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DIREITO ADMINISTRATIVO EM EXERCÍCIOS RECEITA FEDERAL/2012

Olá!

Você está interessado em ingressar em uma ótima carreira do serviço público federal? Perceber uma das melhores remunerações das carreiras públicas?

turma voltada para o

concurso de Auditor da Receita Federal do Brasil. Este curso

será de exercícios, de modo a contemplar todo o conteúdo de Direito Administrativo previsto no último edital.

Então,

vamos

iniciar

uma

Este curso será ministrado por mim, professor Edson Marques. Assim, deixe-me fazer uma breve apresentação da minha experiência em concurso público, como a boa educação recomenda.

Atualmente ocupo o cargo de Defensor Público Federal, com atuação no Superior Tribunal de Justiça. Fui Advogado da União, Analista Judiciário – área Judiciária - do STJ e do STF, Técnico Judiciário do STJ, Técnico de Finanças e Controle, além de ter alcançado a aprovação em diversos concursos, tal como Delegado de Polícia Federal, Procurador da Fazenda Nacional, Advogado Júnior da CEF, Oficial de Justiça do TJDF dentre outros.

Além das aulas que ministro aqui no Ponto, já há uns quatro anos, também sou professor de Direito Administrativo e Constitucional em outros cursos preparatórios, na graduação e pós- graduação em Brasília.

Quanto ao nosso curso, com base no último edital, vamos dividi-lo em onze aulas, além dessa inaugural. Compreendendo o seguinte:

AULA 01: 1. Conceito e fontes do Direito

Administrativo. 2. Regime jurídico administrativo.

3. A Administração Pública: Conceito. Poderes e

deveres do administrador público. Uso e abuso do

poder.

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AULA 02: Organização administrativa brasileira:

princípios, espécies, formas e características.

Centralização e Descentralização da atividade

administrativa do Estado. Concentração e

Desconcentração. Administração Pública Direta e

Indireta, Autarquias, Fundações Públicas,

Empresas Públicas, Sociedades de Economia

Mista.

AULA 03: Entidades paraestatais. Organizações

Sociais. Contratos de Gestão.

AULA 04: 4. Poderes Administrativos: poder

vinculado, poder discricionário, poder hierárquico,

poder disciplinar, poder regulamentar e poder de

polícia.

AULA 05: 5. Atos Administrativos: fatos da

Administração Pública, atos da Administração

Pública e fatos administrativos. Conceito,

formação, elementos, atributos e classificação.

Mérito do ato administrativo. Discricionariedade.

Ato administrativo inexistente. Atos

administrativos nulos e anuláveis. Teoria dos

motivos determinantes. Revogação, anulação e

convalidação do ato administrativo.

AULA 06: 6. Serviços Públicos: conceitos:

classificação; regulamentação; controle;

permissão; concessão e autorização.

AULA 07: 14. Lei nº 8.429, de 02/6/1992 – Lei da

Improbidade Administrativa.

AULA 08: 19. Processo Administrativo Federal

(Lei nº 9.784, de 29/1/1999).

AULA 09: 8. Responsabilidade civil do Estado.

Ação de Indenização. Ação Regressiva.

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AULA 10: 9. Controle da Administração Pública:

Conceito. Tipos e Formas de Controle. Controle

Interno e Externo. Controle Prévio, Concomitante

e Posterior. Controle Parlamentar. Controle pelos

Tribunais de Contas. Controle Jurisdicional. Meios

de Controle Jurisdicional.

AULA 11: 12. Regime Disciplinar dos Servidores

Públicos Civis da União: Lei nº 8.112/90. 7.

Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da

União: provimento e vacância de cargos públicos,

remoção, redistribuição, direitos e vantagens,

licenças e afastamentos e seguridade social do

servidor (Lei n. 8.112, de 11/12/1990,

atualizada).

Ressalto que sempre que for necessário, em razão da conexão ou vinculação do conteúdo, faremos alguma alteração no cronograma. Mas, em regra, não haverá. A propósito, as aulas serão disponibilizadas, em geral, na sexta-feira.

Esta é uma aula demonstrativa, de modo que apresentarei parte do conteúdo, e enfatizo que daremos prioridade às questões da ESAF, mas também utilizaremos questões da FCC e da FGV de modo a termos um universo maior e mais abrangente de exercícios.

Então, vamos nessa.

QUESTÕES COMENTADAS

1. (ANALISTA – MPU – ESAF/2004) Um dos princípios informativos do Direito Administrativo, que o distingue dos demais ramos, no disciplinamento das relações jurídicas, sob sua incidência, é o da

a) comutatividade na solução dos interesses em questão.

b) subordinação do interesse público ao privado.

c) supremacia do interesse público sobre o privado.

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d) predominância da liberdade decisória.

e) correlação absoluta entre direitos e obrigações.

Comentário:

Inicialmente, devemos lembrar que os princípios administrativos são as fontes de onde emanam toda a ordem jurídica administrativa. Com efeito, como destaca o prof. Diógenes Gasparini constituem um conjunto de proposições que alicerçam ou embasam um sistema e lhe garantem validade.

Nesse sentido, como bem apontam Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino, os princípios são as idéias centrais de um sistema, estabelecendo suas diretrizes e conferindo a ele um sentido lógico, harmonioso e racional, o que possibilita uma adequada compreensão de sua estrutura.

É importante sabermos que é a Constituição Federal que estabelece de forma expressa ou implícita os princípios fundamentais que orientam a Administração Pública.

Nesse sentido, a Constituição Federal, de forma expressa, fixa os denominados princípios básicos da Administração Pública, sendo: Legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, consoante o art. 37, caput, que assim dispõe:

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

Entretanto, existem outros princípios implícitos (razoabilidade, proporcionalidade etc), sendo importante destacar, dentre eles, dois princípios basilares, considerados por alguns autores (Celso Antônio Bandeira de Mello) como super-princípios, por entender que é estes que dão origem aos demais, sendo: o princípio

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da supremacia do interesse público sobre o privado e da indisponibilidade do interesse público.

Como disse, são considerados por alguns como super- princípios na medida em que estabelecem as prerrogativas (poderes) e restrições (limitações) no âmbito da Administração Pública.

O princípio da supremacia do interesse público traduz-se na idéia de que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse particular, de modo que, em regra, quando houver um confronto entre o interesse público e o particular, deve-se dar primazia ao interesse público.

Diz-se, em regra, tendo em vista que a Constituição estabeleceu uma série de direitos e garantias individuais, que mesmo em confronto com o interesse público devem ser respeitados e resguardados. Com efeito, é em razão desse princípio que se funda as prerrogativas ou poderes especiais conferidos à administração pública.

O princípio da indisponibilidade do interesse público nos orienta no sentido de que a Administração Pública não é proprietária, detentora do interesse público, ela apenas o tutela, protege-o, ou seja, apenas representa a coletividade, de modo que não pode dispor do que não lhe pertence, significa dizer que, de um modo geral, não há possibilidade de a Administração Pública abdicar, dispor, abrir mão, daquilo que se refere ao interesse público.

Por isso, em decorrência desse princípio surgem as sujeições da Administração Pública, as restrições especiais ou diferenciadas.

Em

relação

aos

implícitos,

é

importante

observar,

ademais, que o princípio da autotutela é uma decorrência lógica desses dois princípios, segundo o qual a administração pública pode controlar seus próprios atos, ou seja, pode anular os atos que contenham vício de legalidade e revogar os inconvenientes e inoportunos, respeitados os direitos de terceiros de boa-fé.

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princípios da

proporcionalidade, razoabilidade, da continuidade, da motivação,

dentre outros que orientarão a atividade administrativa.

Também

podemos

citar

os

De todo modo, necessário ainda dizer que a Lei nº 9.784/99, lei que regula o processo administrativo no âmbito federal, positivou diversos princípios que estavam implícitos no bojo da Constituição, estabelecendo o seguinte:

Art. 2º A Administração Pública obedecerá, dentre outros, aos princípios da legalidade, finalidade, motivação, razoabilidade, proporcionalidade, moralidade, ampla defesa, contraditório, segurança jurídica, interesse público e eficiência. Parágrafo único. Nos processos administrativos serão observados, entre outros, os critérios de:

I - atuação conforme a lei e o Direito;

II - atendimento a fins de interesse geral, vedada a renúncia

total ou parcial de poderes ou competências, salvo autorização em lei;

III - objetividade no atendimento do interesse público,

vedada a promoção pessoal de agentes ou autoridades;

IV - atuação segundo padrões éticos de probidade, decoro e

boa-fé;

V - divulgação oficial dos atos administrativos, ressalvadas as hipóteses de sigilo previstas na Constituição;

VI - adequação entre meios e fins, vedada a imposição de

obrigações, restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse

público;

VII - indicação dos pressupostos de fato e de direito que

determinarem a decisão;

VIII – observância das formalidades essenciais à garantia dos

direitos dos administrados; IX - adoção de formas simples, suficientes para propiciar adequado grau de certeza, segurança e respeito aos direitos

dos administrados;

X - garantia dos direitos à comunicação, à apresentação de

alegações finais, à produção de provas e à interposição de

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recursos, nos processos de que possam resultar sanções e

nas

situações de litígio;

XI

- proibição de cobrança de despesas processuais,

ressalvadas as previstas em lei;

XII - impulsão, de ofício, do processo administrativo, sem

prejuízo da atuação dos interessados; XIII - interpretação da norma administrativa da forma que melhor garanta o atendimento do fim público a que se dirige, vedada aplicação retroativa de nova interpretação.

Assim, podemos observar que, de modo expresso ou implícito, é a Constituição que nos apresenta os princípios que orientam a atividade administrativa, estando esses princípios na atualidade, quase que por completo, expressos na Lei nº 9.874/99.

Portanto, um dos princípios que distingue o direito administrativo dos demais ramos é o que lhe dá prerrogativas, poderes especiais, ou seja, é o princípio da supremacia do interesse público sobre o privado.

Gabarito: “C”.

2. (AFT – MTE – ESAF/2006) O regime jurídico-administrativo

do

interesse público. Esse princípio protege o patrimônio público. Desse modo, assinale, no rol abaixo, o único instituto que se

ampara-se,

entre

outros,

no

princípio

da

supremacia

aplica,

conforme

o

regime

jurídico-administrativo,

ao

patrimônio público.

 

a) desafetação

b) usucapião

c) hipoteca

d) penhora

e) arresto

Comentário:

 
 

Lembrando

que

o

princípio

da

supremacia

prerrogativas,

poderes

especiais

para

a

Administração

Pública,

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verifica-se, portanto, que teremos, em razão de sua aplicação, uma posição de superioridade da Administração em relação ao particular.

Assim, em razão desse princípio, bem como da próprio indisponibilidade, não se aplicam aos bens públicos os institutos da usucapião, da hipoteca, da penhora e do arresto, eis que os bens públicos são imprescritíveis e impenhoráveis.

Assim, somente se aplica o instituto da desafetação, ou seja, que é a mudança de destinação de um bem público por força da supremacia do interesse público.

Gabarito: “A”.

3. (TÉCNICO JUDICIÁRIO – TRF 5ª REGIÃO – FCC/2008) Os princípios informativos do Direito Administrativo

(A) ficam restritos àqueles expressamente previstos na Constituição

Federal.

(B) consistem no conjunto de proposições que embasa um sistema e

lhe garante a validade.

(C) ficam restritos àqueles expressamente previstos na Constituição

Federal e nas Constituições Estaduais. (D) são normas previstas em regulamentos da Presidência da República sobre ética na Administração Pública. (E) são regras estabelecidas na legislação para as quais estão

previstas sanções de natureza administrativa.

Comentário:

A alternativa “a” é errada, pois teremos princípios expressos e implícitos na Constituição, além daqueles que estão expressos na Lei nº 9.784/99.

Assim, também a alternativa “c” está errada.

A alternativa “d” é absurda, pois subverte o sentido dos princípios, pois são eles que dão fundamento, suporte ao regime

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jurídico, de modo que não são normas previstas em regulamentos, pois ou estão na Constituição ou decorrem diretamente dela.

A alternativa “e” também é errada, é que além de os princípios não serem regras (são vetores, orientares, fundamentos, alicerces do sistema), não estabelecem sanção para seu descumprimento. Na verdade, dão origem a regras que se descumpridas podem ensejar a sanção prevista em lei ou o afastamento da regra por violar o princípio (inconstitucionalidade).

Portanto, a

alternativa

correta é

a

“B”, ou

seja, os

princípios consistem no conjunto de proposições que embasa um

sistema e lhe garante a validade.

Gabarito: “B”

4. (PROCURADOR – PGE/AL – FCC/2008) O regime jurídico

administrativo possui peculiaridades, dentre as quais podem ser destacados alguns princípios fundamentais que o tipificam. Em relação a estes, pode-se afirmar que o princípio da

(A) supremacia do interesse público informa as atividades da

administração pública, tendo evoluído para somente ser aplicado aos

atos discricionários.

(B) supremacia do interesse público informa as atividades da

administração pública e pode ser aplicado para excepcionar o

princípio da legalidade estrita, a fim de melhor representar a tutela do interesse comum.

(C) legalidade estrita significa que a administração pública deve

observar o conteúdo das normas impostas exclusivamente por meio de leis formais.

(D) indisponibilidade do interesse público destina-se a restringir a

edição de atos discricionários, que só podem ser realizados com expressa autorização legislativa.

(E) indisponibilidade do interesse público destina-se a restringir a

atuação da administração pública, que deve agir nas hipóteses e limites constitucionais e legais.

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Comentário:

Vimos que o princípio da supremacia estabelece prerrogativas para a Administração, ou seja, confere-lhe poderes para atuar visando atingir, satisfazer, o interesse coletivo.

Essas prerrogativas é que conferem à Administração superioridade em relação ao particular, por exemplo, impondo-lhe obrigações de forma unilateral, criando cláusulas exorbitantes em contratos administrativos, conferindo presunção aos atos da Administração etc.

De outro lado, conforme pudemos constatar também, junto com tais poderes, decorrem limitações, restrições à atuação da Administração Pública, que acaba tendo o dever e não o simples poder de agir para tutelar o interesse público.

Diante disso, verifiquemos cada item.

A alternativa “A” é errada, pois a supremacia do interesse público informa toda a atividade da Administração Pública, somente não sendo aplicada quando a Administração atuar submetida a regime jurídico de direito privado, tal como estivermos diante da atuação das empresas públicas ou sociedade de economia mista, por serem pessoas jurídicas de direito privado, submetidas ao regime comum, como regra.

A alternativa “B” também está errada, pois o princípio da supremacia não excepciona o princípio da legalidade estrita. Na verdade, como bem esclarece a profa. Di Pietro, ele está presente no momento da elaboração da lei, como no momento da sua execução, de modo que o exercício da função pública está submisso ao traçado na Constituição e nas Leis.

No tocante a alternativa “c” vamos observar que a legalidade administrativa, também chamada de estrita, estabelece o dever de observar a lei em sentido amplo, ou seja, desde a Constituição até os atos infralegais, tal como portarias, regulamentos, instruções normativas, e não apenas lei em sentido formal, ou seja,

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lei ordinária, lei complementar ou outra espécie normativa. Observe que vamos tratar deste princípio na aula 01.

A alternativa “d”, por força das explicações contidas na “A” e “B”, podemos concluir que a indisponibilidade, por ser o contraponto da supremacia, aplica-se a qualquer atuação da Administração, não só aos atos discricionários.

a

indisponibilidade do interesse público destina-se a restringir a atuação da administração pública, que deve agir nas hipóteses e limites constitucionais e legais.

Assim,

a

alternativa

correta

é

a

“E”,

pois

Gabarito: “E”.

5. (AUXILIAR JUDICIÁRIO – TJ/PA – FCC/2009) Os princípios

da

Constituição Federal são:

que têm previsão expressa na

Administração

Pública

(A)

autotutela, publicidade e indisponibilidade.

(B)

legalidade, publicidade e eficiência.

(C)

moralidade, indisponibilidade e razoabilidade.

(D)

publicidade, eficiência e indisponibilidade.

(E)

eficiência, razoabilidade e moralidade.

Comentário:

Esta questão é mais simples, mas é boa para fixarmos os princípios básicos expressos na Constituição Federal. Assim, conforme vimos, temos a Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência.

previsto expressamente a

autotutela, a indisponibilidade e a razoabilidade, de modo que eliminamos as alternativas “a”, “c”, “d” e “e”, ficando apenas a “B”, ou seja, legalidade, publicidade e eficiência.

Portanto,

não

está

Gabarito: “B”.

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Então, por hoje é só. Espero vocês na próxima aula, quando iremos constituir nosso projeto de ingressar na Receita Federal do Brasil. Grande abraço Prof. Edson Marques

QUESTÕES SELECIONADAS

1. (ANALISTA – MPU – ESAF/2004) Um dos princípios informativos do Direito Administrativo, que o distingue dos demais ramos, no disciplinamento das relações jurídicas, sob sua incidência, é o da

a) comutatividade na solução dos interesses em questão.

b) subordinação do interesse público ao privado.

c) supremacia do interesse público sobre o privado.

d) predominância da liberdade decisória.

e) correlação absoluta entre direitos e obrigações.

2. (AFT – MTE – ESAF/2006) O regime jurídico-administrativo

ampara-se,

interesse público. Esse princípio protege o patrimônio público. Desse modo, assinale, no rol abaixo, o único instituto que se

aplica,

do

entre

outros,

no

princípio

da

supremacia

conforme

o

regime

jurídico-administrativo,

ao

patrimônio público.

a) desafetação

b) usucapião

c) hipoteca

d) penhora

e) arresto

3. (TÉCNICO JUDICIÁRIO – TRF 5ª REGIÃO – FCC/2008) Os princípios informativos do Direito Administrativo

(A) ficam restritos àqueles expressamente previstos na Constituição

Federal.

(B) consistem no conjunto de proposições que embasa um sistema e

lhe garante a validade.

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(C) ficam restritos àqueles expressamente previstos na Constituição

Federal e nas Constituições Estaduais.

(D) são normas previstas em regulamentos da Presidência da

República sobre ética na Administração Pública.

(E) são regras estabelecidas na legislação para as quais estão

previstas sanções de natureza administrativa.

4. (PROCURADOR – PGE/AL – FCC/2008) O regime jurídico administrativo possui peculiaridades, dentre as quais podem

ser destacados alguns princípios fundamentais que o tipificam. Em relação a estes, pode-se afirmar que o princípio da

(A) supremacia do interesse público informa as atividades da

administração pública, tendo evoluído para somente ser aplicado aos atos discricionários.

(B) supremacia do interesse público informa as atividades da

administração pública e pode ser aplicado para excepcionar o princípio da legalidade estrita, a fim de melhor representar a tutela

do interesse comum.

(C) legalidade estrita significa que a administração pública deve

observar o conteúdo das normas impostas exclusivamente por meio

de leis formais.

(D) indisponibilidade do interesse público destina-se a restringir a

edição de atos discricionários, que só podem ser realizados com

expressa autorização legislativa.

(E) indisponibilidade do interesse público destina-se a restringir a

atuação da administração pública, que deve agir nas hipóteses e

limites constitucionais e legais.

5. (AUXILIAR JUDICIÁRIO – TJ/PA – FCC/2009) Os princípios da Administração Pública que têm previsão expressa na Constituição Federal são:

(A)

autotutela, publicidade e indisponibilidade.

(B)

legalidade, publicidade e eficiência.

(C)

moralidade, indisponibilidade e razoabilidade.

(D)

publicidade, eficiência e indisponibilidade.

(E) eficiência, razoabilidade e moralidade.

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Gabarito:

1. C

2. A

3. B

4. E

5. B

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