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MTM 7105 Álgebra Linear TRANSFORMAÇÕES LINEARES, NÚCLEO, IMAGEM TEOREMA DAS DIMENSÕES
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MTM 7105 Álgebra Linear TRANSFORMAÇÕES LINEARES, NÚCLEO, IMAGEM TEOREMA DAS DIMENSÕES

MTM 7105

Álgebra Linear

TRANSFORMAÇÕES LINEARES, NÚCLEO, IMAGEM TEOREMA DAS DIMENSÕES

TRANSFORMAÇÕES LINEARES

TRANSFORMAÇÕES LINEARES

TRANSFORMAÇÕES LINEARES
 V é chamado o domínio , W o contra- domínio.  T(v) é a

V é chamado o domínio, W o contra- domínio. T(v) é a imagem de v pela aplicação de T.

A transformação linear T : V V é

denominado de operator linear.

Exemplo seja P uma matriz k × m , e Q uma matriz n ×

Exemplo

seja P uma matriz k×m ,

e Q uma matriz n×1.

seja T : M m,n M k,1 definida por

T(A) = PAQ.

Então T é uma TL.

T(A+B) = P(A + B)Q

= (PA + PB)Q

= PAQ + PBQ

= T(A) + T(B).

T(α A)

= P(α A)Q

= α(PAQ)

= α T(A).

seja T : C  C definida por T(z) = z = o complexo conjugado

seja T : C C

definida por

seja T : C  C definida por T(z) = z = o complexo conjugado de

T(z) = z

= o complexo

conjugado de z.

Então T é uma TL.

T(z) = z = o complexo conjugado de z. Então T é uma TL. T(z +

T(z + w) = z + w

conjugado de z. Então T é uma TL. T(z + w) = z + w =

= z + w

= T(z) + T(w).

T(αz)

= αz
= αz

= α z

conjugado de z. Então T é uma TL. T(z + w) = z + w =

= α z

= α T(z).

Exemplo seja V um espaço vetorial e {v 1 , …, v m } uma

Exemplo

seja V um espaço vetorial e {v 1 , …, v m } uma base para V. Definimos T : V R como T(α 1 v 1 + … + α m v m ) = α 1 .

Logo T é uma TL.

E X.(continuação) T( α 1 v 1 + … + α m v m )

EX.(continuação)

T(α 1 v 1 + … + α m v m ) = α 1

E X.(continuação) T( α 1 v 1 + … + α m v m ) =
seja T : M n , n  R definida por T(A) = tr(A), O

seja T : M n,n R definida por T(A) = tr(A),

O traço de A, i.é., a soma dos elementos na

diagonal de A.

Então,

T(A) = a 11 + a 22 + … + a nn .

T é uma transformação linear.

E X T(A) = tr(A) = a 1 1 + a 2 2 + …

EX

T(A) = tr(A) = a 11 + a 22 + … + a nn

E X T(A) = tr(A) = a 1 1 + a 2 2 + … +
T EOREMA

TEOREMA

T EOREMA
Prova de (1): T(0) + 0 = T(0), definição de 0 = T(0+0), definição de

Prova de (1):

T(0) + 0

= T(0),

definição de 0

= T(0+0), definição de 0

= T(0) + T(0), linearidade cancelando,

0 = T(0).

Prova de (2):

T(v) + T(-v)

= T(v + (-v)),

= T(0),

= 0,

= T(v) + (-T(v)),

assim, T(-v) = -T(v).

linearidade

definição de-

provado em (1)

def.de -

I MPORTÂNCIA DAS BASES PARA TRANSFORMAÇÕES LINEARES

IMPORTÂNCIA DAS BASES PARA TRANSFORMAÇÕES LINEARES

I MPORTÂNCIA DAS BASES PARA TRANSFORMAÇÕES LINEARES
Exemplo Achar a transformação linear T : P 2  P 3 tal que T(1

Exemplo

Achar a transformação linear T : P 2 P 3 tal que

T(1 + x) = -1 + 3x 2 , T(1 + x 2 ) = 3x + 5, T(x + x 2 ) = x 3 4 .

Temos que, T( a + b x + c x 2 )= = T( p

Temos que, T(a + bx + cx 2 )=

= T(p(1 + x) + q(1 + x 2 ) + r(x + x 2 ))

= pT(1 + x) + qT(1 + x 2 ) + rT(x + x 2 )

= ((a+b-c)/2)(-1+3x 2 ) + ((a-b+c)/2)(3x+5) + ((-a+b+c)/2)(x 3 4)

= …

N ÚCLEO (K ERNEL) e IMAGEM

NÚCLEO(KERNEL) e IMAGEM

N ÚCLEO (K ERNEL) e IMAGEM
Núcleo T O Ker(T) W V Todos os vetores são transformados para 0

Núcleo

T O Ker(T) W V Todos os vetores são transformados para 0
T
O
Ker(T)
W
V
Todos os vetores são transformados para 0
I MAGEM V T im(T) Conjunto de todas as images W

IMAGEM

V

T im(T) Conjunto de todas as images
T
im(T)
Conjunto de todas as images

W

Projeção ortogonal  Seja W um subespaço de dimensão finita de um espaço vetorial V

Projeção ortogonal

Seja W um subespaço de dimensão finita de um espaço

vetorial V com produto interno.

A projeção ortogonal de V em W é a transformação

T (v ) = projwv

vetorial V com produto interno.  A projeção ortogonal de V em W é a transformação
E xemplo seja U um subspaço de R n . e P : R n

Exemplo

seja U um subspaço de R n . e P : R n R n definida por

P(x) = proj U (x)

P é uma transformação linear.

achar ker(T) e im(T).

x y U┴ U
x y U┴
x
y
U┴

U

seja A uma matriz m × n seja T : R n  R m

seja A uma matriz m×n

seja T : R n R m definida como T(x) = Ax.

T é uma transformação linear.

Achar ker(T) e im(T).



seja T : M n , n  M n , n definida como T(A)

seja T : M n,n M n,n definida como T(A) = A T A.

mostre que T é uma transformação linear.

ache ker(T) e im(T).

T(A+B) = (A+B) T – (A+B) = A T + B T – A –

T(A+B) = (A+B) T (A+B)

= A T + B T A B

= (A T A) + (B T B) = T(A) + T(B). T(rA) = (rA) T rA = r(A T ) rA = r(A T A) = rT(A).

ker(T) = {A : T(A) = 0} im(T) = {A : A T – A

ker(T) = {A : T(A) = 0}

im(T)

= {A : A T A = 0}

= {A : A T = A}

= o conjunto das matrizes simétricas

= {T(A) : A is in M n,n }

= {A T A : A is in M n,n }

seja P o espaço vetorial de todos os polinômios consideremos T : P  P

seja P o espaço vetorial de todos os

polinômios consideremos T : P P definida por

T(p(x)) = p(-x) p(x).

Mostre que T é uma transformação linear

ache ker(T) e im(T).

T(p(x)+q(x)) = (p(-x)+q(-x)) – (p(x)+q(x)) = (p(-x) – p(x)) + (q(-x) – q(x)) = T(p(x))

T(p(x)+q(x)) = (p(-x)+q(-x)) (p(x)+q(x))

= (p(-x) p(x)) + (q(-x) q(x))

= T(p(x)) + T(q(x)).

T(rp(x)) = rp(-x) rp(x)

= r(p(-x) p(x))

= rT(p(x)).

logo, T é transfromação linear.





T EOREMA seja T : V  W uma trasnformação linear Então: ker(T) é um

TEOREMA

seja T : V W uma trasnformação linear

Então:

ker(T) é um subespaço de V, im(T) é um subespaço de W.

P rova: ker(T) é subspaço de V

Prova:

ker(T) é subspaço de V

P rova: im(T) é subspaço de W

Prova:

im(T) é subspaço de W

P rova: im(T) é subspaço de W
Transformações lineares injetoras e sobrejetoras seja T : V  W uma transformação linear. Dizemos

Transformações lineares

injetoras e sobrejetoras

seja T : V W uma transformação linear.

Dizemos que :

T

é sobre se imT = W.

T

é injetora se T(v 1 ) = T(v 2 ) implica que v 1 = v 2 .

E XEMPLOS Provar que T : P 2  P 3 onde T(p(x)) = xp(x)

EXEMPLOS

Provar que T : P 2 P 3 onde T(p(x)) = xp(x) é uma transformação linear. Prove que T é um a um porém não é sobre.

T é um a um se T(v 1 ) = T(v 2 ) implica v

T é um a um se

T(v 1 ) = T(v 2 ) implica v 1 = v 2 .

se T(p(x)) = T(q(x)), então

o coeficiente de x 2 de p(x) = o coeficiente de x 3 de T(p(x)) = o coeficiente de x 3 de T(q(x)) = o coeficiente de x 2 de q(x). Similarmente para os outros coeficientes.

assim, p(x) = q(x).

T é sobre se imT = W .

T é sobre se imT = W.

T é sobre se imT = W .
seja T : M 2 , 2  R dada por T(A) = a 1

seja T : M 2,2 R dada por T(A) = a 12 a 21 . T não é um a um, porém é sobre.

T é uma a um se T(v 1 ) = T(v 2 ) implica v

T é uma a um se T(v 1 ) = T(v 2 ) implica v 1 = v 2 .

T não é um a um, desde que

para A

=

1

2

2

1

e B =

3

2

,

2

3

T(A) = T(B) = 2 2 = 0, sendo que A ≠ B.

T é sobre se imT = W .

T é sobre se imT = W.

T é sobre se imT = W .
seja T : M n , n  M n , n definida como T(A)

seja T : M n,n M n,n definida como T(A) = A T A. T não é sobre desde que

im(T) = conjunto das matrizes anti-simétricas

M n,n . também, T não é injetora desde que

T(I) = T(0) = 0, porém I ≠ 0.

seja T : M m , n  R m n uma transformação linear tal

seja T : M m,n R mn uma transformação linear tal que para i = 1,2,…,m e j = 1,2,…,n.

T(E ij ) = E n(i-1)+j .

T(E 11 ) = E 1 , T(E 12 ) = E 2 , …, T(E 1n ) = E n ,

T(E 21 ) = E n+1 , T(E 22 ) = E n+2 , …, T(E2 n ) = E 2n , …, T(E mn ) = E mn . Then T is both one-to-one and onto.

uma transformação linear é injetora se … Teorema . seja T : V  W

uma transformação linear é injetora se …

Teorema. seja T : V W uma

transformação linear então T é injetora se e somente se

ker(T) = {0}.

P rova

Prova

P rova
v v 2 1 ker(T) v 1 -v 2
v v 2 1 ker(T)
v
v
2
1
ker(T)

v 1 -v 2

Exemplo seja P o espaço vetorial de todos os polinômios Definimos T : P 

Exemplo

seja P o espaço vetorial de todos os polinômios

Definimos T : P P como T(p(x)) = p(-x) p(x).

ker(T) = conjunto dos polinômios com potências ímpares

≠ {0}.

logo, T não é injetora

O Teorma da dimensão seja T : V  W uma transformação linear. Se ker(T)

O Teorma da dimensão

seja T : V W uma transformação linear.

Se ker(T) e im(T) possuem dimensão finita, então V tem dimensão finita e

dimV = dim(im(T)) + dim(ker(T)).

Prova seja { b 1 , …,b k } uma base para ker(T). seja {T(

Prova

seja {b 1 , …,b k } uma base para ker(T).

seja {T(d 1 ), …, T(d r )} uma base para im(T). Então, dim(ker(T)) = k, e dim(im(T)) = r.

Isto mostra que {b 1 , …,b k , d 1 , …, d r } É uma base para V.

{ b 1 , …,b k } é base para ker(T) {T( d 1 ),

{b 1 , …,b k } é base para ker(T) {T(d 1 ), …, T(d r )} é base para im(T)

{ b 1 , …,b k } é base para ker(T) {T( d 1 ), …,
{ b 1 , …,b k } is a basis of ker(T) {T( d 1

{b 1 , …,b k } is a basis of ker(T) {T(d 1 ), …, T(d r )} is a basis of im(T)

Suppose s 1 d 1 + …+ s r d r + t 1 b 1 + … + t k b k = 0. Then s 1 T(d 1 ) + …+ s r T(d r ) + t 1 T(b 1 ) + … + t k T(b k ) = 0. Since b 1 , …,b k are in ker(T), T(b 1 ) = … = T(b k ) = 0. s 1 T(d 1 ) + …+ s r T(d r ) = 0. {T(d 1 ), …,T(d r )} independent, implies s 1 =…= s r = 0

Thus,

{b 1 , …,b k } independent, implies t 1 = … = t k = 0. So, {b 1 , …,b k , d 1 , …, d r } is linearly independent. Therefore, {b 1 , …,b k , d 1 , …, d r } is a basis of V.

t 1 b 1 + … + t k b k = 0.

E xemplo 

Exemplo

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