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OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee
OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee DivertimentoDivertimentoDivertimentoDivertimento
nononono âmbitoâmbitoâmbitoâmbito dodododo RegimeRegimeRegimeRegime JurídicoJurídicoJurídicoJurídico dededede
SegurançaSegurançaSegurançaSegurança contracontracontracontra IncêndioIncêndioIncêndioIncêndio emememem EdifíciosEdifíciosEdifíciosEdifícios
AnaAnaAnaAna FerreiraFerreiraFerreiraFerreira
IIIIIIII FeiraFeiraFeiraFeira dededede ProteçãoProteçãoProteçãoProteção CivilCivilCivilCivil dededede AlbufeiraAlbufeiraAlbufeiraAlbufeira
Ana Ferreira
1
APRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃO 2
APRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃOAPRESENTAÇÃO
2
MISSÃOMISSÃOMISSÃOMISSÃO Contribuir para a valorização da atividade de segurança e para a construção de uma
MISSÃOMISSÃOMISSÃOMISSÃO
Contribuir para a valorização da atividade de segurança e
para a construção de uma sociedade mais segura através
da informação aos profissionais da segurança e
sensibilização da sociedade civil
3
ÂMBITOÂMBITOÂMBITOÂMBITO ProteçãoProteçãoProteçãoProteção ContraContraContraContra
ÂMBITOÂMBITOÂMBITOÂMBITO
ProteçãoProteçãoProteçãoProteção ContraContraContraContra
IncêndioIncêndioIncêndioIncêndio
SegurançaSegurançaSegurançaSegurança EletrónicaEletrónicaEletrónicaEletrónica
SegurançaSegurançaSegurançaSegurança nononono TrabalhoTrabalhoTrabalhoTrabalho
Proteção Ativa: 224 membros
Proteção Passiva: 152 membros
238 membros
97 membros
4
OSOSOSOS NOSSOSNOSSOSNOSSOSNOSSOS ASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOS Fabrico Desenvolv. produto Exploração e
OSOSOSOS NOSSOSNOSSOSNOSSOSNOSSOS ASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOS
Fabrico
Desenvolv.
produto
Exploração e
Distribuição
gestão
Comércio
retalho
340
Associados
Consultoria
Instalação
Formação
Integração
Manutenção
Projeto
EMPRESAS
INDIVIDUAIS
OBSERVADORES
QUEMQUEMQUEMQUEM SOMOSSOMOSSOMOSSOMOS Maria João Ana Ferreira Conde Mélanie Cuendet Gonçalo Sítima Ana Cristina
QUEMQUEMQUEMQUEM SOMOSSOMOSSOMOSSOMOS
Maria João
Ana Ferreira
Conde
Mélanie Cuendet
Gonçalo Sítima
Ana Cristina
Bruno Pinto
Catarina Lopes
Ricardo Carvalho
Rodrigues
ÁREASÁREASÁREASÁREAS DEDEDEDE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO
ÁREASÁREASÁREASÁREAS DEDEDEDE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO
InformaçãoInformaçãoInformaçãoInformação eeee publicaçõespublicaçõespublicaçõespublicações
ConferênciasConferênciasConferênciasConferências eeee fórunsfórunsfórunsfóruns
FormaçãoFormaçãoFormaçãoFormação TécnicaTécnicaTécnicaTécnica
IntervençãoIntervençãoIntervençãoIntervenção institucionalinstitucionalinstitucionalinstitucional //// regulamentaçãoregulamentaçãoregulamentaçãoregulamentação
NNormalizaçãoNNormalizaçãoormalizaçãoormalização
7
INFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕES EEEE PUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕES
INFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕES EEEE PUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕES
RevistaRevistaRevistaRevista PROTEGERPROTEGERPROTEGERPROTEGER
+50+50+50+50 FichasFichasFichasFichas TécnicasTécnicasTécnicasTécnicas
sobresobresobresobre ProdutosProdutosProdutosProdutos eeee
EquipamentosEquipamentosEquipamentosEquipamentos
PublicaçõesPublicaçõesPublicaçõesPublicações técnicastécnicastécnicastécnicas
emememem PortuguêsPortuguêsPortuguêsPortuguês
FolhetosFolhetosFolhetosFolhetos PedagógicosPedagógicosPedagógicosPedagógicos
8
INFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕES EEEE PUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕES 9
INFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕES EEEE PUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕES
9
INTERVENÇÃO DA APSEI NO ÂMBITO DA PROTEÇÃO INFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕES EEEE
INTERVENÇÃO DA APSEI NO ÂMBITO DA PROTEÇÃO
INFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕESINFORMAÇÕES EEEE PUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕESPUBLICAÇÕES
PASSIVA
ÁREASÁREASÁREASÁREAS DEDEDEDE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO
ÁREASÁREASÁREASÁREAS DEDEDEDE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO
InformaçãoInformaçãoInformaçãoInformação eeee publicaçõespublicaçõespublicaçõespublicações
ConferênciasConferênciasConferênciasConferências eeee fórunsfórunsfórunsfóruns
FormaçãoFormaçãoFormaçãoFormação TécnicaTécnicaTécnicaTécnica
IntervençãoIntervençãoIntervençãoIntervenção institucionalinstitucionalinstitucionalinstitucional //// regulamentaçãoregulamentaçãoregulamentaçãoregulamentação
NNormalizaçãoNNormalizaçãoormalizaçãoormalização
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EVENTOSEVENTOSEVENTOSEVENTOS 39 Eventos Organizados 10.000 Participantes 12
EVENTOSEVENTOSEVENTOSEVENTOS
39 Eventos Organizados
10.000 Participantes
12
ÁREASÁREASÁREASÁREAS DEDEDEDE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO
ÁREASÁREASÁREASÁREAS DEDEDEDE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO
InformaçãoInformaçãoInformaçãoInformação eeee publicaçõespublicaçõespublicaçõespublicações
ConferênciasConferênciasConferênciasConferências eeee fórunsfórunsfórunsfóruns
FormaçãoFormaçãoFormaçãoFormação TécnicaTécnicaTécnicaTécnica
IntervençãoIntervençãoIntervençãoIntervenção institucionalinstitucionalinstitucionalinstitucional //// regulamentaçãoregulamentaçãoregulamentaçãoregulamentação
NNormalizaçãoNNormalizaçãoormalizaçãoormalização
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FORMAÇÃOFORMAÇÃOFORMAÇÃOFORMAÇÃO TÉCNICATÉCNICATÉCNICATÉCNICA 2008 INÍCIO DA ATIVIDADE FORMATIVA +35 CURSOS
FORMAÇÃOFORMAÇÃOFORMAÇÃOFORMAÇÃO TÉCNICATÉCNICATÉCNICATÉCNICA
2008 INÍCIO DA ATIVIDADE FORMATIVA
+35 CURSOS TÉCNICOS
ACREDITAÇÃO/CERTIFICAÇÃO
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FORMAÇÃOFORMAÇÃOFORMAÇÃOFORMAÇÃO TÉCNICATÉCNICATÉCNICATÉCNICA Segurança Contra Incêndio e Prevenção de
FORMAÇÃOFORMAÇÃOFORMAÇÃOFORMAÇÃO TÉCNICATÉCNICATÉCNICATÉCNICA
Segurança Contra Incêndio e Prevenção de Explosões
• Curso de Fenomenologia da Combustão
• Curso de Gestão de Manutenção de Sistemas de SCI
• Curso de Interpretação de Projetos de SCI
• Curso de Princípios de Segurança Contra Incêndio em Edifícios
• Curso de Regulamento Técnico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios
• Curso de Sistemas de Controlo de Fumo
• Curso de Sistemas de Extinção por Água
• Curso de Sistemas de Extinção por Gases e Água Nebulizada
• Curso de Sistemas de Proteção Passiva contra Incêndios
• Curso de Sistemas Deteção de Incêndio e Gases
• Curso de Técnico Europeu de Segurança Contra Incêndio
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ÁREASÁREASÁREASÁREAS DEDEDEDE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO
ÁREASÁREASÁREASÁREAS DEDEDEDE INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO
InformaçãoInformaçãoInformaçãoInformação eeee publicaçõespublicaçõespublicaçõespublicações
ConferênciasConferênciasConferênciasConferências eeee fórunsfórunsfórunsfóruns
FormaçãoFormaçãoFormaçãoFormação TécnicaTécnicaTécnicaTécnica
IntervençãoIntervençãoIntervençãoIntervenção institucionalinstitucionalinstitucionalinstitucional //// regulamentaçãoregulamentaçãoregulamentaçãoregulamentação
NNormalizaçãoNNormalizaçãoormalizaçãoormalização
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INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO INSTITUCIONALINSTITUCIONALINSTITUCIONALINSTITUCIONAL Segurança
INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO INSTITUCIONALINSTITUCIONALINSTITUCIONALINSTITUCIONAL
Segurança contra incêndio
e proteção civil
Normalização
Segurança e Saúde no Trabalho
Inspeção económica
Engenharia civil
Ambiente
Construção
Formação
INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO INSTITUCIONALINSTITUCIONALINSTITUCIONALINSTITUCIONAL Membro da
INTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃOINTERVENÇÃO INSTITUCIONALINSTITUCIONALINSTITUCIONALINSTITUCIONAL
Membro da Comissão de Acompanhamento da
Implementação do Regime Jurídico de SCIE
Parceria com ACT e IPQ no âmbito do projeto de
elaboração de Guias de Seleção de EPI
Organismo de certificação de empresas e técnicos no
âmbito dos gases fluorados
Membro da Euralarm – Confederação europeia de
fabricantes e instaladores de sistemas de segurança
Membro da Confederação Europeia de Associações de
Proteção Contra Incêndio
NORMALIZAÇÃONORMALIZAÇÃONORMALIZAÇÃONORMALIZAÇÃO Organ. Europeu / Internacional Organismo Nacional de
NORMALIZAÇÃONORMALIZAÇÃONORMALIZAÇÃONORMALIZAÇÃO
Organ.
Europeu /
Internacional
Organismo Nacional
de Normalização (ONN)
IPQ – Instituto Português da
Qualidade
BENEFÍCIOSBENEFÍCIOSBENEFÍCIOSBENEFÍCIOS DOSDOSDOSDOS ASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOS
BENEFÍCIOSBENEFÍCIOSBENEFÍCIOSBENEFÍCIOS DOSDOSDOSDOS ASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOS
BENEFÍCIOSBENEFÍCIOSBENEFÍCIOSBENEFÍCIOS DOSDOSDOSDOS ASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOS 21
BENEFÍCIOSBENEFÍCIOSBENEFÍCIOSBENEFÍCIOS DOSDOSDOSDOS ASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOSASSOCIADOS
21
OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee
OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee DivertimentoDivertimentoDivertimentoDivertimento
nononono âmbitoâmbitoâmbitoâmbito dodododo RegimeRegimeRegimeRegime JurídicoJurídicoJurídicoJurídico dededede
SegurançaSegurançaSegurançaSegurança contracontracontracontra IncêndioIncêndioIncêndioIncêndio emememem EdifíciosEdifíciosEdifíciosEdifícios
Ana Ferreira
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HistóricoHistóricoHistóricoHistórico dodododo EnquadramentoEnquadramentoEnquadramentoEnquadramento
HistóricoHistóricoHistóricoHistórico dodododo EnquadramentoEnquadramentoEnquadramentoEnquadramento LegalLegalLegalLegal dosdosdosdos LocaisLocaisLocaisLocais dededede
EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee DivertimentosDivertimentosDivertimentosDivertimentos emememem RecintosRecintosRecintosRecintos AutorizadosAutorizadosAutorizadosAutorizados
Decreto-Lei nº 315/95, de 28 de novembro: Regime Jurídico dos Espetáculos de Natureza Artística
e da Instalação e Funcionamento dos Recintos de Espetáculos de Natureza Artística
Delimitou o conceito de recinto destinado a espetáculos de natureza artística, na altura
sujeitos a licenciamento e fiscalização da administração central
Decreto-Lei nº 309/2002, de 16 de dezembro: Instalação e o Funcionamento dos Recintos de
Espetáculos e Divertimentos Públicos da Competência dos Municípios
Revogou parcialmente o DL 315/95, que permaneceu apenas aplicável aos espetáculos de
natureza artística e aos recintos destinados à sua realização
Decreto-Lei nº 23/2014, de 14 de fevereiro: Regime de Funcionamento dos Espetáculos de
Natureza Artística e de Instalação e Fiscalização dos Recintos Fixos destinados à sua Realização e Regime
de Classificação de Espetáculos de Natureza Artística e de Divertimentos Públicos
Revê integralmente o DL 315/95 e faz as adaptações necessárias à conformidade com o
Decreto-Lei nº 92/2010, de 26 de julho, que transpôs para o ordenamento jurídico interno a
Diretiva Serviços
Ana Ferreira
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DLDLDLDL 23/2014:23/2014:23/2014:23/2014: EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos dededede
DLDLDLDL 23/2014:23/2014:23/2014:23/2014: EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos dededede NaturezaNaturezaNaturezaNatureza ArtísticaArtísticaArtísticaArtística
Construção e Modificação: operações urbanísticas sujeitas ao cumprimento do estabelecido no
Regime Jurídico da Urbanização e Edificação (RJUE)
Operações Urbanísticas Sujeitas a Controlo Prévio: há lugar a consulta prévia à IGAC, nos termos
previstos no RJUE, para efeitos de emissão de parecer, com natureza vinculativa.
Operações urbanísticas isentas de controlo prévio pelo RJUE: estão obrigadas a mera
comunicação prévia à IGAC
Promotores de espetáculos de natureza artística: sujeito a mera comunicação prévia à IGAC
Inspeção-Geral das A vidades Culturais → registo válido por tempo indeterminado, mas considerado
caducado quando se verifique inatividade durante período consecutivo de 2 anos
Realização de Espetáculos: está sujeita a mera comunicação prévia, por parte do promotor do
espetáculo, dirigido à IGAC, mesmo quando o promotor não esteja estabelecido em território nacional
Dependendo da natureza do espetáculo e do recinto, a IGAC pode exigir a
presença de piquete de bombeiros
Ana Ferreira
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DLDLDLDL 23/2014:23/2014:23/2014:23/2014: RecintosRecintosRecintosRecintos FixosFixosFixosFixos dededede
DLDLDLDL 23/2014:23/2014:23/2014:23/2014: RecintosRecintosRecintosRecintos FixosFixosFixosFixos dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos dededede
NaturezaNaturezaNaturezaNatureza ArtísticaArtísticaArtísticaArtística
Condições Técnicas e de Segurança
Decreto-Lei nº 220/2008, de 12 de novembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto-
Lei nº 224/2015, de 9 de outubro: Regime Jurídico de Segurança contra Incêndio em Edifícios,
complementado pelo Regulamento Técnico de Segurança contra Incêndio em Edifícios
Decreto Regulamentar 34/95, de 16 de dezembro, alterado pelos Decretos-Lei nº 65/97, de
31 de março, 220/2008, de 12 de novembro e pelo Decreto Regulamentar nº 6/2010, de 28
de dezembro: Regulamento das Condições Técnicas e de segurança dos recintos de espetáculos e
divertimentos públicos
Parcialmente revogado pelo Decreto-Lei nº 220/2008, de 12 de novembro
Ana Ferreira
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OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee DivertimentosDivertimentosDivertimentosDivertimentos eeee oooo
RJSCIERJSCIERJSCIERJSCIE
Utilização-Tipo VI “Espetáculos e Reuniões Públicas”
Edifícios, partes de edifícios, recintos itinerantes ou provisórios e ao ar livre que recebam público, destinados a
espetáculos, reuniões públicas, exibição de meios audiovisuais, bailes, jogos, conferências, palestras, culto
religioso e exposições, podendo ser, ou não, polivalentes e desenvolver as atividades referidas em regime não
permanente, nomeadamente teatros, cineteatros, cinemas, coliseus, praças de touros, circos, salas de jogo,
salões de dança, discotecas, bares com música ao vivo, estúdios de gravação, auditórios, salas de conferências,
templos religiosos, pavilhões multiusos e locais de exposições não classificáveis na utilização -tipo X
Valores máximos referentes à Utilizações-Tipo VI,
quando integrada em edifício
Ao ar livre
Categorias de Risco
Categoria
Altura da
UT
Nº de pisos ocupados
pela UT abaixo do plano
de referência
Efetivo da UT
Efetivo da
UT
-
≤1000
≤9m
0
≤100
-
-
≤15000
≤28m
≤1
≤1000
-
-
≤40000
≤28m
≤2
≤5000
-
-
> 40000
>28m
>2
>5000
-
Ana Ferreira
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OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee DivertimentosDivertimentosDivertimentosDivertimentos eeee oooo
RJSCIERJSCIERJSCIERJSCIE
Locais de Risco
Local de Risco B – Local acessível ao público ou ao pessoal afeto ao estabelecimento, com um
efetivo superior a 100 pessoas ou um efetivo de público superior a 50 pessoas, no qual se
verifiquem simultaneamente as seguintes condições:
Mais de 90% dos ocupantes não se encontrem limitados ou nas suas capacidades de perceção e
receção a um alarme
As atividades neles exercidas ou os produtos, materiais e equipamentos que contém não
envolvem riscos agravados de incêndio
Locais de Risco Específicos
Espaços cénicos, incluindo
subpalcos
Stands de exposição
Depósitos temporários
(Local de Risco C)
Locais de projeção (Local de
Risco C)
Camarins
Ana Ferreira
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OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee DivertimentosDivertimentosDivertimentosDivertimentos eeee oooo
RJSCIERJSCIERJSCIERJSCIE
Medidas de Autoproteção
Medidas de gestão da segurança contra incêndio em edifícios, durante a sua exploração ou
utilização
Medidas Preventivas: procedimentos ou planos de
prevenção
Medidas de Intervenção em Caso de Incêndio:
procedimentos de emergência ou planos de
emergência internos
Registos de Segurança: relatórios de vistoria ou
inspeção, relação das ações de manutenção e
ocorrências ligadas com a SCIE de forma direta ou
indireta
Formação em SCIE: ações de sensibilização destinadas
a todos os colaboradores ou formação específica para
os elementos que lidam com maiores risco de incêndio
Simulacros: teste das medidas de autoproteção e
treino dos ocupantes
Ana Ferreira
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RJSCIERJSCIERJSCIERJSCIE
Medidas de Autoproteção
Medidas de gestão da segurança contra incêndio em edifícios, durante a sua exploração ou
utilização
Plano
Cat.
Proc.
Plano
Proc.
Registos
Emerg.
Formação
Simulacros
Risco
Prev.
Prev.
Emerg.
Int.
UT VI
3ª e 4ª
Quem pode elaborar?
UT VI das 2ª, 3ª e 4ª categorias de risco → Técnicos
associados das AO, OE e OET propostos pelas
respetivas associações profissionais com certificação
de especialização declarada para o efeito
Ana Ferreira
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RJSCIERJSCIERJSCIERJSCIE
Organização da Segurança
Deve ser estabelecida com recurso a funcionários, trabalhadores e colaboradores das
entidades exploradoras dos espaços ou a terceiros.
Durante o período de funcionamento deve ser assegurada a presença simultânea do número
mínimo de elementos da equipa de segurança:
UT
Categoria
de Risco
Nº Mínimo Elementos
Equipa
Nos espaços da 3ª e 4ª categoria de
risco, o delegado deve estar presente
durante os períodos de abertura ao
2
público, para coordenação da equipa
de segurança
3
VI
6
10
Os espetáculos que envolvam
produção de chamas devem ser
objeto de autorização prévia pela
IGAC, de modo a assegurar as
medidas de segurança apropriadas
Ana Ferreira
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Organização da Segurança
Posto de Segurança
Em caso de existência de espaços cénicos isoláveis o posto de segurança deve:
- Ser exclusivo da UT VI
- Ter visibilidade sobre a totalidade do palco e dispor de acesso franco ao exterior, direto
ou através de via de evacuação protegida
- Integrar as centrais de alarme ou quadros repetidores e os dispositivos de comando
manual das instalações de segurança exigidas pelo RT-SCIE para todos os espaços da UT,
os quais devem estar devidamente identificados
- Dispor de meios de transmissão, rápidos e fiáveis, do alerta aos meios de socorro e de
intervenção
Ana Ferreira
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Inspeções
DL 220/2008
Inspeções
Responsável
Responsável de Segurança:
Regulares
2ª Categoria de Risco: 5 anos
3ª Categoria de Risco: 4 anos
4ª categoria de Risco: 3 anos
Extraordinárias
ANPC ou outra entidade com
competência fiscalizadora
DL 23/2014
Inspeção periódica pela IGAC de 5 em 5 anos para verificação das
condições técnicas e de segurança, por comissão constituída no
mínimo por 2 elementos, com formação na área da engenharia
ou da arquitetura
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Condições Exteriores de Segurança e Acessibilidade e Disponibilidade de
Água
Edifícios e recintos servidos por vias de acesso adequadas a veículos de socorro em caso
de incêndio, com ligação permanente à rede viária.
Abastecidos por hidrantes exteriores (marcos de incêndio), alimentados pela rede pública ou, na
sua falta, por rede privada, em conformidade com a norma EN 14384 e instalados junto ao lancil
dos passeios que marginam as vias de acesso de forma que fiquem localizados, no mínimo, a uma
distância não superior a 30m de qualquer das saídas do edifício que façam parte dos caminhos de
evacuação e das bocas de alimentação secas ou húmidas
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Compartimentação geral corta-fogo
Nos espaços cobertos, os vários pisos devem constituir compartimentos corta-fogo
diferentes, com uma área máxima de 1 600m 2.
A área dos compartimentos corta-fogo pode ser aumentada desde que garantida
proteção por sistema de controlo de fumo que garantam uma altura livre de fumo não
inferior a 4m
Compartimentos corta-fogo isolados por elementos de construção com classe de
resistência ao fogo EI ou REI com um escalão de tempo mínimo de 30 minutos.
Ana Ferreira
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OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Portas Resistentes ao Fogo
Portas resistentes ao fogo, EI ou E, para isolamento de compartimentos corta-fogo com
escalão de tempo igual a metade da parede em que se inserem
De acesso ou integradas em caminhos de evacuação:
- devem possuir meios mecânicos que as conduzam automaticamente à posição
fechada
Que necessitem de ser mantidas abertas, por questões de exploração:
- Devem possuir dispositivos de retenção que as libertem automaticamente para a
posição de fechada, em caso de incêndio (sinal com aviso “Porta corta-fogo. Não
colocar obstáculos que impeçam o fecho)
- Se forem de rebater, devem possuir ainda seletor de fecho
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Isolamento e Proteção
Espaços cénicos isoláveis:
- devem constituir compartimentos corta-fogo, não podendo comunicar diretamente
com os camarins ou locais de risco C
- Boca de cena dotada de dispositivo móvel de obturação
- Elementos de separação com outros espaços da UT VI: resistência ao fogo mínima EI ou REI 90
- Entre a caixa de palco e os espaços contíguos a outras UT’s devem existir elementos de resistência ao fogo EI
ou REI 120
- Só devem permanecer os cenários, o mobiliário e os adereços estritamente necessários à realização do
espetáculo em curso → Depósitos temporários constituindo compartimentos resistentes ao fogo
Espaços cénicos não isoláveis: não devem comunicar diretamente com locais de risco C
No máximo, duas comunicações entre a caixa de palco e a sala, protegidas por portas resistentes ao fogo EI 60
Ao nível do piso do palco, duas saídas com largura mínima de 1UP e com acesso a caminhos de evacuação que
não incluam percurso na sala.
Em edificações permanentes, os camarins devem ser separados dos locais acessíveis ao público por paredes e
pavimentos EI 60 e portas EI 30C
Ana Ferreira
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OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee
OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee DivertimentosDivertimentosDivertimentosDivertimentos eeee oooo
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Dispositivos de Obturação de Boca de Cena
Na parede do proscénico, com resistência ao fogo mínima E60, que deve descer por
ação da gravidade (30s).
Comandado por dois comandos independentes: um no piso de palco e outro no
exterior do espaço cénico, em local não acessível ao público (posto de segurança)
Sistema de desencravamento da cortina, para situações de emergência, com atuação
a partir do posto de segurança
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Reação ao Fogo
Mobiliário Fixo em Locais de Risco B: reação ao fogo, pelo menos, da classe C-s2 d0
Elementos de informação, sinalização, decoração ou publicitários dispostos em relevo ou
suspensos em vias de evacuação: reação ao fogo, pelo menos, da classe B-s1 d0 ou C-s1 d0,
quando em locais de risco B
Cobertura, cobertura dupla interior e paredes de tendas e estruturas insufláveis: reação ao
fogo, pelo menos, da classe C-s2 d0
Palcos, estrados, palanques, plataformas, bancadas, tribunas e pavimentos elevados: reação
ao fogo, pelo menos, da classe C-s2 d0 e, quando aplicável, assentes em estrutura construída
com matérias da classe A1.
Telas de projeção: classe mínima D s2 d0 e estruturas de suporte em material A1
Cortinas para obturação das telas de projeção e boca de cena: materiais no mínimo C-s2 d0
Camarins em tendas e estruturas insufláveis: os elementos de separação e de obturação dos
vãos de comunicação entre os camarins e os locais acessíveis ao público devem ser no mínimo
C-s2 d0
Ana Ferreira
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OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee
OsOsOsOs LocaisLocaisLocaisLocais dededede EspetáculosEspetáculosEspetáculosEspetáculos eeee DivertimentosDivertimentosDivertimentosDivertimentos eeee oooo
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Reação ao Fogo
Espaços cénicos isoláveis:
- Escadas, portas de urdimentos, pontes de ligação dos pavimentos abaixo e acima do nível do
palco e suportes de pavimentos e maquinaria, materiais da classe A1
- Cenários e decoração de materiais no mínimo E-s2
Espaços cénicos não isoláveis:
- Painéis fixos para delimitação do espaço cénico de materiais no mínimo C-s2 d0
- Estruturas de suporte de equipamentos técnicos A1 e estruturas de suporte de cenários D-S1
d1
- Panos e cortinas utilizados em cena C-s1 d1
- Cenários B-s1 d0
- Cenários D s1 d1:
- Espaços cénicos não situados em tendas ou em estruturas insufláveis
- Saídas da sala e acessos dimensionados à razão de 1 UP por 75 pessoas ou fração
- Espaços cénicos definidos e afastados das zonas reservadas a público por espaço de
largura não inferior a 2m
- Reforço da equipa de segurança em 25%
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Evacuação dos Locais – Lugares destinados ao público
Dispostos em filas, com exceção dos assentos de camarotes e de frisas e dos locais de
risco A, desde que não sejam estabelecidos em balcão.
As cadeiras devem ser fixas de forma rígida ao pavimento, devendo as cadeiras
rebatíveis possuir contrapeso que garanta o seu levantamento.
No interior dos edifícios, as filas de cadeiras não devem ter mais de 16 unidades
entre coxias, ou de 8 unidades, no caso de estarem entre uma coxia e uma parede.
Em recintos itinerantes ou ao ar livre e nas salas de diversão podem existir cadeiras
não fixadas ao pavimento ou entre si, desde que dispostas em grupos de cinco filas
de, no máximo, 10 unidades, circundados por coxias.
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Evacuação dos Locais – Número de Saídas
Locais Cobertos
Recintos ao Ar Livre
Efetivo
Nº Mínimo Saídas
Efetivo
Nº Mínimo Saídas
Uma
Uma
1 a 50
1 a 50
51 a 1500
Uma por 500 pessoas ou
fração, mais uma
151 a 4 500
Uma por 1 500 pessoas
ou fração, mais uma
1 501 a 3 000
Uma por 500 pessoas ou
fração
4 501 a 9 000
Uma por 1 500 pessoas
ou fração
Mais de 3 000
Número dependente das
distâncias a percorrer no
local, com um mínimo
de seis
Mais de 9 000
Número dependente das
distâncias a percorrer no
local, com um mínimo
de seis
De modo a permitir a rápida evacuação do edifício, com o efetivo por elas distribuído,
na proporção das respetivas capacidades
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Evacuação dos Locais – Largura das Saídas e Caminhos de Evacuação
Espaços Cobertos
Recintos ao Ar Livre
Efetivo
Nº Mínimo de UP
Efetivo
Nº Mínimo de UP
1 a 50
Uma
1 a 50
Uma
51 a 500
Uma por 100 pessoas ou
fração, mais uma
151 a 1 500
Uma por 300 pessoas ou
fração, mais uma
Mais de 500
Uma por 100 pessoas ou
fração
Mais de 1 500
Uma por 300 pessoas ou
fração
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Distâncias a percorrer nos locais
Até ser atingida a saída mais próxima, para o exterior ou para uma via de
evacuação protegida:
- 15 m nos pontos em impasse (30m para locais ao ar livre)
- 30 m nos pontos com acesso a saídas distintas (60m para locais ao ar livre)
- 45m no caso de locais amplos cobertos, com área superior a 800 m2, no
piso do plano de referência com saídas diretas para o exterior
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Iluminação de Emergência
Iluminação de ambiente, para iluminação dos locais de permanência habitual de
pessoas, e iluminação de circulação, para facilitar a visibilidade no encaminhamento
seguro das pessoas até uma zona de segurança e possibilitar a intervenção dos
meios de socorro.
Autonomia da iluminação de ambiente e de circulação: adequada ao tempo de
evacuação dos espaços que serve, com um mínimo de 15 minutos
Existindo blocos autónomos, estes devem ser do tipo permanente, independente da
categoria de risco.
Salas de espetáculos: os blocos autónomos podem possuir dispositivo que reduza a
sua intensidade de iluminação durante os períodos de obscurecimento, devendo ser
garantido, no entanto, que adquirem a intensidade normal de iluminação quando:
- A iluminação de ambiente e balizagem for ligada
- Forem acionados a partir da central do sistema de alarme
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Deteção, Alarme e Alerta
Componentes e Funcionalidade
Configuração 3
Isenção: recintos ao ar livre e
itinerantes e provisórios
Isenção de deteção automática:
Botões de acionamento de
alarme
Detetores automáticos
Temporizações
espaços protegidos por extinção
automática por água e sem
controlo de fumo por meios ativos
Alerta
automático
Central de
sinalização e
Comandos
comando
Fonte local de
alimentação de
emergência
Proteção
Total
Parcial
Difusão do
No interior
alarme
No exterior
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Controlo de Fumo
Pode ser passiva ou ativa, devendo ser dotada de sistema
de comando manual, que deve ser duplicado por comando automático, quando exigido.
Obrigatória:
- Nas vias verticais de evacuação enclausuradas
- Nas câmaras corta-fogo
- Nas vias horizontais de evacuação (nº 1 do artigo 25º do RT-SCIE)
- Nos pisos situados no subsolo, quando acessíveis a público ou tenham área superior a 200m2,
independentemente da sua ocupação
- Nos locais de risco B com efetivo superior a 500 pessoas
- Nos espaços cénicos isoláveis: passiva com pelos menos 2 exutores de áreas iguais e área total
correspondente a pelo menos 5% da área do palco, com comando a partir do piso do palco e do
posto de segurança
Nos recintos itinerantes ou provisórios pode ser exigida desenfumagem ativa pela entidade
fiscalizadora (IGAC), quando o tempo de implantação do recinto for superior a 6 meses.
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Meios de Intervenção – Extintores de Incêndio
Distância a percorrer de qualquer saída de um local de risco para os caminhos de evacuação até ao
extintor mais próximo não excede os 15m.
Convenientemente distribuídos, sinalizados sempre que necessário, instalados em locais bem
visíveis e colocados em suporte próprio de modo que o manípulo não fique a uma altura do
pavimento superior a 1,2m.
Localizados preferencialmente:
- Nas comunicações horizontais ou no interior das câmaras corta-fogo, quando estas existam
- No interior dos grandes espaços, junto às saídas
Recintos alojados em tendas ou estruturas insufláveis: extintores móveis de pó ABC, com uma
capacidade mínima de 50Kg, à razão de 1 extintor móvel por cada 8 portáteis ou fração.
Recintos ao ar livre:
Só são obrigatórios em Locais de risco C
Em conformidade com as normas europeias EN 3 (portáteis) e EN 1866 (móveis).
Manutenção de acordo com a NP 4413
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Meios de Intervenção – Redes de Incêndio armadas do tipo carretel
Obrigatórias em Utilizações-tipo VI da 2ª categoria de risco ou superior e locais que possam receber mais de 200
pessoas.
Instaladas de modo que:
-
O comprimento da mangueira atinja, no mínimo, por uma agulheta, uma distância não superior a 5m de todos
os pontos do espaço a proteger.
-
A
distância entre bocas não superior ao dobro do comprimento das mangueiras utilizadas
-
Exista uma boca de incêndio nos caminhos horizontais de evacuação junto à saída para os caminhos verticais,
a
uma distância inferior a 3m do vão de transição
-
O manípulo de manobra a uma altura do pavimento não superior a 1,50m
-
À
volta do carretel exista um espaço livre e desimpedido com um raio mínimo, em planta, de 1m e altura de
2m
Alimentadas:
-por depósito privativo associado a grupos sobrepressores
- pela rede pública, quando esta garanta continuidade de pressão e caudal, apenas para UT’s da 1ª e 2ª
categorias de risco
Em conformidade com a norma EN 671-1 | Manutenção de acordo com a EN 671-3
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Meios de Segunda Intervenção
UT VI da 3ª categoria de risco: redes húmidas
UT VI da 4ª categoria de risco: bocas de incêndio armadas do tipo teatro (em conformidade com a EN
671-2 e mantidas em conformidade com a EN 671-3)
Rede Húmida:
-Permanentemente em carga, alimentada por depósito privativo do serviço de incêndio, pressurizada
através de grupo sobrepressor próprio
- Alimentação alternativa pelos bombeiros
- Bocas em todos os pisos:
- Nos patamares de acesso das comunicações verticais
- Nas câmaras corta-fogo
Bocas de incêndio armadas do tipo teatro:
- Na caixa de escada
- Nas câmaras corta-fogo
- Na caixa de palco de espaços cénicos isoláveis (1 boca para áreas ≤50m2 ou 2 nos restantes casos)
- Nas escadas enclausuradas da caixa de palco
Ana Ferreira
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Centrais de Bombagem para Serviço de Incêndio
Capacidade do depósito e da potência do grupo sobrepressor calculados com base no caudal máximo
para a operação simultânea dos sistemas de extinção manuais e automáticos, durante o tempo
adequado à categoria de risco da UT
Depósito elevado ou enterrado, em conformidade com o Decreto Regulamentar 23/95, de 23 de
agosto.
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Sistemas fixos de Extinção Automática de Incêndios - Sprinklers
Obrigatórios em UT VI da 3ª categoria de risco ou superior.
Espaços Cénicos Isoláveis:
- Caixas de palco com área superior a 50m 2 : sistema do tipo dilúvio
- Caixas de palco com área até 50m 2 : sistema do tipo normal húmido
Subpalcos, independentemente da área: sistema do tipo normal húmido
Acionados por comando manual, a partir da caixa de palco e do posto de segurança.
Posto de comando no piso de palco, ou piso adjacente, de modo que distância a percorrer entre o
posto e qualquer das válvulas manuais não ultrapasse 20m.
Características:
- Sprinklers calibrados para 68ºC
- Alimentados por depósito privativo do serviço de incêndio e central de bombagem
- Capacidade do depósito calculada em função do caudal estimado do sistema e da rede de
incêndio armada
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Medidas de Segurança contra Incêndio
Sistemas fixos de Extinção Automática de Incêndios – Cortina de Água
Obrigatórios para proteção das bocas de cena das caixas de palco com área não superior a
50m 2 de espaços cénicos isoláveis, para irrigação dos dispositivos de obturação.
Acionamento por comando manual nas mesmas condições que os sistemas de sprinklers.
Ana Ferreira
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Comércio, Manutenção e Instalação de Equipamentos e Sistemas de SCIE
Só podem ser realizados por entidades devidamente registadas na Autoridade Nacional de
Proteção Civil
Lista de entidades autorizadas listada na página eletrónica da ANPC, em www.prociv.pt
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apsei@apsei.org.ptapsei@apsei.org.ptapsei@apsei.org.ptapsei@apsei.org.pt
Ana Ferreira
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