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O Universo, um

horizonte por PAPELARIA


descobrir… conta ÉTIKA
(Lavradio)
com o apoio de:

www.universoumhorizonte.piczo.com

Telescópio do Havai
estuda exoplaneta

Edição 15 de Março

Satélite Wise vê
cometa e nascimento
de estrelas

Um relatório elaborado por astrónomos


britânicos revela que dezenas de novos planetas
poderão ser identificados nos próximos anos, sendo
que alguns deles podem abrigar alguma forma de
vida.
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Edição 15 de Março

3 de Mar. 2010

Um relatório elaborado por astrónomos britânicos revela que dezenas de novos planetas
poderão ser identificados nos próximos anos, sendo que alguns deles podem abrigar
alguma forma de vida.

Segundo os cientistas, as descobertas Os astrónomos sustentam que cerca de


futuras poderão mudar a maneira como a 100 novos planetas deverão ser localizados
humanidade vê seu lugar no universo. em um futuro próximo.
Um relatório informa que, desde 1991, Os cientistas acreditam que a nossa
foram catalogados mais de 400 planetas galáxia, a Via Láctea, está repleta de
fora do sistema solar. planetas. Eles estimam que mais de 10
Até o momento, a maioria desses planetas bilhões de suas 100 bilhões de estrelas
são gigantes de gelo e gás, com possam abrigar sistemas planetários. Pelo
características semelhantes as de Júpiter e menos uma em cada 10 estrelas similares
Neptuno. No entanto, nos próximos anos os ao Sol pode ser orbitadas por planetas.
avanços permitirão que planetas como a Os astrónomos esclarecem que os
Terra possam ser encontrados. planetas que abrigam alguma forma de vida
"As futuras gerações de instrumentos e provavelmente ocupam órbitas mais
observatórios possibilitarão aos afastadas das estrelas centrais para que
pesquisadores visualizar directamente propiciem a existência de água. Conhecidos
planetas como a Terra que orbitam como "zonas habitáveis" - onde as
distantes de estrelas como o Sol, e analisar condições não são nem tão quentes nem
suas atmosferas em busca de sinais de vida. tão frias o tamanho desses planetas pode
Essas pesquisas representam a próxima variar de acordo com o brilho da estrela no
fronteira para a exploração espacial", diz o centro do sistema.
documento britânico.
Adaptado: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia
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Edição 15 de Março

10 de Fev. 2010

Nova técnica permitiu identificar dióxido de carbono na atmosfera de um planeta a 63


anos-luz da Terra

Encontrar outras Terras no universo é o Foi ali, naquele mundo distante, que pela
grande objectivo dos astrofísicos que se primeira vez se conseguiu, com telescópios
dedicam à procura de novos exoplanetas espaciais, identificar a existência de vapor
(ou planetas extra-solares) e ao estudo das de água, de metano e de dióxido de
suas atmosferas, e esse objectivo pode carbono, todos elementos que associamos à
estar agora mais próximo. Estas existência de vida, tal como a conhecemos
investigações ganharam um novo impulso, na Terra.
graças a uma técnica inovadora que permite Com a nova técnica, o grupo de Mark
utilizar telescópios terrestres de dimensão Swain conseguiu detectar também o dióxido
média para detectar moléculas orgânicas de carbono e o metano presentes na
nas atmosferas dos planetas extra-solares. atmosfera daquele planeta, mas utilizando o
Pela primeira vez, um grupo internacional espectrógrafo do telescópio do Havai que
de investigadores conseguiu demonstrar permite dividir a luz nos seus vários
que isso é possível, ao identificar moléculas componentes e mostrar as assinaturas de
orgânicas na atmosfera de um desses cada um dos elementos químicos
planetas distantes recorrendo a um detectados.
telescópio do Havai. "O facto de termos usado um telescópio
Os resultados da investigação foram terrestre relativamente pequeno é fantástico
publicados na revista Nature. Apesar do seu porque isso implica que os maiores
nome sem graça, o HD 189733b é bem telescópios que temos, utilizando esta
conhecido, pelos melhores motivos, dos técnica, conseguirão caracterizar
astrónomos que se dedicam à investigação exoplanetas rochosos como a Terra", disse
de exoplanetas. o coordenador da investigação, citado pela
Science Daily.

Adaptado: http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior
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Edição 15 de Março

19 de Fev. 2010

Os astrónomos, que há muito tempo Agora descobriram por que é que uma
usam as supernovas como terminais estrela se transforma numa supernova:
cósmicos para os ajudar a medir a expansão basicamente, esta nasce da fusão de duas
do universo, têm agora uma resposta para o estrelas anãs brancas (o nome dado aos
que provoca estas explosões estelares. restos em colapso de uma velha estrela). As
estrelas tornam-se instáveis quando
As supernovas, corpos celestes que excedem o seu limite de peso o que causa a
surgem após a explosão das estrelas em fim sua explosão. Antes desta descoberta
de vida, “são objectos cruciais para a pensava-se que as supernova se formavam
compreensão do universo”, explica o quando uma anã branca se tornava instável
principal autor do estudo, Marat Gilfanov, – normalmente por se acréscimo com a
do Instituto Astrofísico Max Planck, matéria de uma estrela vizinha (acreção).
Alemanha.

Adaptado: http://www.ionline.pt/conteudo/
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Edição 15 de Março

19 de Fev. 2010

Supernovas do Tipo Ia são usadas para medir a taxa de expansão do Universo, mas sua
causa era controversa.
Telescópio detecta buraco negro gigante engolindo estrela xplosão de estrelas explica
mistério do programa Apollo

Novas descobertas realizadas pelo Telescópio A diferença entre os dois cenários pode ter
de Raios-X Chandra, da Nasa, mostram que a implicações para a forma como os cientistas
fusão de estrelas mortas é a causa mais usam as supernovas. Como as anãs brancas
provável das supernovas que os astrónomos podem ter diversas faixas de massa, a fusão
usam para avaliar a taxa de expansão do de duas pode resultar em explosões com
Universo. alguma variação de brilho.
Essas supernovas, designadas de Tipo Ia, Uma supernova do Tipo Ia causada pelo
actuam como placas de quilometragem para acúmulo lento de material deve produzir
medir a expansão do Universo, uma vez que emissões significativas de raios-X antes da
podem ser observadas de muito longe e o seu explosão final. Uma supernova criada numa
brilho segue um padrão previsível. Todavia, os fusão, por sua vez, geraria muito menos
cientistas tinham dúvidas quanto à causa radiação nessa faixa. Os cientistas
exacta dessas explosões. determinaram que a emissão de raios-X era
A maioria dos cientistas concorda que uma no máximo de 3% da esperada no cenário do
supernova Tipo Ia ocorre quando uma anã acúmulo lento de massa. Isso implica que a
branca (os restos, extremamente densos, de fusão de anãs brancas constitui um processo
uma estrela muito velha) excede seu limite de dominante nas galáxias analisadas. Fica em
peso, torna-se instável e explode. aberto a questão de se as fusões de anãs
Investigadores identificaram duas possíveis brancas são o principal catalisador de
formas de empurrar a estrela para além do supernovas Tipo Ia também em galáxias
limite: a fusão de duas anãs brancas ou o espirais.
acúmulo gradual de matéria absorvida de uma
estrela companheira. Adaptado: http://www.estadao.com.br/noticias
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Escola Secundária de
Santo André

PAPELARIA ÉTIKA
R. Dr. Egas Moniz, 17 A - Lavradio 2835-433 Barreiro
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Edição 15 de Março

17 de Fev. 2010

Missão do satélite é fazer um mapa de todo o céu, na frequência de radiação infravermelha. A


agência espacial americana publicou nesta quarta-feira, 17, quatro novas imagens processadas
dentre as milhares já enviadas para a Terra pelo satélite Explorador de Pesquisa Infravermelha
em Campo Amplo, ou "Wise", na sigla em inglês. O satélite está operando desde 14 de Janeiro,
com a missão de elaborar um mapa completo do céu na faixa de radiação infravermelha.

Sonda da Nasa detecta presença de


A terceira imagem é da galáxia de
asteróide próximo à Terra
Andrómeda. Esta é a galáxia mais
próxima da Via-Láctea e fica a cerca de
As fotos divulgadas nesta quarta trazem um
2,5 milhões de anos-luz.
cometa, uma nuvem onde ocorre intensa
formação de novas estrelas, a galáxia de
Andrómeda e um aglomerado distante de
centenas de galáxias.
Uma das imagens traz o
cometa Siding Spring.
Durante sua missão, o
Wise deverá descobrir
dezenas de cometas, A quarta foto vai ainda mais longe,
incluindo alguns que se revelando uma região onde centenas de
aproximam da órbita da galáxias aglomeram-se no chamado
Terra. aglomerado de Fornax, a 60 milhões de
anos-luz.
Outra foto revela uma região
onde há nascimento de estrelas,
chamada NGC 3603, a 20 mil
anos-luz, no chamado braço
Carina da nossa galáxia, a Via-
Láctea. Centenas de regiões
semelhantes devem ser
avistadas pelo telescópio
espacial.
Adaptado: http://www.estadao.com.br/noticias
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Edição 15 de Março

3 de Mar. 2010

Trata-se da Nebulosa Caranguejo, o Além disso, sua velocidade é muito


resultado de uma supernova que maior do que o esperado em uma
ocorreu há menos de mil anos. explosão desse tipo.
A explosão da estrela que deu origem a A Nebulosa Caranguejo se estende por
ela foi relatada por astrónomos chineses cerca de 10 anos-luz e, em seu centro,
que observaram algo diferente na há uma estrela de neutrões – os restos
constelação de Touro em 1054. do que um dia foi uma grande estrela –
Hoje, seus complexos filamentos que roda 30 vezes por segundo. Ela
desafiam os cientistas da NASA. Um dos possui tanta massa quanto o Sol, mas
grandes mistérios é o fato dos restos da essa quantidade está concentrada em
estrela parecer ter menos massa do que um corpo do tamanho de uma cidade
originalmente expelido na supernova. pequena.

Adaptado: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia
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Edição 15 de Março

4 de Mar. 2010

Morcego espacial
Nuvem fantasma
Os observadores assíduos do céu estão
A Nebulosa NGC 1788 nunca mereceu
familiarizados com a forma característica da
muita atenção dos astrónomos,
constelação de Órion, o gigante caçador. Mas
provavelmente por estar situada num ponto
poucos conhecem a nebulosa NGC 1788, que
sem muito brilho da constelação de Órion.
agora se revela um tesouro subtil, escondido
Mas agora ela se revela majestosa graças
apenas a alguns graus de distância das estrelas
a numa nova imagem, muito mais
brilhantes de Órion.
detalhada, captada pelo Observatório
A NGC 1788 é uma nebulosa de reflexão, na
Europeu do Sul.
qual o gás e a poeira dispersam a radiação que
Embora esta nuvem com um desenho
vem de um pequeno conjunto de estrelas
fantasmagórico esteja relativamente
jovens. O efeito faz com que este brilho ténue
afastada das estrelas brilhantes de Órion, os
tome a forma de um gigantesco morcego de
poderosos ventos e a radiação oriundos
asas abertas. As nebulosas parecem gostar de
destas estrelas tiveram um forte impacto na
lembrar formatos de animais: o mesmo ESO
nebulosa, definindo a sua forma e
recentemente fotografou outra nebulosa com
tornando-a o lar de inúmeras estrelas
formato de patas de gato.
bebés.
Na imagem poucas estrelas pertencentes à
nebulosa estão visíveis, uma vez que a maior
parte delas se encontra obscurecida pelos
casulos de poeira no seu entorno. A mais
proeminente, chamada HD 293815, é visível
Adaptado: como a estrela brilhante na parte superior da
http://www.inovacaotecnologica.com.b nuvem, logo acima do centro da imagem e da
r/noticias/ zona de poeira bastante escura que atravessa
toda a nebulosa.