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Sucessão Ecológica e Dinâmica de Vegetação

2017

Sucessão Ecológica e Dinâmica de Vegetação 2017 LCB 0217 Dr. Sergius Gandolfi & Dr. Flávio B.

LCB 0217

Dr. Sergius Gandolfi & Dr. Flávio B. Gandara

Departamento de Ciências Biológicas - Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”

Universidade de São Paulo

Ex.: Comunidades de Plantas Epífitas Comunidades Vegetais  Diferenças
Ex.:
Comunidades
de Plantas
Epífitas
Comunidades Vegetais  Diferenças
de Plantas Epífitas Comunidades Vegetais  Diferenças Composição, Estrutura e Dinâmica  Causas ??

Composição, Estrutura e Dinâmica Causas ??

SUCESSÃO ECOLÓGICA
SUCESSÃO
ECOLÓGICA
SUCESSÃO ECOLÓGICA DINÂMICA DA VEGETAÇÃO Escala Espacial Escala Temporal DINÂMICA DE CLAREIRAS
SUCESSÃO ECOLÓGICA DINÂMICA DA VEGETAÇÃO Escala Espacial Escala Temporal DINÂMICA DE CLAREIRAS

DINÂMICA DA VEGETAÇÃO Escala Espacial Escala Temporal

SUCESSÃO ECOLÓGICA DINÂMICA DA VEGETAÇÃO Escala Espacial Escala Temporal DINÂMICA DE CLAREIRAS

DINÂMICA DE CLAREIRAS

SUCESSÃO ECOLÓGICA DINÂMICA DA VEGETAÇÃO Escala Espacial Escala Temporal DINÂMICA DE CLAREIRAS
AGRICULTURA de Corte e Queima QUEIMA FLORESTA CAPOEIRA ROÇA Abandono Área recém queimada de Floresta

AGRICULTURA

de Corte e Queima

QUEIMA FLORESTA CAPOEIRA ROÇA Abandono
QUEIMA
FLORESTA
CAPOEIRA
ROÇA
Abandono

Área recém queimada de Floresta no Amapá

CAPOEIRÃO SUCESSÃO ECOLÓGICA – FENÔMENO: 25 ANOS SUBSTITUIÇÃO TEMPORAL DE COMUNIDADES NUM DADO LOCAL AO
CAPOEIRÃO
SUCESSÃO ECOLÓGICA – FENÔMENO:
25 ANOS
SUBSTITUIÇÃO TEMPORAL DE
COMUNIDADES NUM DADO LOCAL AO
LONGO DO TEMPO

Áreas vizinhas a área recém

queimada (Amapá)

CAPOEIRA 10 ANOS

2002

2002

2012

2012

Sucessão Ecológica não depende apenas da passagem do tempo, ela não é uma Fatalidade que

irá sempre ocorrer, pois ela depende de condições

2012

apenas da passagem do tempo, ela não é uma Fatalidade que irá sempre ocorrer, pois ela

SUCESSÃO ECOLÓGICA

FENÔMENO

SUBSTITUIÇÃO TEMPORAL DE

COMUNIDADES NUM DADO

LOCAL

AO LONGO DO TEMPO

Sucessão Primária

Sucessão Primária

Sucessão Primária
Sucessão Primária
Sucessão Primária

Sucessão Primária

Sucessão Primária

Sucessão Primária

Sucessão Primária
Sucessão Primária
Sucessão Primária

Sucessão Primária - Aquela que se desenvolve em solos recém formados, e como conseqüência é um local onde antes não nasceu vegetação. Montanhas, terras baixas , praias, etc.

formados, e como conseqüência é um local onde antes não nasceu vegetação. Montanhas, terras baixas ,

SUCESSÃO ECOLÓGICA OBSERVAÇÃO DIRETA Curto Prazo

Pasto Abandonado ~ 1 ano
Pasto
Abandonado
~ 1 ano

CAPOEIRA

~ 12 anos

CAPOEIRA

~ 16 anos

Mudança Sucessional

Etc
Etc
Sucessão Ecológica Processo: Ordenado, razoavelmente direcionado, previsível, controlado pela comunidade (resultaria

Sucessão Ecológica

Processo: Ordenado, razoavelmente direcionado,

previsível, controlado pela comunidade (resultaria

das modificações do ambiente físico provocadas pela comunidade) e convergente para o Clímax (culmina num ecossistema estabilizado, com

propriedades homeostáticas)

Sucessão
Sucessão

SUCESSÃO

ECOLÓGICA

Visão

Tradicional

COMUNIDADE CLÍMAX

Comunidades

intermediárias

Comunidades

Iniciais

SUCESSÃO ECOLÓGICA DISTÚRBIOS NATURAIS Pequena Importância Visão Tradicional

SUCESSÃO

ECOLÓGICA

DISTÚRBIOS

NATURAIS

Pequena

Importância

Visão

Tradicional

As espécies florestais

apresentam diferentes

comportamentos

ecológicos que são

importantes para se

compreender a

Sucessão

Crescimento rápido à pleno sol Pasto abandonado ~ 6 anos
Crescimento
rápido à
pleno sol
Pasto abandonado
~ 6 anos
CRESCIMENTO LENTO MESMO À PLENO SOL 2 metros ~10 ANOS
CRESCIMENTO
LENTO MESMO
À PLENO SOL
2 metros ~10
ANOS

PPFD (µmol.m -2 .s -1 )

930

1212
1230

1512
1530

1342
1400

1642
1700

1042
1100

1306
1324

1436
1454

1006
1024

1606
1624

1136
1154

948

1248

1548

1418

1118

1006 1024 1606 1624 1136 1154 948 1248 1548 1418 1118 Luz na floresta 1700 1650
1006 1024 1606 1624 1136 1154 948 1248 1548 1418 1118 Luz na floresta 1700 1650

Luz na

floresta

1700

1650

1600

1550

1500

1450

1400

1350

1300

1250

1200

1150

1100

1050

1000

950

900

850

800

750

700

650

600

550

500

450

400

350

300

250

200

150

100

50

0

07/07/94 06/10/94
07/07/94
06/10/94
500 450 400 350 300 250 200 150 100 50 0 07/07/94 06/10/94 Sub-Bosque HORA FIGURA
500 450 400 350 300 250 200 150 100 50 0 07/07/94 06/10/94 Sub-Bosque HORA FIGURA
500 450 400 350 300 250 200 150 100 50 0 07/07/94 06/10/94 Sub-Bosque HORA FIGURA

Sub-Bosque

HORA

FIGURA 44:Andamento diário da PPFD (µmol.m -2 .s -1 ) numa área de sub-bosque sob dossel perenifólio (sensor A3)

no dia 07/07/1994, quando não existiam árvores decíduas no dossel da área A e no dia 06/10/1994,

quando algumas árvores do dossel estavam decíduas.

Clareira

Abertura no dossel resultante da morte e queda de

parte de uma árvore, ou de uma ou mais árvores inteiras

Luz na

floresta

no dossel resultante da morte e queda de parte de uma árvore, ou de uma ou
SOMBRA NATIVA LUZ
SOMBRA
NATIVA
LUZ

FLORESTA

TOLERÂNCIA À SOMBRA

PORCENTAGEM DE SOBREVIVÊNCIA DE PLÂNTULAS APÓS 30 DIAS COLOCADAS EM DUAS CONDIÇÕES

DE PLÂNTULAS APÓS 30 DIAS COLOCADAS EM DUAS CONDIÇÕES Cecropia Urera Trema Croton INTOLERÂNTES À SOMBRA

Cecropia

APÓS 30 DIAS COLOCADAS EM DUAS CONDIÇÕES Cecropia Urera Trema Croton INTOLERÂNTES À SOMBRA (SCARPA, 2002)
APÓS 30 DIAS COLOCADAS EM DUAS CONDIÇÕES Cecropia Urera Trema Croton INTOLERÂNTES À SOMBRA (SCARPA, 2002)

Urera

APÓS 30 DIAS COLOCADAS EM DUAS CONDIÇÕES Cecropia Urera Trema Croton INTOLERÂNTES À SOMBRA (SCARPA, 2002)

Trema

30 DIAS COLOCADAS EM DUAS CONDIÇÕES Cecropia Urera Trema Croton INTOLERÂNTES À SOMBRA (SCARPA, 2002) CLAREIRA

Croton

INTOLERÂNTES À SOMBRA

(SCARPA, 2002)

CLAREIRACecropia Urera Trema Croton INTOLERÂNTES À SOMBRA (SCARPA, 2002) SUB-BOSQUE Astronium Esenbeckia TOLERÂNTES À SOMBRA

SUB-BOSQUECecropia Urera Trema Croton INTOLERÂNTES À SOMBRA (SCARPA, 2002) CLAREIRA Astronium Esenbeckia TOLERÂNTES À SOMBRA

Urera Trema Croton INTOLERÂNTES À SOMBRA (SCARPA, 2002) CLAREIRA SUB-BOSQUE Astronium Esenbeckia TOLERÂNTES À SOMBRA
Urera Trema Croton INTOLERÂNTES À SOMBRA (SCARPA, 2002) CLAREIRA SUB-BOSQUE Astronium Esenbeckia TOLERÂNTES À SOMBRA

Astronium

Esenbeckia

TOLERÂNTES À

SOMBRA

AGRUPANDO ESPÉCIES ARBÓREAS FLORESTAIS DE ACORDO COM O SEU COMPORTAMENTO ECOLÓGICO

BASEANDO-SE:

NA GERMINAÇÃO A PLENO SOL OU SOMBRA

NA TOLERÂNCIA DAS PLÂNTULAS À SOMBRA

NA VELOCIDADE DE CRESCIMENTO A PLENO

SOL OU SOMBRA

ETC.

Grupos Ecológicos

P
P
C
C
P
P
NP
NP
I
I
O
O
T
T
P
P
SI
SI
ST
ST
C
C

Floresta Estacional Semidecidual

FLORESTA OMBRÓFILA DENSA

Grupos Ecológicos ou Categorias

Sucessionais

P
P
SI
SI
Cl
Cl

TOLERÂNCIA À DISPONIBILIDADE DE LUZ

Retornando

a discussão

sobre a

Sucessão

VISÃO TRADICIONAL Dossel com dominância de PIONEIRAS Secundárias INICIAIS CLÍMAX FLORESTA FLORESTA FLORESTA
VISÃO TRADICIONAL Dossel com dominância de PIONEIRAS Secundárias INICIAIS CLÍMAX FLORESTA FLORESTA FLORESTA

VISÃO TRADICIONAL Dossel com

dominância de

PIONEIRAS

Secundárias

INICIAIS

CLÍMAX

FLORESTA

FLORESTA

FLORESTA

PIONEIRA

SECUNDÁRIA

CLÍMAX

Sucessão Ecológica Visão Tradicional
Sucessão
Ecológica
Visão Tradicional

Trajetórias progressivas

Uma Comunidade Final, a Comunidade Clímax

Convergência Fisionômica, de Composição de Espécies e de Estrutura

Alta Previsibilidade

DISTÚRBIOS NATURAIS e ANTRÓPICOS Algum evento discreto no tempo que cria uma ruptura no ecossistema.

DISTÚRBIOS NATURAIS e ANTRÓPICOS

Algum evento discreto no tempo que cria

uma ruptura no ecossistema. comunidade ou na estrutura da população, mudando os

recursos, a disponibilidade de substratos,

ou ambiente físico (eventos catastróficos ou flutuação ambiental)

Distúrbio - Inundação

Distúrbio - Inundação

Distúrbios = Herbivoria maciça, etc.

CUESTA - Distúrbio / Escorregamento Natural
CUESTA - Distúrbio / Escorregamento Natural

CUESTA - Distúrbio / Escorregamento Natural

CUESTA Distúrbio Natural Escorregamento Natural Serra de São Pedro

CUESTA

Distúrbio

Natural

Escorregamento

Natural

ESCORREGAMENTOS Floresta Inicial

ESCORREGAMENTOS

Floresta Inicial

ESCORREGAMENTOS Floresta Inicial
ESCORREGAMENTOS Floresta Inicial
DIFERENTES OCORRÊNCIAS E FRQUÊNCIAS DE DERRAMES DE LAVAS MODIFICANDO A COMPOSIÇÃO, ESTRUTURA E A FISIONOMIA
DIFERENTES OCORRÊNCIAS E FRQUÊNCIAS DE DERRAMES DE LAVAS MODIFICANDO A COMPOSIÇÃO, ESTRUTURA E A FISIONOMIA
DIFERENTES OCORRÊNCIAS E FRQUÊNCIAS DE DERRAMES DE LAVAS MODIFICANDO A COMPOSIÇÃO, ESTRUTURA E A FISIONOMIA

DIFERENTES OCORRÊNCIAS E FRQUÊNCIAS DE

DERRAMES DE

LAVAS

MODIFICANDO A COMPOSIÇÃO, ESTRUTURA E A

FISIONOMIA DAS

FLORESTAS EM SUCESSÃO

FRQUÊNCIAS DE DERRAMES DE LAVAS MODIFICANDO A COMPOSIÇÃO, ESTRUTURA E A FISIONOMIA DAS FLORESTAS EM SUCESSÃO
FRQUÊNCIAS DE DERRAMES DE LAVAS MODIFICANDO A COMPOSIÇÃO, ESTRUTURA E A FISIONOMIA DAS FLORESTAS EM SUCESSÃO
FRQUÊNCIAS DE DERRAMES DE LAVAS MODIFICANDO A COMPOSIÇÃO, ESTRUTURA E A FISIONOMIA DAS FLORESTAS EM SUCESSÃO

SUCESSÃO

ECOLÓGICA

Visão

Contemporânea

DISTÚRBIOS

NATURAIS

Grande

Importância

Estados Estacionários Estáveis

Estados Estacionários Estáveis Trajetórias progressivas Trajetória regressiva
Estados Estacionários Estáveis Trajetórias progressivas Trajetória regressiva

Trajetórias

progressivas

Trajetória

regressiva

Sucessão Ecológica Visão Contemporânea • Várias trajetórias possíveis • Trajetórias progressivas ou

Sucessão

Ecológica

Visão

Contemporânea

Várias trajetórias possíveis

Trajetórias progressivas ou retrogressivas

Estágios estacionários estáveis

Várias Comunidades Finais possíveis (Clímaces)

Convergência Fisionômica, mas NÃO necessariamente de Composição de Espécies e de Estrutura

Baixa Previsibilidade

Vismia spp

Capoeiras

Amazônia

Cecropia spp

Vismia spp Capoeiras Amazônia Cecropia spp
Vismia spp Capoeiras Amazônia Cecropia spp

O CLIMA, O SOLO DISTÚRBIO INICIAL, HISTÓRICO DE USO DA TERRA, FRAGMENTAÇÃO DA PAISAGEM AFETAM A OCORRÊNCIA

os PADRÕES de COMPOSIÇÃO

e ESTRUTURA A TAXA DE MUDANÇA, ETC DA SUCESSÃO SECUNDÁRIA

TODA SUCESSÃO ECOLÓGICA É

ESPECÍFICA DE SÍTIO,

TODA SUCESSÃO ECOLÓGICA É

DEPENDENTE DO CONTEXTO LOCAL,

OU SEJA ,

TODA SUCESSÃO ECOLÓGICA É CONTINGENTE

(HISTÓRICA)

Sucessão Ecológica

Visão Tradicional

Visão

Contemporânea

Hierarquia de Causas da Sucessão

Causas Gerais

1. Disponibilidade de local

2. Disponibilidade diferencial de espécies

3. Desempenho diferencial das espécies

Pickett et al. (1987)

de local 2. Disponibilidade diferencial de espécies 3. Desempenho diferencial das espécies Pickett et al. (1987)

Uma Causa Principal

FACILITAÇÃO

Uma Causa Principal FACILITAÇÃO Três Causas Principais
Uma Causa Principal FACILITAÇÃO Três Causas Principais

Três Causas

Principais

Uma Causa Principal FACILITAÇÃO Três Causas Principais

DINÂMICA DA VEGETAÇÃO

DINÂMICA DA VEGETAÇÃO DINÂMICA DE CLAREIRAS Escala Espacial Escala Temporal

DINÂMICA DE CLAREIRAS

DINÂMICA DA VEGETAÇÃO DINÂMICA DE CLAREIRAS Escala Espacial Escala Temporal

Escala Espacial Escala Temporal

Sucessão Ecológica
Sucessão Ecológica
Floresta Clímax
Floresta
Clímax

Através de um processo chamado de

Dinâmica de Clareiras

Como se mantém a Floresta Clímax?

Sucessão
Sucessão
Sucessão Floresta Madura (Clímax) Regeneração da Floresta = Dinâmica de Clareiras

Floresta Madura (Clímax)

Regeneração da Floresta = Dinâmica de Clareiras

Fase Madura
Fase Madura

Plântulas e jovens de espécies tolerantes à sombra (secundárias e clímax ) no sub-bosque

Fase de Clareira Banco de plântulas e jovens que estavam no sub-bosque e que sobreviveram

Fase de Clareira

Fase de Clareira Banco de plântulas e jovens que estavam no sub-bosque e que sobreviveram a
Fase de Clareira Banco de plântulas e jovens que estavam no sub-bosque e que sobreviveram a

Banco de plântulas e jovens que estavam no sub-bosque e que sobreviveram a abertura da clareira

Banco de Sementes

Fase de Construção Pioneiras
Fase de Construção
Pioneiras
Fase de Construção Secundária Inicial
Fase de Construção
Secundária
Inicial
Fase de Construção Secundária Inicial
Fase de Construção
Secundária
Inicial
Fase Madura
Fase Madura
Fase Madura
Fase Madura

A Floresta então é formada por um MOSAICO DINÂMICO de MANCHAS com diferentes idades, com diferentes composições de espécies e com diferente estrutura e que está em contínua mudança

DINÂMICA DE CLAREIRAS

DINÂMICA DE CLAREIRAS Clareira A Floresta então é formada por um MOSAICO DINÂMICO de MANCHAS com
Clareira
Clareira

A Floresta então é formada por um MOSAICO DINÂMICO de MANCHAS com diferentes idades, com diferentes composições de

espécies e com diferente estrutura e que está em contínua mudança

DOSSEL

FLORESTA

DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira

Clareira

DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira
DOSSEL FLORESTA Clareira

A Floresta é um

MOSAICO DINÂMICO de MANCHAS

A Floresta é um MOSAICO DINÂMICO de MANCHAS
Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Mancha de Fase Clareira de Construção A
Mancha de
Fase Madura
Mancha de Fase de
Mancha
de Fase
Clareira
de Construção
A floresta é um
mosaico de
manchas de diferentes fases

DOSSEL

DOSSEL Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA
DOSSEL Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA

Mancha de Fase Madura

Mancha de Fase de Clareira

DOSSEL Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA
DOSSEL Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA
DOSSEL Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA
DOSSEL Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA
DOSSEL Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA
DOSSEL Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA
DOSSEL Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA

Mancha de Fase

de Construção

Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA Mancha

FLORESTA

Mancha de Fase

de Construção

Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA Mancha
Mancha de Fase Madura Mancha de Fase de Clareira Mancha de Fase de Construção FLORESTA Mancha
100 ANOS ??

100 ANOS ??

100 ANOS ??

Fase de Construção

Fase de Construção Dinâmica de Clareiras  Mosaico

Dinâmica de Clareiras Mosaico

Mancha de Preenchimento Mancha de Clareira
Mancha de
Preenchimento
Mancha de Clareira

VISÃO

VISÃO
VISÃO
VISÃO
VISÃO
VISÃO
VISÃO
VISÃO
VISÃO
VISÃO

CONTEMPORÂNEA

CONTEMPORÂNEA
CONTEMPORÂNEA
CONTEMPORÂNEA
CONTEMPORÂNEA
CONTEMPORÂNEA
CONTEMPORÂNEA
CONTEMPORÂNEA
CONTEMPORÂNEA
CONTEMPORÂNEA

MOSAICO

MOSAICO
MOSAICO
MOSAICO
MOSAICO
MOSAICO
MOSAICO
MOSAICO
MOSAICO
MOSAICO

Dossel com

dominância de

MOSAICO

MOSAICO

MOSAICOVISÃO CONTEMPORÂNEA MOSAICO Dossel com dominância de M O S A I C O M O

VISÃO CONTEMPORÂNEA MOSAICO Dossel com dominância de M O S A I C O M O

DOSSEL/EMERGENTES

SUB-BOSQUE
SUB-BOSQUE

??????

100 ANOS ??

DOSSEL/EMERGENTES SUB-BOSQUE ?????? 100 ANOS ?? Myrtaceae, Rubiaceae, Euforbiaceae, Meliaceae, etc. (1/3spp)

Myrtaceae,

Rubiaceae,

Euforbiaceae, Meliaceae, etc.

(1/3spp)

MUDANÇA DE PARADIGMAS NA ECOLOGIA

“O Equilíbrio da Natureza”

MUDANÇA DE PARADIGMAS NA ECOLOGIA “O Equilíbrio da Natureza” “A Natureza em Fluxo”

“A Natureza em Fluxo”

SUCESSÃO ECOLÓGICA

SUCESSÃO ECOLÓGICA DINÂMICA DA VEGETAÇÃO Escala Espacial Escala Temporal

DINÂMICA DA VEGETAÇÃO

Escala Espacial

Escala Temporal