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GEOGRAFIA BÍBLICA

GEOGRAFIA BÍBLICA ÍNDICE   APRESENTAÇÃO DEDICATÓRIA I- INTRODUÇÃO NAZARÉ   II- TEL

ÍNDICE

 

APRESENTAÇÃO

DEDICATÓRIA

I-

INTRODUÇÃO

NAZARÉ

 

II-

TEL AVIV

III-

JERUSALÉM

 
 

CONCLUSÃO

BIBLIOGRAFIA

JERUSALÉM     CONCLUSÃO BIBLIOGRAFIA APRESENTAÇÃO PROCURAMOS APRESENTAR AQUI, AS TRÊS CIDADES

APRESENTAÇÃO PROCURAMOS APRESENTAR AQUI, AS TRÊS CIDADES DE ISRAEL QUE MAIS SE DESTACAM DIANTE DO MUNDO DE HOJE, EM VISITAÇÃO E TURISMO. TEL AVIV COM SUA ARQUITETURA ARROJADA E MODERNA, NAZARÉ COM SUA HISTÓRIA HUMILDE, PORÉM PROFÉTICA E JERUSALÉM COMO A CAPITAL MUNDIAIS DAS TRÊS MAIORES RELIGIÕES DO MUNDO: A JUDAICA, A CRISTÃ E A ISLÂMICA.AS PESSOAS DO MUNDO INTEIRO SE INTERESSAM EM CONHECER ESTAS CIDADES DEVIDO AO SEU ALTO PODER ATRATIVO TANTO EM QUESTÕES POLÍTICAS, RELIGIOSAS, ARQUEOLÓGICAS, CULTURAIS E TAMBÉM HISTÓRICAS. O VALOR DA CONTRIBUIÇÃO JUDAICA NA SOCIEDADE DE HOJE É IMENSURÁVEL DESDE QUE SE ANALISE SUA INFLUÊNCIA BÍBLICA EM TODAS AS CULTURAS EXISTENTES.

DEDICATÓRIA DEDICO ESTE HUMILDE TRABALHO AO MEU SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO E AO MEU PROFESSOR OLIVIR APOLIDORO

INTRODUÇÃO O FASCÍNIO QUE ESTAS TRES CIDADES TRAZ À HUMANIDADE NÃO É POUCO, POIS AQUI SE VÊ E SE PERCEBE QUE DEUS NÃO SÓ EXISTE, MAS TAMBÉM PRESERVA SEU POVO A QUEM AMA.

DEUS ATRAVÉS DE PROFECIAS VATICINADAS POR SEUS SERVOS ATRAVÉS DOS TEMPOS FALOU AOS HOMENS DE SEU FILHO QUE SERIA CHAMADO NAZARENO PORQUE MORARIA EM NAZARÉ E QUE DARIA SUA VIDA EM RESGATE DE MUITOS NA CIDADE DE JERUSALÉM.

I-

NAZARÉ

Cidade Nazaré Vista

NA CIDADE DE JERUSALÉM. I- NAZARÉ Cidade Nazaré Vista Pequena e de pouca importância, Nazaré só

Pequena e de pouca importância, Nazaré só é citada na Bíblia nos Evangelhos, como lugar onde o anjo Gabriel anunciou o nascimento de Cristo, e onde este passou a vida, pelo que foi conhecido como Jesus de Nazaré. Cidade histórica da Baixa Galiléia, Nazaré é centro de peregrinação religiosa e a maior cidade árabe do Estado de Israel. Nazaré Cidade histórica de Israel, na Baixa Galiléia. maior cidade árabe do país. 51.000 hab. (est. 1993). Em 1099, o cruzado Tancredo conquistou a Galiléia e fez de Nazaré a capital. Depois da derrota dos cruzados por Saladino, em 1187, e de sua expulsão definitiva da Palestina, em 1291, a influência dos cristãos na cidade reduziu-se. Os remanescentes foram banidos pelos turcos otomanos, no início do século XVI. Somente com Fakhr al-Din II, emir do Líbano que governou de 1590 a

1635, os cristãos foram autorizados a voltar. Desde então se fixaram na cidade, e atualmente os cristãos árabes formam a maioria da população. As principais atrações de Nazaré são as igrejas, com seus museus de relíquias. A igreja da anunciação, maior templo católico do Oriente Médio, é para os católicos o lugar da gruta onde o anjo Gabriel anunciou a Maria que ela seria mãe de Jesus. Para os ortodoxos gregos, a anunciação se deu no local onde está a igreja de São Gabriel. Destaca-se ainda a igreja da Sinagoga, construída no local onde, segundo a tradição, ficava a sinagoga onde Jesus pregou; a de José, no lugar da carpintaria do pai de Jesus; e a Basílica de Jesus Adolescente. A cidade atual é centro comercial dos árabes da Galiléia. São economicamente importantes o turismo e a indústria têxtil e de alimentos. O subúrbio de Nazerat Illit (Alta Nazaré), nas colinas a leste da cidade, é sede administrativa da região norte de Israel.

Cidade Nazaré Trânsito

Mapa Israel

norte de Israel. Cidade Nazaré Trânsito Mapa Israel II- TEL AVIV Cidade Tel aviv Vista Cidade

II- TEL AVIV

de Israel. Cidade Nazaré Trânsito Mapa Israel II- TEL AVIV Cidade Tel aviv Vista Cidade Tel

Cidade Tel aviv Vista

Trânsito Mapa Israel II- TEL AVIV Cidade Tel aviv Vista Cidade Tel Aviv Beira Mar Cidade

Cidade Tel Aviv Beira Mar

II- TEL AVIV Cidade Tel aviv Vista Cidade Tel Aviv Beira Mar Cidade de Israel, às

Cidade de Israel, às margens do Mediterrâneo. Antiga capital do país, importante centro industrial. 356.900 hab. (est. 1993). Antigo núcleo de imigrantes surgido na periferia da cidade portuário de Jafa, Tel Aviv tornou-se poucos anos um dos principais conglomerados urbanos de Israel, com mais da metade de todo o parque industrial israelense. Tel Aviv situa-se no litoral mediterrâneo, a 76km da capital de Israel, Jerusalém. A atual área urbana foi delimitada em 1950, quando se formalizou a incorporação de Jafa. Esta era uma cidade cananéia que, no século XV a.C., foi anexada pelos egípcios a seu império. Povos filisteus ocuparam a cidade, que mais tarde foi conquistada pelo rei Davi. Nessa época, seu porto era importante centro comercial. A história antiga da cidade confunde-se com a do povo hebreu. Pertenceu, já na era cristã, aos impérios: romano, bizantino e árabe. No século XII caiu, por algum tempo, em poder dos cruzados. Durante séculos Jafa pertenceu ao império turco-otomano até que, em 1917, as tropas britânicas se apoderaram da cidade. À população original palestina juntaram-se imigrantes judeus, os quais preferiram se estabelecer no subúrbio de Tel Aviv, que teve rápido crescimento nas décadas seguintes. Com a criação do Estado de Israel, em 1948, Tel Aviv se converteu no centro nevrálgico do novo país. Com a debandada da população palestina, que abandonou em massa o porto de Jafa, concretizou-se a união entre os dois núcleos. Tel Aviv é o maior centro demográfico, industrial e de serviços de Israel. O porto de Jafa cedeu importância ao de Ashdod, criado em 1965. A cidade dispõe de um aeroporto internacional. A Universidade de Tel Aviv foi fundada em 1953 e a de Ramat Gan, de orientação religiosa, três anos mais tarde. A Orquestra Filarmônica -- única instituição do gênero no Oriente Médio -- e a Ópera de Israel, assim como teatros e instituições culturais de alto padrão, fazem a vida cultural de Tel Aviv rica e movimentada.

de alto padrão, fazem a vida cultural de Tel Aviv rica e movimentada. III- JERUSALÉM Mapa

III-

JERUSALÉM

Mapa da Cidade

de alto padrão, fazem a vida cultural de Tel Aviv rica e movimentada. III- JERUSALÉM Mapa

Mapa Israel

de alto padrão, fazem a vida cultural de Tel Aviv rica e movimentada. III- JERUSALÉM Mapa

Cidade sagrada do judaísmo, cristianismo e islamismo. Atual capital de Israel, situada no planalto central da Palestina. 616.000 hab. (est. 1993).

Cidade santa das três grandes religiões monoteístas, Jerusalém representa para os judeus a prova viva da grandeza passada e o pólo de seu renascimento nacional. Para os cristãos é o cenário da agonia e triunfo de seu salvador. E para os muçulmanos, o destino da viagem mística do profeta Maomé e local de um dos mais venerados santuários do Islã. Entre os anos 1948 e 1967, Jerusalém esteve dividida entre Israel (Jerusalém ocidental) e Jordânia (Jerusalém oriental ou "cidade velha"). Em junho de 1967, durante a guerra dos seis dias, Israel ocupou o setor jordaniano, sobre o qual proclamou sua jurisdição. Seu estatuto como capital de Israel foi reafirmado por uma lei de 1980. Desde 1975, a Jerusalém unificada passou a ser a maior cidade de Israel. Jerusalém (Yerushalayim em hebraico, Bait al-Muqaddas ou al-Quds em árabe) localiza-se no planalto central da Palestina, a 760m de altitude. Os limites municipais, definidos em 1967, vão do aeroporto de Jerusalém, ao norte, até os arredores de Belém, ao sul; e dos montes Ercopus e das Oliveiras, a leste, até as colinas Herzl, En Kerem e o Centro Médico Universitário Hadassah, a oeste. A leste da cidade localiza-se o mar Morto e, além das margens do rio Jordão, as áridas montanhas de Moab; a oeste, estão a planície costeira e o mar Mediterrâneo, a 58km de Jerusalém. A principal rodovia na

direção norte-sul corta a cidade e a liga a Nablus, ao norte, e a Belém e Hebron, ao sul. Outra estrada une Jerusalém a Jericó

a leste e, margeando o Jordão, ao mar da Galiléia no norte. A estrada de Allon atravessa o deserto da Judéia e liga Jerusalém aos núcleos israelenses na Samaria. Comunica-se também por auto-estrada com Tel Aviv-Jafa e com o aeroporto internacional Ben-Gurion.

A cidade tem um clima intermediário entre semi-árido e subtropical, com verão seco e quente e inverno frio e chuvoso. A

média anual de chuvas é de 500mm, e ocorrem precipitações de neve a cada dois ou três anos. As temperaturas médias são de 24o C em agosto e 10o C em janeiro. O khamsin, ou vento quente do deserto, é comum na primavera e no outono. História. Os primeiros vestígios do homem na região são do período calcolítico (idade do cobre) tardio e dos primórdios da idade do bronze (3000 a.C.) e foram encontrada numa colina a sudeste. A forma primitiva do nome da cidade, Urusalim, é provavelmente de origem semita e significa "fundação de Salém" ("fundação de Deus"). A cidade e seus primeiros governadores egípcios são mencionados em textos que remontam a 1900-1800 a.C. Uma narrativa bíblica refere-se à reunião do rei de Salém (Jerusalém), o cananeu Melquisedec, com o patriarca hebreu Abraão. No ano 1000, foi conquistada por Davi, fundador do reino de Israel e Judá, e se converteu em capital do estado. Salomão, seu sucessor, ampliou a cidade e edificou seu templo, criando assim um centro político e religioso do povo hebreu. Em 922 a.C. Jerusalém foi saqueada pelos egípcios e, em 850, por filisteus e árabes. Com Ezequias, Jerusalém recuperou o antigo esplendor. Esse rei fortificou a cidade e garantiu o abastecimento de água por meio de um canal subterrâneo. Novamente, em 701, Jerusalém sucumbiu a Senaqueribe da Assíria, que lhe impôs pesados tributos. Em 602 foi saqueada pelos babilônicos, e seu rei deportado. Em 586 a cidade e o templo foram completamente destruídos por Nabucodonosor, e

teve início o cativeiro do povo judeu na Babilônia. Em 537, Ciro II o Grande, rei da Pérsia, depois de derrotar os babilônicos, libertou os judeus e lhes permitiu o regresso a Jerusalém. O templo foi reedificado em 515 e a cidade se tornou centro do novo estado quando Neemias, por volta de 444, voltou a fortificá-la. No ano 333 a.C., a expansão helenística iniciada por Alexandre o Grande aproximou Jerusalém, pela primeira vez, do mundo ocidental. Primeiro no reinado dos Ptolomeus do Egito e, depois, sob o domínio dos selêucidas (198 a.C.), os judeus lutaram para conservar sua fé. A dessacralização do templo pelo selêucida Antíoco IV deu lugar a uma rebelião comandada por Judas Macabeu em 167 a.C., que devolveu a independência a Jerusalém.

A

expansão de Roma na Ásia levou à conquista de Jerusalém no ano 63 a.C. Não obstante, a habilidade política de Herodes I

o

Grande fez com que a cidade atingisse sua fase áurea no período imperial romano. Durante os 36 anos que durou o reinado

de Herodes construiu-se o magnífico templo novo, que exigiu mais de uma geração de trabalhadores. Após a morte do monarca, em 4 a.C., subiu ao trono seu filho Arquelau, deposto pelos romanos no ano 6 da era cristã. Em seguida,

governaram vários procuradores romanos, um dos quais, Pôncio Pilatos, condenou à morte Jesus de Nazaré. Entre os anos 41 a 44 da era cristã o reino de Herodes foi reconstituído por seu neto Herodes Agripa I. Em 66 os judeus se rebelaram contra Roma, e em 70 a cidade foi quase totalmente destruída pelas forças imperiais. Logo começaram as peregrinações cristãs a Jerusalém. A conversão de Constantino o Grande e a peregrinação de sua mãe,

a imperatriz Helena, que encontrou a "verdadeira cruz", foram fatos decisivos para o advento de uma das épocas mais

prósperas da cidade. A idade de ouro terminou com a invasão persa no ano 614, que dizimou a população e destruiu todas as

igrejas. Em 638 a cidade foi conquistada pelos muçulmanos e permaneceu em seu poder até 1099, quando foi ocupada pelos cristãos da primeira cruzada, que criaram o reino de Jerusalém. Em 1187 o reino cristão foi destruído por Saladino, e a cidade voltou ao domínio muçulmano. Cristãos e judeus repovoaram a cidade nos últimos séculos da Idade Média. No século XIX ocorreu uma forte corrente migratória judaica procedente do leste europeu, a tal ponto que, por volta de 1850, a metade da população local era de judeus. Consolidou-se nessa época a divisão da cidade em setores muçulmano, judeu e cristão. De 1917 a 1948, Jerusalém tornou-se a capital da Palestina durante o mandato britânico. Na guerra de 1948 entre árabes e judeus, a Transjordânia (depois chamada Jordânia) incluiu em seu território a cidade velha de Jerusalém e Israel ficou com o restante. Em junho de 1967, durante a guerra dos seis dias, os israelenses capturaram a cidade velha, reunificaram toda Jerusalém e confirmaram sua condição de capital, ratificando uma proclamação de 1950. A declaração do Knesset (Parlamento) de 1980 efetivou a posição de Jerusalém como capital de Israel. Sociedade e cultura. A população de Jerusalém, considerada do ponto de vista religioso, é majoritariamente judaica. Seguem-se em número os muçulmanos, que constituem a comunidade mais homogênea, e os cristãos, que, menos numerosos, são a comunidade mais diversificada (católicos, ortodoxos, protestantes etc.). A cidade é governada por um conselho municipal de 31 membros, eleitos proporcionalmente por um período de quatro anos.

A cidade velha, circundada por uma muralha, encerra os bairros: muçulmano, judeu, cristão e armênio e é dominada pelo

templo de Herodes, que inclui os lugares sagrados islâmicos do Domo do Rochedo e a mesquita de al-Aqsa. O Muro das Lamentações é o mais sagrado dos santuários judeus. O resto da área compreendida dentro das muralhas tem a feição de uma cidade tipicamente oriental, com mesquitas e um labirinto de ruelas repletas de lojas e bazares. Por toda parte se encontram igrejas cristãs e antigas sinagogas. A parte moderna, que circunda a cidade velha, inclui zonas residenciais, edifícios comerciais e administrativos e vários estabelecimentos de ensino. A característica mais marcante de Jerusalém é a coexistência harmoniosa do antigo e do novo, do sagrado e do secular. Dentre as inúmeras igrejas cristãs, as do período bizantino caracterizam-se pela monumentalidade; as erigidas na época das cruzadas, pelo estilo românico. A igreja do Santo Sepulcro reúne elementos de ambos os estilos. As construções muçulmanas de mamelucos e turcas são notáveis pela ornamentação em forma de "estalactites".

Na condição de capital de Israel, a cidade desempenha importante função administrativa e de centro comercial e industrial. A Universidade Hebraica, o Centro Médico Universitário Hadassah, a Academia da Língua Hebraica e outras instituições concentram as atividades culturais e científicas. Os santuários atraem numerosos peregrinos das três religiões.

Mesquita dos Mulçulmanos construída no local do Templo em JERUSALÉM

Mulçulmanos construída no local do Templo em JERUSALÉM Jerusalém Vista usalém muro das lamentações Casário

Jerusalém Vista

no local do Templo em JERUSALÉM Jerusalém Vista usalém muro das lamentações Casário Jerusalém antiga

usalém muro das lamentações

JERUSALÉM Jerusalém Vista usalém muro das lamentações Casário Jerusalém antiga Escavações Provável local do

Casário Jerusalém antiga

usalém muro das lamentações Casário Jerusalém antiga Escavações Provável local do túmulo onde esteve JESUS.

Escavações

das lamentações Casário Jerusalém antiga Escavações Provável local do túmulo onde esteve JESUS. Inscrição na

Provável local do túmulo onde esteve JESUS. Inscrição na porta

diz:"Ele não está mais aqui,

porque já ressuscitou."

Templo no tempo de JESUS CRISTO aqui.

Parte do templo que abrigava os sacerdotes

CRISTO aqui. Parte do templo que abrigava os sacerdotes CONCLUSÃO APESAR DAS LUTAS E CONSTANTES INVASÕES

CONCLUSÃO

APESAR DAS LUTAS E CONSTANTES INVASÕES DA “TERRA SANTA” O VALE DE OSSOS SECOS (Ez 37.1- 14) SE TORNOU UMA NAÇÃO PODEROSA E RESPEITADA NO MUNDO ATUAL, SENDO O PAÍS MAIS CONHECIDO E VISITADO DO PLANETA; COM PRÉDIOS MODERNOS E INFRA-ESTRUTURA DE PAÍS MODERNO; TENDO ESCOLA GRÁTIS ATÉ O NÍVEL SUPERIOR; MEDICINA AVANÇADA; TECNOLOGIA DE PRIMEIRO MUNDO NA INDÚSTRIA, NA AGRICULTURA E NOS ARMAMENTOS. O CENTRO ESPIRITUAL DO MUNDO ESPERA O SEU MESSIAS PARA A REDENÇÃO FINAL.

BIBLIOGRAFIA ENCYCLOPAEDIA BRITÂNICA DO BRASIL PUBLICAÇÕES LTDA NOVA ENCICLOPÉDIA BARSA, 1998 EDITOR DONALDSON

BIBLIOGRAFIA

ENCYCLOPAEDIA BRITÂNICA DO BRASIL PUBLICAÇÕES LTDA NOVA ENCICLOPÉDIA BARSA, 1998 EDITOR DONALDSON M.GARSCHAGEM, RIO DE JANEIRO- RJ

BÍBLIA DE ESTUDO PENTECOSTAL EM CD CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS, 1999 RIO DE JANEIRO – RJ

SITE DE JUDAISMO – INTERNET - 2000 http://www.judaismo.com.br

REVISTA ESCOLA DOMINICAL MESTRE EM CD MULTIMÉDIA, CASA PUBLICADORA DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS, 2000 SEGUNDO TRIMESTRE - RIO DE JANEIRO - RJ

Ev.Luiz Henrique de Almeida Silva

Jerico

DE DEUS, 2000 SEGUNDO TRIMESTRE - RIO DE JANEIRO - RJ Ev.Luiz Henrique de Almeida Silva

Belém

Israel Hoje
Israel Hoje

A GEOGRAFIA BÍBLICA

A Geografia Bíblica, deve ser compreendida pelo estudante da Bíblia como auxiliar nos

fatos e mensagens, que muitas vezes obscuros, tornam-se claros quando estudados à luz da Geografia Bíblica.

1. A HISTÓRIA BÍBLICA ANTIGO TESTAMENTO

A Bíblia revela o berço da humanidade como sendo a Mesopotania (terra entre rios) (Gn

2.10-14), ou vale do Eufrates. A partir deste lugar maravilhoso, formam-se povos e nações do mundo antigo. Em Gênesis capítulo 10, vemos as nações surgindo a partir dos filhos de Noé. Com as nações estabelecidas, e cada uma com sua própria língua (Gn 11.7-8), Deus

chama Abrão (Gn 12.1), e estabelece com ele a promessa de uma grande nação (v.2), que se situaria em Canaã, (Gn 15.16), após o cativeiro no Egito (Gn 15.13), seguido de uma caminhada no deserto, para que lhe fosse dada a lei (Os 2.14). Sob o comando de Josué, Israel se instala em Canaã, após atravessar o Jordão (Js 3.16), um dos grandes milagres de Deus. Inicia-se portanto o período das conquistas (Js 12.7-24), ficando ainda muita coisa para se conquistar (Js 13.1), o que trouxe perigo para o povo de Deus (Js 23.7).

Por mais de 300 anos Israel viveu tempos de apostasia espiritual (Jz 2.10-11), e Deus levantou juizes para julgar a nação e estabelecer o retorno ao Senhor (Jz 3.10-11). Este período na vida de Israel foi por demais aflitivo e conturbado conforme Juizes 21.25, apesar da presença do homem de Deus, Samuel (1 Sm 3.20).

A

História Bíblica é rica em detalhes sobre a vida do povo de Deus e das nações da terra.

O

povo deseja a monarquia (1 Sm 8.5), e Deus a estabelece, levantando homens, dos

quais destacamos Davi (At 13.22), que conquistou Jerusalém, a cidade dos Jebuseus (II Sm 5.6-7). O filho de Davi, Salomão, é quem edifica o templo (I Cr 22.8-10) e expande a área geográfica (I Rs 4.24). Após a morte de Salomão, o reino se divide em Norte (Israel) e Sul (Judá). Ambos viveram vários períodos de trevas espirituais, devido aos reis que governavam sem obedecer a palavra do Senhor (Jr 35.15). Tudo isto levou o povo ao cativeiro. Israel (reino Norte) segue para Assíria (II Rs 15.29), e Judá (reino Sul) segue para Babilônia (Dn 1.1). O cativeiro foi usado por Deus para tratar seu povo das mais diversas

doenças espirituais. O grande templo de Salomão, destruído por Nabucodonozor, é agora reconstruído sob as mais duras penas (Ed 3.6;12;13). Vários profetas são usados por Deus para animar e despertar o povo de Deus (Ed 5.1). Sob o comando de Neemias, os muros de Jerusalém foram reconstruídos (Ne 6.15-16). Em Neemias encerra-se o período da História no Velho Testamento. Temos a partir daí um novo período na vida do povo de Deus, o InterBíblico, que durou aproximadamente 400 anos, onde muitos fatos aconteceram, conforme narra Daniel cap. 11 a 12.4.

A GEOGRAFIA BÍBLICA

É exatamente a Bíblia a fonte principal da Geografia Bíblica. Nela encontramos citações de

inúmeros lugares, povos, nações, cidades, acidentes geográficos. A Bíblia menciona cerca de 600 cidades da Palestina ocidental. Estudar Geografia Bíblica é atuar no palco terreno e humano das revelações divinas, esclarecendo fatos e enigmas constantes das Escrituras.

Deus tem estabelecido as nações (Dt 32.8) e estudar este assunto à luz da Bíblia é bastante compensador (At 17.26).

A partir dos filhos de Noé (Gn 10.2;6;22), houve o povoamento da Ásia, África, Canaã e Europa. Dentre as terras Bíblicas, destacamos Canaã ou Palestina e citaremos alguns de seus nomes, os quais aparecem na Bíblia. Canaã (Gn 13.12); Terra dos hebreus (Gn 40.15); Terra do Senhor (Os 9.3); Terra de Israel (Mt 2.20); Terra de Judá (Is 26.1); Terra Gloriosa (Dn 11.41); Terra da Promessa (Hb 11.9) e Terra Santa (Zc 2.12). A partir do reinado de Davi, Jerusalém passa a ser a capital da Palestina. Seu primeiro nome é Salém (Gn 14.18), em Josué 18.28 chama-se Jebus e por fim Jerusalém, (Jz 19.10). A Santa Cidade (Ne 11.1). Jerusalém, sempre erguida sobre suas próprias ruínas, permanece a Cidade Eterna, símbolo da Jerusalém Celestial, que se estabelecerá na consumação dos Séculos (Ap 21.2), Destacamos nesta lição três ciências que tem auxiliado a Geografia bíblica, ao longo dos anos:

a) História geral - Com certo cuidado, o estudante da Bíblia, pode se valer desta ciência

para descobrir fatos Bíblicos, relacionados à história dos povos e nações.

b) Arqueologia - Principalmente a Bíblica, é um auxiliar direto na elucidação de fatos

Bíblicos, escondidos no tempo. A arqueologia desvenda os mistérios dos antigos, escavando e revelando-nos os fatos.

e) Cartografia - A famosa ciência dos mapas, coloca-nos frente ao lugar que a Bíblia fala.

Situa-nos no espaço físico da narrativa bíblica.

CONCLUSÃO

Prezado aluno, sem a História e a Geografia Bíblica, certamente a Bíblia, seria um livro sem cor, sem expressão e se tornaria apenas algo, introspectivo. Entretanto o que acabamos de estudar traz vida e expressão aos relatos bíblicos, permitindo-nos uma pregação mais ampla da Palavra de Deus.