suor vem de glândulas sudoríferas presentes no corpo. Mas,


graças à puberdade, essas glândulas não apenas tornam-se mais ativas do que antes
como também começam a secretar substâncias químicas diferentes, que dão ao suor
um cheiro forte. Pode-se perceber esse odor principalmente debaixo dos braços, nas
axilas, mas os pés e as regiões genitais também podem ter novos cheiros. Mantém a
temperatura ideal dos órgãos internos, dessa forma, liberamos água em dias mais
quentes para nivelar o conteúdo hídrico dentro do corpo. As glândulas da transpiração
são chamadas sudoríparas; dividem-se em ÉCRINAS (espalhadas pelo corpo todo) e
APÓCRINAS (próximas aos genitais e nas axilas).
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É na adolescência que ocorre o início do funcionamento das glândulas


apócrinas, até então só as écrinas estavam em atividade. O produto das apócrinas é
ligeiramente diferente e muito mais propenso à degradação e formação do mau odor, o
cheiro vem da decomposição realizada pelas bactérias e outros microrganismos
presentes na superfície da pele, razão pela qual usamos desodorantes.

Quando o suor está especificamente localizado nos pés, o mau odor causado
recebe um nome especial: CHULÉ. Motivados pela umidade e pelo calor que existe
entre os dedos dos pés, as bactérias e os fungos encontram ali um ótimo lugar para se
alimentar e se multiplicar. O chulé é o odor que sai dos pés quando as bactérias e os
fungos alojados ali decompõem as células mortas na região para se alimentar. Também
conhecido como bromidrose, o chulé é motivado pela falta ou pela má higienização dos
pés, o que favorece o aparecimento das bactérias e/ou dos fungos.

O chulé também pode ser favorecido quando: um indivíduo utiliza sapatos muito
apertados; quando os sapatos são guardados logo após serem retirados dos pés;
quando não se usam meias ou as meias são usadas mais de uma vez; quando as
meias são de materiais sintéticos, que fazem os pés transpirarem; quando o sapato ou
tênis é utilizado antes de secar totalmente após ser lavado, além de inúmeros outros
motivos. Para prevenir o aparecimento do desconfortável e constrangedor chulé, é
preciso que os pés sejam bem lavados e enxutos, principalmente entre os dedos, pois
nessa região há maior umidade e, se ela não estiver seca, haverá proliferação do mau
cheiro.
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Quando o chulé já é um incansável companheiro, é preciso adotar algumas


medidas para livrar-se dele: a utilização de antissépticos em forma de pó, creme ou
spray que combatam as bactérias, medicamentos (se forem encontradas causas que
favoreçam o chulé como micoses, eczemas e até alergias), a medida mais importante é
lavar e secar bem os pés. É importante evitar sapatos de borracha e de plástico, pois
esses materiais induzem o pé a transpirar mais. Também é bom evitar permanecer com
sapato fechado por muito tempo.
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A melhor maneira de manter-se limpo é tomar banho todos os dias com água
morna e sabonete neutro para axilas. Isso ajudará a manter o corpo limpo e reduzirá o
número de bactérias que contribuem para o mau cheiro. Vestir roupas limpas a cada dia
também pode ajudá-lo a sentir-se limpo. Recomenda-se aos indivíduos que suam muito
o uso de roupas de algodão ou outros materiais naturais que irão ajudar a absorver o
suor com mais eficiência.

O BANHO

A pele do corpo todo é renovada constantemente, ela produz substâncias que podem
ser inconveniente como por exemplo, o mau cheiro. Para que não haja acúmulo dessas
substâncias e maiores acometimentos à saúde, é recomendável o banho. Nem sempre
se teve essa noção clara do banho como temos hoje. Na história acompanhamos o
transformar desse hábito durante os
tempos. Na sociedade ocidental, a
higiene pessoal passou a ter maior
destaque no início do século XIX. Foi
quando os médicos passaram a
escrever textos de higiene que
incentivavam o uso do sabão. Mas, no
Oriente, principalmente entre os
muçulmanos, o lavar do rosto, as mãos
e os pés era um ritual religioso
obrigatório, há muitos e muitos anos.

No Brasil a história foi bem diferente. Por causa do nosso clima quente, os índios que
aqui habitavam já possuíam o hábito de se banhar para se refrescar. Hoje em dia, o
hábito de tomar banho já está incorporado à nossa cultura. No entanto, no processo
educativo é importante ressaltar que se toma banho também para evitar doenças.
Atualmente já se coloca o banho de chuveiro mais higiênico que o de banheira. Nesse
tipo de banho, a água corrente somada ao movimento de esfregação ajuda a retirar a
sujeira por uma ação física.
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É necessário ressaltar que alguns fatores podem intensificar a frequência dos


banhos: atividade física intensa, dias muito quentes e sudorese excessiva, entre outros.

OS CABELOS

Os cabelos merecem atenção, assim como o cuidado e a higiene com o corpo,


principalmente por conta da produção de gorduras pelo couro cabeludo, o que dá
aspecto ensebado aos fios. Para solucionar tal “problema”, a orientação de lavagem
com xampu adequado deverá ser feita.

O corte dos fios também pode ser considerado hábito de higiene, pois facilita o
processo de lavagem. Nesse processo, qualquer sujidade é retirada, bem como células
mortas do couro cabeludo e todo material gorduroso. A aglomeração desse material
junto aos fios cria um ambiente favorável à proliferação de bactérias e fungos, além da
infestação de parasitas, como piolhos, que poderão debilitar a saúde do indivíduo.
Ter um cabelo brilhante e de aspecto saudável são resultados de um bom cuidado com
a higiene capilar. Tratar bem dos cabelos é muito importante, efetuar a sua lavagem
pelo menos, duas vezes por semana fará com que fique com impressão limpa e mais
macio. A falta de limpeza talvez gere desconforto no convívio social, pois pode trazer
caspas. Sumariamente, manter um bom hábito de higiene capilar irá fazer com que se
evitem problemas como: caspas, piolhos, mau cheiro, oleosidade, queda de cabelo etc.

AS UNHAS

As unhas, assim como os cabelos, podem se tornar ambiente favorável ao crescimento


de problemas indesejáveis se não forem limpas e aparadas com frequência. Outra
preocupação com as unhas é a cutícula. Nos dias de hoje, em que salões de beleza
são populares, é importante ressaltar que as ações de manicures e pedicures devem
ser mantidas dentro de padrões de higiene estabelecidos. Vale destacar que esses
estabelecimentos devem ter alvará de funcionamento expedido pela vigilância sanitária
municipal. Deve-se alertar o público adolescente, em que a imagem é muito mais que
simples aparência, sobre doenças que podem ser transmitidas por instrumentos usados
nessa prática quando mal higienizados. As consequências disso são a transmissão de
doenças como micoses e hepatites, entre outras.
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O VESTUÁRIO

Nessa fase da vida, o vestuário é mais um dos códigos utilizados para o entrosamento.
Dessa forma, os adolescentes precisam saber quais os cuidados que devem ter com as
roupas, pois, caso contrário, elas não protegem, e sim deixam expostos a possíveis
doenças. Há que se trabalhar a necessidade da adequação do vestuário à temperatura
ambiente.
Roupas inadequadas podem provocar suor excessivo e, em consequência, maus
odores. Outro ponto importante é a exposição das roupas e sapatos ao sol, evitando a
proliferação de microrganismos. Inclui-se como orientação sobre vestuário a
necessidade de uso de calçado para evitar injúrias, como perfurações, ajudando
também prevenir a ocorrência de verminoses.

Veja Também: http://www.tecnicoemenfermagem.net.br/habitos-de-higiene-


corporal/
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Exercício Físico: Por Estética ou Por Saúde?

O termo Imagem Corporal vem sendo usado frequentemente tendo como foco de
investigação o corpo humano. Tavares (2003) diz que a compreensão do conceito de Imagem
Corporal está vinculada ao significado dos termos imagens e corpo e que sua definição não é
simplesmente uma questão de linguagem, tem uma dimensão muito maior, se pensarmos na
subjetividade de cada individuo. As pessoas aprendem a avaliar seus corpos através da
interação com o ambiente, assim sua auto-imagem é desenvolvida e reavaliada continuamente
durante a vida inteira, mas as necessidades de ordem social ofuscam as necessidades
individuais. Somos pressionados em numerosas circunstâncias a concretizar, em nosso corpo,
o corpo ideal de nossa cultura.

A indústria corporal através dos meios de comunicação encarrega-se de criar desejos e


reforçar imagens, padronizando corpos. Corpos que se vêem fora de medidas, sentem-se
cobrados e insatisfeitos. O reforço dado pela mídia em mostrar corpos atraentes, faz com que
uma parte de nossa sociedade se lance na busca de uma
aparência física idealizada. Podemos associar hoje, o corpo à idéia
de consumo. Em muitos momentos este corpo é objeto de
valorização exagerada dando oportunidade de crescimento no
“mercado do músculo” e ao consumo de bens e serviços destinado
à “manutenção deste corpo”. E como diz Fernandes (2003): “O
corpo está em alta! Alta cotação, alta produção, alto investimento,
alta frustração”. O fato é que, contemporaneamente a idéia de que
para se ter sucesso, felicidade ou dinheiro, o único caminho é
através da beleza estética.
Aquele corpo esculpido, músculos bem torneados, mais do que um índice de boa saúde,
é também o resultado de uma cadeia de interesses. Por trás de cada fibra enrijecida estão
milhões de dólares gastos em novos tipos de aparelhos de ginástica, programas de
condicionamento físico, anabolizantes.

Quanto mais perto o corpo estiver da juventude, beleza, boa forma, mais alto é seu
valor de troca. A imagem veiculada pela mídia usa corpos de homens e mulheres esculturais
para vender através de anúncios publicitários. “Músculos perfeitos” impulsionando seres
perfeitos a vender produtos perfeitos.
O músculo hoje é um modo de vida. Os meios de comunicação contribuem e incentivam
a batalha pelo “belo”. Atualmente ao ligar a televisão ou folhear uma revista ou jornal, garotas
perfeitas com curvas delineadas e garotões de porte atlético tentam vender um carro, um
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eletrodoméstico, um tênis, estabelecendo os padrões estéticos. Isto faz com que as pessoas
tornem-se escravas de um ideal, ressaltando o narcisismo e impondo para si mesmas uma
disciplina extremamente severa, por vezes dolorosa. A esta prática podemos apontar duas
teses opostas, e observar sua ambiguidade: prazer ou sofrimento? O culto ao corpo, negação
ao envelhecimento, são sustentadas por uma obsessão dos invólucros corporais.
Na opinião de Courtine (1995), com a ascensão da cultura física, muitas indústrias
passaram a produzir desde aparelhos de musculação, até diversos produtos cosméticos,
estimulando um consumo exacerbado para manter-se dentro das normas e padrões de beleza
que passaram a ser pregados. Gastos compulsivos, alimentação de baixa caloria, cuidados
com a pele, vestuário, enfim, tudo para valorizar o corpo e com um forte apelo ao consumismo.
O autor continua dizendo que o desejo de obter uma tensão máxima da pele, tendo amor ao
liso, ao esbelto, ao jovem, induz os indivíduos a não aceitarem sua própria imagem, querendo
modificá-la, conforme os padrões exigidos.

E para manter ou transformar este corpo, o indivíduo vê-se frente a infinitos apelos,
como cremes, massagens, choques, bandagens, fornos, plásticas, puxando aqui, tirando ali,
modificando, moldando, modelando o corpo por um cirurgião ou outro profissional de beleza. Se
o indivíduo tiver alguma dificuldade sobre como proceder para conquistar essa aparência
desejável, não será pela carência de informações e sugestões de dietas, atividades físicas,
equipamentos, enfim, todo o aparato comercial de que a sociedade dispõe, criando e recriando
novos padrões (Carvalho, 1995). A respeito dos cuidados com o corpo em épocas diferentes,

Em hipótese alguma condenamos a prática de atividade física, o que criticamos diz


respeito ao excesso, a obsessão ao corpo perfeito e a falta de orientação por parte de muitos
profissionais da área de saúde. Estamos vivendo numa cultura em que a aparência jovem é
extremamente valorizada. Cada cultura constrói sua imagem de corpo e essas imagens se
instituem como maneiras próprias de ver e de viver o corpo. Entendamos por Imagem Corporal
a forma como o indivíduo se percebe e se sente em relação ao seu próprio corpo (Tavares,
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2003). Essa imagem remete de algum modo, ao sentido das imagens corporais que circulam
na comunidade e se constroem a partir de diversos relacionamentos que ali se estabelecem.
Isto significa que em qualquer grupo sempre existe uma imagem social do corpo que é, portanto
um símbolo que provoca sentimentos de identificação ou rejeição dos sujeitos em relação a
determinadas imagens. Como uma criação sociocultural, no corpo se inscreve ideias, crenças,
as imagens que se fazem dele. Se a imagem dominante,
valorizada socialmente for de uma pessoa magra,
emagrecer será o ideal de todos. Aqueles que não
conseguem chegar a este padrão desejado sofrem muito.
Esse processo tem um impacto negativo sobre a
autoimagem, principalmente das mulheres que se sentem
obrigadas a terem um corpo magro, atrativo, em forma e
jovem. E como diz Becker (1999), esta imagem corporal
negativa pode determinar o aparecimento de baixa autoestima e depressão, ou seja,
sofrimento. Nossos corpos são vitimados por políticas de saberes/poderes que nos identificam,
classificam, recalcam, estigmatizam, enfim, formam e deformam as imagens que temos de nós
mesmos e dos outros. Desta forma, o homem vive o seu corpo não a sua maneira e vontade.

Experimenta a todo momento uma aprovação social de sua conduta. O corpo tem que
aprender a comportar-se conforme regras e técnicas estabelecidas pela sociedade e a beleza
corporal também é definida por modelo estético padronizado comercialmente. Sabemos que
estes padrões de beleza são modificados a cada época. Durante longo tempo, mulher bonita
tinha forma arredondada sendo fonte de inspiração para muitos pintores renascentistas. Um
choque muito grande para os padrões do final do século XX e início do século XXI. Na cultura
ocidental atual, o conceito de beleza, como dito anteriormente, está associada à juventude,
como se o belo fosse necessariamente igual a ser jovem. Talvez por isso nossa era viva
batendo recordes na cirurgia de rejuvenescimento e no consumo de medicamentos para
emagrecer. Com isto investigações epidemiológicas vêm mostrando nos últimos anos um
aumento considerável no número de pessoas acometidas por Transtornos Dismórficos Corporal
em que a insatisfação corporal é crescente (Ballone, 2004). Calcula-se que a prevalência desta
doença está na população adolescente e juvenil, mas casos consideráveis vêm apresentando
também em adultos jovens.
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A busca deste corpo perfeito está gerando excessos e preocupando profissionais da


área de saúde e do desporto, mas por outro lado relatos vêm sendo apresentados em que
profissionais de Educação Física não estão estabelecendo limites a seus alunos, nem mesmo
distinguindo uma prática saudável de um exercício obsessivo. Desta maneira é que
pretendemos levantar os sentimentos em relação ao corpo de estudantes de Educação Física,
pois concordando com as palavras de Aguiar (2004), somente um olhar crítico dos professores
sobre essa busca compulsiva pela beleza física, poderá coibir os excessos a que estamos
assistindo hoje.

Assista: https://www.youtube.com/watch?v=ZF_qS9ygrN4
BIBLIOGRAFIAS

Unidade 2

RUSSO, Renata Ms; Imagem corporal: construção através da cultura do belo,


Movimento & Percepção, Espírito Santo de Pinhal, SP, v.5, n.6, jan./jun. 2005 – ISSN
1679-8678.

SITES:

http://www.tecnicoemenfermagem.net.br
http://cadernoedf.blogspot.com.br/2015/10/importancia-da-higiene.html