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MMaannooeell PPaaiivvaa

MMAATTEEMMÁÁTTIICCAA CCoonncceeiittooss,, lliinngguuaaggeemm ee aapplliiccaaççõõeess VVoolluummee 11

OOrriieennttaaççããoo mmeettooddoollóóggiiccaa ee rreessoolluuççããoo ddee EExxeerrccíícciiooss CCoommpplleemmeennttaarreess

UUnniiddaaddee IIIIII

GGeeoommeettrriiaa ppllaannaa:: aapplliiccaaççõõeess ddee sseemmeellhhaannççaa ee áárreeaass

a p p l l i i c c a a ç ç õ õ e

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

CCaappiittuulloo 1100

Volume 1

RReellaaççõõeessmmééttrriiccaassnnoottrriiâânngguulloorreettâânngguulloo

Orientações metodológicas

IInnffoorrmmaaççõõeess ttééccnniiccaass

Algumas atividades exigem construções com régua e compasso.

OObbjjeettiivvooss

Ao final deste capítulo, o aluno deve estar preparado para:

deduzir as relações métricas no triângulo retângulo e aplicá-las na resolução de problemas;

calcular a medida da diagonal de um quadrado em função da medida de um lado;

calcular a medida da altura de um triângulo eqüilátero em função da medida de um lado;

a partir de uma composição de figuras em um triângulo retângulo isósceles,identificar a

hipotenusa com a diagonal de um quadrado (exercício A.10 das atividades e exercício

complementar C.17);

a partir de uma composição de figuras em um triângulo retângulo com um ângulo interno de

60°, identificar o cateto maior com a altura de um triângulo eqüilátero (exercício A.11 das

atividades e exercício complementar C.18).

SSuuggeessttõõeess ppaarraa oo ddeesseennvvoollvviimmeennttoo ddoo ccaappííttuulloo

1. Uma experiência que pode ajudar a visualização dos triângulos semelhantes determinados pela

altura relativa à hipotenusa de um triângulo retângulo é a seguinte:

112

triângulos semelhantes determinados pela altura relativa à hipotenusa de um triângulo retângulo é a seguinte: 112

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

“O professor recorta um triângulo retângulo em cartolina e desenha na lousa o contorno

desse triângulo. A seguir, recorta o triângulo ao longo da altura relativa à hipotenusa e,

sobrepondo ângulos, mostra que os dois triângulos são semelhantes entre si e que cada

um deles é semelhante ao triângulo desenhado na lousa. Logo, ao traçar a altura relativa à

hipotenusa, identificamos três triângulos semelhantes entre si.”

identificamos três triângulos semelhantes entre si.” Essa experiência facilita o entendimento da demonstração

Essa experiência facilita o entendimento da demonstração das relações métricas.

2. Após a demonstração do teorema de Pitágoras, mostrar o seu significado geométrico. A soma

das áreas dos quadrados construídos sobre os catetos é igual à área do quadrado construído

sobre a hipotenusa, por exemplo:

os catetos é igual à área do quadrado construído sobre a hipotenusa, por exemplo: Refazer o

Refazer o exercício resolvido.

113

os catetos é igual à área do quadrado construído sobre a hipotenusa, por exemplo: Refazer o

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

Uma curiosidade que chama a atenção dos alunos é a seguinte generalização:

“Construindo-se figuras semelhantes sobre os lados de um triângulo retângulo, a soma

das áreas das figuras sobre os catetos é igual à área da figura sobre a hipotenusa.”

Exemplos

a) Triângulos eqüiláteros construídos sobre os lados de um triângulo retângulo:

construídos s obre os lados de um triângulo retângulo: Área A + Área B = Área

Área A + Área B = Área C

b) Semicírculos construídos sobre os lados de um triângulo retângulo:

construídos sobre os lados de um triângulo retângulo: Área A + Área B = Área C

Área A + Área B = Área C

3. Apresentar o cálculo da medida da diagonal de um quadrado em função da medida de um lado

e o cálculo da medida da altura de um triângulo eqüilátero em função da medida de um lado,

enfatizando a importância dos valores obtidos.

4. Após os cálculos do item anterior, destacar a importância de dois triângulos retângulos em

especial: o triângulo retângulo isósceles e o triângulo retângulo que possui um ângulo interno

de 60°. Enfatizar que:

o triângulo retângulo isósceles é metade de um quadrado cuja diagonal é a hipotenusa do

triângulo:

114

que: • o triângulo retângulo isósceles é metade de um quadrado cuja diagonal é a hipotenusa

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

III Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas • o triângulo retângulo que possui um ângulo

o triângulo retângulo que possui um ângulo interno de 60° é metade de um triângulo

eqüilátero cuja altura é o maior cateto do triângulo retângulo:

cuja altura é o maio r cateto do triângulo retângulo: E E x x e e

EExxeerrccíícciiooss bbáássiiccooss

Dentre os exercícios complementares, alguns são considerados básicos, isto é, servem de ponte

para os que exigem maior desembaraço e criatividade. Neste capítulo, são básicos os exercícios de

números: C.1, C.2, C.3, C.4, C.9, C.14, C.16, C.17 e C.18.

Só para o professor

OOuuttrraass ddeemmoonnssttrraaççõõeess ddoo tteeoorreemmaa ddee PPiittáággoorraass

Considere quatro triângulos retângulos congruentes entre si:

quatro triângulos retângulos congruentes entre si: Demonstração 1. Dispondo os triângulos conforme a figura

Demonstração 1. Dispondo os triângulos conforme a figura a seguir, temos:

1. Dispondo os triângulos conforme a figura a seguir, temos: a 2 = 4 ⋅ b

a 2 = 4

bc

2

+ (c – b) 2

115

1. Dispondo os triângulos conforme a figura a seguir, temos: a 2 = 4 ⋅ b

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

a 2 = 2bc + c 2 – 2bc + b 2

e, portanto, a 2 = c 2 + b 2

Demonstração 2. Dispondo os triângulos conforme a figura abaixo, temos:

2. Dispondo os triângulos conforme a figura abaixo, temos: a 2 + 4 ⋅ b c

a 2 + 4

bc

2

= (c + b) 2

a 2 + 2bc = c 2 + 2bc + b 2

e, portanto, a 2 = c 2 + b 2

Exercícios Complementares

C.1

12 m

  h 2 = 9 ⋅ 16 ⇒ h = 12
 

h 2 = 9 16 h = 12

Logo, a altura da torre é 12 m.

 

C.2

25,8 m

h 2 + 4 2 = 5 2 ⇒ h = 3

h 2 + 4 2 =

5 2

h = 3

5x = 4 3

x = 2,4

Logo, o total de metros de viga usados nessa peça foi 5 + 5 + 4 + 4 +2,4 + 2,4 + 3, ou seja,

25,8 m.

C.3

5 cm

116

o total de metros de viga usados nessa peça foi 5 + 5 + 4 +

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

x 2 = 6 2 + 8 2 2 = 6 2 + 8 2

x = 10

A mediana relativa à hipotenusa mede metade da hipotenusa, ou seja, AM = 5 cm.

C.4

C.5

C.6

4 cm

metade da hipotenusa, ou seja, AM = 5 cm. C.4 C.5 C.6 4 cm h 2

h 2 + 3 2 = 5 2

h = 4

Logo, a altura do trapézio mede 4 cm.

1,75 cm

2 ⇒ h = 4 Logo, a altura do trapézio mede 4 cm. 1,75 cm •

(BC) 2 = 5 2 + 12 2 BC = 13

ABC QBP BC = PQ AC ; logo, 5

BP

x

13

=

3

12

e, portanto, x = 1,75

3,2 cm

5 BP − x 13 = 3 1 2 e, portanto, x = 1,75 3,2 cm

A

mediana AM também é altura em relação à base BC ; logo, (AM) 2 + 8 2 = 10 2 AM = 6

O

baricentro G é o ponto tal que

AG

GM = 2; logo, AG = 4 cm e GM = 2 cm. AMC ~ ADG

MC

AC

=

GD

AG

, ou seja, 8

x

= 10

4

x = 3,2

Logo, o ponto G dista 3,2 cm da reta AC

117

~ △ ADG ⇒ MC AC = GD AG , ou seja, 8 x = 10

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

C.7

30 cm

C.7 30 cm (75 – 2 x ) 2 + 20 2 = 25 2 ⇒

(75 – 2x) 2 + 20 2 = 25 2 (75 – 2x) 2 = 225 ; logo, 75 – 2x = ± 15 e, portanto,

x = 45 (não convém) ou x = 30. Logo, a base menor de cada trapézio mede 30 cm.

C.8

e

Logo, a base menor de cada trapézio mede 30 cm. C.8 e x 2 = 15

x 2 = 15 2 + (25 – x) 2 x 2 = 225 + 625 – 50x + x 2 ; logo, 50x = 850 e, portanto, x = 17.

Logo, cada lado do losango mede 17 cm.

C.9

1

17. Logo, cada lado do losango mede 17 cm. C.9 1     


h

h

2

2

(

5

+−

+

x

2

=

2 x ) = ( 10 2 ( 5 )
2
x
)
=
(
10
2
(
5
)

)

2


h

h

2

2

25

+−

10

2

+=

xx

+

x

2

= 5

(

II

)

10

( )

I

Subtraindo, membro a membro, (I) e (II), temos: 25 – 10x = 5 x = 2

Substituindo x por 2 em (II), temos h = 1.

118

membro a membro, (I) e (II), temos: 25 – 10 x = 5 ⇒ x =

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

C. 10

c

plana: aplicações de semelhança e áreas C. 10 c    h  h 

h

h

2

2

8

++

+

2

x

(

)

2

x

= 36

=

144

h

h

2

2

64

x

++

+

16

+=

xx

(

II

)

2

2

= 36

144

( )

I

Subtraindo, membro a membro, (I) e (II), temos: 64 + 16x = 108 x = 2,75

C.11

1,8 dm

 2  d +− ( 10 x ) 2  22 2  d
2
d
+−
(
10
x
) 2
22
2
 d
+
x
= 6

= 10

2


d

d

2

2

+

+

100

x

2

20

= 36

+=

xx

(

II

)

2

100

( )

I

Subtraindo, membro a membro, (I) e (II), temos: 100 – 20x = 64 x = 1,8

Logo, a projeção ortogonal de BC sobre AC mede 1,8 dm.

C.12

5 cm e 9 cm, respectivamente

 2  h +− 14 ( x ) 2  22 2  h
2
h
+− 14
(
x
) 2
22
2
h
+
x
= 13

= 15

2


h

h

2

2

+

+

196

x

2

28

= 169

+=

xx

II

(

)

2

225

( )

I

Subtraindo, membro a membro, (I) e (II), temos: 196 – 28x = 56 x = 5

Logo, DE = 5 cm e FC = 9 cm.

119

( ) I Subtraindo, membro a membro, (I) e (II), temos: 196 – 28 x =

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

C.13

2(

– Conceitos, linguagem e aplicações Volume 1 C.13 2( 2 – 1) x + x +

2 – 1)

x + x + 2 x = 2 ⇒ x(2 + 2 ) = 2
x + x +
2 x = 2 ⇒ x(2 +
2 ) = 2 ou seja:
22
(
2
)
2
x=
=
= 2 –
2
2 +
2
2
2
(
2
) 2
Logo, a medida da hipotenusa é
2
(2 –
2 ), ou seja, 2 (
– 1).

C.14

C.15

C.16

b

é 2 (2 – 2 ), ou seja, 2 ( – 1). C.14 C.15 C.16 b
3 < q 2 a 6
3
< q
2
a
6

4

seja, 2 ( – 1). C.14 C.15 C.16 b 3 < q 2 a 6 4

2 <

( – 1). C.14 C.15 C.16 b 3 < q 2 a 6 4 2 <

3

3 2 < q < 3 2 < q

2 , ,

2 ou seja, 3 4
2
ou seja, 3
4
< 3 ⇒ 3 2 < q < 2 , 2 ou seja, 3 4 ⇒

= =

2

a 3 . 2 2
a
3
.
2
2

Logo, a medida do lado do quadrado é

a 6 .
a
6
.

4

2 · (2

2
2

= 2 a 3 . 2 2 Logo, a medida do lado do quadrado é a

6 ) = 4

– 2= 2 a 3 . 2 2 Logo, a medida do lado do quadrado é a

6
6

120

< q <

6
6

2

.

= 2 a 3 . 2 2 Logo, a medida do lado do quadrado é a

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

III Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas Logo, a razão entre a diagonal do quadrado

Logo, a razão entre a diagonal do quadrado e a altura do triângulo eqüilátero, nesta ordem, é

a 2 3 a + a
a
2
3
a + a

2

, ou seja, 2 (2

2
2

nesta ordem, é a 2 3 a + a 2 , ou seja, 2 (2 2

6 ).

C.17

C.18

8 (

a 2 3 a + a 2 , ou seja, 2 (2 2 – 6 ).

+ 1) cm

3 a + a 2 , ou seja, 2 (2 2 – 6 ). C.17 C.18

50

a + a 2 , ou seja, 2 (2 2 – 6 ). C.17 C.18 8

3 m

2
2
seja, 2 (2 2 – 6 ). C.17 C.18 8 ( + 1) cm 50 3

= 8

= 4

– 6 ). C.17 C.18 8 ( + 1) cm 50 3 m ℓ 2 =

2 . Logo, o perímetro do triângulo ABC é 8(

ABC é eqüilátero h = 100

2

ABC é 8( △ ABC é eqüilátero ⇒ h = 1 0 0 2 3 m

3 m = 50

△ ABC é eqüilátero ⇒ h = 1 0 0 2 3 m = 50 3

3 m.

é eqüilátero ⇒ h = 1 0 0 2 3 m = 50 3 m. Logo,

Logo, o navio se encontra a 50 3 m do cais.

3 C.19 cm
3
C.19
cm

3

⇒ h = 1 0 0 2 3 m = 50 3 m. Logo, o navio

121

⇒ h = 1 0 0 2 3 m = 50 3 m. Logo, o navio
2
2

+ 1) cm.

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

As alturas do triângulo eqüilátero coincidem com as medianas; logo o ponto O é o baricentro

⋅

do triângulo e, portanto, AO = 2 3

3

2

3 cm = cm.
3
cm =
cm.

3

122

com as medianas; logo o ponto O é o baricentro ⋅ do triângulo e, portanto, AO

Unidade III

CCaappííttuulloo1111

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

CCiirrccuunnffeerrêênncciiaaeeccíírrccuulloo

Orientações metodológicas

IInnffoorrmmaaççõõeess ttééccnniiccaass

Algumas atividades exigem construções com régua e compasso.

OObbjjeettiivvooss

Ao final deste capítulo, o aluno deve estar preparado para:

reconhecer a posição relativa entre um ponto e uma circunferência;

nomear elementos de uma circunferência: centro, raio, arco, corda e diâmetro;

diferenciar circunferência e círculo;

aplicar na resolução de problemas a propriedade: o segmento de reta que liga o centro C de

uma circunferência a um ponto M de uma corda AB é perpendicular à corda se, e somente se,

M é ponto médio de AB ;

reconhecer a posição relativa entre uma reta e uma circunferência;

construir, com régua e compasso, a(s) reta(s) que passa(m) por um ponto dado e tangencia(m)

uma circunferência dada;

aplicar na resolução de problemas a propriedade dos segmentos PA e PB tangentes a uma

circunferência em A e B;

123

na resolução de problemas a propriedade dos segmentos PA e PB tangentes a uma circunferência em

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

justificar a propriedade dos quadriláteros inscritíveis em uma circunferência;

reconhecer as posições relativas de duas circunferências;

aplicar na resolução de problemas a propriedade que garante o alinhamento entre os centros de

duas circunferências e o ponto de tangência entre elas;

aplicar na resolução de problemas as relações entre ângulo inscrito, central e de segmento;

justificar a propriedade dos quadriláteros circunscritíveis a uma circunferência;

aplicar na resolução de problemas a propriedade: “um triângulo é retângulo se, e somente se, é

inscritível em uma semicircunferência”.

SSuuggeessttõõeess ppaarraa oo ddeesseennvvoollvviimmeennttoo ddoo ccaappííttuulloo

1. Apresentar os conceitos de circunferência e círculo, pedindo aos alunos exemplos de objetos

do cotidiano que têm a forma de circunferência e de objetos que têm a forma de um círculo (o

aro de uma cesta de basquetebol lembra uma circunferência; uma pizza tem a forma de um

círculo).

Nota: Ressaltar que a palavra raio (de uma circunferência) é usada em geometria com dois

significados: a) segmento de reta que liga um ponto qualquer de uma circunferência ao seu

centro. b) Distância entre um ponto qualquer de uma circunferência e seu centro.

2. O exercício A.1 das atividades merece atenção especial, pois tem status de teoria. Uma outra

maneira de justificar a propriedade apresentada neste exercício é valer-se do fato de que o

triângulo ABC é isósceles.

3. Definir as posições relativas entre reta e circunferência, enfatizando a propriedade da reta

tangente e a propriedade dos segmentos PA e PB tangentes a uma circunferência em A e B.

4. Destacar a propriedade demonstrada, na resolução do exercício A.3 das atividades.

124

em A e B . 4. Destacar a propriedade demonstrada, na re solução do exercício A.3

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

5.

Definir

as

posições

relativas

entre

duas

circunferências,

enfatizando

que

em

duas

circunferências tangentes, os centros e o ponto de tangência são colineares.

6. Definir a medida de um arco em graus como sendo a medida do ângulo central correspondente.

Comentar aplicações do conceito de ângulo central na determinação da latitude e da longitude

de um ponto sobre a superfície da Terra (um texto que pode ajudar encontra-se no capítulo 7

— Polígonos — sob o título Ângulo, para que te quero).

Polígonos — sob o título Ângulo, para que te quero ). • O é o centro

O é o centro da Terra;

α é a latitude do ponto M;

β é a longitude do ponto M.

Peça aos alunos que determinem, com o auxílio de um globo, a latitude e a longitude de sua

cidade.

7. Definir ângulo inscrito, demonstrando que sua medida é metade da medida do ângulo central

correspondente.

8. Definir ângulo de segmento, demonstrando que sua medida é metade da medida do ângulo

central correspondente.

9. O exercício A.13 das atividades merece atenção especial em razão de suas inúmeras

aplicações. Um exercício interessante que pode ser proposto nesse momento é o seguinte:

Construa com régua e compasso o segmento cuja medida é a média geométrica entre as

medidas m e n dos segmentos abaixo. (Não é permitido usar a escala da régua para medir

segmentos.)

125

entre as medidas m e n dos segmentos abaixo. (Não é permitido usar a escala da

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

Resolução

Conceitos, linguagem e aplicações Volume 1 Resolução Constrói-se uma semicircunferência cujo diâmetro AB

Constrói-se uma semicircunferência cujo diâmetro AB meça m + n. A partir de um ponto P de

AB , com AP = m, traça-se o segmento PQ , com Q pertencente à semicircunferência e PQ

AB . Desse modo temos que PQ é a média geométrica entre m e n, isto é, PQ =

Justificativa

geométrica entre m e n , isto é, PQ = Justificativa mn . O triângulo AQB
geométrica entre m e n , isto é, PQ = Justificativa mn . O triângulo AQB

mn .

O triângulo AQB é retângulo em Q, pois está inscrito em uma semicircunferência de diâmetro

AB ; logo, o quadrado da medida da altura relativa à hipotenusa é igual ao produto das medidas

das projeções dos catetos sobre a hipotenusa, ou seja, (PQ) 2 = mn.

10. Destacar a propriedade demonstrada, na resolução do exercício A.17 das atividades.

EExxeerrccíícciiooss bbáássiiccooss

Dentre os exercícios complementares, alguns são considerados básicos, isto é, servem de ponte

para aqueles que exigem maior desembaraço e criatividade. Neste capítulo, são básicos os exercícios

de números: C.1, C.3, C.4, C.5, C.6, C.8, C.9, C.12, C.13, C.14, C.15.

Só para o professor

A seguir é apresentada a demonstração da propriedade: “Se duas circunferências de centros O e O

são tangentes em um ponto T, então os pontos O’, O e T são colineares.”

126

de centros O e O ’ são tangentes em um ponto T , então os pontos

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

DDeemmoonnssttrraaççããoo

Consideremos em um plano α duas circunferências de centros O e O’, tangentes em um ponto T:

de centros O e O ’, tangentes em um ponto T : circunferências tangentes interiormente circunferências

circunferências tangentes interiormente

circunferências tangentes exteriormente

Sendo r a reta tangente comum às duas circunferências, temos que a reta OT

é perpendicular a r e

a reta O 'T

também é perpendicular a r. Como {O, O’, T} e r estão contidos no mesmo plano α,

↔ ↔

temos que pelo ponto T passa uma única reta de α perpendicular a r. Logo, OT

O'T

e, portanto,

O, O’, T são pontos colineares.

Exercícios Complementares

C.1

b

x 2 + 2 2 = 3 2

x =

Logo, AB = 2

5
5

m

5
5

127

colineares. Exercícios Complementares C.1 b x 2 + 2 2 = 3 2 ⇒ x =

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

C.2

C. 3

C.4

C.5

C.6

1 cm

(OM) 2 + 3 2 = 5 2

OM = 4

(ON) 2 +

4 2 = 5 2

ON = 3

d = OM ON = 4 – 3 = 1

= 5 2 ⇒ ON = 3 d = OM – ON = 4 – 3

a) Como AO DO (são raios), OB OC (são raios), AB DC (por hipótese), temos

ABO DCO (caso LLL).

b) A congruência dos triângulos ABO e DCO implica que os ângulos centrais

são congruentes; logo, os arcos que eles determinam (

AOB e

AEB e

CFD ) são congruentes.

COD

a

(AC) 2 = 5 2 + 12 2

AC = 13

(BC) 2 = 12 2 + 16 2 BC = 20

Logo, o perímetro do triângulo ABC é 54 cm.

10 cm

(CC’) 2 = 6 2 + 8 2 CC’ = 10

Logo, a distância entre C e C’ é 10 cm.

CC ’ = 10 Logo, a distância entre C e C’ é 10 cm. 2 cm
CC ’ = 10 Logo, a distância entre C e C’ é 10 cm. 2 cm

2 cm

(BC) 2 = 8 2 + 6 2 BC = 10

6 – r + 8 – r = 10

r = 2

Logo, o raio da circunferência mede 2 cm.

= 8 2 + 6 2 ⇒ BC = 10 6 – r + 8 –

128

= 8 2 + 6 2 ⇒ BC = 10 6 – r + 8 –

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

C.7

C.8

Está resolvido na chave de respostas.

1,5 dm

áreas C.7 C.8 Está resolvido na chave de respostas. 1,5 dm  h   

h

   r

22

+

3

22

+

2

=

=

5

(

2

⇒= h

)

hr

2

4

(I)

(II)

Substituindo (I) em (II), temos: r 2 + 4 = (4 – r) 2 r = 1,5

Logo, o raio da circunferência mede 1,5 dm.

C.9

C.10

(

1,5 Logo, o raio da circunferência mede 1,5 dm. C.9 C.10 ( 21 cm) (2 r

21 cm)

o raio da circunferência mede 1,5 dm. C.9 C.10 ( 21 cm) (2 r ) 2

(2r) 2 + 4 2 = 10 2

r =

21
21

Logo, o raio da circunferência mede

1,25 cm

⇒ r = 21 Logo, o raio da circunferência mede 1,25 cm 2 1 cm. (5

21 cm.

21 Logo, o raio da circunferência mede 1,25 cm 2 1 cm. (5 + x )

(5 + x) 2 = (5 – x) 2 + 5 2 25 + 10x + x 2 = 25 – 10x + x 2 + 25, ou seja, x = 1,25.

Logo, o raio da circunferência menor mede 1,25 cm.

C.11

4 (2 +

10 x + x 2 + 25, ou seja, x = 1,25. Logo, o raio da

3 ) cm

129

10 x + x 2 + 25, ou seja, x = 1,25. Logo, o raio da

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

C.12

– Conceitos, linguagem e aplicações Volume 1 C.12 O triângulo C 1 C 2 C 3

O triângulo C 1 C 2 C 3 é eqüilátero de lado 8 cm e, portanto, sua altura mede 4

Logo, a distância entre as retas r e s é 4(2 +

40 horas

a distância entre as retas r e s é 4(2 + 40 horas graus 36 

graus

36

360

as retas r e s é 4(2 + 40 horas graus 36  360  3

3 ) cm.

horas

4

x

x = 40

3
3

cm.

Logo, o satélite demora 40 horas para dar uma volta completa em torno da Terra.

130

) cm. horas 4 x ⇒ x = 40 3 cm. Logo, o satélite demora 40

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

C.13

a) 100°

b) 20 km

a)

 
  80° = x + 30° ⇒ x = 100°  

80° =

x

+ 30°

x = 100°

 
 

2

 

ˆ

 

Logo, a medida do arco compreendido pelo ângulo

APD mede 100°.

 
 

b)

km

graus

 

72

360

y = 20 km

 

y

100

 

 

Logo, o arco menor AD mede 20 km.

 

C.14

c

Dois ângulos

opostos

de

um

quadrilátero

inscritível

em

uma

circunferência

são

suplementares. Logo:

x + 20° + 2x + 10° = 180°

x = 50°

Assim, os ângulos internos do quadrilátero medem: 70°, 110°, 60° e 120° e, portanto, o maior

ângulo interno mede 120°.

131

ângulos internos do quadrilátero medem: 70°, 110°, 60° e 120° e, portanto, o maior ângulo interno

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

C.15

40°

x + 50° = 90° ⇒ x = 40°  

x + 50° = 90°

x = 40°

 

C.16

b

b

b

+ x =

a

x =

a

b

 

2

2

2

C.17

80°

= a – b   2 2 2 C.17 80° O ângulo de segmento mede metade

O ângulo de segmento mede metade do arco determinado por ele; logo, a medida do arco

menor AB é 80°.

132

C.17 80° O ângulo de segmento mede metade do arco determinado por ele; logo, a medida

Unidade III

CCaappííttuulloo1122

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

RReellaaççõõeessmmééttrriiccaassnnooccíírrccuulloo

IInnssccrriiççããooeecciirrccuunnssccrriiççããooddeeppoollííggoonnoossrreegguullaarreess

Orientações metodológicas

IInnffoorrmmaaççõõeess ttééccnniiccaass

Algumas atividades exigem construções com régua e compasso.

OObbjjeettiivvooss

Ao final deste capítulo, o aluno deve estar preparado para:

demonstrar que a potência de um ponto interior a uma circunferência é constante, isto é, independe

da corda que passa por ele;

demonstrar que a potência de um ponto exterior a uma circunferência é constante, isto é,

independe da secante ou da tangente que passa por ele;

resolver problemas através do conceito de potência de ponto em relação a uma circunferência;

calcular as medidas do raio da circunferência circunscrita e do raio da circunferência inscrita

(apótema) aos polígonos regulares: quadrado, triângulo eqüilátero e hexágono regular;

construir, com régua e compasso, as circunferências circunscrita e inscrita nos polígonos

regulares: quadrado, triângulo eqüilátero e hexágono regular;

descrever o método usado por Arquimedes para o cálculo do número π;

133

eqüilátero e hexágono regular; • descrever o método usado por Arquimedes para o cálculo do número

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

calcular o perímetro de uma circunferência por meio da fórmula c = 2πr;

dado o raio de uma circunferência, relacionar, por meio de uma regra de três, o comprimento de

um arco com a medida do ângulo central correspondente.

SSuuggeessttõõeess ppaarraa oo ddeesseennvvoollvviimmeennttoo ddoo ccaappííttuulloo

Potência de ponto

1. Iniciar o assunto com a seguinte pergunta:

Qual é medida a do ângulo

assunto com a seguinte pergunta: Qual é medida a do ângulo Resposta: 50° ˆ AVB na

Resposta: 50°

ˆ

AVB na figura abaixo?

Após a resolução, enfatizar: ângulos inscritos em uma circunferência que determinam um

mesmo arco são congruentes.

2. Desenhar na lousa uma circunferência com uma corda AB de medida 11 unidades e marcar o

ponto P de AB , com PA = 3 unidades e, portanto, PB = 8 unidades. Traçar por P uma corda

CD , com PC = 6 unidades, e pedir sugestões aos alunos sobre como calcular a medida PD. Se

necessário, dar uma pequena ajuda, traçando AD e CB .

Resolução

ˆ

I. DAB

ˆ

II. APD

ˆ

DCB (ângulos inscritos que determinam um mesmo arco)

ˆ

BPC (ângulos opostos pelo vértice)

134

II. APD ≅ ˆ DCB (ângulos inscritos que determinam um mesmo arco) ˆ B P C
II. APD ≅ ˆ DCB (ângulos inscritos que determinam um mesmo arco) ˆ B P C

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

As condições I e II caracterizam o caso AA de semelhanças; logo APD BPC e, portanto:

3

6

=

x

8

x = 4.

Generalizar esse raciocínio, definindo potência de ponto interior à circunferência. Enfatizar

que a potência de um ponto interior a uma circunferência é constante, isto é, independe da

corda que passa pelo ponto.

3. Desenhar na lousa a figura abaixo e pedir sugestões aos alunos sobre o cálculo da medida CD.

Se necessário, dar uma pequena ajuda, traçando AD e CB .

Resolução

ˆ

I. CPA é ângulo comum aos triângulos DPA e BPC

ˆ ˆ

II. CDA

CBA (ângulos inscritos que determinam um mesmo arco)

≅ CBA (ângulos inscritos que determinam um mesmo arco) As condições I e II caracterizam o

As condições I e II caracterizam o caso AA de semelhança; logo, DPA BPC e, portanto,

5 + x =

4

10

5

x = 3.

Generalizar esse raciocínio, definindo potência de ponto exterior à circunferência.

Comentar que a potência de um ponto P exterior à circunferência também pode ser calculada

em relação a um segmento PT , tangente à circunferência em T, conforme é visto no exercício

A.4 das atividades. Enfatizar que a potência de um ponto exterior a uma circunferência é

constante, isto é, independe da secante ou da tangente que passa pelo ponto.

Circunferências circunscrita e inscrita em polígonos regulares

4. Antes da apresentação das circunferências inscrita e circunscrita a um polígono regular,

convém uma preparação. Por exemplo, o professor desenha na lousa um quadrado e pergunta:

a) Existe a circunferência inscrita nesse quadrado? Por quê?

135

o professor desenha na lousa um quadrado e pergunta: a) Existe a circunferência in scrita nesse

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

Resposta. Sim, existe a circunferência inscrita nesse quadrado porque o ponto comum às

diagonais eqüidista dos lados do quadrado; logo, esse ponto é o centro da circunferência

inscrita cujo raio mede metade do lado do quadrado. (O professor desenha na lousa a

circunferência inscrita no quadrado.)

b) Existe a circunferência circunscrita a esse quadrado? Por quê?

Resposta: Sim, existe a circunferência circunscrita a esse quadrado porque o ponto comum às

diagonais eqüidista dos vértices do quadrado; logo, esse ponto é o centro da circunferência

circunscrita cujo raio mede metade da diagonal do quadrado. (O professor desenha na lousa a

circunferência circunscrita do quadrado.)

Concluir afirmando que é possível demonstrar que sempre existem as circunferências inscrita e

circunscrita a um polígono regular. Para o cálculo das medidas dos raios das circunferências

inscrita e circunscrita ao quadrado, ao triângulo eqüilátero ou ao hexágono regular, é

fundamental rever as medidas da diagonal de um quadrado em função da medida de um lado, e

a medida da altura de um triângulo eqüilátero em função da medida de um lado:

um triângulo eqüilátero em função da medida de um lado: Perímetro da circunferência 5. Para a

Perímetro da circunferência

5. Para a apresentação do número π, o professor pede para que os alunos recortem em papelão um

círculo de qualquer tamanho, medindo o seu contorno e o seu diâmetro, com o auxílio de uma fita

métrica. A seguir, pede para que dividam a medida do contorno pela medida do diâmetro,

anotando na lousa os resultados obtidos (com apenas uma casa decimal), e comentando que, para

qualquer círculo, a razão entre o perímetro e o diâmetro é constante.

136

uma casa decimal), e comentando que, para qualquer círculo, a razão entre o perímetro e o

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

Finalmente, depois de apresentar o método de Arquimedes para o cálculo de π, o professor

comenta a irracionalidade de π e conclui que o perímetro c de uma circunferência de raio r é dado

por c = 2πr.

EExxeerrccíícciiooss bbáássiiccooss

Dentre os exercícios complementares, alguns são considerados básicos, isto é, servem de ponte

para aqueles que exigem maior desembaraço e criatividade. Neste capítulo, são básicos os exercícios

de números C.1, C.3, C.6, C.7, C.9, C.14 e C.15.

Só para o professor

A Revista do Professor de Matemática (n o 12, 1 o semestre de 1988, p. 69) apresenta o porquê do

resultado π obtido na experiência descrita no texto “Um modo curioso para o cálculo do número π”.

Exercícios Complementares

C.1

12(

do número π ”. Exercícios Complementares C.1 12( 3 + 1) cm ↔ ↔ ↔ A

3 + 1) cm

π ”. Exercícios Complementares C.1 12( 3 + 1) cm ↔ ↔ ↔ A reta AB

A reta AB

é mediatriz de CD ; logo, o centro O da circunferência pertence a AB . Assim, se

PA = 3 cm, temos que PB = 9 cm e, portanto, x x = 3 9 x = 3

3
3

137

pertence a AB . Assim, se PA = 3 cm, temos que PB = 9 cm

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

Aplicando o teorema de Pitágoras nos triângulos APD e BPD, temos:

C.2

C.3

(AD) 2 = (3

3 ) 2 + 3 2 ⇒

3 ) 2 + 3 2

AD = 6

(BD) 2 = (3

3 ) 2 + 9 2 ⇒

3 ) 2 + 9 2

BD = 6

3
3

Como AD AC e BD BC, temos que o perímetro do quadrilátero ACBD é 12(

10 cm

PM PN = PA PB

logo, R 2 – 64 = 36

(R + 8)(R – 8) = 9 4;

R = 10

Logo, o raio da circunferência mede 10 cm.

6 km e 3 km

= 10 Logo, o raio da circunferência mede 10 cm. 6 km e 3 km 4(4

4(4 + 2x) = 5(5 + x)

x = 3

mede 10 cm. 6 km e 3 km 4(4 + 2 x ) = 5(5 +
mede 10 cm. 6 km e 3 km 4(4 + 2 x ) = 5(5 +

3 + 1) cm.

Logo, as cordas determinadas por A e B medem 6 km e 3 km, respectivamente.

C.4

2 cm

por A e B medem 6 km e 3 km, respectivamente. C.4 2 cm PM ⋅

PM PN = PA PB

ou x = 2

x(x + 14) = 4 8; logo, x 2 + 14x – 32 = 0 e, portanto, x = –16 (n. c.)

138

⋅ PB ⇒ ou x = 2 x ( x + 14) = 4 ⋅ 8;

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

C.5

9 cm

C.5 9 cm x ( x + 5) = 2 ⋅ 18 ⇒ x = 4

x(x + 5) = 2 18 x = 4 ou x = –9 (não convém). Logo, AQ = 9 cm

C.6

3 2
3
2

cm

2

(não convém). Logo, AQ = 9 cm C.6 3 2 cm 2 A medida R do

A

medida R do raio dessa circunferência é dada por R = 3

2 cm.

2 cm.

O

centro O é baricentro do triângulo eqüilátero inscrito na circunferência; assim, temos:

eqüilátero inscrito na circunferência; assim, temos: AO OM = 2 Logo, o apótema do triângulo eqüilátero

AO

OM = 2

inscrito na circunferência; assim, temos: AO OM = 2 Logo, o apótema do triângulo eqüilátero mede

Logo, o apótema do triângulo eqüilátero mede 3 2

2

139

cm.

na circunferência; assim, temos: AO OM = 2 Logo, o apótema do triângulo eqüilátero mede 3

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

C.7

c

 
 

(FB) 2 + 4 2 = 8 2

FB = 4

3
3

C.8

3(2 –

3(2 – 2) cm

2) cm

 
 
 

Os apótemas r q e r t do quadrado e do triângulo medem, respectivamente, 6 cm e 3

2 cm.

2 cm.

A

distância x entre AB e EF é dada por: x = r q r t ; logo, x = 3(2 –

A distância x entre AB e EF é dada por: x = r q – r

2 ) cm

C.9

Está resolvido na chave de respostas.

 

C.10

24 (3 +

24 (3 + 3 ) cm

3 ) cm

 
de respostas.   C.10 24 (3 + 3 ) cm   A medida do lado do

A medida do lado do hexágono regular é igual à medida do raio da circunferência circunscrita;

logo, AF = 12

3
3

cm.

140

medida do lado do hexágono regular é igual à medida do raio da circunferência circunscrita; logo,

Unidade III

Geometria plana: aplicações de semelhança e áreas

O triângulo AEC é eqüilátero, pois cada ângulo interno mede 60°;

C.11

logo, sua altura mede (12

3
3

+ 6

interno mede 60°; C.11 logo, sua altura mede (12 3 + 6 3 ) cm, ou

3 ) cm, ou seja, 18

3
3

cm.

Portanto, a medida de cada um de seus lados é dada por:

3
3

2

Logo, o perímetro do quadrilátero ACEF é 24(3 +

3 2 Logo, o perímetro do quadrilátero ACEF é 24(3 + 3 ) cm. Outro modo:

3 ) cm.

Outro modo:

O triângulo ACF é retângulo em A:

2 + (12 3 ) 2 = (24 3 ) 2 ⇒ = 36 3(
2 + (12
3 ) 2 = (24
3 ) 2
= 36
3(
3 – 1) cm
r
r

3r + r

3
3

= 6

3
3

r = 3(

⇒ = 36 3( 3 – 1) cm r 3 r + r 3 = 6

3 – 1) cm

= 18

3
3

= 36.

Nota: O segmento AB tem medida r porque o centro do círculo superior é baricentro do

triângulo eqüilátero, que se obtém traçando a tangente t conforme a figura a seguir.

141

superior é baricentro do triângulo eqüilátero, que se obtém traçando a tangente t conforme a figura

MATEMÁTICA – Conceitos, linguagem e aplicações

Volume 1

– Conceitos, linguagem e aplicações Volume 1 C.12 (1 + 2 ) m   x 2

C.12

(1 +

2 ) m

2 ) m

 
 

x 2 + x 2 = 4 x =

2
2

Logo, o lado do quadrado ABCD mede 2(1 +

2 )m

2 )m

O apótema r do octógono também é apótema do quadrado ABCD e, portanto, r = (1 +

2 )m.

2 )m.

C.13

quadrado ABCD e, portanto, r = (1 + 2 )m. C.13 4 + 22 m R

4 + 22 m

e, portanto, r = (1 + 2 )m. C.13 4 + 22 m R 2 =

R 2 = 1 2 + (1 +

+ 2 )m. C.13 4 + 22 m R 2 = 1 2 + (1 +

2 ) 2

R =

4 + 22
4 + 22

Logo, o raio da circunferência circunscrita mede

142

4 + 2
4 + 2

2m .

m R 2 = 1 2 + (1 + 2 ) 2 ⇒ R = 4