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Volume 3

PILARES

Prof. José Milton de Araújo - FURG

1

1- INTRODUÇÃO

F d e 2 l F d
F d
e 2
l
F
d

M 1d

=

M 1d

M F 1 d d = momento fletor de primeira ordem M = F e
M
F
1
d
d
= momento fletor
de primeira ordem
M
=
F e
= momento fletor
2
d
d
2
de segunda ordem
e
e
2
1 =M 1d /F d
M
=
M
+
M
= momento total
d
1
d
2
d
Dimensionar para
M
e
N
= F
d
d
d
(Problema de flexo-compressão)
F d

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2

Simplificações das normas de projeto

Nos pilares curtos

(

λ λ

1

)

:

pode-se desprezar

Nos pilares moderadamente esbeltos

calcular

(

λ

1

M 2

d por algum processo simplificado

< λ

M 2

d

90)

: pode-se

Nos pilares esbeltos (λ > 90) : exige-se o cálculo rigoroso de

d (através de métodos numéricos iterativos e incrementais; exemplo: software JM PILAR 2009).

M 2

Nos

dimensionamento à flexo-compressão normal.

pilares

intermediários

e

pilares

de

extremidade:

Nos pilares de canto: dimensionamento à flexo-compressão oblíqua.

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3

Para os pilares curtos e moderadamente esbeltos: calculamos

M 2

d

por processo aproximado e dimensionamentos a seção à

flexo-compressão.

2- DIMENSIONAMENTO À FLEXO-COMPRESSÃO NORMAL

O problema

N d e c LN
N
d
e
c
LN

x

 

h/2

 

h

 
h  

h/2

 
M d N d
M d
N d

c

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4

Domínios de dimensionamento da flexo-compressão

Domínios de dimensiona mento da flexo-compressão κ = 1 − ε o ε f ck ≤
Domínios de dimensiona mento da flexo-compressão κ = 1 − ε o ε f ck ≤
Domínios de dimensiona mento da flexo-compressão κ = 1 − ε o ε f ck ≤
Domínios de dimensiona mento da flexo-compressão κ = 1 − ε o ε f ck ≤
Domínios de dimensiona mento da flexo-compressão κ = 1 − ε o ε f ck ≤

κ

Domínios de dimensiona mento da flexo-compressão κ = 1 − ε o ε f ck ≤

= 1ε

o

de dimensiona mento da flexo-compressão κ = 1 − ε o ε f ck ≤ 50

ε

dimensiona mento da flexo-compressão κ = 1 − ε o ε f ck ≤ 50 MPa
dimensiona mento da flexo-compressão κ = 1 − ε o ε f ck ≤ 50 MPa

f

ck

50

MPa

f

ck

> 50

MPa

 

ε )= 2,0

o

( o
(
o

oo

ε

o

( o
(
o

oo

)

= 2,0 + 0,085

(

f

ck

50

) 0,53

ε )= 3,5

u

( o
(
o

oo

ε

u

( o
(
o

oo

)

=

2,6

+

35 ⎛ ⎜ 90 f

100

ck

4

u

Prof. José Milton de Araújo - FURG 5 Seções típicas dos pilares dos edifícios h
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5
Seções típicas dos pilares dos edifícios
h
b
O processo de solução é iterativo: para encontrar a
profundidade da linha neutra.
Podemos usar um programa de computador (ex. PACON),
tabelas de dimensionamento, diagramas de interação ou
fórmulas aproximadas.
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6
Tabelas para dimensionamento de seções retangulares (Apêndice 1) Com δ = d ′ h e

Tabelas para dimensionamento de seções retangulares (Apêndice 1)

para dimensionamento de seções retangulares (Apêndice 1) Com δ = d ′ h e a disposição

Com δ = d h e a disposição das barras

σ

cd

= 0,85 f

cd

;

f

cd

=

f ck

1,4

;

f

yd

identificar a tabela

=

f yk

1,15

;

ν =

N

d

M

d

bh

σ

;

μ

=

2

σ cd

cd bh

Ler a taxa mecânica de armadura ω .

cd Calcular a área total da armadura A bh σ s = ω f yd
cd
Calcular a área total da armadura
A
bh σ
s = ω
f
yd
As tabelas são restritas aos concretos do Grupo I
(concretos com
f
≤ 50
MPa).
ck
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7
Exemplo:
N k
Aço CA-50:
f
= 500
MPa.
yk
4
e
N
= 410
kN;
e = 25 cm;
k
40
c
f
= 20 MPa;
ck
4
20cm
(Seção com duas camadas de
armadura)
f
20
ck
f
=
=
≅ 14
MPa
f
= 1,4
kN/cm 2
cd
cd
1,4
1,4
σ
= 0,85
f
= 12
MPa
σ
= 1,2
kN/cm 2
cd
cd
cd
f
yk
50
f
=
=
= 43,48
kN/cm 2
yd
1,15
1,15
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8
N = 1,4 N = 1,4 410⇒ x N = 574 kN d k d
N
= 1,4
N
= 1,4 410⇒
x
N
= 574
kN
d
k
d

M

d

ν =

ν =

μ

=

δ =

=

N e

d

= 574 x 25

M

d

= 14350

kNcm

N

d

574

ν 0,60

 

=

 

bh

σ

cd

20

x 40 x 1,2

 

M

d

14350

 

μ = 0,37

 

=

bh

2

σ

cd

20 x 40

2

x

1,2

d

4

=

δ

= 0,10

 

h 40

Tabela A1.2:

Interpolando ω = 0,71.

A

s

=

ω

bh

σ

1,2

cd

= 0,71x 20 x 40 x

f

yd

43,48

A

s

=15,7

cm 2

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9

Interpolação linear

Prof. José Milton de Araújo - FURG 9 Interpolação linear Se μ = 0,37: ω =
Prof. José Milton de Araújo - FURG 9 Interpolação linear Se μ = 0,37: ω =

Se μ = 0,37:

ω = anterior + diferença x 0,70

linear Se μ = 0,37: ω = anterior + diferença x 0,70 Regra prática Prof. José

Regra prática

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10

Tabela A3.2 (Apêndice 3 do Volume 2): 8 barras de 16 mm (Ase = 16,08

Tabela A3.2 (Apêndice 3 do Volume 2):

8 barras de 16 mm (Ase = 16,08 cm 2 ).

4φ16 40 4φ16 20cm Solução
4φ16
40
4φ16
20cm
Solução
Prof. José Milton de Araújo - FURG 11 Exemplo com três interpolações (caso geral): ν
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11
Exemplo com três interpolações (caso geral):
ν = 0,63 e μ = 0,37
Tabela A1.2 para ν = 0,60: ω = 0,53+(0,79-0,53)x0,70=0,71
Tabela A1.2 para ν = 0,70: ω = 0,59+(0,86-0,59)x0,70=0,78
Interpolando para ν = 0,63
(multiplicador igual a 0,30):
ω = 0,71+(0,78-0,71)x0,30 = 0,73
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12
3- DIAGRAMAS DE INTERAÇÃO NA FLEXO- COMPRESSÃO NORMAL • Em vez de tabelas de dimensionamento,

3- DIAGRAMAS DE INTERAÇÃO NA FLEXO- COMPRESSÃO NORMAL

Em vez de tabelas de dimensionamento, podem-se empregar gráficos denominados diagramas de interação.

Para elaborar iterativo.

um diagrama, utiliza-se o mesmo processo

iterativo. um diagrama, utiliza-se o mesmo processo Prof. José Milton de Araújo - FURG 13 Fórmulas
iterativo. um diagrama, utiliza-se o mesmo processo Prof. José Milton de Araújo - FURG 13 Fórmulas
Prof. José Milton de Araújo - FURG 13 Fórmulas aproximadas para flexo-compressão normal Fórmulas apresentadas
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13
Fórmulas aproximadas para flexo-compressão normal
Fórmulas apresentadas por Montoya: válidas para seções
retangulares com duas camadas de armadura.
f
≤ 50
MPa
ck
ν
≤ 1 ⇒ μ = (0,5 − δ )βω + 0,468ν ()1−ν
(1)
ν
>1⇒ μ = (0,5 −δ )(β ω +1−ν )
(2)
Valores de β
ν
0
0,5
0,6
0,7
0,8
0.9
≥ 1,0
β
1,00
1,00
0,93
0,88
0,88
0,90
0,93
Resolvendo o exemplo anterior com a fórmula:
ν = 0,60 ⇒ β = 0,93 ; μ = 0,37 ; δ = 0,10
μ
0,468
ν
(
1
ν
)
cd
De (1):
ω
=
= 0,693 ⇒
A
=
ω
bh σ
=15,3 cm 2
s
(
0,5 −
δ β
)
f
yd
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14

4- A FLEXO-COMPRESSÃO OBLÍQUA

y x o N d O problema fica mais complicado, pois a inclinação da linha
y
x o
N d
O problema fica mais
complicado, pois a
inclinação da linha neutra
passa a ser incógnita.
α
Empregando o diagrama
x
LN
retangular, devemos
trabalhar com
= 0,80 f
.
σ cd
cd
σ
= α
f
, se a largura não diminuir
cd
c cd
Temos os dois casos
Adotar ⇓
σ
= 0,9α
f
σ
= 0,95α
f
, se a largura diminuir
cd
c cd
cd
c cd
Se
f
≤ 50
MPa, obtém-se
σ
= 0,80 f
.
ck
cd
cd
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15
y
Esforço normal:
N
d
e
x
N d
Momentos fletores:
M
= N e
e
xd
d x
e
M
= N e
yd
d y
y
x si
A
= área comprimida com
cc
y si
a tensão
σ
cd
x
= tensão de cálculo na
barra i
σ
sdi
A
= área da barra i
si
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16

Equações de equilíbrio:

N

d

M xd

M yd

=

=

=

σ

A

cc

cd

σ

A

cc

cd

n

dA

+

A

i = 1

n

si

σ

sdi

x dA

+

A

i = 1

si

σ

x

sdi si

σ

A

cc

cd

y dA

+

n

A

i = 1

si

σ

y

sdi si

Dimensionamento: dadas as coordenadas dos vértices da seção e das barras de aço; dados os três esforços solicitantes de cálculo:

obter a área total de aço na seção. Verificação: dada a seção já dimensionada e dado o esforço normal: determinar os momentos fletores de cálculo que levam a seção à ruína.

Os dois problemas são resolvidos com o software PACON.

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17

o software PACON . Prof. José Milton de Araújo - FURG 17 Tabelas para dimensionamento de

Tabelas para dimensionamento de seções retangulares (Apêndice 2)

Entrada:

ν =

N

d

A

c

σ

cd

;

μ

x

=

M

xd

A h

c x

σ

cd

;

onde A

c

= h h

x y

é a área da seção transversal e

Ler: ω e calcular

A =

s

ω

A

c

σ

cd

f

yd

σ

μ

y

=

M

yd

A h

c y

σ

cd

cd

= 0,80 f

cd

.

As tabelas são restritas aos concretos do Grupo I

(concretos com

f

ck

50

MPa).

tabelas são restritas aos concretos do Grupo I (concretos com f ck ≤ 50 MPa). Prof.

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18

Exemplo:

4 Concreto:

f

ck

= 20

f

yk

= 800

2000

MPa

= 50

y 4 x 20cm
y
4
x
20cm

Aço CA-50 (

Dados:

N

k

M

xk

M yk

kN/cm 2 )

kN ;

40

kNcm

=

= 4000 kNcm

f

f

cd

 

ck

14

MPa;

 

=

1,4

   

σ

cd

=

0,80

f

cd

= 11,2

MPa;

 

σ

cd

= 1,12

kN/cm 2 .

 

f

yk

= 43,48

kN/cm 2 ;

   

f

yd

=

1,15

h

x

= 20

cm;

h

y

= 40

cm.

 

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19

 

A

c

=

h h

x y

= 20 40

x

A

c

= 800

cm 2

 
 

N

d

= 1,4

N

k

= 1,4 x 800

N

d

= 1120

kN

M

xd

=

1,4

M

xk

= 1,4 x 2000

M

xd

= 2800

kNcm

 

M

yd

=

1,4

M

yk

= 1,4 x 4000

M

yd

= 5600

kNcm

ν

N

d

1120

ν = 1,25

 
 

=

=

 

A

c

σ

cd

800 x 1,12

   
 

M

xd

2800

 

015

 
 

μ

x

= =

A h

c x

σ

cd

 

μ

 

800

x

20 x 1,12

x

M

yd

5600

 

μ

y

= =

A h

c y cd

σ

800

x

40 x 1,12

μ

y

0,15

 

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20

Tabela A2.2: Interpolando

Para ν = 1,2:

ω = 0,85 ω = 1,02

Para ν = 1,4:

Interpolando novamente para ν = 1,25 :

ω = 0,89.

A

s

=

A

ω

σ

c cd

0,89 800 1,12

x

x

=

f yd

43,48

A

s = 18,34 cm 2 .

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21

5- ESTRUTURAS INDESLOCÁVEIS

Subestrutura de contraventamento

- Função principal: resistir às ações horizontais (vento).

- Também recebe cargas verticais.

- Deve garantir a indeslocabilidade horizontal do edifício.

- Os seus pilares são denominados de pilares de contraventamento.

Subestrutura contraventada

- Função principal: resistir às cargas verticais.

Os seus pilares são denominados de pilares contraventados. -

apoiados no nível das lajes de piso.

-

Esses pilares

podem

ser

calculados

como

se

fossem

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22

F = soma de todas as elemento rígido V cargas verticais de serviço n =
F
= soma de todas as
elemento rígido
V
cargas verticais de
serviço
n = número de andares
= altura total da
edificação
h
tot
E
I = rigidez à flexão
cs c
(Deslocável)
(Indeslocável)
dos elementos verticais
na direção considerada
α = parâmetro de
instabilidade

A estrutura pode ser considerada indeslocável quando:

α =

F V h tot E I cs c α ≤ α , lim
F
V
h tot
E I
cs c
α ≤ α
,
lim

0,2 + 0,1

se

n 4

n

, se

n 3

CEB/78

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23

Segundo a NBR-6118:

contraventamento por pilares-parede:

contraventamento por pórticos:

associação de pórticos e pilares-parede:

α

=

lim

0,5

α

=

lim

α

lim

0,7

=

0,6

Pilar-parede de seção constante

Pilar-parede de seção

 

variável ou pórtico de contraventamento

E

 

0,85 x 21500

f

ck

+ 8

13

MPa

Aplicamos

horizontal F

uma

força

 

=

     

cs

10

 

e

calculamos o deslocamento

no

topo

 

I

c

= momento de inércia da seção

transversal de concreto sem a inclusão das armaduras.

horizontal U no topo da estrutura.

Rigidez equivalente:

F h

3

H tot

horizontal U no topo da estrutura. Rigidez equivalente: F h 3 H tot

EI

eq

=

3

U

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24

A rigidez equivalente também pode ser determinada considerando uma carga horizontal p , uniformemente distribuída.

A rigidez equivalente também pode ser determinada considerando uma carga horizontal p , uniformemente distribuída.

EI

eq

=

ph

4

tot

8 U

(modelo de carga uniforme)

EI eq = ph 4 tot 8 U (modelo de carga uniforme) PROCEDIMENTO RECOMENDADO A) Parâmetros

PROCEDIMENTO RECOMENDADO

A) Parâmetros de instabilidade para contraventamento feito por paredes estruturais e/ou pilares-parede

α

=

h

tot

F V E I cs c
F
V
E I
cs c

α

lim

(estrutura indeslocável)

(6.2.6)

E cs

= módulo secante do concreto,

seção de concreto simples.

I

c = momento de inércia da

Prof. José Milton de Araújo - FURG 25 O coeficiente α é função do número
Prof. José Milton de Araújo - FURG
25
O coeficiente
α
é função do número de andares n do edifício e
lim
do estado de fissuração do elemento de contraventamento.
• para elementos não fissurados:
0,60
α
=
0,67
1
(6.2.7)
lim
n
• para elementos fissurados:
0,60
α
=
0,47
1
(6.2.8)
lim
n
• Determinam-se as tensões de tração no concreto, para as cargas
horizontais e as cargas verticais de cálculo que atuam no elemento
estrutural (problema de flexão composta da Resistência dos
Materiais).
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26

Comparam-se as tensões de tração máximas em cada andar com a

para

resistência à tração característica inferior do concreto,

saber o estado de fissuração do elemento de contraventamento. Pode-se fazer uma interpolação linear entre os valores dados nas equações (6.2.7) e (6.2.8), com base no tamanho do trecho do pilar- parede que se encontra fissurado.

f

ctk ,inf

,

B) Parâmetros de instabilidade para contraventamento feito por pórticos

dos pórticos com o

Determina-se a rigidez equivalente

modelo de carga uniforme. Na análise dos pórticos para cálculo do deslocamento horizontal

EI

eq

U , considera-se a rigidez

EI = 0,70 E

I

cs c

,

para

os

pilares, e

 

EI = 0,35E I , para as vigas.

cs c

 
 

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27

α =

h

F V EI eq
F
V
EI
eq

α

(estrutura indeslocável)

 

(6.2.9)

 
 

tot

lim

   

α

lim

=

0,66

0,39 1 − n
0,39
1
n

0,62

(6.2.10)

C) Parâmetros de instabilidade para contraventamento feito pela associação de pórticos com paredes e/ou pilares-parede

A

rigidez

equivalente da associação

é obtida

como

para

os

pórticos. A princípio, considera-se

EI = 0,70 E

I

cs c

para uma parede ou

 

pilar-parede. Porém, se ficar comprovado que esse elemento está fissurado para as cargas de cálculo, deve-se repetir a análise do

conjunto considerando

EI = 0,35E

I

cs c

para o mesmo.

 
 

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28

α = h tot F V EI eq ≤ α lim (estrutura indeslocável) (6.2.9) α

α =

h

tot

F V EI eq
F
V
EI
eq

α

lim

(estrutura indeslocável)

(6.2.9)

α

lim

=

0,74

0,53 1 − n
0,53
1
n

0,72

(6.2.11)

 

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29

Tabela 6.2.1 – Valores limites para o parâmetro de instabilidade

 

(

α

lim

)

     

Parede e pilar-parede *

   

Pórtico e

 
 

não

fissurada

 

Pórtico

 

parede

 

n

fissurada

   

**

**

 

1

 

0,42

 

0,30

   

0,52

 

0,51

2

0,56

0,39

0,59

0,63

 

3

 

0,60

 

0,42

   

0,62

 

0,67

4

0,62

0,43

0,62

0,69

 

5

 

0,63

 

0,44

   

0,62

 

0,70

 

10

   

0,65

 

0,46

   

0,62

 

0,72

20

   

0,66

 

0,46

   

0,62

 

0,72

α

max

   

0,67

 

0,47

   

0,62

 

0,72

*

α

=

h

tot

F V E I cs c
F
V
E I
cs c

α

lim

 

;

**

α =

h

tot

F V EI eq
F
V
EI
eq

α

lim

 

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30

Exemplo 1:

Verificar se o pilar-parede da fig. 6.2.2 é suficiente para garantir a indeslocabilidade de um edifício de 8 andares, cuja altura total desde a fundação é igual a 25 m. A soma de todas as cargas verticais de

serviço é igual a 25.000 kN e o concreto possui f = 20 MPa. ck
serviço é igual a 25.000 kN e o concreto possui
f
= 20
MPa.
ck
y
x
c
0,15
y
c
c
x
1,50
0,15
0,50
2,70m
0,50
0,15
0,15

Fig. 6.2.2 - Pilar-parede de contraventamento

 

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31

 

x

c

= 2

m ;

y

c

= 0,63

m. (coordenadas do centróide)

 

I

x

= 3,02

m 4 (em torno de

y )

;

I

y

= 0,54

m 4 (em torno de x )

 
 

E

cs

=

0,85 21500 ⎜ ⎛ 20

x

+

10

8

1 3

25760

MPa

 

E

cs =

25760 x10

3

kN/m 2

 
 

Substituindo n = 8 nas equações (6.2.7) e (6.2.8), obtém-se:

 

pilar-parede não fissurado:

α

lim

=

0,64

;

pilar-parede fissurado:

α

lim

=

0,45

.

 

Prof. José Milton de Araújo - FURG

 

32

α x = 25 25000 3 25760 10 x x 3,02 = 0, 45 O

α

x

=

25

25000 3 25760 10 x x 3,02
25000
3
25760 10
x
x
3,02

= 0,45

O pilar-parede sozinho é suficiente para garantir a indeslocabilidade nesta direção, independentemente do seu estado de fissuração.

α y

25000 = 25 = 1,06 3 25760 10 x x 0,54
25000
= 25
= 1,06
3
25760 10
x
x
0,54

O pilar-parede sozinho não é suficiente para garantir a

indeslocabilidade na direção fissurado.

y , mesmo que ele se encontre não

Prof. José Milton de Araújo - FURG 33 Exemplo 2: Determinar a rigidez equivalente do
Prof. José Milton de Araújo - FURG
33
Exemplo 2:
Determinar a rigidez equivalente do pórtico
15
f
= 25
MPa
ck
4
m
E
= 27200
MPa
Vigas: 20cm x 60cm
Pilares: 20cm x 50cm
cs
h
= 60
m
tot
2
4
m
1
4
m
5 m
5 m
Pilares:
EI = 0,70 E
I
;
Vigas:
EI = 0,35 E
I
cs c
cs c
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34

Rodando PACON:

Modelo de carga concentrada:

Modelo de carga uniforme:

EI

eq =

27,34 x10

6 kNm 2

EI

eq =

21,90 x10

6 kNm 2

Observações:

Ao usar o procedimento recomendado anteriormente, deve-se

empregar o modelo de carga uniforme, pois os valores de foram determinados com base nesse modelo.

α lim

A

rigidez

I

dos

três

apenas

6 kNm 2 , o que mostra a grande influência

pilares

isoladamente

é

de

3x 0,70 E

cs c =

0,12 x10

das vigas na rigidez do conjunto.

Prof. José Milton de Araújo - FURG 35 6- ÍNDICE DE ESBELTEZ λ= l i
Prof. José Milton de Araújo - FURG
35
6- ÍNDICE DE ESBELTEZ
λ=
l
i
l
= comprimento de
e
e
flambagem do pilar;
Para as seções retangulares:
i =
I
A
= raio de giração da
c
c
l e
λ =
seção transversal;
12
h
I
= momento de inércia;
c
A
= área.
c
Normalmente, consideramos os pilares birrotulados:
l
é
a
e
distância entre os eixos das vigas de dois andares vizinhos.
Deve-se limitar: λ ≤ 200 .
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36
7- PROCESSO SIMPLIFICADO PARA CONSIDERAÇÃO DOS EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM F d F M 1d

7- PROCESSO SIMPLIFICADO PARA CONSIDERAÇÃO DOS EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM

F d F M 1d =F d e 1 d (Válido para λ ≤ 90
F
d
F
M 1d =F d e 1
d
(Válido para λ ≤ 90 )
Excentricidade de segunda
ordem:
e
2
e c
2
l
0,005
e =
2
e 1
10
(
ν
+ 0,5
)h
l
o
F
d
ν
=
≥ 0,5
o
A f
c cd
M 1d
F
d
A
F
d
= área da seção de concreto;
h = altura na direção
c
considerada
Prof. José Milton de Araújo - FURG 37 Excentricidade de fluência: ϕ ⎡ F ∞
Prof. José Milton de Araújo - FURG
37
Excentricidade de fluência:
ϕ
F
k
P F
e
=
e
e
e
k
− 1
, se
λ > 50
c
1
e = base do logaritmo neperiano;
ϕ
= coeficiente final de fluência;
π 2 E I
cs c
Carga de Euler:
P =
e
2
l
Pode desprezar a fluência se λ ≤ 50
e
Esforços para dimensionamento:
N
= F
e
M
= F e + e + e
(
) .
d
d
d
d
1
2
c
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38
8- EXCENTRICIDADE ACIDENTAL E EXCENTRICIDADE MÍNIMA Excentricidade acidental Excentricidade mínima e = l e a

8- EXCENTRICIDADE ACIDENTAL E EXCENTRICIDADE MÍNIMA

Excentricidade acidental

Excentricidade mínima

e

=

l

e

a 400

(leva em conta as imperfeições do eixo do pilar)

e

1,min =

1,5

+

0,03h

, cm

(cobre os erros de avaliação do momento inicial)

Excentricidade de primeira ordem:

e

1

= e

i

+ e

a

;

e

i =

M

i

F

Prof. José Milton de Araújo - FURG 39 9- SITUAÇÕES DE PROJETO DOS PILARES canto
Prof. José Milton de Araújo - FURG
39
9- SITUAÇÕES DE PROJETO DOS PILARES
canto
extremidade
Pilar intermediário: podemos
desprezar os momentos iniciais
transmitidos pelas vigas;
situação de projeto: compressão
centrada.
intermediário
Pilar de extremidade:
considerar os momentos
iniciais; situação de projeto:
flexo-compressão normal.
Pilar de canto: considerar os
momentos iniciais nas duas
direções; situação de projeto:
flexo-compressão oblíqua.
Prof. José Milton de Araújo - FURG
40
Cálculo aproximado dos momentos iniciais (NBR-6118) r vig =4I vig /l vig 0,5l sup I
Cálculo aproximado dos momentos iniciais (NBR-6118)
r
vig =4I vig /l vig
0,5l sup
I
sup
r
q
M inf
sup =6I sup /l su
M sup
I vig
r inf =6I inf /l inf
0,5l in f
I
M eng
inf
l vig
r inf
r sup
M
= M
M
= M
inf
eng r
sup
eng r
+
r
+
r
inf
sup
vig
+
r
+
r
inf
sup
vig

M eng

= momento de engastamento perfeito;

r = coeficiente de rigidez.

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41

10- SITUAÇÕES DE CÁLCULO DOS PILARES

A) Pilares intermediários

h

y

y

y

h y y F d x h x (a) y y F d e y F
h y y F d x h x (a) y y F d e y F

F

d

h y y F d x h x (a) y y F d e y F

x

h x
h
x

(a)

y y F d e y F d e x x x (c)
y
y
F d
e
y
F d
e
x
x
x
(c)

(b)

Primeira situação de cálculo: e = e + e + e x 1 x 2
Primeira situação de
cálculo:
e
= e + e
+ e
x
1
x
2
x
cx
l
ex
e
=
;
e
ax
ix = 0
400
e
=
1,5
+
0,03h
1 ,min
x
x
+
e
e
1
x
e
1
x ,min

e

ix

ax

Segunda situação de cálculo:

e

y

= e

1

y

+ e

2

y

+ e

cy

Realizar dois dimensionamentos à flexo-compressão normal e adotar a maior armadura.

dois dimensionamentos à flexo-compressão normal e adotar a maior armadura . Prof. José Milton de Araújo

Prof. José Milton de Araújo - FURG

42

B) Pilares de extremidade y e ix x F d h x (a) y F

B) Pilares de extremidade

y e ix x F d
y
e ix
x
F d
h x
h x

(a)

y

y e ix x F d h x (a) y F d x (b) y F

F d

x y e ix x F d h x (a) y F d (b) y F d

(b)

y F d e y
y
F d
e
y

(c)

x

e ia

a + - b e ib
a
+
-
b
e ib

Direção x

e ia a + - b e ib Direção x Excentricidades iniciais e ia > |

Excentricidades

iniciais

e ia > | e ib |

x Excentricidades iniciais e ia > | e ib | ax ≥ e 1 x ,min

ax

e

1x ,min

(1)

e ia > | e ib | ax ≥ e 1 x ,min (1) B.1) Dimensionamento

B.1) Dimensionamento segundo a direção x

Seção de extremidade:

e x

ia

= e + e

Seção intermediária:

e x

1

x

2

x

+ e

cx

(2)

= e + e

h

h
h
h
Prof. José Milton de Araújo - FURG 43 ⎧ 0,6 e + 0,4 e ⎧
Prof. José Milton de Araújo - FURG
43
⎧ 0,6
e
+
0,4
e
⎧ e
+
e
≥ ia
ib
ix
ax
e
ix
e 1 x
0,4 e
e
ia
1 ,min
x
ϕ
F
Dimensionar para o maior
k
= (
)
P
F
valor de
e
resultante das
e
e
+
e
e
ex
k
− 1
x
cx
ix
ax
equações (1) e (2).
B.2) Dimensionamento segundo a direção y
⎧ e
+
e
e
= e
+ e
+ e
iy
ay
y
1
y
2
y
cy
e
= 0
;
e
iy
1 y
e
1
y
,min
Realizar dois dimensionamentos à flexo-compressão normal e
adotar a maior armadura.
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44
C) Pilares de canto y topo e ix,t e iy,t + + e ix e
C) Pilares de canto
y
topo
e ix,t
e iy,t
+ +
e ix
e iy
h y
x
x
y
-
-
e ix,b
e iy,b
h x
base

Há momentos iniciais segundo as duas direções

Todas as seções do pilar estão sob flexo-compressão oblíqua

Devemos considerar 6 (seis) situações de cálculo: duas na seção do topo, duas na seção da base e duas na seção intermediária.

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45

Situações de cálculo na seção de topo do pilar

h

y

y e ix,t F d e iy,t x h x
y
e
ix,t
F
d
e
iy,t
x
h x

(a)

y y e ix,t 2 F d e x 1 e y F d e
y
y
e ix,t
2
F d
e
x
1
e y
F
d
e
iy,t
x
x
(b)
(c)

Situação de cálculo 1:

e

x

e

1 x

=

e

= e

1 x

ix ,t

;

+ e

ax

e

y

=

e

iy , t

e

1 x ,min

Situação de cálculo 2:

x

e

e

1

y

=

e

ix

, t

= e

iy ,t

;

+ e

ay

e

y

=

e 1

y

e

1 y ,min

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46

Situações de cálculo na seção da base do pilar

h

y

y e ix,b F d e iy,b x h x
y
e
ix,b
F
d
e
iy,b
x
h x

(a)

Situação de cálculo 3:

y

F d e iy,b x h x (a) • Situação de cálculo 3: y y e

y

F d e iy,b x h x (a) • Situação de cálculo 3: y y e
e x 3 F d e x (b)
e
x
3
F
d
e
x
(b)

iy,b

e ix,b

de cálculo 3: y y e x 3 F d e x (b) iy,b e ix,b

F d

4 e

3: y y e x 3 F d e x (b) iy,b e ix,b F d

e y

3: y y e x 3 F d e x (b) iy,b e ix,b F d

e

x

1 x

=

e

1 x

= e

;

+ e

e

ax

y

=

e

e

iy , b

1 x ,min

ix ,b

(c)

x

Situação de cálculo 4:

e

x

=

e

ix , b

;

e

y

=

e 1

y

e

1 y

= e

iy ,b

+ e

ay

e

1 y ,min

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47

Situações de cálculo na seção intermediária do pilar

y e ix F d e iy x
y
e
ix
F
d
e
iy
x
h x (a)
h x
(a)
y e x 5 F d e x (b)
y
e
x
5
F
d
e
x
(b)
y e ix 6 F d e y iy
y
e ix
6
F d
e y
iy

(c)

h

y

x Admitindo que as maiores

excentricidades, em valor absoluto, ocorrem na seção de topo.

em valor absoluto, ocorrem na seção de topo. Excentricidades iniciais na seção intermediária: e ix

Excentricidades iniciais na seção intermediária:

e

ix

0,6

e

ix t

,

+

0,4 e

0,4

ix , t

e

ix b

,

;

e iy


0,6

e

iy t

,

+

0,4 e

0,4

iy , t

e

iy b

,

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48

Situação de cálculo 5:

e x

= e + e

1

x

2

e 1 x

= e + e

ix

x

+ e

cx

;

ax

e

1 x ,min

e

y

= e

iy

Situação de cálculo 6:

e

e

x

1 y

= e

ix

;

= e + e

iy

ay

e

y

e

= e + e

1

y

1 y ,min

2

y

+ e

cy

A princípio, devem ser feitos 6 dimensionamentos à flexo-compressão

oblíqua (usando PACON, por exemplo).

O trabalho é excessivo, quando o dimensionamento é feito por meio de

tabelas. Nesses casos, deve-se analisar a ordem de grandeza das excentricidades, para eliminar as situações de cálculo irrelevantes.

 

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49

OBSERVAÇÕES:

 

1.

Em todos os casos, deve-se ter

λ 90 .

Se λ > 90, o pilar é

esbelto, devendo-se empregar um processo rigoroso (Capítulo 9

 

do Volume 3 e software JM PILAR).

 

2. Nos edifícios consideramos l birrotulados.

e =

l , admitindo que os pilares são

 

3.

No cálculo da excentricidade de fluência, não respeitamos a

excentricidade mínima. A excentricidade de fluência é calculada

como

 

ϕ

F

k

e

cx

=

(

e

ix

+

e

ax

)

e

P

ex

F

k

1

(exemplo para a direção x)

 

Nos pilares intermediários,

e

ix

= 0

.

 

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50

11- EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO Nos exemplos a seguir: Cálculos preliminares: f = 20 MPa ck
11- EXEMPLOS DE DIMENSIONAMENTO
Nos exemplos a seguir:
Cálculos preliminares:
f
= 20
MPa
ck
2
f
=
≅ 1,4
kN/cm 2
Aço CA-50
cd
1,4
(
= 50
kN/cm 2 )
f yk
50
f
=
= 43,48
kN/cm 2
ϕ
= 2,5
yd
1,15
l
e = 4
m
1
+ 8 ⎞
3
(nas duas direções)
ck
E
=
0,85 x 21500 ⎜ ⎛ f
cs
MPa
γ
=
1,4
10
f
γ
=1,4
E
= 2576
kN/cm 2
c
cs
γ s
= 1,15
Excentricidades acidentais:
l
400
F
= 857
kN
k
e
= e
=
e =
= 1
cm
ax
ay
400 400
⇒ F
= 1,4
F
= 1200
kN
d
k
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51
Exemplo 1: Pilar intermediário
Solução: Iniciar pela direção de maior esbeltez
y
1) Dimensionamento segundo a direção x
a)
Índice de esbeltez:
l
l
12
400 12
ex
ex
λ
=
=
=
= 69
x
50
I
A
h
20
cx
c
x
x
b)
Excentricidade de segunda ordem
20cm
F
1200
d
ν
=
=
= 0,86
o
A f
20
x
50 1,4
x
c cd
Como
ν
> 0,5
, adota-se o
o
valor calculado
ν
= 0,86
.
o
Prof. José Milton de Araújo - FURG
52
 

l

2

0,005

 

e

 

=

ex

2

x

 

10

(

ν

400

2

o

)

+ 0,5 h

x

0,005

 

e

2

x

=

10

(

0,86

+

)

0,5 20

e

2

x

= 2,94

cm

c) Excentricidade de fluência (

λ

x

> 50

)

 

3

y x

h h

x

50 20

3

= 33.333 cm 4

 

I

 

=

=

cx

12 12

 
 

π

2 E I

2

π x

2576 x 33.333

P

ex

= cs cx

=

= 5297 kN

 
 

l

2

ex

 

400

2

   

e

= e

e

ϕ

F

k

P

ex

F

k

1

=

1

e

2,5 857

x

5297

857

1

e

=

0,62 cm

 

cx

ax

 

cx

 

 

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53

d) Excentricidade mínima

e

1

x

, min

=

1,5

+

0,03

h

x

e) Situação de cálculo

e

1

x


e

1

e

x

= 1,0

ax

, min

= 2,1

e

1

e

1

x

x

, min

=

2,1

= 2,1

cm

cm

Excentricidade total na direção x :

e

e

x

x

= e

1

x

+ e

2

x

+ e

cx

.

= 2,1+ 2,94 + 0,62

e

x

= 5,66

cm

b=50

y d'=4 e x F x d
y
d'=4
e
x
F
x
d
h=20cm
h=20cm

Primeira situação de cálculo

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54

Dimensionamento para a primeira situação de cálculo:

N

d

=

F

d

= 1200

kN;

M

d