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Redes de Distribuição de Água Disciplina: Saneamento Prof. Carlos Eduardo F Mello e-mail: cefmello@gmail.com
Redes de Distribuição de Água Disciplina: Saneamento Prof. Carlos Eduardo F Mello e-mail: cefmello@gmail.com
Redes de Distribuição de Água Disciplina: Saneamento Prof. Carlos Eduardo F Mello e-mail: cefmello@gmail.com
Redes de Distribuição de Água Disciplina: Saneamento Prof. Carlos Eduardo F Mello e-mail: cefmello@gmail.com
Redes de Distribuição de Água
Redes de Distribuição de
Água
Disciplina: Saneamento Prof. Carlos Eduardo F Mello e-mail: cefmello@gmail.com
Disciplina: Saneamento
Prof. Carlos Eduardo F Mello
e-mail: cefmello@gmail.com
Conceito Rede de distribuição de água é a parte do sistema de abastecimento formada de
Conceito Rede de distribuição de água é a parte do sistema de abastecimento formada de

Conceito

Rede de distribuição de água é a parte do sistema de abastecimento formada de tubulações e órgãos acessórios, destinados a colocar água potável à disposição dos consumidores, de forma contínua,

em quantidade, qualidade e pressão adequadas

(NBR 12218).

Introdução  É o componente de maior custo do sistema de abastecimento de água (50
Introdução  É o componente de maior custo do sistema de abastecimento de água (50

Introdução

É o componente de maior custo do sistema de abastecimento de água (50 a 75% do custo total)

As

e

captação,

reservação possuem atenção ininterrupta

obras

de

adução,

tratamento

As redes de distribuição não estão sobre constante vigilância/obras enterradas

Deve-se dar atenção à qualidade da água e a

perdas de água na rede de distribuição

Tipos de Rede Canalização  Principal - canalização tronco ou mestra - possui maior diâmetro
Tipos de Rede Canalização  Principal - canalização tronco ou mestra - possui maior diâmetro

Tipos de Rede

Canalização

Principal

- canalização tronco ou mestra

- possui maior diâmetro

- abastece a canalização secundária

Secundária

- tubulações de menor diâmetro

- abastece diretamente os pontos de consumo

Classificação das redes Classificação de acordo com a disposição das canalizações principais e o sentido
Classificação das redes Classificação de acordo com a disposição das canalizações principais e o sentido

Classificação das redes

Classificação de acordo com a disposição das

canalizações principais e o sentido de escoamento nas tubulações secundárias

Ramificada

Malhada

Mista

Rede ramificada  Possui uma tubulação tronco alimentada por um reservatório ou estação elevatória 
Rede ramificada  Possui uma tubulação tronco alimentada por um reservatório ou estação elevatória 

Rede ramificada

Possui uma tubulação tronco alimentada por um

reservatório ou estação elevatória

A distribuição da água é diretamente para os

condutos secundários

É conhecido o sentido da vazão em qualquer trecho

Rede ramificada  Um acidente que interrompa o escoamento em uma tubulação compromete todo o
Rede ramificada  Um acidente que interrompa o escoamento em uma tubulação compromete todo o

Rede ramificada

Um acidente que interrompa o escoamento em

uma tubulação compromete todo o abastecimento nas tubulações situadas a jusante

É recomendada somente em casos em que a

topografia e os pontos a serem abastecidos não permitam o traçado como rede malhada

Rede ramificada Os nós são pontos de derivação de vazão e/ou mudanças de diâmetro Esquema
Rede ramificada Os nós são pontos de derivação de vazão e/ou mudanças de diâmetro Esquema

Rede ramificada

Os nós são pontos de derivação de vazão e/ou mudanças de diâmetro

Rede ramificada Os nós são pontos de derivação de vazão e/ou mudanças de diâmetro Esquema de

Esquema de uma rede ramificada

Rede ramificada Classificação As redes ramificadas podem ser classificadas de acordo com a disposição das
Rede ramificada Classificação As redes ramificadas podem ser classificadas de acordo com a disposição das

Rede ramificada

Classificação

As redes ramificadas podem ser classificadas de acordo com a disposição das tubulações principais

em:

redes em espinha de peixe

redes em grelha

Rede ramificada

Redes em Espinha de peixe

Condutos principais
Condutos principais

Conduto principal central

Rede ramificada com traçado em espinha de peixe

Rede ramificada Redes em Grelha Conduto principal central Condutos principais Rede ramificada com traçado em
Rede ramificada Redes em Grelha Conduto principal central Condutos principais Rede ramificada com traçado em

Rede ramificada

Redes em Grelha

Conduto principal central
Conduto principal central

Condutos principais

Rede ramificada com traçado em grelha

Rede Malhada  Constituídas por tubulações principais que formam anéis ou blocos  Permite abastecer
Rede Malhada  Constituídas por tubulações principais que formam anéis ou blocos  Permite abastecer

Rede Malhada

Constituídas por tubulações principais que

formam anéis ou blocos

Permite abastecer qualquer ponto do sistema por

mais de um caminho

Flexibilidade em satisfazer a demanda e manutenção na rede com o mínimo de interrupção

no fornecimento de água

Rede Malhada Rede malhada em anéis Esquema de uma rede malhada com quatro anéis ou
Rede Malhada Rede malhada em anéis Esquema de uma rede malhada com quatro anéis ou

Rede Malhada

Rede malhada em anéis

Rede Malhada Rede malhada em anéis Esquema de uma rede malhada com quatro anéis ou malhas

Esquema de uma rede malhada com quatro anéis ou malhas

Rede Malhada Rede malhada em Blocos Recomenda-se que as Ligações domiciliares sejam executadas unicamente na
Rede Malhada Rede malhada em Blocos Recomenda-se que as Ligações domiciliares sejam executadas unicamente na

Rede Malhada

Rede malhada em Blocos

Recomenda-se que as Ligações domiciliares sejam executadas unicamente na rede secundária

Esquema de uma rede malhada em blocos

Rede Malhada em Blocos Vantagens  Controle mais rigoroso de perda  Controle mais preciso
Rede Malhada em Blocos Vantagens  Controle mais rigoroso de perda  Controle mais preciso

Rede Malhada em Blocos

Vantagens

Controle mais rigoroso de perda

Controle mais preciso da pressão

Minimização da área desabastecida (acidente ou manutenção)

Melhoria da eficiência na manutenção da rede

Rede Mista Esquema de uma rede mista
Rede Mista Esquema de uma rede mista

Rede Mista

Rede Mista Esquema de uma rede mista

Esquema de uma rede mista

Recomendações para o traçado de redes Redes principais As tubulações principais devem:  Formar circuitos
Recomendações para o traçado de redes Redes principais As tubulações principais devem:  Formar circuitos

Recomendações para o traçado de redes

Redes principais

As tubulações principais devem:

Formar circuitos fechados sempre que possível

Ser direcionadas às zonas de maior demanda

Ser localizadas em vias ou área públicas

Em ruas com tubulação principal com diâmetro superior a 300 mm, deve ser prevista uma tubulação secundária para receber as ligações prediais

Recomendações para o traçado de redes Redes secundárias As tubulações secundárias devem:  ser dispostas
Recomendações para o traçado de redes Redes secundárias As tubulações secundárias devem:  ser dispostas

Recomendações para o traçado de redes

Redes secundárias

As tubulações secundárias devem:

ser dispostas sob os passeios (sempre que possível)

ser

tubulação

dupla,

cada

do

passeio,

de

uma

para

dependendo da

pavimento e da intensidade do trânsito

largura

da

via,

tipo

ter

comprimentos

máximos

de

600

m,

sendo

alimentadas pelas extremidades

Devem formar rede malhada, evitando ao máximo

as extremidades mortas

Fornecimento de água para a rede  Reservatório elevado, apoiado, semi-enterrado ou enterrado  Estação
Fornecimento de água para a rede  Reservatório elevado, apoiado, semi-enterrado ou enterrado  Estação

Fornecimento de água para a rede

Reservatório elevado, apoiado, semi-enterrado ou

enterrado

Estação elevatória com o uso de bombas de rotação

constante ou variável

Tanque hidropneumático

Fornecimento de água para a rede Reservatório a montante da rede
Fornecimento de água para a rede Reservatório a montante da rede

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Reservatório a montante da rede

Reservatório a montante da rede

Fornecimento de água para a rede Reservatório a jusante da rede
Fornecimento de água para a rede Reservatório a jusante da rede

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Reservatório a jusante da rede

Reservatório a jusante da rede

Fornecimento de água para a rede Alimentação da rede através do reservatório de montante e
Fornecimento de água para a rede Alimentação da rede através do reservatório de montante e

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Alimentação da rede através do reservatório de montante e reservatório

Alimentação da rede através do reservatório de montante e reservatório de sobra à jusante

Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede com reservatório de sobra
Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede com reservatório de sobra

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede com reservatório de sobra

Alimentação direta na rede com reservatório de sobra

Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede com reservatório de compensação
Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede com reservatório de compensação

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede com reservatório de compensação

Alimentação direta na rede com reservatório de compensação

Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede através de vários pontos
Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede através de vários pontos

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede através de vários pontos

Alimentação direta na rede através de vários pontos

Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede com tanque hidropneumático
Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede com tanque hidropneumático

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Alimentação direta na rede com tanque hidropneumático

Alimentação direta na rede com tanque hidropneumático

Fornecimento de água para a rede Abastecimento de água de redes localizadas em setores distintos
Fornecimento de água para a rede Abastecimento de água de redes localizadas em setores distintos

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Abastecimento de água de redes localizadas em setores distintos

Abastecimento de água de redes localizadas em setores distintos

Fornecimento de água para a rede Setorização da rede de abastecimento
Fornecimento de água para a rede Setorização da rede de abastecimento

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Setorização da rede de abastecimento

Setorização da rede de abastecimento

Fornecimento de água para a rede Distribuição escalonada
Fornecimento de água para a rede Distribuição escalonada

Fornecimento de água para a rede

Fornecimento de água para a rede Distribuição escalonada

Distribuição escalonada

Dimensionamento de Redes  Vazão para dimensionamento  Análise hidráulica  Pressões mínimas e máximas
Dimensionamento de Redes  Vazão para dimensionamento  Análise hidráulica  Pressões mínimas e máximas

Dimensionamento de Redes

Vazão para dimensionamento

Análise hidráulica

Pressões mínimas e máximas na rede

Velocidades mínimas e máximas

Diâmetro mínimo

Dimensionamento de Redes Vazão para dimensionamento  Vazão de distribuição Q = K 1 xK
Dimensionamento de Redes Vazão para dimensionamento  Vazão de distribuição Q = K 1 xK

Dimensionamento de Redes

Vazão para dimensionamento

Vazão de distribuição Q = K 1 xK 2 xPxq/86400

Q = vazão (ℓ/s) K 1 = coeficiente do dia de maior consumo K 2 = coeficiente da hora de maior consumo

P

= população final para a área a ser abastecida, hab.

q

= consumo per capita final de água, ℓ/hab.dia

Dimensionamento de Redes Vazão para dimensionamento  Vazão específica relativa à extensão da rede Q
Dimensionamento de Redes Vazão para dimensionamento  Vazão específica relativa à extensão da rede Q

Dimensionamento de Redes

Vazão para dimensionamento

Vazão específica relativa à extensão da rede

Q = K 1 xK 2 xPxq/86400xL

q m = vazão de distribuição em marcha (ℓ/s.m) L = extensão total da rede (m).

Dimensionamento de Redes Vazão para dimensionamento  Vazão específica relativa à área Q = K
Dimensionamento de Redes Vazão para dimensionamento  Vazão específica relativa à área Q = K

Dimensionamento de Redes

Vazão para dimensionamento

Vazão específica relativa à área

Q = K 1 xK 2 xPxq/86400xA

q d = vazão de distribuição (ℓ/s.ha) A = extensão total da rede (há)

Dimensionamento de Redes Análise hidráulica Conhecida determinar: a vazão de distribuição,  As vazões nos
Dimensionamento de Redes Análise hidráulica Conhecida determinar: a vazão de distribuição,  As vazões nos

Dimensionamento de Redes

Análise hidráulica

Conhecida

determinar:

a

vazão

de

distribuição,

As vazões nos trechos

Cotas piezométricas no nós

deve-se

Dimensionamento de Redes Análise hidráulica  normalmente as cargas cinéticas e as perdas de cargas
Dimensionamento de Redes Análise hidráulica  normalmente as cargas cinéticas e as perdas de cargas

Dimensionamento de Redes

Análise hidráulica

normalmente as cargas cinéticas e as perdas de

cargas localizadas são negligenciadas no cálculo da

rede

as perdas de carga distribuída são calculadas pelas

equações da fórmula Universal e de Hazen-

Williams

para a NBR 12218, a perda de carga deve ser feita

preferencialmente pela fórmula Universal

Dimensionamento de Redes Pressões mínimas e máximas na rede Para o dimensionamento da rede são
Dimensionamento de Redes Pressões mínimas e máximas na rede Para o dimensionamento da rede são

Dimensionamento de Redes

Pressões mínimas e máximas na rede

Para o dimensionamento da rede são importantes a:

Pressão dinâmica mínima -

para

que

a

água

alcance

domiciliares

Pressão estática máxima

- resistência das tubulações

- controle das perdas de água

os

reservatórios

Dimensionamento de Redes Pressões mínimas e máximas na rede Para a NBR 12218  Pressão
Dimensionamento de Redes Pressões mínimas e máximas na rede Para a NBR 12218  Pressão

Dimensionamento de Redes

Pressões mínimas e máximas na rede

Para a NBR 12218

Pressão estática máxima 500 kPa (50 mH 2 O) Pressão dinâmica mínima 100 kPa(10 mH 2 O)

Para atender os limites de pressão, a rede deve ser subdivida em zonas de pressão (alta, média e baixa), sendo que cada zona de pressão é abastecida por um

reservatório de distribuição.

Dimensionamento de Redes Pressões mínimas e máximas na rede Esquema de abastecimento de água para
Dimensionamento de Redes Pressões mínimas e máximas na rede Esquema de abastecimento de água para

Dimensionamento de Redes

Pressões mínimas e máximas na rede

de Redes Pressões mínimas e máximas na rede Esquema de abastecimento de água para atender as

Esquema de abastecimento de água para atender as diversas zonas de pressão

Dimensionamento de Redes Esquema de abastecimento de água para atender os limites de pressão na
Dimensionamento de Redes Esquema de abastecimento de água para atender os limites de pressão na

Dimensionamento de Redes

Dimensionamento de Redes Esquema de abastecimento de água para atender os limites de pressão na rede

Esquema de abastecimento de água para atender os limites de pressão na rede

Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Limitações de velocidades:  Segurança e durabilidade das
Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Limitações de velocidades:  Segurança e durabilidade das

Dimensionamento de Redes

Velocidades mínimas e máximas

Limitações de velocidades:

Segurança e durabilidade das tubulações Custo de implantação e de operação

Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Baixas velocidades:  Favorecem a durabilidade (abrasão) 
Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Baixas velocidades:  Favorecem a durabilidade (abrasão) 

Dimensionamento de Redes

Velocidades mínimas e máximas

Baixas velocidades:

Favorecem a durabilidade (abrasão) Facilitam o depósito de materiais existentes na água

Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Velocidades altas: e consequentemente o custo de aquisição
Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Velocidades altas: e consequentemente o custo de aquisição

Dimensionamento de Redes

Velocidades mínimas e máximas

Velocidades altas:

e

consequentemente o custo de aquisição e

assentamento da tubulação

Causam aumento da perda de carga, aumentando

Diminuem

diâmetro

da

tubulação

o

os custos de energia elétrica nos bombeamentos

Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Velocidades altas:  Causam ruído na tubulação 
Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Velocidades altas:  Causam ruído na tubulação 

Dimensionamento de Redes

Velocidades mínimas e máximas

Velocidades altas:

Causam ruído na tubulação

Favorecem o desgaste pela abrasão e cavitação de peças e válvulas, aumentando os custos de

manutenção

Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Para a NBR 12218:  Velocidade mínima: 0,6
Dimensionamento de Redes Velocidades mínimas e máximas Para a NBR 12218:  Velocidade mínima: 0,6

Dimensionamento de Redes

Velocidades mínimas e máximas

Para a NBR 12218:

Velocidade mínima: 0,6 m/s

Velocidade máxima: 3,5 m/s

Dimensionamento de Redes É usual a utilização da tabela ao lado para o dimensionamento da
Dimensionamento de Redes É usual a utilização da tabela ao lado para o dimensionamento da

Dimensionamento de Redes

É usual a utilização da

tabela ao lado para o dimensionamento da rede:

Fonte: Martins (1976)

Velocidades máximas em função do diâmetro

D (mm)

Vmáx (m/s)

Qmáx (ℓ/s)

50

0,50

1,0

75

0,50

2,2

100

0,60

4,7

150

0,80

14,1

200

0,90

28,3

250

1,10

53,9

300

1,20

84,8

350

1,30

125,0

400

1,40

176,0

450

1,50

238,0

500

1,60

314,0

550

1,70

403,0

600

1,80

509,0

Dimensionamento de Redes Diâmetro mínimo Deve considerar:  Perda de carga  Vazões disponíveis aos
Dimensionamento de Redes Diâmetro mínimo Deve considerar:  Perda de carga  Vazões disponíveis aos

Dimensionamento de Redes

Diâmetro mínimo

Deve considerar:

Perda de carga

Vazões disponíveis aos usuários

Para a NBR 12218:

Diâmetro mínimo de 50 mm para tubulações secundárias

Não há nenhuma recomendação para tubulações principais

Dimensionamento de Redes Diâmetro mínimo Para a PNB 594/77 ABNT: Recomendava para diâmetro mínimo de
Dimensionamento de Redes Diâmetro mínimo Para a PNB 594/77 ABNT: Recomendava para diâmetro mínimo de

Dimensionamento de Redes

Diâmetro mínimo

Para a PNB 594/77 ABNT:

Recomendava

para

diâmetro

mínimo

de

tubulações

principais de redes malhadas, os seguintes valores:

150 mm: zonas comerciais e residenciais com densidade igual ou superior a 150 hab/ha

100 mm: núcleos urbanos, com população de projeto superior a 5.000 habitantes

75 mm: núcleos urbanos cuja população de projeto é igual ou inferior a 5.000 habitantes

Dimensionamento de Redes Ramificadas Métodos  Tradicional (normalmente utilizado)  Métodos de Otimização
Dimensionamento de Redes Ramificadas Métodos  Tradicional (normalmente utilizado)  Métodos de Otimização

Dimensionamento de Redes Ramificadas

Métodos

Tradicional (normalmente utilizado)

Métodos de Otimização (custo mínimo da rede de

tubulações com seu sistema de bombeamento)

- método de Granados: considera a variação do

preço das tubulações em função de seus tipos,

diâmetros e classes

Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: a. Calcular a vazão total na rede Q
Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: a. Calcular a vazão total na rede Q

Dimensionamento de Redes Ramificadas

Método Tradicional

Passos:

a. Calcular a vazão total na rede

Q máx = K 1 xK 2 xPxq/86400 (ℓ/s)

b. Medir a extensão da rede L (m)

c. Calcular a vazão específica relativa à extensão da rede q m = Q máx /L

d. Numerar os trechos de jusante para montante (começar pelo trecho mais afastado do

reservatório, que receberá o número 1)

e. Preencher a planilha

Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 1. Trechos 2. Extensão
Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 1. Trechos 2. Extensão

Dimensionamento de Redes Ramificadas

Método Tradicional

Passos:

e. Preencher a planilha

1. Trechos

2. Extensão (medido com a escala na planta)

3. Vazão do trecho: Q t = q m x

4. Vazão de jusante: igual a 0 nas extremidades da rede

5. Vazão de montante: Q m = Q j +Q t

6. Vazão fictícia: Q f = (Q m + Q j )/2

= comprimento do trecho

Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 7. Diâmetro: tabela
Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 7. Diâmetro: tabela

Dimensionamento de Redes Ramificadas

Método Tradicional

Passos:

e.

Preencher a planilha

7.

Diâmetro: tabela 9.1- em função da vazão

8.

Velocidade: calculada através da equação da continuidade Q = V.A V = 4Q/πD 2 Q (m 3 /s) e D (m)

9.

Perda de carga unitária: Hazen-Williams J = 10,64Q 1,85 C -1,85 D -4,87 Q (m 3 /s) e D (m)

10.

Perda de carga no trecho: perda de carga unitária x

Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 11. Cota do terreno
Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 11. Cota do terreno

Dimensionamento de Redes Ramificadas

Método Tradicional

Passos:

e. Preencher a planilha

11. Cota do terreno

12. Cotas piezométricas a jusante e a montante

- escolher o ponto mais desfavorável (jusante do trecho 1)

- admite-se a pressão dinâmica de 10 mH 2 O

- a cota piezométrica neste ponto será: conta do terreno + 10 mH 2 O - a cota piezométrica a montante desse trecho será: cota piezométrica a jusante + perda de carga no trecho

Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 13. Pressão disponível a
Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 13. Pressão disponível a

Dimensionamento de Redes Ramificadas

Método Tradicional

Passos:

e. Preencher a planilha

13. Pressão disponível a montante e a jusante:

cota piezométrica cota do terreno

14. Análise final

verificar se as pressões situam-se nos limites estabelecidos

- pressão mínima (manter pressão na rede de 10 mH 2 O)

- pressão máxima (menor que 50 mH 2 O)

Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 14. Análise final Pressões
Dimensionamento de Redes Ramificadas Método Tradicional Passos: e. Preencher a planilha 14. Análise final Pressões

Dimensionamento de Redes Ramificadas

Método Tradicional

Passos:

e. Preencher a planilha

14. Análise final

Pressões forem satisfatórias: dimensionamento completo

Pressões não satisfatórias:

altera-se a cota do NA do reservatório, ou o traçado, ou os diâmetros admitidos, e repte-se o cálculo até que se obtenha uma perfeita distribuição de pressões

Dimensionamento de Redes Ramificadas Exercício Dimensionar a rede ramificada da figura abaixo
Dimensionamento de Redes Ramificadas Exercício Dimensionar a rede ramificada da figura abaixo

Dimensionamento de Redes Ramificadas

Exercício

Dimensionar a rede ramificada da figura abaixo

Dimensionamento de Redes Ramificadas Exercício Dimensionar a rede ramificada da figura abaixo
Dimensionamento de Redes Ramificadas Exercício Dados: População atendida: 5.000 habitantes Consumo per capita: 200
Dimensionamento de Redes Ramificadas Exercício Dados: População atendida: 5.000 habitantes Consumo per capita: 200

Dimensionamento de Redes Ramificadas

Exercício

Dados:

População atendida: 5.000 habitantes

Consumo per capita: 200 ℓ/hab.dia

K1 = 1,20 K2 = 1,50 Cota do terreno: figura

Comprimento dos trechos da rede

Determinar:

Diâmetro da rede;

Pressões;

Cotas piezométricas.

Planilha de Cálculo

Planilha de Cálculo
Redes Malhadas  Não se conhece inicialmente o sentido de escoamento da água nas tubulações
Redes Malhadas  Não se conhece inicialmente o sentido de escoamento da água nas tubulações

Redes Malhadas

Não se conhece inicialmente o sentido de escoamento da água nas tubulações da rede.

Dimensionamento

Método de otimização econômica: custo de

implantação e operação da rede de tubulações e da estação elevatória seja mínimo

Soluções

por

aproximadas,

chegando-se

tentativas à precisão desejada

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos  Método do seccionamento  Método de cálculo iterativo •
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos  Método do seccionamento  Método de cálculo iterativo •

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos

Método do seccionamento

Método de cálculo iterativo

método da correção de vazões (Hardy-Cross) Método da linearização (matricial)

A NBR 12218 determina que o dimensionamento deve ser pelo método de cálculo iterativo, que garantam resíduos máximos de vazão e de carga piezométrica de 0,1 l/s e 0,5 kPa, respectivamente.

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento é indicado:  redes de distribuição de cidades
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento é indicado:  redes de distribuição de cidades

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos do Seccionamento é indicado:

redes de distribuição de cidades pequenas

Método de cálculo verificação de linhas secundárias de redes maiores

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento:  Supõem-se seccionados os circuitos fechados,
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento:  Supõem-se seccionados os circuitos fechados,

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos do Seccionamento:

Supõem-se seccionados os circuitos fechados,

transformando uma rede malhada em uma rede

ramificada fictícia

Fixam-se os trajetos que água deverá seguir para

atingir os diferentes pontos da rede (trajeto mais

curto possível)

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento:
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento:

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos do Seccionamento:

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento:
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento:  Dimensionamento é semelhante ao dimensionamento de
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento:  Dimensionamento é semelhante ao dimensionamento de

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos do Seccionamento:

Dimensionamento

é

semelhante

ao

dimensionamento de redes ramificadas

Verificar a hipótese dos seccionamento adotados:

a pressões resultantes nos pontos de seccionamento devem ser aproximadamente iguais (tolerável 5% do valor médio)

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento:  Verificar a hipótese dos seccionamento adotados: •
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos do Seccionamento:  Verificar a hipótese dos seccionamento adotados: •

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos do Seccionamento:

Verificar a hipótese dos seccionamento adotados:

caso resulte uma distribuição insatisfatória de

pressão na rede ou uma altura exagerada para o reservatório, altera-se:

- traçado da rede

- seccionamento inicialmente adotado

- diâmetro de alguns trechos

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos  Método do seccionamento  Método de cálculo iterativo •
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos  Método do seccionamento  Método de cálculo iterativo •

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos

Método do seccionamento

Método de cálculo iterativo

método da correção de vazões (Hardy-Cross) Método da linearização (matricial)

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos de cálculo iterativo:  O número de variáveis desconhecidas no
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos de cálculo iterativo:  O número de variáveis desconhecidas no

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos de cálculo iterativo:

O número de variáveis desconhecidas no

dimensionamento corresponde ao número de tubos

na rede A determinação das variáveis envolve a solução de igual número de equações simultâneas

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos de cálculo iterativo:  Leis que regulam as equações: •
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos de cálculo iterativo:  Leis que regulam as equações: •

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos de cálculo iterativo:

Leis que regulam as equações:

A soma algébrica das perdas de carga nos trechos de um circuito hidráulico deve ser nula ∑∆H i,j = 0

A soma das vazões que afluem a um nó deve ser igual a soma das vazões que saem do nó Q i,j + E i = 0

Em cada elemento de cada sub-circuito deve ser satisfeita a lei de perda de carga H i,j = r i,j Q i,j n

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos  Método do seccionamento  Método de cálculo iterativo •
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos  Método do seccionamento  Método de cálculo iterativo •

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos

Método do seccionamento

Método de cálculo iterativo

método da correção de vazões (Hardy-Cross) Método da linearização (matricial)

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos de Hardy-Cross:  Desenvolvido em 1936  Desenvolvimento manual dos
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos de Hardy-Cross:  Desenvolvido em 1936  Desenvolvimento manual dos

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos de Hardy-Cross:

Desenvolvido em 1936

Desenvolvimento manual dos cálculos de maneira

simples

Aplicado para dimensionamento de condutos principais

Os condutos secundários são dimensionados pelos diâmetros mínimos estabelecidos

Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos de Hardy-Cross:  Modalidades: • Por compensação das perdas de
Dimensionamento de Redes Malhadas Métodos de Hardy-Cross:  Modalidades: • Por compensação das perdas de

Dimensionamento de Redes Malhadas

Métodos de Hardy-Cross:

Modalidades:

Por

compensação

das

perdas

de

carga

(menos

empregado) calcula as vazões

Por compensação das vazões calcula-se as perdas de carga

Dimensionamento de Redes Malhadas Método de Hardy-Cross:  Modalidades: • Por compensação empregado) das perdas
Dimensionamento de Redes Malhadas Método de Hardy-Cross:  Modalidades: • Por compensação empregado) das perdas

Dimensionamento de Redes Malhadas

Método de Hardy-Cross:

Modalidades:

Por

compensação

empregado)

das

perdas

de

carga

Por compensação das vazões

(menos

Dimensionamento de Redes Malhadas Método de Hardy-Cross ( compensação das vazões ) :
Dimensionamento de Redes Malhadas Método de Hardy-Cross ( compensação das vazões ) :

Dimensionamento de Redes Malhadas

Método de Hardy-Cross (compensação das vazões ):

Dimensionamento de Redes Malhadas Método de Hardy-Cross ( compensação das vazões ) :
Dimensionamento de Redes Malhadas Método de Hardy-Cross: • ∑ Q = Q 1 + Q
Dimensionamento de Redes Malhadas Método de Hardy-Cross: • ∑ Q = Q 1 + Q

Dimensionamento de Redes Malhadas

Método de Hardy-Cross:

Q = Q 1 + Q 2 Q 3 Q 4 - Q d = 0

Anel I:

∑∆H = ∆H 1 + ∆H 2 – ∆H 3 – ∆H 4 = 0

Anel II:

∑∆H = -∆H 2 + ∆H 5 – ∆H 6 – ∆H 7 = 0

= - ∆H 2 + ∆H 5 – ∆H 6 – ∆H 7 = 0 Se

Se ∑∆H ≠ 0, ∆Q = -[∑∆H/(n∑(∆H/Q)]

Dimensionamento de Redes Malhadas Método de Hardy-Cross: • Cálculo da perda de carga ∆H =
Dimensionamento de Redes Malhadas Método de Hardy-Cross: • Cálculo da perda de carga ∆H =

Dimensionamento de Redes Malhadas

Método de Hardy-Cross:

Cálculo da perda de carga

∆H = rQ n Fórmula universal

da perda de carga ∆H = rQ n Fórmula universal ∆H = 8fLQ 2 / 2

∆H = 8fLQ 2 / 2 gD 5 onde n = 2

Fórmula de Hazen-Williams

∆H = LQ 1,85 /(0,2785C) 1,85 D 4,87 onde n = 1,85

Exercício Para o sistema onde o reservatório elevado abastece a rede principal com 3 anéis
Exercício Para o sistema onde o reservatório elevado abastece a rede principal com 3 anéis

Exercício

Para o sistema onde o reservatório

elevado abastece a rede principal com 3 anéis (figura abaixo) determinar os diâmetros e as pressões

Exercício Dados:  densidade demográfica: 500 hab/ha  consumo per capita de água: 200 ℓ/
Exercício Dados:  densidade demográfica: 500 hab/ha  consumo per capita de água: 200 ℓ/

Exercício

Dados:

densidade demográfica: 500 hab/ha

consumo per capita de água: 200 ℓ/hab.dia

K1 = 1,20

K2 = 1,50

Cota máxima do nível de água no reservatório: 800 m

Cota mínima do nível de água no reservatório: 796 m

Comprimento dos trechos e nós definidos na figura

C = 120

Vazões concentradas nos nós Número Área ( ha) Vazão (ℓ/s) Vazão do nó   adotada
Vazões concentradas nos nós Número Área ( ha) Vazão (ℓ/s) Vazão do nó   adotada

Vazões concentradas nos nós

Número

Área ( ha)

Vazão (ℓ/s)

Vazão

do nó

 

adotada

 

(ℓ/s)

 

1

30

62,5

63

 

2

36

75,0

75

 

3

20

41,67

42

 

4

20

41,67

42

 

5

27

56,25

56

 

6

30

62,5

62,5

 

7

27

56,24

56

 

8

20

41,67

42

 

9

30

62,5

62

 

10

30

62,5

62

Total

270

562,5

562,5

Planilha para aplicação do método de Hardy-Cross

Anel Trecho Diâmetro Vazão Inicial (Q 0 ) Perda de Carga h 0 nh 0
Anel
Trecho
Diâmetro
Vazão
Inicial (Q 0 )
Perda de
Carga h 0
nh 0 /Q o
∆ Q o
nh 1 /Q 1
∆ Q 2
Q 1
h 1
Q 2
h 2
(m)
(ℓ/s)
(m)
(ℓ/s)
(ℓ/s)
(ℓ/s)
(m)
(m)
(ℓ/s)
(ℓ/s)
(m)
1 - 2
2 - 3*
3 - 4
4
- 5
5
- 1
∑=
∑=
∑=
∆Q=
∆Q=
2
- 6
6 - 7
7 - 8
8
- 3*
3 - 2*
∑=
∑=
∑=
∆Q=
∆Q=
3
- 8*
8
- 10
10 - 9
9
- 4
4
- 3*
∑=
∑=
∑=
∆Q=
∆Q=
Dimensionamento de Redes É usual a utilização da tabela ao lado para o dimensionamento da
Dimensionamento de Redes É usual a utilização da tabela ao lado para o dimensionamento da

Dimensionamento de Redes

É usual a utilização da

tabela ao lado para o dimensionamento da rede:

Fonte: Martins (1976)

Velocidades máximas em função do diâmetro

D (mm)

Vmáx (m/s)

Qmáx (ℓ/s)

50

0,50

1,0

75

0,50

2,2

100

0,60

4,7

150

0,80

14,1

200

0,90

28,3

250

1,10

53,9

300

1,20

84,8

350

1,30

125,0

400

1,40

176,0

450

1,50

238,0

500

1,60

314,0

550

1,70

403,0

600

1,80

509,0

Planilha para aplicação do método de Hardy-Cross

Anel

Trecho

Diâmetro

Vazão Inicial (Q 0 )

Perda de Carga h 0

nh 0 /Q o

∆ Q o

Q 1

h 1

nh 1 /Q 1

∆ Q 2

Q 2

h 2

 

(m)

(ℓ/s)

(m)

(ℓ/s)

(ℓ/s)

(ℓ/s)

(m)

(m)

(ℓ/s)

(ℓ/s)

(m)

 

1 - 2

0,55

326,5

2,11

0,0120

-7,3

319,2

2,02

0,0117

-3,6

315,6

1,98

2 - 3*

0,30

81

3,06

0,0670

4,6

85,6

3,39

0,0733

-4,9

80,7

3,04

3 - 4

0,20

20

0,83

0,0768

-14,2

5,8

0,08

0,0255

1,2

7,0

0,12

4 - 5

0,35

-117

-2,14

0,0338

-7,3

-124,3

-2,39

0,0356

-3,6

-127,9

-2,52

5 - 1

0,40

-173

-2,30

0,0246

-7,3

-180

-2,49

0,0255

-3,6

-183,9

-2,58

 

∑=1,56

0,2142

∑= 0,61

0,1716

∑= 0,04

 

∆Q= -7,3ℓ/s

∆Q= -3,6ℓ/s

 

2 - 6

0,40

170,5

2,99

0,0324

-11,9

158,6

2,62

0,0306

1,3

159,9

2,66

6 - 7

0,35

108

1,85

0,0317

-11,9

96,1

1,49

0,0287

1,3

97,4

1,53

7 - 8

0,25

52

2,46

0,0875

-11,9

40,1

1,52

0,0701

1,3

41,4

1,61

8 - 3*

0,20

-19

-0,75

0,0730

-18,8

-37,8

-2,69

0,0317

6,1

-31,7

-1,95

3 - 2*

0,30

-81

-3,06

0,0699

-4,6

-85,6

-3,39

0,0733

4,9

-80,7

-3,04

 

∑=3,49

0,2945

∑= -0,45

0,3344

∑= 0,81

 

∆Q= -11,9ℓ/s

∆Q= 1,3ℓ/s

 

3 - 8*

0,20

19

0,75

0,0730

18,8

37,8

2,69

0,0317

-6,1

31,7

1,95

8 - 10

0,25

29

1,11

0,0708

6,9

35,9

1,65

0,0850

-4,8

31,7

1,27

10 - 9

0,25

-33

-1,41

0,0790

6,9

-26,1

-0,92

0,0652

-4,8

-30,9

-1,25

9 - 4

0,35

-95

-1,94

0,0378

6,9

-88,1

-1,69

0,0355

-4,8

-92,9

-1,86

4 - 3*

0,20

-20

-0,83

0,0768

14,2

-5,8

-0,08

0,0255

-1,2

-7,0

-0,12

 

∑=-2,32

0,3374

∑= 1,65

0,3429

∑= -0,01

∆Q= 6,9ℓ/s

∆Q= -4,8ℓ/s

Pressões nos nós
Pressões nos nós

Pressões nos nós

Pressões nos nós Número Pressão Perda de Pressão do nó estática carga (m) dinâmica
Pressões nos nós Número Pressão Perda de Pressão do nó estática carga (m) dinâmica

Pressões nos nós

Número

Pressão

Perda de

Pressão

do nó

estática

carga (m)

dinâmica

mínima

mínima(m)

( m)

1

19

0,45

18,55

2

28

2,43

25,57

3

40

5,47

34,53

4

38

5,55

32,45

5

30

3,03

26,97

6

33

5,09

27,91

7

42

6,62

35,38

8

43

8,23

34,77

9

53

7,41

45,59

10

59

9,50

49,50