REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AB’SÁBER, A. N. The Caatinga Domain. in: S. MONTEIRO, S. KAZ, L. (eds.)
Caatinga- Sertão, Sertanejos. Rio de Janeiro: Livroarte. p 47-55, 1995.
AGUIAR, R.B. et al. Evolução do conhecimento geológico e hidrogeólogico na Bacia
Sedimentar do Araripe. In: XIV Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas. Curitiba.
Anais do 14º Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas. São Paulo: ABAS. p.1-19.
2006. Disponível em;
http://aguassubterraneas.abas.org/asubterraneas/article/view/22998 Acessado:
06/07/2013.
ALBUQUERQUE, M. Horticultores pré-históricos do Nordeste. Arquivos do Museu de
História Natural, Belo Horizonte, v. 8/9, p. 131-134, 1983/1984.
ALBUQUERQUE, M. Reflexões em torno da utilização do antiplástico como elemento
classificat6rio da cerâmica pré-historica. CLIO, Revista do Mestrado em História da
UFPE, Recife. nº 6, p.109-112, 1984.
ALBUQUERQUE, M. Utilização de radiologia em cerâmica arqueológica. CLIO - Série
Arqueológica 2, Revista do Curso de Mestrado em História da UFPE, Recife, nº. 7, p.
145-155, 1985.
ALBUQUERQUE, M. Agricultura pré-histórica no Nordeste. Agreste, Recife, nº. 7, p.
25, out./nov. 1985.
ALBUQUERQUE, M. Ocupação Tupiguarani no Estado de Pernambuco. CLIO – Série
Arqueológica (Número extraordinário dedicado aos Anais do I Simpósio de Pré-história
do Nordeste Brasileiro). Recife, nº. 4, p. 115-116, 1991.
ALBUQUERQUE, M. Recomposição da forma em cerâmica Tupiguarani. CLIO – Série
Arqueológica (Número extraordinário dedicado aos Anais do I Simpósio de Pré-história
do Nordeste Brasileiro). Recife, nº. 4, p. 121-122, 1991a.
ALBUQUERQUE, M.; Recipientes cerâmicos de grupos Tupi, no Nordeste brasileiro.
In: PROUS, A.; LIMA, T.A. (org.) Os ceramistas Tupiguarani: sínteses regionais. Belo
Horizonte: Sigma, 2008.
ALBUQUERQUE, M.; LUCENA, V. Caçadores-coletores no agreste pernambucano:
ocupação e ambiente holocênico. CLIO – Série Arqueológica (Número extraordinário
dedicado aos Anais do I Simpósio de Pré-história do Nordeste Brasileiro). Recife, nº. 4,
p. 73-74, 1991a.
ALBUQUERQUE, M.; LUCENA, V. Agricultura tropical préhistórica (um sistema de
floresta úmida ou que integra o semiárido). Revista Ciência e Trópico, Recife, v.19,
nº.1, p. 7-33, 1991b.
ALMEIDA, F. O. de. O complexo Tupi na Amazônia Oriental. Dissertação (Mestrado
em Arqueologia). Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo –
MAE/USP, São Paulo, 2008.
ÁLVAREZ, P. F.; OUBIÑA, C. P. Proposals for an archaeological analysis of pathways
and movement. Archeologia e Calcolatori, nº18, p.121-140. 2007.
ALVES, M.A. “Teorias, métodos, técnicas e avanços na arqueologia brasileira”.
Canindé, Xingó, n° 2, p. 9-52. 2002.

AMICK, D. Technological organization and the structure of inference in lithic analysis:
an examination of Folsom hunting behavior in the American Southwest. In: CARR, P.
(Ed.) The organization of North American prehistoric chipped Stone tool technologies.
International Monographs in Prehistory, Archaeological Series 7. Ann Arbor, University
of Michican Press. p. 9-34. 1994.
ANDRADE, G. Os Climas. In: AZEVEDO, A (Org). Brasil: a terra e o homem. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, p. 409-462.1968.
ANTHONY, D.W. Migration in Archeology: the baby and the bathwater. American
Anthropologist, v.92, p.895-910. 1990.
APPI, C. J. et al. Geologia da Bacia Sedimentar do Araripe. Petrobrás – CENPES –
DIVEX. Rio de Janeiro. 1990.
ARAUJO, A. G. de M. Teoria e método em Arqueologia regional: um estudo de caso no
alto Paranapanema, estado de São Paulo. Tese (doutorado em Arqueologia) – Museu
de Arqueologia e Etnologia – MAE, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.
ARAÚJO, S. M. S. de. O Pólo Gesseiro do Araripe: unidades geo-ambientais e
impactos da mineração. Tese (doutorado em Geociências). Universidade Estadual de
Campinas, Instituto de Geociências, Campinas, 2004
ARAÚJO, E.L.; SAMPAIO, E.V.S.B.; RODAL, M.J.N. Composição florística e
fitossociológica de três áreas de caatinga. Revista Brasileira de Biologia, v. 55, nº. 4, p.
595-607. 1995.
ASFORA, V. K. Fluorescência de raios x por dispersão de energia aplicada à
caracterização de tijolos de sítios históricos de Pernambuco. Dissertação (mestrado em
Ciências nucleares), Departamento de Energia Nuclear – UFPE, Recife, 2010.
ASHMORE, W. Social Archaeologies of Landscape. In: MESKEL, L.; PREUCEL, R. A
companion to social archaeology. Oxford: Blackwell Publishing. 2007
ASSINE, M. L. Sedimentação e tectônica da Bacia do Araripe. Dissertação (mestrado
em Geociências), Instituto de Geociências e Ciências Exatas - UNESP, Rio Claro, 1990.
ASSIS, V. S. Da espacialidade Tupinambá. Dissertação (Mestrado em História) -
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1996.
AZEVEDO, L.R. de. Datação por termoluminescência de cerâmicas do sítio
arqueológico Aldeia do Carlos (PI). Dissertação (Mestrado em Ciências Nucleares),
Programa em Tecnologias Energéticas e Nucleares da UFPE, Recife, 2011.
BARNARD, H; WENDRICH, W. (ed.), The Archaeology of Mobility: Old World and
New World Nomadism. Los Angeles: University of California Press, 2008.
BARRETO, A. M. F. Interpretação paleoambiental do sistema de dunas fixadas do
médio Rio São Francisco, Bahia. Tese (Doutorado Geociências) Instituto de
Geociências/USP, São Paulo, 1996.
BARRETO, A. M. F. et al. Campo de Dunas Inativas do Médio Rio São Francisco, BA:
Marcante registro de ambiente desértico do Quaternário brasileiro In:
SCHOBBENHAUS,C. et al (ed.) Sítios Geológicos e Paleontológicos do Brasil.
DNPM/CPRM - Comissão Brasileira de Sítios Geológicos e Paleobiológicos (SIGEP),
Brasília, 2002, p.223-231.

8. Paisagem e geografia física global: esboço metodológico. Mobility. 4-20. Nova. Lisboa: Edições 70. BONA. Academic Press.45. Journal of Anthropological Archaeology. 1979 BINFORD. G. 2006. In: MELLO.19. p. BERTRAND.3-20. L. Amsterdam: IOS Press. Debating archaeology. In: GARRETA. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Dissertação (mestrado em Ciências) -FIOCRUZ/ENSP: Rio de Janeiro. 17. Áreas de exceção da Paraíba e dos Sertões de Pernambuco. São Paulo. I. Evolución cultural divergente en la Patagonia austral. La trama cultural:Textos de antropología y arqueologia.Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – USP.R. Manual de arqueologia pré-histórica. 30. Boletim. G (Ed.85-100. nº3. 1983. p. Mobilidade humana no litoral brasileiro:análise de isótopos de estrôncio no sambaqui Forte Marechal Luz. 141-152.1. C. 1982. Análise arqueométrica de cerâmica tupiguarani da região central do estado do Rio Grande do Sul. Recife. de. L. Willow smoke and dogs’ tails: hunter-gatherer settlement systems and archaeological site formation. BASTOS. T. (orgs. A. M. p. 1989. American Antiquity. 2000. Estudo de assinaturas químicas em cerâmica da tradição Tupiguarani da região central do Estado do Rio Grande do Sul. p. Recife. 95- 101.) Projeto cadastro de fontes de abastecimento por água subterrânea – Pernambuco: Diagnóstico do município de Araripina. Pré História do estado do Rio de Janeiro. SUDENE/PSU/SER. 1988. L.Q. A. p. L. BINFORD. Journal of Anthropological Research.. p. Buenos Aires: Ediciones Caligraf. 2007. L. T. BINFORD. nº. CPRM. housing and environment. The Archaeology of Place. BELTRÃO. p. Brasil.C. 4. Congresso Nacional de Eologia. L. M. B.46. T. Journal of Anthropological Research.J. Sociedade Brasileira de Geologia. v. p... K. Working at archaeology. et al. I.119-152. BINFORD.). H. M. Organization and formation process: looking at curated technologies. BORRERO. BINFORD. BELTRÃO. A. 2009. J. BELLELLI. et al. BELL. Núcleo Pernambuco. p.35. nº1. BEURLEN. L. C. 2004. Curitiba. nº. nº. MASCARENHAS. v. 1978. BICHO. p. usando fluorescência de raios x por dispersão de energia (edxrf) Quim. 1989‐90.137- 145. New York. BINFORD. LOCK. Topographic and cultural influences on walking the Ridgeway in later prehistoric times In: LOCK. BONA. 1990. 1963. 2006. New York. Beyond the Map: Archaeology and spatial Technologies. Geologia e estratigrafia da Chapada do Araripe. G. nº1. Tese (doutorado em Ciências) . p. L. O. Anales del Instituto de la Patagonia. 2005. 1980. 05-31. v. . M.F. Las teorías en Arqueología.. Brasil. v. A Gipsita na Região do Araripe. 255-272.785-790. 2001.133‐139. M. Ra’e Ga.BARROS. v. N. Academic Press.

A. J. 1980. P. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 1989. J. 2). Relaciones – Sociedad Argentina de Antropología. P. Migraciones que difundieron la tradición alfarera Tupiguarani. (org.. Caderno nº.P. Desarrollo de la tradición alfarera Tupiguaraní (AD 500. N. Ceramics and mobility: assessing the role of foraging behavior and its implications for culture-history. Datos para una secuenciaculturaldeI Estado de Rio Grande do Sul. Juiz de Fora: Ed. P.57. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.. 2001. 1999. Current Anthropology v. Pesquisas arqueológicas em sítios Tupinambá em Araruama. BROCHADO. Dédalo. BROCHADO. nº 104. Archaeology and Migration: Approaches to an Archaeological Proof of Migration. A. Arqueología de Estancia Alice. Toldos. nº2. BROCHADO. A. C.7-39. p. p. BORRERO.P. 1990. Early patagonian hunter‐gatherer: subsistence and technology. R. nºVII.3. 2000. Cuadernos del Instituto Nacional de Antropología y Pensamiento Latinoamericano v.47-60.. Journal of Anthropological Research. BROCHADO. (Gabinete de Arqueologia. milodones y volcanes. v. In: LOURES OLIVEIRA. 1985. p. 727- 743. p. Pré-História da Terra Brasilis.P. J. BUARQUE. Regras práticas na reconstrução gráfica das vasilhas de cerâmica Guarani a partir dos fragmentos.17-30. . In: TENÓRIO. Estudos Ibero-americanos. BROCHADO. 107-118. v. Rio de Janeiro: Ed. BROCHADO..307-320. J. BURMEISTER.4.) Estado da arte das pesquisas arqueológicas sobre a Tradição Tupigurani. Porto Alegre. BUARQUE. P. et al. 1973b. Clio.539-567.. J. SCHMITZ. An ecological model of the pread of pottery and agriculture into Eastern South America. UTAH Archaeology. J. nº4. La investigación científica. MONTICELLI. E. Alimentação na floresta tropical.P.1972. 1973a.219‐239..I. Nova Série. p. v. 2ª edição. p. 35.University of Illinois. A. MONTICELLI. 2000. 1997. 1977. 1984. e NEUMANN. A tradição cerâmica Tupiguarani na América do Sul. G. J. BUNGE. P.BORRERO.P. p.31‐48. Recife.1800). BROCHADO. Urbana. El poblamiento de la Patagonia. L. Buenos Aires: Emecé editiores.. FRANCO. S. 2009. J. BROCHADO. nº 2. A expansão dos Tupi e da tradição cerâmica Amazônica. Veritas v. UGAN. 3). Analogia etnográfica na reconstrução gráfica das vasilhas Guarani arqueológicas. BRIGHT. Publicação n. Barcelona: Ariel. Buenos Aires.18. G. BROCHADO. J. P. nº27. 20. p.65-82. p. L. p. 1994. UFJF. N. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tese (Doutorado em Arqueologia) . p. M. L. 37-64. A Cultura Tupinambá do Estado do Rio de Janeiro. São Paulo.. 12. 1998‐9.P. M. Da UFRJ. BORRERO. v. Brasil. Gabinete de Arqueologia. Lago Argentino. J.

1986. Terminologia arqueológica brasileira para a cerâmica. p. NORBA. São Leopoldo. 2010. CLARK. 9-34. P.Handbook of Landscape Archaeology. Models in archaeology. P. nº4. Walnut Creek: Left Coast Press. C. Trás-os-Montes. Difusión como contacto cultural en arqueologia. V. W. Curitiba: CEPA/UFPR. 1977. Manuais de Arqueologia II. Dissertação (Mestrado em História). I Terminologia arqueológica brasileira para a cerâmica. Revendo problemáticas. 1982. E. Ltd. CEREZER. Universidade do Vale do Rio dos Sinos. C. Lithics and Landscape Archaeology. Technological organization and prehistoric hunter-gatherer mobility: examination of the Hayes site. J. nº5. J.1. p. In CLARKE. J. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) Instituto Politécnico de Tomar/Universidade Trás-os-Montes e Alto D’ouro. University of Arizona Press. 1969. Serie A: Forelesninger 20. Journal of Archaeological Method and Theory. p. In: CARR. 490-600. CHMYZ. CARR. Ann Arbor. nº 1. 1-60. 1994 CLARK. V. Paraná - São Paulo. Archaeological Series 7. p. International Monographs in Prehistory. Barcelona: Ediciones Bellaterra S. CHMYZ. Brasilia.. Beverly Hills: Sage Publications. M. Prehistoric Migrations In Europe. CALZA. 1966. (Ed. Michigan: University of Michigan Press. Pesquisas paleetnográficas efetuadas no Vale do Paranapanema. Boletim Eletrônico da ABRACOR. CLARKE. BENNEMA. M.305-343. 2008. 1966. Separata da Pesquisa Agropecuaria Brasileira. v. Curitiba: CEPA/UFPR. p. CERRILLO MARTÍN DE CÁCERES. 1969. Fortaleza: Imprensa Universitária do Ceará. A. M. 1972. 1994. C. p. Fluorescência de raio x aplicada à análise de bens culturais. I. CARBONERA.129-137. v. 1989. .1. 1950. Institut for Sammenlignende Kulturforskning. 2001. p. 2008/2009. THOMAS. J. A tradição Tupiguarani no Alto Uruguai: estudando o “acervo Marilandi Goulart”. Londres: Methuen & Co.N.A. traçando perspectivas: contributo da arqueologia experimental para a cerâmica Guarani.. W.1-248. 2008. D. G. Cáceres. nº3. CLARKSON. Curitiba. J. CHMYZ. Arqueologia: uma ecología del hombre: método y teoria para um enfoque contextual. Scientific Geography Series 7. CAMARGO. J. Delineamento esquemático dos solos do Brasil.) The organization of North American prehistoric chipped stone tool technologies.47-54. CHILDE. CARVALHO. Manuais de Arqueologia I. Tucson. Oslo.. D. F. Tracking Prehistoric Migrations: Pueblo Settlers among the Tonto Basin Hohokam.BUTZER. Notas de viagem de um zoólogo à região das caatingas e áreas limítrofes. G. Models and paradigns in contemporary archaeology. B. A.. In: DAVID.. Migration as an Explanatory Concept in Paleolithic Archaeology. Human Migration. Boletim de Psicologia e Antropologia. I. K. CLARK.

4. (eds) Islands at the Crossroads: Migration. São Paulo. l993a. 2010. doce lar? Arqueologia Tupi na bacia do Ji-Paraná (RO). (eds) Islands at the Crossroads: Migration. F. 2010. Seafaring. A. nº50. Projeto Sertão de Pernambuco.55. J. v. Diretoria de Assuntos Culturais. CORRÊA. (Rel. Levantamento semidetalhado de solos e classificação de terras para irrigação. Sergipe : interpretações paleoambientais. Tuscaloosa: University of Alabama Press. Seafaring. CRIADO BOADO. CODEVASF. J. Apoio técnico e institucional para o desenvolvimento do programa florestal da Chapada do Araripe em Pernambuco: Diagnóstico. CRIADO BOADO. F. 63-80. 2007. L. 1993b. Volumes: 2. p. Madrid. 2005. L. L. SPAL. 6. Journal of Caribbean Archaeology. and Sociopolitical Processes in Ancient Puerto Rico. 2008. A. Tetama nas matas mineiras: sítios Tupi na microregião de Juiz de Fora. COSTA. M. 2º fase. Pereira da. 13-21. F. A. Santiago de Compostela: Grupo de Investigación en Arqueología del Paisaje. CURET.Criterios y convenciones en Arqueología Del Paisage. A. G.39-56. p. nº 1. F. Codevasf.CODEVASF. L. COOPER. Madrid. 2011. Limites y possibilidades de Arqueologia del Paisaje. Estudo e Caracterização Física de Cerâmicas Indígenas Brasileiras. TOMO II. Universidade de Sevilha. Modelling mobility and exchange in Pre-Columbian Cuba: GIS led approaches to identifying pathways and reconstructing journeys from the archaeological record. p. CURET. W. PROJETEC). Poço Redondo. São Cristóvão. .. Special Publication. Â. 6 e 10. A. CRIADO BOAOO. Dissertação (mestrado em Arqueologia). p. CAPA . Tese (doutorado em Ciências).122-137. Dissertação (mestrado em Ecologia e Conservação) – Universidade Federal de Sergipe. 1998. Sevilha. CURET. 5. 1999. 2008. and Interaction in the Caribbean. Universidad de Santiago de Compostela. Instituto de Física da Universidade de São Paulo. "La monumentalización dei paisaje: percepción y sentido original en el megalitismo de la Sisrra de Barbanza (Galicia)". Anais Pernambucanos. M. VILLOCH VÁSQUEZ. HAUSER. Caribbean Paleodemography: Population. nº. Trabajos de Prehistoria. p. CURADO. Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo – MAE/USP. Trabajos de Prehistoria.. 1998. v. M. DANTAS. São Paulo. A. CRUZ. Recife: FUNDARPE. Irving Rouse's Contribution to American Archaeology: The Case of Migration. CRIADO BOADO. São Paulo. Lar. da. Del terreno al espacio: Planteamientos y perspectivas para La Arqueología del Paisaje. HAUSER. F. 1983 – 1989. Tuscaloosa: University of Alabama Press. A. V. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) – Museu de Arqueologia e Etnologia – MAE. nº 2. Culture History. 2011. Recife. Universidade de São Paulo. Coleção Pernambucana. 2009. Trindade Megafauna pleistocênica da fazenda Charco.1. In: CURET. 9-55. Tuscaloosa: University of Alabama Press. Visibilidad y interpletation del registro arqueologico. and Interaction in the Caribbean. D. F. W. nº3. Téc.

DRENNAN. A.A. Das raízes da pesquisa arqueológica a Arqueologia processual: um esboço geral. p.C. 1997 DIAS.44. p. Nomadic potters: relationships between ceramic technologies and mobility strategies. 2008. n° 1. Belém.2. 1995. A. .M. W. In: BARNARD. HOELTZ. p. M.C.329- 340. 2009. A. Dissertação (mestrado em História) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. 728-738. 206 – 233. mobilidade e dieta de populações pré-históricas no sul do Brasil. K. p. A. Revista do CEPA. W. v. nº25. J. O.3. p. M. p.55. WENDRICH. Volume I – Sínteses Regionais. Aplicações de isótopos estáveis de 18/16O.321- 346.21. DIAS. The Archaeology of . UFJF. S. 65-88. EERKENS. 2009. TÓPOS v. 2008. W. 2000.. S.. 2007.). A. Estratégias para o uso sustentável da biodiversidade da caatinga. Biodiversidade da Caatinga: áreas e ações prioritárias para a conservação.22. Características da tradição Tupiguarani no sudeste do Brasil In: PROUS. (ed. J. PANACHUCK.DE MASI. nº2.76. 2009. Ciências Humanas. Os ceramistas Tupiguarani. N. nº 5. O. Statistics for archaeologists: A Common Sense Approach. M. DIAS. Considerações a respeito dos modelos de difusão da cerâmica Tupi-Guarani no Brasil. p. The Origins of Pottery among Late Prehistoric Hunter-Gatherers in California and the Western Great Basin. EERKENS. L. 2003. DE OLIVEIRA. DRUMOND. v.). A. Porto Alegre.21-62. Belo Horizonte: Sigma. W. p. 13/12C e 15/14N em estudos de sazonalidade. EERKENS. P. DI BACO.. Santa Catarina. Biodiversidade da Caatinga: áreas e ações prioritárias para a conservação. Estudando a cerâmica pintada da Tradição Tupiguarani: a coleção Itapiranga. H. Novas perguntas para um velho problema: escolhas tecnológicas como índices para o estudo de fronteiras e identidades sociais no registro arqueológico. Current Anthropology. S. LIMA. In: SILVA. Brasília: Ministério do Meio Ambiente/UFPE. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. 2003. (Ed. In: SILVA. Tese (Doctor of Philosophy in Anthropology) -University of California. J. Brasília: Ministério do Meio Ambiente/UFPE. Revista de Arqueologia v. p. A Tradição Tupiguarani no estado do Rio de Janeiro In: LOURES OLIVEIRA. S.A. H. Sistema de assentamento e estilo tecnológico: Uma proposta interpretativa para a ocupação pré-colonial do Alto Vale do Rio dos Sinos. v. et al (Coord.2. p. A. Proposta metodológica para o estudo das indústrias líticas do sul do Brasil. 2009. D. T. O. Porto Alegre.91-116. Residential Mobility and Pottery Use in the Western Great Basin.113-132. J.. 2003. Tese (doutorado em Arqueologia). P. R. DRUMOND. Santa Barbara. nº. et al. et al (Coord. DIAS. J.). et al.) Estado da arte das pesquisas arqueológicas sobre a Tradição Tupigurani. Juiz de Fora:Ed. 2003.8. et al. Recomendações para o uso sustentável da biodiversidade da caatinga. v. M. nº1. New York: Springer.).59- 76.M. DIAS. Revista de Arqueologia. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. DIAS. (org.

1999-2000.84-96.44. São Paulo. C. 1971. Recursos Florestais/Agroenergia. FERRETTI. Levantamento de Reconhecimento de Baixa e Média Intensidade dos Solos do Estado de Pernambuco. 1989. A ocupação humana do Nordeste brasileiro antes da colonização portuguesa. p. 2009. F. Journal of Archaeological Science. Juiz de Fora: Ed. A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá. Os grupos Tupi na Bahia: uma abordagem arqueológica In: LOURES OLIVEIRA. p.668-680. 3 nº2. nº 22. ETC. da. p. Socialismo o Barbarie (Revista internacional de teoria y política de la corriente Socialismo o Barbarie). N. 2002. FAULKNER. et al. W. Ceramic Production among Small-Scale and Mobile Hunters and Gatherers: A Case Study from the Southwestern Great Basin. EMBRAPA Solos. J. nº 21. 2009. v. Anthropology UCLA.200–229.HEVARNE. Aumento da Oferta de Matéria-Prima de Base Florestal Sustentável para o Desenvolvimento Sócio-Econômico da Região do Araripe.Mobility: Old World and New World Nomadism. Campina Grande.. Research design: the relationships between the primary functions na the physical properties of ceramic vessels and their implications for ceramic distributions on an archaeological site.263-285. FAGUNDES. Measuring prehistoric mobility strategies based on obsidian geochemical and technological signatures in the Owens Valley. Gordon Childe y la arqueología marxista.) Estado da arte das pesquisas arqueológicas sobre a Tradição Tupigurani. W. Universidade do Porto. 7. nº 35. P. Rio de Janeiro: Embrapa Solos.HEVARNE. Tese (doutorado em Arqueologia) . 2011. p. FONTE. C. A Organização Social dos Tupinambá. 111-130. E. EERKENS. 2006. Tese (doutorado em Recursos Naturais) . Petrolina: Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico Semi-Árido. São Paulo.F. ETC. (org. J. EERKENS. Los Angeles: University of California Press. J. FERNANDES. M. 2008. P. FERNANDES. nº. M. Baixo São Francisco. Boletim de Pesquisa nº 11. Degradação ambiental e vulnerabilidades nos municípios de Araripina (PE). UFJF. 1970 . Dissertação (Mestrado em Sistemas de Informação Geográfica e Ordenamento do Território) – Faculdade de Letras. 2000. Brasil. Sistema de assentamento e tecnologia lítica: organização tecnológica e variabilidade no registro arqueológico em Xingó. p. et al. J.Chapada do Araripe: um estudo comparativo. Porto. Aplicações dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) à gestão dos recursos patrimoniais: o caminho primitivo de Santiago. Livraria Pioneira. 74-98. California.Universidade Federal de Campina Grande. 2009. M. 2008. p. Revista da USP. São Paulo: Hucitec. A. p.MAE/USP: São Paulo. M. . p. 2008. nov. 307-326. 2008/abr. FERNANDES. Revista CPC. Buenos Aires. nº. São Paulo. et al. ERICSON. Princípios e aplicações de espectroscopia de fluorescência de Raios X (FRX) com instrumentação portátil para estudo de bens culturais. 112-141. EMBRAPA. M. Journal of Anthropological Archaeology. 2007. Crato e Barbalha (CE) e Marcolândia (PI) . F.

Regional Mobility and the Sources of Undecorated Ceramics Recovered from Southeastern New Mexico and West Texas. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi.GAFFNEY. HARRIS.K. disponível em: http://www. University of Arizona Bulletin. Lisboa: Cromotipo.osgeo. Reading the Past. Yugoslavia: Znanstveni institut Filozofske fakultete.pdf Acesso em: 25 out. 2012.edu/214159/Theoretical_and_Methodological_Approaches _to_the_Study_of_the_Ceramics_of_Protohistoric_Semi-Sedentary_Hunter- Gatherers acessado em 21 de jul. HODDER. 2007. 1958. New York: Columbia University Press. Disponível em http://www. 1-6. J..scielo. HITCHCOCK. p. GIS approaches to regional analysis: A case study of the island of Hvar.br HILBERT.117-130. In: REUNIÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA. Theoretical and Methodological Approaches to the Study of the Ceramics of Protohistoric Semi-Sedentary Hunter-Gatherers. STANCIC. Porto Seguro. K. E. W. 26. nº1. Geographic Resources Analysis Support System (GRASS) Software. Disponível em http://grass.. H. v. R.org [Último acesso em 12/08/2014]. D. Disponível em: http://www. HODDER. GRASS Development Team. Belém. Revista de Antropologia. Análisis Espacial en Arqueología. INSTITUTO DOS MUSEUS E DA CONSERVAÇÃO. HECKENBERGER. (Ed) Migrations in New World Culture History.abant. I. S. Sedentism and site structure: organizational change in Kalahari residential locations. ORTON.. v. T. B. Beyond the Map: Archaeology and spatial Technologies.. C. NEVES. M. A. University of Ljubijana.academia. 2008. Crítica. Barcelona: Ed. 1991. HAURY. D. . GALHARDO. G (Ed.br/conteudo/ANAIS/CD_Virtual_26_RBA/foruns_de_pesqu isa/trabalhos/FP%2008/Texto_Danilo. In: THOMPSON.org. In: KENT. Z. 29. p.. Espaço e Tecnologia: Correlações a fim de Explicar a Variabilidade na Indústria Lítica do Sítio Cavalo Branco. n. E..edu/259586/Regional_Mobility_and_the_Sources_of_Und ecorated_Ceramics_Recovered_from_Southeastern_New_Mexico_and_West_ Texas acessado em 21 jul. 1990. Method and theory for activity area research. V. Social Science Bulletin. 1. V.academia. Disponível em: http://www. Tucson. De onde surgem os modelos? As origens e expansões Tupi na Amazônia Central. p. HILL.116-123. 1998 . p. University of Arizona Press. Amsterdam: IOS Press. São Paulo. 1986. G. D. Open Source Geospatial Foundation Project.). 41. 2013b. J. Porto Seguro: ABA.374-423. PETERSEN. “‘Cave canem!’: cuidado com os ‘Pronapianos’! Em busca dos jovens da arqueologia brasileira”. HILL. v. Ciências Humanas. V. Cambridge: Cambridge University Press. 2007. Evidence at Point of Pines for a Prehistoric Migration from Northern Arizona. 2013a. R. 2012. 2000. 2008. Anais eletrônico. Moving GIS: exploring movement within prehistoric cultural landscapes using GIS In: LOCK. I. Normas de Inventário – Arqueologia: cerâmica utilitária. 1987.2.

v.255-284. KLAMT.2. T. Leiden University. Overview and Foragers. R. A Problemática Arqueológica da tradição cerâmica Tupiguarani em Mato Grosso do Sul In: PROUS. v. 1989. W. Boise State University.39. A. E. Relatório final de projeto homônimo.S. JONES. v.68. nº3. LEAL. Anthropol. et al. L. 1994. p. Estudos de organização social. LAROCHE. W. Recife: Secretaria de educação e cultura de Pernambuco. West Indian Archaeology. 1949. E. Ecologia e conservação da caatinga. A.5–38. KEEGAN. O Alto Amazonas. 2003. 75-102. Tese (doutorado em Arqueologia). Recife: Ed. Journal of Archaeological Research.G.149-178. Modeling Dispersal in the Prehistoric West Indies. Annu.161-179. Uma contribuição para o sistema de assentamento de um grupo horticultor da tradição cerâmica Tupiguarani. F. C.. p.P. 1 Edição Especial Agronegócios. 5 e 6. Condicionantes de crescimento arranjo produtivo local de apicultura na região do Araripe. 2008-2009. p. T. C et al. Os ceramistas Tupiguarani. M./jun. LATHRAP..L. Belo Horizonte. Hunter-gatherer mobility strategies. LAFFOON. Archaeological measures.277-306. 2012. 2004. Pernambuco. R. D. 1983 KELLY.T. 1992. KROEBER. Patterns of paleomobility in the ancient Antilles: an isotopic approach. 2009. Unoesc. et al.T. Volume I – Sínteses Regionais. Cerâmica Guarani. A.JACOBS. BROCHADO. CNPq/FACEPE. G. Dissertação (Mestrado em Artes Visuais) – Universidade Federal de Minas Gerais. KASHIMOTO. P. vols. A. 1. E. O superorgânico. American Antiquity. jan. Idaho. R. In PEARSON. 1975. F. and effects. KELLY.F. LEÃO. p. Lisboa: Verbo.. JÁCOME. D. Recife: DCG/CFCH/UFPE. D. Anais da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica. p. 2003. Contribuições para a pré-história pernambucana. São Paulo: Liv. 2012 . v.R. J. nº3. 1993. I. p. A nova classificação brasileira de solos. LAROCHE.400-420. JACOMINE. v. RACE.26. Recife. p.K. KEEGAN. LA SALVIA. Impactos da modernização agrícola do Nordeste: Microrregião de Araripina. C. Journal of Anthropological Research.). Martins. World Archaeology. S. Belo Horizonte: Sigma. v. an archaeological site.43-66. Tese (Doutorado em História) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. R. et al. Porto Alegre: Posenato Arte & Cultura. (Eds. G. 1995. p. Universitária da UFPE. MARTINS. Dissertação (mestrado em Arqueologia). J. The archaeology and mobility at 10-cn-05. nº3. 2006. nº. Lithic source use and paleoarchaic foraging territories in the Great Basin. L. LIMA. Middle Snake River. Mobility/sedentism: concepts. Rev. Porto Alegre.21. P. Ayquatiá da yapepó: estudo dos materiais utilizados na cerâmica pintada Tupiguarani de Minas Gerais. 2008. 1975. 11. F.

) Arqueología Tupiguaraní. 5. LOURES OLIVEIRA. Dissertação (Mestrado em Ecologia). L.). Groningen.R. J. Handbook of South Americam Indians. van. Monografia (Graduação ciências biológicas) – Universidade Federal de Pernambuco.A. Ceará.140-154. 2000. Ecofisiologia de espécies vegetais da Chapada do Araripe.. .. MACHADO. R. p. M. P. Mauriti. D. Brasil. Rio Grande Anais .1-56.21. LLOBERA. LÉRY. LIMA VERDE. vol. p. LOURES OLIVEIRA.. Rio Grande: SAB/Sul. 2006. Beyond the Map: Archaeology and spatial Technologies. D. (Org. E. Ceará. Lithic technology and mobility strategies: the Koster site Middle Archaic. P. Chapada.P. Archaeological Review from Cambridge. 1948. (ed). P. E. A.. P. Juiz de Fora: Editar. Amsterdam: IOS Press.). 2009. Juiz de Fora: MAEA-UFJF. Smithsonian Institution. A. O problema da atribuição de identidades étnicas a registros arqueológicos. Universidade Federal de Pernambuco. In: LOCK. a partir de uma análise tecnológica.P. de. p. (Org. Disponível em : http://projetos. J. 2011. Recife. v. In: Encontro do núcleo regional sul da sociedade de arqueologia brasileira – SAB Sul. Cambridge. Cambridge: Cambridge University Press.br/projetos/cidadania/images/stories/ArquivosPDF/biblio teca/Arquelogia_Guarani. A. (org. P. p. Pattern to Process: methodological investigations into the formation and interpretation of spatial patterns in archaeological landscapes. p. LOURES OLIVEIRA. Viajem à terra do Brasil.unioeste. 2008. LIMA. Washington DC: Bureau of American Ethnology Bulletin 143. Santo Antônio e Olho d’Água. Estado da arte das pesquisas arqueológicas sobre a Tradição Tupiguarani. J. 2007.46-56. LOWIE. Understanding movement: a pilot model towards the sociology of movement. Mobility and Migration. In: STEWARD. FACCIO. A. . 2002. C. v. A.) Arqueologia e Patrimônio da Zona da Mata mineira: Juiz de Fora. LURIE. G (Ed.) Time. In: LOPONTE. In: TORRENCE. M. A.2. Buenos Aires: INAPL.LEUSEN. Juiz de Fora: Editora UFJF. Movement. 2010.P. pré-históricos. 1998 LUZ. nº2. 7-23. The tropical forests. R. Ecologia e Arqueologia da Paisagem: um estudo dos sítios pré-coloniais da Zona da Mata mineira. 2008. LOURES-OLIVEIRA. Estudo arqueológico dos sítios Anauá. R. Juiz de Fora: MAEA-UFJF. M.Rijksuniversiteit Groningen. Universidade Federal de Juiz de Fora. Clio.pdf Acesso em: 20 out. Os Registros rupestres na chapada do Araripe. LUCENA. Arqueologia e Patrimônio da Zona da Mata mineira: Carangola.65-84. ACOSTA.) Arqueologia e Patrimônio da Zona da Mata mineira: São João Nepomuceno. 2006.. 3. Tese (Doctoraat in de Letteren) . energy and stone tools. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército. 2004. nº. Juiz de Fora. LIGHTFOOT.B.P. Recife.H. J. 1992. LOURES OLIVERIA. 2006.23. A pedra lascada dos índios Guarani. (Ed. R. 2006. 2013. (org. 1961. Dissertação (mestrado em Arqueologia). N. T.

Patrones de movilidad en el Arcaico Tardio: II Region.227-247. J. Dissertação (mestrado em Arqueologia). MÉTRAUX.102.F. p. São Paulo. pp. Pesquisas. M. Recife: Editora Universitária da UFPE. A reconstituição da pré-história amazônica: algumas considerações teóricas. G.E. Mar Del Plata.3. F.. Áreas de exceção da Paraíba e dos Sertões de Pernambuco. . A. Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo – MAE/USP.n. p. Dissertação (mestrado em Arqueologia). 1988. Enero. MARTIN.) en Los Vilos. Entre estilo e função: estudo do sítio Córrego do Maranhão. S. Tecnología.1-45. Santiago. p.4. 63-94. MACHADO. Recife. no 7. p. Pré-história do Nordeste do Brasil. W. Uma reconstituição de organização social baseada na distribuição de tipos de cerâmica num sítio habitação da tradição Tupiguarani. estado do Piauí. L. The Midwestern Taxonomic Method as an aid to archaeological culture study.C.C. Dissertação (mestrado em Arqueologia).]. 1939. de. MARQUES DE LIMA. 20). Carangola – MG. Migrations historiques des Tupi-Guarani. v.014): Un acercamiento hacia los patrones conductuales de los grupos de cazadores recolectores en el litoral del Norte Semiárido. Universidad Católica Del Norte/Universidad De Tarapacá Santiago y San Pedro de Atacama. MARANCA. CLIFFORD. Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo – MAE/USP. C. B. nº. MARANCA. 2005. MAGESTE.19. A. F. Padrão de assentamento em sítios arqueológicos na Zona da Mata Norte de Alagoas e Sul de Pernambuco. V. MEGGERS. A. McKERN. MELGAR. A. 1980. MEGGERS. Paris: Librairie Orientaliste Paul Geuthner. São Paulo: Museu Paulista. Universidade do Chile. J. v. Estudo do sítio Aldeia da Queimada Nova. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1984. MÉTRAUX. 1979. SUDENE/PSU/SER. 25-35. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) – Departamento de Antopologia. La civilization matérielle des tribu Tupi-Guarani. A. Universidade Federal de Pernambuco. 3 .J. 1928. C. Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi (Museu Paraense Emílio Goeldi: publicações avulsas.A região de Araripina-Ipubi. 2004. Estudios Atacamenos. American Antiquity. S.MACHADO. Una Sociedad de Cazadores Recolectores en Movimiento Durante la Primera Mitad del Holoceno Tardío (4000 a 2000 AP. subsistencia y movilidad en Punta Penitente (LV. nº. In O Museu Goeldi no ano do sesquicentenário. MEGGERS. América pré-histórica. 1998. M L. 1973. C. E. São Paulo. Cap. B. 2012. 1994. 2002.. MENA. Journal de la Société des Américanistes. B. p. Síndromes de polinização e sistemas sexuais de espécies de caatinga do nordeste do Brasil.31. São Paulo: [s. Revista do Museu Paulista – Série Arqueológica. 1927. in: Resumos do VI Congresso Latinoamericano de Botânica. 51-69. nº1. . 301-313. S. 1976. S. MÉNDEZ. C. Dissertação (mestrado em Arqueologia). p. I. Montículos artificiais na Amazônia Central: um estudo de caso do sítio Hatahara. Recife. LOPES. MELLO. 2006.

MORAIS. São Paulo. 1999.. MORALES. W. Tese (Doutorado em Arqueologia) – Museu de Arqueologia e Etnologia – MAE. MORAIS J. Contribuição da análise por ativação aos estudos de fontes de matéria- prima de cerâmicas arqueológicas. 2008. C. Arqueologia Tupi no nordeste de São Paulo: um estudo da variabilidade artefatual. In: In: STEWARD. MEYER. 2003. 1948. 4. 81-98.575 . Smithsonian Institution.141-151. R. MILHEIRA. MORALES.. C. S. Universidade de São Paulo. Recife: EDUFPE. p. 2006. 2005. Revista de Pré-História.8. A Ocupação do Espaço em Função das Formas de Relevo e o Aproveitamento das Reservas Petrográficas por Populações Pré-Históricas do Paranapanema. MORAIS. 2007.. 3.br/mneme Acessado em: 20 de jul. v. 3. Washington DC: Bureau of American Ethnology Bulletin 143. Joumal of Radioanalytical and Nuclear Chemistry. 12. Dissertação (Mestrado em Estatística e Experimentação Agronômica) – Escola Superior de Agricultura – USP.L. nº3. Chemical characterization by INAA of Brazilian ceramics and cultural implications. MUNITA. 6. G. v. MUNITA. Comparação de coeficientes de similaridade usados em análise de agrupamento com dados de marcadores moleculares dominantes.6. Coleção Museu Paulista. 9. médio curso do Rio Tocantins. nº. Contribuição da análise por ativação com nêutrons a estudos arqueométricos: estudo de caso. Disponível em www.cerescaico. p. p. Rio Grande do Norte: um exercício de Arqueologia da Paisagem. A. F. L. Série Arqueologia.6. The Guarani.L. A. p. Universidade de São Paulo. MOI. Handbook of South Americam Indians.80. São Paulo. São Paulo. J. Canindé.000 anos de ocupação: Um estudo de Arqueologia Regional na Bacia do Córrego Água Fria. técnicas. de. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) – Museu de Arqueologia e Etnologia – MAE. A. p. S. J. 2007. 2002. p. Arqueologia da Paisagem como instrumento de gestão no licenciamento ambiental de atividades portuárias.244.L. 1979.578. v. P . São Paulo.1981. p. SP. Projeto Paranapanema: avaliação e perspectivas. F. eGesta. p. et al. Território e estratégia de assentamento Guarani na planície sudoeste da Laguna dos Patos e Serra do Sudeste – RS. 1997 MORAES.S. 2000.3-22. MUNITA. 159-181.ufrn. v. CLIO Arqueológica.216-220. p. W. MORAIS. Mneme – Revista de Humanidade. 1984. n° 16. vol.21. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia. 2011.69-94. n. v. Universidade de São Paulo.97-115. São Paulo. MONTOYA. . J. Um modelo de uso e circulação humana na região da serra de Santana. Revista de Antropologia. S. 2005. Prospecções arqueológicas no Médio Paranapanema paulista. C. de.24. J. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) – Museu de Arqueologia e Etnologia – MAE. v. Historia de la cerâmica em el Museo Arqueológico Nacional. Piracicaba. C. Séries guías didáctica. nº.79 – 85. v. C. J.L.MÉTRAUX. p. A Arqueologia e o Fator Geo. MORAIS. Madrid: Ediciones El Viso/Ministerio de Educacion y Cultura/Museu Arqueológico Nacional.

M. BERTRAND.1-36. et al.07. (eds.706.39. L. A Aldeia do Baião. et al. 2001. 1–32. v. São Paulo. The epistemological nature of archaeological units. Memorial Luis Siret (Antequera. NASCIMENTO. (Ed. v. 1991. Recife.1. Dissertação (mestrado em Ciências) . New York: Springer.7-53. p. L. S. K. Revista de Antropologia. 3a edição..Universidade Estadual Paulista. Transmission: Evolutionary Archaeological Perspectives. Joumal of Radioanalytical and Nuclear Chemistry. A Aldeia do Baião.2. P. J. Tese (doutorado em Geografia) . LYMAN. v.305 . DIAS. nº2. M. Salt Lake City : University of Utah Press. p.37–56. P. 1993. Style. NASCIMENTO. G.ufrn. Joumal of Radioanalytical and Nuclear Chemistry.93 . C.cerescaico. p. In: O’BRIEN. As hipóteses sobre o centro de origem e rotas de expansão dos Tupi. D.143-210. nº. 2004. Recife.2. nº.S. F.248.259. contacto y cambio.MUNITA. Málaga. M. p. C. 1996. Joumal of Trace And Microprobe Techniques. Dissertação (Mestrado em História). CLIO – Série Arqueológica. S. LYMAN. II Congreso de Prehistoria de Andalucía: Movilidad. Santa Cruz do Sul. p. NETO. S et al. H. function. LYMAN. p. G. NOELLI.br/mneme Acessado em: 20 de jul... Estudos arqueométricos do sítio arqueológico Hatahara. Araripina-PE: um sítio pré-histórico cerâmico no sertão pernambucano. Major and trace element characterization of prehistoric ceramic from Rezende archaeological site. Rio Claro. MUNITA. Complementos históricos ao estudo funcional da indústria lítica Guarani. J. A. Estudios de caso em Sierra Morena occidental.) The organization of North American prehistoric . Anthropological Theory. C. M. F. MITASOVA. L. Gestão em áreas protegidas: proposição metodológica para análise de impactos socioambientais nas comunidades tradicionais da APA Chapada do Araripe. S.. Open Source GIS: a GRASS GIS approach. O’BRIEN. 1995. R.15. Chemical study of some ceramics from Brazilian Northeast. 2009. WHEATLEY. 2013.). P. NOELLI. Provenance study of archaeological ceramic. 2003. Mapeamento do sítios arqueológicos do município de Florânia-RN. R. 2002. . 7-23. F. Sem tekoha não há teko: em busca de um modelo etnoarqueológico da aldeia e da subsistência Guarani e sua aplicação em uma área de domínio no delta do Rio Jacuí – RS. p. Disponível em www. 2005.. nº. MUNITA.19.697 .309. Dissertação (Mestrado em História). v.Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares – USP. NETELER. In: CARR. A. v. MURIETA-FLORES.96. Porto Alegre.D. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. 1990. nº1. p. Revista do CEPA. J. Instituto de Geociências e Ciências Exatas.. L. v. R.21. p. S. 2003. Mneme – Revista de Humanidades. transmission: An introduction. D. Universidade Federal de Pernambuco.. nº7. 2005. 15-17 de Febrero de 2012 NASCIMENTO. nº4. Style. O’BRIEN. ODELL. NUNES. S. Assessing hunter-gatherer mobility in the Illinois valley: exploring ambiguos results. S. NOELLI. Modelando la movilidad y el movimiento en la Prehistoria reciente a través de los SIG.. 2011. P. Araripina-PE: um sítio pré-histórico cerâmico no sertão pernambucano.22. SANJUÁN. L. A. Function. v.. v.

1996. OLIVEIRA. C. 1988. OLIVEIRA.2. v. Achados de aldeias pré-históricas no vale do Paranapanema. Classificação de solos planossólicos do sertão do Araripe (PE). R.57-88. G. Volume III – Eixos temáticos.A. A. p. A. Recife. p. p. L. Belo Horizonte: Sigma.R. PALLESTRINI. L.333-350. p. et al. et al. Solo. (Ed. ROMERO. 2010. ODELL. A. L.L. PALLESTRINI. 1. PALLESTRINI A cerâmica pré-histórica no estado de São Paulo. Modelagens de barro em sítios Tupiguarani In: PROUS. p. CAVALHO. 2000.. Ci. Clio. In: ODELL. nº7.34-39. Juiz de Fora: Editora UFJF.77-114. PALLESTRINI. et al. n. São Paulo. 1983.O espaço habitacional em pré-história brasileira.25.. A.66-84. In: PROUS. Relatório Final: Os grupos pré-históricos ceramistas da Chapada do Araripe. LIMA. Estilos tecnológicos da cerâmica pré-histórica do sudeste do Piauí – Brasil. São Paulo. Estratégias de ataque na evidenciação de testemunhos arqueológicos. PANACHUK. Ann Arbor. Projeto Paranapanema: Sítio Arqueológico Nunes. (Ed. Archaeological Series 7.P. 1977. Recife. OLIVEIRA. p. C. Os ceramistas Tupiguarani. 2006.33. nº.1. As fronteiras tecnológicas de grupos pré-históricos ceramistas do Nordeste. Série Arqueologia.A.4. 159.) Estado da arte das pesquisas arqueológicas sobre a Tradição Tupiguarani. Bras.9-34. New York: Plenum Press. v. v. PALLESTRINI. TARAIRIÚ – Revista Eletrônica do Laboratório de Arqueologia e Paleontologia da UEPB Campina Grande.chipped stone tool technologies. v. C.23. Revista de Atualidade Indígena. A. Os grupos pré-históricos ceramistas da Chapada do Araripe: prospecções arqueológicas no município de Araripina-PE.1. PANACHUK. Economizing behavior and the concept of “curation”. Tese (Doutorado em Arqueologia) Universidade de São Paulo. 1994. Volume II – Elementos decorativos. Revista do Museu Paulista. 2003. L.11-88. . OLIVEIRA. 2010. 1991. (Ed. Pesquisas sobre a Cerâmica pré-histórica no Brasil. p. 1978. 1976. LIMA. p. . G. L. 2011. T. 1975. PACHECO. L. OLIVEIRA. Estado de São Paulo. T. 29.). C. p. Reflexões sobre as aldeias Tupiguarani: apontamentos metodológicos. Recife. PALLESTRINI.F.109-127.131-150. A. G.A. Revista do Museu Paulista. Os ceramistas Tupiguarani. L. nº2. v.A.A. nº 27. et al. v. Revista do Museu Paulista. 2009. Coleção Museu Paulista. 2007. (org. C. Interpretação das estruturas arqueológicas em sítios do Estado de São Paulo. nº. p.) Stone tools: theoretical insights into human prehistory.P. L.15-30. Associação Brasileira de Cerâmica. v.. International Monographs in Prehistory. B. A apropriação do ambiente do entorno de abrigos sob rocha por grupos humanos pretéritos: implicações ecológicas e paisagísticas no estabelecimento dos padrões de mobilidade para a alocação de recursos alimentares no cerrado. Universidade Federal de Pernambuco.685-693.).21. M. OLIVEIRA. Belo Horizonte: Sigma. v. ns. Clio. p. 51- 7.. In: LOURES DE OLIVEIRA. A. p. University of Michigan Press.

. H. PROUS. Volume I – Sínteses Regionais. E. Prospecção arqueológica dos sítios de registros rupestres na Chapada do Araripe.49-66. Arqueologia brasileira em 1968. 2003. Um relatório preliminar sobre o Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas. Mobility. Moving to produce: Nukak mobility and settlement patterns in Amazonia. API. Transition and Change in Prehistory and Classical Antiquity: Proceedings of the Graduate Archaeology Organisation Conference on the Fourth and Fifth of April 2008 at Hertford College. . Natal-RN. 2006. F. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. Anais. C.). Belém. The early Mesoamerican village.492-511..R Preston. PESSIS. v. 1990. Oxford. A tradição Tupiguarani na porção central da planície costeira do Rio Grande do Sul. A. 2009. 1996. Recife. Brasil. p. Publicações Avulsas. Estrategias de movilidad de cazadores recolectores durante el período arcaico en la región del Calafquén. 2006. p. 1990. 105-125. C. F. Relative efficiencies of sampling techniques for archeological surveys. PROUS. v.M.. 2008. Journal of Anthropological Archaeology.R. XXXVI. sur de Chile. 2005. P.65 . PILÓ.PANJA. p. 2007.211-226. S. Santiago. K. Dissertação (mestrado em Arqueologia) – Departamento de Antopologia.D.18. v. PEREIRA. K.Proposta de revisão da coluna lito-estratigráfica da bacia do Araripe. In: Congresso Brasileiro de Geologia. al. Belo Horizonte: Sigma. PRONAPA. 2013. G. Brasília: Editora da Universidade de Brasília. S. M et al. A Duração da Pessoa mobilidade. Recife. O Brasil antes dos brasileiros. Estudo petrográfico da tecnologia cerâmica guarani no extremo sul de sua distribuição: rio Paraná inferior e estuário do rio da Prata. Argentina. PISSOLATO. PONTE. parentesco e xamanismo mbya (guarani).C. T. 1969. Arqueologia Brasileira.1 p. 1996 PONTE. v. . M. PRESTON.Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. PLOG. A. Rio de Janeiro. DNPM. G.22. p. In: FLANNERY. Oxford: Archaeopress and P... nº. PONTE-FILHO. World Archaeology. E.82.123-140. A tradição Tupiguarani na Amazônia In: PROUS. A. (Ed.22. B. 1992.27. A. C. G.1976. A-M et al. Universidade do Chile. Tese (Doutorado em Antropologia) . São Leopoldo. Dissertação (Mestrado em História) Universidade do Vale do Rio dos Sinos. F. POLITIS. Estrutura Geológica e Evolução Tectônica da Bacia do Araripe. p. 2005. Os ceramistas Tupiguarani. Belo Horizonte.26-35. J. nº 2. Dissertação (Mestrado em Arqueologia) – Universidade Federal de Minas Gerais. Clio. Natal SBG. LIMA.136- 170. 1989. C. nº3. nº.P. POLITIS.1.V. Revista de Arqueologia. SCHORLE. Arqueologia Tupigurani: relações entre as implantações dos sítios e cultura material no Médio Rio Doce. et. New York: Academic Press. PEREZ. 2008. ¿Quién mató al megaterio? Ciencia Hoy. PÉREZ. p. PESTANA. UK. Mobility strategies and site structure: a case of study of Inamgnon. p.

179-196. Migrations in Prehistory: Inferring Population Movement from Cultural Remains. ecologia e conservação da Caatinga. Tratado de fitogeografia do Brasil. 2ª ed. (Ed. nº..6. I. ROUSE. The Inference of Migrations from Anthropological Evidence. A.). p. LIMA. M.) Os ceramistas Tupiguarani – Volume II: elementos decorativos.PROUS. PROUS. I. 1987. Belo Horizonte: Sigma. Chicago: University of Chicago Press. Tese (Doutorado em História) Universidade do Vale do Rio dos Sinos. (org. São Paulo e Rio de Janeiro. A. Y. T. 2008. ROUSE. RICE. 2010b. University of Arizona Press...A. 2010b. RIZZINI. Rio de Janeiro: Editora Âmbito Cultural Ltda. Fenômenos de Fronteira: Um Estudo das Situações de Contato entre os Portadores das Tradições Cerâmicas Pré-históricas no Rio Grande do Sul. .A. ROGGE. São Leopoldo: IAP. In: PROUS. LIMA. Os ceramistas Tupiguarani. p.. 1996. Volume III – Eixos temáticos.113-216. Belo Horizonte: Sigma.M. R. LIMA. Volume II – Elementos decorativos. v. p. A. p.. Recife: Ed. Adaptação na Floresta Tropical: A Tradição Tupiguarani no Médio Jacuí e no Rio Pardo. A tradição ceramista Tupiguarani no sul do Brasil In: PROUS. Herpetofauna da Caatinga. Documentos v. P. Biodiversidade. 2005. S. A. Os ceramistas Tupiguarani.C. (Ed. 2003. 9-58.) Os ceramistas Tupiguarani – Volume III: eixos temáticos.13. ROSA. H.) Os ceramistas Tupiguarani – Volume I: sínteses regionais. 1997.15 v. As indústrias líticas dos ceramistas Tupiguarani. p. PROUS. RIBEIRO. RUBIO DE MIGUEL. T.A. 29. Bracelona: Arial. University of Arizona Bulletin. T. Volume I – Sínteses Regionais. T.). N. SANJUÁN. A. Social Science Bulletin. T. nº 24. (org. A. A pintura na cerâmica Tupiguarani. PROUS.181 – 236. Pottery Analysis: a source book. New Haven: Yale University Press. A. Relação preliminar das espécies de peixes (Pisces: Elasmobranchii e Actinopterygii) ameaçadas no Brasil. Os ceramistas Tupiguarani. LIMA. In: THOMPSON. (Ed. T.H. São Leopoldo. 2008. A. Belo Horizonte: Sigma. T.). T. Revista Formação. In: PROUS. 1996.A. C. J. Belo Horizonte: Sigma.1. P. R. LIMA. SILVA J. p. El paradigma difusionista y la neolitización De la penénsula ibérica: una explicación recurrente. ROCHA. 2010a. L. Universitária da UFPE. Teoria geográfica da paisagem na análise de fragmentos de paisagens urbanas de Brasília.A. Belo Horizonte: Sigma.H. 1986. Belo Horizonte: Sigma. RODRIGUES. TABARELLI. Introduccíon al reconocimiento y análisis arqueológico del território.27-76. p. 1997. J. T. A. André.19-35.A. (org. PROUS. MENEZES. (Ed) Migrations in New World Culture History. LIMA. Tucson.). Revista Brasileira de Zoologia v. 63-68. CuPAUAM.. 2010a. 2004. p.M. 1958. (eds. I. 2008. ROGGE. In: M.647-667..

Documentos 4. Os sítios arqueológicos de grupos de filiação lingüística Tupi-Guarani nos estado de São Paulo: avaliação e perspectiva In: LOURES OLIVEIRA. São Leopoldo: Instituto Anchietano de Pesquisas-IAP/UNISINOS. c.IAP/UNISINOS. (Ed. J. Tese (doutorado em Ciências) – Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN- USP). São Pulo.C. p. D. Washington: Carnagie Institution. Frutos da Caatinga de Sergipe utilizados na alimentação humana. Prehistoric migration in Melanesia: Evidence from isotope. SCHAAN. Projeto Candelária.C. 89-98. 1981. Ciências Humanas. 2008. Considerações sobre a distribuição das sociedades tribais de filiação lingüística Tupi-Guarani no estado de São Paulo In: PROUS. P. A. 2007.).O. Dissertação (Master of Science) . São Paulo. Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo – MAE/USP. SCHMITZ. p. trace element and non-metric dental trait analyses.) Estado da arte das pesquisas arqueológicas sobre a Tradição Tupigurani. 8. Belém. T. Dissertação (Mestrado em História). Ed.I.C et al. P. SCATAMACCHIA. SCATAMACCHIA. Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo – MAE/USP. 2007. nº1. T. 1990. 2012 SCATAMACHIA. nº 14. 2010.M. p. 1985.A. São Paulo. São Leopoldo: Instituto Anchietano de Pesquisas . RS. M. Ceramics for the archaeologists. A. Documentos 5. P. p.M. et al. 1991. Universidade Federal de Pernambuco. Pré-História do Rio Grande do Sul. SANTOS. P. . SHAW. Proposta de terminologia para a descrição e classificação da cerâmica arqueológica dos grupos pertencentes à família lingüística tupi-guarani. Os ceramistas Tupiguarani. p. Boletim do Museu. In: PROUS. (org. A decoração plástica na cerâmica da Tupiguarani. Scientia Plena. p. SANTOS. Belo Horizonte: Sigma. B. New Zealand. Tentativa de caracterização da tradição Tupiguarani. v.SANTOS. A. Volume II – Elementos decorativos. Rev.C. UFJF. C. Juiz de Fora. M. SCHMITZ. LIMA. ‘Território de domínio’ em grupos Tupiguarani. do Museu de Arqueologia e Etnologia. Belo Horizonte: Sigma. LIMA.P. Paraense. Emílio Goeldi. 2004.117-147. Taquara-RS.C. 2009. Boletim do MARSUL.77-89.2. SCHMITZ.291-307. Uma Aldeia Guarani..07-26. p.I. Estudos arqueométricos de sítios arqueológicos do baixo São Francisco.).1-7.M. M. A Tradição policrômica do leste da América do Sul evidenciada pela ocupação Guarani e Tupinambá: fontes arqueológicas e etnohistóricas. SCATAMACCHIA. 1981. André.University of Otago.I. SCHMITZ. São Paulo. (Ed. M. SCATAMACCHIA. Volume I – Sínteses Regionais. Os ceramistas Tupiguarani. Rotas de Migração Tupiguarani: análise das hipóteses.C. A. 1990. P. T. P.M. SHEPPARD.45-52. 2009. n° 4. 1991.. Uma janela para a história pré-colonial da Amazônia: olhando além – e apesar – das fases e tradições. n° 3. (mestrado em Arqueologia).M. Tese (doutorado em Arqueologia). Recife. I. 1985. M.

New Zealand.usp. R. SOUSA. Dissertação (mestrado Tecnologia Agroalimentar) Universidade Federal da Paraíba/Programa de Pós-Graduação em Tecnologia Agroalimentar. Technological organization ans settlement mobility: an ethnographic examination. O Material Lítico Polido do interior de Minas Gerais e São Paulo: entre a matéria e a cultura. SOUSA. et al (Coord. BROCHADO J. J.. p. Piracicaba. E. J. Programa de Pós-Graduação em Geografia da Ufpe. SANTOS.. Universidade Federal de Pernambuco. N. 2002. B. SILVA. v. de. 779–792. SHOOCONGDEJ. P. Tese (Doutorado em Ciências) – Centro de Energia Nuclear na Agricultura – USP. Anais do VIII Encontro Nacional de Geomorfologia. 2003. Rio de Janeiro. SHAW.). J. nº1. São Paulo. 15-51.SCHMITZ P. Brasília: Ministério do Meio Ambiente. 2011.. SIMMS. Dissertação (mestrado em Arqueologia). Dissertação (Mestrado em Antropologia) Universidade Federal do Pará. p. A importância relativa dos processos biogeográficos na formação da avifauna do Cerrado e de outros biomas brasileiros.K. Disponível em: http://www. Brasília: Ministério do Meio Ambiente/UFPE. S.42. 1986.. 1997. Journal of Archaeological Science. através de aplicações geotecnológicas. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. V. 24. O potencial interpretativo dos artefatos cerâmicos: a tradição Tupiguarani na Amazônia. M. Recife. G. Mapeamento geomorfológico da bacia do Brígida no sertão pernambucano. SOUZA. Caracterização do padrão de assentamento dos grupos ceramistas do semi-árido pernambucano:um estudo de caso dos sítios arqueológicos de Araripina – PE. C. Tratado descritivo do Brazil em 1587. 1851.) Ecologia e biodiversidade do Cerrado. Belém. Journal of Anthropological Research. SOUZA et al. SHOTT.P. S. 2000.M. Universidade de São Paulo. Archaeology and Ethnoarchaeology of Mobility. R et al. Perfil bromatológico de mel de abelha sem ferrão produzido na microrregião do Seridó do Rio Grande do Norte.I. M. B. Biodiversidade da Caatinga: áreas e ações prioritárias para a conservação.A. 2009. 2009. University of Otago.br/bbd/handle/1918/01720400 . 2008.14–40. R. 1972.M. Dissertação (mestrado em Arqueologia) – Museu de Arqueologia e Etnologia – MAE. SELLET. et al. M.C. 2010. Typographia Universal Laemmert. in: SCARIOT. SENA. D. Gabinete de Arqueologia. Brasil. v. Recife. Utilização da técnica de fluorescência de raios X com microssonda (m- XRF) aplicada a amostras de interesse arqueológico. World Archaeology v. SILVA. 2006. G. 2005. SILVA. 32. et al (eds.C. Forager mobility organization in seasonal tropical environments of western Thailand. Dissertação (Master of Science).brasiliana. Datos para una secuencia cultural del Estado de Rio Grande do Sul. F. p. “Plain-Ware Ceramics and Residential Mobility: A Case Study From the Great Basin”. p. de. de. trace element and non-metric dental trait analyses. 2007. S. M. Prehistoric migration in Melanesia: Evidence from isotope. SOUZA. Bananeiras. p.219-234. University Press of Florida: Gainesville. 1-20.

Memoirs of the Society for American Archaeology no. Relatório Final. Relatório Parcial 5. H. Padrões de distribuição geográfica das espécies de abelhas que ocorrem na Caatinga (NE do Brasil). p. Salt Lake City. J. 2004.. WILLEY. São Paulo: Odysseus Editora Ltda. 11. nº 10. 2008.445-500. AGUIAR. Comparação dos métodos de dose aditiva e dose regenerativa no processo de datação por termoluminescência. nº2. R. História do Pensamento Arqueológico. 2010. 2008. CPRM. p. vol.Ferrovia Transnordestina . C. v. 2005. Programa de Diagnóstico Arqueológico. G. ROWE AND D. P. A indústria lítica do sítio Aldeia da Queimada Nova. VILHENA DE MORAES. Method and theory in American Archaeology. Piauí..Trecho Missão Velha(CE) . et al. WALLIS. Histórico e Cultural . VERÍSSIMO. R. PHILLIPS. H. p. LATHRAP. Woodland period ceramic provenance and the exchange of Swift Creek Complicated Stamped vessels in the southeastern United States. Seminars in Archaeology: 1955. município de São Raimundo Nonato. G. p. J. CLIO – Série Arqueológica. F. A. 2598-2611. nº. ZANELLA. TEJERO. In: WAUCHOPE. 1-30. Journal of Archaeological Science. TRIGGER. p. E. p.Salgueiro(PE).23. R. Culture areas of the tropical florest In: STEWARD. 1968. Society for American Archaeology. Ribeirão Preto. uso e ocupação do solo e o perfil sócio-econômico dos produtores e usuários de produtos florestais na região do Araripe no Estado de Pernambuco. L. DIPESO. L.1-17.39. Recife. Um sistema de estudio para formas de vasijas. et al. 2005. B. Anais do IV Encontro sobre Abelhas de Ribeirão Preto. 1958. I. Fortaleza: GEOPHOTO. Revista de Antropologia. J. B. 197-203. LITIVAK. Washington DC: Bureau of American Ethnology Bulletin 143. 1956 WILLEY. abrangendo um raio de 120 km a partir do município de Araripina-PE. J.C.V.C.STEWARD. Smithsonian Institution. Atualização das informações sobre a cobertura florestal. C.H. RITCHIE. J. Brasil.R. Utah. 1. A. Comportamento das bacias sedimentares da região semi-árida do nordeste brasileiro: hidrogeologia da porção oriental da bacia sedimentar do Araripe. Comentários ao Artigo de Francisco Noelli. São Paulo. ZANETTINI ARQUEOLOGIA. 55-60. E. S. 1996. VIVEIROS DE CASTRO. nº23. 2000. Revista do Museu Paulista. ROUSE. 1976. TONIOLO. . Chicago: University of Chicago Press. N. W. 37. N. Handbook of South Americam Indians. 1948 SULLASI. 3. v. Mexico: Departamento de historia/Instituto Nacional de Antropologia Histórica.. vol. São Paulo. An Archaeological Classification of Culture Contact Situations.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful