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FAP- CENTRO DE ENSINO SUPERIOR PIAUIENSE

COORDENAÇÃO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO CLÍNICO II

EDILENE LOPES DE CASTRO

MARIA RODRIGUES MATOS DA SILVA

VALQUÍRIA MARIA DE SOUSA LIMA

TERESINA - PIAUÍ

2010
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR PIAUIENSE

COORDENAÇÃO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

Relatório apresentado a Instituição FAP,


como requisito da disciplina Estágio
Supervisionado Clínico II, sob orientação
da Professora Marília Santana Andrade

TERESINA - PIAUÍ

2010
APE - APOIO PEDAGOGICO ESPECÍFICO

OBJETIVO GERAL - Proporcionar ao aluno com dificuldade de aprendizagem a


aquisição de conhecimentos e habilidades intelectuais motoras, emocionais e sociais por
meio de procedimentos com suas necessidades.
OBJETIVOS ESPECIFICOS – prestar atendimento grupal ou individual ao aluno com
dificuldades de aprendizagem nas áreas cognitiva, psicomotora e emocional.
Utilizar recursos e estratégias especiais, de acordo com as necessidades de cada aluno,
com vistas à superação das dificuldades apresentadas.
Avaliar bimestralmente o processo de evolução dos alunos acompanhados
visando o desligamento ou a continuidade do mesmo no projeto.
ESTRATÉGIAS – Para realizar o trabalho de apoio é necessário que o professor além
de qualificação, tenha também, uma compreensão global do aluno e do processo de
aprendizagem para que possa desenvolver meios de intervenção que atendam as
dificuldades dos educandos. O acompanhamento tem um caráter interdisciplinar
devendo facilitar e incentivar estratégias de ensino diversificando quantas forem as
possibilidades interativas de aprendizagem, respeitando-se.
RESULTADOS ESPERADOS - Espera- se que os alunos acompanhados no projeto
superem suas dificuldades de aprendizagem no decorrer do bimestre, semestre ou do
ano letivo, de forma ao final do período de intervenção os mesmos acompanhem as
atividades pedagógicas regular em condições similares aos demais, considerando a
diversidade estilo e formas de aprendizagem.
Os alunos que apresentam dificuldade necessitam na sua maioria das vezes de
uma intervenção mais direta e objetiva para que possam superar tais dificuldades. Assim
com o atendimento anual no projeto de aproximadamente 2.000 alunos em 42 escolas
da rede municipal de ensino, assim espera-se uma media anual de 905 de aprovação no
final do ano. A Escola Municipal Murilo Braga teve o ultimo resultado 92,85% de
aprovação no ano de 2009
PUBLICO ALVO – Os alunos acompanhados são alunos do 3º ano, podendo também se
estender aos alunos do 2º e do 4º ano. A carga horária dos professores tem o regimento
de vinte a quarenta horas, sendo que o professor de vinte horas atenderá vinte e oito
alunos e o professor de quarenta horas atenderá cinqüenta e seis alunos. A carga horária
é de quatro a seis horas semanal.
FIGURAS

FIGURA 01 1- LOCALIZAÇÃO NO MAPA DE RUAS, 2 - LOCALIZAÇÃO DA


AVENIDA, 3 - SINALIZAÇÃO NA AVENIDA DA CLÍNICA, 4 -
ENTRADA DA CLÍNICA REINTEGRAR, 5 - RECEPCIONISTA DA
CLÍNICA, 6 - ESTAGIÁRIAS DA FACULDADE FAP DE
PSICOPEDAGOGÍA EM VISITAÇÃO A CLÍNICA, 7 - SALAS DE
ATENDIMENTOS I, 8 - SALAS DE ATENDIMENTOS II.

FIGURA 02 PLACA DE INAUGURAÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL MURILO


BRAGA

FIGURA 03 SINALIZAÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL MURILO BRAGA

FIGURA 04 1 – ENTRADA DA ESCOLA I; 2 – ENTRADA DA ESCOLA II, 3 –


QUADRAS DE ESPORTES; 4 – ÁREA EXTERNA I, 5 – ÁREA
LATERAL I, 6 – PÁTIO INTERNO, 7 – COZINHA / FOGÃO
INDUSTRIAL I, 8 – COZINHA / GELADEIRAS.

FIGURA 05 1 – DESPENSA; 2 – BEBEDOUROS DE ÁGUA, 3 – PÁTIO


EXTERNO; 4 – SALA APE, 5 – VISITAÇÃO A SALA DE AULA
PELA ESTAGIARAS, 6 – BANHEIRO, 7 – LAVATORIOS NO
BANHEIRO, 8 – SALA COM OTIMA VENTILAÇÃO.

FIGURA 06 1 – AULA DE RECREAÇAO; 2 – SALA DOS PROFESSORES I, 3 –


SALA DOS PROFESSORES II; 4 – ENTRADA DA BIBLIOTECA ; 4
– BIBLIOTECA PARTE I, 5 – BIBIOTECA PARTE II , 6 – SALA DE
AULA I, 7 – SALA DE AULA II, 8 – SALA DE AULA III

FIGURA 07 SALA DE INFORMÁTICA.

FIGURA 08 AS POS-GRADUANDAS MARIA RODRIGUES E VALQUIRIA


MARIA COM A PROFESSORA ELIANE DE CARVALHO SANTOS
E SUA ALUNA.

FIGURA 09 AS PÓS-GRADUANDAS FAZENDO A ENTREVISTA:


1 - VALQUÍRIA MARIA, 2 – MARIA RODRIGUES E 3 - EDILENE
DE CASTRO.

FIGURA 10 FOTOS DE ATIVIDADES DA APE


SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO 06

I. DIAGNÓSTICO INSTITUCIONAL CLINÍCO 09


1.1 Identificação do local 09
1.2 Histórico da Instituição 10
1.3 Organograma Funcional 11
1.4 Recursos 12
1.4.1 Recursos Físicos 12
1.4.2 Recursos Humanos 17
1.5 Demanda dos Pacientes 18

II RELATÁRIO DAS ATIVIDADES 19


2. ATIVIDADES REALIZADAS 19

III. CRONOGRAMA 20

IV. AVALIAÇÃO DA PRÁTICA 21


4,1 Da atividade Prática 21
4.2 Da Psicopedagogia Clínica 24
4.3 Do papel do Psicopedagogo na Clínica 25
4.4 Da Hipótese Diagnóstica 26
4.5 Da modificação após a intervenção 27
4.6 Dos encaminhamentos 28
4.7 Da devolutiva 29

V. CONCLUSÃO 31

BIBLIOGRAFÍA 33
ANEXOS 34
APRESENTAÇAO

A Clinica Reintegrar está situado na Avenida Homero Castelo Branco 715


Loja A, no bairro Jockey Clube; foi fundada em quatorze de setembro de mil
novecentos de noventa e quatro sendo da proprietária a professora psicopedagoga
Marília Santana Andrade. Possui uma ótima localização, perto de vários pontos
comerciais, e estacionamento amplo e próprio. Seus clientes podem ser atendidos nos
horários manhã de 08:00 hs ás 12:00 hs e das 14:00 hs as 20:00 hs.
A Clinica Reintegrar é composta por uma sala de espera com cadeiras e
televisor e alguns jogos lúdicos, a recepção, quatro salas para clinicar e três banheiros,
toda parte física da clinica não deixa a desejar, é um ambiente muito tranqüilo.
Atualmente a Clinica tem convênios com vários planos de saúde como:
HUMANAS, TRE, GEAP, MED PLAN, UNIMED, MED-SERVICE, APCEF,
ADUFIP, CASSI, PRÓ-SOCIAL, GAMA SAÚDE E SAÚDE CAIXA, A clinica tem
um comprometimento muito grande para sempre pensar no melhor para a sua clientela.
Atende crianças com adultos, e geralmente, as avaliações são feitas em seis
seções, a tratamento às vezes poderá se estende ate por oito ou mais seções, o valor
atual é de trezentos e cinqüenta reais, esse valor cobre as seis seções, sendo que se por
acaso se estender por ou mais seções o valor continua o mesmo.
É feito primeiramente, uma entrevista com os pais da criança, a Elane, é o
braço direito da professora, muito responsável, fica encarregada por toda agenda da
clinica, ela trata de valores com os pais de crianças, muitas vezes deixando um desconto
muito significativo, pois a professora Marília não gosta de tratar de valores com os pais,
pois se considera muito emotiva a respeito desse assunto, ela nos relatou que é de
fundamental importância ter um bom relacionamento com os pacientes.
Primeiramente há uma anamnese com os pais, para ela poder identificar
melhor qual a dificuldade que a criança possa ter, depois nas seções as crianças já
passam a entrar sozinhas no consultório clinico, geralmente entrar em dupla, cada uma
com um comportamento diferente, mas com idade compatíveis para conseqüentemente
poder haver troca de informações entre eles, a professora deixa eles bem a vontade com
vários jogos, caixa lúdica, na clinica há um catálogo com todas as fichas anuais dos
pacientes, todas as informações possíveis devem conter nessas fichas.

6
Depois de todo o processo de avaliação, vem a Devolutiva que custa em
media cada seção, sessenta reais, é feito uma vez na semana, sendo que o paciente não
poderá faltar mais de três vezes porque poderá perder a vaga, pois a fila de espera na
clinica é bastante significativa.
A clinica Reintegrar tem uma parceria com a SEMEC- Secretaria Municipal
de educação, as sextas feiras ela atende crianças da rede municipal, faz o atendimento e
de acordo com o seu parecer ela encaminha as crianças para faculdades para serem
melhor atendidas as Faculdades NOVAFAPI E FACID tem essa parceria com a clinica,
pois a professora comentou que a realidade de muitas pessoas as vezes a deixa abatida,
ela faz o possível para ajudar as pessoas.
A Clínica Reintegrar é composto por três sócios: fisioterapeuta, psicólogos e
psicopedagoga. O consultório da professora Marília é bastante agradável, composto com
vários jogos lúdicos, com mesas para as crianças poderem brincar e conseqüentemente
se sentir mais a vontade, possui também um som ambiente com músicas suaves, para
deixar os pais em uma situação de tranqüilidade. Também fazem parte da Clínica as
três funcionárias administrativas que são: Sra Elane que é a secretaria, a Sra. Marcela
que é a faturista, e Sra Márcia que administra a parte de organização e limpeza da
clinica. A seguir designaremos o corpo de médico que fazem parte de uma equipe
multidisciplinar, e é composta dos seguintes profissionais:

Dra. Marília Santana Andrade, Psicopedagoga,


Dra. Raimunda, Psicóloga,
Dr. Claudio Henrique Psiquiatra,
Dra. Joaquina Psicóloga
Dra. Rosa Monica Fonoaudióloga
Dra. Helen Fonoaudióloga
Dra. Liana R. P. G
Dra. Lannara Psicopedagoga

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1- LOCALIZAÇÃO NO MAPA DE RUAS, 2 - LOCALIZAÇÃO DA AVENIDA,
3 - SINALIZAÇÕES NA AVENIDA DA CLÍNICA, 4 - ENTRADA DA CLÍNICA
REINTEGRAR, 5 - RECEPCIONISTA DA CLÍNICA, 6 - ESTAGIÁRIAS DA
FACULDADE FAP DE PSICOPEDAGOGÍA EM VISITAÇÃO A CLÍNICA,
7 - SALAS DE ATENDIMENTOS I, 8 - SALAS DE ATENDIMENTOS II.

FIGURA 01

8
DIAGNÓSTICO INSTITUCIONAL CLÍNICO

1.1 Identificação do local

A Escola Municipal Murilo Braga, situada na Rua Coelho de Resende nº 1649,


bairro Marques de Paranaguá, zona norte de Teresina. Á duas quadras da escola existe a
praça do bairro com vendas de plantas ornamentais para jardinagem e com um clube
dançante para jovens, adultos e idosos, á três quarteirões fica situado o Hospital
Areolino de Abreu,que é uma casa de repouso para deficientes mentais para todas as
idades.
O bairro Marques de Paranaguá é cercado por vários pontos comercias como o shopping
de matérias de construção ENGECOPI entre outros. Tendo também como ponto de
referência o Rio Poti e o aeroporto senador Petrônio Portela. Nas proximidades fica a
igreja São José Operário, onde todas as terça feiras são realizadas as novenas de Nossa
Senhora do Perpetuo Socorro, onde já virou uma tradição. Este bairro conta ainda com
outras escolas, como: Unidade Escolar Helvídio Nunes e o Ginásio Jofre Castelo
Branco; já do outro lado fica situado o centro de formação Odilon Nunes, que funciona
também com o projeto APE (Apoio Psicopedagógico Especifico). O bairro é
contemplado com várias linhas de ônibus, que interliga a zona norte, a zona sul e leste.

PLACA DE INAUGURAÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL MURILO BRAGA

FIGURA 02
9
1.2 Histórico da Instituição

Murilo Braga de Carvalho era Bacharel em Direito, educador, ocupou o cargo de


diretor da divisão do DASP (Divisão do Departamento Administrativo do Serviço
Publico) em 1939 e diretor da INESP ( Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos);
hoje denominado de Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais. Nascido
em 08 de dezembro de 1912 em Luzilândia – Piauí faleceu em 1952, vitima de desastre
aéreo no Amazonas quando viajava para os Estados Unidos para representar o Brasil
num congresso de educação. Ao notável piauiense foi dado o nome desta escola em
reconhecimento á sua luta pela construção e ampliação de grupos escolares para ao
combate ao analfabetismo. A Escola Municipal “Murilo Braga” foi construída na gestão
do ministro de Educação e Saúde Simões Filho tendo como prefeito de Teresina na
época Dr João Mendes Olimpio de Melo e contratante construtor engenheiro C. A.
Araujo Costa. A obra foi concluída em 18/08/1952. A Escola funciona desde 1952,
quando ainda denominada Grupo Escolar Murilo Braga, oferecendo ensino fundamental
de 1ª a 5º ano, antigo primário, no turno diurno e desde 1986 atendendo também a
jovens e adultos através do EJA, Educação de Jovens e Adultos. Ao longo de todos
esses anos, a escola procura oferecer uma educação de ótima qualidade e uma
administração cooparticipativa; a gestão democrática implantada em 1986 com eleição
direta de seus gestores, a escola fundamenta-se na democratização do ensino e nos
diretos do cidadão.

SINALIZAÇÃO DA ESCOLA MUNICIPAL MURILO BRAGA

FIGURA 03

10
1.3 Organograma Funcional

CONSELHO DIRETOR(A)
ESCOLAR ADMINISTRATIVO(A)

DIRETOR (A) C DIRETOR(A)


PEDAGOGICO(A) O ADJUNTO(A)
R
P
COORDENADOR(A) O
PEDAGOGICO(A) SECRETARÍA
D
I
S
CONSELHO DE C
CLASSE E
N
AUXILIAR
T
ADMINISTRATIVO
CORPO E
DOCENTE
MECANOGRAFIA

I MERENDEIRA
B N
I F
B O ZELADOR
L R
I M
O Á AGENTE DE
T T PORTARIA
E I
C C
A A
AUXILAR
DE SERVIÇOS
GERAIS

11
1.4 Recursos

1.4.1 Recursos Físicos

A parte interna da escola é muito espaçosa. Já o bairro conta com ruas


pavimentadas que circulam várias linhas de ônibus, a entrada da escola conta com uma
ótima iluminação, sendo toda gradeada.Na frente da escola tem uma quadra de esportes
ao ar livre. Logo na entrada foi verificado que a escola disponibiliza rampas para acesso
à pessoas com necessidades especiais, existem muitas árvores, espaços amplos e uma
boa iluminação, foi observado que todos os alunos usam uniforme e calçados adequados
para irem a escola.
A escola Municipal Murilo Braga tem uma média de 29 alunos por sala,
totalizando esse ano de 2010, 625 alunos nos turnos manhã e tarde, o estabelecimento
dispõe de 14 salas de aula, que medem 34m² com paredes revestidas em azulejo, com
forro em PVC, piso em cerâmica e uma boa instalação elétrica, são utilizados lâmpadas
fluorescente em todas as salas, com quatro ventiladores de teto e janelas e portas de
madeira, pintadas da cor azul escura.
A escola conta com três bebedouros em bom estado de conservação, com água
bem gelada, que satisfaz perfeitamente as necessidades das crianças. Existem cinco
banheiros, sendo um para os professores e outro para atender crianças com necessidades
especiais, que medem aproximadamente 10m² todos com azulejo, portas pintadas na cor
azul e forro em lajota.
Foi observado que a cozinha tem um aspecto muito limpo com merendas bem
dispostas, a escola conta com três telefones públicos. Possui um biblioteca com
excelente número de livros, vários recursos audiovisuais e salas de vídeo e leitura,
medindo 38m² de cor creme, com portas e janelas de cor azul, piso em cerâmica e teto
de PVC, com dois ventiladores e uma boa iluminação.
São oferecidos três laboratórios de informática, sendo um destinado para
capacitação, com cursos a distância. Existem também computadores para uso
administrativo na sala do diretor, secretaria e sala dos professores.

12
1 – ENTRADA DA ESCOLA I; 2 – ENTRADA DA ESCOLA II, 3 – QUADRAS DE
ESPORTES; 4 – ÁREA EXTERNA I, 5 – ÁREA LATERAL I, 6 – PÁTIO INTERNO,
7 – COZINHA / FOGÃO INDUSTRIAL I, 8 – COZINHA / GELADEIRAS

FIGURA 04

13
1 – DESPENSA; 2 – BEBEDOUROS DE ÁGUA, 3 – PÁTIO EXTERNO; 4 – SALA
APE, 5 – VISITAÇÃO A SALA DE AULA PELA ESTAGIARAS, 6 – BANHEIRO,
7 – LAVATORIOS NO BANHEIRO, 8 – SALA COM OTIMA VENTILAÇÃO

FIGURA 05

14
1 – AULA DE RECREAÇAO; 2 – SALA DOS PROFESSORES I, 3 – SALA DOS
PROFESSORES II; 4 – ENTRADA DA BIBLIOTECA ; 4 – BIBLIOTECA PARTE I,
6 – SALA DE AULA I, 7 – SALA DE AULA II, 8 – SALA DE AULA III

FIGURA 06

15
SALA DE INFORMÁTICA

FIGURA 07

EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS

Antena parabólica analógica : 01 Filmadora : 01

Antena parabólica digital : 01 Impressora : 01

Aparelho de som : 04 Maquina copiadora : 01

Aparelho de televisão : 04 Maquina fotográfica : 01

Micro computadores : 21 Retroprojetor : 01

Data Show : 01 Vídeo cassete : 03

DVD : 03

MÓVEIS E MOBILIA DA ESCOLA DE TODAS AS DEPENDÊNCIAS.

Ventilador em sala de aula : 52 Geladeira : 03

Fogão industrial : 01 Armário de aço : 29

Balança : 01 Mesas com cadeiras : 310

Freezer : 03 Murais : 08

Filtro : 04 Bebedouros : 03

Sanitários para alunos NE : 01 Brinquedos : Diversos

16
1.4.2 Recursos Humanos

A comunidade Escolar é constituída pela equipe de Direção, Equipe Técnica


Pedagógica, Equipe Administrativa, Corpo docente e serviços Gerais Pais ou
responsáveis e alunos regularmente matriculados no colégio. Dos Gestores
Administrativos os seus Direitos e Deveres: Art.143. São direitos do diretor
Administrativo e seu adjunto.
I. Os inscritos no Estatuto do Magistério e no Dispositivo legal que rege o
cargo de Diretor das Escolas Publicas Municipais de Teresina;
II. Utilizarem desses instrumentos para o cumprimento integral de seu mandato.
Art.144. São deveres dos gestores escolares:
1º Cumprir e fazer cumprir os horários e calendários escolares.
2º Manter assiduidade, comunicando com antecedência, sempre que possível, os
atrasos e faltas eventuais.
3º Coibir o uso indevido dos recursos tecnológicos, em especial telefone e
computadores, de uso restrito a serviço da escola.
4º Coordenar o processo de seleção dos livros didáticos, se adotados pela escola,
obedecendo às diretrizes e os critérios estabelecidos pela SEMEC.
5º Comunicar ao Conselho Tutelar os casos de:
a) Maus tratos envolvendo alunos:
b) Reiteradas faltas injustificadas e evasão escolar, esgotadas os recursos
escolares;
c) Faltas reincidentes dos pais ou responsáveis às chamadas da escola, em casos
de comprovada omissão no acompanhamento da freqüência e do aproveitamento escolar
do aluno:
d) Uso de substancias nocivas à saúde mental ou física do aluno;
e) Cumprir e fazer cumprir as disposições do presente Regimento, no seu âmbito
de ação.
A Escola Municipal Murilo Braga atualmente dispõe de 51 profissionais
capacitados a desenvolver suas atividades de forma a satisfazer todas as necessidades
possíveis da escola, seu quadro é constituído de pessoal técnico administrativo,
pedagógico e serviços gerais. O quadro docente é composto 100% de profissionais
graduados.

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Dispondo de vinte de três professores, dois pedagogos, nove auxiliar
administrativo, quatro merendeiras, quatro zeladores, três vigias, uma secretaria, um
diretor titular, um diretor adjunto, um auxiliar bibliotecário, um diretor pedagógico e um
supervisor de projetos. Assim a escola visa suprir todas as necessidades de seus alunos.

1.5 Demanda dos Pacientes

O Projeto APE, é destinado para as crianças do 3º ano do ensino fundamental,


com algumas dificuldades educacionais, sendo que devido o auto nível de aceitação, a
demanda tem sido muito grande, podendo assim atender crianças de 2ª, 3ª e até mesmo
da 4ª serie do ensino fundamental.
A Escola Murilo Braga, atende exclusivamente os alunos matriculados no ensino
regular. A responsável pelo projeto professora Eliane de Carvalho, afirma que há uma
procura muito grande por parte dos professores, regularmente os professores se queixam
das dificuldades encontradas em sala de aula, alunos que não conseguem acompanhar,
que por muitas vezes conseguem ler, mas não conseguem escrever quase nada.
O projeto APE, tem como meta promover o desenvolvimento de habilidades,
dificuldade de ordem cognitiva, motora, lingüística social entre outros.

Atualmente são ofertados:

 42 Escolas;
 46 Professores;
 1670 Alunos;
 64 Turmas.

Com um índice de aprovação geral de 82,09% no ano 2009.

18
II RELATÁRIO DAS ATIVIDADES

AS POS-GRADUANDAS MARIA RODRIGUES E VALQUIRIA MARIA


COM A PROFESSORA ELIANE DE CARVALHO SANTOS E SUA ALUNA

FIGURA 08

2. ATIVIDADES REALIZADAS

A professora Eliane de Carvalho Santos, responsável pelo projeto na escola


Murilo Braga, utiliza de vários recursos didáticos com as crianças atendidas pelo
projeto APE, Apoio Pedagógico Especificado; ver nas figuras dos ANEXO I, ANEXO
III e nas Figura 06 partes. 4, 6,7, 8.
Verificamos uma variedade bem grande de jogos que ela usa e todas as crianças
interagem perfeitamente com os jogos trabalhando assim todas as disciplinas.
Dentre os jogos lúdicos trabalhados podemos citar os jogos da família silábica
das simples as mais complexas, jogos de memória, trabalhando as vogais, loto leitura
e também vários jogos de encaixe, leitura individual, trabalha a matemática com um
jogo muito interessante de boliche com vários números encaixado na bola, tudo com o
auxilio da professora Eliane, que muitas vezes usa de um artifício muito interessante,
ela usa um método de premiação para quem conseguir ler as palavras, assim causando
maior estimulo para as crianças, que gostam bastante da brincadeira.

19
A professora usa de sua criatividade, fazendo muitos jogos com material de
sucata, ela sempre procurar inovar para despertar a curiosidade e interesse das crianças.
Ao final da aula, todo o material é recolhido e arrumado pelos próprios alunos, é
guardado dentro de caixas em um armário de aço.
No inicio de cada ano letivo é feito uma avaliação diagnóstica, para detectar o
nível que a criança estar, pois assim é iniciado o projeto, as professoras do ensino
regular passam a observar as crianças com maior dificuldade em sala de aula, depois
faz a queixa, para que possa ser tomado as devidas providências, através do projeto.
Assim é feito a primeira avaliação, trabalhando as dificuldades apresentada pelos
alunos. O aluno permanece no projeto o tempo necessário pode durar um mês ou ate
mesmo um ano, ou se estender para o ano seguinte.

III. CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES

DATA LOCAL ATIVIDADES DESENVOLVIDAS


16/01/2010 FAP  A psicologia clínica; Histórico; Visão de construção do
passado do sujeito: Visão do presente busca nas causas
que coexistem como sintonia.
23/01/2010 FAP  A importância da escuta e do olhar psicopedagógico;
 Anamense – passo a passo;
 A queixa – mediação psicopedagógica.
27/01/2010 Clínica  Triagem – procedimento clínico;
Reintegrar  Horário conforme agendamento feito no dia 16/01/2010.
29/01/2010 Clínica  Triagem – procedimento clínico;
Reintegrar  Horário conforme agendamento feito no dia 16/01/2010.
30/01/2010 FAP  Atendimentos psicopedagógicos;
 Projetos realizados em Teresina pela Secretaria
Municipal de Educação Inclusiva;
 AEE – Atendimento Educacional Especializado;
 APE – Apoio Pedagógico Específico;
 Distribuição do local do estágio: carta de apresentação;
 Explicação da avaliação diagnóstica.

20
09/02/2010 Centro de  Reunião e apresentação dos professores do projeto APE
Formação com os estagiários em psicopedagogia;
 Entrega do modelo da avaliação diagnóstica.
19/02/2010 Campo  Reunião com pais e ou responsáveis dos alunos que
participam do projeto APE.
22/02/2010 Campo  Avaliação diagnóstica;
a  Está atividade será realizada em campo nas salas da APE
26/02/2010 com o apoio de professor do projeto (modelo).
Fevereiro a Campo  Intervenção psicopedagógica;
Março 2010  Atendimento às crianças que apresentem D.A.
27/02/2010 FAP  Supervisão.
20/03/2010 FAP  Entrega do relatório técnico.

IV. AVALIAÇÃO DA PRÁTICA

4,1 Da atividade Prática

Umas das práticas que foi realizada durante estágio clinico foi a entrevista com
os pais das crianças que fazem parte do projeto APE, a professora indicou duas alunas
que estão com dificuldade enorme na leitura e escrita.
No dia três de março de 2010 visitamos a aluna A, de oito anos, que reside bem
próximo a escola Murilo Braga, ao chegar à residência fomos muito bem atendidas por
sua mãe, embora aparentemente tenha ficado muito nervosa. Foi feito a Anamnese e
com o decorrer das horas, a mãe da aluna relatou que a criança já estar cursando a 3ª
série, porém ainda não sabe ler e escrever como deveria ser nessa etapa de ensino,
afirmou também que tem cinco filhos, sendo três homens e duas mulheres, que se
esforça trabalhando bastante para o sustento da família, é separada há três anos, porque
não agüentava mais as brigas e os maus tratos constantes do esposo. Comentou que a
filha sofre muito com a separação, pois, é muito próxima ao pai.

21
Foi percebido que a mãe da aluna A, é bem organizada no que diz respeito à
documentação, pois foi mostrado o cartão de vacina de todos os seus filhos com todas
as vacinas atualizadas. Ela relatou que atualmente não dispõe de recursos financeiros
para proporcionar momento de lazer para seus filhos, disse que sua filha faz um
tratamento psicológico em uma clinica próximo a sua residência e faz uso de calmante.
A aluna A, é muito impulsiva, os próprios irmãos a chamam de “louca”, por ela
fazer uso dessa medicação, dificultando assim um bom relacionamento com seus
irmãos. Ao final da entrevista, a mãe já se mostrava bem mais calma, agradecendo
assim a nossa visita.
Prosseguindo a segunda Anamnese no dia 4 de março de 2010, visitamos a
Aluna B, que tem oito anos e estar na 3ª serie, essa segunda visita foi um pouco mais
dolorosa, pois foi percebido um grau de necessidade muito grande.
A mãe da aluna B, não se encontrava, fomos recebidas pelas próprias crianças
que se encontravam na porta da casa, inclusiva a aluna B, não tinha ido a escola nessa
tarde, por não sentir vontade de estudar, ela nos levou até sua avó, uma pessoa muito
humilde, bastante atenciosa, disse que sua filha tinha saído a procura de trabalho,ela
relatou que a aluna B, é uma criança perfeita e saudável, mas que apresenta uma
lentidão na aprendizagem, não ler e não escreve.
Foi feito uma entrevista simples, a criança tem quatro irmãos, e todos sofrem de
muitas privações, foi feita muitas perguntas, desde a gestação até a idade atual e a aluna
se mostrou muito satisfeita com a nossa presença, prometendo assim ir a escola no dia
seguinte .
Na Anamnese deve ter informações sobre o desenvolvimento
geral da criança, quando começou a falar, como era o seu sono e como se desenvolveu
seu processo de autonomia. Muitas mães privam as crianças desse processo de
autonomia, por estarem sempre atrasadas e na terem paciência de esperar e respeitar o
ritmo da criança.
A história escolar é muito importante: quando começou, a freqüência na escola,
sua adaptação e as possíveis rejeições. Todas essas informações devem ser registradas
para que se possa fazer um bom diagnóstico.
Já em sala de aula foi trabalhado uma variedade de jogos lúdicos, musicas
infantis, trabalhos em dupla, leituras, dramatização. Procuramos trabalhar o português
com leituras de palavras e a matemática com vários jogos, trabalhamos também o
social, a preservação do meio ambiente, a limpeza e o respeitar ao próximo.

22
AS PÓS-GRADUANDAS FAZENDO A ENTREVISTA:
1 – VALQUÍRIA MARIA, 2 – MARIA RODRIGUES E 3 - EDILENE DE CASTRO

FIGURA 09

23
4.2 Da Psicopedagogia Clínica

A não aprendizagem na escola é uma das causas do fracasso escolar, mas essa
questão é bem mais ampla e é por isso que a psicopedagogia clinica propõe uma visão
abrangente para achar uma resposta à queixa escolar, analizando-a em diferentes
perspectivas da sociedade, a da escola e a do aluno.
Muitas vezes o aluno de baixa renda sai classificado como deficiente mental,
com problemas de aprendizagem, mas na realidade o que falta é oportunidades de
crescimento cultural, da rápida construção cognitiva, desenvolvimento da linguagem, o
que aumentaria suas chances de êxito na escola.
A escola não pode ser vista isolada da sociedade, pois o sistema de ensino seja,
publico ou privado reflete sempre a sociedade em que se estar inserido. Portanto,
absorção de conhecimentos pelo o aluno depende de como essa informação lhe foi
ensinada, o que, por sua vez, depende das condições sociais que determinam a qualidade
de ensino. Professores em escolas desestruturadas, sem apoio material e pedagógico,
desqualificados pela sociedade, pela família e pelos alunos não têm como tornar o
conhecimento atrativo.
É preciso que o professor competente e valorizado encontre prazer em ensinar
para possibilitar o prazer de aprender, pois a má qualidade de ensino provoca uma
grande falta de estimulo na busca pelo conhecimento.
No diagnostico psicopedagogico clinico, não implica apenas na aplicação e uso
de provas e testes, mas exige outras medidas e técnicas de avaliação, além de trabalho,
investigação, análise e síntese de dados úteis para o estado e a orientação de cada caso.
Assim, o psicopedagogico clinico deve preocupar-se em aperfeiçoar as técnicas
de diagnostico, procedendo a investigação sistemática de meio socioeconômico, do
ambiente familiar, do nível de adaptação e de aproveitamento escolar da criança, além
das características pessoais, com aptidões e capacidades especificas.
No trabalho Clinico o processo de conhecimento é de fundamental importância,
cuja importância esta mais relacionada ao psicopedagogo do que ao paciente, por esse é
o objetivo do diagnóstico, estabelecer as causas que estariam provocando sintomas e
determinada dificuldade de aprendizagem.

24
4.3 Do papel do Psicopedagogo na Clínica

É importante conhecer os fundamentos da psicopedagogia, pois implica refletir


sobre suas origens teóricas, ou seja, revisar velhos impasses conceituais que subjazem
na ação e na atuação da psicopedagogia e da psicologia no aprender do fenômeno
educativo.
O trabalho clinico é preventivo, uma vez que, ao tratar alguns transtornos de
aprendizagem, pode evitar o aparecimento de outros. O trabalho preventivo, em uma
abordagem psicopedagogia, é sempre clinico e, por sua vez, deixa de resultar em um
trabalho teórico. Tanto na pratica preventiva como na clinica, o profissional procede
sempre embasado no referencial teórico adotado.
No Trabalho psicopedagogico pode, certamente, ter um caráter clinico
assistencial. Isso acontece quando, por exemplo, o psicopedagogo participa de equipe
responsáveis pela elaboração, direção e evolução de planos, programas e projetos no
setor de educação e saúde, integrando diferentes campos do conhecimento . A
psicopedagogia ocupa-se assim, de todo o contexto da aprendizagem, seja clinica
preventiva. Assistencial, envolvendo elaboração teórica no sentido de relacionar os
fatores envolvidos nesse ponto de convergência em que opera. (BOSSA, 2000, p 30)
Na psicopedagogia clinica, o psicopedagogo atua intervindo como mediador
entre o sujeito e sua historia traumática, ou seja, a história que lhe causou a dificuldade
de aprender. No entanto, o profissional não deve fazer parte do contexto, já que ele está
contido em uma dinâmica familiar, escolar ou social.O profissional deve tomar ciência
do problema de aprendizagem e interpretá-lo para a devida intervenção. Com essa
atitude, o psicopedagogo auxiliará a criança a reelaborar sua história de vida,
reconstruindo fatos que estavam fragmentados, e a retomar o percurso normal de sua
aprendizagem.
Assim, o trabalho clinico do psicopedagogo se completa com relação entre o
sujeito, sua historia pessoal e sua modalidade de aprendizagem. Já o trabalho preventivo
pretende “evitar” os problemas de aprendizagem, utilizando-se da investigação da
instituição escolar, de seus processos didáticos e metodológicos. Enfim, analisa a
dinâmica institucional com todos os profissionais nela inserida para que a instituição se
restaure.

25
Entende-se que a psicopedagogia clinica seja um lugar de ajuda, que, no caso do
trabalho psicopedagogico, está relacionado, também, com o espaço de atuação do
profissional, tanto nas escolas quanto nos consultórios, predominando, na instituição
escolar, o trabalho preventivo e, no consultório.

4.4 Da Hipótese Diagnóstica

Poderá ser a resposta mais direta, a questão inicial, pela queixa. Faz-se uma
síntese sobre os diferentes resultados, seja na parte pedagogia, cognitiva, afeto social ou
a parte corporal. É preciso fazer um relato descrito de cada área, como a produção, a
descrição da fala.
Na área pedagógica, é importante observar para obter uma visão do nível
pedagógico do paciente de uma forma global e nos diferentes campos, como leitura,
escrita e cálculos.
Na área cognitiva, situa-se o nível da estrutura de pensamentos e suas
defasagens, seu funcionamento, sua modalidade predominante, é preciso observar
também o seu nível de antecipação lógica.
Já na família: os irmãos, posição entre eles, situação dos pais, se são vivos,
falecidos, separados, como vive a criança, como é a dinâmica familiar entre os
membros. Posição socioeconômica da família, se os pais são alfabetizados, se valorizam
a educação como meio de ascensão social, estimulando o trabalho escolar, ou se são
analfabetos conformados com a situação em que se vivem, se consideram os filhos
incapazes, sem valorizar a escola.
Na área corporal é importante situar o uso do corpo em situações diversas,
aspectos de normalidade, aspectos da psicomotricidade.
Depois se relata a hipótese final em relação ao momento do diagnóstico, como por
exemplo:

 A aluna A, apresenta no momento uma dificuldade enorme em se concentrar e não


tem rendimento em sala de aula.
 A aluna B, apresenta lentidão na aprendizagem, não produz textos e não se expressa
oralmente.

26
A partir dessas observações será preciso fazer algumas recomendações, orientar
os pais e a escola, podendo haver também uma mudança de turma, ou mudança de
escola, forma de posicionar o paciente em sala de aula, a maneira de lidar, seja em casa
ou na escola, reformular as exigências, atribuição de responsabilidade, as indicações de
atendimento a serem feitas, e as revelações de fatos que irão surgindo ao longo do
tempo, favorecendo assim, subsídios pra um bom tratamento psicopedagogico.
Ouvir o aluno, principalmente nas series iniciais, um bom movimento para
conversar e promover a oralidade é fundamental, além de trabalhar com as atitudes, o
falar o saber ouvir, são essências para que o processo de ensino-aprendizagem
transcorra sem maiores problemas.
O importante é oferecer diferentes propostas a cada dia, e o fazer pedagógico
deve ser o mais variado e envolvente possível.
É muito importante fazer referencias a todos os exames complementares solicitados,
para que se possa complementar o diagnostico.

4.5 Da modificação após a intervenção

Diante do trabalho realizado na Escola Municipal Murilo Braga, foi observado


uma ótima organização por parte de toda equipe de professores. O projeto APE, garante
de maneira satisfatória uma considerável evolução aos alunos atendidos. Na sala de aula
foi observado um bom comportamento de cerca de 80% dos alunos, facilitando assim o
trabalho dos professores.
Foram escolhidas duas criança da 3ª serie, por terem certa dificuldade na leitura
e na escrita. Então decidimos trabalhar em cima dessa dificuldade, foi feita Anamnese,
conhecemos de perto a realidade de cada uma delas, em sala de aula trabalhamos com
jogos pedagógicos, com leitura, escrita e a parte lógica. Elas compreenderam os
conceitos básicos da vida, enquadrando-se perfeitamente nos jogos, desenvolvendo
aspectos cognitivos como raciocínio lógico, concentração e outros.
Foi o nosso objetivo auxiliar o aprendente a compreender melhor a leitura e a
escrita, melhorando a sua auto-estima, transportando da dimensão lúdica para o seu
cotidiano, melhorando o seu desenvolvimento afetivo e cognitivo e conseqüentemente o
seu rendimento escolar.

27
Realizada toda a intervenção, detectamos que os alunos passam por uma severa
desestrutura familiar, dificultando assim, o trabalho dos professores e dos projetos
oferecidos pela prefeitura municipal.
Após várias intervenções, foi possível verificar que tão importante quanto
favorecer um tratamento psicopedagógico é também fundamental a importância e os
valores familiares, e estas também em muitos casos serem tratados com terapia, pois o
sucesso de um tratamento depende muito da família em modificar seu comportamento
em relação a seus filhos. Principalmente em relação ao afeto, ao respeito e a imposição
de limites. Porque a família tem um papel importante no desenvolver, é no âmbito
familiar que a criança inicia suas primeiras aprendizagens.
A escola tem o papel o importante papel, devendo proporcionar um ambiente
que trabalhe a auto-estima, o respeito pelas diferenças, a aceitação do erro como
condição normal á aprendizagem. Estimular a curiosidade, ouvir as crianças naquilo que
elas desejam saber e incorporar estes desejos ao currículo, realizar projetos que possam
trazer assuntos para serem incorporados á realidade do aluno, são atitudes que
ajudaram a compreender melhor os temas abordados, fazendo sentindo a sua
aprendizagem.

4.6 Dos encaminhamentos

O encaminhamento por muitas vezes se torna um problema, quando há


necessidade de vários atendimentos. Esta situação, que inclui a possibilidade de
atendimentos simultâneos ou sucessivos, deve ser pensada pelo terapeuta e discutida
com a família, pois levanta varias questões como: a realidade socioeconômica, que
permite só permite um atendimento de cada vez, um bom atendimento psicológico, para
que haja um esforço permanente no sentido do crescimento cognitivo da criança.
Sempre que a criança tiver necessidade desse acompanhamento, uma nova
questão se opõe, pois sempre haverá a necessidade de um encontro com os pais e com o
profissional especializado no qual a criança foi encaminhada, esse encontro deverá
surgir para tentar fazer uma ponte, que talvez possa ser o fator que esteja influenciando
a dificuldade especifica encontrada.

28
A estratégia na seqüência dos encaminhamentos deverá ser cuidadosamente
refletida em função de diversas variáveis. Por exemplo:
 No caso da aluna “A” ( de 08 anos ), foi percebido que além dos problemas
familiares, ela sofre bastante com a falta do pai, apresenta quadros emocionais
graves, oriundos da dinâmica familiar, é indicado nesse cãs, um terapia familiar
um atendimento psicopedagogico, e, finalmente sendo necessária psicoterapia.

 Aluna “B” (de 07 anos) foi encontrado uma situação de muita necessidade
financeira, a aluna demonstra ter um necessidade de carinho muito grande e
percebeu-se um abandono por parte da mãe, indica-se um acompanhamento
familiar e um atendimento psicopedagogico especializado, pois a mesma
também tem uma dificuldade acentuada na leitura e na escrita.

Os problemas escolares muitas vezes criam na família um mal estar no campo


social. Se faz necessário priorizar o atendimento psicopedagogico, que tentará resolver
um ponto de urgência, melhorando as questões relacionadas a esse aspecto.
Tratamento psicopedagogico deverá contribuir de um modo geral, para as mais
rápida superação dos sintomas na escola.

4.7 Da devolutiva

1: Identificação:
Nome:
Data de nascimento: Idade:
Escolaridade:
Instituição:
Responsáveis:
2: Encaminhado por quem?
A escola e a Família
3: Motivo para a procura do atendimento?

29
Investigar causas de impulsividade, e dificuldade de concentra-se,
principalmente em relações as atividades escolares. Identificar prováveis
comportamentos de dispersão na execução das tarefas/rotina escolar... Estimular
potencial de participação e entrosamento nas atividades escolares.
Apresenta dificuldades de leitura e de comportamento.
Período da avaliação:
Inicio:
Termino:
Numero de sessões:

4: Avaliação psicopedagógica (Instrumentos)


 Entrevistas iniciais para coletas de dados junto à família e com aprendente.
Pesquisa da história vital.
 Observação da fluência verbal, assimilação de conteúdos, potencial de analise e
síntese. Provas projetivas
 Prova especifica: Dinâmica e investigação na memória recente e retrograda.
Percepção e orientação espacial.
 Técnicas de leitura silenciosa, oral e de interpretação.

A Devolutiva Psicopedagogica é uma comunicação verbal, feita aos pais e ao


paciente, dos resultados obtidos por meio de uma investigação que se utilizou do
diagnóstico para obter resultados. É um momento que normalmente gera mauita
ansiedade entre todos os envolvidos no processo do diagnóstico, ou seja,
psicopedagogo, família.
A também deverá ser feita com a criança, em uma linguagem compreensível
devolutiva. Muitos pais, após a devolução, podem não compreender bem o problema
por não quererem aceitar, criando uma resistência.
É preciso explicar aos pais a importância de tomar consciência sobre o
diagnóstico e de como podem ajudar. Em muitos casos, poderá haver uma demora na
mudança do comportamento da criança, mas também poderá surgir uma avanço
significativo em pouco tempo, mas esses resultados dependerá da mudança de
comportamento da família, em aceitar ou não o diagnóstico. É necessário que a família
se comprometa com o psicopedagogo, sobre seus sentimentos de frustração e de não
saberem lidar com a situação, se comprometendo assim para um bom resultado.

30
5 CONCLUSÃO

O presente trabalho visa constituir um melhor espaço profissional no campo da


psicopedagogia clinica, como também nas áreas da saúde e educação, pois devido à
psicopedagogia por ser uma área nova de conhecimentos no Brasil, é possível gerar
duvida e algumas resistências.
Uma avaliação psicopedagógico não se trata de “rotular” ou “enquadrar” uma
criança como integrante de grupos problemáticos, e sim de evitar que suas dificuldades
possam impedir ou comprometer sua inserção e desempenho em tarefas cotidianas.
Por mais que exista testes à disposição dos profissionais para avaliação dos
aspectos psicológicos, é necessário, que o profissional tenha consciência de que
diferentes quadros clínicos podem comprometer a avaliação e que diferentes aspectos
devem ser investigados, permitindo assim uma melhor compreensão do funcionamento
da criança.
Nesse sentido é fundamental que o profissional tenha conhecimentos de
psicopatologias e psiquiatria, que permitam um bom diagnóstico com uma menor
probabilidade de erros.
A aprendizagem da leitura e da escrita envolve muitos fatores, entre os quais
estão os biológicos, cognitivos, emocionais, ambientais, socioeconômicos e
pedagógicos. Sendo assim, sua abordagem como um tema de interesse multidisciplinar,
seja nos meios educacionais, de políticas, acadêmicas e clínicos.
Conseqüentemente quando uma criança apresenta problemas de aprendizagem, é
necessária uma ampla investigação para verificar qual ou quais desses fatores estão
interferindo de forma mais determinante.
As experiências vividas pelo educando em desenvolvimento são referidas e
imprimem significado determinante em seu processo de construção pessoal. A
aprendizagem coloca em foco as diferentes dimensões do educando sob uma ótica
integradora do aspecto cognitivo, afetivo, orgânico e social.
O olhar sob esses aspectos, ao mesmo tempo em que relativiza a importância da
escola na aprendizagem, coloca em foco a importância de toda a reunião de fatores
extraclasses que interferem no processo de construção do conhecimento e do papel de
aprendente.

31
O processo de avaliação em diversas especialidades é fundamental, não para se
obter um bom diagnóstico, mas também um diferencial. A partir desses, pode-se realizar
o planejamento preventivo e terapêutico com bases nas habilidades lingüísticas e
cognitivas comprometidas, bem como nas preservativas de forma a amenizar os
problemas escolares.
Cabe ao profissional psicopedagogico, construir o seu referencial sempre em
busca de sua teoria e realizando a pratica, buscando assim espaço, seja na educação, ou
na área da saúde, sempre buscando elaborar, e compartilhar, trocando experiências que
constituirá o corpo teórico da profissão de psicopedagogo.

32
BIBLIOGRAFÍA

BOSSA, Nádia Aparecida. Fracasso escolar: Um olhar psicopedagógico. Porto Alegre:


Artmed, 2002.

CIASCA, Sylvia M. Distúrbios de aprendizagem e transtornos de atenção: algumas


reflexões. Associação Brasileira de Psicopedagogia, 2006.

ESCOTT, Clarice Monteiro. Interfaces entre a psicopedagogia clínica e institucional:


Um olhar e uma escuta na ação preventiva das dificuldades de aprendizagem. Novo
Hamburgo: FEEVALE, 2004.

ESCOTT, Clarice Monteiro; WOLFFENBÜTTEL, Patrícia Pinto; (Org.). A formação


em psicopedagogia nas abordagens clínica e institucional: uma construção teórico-
prática. Novo Hamburgo: FEEVALE, 2001.

FERNANDEZ, Alicia. A inteligência aprisionada: abordagem psicopedagógica clínica


da criança e sua família. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.

OLIVIER, Lou. Distúrbios de aprendizagem e de comportamento. Rio de Janeiro. WAK


Ed. 2006.

PAÍN, S.. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. Porto Alegre:


Artes Médicas, 1992.

PORTO, Olivia. Bases da Psicopedagogia - diagnostico e intervenção nos problemas De


aprendizagem. Rio de Janeiro: WAK ED., 2009.

ROSA, I. P. Psicopedagogia Clinica - modelo de diagnostico: compreensivo das


dificuldades de aprendizagem. São Paulo: PORTO DE IDEIAS, 2009.

SAMPAIO, S.. Dificuldade de Aprendizagem - a psicopedagogia na relação entre


sujeito, família e escola. Rio de Janeiro: WAK EITORA, 2009.

SAMPAIO, S.. Manual Prático de Diagnóstico - Psicopedagógico Clinico. Rio de


Janeiro: WAK EDITORA., 2009.

SENNYEY, A. L.; CAPOVILLA, F. C.; MONTIEL, J. M. Transtornos de


Aprendizagem: Da Avaliação à Reabilitação. Porto Alegre, RS: ARTES MÉDICAS,
2008.

WEISS, Maria Lúcia. Psicopedagogia Clínica: uma visão diagnóstica dos problemas de
aprendizagem escolar. Rio de Janeiro: LAMPARINA, 2008.

WOLFFENBÜTTEL, Patrícia. Psicopedagogia: teoria e prática em discussão. Novo


Hamburgo. RS: FEEVALE, 2005.

33
ANEXO I

FOTOS DE ATIVIDADES DA APE

FIGURA 10

34
ANEXO II

CALENDARIO ESCOLAR 2010

35
ANEXO III

ATIVIDADE INICIAL AVALIATIVA

1ª ) LEIA OS SÍMBOLOS ABAIXOS:

2ª) PINTE AS PALAVRAS QUE CONSEGUIR LER:

36
3ª) LEIA A POESIA E REPRESENTE-A COM DESENHO:

4ª) LEIA AS PALAVRAS E REPRESENTE-AS COM DESENHO:

37
5ª) DITADO DE PALAVRA: (ESCOLHA SEIS PALAVRA DA LEITURA)

_________________________________ _______________________________

_________________________________ _______________________________

_________________________________ _______________________________

38
6ª) OBSERVE AS GRAVURAS ABAIXO E ESCREVA FRASES SOBRE AS
MESMAS:

7ª } VEJA OS DESENHOS ABAIXO, PINTE-OS E ESCREVA OS SEUS NOMES


NO ESPAÇO ABAIXO:

____________________ ________________________ ___________________

39
8ª) CONTE OS ELEMENTOS DOS CONJUNTOS E COLOQUE NAS ETIQUETAS
O NUMERAL CORRESPONDENTE A QUANTIDADES DE ELEMENTOS:

9ª) COMPLETE OS CONJUNTOS PARA QUE FIQUEM COM A QUANTIDADE


DE ELEMENTOS INDICADA NA ETIQUETA:

10ª) COMPLETE A SEQÜÊNCIA DE NUMERAIS:

40
1ª ENTREVISTA DE ANAMNESE DATA: 24 / 02 / 2010

1. DADOS

NOME DA : ESCOLA MUNICIPAL MURILO BRAGA – 3º ANO


ESCOLA
NOME : INGRIT MILLY
IDADE : 08 ANOS SEXO: ( ) MASC. (X) FEM.
ENDEREÇO : RUA 1º DE MAIO, Nº 1691
BAIRRO : MARQUES CIDADE: TERESINA

2. CONCEPÇÃO

NOME E : --------
IDADE PAI
NOME E : YARA SANDRA SANTOS
IDADE MÃE
NUMERO DE : 4 FILHOS – 3 MULHERES E 1 HOMEM
GESTACÕES
NUMERO DE : NENHUM
ABORTOS
PERDA DE : SIM – I FILHO
ALGUM
FILHO

3. GESTAÇÃO

A GRAVIDEZ FOI DESEJADA POR AMBOS? SIM ( ) NÃO ( X )


FEZ TRATAMENTO PRÉ- NATAL? SIM ( ) NÃO ( X )
SOFREU ACIDENTES, QUEDAS? SIM ( X ) NÃO ( )
SOFREU ALGUM TIPO DE CIRURGIA? SIM ( ) NÃO ( X )
QUAL CIRURGIA?
TEVE DOENÇA NA GESTAÇÃO, RUBÉOLA, TOXOPLASMOSE OU SÍFILIS?
SIM ( ) NÃO ( X ) QUAL?
TOMOU ALGUMA MEDICAÇÃO? SIM ( ) NÃO ( ) QUAL?
ENJÔO? SIM ( ) NÃO ( X )
EXPOSIÇÃO A RX? SIM ( X ) NÃO ( )
BEBEU OU FUMOU DURANTE A GESTAÇÃO? SIM ( ) NÃO ( X )
CONDIÇÕES PSICOLÓGICAS DURANTE A GRAVIDEZ?
RESPOSTA: A SRA YARA SANDRA SEMPRE FOI MUITO NERVOSA

41
4. PARTO

TIPO DE PARTO

LOCAL: ( ) CESÁRIA ( X ) NORMAL ( ) OUTROS

HISTÓRICO DO PARTO:

( ) PREMATURO
( ) NASCEU ESBRANQUIÇADO
(X ) CIANÓTICO
( ) INCUBADORA- QUANTO TEMPO

CONDIÇÕES DA CRIANÇA:
CHOROU LOGO AO NASCER? SIM ( ) NÃO ( )
TOMOU ALGUM MEDICAMENTO?
SIM ( ) NÃO ( X ) NÃO SABE INFORMAR ( )
PESO 3 KG COMPRIMENTO NÃO SE LEBRA CM
TEVE ICTERÍCIA? SIM ( ) NÃO ( X )

5. ALIMENTAÇÃO

MAMOU NO SEIO? SIM ( X ) NÃO ( ). POR QUÊ?

SE MAMOU, ATÉ QUANDO? 5 ANOS

COMO SE SENTIA AO AMAMENTAR? TRANQÜILA OU AGITADA?


TRANQUILA

TOMOU MAMADEIRA? ATÉ QUANDO? NÃO GOSTAVA MAMADEIRA

ACEITOU BEM A ALIMENTAÇÃO PASTOSA? SIM ( X ) NÃO ( )

ACEITOU BEM A ALIMENTAÇÃO SÓLIDA? SIM ( X ) NÃO ( )

USA COPO? SIM ( X ) NÃO ( )

ALIMENTAÇÃO ATUAL (TIPO, APETITE, POSIÇÃO, MASTIGAÇÃO):


---

PREFERÊNCIA ALIMENTAR?
ACEITA TODO OS ALIMENTOS OFERECIDAS

42
6. DOENÇAS DA INFÂNCIA

( ) SARAMPO
( ) CATAPORA
( ) CAXUMBA
( ) RUBÉOLA
( ) COQUELUCHE
( ) MENINGITE
( ) DESIDRATAÇÃO GRAVE
( ) COMPLICAÇÃO COM ALGUMA VACINA. QUAL? IDADE:
( ) OTITE:
( ) ADENÓIDES
( ) AMIGDALITES
( ) ALERGIAS
( ) ACIDENTES:
( ) CONVULSÕES? IDADE:
( X ) FEBRE ( ) FREQÜENTE ( X ) CONTROLADA
( ) INTERNAÇÕES: QUANTO TEMPO FICOU INTERNADO?
( ) CIRURGIAS TIPO: IDADE:
( ) QUEDAS OU TRAUMATISMOS? COMO, TIPO, QUANDO:

7. SONO

( X ) TRANQÜILO
( ) AGITADO. QUANDO? QUE FREQÜÊNCIA?
( ) RANGE OS DENTES
( ) TERROR NOTURNO
( ) SONAMBULISMO
( ) SONILOQUISMO (FALA DURANTE O SONO)
( ) DORME DE BOCA ABERTA
( ) ENURESE
( ) DORME SOZINHO
( X ) DORME COM ALGUÉM. COM QUEM? RESP.: COM UM DOS IRMÃOS
( ) HÁBITOS ESPECIAIS (PRESENÇA DE ALGUÉM, CHUPETA, BRINQUEDOS,
EMBALO, CHUPA DEDO ETC.)

ATÉ QUANDO DORMIU NO QUARTO COM OS PAIS? ATE OS 2 ANOS

QUAL A ATITUDE PARA SEPARA-LOS?

43
8. DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR

COM QUE IDADE SUSTENTOU A CABEÇA? 04 MESES


COM QUE IDADE SENTOU-SE? 05 MESES
COM QUE IDADE ENGATINHOU 06 MESES
FORMA DE ENGATINHAR: 08 MESES
COM QUE IDADE COMEÇOU A ANDAR? 01 ANO
CAÍA MUITO? NÃO
DEIXA AS COISAS CAIR? NÃO
ESBARRA NOS OUTROS CONSTANTEMENTE? NÃO
DOMINÂNCIA MANUAL: SIM
ACREDITA QUE APRESENTA ALGUMA DIFICULDADE MOTORA? QUAL?
RESP.: TEM COMPLETA DOMINÂNCIA

9. CONTROLE DE ESFÍNCTERES

CONTROLE VESICAL (BEXIGA)? SIM

CONTROLE ANAL (FEZES)? SIM

FOI DIFÍCIL, TRANQÜILO, HOUVE ALGUMA PRESSÃO FAMILIAR? NÃO

10. DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM

BALBUCIOS?
QUANDO COMEÇOU A FALAR? 04 MESES
DEMOROU A FALAR? NÃO

CASO AFIRNATIVO, COMO OS PAIS REAGIRAM?


RESP: REAGIRAM A OUVIR AS PRIMEIRAS PALAVRAS

APRESENTOU ALGUM PROBLEMA DE FALA? NÃO

QUAIS PROBLEMAS? NENHUM

COMPREENDE ORDENS? SIM

PRESENÇA DE BILINGÜISMO EM CASA? NENHUM

COMO A CRIANÇA SE COMUNICA? FALANDO

APRESENTA SALIVAÇÃO NO CANTO DA BOCA? NÃO

44
11. ESCOLARIDADE

COM QUE IDADE ENTROU NA ESCOLA? 03 ANOS


ADAPTOU-SE BEM? SIM ( ) NÃO ( X ). OBS:
MÉTODO DE ALFABETIZAÇÃO: NÃO SABE
MUDOU-SE DE ESCOLA? QUAIS? QUE SÉRIE E COM QUE IDADE?
ESCOLA ATUAL: ESCOLA MUNICIPAL MURILO BRAGA
LOCAL: RUA COELHO DE RESENDO Nº 1649
MÉTODO DE ALFABETIZAÇÃO DA ESCOLA ATUAL:
ANO E TURNO: 3º E TARDE
PROFESSORA ATUAL: MARIA DE LOURDES
COORDENADORA: NÃO SE LEMBRA ORDENADORA NÃO SE LEMBRA
FAZ TAREFAS SOZINHO? NÃO
COM QUEM FAZ AS ATIVIDADES? TIA
JÁ FOI REPROVADO? NÃO QUANDO? A TIA
CITE ALGUNS FATOS IMPORTANTES ACONTECIDOS NA VIDA ESCOLAR DE
SEU FILHO.
QUAIS QUEIXAS MAIS FREQÜENTES?
TEM DIFICULDADES PARA:
( X ) LER
( X ) ESCREVER
( ) COORDENAÇÃO MOTORA
( ) CONTAR
( ) CALCULAR
( ) ESQUECE O QUE APRENDE
( ) TROCA AS LETRAS NA ESCRITA OU NA LEITURA
( ) LETRA ILEGÍVEL
( ) ATENÇÃO
( X ) CONCENTRAÇÃO

12. CONHECIMENTO

CONHECE?
( X ) CORES
( X ) NÚMEROS
( ) DINHEIRO
( ) LETRAS
( ) SABE OS MESES DO ANO?
( X ) SABE OS DIAS DA SEMANA?
SABE RECORTAR?
APRESENTA TIQUES?

COMO PEGA O LÁPIS? TEM BOA COORDENAÇÃO MOTORA

ESCREVE MUITO FORTE OU MUITO FRACO? NORMAL

OUTRAS QUESTÕES:

45
13. COMPORTAMENTO

HUMOR HABITUAL: MUITO AGRESSIVA

PREFERE FICAR SOZINHO OU EM GRUPOS? EM GRUPO

ESTRANHA MUDANÇAS DE AMBIENTE? NÃO


ADAPTA-SE FACILMENTE AO MEIO? SIM
TEM HORÁRIOS?

É LÍDER? NÃO
ACEITA BEM AS ORDENS? DIFICULDADES EM OBDECER A MÃE

PRATICA ESPORTES? NÃO

APRESENTA AGRESSIVIDADE, APATIA OU TEIMOSIA? TEIMOSA

PERCEBE QUANDO MUDA ALGUMA COISA EM CASA OU QUANDO HÁ UM

OBJETO NOVO? PERCEBE LOGO QUE HOUVE MUDANÇA

TEM ALGUM MEDO? SIM ( X ) NÃO ( )


DE QUE? DA NOITE

QUAIS AS BRINCADEIRAS E OS BRINQUEDOS PREFERIDOS? BONECAS

QUEM CUIDAVA DA CRIANÇA ATÉ OS TRÊS ANOS? E POSTERIORMENTE?


RESPOSTA: AS TIAS MATERNAS

COMO A CRIANÇA SE COMPORTA: AGRESSIVA

SOZINHA:
EM FAMÍLIA:
COM OUTRAS PESSOAS:

COM QUEM ELA MAIS GOSTA DE FICAR? COM AS TIAS

EM QUE MOMENTO, A CRIANÇA ENCONTRA A FAMÍLIA?


MANHÃ ( ) TARDE ( ) NOITE ( X ) HORÁRIO DAS REFEIÇÕES ( ) FINAIS
DE SEMANA ( )

QUE TIPO DE PERDAS A CRIANÇA JÁ ENFRENTOU? (SEPARAÇÃO,


FALECIMENTO, OUTROS) EM QUE IDADE?
RESPOSTA: SEPARAÇÃO DOS PAIS

JÁ HOUVE CONFLITOS FAMILIARES? A CRIANÇA JÁ PRESENCIOU ESTES


CONFLITOS?
RESPOSTA: SIM, A CRIANÇA NÃO ACEITA A AUSÊNCIA DO PAI

46
14. SEXUALIDADE

CURIOSIDADE SEXUAL? SIM ( ) NÃO ( X ). INICIO:

TIPO DE PERGUNTA: NÃO FAZ PERGUNTAS

FASE DE MASTURBAÇÃO? SIM ( ) NÃO ( X ). INICIO:

ATITUDE DA FAMÍLIA: NENHUMA, A CRIANÇA NÃO APRESENTA INDÍCIOS

15. INDEPENDÊNCIA

VESTIR: SIM ( X ) NÃO ( )

ABOTOAR: SIM ( X ) NÃO ( )

FECHAR: SIM ( X ) NÃO ( )

AMARRAR CADARÇOS: SIM ( X ) NÃO ( )

BANHO: SIM ( X ) NÃO ( )

ESCOVAR OS DENTES: SIM ( X ) NÃO ( )

PENTEAR: SIM ( X ) NÃO ( )

COMER: SIM ( X ) NÃO ( )

CALÇAR: SIM ( X ) NÃO ( )

LAÇAR: SIM ( X ) NÃO ( )

16. VISÃO

ALGUM PROBLEMA? SIM ( ) NÃO ( X )

USA ÓCULOS? SIM ( ) NÃO ( X ). DESDE QUANDO?

CIRURGIA? SIM ( ) NÃO ( X ).

QUAL CIRURGIA? RESPOSTA: NENHUMA

47
17. AUDIÇÃO

NORMAL? SIM ( X ) NÃO ( )

PARECE NÃO OUVIR QUANDO É CHAMADO? --

JÁ FEZ AUDIOMETRIA? NÃO

OBS: NENHUMA

18. HÁBITOS (RESPONDA EM RELAÇÃO À CRIANÇA ENTREVISTADA)

RÓI UNHA? NÃO

TEM TIQUES NERVOSOS? NÃO

ALGUMA MANIA REPETITIVA? (TOC- TRANSTORNO OBSESSIVO


COMPULSO)? NÃO

TEM MOVIMENTOS RÍTMICOS? SIM

CHUPA DEDO OU BICO? NÃO

TEM OU TINHA ALGUM CHEIRINHO, OBJETOS QUE SE VINCULA AO


DORMIR, VIAJAR OU LEVAR PARA A ESCOLA? NÃO

OUTROS: ---

19. RELACIONAMENTO
(RESPONDA EM RELAÇÃO A CRIANÇA ENTREVISTADA)

RELACIONA-SE COM OUTRAS CRIANÇAS E PESSOAS? RESP: SOMENTE NA


ESCOLA E NA FAMÍLIA

TEM AMIGOS? COMO É A RELAÇÃO (AMIGOS PASSAGEIROS, AMIGOS POR


LONGO TEMPO)? RESPOSTA: É AGRESSIVA COM OS PERENTES

COMO É A RELAÇÃO COM O PROFESSOR E COLEGAS DE CLASSE?

COMO É A RELAÇÃO COM OS PAIS? RESP: DIZ AS VEZES NÃO GOSTA DA


MÃE

COMO É A RELAÇÃO COM OS IRMÃOS? RESP: AS VEZES BRIGA MUITO

COMPORTAMENTO EMOCIONAL? RESPOSTA: AS VEZES TRANQUILA

COMO É O AMBIENTE FAMILIAR? RESP.: AS VEZES ACONTECEM BRIGAS

48
20. OUTROS
(RESPONDA EM RELAÇÃO A CRIANÇA ENTREVISTADA)

COMO A FAMÍLIA VÊ O PROBLEMA? A MÃE NÃO SABE LER, E NÃO AJUDA


A FILHA.

COMO O CASAL AGE EM FUNÇÃO DA CRIANÇA? MÃE SEPARADA E MAL


VÊ A CRIANÇA.

COMO OS PAIS SE VÊEM: PERMISSIVOS, AUTORITÁRIOS, EQUILIBRADOS?


RESP.: NADA A DECLARAR

COMO OS LIMITES SÃO COLOCADOS PARA A CRIANÇA EM SEU


COTIDIANO? RESP.: NÃO HÁ MUITO LIMITES, POIS A CRIANÇA PASSA
MUITO TEMPO SEM A PRESENÇA DA MÃE.

21. INFORMAÇOES GERAIS FAMILIARES

SITUAÇÃO ECONÔMICA: RESPOSTA R$ 510,00

SITUAÇÃO CULTURAL:

LIVROS? SIM ( X ) NÃO ( ). FREQÜÊNCIA?

CINEMA? SIM ( ) NÃO ( X ). FREQÜÊNCIA?

TEATRO? SIM ( ) NÃO ( X ). FREQÜÊNCIA?

ARTES? SIM ( ) NÃO ( X ). FREQÜÊNCIA?

ESTIMULO CULTURAL? PRESENTE ( ) AUSENTE ( X ). QUAIS?

HÁBITOS DE LAZER? RESP.: A CRIANÇA NÃO TEM O HÁBITO DE PASSEAR

CONSTÂNCIA DE DIÁLOGOS? NÃO

FAZEM AS REFEIÇÕES JUNTOS? QUAIS? NÃO

49
ALGUM VÍCIO NA FAMÍLIA: DROGAS, ALCOOLISMO? RESP: ALCOOLISMO

QUE TIPO DE PUNIÇÃO?( SERMÃO, CASTIGO CORPORAL, CASTIGO


RETIRANDO ALGO..)
RESPOSTA: CASTIGO CORPORAL

ANÁLISE DA ENTREVISTA

ENCAMINHAMENTO PARA SETORES OU SOLICITAÇÕES DE EXAME

50
2ª ENTREVISTA DE ANAMNESE DATA: 24 / 02 / 2010

1. DADOS

NOME DA : ESCOLA MUNICIPAL MURILO BRAGA – 3º ANO


ESCOLA
NOME : BRENNA ANDRESSA
IDADE : 8 ANOS SEXO: ( ) MASC. (X) FEM.
ENDEREÇO : RUA COELHO DE RESENDE Nº 1602
BAIRRO : MARQUES CIDADE: TERESINA

2. CONCEPÇÃO

NOME E : ADIMAEL BASÍLIO DA ROCHA


IDADE PAI
NOME E : ANTÔNIA MARIA GOMES DE SOUSA
IDADE MÃE
NUMERO DE : 05FILHOS – 03 MULHERES E 2 HOMENS
GESTACÕES
NUMERO DE : NÃO
ABORTOS
PERDA DE : NÃO
ALGUM
FILHO

3. GESTAÇÃO

A GRAVIDEZ FOI DESEJADA POR AMBOS? SIM ( X ) NÃO ( )


FEZ TRATAMENTO PRÉ- NATAL? SIM ( X ) NÃO ( )
SOFREU ACIDENTES, QUEDAS? SIM ( ) NÃO ( X )
SOFREU ALGUM TIPO DE CIRURGIA? SIM ( ) NÃO ( X )
QUAL CIRURGIA? ---
TEVE DOENÇA NA GESTAÇÃO, RUBÉOLA, TOXOPLASMOSE OU SÍFILIS?
SIM ( ) NÃO ( X ) QUAL?
TOMOU ALGUMA MEDICAÇÃO? SIM ( X ) NÃO ( ) QUAL?
ENJÔO? SIM ( ) NÃO ( X )
EXPOSIÇÃO A RX? SIM ( ) NÃO ( X )
BEBEU OU FUMOU DURANTE A GESTAÇÃO? SIM ( ) NÃO ( X )
CONDIÇÕES PSICOLÓGICAS DURANTE A GRAVIDEZ?
RESPOSTA: BEM SAUDÁVEL, MUITO TRANQUILA

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4. PARTO

TIPO DE PARTO

LOCAL: ( ) CESÁRIA ( X ) NORMAL ( ) OUTROS

HISTÓRICO DO PARTO:

( ) PREMATURO
( ) NASCEU ESBRANQUIÇADO
( X ) CIANÓTICO
( ) INCUBADORA- QUANTO TEMPO

CONDIÇÕES DA CRIANÇA:
CHOROU LOGO AO NASCER? SIM ( X ) NÃO ( )
TOMOU ALGUM MEDICAMENTO?
SIM ( X ) NÃO ( ) NÃO SABE INFORMAR ( )
PESO 2,780 KG COMPRIMENTO 46 CM
TEVE ICTERÍCIA? SIM ( ) NÃO ( X )

5. ALIMENTAÇÃO

MAMOU NO SEIO? SIM ( X ) NÃO ( ). POR QUÊ?

SE MAMOU, ATÉ QUANDO? ATÉ 04 ANOS

COMO SE SENTIA AO AMAMENTAR? TRANQÜILA? AGITADA? TRANQUILA

TOMOU MAMADEIRA? ATÉ QUANDO? RESP: NUNCA GOSTOU MAMADEIRA

ACEITOU BEM A ALIMENTAÇÃO PASTOSA? SIM ( X ) NÃO ( )

ACEITOU BEM A ALIMENTAÇÃO SÓLIDA? SIM ( X ) NÃO ( )

USA COPO? SIM ( X ) NÃO ( )

ALIMENTAÇÃO ATUAL (TIPO, APETITE, POSIÇÃO, MASTIGAÇÃO):


RESPOSTA: COME BEM

PREFERÊNCIA ALIMENTAR? ACEITA BEM TODOS TIPOS DE ALIMENTAÇÃO

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6. DOENÇAS DA INFÂNCIA

( ) SARAMPO
( ) CATAPORA
( ) CAXUMBA
( ) RUBÉOLA
( ) COQUELUCHE
( ) MENINGITE
( ) DESIDRATAÇÃO GRAVE
( ) COMPLICAÇÃO COM ALGUMA VACINA. QUAL? IDADE:
( ) OTITE:
( ) ADENÓIDES
( ) AMIGDALITES
( ) ALERGIAS
( ) ACIDENTES:
( ) CONVULSÕES? IDADE:
( X ) FEBRE ( ) FREQÜENTE ( X ) CONTROLADA
( ) INTERNAÇÕES: QUANTO TEMPO FICOU INTERNADO?
( ) CIRURGIAS TIPO: IDADE:
( ) QUEDAS OU TRAUMATISMOS? COMO, TIPO, QUANDO:

7. SONO

( X ) TRANQÜILO
( ) AGITADO. QUANDO? QUE FREQÜÊNCIA?
( ) RANGE OS DENTES
( ) TERROR NOTURNO
( ) SONAMBULISMO
( ) SONILOQUISMO (FALA DURANTE O SONO)
( ) DORME DE BOCA ABERTA
( ) ENURESE
( ) DORME SOZINHO
( X ) DORME COM ALGUÉM. COM QUEM?
( ) HÁBITOS ESPECIAIS (PRESENÇA DE ALGUÉM, CHUPETA, BRINQUEDOS,
EMBALO, CHUPA DEDO ETC.)

ATÉ QUANDO DORMIU NO QUARTO COM OS PAIS?


RESPOSTA: AINDA DOME COM A MÃE POR NÃO TER ESPAÇO EM CASA

QUAL A ATITUDE PARA SEPARA-LOS?


RESPOSTA: OS IRMÃOS DORMEM JUNTOS.

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8. DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR

COM QUE IDADE SUSTENTOU A CABEÇA? RESPOSTA: 03 MESES


COM QUE IDADE SENTOU-SE? (0 A 6) RESPOSTA: 05 MESES
COM QUE IDADE ENGATINHOU RESPOSTA: 10 MESES
FORMA DE ENGATINHAR:
COM QUE IDADE COMEÇOU A ANDAR? RESPOSTA: 11 MESES
CAÍA MUITO? NÃO
DEIXA AS COISAS CAIR? NÃO
ESBARRA NOS OUTROS CONSTANTEMENTE? NÃO
DOMINÂNCIA MANUAL: RESP.; GOSTA DE BATER NOS IRMÃOS.
ACREDITA QUE APRESENTA ALGUMA DIFICULDADE MOTORA? QUAL?
RESPOSTA: NÃO APRESENTA

9. CONTROLE DE ESFÍNCTERES

CONTROLE VESICAL (BEXIGA)?

CONTROLE ANAL (FEZES)?

FOI DIFÍCIL, TRANQÜILO, HOUVE ALGUMA PRESSÃO FAMILIAR?

( RESPOSTA: A CRIANÇA TEM UM EXCELENTE CONTROLE DAS SUAS


NECESSIDADES)

10. DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM

BALBUCIOS? RESP.: 06 MESES


QUANDO COMEÇOU A FALAR? RESP.: 10 MESES
DEMOROU A FALAR? RESP.: NÃO

CASO AFIRNATIVO, COMO OS PAIS REAGIRAM? ---

APRESENTOU ALGUM PROBLEMA DE FALA? RESP.: A CRIANÇA FALOU


RÁPIDO AS PRIMEIRAS PALAVRAS

QUAIS PROBLEMAS?

COMPREENDE ORDENS? RESPOSTA: NÃO ACEITA ORDENS DE MANEIRA


NENHUMA

PRESENÇA DE BILINGÜISMO EM CASA? ---


COMO A CRIANÇA SE COMUNICA? RESP.: FALA MUITO ALTO, NÃO TEM
LIMITES

APRESENTA SALIVAÇÃO NO CANTO DA BOCA? RESPOSTA: NÃO

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11. ESCOLARIDADE

COM QUE IDADE ENTROU NA ESCOLA? RESPOSTA: 2 ANOS E MEIO


ADAPTOU-SE BEM? SIM ( X ) NÃO ( ). OBS:
MÉTODO DE ALFABETIZAÇÃO:
MUDOU-SE DE ESCOLA? QUAIS? QUE SÉRIE E COM QUE IDADE?
ESCOLA ATUAL: E MUNICIPAL MURILO BRAGA
LOCAL: RUA COELHO DE RESENDO Nº 1649
MÉTODO DE ALFABETIZAÇÃO DA ESCOLA ATUAL:
SÉRIE E TURNO: 3º ANO - TARDE
PROFESSORA ATUAL: ANA LUCIA
COORDENADORA: ORIENTADORA:
FAZ TAREFAS SOZINHO? RESP.: NÃO
COM QUEM FAZ AS ATIVIDADES? RESP.: IRMÃOS E TIAS
JÁ FOI REPROVADO? NÃO QUANDO? ---
CITE ALGUNS FATOS IMPORTANTES ACONTECIDOS NA VIDA ESCOLAR DE
SEU FILHO.
QUAIS QUEIXAS MAIS FREQÜENTES? RESP.: NÃO OBDECE A PROFESSORA
TEM DIFICULDADES PARA:
( X ) LER
( X ) ESCREVER
( ) COORDENAÇÃO MOTORA
( ) CONTAR
( X ) CALCULAR
( ) ESQUECE O QUE APRENDE
( ) TROCA AS LETRAS NA ESCRITA OU NA LEITURA
( ) LETRA ILEGÍVEL
( ) ATENÇÃO
( ) CONCENTRAÇÃO

12. CONHECIMENTO

CONHECE?
( X ) CORES
( ) NÚMEROS
( ) DINHEIRO
( X ) LETRAS
( ) SABE OS MESES DO ANO?
( ) SABE OS DIAS DA SEMANA?

SABE RECORTAR?
APRESENTA TIQUES?
COMO PEGA O LÁPIS?

ESCREVE MUITO FORTE OU MUITO FRACO? RESP.: ESCREVE NORMAL

OUTRAS QUESTÕES: RESP.: DICULDADES DE ACEITAR A SEPARAÇÃO DO


PAIS.

55
13. COMPORTAMENTO

HUMOR HABITUAL: RESP.: GOSTA DE BRINCAR MAIS GOSTA DE SER A


LÍDER.

PREFERE FICAR SOZINHO OU EM GRUPOS? ADORA GRUPOS DE RODINHA

ESTRANHA MUDANÇAS DE AMBIENTE? NÃO


ADAPTA-SE FACILMENTE AO MEIO? SIM
TEM HORÁRIOS?

É LÍDER? SIM
ACEITA BEM AS ORDENS? DESTESTA ACEITAR ORDENS

PRATICA ESPORTES? VÁRIAS BRINCADEIRINHA DE RODA

APRESENTA AGRESSIVIDADE, APATIA OU TEIMOSIA? AGRESSIVIDADE

PERCEBE QUANDO MUDA ALGUMA COISA EM CASA OU QUANDO HÁ UM

OBJETO NOVO? RESP.: SIM, A CRIANÇA ESTA SEMPRE ATENTA A TUDO

TEM ALGUM MEDO? SIM ( ) NÃO ( X )

DE QUE?

QUAIS AS BRINCADEIRAS E OS BRINQUEDOS PREFERIDOS?


RESP.: BONECAS E JOGOS

QUEM CUIDAVA DA CRIANÇA ATÉ OS TRÊS ANOS? E POSTERIORMENTE?


RESPOSTA: A MÃE

COMO A CRIANÇA SE COMPORTA:

SOZINHA:
EM FAMÍLIA:
COM OUTRAS PESSOAS:

COM QUEM ELA MAIS GOSTA DE FICAR? RESPOSTA: AVÓ

EM QUE MOMENTO, A CRIANÇA ENCONTRA A FAMÍLIA?


MANHÃ ( ) TARDE ( ) NOITE ( X ) HORÁRIO DAS REFEIÇÕES ( ) FINAIS
DE SEMANA ( )

QUE TIPO DE PERDAS A CRIANÇA JÁ ENFRENTOU? (SEPARAÇÃO,


FALECIMENTO, OUTROS) EM QUE IDADE? RESP.: SEPARAÇÃO DOS PAIS

JÁ HOUVE CONFLITOS FAMILIARES? A CRIANÇA JÁ PRESENCIOU ESTES


CONFLITOS? RESP.: SIM, PRESENCIOU MUITAS BRIGAS DO PAIS.

56
14. SEXUALIDADE

CURIOSIDADE SEXUAL? SIM ( ) NÃO ( X ). INICIO:

TIPO DE PERGUNTA:

FASE DE MASTURBAÇÃO? SIM ( ) NÃO ( X ). INICIO:

ATITUDE DA FAMÍLIA:

15. INDEPENDÊNCIA

VESTIR: SIM ( X ) NÃO ( )

ABOTOAR: SIM ( X ) NÃO ( )

FECHAR: SIM ( X ) NÃO ( )

AMARRAR CADARÇOS: SIM ( X ) NÃO ( )

BANHO: SIM ( X ) NÃO ( )

ESCOVAR OS DENTES: SIM ( X ) NÃO ( )

PENTEAR: SIM ( X ) NÃO ( )

COMER: SIM ( X ) NÃO ( )

CALÇAR: SIM ( X ) NÃO ( )

LAÇAR: SIM ( X ) NÃO ( )

16. VISÃO

ALGUM PROBLEMA? SIM ( ) NÃO ( X )

USA ÓCULOS? SIM ( ) NÃO ( X ). DESDE QUANDO?

CIRURGIA? SIM ( ) NÃO ( X ).

QUAL CIRURGIA? ---

57
17. AUDIÇÃO

NORMAL? SIM ( X ) NÃO ( )

PARECE NÃO OUVIR QUANDO É CHAMADO?

JÁ FEZ AUDIOMETRIA? SIM

OBS:

18. HÁBITOS (RESPONDA EM RELAÇÃO A CRIANÇA ENTREVISTADA)

RÓI UNHA? NÃO

TEM TIQUES NERVOSOS? NÃO

ALGUMA MANIA REPETITIVA? (TOC- TRANSTORNO OBSESSIVO


COMPULSO)? NÃO

TEM MOVIMENTOS RÍTMICOS? SIM

CHUPA DEDO OU BICO? NÃO

TEM OU TINHA ALGUM CHEIRINHO, OBJETOS QUE SE VINCULA AO


DORMIR, VIAJAR OU LEVAR PARA A ESCOLA? NÃO

OUTROS:

19. RELACIONAMENTO
(RESPONDA EM RELAÇÃO A CRIANÇA ENTREVISTADA)

RELACIONA-SE COM OUTRAS CRIANÇAS E PESSOAS? RESP.: SIM, AS


VEZES, MAS SEMPRE QUERENDO MANDAR

TEM AMIGOS? COMO É A RELAÇÃO (AMIGOS PASSAGEIROS, AMIGOS POR


LONGO TEMPO)? RESP.: FAMÍLIA E ESCOLA

COMO É A RELAÇÃO COM O PROFESSOR E COLEGAS DE CLASSE?

COMO É A RELAÇÃO COM OS PAIS? RESP.: BOA

COMO É A RELAÇÃO COM OS IRMÃOS? RESP.: BOA

COMPORTAMENTO EMOCIONAL? RESPOSTA: CHORA MUITO

COMO É O AMBIENTE FAMILIAR? RESPOSTA: MUITAS BRIGAS

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20. OUTROS
(RESPONDA EM RELAÇÃO A CRIANÇA ENTREVISTADA)

COMO A FAMÍLIA VÊ O PROBLEMA? RESPOSTA: A CRIANÇA GOSTA


MUITO DO PAI, MAS NÃO O VE COM MUITA FREQUENCIA.

COMO O CASAL AGE EM FUNÇÃO DA CRIANÇA? RESP.: A CRIANÇA


CHORA MUITO QUANDO ESTUDA, MAS NÃO CONHEÇE AS LETRAS

COMO OS PAIS SE VÊEM: PERMISSIVOS, AUTORITÁRIOS, EQUILIBRADOS?


RESPOSTA: A MÃE DIZ QUE NÃO AGUSTA MAIS A SUA FILHA

COMO OS LIMITES SÃO COLOCADOS PARA A CRIANÇA EM SEU


COTIDIANO?
RESPOSTA: SEM CASTIGOS CORPORAIS, MAS NÃO COMPRRENDE E FAZ
TUDO NOVEMENTE.

21. INFORMAÇOES GERAIS FAMILIARES

SITUAÇÃO ECONÔMICA: R$ 600 REAIS MENSAIS

SITUAÇÃO CULTURAL: RESP.: A MÃE ESTÁ TERMINANDO O ENSINO


FUNDMENTAL

LIVROS: SIM ( ) NÃO ( X ). FREQÜÊNCIA?

CINEMA: SIM ( ) NÃO ( X ). FREQÜÊNCIA?

TEATRO: SIM ( ) NÃO ( X ). FREQÜÊNCIA?

ARTES: SIM ( X ) NÃO ( ). FREQÜÊNCIA?

ESTIMULO CULTURAL? PRESENTE ( X ) AUSENTE ( ). QUAIS?

HÁBITOS DE LAZER? RESPOSTA: A MÃE LEVA E PEGA A FILHA NA


ESCOLA, NÃO TEM LAZER.

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CONSTÂNCIA DE DIÁLOGOS? RESPOSTA; A TIA TEM O HABITO DE
CONVERSAR COM TODOS OS IRMÃOS

FAZEM AS REFEIÇÕES JUNTOS? QUAIS? RESPOSTA: NÃO, A MÃE


TRABALHA FORA TODO O DIA.

ALGUM VÍCIO NA FAMÍLIA: DROGAS, ALCOOLISMO?


RESP.: O PAI SEMPRE USOU BEBIDA ALCOOLICA

QUE TIPO DE PUNIÇÃO?( SERMÃO, CASTIGO CORPORAL, CASTIGO


RETIRANDO ALGO..)
RESPOSTA: CASTIGO CORPORAL.

ANÁLISE DA ENTREVISTA

ENCAMINHAMENTO PARA SETORES OU SOLICITAÇÕES DE EXAME

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