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Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Gestão da Informação- Programação

“ Gestão da Informação ” - Programação UEMA / Engenharia de Produção – 1º semestre de
“ Gestão da Informação ” - Programação UEMA / Engenharia de Produção – 1º semestre de

UEMA / Engenharia de Produção 1º semestre de 2016

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Gestão da InformaçãoSlides da disciplina

Tema 1

Conceitos básicos

– “Gestão da Informação” “ Gestão da Informação ” Slides da disciplina Tema 1 Conceitos básicos

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Objetivos gerais da disciplina:

da Informação” Objetivos gerais da disciplina: I) Caracterizar a informação, sua evolução e conceitos e

I) Caracterizar a informação, sua evolução e conceitos e ferramentas de tecnologia da informação;

II) Conhecer ferramentas e conceitos para o mapeamento de

processos e levantamento de informações e diagramas de dados;

III) Conhecer princípios de gerenciamento da informação, a gestão

de projetos de TI e de departamentos de TI;

IV) Projeto

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Objetivos da aula

– “Gestão da Informação” Objetivos da aula - Analisar os conceitos básicos que caracterizam dado,

- Analisar os conceitos básicos que caracterizam dado, informação, conhecimento e comunicação;

- Conhecer a evolução da relação do homem com o registro e

manipulação da informação;

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I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO

I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO DADO é qualquer elemento identificado em sua forma bruta

DADO é qualquer elemento identificado em sua forma bruta que, por si só, não conduz a uma compreensão de determinado fato ou situação

conduz a uma compreensão de determinado fato ou situação INFORMAÇÃO é o dado trabalhado, contextualizado. Dado

INFORMAÇÃO é o dado trabalhado, contextualizado. Dado configurado de forma adequada ao entendimento e à utilização pelo

ser humano.

CONHECIMENTO é o conjunto de ferramentas conceituais e categorias usadas pelos seres humanos para criar, colecionar, armazenar e compartilhar a informação.

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I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO

Exemplo:

I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Exemplo: Dado: 15 Informação: Previsão de 15 Graus Celsius

Dado:

15

Informação:

Previsão de 15 Graus Celsius em São Luís as

13:00 para o dia 20/08/2014

Conhecimento:

Sabemos que essa temperatura em São Luís

seria uma temperatura extremamente improvável, dado que a cidade se situa numa região de clima equatorial, com médias histórias muito acima deste valor.

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I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO

I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Quadro comparativo das características principais de dado,

Quadro comparativo das características principais de dado, informação e conhecimento:

DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Quadro comparativo das características principais de dado, informação e conhecimento:

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I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO

I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Algumas relações entre dado, informação, conhecimento e

Algumas relações entre dado, informação, conhecimento e outros fatores

-

Diversidade de possíveis relações entre elementos, classificações, frameworks

e outros fatores - Diversidade de possíveis relações entre elementos, classificações, frameworks - Exemplos:

- Exemplos:

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I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO

I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Algumas relações entre dado, informação, conhecimento e

Algumas relações entre dado, informação, conhecimento e outros fatores Exemplos:

DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Algumas relações entre dado, informação, conhecimento e outros fatores Exemplos:

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I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO

I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Algumas relações entre dado, informação, conhecimento e

Algumas relações entre dado, informação, conhecimento e outros fatores Exemplos:

DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Algumas relações entre dado, informação, conhecimento e outros fatores Exemplos:

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I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO

Em suma

I) CONCEITOS DE DADO, INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO Em suma é importante entender esses conceitos básicos,

é importante entender esses conceitos básicos, contextualizá-los em uma abordagem coerente ao ambiente organizacional, cenário,

etc que permita a compreensão e estruturação do cenário ou do

objeto à volta.

ao ambiente organizacional, cenário, etc que permita a compreensão e estruturação do cenário ou do objeto
ao ambiente organizacional, cenário, etc que permita a compreensão e estruturação do cenário ou do objeto
ao ambiente organizacional, cenário, etc que permita a compreensão e estruturação do cenário ou do objeto

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

Comunicação

Multiplicidade de teorias e construções;

Comunicação Multiplicidade de teorias e construções; Comunicação é um processo de troca de informações,
Comunicação Multiplicidade de teorias e construções; Comunicação é um processo de troca de informações,

Comunicação é um processo de troca de informações, usado para influenciar o comportamento dos outros. Trata-se de um processo

interativo, que se relaciona com todas as áreas do desenvolvimento

humano. A comunicação ocorre quando alguém transmite idéias ou sentimentos para outras pessoas, e sua eficiência pode ser avaliada pela semelhança entre o que foi emitido e o que foi entendido pelo

receptor;

- Reação;

- Processo dinâmico, sujeito a mudanças;

- Comunicador: avaliar cenário

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

Elementos da comunicação

Emissor aquele que diz algo a alguém;

comunicação Emissor – aquele que diz algo a alguém; Receptor – aquele com quem o emissor
comunicação Emissor – aquele que diz algo a alguém; Receptor – aquele com quem o emissor

Receptor aquele com quem o emissor se comunica;

Mensagem a informação transmitida;

Canal meio utilizado, pode ser oral, escrito, eletrônico

Existência dos códigos; Linguagem pode ser verbal (escrita ou falada) ou não verbal (ex: gestos, expressões);

Tudo é comunicação?

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

Filtros

da Informação” II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO Filtros São mecanismos sensoriais que nos permitem ter diferentes

São mecanismos sensoriais que nos permitem ter diferentes sensações e percepções do mundo que nos cerca. A percepção que temos do mundo exterior muda acordo com valores biológicos e

sociais, história da pessoa, etc.

com valores biológicos e sociais, história da pessoa, etc. Ruídos São obstáculos que ocorrem no canal

Ruídos São obstáculos que ocorrem no canal de comunicação e dificultam

a interpretação da mensagem. O ruído pode ser um barulho no ambiente, uma mancha sobre textos escritos, e pode ter origem em qualquer um dos elementos da comunicação (Emissor, receptor ou

canal).

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

“Gestão da Informação” II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO Fatores que podem distorcer o entendimento de uma mensagem

Fatores que podem distorcer o entendimento de uma mensagem

O conteúdo emotivo em um dos agentes.

A linguagem com possibilidade de dupla interpretação

Presunção de entendimento (Pensar que o outro raciocina igualzinho a você)

Diferentes níveis intelectuais entre o emissor e o receptor

Mensagens muito longas, ou com trechos desnecessários.

Distração (Fatores externos que influenciam)

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

“Gestão da Informação” II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO Os sinais não verbais são tão importantes, que há

Os sinais não verbais são tão importantes, que há um estudo de Albert Mehrabian, doutor pela Universidade da Califórnia, que afirma o seguinte sobre o aproveitamento da comunicação:

Comunicação Face A Face:

55% linguagem corporal

38% tom de voz 7% palavras usadas

Comunicação Telefônica:

82% tom de voz

18% palavras usadas

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

A ciência da informação estruturada

DE COMUNICAÇÃO A ciência da informação estruturada Inicialmente a necessidade da construção do conceito "

Inicialmente a necessidade da construção do conceito "físico" de informação - ênfase na dimensão material, seu registrado, em algum suporte - fundamentada na "Teoria Matemática da Comunicação" de Shannon (1975);

-

- Descarte inicial da preocupação semântica e foco nos aspectos

técnicos, no transporte e transferência;

- No final da década de 1970 outras teorias influenciam o cenário para a criação do conceito "cognitivo" da comunicação;

- Informação é definida como a medida de alteração do estado de

conhecimento de um sujeito (Brookes);

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

A ciência da informação estruturada

DE COMUNICAÇÃO A ciência da informação estruturada - Distinção entre informação como coisa (entidade

- Distinção entre informação como coisa (entidade tangível) e como processo de construção de conhecimento (entidade intangível);

- Terceiro modelo, início da década de 1990, encara a informação

como um fenômeno social;

- Criticava a definição cognitiva que considerava sujeitos isolados;

- O modelo da informação "social" entende que a informação é

uma construção (algo é informativo em um momento e num grupo, em outro não é mais), e mais, é uma construção conjunta,

coletiva.

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

Concluindo

da Informação” II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO Concluindo Problemas de comunicação no contexto empresarial são das

Problemas de comunicação no contexto empresarial são das principais causas de insucesso

- em projetos de TI;

- em processos de negociação;

- na criação de um ambiente organizacional positivo, de motivação das equipes e, assim, de alcance de melhores resultados

Daí alguns motivos da importância do conhecimento da estrutura e dos melhores modelos de comunicação para cada contexto

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II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO

“Gestão da Informação” II) CONCEITO DE COMUNICAÇÃO Consolidação de conceitos – evolução do conceito de

Consolidação de conceitos evolução do conceito de informação,

da escrita aos computadores

Fonte: Narração do vídeo "Order & Disorder" (BBC).

Narração do vídeo "Order & Disorder" (BBC). Disponivel em: https://www.youtube.com/watch?v=ppNCQ5cC5uA

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III) EVOLUÇÃO DA CARACTERIZAÇÃO E DO ENTENDIMENTO DA INFORMAÇÃO E SEUS IMPACTOS

Elementos chave do vídeo:

DA INFORMAÇÃO E SEUS IMPACTOS Elementos chave do vídeo: - Criação da escrita – momento em

- Criação da escrita momento em que as informações e idéias

podem sair do cérebro das pessoas (primeiros registros de alfabeto);

- Registro não do que a palavra é (desenho), mas do som;

- Possibilidade de ser registrada e transportada;

- Entendimento do processo de criação pela repetição de sinais

registrados em suporte (teares da França)

- Surgimento de tecnologias que possibilitam o transporte mais eficaz da informação (eletricidade);

- Surgimento do sistema binário, da “máquina de computação”

- Possibilidade de novas aplicações no dia de hoje;

- Relação da informação com o mundo físico;

- E o que será daqui pra frente?

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IV) INFORMAÇÃO DE QUÊ E PRA QUÊ ?

Levantar informações:

- Foco;

- Indicadores de desempenho;

- Implementação de novos processos;

- Melhoria de processos;

- Implantação de sistemas:

- Que abordagem utilizar;

- Que ferramentas;

- Como organizar a informação;

de processos; - Implantação de sistemas: - Que abordagem utilizar; - Que ferramentas; - Como organizar

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Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Tema 2 Processos produtivos, diagramas de fluxo de dados

Tema 2

Processos produtivos,

diagramas de fluxo de dados e

ferramentas de modelagem o que mudar, por que mudar?

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Objetivos:

de Produção – “Gestão da Informação” Objetivos: Revisar a caracterização dos processos produtivos e

Revisar a caracterização dos processos produtivos e ferramentas de modelagem relacionadas

Ferramentas de modelagem de dados (DFD)

Ferramentas de modelagem de processos

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Retomando

de Produção – “Gestão da Informação” Retomando Observamos os conceitos fundamentais de dado, informação,

Observamos os conceitos fundamentais de dado, informação, conhecimento, comunicação.

Agora, o primeiro passo para qualquer intervenção em um processo

produtivo ou administrativo é entender como é o processo, hoje.

Processos AS IS -> Hoje

Processos TO BE -> Como deverá ser

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I) Diagrama de fluxo de dados

“Gestão da Informação” I) Diagrama de fluxo de dados Diagrama de Fluxo de Dados (DFD): perspectiva

Diagrama de Fluxo de Dados (DFD): perspectiva funcional Diagrama Entidade-Relacionamento (DER): perspectiva dos dados Diagrama de Transição de Estado (DTE): perspectiva comportamental

DFD - Diagrama de Fluxo de Dados

-Representa o processamento de dados de um sistema

-É uma ferramenta gráfica que permite visualizar o sistema como

uma rede de processos funcionais interligados por condutores de dados e contendo depósitos para esses dados - É o ponto de partida para a construção de sistemas informatizados

- Necessário realizar levantamentos para a identificação dos elementos: entrevistas, memorandos, documentos, manuais, etc

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Utiliza somente 4 símbolos

- Processos;

- Fluxo de dados;

- Depósito de dados;

- Entidades externas.

Fluxo de dados; - Depósito de dados; - Entidades externas. PROCESSO : -É uma função, representa

PROCESSO:

-É uma função, representa processos individuais que o sistema executa para transformar dados de entrada; -Residem dentro dos limites do sistema; -Usa-se verbo e substantivo, representado por círculo ou quadrado.

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FLUXO DE DADOS:

-Representa o movimento de dados ou informações ao longo do sistema; -Pode ocorrer entre dois processos, entre processo e entidade

externa e entre processo e depósito de dados; -Podem ser convergentes (chegando no processo) ou divergentes (saindo do processo);

-São compostos por substantivos e indicados por setas.

DEPÓSITO DE DADOS:

por substantivos e indicados por setas. DEPÓSITO DE DADOS: - Representa o armazenamento de dados; -

- Representa o armazenamento de dados;

- Coleção de dados e informações em repouso. Pode ser,

fisicamente, um arquivo ou banco de dados; -O nome normalmente é indicado como os dados depositados no

plural;

- Representado por caixa aberta ou caixa de bordas arredondadas

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ENTIDADES EXTERNAS (OU TERMINADORES):

da Informação” ENTIDADES EXTERNAS (OU TERMINADORES): - Indicam origens e destinos de dados no sistema. Entidades

- Indicam origens e destinos de dados no sistema. Entidades estão

fora dos limites do sistema; -Representado por quadrados.

Notação:

e destinos de dados no sistema. Entidades estão fora dos limites do sistema; -Representado por quadrados.
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Orientações para construção do DFD - Escolher nomes

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Orientações para construção do DFD

- Escolher nomes significativos para processos, fluxos, depósito de

dados e entidades;

- Numerar os processos;

- Refazer ou revisar o DFD quantas vezes for necessário;

- Evitar DFDs muito complexos;

- Verificar a consistência do DFD (internamente e com outros DFDs):

- todo fluxo deve ter nome;

- evitar processos que só possuem entradas ou que não possuam saídas; - cuidado com depósitos "somente leitura" ou "somente

escrita" (a não ser quando são depósitos externos de interface);

- Os DFDs podem ter vários níveis (de detalhamento),

representados por figuras diferentes, mas relacionadas pela

numeração.

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Alguns exemplos de DFDs

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Alguns exemplos de DFDs
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Alguns exemplos de DFDs

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Alguns exemplos de DFDs

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Alguns exemplos de DFDs
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Alguns exemplos de DFDs

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Alguns exemplos de DFDs

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Alguns exemplos de DFDs
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Alguns exemplos de DFDs

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Alguns exemplos de DFDs

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Alguns exemplos de DFDs
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Alguns exemplos de DFDs

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Exercício

de Produção – “Gestão da Informação” Exercício Antes de desenhar o fluxo, listar os 4 componentes
de Produção – “Gestão da Informação” Exercício Antes de desenhar o fluxo, listar os 4 componentes

Antes de desenhar o fluxo, listar os 4 componentes conforme orientações

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Exercício

de Produção – “Gestão da Informação” Exercício ENTIDADES PROCESSO DEPÓSITO DE DADOS FLUXO DE

ENTIDADES

PROCESSO

DEPÓSITO DE DADOS

FLUXO DE DADOS

EXTERNAS

Cliente

     

Fornecedor

     

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Exercício

de Produção – “Gestão da Informação” Exercício ENTIDADES PROCESSO DEPÓSITO DE DADOS FLUXO DE

ENTIDADES

PROCESSO

DEPÓSITO DE DADOS

FLUXO DE DADOS

EXTERNAS

Cliente

Requisitar pedido

   

Fornecedor

Verificar peças

   
 

Verificar estoque

   
 

Levantar estoque

   
 

Expedir mercadoria

   

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Exercício

de Produção – “Gestão da Informação” Exercício ENTIDADES PROCESSO DEPÓSITO DE DADOS FLUXO DE

ENTIDADES

PROCESSO

DEPÓSITO DE DADOS

FLUXO DE DADOS

EXTERNAS

Cliente

Requisitar pedido

Peças

 

Fornecedor

Verificar peças

Peças em falta

 
 

Verificar estoque

Faturas

 
 

Levantar estoque

Peças para expedição

 
 

Expedir mercadoria

   

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Exercício

de Produção – “Gestão da Informação” Exercício ENTIDADES PROCESSO DEPÓSITO DE DADOS FLUXO DE

ENTIDADES

PROCESSO

DEPÓSITO DE DADOS

FLUXO DE DADOS

EXTERNAS

Cliente

Requisitar pedido

Peças

Detalhes da compra

Fornecedor

Verificar peças

Peças em falta

Nome das peças

 

Verificar estoque

Faturas

Código das peças

 

Levantar estoque

Peças para expedição

Detalhes do cliente

 

Expedir mercadoria

 

Detalhes da peça

     

Peças

     

Quantidades

     

Fatura

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Exercício

Cliente

Detalhes de

compra

Cod. Peça

Fatura

inventário

Peças

Detalhes de compra Cod. Peça Fatura inventário Peças Peças para expedição Código das peças  

Peças para

expedição

Código das

peças

 

peças

Levantar

estoque

Detalhes do

cliente,

detalhes da

peça

Requi-

sitar

pedido

Cod.

peças

Nomes das

peças

Verificar

estoque

Expedir

mercado

-ria

Código

das

Peças

Detalhes do

cliente,

detalhes da

peça

Fatura

Verificar

peças

Detalhes do cliente, detalhes da compra faturas
Detalhes do cliente, detalhes da compra faturas
Detalhes do cliente, detalhes da compra faturas

Detalhes do cliente, detalhes da compra

faturas

faturas

Peças com

estoque

insuficiente

Fornecedor

faturas Peças com estoque insuficiente Fornecedor Nomes da peça Enco- Código mendar das peça em peças

Nomes da

peça

Enco- Código mendar das peça em peças falta
Enco-
Código
mendar
das
peça em
peças
falta

Peças em

falta

Peças,

quantidades

Análise crítica

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II) Mapeamento de Processos Produtivos

da Informação” II) Mapeamento de Processos Produtivos Principais classificações de sistemas de produção

Principais classificações de sistemas de produção (gerais)

A) Classificação tradicional:

- Contínuo ou em linha

- Intermitente (repetitiva ou não)

- Construção de projetos

B) Critérios de base

a) grau de padronização;

b) tipo de operação; c) natureza do produto;

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II) Processos Produtivos

– “Gestão da Informação” II) Processos Produtivos Principais classificações de sistemas de produção Slack

Principais classificações de sistemas de produção

Slack (1997) partindo da mesma relação classifica os sistemas de

produção em processos de manufatura em: projeto, jobbing, lotes, massa e contínuos; e os processos de serviços em: profissionais, lojas de serviços e serviços de massa:

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III) Relações entre variedade, volume e tipos de processos

III) Relações entre variedade, volume e tipos de processos -A forma mais geral é posicionar o

-A forma mais geral é posicionar o processo é quanto a volume e variedade;

- Em geral volume e variedade são dependentes entre si: alto

volume com baixa variedade; baixo volume com alta variedade;

Exemplos:

- Volume alto: Fábrica de alimentos enlatados;

- Volume baixo: Consultoria de grandes projetos de engenharia;

- Variedade baixa: Fornecimento de eletricidade;

- Variedade alta: prática de arquitetura

- Numa mesma empresa / indústria pode haver diferentes

realidades;

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III) Relações entre variedade, volume e tipos de processos

III) Relações entre variedade, volume e tipos de processos Alta Variedade Baixo Volume Baixa Alto Diversas/

Alta

Variedade

entre variedade, volume e tipos de processos Alta Variedade Baixo Volume Baixa Alto Diversas/ Intermi- complexas

Baixo

Volume

Baixa

Alto

e tipos de processos Alta Variedade Baixo Volume Baixa Alto Diversas/ Intermi- complexas tente Processos de
Diversas/ Intermi- complexas tente Processos de projeto Processos Fluxo de de jobbing processo Processos de
Diversas/
Intermi-
complexas
tente
Processos
de projeto
Processos
Fluxo de
de jobbing
processo
Processos
de lotes
Tarefas de
Processos
processo
em massa
Processos
contínuos
Repetidas/
Contínuo
divididas

MANUFATURA

Alta

Baixo

Variedade Volume
Variedade
Volume

Baixa

Alto

divididas MANUFATURA Alta Baixo Variedade Volume Baixa Alto Serviços profissionais Lojas de Serviços Serviços de
Serviços profissionais Lojas de Serviços Serviços de massa
Serviços
profissionais
Lojas de
Serviços
Serviços de
massa

SERVIÇOS

Figura 1 Relação entre variedade, volume e tipos de processos. Adaptado de SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R. Administração da Produção, 3ª Edição, Atlas.

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IV) Classificação dos processos produtivos

Informação” IV) Classificação dos processos produtivos Projeto : A essência de processos por projeto é que

Projeto: A essência de processos por projeto é que cada trabalho tem início e fim

bem definidos. Os recursos transformadores que fazem o produto provavelmente

serão organizados de forma especial para cada um deles. Exemplos: Grandes obras de engenharia.

Jobbing: Os processos em jobbing têm como característica a produção de pequenos lotes, sendo que cada produto em produção compartilha dos processos com os demais.

Exemplos: Encomendas de série única.

Lotes: Os processos em lotes ou em bateladas incluem uma ampla gama de relações volume-variedade. O que os caracteriza é a similaridade entre os distintos produtos

que proporciona um maior grau de repetitibilidade.

Exemplos: Autopeças, Alimentos de Conveniência.

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IV) Classificação dos processos produtivos

Informação” IV) Classificação dos processos produtivos Massa : Os processos de produção em massa apresentam altos

Massa: Os processos de produção em massa apresentam altos volumes de produção com relativamente baixa variedade. A principal característica é a forte similaridade entre produtos o que torna as operações essencialmente repetitivas. Exemplos: Automóveis, Cerveja.

Contínuos: Em essência os processos contínuos operam com altos volumes e pouca variedade.

Exemplos: Refinarias, Papel.

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IV) Classificação dos processos produtivos

Projeto

Exemplos - Vídeos:

dos processos produtivos Projeto Exemplos - Vídeos: Projeto e produção do navio “Independence of the Seas

Projeto e produção do navio “Independence of the Seas

Exemplos - Vídeos: Projeto e produção do navio “Independence of the Seas ” Construção da hidrelétrica

Construção da hidrelétrica de Itaipu

Exemplos - Vídeos: Projeto e produção do navio “Independence of the Seas ” Construção da hidrelétrica

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IV) Classificação dos processos produtivos

Projeto

IV) Classificação dos processos produtivos Projeto Observações dos vídeos – similaridades entre as duas

Observações dos vídeos similaridades entre as duas situações:

Importância do anteprojeto, seus estudos de viabilidade e localização; Identificação de demanda, consumo, etc; Singularidade dos projetos; Considerações das lições aprendidas do passado;

Gerenciamento de equipes multidisciplinares;

Estudos e simulações durante a construção Impacto social e natural; Importância do gerenciamento de projetos profissional;

Questões políticas e históricas (Itaipu);

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IV) Classificação dos processos produtivos

Jobbing

Exemplos - Vídeos:

Impressão gráfica

Cozinha

da Informação” IV) Classificação dos processos produtivos Jobbing Exemplos - Vídeos: Impressão gráfica Cozinha
da Informação” IV) Classificação dos processos produtivos Jobbing Exemplos - Vídeos: Impressão gráfica Cozinha
da Informação” IV) Classificação dos processos produtivos Jobbing Exemplos - Vídeos: Impressão gráfica Cozinha

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IV) Classificação dos processos produtivos

Jobbing

IV) Classificação dos processos produtivos Jobbing Observações dos vídeos – principais similaridades

Observações dos vídeos principais similaridades entre as duas situações:

Utilização de parte de recursos definidos; Particularidade dos requisitos de produto, mas com algum volume;

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

IV) Classificação dos processos produtivos

Lotes

Exemplos - Vídeos:

Fábrica da Lego

Fabricação de aço

IV) Classificação dos processos produtivos Lotes Exemplos - Vídeos: Fábrica da Lego Fabricação de aço
IV) Classificação dos processos produtivos Lotes Exemplos - Vídeos: Fábrica da Lego Fabricação de aço
IV) Classificação dos processos produtivos Lotes Exemplos - Vídeos: Fábrica da Lego Fabricação de aço

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IV) Classificação dos processos produtivos

Lotes

IV) Classificação dos processos produtivos Lotes Observações dos vídeos – principais similaridades

Observações dos vídeos principais similaridades entre as duas situações:

Conceito de lote necessário; Particularidade dos requisitos de produto menor que processo de jobbing,

mas maior que processo em massa, com maior volume que jobbing e menor que

massa;

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IV) Classificação dos processos produtivos

Massa

Exemplos - Vídeos:

Caneta BIC

Coca-cola

“Gestão da Informação” IV) Classificação dos processos produtivos Massa Exemplos - Vídeos: Caneta BIC Coca-cola
“Gestão da Informação” IV) Classificação dos processos produtivos Massa Exemplos - Vídeos: Caneta BIC Coca-cola
“Gestão da Informação” IV) Classificação dos processos produtivos Massa Exemplos - Vídeos: Caneta BIC Coca-cola

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

IV) Classificação dos processos produtivos

Massa

IV) Classificação dos processos produtivos Massa Observações dos vídeos – principais similaridades

Observações dos vídeos principais similaridades entre as duas situações:

Grandes volumes, pequenas variações dos produtos;

Variações não são profundas entre os produtos;

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IV) Classificação dos processos produtivos

Contínuos

Exemplos - Vídeos:

Geração de energia

da Informação” IV) Classificação dos processos produtivos Contínuos Exemplos - Vídeos: Geração de energia

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V) Layouts de produção

– “Gestão da Informação” V) Layouts de produção Os tipos clássicos de layout estão relacionados com

Os tipos clássicos de layout estão relacionados com a quantidade e diversidade de produtos produzidos, às características físico-químicas

e geométricas dos materiais manipulados e aos tipos de

movimentação possíveis no interior da fábrica

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

V) Layouts de produção

– “Gestão da Informação” V) Layouts de produção layout posicional ou arranjo de posição fixa Este

layout posicional ou arranjo de posição fixa Este layout é caracterizado por um arranjo espacial onde o material a ser trabalhado (peça, parte ou item) permanece parado enquanto que os operadores e os equipamento se movimentam ao seu redor.

Este era o tipo principal de arranjo no sistema artesanal de trabalho. O produto era iniciado e acabado no local de trabalho do artífice, que o construía inteiramente.

Atualmente a sua aplicação se restringe, principalmente, a casos onde o material, ou o componente principal, é difícil de ser

movimentado, sendo mais fácil transportar equipamentos e

homens.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

V) Layouts de produção

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” V) Layouts de produção
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” V) Layouts de produção

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

V) Layouts de produção layout funcional, departamental ou por processo:

layout funcional , departamental ou por processo: Neste tipo clássico, os equipamentos são agrupados por

Neste tipo clássico, os equipamentos são agrupados por similaridade de operações no processo de produção, independente do produto processado.

Equipamentos fixos e os materiais são movimentados.

Típico de ferramentarias e, é particularmente interessante onde a tecnologia de execução tem caráter preponderante em relação aos demais itens da produção.

Flexibilidade quanto à mudanças nos produtos processados, sendo

usualmente aplicado em fábricas de processamento intermitente,

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III) Layouts de produção

– “Gestão da Informação” III) Layouts de produção Privilegia posicionamento e quantidade de recursos
– “Gestão da Informação” III) Layouts de produção Privilegia posicionamento e quantidade de recursos

Privilegia posicionamento e quantidade de recursos transformadores e flexibilidade, mesmo em detrimento a maior movimentação

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V) Layouts de produção

layout linear ou por produto

V) Layouts de produção layout linear ou por produto A disposição dos postos de trabalho obedece

A disposição dos postos de trabalho obedece a seqüência do processamento do produto,

Agrupamentos de equipamentos e atividades distintas entre si,

mantendo em comum o processamento seqüencial de partes de um produto.

De maneira semelhante ao layout funcional, os materiais se movem e os equipamentos permanecem fixos

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

V) Layouts de produção

– “Gestão da Informação” V) Layouts de produção Privilegia menor movimentação, observar maior repetição
– “Gestão da Informação” V) Layouts de produção Privilegia menor movimentação, observar maior repetição

Privilegia menor movimentação, observar maior repetição de recursos (ex: Drill) por

linha

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VI) Relações layout e processos

da Informação” VI) Relações layout e processos Características do sistema de produção e tipo de layout

Características do sistema de produção e tipo de layout

da Informação” VI) Relações layout e processos Características do sistema de produção e tipo de layout

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VI) Relações layout e processos

“Gestão da Informação” VI) Relações layout e processos Relação entre o tipo de layout e gestão

Relação entre o tipo de layout e gestão da produção

“Gestão da Informação” VI) Relações layout e processos Relação entre o tipo de layout e gestão

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

“Gestão da Informação” VII) Mapeamento de processos - ”Descrição de processos em termos de como as

-”Descrição de processos em termos de como as atividades relacionam-se umas com as outras dentro do processo”

-Muitas técnicas e ferramentas computacionais;

Símbolos derivados da Adm. Científica

Operação (atividade que agrega valor)computacionais; Símbolos derivados da Adm. Científica Inspeção Transporte Atraso Estoque Símbolos derivados da

Inspeçãoda Adm. Científica Operação (atividade que agrega valor) Transporte Atraso Estoque Símbolos derivados da análise de

TransporteOperação (atividade que agrega valor) Inspeção Atraso Estoque Símbolos derivados da análise de sistemas

Atraso(atividade que agrega valor) Inspeção Transporte Estoque Símbolos derivados da análise de sistemas Início

Estoque(atividade que agrega valor) Inspeção Transporte Atraso Símbolos derivados da análise de sistemas Início ou final

Símbolos derivados da análise de

sistemas

Atraso Estoque Símbolos derivados da análise de sistemas Início ou final do processo Atividade Input ou
Atraso Estoque Símbolos derivados da análise de sistemas Início ou final do processo Atividade Input ou
Atraso Estoque Símbolos derivados da análise de sistemas Início ou final do processo Atividade Input ou
Atraso Estoque Símbolos derivados da análise de sistemas Início ou final do processo Atividade Input ou
Atraso Estoque Símbolos derivados da análise de sistemas Início ou final do processo Atividade Input ou

Início ou final do processo

Atividade

Input ou output do processo

Direção do fluxo

Decisão

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VII) Mapeamento de processos

Levantamentos iniciais

VII) Mapeamento de processos Levantamentos iniciais Instrumento de apoio - Gráfico de processo; posterior

Instrumento de apoio - Gráfico de processo; posterior refinamento

N Descrição da atividade 1 Relatório chega 2 Esperar por processamento 3 Checar o relatório
N
Descrição da atividade
1
Relatório chega
2
Esperar por processamento
3
Checar o relatório de despesa
4
Carimbar e datar o relatório
5
Enviar dinheiro para recepção

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VII) Mapeamento de processos

“Gestão da Informação” VII) Mapeamento de processos Exemplo: Processo de sanduíches customizados Montagem de

Exemplo:

Processo de sanduíches customizados

Montagem de todo o sanduíche

Usar “base Montagem de “bases” padrão”? N S Recheios Solicitação do consumidor
Usar “base
Montagem de
“bases”
padrão”?
N
S
Recheios
Solicitação do
consumidor

“bases

estocadas”

Montagem a partir da “base

padrão”

Recebimento do pagamento

Pão e recheio base

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VII) Mapeamento de processos

“Gestão da Informação” VII) Mapeamento de processos Ferramentas de suporte: presença de bibliotecas de

Ferramentas

de suporte:

presença de

bibliotecas de simbologias; ferramentas de impressão e publicação na web; serviços multi- idiomas; interface com outros sistemas e recursos de simulação. Exemplo: Aris Toolset

na web; serviços multi- idiomas; interface com outros sistemas e recursos de simulação. Exemplo: Aris Toolset

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VII) Mapeamento de processos

“Gestão da Informação” VII) Mapeamento de processos De acordo com American Society of Mechanical Engineers

De acordo com American Society of Mechanical Engineers (ASME) em 1974:

da Informação” VII) Mapeamento de processos De acordo com American Society of Mechanical Engineers (ASME) em

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

Os tipos básicos de fluxograma são:

A- Fluxograma singular B- Fluxograma de montagem

C- Fluxograma de fabricação e montagem

D- Fluxograma cronológico

de fabricação e montagem D- Fluxograma cronológico Outros instrumentos para representação de processo:

Outros instrumentos para representação de processo:

1-Mapofluxograma;

2-Diagramas;

3-Tabelas

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

A-Fluxograma Singular

VII) Mapeamento de processos A-Fluxograma Singular Caracteriza-se esta concepção de fluxograma de processo,

Caracteriza-se esta concepção de fluxograma de processo, por representar a seqüência de atividades de processamento de um item singular. Item singular é

definido como sendo um item que, durante o período de observação do processo

de produção, não sofre integrações ou desintegrações de componentes.

Ex: um item que é furado, depois sofre um tratamento superficial, etc

Furação Inspeção Tratamento Inspeção Embalagem Inspeção final
Furação
Inspeção
Tratamento
Inspeção
Embalagem
Inspeção final

Superficial

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VII) Mapeamento de processos

B-Fluxograma de Montagem

VII) Mapeamento de processos B-Fluxograma de Montagem O fluxograma de montagem representa o processo de montagem

O fluxograma de montagem representa o processo de montagem (ou de desmontagem) de um item composto, através de indicação esquemática da

seqüência na qual seus componentes e sub-montagens são integrados ou

desintegrados.

No diagrama, estas integrações/desintegrações das partes se faz sobre (ou a

partir de) um componente denominado corpo principal. Observe-se que o

fluxograma de montagem se detém ao processo de montagem/desmontagem que pode ser parte de processo de produção mais completo, envolvendo fabricação de componentes singulares até a expedição de um item composto.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

B-Fluxograma de Montagem

VII) Mapeamento de processos B-Fluxograma de Montagem As informações visuais básicas deste esquema são: -as

As informações visuais básicas deste esquema são:

-as seqüências de montagem do corpo principal e das sub-montagens

componentes.

-quais componentes constituem cada sub-montagem. -o estado de entrada dos componentes no processo de montagem. -os pontos de entrada de cada componente e submontagem, na montagem

principal.

A forma construtiva desse esquema consiste de uma coluna vertical onde é registrada a montagem do corpo principal, na qual se ligam linhas horizontais que

indicam a entrada de cada componente e submontagem no processo de

montagem. Para os casos de desmontagem, usa-se o mesmo esquema com inversão das setas para significar saídas de componentes do corpo principal.

Ex: Produção de caneta

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

“Gestão da Informação” VII) Mapeamento de processos A forma construtiva desse esquema consiste de uma coluna

A forma construtiva desse esquema consiste de uma coluna vertical onde é

registrada a montagem do corpo principal, na qual se ligam linhas horizontais que indicam a entrada de cada componente e submontagem no processo de montagem.

Para os casos de desmontagem, usa-se o mesmo esquema com inversão das setas

para significar saídas de componentes do corpo principal.

Ex: Produção de caneta

Parte principal do produto

Componente P1 montagem Componente P2 montagem Sub-montagem Componente P3 montagem Sub-montagem
Componente P1 montagem
Componente P2 montagem
Sub-montagem
Componente P3 montagem
Sub-montagem

Sequencia de montagem

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VII) Mapeamento de processos

C - Fluxograma de Fabricação e Montagem

de processos C - Fluxograma de Fabricação e Montagem O FFM fornece a visualização esquemática do

O FFM fornece a visualização esquemática do processamento de itens compostos,

que envolve processos de fabricação, manufatura, manipulação e montagem das

partes componentes.

Em síntese, o esquema mostra a maneira pela qual diversos componentes são processados e reunidos para formar um produto completo. O modelo mostra as

seqüências das atividades de processamento das partes, a formação de

subconjuntos ou sub-montagens, os pontos de introdução de partes compradas ou cujo processamento é considerado externo ao processo em registro, nos subconjuntos e no conjunto principal.

O conjunto principal pode ser, dependendo do tipo de fluxo registrado:

1- materiais ou produtos - que recebem todas as outras peças ou subconjuntos de modo a constituir o produto final.

2 - formulários ou informações - via ou cópia mais importante.

3 - elemento humano - só se aplica quando se tem uma equipe trabalhando sobre um mesmo fluxo de materiais, produtos ou papéis.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos Exemplo:

da Informação” VII) Mapeamento de processos Exemplo: Fala-se ainda no fluxograma de setores, que tem foco
da Informação” VII) Mapeamento de processos Exemplo: Fala-se ainda no fluxograma de setores, que tem foco

Fala-se ainda no fluxograma de setores, que tem foco na identificação de onde os processamentos são realizados

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

D-Fluxograma Cronológico

VII) Mapeamento de processos D-Fluxograma Cronológico O fluxograma cronológico objetiva fornecer a visualização

O fluxograma cronológico objetiva fornecer a visualização das relações temporais e de ordem cronológica entre as atividades produtivas sobre um fluxo de itens em processamento.

Neste formato de fluxograma de processo, o esquema gráfico relaciona a evolução da fluxo

de itens em processamento através das atividades seqüenciadas de um processo produtivo com os instantes e períodos de tempo decorridos na execução dessas atividades.

seqüenciadas de um processo produtivo com os instantes e períodos de tempo decorridos na execução dessas

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

Outros instrumentos

1-Mapofluxograma

Mapeamento de processos Outros instrumentos 1-Mapofluxograma O mapofluxograma representa a movimentação física de um

O mapofluxograma representa a movimentação física de um item através dos centros de processamento dispostos no arranjo físico de uma instalação produtiva, seguindo uma seqüência ou rotina fixa.

A trajetória ou rota física do item, que pode ser produto, material, formulário ou pessoa, é

desenhado, por meio de linhas gráficas com indicação de sentido de

movimento, sobre a planta baixa em escala da instalação envolvida.

O mapofluxograma permite estudar em conjunto, as condições de movimentação física que segue um determinado processo produtivo, os espaços disponíveis ou necessários e as localizações relativas dos centros de trabalho. Pode ser em 2 ou 3 dimensões.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

Exemplo

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” VII) Mapeamento de processos Exemplo
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” VII) Mapeamento de processos Exemplo

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

2-Diagramas

da Informação” VII) Mapeamento de processos 2-Diagramas Diagrama de Atividades Simultâneas O diagrama de

Diagrama de Atividades Simultâneas O diagrama de atividades simultâneas representa o trabalho coordenado de um

conjunto de unidades produtivas, por meio de um esquema gráfico que registra a

seqüência de atividades de cada unidade e a relação de simultaneidade entre as atividades ou eventos de unidades que se interagem.

O modelo é mais apropriado para o estudo de trabalhos que atendem às

características de trabalho coordenado,

cíclico ou repetitivo é composto por atividades intermitentes entre o operador e equipamentos de produção. Admite duas concepções principais: Diagrama

Homem-Máquina e Diagrama de Equipe

Exemplo:

e equipamentos de produção. Admite duas concepções principais: Diagrama Homem-Máquina e Diagrama de Equipe Exemplo:

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

3-Tabelas

da Informação” VII) Mapeamento de processos 3-Tabelas Tabelas de Inter-relacionamento A tabela de

Tabelas de Inter-relacionamento A tabela de inter-relacionamento registra a relação de trânsito existente entre cada par

de componentes de um sistema produtivo durante um período de tempo.

A-Matriz de-para Quando há interesse em explicitar o sentido do fluxo trocado entre os pares, emprega- se uma matriz de-para:

A matriz De-Para é usada principalmente em:

.Arranjo físico - usada no sentido de indicar as proximidades relativas em função de um dado critério de eficiência. Os critérios são geralmente minimizar o momento de transporte total, reduzir retornos, minimizar número de viagens, minimizar manuseio de materiais, etc .Balanceamento de linha de produção - A tabela De-Para possibilita um estudo preliminar da distribuição das cargas de trabalho através das unidades produtivas que atuam segundo um método de trabalho. São mais comuns: a) verificação do balanceamento da carga de trabalho alocada ao conjunto de unidades produtivas envolvidas,e b) verificação das cargas de trabalho individuais. .Vias de transporte ou canais de informação - o registro quantitativo fornecido pela tabela de

transporte pode ser empregado como resumo ou levantamento de dados para o dimensionamento

da capacidade ou especificação construtiva das vias de transporte e canais de informação.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

Exemplo de matriz de-para

VII) Mapeamento de processos Exemplo de matriz de-para Nesse caso, os itens alocados acima da diagonal

Nesse caso, os itens alocados acima da diagonal principal são relativos ao fluxo de sentido positivo ou para frente em relação à ordem na qual os componentes foram escritos na tabela (1 -> 2 -> 3 -> 4) e os itens abaixo da diagonal principal são relativos a

fluxos negativos ou para trás.

(1 -> 2 -> 3 -> 4) e os itens abaixo da diagonal principal são relativos

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

“Gestão da Informação” VII) Mapeamento de processos B-Matriz Triangular (ou de ligações preferenciais) Quando

B-Matriz Triangular (ou de ligações preferenciais)

Quando o sentido do fluxo é de difícil definição ou não há interesse em explicita-lo, ou ainda quando o que se deseja mostrar é o total de itens trocados, a tabela é representada numa Matriz Triangular

Exemplo de relações entre os setores funcionais de uma empresa:

a tabela é representada numa Matriz Triangular Exemplo de relações entre os setores funcionais de uma
a tabela é representada numa Matriz Triangular Exemplo de relações entre os setores funcionais de uma

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Mapeamento de processos

Matriz de ligações preferenciais de uma serraria de madeira (caso real)

da Informação” VII) Mapeamento de processos Matriz de ligações preferenciais de uma serraria de madeira (caso

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Fechando os conceitos e

relacionamentos

da Informação” Fechando os conceitos e relacionamentos Carta de-para : como é uma carta que ilustra
da Informação” Fechando os conceitos e relacionamentos Carta de-para : como é uma carta que ilustra

Carta de-para: como é uma carta

que ilustra grande número de

relacionamentos de movimento -> Grande variedade de tarefas -> Baixo Volume -> tende a ser, assim, indicado para processos de projeto e

jobbing;

Carta de processos múltiplos: Ilustra

grupos ou famílias de produtos ->

Média variedade -> Médio Volume - > tende assim a ser indicado para processos intermediários.

Carta de processos simples: um único fluxo -> Baixa variedade -> Altos volumes -> tende assim a ser indicado para processos em massa

ou contínuos;

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” De forma geral a literatura orienta, a partir dos

De forma geral a literatura orienta, a partir dos postos de trabalho, a utilização das

ferramentas conforme a relação volume x variedade mostrada no quadro abaixo para o projeto de layout:

Alta

Variedade

no quadro abaixo para o projeto de layout: Alta Variedade Baixo Volume Baixa Alto Diversas/ Intermi-

Baixo

Volume

Baixa

Alto

o projeto de layout: Alta Variedade Baixo Volume Baixa Alto Diversas/ Intermi- complexas tente Processos de
Diversas/ Intermi- complexas tente Processos de projeto Processos Fluxo de de jobbing processo Processos de
Diversas/
Intermi-
complexas
tente
Processos
de projeto
Processos
Fluxo de
de jobbing
processo
Processos
de lotes
Tarefas de
Processos
processo
em massa
Processos
contínuos
Repetidas/
Contínuo
divididas

MANUFATURA

Ferramentas indicadas ponto de partida:

A: Carta De-Para

B: Carta de Processos

Múltiplos

C: Carta de Processo Simples

Adaptação de Relação entre variedade, volume e tipos de processos - de SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R.

Administração da Produção, 3ª Edição, Atlas e “Técnicas de estudo do fluxo do processo em função de volume e variedade”

- Apostila

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Resumo Visual da relação das ferramentas x processos

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Resumo Visual da relação das ferramentas x processos
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Resumo Visual da relação das ferramentas x processos

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Resumo Visual da relação das ferramentas x processo

Resumo Visual da relação das ferramentas x processo · Carta De-Para : utilizado para muitos produtos
Resumo Visual da relação das ferramentas x processo · Carta De-Para : utilizado para muitos produtos
Resumo Visual da relação das ferramentas x processo · Carta De-Para : utilizado para muitos produtos

· Carta De-Para: utilizado para muitos produtos altamente

diversificados e de baixo volume. É necessário listar todas as operações do processo produtivo e colocá-las na mesma

sequência no eixo da horizontal e da vertical.

· Carta de Processos Múltiplos: utilizada para produtos numerosos e processos semelhantes e quando não há

montagem. Semelhante ao método anterior, mas descreve

várias linhas de produção paralelamente, para isso devem possuir processos de fabricação semelhantes. Os produtos são listados na horizontal e os processos na vertical.

· Carta de Processos: Utilizado para poucos produtos de

grande volume de produção. É a descrição do processo de

fabricação em um fluxograma que utiliza símbolos

apropriados, faz o caminho da matéria prima até a expedição

do produto acabado.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Revisamos os processos produtivos e suas dimensões,

Revisamos os processos produtivos e suas dimensões,

ferramentas de modelagem para entender o “AS IS”

Agora

Pensar o “TO BE”;

Refletir ‘o que’ mudar nos processos, quais critérios

adotar

Como os sistemas de informação podem auxiliar?

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” VIII) A mudança e os objetivos de desempenho dos

VIII) A mudança e os objetivos de desempenho dos processos

- Não “mudar por mudar”;

- A organização de um sistema de informação não necessariamente

requer um software;

- Muitas vezes o sistema é a “desculpa” para outros problemas;

- Dentro da mudança, o que requer um sistema informatizado?

- Os objetivos de desempenho são uma boa orientação

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VIII) A mudança e os objetivos de desempenho dos processos

Objetivos de desempenho da operação

dos processos Objetivos de desempenho da operação Objetivos de desempenho da operação Objetivos típicos

Objetivos de desempenho da operação

Objetivos típicos

Qualidade

- Oferecer recursos adequados;

- Processos livres de erros;

Rapidez

- Tempo de atravessamento mínimo;

- Taxa de output adequada à demanda

Confiabilidade

- Volume e programação de output confiável;

- Fornecer recursos de processos confiáveis

Flexibilidade

- Mudar facilmente entre estágios de processamento;

Custo

- Eliminar desperdícios;

- Capacidade de atender a demanda

(Fonte: adaptado de Slack; Administração da produção, 3ª edição)

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Concluindo

de Produção – “Gestão da Informação” Concluindo Diversidade de informações; Necessidade de critérios

Diversidade de informações; Necessidade de critérios Necessidade de organização e disponibilização

Necessidade de gestão da informação

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Bibliografia

Produção – “Gestão da Informação” Bibliografia SLACK. N. Administração da Produção. Editora Atlas, 3ª

SLACK. N. Administração da Produção. Editora Atlas, 3ª Edição, 1997

TOMPKINS, J. A. and WHITE, J. A. Facilities Planning. 1ª. Edição. New York. JOHN WILLEY & SONS, 1984.

MOORE, J. M. Plant Layout and Design. 1a. edição. New York, McMILAN, 1962.

OLIVÉRIO, J. L. Projeto de Fábrica: Produtos, Processos e Instalações Industriais. 1ª. Edição. São Paulo. IBLC, 1985.

CAMAROTTO, J.A. Apostila de Projeto de Unidades Produtivas, 2006

http://pt.slideshare.net/helderfredlopes/modelagem-de-sistemas-de-informao-

aula-1-introduo-disciplina

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Tema 3

de Produção – “Gestão da Informação” Tema 3 Sistemas de informação: conceitos, dimensões e abordagens

Sistemas de informação:

conceitos, dimensões e

abordagens

Como mudar, que conceito e

ferramenta de TI usar, como

evoluir?

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Objetivos:

de Produção – “Gestão da Informação” Objetivos: Vincular os processos aos objetivos estratégicos, promover

Vincular os processos aos objetivos estratégicos, promover as discussões de “o que” mudar nos processos, como mudar,

Como utilizar a Tecnologia da Informação nesse processo, como

gerenciar, como evoluir

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

I) A Tecnologia de processos

“Gestão da Informação” I) A Tecnologia de processos - As tecnologias de processos correspondem às máquinas,

- As tecnologias de processos correspondem às máquinas, equipamentos e dispositivos que criam/fornecem bens e serviços;

- Desde pequenas células a grandes empreendimentos;

- Algumas tecnologias são periféricas para a criação real de bens e

serviços, mas facilitam o processo. Por exemplo sistemas de contabilidade ou de controle de estoque que auxiliam em alguns aspectos de melhoria e controle do processo, são chamadas “tecnologias de processo indiretas”;

- Distinção didática entre processamento de clientes, materiais e

informações, cada vez mais integradas.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

Por que utilizar sistemas de informação

da informação Por que utilizar sistemas de informação - Excelência operacional; - Inovação; - Relacionamento

- Excelência operacional;

- Inovação;

- Relacionamento mais estreito com clientes e fornecedores;

- Melhor tomada de decisão;

- Vantagem competitiva;

- Sobrevivência;

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

Excelência operacional:

de processamento da informação Excelência operacional: -Resultados melhorados -Maior lucratividade -Altos níveis

-Resultados melhorados -Maior lucratividade -Altos níveis de eficiência e produtividade -Caso do Walmart:

-285 bilhões de dólares em vendas em 2005;

-Um décimo das vendas de varejo em todos os Estados

Unidos;

-Sistema RetailLink, que conecta os fornecedores às lojas espalhadas pelo mundo; -WalMart é a loja mais eficiente do mundo em resultado de vínculos digitais entre seus fornecedores e lojas.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

Inovação:

A Tecnologia de processamento da informação Inovação: - Novos produtos, serviços e modelos de negócio -

- Novos produtos, serviços e modelos de negócio

- Um modelo de negócios descreve como uma empresa produz, entrega e vende seus produtos e serviços

- Apple

- Mudanças drásticas no modelo de negócios da indústria

musical

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Relacionamento mais estreito com clientes e fornecedores :

Relacionamento mais estreito com clientes e fornecedores :

-Clientes bem atendidos são clientes fiéis, que comprarão mais; -Relacionamentos mais estreitos com fornecedores resultam em custos mais baixos; -Mandarin Oriental:

-Usa sistemas e tecnologias de informação para estimular

um relacionamento estreito com seus clientes, incluindo monitorar suas preferências .

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

Melhor tomada de decisão:

de processamento da informação Melhor tomada de decisão: - O resultado final de uma empresa pode

- O resultado final de uma empresa pode ser comprometido por dados inoportunos ou inúteis;

- Dados em tempo real melhoram a capacidade de os gerentes tomarem decisões;

- Verizon Corporation:

- Painel digital na Internet para atualizar os gerentes com dados em tempo real sobre queixas dos clientes, desempenho da rede, interrupções no serviço e linhas

danificadas

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

Vantagem competitiva:

de processamento da informação Vantagem competitiva: - Alcançar os objetivos empresariais mencionados

- Alcançar os objetivos empresariais mencionados previamente em geral leva a vantagem competitiva;

- Cobrar menos por produtos superiores, melhor desempenho

e melhor resposta a clientes e fornecedores;

- Dell Computers:

- Um dos melhores exemplos de estabelecimento de vantagem competitiva à medida que continua sendo lucrativa durante um período em que os preços dos PCs vêm caindo constantemente.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

Sobrevivência:

Tecnologia de processamento da informação Sobrevivência: - Empresas precisam investir em Sistemas de Informação

- Empresas precisam investir em Sistemas de Informação pois eles são imprescindíveis à prática de negócios;

- Deve-se manter no mesmo ritmo que os concorrentes;

- Segundo Philip Kotler:

- Só existem três tipos de empresas: as que fazem as

coisas acontecerem, as que ficam observando o que acontece e as que ficam se perguntando o que aconteceu.”

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação - É a tecnologia mais comum na coleta, manipulação,

- É a tecnologia mais comum na coleta, manipulação, armazenamento e distribuição da informação nas organizações.

- Os principais obstáculos inicialmente eram questões técnicas, mas com o desenvolvimento da tecnologia, se tornou mais

acessível

- Questões humanas e culturais na implantação de sistemas;

- Diversidade de possibilidades de arquiteturas, conceitos, ferramentas, tecnologias, modismos

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

O que é um sistema?

de processamento da informação O que é um sistema? -Conjunto de partes coordenadas que concorrem para

-Conjunto de partes coordenadas que concorrem para a realização de um conjunto de objetivos; -Definição geral, engloba qualquer ramo de atividade; -Sistemas orgânicos, sociais, econômicos, políticos, matemáticos,

físicos;

-Atividades de um sistema:

de atividade; -Sistemas orgânicos, sociais, econômicos, políticos, matemáticos, físicos; -Atividades de um sistema:

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

Exemplo de um sistema

Processo de assar um bolo

-Entradas:

Exemplo de um sistema Processo de assar um bolo -Entradas: Farinha, ovos, açúcar, manteiga Tempo e

Farinha, ovos, açúcar, manteiga Tempo e energia podem ser consideradas entradas

-Mecanismos de Processamento:

Combinar os ingredientes em uma vasilha de modo a se obter

a

mistura correta para que se possa assá-la na temperatura adequada

e

no tempo certo

-Saída:

Bolo pronto -Realimentação (Feedback):

Bolo doce demais, muito mole, sem gosto ou cru

Isso provocará uma modificação na entrada original

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

Subsistema

II) A Tecnologia de processamento da informação Subsistema -Um sistema pode decompor-se em uma série de

-Um sistema pode decompor-se em uma série de pequenos sistemas que se relacionam entre si;

-No exemplo do bolo, pode-se considerar a etapa inicial de mistura de

ingredientes antes de assá-los, gerando uma massa inicial crua;

-Outro subsistema poderia receber como entrada a massa crua e assá- la.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

Sistema de Informação:

de processamento da informação Sistema de Informação: -São conjuntos de componentes inter-relacionados que

-São conjuntos de componentes inter-relacionados que coletam, processam, armazenam e distribuem informações para apoiar a tomada de decisões, a coordenação e controle de uma organização;

-Auxiliam os gerentes e trabalhadores a analisar problemas, visualizar

assuntos complexos e criar novos produtos;

-São combinações estruturadas de informação, recursos humanos, tecnologias da informação e práticas de trabalho, organizados de forma a permitir o melhor atendimento dos objetivos;

-Possuem entradas, processamento, saídas e retroalimentação.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: “Abordagem

Dimensões dos sistemas de Informação:

da informação Dimensões dos sistemas de Informação: “Abordagem Sociotécnica ” -Tecnologia -Organizações

“Abordagem Sociotécnica

-Tecnologia

-Organizações

-Pessoas

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Organizações

Dimensões dos sistemas de Informação:

Organizações

-Coleções de processos operacionais e administrativos; -Processos operacionais:

Criam, produzem e entregam os bens e serviços que são

consumidos pelo mercado;

-Processos administrativos:

Planejamento e controle da condução dos negócios;

-Esses processos seguem a uma série de procedimentos que precisam ser incorporados em sistemas de informação.

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II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Pessoas -Usuários

Dimensões dos sistemas de Informação:

Pessoas

-Usuários efetivos que usam a informação de um sistema para executar seu trabalho; -São as pessoas que possibilitam as entradas no sistema, utilizam suas

saídas, enfim, tornam o sistema produtivo;

-Nesse contexto, indivíduos preparados para realizar suas tarefas, motivados, capacitados e inseridos em um ambiente apropriado são fundamentais;

-Deve-se ter a preocupação de construir sistemas adequados às necessidades dos usuários e não o contrário.

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II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Tecnologia -Meio

Dimensões dos sistemas de Informação:

Tecnologia

-Meio pelo qual os sistemas de informação são implementados; -Ferramenta; -Tecnologia envolve o computador propriamente dito e seus

equipamentos (hardware), os programas de computador (software),

as tecnologias de armazenamento para organizar e armazenar dados (sistemas de banco de dados) e os recursos de telecomunicações que interconectam os computadores.

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II) A Tecnologia de processamento da informação

da Informação” II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Visão Geral

Dimensões dos sistemas de Informação:

Visão Geral

da Informação” II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Visão Geral

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Problemas -Um

Dimensões dos sistemas de Informação:

Problemas -Um sistema de informação oferece soluções para importantes problemas ou desafios organizacionais de uma empresa; -Esses problemas empresariais envolvem as dimensões da abordagem sociotécnica:

Organizacionais

-Processos organizacionais ultrapassados;

-Atitudes e cultura pouco colaborativas ; -Conflitos internos; -Ambiente organizacional turbulento ou em mutação;

-Complexidade da tarefa;

-Recursos inadequados.

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II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Problemas

Dimensões dos sistemas de Informação:

Problemas

Tecnológicos

-Hardware antigo ou insuficiente;

-Software ultrapassado;

-Administração de dados inadequada; -Capacidade de telecomunicações insuficiente; -Incompatibilidade dos velhos sistemas com as novas tecnologias;

-Mudança tecnológica acelerada.

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II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Problemas Pessoais

Dimensões dos sistemas de Informação:

Problemas

Pessoais

-Falta de treinamento dos usuários;

-Dificuldades para avaliar o desempenho;

-Exigências regulatórias e legais; -Ambiente de trabalho; -Falta de participação dos funcionários e de apoio a eles;

-Administração indecisa ou deficiente.

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II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Identificação dos

Dimensões dos sistemas de Informação:

Identificação dos problemas

-Diversidade de métodos envolvidos (PDCA, brainstorming, -Método de quatro passos para a solução de problemas:

-Identificação do problema;

-Propostas de solução;

-Escolha;

-Implementação.

)

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II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Exemplos de

Dimensões dos sistemas de Informação:

Exemplos de problemas e soluções

1) Excelência Operacional: TransAlta Problema: Tornou-se um fornecedor de energia desregulamentado que precisava focar o nível dos serviços e os custos

Solução: Utilização de sistemas baseados na tecnologia de

identificação por radiofrequência sem fio (RFID) para fazer a manutenção dos equipamentos de maneira mais eficiente

2) Inovação: MLB Problema: A base de clientes e a receita estavam declinando Solução: criação de um site de venda de ingressos on-line e

oferecimento de novos serviços de jogos virtuais de beisebol

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Exemplos de

Dimensões dos sistemas de Informação:

Exemplos de problemas e soluções

3) Relacionamento mais estreito com clientes e fornecedores: Lojas Seven-Eleven Problema: As lojas de varejo se tornaram incapazes de manter

estoque com eficiência e responder a mudanças na demanda

Solução: Implantação do Retail Information System, um sistema que coleta e analisa os dados do ponto-de-venda para determinar a demanda em cada loja

4) Melhor tomada de decisão: Whirlpool Problema: Os administradores não conseguiam obter informações no

tempo necessário para tomar decisões sobre estoque

Solução: novos sistemas de administração da cadeia de suprimentos

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

II) A Tecnologia de processamento da informação

II) A Tecnologia de processamento da informação Dimensões dos sistemas de Informação: Exemplos de

Dimensões dos sistemas de Informação:

Exemplos de problemas e soluções

5) Vantagem competitiva: Blockbuster Problema: Novos concorrentes estavam tomando participação de mercado

Solução: Criação de um sistema on-line para aluguel de filmes a fim de

competir com o NetFlix

6) Sobrevivência: China Telecom

Problema: Os sistemas existentes não conseguiam atender às exigências do governo quanto à prestação de informações Solução: Implantação de um sistema empresarial para atender aos

padrões internacionais de prestação de informações impostos às

empresas de capital aberto

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III) Arquitetura de Sistemas de Informação

Informação” III) Arquitetura de Sistemas de Informação - Evolução das empresas na satisfação do cliente, -

- Evolução das empresas na satisfação do cliente,

- Clientes também buscando isso e em escala cada vez mais global;

- Ambiente cada vez mais complexo em vários sentidos (diversidade de tecnologias, fornecedores, negócios, estratégias);

- Demanda por soluções individualizadas x combinadas;

- Necessidade de dar respostas rápidas demandam arquiteturas flexíveis para

- Atender requisitos;

- Estabelecer novos canais de comunicação;

- Evoluir;

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III) Arquitetura de Sistemas de Informação

Informação” III) Arquitetura de Sistemas de Informação - Analogia: Cabana nas margens do lago Pouca necessidade

-

Analogia:

Cabana nas margens do lago Pouca necessidade de planejamento, arquitetura, projetos

complexos

necessidade de planejamento, arquitetura, projetos complexos Projeto Urbano de uma cidade A simplicidade está fora de

Projeto Urbano de uma cidade A simplicidade está fora de questão e vários arquitetos serão necessários.

fora de questão e vários arquitetos serão necessários. Classificações de arquitetura da informação: utilizar

Classificações de arquitetura da informação: utilizar estrutura conforme a necessidade e complexidade

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III) Arquitetura de Sistemas de Informação

Informação” III) Arquitetura de Sistemas de Informação Há 25 anos, surgiu um novo campo que logo

Há 25 anos, surgiu um novo campo que logo tornou-se conhecido como arquitetura corporativa. Inicialmente, o campo precisava

abordar dois problemas:

complexidade do sistema: as organizações estavam gastando cada

vez mais para construir sistemas de TI;

alinhamento ineficiente do negócio: as organizações consideravam

cada vez mais difícil manter esses sistemas de TI, sempre mais caros, alinhados às necessidades do negócio;

sistemas de TI tornando-se incrivelmente complexos, com

manutenção cada vez mais cara;

informações de missão crítica consistentemente desatualizadas e/ou

totalmente erradas;

cultura da desconfiança entre os lados comercial e tecnológico da organização

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III) Arquitetura de Sistemas de Informação

Informação” III) Arquitetura de Sistemas de Informação Alguns dos benefícios previstos de uma arquitetura

Alguns dos benefícios previstos de uma arquitetura corporativa implementada com sucesso incluem:

aprimoramentos no uso da TI para conduzir a adaptabilidade do

negócio;

parcerias próximas entre os grupos das áreas comercial e produtiva e tecnológica;

enfoque aprimorado das metas organizacionais;

um número maior de indivíduos consegue ver uma correlação direta entre o seu trabalho e o sucesso da organização;

reduzir falhas nos sistemas de TI;

reduzir complexidade nos sistemas de TI existentes;

mais agilidade nos novos sistemas de TI;

alinhamento mais próximo entre os produtos de TI e as exigências do negócio.

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III) Arquitetura de Sistemas de Informação

Informação” III) Arquitetura de Sistemas de Informação - Há várias estruturas e conceitos propostos para

- Há várias estruturas e conceitos propostos para classificação, frameworks, taxonomia e arquitetura de sistemas. De acordo com Dicionário American Heritage:

- Framework é “Estrutura para suporte ou confinamento de algo, especialmente um suporte de armação usado como base para algo em construção; plataforma de trabalho externa; andaime; estrutura fundamental como aquela para um trabalho escrito; conjunto de premissas, conceitos, valores e práticas que constituem um modo de observar a realidade”

- Taxonomia é “Classificação de organismos em um sistema ordenado que indica relacionamentos naturais; ciência, leis ou princípios de classificação; sistemáticas; divisão em grupos ou categorias ordenadas”

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III) Arquitetura de Sistemas de Informação

Informação” III) Arquitetura de Sistemas de Informação - Para um simplificação, pode-se estruturar a arquitetura

- Para um simplificação, pode-se estruturar a arquitetura de sistemas sob os seguintes critérios:

- Arquitetura de sistemas;

- Arquitetura de aplicações;

- Arquitetura tecnológica;

- Arquitetura de dados.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

IV) Arquitetura de Sistemas

“Gestão da Informação” IV) Arquitetura de Sistemas - Existe uma diversidade de modelos e critérios propostos,

- Existe uma diversidade de modelos e critérios propostos,

- O modelo de Zachman (Zachman Enterprise Architecture Framework) foi definido anos 80 e oferece um framework ou (taxonomia, como se questiona) para classificação de múltiplos aspectos do gerenciamento da informação na organização

- Zachman propôs a existência de seis enfoques descritivos (dados, função, rede, pessoas, tempo e motivação) e seis perspectivas de participantes (planejador, proprietário, programador, construtor, subcontratado e empresa).

- Estas duas dimensões podem ser dispostas em uma rede, conforme

mostra a Figura a seguir. Mais detalhes serão discutidos mais a

frente

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VI) Arquitetura de Sistemas

Framework de Zachman

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” VI) Arquitetura de Sistemas Framework de Zachman

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VI) Arquitetura de Sistemas

Framework de Zachman

VI) Arquitetura de Sistemas Framework de Zachman Exemplo 1: Da perspectiva executiva/empresa, as
VI) Arquitetura de Sistemas Framework de Zachman Exemplo 1: Da perspectiva executiva/empresa, as
VI) Arquitetura de Sistemas Framework de Zachman Exemplo 1: Da perspectiva executiva/empresa, as
VI) Arquitetura de Sistemas Framework de Zachman Exemplo 1: Da perspectiva executiva/empresa, as

Exemplo 1:

Da perspectiva

executiva/empresa, as

responsabilidades (who) são identificadas e descritas através de uma listagem, da perspectiva de arquitetura de

dados, em termos lógicos, no contexto dos processos, e da perspectiva técnica, são identificados com foco no

papel técnico de

configurações/tecnologias

“para a perspectiva

executiva, não importam

certos detalhes técnicos, para a perspectiva técnica, não importam

certos aspectos do

negócio/estratégia”

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VI) Arquitetura de Sistemas Framework de Zachman
VI) Arquitetura de Sistemas
Framework de Zachman

Exemplo 2:

Da perspectiva executiva/empresa, as motivações do negócio (why) são identificadas e descritas através de uma listagem, enquanto que da perspectiva de arquitetura de dados, lógica, através de representações lógicas, Da perspectiva executiva/empresa, o how (como são as operações do negócio) é expresso através da identificação (descrição) dos processos, enquanto que da perspectiva de arquitetura de dados, através de modelos de processos.

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IV) A - Arquitetura de Sistemas

da Informação” IV) A - Arquitetura de Sistemas - Uma definição mais simples propõe a separação

- Uma definição mais simples propõe a separação em níveis hierárquicos ou dos tipos de processos suportados por esses sistemas e como se relacionam, representados pela figura a seguir:

Grupal Estratégico Tático Operacional/Transacional
Grupal
Estratégico
Tático
Operacional/Transacional

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IV) Arquitetura de Sistemas

“Gestão da Informação” IV) Arquitetura de Sistemas - Essa classificação dos sistemas permite , no contexto

- Essa classificação dos sistemas permite , no contexto de um projeto ou do dia-a-dia da empresa, através do entendimento de qual o papel daquele processo suportado por aquele sistema, dar o nível

de prioridade e possibilitar a gestão mais adequada daquele

sistema;

- Segue uma proposta para de acordo com um dos autores, sujeita a interpretações diferentes ;

- Isso é indicador do nível de dificuldade que se pode ter para conseguir atingir um consenso relativamente a este assunto.

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IV) Arquitetura de Sistemas

Grupal Estratégico Tático Operacional/Transacional
Grupal
Estratégico
Tático
Operacional/Transacional

Sistemas Transacionais: São aqueles sistemas que suportam as operações diárias das empresas,

concentrando-se em tarefas específicas

executadas na base de regras e procedimentos bem definidos.

Estes sistemas possibilitam a continuidade operacional das empresas.

A sua ausência ou descontinuidade operacional representa um risco imediato para as empresas.

Exemplo: sistema de suporte à produção, cuja parada impacta em uma parada na produção.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Grupal Estratégico Tático Operacional/Transacional
Grupal
Estratégico
Tático
Operacional/Transacional
Grupal Estratégico Tático Operacional/Transacional IV) Arquitetura de Sistemas Sistemas Táticos : Sistemas

IV) Arquitetura de Sistemas

Sistemas Táticos:

Sistemas vocacionados para análise tática da informação. Os processos incorporados nestes sistemas são cíclicos

ou recorrentes.

Permitem a elaboração de análises de diferentes

cenários, assim como em planos temporais diferentes.

A sua ausência ou descontinuidade não representa um risco ‘imediato’ para as empresas.

Exemplo: Sistema de fechamento de balanço

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Grupal Estratégico Tático Operacional/Transacional
Grupal
Estratégico
Tático
Operacional/Transacional

IV) Arquitetura de Sistemas

Sistemas Estratégicos:

São sistemas baseados em processos não

estruturados e que contemplam muitas variáveis diferentes de

informação.

O resultado da análise da informação destes sistemas ajuda na definição estratégica do negócio.

São normalmente utilizados pela chefia de direção e pelo seu staff

imediato.

Exemplo: Sistema de suporte ao BSC (gestão de objetivos,

indicadores, metas, etc)

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Grupal Estratégico Tático Operacional/Transacional
Grupal
Estratégico
Tático
Operacional/Transacional

IV) Arquitetura de Sistemas

Sistemas Grupais:

São sistemas que permitem realizar tarefas

simples ou intermediárias, partilhando

a informação com outros departamentos ou funções.

A sua utilização requer uma formação específica nos diferentes sistemas ou funcionalidades.

Normalmente estão enquadrados no segmento dos sistemas Office,

abrangendo funcionalidades tão diferentes como as de correio

electrónico, folha de cálculo, tratamento de textos, etc.

OBS: no topo da pirâmide? Ou transversal?

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V) B - Arquitetura de aplicações

da Informação” V) B - Arquitetura de aplicações - Corresponde ao levantamento das aplicações atuais e

- Corresponde ao levantamento das aplicações atuais e posicionamento destas na estrutura proposta anteriormente;

- O trabalho de mapeamento de cada um dos sistemas na própria

pirâmide será realizado duma forma relativamente rápida

- Uma vez finalizada obteremos uma imagem fidedigna da realidade atual de sistemas.

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V) B - Arquitetura de aplicações

da Informação” V) B - Arquitetura de aplicações - Tendência de muitos sistemas transacionais e sistemas

- Tendência de muitos sistemas transacionais e sistemas táticos,

como resultado do histórico maior investimento realizado nos ambientes tradicionalmente operacionais das empresas, como sejam vendas, logística e distribuição, compras, etc;

- As empresas tecnológicas ou de serviços tendem a ter mais sistemas situados no quadrante estratégico;

- A alocação dos sistemas a cada um dos quadrantes também poderá ter matizes diferentes em função do tipo de empresa.

- Exemplo, numa empresa de distribuição um sistema de suporte do call-center será considerado operacional, numa empresa de seguros ou banco, bancária o sistema de callcenter poderá sê-lo

no quadrante tático ou tático/estratégico.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

V) B - Arquitetura de aplicações

da Informação” V) B - Arquitetura de aplicações O mesmo conceito pode ser utilizado, em projeto,

O mesmo conceito pode ser utilizado, em projeto,

para redefinições de

sistemas e suas classificações.

Tal redefinição poderá

ser complexa, devido a multiplicidade de conceitos, ferramentas,

a definição dos custos

envolvidos, capacitações, enfim, todo o projeto necessário para essas redefinições

a definição dos custos envolvidos, capacitações, enfim, todo o projeto necessário para essas redefinições

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VI) C - Arquitetura Tecnológica

da Informação” VI) C - Arquitetura Tecnológica -Os princípios básicos desta componente da arquitetura de

-Os princípios básicos desta componente da arquitetura de sistemas

não diferem muito das anteriores;

-Dar resposta aos requisitos técnicos e de desempenho das aplicações existentes no nosso portfolio de sistemas, atual e futuro;

-Consequentemente, a arquitetura tecnológica deverá também

ter em linha de conta as condições atuais e as futuras, alinhando-se

De forma contínua com cada uma delas;

-Em projeto ou na mudança organizacional, a arquitetura tecnológica está relacionada à arquitetura de sistemas: para avançar com a arquitetura tecnológica deve-se ter avançado com as definição da arquitetura de sistemas, pois a primeira dará suporte à segunda.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VI) C - Arquitetura Tecnológica

da Informação” VI) C - Arquitetura Tecnológica A arquitetura tecnológica de empresa, independentemente de

A arquitetura tecnológica de empresa, independentemente de

qual seja as tecnologias de infraestrutura utilizadas (Compaq, IBM, HP, Sun, etc.), deverá estar preferencialmente estruturada da seguinte forma (segundo a abordagem desse autor):

Arquitetura de Servidores;

Arquitetura de Clientes;

Arquitetura de redes (Local Area Network e Wide Area Network);

Arquitetura de DRP (Disaster Recovery Plan).

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VI) C.1 - Arquitetura de servidores

da Informação” VI) C.1 - Arquitetura de servidores -A arquitetura de servidores corresponde à disposição de

-A arquitetura de servidores corresponde à disposição de servidores

(de banco de dados, de aplicações, web, etc) e a forma como serão acessados; e gerenciados;

- Coordenação e definição técnicas.

-Depende também da natureza das aplicações (Exemplo: instalação

próprias ou não);

-Impacto em questões como:

-Segurança; -Custos de manutenção /upgrade; -Performance; -Gestão.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VI) C.1 - Arquitetura de servidores

Alguns conceitos:

- Múltiplos “clientes” acessando o mesmo servidor

- Múltiplos “clientes” acessando o mesmo servidor -Múltiplos servidores (de banco de dados, de aplicações)
- Múltiplos “clientes” acessando o mesmo servidor -Múltiplos servidores (de banco de dados, de aplicações)

-Múltiplos servidores (de

banco de dados, de

aplicações) conectados, sendo acessados pelo cliente final (1)

Cenário muito comum em grandes empresas, que

requerem maior integração

de informações

pelo cliente final (1) Cenário muito comum em grandes empresas, que requerem maior integração de informações

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VI) C.1 - Arquitetura de servidores -Outra configuração de múltiplos servidores (banco, aplicação) conectados, sendo acessados pelo cliente final.

-Outra configuração de múltiplos servidores (banco, aplicação) conectados, sendo acessados pelo cliente final.
-Outra configuração de múltiplos servidores (banco, aplicação) conectados, sendo acessados pelo cliente final.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VI) C.1 - Arquitetura de servidores

da Informação” VI) C.1 - Arquitetura de servidores “ Landscape ” de servidores de aplicação (Exemplo

Landscape” de servidores de aplicação (Exemplo aqui da SAP), em

que são realizadas diferentes funções: DEV: codificação, testes

unitários; QAS: testes com usuários e dados mais reais e atualizados;

PRD: operação, ambiente “real”.

Um processo de transporte de códigos e programas coordenado ocorre entre os ambientes, acionado pela equipe de desenvolvimento e funcionais.

de códigos e programas coordenado ocorre entre os ambientes, acionado pela equipe de desenvolvimento e funcionais.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) C.2 - Arquitetura de clientes

da Informação” VII) C.2 - Arquitetura de clientes -Uma vez finalizada a identificação do parque informático

-Uma vez finalizada a identificação do parque informático de

servidores, é importante mapeamento, identificação, controle e

gestão do parque de “clientes”.

-Totalidade de equipamentos informáticos que, ligados a um servidor, interagem com ele e servem de ponte entre aqueles e os utilizadores finais.

Desta forma vamos ter a seguinte distribuição tecnológica:

Desktops;

Laptops;

Palmtops/celulares;

Impressoras, Fax, Scanner, etc. ;

Aparelhos de Vídeo-Conferência (privativa ou de grupo);

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) C.2 - Arquitetura de clientes

da Informação” VII) C.2 - Arquitetura de clientes -Deve haver uma gestão e controle sobre esses

-Deve haver uma gestão e controle sobre esses equipamentos para:

- Garantir a otimização de sua utilização (ou seja, por exemplo em grandes empresas, transferir equipamentos de um funcionário para outro, evitar compras desnecessárias, etc);

- Garantir a sua atualização de sistemas operacionais, softwares, etc;

- Aspectos de segurança;

- Gerenciamento de contrato de manutenção, etc.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VIII) C.3 - Arquitetura de redes

da Informação” VIII) C.3 - Arquitetura de redes -Em relação à arquitetura de redes, sejam estas

-Em relação à arquitetura de redes, sejam estas redes locais (LAN)

ou de telecomunicações externas (WAN), deve-se identificar num

mapa todas e cada uma das entidades tecnológicas nelas abrangidas.

-Complemento do mapa de servidores, podendo muitos dos seus elementos já estarem identificados antes;

-A topologia de rede utilizada em cada caso deverá estar igualmente

identificada como um elemento resumo do mapa.

-Esses elementos irão permitir uma análise pormenorizada das

áreas de melhoria, assim como possibilitar o rápido seguimento das avarias

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VIII) C.3 - Arquitetura de redes

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” VIII) C.3 - Arquitetura de redes Exemplo

Exemplo

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” VIII) C.3 - Arquitetura de redes Exemplo

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IX) C.4 - Arquitetura de DRP (Disaster Recovery Plan)

IX) C.4 - Arquitetura de DRP (Disaster Recovery Plan) A arquitetura de DRP deverá estar sustentada

A arquitetura de DRP deverá estar sustentada em três pilares

fundamentais:

- Confiabilidade: para garantir confiabilidade do ambiente, o quanto maior for a dependência dos processos ao ambiente computacional, deverão ser adotados procedimentos como planos de testes, ferramentas de rastreabilidade de problemas, em casos de paradas, etc;

- Tecnologia ou infraestrutura utilizada: garantir que situações como falta de capacidade das máquinas, falta de disco ou memória de

processamento, inoperacionalidade dos sistemas de recuperação

dos dados, etc., não ocorram por falta de investimentos em tecnologia e infraestrutura;

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

IX) C.4 - Arquitetura de DRP (Disaster Recovery Plan)

IX) C.4 - Arquitetura de DRP (Disaster Recovery Plan) - Componente humano: Um ambiente de contingência

- Componente humano: Um ambiente de contingência deverá

contar com os recursos adequados para ativá-lo e utilizá-lo quando

necessário. Consequentemente, deveremos garantir que estes recursos estão permanentemente treinados e preparados para lidar com esta realidade.

- Paradas de sistemas vitais: grande stress, “correria”;

- Sistemas manuais;

- Terceirização de parte do DRP (Exemplo: IBM)

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

X) D - Arquitetura de Dados

-Diversos enfoques e níveis:

X) D - Arquitetura de Dados -Diversos enfoques e níveis : -Como os dados estão organizados

-Como os dados estão organizados em um determinado processo;

-Como os dados estão organizados em um banco de dados;

-Como dados são organizados em múltiplos servidores de

banco de dados e são consolidados em uma aplicação;

-Como os dados estão organizados e são coletados em

múltiplos sistemas, usuários (digitação) e outras formas de aquisição

-Profissão de “arquiteto de dados”, ou “arquiteto de BI”

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

X) D - Arquitetura de Dados

Exemplo 1 Arquitetura de dados em tabelas de um banco de

dados (SQL)

da Informação” X) D - Arquitetura de Dados Exemplo 1 – Arquitetura de dados em tabelas
da Informação” X) D - Arquitetura de Dados Exemplo 1 – Arquitetura de dados em tabelas

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

X) D - Arquitetura de Dados Exemplo 2 Arquitetura de BI de uma empresa

– “Gestão da Informação” X) D - Arquitetura de Dados Exemplo 2 – Arquitetura de BI
– “Gestão da Informação” X) D - Arquitetura de Dados Exemplo 2 – Arquitetura de BI

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Sintetizando a visão do autor

Arquiteturas

Sistemas

Aplicações

Tecnológica

Dados

da Informação” Sintetizando a visão do autor Arquiteturas Sistemas Aplicações Tecnológica Dados Gerenciamento
da Informação” Sintetizando a visão do autor Arquiteturas Sistemas Aplicações Tecnológica Dados Gerenciamento

Gerenciamento

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Bibliografia

Produção – “Gestão da Informação” Bibliografia A Gestão dos Sistemas de Informação – Santiago Olmedo

A Gestão dos Sistemas de Informação Santiago Olmedo Bach. Editora CentroAtlantico.PT; Portugal, 2001

Notas de aula - Lucas Lattari (web)

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Tema 4

Arquiteturas e

Estudo de Caso

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” Tema 4 Arquiteturas e Estudo de Caso

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Objetivos:

de Produção – “Gestão da Informação” Objetivos: Conhecer conceitos de arquiteturas de sistemas; Discutir

Conhecer conceitos de arquiteturas de sistemas;

Discutir suas classificações

Aplicar os conceitos em Estudos de Caso

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Várias abordagens

Estudo de caso:

da Informação” Várias abordagens Estudo de caso: “Uma comparação entre as quatro principais metodologias

“Uma comparação entre as quatro principais metodologias de arquitetura corporativa”

Fonte: http://msdn.microsoft.com/pt-br/library/bb466232.aspx

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

A) Introdução

– “Gestão da Informação” A) Introdução Atualmente, cerca de 90% dos trabalhos em arquiteturas usa

Atualmente, cerca de 90% dos trabalhos em arquiteturas usa uma das quatro metodologias seguintes:

Framework Zachman para arquiteturas corporativas: embora se auto

defina como um framework, seria, na verdade, melhor definida como uma taxonomia;

Framework Arquitetural do Open Group (TOGAF): embora

denominado um framework, seria, na verdade, melhor definido como um

processo;

Arquitetura Corporativa Federal (FEA): pode ser vista como uma

arquitetura corporativa implementada ou como uma metodologia prescritiva para a criação de uma arquitetura corporativa;

Metodologia Gartner: pode ser melhor descrita como uma prática

arquitetural corporativa.

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas • O modelo de Zachman (Zachman Enterprise Architecture

O modelo de Zachman (Zachman Enterprise Architecture Framework) foi definido anos 80 e oferece um framework ou (taxonomia, como se questiona) para classificação de múltiplos aspectos do gerenciamento da informação na

organização

Zachman propôs a existência de seis enfoques descritivos (dados, função, rede, pessoas, tempo e motivação) e seis perspectivas de participantes (planejador,

proprietário, programador, construtor, subcontratado e empresa).

Estas duas dimensões podem ser dispostas em uma rede, conforme mostra a Figura a seguir;

Enfoque mais estático, cobrindo com amplitude

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

VII) Consolidando conceitos
VII) Consolidando conceitos

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas •

1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

Utilização de conceitos de outras disciplinas

Sistemas com mesma confiabilidade e confiança de outros produtos de outras

tecnologias (ex: engenharias)

Sistemas de Informação se relacionam com o negócio

No negócio diferentes perspectivas ou papéis

As necessidades em cada perspectiva podem ser expressas pelo entendimento de cada um em dimensões ou abstrações

A estrutura é constituída por cinco perspectivas/visões (linhas) e seis dimensões

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

Perspectivas

Inclui representações da arquitetura para todos os participantes envolvidos;

Atividades de planejamento, concepção, uso e manutenção dos sistemas nas organizações;

Cada perspectiva fornece um ponto de vista único e importante na arquitetura;

Juntas fornecem uma descrição completa da arquitetura;

As perspectivas (linhas) são apresentadas a seguir:

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Perspectivas

Perspectivas

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de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Perspectivas

Perspectivas

de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Perspectivas

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1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

Perspectivas - Sumário

Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Perspectivas - Sumário
Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Perspectivas - Sumário

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1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

Dimensões

Framework Zachman para arquiteturas corporativas Dimensões • As colunas representam um ponto de convergência quanto

As colunas representam um ponto de convergência quanto a descrição do

produto e seus propósitos;

Juntos descrevem a arquitetura na totalidade;

As dimensões (colunas) são apresentadas a seguir:

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Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Dimensões

Dimensões

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Dimensões

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Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Dimensões

Dimensões

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Dimensões

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Dimensões - Sumário

de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Dimensões - Sumário
de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Dimensões - Sumário

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1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Cruzamento das dimensões x perspectivas O QUE/DADOS Os

Cruzamento das

dimensões x perspectivas

O QUE/DADOS

Os sistemas de informação seguem as pegadas das

entidades (pessoas, lugares,

coisas ou eventos) relevantes para a empresa. Na construção de um sistema, as entidades do negócio são

representadas por dados, bases de dados, classes de objetos, etc.

de um sistema, as entidades do negócio são representadas por dados, bases de dados, classes de
Engenharia de Produção – “Gestão da Informação” 1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Cruzamento

Engenharia de Produção – “Gestão da Informação”

1- Framework Zachman para arquiteturas

corporativas

1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Cruzamento das dimensões x perspectivas COMO/PROCESSOS OU

Cruzamento das

dimensões x perspectivas

COMO/PROCESSOS OU FUNÇÕES

Definir as atividades realizadas pela empresa e pelos sistemas de informação que a suportam.

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1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Cruzamento das dimensões x perspectivas ONDE/REDE Define os

Cruzamento das dimensões x perspectivas

ONDE/REDE

Define os locais onde as componentes do sistema podem estar, ou a partir de onde podem ser usadas, bem como a conectividade requerida

entre esses locais.

do sistema podem estar, ou a partir de onde podem ser usadas, bem como a conectividade

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1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Cruzamento das dimensões x perspectivas QUEM/PESSOAS Parte

Cruzamento das

dimensões x

perspectivas

QUEM/PESSOAS

Parte das organizações ou

indivíduos, interagem com os processos e com o sistema que os suporta. Documenta

quem e seu

envolvimento nos sistemas.

ou indivíduos, interagem com os processos e com o sistema que os suporta. Documenta quem e

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1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Cruzamento das dimensões x perspectivas QUANDO/ TEMPO

Cruzamento das dimensões x

perspectivas

QUANDO/ TEMPO

Descreve os eventos chave da organização: quando ocorrem, a sua duração e a sua relação com outros eventos (dependências).

os eventos chave da organização: quando ocorrem, a sua duração e a sua relação com outros

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1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Cruzamento das dimensões x perspectivas PORQUE/NECESSIDADE

Cruzamento das dimensões x perspectivas

PORQUE/NECESSIDADE

Justifica as razões da

necessidade do SI, tais como os

benefícios tangíveis e intangíveis que podem ser obtidos com o sistema. Também forma as fundações/alicerces, a

partir das quais são derivadas as regras e restrições para o design e operação do sistema. Cada célula nesta coluna contém a

fundamentação lógica para o

desenvolvimento particular de

uma solução para o problema da perspectiva correspondente (linha).

lógica para o desenvolvimento particular de uma solução para o problema da perspectiva correspondente (linha).

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1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas

Operação/Regras

Zachman para arquiteturas corporativas Operação/Regras Como abordagem sistêmica, tem regras para manter sua

Como abordagem sistêmica, tem regras para manter sua integridade:

- Importância das dimensões: as colunas não tem ordem de

prioridade ou sequencia, mas a ordem da esquerda para direita é

normalmente usada.

- Simplicidade das dimensões: cada coluna tem um modelo

simples básico para descrever uma parte da organização e da arquitetura , porém são interdependentes e interagem continuamente. Uma alteração numa coluna muitas vezes afeta

uma ou mais colunas.

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1- Framework Zachman para arquiteturas corporativas Operação/Regras

Zachman para arquiteturas corporativas Operação/Regras - Singularidade das dimensões: O modelo básico de cada

- Singularidade das dimensões: O modelo básico de cada coluna tem de ser singular para evitar ambiguidade.

- Singularidades das perspectivas: Cada linha apresenta uma perspectiva distinta e singular, associada a um participante.

- Singularidade das células: Se cada dimensão e perspectiva é