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Experiências Agroecológicas no Leste de MG

Desde julho de 2004 algumas organizações que já


desenvolviam trabalhos com agroecologia, preservação
ambiental e organização de agricultores/as na região
leste de Minas Gerais passaram a se reunir para articular
as suas iniciativas. Atualmente, esta articulação regio-
nal conta com entidades de cinco municípios: Caratinga,
Manhuaçú, Santa Bárbara do Leste, São João do Ma-
nhuaçú e Simonésia. Essas organizações integrantes da
articulação regional têm realizado atividades de troca de
experiências, intercâmbios e promovido a revitalização
da cultura local em algumas comunidades destes muni-
cípios. Além disso, alguns cursos e discussões são reali-
zados coletivamente e um dos desafios encontrados é
promover a valorização do trabalho das mulheres dentro
da família e das organizações.
Nesta publicação, descrevemos algumas iniciativas
desenvolvidas por organizações na região leste de Minas
Gerais.

Associação de Mulheres Rurais desenvolve


ações de saúde e meio ambiente
Desde a sua criação em 2002, a AMURCOFE (Asso-
ciação de Mulheres Rurais do Córrego dos Ferreiras), de
Santa Bárbara do Leste (MG), desenvolve trabalhos para
conscientizar os/as moradores/as da comunidade de que
preservação ambiental e saúde estão diretamente relacio-
nadas. Destacamos a seguir duas importantes ações da
AMURCOFE relacionadas a estes temas.

Mutirão das Fossas


Em 2002, as integrantes da AMURCOFE perceberam
que as águas dos córregos que abastecem a comunidade
estavam muito poluídas pelo esgoto das casas. Buscando
resolver este problema, a AMURCOFE realizou uma parce-
ria com a Associação de Moradores do Córrego dos Ferrei-
ras e iniciaram a construção de fossas sanitárias em toda
a comunidade.

As fossas são construídas através de mutirões, sem-
pre realizados na parte da manhã. Até o momento, já
aconteceram 50 mutirões e 30 famílias dos setores Co-
munidade Nossa Senhora Aparecida e Senhor Bom Jesus
foram beneficiadas.
Construídas de maneira simples, para reduzir o custo, os
materiais utilizados são vergalhões, brita, cimento e areia.
As famílias que se interessam em construir a fossa com-
pram os materiais necessários ou recebem doações de
pessoas e comerciantes de Santa Bárbara do Leste.
Além da arrecadação dos materiais, as mulheres são
responsáveis pela preparação dos alimentos consumidos
por todos/as os/as participantes do mutirão.
Segundo as integrantes da AMURCOFE, este trabalho
fortaleceu a união entre as mulheres e, conseqüentemen-
te, aumentou a auto-estima.
Hoje, os córregos estão despoluídos, a ocorrência de
verminoses diminuiu e várias espécies de animais voltaram
a aparecer, como o canário-da-terra, a maritaca, o jacu, o
sofreu e o juriti.

“É um trabalho muito gratificante pois filtramos as


impurezas e despoluímos as águas.” Marina Quirino de
Souza Neto, integrante da AMURCOFE
“Estamos felizes com a nossa participação. Temos
as nossas águas limpas.” Maria Antônia de Castro,
integrante da AMURCOFE

Coleta do Lixo
No ano de 2002, preocupadas com a quantidade de
lixo acumulado na comunidade Córrego dos Ferreiras e
com o aumento do aparecimento de insetos e doenças,
as integrantes da AMURCOFE foram de casa em casa para
conversar com as famílias sobre o recolhimento do lixo e a
limpeza de seus quintais.
Experiências Agroecológicas no Leste de Minas Gerais 
No início, como não tinham meios para transportar o
lixo das casas, contaram com a ajuda de voluntários que,
com carros próprios, levavam o lixo para o aterro sani-
tário de Santa Bárbara do Leste. Logo após a segunda
coleta, a prefeitura da cidade de Santa Bárbara do Leste
percebeu a importância do trabalho e disponibilizou um
caminhão para ir até o Córrego dos Ferreiras pegar o
lixo.
Segundo os/as moradores/as, o lixo produzido na co-
munidade é quase todo inorgânico, pois o lixo orgânico
que não é aproveitado em casa é usado para tratar a
criação.
Esse trabalho de coleta de lixo conscientizou os/as mo-
radores/as da Comunidade do Córrego dos Ferreiras de
que recolher o lixo propicia a limpeza das casas e reduz
o número de doenças, melhorando a qualidade de vida.
Antes desta iniciativa o lixo de toda a comunidade era
despejado no terreiro da Igreja Nossa Senhora Apareci-
da. Hoje, 150 casas participam desta ação de limpeza dos
quintais e, cada vez mais, as pessoas estão percebendo a
importância do mutirão da limpeza.

Contatos: Arlete Santana e Maria Antônia de Castro | (33) 99518954


Comunidade Córrego dos Ferreiras | Santa Bárbara do Leste

Mulheres Trabalhadoras Rurais se organizam
em Simonésia
Em 1999, mulheres trabalhadoras rurais de Simonésia
foram convidadas a participarem de uma reunião organi-
zada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR).
A intenção do STR de Simonésia era ter as mulheres
participando das ações do sindicato e encarregadas de in-
formar às agricultoras familiares sobre o direito que elas
têm de receber o salário maternidade.
A partir daí, ocorreram várias reuniões que desencade-
aram, em 2001, na criação da Comissão Municipal de Mu-
lheres Trabalhadoras Rurais (CMMTR).
Atualmente, a CMMTR corresponde a um departamen-
to do STR de Simonésia que envolve a participação de 15
mulheres. As decisões são tomadas coletivamente, quase
sempre durante as reuniões mensais da Comissão.
Em uma reunião para planejar as atividades de 2006, a
CMMTR estabeleceu algumas datas para realizarem “trocas
de experiências”, de dois em dois meses, exceto durante a
época de panha do café, que acontece de maio a agosto.
No ano de 2006, já foram realizadas duas trocas de
experiências, que acontecem nas casas das participantes.
Entre os conhecimentos trocados estão receitas de produ-
tos derivados do café (Pão de Nata com Café, Beijinho de
Café, Pastel de Café) e técnicas de processamento e bene-
ficiamento da produção.
Segundo as integrantes da CMMTR, essas atividades
proporcionaram maior envolvimento das pessoas, mais es-
tímulo à produção, melhoria na alimentação e na economia
familiar.
Os produtos são vendidos na feirinha que acontece aos
sábados, no Centro de Simonésia e, desde então, são fonte
de renda para as mulheres integrantes desta comissão.
Estes encontros procuram discutir diversos temas, sem-
pre enfocando a participação das trabalhadoras rurais nas
decisões familiares, a importância e o verdadeiro papel da
mulher na sociedade e a construção de relações igualitá-
rias entre homens e mulheres.
Experiências Agroecológicas no Leste de Minas Gerais 
Além disso, a CMMTR tem organizado o Mutirão da Ci-
dadania em algumas comunidade para a confecção dos
documentos, especialmente das mulheres, e promovido
cursos sobre educação afetivo-sexual e gênero para jovens
e mulheres com o objetivo de melhorar a relação entre
homens e mulheres.

Receita
Pão de Nata com Café

Ingredientes:
> 2 xícaras de chá de nata ou creme de leite
> 1 xícara de chá de leite
> 1 xícara de chá de café bem forte
> 30g de fermento biológico
> 1 xícara de chá de açúcar
> 2 colheres de sopa de margarina
> 1 colher (café) de sal
> Farinha de trigo até dar ponto (mais ou menos 1kg)

Modo de Preparo:
> Medir todos os ingredientes
> Dissolver o fermento no leite morno
> Misture o restante dos ingredientes, colocando farinha até
soltar das mãos
> Modele os pãezinhos e deixe crescer até dobrar de volume
> Pincelar com gema e café
> Leve para assar no forno quente até ficar dourado
> Deixar esfriar
> Embalar
> Rotular

Rendimento: 45 pãezinhos

Contato: Maria Lúcia de Cristo | (33) 33361318 | Simonésia



O Sindicato dos Trabalhadores Rurais de
Simonésia e a promoção da agrecologia
O Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Simonésia,
preocupado com o uso excessivo de agrotóxicos, decidiu
iniciar um diálogo com os/as agricultores/as para mudar
essa realidade.

Essa preocupação surgiu após o trabalho da Fundação


Biodiversitas na comunidade do Sossego que mostrou
como os agrotóxicos são extremamente prejudiciais à
saúde e ao meio ambiente.
Em 2003, representantes do STR participaram de trocas
de experiências agroecológicas, principalmente no Espírito
Santo, e, em seguida, começaram um processo de visitas e
discussões nas comunidades rurais de Simonésia.
Destaca-se nesse processo a iniciativa da produção do
SUPER MAGRO, um adubo foliar feito a partir da mistura
de sais, urina de vaca e esterco verde, que acelera o me-
tabolismo e o crescimento das plantas, e ainda tem pro-
priedade fungicida, bactericida e repelente de insetos. No
início, as caldas eram produzidas no sindicato e vendidas
a preço de custo para os produtores. Depois, as caldas
passaram a ser feitas nas comunidades, com o acompa-
nhamento do Departamento de Agricultura do STR de Si-
monésia em parceria com a Fundação Biodiversitas.
De acordo com José Paulo de Cristo, presidente do STR
de Simonésia, ao evitar o uso de veneno nas propriedades,
tanto a saúde das pessoas quanto a qualidade da água e
do solo melhoraram. Espécies de animais como o canário-
da-terra, o jacu e o tatu voltaram a aparecer nas proprie-
dades rurais e as matas dentro de algumas propriedades
cresceram com o trabalho da natureza.

“Através de iniciativas que melhor se adaptam à rea-


lidade da população da região e da trocas de experiên-
cias pode-se desenvolver melhor a produção e preser-
var a natureza.” José Paulo de Cristo, presidente do STR
de Simonésia

Contato: José Paulo de Cristo | (33) 3336-1318 | Simonésia


Experiências Agroecológicas no Leste de Minas Gerais 
Espaço Saúde: Medicina Alternativa
Em 2005, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Si-
monésia convidou os casais Sr. Zezito e D. Ângela e o Sr.
Gabriel e Sra. Eva para aplicarem a medicina alternativa no
sindicato. Desde então, os casais contam com um espaço
destinado ao atendimento da população.
Com uma remuneração (diária) de R$ 40,00 por casal,
as duplas trabalham das 9 às 14 horas, às segundas e sex-
tas-feiras, e atendem cerca de 100 pessoas por semana.
As doenças mais frequentes são verminoses, proble-
mas na coluna e infecções. E as plantas mais utilizadas são
transagem, camomila, hortelã, funcho e capuchinha.
As plantas utilizadas pelos casais vêm dos seus quin-
tais e das doações de pessoas das comunidades atendidas.
Além de atuarem no STR de Simonésia, eles/as atendem
também em suas casas e em outras comunidades, confor-
me a procura.
Para o Sr. Zezito e a D. Ângela o trabalho no sindicato
ajudou a difundir a medicina alternativa. Eles esperam que
as pessoas acreditem nessa prática e sejam gratas a Deus
pelos recursos naturais doados por Ele para o bem da hu-
manidade. Como diz a D. Ângela: “A cura do próximo é
uma prenda de Deus.”

Contato: José Paulo de Souza (Zezito) | (33)3336-1318 | Simonésia

Perspectiva: Cooperativa de Crédito Solidário


A dificuldade dos agricultores de acessarem créditos
nas grandes instituições financeiras fez com que o STR de
Simonésia buscasse uma alternativa para facilitar o crédito
aos pequenos produtores. Assim, iniciou-se um processo
de formação dos sócios fundadores e dos futuros associa-
dos para constituir, de maneira participativa, a Cooperati-
va de Crédito Solidário (ECOSOL).
O funcionamento da cooperativa ainda depende do pa-
recer do Banco Central e espera-se que no segundo se-
mestre de 2006 a mesma já esteja funcionando.

Contatos: José Paulo de Cristo e Jotair Elias | (33)33361318 | Simonésia



Feirinha dos/as Produtores/as
Em fevereiro de 2003, o levantamento realizado pela
Associação de Agricultores Familiares de Simonésia (AGRI-
FAS) em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais
de Simonésia constatou que mais de 60 produtos eram
feitos no município.
A partir deste levantamento, os/as integrantes da
AGRIFAS resolveram expor na praça da cidade, durante
nove dias, os produtos resultantes do trabalho de oito
famílias.
Com o sucesso dessa exposição para comercialização
dos produtos dentro da própria cidade, todos os sábados,
das sete da manhã ao meio dia, acontece a feira dos/as
produtores/as, no Centro da cidade. A preocupação dos/as
feirantes não é apenas vender os seus produtos, mas tam-
bém colocar um produto de boa qualidade na mesa do
consumidor. Os produtos da feira não contêm agrotóxico,
um diferencial importantíssimo para quem quer garantir a
saúde de sua família.
Atualmente, cinco famílias participam da feirinha, ofe-
recendo produtos “in natura”, como goiaba, acerola, la-
ranja, caju, banana, mamão, manga, limão, tangerina,
mixirica, rúcula, almeirão, mostarda, taioba, aipo, agrião,
salsa, cebolinha e capiçoba. Entre os produtos processa-
dos destacam-se os doces de leite, amendoim, goiaba,
mamão, banana, cidra, cocada, figo, caju, carambola,
abóbora, abacaxi, broa de fubá, brevidade e pães de di-
versas qualidades.
Essas famílias sentem-se privilegiadas por terem um es-
paço no mercado de sua própria cidade, agregando valor
aos produtos locais e contribuindo para o desenvolvimen-
to do município.

Contato: Jotair Elias e Maria Lúcia de Cristo | (33)3336-1318 | Simonésia


Experiências Agroecológicas no Leste de Minas Gerais 
Organização e Formação de Mulheres São
Joanenses
Com o objetivo de arrecadar recursos para construção
de uma sede, as integrantes da Associação de Mulheres
São Joanenses (AMS) realizaram, em 1998, uma gincana.
Além da gincana, elas contaram com o importante apoio
da Prefeitura Municipal de São João do Manhuaçú e hoje
contam com um espaço para realização de reuniões e
encontros.
Atualmente, a Associação organiza cursos em par-
ceria com outras entidades de apoio. Estes cursos, que
acontecem de 2 em 2 meses, fora a época da “panha”
do café, são dados por pessoas do próprio município ou
de outras localidades na região e abordam vários temas,
como produção de artesanato (pinturas em tecido e bor-
dados), doces, sabão e derivados do leite.
Os trabalhos produzidos pelas mulheres cadastradas
na AMS são vendidos na feira comunitária organiza-
da pela Prefeitura Municipal. Dez por cento do lucro é
destinado à Associação para que esta possa continuar
fornecendo matéria-prima para as pessoas que não têm
condição de comprar o material para a produção dos
artesanatos.
As sócias da AMS também colaboram com R$1,00 por
mês para manutenção dos trabalhos da Associação e já
percebem que a união das mulheres gera aumento da
renda familiar e amplia o conhecimento.
Maria Lucia Kaiser, integrante da AMS, diz que antes
desta iniciativa a única fonte de renda vinha da “panha”
do café. Mas, agora, elas colaboram com a economia fa-
miliar durante o ano todo.

Contatos: Maria Lúcia Kaiser | (33) 33771485 | São João do Manhuaçú


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Feira comunitária de São João do Manhuaçú
A feira comunitária de São João do Manhuaçú é uma
iniciativa da Prefeitura Municipal. Esta feira foi inspirada
em uma experiência da Prefeitura de Muqui, no Espírito
Santo, que o vice-prefeito de São João do Manhuaçú, João
Carlos, teve a oportunidade de conhecer.
O objetivo da feira é estimular a organização, a valori-
zação da produção e a comercialização dos produtos no
mercado local. Os/as produtores/as rurais acreditam que,
com a organização da produção, a comercialização do ex-
cedente para fora do município poderá acontecer reduzin-
do o desperdício nas propriedades.
A feira é realizada aos sábados pela manhã, na Praça
Central de São João do Manhuaçú, e os principais pro-
dutos vendidos são queijos, doces, banana, tomate, ce-
bola, inhame, vagem, quiabo, jiló, pinha, carambola,
entre outros.
A variedade e quantidade dos produtos oferecidos au-
mentará de acordo com a demanda local. Para estimular
a circulação de recursos no próprio município, a Prefei-
tura está repassando, por semana, um ticket no valor
de R$ 3,00 para cada servidor público, que só poderá
ser gasto na feira comunitária. Esta ação busca garantir
uma política de venda mínima na feira e o investimen-
to do recurso público nos/as agricultores/as do próprio
município.
Este projeto foi idealizado em parceria com o Sindicato
dos Trabalhadores Rurais e tem a expectativa de estimular
os/as produtores/as rurais a diversificarem a produção e
contribuir na renda familiar.

Contato: Clarice Aparecida de Oliveira | (33) 3377-1175 |


São João do Manhuaçú
Experiências Agroecológicas no Leste de Minas Gerais 11
Proteção e Conservação de Nascentes no
município de São João do Manhuaçú
O Conselho Comunitário de Moradores das Comuni-
dades Boa Esperança, Jatobá e Bom Jardim, de São João
do Manhuaçú, sensibilizado com a situação de degrada-
ção das nascentes das propriedades decidiu mobilizar as
comunidades para tentar reverter esta situação.
Em parceria com estudantes da Comunidade Boa Es-
perança e com a Secretaria de Agricultura da Prefeitura
de São João do Manhuaçú, o Conselho realizou quatro
mutirões para proteger as nascentes e garantir a preser-
vação e manutenção da água para as comunidades.
Com mourões e arame doados pela comunidade, as
pessoas cercaram as nascentes e também plantaram
mudas de árvores nativas, fornecidas pelo viveiro da
Fundação Biodiversitas, em Simonésia, e árvores frutífe-
ras, que foram levadas pelos/as agricultores/as.

Contato: Clarice Aparecida de Oliveira | (33) 3377-1175 |


São João do Manhuaçú
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Expediente

Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas


Rua Planura, 33 | Santa Inês | 31080-100
Belo Horizonte, MG | Telefone: (31) 3481-9080
rede-mg@rede-mg.org.br | www.rede-mg.org.br

Textos: Maria Gabriela Mamede


Revisão: Liliam Telles
Edição: Marcelo Almeida
Fotos: Arquivos das organizações
Projeto gráfico e diagramação: www.DoDesign-s.com.br

Esta edição do Fartura Mineira contou com a parceria das seguintes


organizações:

> AGRIFAS - Associação dos Agricultores Familiares de Simonésia


> AMURCOFE – Associação de Mulheres Rurais do Córrego dos Ferreiras
> Associação de Moradores das Comunidades dos Eliotas, dos Teixeiras
e São Sebastião
> Associação de Moradores do Córrego dos Ferreiras
> Associação de Mulheres São Joanenes
> Associação dos Pequenos Produtores da Comunidade do Sossego
> Associação dos Produtores de São João do Manhuaçú
> Comissão Municipal de Mulheres Trabalhadoras Rurais do STR Simonésia
> Conselho Comunitário de Moradores das Comunidades Boa Esperança,
Jatobá e Bom Jardim
> Fundação Biodiversitas
> Prefeitura Municipal de São João do Manhuaçú
> REDE – Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas
> Sindicato dos Trabalhadores Rurais de São João do Manhuaçú
> Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Simonésia

Apoio
Secretaria de Ministério do
Agricultura Familiar Desenvolvimento Agrário