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d) condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido suspensão da execu-

d) condenação criminal do empregado, passada em

julgado, caso não tenha havido suspensão da execu- ção da pena;

e) desídia no desempenho das respectivas funções;

f) embriaguez habitual ou em serviço;

g) violação de segredo da empresa;

h) ato de indisciplina ou de insubordinação;

i) abandono de emprego;

Súmula 32, TST - ABANDONO DE EMPREGO (nova redação) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003. Presume-se o abandono de emprego se o trabalha- dor não retornar ao serviço no prazo de 30 (trinta) dias após a cessação do benefício previdenciário nem justificar o motivo de não o fazer.

j) ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no

serviço contra qualquer pessoa, ou ofensas físicas, nas mesmas condições, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;

k) ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas fí-

sicas praticadas contra o empregador e superiores

hierárquicos, salvo em caso de legítima defesa, pró- pria ou de outrem;

l) prática constante de jogos de azar.

OJ 199 (SDI-1) - JOGO DO BICHO. CONTRATO DE

TRABALHO. NULIDADE. OBJETO ILÍCITO . É nulo o contrato de trabalho celebrado para o de- sempenho de atividade inerente à prática do jogo do bicho, ante a ilicitude de seu objeto, o que subtrai o requisito de validade para a formação do ato jurídico Parágrafo único - Constitui igualmente justa causa para dispensa de empregado a prática, devidamente comprovada em inquérito administrativo, de atos atentatórios à segurança nacional.

Art. 158, CLT - Cabe aos empregados:

Parágrafo único - Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada:

b) ao uso dos equipamentos de proteção individual fornecidos pela empresa

Art. 235-B. São deveres do motorista profissional:.

VII - submeter-se a teste e a programa de controle de

uso de droga e de bebida alcoólica, instituído pelo

empregador, com ampla ciência do empregado.

Parágrafo único. A inobservância do disposto no in- ciso VI e a recusa do empregado em submeter-se ao teste e ao programa de controle de uso de droga e

de bebida alcoólica previstos no inciso VII serão con-

sideradas infração disciplinar, passível de penaliza-

ção nos termos da lei

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Art. 818, CLT - A prova das alegações incumbe à parte que as fizer.

Art. 29, CLT - A Carteira de Trabalho e Previdência Social será obrigatoriamente apresentada, contra re- cibo, pelo trabalhador ao empregador que o admitir,

o qual terá o prazo de quarenta e oito horas para nela anotar, especificamente, a data de admissão, a re- muneração e as condições especiais, se houver, sendo facultada a adoção de sistema manual, mecâ- nico ou eletrônico, conforme instruções a serem ex- pedidas pelo Ministério do Trabalho.

4 o - É vedado ao empregador efetuar anotações desabonadoras à conduta do empregado em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social.

§

Art. 483, CLT - O empregado poderá considerar res- cindido o contrato e pleitear a devida indenização

quando:

a) forem exigidos serviços superiores às suas forças,

defesos por lei, contrários aos bons costumes, ou alheios ao contrato;

b) for tratado pelo empregador ou por seus superio-

res hierárquicos com rigor excessivo;

c) correr perigo manifesto de mal considerável;

d) não cumprir o empregador as obrigações do con-

trato;

e) praticar o empregador ou seus prepostos, contra

ele ou pessoas de sua família, ato lesivo da honra e boa fama;

f) o empregador ou seus prepostos ofenderem-no fi-

sicamente, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de outrem;

g) o empregador reduzir o seu trabalho, sendo este

por peça ou tarefa, de forma a afetar sensivelmente

a importância dos salários.

§ 1º - O empregado poderá suspender a prestação

dos serviços ou rescindir o contrato, quando tiver de desempenhar obrigações legais, incompatíveis com

a continuação do serviço.

§ 2º - No caso de morte do empregador constituído

em empresa individual, é facultado ao empregado rescindir o contrato de trabalho.

§ 3º - Nas hipóteses das letras "d" e "g", poderá o

empregado pleitear a rescisão de seu contrato de tra- balho e o pagamento das respectivas indenizações, permanecendo ou não no serviço até final decisão do processo.

Art. 484, CLT - Havendo culpa recíproca no ato que determinou a rescisão do contrato de trabalho, o tri- bunal de trabalho reduzirá a indenização à que seria

devida em caso de culpa exclusiva do empregador, por metade. Súmula 14, TST- CULPA RECÍPROCA

devida em caso de culpa exclusiva do empregador, por metade.

Súmula 14, TST- CULPA RECÍPROCA (nova reda- ção) - Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003. Reconhecida a culpa recíproca na rescisão do con- trato de trabalho (art. 484 da CLT), o empregado tem direito a 50% (cinqüenta por cento) do valor do aviso prévio, do décimo terceiro salário e das férias propor- cionais.

Art. 502, CLT - Ocorrendo motivo de força maior que determine a extinção da empresa, ou de um dos es- tabelecimentos em que trabalhe o empregado, é as- segurada a este, quando despedido, uma indeniza- ção na forma seguinte: ( )

II - não tendo direito à estabilidade, metade da que

seria devida em caso de rescisão sem justa causa.

Art. 486, CLT - No caso de paralisação temporária ou definitiva do trabalho, motivada por ato de autori- dade municipal, estadual ou federal, ou pela promul- gação de lei ou resolução que impossibilite a continu- ação da atividade, prevalecerá o pagamento da inde- nização, que ficará a cargo do governo responsável.

§ 1º - Sempre que o empregador invocar em sua de-

fesa o preceito do presente artigo, o tribunal do tra- balho competente notificará a pessoa de direito pú- blico apontada como responsável pela paralisação do trabalho, para que, no prazo de 30 (trinta) dias, alegue o que entender devido, passando a figurar no processo como chamada à autoria.

§ 2º - Sempre que a parte interessada, firmada em

documento hábil, invocar defesa baseada na dispo- sição deste artigo e indicar qual o juiz competente, será ouvida a parte contrária, para, dentro de 3 (três) dias, falar sobre essa alegação. comum.

Art. 467. Em caso de rescisão de contrato de traba- lho, havendo controvérsia sobre o montante das ver- bas rescisórias, o empregador é obrigado a pagar ao trabalhador, à data do comparecimento à Justiça do Trabalho, a parte incontroversa dessas verbas, sob pena de pagá-las acrescidas de cinqüenta por cento.

Art. 477 - É assegurado a todo empregado, não exis- tindo prazo estipulado para a terminação do respec- tivo contrato, e quando não haja ele dado motivo para cessação das relações de trabalho, o direto de haver do empregador uma indenização, paga na base da maior remuneração que tenha percebido na mesma empresa

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§ 6º - O pagamento das parcelas constantes do ins-

trumento de rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos:

a) até o primeiro dia útil imediato ao término do con-

trato; ou

b) até o décimo dia, contado da data da notificação

da demissão, quando da ausência do aviso prévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumpri- mento.

Art. 8º, CRFB/88 - É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte: ( )

VIII - é vedada a dispensa do empregado sindicali- zado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e, se eleito, ainda que suplente, até um ano após o final do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei.

Art. 543, CLT - O empregado eleito para cargo de administração sindical ou representação profissional, inclusive junto a órgão de deliberação coletiva, não poderá ser impedido do exercício de suas funções, nem transferido para lugar ou mister que lhe dificulte ou torne impossível o desempenho das suas atribui- ções sindicais.

§ 2º - Considera-se de licença não remunerada, salvo assentimento da empresa ou cláusula contratual, o tempo em que o empregado se ausentar do trabalho no desempenho das funções a que se refere este ar- tigo.

§ 3º - Fica vedada a dispensa do empregado sindica-

lizado ou associado, a partir do momento do registro de sua candidatura a cargo de direção ou represen- tação de entidade sindical ou de associação profissi- onal, até 1 (um) ano após o final do seu mandato, caso seja eleito inclusive como suplente, salvo se co- meter falta grave devidamente apurada nos termos desta Consolidação.

§ 5º - Para os fins deste artigo, a entidade sindical comunicará por escrito à empresa, dentro de 24 (vinte e quatro) horas, o dia e a hora do registro da candidatura do seu empregado e, em igual prazo, sua eleição e posse, fornecendo, outrossim, a este, comprovante no mesmo sentido. O Ministério do Tra- balho e Previdência Social fará no mesmo prazo a comunicação no caso da designação referida no final do § 4º.

Súmula 369, TST - DIRIGENTE SINDICAL. ESTABI- LIDADE PROVISÓRIA (nova redação dada ao item II) - Res. 174/2011, DEJT divulgado em 27, 30 e

31.05.2011.

I - É assegurada a estabilidade provisória ao empre- gado dirigente sindical, ainda que a

I - É assegurada a estabilidade provisória ao empre- gado dirigente sindical, ainda que a comunicação do

registro da candidatura ou da eleição e da posse seja realizada fora do prazo previsto no art. 543, § 5º, da CLT, desde que a ciência ao empregador, por qual- quer meio, ocorra na vigência do contrato de traba- lho.

II - O art. 522 da CLT foi recepcionado pela Constitui-

ção Federal de 1988. Fica limitada, assim, a estabili- dade a que alude o art. 543, § 3.º, da CLT a sete di- rigentes sindicais e igual número de suplentes. III - O empregado de categoria diferenciada eleito di-

rigente sindical só goza de estabilidade se exercer na empresa atividade pertinente à categoria profissional do sindicato para o qual foi eleito dirigente. IV - Havendo extinção da atividade empresarial no âmbito da base territorial do sindicato, não há razão para subsistir a estabilidade.

V - O registro da candidatura do empregado a cargo

de dirigente sindical durante o período de aviso pré- vio, ainda que indenizado, não lhe assegura a esta- bilidade, visto que inaplicável a regra do § 3º do art. 543 da Consolidação das Leis do Trabalho.

Súmula 379, TST - DIRIGENTE SINDICAL. DESPE- DIDA. FALTA GRAVE. INQUÉRITO JUDICIAL. NE-

CESSIDADE (conversão da Orientação Jurispruden- cial nº 114 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e

25.04.2005.

O dirigente sindical somente poderá ser dispensado por falta grave mediante a apuração em inquérito ju- dicial, inteligência dos arts. 494 e 543, §3º, da CLT. (ex-OJ nº 114 da SBDI-1 - inserida em 20.11.1997).

Art. 853, CLT - Para a instauração do inquérito para apuração de falta grave contra empregado garantido com estabilidade, o empregador apresentará recla- mação por escrito à Junta ou Juízo de Direito, dentro de 30 (trinta) dias, contados da data da suspensão do empregado.

Art. 494, CLT - O empregado acusado de falta grave poderá ser suspenso de suas funções, mas a sua despedida só se tornará efetiva após o inquérito e que se verifique a procedência da acusação.

Parágrafo único - A suspensão, no caso deste artigo, perdurará até a decisão final do processo. Art. 821, CLT - uma das partes não poderá indicar mais de 3 (três) testemunhas, salvo quando se tratar de inquérito, caso em que esse número poderá ser elevado a 6 (seis).

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Art. 852-H, CLT - Todas as provas serão produzidas na audiência de instrução e julgamento, ainda que não requeridas previamente. ( )

§ 2º As testemunhas, até o máximo de duas para

cada parte, comparecerão à audiência de instrução e julgamento independentemente de intimação. OJ 365 (SDI-1) - ESTABILIDADE PROVISÓRIA. MEMBRO DE CONSELHO FISCAL DE SINDICATO. INEXISTÊNCIA. DJ 20, 21 e 23.05.2008. Membro de conselho fiscal de sindicato não tem di-

reito à estabilidade prevista nos arts. 543, § 3º, da CLT e 8º, VIII, da CF/1988, porquanto não representa

ou atua na defesa de direitos da categoria respectiva,

tendo sua competência limitada à fiscalização da

gestão financeira do sindicato (art. 522, § 2º, da CLT). OJ 369 (SDI-1) - ESTABILIDADE PROVISÓRIA. DE- LEGADO SINDICAL. INAPLICÁVEL. DEJT divul- gado em 03, 04 e 05.12.2008.

O delegado sindical não é beneficiário da estabili-

dade provisória prevista no art. 8º, VIII, da CF/1988, a qual é dirigida, exclusivamente, àqueles que exer- çam ou ocupem cargos de direção nos sindicatos, submetidos a processo eletivo.

ART. 55 LEI 5764/71

OJ 253 SDI1 TST

ESTABILIDADE PROVISÓRIA. COOPERATIVA. LEI

ASSEGURADA.

O art. 55 da Lei nº 5.764/71 assegura a garantia de

emprego apenas aos empregados eleitos diretores de Cooperativas, não abrangendo os membros su- plentes.

NÃO

SUPLENTE.

CONSELHO

FISCAL.

Art. 10, ADCT - Até que seja promulgada a lei com-

plementar a que se refere o art. 7º, I, da Constituição:

( )

II - fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa

causa: ( ) b) da empregada gestante, desde a confirmação da

gravidez até cinco meses após o parto. Súmula 244, TST - GESTANTE. ESTABILIDADE

PROVISÓRIA

I - O desconhecimento do estado gravídico pelo em-

pregador não afasta o direito ao pagamento da inde- nização decorrente da estabilidade (

II - A garantia de emprego à gestante só autoriza a

reintegração se esta se der durante o período de es- tabilidade. Do contrário, a garantia restringe-se aos salários e demais direitos correspondentes ao perí- odo de estabilidade.

III - A empregada gestante tem direito à estabilidade

provisória prevista no art. 10, inciso II, alínea "b", do

Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, mesmo na hipótese de admissão mediante contrato por tempo

Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, mesmo na hipótese de admissão mediante contrato por tempo determinado.

Art. 392, CLT - A empregada gestante tem direito à licença-maternidade de 120 (cento e vinte) dias, sem prejuízo do emprego e do salário.

Art. 4º-A, Lei nº 5.859/72 - É vedada a dispensa ar- bitrária ou sem justa causa da empregada doméstica gestante desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o parto. (Incluído pela Lei nº 11.324, de 2006)

Art. 10, ADCT - Até que seja promulgada a lei com-

plementar a que se refere o art. 7º, I, da Constituição:

( )

II - fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa

causa:

do empregado eleito para cargo de direção de comis- sões internas de prevenção de acidentes, desde o re- gistro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato.

Súmula 339, TST - CIPA. SUPLENTE. GARANTIA DE EMPREGO. CF/1988

I - O suplente da CIPA goza da garantia de emprego prevista no art. 10, II, "a", do ADCT a partir da pro- mulgação da Constituição Federal de 1988.

II - A estabilidade provisória do cipeiro não constitui

vantagem pessoal, mas garantia para as atividades dos membros da CIPA, que somente tem razão de ser quando em atividade a empresa. Extinto o esta- belecimento, não se verifica a despedida arbitrária, sendo impossível a reintegração e indevida a indeni- zação do período estabilitário.

Art. 164, CLT - Cada CIPA será composta de repre- sentantes da empresa e dos empregados, de acordo com os critérios que vierem a ser adotados na regu- lamentação de que trata o parágrafo único do artigo anterior.

§ 3º - O mandato dos membros eleitos da CIPA terá

a duração de 1 (um) ano, permitida uma reeleição.

§ 5º - O empregador designará, anualmente, dentre

os seus representantes, o Presidente da CIPA e os empregados elegerão, dentre eles, o Vice-Presi- dente.

Art. 625-B, CLT - A Comissão instituída no âmbito da empresa será composta de, no mínimo, dois e, no máximo, dez membros, e observará as seguintes normas:

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I - a metade de seus membros será indicada pelo em- pregador e outra metade eleita pelos empregados,

em escrutínio secreto, fiscalizado pelo sindicato de categoria profissional;

II - haverá na Comissão tantos suplentes quantos fo- rem os representantes titulares;

III - o mandato dos seus membros, titulares e suplen-

tes, é de um ano, permitida uma recondução.

§ 1º É vedada a dispensa dos representantes dos

empregados membros da Comissão de Conciliação Prévia, titulares e suplentes, até um ano após o final do mandato, salvo se cometerem falta, nos termos da lei.

Súmula 378 ESTABILIDADE PROVISÓRIA. ACIDENTE DO TRABALHO. ART. 118 DA LEI Nº 8.213/1991.

I - É constitucional o artigo 118 da Lei nº 8.213/1991 que assegura o direito à estabilidade provisória por período de 12 meses após a cessação do auxílio-do- ença ao empregado acidentado.

II - São pressupostos para a concessão da estabili- dade o afastamento superior a 15 dias e a conse- qüente percepção do auxílio-doença acidentário,

salvo se constatada, após a despedida, doença pro- fissional que guarde relação de causalidade com a execução do contrato de emprego.

III - O empregado submetido a contrato de trabalho

por tempo determinado goza da garantia p provisória de emprego decorrente de acidente de trabalho pre- vista no n no art. 118 da Lei nº 8.213/91.

Art. 118, Lei nº 8.213/91 - O segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida, pelo prazo mí- nimo de doze meses, a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa, após a cessação do auxílio- doença acidentário, independentemente de percep- ção de auxílio-acidente.

Súmula nº 443 do TST

Presume-se discriminatória a despedida de empre- gado portador do vírus HIV ou de outra doença grave que suscite estigma ou preconceito. Inválido o ato, o empregado tem direito à reintegração no emprego.

Súmula 390, TST -

I - O servidor público celetista da administração di-

reta, autárquica ou fundacional é beneficiário da es- tabilidade prevista no art. 41 da CF/1988.

II - Ao empregado de empresa pública ou de socie- dade de economia mista, ainda

II - Ao empregado de empresa pública ou de socie-

dade de economia mista, ainda que admitido medi-

ante aprovação em concurso público, não é garantida

a estabilidade prevista no art. 41 da CF/1988.

OJ 247 (SDI-1) - I - A despedida de empregados de empresa pública

e de sociedade de economia mista, mesmo admitidos

por concurso público, independe de ato motivado para sua validade;

II - A validade do ato de despedida do empregado da

Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) está condicionada à motivação, por gozar a empresa do mesmo tratamento destinado à Fazenda Pública em relação à imunidade tributária e à execução por precatório, além das prerrogativas de foro, prazos e custas processuais.

Art. 41, CRFB/88 - São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso pú- blico.

SÚM-443. DISPENSA DISCRIMINATÓRIA.

Presume-se discriminatória a despedida de empre- gado portador do vírus HIV ou de outra doença grave que suscite estigma ou preconceito. Inválido o ato, o em-pregado tem direito à reintegração no emprego.

Art. 3º, Lei nº 8.036/90 - O FGTS será regido por normas e diretrizes estabelecidas por um Conselho Curador, composto por representação de trabalhado- res, empregadores e órgãos e entidades governa- mentais, na forma estabelecida pelo Poder Execu- tivo. (Redação dada pela Lei nº 9.649, de 1998)

§ 9º - Aos membros do Conselho Curador, enquanto

representantes dos trabalhadores, efetivos e suplen- tes, é assegurada a estabilidade no emprego, da no- meação até um ano após o término do mandato de representação, somente podendo ser demitidos por motivo de falta grave, regularmente comprovada através de processo sindical.

Art. 3º, Lei nº 8.213/91 - Fica instituído o Conselho Nacional de Previdência SocialCNPS, órgão supe- rior de deliberação colegiada, que terá como mem- bros: ( )

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