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boletim paroquial de azeitão

ano iv | n. 10 | 16.11.2014

domingo xxxiii tempo comum

| 1 6 . 1 1 . 2 0 1 4 domingo xxxiii tempo comum Evangelho

Evangelho do dia

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola:

«Um homem, ao partir de viagem, chamou os seus servos e confiou- lhes os seus bens. A um entregou cinco talentos, a outro dois e a outro um, conforme a capacidade de cada qual; e depois partiu. O que tinha recebido cinco talentos fê-los render e ganhou outros cinco. Do mesmo modo, o que recebera dois talentos ganhou outros dois. Mas o que recebera um só talento foi escavar na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor. Muito tempo depois, chegou o senhor daqueles servos e foi ajustar contas com eles. O que recebera cinco talentos aproximou-se e apresentou outros cinco, dizendo:

‘Senhor, confiaste-me cinco talentos: aqui estão outros cinco que eu ganhei’. Respondeu-lhe o senhor: ‘Muito bem, servo bom

e fiel. Porque foste fiel em coisas

pequenas, confiar-te-ei as grandes. Vem tomar parte na alegria do teu senhor’. Aproximou-se também

o que recebera dois talentos e

disse: ‘Senhor, confiaste-me dois talentos: aqui estão outros dois que eu ganhei’. Respondeu-lhe o senhor: ‘Muito bem, servo bom

e fiel. Porque foste fiel em coisas

pequenas, confiar-te-ei as grandes.

Vem tomar parte na alegria do teu senhor’. Aproximou-se também

o que recebera um só talento e

disse: ‘Senhor, eu sabia que és um homem severo, que colhes onde

não semeaste e recolhes onde

nada lançaste. Por isso, tive medo

e escondi o teu talento na terra.

Aqui tens o que te pertence’. O senhor respondeu-lhe: ‘Servo mau

e preguiçoso, sabias que ceifo onde

não semeei e recolho onde nada lancei; devias, portanto, depositar

no banco o meu dinheiro e eu teria, ao voltar, recebido com juro o que era meu. Tirai-lhe então o talento e dai-o àquele que tem dez. Porque, a todo aquele que tem, dar-se-á mais e terá em abundância; mas, àquele que não tem, até o pouco que tem lhe será tirado. Quanto ao servo inútil, lançai-o às trevas exteriores. Aí haverá choro e ranger de dentes’». Palavra do salvação.

Semana dos Seminários
Semana dos
Seminários

Oração da Semana dos Seminários

Senhor, nosso Deus, nós Vos bendizemos, porque nos chamastes a ser cristãos e discípulos de Jesus Cristo, o único Mestre. Nós Vos damos graças pelos pastores, que nos conduzem às fontes da Palavra, ao banquete da Eucarisa e aos caminhos da Reconciliação. Nós Vos pedimos pela Igreja, para que, testemunhando a alegria do Evangelho, gere no seu seio santas vocações sacerdotais. Por intercessão de Maria, nós vos pedimos pelos nossos Seminários, escola de cristãos, discípulos e pastores: servidores da alegria do Evangelho. Ámen.

Equipa

Formadora

reitor

Dom Gilberto Délio Gonçalves Canavarro dos Reis, Bispo de Setúbal

Vice-reitor

Pe. Fernando Maio de Paiva (na foto à frente à esquerda)

prefeito

Pe. Rui Augusto Jardim Gouveia (na foto à frente à direita)

direcção espiritual

Pe. José Gil de Borja Pinheiro Ribeiro

formação pastoral

Pe. José João Aires Lobato

formação canto litúrgico

Pe. Marco André Paleta Belchior

seminaristas

(na foto, na fila de trás) Ricardo Marques João Duarte Cláudio Rodrigues

[ horários ]

Confissões 5.ª - S. Lourenço 6.ª - S. Simão

15h30 às 17h30 17h00 às 17h45

Cartório (S. Lourenço)

3.a

18h30 às 20h00

5.a

18h30 às 20h00

Eucaristias feriais

3.ª e 5.ª

S. Lourenço

18h00

4.ª e 6.ª

S. Simão

18h00

Eucaristias dominicais

sáb.

S. Lourenço

18h30

dom

Aldeia da Piedade

9h00

S.

Simão

10h15 e 18h30

S.

Lourenço 11h30

Contactos

S.

Lourenço

21 219 05 99

S.

Simão

21 219 08 33

Telemóvel

91 219 05 99

paroquiasdeazeitao@gmail.com

bparoquial.azeitao@gmail.com

catequeseazeitao@gmail.com

Seminário de S. Paulo de Almada

Breve apontamento histórico sobre o Seminário de S. Paulo de Almada da nossa Diocese de Setúbal

O Seminário de São Paulo de Almada foi fundado como seminário do Patriarcado de Lisboa no ano de 1935, mas já antes a casa contava com um rico historial, de grande relevo na vida de Portugal e de toda a zona circundante de Lisboa. Assim, a vida desta belíssima casa começa no ano de 1569, com a fundação do Convento Dominicano de São Paulo de Almada por Frei Francisco Foreiro, insígne teólogo que se distinguiu no Concílio de

Trento, e então Provincial da sua Ordem no nosso país, que nele viria a falecer

e ser sepultado em 1581, onde ainda hoje se encontra. Em 1755, o Convento sofre grandes danos, e só a Igreja é restaurada quase de imediato, motivo pelo qual passa a sede da paróquia de Nª Sª da Assunção do Castelo, cuja igreja havia caído com o sismo. Dez anos depois os Frades Pregadores abandonam o Convento de São Paulo.Começa aqui o rol das muitas tribulações e mãos pelas quais o Convento passou. Em 1775, os Dominicanos vendem a quinta a um industrial francês, François Palyart,

e a casa conventual. Em 1934, o Patriarcado de Lisboa adquire a Quinta e o Convento, por intermédio do Cónego José Falcã, para instalação do Seminário Menor, sendo este inaugurado no ano seguinte, a 20 de Outubro de 1935, pelo então Patriarca D. Manuel Gonçalves Cerejeira, com 41 seminaristas. O seu primeiro Reitor foi Monsenhor Francisco Félix, e o primeiro Vice-Reitor, o Padre António de Campos, mais tarde ordenado Bispo. Por o espaço ser relativamente exíguo para o que se necessitava, logo em 1936 começam obras de ampliação, que foram terminadas e inauguradas em 1938.Cumpridas que foram, em 1960, as Bodas de Prata do Seminário, este preparava-se para atravessar o Concílio Vaticano II. No fim deste, em 1965, surgiu uma novidade: o Patriarcado de

Lisboa iria criar três zonas pastorais - Santarém, Oeste e Setúbal - com vista

à sua elevação a Dioceses. O Seminário de Almada ficou assim plenamente

integrado na Zona pastoral de Setúbal. E assim, a 16 de Outubro de 1975, pela Bula Studentes Nos, do Papa Paulo VI, era criada a Diocese de Setúbal, sem o Seminário de Almada e o Santuário de Cristo-Rei. No entanto, mercê das insistências do Cónego João Alves, antigo Vice-Reitor do Seminário, que viria a ser Bispo de Coimbra e Presidente da Conferência Episcopal, a Bula trazia a clausula de que as duas instituições só ficariam em administração do Patriarcado «enquanto não se pode providenciar doutro modo». Enquanto isso, na nova diocese de Setúbal, nascia o Seminário Diocesano logo a 2 de Fevereiro de 1976, pela mão do seu primeiro bispo, D. Manuel Martins. Este seminário, no entanto, não teve outra existência senão a formal durante cerca de quinze anos, com os seminaristas de Setúbal a fazerem a formação fora do território da diocese, na sua maior parte nos seminários de Almada e Olivais, do Patriarcado. Ao mesmo tempo que, em 1986, o

Seminário de São Paulo comemorava as suas Bodas de Ouro, ia nascendo

e crescendo o desejo em D. Manuel Martins de poder fazer a formação

dos seus seminaristas numa instituição que tivesse a ver com a realidade da sua diocese. E foi assim que, em 1991, nasceu com três seminaristas que o iniciaram, na cidade episcopal, o Seminário de Santa Maria Mãe da Igreja, dando finalmente corpo ao Seminário Diocesano de Setúbal. Deixou-se então de frequentar o Seminário de São Paulo, completando-se somente a restante formação no Seminário dos Olivais. Mesmo este estado de coisas viria a terminar no ano de 1997, com D. Manuel Martins a chamar todos os seminaristas a Setúbal, devido ao facto de entender estarem reunidas todas as condições para a formação ser feita integralmente na Diocese. Neste intervalo de tempo, nunca a situação do Seminário de Almada e do Cristo- Rei surgiu como «natural» aos olhos dos diocesanos de Setúbal, que olhavam com alguma estranheza a sua continuada situação de enclave dentro da nova

Diocese, sem resolução definitiva à vista. Pela conjugação de diversos factores, no ano de 1998 foi possível às duas dioceses começarem a encarar a hipótese da transferência, o que, depois de algumas conversações, se veio a realizar a 16 de Julho de 1999, XXIV Aniversário da criação da Diocese de Setúbal, já então presidida pelo seu segundo bispo, D. Gilberto D. G. Canavarro dos Reis. Os seminaristas que estavam em Setúbal vieram então para o Seminário

de Almada, mantendo-se os responsáveis: como o Reitor, Mons. Alfredo Brito,

e como primeiro Vice-Reitor, o Padre Carlos Rosmaninho. Em 15 de Agosto

de 2002, para dar continuidade e renovar tão importante obra diocesana, o Senhor Bispo de Setúbal, como é tradição, assumiu pessoalmente o papel de Reitor, nomeou Vice-Reitor o Padre José Rodrigo da Silva Mendes F.C.

e Prefeito e Ecónomo o Padre João Rosa José, sendo este último substituído,

em 2005, pelo Padre Fernando Maio de Paiva. A instituição Seminário de S. Paulo foi assim plenamente assumida, com a sua história e tradição já longas, pela Diocese de Setúbal, que deseja torná-la coração e viveiro de muitas vocações, para a Diocese e para tudo aquilo que o

Senhor pede à Sua Igreja. Procura não desdizer o passado das duas instituições que lhe deram origem: o Seminário Patriarcal de S. Paulo e o Seminário de Santa Maria, Mãe da Igreja. Estes foram como que os «progenitores» desta nova situação do Seminário Maior de S. Paulo: um «pai» ardente no zelo do Apóstolo de quem tomou o nome, e uma «mãe» pobre e simples que toma d'Aquela que lhe deu a existência a fé confiante e a vontade de servir até ao fim, «até à morte e morte de cruz» e «guardando sempre tudo no coração».

fonte

Sítio na internet do Seminário de S. Paulo de Almada, www.smspaulo.org

e «guardando sempre tudo no coração». fonte Sítio na internet do Seminário de S. Paulo de
e «guardando sempre tudo no coração». fonte Sítio na internet do Seminário de S. Paulo de