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RESOLUÇÕES DO CONTRAN PARA CONCURSOS

| Conhecimentos Específicos / Prof. Wagner Lobo


OS: 0132/10/17-Gil

CONCURSO: DETRAN – PÓS EDITAL

ASSUNTO: RESOLUÇÕES DO CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO (CONTRAN) E SUAS ALTERAÇÕES

4/98 exigências dos poderes concedentes e das autoridades com


jurisdição sobre as vias públicas.
Art. 3º. Os veículos consignados aos concessionários, para
Dispõe sobre o trânsito de veículos novos nacionais ou comercialização, e os veículos adquiridos por pessoas físicas,
importados, antes do registro e licenciamento. entidades privadas e públicas, a serem licenciados nas
O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da categorias "PARTICULAR e OFICIAL", somente poderão
competência que lhe confere o artigo 12 da Lei nº 9.503, de transportar suas cargas e pessoas que tenham vínculo
23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito empregatício com os mesmos.
Brasileiro - CTB, e conforme Decreto nº 2.327, de 23 de Art. 4º. Antes do registro e licenciamento, o veículo novo,
setembro de 1997, que dispõe sobre a coordenação do nacional ou importado que portar a nota fiscal de compra e
Sistema Nacional de Trânsito. venda ou documento alfandegário, poderá transitar:
Considerando que o veículo novo terá que ser registrado e I - do pátio da fábrica, da indústria encarroçadora ou
licenciado no Município de domicílio ou residência do concessionária e do Posto Alfandegário, ao órgão de trânsito
adquirente; do município de destino, nos quinze dias consecutivos à
Considerando que o concessionário ou revendedor data do carimbo de saída do veículo, constante da nota
autorizado pela indústria fabricante do veículo poderá ser o fiscal ou documento alfandegário correspondente; (Redação
primeiro adquirente; do inciso dada pela Resolução CONTRAN Nº 554 DE
17/09/2015).
Considerando a conveniência de ordem econômica para o
adquirente nos deslocamentos do veículo; II - do pátio da fábrica, da indústria encarroçadora ou
concessionária, ao local onde vai ser embarcado como
Resolve: carga, por qualquer meio de transporte; (Redação do inciso
Art. 1º. Permitir o transporte de cargas e pessoas em dada pela Resolução CONTRAN Nº 554 DE 17/09/2015).
veículos novos, antes do registro e licenciamento, III - do local de descarga às concessionárias ou indústrias
adquiridos por pessoas físicas e jurídicas, por entidades encarroçadora; (Redação do inciso dada pela Resolução
públicas e privadas e os destinados aos concessionários para CONTRAN Nº 554 DE 17/09/2015).
comercialização, desde que portem a "autorização
especial", segundo o modelo constante do anexo I. IV - de um a outro estabelecimento da mesma montadora,
encarroçadora ou concessionária ou pessoa jurídica
§ 1º. A permissão estende-se aos veículos inacabados interligada. (Redação do inciso dada pela Resolução
(chassis), do pátio do fabricante ou do concessionário até o CONTRAN Nº 554 DE 17/09/2015).
local da indústria encarroçadora.
§ 1º No caso de veículo novo comprado diretamente pelo
§ 2º. A "autorização especial", válida apenas para o comprador por meio eletrônico, o prazo de que trata o
deslocamento para o município de destino, será expedida inciso I será contado a partir da data de efetiva entrega do
para o veículo que portar os Equipamentos Obrigatórios veículo ao proprietário.(Redação do parágrafo dada pela
previstos pelo CONTRAN (adequado ao tipo de veículo), com Resolução CONTRAN Nº 554 DE 17/09/2015).
base na Nota Fiscal de Compra e Venda; com validade de 15
(quinze) dias transcorridos da data da emissão, prorrogável § 2º No caso do veículo novo doado por órgãos ou
por igual período por motivo de força maior. entidades governamentais, o município de destino de que
trata o inciso I será o constante no instrumento de doação,
§ 3º. A autorização especial será impressa em (3) três vias, cuja cópia deverá acompanhar o veículo durante o
das quais, a primeira e a segunda serão coladas trajeto. (Redação do parágrafo dada pela Resolução
respectivamente, no vidro dianteiro (pára-brisa), e no vidro CONTRAN Nº 554 DE 17/09/2015).
traseiro, e a terceira arquivada na repartição de trânsito
expedidora. § 3º Equiparam-se às indústrias encarroçadoras as empresas
responsáveis pela instalação de equipamentos destinados a
Art. 2º. Os veículos adquiridos por autônomos e por transformação de veículos em ambulâncias, veículos
empresas que prestam transportes de cargas e de policiais e demais veículos de emergência. (Redação do
passageiros, poderão efetuar serviços remunerados para os parágrafo dada pela Resolução CONTRAN Nº 554 DE
quais estão autorizados, atendida a legislação específica, as 17/09/2015).

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§ 4º No caso do § 3º deverá ser aposto carimbo no verso da 14/98


nota fiscal de compra, com a data da saída do veículo, pela
empresa responsável pela adaptação ou Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de
transformação. (Redação do parágrafo dada pela Resolução veículos em circulação e dá outras providências.
CONTRAN Nº 554 DE 17/09/2015). O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
§ 5º No caso dos Estados da Região Norte do País, o prazo competência que lhe confere o inciso I, do artigo 12, da Lei
de que trata o inciso I será de 30 (trinta) dias nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código
consecutivos. (Redação do parágrafo dada pela Resolução de Trânsito Brasileiro - CTB e conforme o Decreto nº 2.327,
CONTRAN Nº 554 DE 17/09/2015). de 23 de setembro de 1997, que trata da coordenação do
Sistema Nacional de Trânsito;
§ 6º Para os veículos recém-produzidos, beneficiados por
regime tributário especial e para os quais ainda não foram Considerando o artigo 105, do Código de Trânsito Brasileiro;
emitidas as notas fiscais de faturamento, fica permitido o Considerando a necessidade de proporcionar às autoridades
transporte somente do pátio interno das montadoras e fiscalizadoras as condições precisas para o exercício do ato
fabricantes para os pátios externos das montadoras e de fiscalização;
fabricantes ou das empresas responsáveis pelo transporte
dos veículos, em um raio máximo de 10 (dez) quilômetros, Considerando que os veículos automotores, em circulação
desacompanhados de nota fiscal, desde que acompanhados no território nacional, pertencem a diferentes épocas de
da relação de produção onde conste a numeração do produção, necessitando, portanto, de prazos para a
chassi. (Parágrafo acrescentado pela Resolução CONTRAN completa adequação aos requisitos de segurança exigidos
Nº 554 DE 17/09/2015). pela legislação;
Art. 5º. Pela inobservância desta Resolução, fica o condutor RESOLVE:
sujeito à penalidade constante do artigo 230, inciso V, do Art. 1º. Para circular em vias públicas, os veículos deverão
Código de Trânsito Brasileiro. estar dotados dos equipamentos obrigatórios relacionados
Art. 6º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua abaixo, a serem constados pela fiscalização e em condições
publicação, revogada a Resolução 612/83. de funcionamento:
IRIS REZENDE I- nos veículos automotores e ônibus elétricos:
Ministério da Justiça 1) pára-choques, dianteiro e traseiro;
ELISEU PADILHA 2) protetores das rodas traseiras dos caminhões;
Ministério dos Transportes 3) espelhos retrovisores, interno e externo;
JOSÉ ISRAEL VARGAS 4) limpador de pára-brisa;
Ministério da Ciência e Tecnologia 5) lavador de pára-brisa;
ZENILDO GONZAGA ZOROASTRO DE LUCENA 6) pala interna de proteção contra o sol (pára-sol)
para o condutor;
Ministério do Exército
7) faróis principais dianteiros de cor branca ou
PAULO RENATO DE SOUZA amarela;
Ministério da Educação e do Desporto 8) luzes de posição dianteiras (faroletes) de cor
GUSTAVO KRAUSE branca ou amarela;
Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da 9) lanternas de posição traseiras de cor vermelha;
Amazônia Legal 10) lanternas de freio de cor vermelha;
CARLOS CÉSAR SILVA DE ALBUQUERQUE 11) lanternas indicadoras de direção dianteiras de cor
Ministério da Saúde âmbar e traseiras de cor âmbar ou vermelha;
12) lanterna de marcha à ré, de cor branca;
OBS: Alterada pela Resolução Contran nº 269. 13) retrorefletores (catadióptrico) traseiros, de cor
Ver Portaria 07/01 vermelha;
14) lanterna de iluminação da placa traseira, de cor
branca;
15) velocímetro;

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16) buzina; 8) pneus que ofereçam condições mínimas de


segurança;
17) freios de estacionamento e de serviço, com
comandos independentes; 9) lanternas delimitadoras e lanternas laterais,
quando suas dimensões assim o exigirem.
18) pneus que ofereçam condições mínimas de
segurança; III - para os ciclomotores:
19) dispositivo de sinalização luminosa ou refletora 1) espelhos retrovisores, de ambos os lados;
de emergência, independente do sistema de
2) farol dianteiro, de cor branca ou amarela;
iluminação do veículo;
3) lanterna, de cor vermelha, na parte traseira;
(Revogado pela Resolução CONTRAN Nº 556 DE
17/09/2015): 4) velocímetro;
20) extintor de incêndio; 5) buzina;
21) registrador instantâneo e inalterável de 6) pneus que ofereçam condições mínimas de
velocidade e tempo, nos veículos de transporte e segurança;
condução de escolares, nos de transporte de
7) dispositivo destinado ao controle de ruído do
passageiros com mais de dez lugares e nos de
motor.
carga com capacidade máxima de tração superior
a 19t; IV - para as motonetas, motocicletas e triciclos:
22) cinto de segurança para todos os ocupantes do 1) espelhos retrovisores, de ambos os lados;
veículo;
2) farol dianteiro, de cor branca ou amarela;
23) dispositivo destinado ao controle de ruído do
3) lanterna, de cor vermelha, na parte traseira;
motor, naqueles dotados de motor à combustão;
4) lanterna de freio, de cor vermelha;
24) roda sobressalente, compreendendo o aro e o
pneu, com ou sem câmara de ar, conforme o 5) iluminação da placa traseira;
caso;
6) indicadores luminosos de mudança de direção
25) macaco, compatível com o peso e carga do dianteiro e traseiro;
veículo;
7) velocímetro;
26) chave de roda;
8) buzina;
27) chave de fenda ou outra ferramenta apropriada
9) pneus que ofereçam condições mínimas de
para a remoção de calotas;
segurança;
28) lanternas delimitadoras e lanternas laterais nos
10) dispositivo destinado ao controle de ruído do
veículos de carga, quando suas dimensões assim
motor, dimensionado para manter a temperatura
o exigirem;
de sua superfície externa em nível térmico
29) cinto de segurança para a árvore de transmissão adequado ao uso seguro do veículo pelos
em veículos de transporte coletivo e carga; ocupantes sob condições normais de utilização e
com uso de vestimentas e acessórios indicados no
II - para os reboques e semi-reboques:
manual do usuário fornecido pelo fabricante,
1) pára-choque traseiro; devendo ser complementado por redutores de
temperatura nos pontos críticos de calor, a
2) protetores das rodas traseiras;
critério do fabricante, conforme exemplificado no
3) lanternas de posição traseiras, de cor vermelha; Anexo desta Resolução. (Redação dada ao item
pela Resolução CONTRAN nº 228, de
4) freios de estacionamento e de serviço, com
02.03.2007).
comandos independentes, para veículos com
capacidade superior a 750 quilogramas e V- para os quadriciclos:
produzidos a partir de 1997;
1) espelhos retrovisores, de ambos os lados;
5) lanternas de freio, de cor vermelha;
2) farol dianteiro, de cor branca ou amarela;
6) iluminação de placa traseira;
3) lanterna, de cor vermelha na parte traseira;
7) lanternas indicadoras de direção traseiras, de cor
4) lanterna de freio, de cor vermelha;
âmbar ou vermelha;

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5) indicadores luminosos de mudança de direção, 5) dispositivo destinado ao controle de ruído do


dianteiros e traseiros; motor.
6) iluminação da placa traseira; Parágrafo único. Quando a visibilidade interna não
permitir, utilizar-se-ão os espelhos retrovisores
7) velocímetro;
laterais.
8) buzina;
Art. 2º. Dos equipamentos relacionados no artigo
9) pneus que ofereçam condições mínimas de anterior, não se exigirá:
segurança;
I- lavador de pára-brisa:
10) dispositivo destinado ao controle de ruído do
a) em automóveis e camionetas derivadas de
motor;
veículos produzidos antes de 1º de janeiro de
11) protetor das rodas traseiras. 1974;
(Redação do inciso dada pela Resolução CONTRAN Nº b) utilitários, veículos de carga, ônibus e
454 DE 26/09/2013): microônibus produzidos até 1º de janeiro de
1999;
VI - nos tratores de rodas, de esteiras e mistos:
II - lanterna de marcha à ré e retrorefletores, nos veículos
1) faróis dianteiros, de luz branca ou amarela;
fabricados antes de 1º de janeiro de 1990;
2) lanternas de posição traseiras, de cor vermelha;
III) registrador instantâneo e inalterável de velocidade e
3) lanternas de freio, de cor vermelha; tempo: (Redação dada ao caput do inciso pela
Resolução CONTRAN nº 87, de 04.05.1999, DOU
4) lanterna de marcha à ré, de cor branca;
06.05.1999)
5) alerta sonoro de marcha à ré;
a) para os veículos de carga com capacidade máxima
6) indicadores luminosos de mudança de direção, de tração inferior a 19 (dezenove) toneladas,
dianteiros e traseiros; fabricados até 31 de dezembro de 1990; (Redação
dada à alínea pela Resolução CONTRAN nº 87, de
7) iluminação de placa traseira;
04.05.1999, DOU 06.05.1999)
8) faixas retrorrefletivas;
b) nos veículos de transporte de passageiros ou de
9) pneus que ofereçam condições mínimas de uso misto, registrados na categoria particular e
segurança (exceto os tratores de esteiras); que não realizem transporte remunerado de
pessoas;
10) dispositivo destinado ao controle de ruído do
motor; c) até 30 de setembro de 1999, para os veículos de
carga com capacidade máxima de tração inferior
11) espelhos retrovisores;
a 19 toneladas, fabricados a partir de 1º de
12) cinto de segurança para todos os ocupantes do janeiro de 1991; (Alínea acrescentada pela
veículo; Resolução CONTRAN nº 87, de 04.05.1999, DOU
13) buzina; 06.05.1999)

14) velocímetro e registrador instantâneo e d) até 30 de setembro de 1999, para os veículos de


carga com capacidade máxima de tração igual ou
inalterável de velocidade e tempo para veículos
superior a 19 (dezenove) toneladas, fabricados
que desenvolvam velocidade acima de 60 km/h;
até 31 de dezembro de 1990; (Alínea
15) pisca alerta. acrescentada pela Resolução CONTRAN nº 87, de
(Revogado pela Resolução CONTRAN Nº 454 DE 04.05.1999, DOU 06.05.1999)
26/09/2013, e pela Deliberação CONTRAN Nº 137 DE IV - cinto de segurança:
07/06/2013):
a) para os passageiros, nos ônibus e microônibus
VII - nos tratores de esteiras: produzidos até 1º de janeiro de 1999;
1) faróis dianteiros, de luz branca ou amarela; b) até 1º de janeiro de 1999, para o condutor e
2) lanternas de posição traseiras, de cor vermelha; tripulantes, nos ônibus e microônibus;

3) lanternas de freio, de cor vermelha; c) para os veículos destinados ao transporte de


passageiros, em percurso que seja permitido
4) indicadores luminosos de mudança de direção, viajar em pé.
dianteiros e traseiros;
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(Revogado pela Resolução CONTRAN Nº 551 DE Art. 5º. A exigência dos equipamentos obrigatórios para a
17/09/2015, efeitos a partir de 01/01/2017): circulação de bicicletas, prevista no inciso VI, do artigo 105,
do Código de Trânsito Brasileiro, terá um prazo de cento e
d) para os veículos de uso bélico. (Alínea
oitenta dias para sua adequação, contados da data de sua
acrescentada pela Resolução CONTRAN nº 279,
Regulamentação pelo CONTRAN.
de 28.05.2008, DOU 09.06.2008).
Art. 6º. Os veículos automotores produzidos a partir de 1º
V- pneu e aro sobressalente, macaco e chave de roda:
de janeiro de 1999, deverão ser dotados dos seguintes
a) nos veículos equipados com pneus capazes de equipamentos obrigatórios:
trafegar sem ar, ou aqueles equipados com
I - espelhos retrovisores externos, em ambos os lados;
dispositivo automático de enchimento
emergencial; II - registrador instantâneo e inalterável de velocidade e
tempo, para os veículos de carga, com peso bruto total
b) nos ônibus e microônibus que integram o sistema
superior a 4536 kg;
de transporte urbano de passageiros, nos
municípios, regiões e microregiões III - encosto de cabeça, em todos os assentos dos
metropolitanas ou conglomerados urbanos; automóveis, exceto nos assentos centrais;
c) nos caminhões dotados de características IV - cinto de segurança graduável e de três pontos em todos
específicas para transporte de lixo e de concreto; os assentos dos automóveis. Nos assentos centrais, o cinto
poderá ser do tipo sub-abdominal.
d) nos veículos de carroçaria blindada para
transporte de valores. Parágrafo único. Os ônibus e microônibus poderão utilizar
cinto sub-abdominal para os passageiros.
e) para automóveis, camionetas, caminhonetes e
utilitários, com peso bruto total - PBT, de até 3,5 Art. 7º. Aos veículos registrados e licenciados em outro país,
toneladas, a dispensa poderá ser reconhecida em circulação no território nacional, aplicam-se as regras do
pelo órgão máximo executivo de trânsito da artigo 118 e seguintes do Código de Trânsito Brasileiro.
União, por ocasião do requerimento do código
Art. 8º. Ficam revogadas as Resoluções 657/85, 767/93,
específico de marca/modelo/versão, pelo
002/98 e o artigo 65 da Resolução 734/89.
fabricante ou importador, quando comprovada
que tal característica é inerente ao projeto do Art. 9º. Respeitadas as exceções e situações particulares
veículo, e desde que este seja dotado de previstas nesta Resolução, os proprietários ou condutores,
alternativas para o uso do pneu e aro cujos veículos circularem nas vias públicas desprovidos dos
sobressalentes, macaco e chave de roda. (Alínea requisitos estabelecidos, ficam sujeitos às penalidades
acrescentada pela Resolução CONTRAN nº 259, constantes do artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro,
de 30.11.2007, DOU 06.12.2007) no que couber.
VI - velocímetro, naqueles dotados de registrador Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua
instantâneo e inalterável de velocidade e tempo, integrado. publicação.
VII - para-choques traseiro nos veículos mencionados no Art.
4º da Resolução nº 593, de 24 de maio de 2016, do
Iris Rezende - Ministério da Justiça
CONTRAN. (Inciso acrescentado pela Resolução CONTRAN
Nº 592 DE 24/05/2016). Eliseu Padilha - Ministério dos Transportes
Parágrafo único. Para os veículos relacionados nas alíneas b, Lindolpho Carvalho Dias - Ministério da Ciência e Tecnologia
c, e d, do inciso V, será reconhecida a excepcionalidade - Suplente
somente quando pertencerem ou estiverem na posse de
Gen. Gleuber Vieira - representante Ministério do Exército
firmas individuais, empresas ou organizações que possuam
equipes próprias, especializadas em troca de pneus ou aros Luciano Oliva Patrício - Suplente - Ministério da Educação e
danificados. do Desporto
Art. 3º. Os equipamentos obrigatórios dos veículos Júlio Sérgio Maya Pedrosa - Suplente - Ministério do Meio
destinados ao transporte de produtos perigosos, bem como Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal
os equipamentos para situações de emergência serão
Carlos César de Albuquerque - Ministério da Saúde
aqueles indicados na legislação pertinente.
OBS: Acrescida pelas Resoluções nº 34/98, 43/98, 87/99 e
Art. 4º. Os veículos destinados à condução de escolares ou
44/98, 46/98 e 129/01. Alterada pelas Resoluções 87, 228,
outros transportes especializados terão seus equipamentos
259 e 592/16
obrigatórios previstos em legislação específica.

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16/98 Suplente - Ministério da Educação e do Desporto


Júlio Sérgio Maya Pedrosa

Altera os modelos e especificações dos Certificados de Suplente - Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos
Registro - CRV e de Licenciamento de Veículos - CRLV. Hídricos e da Amazônia Legal

O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da Carlos César de Albuquerque


competência que lhe confere o inciso I do artigo 12 da Lei nº Ministério da Saúde
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme Decreto nº 2.327, de
23 de setembro de 1997, que dispõe sobre a coordenação OBS: Revogada pela Resolução 599/16
do Sistema Nacional de Trânsito;
Considerando a necessidade técnica de dar novas
características de segurança e controle na confecção dos RESOLUÇÃO Nº 599, DE 24 DE MAIO DE 2016. Altera os
documentos dos veículos, a fim de torná-los mais eficazes e modelos e especificações do Certificado de Registro de
menos susceptíveis de adulteração e de falsificação; Veículo – CRV e do Certificado de Registro e Licenciamento
de Veículo – CRLV e sua produção e expedição.
RESOLVE:
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso
Art. 1º. Alterar os anexos I, II e III das Resoluções 664/86 e das atribuições legais que lhe são conferidas pelo artigo 12,
766/93, relativas aos modelos e especificações do da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o
Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos. Código de Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto n° 4711,
Redação dada pela Deliberação CONTRAN Nº 125 DE de 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do
24/04/2012: Sistema Nacional de Trânsito - SNT;

Art. 2º A composição numérica de série do Certificado de Considerando a necessidade de modernização dos modelos
Registro de Veículo - CRV e do Certificado de Registro e do Certificado de Registro de Veículo– CRV e do Certificado
Licenciamento de Veículo - CRLV, passará a ter 12 (doze) de Registro e Licenciamento de Veículo – CRLV;
dígitos, sendo 11 (onze) dígitos numéricos e 1 (um) dígito Considerando a necessidade técnica de dar novas
numérico verificador. características de segurança e controles na confecção do
Redação Anterior: Certificado de Registro de Veículo – CRV e do Certificado de
Registro e Licenciamento de Veículo – CRLV, a fim de torná-
Art. 2º. Implantar um dígito verificador no número de série los mais eficazes e menos suscetíveis de adulteração e de
do Certificado de Registro de Veículo - CRV e do Certificado falsificação; Considerando o que consta do processo
de Registro e Licenciamento de Veículo - CRLV, os quais administrativo Nº 80000.015736/2012- 63;
passarão a ter dez dígitos.
RESOLVE:
Art. 3º. Para o cálculo do dígito verificador a que se refere o
artigo anterior, será utilizado o módulo onze, com peso de 2 Art. 1° Alterar os modelos e especificações técnicas do
a 9, voltando ao 2, a partir da mais baixa ordem, ou seja, da Certificado de Registro de Veículo - CRV e do Certificado de
direita para a esquerda. Registro e Licenciamento de Veículo – CRLV, conforme
anexos I e II desta resolução. Parágrafo único. Certificado de
Art. 4º. Esta Resolução entra em vigor sessenta dias após a Registro e Licenciamento de Veículo – CRLV é o Certificado
data de sua publicação, revogadas as disposições em de Licenciamento Anual de que trata o Código de Trânsito
contrário. Brasileiro.
Iris Rezende Art. 2° Manter o dígito verificador no número de série do
Ministério da Justiça Certificado de Registro de Veículo – CRV e do Certificado de
Registro e Licenciamento de Veículos – CRLV, com doze
Eliseu Padilha dígitos (Número + DV). Parágrafo único. Para o cálculo do
Ministério dos Transportes dígito verificador de segurança, será utilizado o módulo 11,
com peso de 2 a 9.
Lindolpho Carvalho Dias
Art. 3º As informações impressas no campo
Ministério da Ciência e Tecnologia - Suplente “OBSERVAÇÕES” do CRV e do CRLV deverão seguir os
Gen. Gleuber Vieira normativos do CONTRAN e DENATRAN.
Representante Ministério do Exército §1º Nos casos em que o órgão executivo de trânsito do
Estado ou do Distrito Federal necessite incluir informação
Luciano Oliva Patrício que não consta nos normativos do CONTRAN ou DENATRAN,
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este deverá enviar solicitação ao DENATRAN para aprovação formulários ao DETRAN contratante, até a comprovação da
e padronização. solução da pendência identificada.
§2º A inclusão de informações sem a autorização do Art. 5º O DENATRAN publicará normativo sobre os dados de
DENATRAN poderá tornar o CRV/CRLV inválido. personalização dos documentos dispostos nesta Resolução.
Art. 6º Os anexos desta Resolução encontram-se disponíveis
Art. 4º Os procedimentos relativos ao controle e expedição
no sitio eletrônico www.denatran.gov.br.
do CRV e CRLV devem ser realizados, por meio
computadorizado, no âmbito dos órgãos executivos de Art. 7º Esta Resolução entra em vigor no dia 1º de janeiro de
trânsito dos Estados e do Distrito Federal, obedecidas as 2017.
seguintes diretrizes:
Art. 8º Ficam revogadas as Resoluções CONTRAN nº 664, de
I – A expedição do CRV e do CRLV corresponde à 1986, nº 766, de 1993, nº 16, de 06 de fevereiro de 1998, nº
personalização eletrônica destes documentos, mediante a 61, de 21 de maio de 1998, nº 187, de 25 de janeiro de
impressão dos dados do proprietário e do veículo, em seu 2006, nº 512, de 10 de dezembro de 2014 e nº 539 de 23 de
anverso, conforme ilustrado no Anexo III e na forma junho de 2015.
disposta neste artigo;
Alberto Angerami Presidente Guilherme Moraes Rego
II – Os documentos de CRV e CRLV deverão ser expedidos, Ministério da Justiça e Cidadania Alexandre Euzébio de
obrigatoriamente, por processo de impressão por impacto, Morais Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil
ocasionando pressão e penetração da tinta no papel, Rafael Silva Menezes Ministério da Ciência, Tecnologia,
proporcionando maior segurança no processo de Inovações e Comunicações Edilson dos Santos Macedo
personalização e dificultando a remoção e rasura do texto Ministério das Cidades Thomas Paris Caldellas Ministério da
impresso; Indústria, Comercio Exterior e Serviços.
III – O ambiente de expedição deverá ser dotado de
mecanismos de segurança que garantam a integridade das
atividades e procedimentos realizados, relativos à 18/98
personalização dos documentos, de forma a coibir
tentativas de roubo ou furto;
RESOLUÇÃO Nº 18/98
VI – Os formulários de CRV e CRLV, sob custódia de cada
DETRAN, deverão ser armazenados em local seguro, com Recomenda o uso, nas rodovias, de farol baixo aceso
controle de utilização, em termos de números de durante o dia, e dá outras providências.
personalizados, inutilizados, cancelados e extraviados;
VII – Para controle da distribuição dos formulários a serem O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
personalizados, todos os dados relativos aos procedimentos competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei 9.503,
de controle e uso deverão ser, trimestralmente ou a pedido de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
do DENATRAN, submetidos à Coordenação Geral de Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme Decreto nº 2.327, de
Informatização e Estatística do DENATRAN, por meio 23 de setembro de 1997, que dispõe sobre a coordenação
eletrônico, contendo as informações tratadas no inciso do Sistema Nacional de Trânsito;
anterior.
CONSIDERANDO que o sistema de iluminação é elemento
VIII – O não atendimento ao inciso anterior, inviabilizará a integrante da segurança ativa dos veículos;
liberação de novos formulários ao Estado.
CONSIDERANDO que as cores e as formas dos veículos
§1º Os formulários a serem utilizados na expedição de CRV e modernos contribuem para mascará-los no meio ambiente,
CRLV de que trata este artigo serão produzidos por gráficas dificultando a sua visualização a uma distância efetivamente
credenciadas pelo DENATRAN, na forma estabelecida em segura para qualquer ação preventiva, mesmo em
portaria específica. condições de boa luminosidade;
§ 2º O processo de personalização eletrônica do CRV e do R E S O L V E:
CRLV de que trata este artigo deverá ser realizado
diretamente pelos órgãos executivos de trânsito dos Estados Art.1º. Recomendar às autoridades de trânsito com
e do Distrito Federal ou, sendo necessária a terceirização circunscrição sobre as vias terrestres, que por meio de
desse serviço, o órgão deverá informar ao DENATRAN a campanhas educativas, motivem seus usuários a manter o
empresa contratada. farol baixo aceso durante o dia , nas rodovias.
§3º Na situação tratada no § 2º, o DENATRAN terá livre Art.2º. O DENATRAN acompanhará os resultados obtidos
acesso às dependências da empresa contratada, e caso seja pelos órgãos que implementarem esta medida.
comprovado o descumprimento das exigências previstas
neste artigo, poderá suspender a liberação de novos
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Art.3º. Esta Resolução entrará em vigor 60 (sessenta) dias Ministério da Ciência e Tecnologia
após sua publicação, ficando revogada a Resolução 819/96.
Ministério do Exército
Brasília, 17 de fevereiro de 1998.
Ministério da Educação e do Desporto
Ministério da Justiça
Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da
Ministério dos Transportes Amazônia Legal
Ministério da Ciência e Tecnologia Ministério da Saúde
Ministério do Exército
Ministério da Educação e do Desporto OBS: Em vigor
Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da
Amazônia Legal
24/98
Ministério da Saúde
OBS: Em vigor
Estabelece o critério de identificação de veículos, a que se
refere o artigo 114 do Código de Trânsito Brasileiro.
22/98

O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da


competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da Lei nº
RESOLUÇÃO Nº 22/98
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
Trânsito Brasileiro e, conforme o Decreto nº 2.327, de 23 de
setembro de 1997, que dispõe sobre a coordenação do
Estabelece, para efeito da fiscalização, forma para
Sistema Nacional de Trânsito, resolve:
comprovação do exame de inspeção veicular a qual se
refere o art. 124, c.c. art. 230, inciso I do Código de Trânsito Art. 1º. Os veículos produzidos ou importados a partir de 1º
Brasileiro. de janeiro de 1999, para obterem registro e licenciamento,
deverão estar identificados na forma desta Resolução.
O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei 9.503, Parágrafo único. Excetuam-se do disposto neste artigo os
de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de tratores, os veículos protótipos utilizados exclusivamente
Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme Decreto nº 2.327, de para competições esportivas e as viaturas militares
23 de setembro de 1997, que dispõe sobre a coordenação operacionais das Forças Armadas.
do Sistema Nacional de Trânsito;
Art. 2º. A gravação do número de identificação veicular
CONSIDERANDO o art. 124, inciso IV e XI, c.c. art. 230, inciso (VIN) no chassi ou monobloco, deverá ser feita, no mínimo,
I e o art.131, § 3º que tratam da obrigação do proprietário em um ponto de localização, de acordo com as
do veículo de comprovar a inspeção de segurança veicular; especificações vigentes e formatos estabelecidos pela NBR 3
nº 6066 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -
CONSIDERANDO a conveniência e a necessidade de se fazer
ABNT, em profundidade mínima de 0,2 mm.
uma verificação ágil e segura dos documentos de porte
obrigatório, quando da inspeção veicular; § 1º. Além da gravação no chassi ou monobloco, os veículos
serão identificados, no mínimo, com os caracteres VIS
R E S O L V E:
(número sequencial de produção) previsto na NBR 3 nº
Art.1º. Para efeito da fiscalização, o selo de uso obrigatório, 6066, podendo ser, a critério do fabricante, por gravação, na
que consta do art. 230, inciso I, comprovará a inspeção profundidade mínima de 0,2 mm, quando em chapas ou
veicular, após regulamentação da referida inspeção, a qual plaqueta colada, soldada ou rebitada, destrutível quando de
estabelecerá, inclusive, a forma desse selo e o local de sua sua remoção, ou ainda por etiqueta autocolante e também
colocação. destrutível no caso de tentativa de sua remoção, nos
seguintes compartimentos e componentes:
Art.2º. Esta Resolução entra em vigor na data da sua
publicação. I - na coluna da porta dianteira lateral direita;
Brasília, 17 de fevereiro de 1998. II - no compartimento do motor;
Ministério da Justiça III - em um dos pára-brisas e em um dos vidros traseiros,
quando existentes;
Ministério dos Transportes

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IV - em pelo menos dois vidros de cada lado do veículo, competente, mediante comprovação da propriedade do
quando existentes, excetuados os quebraventos. veículo, e só serão processadas por empresas credenciadas
pelo órgão executivo de trânsito dos Estados ou do Distrito
§ 2º. As identificações previstas nos incisos "III" e "IV" do
Federal.
parágrafo anterior serão gravadas de forma indelével, sem
especificação de profundidade e, se adulterados, devem § 1º. As etiquetas ou plaquetas referidas no caput deste
acusar sinais de alteração. artigo deverão ser fornecidas pelo fabricante do veículo.
§ 3º. Os veículos inacabados (sem cabina, com cabina § 2º. O previsto no caput deste artigo não se aplica às
incompleta, tais como os chassis para ônibus), terão as identificações constantes dos incisos III e IV do § 1º do
identificações previstas no § 1º, implantadas pelo fabricante artigo 2º desta Resolução.
que complementar o veículo com a respectiva carroçaria.
§ 3º A regravação do número de identificação veicular (VIN)
§ 4º. As identificações, referidas no § 2º, poderão ser feitas no chassi ou monobloco, previsto no caput deste artigo,
na fábrica do veículo ou em outro local, sob a deverá ser feita, de acordo com as especificações vigentes e
responsabilidade do fabricante, antes de sua venda ao formatos estabelecidos pela NBR 15180/2004 da Associação
consumidor. Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e suas alterações, em
profundidade mínima de 0,2 (dois décimos)
§ 5º. No caso de chassi ou monobloco não metálico, a
milímetros. (Parágrafo acrescentado pela Resolução
numeração deverá ser gravada em placa metálica
CONTRAN Nº 581 DE 23/03/2016).
incorporada ou a ser moldada no material do chassi ou
monobloco, durante sua fabricação. § 4º A empresa credenciada para remarcação de chassis
deverá encaminhar registro fotográfico do resultado da
§ 6º. Para fins do previsto no caput deste artigo, o décimo
remarcação ao departamento de trânsito de registro do
dígito do VIN, previsto na NBR 3 nº 6066, será
veículo, mediante regulamentação do órgão executivo de
obrigatoriamente o da identificação do modelo do veículo.
trânsito do Estado ou do Distrito Federal. (Parágrafo
§ 7º para os fins previstos no caput deste artigo, o décimo acrescentado pela Resolução CONTRAN Nº 581 DE
dígito do VIN, estabelecido pela NBR nº 6066, poderá ser 23/03/2016).
alfanumérico. (Parágrafo acrescentado pela Resolução
Art. 7º. Os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do
CONTRAN Nº 581 DE 23/03/2016).
Distrito Federal não poderão registrar, emplacar e licenciar
§ 8º Para os veículos tipo ciclomotores, motonetas, veículos que estiverem em desacordo com o estabelecido
motocicletas e deles derivados, a altura dos caracteres da nesta Resolução.
gravação de identificação veicular (VIN) deve ter no mínimo
Art. 8º. Fica revogada a Resolução 659/89 do CONTRAN.
4,0 (quatro) milímetros. (Parágrafo acrescentado pela
Resolução CONTRAN Nº 581 DE 23/03/2016). Art. 9º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publicação.
Art. 3º. Será obrigatória a gravação do ano da fabricação do
veículo no chassi ou monobloco ou em plaqueta destrutível Renan Calheiros
quando de sua remoção, conforme estabelece o § 1º do
Ministério da Justiça
artigo 114 do Código de Trânsito Brasileiro.
Eliseu Padilha
Art. 4º. Nos veículos reboques e semi-reboques, as
gravações serão feitas, no mínimo, em dois pontos do Ministério dos Transportes
chassi.
Lindolpho de Carvalho Dias
Art. 5º. Para fins de controle reservado e apoio das vistorias
Suplente
periciais procedidas pelos órgãos integrantes do Sistema
Nacional de Trânsito e por órgãos policiais, por ocasião do Ministério da Ciência e Tecnologia
pedido de código do RENAVAM, os fabricantes depositarão
Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena
junto ao órgão máximo executivo de trânsito da União as
identificações e localização das gravações, segundo os Ministério do Exército
modelos básicos.
Luciano Oliva Patrício
Parágrafo único. Todas as vezes que houver alteração dos
Suplente
modelos básicos dos veículos, os fabricantes encaminharão,
com antecedência de 30 (trinta) dias, as localizações de Ministério da Educação e do Desporto
identificação veicular.
Gustavo Krause
Art. 6º. As regravações e as eventuais substituições ou
Ministério do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e da
reposições de etiquetas e plaquetas, quando necessárias,
Amazônia Legal
dependerão de prévia autorização da autoridade de trânsito

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Barjas Negri Ministério da Ciência e Tecnologia


Suplente ZENILDO GONZAGA ZOROASTRO DE LUCENA
Ministério da Saúde Ministério do Exército
LUCIANO OLIVA PATRÍCIO - Suplente
OBS: Alterada pela Resolução 581/16 Ministério da Educação e do Desporto
GUSTAVO KRAUSE
Ministério do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e da
26/98
Amazônia Legal
BARJAS NEGRI - Suplente
RESOLUÇÃO Nº 26, DE 21 DE MAIO DE 1998 Ministério da Saúde
Disciplina o transporte de carga em veículos destinados ao
transporte de passageiros a que se refere o art. 109 do
Código de Trânsito Brasileiro. OBS: Em vigor

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando 32/98


da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de RESOLUÇÃO Nº 32, DE 21 DE MAIO DE 1998
Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme o Decreto nº 2.327, de
Estabelece modelos de placas para veículos de
23 de setembro de 1997, que trata da coordenação do
representação, de acordo com o art. 115, § 3° do Código de
Sistema Nacional de Trânsito, resolve:
Trânsito Brasileiro.
Art. 1° O transporte de carga em veículos destinados ao
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, usando
transporte de passageiros, do tipo ônibus, microônibus, ou
da competência que lhe confere o art.12, inciso I, da Lei nº
outras categorias, está autorizado desde que observadas as
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
exigências desta Resolução, bem como os regulamentos dos
Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto nº 2.327, de 23 de
respectivos poderes concedentes dos serviços.
setembro de 1997, que dispõe sobre a coordenação do
Art. 2° A carga só poderá ser acomodada em compartimento Sistema Nacional de Trânsito, resolve:
próprio, separado dos passageiros, que no ônibus é o
Art. 1º Ficam aprovados os modelos de placa constantes do
bagageiro.
Anexo à presente Resolução, para veículos de representação
Art. 3º Fica proibido o transporte de produtos considerados dos Presidentes dos Tribunais Federais, dos Governadores,
perigosos conforme legislação específica, bem como Prefeitos, Secretários Estaduais e Municipais, dos
daqueles que, por sua forma ou natureza, comprometam a Presidentes das Assembléias Legislativas e das Câmaras
segurança do veículo, de seus ocupantes ou de terceiros. Municipais, dos Presidentes dos Tribunais Estaduais e do
Distrito Federal, e do respectivo chefe do Ministério Público
Art. 4º Os limites máximos de peso e dimensões da carga,
e ainda dos Oficiais Generais das Forças Armadas.
serão os fixados pelas legislações existentes na esfera
federal, estadual ou municipal. Art. 2º Poderão ser utilizados os mesmos modelos de placas
para os veículos oficiais dos Vice-Governadores e dos Vice-
Art. 5º No caso do transporte rodoviário internacional de
Prefeitos, assim como para os Ministros dos Tribunais
passageiros serão obedecidos os Tratados, Convenções ou
Federais, Senadores e Deputados, mediante solicitação dos
Acordos internacionais, enquanto vinculados à República
Presidentes de suas respectivas instituições.
Federativa do Brasil.
Art. 3º Os veículos de representação deverão estar
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
registrados junto ao RENAVAM.
publicação.
Art. 4º Esta Resolução entra em vigor 90 (noventa) dias após
RENAN CALHEIROS
a data de sua publicação.
Ministério da Justiça
RENAN CALHEIROS
ELISEU PADILHA
Ministério da Justiça
Ministério dos Transportes
ELISEU PADILHA
LINDOLPHO DE CARVALHO DIAS - Suplente
Ministério dos Transportes

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LINDOLPHO DE CARVALHO DIAS - Suplente 23 de setembro de 1997, que dispõe sobre a coordenação
do Sistema Nacional de Trânsito, resolve:
Ministério da Ciência e Tecnologia
Art. 1º O Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo
ZENILDO GONZAGA ZOROASTRO DE LUCENA
- CRLV, conforme modelo anexo à Resolução 16/98 é o
Ministério do Exército Certificado de Licenciamento Anual de que trata o Código de
Trânsito Brasileiro.
LUCIANO OLIVA PATRÍCIO - Suplente
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
Ministério da Educação e do Desporto
publicação.
GUSTAVO KRAUSE
RENAN CALHEIROS
Ministério do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e da
Ministério da Justiça
Amazônia Legal
ELISEU PADILHA
BARJAS NEGRI – Suplente
Ministério dos Transportes
Ministério da Saúde
LINDOLPHO DE CARVALHO DIAS - Suplente
ANEXO
Ministério da Ciência e Tecnologia
ZENILDO GONZAGA ZOROASTRO DE LUCENA
Ministério do Exército
LUCIANO OLIVA PATRÍCIO - Suplente
Ministério da Educação e do Desporto
GUSTAVO KRAUSE
Ministério do Meio Ambiente, Recursos Hídricos e da
Amazônia Legal
BARJAS NEGRI - Suplente
Ministério da Saúde

Lê a resolução 599/16
OBS: Revogada pela Resolução 599/16
RESOLUÇÃO Nº 599 , DE 24 DE MAIO DE 2016. Altera os
modelos e especificações do Certificado de Registro de
OBS: Em vigor Veículo – CRV e do Certificado de Registro e Licenciamento
de Veículo – CRLV e sua produção e expedição.
(...)
61/98 Art. 8º Ficam revogadas as Resoluções CONTRAN nº 664, de
1986, nº 766, de 1993, nº 16, de 06 de fevereiro de 1998, nº
61, de 21 de maio de 1998, nº 187, de 25 de janeiro de
RESOLUÇÃO Nº 61, DE 21 DE MAIO DE 1998 2006, nº 512, de 10 de dezembro de 2014 e nº 539 de 23 de
junho de 2015.

Esclarece os artigos 131 e 133 do Código de Trânsito


Brasileiro que trata do Certificado de Licenciamento Anual.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando


da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de 110/00
Trânsito Brasileiro - CTB e, conforme o Decreto nº 2.327, de
RESOLUÇÃO No 110, DE 24 FEVEREIRO DE 2000

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Fixa o calendário para renovação do Licenciamento Anual de JOSÉ CARLOS CARVALHO


Veículos e revoga a Resolução CONTRAN no 95/99.
Ministério do Meio Ambiente - Suplente
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO –
OTÁVIO AZEVEDO MERCADANTE
CONTRAN, usando da competência que lhe confere o art. 12
da Lei n o 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Ministério da Saúde - Representante
Código de Trânsito Brasileiro – CTB, e conforme o Decreto n
o JOÃO BRÍGIDO BEZERRA DE LIMA
2.327, de 23 de setembro de 1997, que trata da
Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, e Ministério da Defesa - Representante
Considerando que a Resolução CONTRAN no 95/99, RAIMUNDO DANTAS
apresenta incompatibilidade com os prazos estipulados por
Ministério dos Transportes - Representante
alguns Estados para recolhimento do IPVA;
OBS: Em vigor
Considerando que essa incompatibilidade obrigaria os
órgãos executivos dos Estados e do Distrito Federal a
licenciar veículos cujos proprietários ainda não tivessem
recolhido o IPVA; e 128/01
Considerando que a alteração nos prazos fixados na
Resolução CONTRAN no 95/99 não provoca prejuízos ao
RESOLUÇÃO No 128 DE 06 DE AGOSTO DE 2001.
Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM,
nem à fiscalização da regularidade documental dos veículos, Estabelece a obrigatoriedade de utilização de dispositivo de
resolve: segurança para prover melhores condições de visibilidade
diurna e noturna em veículos de transporte de carga.
Art. 1o Os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do
Distrito Federal estabelecerão prazos para renovação do
Licenciamento Anual dos Veículos registrados sob sua
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando
circunscrição, de acordo com o algarismo final da placa de
da competência que lhe confere o art. 12 da Lei n o 9.503, de
identificação, respeitados os limites fixados na tabela a
23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito
seguir:
Brasileiro - CTB, e conforme o Decreto no 2.327, de 23 de
Algarismo final da placa Prazo final para renovação setembro de 1997, que dispõe sobre a coordenação do
Sistema Nacional de Trânsito, e
1e2 Até setembro
Considerando que uma sinalização eficiente nos veículos
3, 4 e 5 Até outubro
contribui de forma significativa para a redução de acidentes,
6, 7 e 8 Até novembro principalmente à noite e em condições climáticas adversas;
9e0 Até dezembro Considerando que estudos indicam que veículos de carga
são geralmente vistos muito tarde, ou não vistos pelos
motoristas, e que o delineamento dos contornos desses
Art. 2o As autoridades, órgãos, instituições e agentes de veículos com material retrorefletido pode prevenir
fiscalização de trânsito e rodoviário em todo o território significativo número de acidentes, conforme demonstra a
nacional, para efeito de autuação e aplicação de experiência de países que possuem legislação similar;
penalidades, quando o veículo se encontrar fora da unidade Considerando o resultado dos estudos técnicos realizados
da federação em que estiver registrado, deverão adotar os pela Câmara Temática de Assuntos Veiculares, pelo Instituto
prazos estabelecidos nesta Resolução. de Pesquisas Tecnológicas – IPT/SP em conjunto com o
Art. 3 o Esta Resolução entra em vigor na data de sua Instituto de Pesquisas Rodoviárias – IPR, complementados
publicação, ficando revogada a Resolução CONTRAN n o por testes práticos em campo de prova, destinados a se
95/99. avaliar a possibilidade de redução da área de aplicação das
películas refletidas, visando a redução de custos, sem
ANTONIO AUGUSTO JUNHO ANASTASIA prejuízo da segurança de trânsito;
Ministério da Justiça - Suplente Considerando, finalmente, a necessidade de iniciar a
CARLOS AMÉRICO PACHECO utilização do dispositivo retrorefletor de forma gradativa ,
visando sua extensão a todos os veículos, com base na
Ministério da Ciência e Tecnologia - Suplente experiência obtida, resolve:
LUCIANO OLIVA PATRÍCIO Art. 1o Os veículos de transporte de carga com Peso Bruto
Ministério da Educação - Suplente Total – PBT superior a 4.536 Kg, fabricados a partir
fabricados a partir de 30 de abril de 2001, somente poderão
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ser comercializados quando possuírem dispositivo de


segurança afixado de acordo com as disposições constantes
2. Afixação
do anexo desta Resolução.
Os dispositivos deverão ser afixados na superfície da
Parágrafo único. Ficam vedados o registro e o licenciamento
carroceria por meio de parafusos, pregos, rebites, por auto
dos veículos de que trata o caput deste artigo que não
adesivos ou cola, desde que a afixação seja permanente.
atenderem ao disposto nesta Resolução.
Art. 2o Os requisitos desta Resolução passam a fazer parte
da Inspeção de Segurança Veicular. 3. Características Técnicas dos Dispositivos de Segurança
Art. 3o Os veículos militares ficam excluídos das exigências 3.1 – Nos veículos, cujas carrocerias sejam lisas nos locais
constantes desta Resolução. de afixação e que garantam perfeita aderência, os
dispositivos de segurança poderão ser auto adesivados e
Art. 4o Esta Resolução entra em vigor na data de sua
opcionalmente colados diretamente na superfície da
publicação.
carroceria.
Art. 5º Ficam revogadas as Resoluções CONTRAN nos 105 e
3.2 - Os veículos com carroceria de madeira ou metálicos
119, de 21 de dezembro de 1999 26 de julho de 2000,
com superfície irregular, cuja superfície não garanta uma
respectivamente.
perfeita aderência, deverão ter os dispositivos afixados
JOSÉ GREGORI primeiramente em uma base metálica e deverão atender os
seguintes requisitos:
Ministério da Justiça - Titular
CARLOS ALBERTO F. DOS SANTOS
Base metálica
Ministério do Meio Ambiente -Representante
a. Largura, espessura e detalhes das abas que deverão ser
LUCIANO OLIVA PATRÍCIO
dobradas de modo a selar as bordas horizontais do
Ministério da Educação - Suplente retrorefletor.(mm)
JOSÉ AUGUSTO VARANDA
Ministério da Defesa - Suplente
CARLOS AMÉRICO PACHECO
Ministério da Ciência e Tecnologia - Suplente
OTAVIO AZEVEDO MERCADANTE
Ministério da Saúde – Representante
RAIMUNDO DANTAS DOS SANTOS
Raios não indicados: 0,3mm - espessura não indicada 1 +
Ministério dos Transportes - Representante
- 0,15mm
b. Comprimento
ANEXO
1. Localização
Os dispositivos deverão ser afixados nas laterais e na
traseira do veículo, ao longo da borda inferior, alternando
os segmentos de cores vermelha e branca, dispostos
horizontalmente, distribuídos de forma uniforme cobrindo
no mínimo 50% (cinqüenta por cento) da extensão das c. Material
bordas laterais e 80%(oitenta por cento) da extensão das - opção 1: Chapa de ferro laminado a frio, bitola 20
bordas traseiras. O pará-choque traseiro deverá ter suas ou 22 SAE 1008
extremidades delineadas por um dispositivo de cada lado.
Sistema de Pintura
Os cantos superiores e inferiores das laterais e da traseira
da carroceria dos veículos tipo baú, container e afins, Primer anticorrosivo
deverão ser delineados por dois dispositivos de cada lado, Acabamento com base de resina acrílica melamina ou
afixados junto às bordas horizontais e verticais, e o seu alquídica melanina,
comprimento maior deverá estar na vertical.
conforme especificação abaixo:
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 Sólidos - 50% mínimo por peso inferiores aos valores mínimos especificados. As medições
serão feitas de acordo com o método ASTME-810. Todos os
 Salt spray - 120 horas
ângulos de entrada, deverão ser medidos nos ângulos de
 Impacto - 40kg/cm2 observação de 0,2° e 0,5°. A orientação 90° é definida com a
fonte de luz girando na mesma direção em que o dispositivo
 Aderência - 100% corte em grade será afixado no veículo.
 Dureza - 25 a 31 SHR Angulo de Angulo de
Branco Vermelho
 Brilho - mínimo 80% a 60% graus Observação entrada

 Temperatura de secagem - 120°C a 160°C 0.2 -4 500 100

 Tempo - 20’ a 30’ 0.2 +30 300 60

 Fineza - mínimo 7H 0.2 +45 85 17

 Viscosidade fornecimento - 60”a 80” - CF-4 0.5 -4 100 20

 Cor cinza código RAL 7001 0.5 +30 75 15


0.5 +45 30 6

- opção 2: Alumínio liga 6063 – T5 norma DIN AL Mg Si 0,5


Utilização direta sem pintura. d) O retrorefletor deverá ter suas características,
especificadas por esta Resolução, atestada por uma
entidade reconhecida pelo DENATRAN e deverá exibir em
3.3 - Retrorefletor sua construção uma marca de segurança comprobatória
desse laudo com a gravação das palavras APROVADO
a) Dimensões DENATRAN, com 3mm. de altura e 50mm. de comprimento
em cada segmento da cor branca do retrorefletor.
OBS: Em vigor
Alterada pela Resolução Contran 366/10
(lê a resolução que altera a 128)
168/04;
nota: No caso de utilização de base metálica o retrorefletor
deverá ser selado pelo metal dobrado ao longo das bordas Estabelece Normas e Procedimentos para a formação de
horizontais, e a largura visível do retrorefletor deverá ser de condutores de veículos automotores e elétricos, a realização
45 + - 2,5mm. dos exames, a expedição de documentos de habilitação, os
cursos de formação, especializados, de reciclagem e dá
b) Especificação dos limites de cor (diurna)
outras providências.
O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN usando da
competência que lhe confere o art. 12, inciso I e art. 141, da
Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o
Código de Trânsito Brasileiro - CTB e, conforme o Decreto nº
4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do
Sistema Nacional de Trânsito, resolve:
Os quatro pares de coordenadas de cromaticidade deverão
determinar a cor aceitável nos termos da CIE 1931 sistema
colorimétrico estândar, de padrão com iluminante D65. Art. 1º As normas regulamentares para o processo de
Método ASTME – 1164 com valores determinados em um formação, especialização e habilitação do condutor de
equipamento “Hunter Lab Labscan II 0/45 veículo automotor e elétrico, os procedimentos dos exames,
spectrocolorimeter ” com opção CMR559. Computação cursos e avaliações para a habilitação, renovação, adição e
realizada de acordo com E-308. mudança de categoria, emissão de documentos de
c) Especificação do coeficiente mínimo de habilitação, bem como do reconhecimento do documento
retrorefletividade em candelas por Lux por metro quadrado de habilitação obtido em país estrangeiro são estabelecidas
nesta Resolução.
(orientação 0 e 90°).
Os coeficientes de retrorefletividade não deverão ser

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Do Processo de Habilitação do Condutor de acordo com os §§ 2º e 3º do art. 147 do Código de


Trânsito Brasileiro.
Art. 2º O candidato à obtenção da Autorização para
Conduzir Ciclomotor - ACC, da Carteira Nacional de § 2º Quando houver indícios de deficiência física, mental ou
Habilitação - CNH, solicitará ao órgão ou entidade executivo de progressividade de doença que possa diminuir a
de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, do seu capacidade para conduzir veículo, o prazo de validade do
domicílio ou residência, ou na sede estadual ou distrital do exame poderá ser diminuído a critério do perito
próprio órgão ou entidade, a abertura do processo de examinador.
habilitação para o qual deverá preencher os seguintes
§ 3º O condutor que, por qualquer motivo, adquira algum
requisitos:
tipo de deficiência física para a condução de veículo
I - ser penalmente imputável; automotor, deverá apresentar-se ao órgão ou entidade
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal para
II - saber ler e escrever;
submeter-se aos exames necessários.
III - possuir documento de identidade;
Art. 5º Os tripulantes de aeronaves titulares de cartão de
IV - possuir Cadastro de Pessoa Física - CPF. saúde, devidamente atualizado, expedido pelas Forças
Armadas ou pelo Departamento de Aviação Civil - DAC,
§ 1º O processo de habilitação do condutor de que trata o
ficam dispensados do exame de aptidão física e mental
caput deste artigo, após o devido cadastramento dos dados
necessário à obtenção ou à renovação periódica da
informativos do candidato no Registro Nacional de
habilitação para conduzir veículo automotor, ressalvados os
Condutores Habilitados - RENACH, deverá realizar Avaliação
casos previstos no § 4º do art. 147 e art. 160 do CTB.
Psicológica, Exame de Aptidão Física e Mental, Curso
Teórico-técnico, Exame Teórico-técnico, Curso de Prática de Parágrafo único. O prazo de validade da habilitação, com
Direção Veicular e Exame de Pratica de Direção Veicular, base na regulamentação constante no caput deste artigo,
nesta ordem. contará da data da obtenção ou renovação da CNH, pelo
prazo previsto no § 2º do art. 147 do CTB.
§ 2º O candidato poderá requerer simultaneamente a ACC e
habilitação na categoria "B", bem como requerer habilitação Art. 6º O Exame de Aptidão Física e Mental será exigido
em "A" e "B" submetendo-se a um único Exame de Aptidão quando da:
Física e Mental e Avaliação Psicológica, desde que
I - obtenção da ACC e da CNH;
considerado apto para ambas.
II - renovação da ACC e das categorias da CNH;
§ 3º O processo do candidato à habilitação ficará ativo no
órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do III - adição e mudança de categoria;
Distrito Federal, pelo prazo de 12 (doze) meses, contados da
IV - substituição do documento de habilitação obtido em
data do requerimento do candidato.
país estrangeiro.
§ 4º A obtenção da ACC obedecerá aos termos e condições
§ 1º Por ocasião da renovação da CNH o condutor que ainda
estabelecidos para a CNH nas categorias "A", "B" e, "A" e
não tenha freqüentado o curso de Direção Defensiva e de
"B".
Primeiros Socorros, deverá cumprir o previsto no item 4 do
Art. 3º Para a obtenção da ACC e da CNH o candidato anexo II desta Resolução.
devera submeter-se a realização de:
§ 2º A Avaliação Psicológica será exigida quando da:
I - Avaliação Psicológica;
a) obtenção da ACC e da CNH;
II - Exame de Aptidão Física e Mental;
b) renovação caso o condutor exercer serviço remunerado
III - Exame escrito, sobre a integralidade do conteúdo de transporte de pessoas ou bens;
programático, desenvolvido em Curso de Formação para
c) substituição do documento de habilitação obtido em país
Condutor;
estrangeiro;
IV - Exame de Direção Veicular, realizado na via pública, em
d) por solicitação do perito examinador.
veículo da categoria para a qual esteja se habilitando.
§ 3º O condutor, com Exame de Aptidão Física e Mental
Art. 4º O Exame de Aptidão Física e Mental será preliminar e
vencido há mais de 5 (cinco) anos, contados a partir da data
renovável a cada cinco anos, ou a cada três anos para
de validade, deverá submeter-se ao Curso de Atualização
condutores com mais de sessenta e cinco anos de idade, no
para a Renovação da CNH.
local de residência ou domicílio do examinado.
§ 1º O condutor que exerce atividade de transporte
remunerado de pessoas ou bens terá que se submeter ao Da Formação do Condutor
Exame de Aptidão Física e Mental e a Avaliação Psicológica

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Art. 7º A formação de condutor de veículo automotor e Art. 11. O candidato à obtenção da ACC ou da CNH, após a
elétrico compreende a realização de Curso Teórico-técnico e conclusão do curso de formação, será submetido a Exame
de Prática de Direção Veicular, cuja estrutura curricular, Teórico-técnico, constituído de prova convencional ou
carga horária e especificações estão definidas no anexo II. eletrônica de no mínimo 30 (trinta) questões, incluindo todo
o conteúdo programático, proporcional à carga horária de
Art. 8º Para a Prática de Direção Veicular, o candidato
cada disciplina, organizado de forma individual, única e
deverá estar acompanhado por um Instrutor de Prática de
sigilosa, devendo obter aproveitamento de, no mínimo, 70%
Direção Veicular e portar a Licença para Aprendizagem de
(setenta por cento) de acertos para aprovação.
Direção Veicular - LADV expedida pelo órgão ou entidade
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, Parágrafo único. O exame referido neste artigo será
contendo no mínimo, as seguintes informações: aplicado pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do
Estado ou do Distrito Federal, ou por entidade pública ou
I - identificação do órgão ou entidade executivo de trânsito
privada por ele credenciada.
expedidor;
(Redação dada ao artigo pela Resolução CONTRAN Nº 169
II - nome completo, número do documento de identidade,
DE 17/03/2005):
do Cadastro de Pessoa Física - CPF e do formulário RENACH
do candidato; Art. 12. O Exame de Direção Veicular previsto no art. 3º
desta Resolução será realizado pelo órgão ou entidade
III - categoria pretendida;
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal e
IV - nome do Centro de Formação de Condutores - CFC aplicado pelos examinadores titulados no curso previsto em
responsável pela instrução; regulamentação específica e devidamente designados.
V - prazo de validade. Parágrafo único. Os examinadores responderão pelos atos
decorrentes, no limite de suas responsabilidades.
§ 1º A LADV será expedida em nome do candidato com a
identificação do CFC responsável e/ou do Instrutor, depois (Redação do artigo dada pela Resolução CONTRAN Nº 493
de aprovado nos exames previstos na legislação, com prazo DE 05/06/2014):
de validade que permita que o processo esteja concluído de
Art. 13. O candidato à obtenção da ACC, da CNH, adição ou
acordo com o previsto no § 3º, do art 2º, desta Resolução.
mudança de categoria, somente poderá prestar exame de
§ 2º A LADV será expedida mediante a solicitação do Prática de Direção Veicular depois de cumprida a seguinte
candidato ou do CFC ao qual o mesmo esteja vinculado para carga horária de aulas práticas:
a formação de prática de direção veicular e somente
I - obtenção da ACC: mínimo de 20 (vinte) horas/aula, das
produzirá os seus efeitos legais quando apresentada no
quais 4 (quatro) no período noturno;
original, acompanhada de um documento de identidade e
na Unidade da Federação em que tenha sido expedida. II - obtenção da CNH na categoria "A": mínimo de 20 (vinte)
horas/aula, das quais 4 (quatro) no período noturno;
§ 3º Quando o candidato optar pela mudança de CFC será
expedida nova LADV, considerando-se as aulas já III - adição da CNH na categoria "A": mínimo de 15 (quinze)
ministradas. horas/aula, das quais 3h/aula (três) no período noturno;
§ 4º O candidato que for encontrado conduzindo em IV - obtenção da CNH na categoria "B": mínimo de 25 (vinte
desacordo com o disposto nesta resolução terá a LADV e cinco) horas/aula, por categoria pretendida, das quais
suspensa pelo prazo de seis meses. 5h/aula (cinco) no período noturno.
Art. 9º A instrução de Prática de Direção Veicular será V - adição para a categoria "B": mínimo de 20 (vinte)
realizada na forma do disposto no art. 158 do CTB. horas/aula em veículo da categoria pretendida, das quais
4h/aula (quatro) no período noturno;
Parágrafo único. Quando da mudança ou adição de
categoria o condutor deverá cumprir as instruções previstas § 1º Para atendimento da carga horária prevista nos incisos
nos itens 2 ou 3 do Anexo II desta Resolução. IV e V deste artigo, primeira parte, as aulas de prática de
direção veicular para a categoria "B" poderão, de forma
facultativa, ser substituídas por aulas realizadas em
Dos Exames simulador de direção veicular, limitadas a 30% (trinta por
cento) do total da carga horária.
Art. 10. O Exame de Aptidão Física e Mental e a Avaliação
Psicológica, estabelecidos no art. 147 do CTB, seus § 2º Para atendimento da carga horária prevista nos incisos
procedimentos, e critérios de credenciamento dos IV e V deste artigo, parte final, as aulas de prática de direção
profissionais das áreas médica e psicológica, obedecerão ao veicular para a categoria "B" realizadas no período noturno,
disposto em Resolução específica. poderão, de forma facultativa, ser substituídas por aulas
realizadas em simulador de direção veicular, limitadas a 4
(quatro) horas/aula.
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§ 3º O órgão e entidade executivo de trânsito dos Estados e II - com veículo da categoria pretendida, com transmissão
do Distrito Federal, tem sua facultatividade para a adoção, mecânica e duplo comando de freios;
de forma integral ou parcial, da substituição prevista nos
III - com veículo identificado como "apreendiz em exame"
parágrafos anteriores.
quando não for veículo destinado à formação de
§ 4º Os Centros de Formação de Condutores deverão condutores.
comprovar junto aos órgãos e entidades executivos de
Parágrafo único. Ao veículo adaptado para portador de
trânsito dos Estados e do Distrito Federal a realização das
deficiência física, a critério médico não se aplica o inciso II.
aulas de prática de direção veicular e de aulas em simulador
de direção veicular executadas no período noturno nos (Redação dada ao parágrafo pela Resolução CONTRAN Nº
termos desta Resolução. 169 DE 17/03/2005):
§ 5º É atribuição dos órgãos e entidades executivos de Art. 16. O Exame de Direção Veicular, para veículo de quatro
trânsito dos Estados e do Distrito Federal fiscalizar as ou mais rodas, é composto de duas etapas:
atividades previstas nos parágrafos 1º e 2º, informando ao
I - estacionar em vaga delimitada por balizas removíveis;
órgão máximo executivo de trânsito da União acerca da sua
execução. II - conduzir o veículo em via pública, urbana ou rural.
§ 6º O Departamento Nacional de Trânsito fiscalizará, direta § 1º A delimitação da vaga balizada para o Exame Prático de
e permanentemente, o cumprimento dos requisitos e Direção Veicular, em veículo de quatro ou mais rodas,
exigências constantes desta Resolução, abrangendo a deverá atender as seguintes especificações, por tipo de
verificação da comunicação eletrônica entre os sistemas de veículo utilizado:
controle e monitoramento do DENATRAN, mais
a) Comprimento total do veículo, acrescido de mais 40
especificamente com o sistema RENACH e dos órgãos
(quarenta por cento) %;
executivos estaduais de trânsito com os simuladores de
direção, na condição de integrantes do processo de b) Largura total do veículo, acrescida de mais 40 (quarenta
formação de condutores incluindo a regularidade na por cento) %.
utilização do hardware e software utilizados.
§ 2º Caberá à autoridade de trânsito do órgão ou entidade
Art. 14. O Exame de Direção Veicular será realizado perante executivo de trânsito do Estado e do Distrito Federal definir
uma comissão formada por três membros, designados pelo o tempo máximo para o estacionamento de veículos em
dirigente do órgão ou entidade executivo de trânsito do espaço delimitado por balizas, para três tentativas,
Estado ou do Distrito Federal. considerando as condições da via e respeitados os seguintes
intervalos:
§ 1º A comissão de que trata o caput deste artigo poderá ser
volante para atender às especificidades de cada Estado ou a) para a categoria "B": de dois a cinco minutos;
do Distrito Federal, a critério do respectivo órgão ou
b) para as categorias "C" e "D": de três a seis minutos;
entidade executivo de trânsito.
b) para a categoria "E": de cinco a nove minutos.
§ 2º No Exame de Direção Veicular, o candidato deverá
estar acompanhado, durante toda a prova, por no mínimo, Art. 17. O Exame de Direção Veicular, para veículo de duas
dois membros da comissão, sendo pelo menos um deles rodas, será realizado em área especialmente destinada para
habilitado na categoria igual ou superior à pretendida pelo tal fim em pista com largura de 2m, e que deverá apresentar
candidato. no mínimo os seguintes obstáculos:
§ 3º O Exame de Direção Veicular para os candidatos à ACC I - ziguezague (slalow) com no mínimo quatro cones
e à categoria "A" deverá ser realizado em área alinhados com distância entre eles de 3,5m (três e meio
especialmente destinada a este fim, que apresente os metros);
obstáculos e as dificuldades da via pública, de forma que o
II - prancha ou elevação com no mínimo oito metros de
examinado possa ser observado pelos examinadores
comprimento, com 30cm (trinta centímetros) de largura e
durante todas as etapas do exame, sendo que pelo menos
3cm (três centímetros) de altura com entrada chanfrada;
um dos membros deverá estar habilitado na categoria "A".
III - sonorizadores com réguas de largura e espaçamento de
(Redação dada ao artigo pela Resolução CONTRAN Nº 169
0,08m (oito centímetros) e altura de 0,025m (dois
DE 17/03/2005):
centímetros e cinco milímetros), na largura da pista e com
Art. 15. Para veículo de quatro ou mais rodas, o Exame de 2,5m (dois e meio metros) de comprimento;
Direção Veicular deverá ser realizado:
IV - duas curvas seqüenciais de 90º (noventa graus) em "L"
I - em locais e horários estabelecidos pelo órgão ou entidade (ele);
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, em
V - duas rotatórias circulares que permitam manobra em
acordo com a autoridade responsável pela via;
formato de "8" (oito).
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Art. 18. O candidato será avaliado, no Exame de Direção h) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza
Veicular, em função da pontuação negativa por faltas grave.
cometidas durante todas as etapas do exame, atribuindo-se
III - Faltas Médias:
a seguinte pontuação:
a) executar o percurso da prova, no todo ou parte dele, sem
I - uma falta eliminatória: reprovação;
estar o freio de mão inteiramente livre;
II - uma falta grave: 03 (três) pontos negativos;
b) trafegar em velocidade inadequada para as condições
III - uma falta média: 02 (dois) pontos negativos; adversas do local, da circulação, do veículo e do clima;
IV - uma falta leve: 01 (um) ponto negativo. c) interromper o funcionamento do motor, sem justa razão,
após o início da prova;
Parágrafo único. Será considerado reprovado na prova
prática de direção veicular o candidato que cometer falta d) fazer conversão incorretamente;
eliminatória ou cuja soma dos pontos negativos ultrapasse a
e) usar buzina sem necessidade ou em local proibido;
3 (três).
f) desengrenar o veículo nos declives;
Art. 19. Constituem faltas no Exame de Direção Veicular,
para veículos das categorias "B", "C", "D" e "E": g) colocar o veículo em movimento, sem observar as
cautelas necessárias;
I - Faltas Eliminatórias:
h) usar o pedal da embreagem, antes de usar o pedal de
a) desobedecer à sinalização semafórica e de parada
freio nas frenagens;
obrigatória;
i) entrar nas curvas com a engrenagem de tração do veículo
b) avançar sobre o meio fio;
em ponto neutro;
c) não colocar o veículo na área balizada, em no máximo
j) engrenar ou utilizar as marchas de maneira incorreta,
três tentativas, no tempo estabelecido;
durante o percurso;
d) avançar sobre o balizamento demarcado quando do
k) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza
estacionamento do veículo na vaga;
média.
e) transitar em contramão de direção;
IV - Faltas Leves:
f) não completar a realização de todas as etapas do exame;
a) provocar movimentos irregulares no veículo, sem motivo
g) avançar a via preferencial; justificado;
h) provocar acidente durante a realização do exame; b) ajustar incorretamente o banco de veículo destinado ao
condutor;
i) exceder a velocidade regulamentada para a via;
c) não ajustar devidamente os espelhos retrovisores;
j) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza
gravíssima. d) apoiar o pé no pedal da embreagem com o veículo
engrenado e em movimento;
II - Faltas Graves:
e) utilizar ou Interpretar incorretamente os instrumentos do
a) desobedecer a sinalização da via, ou ao agente da
painel do veículo;
autoridade de trânsito;
f) dar partida ao veículo com a engrenagem de tração
b) não observar as regras de ultrapassagem ou de mudança
ligada;
de direção;
g) tentar movimentar o veículo com a engrenagem de
c) não dar preferência de passagem ao pedestre que estiver
tração em ponto neutro;
atravessando a via transversal para onde se dirige o veículo,
ou ainda quando o pedestre não haja concluído a travessia, h) cometer qualquer outra infração de natureza leve.
mesmo que ocorra sinal verde para o veículo ;
Art. 20. Constituem faltas, no Exame de Direção Veicular,
d) manter a porta do veículo aberta ou semi-aberta durante para obtenção da ACC ou para veículos da categoria "A":
o percurso da prova ou parte dele;
I - Faltas Eliminatórias:
e) não sinalizar com antecedência a manobra pretendida ou
a) iniciar a prova sem estar com o capacete devidamente
sinalizá-la incorretamente;
ajustado à cabeça ou sem viseira ou óculos de proteção;
f) não usar devidamente o cinto de segurança;
b) descumprir o percurso preestabelecido;
g) perder o controle da direção do veículo em movimento;
c) abalroar um ou mais cones de balizamento;

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d) cair do veículo, durante a prova; indicado pelo Conselho Estadual de Trânsito - CETRAN ou
Conselho de Trânsito do Distrito Federal - CONTRADIFE,
e) não manter equilíbrio na prancha, saindo lateralmente da
conforme dispõe o inciso VI do art. 14 do CTB.
mesma;
Parágrafo único. O veículo destinado à instrução e ao exame
f) avançar sobre o meio fio ou parada obrigatória;
de candidato portador de deficiência física deverá estar
g) colocar o(s) pé(s) no chão, com o veículo em movimento; perfeitamente adaptado segundo a indicação da Junta
Médica Examinadora podendo ser feito, inclusive, em
h) provocar acidente durante a realização do exame.
veículo disponibilizado pelo candidato.
i) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza
Art. 22. No caso de reprovação no Exame Teórico-técnico ou
gravíssima. (Alínea acrescentada pela Resolução CONTRAN
Exame de Direção Veicular, o candidato só poderá repetir o
Nº 169 DE 17/03/2005).
exame depois de decorridos 15 (quinze) dias da divulgação
II - Faltas Graves: do resultado, sendo dispensado do exame no qual tenha
sido aprovado.
a) deixar de colocar um pé no chão e o outro no freio ao
parar o veículo; (Redação dada ao artigo pela Resolução CONTRAN Nº 169
DE 17/03/2005):
b) invadir qualquer faixa durante o percurso;
Art. 23. Na Instrução e no Exame de Direção Veicular para
c) fazer incorretamente a sinalização ou deixar de fazê-la;
candidatos às categorias "B", C", "D" e "E", deverão ser
d) fazer o percurso com o farol apagado; atendidos os seguintes requisitos:
e) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza I - Categoria "B" - veículo motorizado de quatro rodas,
grave. (Redação dada à alínea pela Resolução CONTRAN Nº excetuando-se o quadriciclo;
169 DE 17/03/2005).
II - Categoria "C" - veículo motorizado utilizado no
III - Faltas Médias: transporte de carga, registrado com Peso Bruto Total (PBT)
de, no mínimo, 6.000 kg;
a) utilizar incorretamente os equipamentos;
III - Categoria "D" - veículo motorizado utilizado no
b) engrenar ou utilizar marchas inadequadas durante o
transporte de passageiros, registrado com capacidade
percurso;
mínima de vinte lugares;
c) não recolher o pedal de partida ou o suporte do veículo,
IV - Categoria "E" - combinação de veículos, cujo caminhão
antes de iniciar o percurso;
trator deverá ser acoplado a um reboque ou semi-reboque,
d) interromper o funcionamento do motor sem justa razão, registrado com Peso Bruto Total (PBT) de, no mínimo,
após o início da prova; 6.000kg ou veículo articulado cuja lotação exceda a vinte
lugares.
e) conduzir o veículo durante o exame sem segurar o
guidom com ambas as mãos, salvo f) eventualmente para Art. 24. Quando se tratar de candidato à categoria "A", o
indicação de manobras; Exame de Direção Veicular deverá ser realizado em veículo
de duas rodas com cilindrada acima de 120 (cento e vinte)
f) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza
centímetros cúbicos. (Redação dada ao artigo pela
média.
Resolução CONTRAN Nº 169 DE 17/03/2005).
IV - Faltas Leves:
Art. 25. A aprendizagem e o Exame de Direção Veicular,
a) colocar o motor em funcionamento, quando já para a obtenção da ACC, deverão ser realizados em
engrenado; qualquer veículo de duas rodas classificado como
b) conduzir o veículo provocando movimento irregular no ciclomotor.
mesmo sem motivo justificado; Art. 26. Os condutores de veículos automotores habilitados
c) regular os espelhos retrovisores durante o percurso do na categoria "B", "C", "D" ou "E", que pretenderem obter a
exame; categoria "A" e a ACC, deverão se submeter aos Exames de
Aptidão Física e Mental e de Prática de Direção Veicular,
d) cometer qualquer outra infração de trânsito de natureza comprovando a realização de, no mínimo, 15( quinze)
leve. horas/aula de prática de direção veicular em veículo
Art. 21. O Exame de Direção Veicular para candidato classificado como ciclomotor.
portador de deficiência física será considerado prova (Redação dada ao artigo pela Resolução CONTRAN Nº 169
especializada e deverá ser avaliado por uma comissão DE 17/03/2005):
especial, integrada por, no mínimo um examinador de
trânsito, um médico perito examinador e um membro Art. 27. Os examinadores, para o exercício de suas
atividades, deverão ser designados pelo dirigente do órgão
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ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Art. 31. (Revogado pela Resolução MCid Nº 193 DE
Federal para o período de, no máximo, um ano, permitida a 26/05/2006 e pela Resolução CONTRAN Nº 360 DE
recondução por um período de igual duração, devendo 29/09/2010).
comprovar na data da sua designação e da recondução:
Art. 31-A. O Brasileiro habilitado no exterior, para conduzir
I - possuir CNH no mínimo há dois anos; veiculo automotor no Território Nacional, deverá cumprir o
disposto no § 3º do art. 29 desta Resolução. (Artigo
II - possuir certificado do curso específico, registrado junto
acrescentado pela Resolução CONTRAN Nº 169 DE
ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do
17/03/2005).
Distrito Federal;
Art. 32. (Revogado pela Resolução MCid Nº 193 DE
III - não ter cometido nenhuma infração de trânsito de
26/05/2006 e pela Resolução CONTRAN Nº 360 DE
natureza gravíssima nos últimos doze meses;
29/09/2010).
IV - não estar cumprindo pena de suspensão do direito de
Dos Cursos Especializados
dirigir e, quando cumprida, ter decorrido doze meses;
Art. 33. Os Cursos especializados serão destinados a
V - não estar cumprindo pena de cassação do direito de
condutores habilitados que pretendam conduzir veículo de
dirigir e, quando cumprida, ter decorrido vinte e quatro
transporte coletivo de passageiros, de escolares, de
meses de sua reabilitação.
produtos perigosos ou de emergência, de transporte de
§ 1º São consideradas infrações do examinador, puníveis carga indivisível e motocicletas e motonetas destinadas ao
pelo dirigente do órgão ou entidade executivo de trânsito transporte remunerado de mercadorias (motofrete) e de
dos Estados ou do Distrito Federal: passageiros (motofrete). (Redação do caput dada pela
Resolução CONTRAN Nº 484 DE 07/05/2014).
a) induzir o candidato a erro quanto às regras de circulação
e conduta; § 1º Os cursos especializados serão ministrados:
b) faltar com o devido respeito ao candidato; a) pelos órgão ou entidade executivo de trânsito do Estados
e do Distrito Federal;
c) praticar atos de improbidade contra a fé pública, contra o
patrimônio ou contra a administração pública ou privada. b) por instituições vinculadas ao Sistema Nacional de
Formação de Mão-de-Obra.
§ 2º As infrações constantes do § 1º serão apuradas em
procedimentos administrativos, sendo assegurado o direito § 2º As instituições em funcionamento, vinculadas ao
constitucional da ampla defesa e do contraditório que Sistema Nacional de Formação de Mão-de-Obra
determinarão em função da sua gravidade e credenciadas pelo órgão ou entidade executivo de trânsito
independentemente da ordem seqüencial, as seguintes do Estado ou do Distrito Federal deverão ser recadastradas
penalidades: em até 180 (cento e oitenta) dias da data da publicação
desta Resolução, com posterior renovação a cada dois anos.
a) advertência por escrito;
§ 3º Os conteúdos e regulamentação dos cursos
b) suspensão das atividades por até 30 (trinta) dias;
especializados constam dos anexos desta resolução.
c) revogação da designação.
§ 4º O órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou
Art. 28. O candidato a ACC e a CNH, cadastrado no RENACH, do Distrito Federal registrará no RENACH, em campo
que transferir seu domicilio ou residência para outra específico da CNH, a aprovação nos cursos especializados,
Unidade da Federação, terá assegurado o seu direito de conforme codificação a ser definida pelo órgão máximo
continuar o processo de habilitação na Unidade da executivo de trânsito da União.
Federação do seu novo domicílio ou residência, sem
§ 5º As entidades que, quando da publicação da Resolução
prejuízo dos exames nos quais tenha sido aprovado.
nº 168/04, se encontravam credenciadas para ministrar
Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se exclusivamente cursos especializados, para continuidade do
também, aos condutores que estiverem em processo de exercício de suas atividades, deverão efetuar
adição ou mudança de categoria. recadastramento, renovando-o a cada dois anos. (Parágrafo
acrescentado pela Deliberação CONTRAN Nº 54 DE
Do Candidato ou Condutor Estrangeiro
29/11/2006 e pela Resolução CONTRAN Nº 222 DE
Art. 29. (Revogado pela Resolução MCid Nº 193 DE 11/01/2007).
26/05/2006 e pela Resolução CONTRAN Nº 360 DE
Da Expedição da Carteira Nacional de Habilitação e da
29/09/2010).
Permissão Internacional para Dirigir Veículo
Art. 30. (Revogado pela Resolução MCid Nº 193 DE
§ 6º O curso especializado de transporte de passageiros
26/05/2006 e pela Resolução CONTRAN Nº 360 DE
(mototaxista) e entrega de mercadorias (motofretista) que
29/09/2010).
exerçam atividades remuneradas na condução de
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motocicletas e motonetas poderá ser ministrado por definidos internamente por esses órgãos e entidades, não se
instituições ou entidades públicas ou privadas e centros de exigindo o cumprimento do item 6 do Anexo II. (Parágrafo
formação de condutores. (Redação dada pela Resolução acrescentado pela Resolução CONTRAN Nº 473 DE
CONTRAN Nº 409 DE 02/08/2012) 11/02/2014).
§ 7° As instituições ou entidades públicas ou privadas e § 11. O registro de que trata o § 4º, para os cursos
centros de formação de condutores que desejarem realizar especializados realizados pelos órgãos ou entidades públicas
o curso à distância deverão ser credenciados pelo órgão ou de segurança, de saúde e forças armadas e auxiliares será
entidade executivo de trânsito dos Estados e do Distrito realizado diretamente pelo órgão máximo executivo de
Federal, adotando-se os requisitos estabelecidos no anexo trânsito da União. (Parágrafo acrescentado pela Resolução
III desta resolução. (Redação do parágrafo dada pela CONTRAN Nº 473 DE 11/02/2014).
Resolução CONTRAN Nº 659 DE 14/02/2017).
§ 12. Aplica-se a exigência de curso de transporte de carga
§ 7°A - Os pedidos de credenciamento que atenderem a indivisível aos condutores de guindastes móveis facultados a
todos os requisitos estabelecidos no Anexo III e que forem transitar na via. (Parágrafo acrescentado pela Resolução
negados pelo órgão ou entidade executivo de trânsito dos CONTRAN Nº 484 DE 07/05/2014).
Estados ou do Distrito Federal poderão ser encaminhados
ao DENATRAN pelo interessado. (Parágrafo acrescentado
§ 13. Poderá ser feito o aproveitamento de estudos de
pela Resolução CONTRAN Nº 659 DE 14/02/2017).
conteúdos que o condutor tiver realizado em outro curso
especializado, nos termos do Anexo II. (Parágrafo
§ 7°B - A negativa do órgão ou entidade executivo de
acrescentado pela Resolução CONTRAN Nº 484 DE
trânsito dos Estados ou do Distrito Federal deverá ser por
07/05/2014).
escrito. (Parágrafo acrescentado pela Resolução CONTRAN
Nº 659 DE 14/02/2017). Art. 34. A ACC e a CNH serão expedidas pelo órgão ou
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
Federal, em nome do órgão máximo executivo de trânsito
§ 7°C - Fica vedado aos órgãos e entidades executivos de
da União, ao condutor considerado apto nos termos desta
trânsito dos Estados e do Distrito Federal estabelecer
resolução.
requisitos complementares aos previstos no Anexo III desta
Resolução. (Parágrafo acrescentado pela Resolução § 1º Ao candidato considerado apto nas categorias "A", "B"
CONTRAN Nº 659 DE 14/02/2017). ou "A" e "B", será conferida Permissão para Dirigir com
validade de 01(um) ano e ao término desta, o condutor
§ 7°D - Os órgãos ou entidades executivos de trânsito dos poderá solicitar a CNH definitiva, que lhe será concedida
Estados e do Distrito Federal deverão disponibilizar e desde que tenha cumprido o disposto no § 3º do art. 148 do
manter lista atualizada em seu sítio eletrônico das CTB.
instituições credenciadas na forma disposta nesta
§ 2º Ao candidato considerado apto para conduzir
Resolução. (Parágrafo acrescentado pela Resolução
ciclomotores será conferida ACC provisória com validade de
CONTRAN Nº 659 DE 14/02/2017).
01(um) ano e, ao término desta, o condutor poderá solicitar
§ 8º São reconhecidos os cursos especializados, inclusive na a Autorização definitiva, que lhe será concedida desde que
modalidade ensino à distância, ministrados pelos órgãos de tenha cumprido o disposto no § 3º do art. 148 do CTB.
segurança pública e forças armadas e auxiliares para os seus
§ 3º A CNH conterá as condições e especializações de cada
integrantes, não se aplicando neste caso o previsto na
condutor e terá validade em todo o Território Nacional,
Resolução CONTRAN nº 358/2010. (Redação do parágrafo
equivalendo ao documento de identidade, produzindo seus
dada pela Resolução CONTRAN Nº 435 DE 20/02/2013).
efeitos quando apresentada no original e dentro do prazo
§ 9º As instituições ou entidades públicas ou privadas e os de validade.
centros de formação de condutores que já tenham obtido
§ 4º Quando o condutor possuir CNH, a ACC será inserida
anteriormente junto ao Denatran suas respectivas
em campo específico da mesma, utilizando-se para ambas,
homologações para os cursos de renovação e/ou reciclagem
um único registro conforme dispõe o § 7º do art. 159 do
de condutores na forma do anexo III e/ou IV da resolução
CTB.
168/2004 deverão apenas atualizar os respectivos
conteúdos à grade curricular específica para os cursos § 5º. Para efeito de fiscalização, fica concedido ao condutor
especializados obrigatórios de que trata o caput deste portador de Permissão para Dirigir, prazo idêntico ao
artigo. (Parágrafo acrescentado pela Resolução CONTRAN estabelecido no art. 162, inciso V, do CTB, aplicando-se a
Nº 413 DE 09/08/2012). mesma penalidade e medida administrativa, caso este prazo
seja excedido (Redação dada ao artigo pela Resolução
§ 10. Os conteúdos e regulamentação dos cursos
CONTRAN Nº 169 DE 17/03/2005).
especializados dos órgãos ou entidades públicas de
segurança, de saúde e forças armadas e auxiliares serão

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Art. 35. O documento de Habilitação terá 2 (dois) números mediante devolução da anterior para inutilização.
de identificação nacional e 1 (um) número de identificação (Parágrafo acrescentado pela Resolução CONTRAN Nº 169
estadual, que são: DE 17/03/2005).
I - o primeiro número de identificação nacional - Registro Art. 37. (Revogado pela Resolução CONTRAN Nº 169 DE
Nacional, será gerado pelo sistema informatizado da Base 17/03/2005).
Índice Nacional de Condutores - BINCO, composto de 9
Art. 38. (Revogado pela Resolução CONTRAN Nº 169 DE
(nove) caracteres mais 2 (dois) dígitos verificadores de
17/03/2005).
segurança, sendo único para cada condutor e o
acompanhará durante toda a sua existência como condutor Art. 39. Compete ao órgão máximo executivo de trânsito da
não sendo permitida a sua reutilização para outro condutor. União e ao órgão ou entidade executivo de trânsito do
Estado ou do Distrito Federal, inspecionar o local de emissão
II - o segundo número de identificação nacional - Número do
da CNH.
Espelho da CNH) será formado por 8 (oito) caracteres mais 1
(um) dígito verificador de segurança, autorizado e (Redação do artigo dada pela Resolução CONTRAN Nº 683
controlado pelo órgão máximo executivo de trânsito da DE 25/07/2017):
União, e identificará cada espelho de CNH expedida;
Art. 40. Compete ao órgão máximo executivo de trânsito da
III - o número de identificação estadual será o número do União expedir a Permissão Internacional para Dirigir (PID), o
formulário RENACH, documento de coleta de dados do que poderá ser feito diretamente e mediante delegação aos
candidato/condutor gerado a cada serviço, composto, órgãos executivos dos Estados e do Distrito Federal ou a
obrigatoriamente, por 11 (onze) caracteres, sendo as duas entidade habilitada para esse fim pelo DENATRAN.
primeiras posições formadas pela sigla da Unidade de
§ 1º A PID será expedida conforme modelo definido no
Federação expedidora, facultada a utilização da última
Anexo 7 da Convenção sobre Trânsito Viário, celebrada em
posição como dígito verificador de segurança.
Viena, em 8 de novembro de 1968, e promulgada pelo
§ 1º O número do formulário RENACH identificará a Unidade Decreto nº 86.714, de 10 de dezembro de 1981,
da Federação onde o condutor foi habilitado ou realizou normatizado por Portaria específica do DENATRAN.
alterações de dados no seu prontuário pela última vez.
§ 2º O DENATRAN deverá estabelecer os requisitos e
§ 2º O Formulário RENACH que dá origem às informações na procedimentos a serem observados para a produção e
BINCO e autorização para a impressão da CNH, deverá ficar expedição da PID, bem como para o credenciamento das
arquivado em segurança, no órgão ou entidade executivo de entidades interessadas a produzir a PID e a habilitação das
trânsito do Estado ou do Distrito Federal. entidades interessadas em expedir a PID.
Art. 36. A expedição do documento único de habilitação Art. 40-A. O CONTRAN definirá, no prazo máximo de
dar-se-á: noventa dias da data publicação desta resolução,
regulamentação especificando modelo único do documento
I - na autorização para conduzir ciclomotores (ACC);
de ACC, Permissão para Dirigir e CNH. (Artigo acrescentado
II - na primeira habilitação nas categorias "A", "B" e "A" e pela Resolução CONTRAN Nº 169 DE 17/03/2005).
"B";
III - após o cumprimento do período permissionário,
Das Disposições Gerais
atendendo ao disposto no § 3º do art. 148 do CTB;
Art. 41. A Base Índice Nacional de Condutores - BINCO
IV - na adição ou alteração de categoria;
conterá um arquivo de dados onde será registrada toda e
V - em caso de perda, dano ou extravio; qualquer restrição ao direito de dirigir e de obtenção da ACC
e da CNH, que será atualizado pelos órgão ou entidade
VI - na renovação dos exames, atendendo ao disposto no
executivo de trânsito do Estado e do Distrito Federal.
art. 150 do CTB;
§ 1º O condutor, que for penalizado com a suspensão ou
VII - na aprovação dos exames do processo de reabilitação;
cassação do direito de dirigir, terá o seu registro bloqueado
VIII - na alteração de dados do condutor, exceto mudança pelo mesmo prazo da penalidade.
de endereço;
§ 2º O Registro Nacional do condutor de que trata o art. 35,
IX - no reconhecimento da Carteira de Habilitação que teve cassado o direito de dirigir, será desbloqueado e
estrangeira. mantido, quando da sua reabilitação.
Parágrafo único. Nos processos de adição, mudança de § 3º A suspensão do direito de dirigir ou a proibição de se
categoria ou renovação, estando ainda válida a CNH do obter a habilitação, imputada pelo Poder Judiciário, será
condutor, o órgão ou entidade executivo de trânsito do registrada na BINCO.
Estado ou do Distrito Federal, deverá entregar a nova CNH,

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Art. 41-A. Para efeito desta resolução, os dados requeridos AILTON BRASILIENSE PIRES
para o processo de habilitação e os constantes do RENACH
Presidente
são de propriedade do órgão máximo executivo de trânsito
da União. (Artigo acrescentado pela Resolução CONTRAN Nº JAQUELINE FILGUEIRAS CHAPADENSE
169 DE 17/03/2005).
Ministério das Cidades - Suplente
Art. 42. O condutor que tiver a CNH cassada poderá
RENATO ARAUJO JUNIOR
requerer sua reabilitação, após decorrido o prazo de dois
anos da cassação. (Redação dada ao artigo pela Resolução Ministério da Ciência e Tecnologia - Titular
CONTRAN Nº 169 DE 17/03/2005).
AMILTON COUTINHO RAMOS
Art. 42-A. A reabilitação de que trata o artigo anterior dar-
Ministério da Defesa - Suplente
se-á após o condutor ser aprovado no curso de reciclagem e
nos exames necessários à obtenção de CNH da categoria JUSCELINO CUNHA
que possuía, ou de categoria inferior, preservada a data da
Ministério da Educação - Titular
primeira habilitação.(Artigo acrescentado pela Resolução
CONTRAN Nº 169 DE 17/03/2005). CARLOS ALBERTO F DOS SANTOS
Art. 43. Os candidatos poderão habilitar-se nas categorias Ministério do Meio Ambiente - Suplente
de "A" à "E", obedecida a gradação prevista no Art. 143 do
EDSON DIAS GONÇALVES
CTB e a no Anexo I desta resolução, bem como para a ACC.
Ministério dos Transportes - Titular
Art. 43-A. Fica concedido prazo até 31 de dezembro de 2016
para os condutores de veículos pertencentes a órgãos de EUGENIA MARIA SILVEIRA RODRIGUES
segurança pública e forças armadas e auxiliares realizarem Ministério da Saúde - Suplente
os cursos especializados previstos no inciso IV do art. 145 do
CTB. (Redação do artigo dada pela Resolução CONTRAN Nº
522 DE 25/03/2015).
Art. 43-B. Fica o órgão máximo executivo de trânsito da
OBS: Alterada pelas Resoluções 169/05, 222/07, 285/08,
União autorizado a baixar as instruções necessárias para o
347/10, 360/10, 409/12, 413/12, 422/12, 435/13, 455/13,
pleno funcionamento do disposto nesta resolução,
484/14, 493/14, 659/17, 683/17,685/17
objetivando sempre a praticidade e a agilidade das
operações, em benefício do cidadão. (Artigo acrescentado
pela Resolução CONTRAN Nº 169 DE 17/03/2005).
Art. 43-C. Fica concedido prazo até 28 de fevereiro de 2015
para os condutores de veículos pertencentes a órgãos de 182/05
segurança pública, forças armadas e auxiliares realizarem os
cursos especializados previstos no caput do art. 145 do
CTB. (Artigo acrescentado pela Resolução CONTRAN Nº 473 RESOLUÇÃO N.º 182 DE 09 DE SETEMBRO DE 2005
DE 11/02/2014).
Art. 44. Revogam-se as Resoluções nºs 412, de 21 de janeiro
Dispõe sobre uniformização do procedimento administrativo
de 1969; 491, de 19 de março de 1975; 520 de 19 de julho
para imposição das penalidades de suspensão do direito de
de 1977; 605, de 25 de novembro de 1982; 789, de 13 de
dirigir e de cassação da Carteira Nacional de Habilitação.
novembro de 1994; 800, de 27 de junho de 1995; 804, de 25
de setembro de 1995; 7 de 23 de janeiro de 1998; 50, de 21
de maio de 1998; 55, de 21 de maio de 1998; 57, 21 de maio
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso
de 1998; 58 de 21 de maio de 1998; 67, de 23 de setembro
das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 12, da Lei nº
de 1998; 85, de 4 de maio de 1999; 90, de 4 de maio de
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
1999; 91, de 4 de maio de 1999; 93, de 4 de maio de 1999;
Transito Brasileiro - CTB, e conforme Decreto nº 4.711, de
98, de 14 de julho de 1999 e 161, de 26 de maio de 2004 e
29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do Sistema
art. 3º da Resolução nº 700, de 4 de outubro de 1988 e
Nacional de Transito - SNT,
incisos VIII, IX, X, XI, XII do art. 12 e art. 13 da Resolução nº
74, de 19 de novembro de 1998. CONSIDERANDO a necessidade de adoção de normas
complementares de uniformização do procedimento
Art. 45. Esta Resolução entrará em vigor 90 (noventa) dias
administrativo adotado pelos órgãos e entidades de trânsito
após a data de sua publicação.*
de um sistema integrado;

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CONSIDERANDO a necessidade de uniformizar o eles aplicadas poderão ser computados nos prontuários dos
procedimento relativo à imposição das penalidades de infratores.
suspensão e de cassação da Carteira Nacional de Habilitação
§ 2º Se a infração cometida for objeto de recurso em
na forma do disposto nos arts. 261 e 263 do CTB. resolve:
tramitação na esfera administrativa ou de apreciação
judicial, os pontos correspondentes ficarão suspensos até o
julgamento e, sendo mantida a penalidade, os mesmos
I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
serão computados, observado o período de doze meses,
Art. 1º Estabelecer o procedimento administrativo para considerada a data da infração.
aplicação das penalidades de suspensão do direito de dirigir
Art. 7º Será instaurado processo administrativo para
e cassação da Carteira Nacional de Habilitação - CNH.
aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir
Parágrafo único. Esta resolução não se aplica à Permissão quando a soma dos pontos relativos às infrações cometidas
para Dirigir de que trata os §§ 3º e 4º do art. 148 do CTB. atingir, no período de doze meses, vinte pontos.
Art. 2º As penalidades de que trata esta Resolução serão § 1º Será instaurado um único processo administrativo para
aplicadas pela autoridade de trânsito do órgão de registro aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir
da habilitação, em processo administrativo, assegurada a mesmo que a soma dos pontos referida no caput deste
ampla defesa. artigo ultrapasse vinte no período de doze meses.
Parágrafo único. Os órgãos e entidades do Sistema Nacional § 2º Os pontos relativos às infrações que prevêem, de forma
de Trânsito - SNT que aplicam penalidades deverão prover específica, a aplicação da penalidade de suspensão do
os órgãos de trânsito de registro da habilitação das direito de dirigir não serão computados para fins da
informações necessárias ao cumprimento desta resolução. aplicação da mesma penalidade na forma prevista no inciso
I do art. 3º desta Resolução.
Art. 3º A penalidade de suspensão do direito de dirigir será
imposta nos seguintes casos: Seção II
- POR INFRAÇÃO
I - sempre que o infrator atingir a contagem de vinte pontos,
no período de 12 (doze) meses; Art. 8º Para fins de cumprimento do disposto no inciso II do
art. 3º desta Resolução será instaurado processo
II - por transgressão às normas estabelecidas no CTB, cujas
administrativo para aplicação da penalidade de suspensão
infrações prevêem, de forma específica, a penalidade de
do direito de dirigir quando esgotados todos os meios de
suspensão do direito de dirigir.
defesa da infração na esfera administrativa.
Art. 4º Esta Resolução regulamenta o procedimento
administrativo para a aplicação da penalidade de cassação
da Carteira Nacional de Habilitação para os casos previstos III - DO PROCESSO ADMINISTRATIVO
nos incisos I e II do art. 263 do CTB.
Art. 9º O ato instaurador do processo administrativo
Parágrafo único. A regra estabelecida no inciso III do art. 263 conterá o nome, qualificação do infrator, a infração com
só será aplicada após regulamentação específica do descrição sucinta do fato e indicação dos dispositivos legais
CONTRAN. pertinentes.
Parágrafo único. Instaurado o processo, far-se-á a respectiva
anotação no prontuário do infrator, a qual não constituirá
II - DA SUSPENSÃO DO DIREITO DE DIRIGIR
qualquer impedimento ao exercício dos seus direitos.
Seção I
Art. 10. A autoridade de trânsito competente para impor as
- POR PONTUAÇÃO
penalidades de que trata esta Resolução deverá expedir
Art. 5º Para fins de cumprimento do disposto no inciso I do notificação ao infrator, contendo no mínimo, os seguintes
art. 3º desta Resolução, a data do cometimento da infração dados:
deverá ser considerada para estabelecer o período de 12
I - a identificação do infrator e do órgão de registro da
(doze) meses.
habilitação;
Art. 6º Esgotados todos os meios de defesa da infração na
II - a finalidade da notificação:
esfera administrativa, os pontos serão considerados para
fins de instauração de processo administrativo para a) dar ciência da instauração do processo administrativo;
aplicação da penalidade de suspensão do direito de dirigir.
b) estabelecer data do término do prazo para apresentação
§ 1º Os órgãos e entidades do SNT que aplicam penalidades da defesa;
deverão comunicar aos órgãos de registro da habilitação o
momento em que os pontos provenientes das multas por

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III - os fatos e fundamentos legais pertinentes da infração ou procuração, na forma da lei, sob pena de não conhecimento
das infrações que ensejaram a abertura do processo da defesa.
administrativo, informando sobre cada infração:
Art. 12. Recebida a defesa, a instrução do processo far-se-á
a) nº do auto; através de adoção das medidas julgadas pertinentes,
requeridas ou de ofício, inclusive quanto à requisição de
b) órgão ou entidade que aplicou a penalidade de multa;
informações a demais órgãos ou entidades de trânsito.
c) placa do veículo;
Parágrafo único. Os órgãos e entidades do Sistema Nacional
d) tipificação; de Trânsito, quando solicitados, deverão disponibilizar, em
até trinta dias contados do recebimento da solicitação, os
e) data, local, hora;
documentos e informações necessários à instrução do
f) número de pontos; processo administrativo.
IV - somatória dos pontos, quando for o caso.
§ 1º A notificação será expedida ao infrator por remessa V - DO JULGAMENTO
postal, por meio tecnológico hábil ou por os outros meios
Art. 13. Concluída a análise do processo administrativo, a
que assegurem a sua ciência;
autoridade do órgão de registro da habilitação proferirá
§ 2º Esgotados todos os meios previstos para notificar do decisão motivada e fundamentada.
infrator, a notificação dar-se-á por edital, na forma da lei;
Art. 14. Acolhida as razões de defesa, o processo será
§ 3º A ciência da instauração do processo e da data do arquivado, dando-se ciência ao interessado.
término do prazo para apresentação da defesa também
Art. 15. Em caso de não acolhimento da defesa ou do seu
poderá se dar no próprio órgão ou entidade de trânsito,
não exercício no prazo legal, a autoridade de trânsito
responsável pelo processo.
aplicará a penalidade.
§ 4º Da notificação constará a data do término do prazo
para a apresentação da defesa, que não será inferior a
quinze dias contados a partir da data da notificação da VI - DA APLICAÇÃO DA PENALIDADE
instauração do processo administrativo.
Art. 16. Na aplicação da penalidade de suspensão do direito
§ 5º A notificação devolvida por desatualização do endereço de dirigir a autoridade levará em conta a gravidade da
do infrator no RENACH, será considerada válida para todos infração, as circunstâncias em que foi cometida e os
os efeitos legais. antecedentes do infrator para estabelecer o período da
suspensão, na forma do art. 261 do CTB, observados os
§ 6º A notificação a pessoal de missões diplomáticas, de
seguintes critérios:
repartições consulares de carreira e de representações de
organismos internacionais e de seus integrantes será I - Para infratores não reincidentes na penalidade de
remetida ao Ministério das Relações Exteriores para as suspensão do direito de dirigir no período de doze meses:
providências cabíveis, passando a correr os prazos a partir
a) de 01 (um) a 03 (três) meses, para penalidades de
do seu conhecimento pelo infrator.
suspensão do direito de dirigir aplicadas em razão de
infrações para as quais não sejam previstas multas
agravadas;
IV - DA DEFESA
b) de 02 (dois) a 06 (seis) meses, para penalidades de
Art. 11. A defesa deverá ser interposta por escrito, no prazo
suspensão do direito de dirigir aplicadas em razão de
estabelecido, contendo, no mínimo, os seguintes dados:
infrações para as quais sejam previstas multas agravadas
I - nome do órgão de registro da habilitação a que se dirige; com fator multiplicador de três vezes; (Redação da alínea
dada pela Resolução CONTRAN Nº 557 DE 15/10/2015).
II - qualificação do infrator;
c) de 04 (quatro) a 10 (dez), para penalidades de suspensão
III - exposição dos fatos, fundamentação legal do pedido,
do direito de dirigir aplicadas em razão de infrações para as
documentos que comprovem a alegação;
quais sejam previstas multas agravadas com fator
IV - data e assinatura do requerente ou de seu multiplicador de cinco vezes;(Redação da alínea dada pela
representante legal. Resolução CONTRAN Nº 557 DE 15/10/2015).
§ 1º A defesa deverá ser acompanhada de cópia de d) de 08 (oito) a 12 (doze) meses, para penalidades de
identificação civil que comprove a assinatura do infrator; suspensão do direito de dirigir aplicadas em razão de
infrações para as quais sejam previstas multas agravadas
§ 2º O infrator poderá ser representado por procurador
com fator multiplicador de dez vezes. (Alínea acrescentada
legalmente habilitado mediante apresentação de
pela Resolução CONTRAN Nº 557 DE 15/10/2015).
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II - Para infratores reincidentes na penalidade de suspensão § 2º Será anotada no RENACH a data do início do efetivo
do direito de dirigir no período de doze meses: cumprimento da penalidade.
a) de 06 (seis) a 10 (dez) meses, para penalidades de § 3º Sendo o infrator flagrado conduzindo veículo,
suspensão do direito de dirigir aplicadas em razão de encerrado o prazo para a entrega da CNH, será instaurado
infrações para as quais não sejam previstas multas processo administrativo de cassação do direito de dirigir,
agravadas; nos termos do inciso I do art. 263 do CTB.
b) de 08 (oito) a 16 (dezesseis) meses, para penalidades de Art. 20. A CNH ficará apreendida e acostada aos autos e será
suspensão do direito de dirigir aplicadas em razão de devolvida ao infrator depois de cumprido o prazo de
infrações para as quais sejam previstas multas agravadas suspensão do direito de dirigir e comprovada a realização do
com fator multiplicador de três vezes; curso de reciclagem.
c) de 10 (dez) a 20 (vinte) meses, para penalidades de Art. 21. Decorridos dois anos da cassação da CNH, o infrator
suspensão do direito de dirigir aplicadas em razão de poderá requerer a sua reabilitação, submetendo-se a todos
infrações para as quais sejam previstas multas agravadas os exames necessários à habilitação, na forma estabelecida
com fator multiplicador de cinco. (Redação da alínea dada no § 2º do art. 263 do CTB.
pela Resolução CONTRAN Nº 557 DE 15/10/2015).
d) de 16 (dezesseis) a 24 (vinte e quatro) meses, para
VIII - DA PRESCRIÇÃO
penalidades de suspensão do direito de dirigir aplicadas em
razão de infrações para as quais sejam previstas multas Art. 22. A pretensão punitiva das penalidades de suspensão
agravadas com o fator multiplicador de dez vezes. (Alínea do direito de dirigir e cassação de CNH prescreverá em cinco
acrescentada pela Resolução CONTRAN Nº 557 DE anos, contados a partir da data do cometimento da infração
15/10/2015). que ensejar a instauração do processo administrativo.
Art. 17. Aplicada a penalidade, a autoridade notificará o Parágrafo único. O prazo prescricional será interrompido
infrator utilizando o mesmo procedimento dos §§ 1º e 2º do com a notificação estabelecida na forma do art. 10 desta
art. 10 desta Resolução, para interpor recurso ou entregar Resolução.
sua CNH no órgão de registro da habilitação, até a data do
Art. 23. A pretensão executória das penalidades de
término do prazo constante na notificação, que não será
suspensão do direito de dirigir e cassação da CNH prescreve
inferior a trinta dias contados a partir da data da notificação
em cinco anos contados a partir da data da notificação para
da aplicação da penalidade.
a entrega da CNH, prevista no art. 19 desta Resolução.
Art. 18. Da notificação da aplicação da penalidade constarão
no mínimo, os seguintes dados:
IX - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
I - identificação do órgão de registro da habilitação,
responsável pela aplicação da penalidade; Art. 24. No curso do processo administrativo de que trata
esta Resolução não incidirá nenhuma restrição no
II - identificação do infrator e número do registro da CNH;
prontuário do infrator, inclusive para fins de mudança de
III - número do processo administrativo; categoria da CNH, renovação e transferência para outra
unidade da Federação, até a notificação para a entrega da
IV - a penalidade aplicada e sua fundamentação legal;
CNH, de que trata o art. 19.
V - data do término do prazo para interpor recurso junto à
§ 1º O processo administrativo deverá ser concluído no
JARI.
órgão executivo estadual de trânsito que o instaurou,
mesmo que haja transferência do prontuário para outra
unidade da Federação.
VII - DO CUMPRIMENTO DA PENALIDADE
§ 2º O órgão executivo estadual de trânsito que instaurou o
Art. 19. Mantida a penalidade pelos órgãos recursais ou não
processo e aplicou a penalidade de suspensão do direito de
havendo interposição de recurso, a autoridade de trânsito
dirigir ou cassação da CNH, deverá comunicá-la ao órgão
notificará o infrator, utilizando o mesmo procedimento dos
executivo estadual de trânsito para onde foi transferido o
§§ 1º e 2º do art. 10 desta Resolução, para entregar sua
prontuário, para fins de seu efetivo cumprimento.
CNH até a data do término do prazo constante na
notificação, que não será inferior a 48 (quarenta e oito) Art. 25. As defesas e os recursos não serão conhecidos
contadas a partir da notificação, sob as penas da lei. quando interpostos:
§ 1º Encerrado o prazo previsto no caput deste artigo, a I - fora do prazo;
imposição da penalidade será inscrita no RENACH.
II - por quem não seja parte legítima.

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Parágrafo único. O não conhecimento do recurso não estabelecida através do Decreto 4.711 de 29/05/2003,
impede a autoridade de trânsito e as instâncias recursais de resolve:
reverem de ofício ato ilegal, desde que não ocorrida a
Art. 1º Fica alterado o modelo dos Certificados de Registro
preclusão administrativa.
de Veículos CRV e dos Certificados de Registro e
Art. 26. Na contagem dos prazos, excluir-se-á o dia do início Licenciamento de Veículos CRLV, estabelecidos nos Anexos
e incluir-se-á o do vencimento, e considerar-se-ão os dias I, II e III da Resolução nº 16 de 06/02/1998, substituindo-se
consecutivos. o texto “MINISTÉRIO DA JUSTIÇA” por “MINISTÉRIO DAS
CIDADES”, e a sigla RTB para RNTRC.
Art. 27. A autenticação das cópias dos documentos exigidos
poderá ser feita por servidor do órgão de trânsito, à vista Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
dos originais. publicação, com efeitos a partir do estabelecimento de nova
seriação numérica de CRV e CRLV 678373001.
Art. 28. Fica o órgão máximo executivo de trânsito da União
autorizado a expedir instruções necessárias para o pleno ALFREDO PERES DA SILVA
funcionamento do disposto nesta Resolução, objetivando
Presidente
sempre a praticidade e a agilidade das operações, em
benefício do cidadão usuário dos serviços. JAQUELINE FILGUEIRAS CHAPADENSE
Art. 29. Os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do PACHECO
Distrito Federal terão até o dia 1º de março de 2006 para
Ministério das Cidades - Suplente
adequarem seus procedimentos aos termos da presente
Resolução. RENATO ARAUJO JUNIOR
Art. 30. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua Ministério da Ciência e Tecnologia -Titular
publicação, revogadas às disposições em contrário, em
FERNANDO MARQUE S DE FREITAS
especial a Resolução nº 54/98.
Ministério da Defesa - Suplente
AILTON BRASILIENSE PIRES
CARLOS ALBERTO FERREIRA DOS SANTOS
Presidente do Conselho
Ministério do Meio Ambiente - Suplente
VALTER CHAVES COSTA
OBS: Em vigor a partir de 24/10/2005 Revoga a Resolução
Contran nº 54/98. Ministério da Saúde - Titular

Retificação EDSON DIAS GONÇALVES


Ministério dos Transportes – Titular

187/06
OBS: Revogada pela Resolução 599/16
RESOLUÇÃO Nº 187, DE 25 DE JANEIRO DE 2006
Altera os Anexos I e III da Resolução nº 16, de 06 de
fevereiro de 1998, que especifica o modelo dos Certificados 205/06
de Registro de Veículos CRV e Certificados de Registro e
Licenciamento de Veículos CRLV. RESOLUÇÃO Nº 205 DE 20 DE OUTUBRO DE 2006.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso Dispõe sobre os documentos de porte obrigatório e dá
da competência que lhe confere o art.12, da Lei 9.503, de 23 outras providências.
de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito
Considerando o que disciplinam os artigos 133, 141, 159 e
Brasileiro, e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de maio de
232 do CTB que tratam do Certificado de Registro e
2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional
Licenciamento Anual – CRLV, da Autorização para Conduzir
de Trânsito, e
Ciclomotores, da Carteira Nacional de Habilitação – CNH, da
Considerando o constante do Processo 80001. Permissão para Dirigir e do porte obrigatório de
000743/2006-11; documentos;
Considerando a necessidade de adequação dos modelos de Considerando que o artigo 131 do CTB estabelece que a
Certificados de Registro de Veículos CRV e dos Certificados quitação dos débitos relativos a tributos, encargos e multas
de Registro e Licenciamento de Veículos CRLV, à estrutura de trânsito e ambientais, entre outros, o Imposto sobre
organizacional do Sistema Nacional de Trânsito, Propriedade de Veículos Automotores – IPVA e do Seguro
Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos

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Automotores de Vias Terrestres – DPVAT, é condição para o 210/06


licenciamento anual do veículo;
Considerando os veículos de transporte que transitam no
país, com eventuais trocas de motoristas e em situações RESOLUÇÃO Nº 210 DE 13 DE NOVEMBRO DE 2006
operacionais nas quais se altera o conjunto de veículos;
Considerando que a utilização de cópias reprográficas do
Certificado de Registro e Licenciamento Anual – CRLV MINISTÉRIO DAS CIDADES
dificulta a fiscalização, resolve: CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO
Art. 1o Os documentos de porte obrigatório do condutor do Estabelece os limites de peso e dimensões para veículos que
veículo são: transitem por vias terrestres e dá outras providências.
I – Autorização para Conduzir Ciclomotor – ACC, Permissão O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso
para Dirigir ou Carteira Nacional de Habilitação – CNH, no da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da lei
original; nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código
II – Certificado de Registro e Licenciamento Anual – CRLV, de Trânsito Brasileiro e nos termos do disposto no Decreto
no original. nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação
do Sistema Nacional de Trânsito.
§ 1o Os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do
Distrito Federal deverão expedir vias originais do Certificado Considerando o que consta do Processo nº
de Registro e Licenciamento Anual – CRLV, desde que 80001.003544/2006-56;
solicitadas pelo proprietário do veículo. Considerando o disposto no art. 99, do Código de Trânsito
§ 2o Da via mencionada no parágrafo anterior deverá Brasileiro, que dispõe sobre peso e dimensões; e
constar o seu número de ordem, respeitada a cronologia de Considerando a necessidade de estabelecer os limites de
sua expedição. pesos e dimensões para a circulação de veículos, resolve:
Art. 2o Sempre que for obrigatória a aprovação em curso Art. 1º As dimensões autorizadas para veículos, com ou
especializado, o condutor deverá portar sua comprovação sem carga, são as seguintes:
até que essa informação seja registrada no RENACH e
incluída, em campo específico da CNH, nos termos do § 4o I – largura máxima: 2,60m;
do art. 33 da Resolução do CONTRAN no 168/2005. II – altura máxima: 4,40m;
Art. 3o Cópia autenticada pela repartição de trânsito do III – comprimento total:
Certificado de Registro e Licenciamento Anual – CRLV será
admitida até o vencimento do licenciamento do veículo a) veículos não-articulados: máximo de 14,00 metros;
relativo ao exercício de 2006. c Artigo com a redação dada b) veículos não-articulados de transporte coletivo urbano de
pela Res. do CONTRAN nº 235, de 11-5-2007. passageiros que possuam 3º eixo de apoio direcional:
Art. 4o Os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do máximo de 15 metros;
Distrito Federal têm prazo até 15 de fevereiro de 2007 para b1) veículos não articulados de característica rodoviária para
se adequarem ao disposto nesta Resolução. o transporte coletivo de passageiros na configuração de
Art. 5o O não cumprimento das disposições desta Resolução chassi 8x2: máximo de 15 metros (acrescido pela resolução
implicará nas sanções previstas no art. 232 do Código de CONTRAN nº 628 de 30/11/2016.)
Trânsito Brasileiro – CTB. c) veículos articulados de transporte coletivo de passageiros:
Art. 6o Esta Resolução entrará em vigor na data de sua máximo 18,60 metros;
publicação, revogada a Resolução do CONTRAN no 13/98, d) veículos articulados com duas unidades, do tipo
respeitados os prazos previstos nos artigos 3o e 4o . Alfredo caminhão-trator e semi-reboque: máximo de 18,60 metros;
Peres da Silva Presidente
e) veículos articulados com duas unidades do tipo caminhão
OBS: Em vigor Alterada pela Resolução Contran nº 235. ou ônibus e reboque: máximo de 19,80;
Revoga a Resolução Contran nº 13/98, respeitados os
prazos previstos nos artigos 3º e 4º. artigo 3º alterado pela f) veículos articulados com mais de duas unidades: máximo
Deliberação Contran nº 57/07 de 19,80 metros.
§ 1º Os limites para o comprimento do balanço traseiro de
veículos de transporte de passageiros e de cargas são os
seguintes:

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I – nos veículos não-articulados de transporte de carga, até h) peso bruto total combinado para combinações de
60 % (sessenta por cento) da distância entre os dois eixos, veículos articulados com mais de duas unidades e
não podendo exceder a 3,50m (três metros e cinqüenta comprimento inferior a 17,50 m: 45 t;
centímetros);
i) para a combinação de veículos de carga – CVC, com mais
II – nos veículos não-articulados de transporte de de duas unidades, incluída a unidade tratora, o peso bruto
passageiros: total poderá ser de até 57 toneladas, desde que cumpridos
os seguintes requisitos:
a) com motor traseiro: até 62% (sessenta e dois por cento)
da distância entre eixos; 1 – máximo de 7 (sete) eixos;
b) com motor central: até 66% (sessenta e seis por cento) da 2 – comprimento máximo de 19,80 metros e mínimo de
distância entre eixos; 17,50 metros;
c) com motor dianteiro: até 71% (setenta e um por cento) 3 – unidade tratora do tipo caminhão trator;
da distância entre eixos.
4 – estar equipadas com sistema de freios conjugados entre
§ 2º À distância entre eixos, prevista no parágrafo anterior, si e com a unidade tratora atendendo ao estabelecido pelo
será medida de centro a centro das rodas dos eixos dos CONTRAN;
extremos do veículo.
5 –o acoplamento dos veículos rebocados deverá ser do tipo
§ 3° O balanço dianteiro dos semi-reboques deve obedecer automático conforme NBR 11410/11411 e estarem
a NBR NM ISO 1726. reforçados com correntes ou cabos de aço de segurança;
§ 4° Não é permitido o registro e licenciamento de veículos, 6 – o acoplamento dos veículos articulados com pino rei e
cujas dimensões excedam às fixadas neste artigo, salvo nova quinta roda deverão obedecer ao disposto na NBR NM
configuração regulamentada pelo CONTRAN. ISO337.
Art. 2º Os limites máximos de peso bruto total e peso §2º – peso bruto por eixo isolado de dois pneumáticos: 6 t;
bruto transmitido por eixo de veículo, nas superfícies das
§3º – peso bruto por eixo isolado de quatro pneumáticos:
vias públicas, são os seguintes:
10 t;
§1º – peso bruto total ou peso bruto total combinado,
§4º – peso bruto por conjunto de dois eixos direcionais,
respeitando os limites da capacidade máxima de tração -
com distância entre eixos de no mínimo 1,20 metros,
CMT da unidade tratora determinada pelo fabricante:
independente da distancia do primeiro eixo traseiro,
a) peso bruto total para veículo não articulado: 29 t dotados de dois pneumáticos cada;12t. (redação do
paragrafo dada pela Resolução CONTRA nº 577 de
b) veículos com reboque ou semi-reboque, exceto
24/02/2016.)
caminhões: 39,5 t;
§5º – peso bruto por conjunto de dois eixos em tandem,
c) peso bruto total combinado para combinações de
quando à distância entre os dois planos verticais, que
veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-
contenham os centros das rodas, for superior a 1,20m e
trator e semi-reboque, e comprimento total inferior a 16 m:
inferior ou igual a 2,40m: 17 t;
45 t;
§6º – peso bruto por conjunto de dois eixos não em tandem,
d) peso bruto total combinado para combinações de
quando à distância entre os dois planos verticais, que
veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-
contenham os centros das rodas, for superior a 1,20m e
trator e semi-reboque com eixos em tandem triplo e
inferior ou igual a 2,40m: 15 t;
comprimento total superior a 16 m: 48,5 t;
§7º – peso bruto por conjunto de três eixos em tandem,
e) peso bruto total combinado para combinações de
aplicável somente a
veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-
semi-reboque, quando à distância entre os três planos
trator e semi-reboque com eixos distanciados, e
verticais, que contenham os centros das rodas, for superior
comprimento total igual ou superior a 16 m: 53 t;
a 1,20m e inferior ou igual a 2,40m: 25,5t;
f) peso bruto total combinado para combinações de veículos
§8º – peso bruto por conjunto de dois eixos, sendo um
com duas unidades, do tipo caminhão e reboque, e
dotado de quatro pneumáticos e outro de dois pneumáticos
comprimento inferior a 17,50 m: 45 t;
interligados por suspensão especial, quando à distância
g) peso bruto total combinado para combinações de entre os dois planos verticais que contenham os centros das
veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão e rodas for:
reboque, e comprimento igual ou superior a 17,50 m: 57 t;
a) inferior ou igual a 1,20m; 9 t;
b) superior a 1,20m e inferior ou igual a 2,40m: 13,5 t.

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"Art. 2º-A - Os veículos de característica rodoviária para sobre a via e considerando os limites dessa via, com
transporte coletivo de passageiros terão os seguintes limites validade máxima de um ano e de acordo com o
máximos de Peso Bruto Total (PBT) e peso bruto transmitido licenciamento, renovada até o sucateamento do veículo e
por eixo nas superfícies das vias públicas: obedecendo aos seguintes parâmetros:
Art. 3º Os limites de peso bruto por eixo e por conjunto de a) volume de tráfego;
eixos, estabelecidos no artigo anterior, só prevalecem se
b) traçado da via;
todos os pneumáticos, de um mesmo conjunto de eixos,
forem da mesma rodagem e calçarem rodas no mesmo c) projeto do conjunto veicular, indicando dimensão de
diâmetro. largura, comprimento e altura, número de eixos, distância
entre eles e pesos.
Art. 4º Considerar-se-ão eixos em tandem dois ou mais eixos
que constituam um conjunto integral de suspensão, Art. 8º Para os veículos não-articulados registrados e
podendo qualquer deles ser ou não motriz. licenciados até 13 de novembro de 1996, com balanço
traseiro superior a 3,50 metros e limitado a 4,20 metros,
§1º Quando, em um conjunto de dois ou mais eixos, a
respeitados os 60% da distância entre os eixos, será
distância entre os dois planos verticais paralelos, que
concedida Autorização Específica fornecida pela autoridade
contenham os centros das rodas for superior a 2,40m, cada
com circunscrição sobre a via, com validade máxima de um
eixo será considerado como se fosse distanciado.
ano e de acordo com o licenciamento e renovada até o
§2º Em qualquer par de eixos ou conjunto de três eixos em sucateamento do veículo.
tandem, com quatro pneumáticos em cada, com os
Parágrafo único §1º A Autorização Específica de que trata
respectivos limites legais de 17 t e 25,5t, a diferença de peso
este artigo, destinada aos veículos combinados, poderá ser
bruto total entre os eixos mais próximos não deverá exceder
concedida mesmo quando o caminhão trator tiver sido
a 1.700kg.
registrado e licenciado após 13 de novembro de 1996.
Art. 5º Não será permitido registro e o licenciamento de
Art. 9o A partir de 180 dias da data de publicação desta
veículos com peso excedente aos limites fixado nesta
resolução, os semi-reboques das combinações com um ou
Resolução.
mais eixos distanciados contemplados na alínea “e” do
Art. 6º Os veículos de transporte coletivo com peso por eixo parágrafo 1º do Art. 2°, somente poderão ser homologados
superior ao fixado nesta Resolução e licenciados antes de 13 e/ ou registrados se equipados com suspensão pneumática
de novembro de 1996, poderão circular até o término de e eixo auto-direcional em pelo menos um dos eixos.
sua vida útil, desde que respeitado o disposto no art. 100,
§ 1º - A existência da suspensão pneumática e do eixo auto-
do Código de Trânsito Brasileiro e observadas as condições
direcional deverá constar no campo das observações do
do pavimento e das obras de arte.
Certificado de Registro (CRV) e do Certificado de Registro e
Art. 7º Os veículos em circulação, com dimensões Licenciamento (CRLV) do semi-reboque.
excedentes aos limites fixados no art 1º, registrados e
§ 2º Fica assegurado o direito de circulação até o
licenciados até 13 de novembro de 1996, poderão circular
sucateamento dos semi-reboques, desde que homologados
até seu sucateamento, mediante Autorização Específica e
e/ ou registrados até 180 dias da data de publicação desta
segundo os critérios abaixo:
Resolução, mesmo que não atendam as especificações do
I – para veículos que tenham como dimensões máximas, até caput deste artigo.
20,00 metros de comprimento; até 2,86 metros de largura,
Art.10 O disposto nesta Resolução não se aplica aos veículos
e até 4,40 metros de altura, será concedida Autorização
especialmente projetados para o transporte de carga
Específica Definitiva, fornecida pela autoridade com
indivisível, conforme disposto no Art. 101 do Código de
circunscrição sobre a via, devidamente visada pelo
Trânsito Brasileiro – CTB.
proprietário do veículo ou seu representante credenciado,
podendo circular durante as vinte e quatro horas do dia, Art.11 As Combinações de Veículos de Carga-CVC de 57 t
com validade até o seu sucateamento, e que conterá os serão dotadas obrigatoriamente de tração dupla do tipo 6X4
seguintes dados: (seis por quatro), a partir de 21 de outubro de 2010.
a) nome e endereço do proprietário do veículo; Parágrafo único: Fica assegurado o direito de circulação das
Combinações de Veículos de Carga – CVC com mais de duas
b) cópia do Certificado de Registro e Licenciamento do
unidades, sete eixos e Peso Bruto Total Combinado – PBTC
Veículo – CRLV;
de no máximo 57 toneladas, equipadas com unidade tratora
c) desenho do veículo, suas dimensões e excessos. de tração simples, dotado de 3º eixo, desde que respeitados
os limites regulamentares e registradas e licenciadas até 5
II – para os veículos cujas dimensões excedam os limites
(cinco) anos contados a partir de 21/10/2005.
previstos no inciso I poderá ser concedida Autorização
Específica, fornecida pela autoridade com circunscrição

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Art.12 O não cumprimento do disposto nesta Resolução O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, usando
implicará nas sanções previstas no art. 231 do Código de a competência que lhe confere o inciso I do Artigo 12 da Lei
Trânsito Brasileiro, no que couber. 9503 de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
Trânsito Brasileiro – CTB e conforme o Decreto N° 4.711, de
"Art. 12-A. O peso e as dimensões máximos aqui
29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do Sistema
estabelecidos não excluem a competência dos demais
Nacional de Trânsito, e
órgãos e entidades executivos rodoviários fixarem valores
mais restritivos em relação a vias sob sua circunscrição, de Considerando que a regulamentação da matéria contribuirá
acordo com as restrições ou limitações estruturais da área, para a unificação de entendimento no âmbito dos órgãos e
via/pista, faixa ou obra de arte, desde que observado o entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito –
estudo de engenharia respectivo. SNT, para fins de inspeção e fiscalização;
Parágrafo único. O órgão e entidade com circunscrição Considerando que os requisitos estabelecidos nas Normas
sobre a via deverá observar a regular colocação de Brasileiras da ABNT objetivam fixar condições de segurança
sinalização vertical regulamentadora, nos termos do Manual e requisitos mínimos para vidros de segurança instalados
de Sinalização Vertical de Regulamentação, especialmente em veículos automotores, reduzir os riscos de lesões aos
as placas R-14 e R-17, conforme o caso." seus ocupantes e assegurar visibilidade condutores de
veículos, resolve:
Art. 1°. Fixar requisitos técnicos e estabelecer exigências
Art. 13 Esta Resolução entrará em vigor na data de sua
sobre as condições de segurança dos pára-brisas de veículos
publicação, produzindo efeito a partir de 01/01/2007.
automotores e de visibilidade do condutor para fins de
Art. 14 Ficam revogadas, a partir de 01/01/2007, as circulação nas vias públicas.
Resoluções CONTRAN 12/98 e 163/04.
Art. 2º Para efeito desta Resolução, as trincas e fraturas
Alfredo Peres da Silva de configuração circular são consideradas dano ao pára-
brisa.
Presidente
Art. 3º Na área crítica de visão do condutor e em uma faixa
Fernando Marques de Freitas
periférica de 2,5 centímetros de largura das bordas externas
Ministério da Defesa – Suplente do pára-brisa não devem existir trincas e fraturas de
configuração circular, e não podem ser recuperadas.
Rodrigo Lamego de Teixeira Soares
Art. 4° Nos pára-brisas dos ônibus, microônibus e
Ministério da Educação – Titular
caminhões, a área crítica de visão do condutor conforme
Carlos Alberto Ferreira dos Santos figura ilustrativa do anexo desta resolução é aquela situada
a esquerda do veículo determinada por um retângulo de 50
Ministério do Meio Ambiente – Suplente
centímetros de altura por 40 centímetros de largura, cujo
Valter Chaves Costa eixo de simetria vertical é demarcado pela projeção da linha
de centro do volante de direção, paralela à linha de centro
Ministério da Saúde – Titular
do veículo, cuja base coincide com a linha tangente do
Edson Dias Gonçalves ponto mais alto do volante.
Ministério dos Transportes – Titular Parágrafo único. Nos pára-brisas dos veículos de que trata o
caput deste artigo, são permitidos no máximo três danos,
exceto nas regiões definidas no art. 3º, respeitados os
OBS: Em vigor Alterada pelas Resoluções 284, seguintes limites:
326, 577/16, 608/16, 625/16 e 628/16 e pela Deliberação
I – Trinca não superior a 20 centímetros de
105/10
comprimento;
II – Fratura de configuração circular não superior a
216/06 4 centímetros de diâmetro.
Art. 5°. Nos demais veículos automotores, a área crítica de
visão do condutor é a metade esquerda da região de
RESOLUÇÃO N° 216 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 varredura das palhetas do limpador de pára-brisa.
Fixa exigências sobre condições de segurança e visibilidade Parágrafo único. Nos pára-brisas dos veículos de que trata o
dos condutores em pára-brisas em veículos automotores, caput deste artigo, são permitidos no máximo dois danos,
para fins de circulação nas vias públicas. exceto nas regiões definidas no art. 3º, respeitando os
seguintes limites:

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I – Trinca não superior a 10 centímetros de 224/06


comprimento;
II – Fratura de configuração circular não superior a
4 centímetros de diâmetro. RESOLUÇÃO Nº 224, DE 9 DE FEVEREIRO DE 2006

Art. 6º. O descumprimento do disposto nesta Resolução Estabelece requisitos de desempenho dos sistemas
sujeita o infrator às sanções previstas no artigo 230, inciso limpador e lavador do pára-brisa para fins de homologação
XVIII c/c o artigo 270, § 2º, do Código de Trânsito Brasileiro. de veículos automotores

Art. 7°. Esta Resolução entra em vigor na data de sua O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, usando
publicação, revogadas as disposições em contrário. da competência que lhe confere o inciso I do art. 12 da Lei
nº 9503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código
Alfredo Peres da Silva de Trânsito Brasileiro – CTB, e conforme o Decreto nº 4711,
Presidente de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do
Sistema Nacional de Trânsito, e Considerando a necessidade
José Antonio Silvério de aperfeiçoar e atualizar os requisitos de segurança para os
Ministério da Ciência e Tecnologia – Suplente veículos nacionais e importados; resolve:

Rodrigo Lamego de Teixeira Soares Art. 1º - Para fins de homologação, os veículos automotores
destinados ao transporte de passageiros com até nove
Ministério da Educação – Titular lugares sentados, incluindo o condutor, e os veículos
Fernando Marques de Freitas destinados ao transporte de carga com peso bruto não
superior a 3,5 ton, tendo pelo menos 4 rodas e uma
Ministério da Defesa – Suplente velocidade máxima superior a 25 km/h. deverão estar
Carlos Alberto Ferreira dos Santos equipados com sistemas de limpador e lavador de pára-
brisas que atendam as características e os requisitos de
Ministério do Meio Ambiente – Suplente desempenho especificados no Anexo desta Resolução
Edson Dias Gonçalves Art. 2º - Alternativamente se admitirá a homologação de
Ministérios dos Transportes – Titular veículos que cumpram com os sistemas de limpador e
lavador do pára-brisa que atendam a Diretiva 78/318/EEC,
emendada pela Diretiva 94/68/EEC, ou a norma FMVSS 104,
de 24 de setembro de 1998.
ANEXO Art. 3º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publicação, produzindo efeito 360 dias após, revogando as
ÁREA CRÍTICA DE VISÃO DO CONDUTOR alíneas I e J do artigo 1º da Resolução 461/72 do CONTRAN
e o item 1 do parágrafo único do artigo 1º da Resolução
463/73 do CONTRAN.
ALFREDO PERES DA SILVA Presidente JAQUELINE
FILGUEIRAS CHAPADENSE PACHECO Ministério das Cidades
– Suplente RODRIGO LAMEGO DE TEIXEIRA SOARES
Ministério da Educação – Titular JOÃO PAULO SYLLOS
Ministério da Defesa – Titular CARLOS ALBERTO FERREIRA
DOS SANTOS Ministério do Meio Ambiente – Suplente
WALDEMAR FINI JUNIOR Ministério dos Transportes –
Suplente VALTER CHAVES COSTA Ministério da Saúde –
Titular

Nota - Para a identificação do retângulo de 40x 50 cm o


ANEXO
Agente poderá valer-se de um gabarito com as referidas
dimensões, feito em papel, plástico, madeira ou metal, com A) Sistema Limpador de Pára-brisa
uma indicação em sua parte central, a qual posicionada no
1. Objetivo Proporcionar ao condutor condições mínimas de
nível superior do volante da direção, na posição central,
visibilidade por meio da varredura da superfície externa do
possibilitará a identificação precisa da área crítica de visão
pára-brisa.
do condutor.
OBS: Em vigor a partir de 27/12/2006.

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2. APLICAÇÃO 3.5. Ângulo previsto de inclinação do tronco (ver norma NBR


6055 para determinação do ponto H)
2.1 Este Anexo aplica-se ao campo de visão em um ângulo
de 180º para a frente dos condutores dos os veículos 3.6. Pontos V: são os pontos cuja posição no interior do
automotores destinados ao transporte de passageiros com habitáculo é determinada por planos verticais longitudinais
até nove lugares sentados, incluindo o condutor, e os que passam pelos centros das mais extremas posições do
veículos destinados ao transporte de carga com peso bruto assento previstas no assento dianteiro, e em relação ao
não superior a 3,5 ton, tendo pelo menos 4 rodas e uma ponto R e o ângulo de inclinação previsto do encosto, que
velocidade máxima superior a 25 km/h. Tem por objetivo servem para verificar a conformidade com as exigências
garantir uma boa visibilidade, nas condições climáticas relativas ao campo de visão (ver Apêndice II).
adversas, mediante a especificação das prescrições relativas
3.7. Ponto R ou ponto de referência do lugar do assento (ver
aos dispositivos de limpador e lavador de pára-brisa.
norma NBR 6055 para determinação do ponto H)
3.8. Ponto H (ver norma NBR 6055 para determinação do
3. DEFINIÇÕES ponto H)
3.1. Modelo de veículo no que diz respeito aos limpadores e 3.9. Pontos de referência do pára-brisa: são os pontos
lavadores de pára-brisa: entende-se os veículos situados na intersecção com o párabrisas das linhas que
automotores que não apresentem entre si diferenças com irradiam para a frente a partir dos pontos V até à superfície
relação aos seguintes elementos essenciais: exterior do mesmo.
3.1.1. Formas e arranjos exteriores e interiores que, na zona 3.10. Superfície transparente de um pára-brisa: é a parte do
de visão “A “ definida no Apêndice II, Figura 1 , possam mesmo cujo fator de transmissão luminosa, medido
afetar a visibilidade. perpendicularmente à superfície, seja pelo menos de 70%.
3.1.2. Forma e dimensões do pára-brisa e de sua fixação, 3.11. Zona de regulagem horizontal do assento é a zona das
quando haja probabilidade de que estes afetem às zonas de posições normais de condução previstas pelo fabricante do
visão incluídas no Apêndice II; veículo para a regulagem do assento do condutor na direção
do eixo X (ver ítem 3.3).
3.1.3. Características dos dispositivos do limpador de pára-
brisa. 3.12. Zona suplementar de deslocamento do assento: é a
zona prevista pelo fabricante do veículo para o
3.2. Sistema de referência tridimensional: consiste em um
deslocamento do assento na direção do eixo X (ver ítem
plano vertical longitudinal xz, um plano horizontal x-y, e um
3.3), para além da zona das posições normais de condução
plano vertical transversal y-z (ver figura 2 do Apêndice I),
mencionadas no ítem 3.11, utilizada para a transformação
que serve para determinar as distâncias relativas entre a
dos assentos em camas ou para facilitar a entrada no
posição prevista dos pontos nos planos e a sua posição real
veículo.
no veículo. No Apêndice I se indica o método que permite
situar o veículo em relação aos três planos; todas as 3.13. Dispositivo de limpador de pára-brisa: é o conjunto
coordenadas em relação à origem no solo devem ser formado por um dispositivo que sirva para limpar a
calculadas relativas a um veículo em ordem de marcha, com superfície exterior do pára-brisa e os acessórios e comandos
um passageiro sentado no assento dianteiro, cujo peso seja necessários para o acionamento e parada do dispositivo.
de 75 kg ± 1%.
3.14. Área do limpador de pára-brisa: é a zona da superfície
3.2.1. Os veículos equipados com uma suspensão que exterior de um pára-brisa molhado varrida pelo limpador de
permita regular a distância com relação ao solo serão pára-brisa.
ensaiados nas condições normais de utilização especificadas
3.15. Dispositivo do lavador de pára-brisa: é um dispositivo
pelo fabricante do veículo.
que serve para armazenar e aplicar o líquido sobre a
3.3. Sinalizações primária: são os furos, superfícies, marcas e superfície exterior do pára-brisa, junto com os comandos
sinais de identificação na carroçaria do veículo. O fabricante necessários para o acionamento e parada do dispositivo.
deve indicar o tipo de sinalização utilizado e a posição de
3.16. Comando do lavador de pára-brisa: é um meio ou um
cada uma delas (em coordenadas x, y e z do sistema de
acessório de acionamento e parada do dispositivo do
referência tridimensional), bem como a sua distância em
lavador de pára-brisa. O acionamento e a parada podem
relação a um plano teórico que represente o solo. Essas
estar coordenados com o funcionamento do limpador de
sinalizações podem corresponder às utilizadas para a
pára-brisa ou totalmente independentes deste último.
montagem da carroçaria.
3.17. Bomba do lavador de pára-brisa: é um dispositivo que
3.4. Ângulo real de inclinação do tronco (ver norma NBR
serve para levar o líquido do lavador de pára-brisa desde o
6055 para determinação do ponto H)
reservatório até a superfície do pára-brisa.

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3.18. Pulverizador: é um dispositivo que direcione 4.1.8. A área do limpador de pára-brisa deve satisfazer às
diretamente o líquido do lavador de párabrisa sobre o pára- exigências mínimas do item 4.1.2 quando os limpadores de
brisa. pára-brisas forem ensaiados com uma freqüência que se
ajuste às disposições do item 4.1.3.2 e nas condições
3.19. Desempenho do dispositivo do lavador de pára-brisa: é
enunciadas no item 5.1.10.
a capacidade de um dispositivo de lavador de pára-brisa não
proporcionar escape ou separação de um tubo do lavador 4.1.9. Os efeitos aerodinâmicos ligados às dimensões e à
de pára-brisa quando o dispositivo for utilizado forma do pára-brisa e à eficiência do dispositivo do limpador
normalmente. de pára-brisa devem ser determinados nas seguintes
condições:
4.1.9.1. Quando submetidos a um vento de velocidade
4. ESPECIFICAÇÕES
relativa igual a 80 % da velocidade máxima do veículo, mas
4.1. Dispositivo de limpador de pára-brisa sem ultrapassar 120 km/h, os limpadores de pára-brisa,
funcionando à freqüência máxima, devem continuar
4.1.1. Todo veículo deve estar equipado pelo menos com
varrendo uma zona como especificado no item 4.1.2.1, com
um dispositivo de limpador de párabrisa automático, quer
a mesma eficácia e nas mesmas condições estabelecidas no
dizer, com um dispositivo que possa funcionar quando o
item 5.1.10.2.
motor do veículo girar, sem qualquer outra intervenção do
condutor que não seja a necessária para acionar e parar o 4.1.10. O braço do limpador de pára-brisa deve estar
limpador de pára-brisa. montado de modo que possa ser afastado do pára-brisa
para permitir a limpeza manual deste. Este requisito não se
4.1.2. A área varrida do limpador de pára-brisa deve
aplica aos dispositivos que em posição de repouso ocupem
representar pelo menos 80 % da zona de visão B definida no
uma zona do pára-brisa oculta da visão por alguma peça do
item 2.3 do Apêndice II.
veículo (por exemplo o capô, o painel de instrumentos, etc.).
4.1.2.1. Deve, além disso, representar pelo menos 98% da
4.1.11. O dispositivo de limpador de pára-brisa deve ser
zona de visão A definida no item 2.2 do Apêndice II.
capaz de funcionar durante dois minutos sobre pára-brisa
4.1.3. O limpador de pára-brisa deve ter pelo menos duas secos, quando a temperatura exterior for de -18 ± 3°C, nas
freqüências de varrimento. condições descritas no item 5.1.11.
4.1.3.1. Uma das freqüências deve ser igual ou superior a 45 4.2. Dispositivo do lavador de pára-brisa
ciclos por minuto, entendendo-se por ciclo o movimento
4.2.1. Qualquer veículo deve estar equipado com um
completo de ida e volta da palheta.
dispositivo de lavador de pára-brisa capaz de resistir às
4.1.3.2. Outra freqüência deve ser no mínimo de 10 ciclos e cargas geradas quando os pulverizadores estiverem
no máximo 55 ciclos por minuto. obstruídos e o sistema for acionado em conformidade com
o processo descrito nos itens 5.2.1 e 5.2.2.
4.1.3.3. A diferença entre a freqüência mais alta e pelo
menos uma das freqüências mais baixas deve ser, pelo 4.2.2. O funcionamento do lavador de pára-brisa não deve
menos, de 15 ciclos por minuto. ser perturbado pela exposição aos ciclos de temperatura
exigidos nos itens 5.2.3 e 5.2.4.
4.1.4. As freqüências referidas no item 4.1.3 devem ser
obtidas como especificado nos itens 5.1.1 a 5.1.6 e 5.1.8. 4.2.3. O dispositivo de lavador de pára-brisa deve poder
fornecer líquido em quantidade suficiente para desimpedir
4.1.5. Para cumprir com as prescrições do item 4.1.3 poder-
60% da zona definida no item 2.2 do Apêndice II nas
se-á utilizar dispositivos de limpador de pára-brisa de
condições descritas no item 5.2.5 do presente anexo.
sistema intermitente, sempre que uma das freqüências
cumpra as prescrições do ponto 4.1.3.1 e que uma das 4.2.4. A capacidade do depósito de líquido não deve ser
outras freqüências obtidas por interrupção da freqüência inferior a 1 litro.
principal possa atingir pelo menos 10 ciclos por minuto.
4.1.6. Quando, com a intervenção do comando, o dispositivo
5. PROCEDIMENTO DE ENSAIO
de limpador de pára-brisas for parado, as palhetas devem
voltar automaticamente à sua posição de repouso. 5.1. Dispositivo de limpador de pára-brisa
4.1.7. O dispositivo deve suportar um bloqueio de 15 5.1.1. Exceto disposição em contrário, os ensaios a seguir
segundos. É permitida a utilização de dispositivos descritos devem ser executados nas seguintes condições:
automáticos de proteção do circuito, sempre que em caso
5.1.2. A temperatura ambiente não deve ser inferior a 10°C
de reinicialização não seja necessário acionar mais
nem superior a 40°C.
comandos que o comando do limpador de pára-brisas. O
método e as condições de ensaio aparecem descritas no 5.1.3. O pára-brisas deve ser constantemente mantido
item 5.1.7. molhado.
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5.1.4. Se tratar-se de um dispositivo de limpador de pára- 5.1.4, os limpadores de pára-brisa devem ser regulados na
brisa elétrico, devem estar reunidas as seguintes condições posição de comando correspondente à frequência mais alta.
suplementares: Não se imporá nenhuma prescrição aplicável à zona varrida.
5.1.4.1. A bateria deve estar completamente carregada. 5.2. Dispositivo de lavador de pára-brisa
5.1.4.2. O motor deve girar a uma velocidade 5.2.1. Condições de ensaio
correspondente a 30 % do regime de potência máxima.
5.2.1.1. Ensaio n° 1 O dispositivo de lavador de pára-brisa
5.1.4.3. Os faróis baixos devem estar acesos.
deverá estar cheio de água, completamente vedado. Em
5.1.4.4. Os dispositivos de aquecimento e/ou ventilação, se seguida será exposto a uma temperatura ambiente de 20 ±
existirem, devem funcionar em regime correspondente a 2°C durante um período mínimo de 4 horas. Todos os
um consumo máximo de corrente. pulverizadores serão obstruídos e o comando será acionado
seis vezes em um minuto, sendo cada período de
5.1.5. Os dispositivos de limpador de pára-brisa a ar
funcionamento de, pelo menos, 3 segundos. Se o dispositivo
comprimido ou a vácuo devem poder funcionar de modo
for acionado pela energia muscular do condutor, a força
contínuo com as frequências prescritas quaisquer que sejam
prescrita será a indicada no quadro abaixo:
o regime e a carga do motor.
5.1.6. As frequências de varrimento dos dispositivos de
limpador de pára-brisa devem satisfazer as prescrições
enunciadas no item 4.1.3 após um tempo de funcionamento
preliminar do dispositivo de vinte minutos sobre superfície 5.2.1.2. No caso de bombas elétricas, a tensão de ensaio
molhada. não deverá ser inferior à tensão nominal sem contudo
ultrapassar esta última em mais de 2 volts.
5.1.7. As condições enunciadas no item 4.1.7 são
preenchidas quando os braços forem imobilizados na sua 5.2.1.3. Uma vez efetuado o ensaio, o funcionamento do
posição vertical durante um período ininterrupto de 15 dispositivo de lavador de pára-brisa deve corresponder às
segundos, estando o comando do dispositivo do limpador exigências previstas no item 4.2 e sub-itens. 5.2.2. Ensaio nº
de pára-brisa regulado na frequência de varrimento mais 2 O dispositivo de lavador de pára-brisa deverá estar cheio
alta. de água, completamente vedado e exposto a uma
temperatura ambiente de - 18°C ± 3°C durante um período
5.1.8. A superfície exterior do pára-brisa será
mínimo de 4 horas. O comando será acionado 6 vezes em
desengordurada totalmente com álcool ou um agente
um minuto, exercendo a força descrita no item 5.2.1; cada
desengordurante equivalente. Após secagem, aplicar uma
período de funcionamento será pelo menos de 3 segundos.
solução de amoníaco a 3 % no mínimo e 10 % no máximo,
O dispositivo será submetido a uma temperatura ambiente
deixar secar e limpar a superfície do pára-brisas com um
de 20 ± 2°C até que o gelo esteja completamente derretido.
pano de algodão seco.
Em seguida o funcionamento do dispositivo de lavador de
5.1.9. Aplicar na superfície exterior do pára-brisa uma pára-brisa será verificado e se comprovará o funcionamento
camada uniforme de mistura do ensaio (ver Apêndice III), o do lavador de pára-brisa acionado em conformidade com as
qual se deixará secar. prescrições do item 5.2.1. 5.2.3. Ensaio no 3 (ensaio de
exposição a baixas temperaturas)
5.1.10. Para a medição do campo do dispositivo de limpador
de pára-brisa prescrito nos itens 4.1.2 e 4.1.2.1, a superfície 5.2.3.1. O dispositivo de lavador de pára-brisa deverá estar
exterior do pára-brisa será submetida ao tratamento cheio de água, completamente vedado e exposto a uma
indicado nos itens 5.1.8 e 5.1.9 ou a outro tratamento temperatura ambiente de - 18°C ± 3°C durante um tempo
equivalente. mínimo de 4 horas, certificando-se que toda a água contida
no dispositivo esteja congelada. Em seguida, o dispositivo
5.1.10.1. A área do limpador de pára-brisa será traçado e
será submetido a uma temperatura ambiente de 20 ± 2°C
comparado com o traçado das zonas de visão especificadas
até que o gelo esteja completamente derretido, mas em
nos itens 4.1.2 e 4.1.2.1 para verificar se as prescrições
nenhuma circunstância durante mais de quatro horas. Este
foram cumpridas.
ciclo, de congelamento-descongelamento se repetirá seis
5.1.10.2. Quando a superfície exterior do pára-brisa tiver vezes e se comprovará o funcionamento do lavador de pára-
sido submetida às operações descritas nos itens 5.1.8 e brisa acionado em conformidade com as prescrições do item
5.1.9, o lavador de pára-brisa poderá ser utilizado em todos 5.2.1.
os ensaios.
5.2.3.2. O dispositivo de lavador de pára-brisa deverá estar
5.1.11. As prescrições do item 4.1.11 serão cumpridas cheio com um líquido de limpa vidros para baixas
quando o veículo tiver sido submetido a uma temperatura temperaturas, consistindo numa solução de 50% de metanol
ambiente de - 18 ± 3°C durante um intervalo mínimo de ou álcool isopropílico em água cuja dureza não seja superior
tempo de 4 horas. Uma vez cumprida as condições do item a 205 g/1000 kg.

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5.2.3.2.1. O dispositivo será exposto a uma temperatura representativo do modelo de veículo objeto de ensaio, ou
ambiente de - 18°C ± 3°C durante um período mínimo de 4 não instalado em um veículo.
horas. Se comprovará o funcionamento do lavador de pára-
brisas acionando em conformidade com as prescrições do
item 5.2.1. APÊNDICE I
5.2.4. Ensaio nº 4 (ensaio de exposição a altas MÉTODO PARA A DETERMINAÇÃO DAS RELAÇÕES
temperaturas) DIMENSIONAIS ENTRE OS PONTOS DE REFERÊNCIA
PRIMÁRIOS DO VEICULO E O SISTEMA DE REFERÊNCIA
5.2.4.1. O dispositivo de lavador de pára-brisa deverá estar
TRIDIMENSIONAL
cheio de água, completamente vedado e será exposto a
uma temperatura ambiente de 80°C ± 3°C durante um 1. RELAÇÕES ENTRE O SISTEMA DE REFERÊNCIA E OS
tempo mínimo de 8 horas e depois a uma temperatura PONTOS DE REFERÊNCIA PRIMÁRIOS DO VEÍCULO
ambiente de 20°C ± 2°C. Quando a temperatura se
Tendo em vista controlar as dimensões características no
estabilizar se comprovará o funcionamento do lavador de
interior e no exterior do veículo apresentado ao ensaio em
pára-brisa acionando-o em conformidade com as
conformidade com o presente regulamento, e para
prescrições do item 5.2.1.
encontrar no veículo real, fabricado em conformidade com
5.2.4.2. Se uma parte do dispositivo de lavador de pára-brisa os desenhos do fabricantes, os pontos específicos que
estiver situada no compartimento motor, o dispositivo deve figuram nesses desenhos, deverão determinar com precisão
ser cheio de água, completamente vedado e exposto a uma as relações entre as coordenadas fixadas nas primeiras fases
temperatura ambiente de 80°C ± 3°C durante um período do estudo do veículo no âmbito do sistema tridimensional,
mínimo de 8 horas. Se comprovará o funcionamento do definido no item 3.3 do Anexo , e a posição dos pontos de
lavador de pára-brisa acionando-o em conformidade com as referência primários definidos no item 3.4 do Anexo. 2.
prescrições do item 5.2.1.
5.2.4.3. Se nenhuma parte do dispositivo de lavador de
2. MÉTODO PARA A DETERMINAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE
pára-brisa se encontrar no compartimento motor, o
O SISTEMA DE REFERÊNCIA E OS PONTOS DE REFERÊNCIA
dispositivo deverá estar cheio de água, completamente
Para determinar estas relações, estabelece-se um plano de
vedado e exposto a uma temperatura ambiente de 60°C ±
referência no solo, contendo eixos graduados dos x e y. A
3°C durante um intervalo mínimo de tempo de 8 horas. Se
figura 3 deste Apêndice será constituída por uma superfície
comprovará o funcionamento do lavador de pára-brisa
dura, plana e horizontal sobre a qual se apoiará o veículo e
acionando-o em conformidade com as prescrições do item
qual estarão firmemente fixadas duas escalas de medida
5.2.1.
graduadas em milímetros que deverão estar orientadas
5.2.5. Ensaio nº 5 (ensaio de eficiência do dispositivo de perpendicularmente entre si, tal como se indica na figura 3
lavador de pára-brisa previsto no item 4.2.3) deste Apêndice. A interseção destas escalas será origem no
solo.
5.2.5.1. O dispositivo de lavador de pára-brisa deverá estar
cheio de água e completamente vedado. Estando o veículo
parado e sem influência significativa de vento, o
3. CONTROLE DO PLANO DE REFERÊNCIA A fim de ter em
pulverizador ou pulverizadores, caso sejam ajustáveis, serão
conta as desigualdades de nível no plano de referência ou
orientados para a zona-alvo da superfície exterior do pára-
superfície de ensaio, é indispensável medir os desvios em
brisa. Se o dispositivo for acionado pela energia muscular do
relação à origem no solo ao longo das duas escalas das
condutor, a força que se deverá utilizar não deve ultrapassar
coordenadas x e y, a intervalos de 250 mm, e registar os
a prevista no item 5.2.1.1. Se o dispositivo for acionado por
resultados das medições a fim de fazer as correções
uma bomba elétrica, serão aplicáveis as prescrições do item
adequadas requeridas do controle do veículo.
5.1.4.
5.2.5.2. A superfície exterior do pára-brisa será submetida
ao tratamento indicado nos itens 5.1.8 e 5.1.9. 4. POSIÇÃO REAL NO MOMENTO DO CONTROLE A fim de
compensar as pequenas variações de altura de suspensão,
5.2.5.3. O dispositivo de lavador de pára-brisa será em
etc., é necessário dispor de um meio para levar os pontos de
seguida acionado conforme indicado pelo fabricante
referência aos locais cujas coordenadas foram determinadas
durante 10 ciclos de funcionamento automático do
na fase dos estudos, antes de continuar as medições. Além
limpador de pára-brisa com a frequência mais alta, e
disso, é necessário poder deslocar ligeiramente o veículo no
determinar-se-á a proporção da zona de visão definida no
sentido lateral e/ou longitudinal para o colocar
item 3.2 do Apêndice II que tenha sido limpa desse modo.
corretamente em relação aos planos de referência.
5.3. Todos ensaios do dispositivo de lavador de pára-brisas
descritos nos itens 5.2.1 a 5.2.4 serão efetuados em um
único dispositivo quer instalado em um veículo
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5. RESULTADOS Estando o veículo colocado corretamente Determinação dos pontos V para um ângulo do encosto do
em relação ao sistema de referência e na posição prevista assento de 25o
na fase dos estudos, é fácil determinar a localização dos
pontos requeridos para o estudo das condições de
visibilidade para a frente. Para determinar essas condições,
podem-se utilizar teodolitos, fontes luminosas ou sistemas
de sombras projectadas, ou qualquer outro dispositivo cuja
equivalência possa ser garantida.

Figura 2
Sistema de referência tridimensional

Figura 1

Figura 3 - Espaço de medição horizontal

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APÊNDICE II - um plano paralelo ao eixo dos y que passa por V1 e faz um


ângulo de 3 ° para cima com o eixo dos x,
PROCEDIMENTO A SEGUIR PARA DETERMINAR AS ZONAS
DE VISÃO NOS PÁRA-BRISAS DOS VEÍCULOS EM RELAÇÃO - um plano paralelo ao eixo dos y que passa por V2 e faz um
AOS PONTOS V ângulo de 1 ° para baixo com o eixo dos x,
- um plano vertical que passa por V1 e V2 e faz um ângulo
de 20 ° para a direita com o eixo dos x.
1. POSIÇÃO DOS PONTOS V
1.1. Os quadros I e II indicam a posição dos pontos V em
relação ao ponto R, tal como resulta 2.3. A zona de visão B é a zona da superfície exterior do
pára-brisas que está situada a mais de 25 mm da borda
das suas coordenadas x, y, z no sistema de referência
lateral da superfície transparente e é delimitada pela
tridimensional
intersecção da superfície exterior do pára-brisa com os
1.2. O quadro I indica as coordenadas de base para um quatro planos seguintes (ver figura 2):
ângulo previsto de inclinação do encosto do assento de 25o.
- um plano orientado 7 ° para cima em relação ao eixo dos x,
O sentido positivo das coordenadas está indicado na figura 1
que passa por V1 e paralelo ao eixo dos y,
do Apêndice I.
- um plano orientado 5 ° para baixo em relação ao eixo dos
x, que passa por V2 e paralelo ao eixo dos y,
QUADRO I
- um plano vertical que passa por V1 e V2 e faz um ângulo
de 17 ° para a esquerda com o eixo dos x,
- um plano simétrico ao anterior em relação ao plano
1.3. Correção a introduzir nos ângulos previstos de longitudinal médio do veículo.
inclinação do encosto do assento
diferentes de 25 °
1.3.1. O quadro II indica as correções complementares a
introduzir nas coordenadas x e z de cada ponto V, quando o
ângulo previsto de inclinação do encosto do assento diferir
de 25 °. O sentido positivo das coordenadas está indicado na
figura 1 do Apêndice I.

Fig 1 – ZONA DE VISÃO “A”


( *) Delimitação do plano de simetria longitudinal do
veículo (**) limitação do plano vertical que passa por “R”
(***) Delimitação do plano vertical que passa por V1 e V2
Figura 2
Zona de visão “B”

2. ZONAS DE VISÃO
2.1. Duas zonas de visão serão determinadas a partir dos
pontos V.
2.2. A zona de visão A é a zona da superfície exterior
aparente do pára-brisa delimitada pelos quatro planos
seguintes, partindo dos pontos V para a frente (ver figura 1):
- um plano vertical que passa por V1 e V2 e faz um ângulo
de 13 ° para a esquerda com o eixo dos x,

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ZONA DE VISÃO “B” 231/07


( *) Delimitação do plano de simetria longitudinal do
veículo
RESOLUÇÃO 231 DE 15 DE MARÇO DE 2007
(**) limitação do plano vertical que passa por “R”
Estabelece o Sistema de Placas de Identificação de Veículos.
(***) Delimitação do plano vertical que passa por V1 e V2
O Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, no uso da
competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da lei nº.
APÊNDICE III 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
Trânsito Brasileiro e nos termos do disposto no Decreto nº
MISTURA PARA O ENSAIO DOS DISPOSITIVOS DE
4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do
LIMPADOR DE PÁRABRISA E DE LAVADOR DE PÁRA-BRISA
Sistema Nacional de Trânsito.
A mistura de ensaio referida no ponto 5.1.9 deste Anexo
Considerando o disposto nos Artigos 115, 221 e 230 nos
inclui, em volume, 92,5% de água ( de dureza inferior a 205
incisos I, IV e VI do Código de Trânsito Brasileiro – CTB que
g/ 1 000 kg após evaporação), 5% de solução aquosa
estabelece que o CONTRAN definirá os modelos e
saturada de sal (cloreto de sódio) e 2,5% de pó cuja
especificações das placas de identificação dos veículos;
composição é dada nos quadros I e II.
Considerando a necessidade de melhor identificação dos
QUADRO I
veículos e tendo em vista o que consta dos Processos
80001.016227/2006-08, 80001.027803/2006-34;
RESOLVE:
Art.1° Após o registro no órgão de trânsito, cada veículo
será identificado por placas dianteira e traseira, afixadas em
primeiro plano e integrante do mesmo, contendo 7 (sete)
caracteres alfanuméricos individualizados sendo o primeiro
grupo composto por 3 (três), resultante do arranjo, com
repetição de 26 (vinte e seis) letras, tomadas três a três, e o
segundo grupo composto por 4 (quatro), resultante do
arranjo, com repetição, de 10 (dez) algarismos, tomados
quatro a quatro.
§ 1° Além dos caracteres previstos neste artigo, as placas
dianteira e traseira deverão conter, gravados em tarjetas
removíveis a elas afixadas, a sigla identificadora da Unidade
da Federação e o nome do Município de registro do veículo,
exceção feita às placas dos veículos oficiais, de
representação, aos pertencentes a missões diplomáticas, às
Obs: Em vigor. repartições consulares, aos organismos internacionais, aos
funcionários estrangeiros administrativos de carreira e aos
Revoga as alíneas I e J do artigo 1º da Resolução 461/72 do peritos estrangeiros de cooperação internacional. .
CONTRAN e o item 1 do parágrafo único do artigo 1º da
Resolução 463/73 do CONTRAN. § 2° As placas excepcionalizadas no § anterior, deverão
conter, gravados nas tarjetas ou, em espaço
correspondente, na própria placa, os seguintes caracteres:
227/07 I - veículos oficiais da União: B R A S I L;

Resolução em Anexo no CD. II - veículos oficiais das Unidades da Federação: nome da


Unidade da Federação;
OBS: Revogada a partir de 1º de Janeiro de 2023 pela
Resolução 667/17 - Alterada pela Resolução 294/08 e III - veículos oficiais dos Municípios: sigla da Unidade da
383/11 Federação e nome do Município.
IV - As placas dos veículos automotores pertencentes às
Missões Diplomáticas, às Repartições Consulares, aos
Organismos Internacionais, aos Funcionários Estrangeiros
Administrativos de Carreira e aos Peritos Estrangeiros de
Cooperação Internacional deverão conter as seguintes

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gravações estampadas na parte central superior da placa § 4° Os órgãos executivos de trânsito dos Estados ou do
(tarjeta), substituindo-se a identificação do Município: Distrito Federal, estabelecerão as abreviaturas, quando
necessárias, dos nomes dos municípios de sua Unidade de
a) CMD, para os veículos de uso dos Chefes de Missão
Federação, a serem gravados nas tarjetas.
Diplomática;
Art. 6º. Os veículos de duas ou três rodas do tipo
b) CD, para os veículos pertencentes ao Corpo Diplomático;
motocicleta, motoneta, ciclomotor e triciclo ficam obrigados
c) CC, para os veículos pertencentes ao Corpo Consular; a utilizar placa traseira de identificação com película
refletiva conforme especificado no Anexo desta Resolução e
d) OI, para os veículos pertencentes a Organismos
obedecer aos seguintes prazos:
Internacionais;
I - Na categoria aluguel, para todos os veículos, a partir de
e) ADM, para os veículos pertencentes a funcionários
01 de agosto de 2007
administrativos de carreira estrangeiros de Missões
Diplomáticas, Repartições Consulares e Representações de II - Nas demais categorias, os veículos registrados a partir de
Organismos Internacionais; 01 de agosto de 2007 e os transferidos de município
f) CI, para os veículos pertencentes a peritos estrangeiros Parágrafo Único. Aos demais veículos é facultado o uso de
sem residência permanente que venham ao Brasil no placas com película refletiva, desde que atendidas as
âmbito de Acordo de Cooperação Internacional. especificações do Anexo desta Resolução
§ 3° A placa traseira será obrigatoriamente lacrada à Art. 7º Os veículos com placas de identificação em
estrutura do veículo, juntamente com a tarjeta, em local de desacordo com as especificações de dimensão, cor e
visualização integral. tipologia deverão adequar-se quando da mudança de
município
§ 4° Os caracteres das placas de identificação serão
gravados em alto relevo. Art. 8º Será obrigatório o uso de segunda placa traseira de
identificação nos veículos em que a aplicação do dispositivo
Art. 2° As dimensões, cores e demais características das
de engate para reboques resultar no encobrimento, total ou
placas obedecerão as especificações constantes do Anexo
parcial, da placa traseira localizada no centro geométrico do
da presente Resolução.
veículo.
Art. 3° No caso de mudança de categoria de veículos, as
Parágrafo único - Não será exigida a segunda placa traseira
placas deverão ser alteradas para as de cor da nova
para os veículos em que a aplicação do dispositivo de engate
categoria, permanecendo entretanto a mesma identificação
de reboques não cause prejuízo para visibilidade da placa de
alfanumérica.
identificação traseira.
Art. 4° O Órgão Maximo Executivo de Transito da União
Art. 9º A segunda placa de identificação será aposta em
estabelecerá normas técnicas para a distribuição e controle
local visível, ao lado direito da traseira do veículo, podendo
das series alfanuméricas
ser instalada no pára-choque ou na carroceria, admitida a
Art. 5º As placas serão confeccionadas por fabricantes utilização de suportes adaptadores.
credenciados pelos órgãos executivo de trânsito dos Estados
Parágrafo único - A segunda placa de identificação será
ou do Distrito Federal, obedecendo as formalidades legais
lacrada na parte estrutural do veículo em que estiver
vigentes.
instalada (pára-choque ou carroceria).
§ 1° Será obrigatória a gravação do registro do fabricante
Art. 10 O não cumprimento do disposto nesta Resolução
em superfície plana da placa e da tarjeta, de modo a não ser
implicará na aplicação das penalidades previstas nos artigos
obstruída sua visão quando afixadas nos veículos,
221 e 230 Incisos I, IV e VI do Código de Trânsito Brasileiro
obedecidas as especificações contidas no Anexo da presente
Resolução. Art. 11 Esta Resolução entrará em vigor a partir de 01 de
agosto de 2007, revogando Resoluções 783/94 e 45/98 e
§ 2° Aos órgãos executivos de trânsito dos Estados ou do
demais disposições em contrário.
Distrito Federal, caberá credenciar o fabricante de placas e
tarjetas, bem como a fiscalização do disposto neste artigo. Alfredo Peres da Silva Presidente Rui César da Silveira
Barbosa Ministério da Defesa – Suplente José Antonio
§ 3° O fabricante de placas e tarjetas que deixar de observar
Silvério Ministério da Ciência e Tecnologia - Suplente Carlos
as especificações constantes da presente Resolução e dos
Alberto Ribeiro Xavier Ministério da Educação – Suplente
demais dispositivos legais que regulamentam o sistema de
Carlos Alberto Ferreira dos Santos Ministério do Meio
placas de identificação de veículos, terá seu credenciamento
Ambiente – Suplente Valter Chaves Costa Ministério da
cancelado pelo órgão executivo de trânsito dos Estados ou
Saúde – Titular Edson Dias Gonçalves Ministério dos
do Distrito Federal.
Transportes – Titular Jaqueline Filgueiras Chapadense
Pacheco Ministério das Cidades – Suplente

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ANEXO DA RESOLUÇÃO 231 DE 15 DE MARÇO DE 2007 As cores utilizadas para placas e caracteres deverão manter
seu contraste em todo período de vida útil de utilização do
Especificações técnicas para as placas de identificação de
veículo
veículos
5.2 Sistema da Pintura: primer anticorrosivo acabamento
1 - Veículos particulares, de aluguel, oficial, de experiência,
com base de resina acrílica melamina ou alquídica
de aprendizagem e de fabricante serão identificados na
melamina, conforme especificação abaixo:
forma e dimensões em milímetros das placas traseiras e
dianteira, conforme figura nº 1 nas dimensões: Altura (h) = sólidos - 50% mínimo por peso
130; comprimento (c) = 400
 salt spray - 120 horas
2 - Dimensões dos caracteres da placa em mm: Altura (h) =
63; espessura do traço (d) = 10 s = discriminado na tabela umidade - 120 horas
abaixo:  impacto - 40 Kg/cm2
 aderência - 100% corte em grade
 dureza - 25 a 31 SHR
 brilho - mínimo 80% a 60% graus
3 - motocicleta, motoneta, ciclomotor e triciclos temperatura de secagem - 120ºC a 160ºC
motorizados serão identificados nas formas e dimensões da
 tempo - 20' a 30'
figura n° 2 deste Anexo. a) dimensões da placa em
milímetros: h = 136; c= 187 b) dimensões dos caracteres da fineza - mínimo 7H * viscosidade fornecimento - 60" a 80" -
placa em milímetros: h = 42; d = 6 s = discriminado na tabela CF-4
abaixo
6 - dimensões dos caracteres das tarjetas em milímetros:

4 - A Tipologia dos caracteres das placas e tarjetas devem


seguir o modelo abaixo especificado na fonte: Mandatory 7 - O código de cadastramento do fabricante da placa e
tarjeta será composto por um número de três algarismos,
seguida da sigla da Unidade da Federação e dos dois últimos
algarismos do ano de fabricação, gravado em alto ou baixo
relevo, em cor igual a do fundo da placa e cujo conjunto de
caracteres deverá medir em milímetros:
a) placa: h = 8; c = 30
b) tarjeta: h = 3; c = 15
5 – Especificações das Cores e do Sistema da Pintura
5.1 – Cores
8 - Lacre: Os veículos após identificados deverão ter suas
placas lacradas à estrutura, com lacres de uso exclusivo, em
material sintético virgem (polietileno) ou metálico
(chumbo). Estes deverão possuir características de
inviolabilidade e identificado o Órgão Executivo de Trânsito
dos estados e do Distrito Federal em sua face externa,
permitindo a passagem do arame por seu interior.
- dimensões mínimas: 15 x 15 x 4 mm

9 - Arame: O arame galvanizado utilizado para a lacração da


placa deverá ser trançado. - dimensões: 3 X BWG 22
(têmpera mole).

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10 - Material: (três milímetros) de altura e 50 mm (cinqüenta milímetros)


de comprimento, ser legível em todos os ângulos, indelével,
I - O material utilizado na confecção das placas de
incorporada na construção da película, não podendo ser
identificação de veículos automotores poderá ser chapa de
impressa. A marca de segurança deverá aparecer, no
ferro laminado a frio, bitola 22, SAE I 008, ou em alumínio
mínimo, duas vezes em cada placa, conforme figuras
(não galvanizado) bitola 1 mm.
ilustrativas abaixo:
II - O material utilizado na confecção das tarjetas, dianteiras
e traseiras, poderá ser em chapa de ferro, bitola 26, SAE
1008, ou em alumínio bitola O,8.
III – Uso de películas A película refletiva deverá ser flexível
com adesivo sensível à pressão, conformável para suportar
elongação necessária no processo produtivo de placas
estampadas.
Os valores mínimos de refletividade da película, conforme
norma ASTM E-810, deve estar de acordo com a tabela
abaixo:

Tabela 1 – Valores mínimos de retrorefletividade, medido 11 - Codificação das Cores:


em cd/lux/m2 A referência de cor é estipulada na Tabela 2
abaixo, onde os quatro pares de coordenadas de
cromaticidade deverão determinar a cor aceitável nos
termos do Sistema Colorimétrico padrão CIE 1931, com
iluminante D65 e Método ASTM E–1164 com valores
determinados em um equipamento Espectrocolorimetro
HUNTER LAB LABSCAN II 0/45, com opção CMR559,
avaliação esta realizada de acordo com a norma E-308.
Especificação do coeficiente mínimo de retrorefletividade
em candelas por Lux por metro quadrado (orientação 0 e 12 – O ilhós ou rebites utilizados para a fixação das tarjetas
90°). deverá ser em alumínio.

Os coeficientes de retrorefletividade não deverão ser FIGURA I


inferiores aos valores mínimos especificados. As medições QUATRO FUROS EM LINHA HORIZONTAL DESTINADOS AO
serão feitas de acordo com o método ASTME-810. Todos os LACRE SOMENTE NA PLACA TRASEIRA
ângulos de entrada, deverão ser medidos nos ângulos de
observação de 0,2° e 0,5°. A orientação 90° é definida com a
fonte de luz girando na mesma direção em que o dispositivo
será afixado no veículo.

O Adesivo da película refletiva devera atender as exigências


do ensaio de adesão conforme Norma ASTM D 4956. A
película refletiva deverá ser homologada pelo DENATRAN e FIGURA II - Dimensões e cotas das placas de identificação de
ter suas características atestadas por entidade reconhecida biciclos, triciclos e similares motorizados.
por este órgão e deverá exibir em sua construção uma
marca de segurança comprobatória desse laudo com a
gravação das palavras APROVADO DENATRAN, com 3mm

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QUATRO FUROS EM LINHA VERTICAL DESTINADOS AO janeiro de 2008, revogando as Resoluções nºs. 783/94 e
LACRE DA PLACA 45/98, do CONTRAN, e demais disposições em contrário.”
“ANEXO ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA AS PLACAS DE
IDENTIFICAÇÃO DE VEÍCULOS
1 - Veículos particulares, de aluguel, oficial, de experiência,
de aprendizagem e de fabricante serão identificados na
forma e dimensões em milímetros das placas traseiras e
dianteira, conforme figura nº 1 nas dimensões: Altura (h) =
130; comprimento (c) = 400 2 – Altura do corpo dos
caracteres da placa em mm: h= 63 3 - motocicleta,
motoneta, ciclomotor e triciclos motorizados serão
identificados nas formas e dimensões da figura n° 2 deste
Anexo.
a) dimensões da placa em milímetros: h = 136; c= 187
b) Altura do corpo dos caracteres da placa em milímetros: h
= 42 4 - A Tipologia dos caracteres das placas e tarjetas
OBS: Alterada pela Resoluções 241, 288, 309, 372 e pela devem seguir o modelo abaixo especificado na fonte:
Deliberações 74/08 e 122/11. Mandatory

Revoga as Resoluções 45/98 e 783/94

Será Revogada a partir de 1º de Janeiro de 2021 pela


Resolução 590/16

241/07 5 – Especificações das Cores e do Sistema da Pintura 5.1 –


Cores

RESOLUÇÃO Nº 241, DE 22 DE JUNHO DE 2007


Dá nova redação aos incisos I e II do art. 6º, ao art. 11 e ao
Anexo da Resolução nº 231/2007 – CONTRAN.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso
da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da lei
nº. 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código
de Trânsito Brasileiro e nos termos do disposto no Decreto
nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação
do Sistema Nacional de Trânsito, resolve:
Art. 1º Os Incisos I e II do art. 6º, da Resolução nº 231, de 15
de março de 2007, passam a vigorar com a seguinte
redação: “
I - Na categoria aluguel, para todos os veículos, a partir de
1º de janeiro de 2008; 5.2 Sistema da Pintura: primer anticorrosivo acabamento
com base de resina acrílica melamina ou alquídica
II – Nas demais categorias, os veículos registrados a partir de melamina, conforme especificação abaixo:
1º de janeiro de 2008 e os transferidos de município;
Parágrafo único. Aos demais veículos é facultado o uso de * sólidos - 50% mínimo por peso
placas com película refletiva, desde que atendidas as * salt spray - 120 horas
especificações do Anexo desta Resolução “
* umidade - 120 horas
Art.2° O art. 11 e o Anexo da Resolução nº 231, de 15 de
março de 2007, passam a vigorar com a seguinte redação: * impacto - 40 Kg/cm2
“Art. 11 Esta Resolução entrará em vigor a partir de 1º de * aderência - 100% corte em grade

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* dureza - 25 a 31 SHR
* brilho - mínimo 80% a 60% graus
* temperatura de secagem – 120oC a 160oC
* tempo - 20' a 30'
* fineza - mínimo 7H
* viscosidade fornecimento - 60" a 80" - CF-4
6 – Altura do corpo dos caracteres das tarjetas em
milímetros: Para veículos especificados no Item 1 - h=14 Tabela 1 – Valores mínimos de retrorefletividade, medido
em cd/lux/m2 A referência de cor é estipulada na Tabela 2
Para veículos especificados no Item 3 – h=12 7 - O código de abaixo, onde os quatro pares de coordenadas de
cadastramento do fabricante da placa e tarjeta será cromaticidade deverão determinar a cor aceitável nos
composto por um número de três algarismos, seguida da termos do Sistema Colorimétrico padrão CIE 1931, com
sigla da Unidade da Federação e dos dois últimos algarismos iluminante D65 e Método ASTM E–1164 com valores
do ano de fabricação, gravado em alto ou baixo relevo, em determinados em um equipamento Espectrocolorimetro
cor igual a do fundo da placa e cujo conjunto de caracteres HUNTER LAB LABSCAN II 0/45, com opção CMR559,
deverá medir em milímetros: avaliação esta realizada de acordo com a norma E-308.
a) placa: h = 8; c = 30 Especificação do coeficiente mínimo de retrorefletividade
b) tarjeta: h = 3; c = 15 8 – em candelas por Lux por metro quadrado (orientação 0 e
90°). Os coeficientes de retrorefletividade não deverão ser
Lacre: Os veículos após identificados deverão ter suas placas inferiores aos valores mínimos especificados. As medições
lacradas à estrutura, com lacres de uso exclusivo, em
serão feitas de acordo com o método ASTME-810.
material sintético virgem (polietileno, polipropileno ou
policarbonato), ou metálico (chumbo). Estes deverão Todos os ângulos de entrada, deverão ser medidos nos
possuir características de inviolabilidade e identificado o ângulos de observação de 0,2° e 0,5°. A orientação 90° é
órgão executivo de trânsito dos estados e do Distrito definida com a fonte de luz girando na mesma direção em
Federal em sua face externa, permitindo a passagem do que o dispositivo será afixado no veículo.
arame por seu interior.
Todas as especificações serão objeto de regulamentação
pelo órgão máximo executivo de trânsito da União. -
dimensões mínimas: 15 x 15 x 4 mm 9 –
Arame: O arame galvanizado utilizado para a lacração da
placa deverá ser trançado. –
dimensões: 3 X BWG 22 (têmpera mole).
10 - Material: O adesivo da película refletiva deverá atender as exigências
I - O material utilizado na confecção das placas de do ensaio de adesão conforme Norma ASTM D 4956.
identificação de veículos automotores poderá ser chapa de A película refletiva deverá ser homologada pelo DENATRAN
ferro laminado a frio, bitola 22, SAE I 008, ou em alumínio e ter suas características atestadas por entidade
(não galvanizado) bitola 1 mm. reconhecida por este órgão e deverá exibir em sua
II - O material utilizado na confecção das tarjetas, dianteiras construção uma marca de segurança comprobatória desse
e traseiras, poderá ser em chapa de ferro, bitola 26, SAE laudo com a gravação das palavras APROVADO DENATRAN,
1008, ou em alumínio bitola O,8. com 3mm (três milímetros) de altura e 50 mm (cinqüenta
milímetros) de comprimento, ser legível em todos os
III – Uso de películas A película refletiva deverá ser ângulos, indelével, incorporada na construção da película,
resistentes às intempéries, flexível e possuir adesivo sensível não podendo ser impressa superficialmente.
à pressão, conformável para suportar elongação necessária
no processo produtivo de placas estampadas. Os valores A marca de segurança deverá aparecer, no mínimo, duas
mínimos de refletividade da película, conforme norma vezes em cada placa, conforme figuras ilustrativas abaixo. As
ASTM E- 810, deve estar de acordo com a tabela abaixo e marcas de segurança incorporadas nas películas não
não poderá exceder o limite máximo de refletividade de 150 poderão interferir na legibilidade dos caracteres das placas
cd/lux/m2 no ângulo de observação de 1,5°, para os ângulos
de entrada de - 5° e +5°, -30° e +30°, -45° e +45°:

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QUATRO FUROS EM LINHA VERTICAL DESTINADOS AO


LACRE DA PLACA

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua


publicação.
Alfredo Peres Da Silva Presidente Elcione Diniz Macedo
Ministério das Cidades – Suplente José Antonio Silvério
Ministério da Ciência e Tecnologia – Suplente João Paulo
Syllos Ministério da Defesa – Titular Rui César Da Silveira
11 - Codificação das Cores, para placas pintadas: Barbosa Ministério da Defesa – Suplente Rodrigo Lamego De
Teixeira Soares Ministério da Educação – Titular Carlos
Alberto Ferreira Dos Santos Ministério do Meio Ambiente –
Suplente Edson Dias Gonçalves Ministério dos Transportes –
Titular Valter Chaves Costa Ministério da Saúde – Titular
OBS: Revogada a partir de 1º de Janeiro de 2021 pela
A borda da placa deverá ser em relevo, na mesma cor do Resolução 590/16
fundo da placa ou sem pintura
12 – O ilhós ou rebites utilizados para a fixação das tarjetas
deverá ser em alumínio. Altera a Resolução Contran nº 231

FIGURA I
QUATRO FUROS EM LINHA HORIZONTAL DESTINADOS AO 242/07
LACRE SOMENTE NA PLACA TRASEIRA
RESOLUÇÃO Nº 242 , DE 22 DE JUNHO DE 2007.
Dispõe sobre a instalação e utilização de equipamentos
Geradores de imagens nos veículos automotores.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso
da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
Trânsito Brasileiro, e tendo em vista o disposto no Decreto
nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a
coordenação do Sistema Nacional de Trânsito.
Considerando o constante dos Processos:
80001.005795/2004-11, 80001.003132/2004-54,
80001.003142/2004-90 e 80001.014897/2006-81;
FIGURA II – Considerando o disposto no art. 103 c/c § 2º do art. 105 da
Dimensões e cotas das placas de identificação de biciclos, Lei nº 9.503/97; Considerando a necessidade de atualizar a
triciclos e similares motorizados. legislação de trânsito em consonância com o
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desenvolvimento tecnológico dos sistemas de suporte à 254/07


direção, resolve:
Art. 1º Fica permitida a instalação e utilização de aparelho
gerador de imagem cartográfica com interface de geo RESOLUÇÃO N.º 254 , DE 26 DE OUTUBRO DE 2007
processamento destinado a orientar o condutor quanto ao
funcionamento do veiculo, a sua visualização interna e
externa, sistema de auxílio à manobra e para auxiliar na Estabelece requisitos para os vidros de segurança e critérios
indicação de trajetos ou orientar sobre as condições da via, para aplicação de inscrições, pictogramas e películas nas
por intermédio de mapas, imagens e símbolos. áreas envidraçadas dos veículos automotores, de acordo
com o inciso III, do artigo 111 do Código de Trânsito
Art. 2º Os equipamentos de que trata o artigo anterior Brasileiro - CTB.
poderão ser previstos pelo fabricante do veículo ou
utilizados como acessório de caráter provisório.
§ 1º – Considera-se como instalação do equipamento O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando
qualquer meio de fixação permanente ou provisória no das atribuições que lhe foram conferidas pelo inciso I, do
interior do habitáculo do veiculo. art. 12, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que
institui o Código de Trânsito Brasileiro, e conforme o
§ 2º – Os equipamentos com instalação provisória devem Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre
estar fixados no pára- brisa ou no painel dianteiro, quando o a Coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, e
veiculo estiver em circulação.
Considerando a necessidade de regulamentar o uso dos
Art. 3º Fica proibida a instalação, em veiculo automotor, de vidros de segurança e definir parâmetros que possibilitem
equipamento capaz de gerar imagens para fins de atribuir deveres e responsabilidades aos fabricantes e/ou a
entretenimento, salvo se: seus representantes, através de fixação de requisitos
I - instalado na parte dianteira, possuir mecanismo mínimos de segurança na fabricação desses componentes
automático que o torne inoperante ou o comute para a de veículos, para serem admitidos em circulação nas vias
função de informação de auxílio à orientação do condutor, públicas nacionais;
independente da vontade do condutor e/ou dos Considerando a necessidade de aperfeiçoar e atualizar os
passageiros, quando o veículo estiver em movimento; requisitos de segurança para os veículos automotores
II – instalado de forma que somente os passageiros nacionais e importados;
ocupantes dos bancos traseiros possam visualizar as Considerando a necessidade de estabelecer os mesmos
imagens. requisitos de segurança para vidros de segurança dotados
Art. 4º O descumprimento do disposto nesta Resolução ou não de películas, resolve:
constitui-se em infração de trânsito prevista no art. 230,
inciso XII do Código de Trânsito Brasileiro.
Art. 1º Os veículos automotores, os reboques e semi-
Art. 5º Fica revogada a Resolução 190, de 16 de fevereiro de reboques deverão sair de fábrica com as suas partes
2006, do CONTRAN. envidraçadas equipadas com vidros de segurança que
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua atendam aos termos desta Resolução e aos requisitos
publicação. estabelecidos na NBR 9491 e suas normas complementares.
Alfredo Peres Da Silva Presidente Elcione Diniz Macedo § 1º Esta exigência se aplica também aos vidros destinados a
Ministério das Cidades – Suplente José Antonio Silvério reposição.
Ministério da Ciência e Tecnologia – Suplente João Paulo Art. 2º Para circulação nas vias públicas do território
Syllos Ministério da Defesa – Titular Rui César Da Silveira nacional é obrigatório o uso de vidro de segurança laminado
Barbosa Ministério da Defesa – Suplente Rodrigo Lamego De no pára-brisa de todos os veículos a serem admitidos e de
Teixeira Soares Ministério da Educação – Titular Carlos vidro de segurança temperado, uniformemente protendido,
Alberto Ferreira Dos Santos Ministério do Meio Ambiente – ou laminado, nas demais partes envidraçadas.
Suplente Edson Dias Gonçalves Ministério dos Transportes –
Titular Valter Chaves Costa Ministério da Saúde – Titular Art. 3º A transmissão luminosa não poderá ser inferior a
75% para os vidros incolores dos pára-brisas e 70% para os
pára-brisas coloridos e demais vidros indispensáveis à
OBS: Em vigor. dirigibilidade do veículo.

Revoga a Resolução Contran nº 190 § 1º Ficam excluídos dos limites fixados no caput deste
artigo os vidros que não interferem nas áreas envidraçadas

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indispensáveis à dirigibilidade do veículo. Para estes vidros, Art. 7º A aplicação de película não refletiva nas áreas
a transparência não poderá ser inferior a 28%. envidraçadas dos veículos automotores, definidas no art. 1º,
será permitida desde que atendidas as mesmas condições
§ 2º Consideram-se áreas envidraçadas indispensáveis à
de transparência para o conjunto vidro-película
dirigibilidade do veículo, conforme ilustrado no anexo desta
estabelecidas no art. 3º desta Resolução.
resolução:
§ 1º A marca do instalador e o índice de transmissão
I - a área do pára-brisa, excluindo a faixa periférica de
luminosa existentes em cada conjunto vidro-película
serigrafia destinada a dar acabamento ao vidro e à área
localizadas nas áreas indispensáveis à dirigibilidade serão
ocupada pela banda degrade, caso existente, conforme
gravados indelevelmente na película por meio de chancela,
estabelece a NBR 9491;
devendo ser visíveis pelos lados externos dos vidros.
II - as áreas envidraçadas situadas nas laterais dianteiras do
Art. 8º Fica proibida a aplicação de películas refletivas nas
veículo, respeitando o campo de visão do condutor.
áreas envidraçadas do veículo.
§ 3º Aplica-se ao vidro de segurança traseiro (vigia) o
Art. 9º Fora das áreas envidraçadas indispensáveis à
disposto no parágrafo primeiro, desde que o veículo esteja
dirigibilidade do veículo, a aplicação de inscrições,
dotado de espelho retrovisor externo direito, conforme a
pictogramas ou painéis decorativos de qualquer espécie
legislação vigente.
será permitida, desde que o veículo possua espelhos
Art. 4º Os vidros de segurança a que se refere esta retrovisores externos direito e esquerdo e que sejam
Resolução, deverão trazer marcação indelével em local de atendidas as mesmas condições de transparência para o
fácil visualização contendo, no mínimo, o índice de conjunto vidro-pictograma/inscrição estabelecidas no § 1º
transmitância luminosa, a marca do fabricante do vidro e o do art. 3º desta Resolução.
símbolo de conformidade com a legislação brasileira
Parágrafo único. É vedado o uso de painéis luminosos que
definido pelo Instituto Nacional de Metrologia,
reproduzam mensagens dinâmicas ou estáticas,
Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO. (Redação
excetuando-se as utilizadas em transporte coletivo de
dada ao artigo pela Resolução CONTRAN nº 386, de
passageiro com finalidade de informar o serviço ao usuário
02.06.2011, DOU 07.06.2011)
da linha. (Parágrafo acrescentado pela Resolução
Art. 5º Fica a critério do DENATRAN admitir, exclusivamente CONTRAN Nº 580 DE 24/02/2016).
para os vidros de segurança, para efeito de comprovação do
Art. 10. A verificação dos índices de transmitância luminosa
atendimento da NBR 9491 e suas normas complementares,
estabelecidos nesta Resolução será realizada na forma
os resultados de testes e ensaios obtidos por procedimentos
regulamentada pelo CONTRAN, mediante utilização de
ou métodos equivalentes, realizados no exterior. (Redação
instrumento aprovado pelo INMETRO e homologado pelo
dada ao caput pela Resolução CONTRAN nº 386, de
DENATRAN.
02.06.2011, DOU 07.06.2011)
Art. 11. O disposto na presente Resolução não se aplica a
§ 1º Serão aceitos os resultados de ensaios admitidos por
máquinas agrícolas, rodoviárias e florestais e aos veículos
órgãos reconhecidos pela Comissão ou Comunidade
destinados à circulação exclusivamente fora das vias
Européia e os Estados Unidos da América, em conformidade
públicas e nem aos veículos incompletos ou inacabados.
com os procedimentos adotados por esses organismos.
Art. 12. O não cumprimento do disposto nesta Resolução
§ 2º Nos casos previstos no § 1º deste artigo, a identificação
implicará na aplicação das penalidades previstas no inciso
da conformidade dos vidros de segurança dar-se-á,
XVI do art. 230 do Código de Trânsito Brasileiro.
alternada ou cumulativamente, através de marcação
indelével que contenha no mínimo a marca do fabricante e Art. 13. Esta Resolução entra em vigor na data de sua
o símbolo de conformidade da Comissão ou da Comunidade publicação, revogadas as Resoluções nºs 784/94, 73/98 e
Européia, constituídos pela letra "E" maiúscula demais disposições em contrário.
acompanhada de um índice numérico, representando o país
ALFREDO PERES DA SILVA
emitente do certificado, inseridos em um círculo, ou pela
letra "e" minúscula acompanhada de um número Presidente
representando o país emitente do certificado, inseridos em
ELCIONE DINIZ MACEDO
um retângulo e, se dos Estados Unidos da América,
simbolizado pela sigla 'DOT'. Ministério das Cidades
Art. 6º O fabricante, o representante e o importador do JOSÉ ANTONIO SILVÉRIO
veículo deverão certificar-se de que seus produtos
Ministério da Ciência e Tecnologia
obedecem aos preceitos estabelecidos por esta Resolução,
mantendo-se em condição de comprová-los, quando RUI CÉSAR DA SILVEIRA BARBOSA
solicitados pelo Departamento Nacional de Trânsito -
Ministério da Defesa
DENATRAN.
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CARLOS ALBERTO FERREIRA DOS SANTOS Considerando o disposto nos artigos 99, 100 e o inciso V do
artigo 231 do Código de Trânsito Brasileiro; Considerando os
Ministério do Meio Ambiente
limites de peso e dimensões para veículos estabelecidos
VALTER CHAVES COSTA pelo CONTRAN, resolve:
Ministério da Saúde Art. 1 o . Para efeito desta Resolução e classificação do
veículo, o comprimento total é aquele medido do ponto
EDSON DIAS GONÇALVES
mais avançado da sua extremidade dianteira ao ponto mais
Ministério dos Transportes avançado da sua extremidade traseira, inclusos todos os
acessórios para os quais não esteja prevista uma exceção.
I - Na medição do comprimento dos veículos não serão
tomados em consideração os seguintes dispositivos:
a) limpador de pára-brisas e dispositivos de lavagem do
pára-brisas;
b) placas dianteiras e traseiras;
c) dispositivos e olhais de fixação e amarração da carga,
lonas e encerados;
d) luzes;
e) espelhos retrovisores ou outros dispositivos similares;
f) tubos de admissão de ar;
g) batentes;
h) degraus e estribos de acesso;
i) borrachas;
j) plataformas elevatórias, rampas de acesso, e outros
equipamentos semelhantes, em ordem de marcha, desde
que não constituam saliência superior a 200 mm;
k) dispositivos de engate do veículo a motor.
Parágrafo Único - A medição do comprimento dos veículos
do tipo guindaste deverá tomar como base, a ponta da lança
e o suporte dos contrapesos.
OBS: Alterada pela Deliberação 078/09 e pelas Resoluções
386/11 e 580/16 - Revoga as Resoluções 73 e 78 Art. 2º. Os instrumentos ou equipamentos utilizados para a
medição de comprimento de veículos devem ter seu modelo
aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia,
Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, de acordo
258/07
com a legislação metrológica em vigor.
RESOLUÇÃO Nº258. 30 DE NOVEMBRO DE 2007 Art.3 o . Nenhum veículo ou combinação de veículos poderá
Regulamenta os artigos 231, X e 323 do Código Trânsito transitar com peso bruto total (PBT) ou com peso bruto total
Brasileiro, fixa metodologia de aferição de peso de veículos, combinado (PBTC) com peso por eixo, superior ao fixado
estabelece percentuais de tolerância e dá outras pelo fabricante, nem ultrapassar a capacidade máxima de
providências. tração (CMT) da unidade tratora.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO-CONTRAN, no uso Art. 4º. A fiscalização de peso dos veículos deve ser feita por
das atribuições que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº. equipamento de pesagem (balança rodoviária) ou, na
9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de impossibilidade, pela verificação de documento fiscal.
Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto nº. 4.711, de 29 Art. 5 o . Na fiscalização de peso dos veículos por balança
de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do rodoviária será admitida à tolerância máxima de 5% (cinco
Sistema Nacional de Trânsito; por cento) sobre os limites de pesos regulamentares, para
Considerando a necessidade de regulamentar o inciso X do suprir a incerteza de medição do equipamento, conforme
artigo 231 e o artigo 323 do Código de Trânsito Brasileiro; legislação metrológica.

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Parágrafo único. No carregamento dos veículos, a tolerância Art. 12. Para fins dos parágrafos 4 o e 6 o do artigo 257 do
máxima prevista neste artigo não deve ser incorporada aos CTB, considera-se embarcador o remetente ou expedidor da
limites de peso previstos em regulamentação fixada pelo carga, mesmo se o frete for a pagar.
CONTRAN.
Art. 13. Para o calculo do valor da multa estabelecida no
Art. 6º. Quando o peso verificado for igual ou inferior ao PBT inciso V do art.231 do CTB serão aplicados os valores em
ou PBTC estabelecido para o veículo, acrescido da tolerância Reais, para cada duzentos quilogramas ou fração, conforme
de 5% (cinco por cento), mas ocorrer excesso de peso em Resolução 136/02 do CONTRAN ou outra que vier substituí-
algum dos eixos ou conjunto de eixos aplicar-se-á multa la. Infração - média = R$ 85,13 (oitenta e cinco reais e treze
somente sobre a parcela que exceder essa tolerância. centavos);
§ 1 o . A carga deverá ser remanejada ou ser efetuado Penalidade - multa acrescida a cada duzentos quilogramas
transbordo, de modo a que os excessos por eixo sejam ou fração de excesso de peso apurado, na seguinte forma:
eliminados.
a) até seiscentos quilogramas = R$ 5,32 (cinco reais e trinta
§ 2 o . O veículo somente poderá prosseguir viagem depois e dois centavos);
de sanar a irregularidade, respeitado o disposto no artigo 9º
b) de seiscentos e um a oitocentos quilogramas = R$ 10,64
desta Resolução sem prejuízo da multa aplicada.
(dez reais e sessenta e quatro centavos);
Art. 7º. Quando o peso verificado estiver acima do PBT ou
c) de oitocentos e um a um mil quilogramas = R$ 21,28
PBTC estabelecido para o veículo, acrescido da tolerância de
(vinte e um reais e vinte e oito centavos);
5% (cinco por cento), aplicar-se-á a multa somente sobre a
parcela que exceder essa tolerância. d) de um mil e um a três mil quilogramas = R$ 31,92 (trinta e
um reais e noventa e dois centavos);
Parágrafo único. O veículo somente poderá prosseguir
viagem depois de efetuar o transbordo, respeitado o e) de três mil e um a cinco mil quilogramas = R$ 42,56
disposto no artigo 9º desta Resolução. (quarenta e dois reais e cinqüenta e seis centavos);
Art. 8º. O veículo só poderá prosseguir viagem após sanadas f) acima de cinco mil e um quilogramas = R$ 53,20
as irregularidades, observadas as condições de segurança. (cinqüenta e três reais e vinte centavos).
§ 1º Nos casos em que não for dispensado o Medida Administrativa – Retenção do Veículo e transbordo
remanejamento ou transbordo da carga o veículo deverá ser da carga excedente.
recolhido ao depósito, sendo liberado somente após sanada
§ 1 o . Mesmo que haja excessos simultâneos nos pesos por
a irregularidade e pagas todas as despesas de remoção e
eixo ou conjunto de eixos e no PBT ou PBTC, a multa de R$
estada.
85,13 (oitenta e cinco reais e treze centavos) prevista no
§ 2º A critério do agente, observadas as condições de inciso V do artigo 231 do CTB será aplicada uma única vez.
segurança, poderá ser dispensado o remanejamento ou
§ 2 o Quando houver excessos tanto no peso por eixo
transbordo de produtos perigosos, produtos perecíveis,
quanto no PBT ou PBTC, os valores dos acréscimos à multa
cargas vivas e passageiros.
serão calculados isoladamente e somados entre si, sendo
Art. 9º. Independente da natureza da carga, o veiculo não adicionado ao resultado o valor inicial de R$ 85,13 (oitenta e
deve prosseguir viagem sem remanejamento ou transbordo, cinco reais e treze centavos).
se os excessos aferidos em cada eixo ou conjunto de eixo
§ 3 o . O valor do acréscimo à multa será calculado da
sejam simultaneamente superiores a 12,5% do menor valor
seguinte maneira:
entre os pesos e capacidades indicados em lei. (redação do
caput dada pela deliberação CONTRAN nº 142 de a) enquadrar o excesso total na tabela progressiva prevista
17/04/2015) no caput deste artigo;
Parágrafo Único: A tolerância para fins de remanejamento b) dividir o excesso total por 200 kg, arredondando-se o
ou transbordo de que se trata o caput desse artigo não será valor para o inteiro superior, resultando na quantidade de
cumulativo aos limites estabelecidos no art. 5º. frações, e;
Art. 10. Os equipamentos fixos ou portáteis utilizados na c) multiplicar o resultado de frações pelo valor previsto para
pesagem de veículos devem ter seu modelo aprovado pelo a faixa do excesso na tabela estabelecida no caput deste
INMETRO, de acordo com a legislação metrológica em vigor. artigo.
Art. 11. A fiscalização dos limites de peso dos veículos, por Art. 14. As infrações por exceder a Capacidade Máxima de
meio do peso declarado na Nota Fiscal, Conhecimento ou Tração de que trata o inciso X do artigo 231 do CTB serão
Manifesto de carga poderá ser feita em qualquer tempo ou aplicadas a depender da relação entre o excesso de peso
local, não sendo admitido qualquer tolerância sobre o peso apurado e a CMT, da seguinte forma:
declarado.

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a) até 600kg infração : média = R$ 85,13 (oitenta e cinco 273/08


reais e treze centavos);
RESOLUÇÃO Nº. 273, DE 04 DE ABRIL DE 2008
b) entre 601 kg e 1.000kg infração : grave = R$ 127,69
(cento e vinte e sete reais e sessenta e nove centavos); Regulamenta a utilização de semi-reboques por
motocicletas e motonetas, define características, estabelece
c) acima de 1.000kg infração : gravíssima = 191,54 (cento e critérios e dá outras providências.
noventa e um reais e cinqüenta e quatro centavos),
aplicados a cada 500kg ou fração de excesso de peso O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, usando
apurado. Penalidade – Multa Medida Administrativa – da competência que lhe confere o inciso I do art. 12 da Lei
Retenção do Veículo para Transbordo da carga. nº. 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o
Código de Trânsito Brasileiro e, conforme o Decreto nº.
Art. 15. Cabe à autoridade com circunscrição sobre a via 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do
disciplinar sobre a localização, a instalação e a operação dos Sistema Nacional de Trânsito.
instrumentos ou equipamentos de aferição de peso de
veículos assegurado o acesso à documentação Considerando a necessidade de regulamentar o parágrafo
comprobatória de atendimento a legislação metrológica. 3º, do artigo 244 do Código Brasileiro de Trânsito, com a
redação dada pela Lei 10.517 de 11 de julho de 2002.
Art. 16. É obrigatória à presença da autoridade ou do agente
da autoridade no local da aferição de peso dos veículos, na RESOLVE:
forma prevista do § 4° do artigo 280 do CTB. Art. 1º - Motocicletas e motonetas dotadas de motor com
Art. 17. Fica permitida até 31 de dezembro de 2008 a mais de 120 centímetros cúbicos poderão tracionar semi-
tolerância máxima de 7,5% (sete e meio por cento) sobre os reboques, especialmente projetados e para uso exclusivo
limites de peso bruto transmitido por eixo de veículos a desses veículos, devidamente homologados pelo órgão
superfície das vias públicas. máximo executivo de trânsito da União, observados os
limites de capacidade máxima de tração, indicados pelo
“Art. 17-A Para fins de fiscalização de peso dos veículos que fabricante ou importador da motocicleta ou da motoneta.
estiverem transportando produtos classificados como Parágrafo único: A capacidade máxima de tração - CMT de
Biodiesel (B-100) e Cimento Asfáltico de Petróleo (CAP) por que trata o caput deste artigo deverá constar no campo
meio de balança rodoviária ou por meio de Nota Fiscal, observação do CRLV.
ficam permitidos, até 31 de julho de 2019 a tolerância de
7,5%¨(sete e meio por cento) no PBT ou PBTC.” Art.2º Os engates utilizados para tracionar os semi-reboques
de que trata esta resolução, devem cumprir com todas as
Art. 18. Ficam revogadas as Resoluções do Contran nº 102, exigências da Resolução nº 197, do CONTRAN, de 25 de
de 31 de agosto de 1999, nº 104, de 21 de dezembro de julho de 2006, a exceção do seu artigo 6°.
1999, e nº 114, de 5 de maio de 2000.
Art.3º Os semi-reboques tracionados por motocicletas e
Art. 19. Esta Resolução entra em vigor na data de sua motonetas devem ter as seguintes características:
publicação.
§ 1º Elementos de Identificação:
Alfredo Peres da Silva
Presidente I) Número de identificação veicular - VIN gravado na
Elcione Diniz Macedo estrutura do semireboque
Ministério das Cidades II) Ano de fabricação do veículo gravado em 4 dígitos
Rodrigo Lamego de Teixeira Soares
Ministério da Educação III) Plaqueta com os dados de identificação do fabricante,
Rui César da Silveira Barbosa Tara, Lotação, PBT e dimensões ( altura, comprimento e
Ministério da Defesa largura).
Salomão Jose Santana § 2° Equipamentos Obrigatórios:
Ministério da Defesa
Carlos Alberto Ferreira Dos Santos I) Pára-choque traseiro;
Ministério do Meio Ambiente II) Lanternas de posição traseira, de cor vermelha;
Valter Chaves Costa
Ministério da Saúde Edson Dias Gonçalves III) Protetores das rodas traseiras;
Ministério dos Transportes IV) Freio de serviço;
V) Lanternas de freio, de cor vermelha;
OBS: Alterada pelas Resoluções 301/08, 328/09, 337/09, VI) Iluminação da placa traseira;
353/10, 365/10, 604/16 e Deliberação 117/11 - Revoga as
VII) Lanternas indicativas de direção traseira, de cor âmbar
Resoluções 102,104 e 114.
ou vermelha;
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VIII) Pneu que ofereça condições de segurança. dispostos horizontalmente, distribuídos de forma uniforme
cobrindo no mínimo 50% (cinqüenta por cento) da extensão
IX) Elementos retrorefletivos aplicados nas laterais e
das laterais e 80%(oitenta por cento) da extensão da
traseira, conforme anexo.
traseira.
§ 3º Dimensões, com ou sem carga:
2. Características Técnicas dos Elementos Retrorefletivos de
I) Largura máxima: 1,15 m; Segurança
II) Altura máxima: 0,90m; a) As Características Técnicas dos Elementos Retrorefletivos
de Segurança devem atender às especificações do item 3 do
III) Comprimento total máximo (incluindo a lança de
anexo da Resolução CONTRAN 128/01.
acoplamento): 2,15 m; Art. 4º Cabe à autoridade de trânsito
decidir sobre a circulação de motocicleta e de motoneta b) O retrorefletor deverá ter suas características,
com semi-reboque acoplado, na via sob sua circunscrição. especificadas por esta Resolução, atestada por uma
entidade reconhecida pelo DENATRAN e deverá exibir em
Art.5º O descumprimento das disposições desta Resolução
sua construção uma marca de segurança comprobatória
sujeitará ao infrator às penalidades do artigo 244 do Código
desse laudo com a gravação das palavras APROVADO
de Trânsito Brasileiro.
DENATRAN, com 3 mm. de altura e 50 mm de comprimento
Parágrafo único. Dirigir ou conduzir veiculo fora das em cada segmento da cor branca do retrorefletor.
especificações contidas no anexo desta Resolução, incidirá o
condutor nas penalidades do inciso X do art. 230 do Código OBS: Em vigor com efeitos a partir de 90 dias após
de Trânsito Brasileiro. publicação.

Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua


publicação, produzindo efeitos 90 (noventa) dias após a
277/08
data de sua publicação.
Alfredo Peres da Silva RESOLUÇÃO N.º 277 , DE 28 DE MAIO DE 2008

Presidente Dispõe sobre o transporte de menores de 10 anos e a


utilização do dispositivo de retenção para o transporte de
Jose Antonio Silvério crianças em veículos.
Ministério da Ciência e Tecnologia O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso
Salomão José de Santana das atribuições legais que lhe confere o Art. 12, inciso I, da
Lei 9503, de 23 de setembro de 1997 que institui o Código
Ministério da Defesa de Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto 4711 de 29 de
Carlos Alberto Ribeiro de Xavier maio de 2003, que trata da coordenação do Sistema
Nacional de Trânsito, e Considerando a necessidade de
Ministério da Educação aperfeiçoar a regulamentação dos artigos 64 e 65, do Código
Carlos Alberto Ferreira dos Santos de Trânsito Brasileiro;

Ministério do Meio Ambiente Considerando ser necessário estabelecer as condições


mínimas de segurança para o transporte de passageiros com
Edson Dias Gonçalves idade inferior a dez anos em veículos, resolve:
Ministério dos Transportes Art.1° Para transitar em veículos automotores, os menores
Valter Chaves Costa de dez anos deverão ser transportados nos bancos traseiros
usando individualmente cinto de segurança ou sistema de
Ministério da Saúde retenção equivalente, na forma prevista no Anexo desta
Marcelo Paiva dos Santos Resolução.

Ministério da Justiça §1º. Dispositivo de retenção para crianças é o conjunto de


elementos que contém uma combinação de tiras com
fechos de travamento, dispositivo de ajuste, partes de
Anexo da Resolução 273, de 04 de Abril de 2008 fixação e, em certos casos, dispositivos como: um berço
ELEMENTOS RETROREFLETIVOS DE SEGURANÇA PARA SEMI- portátil porta-bebê, uma cadeirinha auxiliar ou uma
REBOQUE DE MOTOCICLETAS E MOTONETAS proteção anti-choque que devem ser fixados ao veículo,
mediante a utilização dos cintos de segurança ou outro
1. Localização Os Elementos Retrorefletivos deverão ser equipamento apropriado instalado pelo fabricante do
afixados nas laterais e na traseira da carroçaria do semi- veículo com tal finalidade.
reboque, afixados na metade superior da carroçaria,
alternando os segmentos de cores vermelha e branca,
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§2º. Os dispositivos mencionados no parágrafo anterior são sete anos e meio de idade em seus veículos, sendo que tais
projetados para reduzir o risco ao usuário em casos de prescrições deverão constar do manual do proprietário.
colisão ou de desaceleração repentina do veículo, limitando
Parágrafo único. Na ocorrência da hipótese prevista no
o deslocamento do corpo da criança com idade até sete
caput deste artigo, o fabricante ou importador deverá
anos e meio.
comunicar a restrição ao DENATRAN no requerimento de
§ 3º As exigências relativas ao sistema de retenção, no concessão da marca/modelo/versão ou na atualização do
transporte de crianças com até sete anos e meio de idade, Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT)
não se aplicam aos veículos de transporte coletivo, aos de
Art. 5º. Os manuais dos veículos automotores, em geral,
aluguel, aos de transporte autônomo de passageiro (táxi),
deverão conter informações a respeito dos cuidados no
aos veículos escolares e aos demais veículos com peso bruto
transporte de crianças, da necessidade de dispositivos de
total superior a 3,5t.
retenção e da importância de seu uso na forma do artigo
§ 4º todo veiculo utilizado no transporte escolar, 338 do CTB.
independente de sua classificação, categoria e do peso
Art 6º. O transporte de crianças em desatendimento ao
bruto total – PBT do veiculo devera utilizar o dispositivo de
disposto nesta Resolução sujeitará os infratores às sanções
retenção adequada para o transporte de crianças com ate
do artigo 168, do Código de Trânsito Brasileiro. Art 7º. Esta
sete anos e meio de idade. (paragrafo acrescentado pela
Resolução entra em vigor na data de sua publicação,
resolução contran Nº 541 de 15/07/2015.)
produzindo efeito nos seguintes prazos:
Art. 2º Na hipótese de a quantidade de crianças com idade
I – a partir da data da publicação desta Resolução as
inferior a dez anos exceder a capacidade de lotação do
autoridades de trânsito e seus agentes deverão adotar
banco traseiro, será admitido o transporte daquela de maior
medidas de caráter educativo para esclarecimento dos
estatura no banco dianteiro, utilizando o cinto de segurança
usuários dos veículos quanto à necessidade do atendimento
do veículo ou dispositivo de retenção adequado ao seu peso
das prescrições relativas ao transporte de crianças;
e altura.
II - a partir de 360 ( trezentos e sessenta ) dias após a
Parágrafo único. Excepcionalmente, nos veículos dotados
publicação desta Resolução, os órgãos e entidades
exclusivamente de banco dianteiro, o transporte de crianças
componentes do Sistema Nacional de Trânsito deverão
com até dez anos de idade poderá ser realizado neste
iniciar campanhas educativas para esclarecimento dos
banco, utilizando-se sempre o dispositivo de retenção
condutores dos veículos no tocante aos requisitos
adequado ao peso e altura da criança.
obrigatórios relativos ao transporte de crianças;
Art. 3°. Nos veículos equipados com dispositivo suplementar
III - Em 730 dias, após a publicação desta Resolução, os
de retenção (airbag), para o passageiro do banco dianteiro,
órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de
o transporte de crianças com até dez anos de idade neste
Trânsito fiscalizarão o uso obrigatório do sistema de
banco, conforme disposto no Artigo 2º e seu parágrafo,
retenção para o transporte de crianças ou equivalente.
poderá ser realizado desde que utilizado o dispositivo de
retenção adequado ao seu peso e altura e observados os Art. 8º Transcorrido um ano da data da vigência plena desta
seguintes requisitos: Resolução, os órgãos executivos de trânsito dos Estados e
do Distrito Federal, bem como as entidades que
I – É vedado o transporte de crianças com até sete anos e
acompanharem a execução da presente Resolução, deverão
meio de idade, em dispositivo de retenção posicionado em
remeter ao órgão executivo de trânsito da União,
sentido contrário ao da marcha do veículo.
informações e estatísticas sobre a aplicação desta
II – É permitido o transporte de crianças com até sete anos Resolução, seus benefícios, bem como sugestões para
e meio de idade, em dispositivo de retenção posicionado no aperfeiçoamento das medidas ora adotadas.
sentido de marcha do veículo, desde que não possua
Art. 9º O não cumprimento do disposto nesta Resolução
bandeja, ou acessório equivalente, incorporado ao
sujeitará os infratores às penalidades prevista no art. 168 do
dispositivo de retenção;
CTB.
III - Salvo instruções específicas do fabricante do veículo, o
Art.10º Fica revogada a Resolução n.º 15, de 06 de janeiro
banco do passageiro dotado de airbag deverá ser ajustado
de 1998, do CONTRAN
em sua última posição de recuo, quando ocorrer o
transporte de crianças neste banco. Alfredo Peres da Silva
Art. 4º. Com a finalidade de ampliar a segurança dos Presidente
ocupantes, adicionalmente às prescrições desta Resolução,
José Antonio Silvério
o fabricante e/ou montador e/ou importador do veículo
poderá estabelecer condições e/ou restrições específicas Ministério da Ciência e Tecnologia
para o uso do dispositivo de retenção para crianças com até
Rui César da Silveira Barbosa

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Ministério da Defesa 3 – As crianças com idade superior a quatro anos e inferior


ou igual a sete anos e meio deverão utilizar o dispositivo de
Elcione Diniz Macedo
retenção denominado “assento de elevação”.
Ministério das Cidades
Edson Dias Gonçalves
Ministério dos Transportes
Valter Chaves Costa
Ministério da Saúde
Marcelo Paiva dos Santos
Ministério da Justiça

ANEXO DISPOSITIVO DE RETENÇÃO PARA TRANSPORTE DE


CRIANÇAS EM VEÍCULOS AUTOMOTORES PARTICULARES
OBJETIVO: estabelecer condições mínimas de segurança de
forma a reduzir o risco ao usuário em casos de colisão ou de
desaceleração repentina do veículo, limitando o
deslocamento do corpo da criança.
1 – As Crianças com até um ano de idade deverão utilizar,
obrigatoriamente, o dispositivo de retenção denominado
“bebê conforto ou conversível” (figura 1)
4 – As crianças com idade superior a sete anos e meio e
inferior ou igual a dez anos deverão utilizar o cinto de
segurança do veículo ( figura 4)

2 – As crianças com idade superior a um ano e inferior ou


igual a quatro anos deverão utilizar, obrigatoriamente, o
dispositivo de retenção denominado “cadeirinha” (figura 2)

OBS: Alterada pela Resoluções 352/10; 639/16 e pela


Deliberação 100/10 - Revoga a Resolução 15/98

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286/08 II - CD, para os veículos pertencentes a Missão Diplomática,


a Delegações Especiais e a agentes diplomáticos;
RESOLUÇÃO N.º 286 DE 29 DE JULHO DE 2008
III - CC, para os veículos pertencentes a Repartições
Estabelece placa de identificação e define procedimentos Consulares de Carreira e a agentes consulares de carreira;
para o registro, emplacamento e licenciamento, pelos
órgãos de trânsito em conformidade com o Registro IV - OI, para os veículos pertencentes às Representações de
Nacional de Veículos Automotores – RENAVAM, de veículos Organismos Internacionais, aos Organismos Internacionais
automotores pertencentes às Missões Diplomáticas e às com sede no Brasil e a seus representantes;
Delegações Especiais, aos agentes diplomáticos, às V - ADM, para os veículos pertencentes a funcionários
Repartições Consulares de Carreira, aos agentes consulares administrativos e técnicos estrangeiros de Missões
de carreira, aos Organismos Internacionais e seus Diplomáticas, Delegações Especiais, Repartições Consulares
funcionários, aos Funcionários Estrangeiros Administrativos de Carreira, Representações de Organismos Internacionais e
e Técnicos das Missões Diplomáticas, de Delegações Organismos Internacionais com sede no Brasil;
Especiais e de Repartições Consulares de Carreira e aos
VI - CI, para os veículos pertencentes a peritos estrangeiros,
Peritos Estrangeiros de Cooperação Internacional.
sem residência permanente, que venham ao Brasil no
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando âmbito de Acordo de Cooperação Internacional.
da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº
(Revogada pela resolução nº 590, de 24 de maio de 2016.)
9.503 de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
Trânsito Brasileiro, e conforme o Decreto n° 4.711, de 29 de Art. 2º O registro do veículo, a expedição do Certificado de
maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Registro e a designação da combinação alfanumérica da
Nacional de Trânsito, e; Considerando as proposições placa de identificação serão realizadas pelos órgãos
apresentadas pelo Ministério das Relações Exteriores e a executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal
necessidade do registro e licenciamento dos veículos mediante a apresentação de autorização expedida pelo
automotores pertencentes às Missões Diplomáticas, Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores.
Delegações Especiais, Repartições Consulares de Carreira e
§ 1º Além da expedição da autorização de que trata o caput
de Representações de Organismos Internacionais;
deste artigo, o Cerimonial do Ministério das Relações
Considerando o que consta no processo n.º
Exteriores providenciará o pré-cadastro do veículo no
80001.024239/2006-06, RESOLVE:
RENAVAM com as informações necessárias para o registro
Art. 1º Os veículos automotores pertencentes às Missões do veículo nas repartições de trânsito.
Diplomáticas e às Delegações Especiais, aos agentes
§ 2º Os veículos de que trata esta Resolução serão
diplomáticos, às Repartições Consulares de Carreira, aos
registrados conforme a categoria indicada na letra "b" do
agentes consulares de carreira, aos Organismos
inciso III do art. 96 do Código de Trânsito Brasileiro.
Internacionais e seus funcionários, aos Funcionários
Estrangeiros Administrativos e Técnicos das Missões Art. 3º Todo ato translativo de propriedade e a mudança de
Diplomáticas, de Delegações Especiais e de Repartições categoria dos veículos de que trata esta Resolução serão
Consulares de Carreira e aos Peritos Estrangeiros de procedidos pelos órgãos executivos de trânsito dos Estados
Cooperação Internacional, serão registrados, emplacados e e do Distrito Federal com as seguintes exigências:
licenciados pelos órgãos de trânsito em conformidade com
I - autorização expedida pelo Cerimonial do Ministério das
o Registro Nacional de Veículos Automotores - RENAVAM.
Relações Exteriores;
§ 1º Os documentos de registro e de licenciamento dos
II - indicação da liberação da transação no RENAVAM, que
veículos a que se refere o caput do artigo são os previstos
deverá ser procedida pelo Cerimonial do Ministério das
na legislação pertinente.
Relações Exteriores;
§ 2º As placas de identificação dos veículos de que trata esta
III - o veículo deverá estar adequado à legislação de trânsito
Resolução são as previstas na Resolução do CONTRAN nº
vigente.
231/07, alterada pela Resolução nº 241/07, terão o fundo
na cor azul e os caracteres na cor branca e as combinações Art. 4º Os veículos registrados e emplacados conforme
alfanuméricas obedecerão a faixas específicas do RENAVAM dispõe esta Resolução deverão ser licenciados anualmente,
distribuídas para cada unidade de federação, e deverão observando-se os casos de imunidade e isenções previstos
conter as seguintes gravações estampadas na parte central na legislação e nos atos internacionais em vigor,
superior da placa (tarjeta), substituindo-se a identificação devidamente declarados por intermédio do Cerimonial do
do Município: Ministério das Relações Exteriores.
I - CMD, para os veículos de uso de Chefes de Missão Parágrafo único. O licenciamento anual somente será
Diplomática e de Delegações Especiais; efetivado quando não houver restrição por parte do
Cerimonial do Ministério das Relações Exteriores.

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Art. 5º O Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN 9.503, de 23 de setembro de 1997 , que instituiu o Código
deverá providenciar até 31 de dezembro de 2008, todos os de Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme Decreto nº 4.711,
aplicativos necessários no RENAVAM para o seu de 29 de maio de 2003 , que trata da coordenação do
funcionamento adequado ao disposto nesta Resolução e Sistema Nacional de Trânsito,
para viabilizar o acesso do Cerimonial do Ministério das
Resolve:
Relações Exteriores.
Art. 1º Estabelecer as modificações permitidas em veículo
Art. 6º Os veículos de que trata esta Resolução, já em
registrado no Órgão Executivo de Trânsito dos Estados ou
circulação, deverão estar registrados, licenciados e
do Distrito Federal.
emplacados pelos órgãos de trânsito nos termos desta
resolução até o dia 31 de janeiro de 2010. (resolução Parágrafo único. Os veículos e sua classificação quanto à
contran nº 342 de 2010.) espécie, tipo e carroçaria estão descritos na Portaria nº
1.207, de 15 de dezembro de 2010 , do DENATRAN, bem
Alfredo Peres da Silva
como nas suas alterações posteriores. (Redação dada ao
Presidente parágrafo pela Resolução CONTRAN nº 397, de 13.12.2011,
DOU 21.12.2011 )
Marcelo Paiva dos Santos
Art. 2º As modificações permitidas em veículos, bem como a
Ministério da Justiça
aplicação, a exigência para cada modificação e a nova
Rui César da Silveira Barbosa classificação dos veículos após modificados, quanto ao
tipo/espécie e carroçaria, para fins de registro e emissão de
Ministério da Defesa
CRV/CRLV, constarão da Tabela anexa à Portaria a ser
Edson Dias Gonçalves editada pelo órgão máximo executivo de trânsito da União.
Ministério dos Transportes Parágrafo único. Além das modificações previstas nesta
Resolução, também são permitidas as transformações em
Carlos Alberto Carlos Alberto Ribeiro Xavier
veículos previstas no Anexo II da Portaria nº 1207/2010 , do
Ministério da Educação DENATRAN, bem como nas suas alterações posteriores, as
quais devem ser precedidas de obtenção de código de
Valter Chaves Costa
marca/modelo/versão. (Redação dada ao artigo pela
Ministério da Saúde Resolução CONTRAN nº 397, de 13.12.2011, DOU
21.12.2011 )
Jose Antonio Silvério
Art. 3º As modificações em veículos devem ser precedidas
Ministério da Ciência e Tecnologia
de autorização da autoridade responsável pelo registro e
Carlos Alberto Ferreira dos Santos licenciamento.
Ministério do Meio Ambiente Parágrafo único. A não observância do disposto no caput
Elcione Diniz Macedo deste artigo incorrerá nas penalidades e medidas
administrativas previstas no art. 230, inciso VII, do Código
Ministério das Cidades de Trânsito Brasileiro .
Art. 4º Quando houver modificação exigir-se-á realização de
OBS: Revogada o § 2º do art. 1º a partir de 1º de Janeiro inspeção de segurança veicular para emissão do Certificado
de 2021 pela Resolução 590/16 de Segurança Veicular - CSV, conforme regulamentação
específica do INMETRO, expedido por Instituição Técnica
Alterada pela Resolução Contran nº 342/10 Licenciada pelo DENATRAN, respeitadas as disposições
constantes da Tabela anexa à Portaria a ser editada pelo
órgão máximo executivo de trânsito da União. (Redação
292/08 dada ao artigo pela Resolução CONTRAN nº 397, de
13.12.2011, DOU 21.12.2011 )
RESOLUÇÃO Nº 292, DE 29 DE AGOSTO DE 2008
Art. 5º Somente serão registrados, licenciados e emplacados
Dispõe sobre modificações de veículos previstas nos arts. 98 com motor alimentado a óleo diesel, os veículos autorizados
e 106 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 , que conforme a Portaria nº 23, de 6 de junho de 1994, baixada
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro e dá outras pelo extinto Departamento Nacional de Combustíveis - DNC,
providências. do Ministério de Minas e Energia e regulamentação
especifica do DENATRAN.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando


da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº
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Parágrafo único. Fica proibida a modificação da estrutura I - Certificado de Segurança Veicular - CSV expedido por
original de fábrica dos veículos para aumentar a capacidade Instituição Técnica Licenciada pelo DENATRAN e acreditada
de carga, visando o uso do combustível Diesel. pelo INMETRO, conforme regulamentação específica, onde
conste a identificação do instalador registrado pelo
(Redação do artigo dada pela Resolução CONTRAN Nº 479
INMETRO, que executou o serviço.
DE 20/03/2014):
II - O Certificado Ambiental para uso de Gás Natural em
Art. 6º Os veículos de passageiros e de cargas, exceto
Veículos Automotores - CAGN, expedido pelo Instituto
veículos de duas ou três rodas e quadriciclos, usados, que
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
sofrerem alterações no sistema de suspensão, ficam
Renováveis - IBAMA, ou aposição do número do mesmo no
obrigados a atender aos limites e exigências previstos nesta
CSV.
Resolução, cabendo a cada entidade executora das
modificações e ao proprietário do veículo a § 3º Anualmente, para o licenciamento dos veículos que
responsabilidade pelo atendimento às exigências em vigor. utilizam o Gás Natural Veicular como combustível será
exigida a apresentação de novo Certificado de Segurança
§ 1º Nos veículos com PBT até 3500 kg:
Veicular - CSV.
I - o sistema de suspensão poderá ser fixo ou regulável.
Art. 8º Ficam proibidas:
II - A altura mínima permitida para circulação deve ser maior
I - A utilização de rodas/pneus que ultrapassem os limites
ou igual a 100 mm, medidos verticalmente do solo ao ponto
externos dos pára-lamas do veículo;
mais baixo da carroceria ou chassi, conforme anexo I.
II - O aumento ou diminuição do diâmetro externo do
III - O conjunto de rodas e pneus não poderá tocar em parte
conjunto pneu/roda;
alguma do veículo quando submetido ao teste de
esterçamento. III - A substituição do chassi ou monobloco de veículo por
outro chassi ou monobloco, nos casos de modificação,
§ 2º Nos veículos com PBT acima de 3.500 kg:
furto/roubo ou sinistro de veículos, com exceção de
I - em qualquer condição de operação, o nivelamento da sinistros em motocicletas e assemelhados;
longarina não deve ultrapassar dois graus a partir de uma
IV - A adaptação de 4º eixo em caminhão, salvo quando se
linha horizontal.
tratar de eixo direcional ou auto-direcional. (Redação dada
II - A verificação do cumprimento do disposto no inciso I ao inciso pela Resolução CONTRAN nº 319, de 05.06.2009,
será feita conforme o Anexo I. DOU 09.06.2009 )
III - As dimensões de intercambiabilidade entre o caminhão V - A instalação de fonte luminosa de descarga de gás em
trator e o rebocado devem respeitar a norma NBR NM - ISO veículos automotores, excetuada a substituição em veículo
1726. originalmente dotado deste dispositivo. (Inciso
acrescentado pela Resolução CONTRAN nº 384, de
IV - É vedada a alteração na suspensão dianteira, exceto
02.06.2011, DOU 07.06.2011 )
para instalação do sistema de tração e para incluir ou excluir
eixo auxiliar, direcional ou auto direcional. Parágrafo único. Veículos com instalação de fonte luminosa
de descarga de gás com CSV emitido até a data da entrada
§ 3º Os veículos que tiverem sua suspensão modificada, em
em vigor desta Resolução poderão circular até a data de seu
qualquer condição de uso, deverão inserir no campo das
sucateamento, desde que o equipamento esteja em
observações do Certificado de Registro de Veiculo - CRV e
conformidade com a resolução nº 227/2007 - CONTRAN .
do Certificado de Registro e Licenciamento de Veiculo -
(Parágrafo acrescentado pela Resolução CONTRAN nº 384,
CRLV a altura livre do solo.
de 02.06.2011, DOU 07.06.2011 )
Art. 7º É permitido, para fins automotivos, exceto para
VI - A inclusão de eixo auxiliar veicular em semirreboque
ciclomotores, motonetas, motocicletas e triciclos, o uso do
com comprimento igual ou inferior a 10,50 m, dotado ou
Gás Natural Veicular - GNV como combustível.
não de quinta roda. (Nota Legisweb: Redação dada
§ 1º Os componentes do sistema devem estar certificados pela Resolução CONTRAN Nº 419 DE 17/10/2012)
no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da
Art. 9º O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e
Conformidade, conforme regulamentação específica do
Qualidade Industrial - INMETRO deverá estabelecer
Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade
programa de avaliação da conformidade para os seguintes
Industrial - INMETRO.
produtos:
§ 2º Por ocasião do registro será exigido dos veículos
a) eixo veicular para caminhão, caminhão-trator, ônibus,
automotores que utilizarem como combustível o Gás
reboques e semi-reboques;
Natural Veicular - GNV:
b) eixo direcional e eixo auto-direcional para caminhões,
caminhões-tratores, ônibus, reboques e semi-reboques;
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(Redação dada à alínea pela Resolução CONTRAN nº 319, de I - Equipamento veicular novo ou fabricado após a entrada
05.06.2009, DOU 09.06.2009 ) em vigor da Portaria nº 27 do DENATRAN, de 7 de maio de
2002 :
c) (Suprimida pela Resolução CONTRAN nº 319, de
05.06.2009, DOU 09.06.2009 ) a) CSV;
§ 1º Para as modificações previstas nas alíneas deste artigo, b) CAT;
será exigido o Certificado de Segurança Veicular - CSV, a
c) Nota Fiscal;
Comprovação de atendimento à regulamentação do
INMETRO e Nota Fiscal do eixo, o qual deverá ser sem uso. II - Equipamento veicular usado ou reformado fabricado
antes da entrada em vigor da Portaria nº 27 do DENATRAN,
§ 2º Enquanto o INMETRO não estabelecer o programa de
de 7 de maio de 2002 :
avaliação da conformidade dos produtos elencados neste
artigo, os DETRANs deverão exigir, para fins de registro das a) CSV, b) comprovação da procedência, através de nota
alterações, o Certificado de Segurança Veicular - CSV, a Nota fiscal original de venda ou mediante declaração do
Fiscal do eixo sem uso, Anotação de Responsabilidade proprietário, responsabilizando-se civil e criminalmente pela
Técnica para a adaptação, emitida por profissional procedência lícita do equipamento veicular.
legalmente habilitado e, no caso de eixos direcionais ou
(Nota Legisweb: Revogado pela Resolução CONTRAN Nº
auto-direcionais, notas fiscais dos componentes de direção,
418 DE 12/09/2012)
os quais deverão ser sem uso.
Art. 16. Compete ao órgão máximo executivo de trânsito da
Art. 10. Dos veículos que sofrerem modificações para
União estabelecer a Tabela de Modificações permitidas em
viabilizar a condução por pessoa com deficiência ou para
veículos. (Redação dada ao artigo pela Resolução CONTRAN
aprendizagem em centros de formação de condutores deve
nº 397, de 13.12.2011, DOU 21.12.2011 )
ser exigido o CSV - Certificado de Segurança Veicular.
Art. 17. Esta Resolução entra em vigor na data de sua
Art. 11. Os veículos pré-cadastrados, cadastrados ou
publicação, ficando revogada a Resolução nº 262/2007 -
modificados a partir da data de entrada em vigor desta
CONTRAN.
Resolução devem ser classificados conforme a Tabela
constante de Portaria a ser editada pelo órgão máximo ALFREDO PERES DA SILVA
executivo de trânsito da União. (Redação dada ao artigo
Presidente do Conselho
pela Resolução CONTRAN nº 397, de 13.12.2011, DOU
21.12.2011 ) MARCELO PAIVA DOS SANTOS
Art. 12. Em caso de complementação de veículo inacabado p/Ministério da Justiça
tipo caminhão, com carroçaria aberta ou fechada, os órgãos
RUI CÉSAR DA SILVEIRA BARBOSA
executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal
devem registrar no Certificado de Registro de Veículos - CRV p/Ministério da Defesa
e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos - CRLV
EDSON DIAS GONÇALVES
o comprimento da carroçaria.
p/Ministério dos Transportes
Art. 13. Fica garantido o direito de circulação, até o
sucateamento, aos veículos modificados antes da entrada RODRIGO LAMEGO DE TEIXEIRA DE TEIXEIRA SOARES
em vigor desta Resolução, desde que os seus proprietários
p/Ministério da Educação
tenham cumprido todos os requisitos exigidos para a sua
regularização, mediante comprovação no Certificado de VALTER CHAVES COSTA
Registro de Veículo - CRV e no Certificado de Registro e p/Ministério da Saúde
Licenciamento de Veículo - CRLV.
JOSE ANTONIO SILVÉRIO
Art. 14. Serão consideradas alterações de cor aquelas
realizadas através de pintura ou adesivamento em área p/Ministério da Ciência e Tecnologia
superior a 50% do veículo, excluídas as áreas envidraçadas. CARLOS ALBERTO FERREIRA DOS SANTOS
Parágrafo único. Será atribuída a cor fantasia quando for p/Ministério do Meio Ambiente
impossível distinguir uma cor predominante no veículo.
Art. 15. Na substituição de equipamentos veiculares, em
veículos já registrados, os Órgãos Executivos de Trânsito dos
Estados e do Distrito Federal devem exigir a apresentação
dos seguintes documentos em relação ao equipamento
veicular:

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ANEXO deverá ser avaliada a aptidão física, mental e psicológica e a


(Revogado pela Resolução CONTRAN nº 397, de 13.12.2011, forma de dirigir do condutor envolvido em acidente grave;
DOU 21.12.2011 )
Considerando a necessidade de adoção de normas
complementares de padronização do processo
administrativo adotado pelos órgãos e entidades de trânsito
Conceitos:
de um sistema integrado para fins de aplicação do art. 160
Modificação visual que não implique em semelhança com do CTB; e Considerando o conteúdo do processo nº
veículos de outro ano-modelo: modificação no pára-choque, 80001.011947/2008-31, RESOLVE:
grade, capô, saias laterais e aerofólios de forma que o
Disposições Preliminares
veículo fique com características visuais diferentes daquelas
do veículo original. Art. 1º Estabelecer o procedimento administrativo para
submissão do condutor a novos exames para que possa
voltar a dirigir quando for condenado por crime de trânsito,
CSV: Certificado de Segurança Veicular ou quando envolvido em acidente grave.
Certificado de Conformidade do Inmetro: Documento Art. 2º Os procedimentos de que trata esta Resolução serão
emitido por uma entidade acreditada pelo INMETRO adotados pela autoridade do órgão executivo de trânsito de
atestando que o produto ou o serviço apresenta nível registro da habilitação, em processo administrativo,
adequado de confiança no cumprimento de requisitos assegurada a ampla defesa, no caso de condutor envolvido
estabelecidos em norma ou regulamento técnico. em acidente grave.
Parágrafo único. Os órgãos e entidades do Sistema Nacional
de Trânsito – SNT deverão prover os órgãos executivos de
COVC: Certificado de Originalidade de Veículo de Coleção
trânsito de registro da habilitação das informações
Altura original do veículo: definida pelo fabricante, necessárias ao cumprimento desta Resolução.
correspondente à distância do solo ao ponto superior
Seção I
extremo do veículo.
Do condutor condenado por delito de trânsito
Dispositivo para transporte de carga para motonetas e
motocicletas: equipamento do tipo baú ou grelha. Art. 3º O condutor condenado por delito de trânsito deverá
ser submetido e aprovado nos seguintes exames:
OBS: Em vigor
I - de aptidão física e mental;
Alterada pela Deliberação Contran nº 75/08, Resoluções
Contran nº 319, 384, 397 e Portaria Denatran nº 25/10 II - avaliação psicológica;
Revoga a Resolução Contran nº 262. III - escrito, sobre legislação de trânsito; e
IV - de direção veicular, realizado na via pública, em veículo
da categoria para a qual estiver habilitado.
300/08
Art. 4º O disposto no artigo 3º só poderá ser aplicado após o
RESOLUÇÃO Nº 300, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2008. trânsito em julgado da sentença condenatória.
Estabelece procedimento administrativo para submissão do Art. 5º A autoridade de trânsito, após ser cientificada da
condutor a novos exames para que possa voltar a dirigir decisão judicial, deverá notificar o condutor para entregar
quando condenado por crime de trânsito, ou quando seu documento de habilitação (Autorização/Permissão/
envolvido em acidente grave, regulamentando o art. nº 160 Carteira Nacional de Habilitação) fixando prazo não inferior
do Código de Trânsito Brasileiro. a quarenta e oito horas, contadas a partir do recebimento.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso § 1º Encerrado o prazo previsto no caput deste artigo,
das atribuições legais que lhe confere o art. 12, inciso I, da deverá ser efetuado o bloqueio no RENACH.
Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o § 2º Se o condutor for flagrado conduzindo veículo, após
Código de Trânsito Brasileiro – CTB, e conforme o Decreto encerrado o prazo da entrega do documento de habilitação,
nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a este será recolhido e encaminhado ao órgão de trânsito do
coordenação do Sistema Nacional de Trânsito – SNT; registro da habilitação.
Considerando a necessidade de estabelecer os exames Art. 6º O documento de habilitação ficará apreendido e
exigidos no artigo 160 e seus parágrafos do Código de após o cumprimento da decisão judicial e de submissão a
Trânsito Brasileiro; Considerando para fins da aplicação do novos exames, com a devida aprovação nos mesmos, será
art. 160, § 1º, o Princípio da Segurança do Trânsito, onde emitido um novo documento de habilitação mantendo-se o
mesmo registro.
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Seção II I - nome do órgão de registro da habilitação a que se dirige;


Do condutor envolvido em acidente grave II - qualificação do condutor;
Art. 7º O disposto no parágrafo 1º do art. 160 tem por III - exposição dos fatos, fundamentação legal do pedido,
finalidade reavaliar as condições do condutor envolvido em documentos que comprovem a alegação; e
acidente grave nos aspectos físico, mental, psicológico e
IV - data e assinatura do requerente ou de seu
demais circunstâncias que revelem sua aptidão para
representante legalmente habilitado, mediante procuração,
continuar a conduzir veículos automotores.
na forma da lei, sob pena de não conhecimento da defesa. .
Art. 8º O ato instaurador do processo administrativo
Parágrafo único A defesa deverá ser acompanhada de cópia
conterá a qualificação do condutor, descrição sucinta do
de identificação civil que comprove a assinatura do
fato e indicação dos dispositivos legais pertinentes.
condutor.
Parágrafo único. Instaurado o processo, far-se-á a respectiva
Art. 11. Recebida a defesa, a instrução do processo far-se-á
anotação no prontuário do condutor, a qual não constituirá
através de adoção das medidas julgadas pertinentes,
qualquer impedimento ao exercício dos seus direitos.
requeridas ou de ofício, inclusive quanto à requisição de
Art. 9º A autoridade de trânsito competente para informações a demais órgãos ou entidades de trânsito.
determinar a submissão a novos exames deverá expedir
Parágrafo único. Os órgãos e entidades do Sistema Nacional
notificação ao condutor, contendo no mínimo, os seguintes
de Trânsito, quando solicitados, deverão disponibilizar, em
dados:
até trinta dias contados do recebimento da solicitação, os
I - a identificação do condutor e do órgão de registro da documentos e informações necessários à instrução do
habilitação; processo administrativo.
II - os fatos e fundamentos legais que ensejaram a abertura Art.12. Concluída a análise do processo administrativo, a
do processo administrativo; e autoridade do órgão executivo de trânsito de registro da
habilitação proferirá decisão motivada e fundamentada.
III - a finalidade da notificação:
Art. 13. Acolhida as razões de defesa, o processo será
a) dar ciência da instauração do processo administrativo; e
arquivado, dando-se ciência ao interessado.
b) estabelecer data do término do prazo para apresentação
da defesa. Art. 14. Em caso de não acolhimento da defesa, ou do seu
não exercício no prazo legal, a autoridade de trânsito
§ 1º A notificação será expedida ao condutor por remessa
determinará ao condutor a submissão aos seguintes
postal, por meio tecnológico hábil ou por os outros meios
exames:
que assegurem a sua ciência.
I - de aptidão física e mental;
§ 2º Esgotados todos os meios previstos para notificar o
condutor, a notificação dar-se-á por edital, na forma da lei. II - avaliação psicológica;
§ 3º A ciência da instauração do processo e da data do III - escrito, sobre legislação de trânsito;
término do prazo para apresentação da defesa também
IV - noções de primeiros socorros; e
poderá se dar no próprio órgão ou entidade de trânsito
responsável pelo processo. V - de direção veicular, realizado na via pública, em veículo
da categoria para a qual estiver habilitado.
§ 4º Da notificação constará a data do término do prazo
para a apresentação da defesa, que não será inferior a trinta Art. 15. A autoridade de trânsito após determinar a
dias contados a partir da data da notificação da instauração submissão a novos exames notificará o condutor, utilizando
do processo administrativo. os mesmos procedimentos dos §§ 1º, 2º e 5º do art. 9º
desta Resolução, e contendo no mínimo os seguintes dados:
§ 5º A notificação devolvida por desatualização do endereço
do condutor no RENACH será considerada válida para todos I - prazo de no mínimo quarenta e oito horas, a contar do
os efeitos legais. seu recebimento, para a entrega do documento de
habilitação, quando determinada a sua apreensão pela
§ 6º A notificação a pessoal de missões diplomáticas, de
autoridade executiva estadual de trânsito, nos termos do
repartições consulares de carreira e de representações de
parágrafo 2º do artigo 160, do CTB.
organismos internacionais e de seus integrantes será
remetida ao Ministério das Relações Exteriores para as II - identificação do órgão de registro da habilitação;
providências cabíveis, passando a correr os prazos a partir
III - identificação do condutor e número do registro do
do seu conhecimento pelo condutor.
documento de habilitação;
Art. 10. A defesa deverá ser interposta por escrito, no prazo
IV - número do processo administrativo; e
estabelecido, contendo, no mínimo, os seguintes dados:

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V - a submissão a novos exames e sua fundamentação legal. 302/08


Art. 16. Encerrado o prazo para a entrega do documento de RESOLUÇÃO 302 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008
habilitação à Autoridade de Trânsito, a decisão será inscrita
no RENACH. Define e regulamenta as áreas de segurança e de
estacionamentos específicos de veículos.
Disposições Finais
O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
Art. 17. No curso do processo administrativo de que trata competência que lhe confere o artigo 12, inciso I da Lei
esta Resolução não incidirá nenhuma restrição no 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de
prontuário do condutor, inclusive para fins de mudança de Trânsito Brasileiro - CTB e conforme Decreto nº 4.711 de 29
categoria do documento de habilitação, renovação e de maio de 2003, que dispõe sobre a Coordenação do
transferência para outra unidade da Federação, até a ciência Sistema Nacional de Trânsito;
da notificação de que trata o art. 15.
Considerando que as questões de estacionamento de
§ 1º O processo administrativo deverá ser concluído no veículo são de interesse estratégico para o trânsito e para a
órgão executivo estadual de trânsito que o instaurou, ordenação dos espaços públicos;
mesmo que haja transferência do prontuário para outra
unidade da Federação. Considerando a necessidade de definir e regulamentar os
diversos tipos de áreas de estacionamentos específicos de
§ 2º O órgão executivo estadual de trânsito que instaurou o veículos e área de segurança de edificação pública, resolve:
processo e determinou a submissão a novos exames, deverá
comunicá-la ao órgão executivo estadual de trânsito para Art.1º As áreas destinadas ao estacionamento específico,
onde foi transferido o prontuário, para fins de seu efetivo regulamentado em via pública aberta à circulação, são
cumprimento. estabelecidas e regulamentadas pelo órgão ou entidade
executiva de trânsito com circunscrição sobre a via, nos
Art. 18. O curso de reciclagem previsto no art. 268 III e IV do termos desta Resolução.
CTB e os exames descritos nesta resolução deverão ser
realizados pelo órgão executivo de trânsito responsável pelo Art.2º Para efeito desta Resolução são definidas as
prontuário do condutor ou por entidade credenciada, por seguintes áreas de estacionamentos específicos:
ele indicada, exceto o exame de prática de direção veicular I – Área de estacionamento para veículo de aluguel é a parte
que é realizado exclusivamente por aquele órgão. Parágrafo da via sinalizada para o estacionamento exclusivo de
único. O órgão executivo de trânsito poderá autorizar em veículos de categoria de aluguel que prestam serviços
caráter excepcional a realização dos exames e da reciclagem públicos mediante concessão, permissão ou autorização do
em outra unidade da Federação. poder concedente.
Art. 19. Esta Resolução entra em 1º de julho de 2009. II - Área de estacionamento para veículo de portador de
Alfredo Peres da Silva deficiência física é a parte da via sinalizada para o
estacionamento de veículo conduzido ou que transporte
Presidente portador de deficiência física, devidamente identificado e
Marcelo Paiva dos Santos com autorização conforme legislação específica.
Ministério da Justiça III - Área de estacionamento para veículo de idoso é a parte
da via sinalizada para o estacionamento de veículo
Edson Dias Gonçalves
conduzido ou que transporte idoso, devidamente
Ministério dos Transportes identificado e com autorização conforme legislação
específica.
Jose Antonio Silvério
IV - Área de estacionamento para a operação de carga e
Ministério da Ciência e Tecnologia
descarga é a parte da via sinalizada para este fim, conforme
Carlos Alberto Ferreira dos Santos definido no Anexo I do CTB.
Ministério do Meio Ambiente V - Área de estacionamento de ambulância é a parte da via
sinalizada, próximo a hospitais, centros de atendimentos de
Luiz Carlos Bertotto
emergência e locais estratégicos para o estacionamento
Ministério das Cidades exclusivo de ambulâncias devidamente identificadas.
VI - Área de estacionamento rotativo é a parte da via
sinalizada para o estacionamento de veículos, gratuito ou
OBS: Em vigor a partir de 01/07/2009 pago, regulamentado para um período determinado pelo
órgão ou entidade com circunscrição sobre a via.

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VII - Área de estacionamento de curta duração é a parte da Ministério da Defesa


via sinalizada para estacionamento não pago, com uso
Edson Dias Gonçalves
obrigatório do pisca-alerta ativado, em período de tempo
determinado e regulamentado de até 30 minutos. Ministério dos Transportes
VIII - Área de estacionamento de viaturas policiais é a parte Jose Antonio Silvério
da via sinalizada, limitada à testada das instituições de
Ministério da Ciência e Tecnologia
segurança pública, para o estacionamento exclusivo de
viaturas policiais devidamente caracterizadas. Carlos Alberto Ferreira dos Santos
Art. 3º. As áreas de estacionamento previstas no art. 2º Ministério do Meio Ambiente
devem ser sinalizadas conforme padrões e critérios
Valter Chaves Costa
estabelecidos pelo CONTRAN.
Ministério da Saúde
Art. 4º. Não serão regulamentadas as áreas de
estacionamento específico previstas no art. 2º, incisos II, IV,
V e VIII desta Resolução quando a edificação dispuser de
OBS: Em vigor
área de estacionamento interna e/ou não atender ao
disposto no art. 93 do CTB. Revoga a Resolução Contran nº 592/82.
Art. 5º. Área de Segurança é a parte da via necessária à
segurança das edificações públicas ou consideradas
especiais, com extensão igual à testada do imóvel, nas quais 303/08
a parada e o estacionamento são proibidos, sendo vedado o
RESOLUÇÃO Nº 303, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 (*)
seu uso para estacionamento por qualquer veículo.
Dispõe sobre as vagas de estacionamento de veículos
§ 1º Esta área é estabelecida pelas autoridades máximas
destinadas exclusivamente às pessoas idosas.
locais representativas da União, dos Estados, Distrito
Federal e dos Municípios, vinculados à Segurança Pública; O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
competência que lhe confere o artigo 12, inciso I da Lei nº
§ 2º O projeto, implantação, sinalização e fiscalização da
9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de
área de segurança são de competência do órgão ou
Trânsito Brasileiro - CTB e conforme Decreto nº 4.711, de 29
entidade executivo de trânsito com circunscrição sobre a
de maio de 2003, que dispõe sobre a Coordenação do
via, decorrente de solicitação formal, cabendo-lhe aplicar as
Sistema Nacional de Trânsito;
penalidades e medidas administrativas previstas no Código
de Trânsito Brasileiro; Considerando a necessidade de uniformizar, em âmbito
nacional, os procedimentos para sinalização e fiscalização
§ 3º A área de segurança deve ser sinalizada com o sinal R-
do uso de vagas regulamentadas para estacionamento
6c “Proibido Parar e Estacionar”, com a informação
exclusivo de veículos utilizados por idosos;
complementar “Área de Segurança”.
Considerando a Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de
Art. 6º. Fica vedado destinar parte da via para
2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, que em seu art.
estacionamento privativo de qualquer veículo em situações
41 estabelece a obrigatoriedade de se destinar 5% (cinco
de uso não previstas nesta Resolução.
por cento) das vagas em estacionamento regulamentado de
Art. 7º. Os órgãos ou entidades com circunscrição sobre a uso público para serem utilizadas exclusivamente por
via têm o prazo de até 360 (trezentos e sessenta) dias, a idosos, resolve:
partir da data de publicação desta Resolução, para adequar
Art. 1º As vagas reservadas para os idosos serão sinalizadas
as áreas de estacionamento específicos existentes ao
pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre
disposto nesta Resolução.
a via utilizando o sinal de regulamentação R-6b
Art. 8º. Esta Resolução entra em vigor na data da sua “Estacionamento regulamentado” com informação
publicação, revogada a Resolução nº 592/82 e as demais complementar e a legenda “IDOSO”, conforme Anexo I
disposições em contrário. desta Resolução e os padrões e critérios estabelecidos pelo
CONTRAN.
Alfredo Peres da Silva
Art. 2º Para uniformizar os procedimentos de fiscalização
Presidente
deverá ser adotado o modelo da credencial previsto no
Marcelo Paiva dos Santos Anexo II desta Resolução.
Ministério da Justiça § 1º A credencial confeccionada no modelo definido por
Rui César da Silveira Barbosa esta Resolução terá validade em todo o território nacional.

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§ 2º A credencial prevista neste artigo será emitida pelo Sinalização Vertical de Regulamentação
órgão ou entidade executiva de trânsito do Município de
domicílio da pessoa idosa a ser credenciada.
§ 3º Caso o Município ainda não esteja integrado ao Sistema
Nacional de Trânsito, a credencial será expedida pelo órgão
ou entidade executiva de trânsito do Estado.
Art. 3º Os veículos estacionados nas vagas reservadas de
que trata esta Resolução deverão exibir a credencial a que
se refere o art. 2º sobre o painel do veículo, com a frente
voltada para cima.
Art. 4º O uso de vagas destinadas às pessoas idosas em
desacordo com o disposto nesta Resolução caracteriza
infração prevista no art. 181, inciso XVII do CTB.
Art. 5º A autorização poderá ser suspensa ou cassada, a
qualquer tempo, a critério do órgão emissor, se verificada
quaisquer das seguintes irregularidades na credencial:
I - uso de cópia efetuada por qualquer processo;
II - rasurada ou falsificada;
III - em desacordo com as disposições contidas nesta
Resolução, especialmente se constatada que a vaga especial
não foi utilizada por idoso.
Art. 6º Os órgãos ou entidades com circunscrição sobre a via
têm o prazo de até 360 (trezentos e sessenta) dias, a partir
da data de publicação desta Resolução, para adequar as
áreas de estacionamento específicos existentes ao disposto
nesta Resolução.
Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publicação, revogadas as disposições em contrário.
Alfredo Peres da Silva - Presidente
Marcelo Paiva dos Santos - Ministério da Justiça
Rui César da Silveira Barbosa - Ministério da Defesa
Sinalização horizontal – legenda “IDOSO”
Edson Dias Gonçalves - Ministério dos Transportes
Jose Antonio Silvério - Ministério da Ciência e Tecnologia
Carlos Alberto Ferreira dos Santos - Ministério do Meio
Ambiente
Valter Chaves Costa - Ministério da Saúde (*)
Republicada por ter saído com incorreção, do original, no
DOU, de 22 de dezembro de 2008, Seção I, pág. 292.
Anexo I – Modelo de sinalização de vagas regulamentadas
para estacionamento exclusivo de veículos utilizados por
idoso.

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304/08
RESOLUÇÃO 304 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008
Dispõe sobre as vagas de estacionamento destinadas
exclusivamente a veículos que transportem pessoas
portadoras de deficiência e com dificuldade de locomoção.
O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
competência que lhe confere o artigo 12, inciso I da Lei
9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de
Trânsito Brasileiro - CTB e conforme Decreto nº 4.711 de 29
de maio de 2003, que dispõe sobre a Coordenação do
Sistema Nacional de Trânsito;
Considerando a necessidade de uniformizar, em âmbito
nacional, os procedimentos para sinalização e fiscalização
do uso de vagas regulamentadas para estacionamento
exclusivo de veículos utilizados no transporte de pessoas
portadoras de deficiência e com dificuldade de locomoção;
Considerando a Lei Federal nº 10.098, de 19 de dezembro
de 2000, que dispõe sobre normas gerais e critérios básicos
para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras
de deficiência e com dificuldade de locomoção, que, em seu
art. 7°, estabelece a obrigatoriedade de reservar 2 % (dois
por cento) das vagas em estacionamento regulamentado de
Anexo II – Modelo de credencial uso público para serem utilizadas exclusivamente por
veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência
Frente da Credencial
ou com dificuldade de locomoção;
Considerando o disposto no Decreto n° 5.296, de 02 de
dezembro de 2004, que regulamenta a Lei n° 10.098/00,
para, no art. 25, determinar a reserva de 2 % (dois por
cento) do total de vagas regulamentadas de estacionamento
para veículos que transportem pessoas portadoras de
deficiência física ou visual, desde que devidamente
identificados, resolve:
Art. 1º As vagas reservadas para veículos que transportem
pessoas portadoras de deficiência e com dificuldade de
locomoção serão sinalizadas pelo órgão ou entidade de
trânsito com circunscrição sobre a via utilizando o sinal de
regulamentação R-6b “Estacionamento regulamentado”
Verso da Credencial com a informação complementar conforme Anexo I desta
Resolução.
Art. 2º Para uniformizar os procedimentos de fiscalização
deverá ser adotado o modelo da credencial previsto no
Anexo II desta Resolução.
§ 1º A credencial confeccionada no modelo proposto por
esta Resolução terá validade em todo o território nacional.
§ 2º A credencial prevista neste artigo será emitida pelo
órgão ou entidade executiva de trânsito do município de
domicílio da pessoa portadora de deficiência e/ou com
dificuldade de locomoção a ser credenciada.
§ 3º A validade da credencial prevista neste artigo será
definida segundo critérios definidos pelo órgão ou entidade
OBS: Em vigor executiva do município de domicílio da pessoa portadora de

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deficiência e/ou com dificuldade de locomoção a ser


credenciada.
§ 4º Caso o município ainda não esteja integrado ao Sistema
Nacional de Trânsito, a credencial será expedida pelo órgão
ou entidade executiva de trânsito do Estado.
Art. 3º Os veículos estacionados nas vagas reservadas de
que trata esta Resolução deverão exibir a credencial que
trata o art. 2º sobre o painel do veículo, ou em local visível
para efeito de fiscalização.
Art. 4º O uso de vagas destinadas às pessoas portadoras de
deficiência e com dificuldade de locomoção em desacordo
com o disposto nesta Resolução caracteriza infração
prevista no Art. 181, inciso XVII do CTB.
Art. 5º. Os órgãos ou entidades com circunscrição sobre a
via têm o prazo de até 360 (trezentos e sessenta) dias, a
partir da data de publicação desta Resolução, para adequar
as áreas de estacionamento específicos existentes ao
disposto nesta Resolução.
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publicação, revogadas as disposições em contrário.
Alfredo Peres da Silva Presidente Anexo II – Modelo da credencial

Marcelo Paiva dos Santos Ministério da Justiça Frente da Credencial

Rui César da Silveira Barbosa Ministério da Defesa


Edson Dias Gonçalves Ministério dos Transportes
Jose Antonio Silvério Ministério da Ciência e Tecnologia
Carlos Alberto Ferreira dos Santos Ministério do Meio
Ambiente
Valter Chaves Costa Ministério da Saúde

Anexo I –
Modelo de sinalização vertical de regulamentação de vagas
de estacionamento de veículos destinadas exclusivamente a
veículos que transportem pessoas portadoras de deficiência
e com dificuldade de locomoção. Verso da Credencial

OBS: Em vigor

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309/09 Altera a Resolução Contran nº 231/07

RESOLUÇÃO Nº 309, DE 06 DE MARÇO DE 2009 Revoga a Resolução Contran nº 288/08.

Dá nova redação ao item 1 do anexo a Resolução CONTRAN


nº 231, de 15 de março de 2007, que estabelece o sistema
310/09
de placas de identificação de veículos
O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da RESOLUÇÃO Nº 310 , DE 06 DE MARÇO DE 2009
competência que lhe confere o artigo 12, inciso I da Lei Altera os modelos e especificações dos Certificados de
9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Registro de Veículos– CRV e de Licenciamento de Veículos –
Trânsito Brasileiro - CTB e conforme Decreto nº 4.711 de 29 CRLV.
de maio de 2003, que dispõe sobre a Coordenação do
Sistema Nacional de Trânsito, bem como o disposto no O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
processo administrativo nº 80001.032503/2008-39, competência que lhe confere o artigo 12, inciso X da Lei
instaurado no âmbito do Departamento Nacional de 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de
Trânsito – DENATRAN, RESOLVE: Trânsito Brasileiro - CTB e conforme Decreto nº 4.711 de 29
de maio de 2003, que dispõe sobre a Coordenação do
Art. 1º Fica referendada a Deliberação nº 74, de 29 de Sistema Nacional de Trânsito; e
dezembro de 2008, publicada no Diário Oficial da União –
D.O.U. em 31 de dezembro de 2008. Considerando a necessidade de adequar o documento afim
de torná-lo mais eficaz e na busca do esclarecimento e
Art. 2º O item 1 do anexo da Resolução CONTRAN nº 231, proteção ao cidadão, resolve:
de 15 de março de 2007, passa a vigorar com a seguinte
redação: 1 - Veículos particulares, de aluguel, oficial, de Art. 1º Fica referendada a Deliberação nº 76, de 29 de
experiência, de aprendizagem e de fabricante serão dezembro de 2008, publicada no DOU de 31 de dezembro
identificados na forma e dimensões em milímetros das de 2008.
placas traseiras e dianteira, conforme figura nº 1 nas Art. 2º. O verso do Certificado de Registro de Veículos –
dimensões: CRV, que é a autorização para transferência de propriedade
a) Altura (h) = 130 de veículo – ATPV, passa a vigorar conforme modelo do
anexo I desta Resolução.
b) Comprimento (c) = 400
Art. 3º. No Certificado de Registro e Licenciamento de
c) Quando a placa não couber no receptáculo a ela Veículos – CRLV, no campo destinado ao nome e endereço
destinado no veículo o DENATRAN poderá autorizar, desde deverá constar apenas o nome, não sendo mais impresso o
que devidamente justificado pelo seu fabricante ou endereço do proprietário.
importador, redução de até 15% (quinze por cento) no seu
comprimento, mantida a altura dos caracteres Art. 4º. Os formulários CRV e CRLV já distribuídos aos
alfanuméricos e os espaços a eles destinados. DETRAN’s poderão ser utilizados até 30 de julho de 2009.

Art. 3º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua Art. 5º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publicação, revogando a Resolução CONTRAN nº 288, de 29 publicação, revogadas todas as disposições em contrário.
de julho de 2008. Alfredo Peres da Silva Presidente
Alfredo Peres da Silva Presidente Marcelo Paiva dos Santos Ministério da Justiça
Marcelo Paiva dos Santos Ministério da Justiça Rui César da Silveira Barbosa Ministério da Defesa
Rui César da Silveira Barbosa Ministério da Defesa Edson Dias Gonçalves Ministério dos Transportes
Edson Dias Gonçalves Ministério dos Transportes Carlos Alberto Ribeiro de Xavier Ministério da Educação
Carlos Alberto Ribeiro de Xavier Ministério da Educação Valter Chaves Costa Ministério da Saúde
Valter Chaves Costa Ministério da Saúde José Antonio Silvério Ministério da Ciência e Tecnologia
José Antonio Silvério Ministério da Ciência e Tecnologia Rudolf de Noronha Ministério do Meio Ambiente
Rudolf de Noronha Ministério do Meio Ambiente Elcione Diniz Macedo Ministério das Cidades
Elcione Diniz Macedo Ministério das Cidades
Obs: Em vigor
OBS: Revogada a partir de 1º de Janeiro de 2021 pela
Resolução 590/16
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349/10 VI- não ultrapasse as dimensões autorizadas para veículos


estabelecidas na Resolução CONTRAN nº 210, de 13 de
RESOLUÇÃO N. 349 DE 17 DE MAIO DE 2010 novembro de 2006, que estabelece os limites de pesos e
Dispõe sobre o transporte eventual de cargas ou de dimensões para veículos que transitam por vias terrestres e
bicicletas nos veículos classificados nas espécies automóvel, dá outras providências, ou Resolução posterior que venha
caminhonete, camioneta e utilitário. sucedê-la.

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO CONTRAN, usando da VII- todos os acessórios, tais como cabos, correntes, lonas,
competência que lhe confere o inciso I do artigo 12 da Lei nº grades ou redes que sirvam para acondicionar, proteger e
9503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de fixar a carga deverão estar devidamente ancorados e
Trânsito Brasileiro – CTB, e conforme o Decreto nº 4711, de atender aos requisitos desta Resolução.
29 de maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do VIII- não se sobressaiam ou se projetem além do veículo
Sistema Nacional de Trânsito, Considerando as disposições pela frente.
sobre o transporte de cargas nos veículos contemplados por
esta Resolução, contidas na Convenção de Viena sobre o Art. 4º Será obrigatório o uso de segunda placa traseira de
Trânsito Viário, promulgada pelo Decreto nº 86714, de 10 identificação nos veículos na hipótese do transporte
de dezembro de 1981; eventual de carga ou de bicicleta resultar no encobrimento,
total ou parcial, da placa traseira.
Considerando o disposto no artigo 109 da Lei nº 9503, de 23
de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito §1° A segunda placa de identificação será aposta em local
Brasileiro - CTB; visível, ao lado direito da traseira do veículo, podendo ser
instalada no pára-choque ou na carroceria, admitida a
Considerando a necessidade de disciplinar o transporte utilização de suportes adaptadores.
eventual de cargas em automóveis, caminhonetes e
utilitários de modo a garantir a segurança do veículo e §2° A segunda placa de identificação será lacrada na parte
trânsito; estrutural do veículo em que estiver instalada (pára-choque
ou carroceria).
Considerando a conveniência de atualizar as normas que
tratam do transporte de bicicletas nos veículos particulares. Art. 4° Nos casos em que o transporte eventual de carga ou
Considerando as vantagens proporcionadas pelo uso da de bicicleta resultar no encobrimento, total ou parcial, quer
bicicleta ao meio ambiente, à mobilidade e à economia de seja da sinalização traseira do veículo, quer seja de sua placa
combustível; traseira, será obrigatório o uso de régua de sinalização e,
respectivamente, de segunda placa traseira de identificação
RESOLVE: fixada àquela régua ou à estrutura do veículo, conforme
Capitulo I figura constante do anexo II desta Resolução.

Disposições Gerais §1° Régua de sinalização é o acessório com características


físicas e de forma semelhante a um para-choque traseiro,
Art. 1º Estabelecer critérios para o transporte eventual de devendo ter no mínimo um metro de largura e no máximo a
cargas e de bicicletas nos veículos classificados na espécie largura do veículo, excluídos os retrovisores, e possuir
automóvel, caminhonete, camioneta e utilitário. sistema de sinalização paralelo, energizado e semelhante
Art. 2º O transporte de cargas e de bicicletas deve respeitar em conteúdo, quantidade, finalidade e funcionamento ao
o peso máximo especificado para o veículo. do veículo em que for instalado.

Art. 3º - A carga ou a bicicleta deverá estar acondicionada e §2° A régua de sinalização deverá ter sua superfície coberta
afixada de modo que: com faixas refletivas oblíquas, com uma inclinação de 45
graus em relação ao plano horizontal e 50,0 +/- 5,0 mm de
I- não coloque em perigo as pessoas nem cause danos a largura, nas cores branca e vermelha refletiva, idênticas às
propriedades públicas ou privadas, e em especial, não se dispostas nos para-choques traseiros dos veículos de carga;
arraste pela via nem caia sobre esta;
§3° A fixação da régua de sinalização deve ser feita no
II- não atrapalhe a visibilidade a frente do condutor nem veículo, de forma apropriada e segura, por meio de
comprometa a estabilidade ou condução do veículo; braçadeiras, engates, encaixes e/ou parafusos, podendo
III- não provoque ruído nem poeira; ainda ser utilizada a estrutura de transporte de carga ou seu
suporte.
IV- não oculte as luzes, incluídas as luzes de freio e os
indicadores de direção e os dispositivos refletores; §4° A segunda placa de identificação será lacrada no centro
ressalvada, entretanto, a ocultação da lanterna de freio da régua de sinalização ou na parte estrutural do veículo em
elevada (categoria S3); que estiver instalada (parachoque ou carroceria), devendo
ser aposta em local visível na parte direita da traseira.
V- não exceda a largura máxima do veículo;

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§5° Fica dispensado da utilização de régua de sinalização o


veículo que possuir extensor de caçamba, no qual deve ser
lacrada a segunda placa traseira.
§6° Extensor de caçamba é o acessório que permite a
circulação do veículo com a tampa do compartimento de
carga aberta, de forma a impedir a queda da carga na via,
sem comprometer a sinalização traseira.”

Capítulo II Art. 7º Será admitida a circulação do veículo com


Regras aplicáveis ao transporte eventual de cargas compartimento de carga aberto apenas durante o
transporte de carga indivisível que ultrapasse o
Art. 5º Permite-se o transporte de cargas acondicionadas comprimento da caçamba ou do compartimento de carga.
em bagageiros ou presas a suportes apropriados
devidamente afixados na parte superior externa da Capítulo III
carroçaria. Regras aplicáveis ao transporte de bicicletas na parte
§1° O fabricante do bagageiro ou do suporte deve informar externa dos veículos
as condições de fixação da carga na parte superior externa Art. 8º A bicicleta poderá ser transportada na parte
da carroçaria e sua fixação deve respeitar as condições e posterior externa ou sobre o teto, desde que fixada em
restrições estabelecidas pelo fabricante do veículo dispositivo apropriado, móvel ou fixo, aplicado diretamente
§2° As cargas, já considerada a altura do bagageiro ou do ao veículo ou acoplado ao gancho de reboque.
suporte, deverá ter altura máxima de cinqüenta centímetros § 1º O transporte de bicicletas na caçamba de caminhonetes
e suas dimensões, não devem ultrapassar o comprimento da deverá respeitar o disposto no Capítulo II desta Resolução.
carroçaria e a largura da parte superior da carroçaria. (figura
1) Y≤ 50 cm, onde Y = altura máxima; X ≤ Z, onde Z = § 2º Na hipótese da bicicleta ser transportada sobre o teto
comprimento da carroçaria e X = comprimento da carga. não se aplica a altura especificada no parágrafo 2º do Artigo
5°.
Art. 9º O dispositivo para transporte de bicicletas para
aplicação na parte externa dos veículos deverá ser fornecido
com instruções precisas sobre:
I- Forma de instalação, permanente ou temporária, do
dispositivo no veículo,
II- Modo de fixação da bicicleta ao dispositivo de transporte;
III- Quantidade máxima de bicicletas transportados, com
segurança;
IV- Cuidados de segurança durante o transporte de forma a
Art. 6º Nos veículos de que trata esta Resolução, será preservar a segurança do trânsito, do veículo, dos
admitido o transporte eventual de carga indivisível, passageiros e de terceiros.
respeitados os seguintes preceitos:
Capítulo IV
I- As cargas que sobressaiam ou se projetem além do veículo
para trás, deverão estar bem visíveis e sinalizadas. No Disposições Finais
período noturno, esta sinalização deverá ser feita por meio Art. 10 Para efeito desta Resolução, a bicicleta é
de uma luz vermelha e um dispositivo refletor de cor considerada como carga indivisível.
vermelha.
Art. 11 O não atendimento ao disposto nesta Resolução
II- O balanço traseiro não deve exceder 60% do valor da acarretará na aplicação das penalidades previstas nos
distância entre os dois eixos do veículo. (figura 2) B ≤ 0,6 x A, artigos 230, IV, 231, II, IV e V e 248 do CTB, conforme
onde B = Balanço traseiro e A = distância entre os dois eixos. infração a ser apurada.
Art. 12 Esta Resolução entra em vigor noventa dias após a
data de sua publicação, ficam revogadas as Resoluções nº
577/81 e 549/79 e demais disposições em contrário.
Alfredo Peres da Silva Presidente

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Rui César da Silveira Barbosa Ministério da Defesa III - dispositivo de fixação permanente ou removível,
devendo, em qualquer hipótese, ser alterado o registro do
Esmeraldo Malheiros Santos Ministério da Educação
veículo para a espécie passageiro ou carga, conforme o
Rudolf de Noronha Ministério do Meio Ambiente caso, vedado o uso do mesmo veículo para ambas as
atividades.
Elcione Diniz Macedo Ministério das Cidades
Art. 3º Os pontos de fixação para instalação dos
OBS: Em vigor equipamentos, bem como a capacidade máxima admissível
Revoga as Resoluções 549/79 e 577/81 - Alterada pela de carga, por modelo de veículo serão comunicados ao
Resolução 589/16 DENATRAN, pelos fabricantes, na ocasião da obtenção do
Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT),
para os novos modelos, e mediante complementação de
informações do registro marca/modelo/versão, para a frota
356/10
em circulação.
RESOLUÇÃO Nº 356, DE 02 DE AGOSTO DE 2010 § 1º As informações do caput serão disponibilizadas no
Estabelece requisitos mínimos de segurança para o manual do proprietário ou boletim técnico distribuído nas
transporte remunerado de passageiros (mototáxi) e de revendas dos veículos e nos sítios eletrônicos dos
cargas (motofrete) em motocicleta e motoneta, e dá outras fabricantes, em texto de fácil compreensão e sempre que
providências. possível auxiliado por ilustrações.
O Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN, no uso da § 2º As informações do parágrafo anterior serão
competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da lei nº disponibilizados no prazo de 270 (duzentos e setenta) dias a
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de contar da data de publicação desta Resolução para os
Trânsito Brasileiro e nos termos do disposto no Decreto nº veículos lançados no mercado nos últimos 5 (cinco) anos e
4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do em 365 (trezentos e sessenta e cinco) dias, também
Sistema Nacional de Trânsito, Considerando a necessidade contados da publicação desta Resolução, passarão a constar
de fixar requisitos mínimos de segurança para o transporte do manual do proprietário, para os veículos novos nacionais
remunerado de passageiros e de cargas em motocicleta e ou importados. (Redação dada ao parágrafo pela
motoneta, na categoria aluguel, para preservar a segurança Deliberação CONTRAN nº 103, de 23.12.2010, DOU
do trânsito, dos condutores e dos passageiros desses 24.12.2010 e pela Resolução CONTRAN nº 378, de
veículos; Considerando a necessidade de regulamentar a Lei 06.04.2011, DOU 13.04.2011)
nº 12.009, de 29 de julho de 2009; § 3º A capacidade máxima de tração deverá constar no
Considerando a necessidade de estabelecer requisitos Certificado de Registro (CRV) e no Certificado de Registro e
mínimos de segurança para o transporte não remunerado Licenciamento do Veículo (CRLV).
de carga; e
Art. 4º Os veículos de que trata o art. 1º deverão submeter-
Considerando o que consta do processo nº se à inspeção semestral para verificação dos equipamentos
80000.022300/2009-25, RESOLVE: obrigatórios e de segurança.
CAPÍTULO I Art. 5º Para o exercício das atividades previstas nesta
Resolução, o condutor deverá:
Das disposições gerais
I - ter, no mínimo, vinte e um anos de idade;
Art. 1º Os veículos tipo motocicleta ou motoneta, quando
autorizados pelo poder concedente para transporte II - possuir habilitação na categoria “A”, por pelo menos dois
remunerado de cargas (motofrete) e de passageiros anos, na forma do artigo 147 do CTB;
(mototáxi), deverão ser registrados pelo Órgão Executivo de III - ser aprovado em curso especializado, na forma
Trânsito do Estado e do Distrito Federal na categoria de regulamentada pelo CONTRAN; e
aluguel, atendendo ao disposto no artigo 135 do CTB e
legislação complementar. IV - estar vestido com colete de segurança dotado de
dispositivos retrorrefletivos, nos termos do Anexo III desta
Art. 2º Para efeito do registro de que trata o artigo anterior, Resolução.
os veículos deverão ter:
Parágrafo único. Para o exercício da atividade de mototáxi o
I - dispositivo de proteção para pernas e motor em caso de condutor deverá atender aos requisitos previstos no Art.
tombamento do veículo, fixado em sua estrutura, conforme 329 do CTB.
Anexo IV, obedecidas as especificações do fabricante do
veículo no tocante à instalação; Art. 6º Na condução dos veículos de transporte remunerado
de que trata esta Resolução, o condutor e o passageiro
II - dispositivo aparador de linha, fixado no guidon do
deverão utilizar capacete motociclístico, com viseira ou
veículo, conforme Anexo IV; e
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óculos de proteção, nos termos da Resolução 203, de 29 de III - altura: a carga acomodada no dispositivo não poderá
setembro de 2006, dotado de dispositivos retrorrefletivos, exceder a 40 (quarenta) cm de sua base central, medida a
conforme Anexo II desta Resolução. partir do assento do veículo.
CAPÍTULO II § 4º No caso do equipamento tipo aberto (grelha), as
dimensões da carga a ser transportada não podem
Do transporte de passageiros (mototáxi)
extrapolar a largura e comprimento da grelha.
Art. 7º Além dos equipamentos obrigatórios para
§ 5º Nos casos de montagem combinada dos dois tipos de
motocicletas e motonetas e dos previstos no art. 2º desta
equipamento, a caixa fechada (baú) não pode exceder as
Resolução, serão exigidas para os veículos destinados aos
dimensões de largura e comprimento da grelha, admitida a
serviços de mototáxi alças metálicas, traseira e lateral,
altura do conjunto em até 70 cm da base do assento do
destinadas a apoio do passageiro. Capítulo III Do transporte
veículo.
de cargas (motofrete)
§ 6º Os dispositivos de transporte, assim como as cargas,
Art. 8º As motocicletas e motonetas destinadas ao
não poderão comprometer a eficiência dos espelhos
transporte remunerado de mercadorias - motofrete -
retrovisores.
somente poderão circular nas vias com autorização emitida
pelo órgão executivo de trânsito do Estado e do Distrito Art. 10. As caixas especialmente projetadas para a
Federal. acomodação de capacetes não estão sujeitas às prescrições
desta Resolução, podendo exceder a extremidade traseira
Art. 9º Os dispositivos de transporte de cargas em
do veículo em até 15 cm.
motocicleta e motoneta poderão ser do tipo fechado (baú)
ou aberto (grelha), alforjes, bolsas ou caixas laterais, desde Art.11. O equipamento do tipo fechado (baú) deve conter
que atendidas as dimensões máximas fixadas nesta faixas retrorrefletivas conforme especificação no Anexo I
Resolução e as especificações do fabricante do veículo no desta Resolução, de maneira a favorecer a visualização do
tocante à instalação e ao peso máximo admissível. veículo durante sua utilização diurna e noturna.
§ 1º Os alforjes, as bolsas ou caixas laterais devem atender Art. 12. É proibido o transporte de combustíveis inflamáveis
aos seguintes limites máximos externos: ou tóxicos, e de galões nos veículos de que trata a Lei
12.009 de 29 de julho de 2009, com exceção de botijões de
I - largura: não poderá exceder as dimensões máximas dos
gás com capacidade máxima de 13 kg e de galões contendo
veículos, medida entre a extremidade do guidon ou
água mineral, com capacidade máxima de 20 litros, desde
alavancas de freio à embreagem, a que for maior, conforme
que com auxílio de sidecar.
especificação do fabricante do veículo;
Art. 13. O transporte de carga em sidecar ou semirreboques
II - comprimento: não poderá exceder a extremidade
deverá obedecer aos limites estabelecidos pelos fabricantes
traseira do veículo; e
ou importadores dos veículos homologados pelo
III - altura: não superior à altura do assento em seu limite DENATRAN, não podendo a altura da carga exceder o limite
superior. superior o assento da motocicleta e mais de 40 (quarenta)
cm.
§ 2º O equipamento fechado (baú) deve atender aos
seguintes limites máximos externos: Parágrafo único. É vedado o uso simultâneo de sidecar e
semirreboque.
I - largura: 60 (sessenta) cm, desde que não exceda a
distância entre as extremidades internas dos espelhos Art. 14. Aplicam-se as disposições deste capítulo ao
retrovisores; transporte de carga não remunerado, com exceção do art.
8º. 5 Capítulo IV Das disposições finais
II - comprimento: não poderá exceder a extremidade
traseira do veículo; e Art. 15. O descumprimento das prescrições desta Resolução,
sem prejuízo da responsabilidade solidária de outros
III - altura: não poderá exceder a 70 (setenta) cm de sua
intervenientes nos contratos de prestação de serviços
base central, medida a partir do assento do veículo.
instituída pelos artigos 6º e 7º da Lei nº 12.009, de 29 de
§ 3º O equipamento aberto (grelha) deve atender aos julho de 2009, e das sanções impostas pelo Poder
seguintes limites máximos externos: Concedente em regulamentação própria, sujeitará o infrator
às penalidades e medidas administrativas previstas nos
I - largura: 60 (sessenta) cm, desde que não exceda a
seguintes artigos do Código de Trânsito Brasileiro, conforme
distância entre as extremidades internas dos espelhos
o caso: art. 230, V, IX, X e XII; art. 231, IV, V, VIII, X; art. 232;
retrovisores;
e art. 244, I, II, VIII e IX.
II - comprimento: não poderá exceder a extremidade
Art. 16. Os Municípios que regulamentarem a prestação de
traseira do veículo; e
serviços de mototáxi ou motofrete deverão fazê-lo em
legislação própria, atendendo, no mínimo, ao disposto nesta
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Resolução, podendo estabelecer normas complementares, b) Os limites de cor (diurna) e o coeficiente mínimo de
conforme as peculiaridades locais, garantindo condições retrorrefletividade em candelas por Lux por metro quadrado
técnicas e requisitos de segurança, higiene e conforto dos devem atender às especificações do anexo da Resolução
usuários dos serviços, na forma do disposto no art. 107 do CONTRAN nº 128, de 06 de agosto de 2001.
CTB.
c) O retrorrefletor deverá ter suas características,
Art. 17. Esta Resolução entra em vigor na data de sua especificadas por esta Resolução, atestada por uma
publicação, produzindo efeitos no prazo de trezentos e entidade reconhecida pelo DENATRAN e deverá exibir em
sessenta e cinco dias contados da data de sua publicação, sua construção uma marca de segurança comprobatória
quando ficará revogada a Resolução CONTRAN nº 219, de 11 desse laudo com a gravação das palavras APROVADO
de janeiro de 2007. DENATRAN, com 3 mm (três milímetros) de altura e 50 mm
(cinqüenta milímetros) de comprimento em cada segmento
Alfredo Peres da Silva Presidente
da cor branca do retrorrefletor, incorporada na construção
Rui César da Silveira Barbosa Ministério da Defesa da película, não podendo ser impressa superficialmente.
Rone Evaldo Barbosa Ministério dos Transportes
Esmeraldo Malheiros Santos Ministério da Educação ANEXO II
Luiz Otavio Maciel Miranda Ministério da Saúde DISPOSITIVOS RETRORREFLETIVOS DE SEGURANÇA PARA
CAPACETES
Rudolf de Noronha Ministério do Meio Ambiente
1. Localização: O capacete deve contribuir para a sinalização
do usuário durante o dia como a noite, em todas as
ANEXO I direções, através de elementos retrorrefletivos, aplicados na
parte externa do casco, conforme diagramação:
DISPOSITIVOS RETRORREFLETIVOS DE SEGURANÇA PARA
BAÚ DE MOTOCICLETAS
1. Localização O baú deve contribuir para a sinalização do
usuário durante o dia como a noite, em todas as direções,
através de elementos retrorrefletivos, aplicados na parte
externa do casco, conforme diagramação:

2. Retrorrefletivo
a) Dimensões O elemento retrorrefletivo no capacete deve
2. Retrorrefletivo ter uma área total de, pelo menos, 0,014 m², assegurando a
sinalização em cada uma das laterais e na traseira. O
a) Dimensões O elemento no baú deve ter uma área total
formato e as dimensões mínimas do dispositivo de
que assegure a completa sinalização das laterais e na
segurança refletivo deverão seguir o seguinte padrão:
traseira. O formato e as dimensões mínimas do dispositivo
de segurança refletivo deverá seguir o seguinte padrão:

b) Os limites de cor (diurna) e o coeficiente mínimo de


retrorrefletividade em candelas por Lux por metro quadrado
devem atender às especificações do anexo da Resolução
CONTRAN nº128, de 06 de agosto de 2001.
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c) O retrorrefletor deverá ter suas características,


especificadas por esta Resolução, atestada por uma
entidade reconhecida pelo DENATRAN e deverá exibir em
sua construção uma marca de segurança comprobatória
desse laudo com a gravação das palavras APROVADO
A cor amarelo-esverdeado fluorescente proporciona
DENATRAN, com 3 mm (três milímetros) de altura e 35 mm
excepcional brilho diurno, especialmente durante o
(trinta e cinco milímetros) de comprimento em cada
entardecer e amanhecer. A cor deve ser medida de acordo
segmento da cor branca do retrorrefletor, incorporada na
com os procedimentos definidos na ASTM E 1164 (revisão
construção da película, não podendo ser impressa
2002, Standard practice for obtaining spectrophotometric
superficialmente.
data for object-color evaluation) com iluminação
policromática D65 e geometria 45º/0º (ou 0º/45º) e
observador normal CIE 2º. A amostra deve ter um substrato
ANEXO III
preto com refletância menor que 0,04.
DISPOSITIVOS RETROREFLETIVOS DE SEGURANÇA PARA
O fator de luminância mínimo da película refletiva
COLETE
fluorescente amareloesverdeado utilizada na confecção do
1. Objetivo colete deverá atender às especificações da tabela abaixo:
O colete é de uso obrigatório e deve contribuir para a
sinalização do usuário tanto de dia quanto à noite, em todas
as direções, através de elementos retrorrefletivos e
fluorescentes combinados.
2. Característica do material retrorrefletivo
a) Dimensões O elemento retrorrefletivo no colete deve ter c) Especificação do coeficiente mínimo de
uma área total mínima de, pelo menos 0,13 m², retrorrefletividade em candelas por lux por metro
assegurando a completa sinalização do corpo do condutor, quadrado. Os coeficientes de retrorrefletividade não
de forma a assegurar a sua identificação. O formato e as deverão ser inferiores aos valores mínimos especificados, e
dimensões mínimas do dispositivo de segurança refletivo devem ser determinados de acordo com o procedimento de
deverão seguir o padrão apresentado na figura 1, sendo que ensaio definido nas ASTM E 808 e ASTM E 809.
a parte amarela representa o refletivo enquanto a parte
branca representa o tecido de sustentação do colete:

O retrorrefletor deverá ter suas características atestada por


uma entidade reconhecida pelo DENATRAN e deverá exibir
em sua construção uma marca de segurança comprobatória
desse laudo com a gravação das palavras APROVADO
DENATRAN, com 3 mm (três milímetros) de altura e 50 mm
(cinquenta milímetros) de comprimento, incorporada na
construção da película, não podendo ser impressa
superficialmente, podendo ser utilizadas até duas linhas,
que deverá ser integrada à região amarela do dispositivo.
3. Características do colete
a) Estrutura
O colete deverá ser fabricado com material resistente,
processo em tecido dublado com material combinado,
perfazendo uma espessura de no mínimo 2,50 mm.
b) Ergonometria
Ilustração 1: formato padrão e dimensões mínimas do
dispositivo refletivo O colete deve fornecer ao usuário o maior grau possível de
conforto. As partes do colete em contato com o usuário
b) Cor do Material Retrorrefletivo de Desempenho
final devem ser isentas de asperezas, bordas afiadas e
Combinado
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projeções que possam causar irritação excessiva e b) Características Construtivas: Peça única, construído em
ferimentos. O colete não deve impedir o posicionamento aço tubular de seção redonda resistente e com acabamento
correto do usuário no veículo, e deve manter-se ajustado ao superficial resistente à corrosão, o dispositivo deve ser
corpo durante o uso, devendo manter-se íntegro apesar dos construído sem arestas e com formas arredondas, limitada
fatores ambientais e dos movimentos e posturas que o sua largura à largura do guidon;
usuário pode adotar durante o uso. Devem ser previstos
c) Localização: Deve ser fixado na estrutura do veículo,
meios para que o colete se adapte ao biotipo do usuário
obedecidas as especificações do fabricante do veículo no
(tamanhos). O colete deve ser o mais leve possível, sem
tocante à instalação, e não deve interferir no curso do pára-
prejuízo à sua resistência e eficiência.
lama dianteiro;
c) Etiquetagem
2. Características Técnicas do Dispositivo Aparador de Linha.
Cada peça do colete deve ser identificada da seguinte
d) Objetivo: Proteção do tórax, pescoço e braços do
forma: - marca no próprio produto ou através de etiquetas
condutor e passageiro;
fixadas ao produto, podendo ser utilizada uma ou mais
etiquetas; - As etiquetas devem ser fixadas de forma visível e) Características construtivas: Construído em aço de seção
e legível. Deve-se utilizar algarismos maiores que 2 mm, redonda resistente com acabamento superficial resistente a
recomenda-se que sejam algarismos pretos sobre fundo corrosão, deve prover sistema de corte da linha em sua
branco; - A marca ou as etiquetas devem ser indeléveis e extremidade superior
resistentes ao processo de limpeza; - devem ser fornecidas,
f) Localização: fixado na extremidade do guidon (próximo à
no mínimo, as seguintes informações: identificação têxtil
manopla) do veículo, no mínimo em um dos lados;
(material); tamanho do colete (P, M, G, GG, EG); CNPJ,
telefone do fabricante e identificação do registro do g) Utilização: A altura do dispositivo deve ser regulada com a
INMETRO. altura da parte superior da cabeça do condutor na posição
sentado sobre o veículo.
d) Instruções para utilização O Colete de alta visibilidade
deve ser fornecido ao usuário com manual de utilização OBS: Em vigor com efeitos a partir de 365 dias.
contendo no mínimo as seguintes informações: garantia do
Alterada pela Deliberação Contran nº 103/10 e Resolução
fabricante, instrução para ajustes de como vestir, instrução
Contran 378/11
para uso correto, instrução para limitações de uso, instrução
para armazenar e instrução para conservação e limpeza. Revoga a Resolução Contran 219/07 a partir de 365 dias
após publicação.
4. Aprovação do colete Os fabricantes de coletes devem
obter, para os seus produtos, registro no Instituto Nacional
de Metrologia, Normalização e Qualidade – INMETRO que
estabelecerá os requisitos para sua concessão. 358/10

RESOLUÇÃO Nº 358. DE 13 DE AGOSTO DE 2010


ANEXO IV
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO DE MOTOR E PERNAS E Regulamenta o credenciamento de instituições ou entidades
APARADOR DE LINHA públicas ou privadas para o processo de capacitação,
qualificação e atualização de profissionais, e de formação,
qualificação, atualização e reciclagem de candidatos e
condutores e dá outras providências.

O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN usando da


competência que lhe conferem os arts. 12, incisos I e X, e
156 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro - CTB e, conforme o
Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da
coordenação do Sistema Nacional de Trânsito;
1) Características Técnicas do Dispositivo de Proteção de
Considerando o que dispõe o inciso VI do art. 19 e inciso II
Motor e Pernas
do art. 22 do Código de Trânsito Brasileiro, e a Lei nº 12.302
a) Objetivo: Proteção das pernas do condutor e passageiro de 02 de agosto de 2010;
em caso de tombamento do veículo, excluídos os veículos
homologados pelo DENATRAN com dispositivos de proteção
para esta função;

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Considerando a necessidade de estabelecer procedimentos nas modalidades presenciais e à distância; (Redação dada
uniformes, propor medidas administrativas, técnicas e pela Resolução CONTRAN Nº 409 DE 02/08/2012)
legislativas e editar normas sobre o funcionamento das
IV - Processo de Qualificação de condutores em cursos
instituições e entidades credenciadas pelos órgãos ou
especializados e respectiva atualização - Serviço Nacional de
entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito
Aprendizagem - Sistema "S", e instituições e entidades
Federal e registradas no Órgão Máximo Executivo de
credenciadas nas modalidades presenciais e à
Trânsito da União;
distância.(Redação dada pela Resolução CONTRAN Nº 415
Considerando a necessidade de aperfeiçoar os processos de DE 09/08/2012)
formação, qualificação, atualização, reciclagem e avaliação
V - Processo de qualificação de condutores em cursos
dos candidatos e condutores, priorizando a defesa da vida e
especializados e respectiva atualização para motofrete e
a segurança de todos os usuários do trânsito;
mototaxi, poderão ser ministrados por instituições e
Considerando que a eficiência da instrução e formação entidades credenciadas, Serviço Nacional de Aprendizagem -
depende dos meios didático-pedagógicos e preparo sistema "S" e Centros de Formação de Condutores - CFC, nas
adequado dos educadores integrantes das instituições e modalidades presenciais e à distância.(Redação dada
entidades credenciadas; pela Resolução CONTRAN Nº 415 DE 09/08/2012)
Considerando a necessidade de promover a articulação e a § 2º O credenciamento das instituições e entidades,
integração entre as instituições e entidades responsáveis referidas no parágrafo anterior, é específico para cada
por todas as fases do processo de capacitação, qualificação endereço, intransferível e renovável conforme estabelecido
e atualização de recursos humanos e da formação, pelo órgão executivo de trânsito dos Estados ou do Distrito
qualificação, atualização e reciclagem de candidatos e Federal.
condutores;

DOS ÓRGÃOS OU ENTIDADES EXECUTIVOS DE TRÂNSITO


Resolve: DOS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL
Art. 1º O credenciamento de instituições ou entidades Art. 2º Compete ao órgão ou entidade executivo de trânsito
públicas ou privadas para o processo de capacitação, dos Estados e do Distrito Federal credenciar instituições ou
qualificação e atualização de profissionais, e processo de entidades para a execução de atividades previstas na
formação, qualificação, atualização e reciclagem de legislação de trânsito, na forma estabelecida pelo
candidatos e condutores obedecerá ao estabelecido nesta CONTRAN.
Resolução.
Parágrafo único. Os órgãos ou entidades executivos de
§ 1º As atividades exigidas para o processo de formação de trânsito dos Estados e do Distrito Federal, por delegação do
condutores serão realizadas exclusivamente pelos órgãos e Departamento Nacional de Trânsito, são os responsáveis, no
entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito âmbito de sua circunscrição, pelo cumprimento dos
Federal, ou por instituições ou entidades públicas ou dispositivos do CTB e das exigências da legislação vigente,
privadas com comprovada capacidade técnica por estes devendo providenciar condições organizacionais,
credenciadas para: (Redação dada pela Resolução operacionais, administrativas e pedagógicas, em sistema
CONTRAN Nº 411 DE 02/08/2012). informatizado, por meio de rede nacional, para permitir o
registro, acompanhamento e controle no exercício das
I - Processo de capacitação, qualificação e atualização de
funções exigidas nesta Resolução, conforme padrão
profissional para atuar no processo de habilitação de
tecnológico estabelecido pelo Órgão Máximo Executivo de
condutores - Entidades credenciadas com a finalidade de
Trânsito.
capacitar diretor geral, diretor de ensino e instrutor de
trânsito para os Centros de Formação de Condutores - CFC, Art. 3º Constituem atribuições dos órgãos e entidades
conforme definido no art. 7º desta Resolução, e examinador executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal,
de trânsito, através de cursos específicos teórico-técnico e para o processo de credenciamento, acompanhamento e
de prática de direção; controle dos entes credenciados:
II - Processo de formação de condutores de veículos I - elaborar e revisar periodicamente a distribuição
automotores e elétricos - Centros de Formação de geográfica dos credenciados;
Condutores - CFC e Unidades das Forças Armadas e
II - credenciar as instituições e entidades que cumprirem as
Auxiliares que possuírem cursos de formação dirigidos
exigências estabelecidas nesta Resolução;
exclusivamente para os militares dessas corporações;
III - credenciar os profissionais que atuam nas referidas
III - Processo de atualização e reciclagem de condutores de
instituições ou entidades credenciadas, vinculando-os a
veículos automotores e elétricos - Centros de Formação de
estas e disponibilizando-lhes senhas pessoais e
Condutores - CFC e instituições e entidades credenciadas
intransferíveis, de acesso aos sistemas informatizados do
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órgão executivo de trânsito do Estado ou do Distrito DO CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES E ENTIDADES


Federal;
Art. 4º Os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do
IV - garantir, na esfera de sua competência, o suporte Distrito Federal poderão credenciar entidades, com
técnico ao sistema informatizado disponível aos capacidade técnica comprovada, para exercerem as
credenciados; atividades de formação de diretor geral, diretor de ensino e
instrutor de trânsito para CFC, e de examinador de trânsito,
V - auditar as atividades dos credenciados, objetivando o fiel
através de cursos específicos teórico-técnico e de prática de
cumprimento das normas legais e dos compromissos
direção.
assumidos, mantendo supervisão administrativa e
pedagógica; § 1º As entidades referidas no caput deste artigo serão
credenciadas por período determinado, podendo ser
VI - estabelecer as especificações mínimas de equipamentos
renovado, desde que atendidas as disposições desta
e conectividade para integração dos credenciados aos
Resolução.
sistemas informatizados do órgão executivo de trânsito do
Estado ou do Distrito Federal; § 2º As entidades, já autorizadas anteriormente pelo
DENATRAN até a data de 25 de julho de 2006, em caráter
VII - definir referências mínimas para:
provisório, com a finalidade de capacitar diretor geral,
a) identificação dos Centros de Formação de Condutores e diretor de ensino e instrutor de trânsito para CFC, e
dos veículos de aprendizagem, devendo a expressão 'Centro examinador de trânsito, poderão continuar normalmente
de Formação de Condutores' ou a sigla 'CFC' constar na suas atividades, exclusivamente na localidade da
identificação visual; autorização, submetendo-se às exigências do Órgão
Executivo de Trânsito do Estado ou do Distrito Federal e as
b) selecionar o material, equipamentos e ação didática a
disposições desta Resolução.
serem utilizados;
Art. 5º São exigências mínimas para o credenciamento:
VIII - estabelecer os procedimentos pertinentes às
atividades dos credenciados; I - requerimento da unidade da instituição dirigido ao órgão
ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
IX - apurar irregularidades praticadas por instituições ou
Federal;
entidades e pelos profissionais credenciados, por meio de
processo administrativo, aplicando as penalidades cabíveis II - infraestrutura física e recursos instrucionais necessários
previstas nesta Resolução; para a realização do(s) curso(s) proposto(s), permitindo o
uso compartilhado do simulador de direção veicular entre
X - elaborar estatísticas para o acompanhamento dos cursos
os Centros de Formação de Condutores das categorias "A, B
e profissionais das entidades credenciadas;
ou A/B", no ambiente físico da entidade de ensino
XI - controlar o número total de candidatos por turma credenciada ou em local diverso, desde que devidamente
proporcionalmente ao tamanho da sala e à frota de veículos autorizado pelo órgão executivo de trânsito do Estado ou do
do CFC, por meio de sistemas informatizados; Distrito Federal. (Redação do inciso dada pela Resolução
CONTRAN Nº 473 DE 11/02/2014).
XII - manter controle dos registros referentes a conteúdos,
freqüência e acompanhamento do desempenho dos II-A - O órgão executivo de Trânsito do Estado ou do Distrito
candidatos e condutores nas aulas teóricas e práticas, Federal poderá aceitar a vinculação da instituição de ensino
contendo no mínimo as seguintes informações: a um Centro de Simulação fixo ou itinerante, com
comprovação de recursos instrucionais necessários à
a) cursos teóricos: conteúdo, turma, datas e horários iniciais
formação, administrado por outra unidade de ensino
e finais das aulas, nome e identificação do instrutor, lista de
credenciada ou por terceiros autorizados pelo DETRAN, em
presença com assinatura do candidato ou verificação
conjunto com empresas homologadas pelo DENATRAN para
eletrônica de presença;
fornecimento e fabricação de simulador de direção veicular.
b) cursos práticos: quilometragem inicial e final da aula, A administração terceirizada não eximirá o
horário de início e término, placa do veículo, nome e acompanhamento e a instrução realizada por Instrutor de
identificação do instrutor, ficha de acompanhamento do Ensino, Diretor de Ensino ou Diretor Geral, os dois últimos
candidato com assinatura ou verificação eletrônica de necessariamente vinculados ao Centro de Formação de
presença. Condutores. (Inciso acrescentado pela Resolução CONTRAN
Nº 473 DE 11/02/2014).
Parágrafo único. Os órgãos ou entidades executivos de
trânsito dos Estados e do Distrito Federal poderão III - estrutura administrativa informatizada para interligação
estabelecer exigências complementares para o processo de com o sistema de informações do órgão ou entidade
credenciamento, acompanhamento e controle, desde que executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal;
respeitadas as disposições desta Resolução.
IV - relação do corpo docente com a titulação exigida no art.
18 desta Resolução;
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V - apresentação do plano de curso em conformidade com a § 1º Os CFC devem ter como atividade exclusiva o ensino
estrutura curricular contida no Anexo desta Resolução; teórico e/ou prático visando a formação, atualização e
reciclagem de candidatos e condutores de veículos
VI - vistoria para comprovação do cumprimento das
automotores;
exigências pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do
Estado ou do Distrito Federal; § 2º Os CFC serão credenciados pelo órgão ou entidade
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal por
VII - publicação do ato de credenciamento e registro da
período determinado, podendo ser renovado por igual
unidade no sistema informatizado do órgão ou entidade
período, desde que atendidas as disposições desta
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal;
Resolução.
VIII - participação dos representantes do corpo funcional,
§ 3º Para efeito de credenciamento pelo órgão de trânsito
em treinamentos efetivados pelo órgão ou entidade
competente, os CFC terão a seguinte classificação:
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, para
desenvolver unidade de procedimentos pedagógicos e para I - 'A' - ensino teórico técnico;
operar os sistemas informatizados, com a devida liberação
II - 'B' - ensino prático de direção; e
de acessos mediante termo de uso e responsabilidades.
III - 'AB' - ensino teórico técnico e de prática de direção.
Parágrafo único. O credenciamento das entidades
credenciadas com a finalidade de capacitar diretor geral, § 4º Cada CFC poderá se dedicar ao ensino teórico técnico
diretor de ensino e instrutor de trânsito para CFC, e ou ao ensino prático de direção veicular, ou ainda a ambos,
examinador de trânsito é específico para cada endereço, desde que certificado e credenciado para tal.
sendo expedido pelo órgão executivo de trânsito do Estado
§ 5º O CFC só poderá preparar o aluno para o exame de
ou do Distrito Federal da circunscrição em que esteja
direção veicular se dispuser de veículo automotor da
instalado, que o cadastrará no Órgão Executivo de Trânsito
categoria pretendida pelo candidato.
da União.
§ 6º As dependências físicas do CFC deverá ter uso exclusivo
Art. 6º São atribuições das entidades credenciadas com a
para o seu fim.
finalidade de capacitar diretor geral, diretor de ensino e
instrutor de trânsito para CFC, e examinador de trânsito, Art. 8º São exigências mínimas para o credenciamento de
através de cursos específicos teórico-técnico e de prática de CFC:
direção:
I - Infraestrutura física:
I - atender às exigências das normas vigentes;
a) acessibilidade conforme legislação vigente;
II - manter atualizado e em perfeitas condições de uso o
(Redação da alínea dada pela Resolução CONTRAN Nº 4444
material didático-pedagógico e acervo bibliográfico;
DE 25/06/2013):
III - promover a atualização do seu quadro docente;
b) se para ensino teórico - técnico, salas para
IV - atender às convocações do órgão ou entidade executivo aulas: (Redação dada pela Resolução CONTRAN Nº 473 DE
de trânsito do Estado ou do Distrito Federal; 11/02/2014).
V - manter atualizadas as informações dos cursos oferecidos (Redação dada pela Resolução CONTRAN Nº 473 DE
e do respectivo corpo docente e discente, no sistema 11/02/2014):
informatizado do órgão ou entidade executivo de trânsito
b1) teóricas, obedecendo ao critério de 1,20 m² (um metro e
do Estado ou do Distrito Federal;
vinte centímetros quadrados) por candidato, e 6m² (seis
VI - manter o arquivo dos documentos pertinentes ao corpo metros quadrados) para o instrutor, com medida total
docente e discente por 5 (cinco) anos conforme legislação mínima de 24m² (vinte e quatro metros quadrados)
vigente; correspondendo à capacidade de 15 (quinze) candidatos,
sendo que a capacidade total máxima não poderá exceder a
VII - emitir certificado de conclusão do curso.
35 (trinta e cinco) candidatos por sala, respeitados os
critérios estabelecidos:
DAS INSTITUIÇÕES CREDENCIADAS PARA FORMAÇÃO, a) mobiliada com carteiras individuais em número
ATUALIZAÇÃO E RECICLAGEM DE CONDUTORES - CENTROS compatível com o tamanho da sala;
DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES - CFC
b) adequadas para destro e canhoto, além de cadeira e
Art. 7º As auto-escolas a que se refere o art. 156 do CTB, mesa para instrutor.
denominadas Centros de Formação de Condutores - CFC são
b2) de simulação de direção veicular, sala com medida total
empresas particulares ou sociedades civis, constituídas sob
mínima de 15 m² (quinze) para acomodação e
qualquer das formas previstas na legislação vigente.
funcionamento do simulador de direção, acrescido 8m² (oito

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metros quadrados) na hipótese de instalação de mais de 1 b) para a categoria "A" - dois veículos automotores de duas
(um) simulador de direção na mesma sala. Poderá haver a rodas, de no mínimo 120cc (cento e vinte centímetros
instalação de simuladores em ambiente com medidas cúbicos), com câmbio mecânico, não sendo admitida
inferiores, para efeito das unidades itinerantes, desde que alteração da capacidade estabelecida pelo fabricante, com,
devidamente autorizada pelo órgão executivo de trânsito do no máximo, cinco anos de uso, excluído o ano de fabricação;
Estado ou do Distrito Federal. (Redação da subalínea dada c) para categoria "B" - dois veículos automotores de quatro
pela Resolução CONTRAN Nº 473 DE 11/02/2014). rodas, exceto quadriciclo, com câmbio mecânico, com no
máximo oito anos de uso, excluído o ano de fabricação;
b.2.1) A sala destinada ao(s) simulador(es) de direção
d) para categoria "C" - um veículo de carga com Peso Bruto
deverá(ão) ter uma webcam instalada de forma a
Total - PBT de no mínimo 6.000 Kg, não sendo admitida
proporcionar uma visão panorâmica da sala de aula, que
alteração da capacidade estabelecida pelo fabricante, com
deverá transmitir as imagens gerada ao órgão executivo
no máximo quinze anos de uso, excluído o ano de
estadual de trânsito ou Distrito Federal que realize a
fabricação;
fiscalização e monitoramento dessas aulas. (Redação da
e) para categoria "D" - um veículo motorizado, classificado
subalínea dada pela Resolução CONTRAN Nº 473 DE
de fábrica, tipo ônibus, com no mínimo 7,20m (sete metros
11/02/2014).
e vinte centímetros) de comprimento, utilizado no
c) espaços destinados à Diretoria Geral, Diretoria de Ensino, transporte de passageiros, com no máximo quinze anos de
Secretaria e Recepção; uso, excluído o ano de fabricação;
d) 2 (dois) sanitários, sendo um feminino e outro masculino, f) para categoria "E" - uma combinação de veículos, cujo
com acesso independente da sala de aula, constante da caminhão trator deverá ser acoplado a um reboque ou
estrutura física do CFC; semirreboque, registrado com peso bruto total (PBTC) de no
mínimo 6.000 kg e comprimento mínimo de 13m (treze
e) área específica de treinamento para prática de direção
metros), com no máximo quinze anos de uso, excluído o ano
em veículo de 2 (duas) ou 3 (três) rodas em conformidade
de fabricação;
com as exigências da norma legal vigente, podendo ser fora
da área do CFC, bem como de uso compartilhado, desde que g) simulador de direção veicular próprio ou compartilhado,
no mesmo município; desde que vinculado a outra instituição de ensino
credenciada ou a centro de simulação fixo ou itinerante,
f) fachada do CFC atendendo às diretrizes de identidade
quando obrigatório para cada uma das categorias de
visual, conforme regulamentação específica do órgão ou
habilitação.
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
Federal; IV - Recursos Humanos:
g) infraestrutura tecnológica para conexão com o sistema a) um Diretor-Geral;
informatizado do órgão ou entidade executivo de trânsito
b) um Diretor de Ensino;
do Estado ou do Distrito Federal.
c) dois Instrutores de Trânsito.
II - Recursos Didático-pedagógicos:
(Redação do inciso dada pela Resolução CONTRAN Nº 4444
a) quadro para exposição escrita com, no mínimo, 2m x
DE 25/06/2013):
1,20m;
V - A utilização do simulador de direção veicular fica
b) material didático ilustrativo;
condicionada ao atendimento das seguintes exigências:
c) acervo bibliográfico sobre trânsito, disponível aos
a) laudo técnico de avaliação, vistoria e verificação de
candidatos e instrutores, tais como Código de Trânsito
conformidade do protótipo, expedido por Organismo
Brasileiro, Coletânea de Legislação de Trânsito atualizada e
Certificador de Produto - OCP, acreditado pelo INMETRO na
publicações doutrinárias sobre trânsito;
área de veículos automotores e produtos relacionados e
d) recursos audiovisuais necessários por sala de aula; credenciado pelo DENATRAN especificamente para tal
finalidade;
e) manuais e apostilas para os candidatos e condutores;
b) homologação do protótipo pelo DENATRAN, com análise
(Redação do inciso dada pela Resolução CONTRAN Nº 571
de hardware, software e respectivos funcionamentos;
DE 16/12/2015):
c) laudo técnico de avaliação, vistoria e verificação de
III - Veículos e equipamentos de aprendizagem:
conformidade dos equipamentos, estrutura física e outros
a) Para ACC - um veiculo automotor de duas rodas, de no
itens do local em que serão produzidos os simuladores,
máximo 50cc (cinquenta centímetros cúbicos), com cambio
expedido por Organismo Certificador de Produto - OCP,
mecânico ou automático, classificado como ciclomotor, com
acreditado pelo INMETRO na área de veículos automotores
no máximo 5 (cinco) anos de uso, excluído o ano de
e produtos relacionados e credenciado pelo DENATRAN
fabricação;
especificamente para tal finalidade;
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d) inspeção individualizada do simulador instalado, quando veicular, desde que atendidas as exigências mínimas
requisitado pelo DENATRAN, realizada por Organismo previstas pelo CONTRAN e pelo DENATRAN. (Redação do
Certificador de Produto - OCP, acreditado pelo INMETRO na parágrafo dada pela Resolução CONTRAN Nº 4444 DE
área de veículos automotores e produtos relacionados e 25/06/2013).
credenciado pelo DENATRAN especificamente para tal
§ 12. Os CFCs, para credenciamento, deverão possuir no
finalidade.
mínimo os veículos previstos nas alíneas a, b e c do Inciso III
§ 1º As dependências do CFC devem possuir meios que deste artigo, quando pretenderem ministrar aulas práticas
atendam aos requisitos de segurança, conforto e higiene, às de direção veicular. (Parágrafo acrescentado pela
exigências didático-pedagógicas, assim como às posturas Resolução CONTRAN Nº 571 DE 16/12/2015).
municipais vigentes.
§ 13. Para cumprimento da exigência contida nas alíneas "a"
§ 2º Qualquer alteração nas instalações internas do CFC e "b", do inciso III deste artigo, será permitido o uso
credenciado deve ser previamente autorizada pelo órgão compartilhado de veículos pelos Centros de Formação de
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, após Condutores, desde que devidamente autorizados pelos
vistoria para aprovação. órgãos e entidades executivos de trânsito dos Estados e do
Distrito Federal. (Parágrafo acrescentado pela Resolução
§ 3º Os veículos de aprendizagem devem estar equipados
CONTRAN Nº 633 DE 30/12/2016).
com duplo comando de freio e embreagem e retrovisor
interno extra para uso do instrutor e examinador, além dos Art. 9º O processo para o credenciamento de Centro de
equipamentos obrigatórios previstos na legislação. Formação de Condutores constituir-se-á das seguintes
etapas:
§ 4º Os veículos de aprendizagem da categoria 'A' devem
estar identificados por uma placa de cor amarela com as I - Apresentação da seguinte documentação:
dimensões de 30 (trinta) centímetros de largura e 15
a) requerimento do interessado dirigido ao órgão ou
(quinze) centímetros de altura, fixada na parte traseira, em
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
local visível, contendo a inscrição 'MOTO ESCOLA' em
Federal, acompanhado dos seguintes documentos:
caracteres pretos.
- Carteira de Identidade e CPF (fotocópia autenticada);
§ 5º Os veículos de aprendizagem das categorias B, C, D e E,
devem estar identificados por uma faixa amarela de 20 - Certidão negativa da Vara de Execução Penal do Município
(vinte) centímetros de largura, pintada na lateral ao longo sede do CFC e do Município onde reside;
da carroceria, a meia altura, com a inscrição 'AUTO-ESCOLA'
- Certidão negativa do registro de distribuição e de
na cor preta, sendo que, nos veículos de cor amarela, a faixa
execuções criminais referentes à prática de crimes contra os
deverá ser emoldurada por um filete de cor preta, de no
costumes, a fé pública, o patrimônio, à administração
mínimo 1 cm (um centímetro) de largura.
pública, privada ou da justiça e os previstos na lei de
§ 6º Os veículos de aprendizagem devem conter entorpecentes, expedidas no local de seu domicílio ou
identificação do CFC atendendo às diretrizes de identidade residência;
visual, conforme regulamentação específica do órgão ou
- Certidão negativa expedida pelo cartório de distribuições
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
cíveis, demonstrando não estar impossibilitado para o pleno
Federal, vedada a utilização de qualquer outro motivo de
exercício das atividades comerciais (insolvência, falência,
inscrição ou informação.
interdição ou determinação judicial etc.), expedidas no local
§ 7º Os veículos destinados à aprendizagem devem ser de de seu domicílio ou residência;
propriedade do CFC e estar devidamente registrados e
- Comprovante de residência.
licenciados no município-sede do CFC, admitindo-se
contrato de financiamento devidamente registrado. b) contrato social, devidamente registrado, com capital
social compatível com os investimentos;
§ 8º O CFC é responsável pelo uso do veículo destinado à
aprendizagem, ainda que fora do horário autorizado para a c) certidões negativas de débitos federais, estaduais e
prática de direção veicular. municipais;
§ 9º O Diretor-Geral poderá estar vinculado a no máximo d) certidões negativas do FGTS e do INSS;
dois CFC, mediante autorização do órgão ou entidade
e) cartão do CNPJ, Inscrição Estadual e Inscrição Municipal;
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal,
desde que não haja prejuízo em suas atribuições. f) declaração do (s) proprietário (s) do CFC de que irá dispor
de:
§ 10. O Diretor de Ensino deverá estar vinculado apenas a
um CFC. - infraestrutura física conforme exigência desta Resolução e
de normas vigentes;
§ 11. Os Órgãos Executivos Estaduais de Trânsito ou do
Distrito Federal poderão utilizar simuladores de direção
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- recursos didático-pedagógicos, com a devida listagem dos construção de comportamento seguro no trânsito, visando a
mesmos; formação, atualização e reciclagem de condutores de
veículos automotores, nos termos do CTB e legislação
- veículos de aprendizagem conforme exigência desta
pertinente;
Resolução;
II - buscar a caracterização do CFC como uma unidade de
- recursos humanos exigidos nesta Resolução, listados
ensino, atendendo integralmente aos padrões estabelecidos
nominalmente com a devida titulação.
pela legislação vigente quanto às instalações físicas,
II - Cumpridas as exigências do item I, o interessado será recursos humanos e didáticos, identidade visual, sistema
convocado para que, num prazo de até 150 (cento e operacional, equipamentos e veículos;
cinquenta dias), apresente a documentação e as exigências
III - cadastrar seus veículos automotores, destinados à
técnicas abaixo relacionadas para a realização da vistoria
instrução prática de direção veicular junto ao órgão ou
técnica pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
Estado ou do Distrito Federal:
Federal, submetendo-se às determinações estabelecidas
a) alvará de localização e funcionamento fornecido pelo nesta Resolução e normas vigentes;
órgão competente;
IV - manter o Diretor-Geral e/ou o Diretor de Ensino
b) cópia da planta baixa do imóvel; presente nas dependências do CFC, durante o horário de
funcionamento;
c) cópia da RAIS da empresa, ou CTPS do corpo funcional;
V - promover a qualificação e atualização do quadro
d) atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros;
profissional em relação à legislação de trânsito vigente e às
e) relação do (s) proprietário(s); práticas pedagógicas;
f) comprovação da titulação exigida de formação e VI - divulgar e participar de campanhas institucionais
qualificação do corpo diretivo e instrutores; educativas de trânsito promovidas ou apoiadas pelo órgão
ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
g) apresentação da frota dos veículos identificados
Federal;
conforme art. 154 do CTB e referências mínimas para
identificação estabelecidas pelo órgão executivo de trânsito VII - contratar, para exercer as funções de Diretor-Geral,
do Estado ou do Distrito Federal, com os respectivos Diretor de Ensino e Instrutor de Trânsito, somente
certificados de segurança veicular - CSV, referentes à profissionais credenciados junto ao órgão ou entidade
transformação de duplo comando de freios e embreagem executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal,
para autorização da mudança de categoria; providenciando a sua vinculação ao CFC;
h) laudo da vistoria de comprovação do cumprimento das VIII - manter atualizado o planejamento dos cursos de
exigências para o credenciamento, realizada pelo órgão ou acordo com as orientações do órgão ou entidade executivo
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito de trânsito do Estado ou do Distrito Federal;
Federal.
IX - manter atualizado o banco de dados do órgão executivo
III - Assinatura do termo de credenciamento após o de trânsito dos Estados ou do Distrito Federal, conforme o
cumprimento das etapas anteriores, com a devida art. 3º, inciso XII desta Resolução;
aprovação da vistoria pelo órgão ou entidade executivo de
X - manter o arquivo dos documentos pertinentes ao corpo
trânsito do Estado ou do Distrito Federal.
docente e discente por 5 (cinco) anos conforme legislação
IV - Publicação do ato de credenciamento e registro do CFC vigente.
no sistema informatizado do órgão ou entidade executivo
Art. 11. Para a renovação do credenciamento, o CFC deverá
de trânsito do Estado ou do Distrito Federal.
apresentar índices de aprovação de seus candidatos de, no
V - Participação do corpo funcional do CFC em treinamentos mínimo, 60% (sessenta por cento) nos exames teóricos e
efetivados pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do práticos, respectivamente, referentes aos 12 (doze) meses
Estado ou do Distrito Federal, para padronizar anteriores ao mês da renovação do credenciamento.
procedimentos pedagógicos e operar o sistema
§ 1º Para os efeitos da operacionalização do caput deste
informatizado, com a devida liberação de acesso mediante
artigo, o órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado
termo de uso e responsabilidade.
ou do Distrito Federal deve estabelecer ações de
Art. 10. Compete a cada CFC credenciado para ministrar os acompanhamento, controle e avaliação das atividades e dos
cursos de formação, atualização e reciclagem de resultados de cada CFC, de forma sistemática e periódica,
condutores: emitindo relatórios e oficiando aos responsáveis pelas
entidades credenciadas.
I - realizar as atividades necessárias ao desenvolvimento dos
conhecimentos técnicos, teóricos e práticos com ênfase na

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§ 2º Quando o CFC não atingir o índice mínimo estabelecido IX - participação do corpo funcional da unidade militar em
no caput deste artigo, em períodos que não ultrapassem 3 treinamentos efetivados pelo órgão ou entidade executivos
(três) meses, o órgão ou entidade executivo de trânsito do de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, para
Estado ou do Distrito Federal deverá solicitar ao Diretor de padronização de procedimentos pedagógicos e operacionais
Ensino do CFC uma proposta de planejamento para e do sistema informatizado, com a liberação de acesso
alteração dos resultados, sanando possíveis deficiências no mediante termo de uso e responsabilidades.
processo pedagógico.
Art. 14. São atribuições da unidade das Forças Armadas e
§ 3º Persistindo o índice de aprovação inferior ao Auxiliares, credenciada para ministrar o curso:
estabelecido no caput deste artigo, após decorridos 3 (três)
I - atender às exigências das normas vigentes, no que se
meses, os instrutores e os diretores do CFC deverão
refere ao curso de formação de condutores;
participar de treinamento de reciclagem e atualização
extraordinários sob a responsabilidade do órgão ou II - manter atualizado o acervo bibliográfico e de material
entidade executivos de trânsito do Estado ou do Distrito didático-pedagógico;
Federal.
III - promover a atualização técnico-pedagógica do seu
quadro docente;
DAS UNIDADES DAS FORCAS ARMADAS E AUXILIARES QUE IV - disponibilizar veículos automotores compatíveis com a
POSSUÍREM CURSOS DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES categoria a que se destina o curso;
Art. 12. As unidades das Forças Armadas e Auxiliares que V - manter atualizadas as informações dos cursos oferecidos
possuírem cursos de formação de condutores, conforme e dos respectivos corpos docente e discente, no sistema do
previsto no § 2º do art. 152 do CTB, para ministrar estes órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do
cursos, deverão credenciar-se junto ao órgão ou entidade Distrito Federal;
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, no
VI - manter o arquivo dos documentos pertinentes ao corpo
âmbito de sua circunscrição, que a registrará junto ao Órgão
docente e discente por 5 (cinco) anos conforme legislação
Máximo Executivo de Trânsito da União, atendendo às
vigente.
exigências estabelecidas nesta Resolução.
Art. 13. São exigências mínimas para o credenciamento das
unidades das Forças Armadas e Auxiliares: DAS INSTITUIÇÕES CREDENCIADAS PARA A QUALIFICAÇÃO
DE CONDUTORES EM CURSOS ESPECIALIZADOS
I - requerimento da unidade interessada em ministrar cursos
de formação de condutores, dirigido ao órgão ou entidade
INSTITUIÇÕES DO SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal;
SISTEMA 'S'
II - infraestrutura física e recursos instrucionais necessários
Art. 15. As instituições do Serviço Nacional de
para a realização do curso proposto;
Aprendizagem, credenciadas pelos órgãos e entidades
III - estrutura administrativa informatizada para interligação executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal,
com o sistema de informações do órgão ou entidade promoverão a qualificação de condutores e sua respectiva
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal; atualização, por meio da oferta de cursos especializados
para condutores de veículos de:
IV - relação dos recursos humanos: instrutores de trânsito,
coordenadores geral e de ensino da Corporação, a) Transporte de escolares;
devidamente capacitados nos cursos de instrutor de trânsito
b) Transporte de produtos perigosos;
e diretor geral e de ensino, credenciados pelo órgão ou
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito c) Transporte coletivo de passageiros;
Federal;
d) Transporte de emergência;
V - apresentação do plano de curso em conformidade com a
e) Outros transportes especializados, na forma
legislação vigente;
regulamentada pelo CONTRAN.
VI - realização de vistoria para comprovação do
Parágrafo único. As instituições referidas no caput deste
cumprimento das exigências pelo órgão ou entidade
artigo serão credenciadas por período determinado,
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal;
podendo ser renovado, desde que atendidas as disposições
VII - emissão do ato de credenciamento; desta Resolução.
VIII - publicação do ato de credenciamento e registro da Art. 16. São exigências mínimas para o credenciamento das
unidade militar no sistema informatizado do órgão ou instituições do Serviço Nacional de Aprendizagem:
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
Federal;
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I - requerimento da unidade da Instituição dirigido ao órgão DOS PROFISSIONAIS DAS ENTIDADES CREDENCIADAS COM
ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito A FINALIDADE DE CAPACITAR DIRETOR GERAL, DIRETOR DE
Federal; ENSINO E INSTRUTOR DE TRÂNSITO PARA OS CFC, E
EXAMINADOR DE TRÂNSITO
II - infraestrutura física e recursos instrucionais necessários
para a realização do(s) curso(s) proposto(s); Art. 18. São exigências para os profissionais destas
instituições:
III - estrutura administrativa informatizada para interligação
com o sistema de informações do órgão ou entidade I - Curso superior completo, pós-graduação lato-sensu e
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal; experiência na área de trânsito, quando Coordenador Geral.
IV - relação do corpo docente com a titulação exigida no art. II - Curso superior completo, cursos relacionados ao tema de
22 desta Resolução, e do coordenador geral dos cursos; sua disciplina e curso específico na área do trânsito, quando
membro do corpo docente.
V - apresentação do plano de curso em conformidade com a
estrutura curricular exigida nesta Resolução;
VI - realização de vistoria para comprovação do DOS CENTROS DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES - CFC
cumprimento das exigências pelo órgão ou entidade
Art. 19. São exigências para o exercício das atividades dos
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal;
profissionais destas instituições:
VII - emissão do ato de credenciamento;
I - Diretor Geral e Diretor de Ensino:
VIII - publicação do ato de credenciamento e registro da
a) no mínimo 21 (vinte e um) anos de idade;
unidade do Sistema 'S' no sistema informatizado do órgão
ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito b) curso superior completo;
Federal;
c) curso de capacitação específica para a atividade;
IX - participação do corpo funcional em treinamentos
d) no mínimo dois anos de habilitação.
efetivados pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do
Estado ou do Distrito Federal, para padronização de II - Instrutor de Trânsito:
procedimentos pedagógicos e operacionais do sistema
a) no mínimo 21 (vinte e um) anos de idade;
informatizado, com a devida liberação de acesso mediante
termo de uso e responsabilidade. b) curso de ensino médio completo;
Art. 17. São atribuições de cada unidade das Instituições do c) no mínimo um ano na categoria 'D';
Serviço Nacional de Aprendizagem, credenciada para
d) não ter sofrido penalidade de cassação de CNH;
ministrar cursos especializados:
e) não ter cometido nenhuma infração de trânsito de
I - atender às exigências das normas vigentes;
natureza gravíssima nos últimos 60 (sessenta) dias;
II - manter atualizado o acervo bibliográfico e de material
f) curso de capacitação específica para a atividade e curso
didático-pedagógico;
de direção defensiva e primeiros socorros.
III - promover a atualização do seu quadro docente;
Parágrafo único. Para credenciamento junto ao órgão ou
IV - atender às convocações do órgão ou entidade executivo entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
de trânsito do Estado ou do Distrito Federal; Federal, os profissionais referidos neste artigo deverão
apresentar:
V - manter atualizadas as informações dos cursos oferecidos
e dos respectivos corpos docente e discente, no sistema a) Carteira Nacional de Habilitação válida;
informatizado do órgão ou entidade executivo de trânsito
b) Cadastro de Pessoa Física - CPF;
do Estado ou do Distrito Federal;
c) Diploma ou certificado de escolaridade expedido por
VI - manter o arquivo dos documentos pertinentes aos
instituição de ensino devidamente credenciada pelo órgão
corpos docente e discente por 5 (cinco) anos conforme
competente;
legislação vigente.
d) certificado de conclusão do curso específico de
capacitação para a atividade;
e) comprovante de residência;
f) contrato de trabalho com o CFC devidamente anotado na
Carteira de Trabalho e Previdência Social;

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g) certidão negativa do registro de distribuição e de c) curso de capacitação específico exigido para Diretor Geral
execuções criminais referentes às práticas de crimes contra de CFC;
os costumes, fé pública, patrimônio, à administração
d) dois anos de habilitação.
pública, privada ou da justiça e os previstos na lei de
entorpecentes, expedidas no local de seu domicílio ou II - Quando na função de Coordenador de Ensino:
residência.
a) mínimo de 21 (vinte e um) anos de idade;
DAS UNIDADES DAS FORÇAS ARMADAS E AUXILIARES
b) curso superior completo;
Art. 20. As exigências para o exercício da atividade de
c) curso de capacitação específico exigido para Diretor de
instrutor de trânsito e de Coordenadores Geral e de Ensino
Ensino de CFC;
e respectiva documentação para credenciamento junto ao
órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do d) dois anos de habilitação.
Distrito Federal são as referidas nos incisos I e II, do art. 19
Parágrafo único. Para credenciamento junto ao órgão
desta Resolução.
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, os
Coordenadores, Geral e de Ensino, deverão apresentar:
DOS INSTRUTORES NÃO VINCULADOS A UM CENTRO DE a) Carteira de Identidade;
FORMAÇÃO DE CONDUTORES
b) Cadastro de Pessoa Física - CPF;
Art. 21. A instrução de prática de direção veicular para
c) documento comprobatório de conclusão de curso
obtenção da CNH poderá ser realizada por instrutores de
superior devidamente reconhecido pelo Ministério da
trânsito não vinculados a um CFC, mediante prévia
Educação;
autorização do órgão executivo de trânsito do Estado ou do
Distrito Federal, nas localidades que não contarem com um d) certificado de conclusão de curso de Diretor Geral ou de
CFC. Diretor de Ensino em Instituição credenciada pelo órgão ou
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
§ 1º O instrutor não vinculado deverá atender às exigências
Federal;
previstas para o instrutor de trânsito, conforme inciso II do
art. 19. e) CNH válida.
§ 2º O instrutor de prática de direção veicular não vinculado Art. 23. São exigências para os Instrutores de Cursos
só poderá instruir 1 (um) candidato a cada período de 6 Especializados previstos na legislação vigente:
(seis) meses.
I - No mínimo 21 (vinte e um) anos de idade;
§ 3º Os órgãos executivos de trânsito dos Estados ou do
II - Nível médio completo;
Distrito Federal devem conceder a autorização para
instrutor não vinculado, por candidato, com vistas ao III - Curso de capacitação para instrutor especializado;
registro e à emissão da Licença para Aprendizagem de
IV - Um ano de habilitação em categoria compatível com as
Direção Veicular - LADV.
exigidas para o curso especializado em que atuam;
§ 4º Os órgãos executivos de trânsito dos Estados ou do
V - Não ter sofrido penalidade de suspensão do direito de
Distrito Federal devem manter atualizados os cadastros de
dirigir ou cassação de CNH e não ter cometido nenhuma
instrutores de direção veicular não vinculados, em suas
infração de trânsito de natureza gravíssima nos últimos 12
respectivas circunscrições.
(doze) meses.
§ 5º O veículo eventualmente utilizado pelo instrutor não
§ 1º Para credenciamento junto ao órgão ou entidade
vinculado, quando autorizado, deverá observar o disposto
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, o
no parágrafo único do art. 154 do CTB.
instrutor de curso especializado deverá apresentar:
a) Carteira Nacional de Habilitação válida;
DAS INSTITUIÇÕES DO SERVIÇO NACIONAL DE
b) Cadastro de Pessoa Física - CPF;
APRENDIZAGEM SISTEMA 'S'
c) Certificado de conclusão de curso médio devidamente
Art. 22. São exigências para os profissionais destas
reconhecido.
Instituições:
d) Certificado de conclusão do curso de instrutor
I - Quando na função de Coordenador Geral:
especializado na área de atuação;
a) mínimo de 21 (vinte e um) anos de idade;
e) Certidão Negativa da Vara de Execução Criminal do
b) curso superior completo; Município onde residem e do local onde pretendem atuar.

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§ 2º As entidades que, quando da publicação da Resolução especialização, atualização e reciclagem de recursos


nº 168/2004, se encontravam credenciadas para ministrar humanos, candidatos e condutores:
exclusivamente cursos especializados, têm assegurada a
I - O Instrutor de trânsito é o responsável direto pela
continuidade do exercício de suas atividades, devendo:
formação, atualização e reciclagem de candidatos e de
a) efetuar recadastramento junto ao órgão executivo de condutores e o Instrutor de cursos especializados, pela
trânsito do Estado ou do Distrito Federal, renovando-o a qualificação e atualização de condutores, competindo-lhes:
cada dois anos;
a) transmitir aos candidatos os conteúdos teóricos e
b) cumprir as exigências previstas nos arts. 22 e 23 desta práticos exigidos pela legislação vigente;
Resolução.
b) tratar os candidatos com urbanidade e respeito;
c) cumprir as instruções e os horários estabelecidos no
DOS EXAMINADORES DE TRÂNSITO quadro de trabalho da instituição;
Art. 24. São exigências mínimas para o exercício da d) utilizar crachá de identificação com foto, quando no
atividade de examinador de trânsito, observadas as exercício da função que será fornecido pelo órgão executivo
disposições contidas no art. 152 do CTB: de trânsito do Estado ou do Distrito Federal;
I - No mínimo 21 (vinte e um) anos de idade; e) freqüentar cursos de aperfeiçoamento ou de atualização
determinados pelo órgão executivo de trânsito do Estado ou
II - Curso superior completo;
do Distrito Federal;
III - Dois anos de habilitação compatível com a categoria a
f) acatar as determinações de ordem administrativa e
ser examinada;
pedagógica estabelecidas pela Instituição;
IV - Não ter sofrido penalidade de suspensão do direito de
g) Avaliar se o candidato está apto a prestar exame de
dirigir ou cassação de CNH e não ter cometido nenhuma
direção veicular após o cumprimento da carga horária
infração de trânsito de natureza gravíssima nos últimos 12
estabelecida.
(doze) meses;
II - O Diretor Geral é o responsável pela administração e o
V - Curso para examinador de trânsito.
correto funcionamento da Instituição, competindo-lhe, além
§ 1º Para serem designados pela autoridade executiva de de outras atribuições determinadas pelo Órgão Máximo
trânsito do Estado ou do Distrito Federal, os profissionais Executivo de Trânsito da União:
referidos neste artigo deverão apresentar:
a) estabelecer e manter as relações oficiais com os órgãos
a) Carteira Nacional de Habilitação válida; ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito;
b) Cadastro de Pessoa Física - CPF; b) administrar a instituição de acordo com as normas
estabelecidas pelo órgão ou entidade executivo de trânsito
c) Certificado de conclusão de curso superior devidamente
do Estado ou do Distrito Federal;
reconhecido pelo Ministério da Educação;
c) decidir, em primeira instância, sobre os recursos
d) Certificado de conclusão do curso específico de
interpostos ou reclamações feitas por candidato ou
capacitação para a atividade;
condutor contra qualquer ato julgado prejudicial, praticado
e) Comprovante de residência; nas atividades escolares;
f) Certidão Negativa da Vara de Execução Criminal do d) dedicar-se à permanente melhoria do ensino, visando à
Município onde reside e do local onde pretende atuar. conscientização das pessoas que atuam no complexo do
trânsito;
§ 2º As exigências para o exercício da atividade de
examinador de trânsito nas unidades das Forças Armadas e e) praticar todos os atos administrativos necessários à
Auxiliares e respectiva documentação para credenciamento consecução das atividades que lhe são próprias e possam
junto ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado contribuir para a melhoria do funcionamento da instituição;
ou do Distrito Federal, são as referidas no § 1º deste artigo.
f) assinar, em conjunto com o Diretor de Ensino, os
certificados de conclusão de cursos de formação,
atualização e reciclagem, com a identificação da assinatura;
DOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NOS PROCESSOS DE
CAPACITAÇÃO, FORMAÇÃO, QUALIFICAÇÃO, g) aplicar as penalidades administrativas ao pessoal que lhe
ESPECIALIZAÇÃO, ATUALIZAÇÃO E RECICLAGEM DE é subordinado, nos termos desta Resolução;
CANDIDATOS A CNH E CONDUTORES
h) manter, em local visível, tabela de preços dos serviços
Art. 25. São atribuições dos profissionais que atuam nos oferecidos;
processos de capacitação, formação, qualificação,
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i) comunicar, por escrito, ao órgão ou entidade executivo de b) tratar os candidatos e condutores com urbanidade e
trânsito do Estado ou do Distrito Federal ausências e respeito;
impedimentos, por motivo de força maior, podendo ser
c) cumprir as instruções e os horários estabelecidos pelo
autorizada a sua substituição pelo Diretor de Ensino, por um
órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do
prazo de até 30 (trinta) dias;
Distrito Federal;
j) ministrar aulas, em casos excepcionais, quando da
d) utilizar crachá de identificação com foto, emitido pela
substituição de instrutores, mediante autorização do órgão
autoridade responsável do órgão ou entidade executivo de
ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
trânsito do Estado ou do Distrito Federal, quando no
Federal;
exercício da função;
k) comunicar, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, ao
e) freqüentar cursos de aperfeiçoamento ou de atualização
órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do
determinados pelo órgão ou entidade executivo de trânsito
Distrito Federal o desligamento de qualquer um de seus
do Estado ou do Distrito Federal.
instrutores ou diretores;
l) freqüentar cursos de aperfeiçoamento ou de atualização
determinados pelo órgão ou entidade executivo de trânsito DO FUNCIONAMENTO DAS ENTIDADES CREDENCIADAS
do Estado ou do Distrito Federal.
Art. 26. Todas as entidades credenciadas devem celebrar
III - O Diretor de Ensino é o responsável pelas atividades contrato de prestação de serviços, com o candidato,
escolares da instituição, competindo-lhe, dentre outras contendo as especificações do curso quanto a período,
atribuições determinadas pelo órgão ou entidade executivo horário, condições, freqüência exigida, prazo de validade do
de trânsito do Estado ou do Distrito Federal: processo, valores e forma de pagamento.
a) orientar os instrutores no emprego de métodos, técnicas Parágrafo único. A exigência de celebração do contrato de
e procedimentos didático-pedagógicos, dedicando-se à prestação de serviço não se aplica às unidades das Forças
permanente melhoria do ensino; Armadas e Auxiliares.
b) disponibilizar informações dos cursos e dos respectivos Art. 27. Os horários de realização das aulas serão
corpos docente e discente nos sistemas informatizados do regulamentados pelo órgão ou entidade executivo de
órgão ou entidade executivos do Estado ou do Distrito trânsito do Estado ou do Distrito Federal.
Federal;
Parágrafo único. A carga horária diária máxima permitida
c) manter e arquivar documentos pertinentes aos corpos nos cursos teóricos é de 10 (dez) horas/aula e, no curso de
docente e discente por 05 (cinco) anos; prática de direção veicular, 3 (três) horas/aula, sendo, no
máximo, duas aulas práticas consecutivas por candidato ou
d) organizar o quadro de trabalho a ser cumprido pelos
condutor.
Instrutores;
Art. 28. As entidades que permanecerem inativas por um
e) acompanhar, controlar e avaliar as atividades dos
período superior a 90 (noventa) dias poderão ter o
instrutores a fim de assegurar a eficiência do ensino;
credenciamento cancelado pelo órgão ou entidade
f) representar o Diretor Geral junto ao órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal,
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, excetuando-se as unidades das Forças Armadas e Auxiliares.
quando este se encontrar impedido por quaisquer motivos,
Parágrafo único. A instituição ou entidade que tiver seu
desde que previamente comunicado a estes órgãos;
credenciamento cancelado, somente poderá retornar às
g) ministrar aulas teóricas, em casos excepcionais, quando atividades, mediante um novo processo de credenciamento.
da substituição de instrutores, mediante autorização do
órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do
Distrito Federal; DAS INFRAÇÕES E PENALIDADES
h) freqüentar cursos de aperfeiçoamento ou de atualização Art. 29. Compete aos órgãos e entidades executivos de
determinados pelo órgão ou entidade executivo de trânsito trânsito dos Estados e do Distrito Federal, no âmbito de suas
do Estado ou do Distrito Federal. circunscrições, fiscalizar as entidades públicas ou privadas
por eles credenciadas.
IV - O Examinador de Trânsito é o responsável pela
realização dos exames previstos na legislação, competindo- Art. 30. As irregularidades deverão ser apuradas por meio
lhe: de processo administrativo, e penalizadas de acordo com o
estabelecido nesta Resolução.
a) avaliar os conhecimentos e as habilidades dos candidatos
e condutores para a condução de veículos automotores; Art. 31. São consideradas infrações de responsabilidade das
instituições ou entidades e do Diretor Geral, credenciados

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pelos órgãos ou entidades executivos de trânsito dos tempo e mediante autorização. (Redação do parágrafo
Estados e do Distrito Federal, no que couber: dada pela Resolução CONTRAN Nº 658 DE 14/02/2017).
I - negligência na fiscalização das atividades dos instrutores, Art. 34. São consideradas infrações de responsabilidade
nos serviços administrativos de sua responsabilidade direta, específica do instrutor e do examinador:
bem como no cumprimento das atribuições previstas nesta
I - negligência na transmissão das normas constantes da
Resolução e normas complementares do órgão ou entidade
legislação de trânsito, conforme estabelecido no quadro de
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal;
trabalho, bem como o cumprimento das atribuições
II - deficiência técnico-didática da instrução teórica, prática previstas nesta Resolução e normas complementares do
e de simulador de direção veicular. (Redação do inciso dada órgão ou entidade executivo de trânsito dos Estados ou do
pela Resolução CONTRAN Nº 493 DE 05/06/2014). Distrito Federal;
III - aliciamento de candidatos por meio de representantes, II - falta de respeito aos candidatos;
corretores, prepostos e similares; e publicidade em jornais e
III - deixar de orientar corretamente os candidatos no
outros meios de comunicação, mediante oferecimento de
processo de aprendizagem;
facilidades indevidas e/ou ilícitas.
IV - deixar de portar o crachá de identificação como
IV - prática de ato de improbidade contra a fé pública,
instrutor ou examinador habilitado, quando a serviço;
contra o patrimônio ou contra a administração pública ou
privada; V - prática de ato de improbidade contra a fé pública, contra
o patrimônio ou contra a administração pública ou privada;
Art. 32. Será considerada infração de responsabilidade
específica do Diretor de Ensino: VI - realizar propaganda contrária à ética profissional;
I - negligência na orientação e fiscalização das atividades dos VII - obstar ou dificultar a fiscalização do órgão executivo de
instrutores, nos serviços administrativos de sua trânsito estadual ou do Distrito Federal.
responsabilidade direta, bem como no cumprimento das
Art. 35. As penalidades serão aplicadas pelo órgão ou
atribuições previstas nesta Resolução e normas
entidade executivo de trânsito do Estado ou do Distrito
complementares dos órgãos ou entidades executivos de
Federal responsável pelo credenciamento, após decisão
trânsito dos Estados e do Distrito Federal;
fundamentada.
II - deficiência no cumprimento da programação
Art. 36. As instituições e entidades e os profissionais
estabelecida para o(s) curso(s);
credenciados que agirem em desacordo com os preceitos
III - prática de ato de improbidade contra a fé pública, desta Resolução estarão sujeitos às seguintes penalidades,
contra o patrimônio ou contra a administração pública ou conforme a gravidade da infração:
privada.
I - advertência por escrito;
Art. 33. As infrações previstas para os coordenadores das
II - suspensão das atividades por até 30 (trinta) dias;
entidades públicas ou privadas, das unidades do Serviço
Nacional de Aprendizagem e das unidades das Forças III - suspensão das atividades por até 60 (sessenta) dias;
Armadas e Auxiliares, credenciadas para ministrar os cursos
IV - cassação do credenciamento.
referidos nesta Resolução, são as mesmas constantes dos
arts. 31 e 32, respectivamente. § 1º A penalidade de advertência por escrito será aplicada
no primeiro cometimento das infrações referidas nos incisos
§ 1º A regulamentação do funcionamento e os conteúdos
I e II do art. 31, incisos I e II do art. 32 e incisos I, II, III e IV do
didático-pedagógico dos cursos especializados ministrados
art. 34.
pelos órgãos ou entidades públicas de segurança, de saúde
e forças armadas e auxiliares serão definidos internamente § 2º A penalidade de suspensão por até 30 (dias) será
por esses órgãos e entidades, não sendo exigível o aplicada na reincidência da prática de qualquer das
cumprimento das disposições previstas no item 6 do Anexo infrações previstas nos incisos I e II do art. 31, incisos I e II
II da Resolução CONTRAN nº 168, de 14 de dezembro de do art. 32 e incisos I, II, III e IV do art. 34 ou quando do
2014. (Parágrafo acrescentado pela Resolução CONTRAN primeiro cometimento da infração tipificada no inciso III do
Nº 493 DE 05/06/2014). art. 31.
§ 2º O registro de que trata o § 4º do art. 33 da Resolução § 3º A penalidade de suspensão por até 60 (sessenta) dias
CONTRAN nº 168, de 14 de dezembro de 2004, para os será imposta quando já houver sido aplicada a penalidade
cursos especializados realizados pelos órgãos ou entidades prevista no parágrafo anterior nos últimos 5 (cinco) anos.
públicas nominados no parágrafo anterior, será realizado
§ 4º O período de suspensão será aplicado
diretamente pelo órgão máximo executivo de trânsito da
proporcionalmente à natureza e à gravidade da falta
União ou pelo próprio órgão ou entidade pública, a qualquer
cometida.

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§ 5º Durante o período de suspensão, a entidade e os qualificação e reciclagem de candidatos e condutores fazem


profissionais credenciados que forem penalizados não parte do Anexo desta Resolução.
poderão realizar suas atividades.
Art. 43. É vedada a todas as entidades credenciadas a
§ 6º A penalidade de cassação será imposta quando já transferência de responsabilidade ou a terceirização das
houver sido aplicada a penalidade prevista no § 3º e/ou atividades para as quais foram credenciadas.
quando do cometimento das infrações tipificadas no inciso
Parágrafo único. A utilização do espaço compartilhado pelos
IV do art. 31, inciso III do art. 32 e inciso V do art. 34.
CFCs, nos termos do disposto no inciso II do art. 5º desta
§ 7º Decorridos cinco anos da aplicação da penalidade ao Resolução, não afasta, para todos os fins, a responsabilidade
credenciado, esta não surtirá mais efeitos como registro de do CFC e de seu corpo docente, em relação ao candidato
reincidência para novas penalidades. nele matriculado. (Redação do parágrafo dada pela
Resolução CONTRAN Nº 493 DE 05/06/2014).
§ 8º Na hipótese de cancelamento do credenciamento por
aplicação da penalidade de cassação, somente após 5 Art. 43-A. Fica concedido prazo até 31 de dezembro de 2017
(cinco) anos, poderá a entidade requerer um novo para os condutores de veículos pertencentes a órgãos de
credenciamento segurança pública e forças armadas e auxiliares realizarem
os cursos especializados previstos no inciso IV do art. 145 do
CTB. (Redação do artigo dada pela Resolução CONTRAN Nº
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO 653 DE 10/01/2017).
Art. 37. O processo administrativo será iniciado pela Art. 44. As informações sobre o processo de formação dos
autoridade de trânsito, de oficio ou mediante profissionais, dos candidatos e condutores referidos nesta
representação, visando à apuração de irregularidades Resolução, deverão estar contempladas em módulo do
praticadas pelas instituições e profissionais credenciados Registro Nacional de Condutores Habilitados - RENACH, no
pelo órgão ou entidade executivo de trânsito dos Estados ou prazo de até 360 dias, a partir da data de entrada em vigor
do Distrito Federal, observando o principio da ampla defesa desta Resolução.
e do contraditório.
Art. 45. O Órgão Máximo Executivo de Trânsito da União
§ 1º Em caso de risco iminente, a Administração Pública estabelecerá os procedimentos para operacionalização da
poderá motivadamente adotar providências acauteladoras integração dos órgãos ou entidades executivos de trânsito
sem a prévia manifestação do interessado. dos Estados e do Distrito Federal, com as seguintes
finalidades:
§ 2º O representado será notificado da instauração do
processo administrativo. I - definir padrões de qualidades e procedimentos de
monitoramento e avaliação dos processos de capacitação,
Art. 38. A autoridade, de ofício ou a requerimento do
qualificação e atualização de profissionais, e de formação,
representado, poderá determinar a realização de perícias ou
qualificação, atualização e reciclagem de candidatos e
de quaisquer outros atos necessários à elucidação dos fatos
condutores;
investigados.
II - permitir a disseminação de praticas e experiências bem
Art. 39. Concluída a instrução o representado terá o prazo
sucedidas na área de educação de trânsito;
de 10 (dez) dias para apresentar defesa escrita, contados do
recebimento da notificação. III - padronizar e desenvolver os procedimentos didáticos
básicos, assegurando a boa formação do condutor;
Art. 40. Após o julgamento, a autoridade de trânsito
notificará o representado da decisão. IV - integrar todos os procedimentos e as informações
quanto à formação, habilitação e desempenho de
Parágrafo único. Da decisão da autoridade de trânsito
candidatos, permitindo, simultaneamente, o
caberá recurso à autoridade superior no prazo de 30 (trinta)
acompanhamento das entidades e organizações formadoras
dias.
e fiscalizadoras.
Art. 41. Aplicam-se subsidiariamente ao processo
Art. 46. É assegurado o direito ao exercício da profissão aos
administrativo, no que couber, as disposições da Lei nº
instrutores de trânsito que já estejam credenciados nos
9.784, de 29 de janeiro de 1999.
órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Estados e do
Distrito Federal até a entrada em vigor da Lei nº 12.302, de
2 de agosto de 2010.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
§ 1º. Os demais profissionais que já estejam credenciados
Art. 42. As diretrizes, disposições gerais e estrutura
junto aos órgãos ou entidades executivos de trânsito dos
curricular básica dos cursos para a capacitação e atualização
Estados e do Distrito Federal terão até 13 de agosto de 2020
dos profissionais para atuar na formação, atualização,
para adequação às exigências estabelecidas nesta

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Resolução. (Redação do parágrafo dada pela Resolução ANEXO


CONTRAN Nº 542 DE 15/07/2015).
DIRETRIZES, DISPOSIÇÕES GERAIS E ESTRUTURA
§ 2º Para fins de credenciamento junto ao órgão ou CURRICULAR BÁSICA DOS CURSOS PARA FORMAÇÃO DE
entidade executivo de trânsito do Estado e do Distrito RECURSOS HUMANOS PARA ATUAR NO PROCESSO DE
Federal, serão aceitos os certificados de cursos concluídos FORMAÇÃO DE CONDUTORES
até a data da entrada em vigor desta Resolução.
1. curso para instrutor de trânsito;
Art. 47. As instituições ou entidades já credenciadas pelos
2. curso para instrutor de curso especializado para condutor
órgãos ou entidades executivos de trânsito dos Estados e do
de veículo;
Distrito Federal terão o prazo de até 1 (um) ano para
adequação às exigências de infraestrutura física 3. curso para diretor geral de CFC;
estabelecidas nesta Resolução.
4. curso para diretor de ensino de CFC;
Art. 47-A. Os Centros de Formação de Condutores - CFC que
5. curso para examinador de trânsito;
já estão credenciados pelos órgãos ou entidades executivos
de trânsito dos Estados e do Distrito Federal terão prazo até 6. cursos de atualização para os profissionais habilitados.
o dia 1º de outubro de 2016 para adequação às exigências
previstas no § 12 do art. 8º desta Resolução, sob pena de
inativação no Sistema RENACH até o devido 1. DIRETRIZES GERAIS
cumprimento. (Redação do artigo dada pela Deliberação
I - DOS FINS
CONTRAN Nº 150 DE 22/08/2016).
Estes cursos têm a finalidade de capacitar profissionais para
Art. 48. Os Instrutores e Examinadores de Trânsito,
atuar no processo de formação, atualização, qualificação e
credenciados pelos órgãos ou entidades executivos de
reciclagem de condutores de veículos automotores e
trânsito dos Estados e do Distrito Federal, serão
elétricos.
periodicamente avaliados em exame nacional, na forma da
Resolução nº 321/2009 do CONTRAN. Para atingir seus fins, estes cursos devem dar condições de:
Art. 49. Esta Resolução entra em vigor na data de sua 1. Ao Instrutor de Trânsito e ao Instrutor de Curso
publicação, ficando revogadas as Resoluções nºs 74/1998 e Especializado:
198/2006 do CONTRAN e as disposições contrárias.
a) planejar e avaliar atividades educativas do processo de
ALFREDO PERES DA SILVA formação de condutores;
Presidente b) demonstrar flexibilidade, compatibilizando diferenças
entre os candidatos e condutores;
RUI CÉSAR DA SILVEIRA BARBOSA
c) demonstrar domínio do conteúdo a ser ministrado no
Ministério da Defesa
processo de formação, qualificação, atualização e
RONE EVALDO BARBOSA reciclagem de condutores de veículos automotores e
elétricos.
Ministério dos Transportes
d) ministrar aulas práticas de direção veicular,
ESMERALDO MALHEIROS SANTOS
acompanhando e avaliando o desempenho dos candidatos e
Ministério da Educação condutores;
LUIZ OTAVIO MACIEL MIRANDA e) demonstrar domínio no processo de formação de
condutores de veículos automotores e elétricos.
Ministério da Saúde
2. Ao Diretor Geral de CFC:
JOSE ANTONIO SILVÉRIO
planejar e avaliar as atividades desenvolvidas no CFC;
Ministério da Ciência e Tecnologia
coordenar atividades administrativas, gerenciando os
ELCIONE DINIZ MACEDO
recursos humanos e financeiros do CFC;
Ministério das Cidades
participar do planejamento estratégico da instituição;
interagir com a comunidade e setor público;
exercer liderança demonstrando capacidade de resolver
conflitos.

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3. Ao Diretor de Ensino de CFC: em outra turma ou edição do curso, aproveitando os


módulos em que atingiu o estabelecido.
planejar e avaliar atividades educacionais realizadas no CFC;
Nos cursos de atualização, a avaliação será feita através de
coordenar as atividades pedagógicas do CFC;
observação direta e constante do desempenho dos alunos,
coordenar a atuação dos instrutores no CFC; sendo dispensado atribuição de nota ao final do curso.
participar do planejamento estratégico da instituição;
interagir com a comunidade e setor público; IV - DA CERTIFICAÇÃO
exercer liderança demonstrando capacidade de resolver a) Será emitido certificado de conclusão do curso de
conflitos. capacitação ao aluno aprovado em todos os módulos do
curso;
4. Ao Examinador de trânsito:
b) Será emitido certificado de conclusão do curso de
avaliar os conhecimentos e as habilidades dos candidatos e
atualização ao aluno com frequência mínima de 75% em
condutores para a condução de veículos automotores;
cada um dos módulos. Caso o aluno não atinja o mínimo de
demonstrar habilidade de relações interpessoais nas frequência estabelecido em um ou mais módulo (s), poderá
situações de exame repeti-lo (s) em outra turma ou edição do curso,
aproveitando os módulos em que atingiu o estabelecido.
c) Os alunos certificados neste (s) curso (s) terão os dados
II - DAS EXIGÊNCIAS PARA INGRESSO NOS CURSOS
correspondentes registrados nos sistemas informatizados
a) De Instrutor de Trânsito: do órgão ou entidade executivos de trânsito do Estado ou
do Distrito Federal.
ser maior de 21 anos;
d) Os certificados deverão conter no mínimo os seguintes
comprovar escolaridade de ensino médio;
dados:
ser habilitado no mínimo há dois anos;
nome completo do aluno;
ser aprovado em avaliação psicológica para fins
data de conclusão do curso;
pedagógicos;
assinaturas dos diretores da entidade ou instituição;
b) De Diretores de CFC ou de Examinadores de Trânsito:
módulos, carga horária, nome dos professores,
ser maior de 21 anos;
aproveitamento do aluno em cada módulo;
comprovar escolaridade de ensino superior completo;
registro e assinatura do dirigente do órgão executivo de
apresentar o certificado de conclusão do curso específico de trânsito do estado ou do Distrito Federal.
capacitação para instrutor de transito realizado pelo órgão
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal ou
por entidade credenciada. V - DA VALIDADE
a) Os cursos terão validade máxima de 5 (cinco) anos,
quando os profissionais deverão realizar curso de
III - DA AVALIAÇÃO
atualização;
Ao final de cada módulo será realizada prova sobre
b) O profissional deverá apresentar certificado do curso de
conteúdos trabalhados pelas instituições que ministram os
atualização dentro do período previsto na alínea anterior,
cursos.
quando da renovação do seu credenciamento junto ao
Será considerado aprovado no curso de capacitação o aluno órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou do
que obtiver aproveitamento mínimo de 70 % em cada Distrito Federal.
módulo.
c) Os cursos terão validade em todo o Território Nacional.
O aluno reprovado ao final do módulo poderá realizar nova
prova a qualquer momento, sem prejuízo da continuidade
do curso. Caso ainda não consiga resultado satisfatório 2. DISPOSIÇÕES GERAIS
deverá repetir o módulo em outra edição do curso.
Considera-se hora aula o período de 50 (cinqüenta) minutos.
Com frequência mínima de 75% em cada um dos módulos.
A carga horária diária máxima não poderá ultrapassar 10
Caso o aluno não atinja o mínimo de frequência
(dez) horas aula.
estabelecido em um ou mais módulo (s), poderá repeti-lo (s)

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3. ESTRUTURA CURRICULAR BÁSICA Resoluções do CONTRAN: resoluções aplicáveis ao processo


de habilitação, sinalização viária, documentação obrigatória
3.1 - CURSO PARA INSTRUTOR DE TRÂNSITO 180 HORAS-
e educação para o trânsito.
AULA
Direção defensiva - 20 horas-aula
3.1.1. MÓDULO I - FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO 16
HORAS-AULA Definição e elementos da direção defensiva; física aplicada -
conceitos de física aplicados ao trânsito; condições adversas
Fundamentos da Educação - relação educação e sociedade:
do meio ambiente e da via; normas para ultrapassagem;
dimensões filosófica, sociocultural e pedagógica; teorias
acidentes de trânsito - situações de risco e como evitá-los;
educacionais.
condução econômica; manutenção preventiva do veículo;
Currículo e construção do conhecimento: processo de condutor defensivo - procedimentos defensivos; a
ensino-aprendizagem. responsabilidade do condutor de veiculo de maior porte em
relação aos de menor porte; pilotagem de motocicleta -
Noções de Psicologia da Educação - Bases psicológicas da
equipamentos obrigatórios; postura do motociclista;
aprendizagem: conceitos básicos; principais teorias e suas
aspectos físico, emocional e social do condutor e
contribuições; processo de aprendizagem do jovem e do
interferência na segurança do trânsito.
adulto; relações da psicologia e a prática pedagógica.
Noções de primeiros socorros e Medicina de Tráfego - 12
Relação instrutor/candidato - atribuições do instrutor:
horas-aula
instrutor como educador; princípios éticos da relação
instrutor/candidato ou condutor; direitos, deveres e A legislação de trânsito e os socorros de urgência;
responsabilidade civil durante as aulas de direção veicular; verificação das condições gerais da vítima; cuidados com a
interdependência entre ação profissional e princípios éticos. vítima - o que não fazer; ações básicas no local do acidente -
sinalização do local, acionamento de recursos, telefones de
Relacionamentos no Trânsito.
emergência;
3.1.2. MÓDULO II - DIDÁTICA 20 HORAS-AULA
Noções de proteção e respeito ao meio ambiente e de
Processo de planejamento: concepção, importância, convívio social no trânsito 12 horas-aula
dimensões e níveis; planejamento de ensino em seus
Poluição ambiental causada por veículos automotores -
elementos constitutivos: objetivos e conteúdos de ensino;
emissão sonora, de gases e de partículas - manutenção
métodos e técnicas; multimídia educativa e avaliação
preventiva do veículo; meio ambiente - contexto atual e
educacional; processo de planejamento e a elaboração de
regulamentação do CONAMA sobre poluição causada por
planos de ensino: objetivos, conteúdos, métodos e técnicas
veículos; relações interpessoais - diferenças individuais, o
de ensino, recursos didáticos e avaliação.
indivíduo como cidadão.
Orientações pedagógicas para o processo de formação de
Psicologia Aplicada à Segurança no Trânsito - 8 horas-aula
condutores: especificidade da atuação do instrutor nos
cursos teórico e de prática de direção veicular em veículos Relações interpessoais; a obediência às leis e à sinalização; o
de duas e de quatro ou mais rodas. controle das emoções; a atenção e cuidados indispensáveis
a segurança do trânsito.
Acompanhamento e avaliação no processo de ensino e
aprendizagem: Noções sobre funcionamento do veículo de 2 e 4
rodas/Mecânica Básica - 8 horas-aula.
importância, procedimentos e habilidades necessárias.
Equipamentos de uso obrigatório do veículo e sua utilização;
3.1.3. MÓDULO III - LÍNGUA PORTUGUESA 8 HORAS-AULA
extintor de incêndio - manuseio e uso; responsabilidade do
Habilidades de comunicação e expressão oral e escrita. condutor com a manutenção do veículo; alternativas de
solução para reparos, em eventos de emergência mais
Importância da comunicação no processo de aprendizagem
comuns, no veículo
e na direção de um veículo.
3.1.5 - MÓDULO V - PRÁTICA DE DIREÇÃO VEICULAR EM
Interpretação de textos.
VEÍCULO DE DUAS E QUATRO RODAS - 24 HORAS-AULA
3.1.4. MÓDULO IV - CONTEÚDOS A SEREM DESENVOLVIDOS
Postura do instrutor na condução das orientações com o
NOS CURSOS TEÓRICOS - 92 HORAS-AULA
veículo em movimento e procedimentos nas solicitações de
Legislação de Trânsito -32 horas-aula manobra.
Código de Trânsito Brasileiro: Sistema Nacional de Trânsito - O veículo de duas ou três rodas: funcionamento,
SNT; Órgãos executivos, normativos e consultivos; vias equipamentos obrigatórios e sistemas.
públicas; habilitação de condutores; normas de circulação e
O veículo de quatro rodas: funcionamento, equipamentos
conduta; infrações e penalidades; medidas administrativas;
obrigatórios e sistemas.
processo administrativo; crimes de trânsito; sinalização.
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Os pedestres, os ciclistas e demais atores do processo de Relações interpessoais - a interação saudável e solidária com
circulação. passageiros, pedestres e demais condutores e agentes de
trânsito.
Prática de direção veicular na via pública: direção defensiva,
normas de circulação e conduta, parada e estacionamento, Diferenças individuais - características dos usuários do
observância da sinalização e comunicação; cuidados e transporte coletivo, responsabilidade e cuidados
atenção especiais com a circulação com veículos de duas ou especializados.
três rodas.
Responsabilidades da empresa e do condutor: passageiros,
3.1.6 - MÓDULO VI - PRÁTICA DE ENSINO SUPERVISIONADO usuários das vias, meio ambiente e vítimas, em casos de
20 HORAS-AULA acidente.
Planejamento da prática de ensino - 5 horas-aula. 3.2.2. CURSO PARA INSTRUTORES DE CURSO PARA
CONDUTORES DE VEÍCULO DE TRANSPORTE ESCOLAR - 270
Elaborar instrumentos de observação de aulas, de planos de
HORAS-AULA
aula e de relatórios, sob supervisão do professor da
Instituição de Ensino em que realizou o curso; 3.2.2.1. MÓDULO I - CURSO DE INSTRUTOR DE TRÂNSITO -
180 HORAS- AULA
Observação de aulas - 10 horas-aula, sendo:
3.2.2.2. MÓDULO II - CURSO PARA CONDUTORES DE
5 horas de observação de aula teórica;
VEÍCULO DE TRANSPORTE ESCOLAR - 50 HORAS-AULA
3 horas de observação de aula prática de direção veicular
3.2.2.3 MÓDULO III - O TRANSPORTE ESCOLAR -
em veículo de quatro rodas nas diferentes categorias de sua
FUNDAMENTOS E NOÇÕES GERAIS - 40 HORAS-AULA
habilitação;
Legislação aplicada (nacional, estadual e municipal) ao
2 horas de observação de aula prática de direção veicular
transporte escolar.
em veículo de duas rodas;
Direção defensiva aplicada ao transporte escolar;
Apresentar relatório, ao final das observações feitas em CFC
comportamentos seguros e sua importância para a
credenciado pelo DETRAN.
segurança dos passageiros do veículo de transporte escolar
Prática de ensino - 5 horas-aula. e demais atores do trânsito.
Cada aluno deverá ministrar aula teórica, sob supervisão do Valores, habilidades e atitudes - o papel destes fatores no
professor da Instituição de Ensino em que realizou o curso. cotidiano do condutor de veículo de transporte escolar.
3.2 CURSOS PARA INSTRUTOR DE CURSO ESPECIALIZADO Relações interpessoais - a interação saudável e solidária com
PARA CONDUTORES passageiros do transporte escolar e demais condutores e
agentes de trânsito.
3.2.1. CURSO PARA INSTRUTORES DE CURSO ESPECIALIZADO
PARA CONDUTORES DE VEÍCULO DE TRANSPORTE COLETIVO Diferenças individuais - características da infância,
DE PASSAGEIRO - 270 HORAS-AULA adolescência, e fase adulta; pessoas com necessidades
especiais: responsabilidade e cuidados especializados.
3.2.1.1. MÓDULO I - CURSO DE INSTRUTOR DE TRÂNSITO -
180 HORAS- AULA Responsabilidades da empresa e do condutor do veículo de
transporte escolar: escolares, meio ambiente e vítimas, em
3.2.1.2. MÓDULO II - CURSO PARA CONDUTORES DE
casos de acidente.
VEÍCULO DE TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS - 50
HORAS-AULA 3.2.3. CURSO PARA INSTRUTOR DE CURSO ESPECIALIZADO
PARA CONDUTORES DE VEÍCULO DE TRANSPORTE DE
3.2.1.3 MÓDULO III - O TRANSPORTE COLETIVO DE
PRODUTOS PERIGOSOS - 270 HORAS-AULA
PASSAGEIROS - NOÇÕES GERAIS - 40 HORAS-AULA
3.2.3.1. MÓDULO I - CURSO DE INSTRUTOR DE TRÂNSITO -
Legislação aplicada (nacional, estadual e municipal) ao
180 HORAS-AULA
transporte de passageiros.
3.2.3.2. MÓDULO II - CURSO PARA CONDUTORES DE
Direção defensiva aplicada ao transporte coletivo de
VEÍCULO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - 50
passageiros; comportamentos seguros e sua importância
HORAS-AULA
para a segurança dos passageiros do veículo de transporte
coletivo e demais atores do trânsito. 3.2.3.3 MÓDULO III - O TRANSPORTE DE PRODUTOS
PERIGOSOS - FUNDAMENTOS E NOÇÕES GERAIS - 40
Valores, habilidades e atitudes - o papel destes fatores no
HORAS-AULA
cotidiano do condutor de veículo de transporte de
passageiros. Legislação aplicada (nacional, estadual e municipal) ao
transporte de produtos perigosos.

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Direção defensiva aplicada e comportamento preventivo do Princípios éticos aplicáveis às atividades empresariais:
transporte de produtos perigosos; comportamento seguro e clientes, concorrentes, fornecedores, empregados e
sua importância para a segurança do condutor de veículos governantes.
de transporte de produtos perigosos e demais atores do
Noções de administração financeira e contábil: contas a
trânsito.
pagar e a receber; folha de pagamento; faturamento;
Relações interpessoais - a interação saudável e solidária com balancete, apuração de resultados; gestão tributária; gestão
os demais condutores, pedestres e agentes de trânsito e de de custos.
transporte.
Empreendedorismo: conceito; perfil do empreendedor.
Valores, habilidades e atitudes - o papel destes fatores no
3.3.3. MÓDULO III - NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO -
cotidiano do condutor de veículo de produtos perigosos.
12 HORAS-AULA
Responsabilidades da empresa e do condutor do veículo de
Instituições de direito público e privado.
transporte de produtos perigosos com a carga, usuários das
vias, meio ambiente e vítimas, em casos de acidente. Entidades credenciadas pelos Órgãos ou entidades
executivos de trânsito dos estados ou do Distrito Federal,
Aperfeiçoamento em reações químicas e seus riscos.
exigências e responsabilidades.
3.2.4. CURSO PARA INSTRUTOR DE CURSO ESPECIALIZADO
Atos normativos relativos à atuação do CFC.
PARA CONDUTORES DE VEÍCULO DE EMERGÊNCIA - 270
HORAS-AULA Noções de relações trabalhistas.
3.2.4.1. MÓDULO I - CURSO DE INSTRUTOR DE TRÂNSITO - Contratos de prestação de serviço.
180 HORAS- AULA
3.3.4. MÓDULO IV - GESTÃO DE PESSOAS - 12 HORAS-AULA
3.2.4.2. MÓDULO II - CURSO PARA CONDUTORES DE
Relações interpessoais: características individuais;
VEÍCULO DE EMERGÊNCIA - 50 HORAS-AULA
relacionamento vertical e horizontal; comunicação,
3.2.4.3 MÓDULO III - SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA - motivação; ética e respeito nas relações interpessoais.
FUNDAMENTOS E NOÇÕES GERAIS - 40 HORAS-AULA
Visão sistêmica em gestão de pessoas: recrutamento e
Legislação aplicada (nacional, estadual e municipal) aos seleção, desenvolvimento, gestão de desempenho e
veículos de emergência. remuneração.
Direção defensiva aplicada aos veículos de emergência; Desenvolvimento de habilidades gerenciais: liderança;
comportamento seguro e sua importância para a segurança integração de equipes de trabalho, técnicas de negociação,
do condutor de veículos de emergência e demais atores do administração de conflitos, delegação.
trânsito.
3.3.5. MÓDULO V - O PAPEL DO CFC NA SOCIEDADE - 4
Valores, habilidades e atitudes - o papel destes fatores no HORAS-AULA
cotidiano do condutor de veículo de emergência.
Postura do diretor na condução do CFC.
Relações interpessoais - a interação com os demais
Responsabilidade social do CFC na construção de um
condutores, pedestres, passageiros, outros condutores e
trânsito mais seguro e cidadão.
agentes de trânsito.
Relações dos CFC com a comunidade e os órgãos do SNT.
Responsabilidades das instituições e entidades e do
condutor do veículo de emergência com as pessoas 3.4. CURSO PARA DIRETOR DE ENSINO DE CFC: 220 HORAS-
transportadas, usuários das vias, meio ambiente e vítimas AULA
em casos de acidente, com as vítimas e demais usuários das
3.4.1. MÓDULO I - CURSO DE INSTRUTOR DE TRANSITO -
vias.
180 HORAS-AULA
3.3. CURSO PARA DIRETOR GERAL DE CFC - 220 HORAS-
3.4.2. MÓDULO II - NOÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO E
AULA
SUPERVISÃO ESCOLAR - 24 HORAS-AULA
3.3.1. MÓDULO I - CURSO DE INSTRUTOR DE TRÂNSITO -
Noções de supervisão pedagógica: o papel do diretor de
180 HORAS-AULA
ensino como coordenador das ações pedagógicas do CFC.
3.3.2. MÓDULO II - NOÇÕES GERAIS DE ADMINISTRAÇÃO -
Planejamento global da instituição: seleção de métodos,
12 HORAS-AULA
técnicas e procedimentos de ensino e avaliação; elaboração
Organização: conceito, objetivos, missão, visão e elementos do plano de curso.
de uma empresa; processos de trabalho; normalização de
Planejamento e realização de reuniões de cunho técnico
procedimentos; planejamento estratégico.
pedagógico com os instrutores do CFC.

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Procedimentos e técnicas de acompanhamento e avaliação CONDUTORES DE VEÍCULOS, DIRETOR GERAL DE CFC,


do desempenho dos instrutores. DIRETOR DE ENSINO DE CFC, EXAMINADORES DE TRANSITO
- 20 HORAS-AULA (CADA).
Noções básicas de estatística para tratamento dos
resultados dos candidatos nos exames. Os cursos de atualização terão uma carga horária mínima de
20 horas aula, cada um, sobre os conteúdos dos cursos de
Regimento escolar: definição, aspectos básicos e
capacitação, abordando as atualizações na legislação, a
importância para o CFC.
evolução tecnológica e estudos de casos, relacionando a
Estrutura e funcionamento do CFC: atos normativos pratica com os fundamentos teóricos destes cursos.
específicos.
(*) Republicada por ter saído no DOU nº 159, de 19.08.2010,
Papel do diretor de ensino na busca de soluções para Seção 1, pág. 39, com incorreções do original.
problemas de aprendizagem candidato/condutor.
Psicologia da Aprendizagem/Andragogia.
OBS: Alterada pelas Resoluções 411/12; 579/16; 621/16;
3.4.3. MÓDULO III - GESTÃO DE PESSOAS - 12 horas-aula 633/16; 658/17 e pela Deliberação 155
Relações interpessoais: características individuais, Revoga as Resoluções 74/98 e 198/06
relacionamento vertical e horizontal, comunicação,
motivação; ética e respeito nas relações interpessoais.
Visão sistêmica em gestão de pessoas: recrutamento e 360/10
seleção, desenvolvimento, gestão de desempenho e
remuneração. RESOLUÇÃO Nº 360, DE 29 DE SETEMBRO DE 2010

Desenvolvimento de habilidades gerenciais: liderança; Dispõe sobre a habilitação do candidato ou condutor


integração de equipes de trabalho, técnicas de negociação, estrangeiro para direção de veículos em território nacional.
administração de conflitos, delegação. O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso
das atribuições que lhe são conferidas pelo Art. 12, inciso I e
3.4.4. MÓDULO IV - O PAPEL DO CFC NA SOCIEDADE - 4 X, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu
HORAS-AULA o Código de Trânsito Brasileiro e, conforme o Decreto nº
Postura do diretor na condução do CFC. 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a
coordenação do Sistema Nacional de Trânsito e,
Responsabilidade social do CFC na construção de um CONSIDERANDO o inteiro teor dos Processos de números
trânsito mais seguro e cidadão. 80001.006572/2006-25, 80001.003434/2006-94,
Relações dos CFC com a comunidade e os órgãos do SNT. 80001.035593/2008-10 e 80000.028410/2009-09;

3.5. CURSO PARA EXAMINADORES DE TRANSITO - 208 CONSIDERANDO a necessidade de uma melhor
HORAS-AULA uniformização operacional acerca do condutor estrangeiro;
e, CONSIDERANDO a necessidade de compatibilizar as
3.5.1. MÓDULO I - CURSO DE INSTRUTOR DE TRANSITO - normas de direito internacional de com as diretrizes da
180 HORAS-AULA legislação de trânsito brasileira em vigor s, resolve:
3.5.2. MÓDULO II - FUNDAMENTOS DO PROCESSO DA Art. 1º. O condutor de veículo automotor, oriundo de país
AVALIAÇÃO - 12 HORAS- AULA estrangeiro e nele habilitado, desde que penalmente
Avaliação/conceito, teorias, técnicas e medidas imputável no Brasil, poderá dirigir no Território Nacional
educacionais. quando amparado por convenções ou acordos
internacionais, ratificados e aprovados pela República
3.5.3. MÓDULO III - ASPECTOS PSICOLOGICOS NO PROCESSO Federativa do Brasil e, igualmente, pela adoção do Princípio
DE AVALIAÇÃO - 4 HORAS-AULA da Reciprocidade, no prazo máximo de 180 (cento e oitenta)
Comportamentos mais comuns em situações de avaliação. dias, respeitada a validade da habilitação de origem.

3.5.4. MÓDULO IV - PAPEL DO EXAMINADOR NO PROCESSO § 1° O prazo a que se refere o caput deste artigo iniciar-se-á
DE HABILITAÇÃO - 12 HORAS-AULA a partir da data de entrada no âmbito territorial brasileiro.

Atribuições do examinador de trânsito. § 2º O órgão máximo Executivo de Trânsito da União


informará aos demais órgãos ou entidades do Sistema
Princípios éticos das relações examinador/candidato ou Nacional de Trânsito a que países se aplica o disposto neste
condutor. artigo.
3.6. CURSOS DE ATUALIZAÇÃO - PARA OS PROFISSIONAIS § 3° O condutor de que trata o caput deste artigo deverá
HABILITADOS NOS CURSOS PARA INSTRUTORES DE portar a carteira de habilitação estrangeira, dentro do prazo
TRÂNSITO, INSTRUTORES DE CURSOS ESPECIALIZADOS PARA
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de validade, acompanhada do seu documento de o condutor saia do território nacional, se a saída ocorrer
identificação. antes de expirar o prazo;
§ 4° O condutor estrangeiro, após o prazo de 180 (cento e II – comunicar à autoridade que expediu ou em cujo nome
oitenta) dias de estada regular no Brasil, pretendendo foi expedido o documento de habilitação, a suspensão do
continuar a dirigir veículo automotor no âmbito territorial direito de usá-la, solicitando que notifique ao interessado da
brasileiro, deverá submeter-se aos Exames de aptidão Física decisão tomada;
e Mental e Avaliação Psicológica, nos termos do artigo 147
III – indicar no documento de habilitação, que o mesmo não
do CTB, respeitada a sua categoria, com vistas à obtenção
é válido no território nacional, quando se tratar de
da Carteira Nacional de Habilitação.
documento de habilitação com validade internacional.
§ 5º Na hipótese de mudança de categoria deverá ser
Parágrafo único. Quando se tratar de missão diplomática,
obedecido o estabelecido no artigo 146 do Código de
consular ou a elas equiparadas, as medidas cabíveis deverão
Trânsito Brasileiro. § 6° O disposto nos parágrafos anteriores
ser tomadas pelo Ministério das Relações Exteriores.
não terá caráter de obrigatoriedade aos diplomatas ou
cônsules de carreira e àqueles a eles equiparados. Art.6°. O condutor com Habilitação Internacional para
Dirigir, expedida no Brasil, que cometer infração de trânsito
Art. 2º. O condutor de veículo automotor, oriundo de país
cuja penalidade implique na suspensão ou cassação do
estrangeiro e nele habilitado, em estada regular, desde que
direito de dirigir, terá o recolhimento e apreensão desta,
penalmente imputável no Brasil, detentor de habilitação
juntamente com o documento de habilitação nacional, ou
não reconhecida pelo Governo brasileiro, poderá dirigir no
pelo órgão ou entidade executivo de trânsito do Estado ou
Território Nacional mediante a troca da sua habilitação de
do Distrito Federal.
origem pela equivalente nacional junto ao órgão ou
entidade executiva de trânsito dos Estados ou do Distrito Parágrafo único. A Carteira Internacional expedida pelo
Federal e ser aprovado nos Exames de Aptidão Física e órgão ou entidade executiva de trânsito do Estado ou do
Mental, Avaliação Psicológica e de Direção Veicular, Distrito Federal não poderá substituir a CNH.
respeitada a sua categoria, com vistas à obtenção da
Art. 7°. Ficam revogadas as Resoluções n° 193/2006 e n°
Carteira Nacional de Habilitação.
345/2010 – CONTRAN e os artigos 29, 30,31 e 32 da
Art. 3°. Ao cidadão brasileiro habilitado no exterior serão Resolução n° 168/2004 e as disposições em contrário.
aplicadas as regras estabelecidas nos artigos 1° ou 2°,
Art. 8°. Esta Resolução entra em vigor na data de sua
respectivamente, comprovando que mantinha residência
publicação.
normal naquele País por um período não inferior a 06 (seis)
meses quando do momento da expedição da habilitação. Alfredo Peres da Silva Presidente
Paragrafo único: A comprovação de residência mencionando Rui César da Silveira Barbosa Ministério da Defesa
no caput deste artigo para habilitações oriundas de países
Rone Evaldo Barbosa Ministério dos Transportes
fronteiriços (Uruguai, Paraguai, Argentina, Colômbia, Peru,
Bolívia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa, Suriname) Esmeraldo Malheiros Santos Ministério da Educação
chile e Equador, se dará com a apresentação de Atestado,
Luiz Otavio Maciel Miranda Ministério da Saúde
Declaração ou Certidão da autoridade consular do Brasil no
respectivo pais. (acrescentado pela resolução 671 de Elcione Diniz Macedo Ministério das Cidades
21/06/2017)
Art. 4°. O estrangeiro não habilitado, com estada regular no
OBS: Revoga as Resoluções 193/06, 345/10 e art. 29, 30, 31
Brasil, pretendendo habilitar-se para conduzir veículo
e 32 da Resolução n° 168/04
automotor no Território Nacional, deverá satisfazer todas as
exigências previstas na legislação de trânsito brasileira em Alterada pela Resolução 671/17
vigor.
Art. 5°. Quando o condutor habilitado em país estrangeiro
cometer infração de trânsito, cuja penalidade implique na 371/10
proibição do direito de dirigir, a autoridade de trânsito
RESOLUÇÃO Nº 371, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2010.
competente tomará as seguintes providências com base no
artigo 42 da Convenção sobre Trânsito Viário, celebrada em Aprova o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito,
Viena e promulgada pelo Decreto n° 86.714, de 10 de Volume I – Infrações de competência municipal, incluindo as
dezembro de 1981: concorrentes dos órgãos e entidades estaduais de trânsito,
e rodoviários.
I – recolher e reter o documento de habilitação, até que
expire o prazo da suspensão do direito de usá-la, ou até que O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando
da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº

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9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de 372/11


Trânsito Brasileiro, e conforme Decreto nº 4.711, de 29 de
maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema RESOLUÇÃO N.º 372, DE 18 DE MARÇO DE 2011
Nacional de Trânsito – SNT, e Altera a Resolução CONTRAN n.º 231/2007, que estabelece
Considerando a necessidade de padronização de o sistema de placas de identificação de veículos.
procedimentos referentes à fiscalização de trânsito no O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso
âmbito de todo território nacional; da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da Lei
Considerando a necessidade da adoção de um manual n.º 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código
destinado à instrumentalização da atuação dos agentes das de Trânsito Brasileiro e nos termos do disposto no Decreto
autoridades de trânsito, nas esferas de suas respectivas n.º 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação
competências; Considerando os estudos desenvolvidos por do Sistema Nacional de Trânsito, RESOLVE:
Grupo Técnico e por Especialistas da Câmara Temática de Art. 1º O Parágrafo único do art. 6º, da Resolução n.º 231,
Esforço Legal do CONTRAN, RESOLVE: de 15 de março de 2007, passa a vigorar com a seguinte
Art.1º Aprovar o Manual Brasileiro de Fiscalização de redação: “Parágrafo único. Os demais veículos, fabricados a
Trânsito – MBFT, Volume I – Infrações de competência partir de 1º de janeiro de 2012, deverão utilizar
municipal, incluindo as concorrentes dos órgãos e entidades obrigatoriamente placas e tarjetas confeccionadas com
estaduais de trânsito, e rodoviários, a ser publicado pelo películas refletivas, atendidas as especificações do Anexo
órgão máximo executivo de trânsito da União. desta Resolução”
Art. 2º Compete ao órgão máximo executivo de trânsito da Art. 2º O art. 7º, da Resolução n.º 231, de 15 de março de
União: 2007, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 7º Os
veículos com placa de identificação em desacordo com as
I – Atualizar o MBFT, em virtude de norma posterior que especificações de dimensão, película refletiva, cor e
implique a necessidade de alteração de seus procedimentos. tipologia deverão adequar-se quando da mudança de
II – Estabelecer os campos das informações mínimas que município.”
devem constar no Recibo de Recolhimento de Documentos. Art.3° Acrescentar o item 3.1 ao Anexo da Resolução nº.
Art. 3º Os órgãos e entidades que compõem o Sistema 231, de 15 de março de 2007, com a seguinte redação: “3.1 -
Nacional de Trânsito deverão adequar seus procedimentos motocicleta, motoneta, ciclomotor e triciclos motorizados,
até a data de 31 de julho de 2014. (redação dada pela fabricados ou quando da mudança de município, a partir de
resolução nº480 de 09/04/2014) 1º de janeiro de 2012, serão identificados nas formas e
dimensões da figura n.° 2 deste Anexo.
Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publicação. a) dimensões da placa em milímetros: h = 170; c = 200
Alfredo Peres da Silva Presidente b) Altura do corpo dos caracteres da placa em milímetros: h
= 53;
Alvarez de Souza Simões Ministério da Justiça
Art.4° O item 5.2 do Anexo da Resolução nº. 231, de 15 de
Rui César da Silveira Barbosa Ministério da Defesa
março de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação:
Rone Evaldo Barbosa Ministério dos Transportes “5.2 Sistema de Pintura: Utilização de tinta exclusivamente
na cobertura dos caracteres alfanuméricos das placas e
Esmeraldo Malheiros Santos Ministério da Educação
tarjetas veiculares, podendo ser substituída por produtos
Luiz Otávio Maciel Miranda Ministério da Saúde adesivos com aplicação por calor para a mesma finalidade.”
Art. 5º O subitem III do item 10 do Anexo da Resolução n.º
231, de 15 de março de 2007, passa a vigorar com a
OBS: Em vigor seguinte redação: “III – Uso de películas A película refletiva
deverá cobrir a superfície da placa, excluindo a sua borda,
Alterada pela Deliberação Contran 112/11 e 120/11 sendo flexível com adesivo sensível à pressão, conformável
Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito - Volume I para suportar elongação necessária no processo produtivo
(22/12/2010) e Volume I (05/08/2014) de placas estampadas. Os valores mínimos de refletividade
da película, conforme norma ASTM E-810, devem estar de
acordo com a tabela abaixo e não poderão exceder o limite
máximo de refletividade de 150 cd/lux/m2 no ângulo de
observação de 1,5º, para os ângulos de entrada de - 5º e
+5º, -30º e +30º, -45º e +45º:

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432/13

RESOLUÇÃO Nº 423 DE 27 DE NOVEMBRO DE 2012


Altera dispositivos da Resolução CONTRAN nº358, de 13 de
agosto de 2010, que trata de procedimentos de
credenciamento de instituições ou entidades públicas ou
privadas voltadas ao aprendizado de candidatos e
condutores, e dá outras providências.
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, usando
da competência que lhe confere o art. 12 da Lei nº 9.503, de
23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito
Art. 6º O item 11 do Anexo da Resolução nº. 231, de 15 de Brasileiro – CTB, e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de
março de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação:
maio de 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema
“11- Codificação das cores dos caracteres alfa-numéricos:
Nacional de Trânsito – SNT; Considerando as disposições da
Resolução CONTRAN nº 358, de 13 de agosto de 2010, que
regulamenta o credenciamento de instituições ou entidades
públicas ou privadas para o processo de formação de
candidatos e condutores;
Art. 7º Fica alterada a Figura II do item 12 do Anexo da Considerando o interesse no aperfeiçoamento e
Resolução nº 231, de 15 de março de 2007, que passa a ser modernização do processo de formação de condutores de
a seguinte: veículos automotores e elétricos, priorizando a defesa da
vida e a segurança de todos os usuários do trânsito;
Considerando o disposto nos Processos nº
80000.042997/2009-51; nº 80000.050974/2010-53,
80000.037261/2012- 85 Resolve:
Art. 1º O inciso II do art. 5º da Resolução nº 358, de 13 de
agosto de 2010 passa a vigorar com a seguinte redação: “
Art. 5º (...) II – infraestrutura física e recursos instrucionais
necessários para a realização do(s) curso(s) proposto(s),
admitindo, para a utilização do simulador de direção
veicular, o uso compartilhado do equipamento entre as
entidades de ensino. ”
Art. 2º A alínea “b” do inciso I e o inciso V, todos do art. 8º
da Resolução CONTRAN 358, de 13 de agosto de 2010,
Art. 8º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
passam a vigorar com a seguinte redação:
publicação. Orlando Moreira da Silva Presidente Alvarez de
Souza Simões Ministério da Justiça Rui César da Silveira “Art. 8º (...) I – Infraestrutura física: (...)
Barbosa Ministério da Defesa Rone Evaldo Barbosa b) se, para ensino teórico-técnico, salas específicas para
Ministério dos Transportes Esmeraldo Malheiros Santos aulas:
Ministério da Educação Luiz Otávio Maciel Miranda
Ministério da Saúde José Antônio Silvério Ministério da b.1) teóricas, obedecendo ao critério de 1,20 m2 (um metro
Ciência e Tecnologia Rudolf de Noronha Ministério do Meio e vinte centímetros quadrados) por candidato, e 6 m² (seis
Ambiente Paulo César de Macedo Ministério do Meio metros quadrados) para o instrutor, com medida total
Ambiente Luiza Gomide de Faria Vianna Ministério das mínima de 24m2 (vinte e quatro metros
Cidades quadrados)correspondendo à capacidade de 15 (quinze)
candidatos, sendo que a capacidade total máxima não
OBS: Revogada a partir de 1º de Janeiro de 2021 pela poderá exceder a 35 (trinta e cinco) candidatos por sala,
Resolução 590/16 Altera a Resolução Contran 231/07 respeitados os critérios estabelecidos; mobiliada com
carteiras individuais, em número compatível com o
tamanho da sala, adequadas para destro e canhoto, além de
cadeira e mesa para instrutor;
b.2) de simulação de direção veicular, sala com medida total
mínima de 15 (quinze) m2 para acomodação e
funcionamento do simulador de direção. Na hipótese de

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instalação de mais de 1 (um) simulador de direção na OBS: Em vigor


mesma sala, a cada equipamento instalado deverá ser
acrescido espaço mínimo de 8m², com o devido isolamento Altera a resolução CONTRAN nº 358/2010
acústico, de tal forma que se evite a interferência visual e
sonora entre os simuladores.
453/13
b.2.1) A sala destinada ao(s) simulador(es) de direção
deverá possuir meios de apoio ao instrutor, tais como RESOLUÇÃO 453, DE 26 DE SETEMBRO DE 2013
assentos, mesa e monitor para acompanhamento e
supervisão. Disciplina o uso de capacete para condutor e passageiro de
motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados
Deverá ainda, ter uma webcam instalada de forma a e quadriciclos motorizados.
proporcionar uma visão panorâmica da sala de aula. Essa
webcam deverá transmitir as imagens geradas “online”,
para que os órgãos executivos estaduais de trânsito e do O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, no uso da
Distrito Federal, realizem a fiscalização das aulas ministradas atribuição que lhe confere o art. 12, da Lei 9.503, de 23 de
nos simuladores de direção pelos CFC, em tempo real, de tal setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito
forma que as aulas em simulador de direção só poderão ser Brasileiro, e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de maio de
iniciadas mediante a prévia e devida transmissão das 2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional
imagens. (...) V – Os CFC somente poderão utilizar de Trânsito,
simuladores de direção previamente certificados por um
Organismo Certificador de Produto - OCP, e posteriormente Considerando o disposto no inciso I dos artigos 54 e 55 e os
homologados pelo DENATRAN (...) incisos I e II do artigo 244 do Código de Transito Brasileiro,
Considerando o inteiro teor do processo nº
Art. 3º Acrescentar o § 11 ao art. 8º da Resolução CONTRAN
358, de 13 de agosto de 2010: 80000.028782/2013-11,

“Art. 8º (...) § 11 O CFC poderá compartilhar o uso do


simulador com outros CFC, desde que obedecidas às Resolve:
exigências mínimas previstas neste artigo.”
Art. 1º É obrigatório, para circular na vias publicas, o uso de
Art. 4º O art. 43 da Resolução CONTRAN 358, de 13 de capacete motociclístico pelo condutor e passageiro de
agosto de 2010, passa a vigorar com a seguinte redação: motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e
“Art. 43 (...) quadriciclo motorizado, devidamente afixado à cabeça pelo
Parágrafo único A utilização do espaço compartilhado pelos conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo
CFC, nos termos do disposto no § 11 do art. 8º desta do maxilar inferior.
Resolução, não diminui ou exclui, para todos os fins, a § 1º O capacete motociclístico deve estar certificado por
responsabilidade exclusiva do CFC e seu corpo docente, em organismo acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia,
relação ao candidato.” Normalização, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), de
Art. 5º Fica revogada a alínea “f” do inciso III do art. 8º da acordo com regulamento de avaliação da conformidade por
Resolução CONTRAN nº 358 de 13 de agosto de 2010. ele aprovado. (Redação do parágrafo dada pela Resolução
CONTRAN Nº 680 DE 25/07/2017).
Art. 6º Tornar insubsistente a Resolução CONTRAN nº 421
de 31 de outubro de 2012. § 2º Capacetes com numeração superior a 64 estão
dispensados da certificação compulsória quando adquiridos
Art. 7º Esta Resolução entrará em vigor na data de sua por pessoa física no exterior. (Parágrafo acrescentado pela
publicação, devendo a implantação da nova estrutura Resolução CONTRAN Nº 680 DE 25/07/2017).
curricular básica do curso teórico-técnico de formação de
condutores ocorrer até o dia 30 de junho de 2013. Art. 2º Para fiscalização do cumprimento desta Resolução,
as autoridades de trânsito ou seus agentes devem observar:
JULIO FERRAZ ARCOVERDE Presidente
I - Se o capacete motociclístico utilizado é certificado pelo
JERRY ADRIANE DIAS RODRIGUES Ministério da Justiça INMETRO;
GUIOVALDO NUNES LAPORT FILHO Ministério da Defesa II - Se o capacete motociclístico está devidamente afixado à
RONE EVALDO BARBOSA Ministério do Transporte cabeça;

LUIZ OTÁVIO MACIEL MIRANDA Ministério da Saúde III - A aposição de dispositivo retrorrefletivo de segurança
nas partes laterais e traseira do capacete motociclístico,
JOSE ANTONIO SILVÉRIO Ministério da Ciência e Tecnologia conforme especificado no item I do Anexo;
PAULO CESAR DE MACEDO Ministério do Meio Ambiente

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IV - A existência do selo de identificação da conformidade capacete não afixado na cabeça conforme art. 1º: Art. 169
do INMETRO, ou etiqueta interna com a logomarca do do CTB;
INMETRO, especificada na norma NBR7471, podendo esta
III - não uso de capacete motociclístico, capacete não
ser afixada no sistema de retenção;
encaixado na cabeça ou uso de capacete indevido, conforme
V - O estado geral do capacete, buscando avarias ou danos Anexo: incisos I ou II do art. 244 do CTB, conforme o caso.
que identifiquem a sua inadequação para o uso;
Art. 5º As especificações dos capacetes motociclísticos,
Parágrafo único. Os requisitos descritos nos incisos III e IV viseiras, óculos de proteção e acessórios estão contidas no
deste artigo aplicam-se aos capacetes fabricados a partir de Anexo desta Resolução.
1º de agosto de 2007.
Art. 6º O Anexo desta Resolução encontram-se disponíveis
Art. 3º O condutor e o passageiro de motocicleta, no sitio eletrônico www.denatran.gov.br.
motoneta, ciclomotor, triciclo motorizado e quadriciclo
Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
motorizado, para circular na via pública, deverão utilizar
publicação.
capacete com viseira, ou na ausência desta, óculos de
proteção, em boas condições de uso. Art. 8º Ficam revogadas a Resoluções CONTRAN nº 203, de
29 de setembro de 2006, nº 257, de 30 de novembro de
§ 1º Entende-se por óculos de proteção, aquele que permite
2007, e nº 270, de 15 de fevereiro de 2008.
ao usuário a utilização simultânea de óculos corretivos ou
de sol. ANTONIO CLAUDIO PORTELLA SERRA E SILVA
§ 2º Fica proibido o uso de óculos de sol, óculos corretivos Presidente do Conselho
ou de segurança do trabalho (EPI) de forma singular, em
JERRY ADRIANE DIAS RODRIGUES
substituição aos óculos de proteção.
Ministério da Justiça
§ 3º Quando o veículo estiver em circulação, a viseira ou
óculos de proteção deverão estar posicionados de forma a RONE EVALDO BRABOSA
dar proteção total aos olhos, observados os seguintes
Ministério dos Transportes Educação
critérios:
LUIZ OTÁVIO MACIEL MIRANDA
I - quando o veículo estiver imobilizado na via,
independentemente do motivo, a viseira poderá ser Ministério da Saúde
totalmente levantada, devendo ser imediatamente
RUDOLF DE NORONHA
restabelecida a posição frontal aos olhos quando o veículo
for colocado em movimento; Ministério do Meio Ambiente
II - a viseira deverá estar abaixada de tal forma possibilite a
proteção total frontal aos olhos, considerando-se um plano
OBS: Alterada pela Resolução 680/17
horizontal, permitindo-se, no caso dos capacetes com
queixeira, pequena abertura de forma a garantir a Revoga as Res. 203/06 - 257/07 e 270/08
circulação de ar;
III - no caso dos capacetes modulares, além da viseira,
conforme inciso II, a queixeira deverá estar totalmente 466/13
abaixada e travada.
RESOLUÇÃO Nº 466 DE 11 DE DEZEMBRO DE 2013
§ 4º No período noturno, é obrigatório o uso de viseira no
Estabelece procedimentos para o exercício da atividade de
padrão cristal.
vistoria de identificação veicular.
§ 5º É proibida a aposição de película na viseira do capacete
e nos óculos de proteção.
O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
Art. 4º Dirigir ou conduzir passageiro em descumprimento
competência que lhe conferem os incisos I e X, do artigo 12
às disposições contidas nesta Resolução implicará nas
da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o
sanções previstas no CTB, conforme abaixo:
Código de Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme o Decreto nº
I - com o capacete fora das especificações contidas no art. 4.711, de 29 de maio de 2003, que dispõe sobre a
2º, exceto inciso II, combinado com o Anexo: Art. 230, inciso coordenação do Sistema Nacional de Trânsito - SNT,
X, do CTB;
Considerando o disposto no inciso III do art. 22, nos incisos I
II - utilizando viseira ou óculos de proteção em e II do art. 123 e do inciso V do art. 124, da Lei nº 9.503, de
descumprimento ao disposto no art. 3º ou utilizando 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito
Brasileiro.

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Considerando a conveniência técnica e administrativa de IV - se as características originais dos veículos e seus


que as vistorias de veículos obedeçam a critérios e agregados foram modificados e, caso constatada alguma
procedimentos uniformes em todo o país; alteração, se esta foi autorizada, regularizada e se consta no
prontuário do veículo na repartição de trânsito.
Considerando as proposições do Grupo de Trabalho
instituído pela Portaria DENATRAN nº 246/2012, nos termos
§ 3º Os equipamentos obrigatórios são aqueles previstos
da Deliberação nº 126/2012 do CONTRAN;
pelo Código de Trânsito Brasileiro - CTB, Resoluções do
Considerando o disposto no art. 311 do Código Penal; CONTRAN e Portarias do DENATRAN.
Considerando o que consta nos Processos Administrativos
nºs 80000.045476/2010-99, 80000.045316/2012-10, § 4º É vedada a realização de vistoria de identificação
80000.044196/2012-25, 80000.012971/2013-64 e veicular em veículo sinistrado com laudo pericial de perda
80020.001532/2013-98, total.
Art. 3º Havendo habilitação de pessoa jurídica pelos órgãos
e entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito
Resolve:
Federal, para a realização de vistoria de identificação
Art. 1º Esta Resolução estabelece procedimentos para o veicular, deverá o DENATRAN conceder o acesso ao SISCSV.
exercício da atividade de vistoria de identificação veicular a
ser realizada pelos órgãos e entidades executivos de trânsito § 1º O acesso de que trata este artigo será realizado por
dos Estados e do Distrito Federal, ou por pessoa jurídica de intermédio do órgão ou entidade executivo de trânsito do
direito público ou privado, habilitada para a prestação dos Estado e do Distrito Federal contratante, que ressarcirá ao
serviços de vistoria veicular. DENATRAN os custos referentes aos acessos à base de
dados do Registro Nacional de Veículos Automotores -
RENAVAM pelo SISCSV, nos termos da regulamentação a ser
§ 1º A habilitação para a realização do serviço de que trata
editada pelo DENATRAN.
esta Resolução constitui atribuição dos órgãos e entidades
executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal.
§ 2º A pessoa jurídica habilitada pelos órgãos e entidades
§ 2º Os órgãos e entidades executivos de trânsito dos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal
Estados e do Distrito Federal poderão exercer diretamente a somente poderá operar em vistoria de identificação veicular
atividade de vistoria de veículos automotores por meio de após a concessão do acesso ao SISCSV, cabendo ao órgão ou
servidores públicos especialmente designados. entidade responsável pelo credenciamento a fiscalização da
conformidade dos serviços prestados.
CAPÍTULO I
CAPÍTULO II
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
DOS REQUISITOS PARA HABILITAÇÃO DO EXERCÍCIO DOS
Art. 2º A vistoria de identificação veicular, por ocasião da
SERVIÇOS DE VISTORIA DE IDENTIFICAÇÃO VEICULAR
transferência de propriedade ou de domicilio intermunicipal
ou interestadual do proprietário do veículo, é de Art. 4º Os órgãos e entidades executivos de trânsito dos
responsabilidade dos órgãos e entidades executivos de Estados e do Distrito Federal promoverão a habilitação da
trânsito dos Estados ou do Distrito Federal e poderá ser pessoa jurídica de direito público ou privado para o exercício
realizada por pessoa jurídica de direito público ou privado da atividade de vistoria de identificação veicular, mediante
previamente habilitada. cumprimento dos seguintes requisitos:
§ 1º A emissão do laudo único de vistoria de identificação I - documentação relativa à habilitação jurídica:
veicular será realizada exclusivamente por meio eletrônico e
a) ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor,
só terá validade no âmbito do Sistema Nacional de Trânsito
devidamente registrado, e, no caso de sociedades por
se registrado no Sistema de Certificação de Segurança
ações, acompanhado de documentos da eleição de seus
Veicular e Vistorias - SISCSV, mantido pelo DENATRAN.
administradores, devendo constar do objeto social a
atividade exclusiva de vistoria de identificação veicular,
§ 2º A vistoria de identificação veicular tem como objetivo
excetuando-se as pessoas jurídicas de direito público que se
verificar:
dediquem à atividade de ensino e pesquisa técnico-
I - a autenticidade da identificação do veículo e da sua científica;
documentação;
b) decreto de autorização, em se tratando de empresa ou
II - a legitimidade da propriedade; sociedade estrangeira em funcionamento no País, e ato de
registro ou autorização para funcionamento expedido pelo
III - se os veículos dispõem dos equipamentos obrigatórios,
órgão competente, quando a atividade assim o exigir;
e se estes estão funcionais;

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c) cópia da lei de criação, em se tratando de pessoa jurídica g) declaração de abster-se de envolvimentos comerciais que
de direito público. possam comprometer a isenção no exercício da atividade de
vistoria de identificação veicular, assinada pelo
II - documentação relativa à regularidade fiscal, trabalhista e
representante legal da pessoa jurídica.
econômico-financeira:
IV - documentação relativa à infraestrutura técnico-
a) prova de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas
operacional:
Jurídicas - CNPJ;
a) projeto atual aprovado e registrado pelo Município e
b) prova de inscrição no cadastro de contribuintes estadual
fotos atualizadas do estabelecimento identificando a
e municipal, se houver, relativo à sede da pessoa jurídica,
existência de local adequado para estacionamento de
pertinente ao seu ramo de atividade e compatível com o
veículos, com dimensões compatíveis para realizar as
objeto contratual ou estatutário;
vistorias de identificação veicular em áreas cobertas,
c) prova de regularidade para com a Fazenda Federal, possibilitando o desenvolvimento das vistorias de
Estadual e Municipal da sede da pessoa jurídica, na forma identificação veicular ao abrigo das intempéries, sendo
da lei; vedado o uso de estruturas provisórias. No caso de veículos
pesados, com peso bruto total superior 4.536 Kg, as vistorias
d) prova de regularidade relativa à Seguridade Social e ao
de identificação veicular poderão ser realizadas em área
Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS),
descoberta no pátio da empresa;
demonstrando situação regular no cumprimento dos
encargos sociais instituídos por lei; b) deter controle informatizado através de tecnologia de
biometria para a emissão do laudo único padronizado pelo
e) comprovação, na forma da lei, de regularidade na entrega
SISCSV e demais exigências técnicas determinadas por
da Relação Anual de Informações Sociais - RAIS ao
regulamentação específica do DENATRAN e descritas no
Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;
manual do sistema, em especial relativas à segurança,
f) prova de inexistência de débitos inadimplidos perante a identificação e rastreabilidade;
Justiça do Trabalho, mediante a apresentação de certidão
c) Certificado de Sistema de Qualidade, padrão ISO
negativa, nos termos do título VII-A da Consolidação das Leis
9001:2008, com validade atestada pela entidade
do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452/1943;
certificadora, acreditada pelo INMETRO ou signatária de
g) certidão negativa de falência, expedida pelo distribuidor acordos internacionais de reconhecimento mútuo no campo
da sede da pessoa jurídica, com data inferior a 60 (sessenta) da acreditação.
dias, contados da data do início do processo administrativo
§ 1º A Apólice de Seguro de Responsabilidade Civil
de habilitação, acompanhada de prova da competência
Profissional e o Certificado ISO 9001:2008 devem ter caráter
expedida por cartório distribuidor.
individual e intransferível, não sendo aceitos apólices de
III - documentação relativa à qualificação técnica: seguros e certificados coletivos.
a) comprovação de possuir em seu quadro de pessoal § 2º Caberá ao órgão ou entidade executivo de trânsito dos
permanente, vistoriadores com qualificação comprovada Estados e do Distrito Federal regulamentar as demais
por meio de certificado ou diploma de conclusão de curso características de infraestrutura técnico-operacional, em
de treinamento em vistoria de identificação veicular, relação ao disposto no inciso IV deste artigo.
regulamentado pelo DENATRAN;
§ 3º Os órgãos e entidades executivos de trânsito dos
b) Licença ou Alvará de Funcionamento, com data de
Estados ou do Distrito Federal, no ato da habilitação da
validade em vigor, expedido pela Prefeitura do Município ou
pessoa jurídica de direito público, poderão dispensar o
pelo Governo do Distrito Federal;
cumprimento dos requisitos dispostos neste artigo, com
c) comprovação de canal aberto de ouvidoria ou serviço de exceção da documentação descrita na alínea "c" do inciso I,
atendimento ao consumidor; na alínea "a" do inciso II, nas alíneas "b", "c" e "g" do inciso
III e nas alíneas "a" e "b" do inciso IV, do presente artigo.
d) Apólice de Seguro de Responsabilidade Civil Profissional,
segurada no valor de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), e
§ 4º Os órgãos e entidades executivos de trânsito dos
em vigor durante o prazo de validade do contrato de
Estados e do Distrito Federal poderão deixar de exigir o
exercício dos serviços de vistoria de identificação veicular,
disposto no inciso III, alínea "f" deste artigo quando a
em nome da contratada, para eventual cobertura de danos
habilitação referir-se à pessoa jurídica de direito privado
causados ao consumidor pela pessoa jurídica habilitada;
sem fins lucrativos.
e) comprovante de quitação do seguro contratado;
§ 5º É proibida a participação de sócio ou proprietário de
f) comprovação da atuação exclusiva no mercado de vistoria pessoa jurídica habilitada para a prestação de serviços de
de identificação veicular, mediante certidão emitida pelo vistoria veicular, que exerça outra atividade empresarial
órgão competente e cópia do contrato social vigente; regulamentada pelo CONTRAN ou DENATRAN.
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Art. 5º A área de atuação para o exercício da atividade de VII - advertir, suspender ou cassar a pessoa jurídica
vistoria de identificação veicular será determinada pelo habilitada nos casos de irregularidades previstas nesta
órgão ou entidade executivo de trânsito dos Estados e do Resolução, informando antecipadamente ao DENATRAN,
Distrito Federal, observado o município sede da pessoa por meio de ofício, a data de início e término da imposição
jurídica e as Circunscrições Regionais de Trânsito - da penalidade;
CIRETRAN.
VIII - celebrar o instrumento jurídico necessário, com a
Parágrafo único. O órgão ou entidade executivo de trânsito autoridade policial competente, para acesso às informações
do Estado ou do Distrito Federal poderá, a seu critério, registradas no SISCSV e prover os meios para
estender, precariamente, quando solicitado, o âmbito de disponibilização dessas informações eletronicamente;
atuação da pessoa jurídica habilitada para município ou
IX - Comunicar à Polícia Civil do Estado e do Distrito Federal
região de determinada CIRETRAN que não disponha de
qualquer identificação veicular suspeita de fraude ou
meios próprios para o exercício da atividade de vistoria de
irregularidades, na forma do disposto no art. 311 do Código
identificação veicular ou na qual não haja pessoa jurídica
Penal;
habilitada para a localidade, desde que a CIRETRAN esteja
vinculada à mesma autoridade executiva de trânsito. A X - cumprir e fazer cumprir as disposições regulamentares
extensão da área de atuação perde efeito quando ocorrer da atividade de vistoria de identificação veicular.
habilitação de pessoa jurídica para o Município.
Art. 7º Compete ao DENATRAN, depois de informado pelos
CAPÍTULO III órgãos e entidades executivos de trânsito dos Estados e do
Distrito Federal, o rol de empresas habilitadas aptas a
DAS COMPETÊNCIAS
executar a atividade de vistoria de identificação veicular:
Art. 6º Compete aos órgãos e entidades executivos de
I - disponibilizar, em sítio eletrônico, a relação atualizada de
trânsito dos Estados e do Distrito Federal:
pessoas jurídicas habilitadas para a atividade de vistoria de
I - publicar no Diário Oficial do Estado ou Distrito Federal o identificação veicular, com nome, endereço, CNPJ, prazo de
extrato do contrato de prestação de serviços de vistoria de vigência do contrato e nome do preposto responsável;
identificação veicular celebrado com pessoa jurídica de
II - cumprir e fazer cumprir as disposições regulamentares
direito público ou privado;
da atividade de vistoria de identificação veicular;
II - disponibilizar, permanentemente e em destaque, no seu
III - fiscalizar, quando motivado e a qualquer tempo, a
sítio eletrônico, a relação atualizada das pessoas jurídicas
atividade de vistoria de identificação veicular, no que se
habilitadas para a atividade de vistoria de identificação
refere ao acesso ao SISCSV, independentemente de
veicular, incluindo nome, endereço, telefones para contato,
notificação judicial ou extrajudicial, podendo, para isso,
CNPJ, área geográfica de atuação, prazo de vigência do
firmar convênios ou acordos de cooperação técnica e
contrato e nome do preposto responsável;
informar aos órgãos e entidades executivos de trânsito dos
III - informar ao DENATRAN a relação de empresas que Estados e do Distrito Federal caso haja a constatação de
podem executar a atividade de vistoria de identificação infração passível de punição ou qualquer irregularidade;
veicular, com nome, endereço, CNPJ, prazo de vigência do
Art. 8º Compete à pessoa jurídica de direito público ou
contrato e nome do preposto responsável;
privado habilitada para o exercício da atividade de vistoria
IV - monitorar e controlar todo o processo de vistoria de de identificação veicular:
identificação veicular, inclusive a emissão do laudo e
I - prestar serviço adequado, na forma prevista nas
qualquer documento eletrônico disponível na central
resoluções, normas e regulamentos técnicos aplicáveis à
SISCSV, seja quando realizada por meios próprios ou por
vistoria de identificação veicular;
meio de pessoa jurídica de direito público ou privado,
utilizando-se de tecnologia da informação adequada que II - atualizar o inventário e o registro dos bens vinculados à
realize a integração dos dados necessários, conforme contratação da pessoa jurídica;
regulamentação específica do DENATRAN;
III - cumprir as normas técnicas pertinentes à atividade de
V - fiscalizar, anualmente, a pessoa jurídica habilitada no vistoria de identificação veicular;
exercício da atividade de vistoria de identificação veicular,
IV - permitir aos encarregados da fiscalização livre acesso,
"in loco" e por meio do SISCSV, independentemente de
em qualquer época, aos equipamentos e às instalações
solicitação do DENATRAN ou de notificação judicial ou
integrantes da vistoria de identificação veicular, aos
extrajudicial, podendo requisitar documentos,
registros operacionais e aos registros de seus empregados;
esclarecimentos, e ter livre acesso a todas as instalações da
empresa; V - manter atualizada a documentação relativa à
regularidade fiscal, nas esferas municipal, estadual e federal,
VI - zelar pela uniformidade e qualidade das vistorias de
permitindo aos encarregados da fiscalização livre acesso aos
identificação veicular;
documentos comprobatórios;
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VI - comunicar previamente ao órgão ou entidade executivo


de trânsito do Estado ou do Distrito Federal qualquer § 1º A aplicação das sanções de suspensão das atividades
alteração, modificação ou introdução técnica capaz de por 30, 60 ou 90 dias acarretará, automaticamente, a
interferir na execução da atividade de vistoria de suspensão do acesso ao SISCSV pelo respectivo tempo.
identificação veicular, e ainda, referente aos seus
instrumentos constitutivos, bem como a decretação do § 2º As irregularidades serão apuradas junto aos órgãos e
regime de falência; entidades executivos de trânsito dos Estados e do Distrito
Federal, mediante processo administrativo, observando-se a
VII - informar ao órgão ou entidade executivo de trânsito do
legislação aplicável, bem como o direito à ampla defesa e ao
Estado ou do Distrito Federal as falhas constatadas na
contraditório.
emissão dos laudos de vistoria de identificação veicular;
Art. 10. Constituem infrações passíveis de advertência por
VIII - responder civil e criminalmente por prejuízos causados
escrito:
em decorrência das informações e interpretações inseridas
no laudo de vistoria de identificação veicular, salvo aquelas I - apresentar, culposamente, informações não verdadeiras
oriundas do banco de dados BIN/RENAVAM/RENAMO, às autoridades de trânsito e ao DENATRAN;
independentemente do limite da apólice de seguro prevista
II - registrar laudo de vistoria de identificação veicular de
no art. 4º, desta Resolução;
forma ilegível ou sem oferecer evidência nítida;
IX - comunicar imediatamente à autoridade policial quando
III - preencher laudos em desacordo com o documento de
detectar veículo cuja identificação seja suspeita de fraude
referência;
ou irregularidades insanáveis, para fins de apuração
criminal. IV - deixar de prover informações que sejam devidas às
autoridades de trânsito e ao DENATRAN;
X - comprovar, anualmente, perante o órgão ou entidade
executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal, o V - manter não-conformidade crítica aberta por tempo
cumprimento dos requisitos de habilitação fixados nesta superior a 30 (trinta) dias ou outro prazo acordado com as
norma. autoridades de trânsito e com o DENATRAN;
VI - deixar de registrar informações ou de tratá-las;
§ 1º O serviço adequado previsto no inciso I deste artigo
corresponde àquele que satisfaz as condições de VII - praticar condutas incompatíveis com a atividade de
regularidade, continuidade, eficiência, segurança, vistoria de identificação veicular.
atualidade e cortesia na sua prestação.
Art. 11. Constituem infrações passíveis de suspensão das
atividades por 30 (trinta) dias na primeira ocorrência, de 60
§ 2º A atualidade compreende a modernidade das técnicas, (sessenta) dias na segunda ocorrência e de 90 (noventa) dias
dos equipamentos e das instalações e a sua conservação, na terceira ocorrência:
bem como a melhoria e expansão do serviço.
I - reincidência de infração punida com aplicação de
advertência por escrito;
§ 3º A pessoa jurídica de direito público ou privado
habilitada somente poderá emitir laudos de vistoria de II - deixar de exigir do cliente a apresentação de
identificação veicular referentes às placas de veículos dos documentos obrigatórios previstos na legislação de trânsito;
municípios abrangidos por sua habilitação, ou a serem
III - emitir laudo de vistoria de identificação veicular em
transferidos para os respectivos municípios.
desacordo com o respectivo regulamento técnico;
CAPÍTULO IV
IV - realizar vistoria de identificação veicular em desacordo
DAS SANÇÕES ADMINISTRATIVAS APLICÁVEIS ÀS com o respectivo regulamento técnico;
EMPRESAS HABILITADAS
V - emitir laudos assinados por profissional não habilitado;
Art. 9º A pessoa jurídica de direito público ou privado
VI - deixar de armazenar em meio eletrônico registro de
habilitada para o exercício da atividade de vistoria de
vistoria de identificação veicular, não manter em
identificação veicular sujeitar-se-á às seguintes sanções
funcionamento o sistema de biometria e outros meios
administrativas, conforme a gravidade da infração e sua
eletrônicos previstos;
reincidência, aplicadas pelo órgão executivo de trânsito dos
Estados e do Distrito Federal a que estiver vinculada, VII - deixar de emitir ou emitir documento fiscal de forma
observada a ampla defesa e o contraditório: incorreta;
I - advertência por escrito; VIII - utilizar quadro técnico de funcionários sem a
qualificação requerida;
II - suspensão das atividades por 30, 60 ou 90 dias;
III - cassação do credenciamento.
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IX - deixar de utilizar equipamento indispensável à CAPÍTULO V


realização da vistoria de identificação veicular ou utilizar
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS
equipamento inadequado ou de forma inadequada;
Art. 17. No caso de alteração de endereço das instalações da
X - deixar de conceder, a qualquer tempo, livre acesso às
pessoa jurídica habilitada, esta somente poderá voltar a
autoridades de trânsito e ao DENATRAN às suas instalações,
operar após a vistoria prévia do órgão ou entidade
registros e outros meios vinculados à habilitação, por meio
executivo de trânsito do Estado e do Distrito Federal.
físico ou eletrônico;
Art. 18. Os modelos de requerimento e os demais
XI - utilizar pessoal subcontratado para serviços de vistoria
formulários necessários à instrução do processo
de identificação veicular;
administrativo de habilitação da pessoa jurídica serão
XII - deixar de manter o Seguro de Responsabilidade Civil padronizados em ato específico do órgão ou entidade
Profissional. executivo de trânsito do Estado ou do Distrito Federal.
Art. 12. Constituem infrações passíveis de cassação do Art. 19. O Laudo de Vistoria de identificação veicular terá
habilitado: validade somente se emitido, monitorado e controlado por
meio do SISCSV, nos termos da legislação vigente e
I - reincidência da irregularidade punida com aplicação de
atendidos os requisitos técnicos e funcionais especificados
sanção administrativa de suspensão das atividades por 90
em Portaria do DENATRAN.
(noventa) dias;
Parágrafo único. Os órgãos e entidades executivos de
II - realizar vistoria de identificação veicular fora das
trânsito dos Estados e do Distrito Federal promoverão sua
instalações da pessoa jurídica habilitada;
inscrição no DENATRAN para integração das pessoas
III - fraudar o laudo de vistoria de identificação veicular; jurídicas habilitadas com o SISCSV, conforme
regulamentação específica do DENATRAN.
IV - emitir laudo de vistoria de identificação veicular sem a
realização da vistoria; Art. 20. As Empresas Credenciadas em Vistoria de Veículos -
ECVs e as Unidades de Gestão Central - UGC, credenciadas
V - manipular os dados contidos no arquivo de sistema de
pelo DENATRAN, permanecerão habilitadas no SISCSV até a
imagens.
data da entrada em vigor desta Resolução, ou até o termino
VI - repassar a terceiros, a qualquer título, as informações do prazo de vigência do credenciamento, vedada a
sobre veículos e proprietários objeto de vistoria. prorrogação, ou o que ocorrer primeiro.
Art. 13. Além das infrações e penalidades previstas nos Parágrafo único. As empresas credenciadas como Unidades
artigos anteriores, será considerada infração administrativa de Gestão Central - UGC pelo DENATRAN, no curso da
passível de cassação do habilitado, qualquer ato que vacatio legis desta Resolução, somente poderão exercer
configure crime contra a fé pública, a administração pública suas atividades junto às Empresas Credenciadas em
e a administração da justiça, previstos no Decreto-Lei Vistorias de Veículos - ECVs credenciadas pelo DENATRAN.
2.848/1940, e atos de improbidade administrativa previstos
Art. 21. Esta Resolução entra em vigor em 1º de novembro
na Lei nº 8.429/1992, em especial a ofensa aos princípios
de 2014. (Redação do artigo dada pela Resolução
constitucionais da legalidade, impessoalidade, moralidade,
CONTRAN Nº 496 DE 25/06/2014).
publicidade e interesse público.
Art. 21-A Ficam revogadas a Resolução CONTRAN nº 5, de
Art. 14. Os órgãos e entidades executivos de trânsito dos
23 de janeiro de 1998, e o art. 1º da Resolução CONTRAN nº
Estados e do Distrito Federal poderão suspender
282, de 26 de junho de 2008. (Artigo acrescentado pela
cautelarmente, sem prévia manifestação do interessado, as
Resolução CONTRAN Nº 496 DE 25/06/2014).
atividades de vistoria de identificação veicular da pessoa
jurídica de direito público ou privado, motivadamente, em MORVAM COTRIM DUARTE
caso de risco iminente, nos termos do art. 45, da Lei nº
Presidente do Conselho
9.784/1999.
Em exercício
Art. 15. A pessoa jurídica cassada poderá requerer sua
reabilitação para o exercício da atividade de vistoria de PEDRO DE SOUZA DA SILVA
identificação veicular depois de decorridos 2 (dois) anos da
p/Ministério Da Justiça
aplicação da penalidade.
MARIO FERNANDO DE ALMEIDA RIBEIRO
Art. 16. As sanções aplicadas às pessoas jurídicas habilitadas
são extensíveis aos sócios, sendo vedada a participação p/Ministério Da Defesa
destes na composição societária de outras pessoas jurídicas
RONE EVALDO BARBOSA
que realizem as atividades de que trata esta Resolução.
p/Ministério Dos Transportes

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JOSÉ MARIA RODRIGUES DE SOUZA Art. 3º A fiscalização de trânsito mediante sistema de


videomonitoramento somente poderá ser realizada nas vias
p/Ministério da Educação
que estejam devidamente sinalizadas para esse fim.
LUIZ OTÁVIO MACIEL MIRANDA
Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
p/Ministério da Saúde publicação. Morvam Cotrim Duarte Presidente em Exercício
JULIO EDUARDO DOS SANTOS Pedro de Souza da Silva Ministério Da Justiça Mario
Fernando de Almeida Ribeiro Ministério Da Defesa Rone
p/Ministério das Cidades
Evaldo Barbosa Ministério Dos Transportes José Maria
Rodrigues de Souza Ministério da Educação Luiz Otávio
Maciel Miranda Ministério da Saúde José Antônio Silvério
OBS: Em Vigor
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação Julio Eduardo
revoga a Resolução 005 e o Art. 1 da Resolução 282/08 dos Santos Ministério das Cidades Marco Antonio Vivas
Motta Ministério das Cidades Nauber Nunes do Nascimento
Agência Nacional de Transportes Terrestres
471/13 OBS: Em vigor
RESOLUÇÃO Nº 471 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2013
Regulamenta a fiscalização de trânsito por intermédio de 508/14
videomonitoramento em estradas e rodovias, nos termos do
§ 2º do artigo 280 do Código de Trânsito Brasileiro. RESOLUÇÃO Nº 508 DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso Dispõe sobre os requisitos de segurança para a circulação, a
da atribuição que lhe confere o art. 12, da Lei nº 9.507, de título precário, de veículo de carga ou misto transportando
23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito passageiros no compartimento de cargas.
Brasileiro, e conforme Decreto nº 4.711, de 29 de maio de
2003, que dispõe sobre a coordenação do Sistema Nacional
de Trânsito; O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº
CONSIDERANDO o disposto no § 2º do artigo 280 do Código
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
de Trânsito Brasileiro;
Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme o Decreto nº 4.711, de
CONSIDERANDO que os sistemas de videomonitoramento 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do Sistema
empregados para policiar vias públicas e operar o trânsito Nacional de Trânsito,
podem se converter em importantes ferramentas para a
fiscalização do trânsito;
Resolve:
CONSIDERANDO a necessidade de intensificar a fiscalização
nas vias públicas para inibir a prática de condutas infratoras Considerando o disposto no art. 108, da Lei nº 9.503, de 23
que não raras vezes ceifam vidas em acidentes de trânsito; de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito
Brasileiro - CTB
CONSIDERANDO o contido no processo nº
80000.016352/2013-49; RESOLVE: Considerando o que consta do Processo Administrativo nº
80001.003050/2006-71;
Art. 1º Regulamentar a utilização de sistemas de
videomonitoramento para fiscalização de trânsito em
estradas e rodovias, nos termos do § 2º do artigo 280 do
Resolve:
Código de Trânsito Brasileiro.
Art. 1º A autoridade com circunscrição sobre a via poderá
Art. 2º A autoridade ou o agente da autoridade de trânsito,
autorizar, eventualmente e a título precário, a circulação de
exercendo a fiscalização remota por meio de sistemas de
veículo de carga ou misto transportando passageiros no
videomonitoramento, poderão autuar condutores e
compartimento de cargas, desde que sejam cumpridos os
veículos, cujas infrações por descumprimento das normas
requisitos estabelecidos nesta Resolução.
gerais de circulação e conduta tenham sido detectadas
“online” por esses sistemas. Parágrafo único. A autoridade § 1º A autorização será expedida pelo órgão com
ou o agente da autoridade de trânsito, responsável pela circunscrição sobre a via não podendo ultrapassar o prazo
lavratura do auto de infração, deverá informar no campo previsto no parágrafo único do Art. 108 do CTB.
“observação” a forma com que foi constatado o
§ 2º Em trajeto que utilize mais de uma via com autoridades
cometimento da infração.
de trânsito com circunscrição diversa, a autorização deve ser

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concedida por cada uma das autoridades para o respectivo III - identificação do proprietário do veículo;
trecho a ser utilizado.
IV - o número de passageiros (lotação a ser transportado;
Art. 2º A circulação de que trata o artigo 1º só poderá ser
V - o local de origem e de destino do transporte;
autorizada entre localidades de origem e destino que
estiverem situadas em um mesmo município ou entre VI - o itinerário a ser percorrido; e
municípios limítrofes, quando não houver linha regular de
VII - o prazo de validade da autorização.
ônibus.
§ 1º O número máximo de pessoas admitidas no transporte
Art. 3º Os veículos a serem utilizados no transporte de que
será calculado na base de 35dm2 (trinta e cinco decímetros
trata esta Resolução devem ser adaptados, no mínimo, com:
quadrados) do espaço útil da carroceria por pessoa,
I - bancos, na quantidade suficiente para todos os incluindo-se o encarregado da cobrança de passagem e
passageiros, revestidos de espuma, com encosto e cinto de atendimento aos passageiros.
segurança, fixados na estrutura da carroceria;
§ 2º A autorização de que trata este artigo é de porte
II - carroceria com cobertura, barra de apoio para as mãos, obrigatório.
proteção lateral rígida, com dois metros e dez centímetros
Art. 5º Além das exigências estabelecidas nos demais artigos
de altura livre, de material de boa qualidade e resistência
desta Resolução, para o transporte de passageiros em
estrutural, que evite o esmagamento e a projeção de
veículos de carga ou misto, é vedado:
pessoas em caso de acidente com o veículo;
I - transportar passageiros com idade inferior a 10 anos;
III - escada para acesso, com corrimão;
II - transportar passageiros em pé;
IV - cabine e carroceria com ventilação, garantida a
comunicação entre motorista e passageiros; III - transportar cargas no mesmo ambiente dos passageiros;
V - compartimento resistente e fixo para a guarda das IV - utilizar veículos de carga tipo basculante e boiadeiro;
ferramentas e materiais, separado dos passageiros, no caso
V - utilizar combinação de veículos.
de transporte de trabalhadores;
VI - transportar passageiros nas partes externas.
VI - sinalização luminosa, na forma do inciso VIII do artigo 29
do CTB e da Resolução nº 268, de 15 de fevereiro de 2008, Art. 6º Para a circulação de veículos de que trata o artigo 1º,
no caso de transporte de pessoas vinculadas à prestação de o condutor deve estar habilitado:
serviço em obras na via.
I - na categoria B, se o transporte for realizado em veículo
Nota: Ver Resolução CONTRAN Nº 656 DE 10/01/2017, que cujo peso bruto total não exceda a três mil e quinhentos
suspende a expedição do Certificado de Segurança Veicular quilogramas e cuja lotação não exceda a oito lugares,
(CSV) de que trata o parágrafo único do art. 3º da excluído o do condutor;
Resolução CONTRAN nº 508, de 27 de novembro de 2014, II - na categoria C, se o transporte for realizado em veículo
que dispõe sobre os requisitos de segurança para a cujo peso bruto total exceda a três mil e quinhentos
circulação, a título precário, de veículo de carga ou misto quilogramas;
transportando passageiros no compartimento de cargas,
até que o novo Sistema de Emissões e Controle de III - na categoria D e ter o curso especializado para o
Certificado de Segurança Veicular (SISCSV) seja transporte coletivo de passageiros, se o transporte for
implantado. realizado em veículo cuja lotação exceda a oito lugares,
excluído o do condutor;
Parágrafo único. Os veículos referidos neste artigo só
poderão ser utilizados após expedição do Certificado de Parágrafo único. Para determinação da lotação de que
Segurança Veicular - CSV, expedido por Instituição Técnica tratam os incisos deste artigo deverá ser considerada, além
Licenciada - ITL, e vistoria da autoridade competente para da lotação do compartimento de passageiros, a lotação do
conceder a autorização de trânsito. compartimento de carga após a adaptação.

Art. 4º Satisfeitos os requisitos enumerados no artigo Art. 7º As autoridades com circunscrição sobre as vias a
anterior, a autoridade com circunscrição sobre a via, serem utilizadas no percurso pretendido são competentes
declarando a não existência de linha regular para autorizar, permitir e fiscalizar esse transporte por meio
de ônibus, estabelecerá no documento de autorização os de seus órgãos próprios.
seguintes elementos técnicos: Art. 8º Pela inobservância ao disposto nesta Resolução, fica
I - identificação do órgão de trânsito e da autoridade; o proprietário ou o condutor do veículo, nos termos do
artigo 257 do CTB, independentemente das demais
II - marca, modelo, espécie, ano de fabricação, placa e UF do penalidades previstas e outras legislações, sujeitos às
veículo;

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penalidades e medidas administrativas previstas nos 541/15


seguintes artigos:
RESOLUÇÃO Nº 541, DE 15 DE JULHO DE 2015
I - art. 230, inciso II, do CTB:
Acrescenta o § 4º ao art. 1º da Resolução CONTRAN nº 277,
a) transporte de passageiro em compartimento de carga de 28 de maio de 2008, de forma a tornar obrigatória a
sem autorização ou com a autorização vencida; utilização do dispositivo de retenção para o transporte de
b) inobservância do itinerário; crianças nos veículos escolares. O Conselho Nacional de
Trânsito - CONTRAN, no uso das atribuições que lhe são
c) se o veículo não estiver devidamente adaptado na forma
conferidas pelo artigo 12, da Lei nº 9.503, de 23 de
estabelecida no artigo 3º desta Resolução;
setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito
d) utilização dos veículos previstos nos incisos V e VI do art. Brasileiro- CTB, e conforme o Decreto nº 4.711, de 29 de
5º; transportar passageiros em pé. maio de 2003, que trata da Coordenação do Sistema
Nacional de Trânsito – SNT; e Considerando o que consta
II - art. 231, inciso VII, do CTB, por exceder o número de
dos Processos Administrativos n os 80001.001777/2003- 71,
passageiros autorizado pela autoridade competente;
80000.023423/2013-60 e 80000.021372/2014-12, RESOLVE:
III - art. 168 do CTB, se o (s) passageiro(s) transportado no
Art. 1º Acrescentar o § 4º ao art. 1º da Resolução CONTRAN
compartimento de carga for menor de 10 (dez) anos; e
nº 277, de 28 de maio de 2008, com a seguinte redação:
IV - art. 162, inciso III, do CTB, se o condutor possuir
“Art. 1º ..........................................................
habilitação de categoria diferente da do veículo que esteja
conduzindo, conforme art. 6º; § 1º .................................................................
V - artigo 232 do CTB, combinado com o artigo 2º da § 2º .................................................................
Resolução nº 205, de 20 de outubro de 2006, se o condutor
§ 3º .................................................................
não possuir o curso especializado para o transporte coletivo
de passageiros, conforme inciso II do art. 6º, e se não portar § 4º Todo veículo utilizado no transporte escolar,
a autorização de trânsito. independentemente de sua classificação, categoria e do
peso bruto total - PBT do veículo, deverá utilizar o
VI - artigo 235 do CTB, por transportar passageiros, animais
dispositivo de retenção adequado para o transporte de
ou cargas nas partes externas dos veículos.
crianças com até sete anos e meio de idade.”
Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
Art. 2º Esta Resolução entra em vigor no dia 1º de fevereiro
publicação.
de 2016.
Art. 10. Fica revogada a Resolução CONTRAN nº 82/1998.
Alberto Angerami Presidente Eduardo de Castro Ministério
MORVAM COTRIM DUARTE dos Transportes Himário Brandão Trinas Ministério da
Defesa José Maria Rodrigues de Souza Ministério da
Presidente do Conselho
Educação Edilson dos Santos Macedo Ministério das Cidades
PEDRO DE SOUZA DA SILVA Marcelo Vinaud Prado Agência Nacional de Transportes
Terrestres Thomas Paris Caldellas Ministério do
p/Ministério da Justiça
Desenvolvimento Indústria Comércio Exterior
ALEXANDRE EUZÉBIO DE MORAIS
OBS: Em Vigor
p/Ministério dos Transportes
JOSÉ MARIA RODRIGUES DE SOUZA
561/15
p/Ministério da Educação
PAULO CESAR DE MACEDO RESOLUÇÃO Nº 561, DE 15 DE OUTUBRO DE 2015.

p/Ministério do Meio Ambiente Declara revogadas as Resoluções CONTRAN nº 561, de 1980,


nº 599, de 1982, nº 603, de 1982, nº 666, de 1986, nº 673,
PAULO ROBERTO VANDERLEI REBELLO FILHO de 1986, nº 733, de 1989 e nº 791, de 1994.
p/Ministério das Cidades O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, no uso das
MARCELO VINAUD PRADO atribuições que lhe são conferidas pelos artigos 12 e 314 da
Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o
p/Agência Nacional de Transportes Terrestres Código de Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme o Decreto nº
4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do
OBS: Revoga a Resolução nº 82/14
Sistema Nacional de Trânsito – SNT; e

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Considerando que a Resolução CONTRAN n. 561, de 1980, Art. 4º O Anexo desta Resolução se encontra disponível no
conflita com a Resolução CONTRAN n. 160, de 22 de abril de sítio eletrônico www.denatran.gov.br.
2004, que aprovou o Anexo II do Código de Trânsito
Brasileiro - CTB; Nota: Ver Resolução CONTRAN nº 667, de 18.05.2017 - DOU
de 22.05.2017 , que revoga o Anexo B desta Resolução, com
RESOLVE: efeitos a partir de 01.01.2023.
Art. 1º Declarar expressamente revogadas as Resoluções Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
CONTRAN nº 561, de 1980, nº 599, de 1982, nº 603, de publicação.
1982, nº 666, de 1986, nº 673, de 1986, nº 733, de 1989 e
nº 791, de 1994. ALBERTO ANGERAMI

Resolução CONTRAN nº 561, de 15.10.2015 - DOU de Presidente do CONTRAN


24.11.2015 SILVINEI VASQUES
Aprova o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, Ministério da Justiça
Volume II - Infrações de competência dos órgãos e
entidades executivos estaduais de trânsito e rodoviários. GUILHERME MORAES REGO

Nota: Ver Resolução CONTRAN nº 667, de 18.05.2017 - DOU Ministério da Justiça


de 22.05.2017 , que revoga esta Resolução, com efeitos a ALEXANDRE EUZÉBIO DE MORAIS
partir de 01.01.2023.
Ministério dos Transportes
O Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, usando da
RICARDO SHINZATO
competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº
9.503, de 23 de setembro de 1997 , que instituiu o Código Ministério da Defesa
de Trânsito Brasileiro, e conforme Decreto nº 4.711, de 29
DJAILSON DANTAS DE MEDEIROS
de maio de 2003 , que dispõe sobre a coordenação do
Sistema Nacional de Trânsito - SNT; Ministério da Educação
Considerando a necessidade de padronização de LUIZ FERNANDO FAUTH
procedimentos referentes à fiscalização de trânsito no
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
âmbito de todo território nacional;
EDILSON DOS SANTOS MACEDO
Considerando a necessidade da adoção de um manual
destinado à instrumentalização da atuação dos agentes das Ministério das Cidades
autoridades de trânsito, nas esferas de suas respectivas
competências;
OBS: Revogado o Anexo B, a partir de 1º de Janeiro de
Considerando os estudos desenvolvidos por Grupo Técnico
2023 pela Resolução 667/17
e por Especialistas da Câmara Temática de Esforço Legal do
CONTRAN, Fichas alteradas
Resolve: 573/15
Art. 1º Aprovar o Manual Brasileiro de Fiscalização de
RESOLUÇÃO Nº 573, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2015
Trânsito - MBFT, Volume II - Infrações de competência dos
órgãos e entidades executivos estaduais de trânsito e Estabelece os requisitos de segurança e circulação de
rodoviários. veículos automotores denominados quadriciclos.
Art. 2º Compete ao órgão máximo executivo de trânsito da O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO (CONTRAN), usando
União atualizar o MBFT - Volume II, em virtude de norma da competência que lhe confere o inciso I do Art. 12 da Lei
posterior que implique a necessidade de alteração de seus nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código
procedimentos. de Trânsito Brasileiro (CTB), e conforme o Decreto nº 4.711,
de 29 de maio de 2003, dispõe sobre a coordenação do
Art. 3º Os órgãos e entidades executivos estaduais de
Sistema Nacional de Trânsito (SNT), e Considerando que
trânsito e rodoviários componentes do Sistema Nacional de
nenhum veículo poderá transitar nas vias terrestres abertas
Trânsito deverão adequar seus procedimentos em até 90
à circulação pública sem que ofereça as condições mínimas
(noventa) dias, a contar da data de publicação desta
de segurança;
Resolução.
Considerando a existência de produção, importação e
comercialização, no Brasil, de veículos com características
similares às motocicletas, porém dotados de quatro rodas;

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Considerando a produção, importação e comercialização, no II - o veículo automotor elétrico com cabine fechada,
Brasil, de veículos elétricos ultracompactos, para circulação possuindo eixo dianteiro e traseiro, dotado de quatro rodas,
exclusivamente urbana, com cabine fechada e volante; com massa em ordem de marcha não superior a 400kg, ou
Considerando a Resolução CONTRAN nº 14, de 06 de 550kg no caso do veículo destinado ao transporte de cargas,
fevereiro de 1998; Considerando os artigos 96, 97, 103 e excluída a massa das baterias, cuja potência máxima do
105 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui motor não seja superior a 15kW.
o Código de Trânsito Brasileiro (CTB); Considerando a
Art. 3º O quadriciclo deve atender aos requisitos de
necessidade de aperfeiçoar e atualizar a classificação e os
segurança especificados para os triciclos e, para concessão
requisitos de segurança destes veículos nacionais e
do código Marca/Modelo/Versão e emissão de Certificado
importados;
de Adequação à Legislação de Trânsito (CAT), atender ainda
Considerando o que consta nos processos n.ºˢ: aos seguintes requisitos:
80000.026291/2011-66, I - Veículos enquadrados no inciso I do Art. 2º desta
Resolução devem possuir obrigatoriamente:
80000.021069/2012-58,
a) Comando do sistema acionado através de guidão;
80001.05626/2008-13,
b) Assentos para condução e transporte de passageiro na
80000.037712/2010-01,
posição montada;
800001.035426/2008-79,
c) Eixo de tração com dispositivo que permita suas duas
80000.022349/2010-11, rodas girarem em velocidades angulares diferentes;
80000.054858/2010-11, d) Pneus de alta pressão, com banda de rodagem para pista
pavimentada, e certificados pelo INMETRO;
800001.007121/2008-77,
e) Sistema de suspensão independente para cada roda do
80000.025667/2012-04,
eixo dianteiro e traseiro;
80000.021118/2010-91,
f) Freios em cada uma das rodas do veículo, devendo estar
80000.015062/2008-11, em acordo com as normas vigentes;
80000.005211/2012-10 e g) Equipamentos obrigatórios previstos no item V do Art. 1º
da Resolução nº 14, de 06 de fevereiro de 1998.
80000.038633/2013-52. RESOLVE:
II - Veículos enquadrados no inciso II do Art. 2º desta
Art. 1º Esta Resolução estabelece os requisitos de circulação
Resolução:
e de segurança obrigatórios para os veículos automotores
denominados quadriciclos, de fabricação nacional ou a) Comando do sistema acionado através de volante;
importados.
b) Assentos para condução e transporte de passageiro na
§ 1º Todos os veículos novos devem possuir código de posição sentada;
marca/modelo/versão e Certificado de Adequação a
c) Eixo de tração com dispositivo que permita suas duas
Legislação de Trânsito (CAT), conforme procedimento
rodas girarem em velocidades angulares diferentes;
estabelecido pelo DENATRAN por meio da Portaria
DENATRAN nº 190, de 30 de junho de 2009, para fins de d) Pneus de alta pressão, com banda de rodagem para pista
registro e licenciamento junto aos órgãos executivos de pavimentada, e certificados pelo INMETRO;
trânsito dos Estados e do Distrito Federal.
e) Sistema de suspensão independente para cada roda do
§ 2º Aplica-se o disposto no parágrafo anterior aos veículos eixo dianteiro e traseiro;
de que trata o caput deste artigo fabricados antes da
f) Freios em cada uma das rodas do veículo, devendo estar
entrada em vigor desta Resolução.
em acordo com as normas vigentes;
Art. 2º Para os efeitos desta Resolução, entende-se como
g) Equipamentos obrigatórios previstos no item V do Art. 1º
quadriciclos:
da Resolução nº 14, de 06 de fevereiro de 1998;
I - o veículo automotor com estrutura mecânica similar às
h) Cinto de segurança de três ou quatro pontos para
motocicletas, possuindo eixo dianteiro e traseiro, dotado de
condutor e passageiros;
quatro rodas, com massa em ordem de marcha não superior
a 400kg, ou 550kg no caso do veículo destinado ao i) Assentos com apoio de cabeça;
transporte de cargas, excluída a massa das baterias no caso
j) Equipamento suplementar de segurança passiva – AIR
de veículos elétricos, cuja potência máxima do motor não
BAG frontal.
seja superior a 15kW.

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Art. 4º Devem ser observados os seguintes requisitos de Thomas Paris Caldellas Ministério do Desenvolvimento,
circulação nas vias públicas para os veículos previstos no Indústria e Comércio Exterior
Art. 3º desta Resolução:
OBS: Em vigor.
I - Placas de identificação traseira, com dimensões idênticas
às de motocicleta e que atendam à legislação vigente;
II - Lanterna de marcha à ré na cor branca quando o veículo 581/16
permitir este tipo de deslocamento;
RESOLUÇÃO Nº 581 , DE 23 DE MARÇO DE 2016
III – Transporte apenas de passageiro maior de 7 anos.
Altera a Resolução CONTRAN nº 24, de 21 de maio de 1998.
IV – Circulação restrita às vias urbanas, sendo proibida sua O Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), no uso das
circulação em rodovias federais, estaduais e do Distrito atribuições que lhe são conferidas pelo Art. 12, da Lei nº
Federal; 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
Art. 5º Devem ser observados os seguintes requisitos para Trânsito Brasileiro (CTB), e conforme o Decreto nº 4.711, de
condução do quadriciclo nas vias públicas: 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do Sistema
Nacional de Trânsito (SNT); e
I - O condutor e o passageiro devem utilizar capacete de
segurança, com viseira ou óculos protetores, em acordo CONSIDERANDO o constante nos processos: nº
com a legislação vigente aplicável às motocicletas, para os 80000.014371/2014-11, nº 80000.035963/2014-77 e nº
veículos enquadrados no inciso I do Art. 2º desta Resolução. 80000.006916/2014-16.

II - A Carteira Nacional de Habilitação do condutor será do RESOLVE:


tipo B. Art. 1º Alterar a Resolução CONTRAN nº 24, de 21 de maio
Art. 6º A identificação dos quadriciclos se dará por meio da de 1998, que estabelece o critério de identificação de
gravação do Número de Identificação do Veículo (VIN), em veículos, a que se refere o Art. 114, do CTB.
acordo com as normas e especificações vigentes. Art. 7º Art. 2º Acrescentar os parágrafos 7º e 8º, ao art. 2º da
Ficam proibidos: Resolução CONTRAN nº 24, de 21 de maio de 1998, com a
I - O uso de cabine fechada nos veículos enquadrados no seguinte redação: “Art. 2º (...) § 7º para os fins previstos no
inciso I do Art. 2º desta Resolução. caput deste artigo, o décimo dígito do VIN, estabelecido
pela NBR nº 6066, poderá ser alfanumérico. § 8º Para os
II - A transformação de outros tipos de veículos em veículos tipo ciclomotores, motonetas, motocicletas e deles
quadriciclos. derivados, a altura dos caracteres da gravação de
III - A circulação em vias públicas de veículos similares sem identificação veicular (VIN) deve ter no mínimo 4,0 (quatro)
homologação. milímetros.”

Art. 8º Os veículos enquadrados no inciso II do Art. 2º desta Art. 3º Acrescentar os parágrafos 3° 4º, ao art. 6°, da
Resolução estão isentos das exigências previstas na Resolução CONTRAN nº 24, de 21 de maio de 1998, com a
Resolução CONTRAN nº 509, de 27 de novembro de 2014. seguinte redação: “Art.6º (...) § 3º A regravação do número
de identificação veicular (VIN) no chassi ou monobloco,
Art. 9º Fica revogada a Resolução CONTRAN nº 700, de 04 previsto no caput deste artigo, deverá ser feita, de acordo
de outubro de 1988. com as especificações vigentes e formatos estabelecidos
Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua pela NBR 15180/2004 da Associação Brasileira de Normas
publicação. Técnicas (ABNT), e suas alterações, em profundidade
mínima de 0,2 (dois décimos) milímetros. § 4º A empresa
Alberto Angerami Presidente credenciada para remarcação de chassis deverá encaminhar
Guilherme Moraes Rego Ministério da Justiça registro fotográfico do resultado da remarcação ao
departamento de trânsito de registro do veículo, mediante
Ricardo Shinzato Ministério da Defesa regulamentação do órgão executivo de trânsito do Estado
Alexandre Euzébio de Morais Ministério dos Transportes ou do Distrito Federal”

Djailson Dantas de Medeiros Ministério da Educação Art. 4º Esta Resolução entra em vigor na data de sua
publicação.
Marta Maria Alves da Silva Ministério da Saúde
Alberto Angerami Presidente
Bruno César Prosdocimi Nunes Ministério da Ciência,
Tecnologia e Inovação Guilherme Moraes Rego Ministério da Justiça

Edilson dos Santos Macedo Ministério das Cidades Alexandre Euzébio de Morais Ministério dos Transportes
Djailson Dantas de Medeiros Ministério da Educação
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Bruno César Prosdocimi Nunes Ministério da Ciência, CONTRAN Nº 152 DE 09/11/2016 e pela Resolução
Tecnologia e Inovação CONTRAN Nº 636 DE 30/11/2016).
Dario Rais Lopes Ministério das Cidades Art. 2º O Sistema de Notificação Eletrônica é o único meio
tecnológico hábil, de que trata o caput do art. 282, do
Marta Maria Alves da Silva Ministério da Saúde
Código de Trânsito Brasileiro - CTB, admitido para assegurar
Thomas Paris Caldellas Ministério do Desenvolvimento, a ciência das notificações de infrações de trânsito e será
Indústria e Comércio Exterior certificado digitalmente, atendidos os requisitos de
autenticidade, integridade, validade jurídica e
Noboru Ofugi Agência Nacional de Transportes Terrestre
interoperabilidade da Infraestrutura de Chaves Públicas
Brasileira - ICP-Brasil.
OBS: Altera a Resolução 024/98 Art. 3º Compete ao DENATRAN:
I - organizar e manter o Sistema de Notificação Eletrônica;
II - desenvolver e padronizar os procedimentos operacionais
622/16
do Sistema de Notificação Eletrônica;
RESOLUÇÃO Nº 622, DE 6 DE SETEMBRO DE 2016. III - assegurar a correta gestão do Sistema de Notificação
Estabelece o Sistema de Notificação Eletrônica Eletrônica;
IV - definir as atribuições operacionais dos órgãos e
entidades integradas;
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO – CONTRAN, no uso
da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I, da lei V - cumprir e fazer cumprir esta Resolução e as instruções
nº 9.503, de 23 de setembro de1997, que instituiu o Código complementares;
de Trânsito Brasileiro e nos termos do disposto no Decreto VI - arbitrar conflitos entre os participantes.
nº 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da Coordenação
do Sistema Nacional de Trânsito – SNT; CAPÍTULO II DO SISTEMA DE NOTIFICAÇÃO ELETRÔNICA
Considerando o disposto no caput do art. 282 do CTB acerca Art. 4º O Sistema de Notificação Eletrônica é um meio de
da possibilidade de utilização de meios tecnológicos hábeis comunicação virtual, disponibilizado pelo DENATRAN aos
para assegurar a ciência das notificações das infrações de órgãos e entidades integrados ao SNT e aos proprietários de
trânsito; veículos e condutores habilitados, que permite receber e
enviar informativos, comunicados e documentos em
Considerando o disposto no §1º do art. 284 do CTB, com formato digital, mediante adesão prévia. (Redação do artigo
redação dada pela Lei nº 13.281, de 4 de maio de 2016, dada pela Deliberação CONTRAN N° 152 DE 09/11/2016 e
acerca da possibilidade de o infrator efetuar o pagamento pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE 30/11/2016).
da multa por 60% (sessenta por cento) do seu valor, em
qualquer fase do processo, até o vencimento da multa, caso (Redação do caput dada pela Deliberação CONTRAN N° 152
opte pelo Sistema de Notificação Eletrônica, e opte por não DE 09/11/2016 e pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE
apresentar defesa prévia nem recurso, reconhecendo o 30/11/2016):
cometimento da infração; Art. 5º Os órgãos e entidades integrados ao SNT poderão
Considerando que os meios de comunicação via internet disponibilizar e receber, no Sistema de Notificação
possibilitam o conhecimento, por parte do cidadão, dos atos Eletrônica, informativos, comunicados e documentos,
administrativos de forma ágil e eficiente, observados os relativos a:
princípios do devido processo legal, ampla defesa e I - notificação de autuação;
contraditório;
II - notificação de penalidade de multa;
Considerando a necessidade de instituição de um sistema
nacional que garanta a plena efetividade do disposto no art. III - notificação de penalidade de advertência por escrito;
282-A e no §1º do art. 284, do CTB; e IV - interposição de defesa da autuação;
Considerando o constante dos autos do processo nº V - interposição de recursos administrativos de infrações de
80000.044796/2013-74, resolve: trânsito;
CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES VI - resultado de julgamentos;
Art. 1º Fica instituído o Sistema de Notificação Eletrônica, VII - indicação de condutor infrator;
sob a coordenação do Departamento Nacional de Trânsito –
DENATRAN. (Redação do artigo dada pela Deliberação VIII - resultado da identificação do condutor infrator;
IX - campanhas educativas de trânsito;
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X - outros documentos e informes de suas competências. atualização de dados cadastrais, a possibilidade de adesão
ao Sistema de Notificação Eletrônica.
§ 1º O acesso ao Sistema de Notificação Eletrônica será
disponibilizado mediante controle de segurança para (Revogado pela Deliberação CONTRAN N° 152 DE
garantir a inviolabilidade da informação. (Redação do 09/11/2016 e pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE
parágrafo dada pela Deliberação CONTRAN N° 152 DE 30/11/2016):
09/11/2016 e pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE
§ 2º O cancelamento do acesso ao Sistema de Notificação
30/11/2016).
Eletrônica dar-se-á: I - por livre iniciativa do usuário; ou
§ 2º É de exclusiva responsabilidade do usuário o acesso ao
II - a critério do órgão ou entidade do SNT detentor do meio
Sistema de Notificação Eletrônica, respondendo este por
tecnológico disponibilizado.
todos os atos praticados.
(Revogado pela Deliberação CONTRAN N° 152 DE
§ 3º O proprietário ou o condutor autuado que optar pela
09/11/2016 e pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE
notificação por meio eletrônico deverá manter seu cadastro
30/11/2016):
atualizado no órgão executivo de trânsito do Estado ou do
Distrito Federal. § 3º As notificações disponibilizadas no Sistema de
Notificação Eletrônica até o dia do cancelamento do acesso
§ 4º No cadastrado de que trata o § 3º deverá constar o
permanecerão válidas para fins de comprovação da
endereço eletrônico e telefone celular do proprietário ou
notificação do infrator.
condutor autuado para receber alertas a respeito de
possíveis notificações em seu nome. Art. 7-A. A adesão dos proprietários e condutores ao
Sistema de Notificação Eletrônica poderá ser realizada junto
§ 5º Na hipótese de notificação por meio eletrônico, o
aos Órgãos e Entidades Executivos de Trânsito dos Estados e
proprietário ou o condutor autuado será considerado
do Distrito Federal, quando disponível, ou via outros
notificado 30 (trinta) dias após a inclusão da informação no
mecanismos disponibilizados. (Artigo acrescentado pela
sistema eletrônico.
Deliberação CONTRAN N° 152 DE 09/11/2016 e pela
§ 6º Independentemente do acesso regular ao Sistema, Resolução CONTRAN Nº 636 DE 30/11/2016).
prevalecem, para todos os efeitos, os prazos estabelecidos
(Artigo acrescentado pela Deliberação CONTRAN N° 152 DE
nas notificações, informativos, comunicados e documentos
09/11/2016 e pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE
nele disponibilizados.
30/11/2016):
§ 7º A utilização do Sistema de Notificação Eletrônica
Art. 7-B. O cancelamento do acesso ao Sistema de
substitui qualquer outra forma de notificação para todos os
Notificação Eletrônica dar-se-á:
efeitos legais.
I - por livre iniciativa do usuário; ou
Art. 6º Considera-se expedida a notificação de autuação,
para fins de cumprimento do prazo de 30 (trinta) dias de II - a critério do órgão ou entidade do SNT detentor do meio
que trata o inciso II do parágrafo único do art. 281 do CTB, tecnológico disponibilizado, desde que justificado.
com a efetiva disponibilização da notificação no Sistema de
§ 1º Após a comunicação de venda ou a transferência de
Notificação Eletrônica, devendo essa informação ser
propriedade de veículo cadastrado no SNE, o vínculo entre o
registrada no sistema.
proprietário anterior aderente ao SNE e o veículo será
Art. 7º A adesão dos órgãos do SNT ao Sistema de cancelado.
Notificação Eletrônica poderá ser realizada junto aos Órgãos
§ 2º As notificações disponibilizadas no Sistema de
e Entidades Executivos de Trânsito dos Estados e do Distrito
Notificação Eletrônica até o dia do cancelamento do acesso
Federal, quando disponível, ou via outros mecanismos a
permanecerão válidas para fins de comprovação da
serem especificados, abrangendo a possibilidade de
notificação do infrator.
comunicação de outros órgãos e entidades do SNT referente
a veículos e condutores neles registrados. (Redação do Art. 8º Os órgãos e entidades integrantes do SNT, para
artigo dada pela Deliberação CONTRAN N° 152 DE arrecadarem multas de trânsito de sua competência ou de
09/11/2016 e pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE terceiros, por meio do Sistema de Notificação Eletrônica,
30/11/2016). deverão utilizar o documento próprio de arrecadação de
multas de trânsito estabelecido pelo DENATRAN, com vistas
(Revogado pela Deliberação CONTRAN N° 152 DE
a garantir o repasse automático dos valores relativos ao
09/11/2016 e pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE
Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito -
30/11/2016):
FUNSET.
§ 1º O Órgão ou Entidade Executivo de Trânsito dos Estados
(Redação do parágrafo dada pela Deliberação CONTRAN N°
e do Distrito Federal disponibilizará aos proprietários e
152 DE 09/11/2016 e pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE
condutores, quando do registro do veículo, transferência ou
30/11/2016):

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§ 1º Os documentos de arrecadação de multas de trânsito Art. 14. Aplicam-se as disposições contidas em outros
serão gerados pelos órgãos autuadores, e disponibilizados normativos do CONTRAN relacionadas ao processo de
pelo Sistema de Notificação Eletrônica, na seguinte forma: notificação, naquilo que não conflitem com a presente
Resolução.
I – com desconto de 40% nas condições estabelecidas pelo §
1º do art. 284 do CTB; Art. 15. Fica revogada a Resolução CONTRAN nº 488, de 7 de
maio de 2014. Art. 16. Esta Resolução entra em vigor no dia
II– com desconto de 20%, até o vencimento, nos termos do
1º de novembro de 2016.
caput do art. 284 do CTB, facultando a possibilidade do
infrator apresentar defesa ou recurso. Elmer Coelho Vicenzi Presidente
III– acrescido de juros de mora, nos termos do § 4º do art. Alexandre Euzébio de Morais
284 do CTB e conforme Resolução CONTRAN nº 619, de 6 de
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil
setembro de 2016.
Djailson Dantas de Medeiros Ministério da Educação
§ 2º O recolhimento do percentual de 5% (cinco por cento)
do valor arrecadado das multas de trânsito à conta do Bruno César Prosdocimi Nunes
FUNSET é de responsabilidade do órgão de trânsito
Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações
arrecadador.
Marco Aurélio de Queiroz Campos Ministério das Cidades
§ 3º O pagamento das multas de trânsito será efetuado na
rede bancária arrecadadora. Thomas Paris Caldellas
§ 4º O Sistema de Notificação Eletrônica não permitirá o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços
parcelamento das multas de trânsito.
Noboru Ofugi
Art. 9º Os valores pelo recebimento e envio de informativos,
Agência Nacional de Transportes Terrestre
comunicados e documentos em formato digital serão
cobrados dos órgãos e integrantes do SNT, que aderirem ao
Sistema de Notificação Eletrônica, na forma estabelecida
OBS: Alterada pela Deliberação 152/16 e pela
pelas instruções complementares emitidas pelo
Resolução 636/16- Revoga a Resolução 488/14
DENATRAN. (Redação do artigo dada pela Deliberação
CONTRAN N° 152 DE 09/11/2016 e pela Resolução
CONTRAN Nº 636 DE 30/11/2016).
623/16
CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
RESOLUÇÃO Nº 623, DE 6 DE SETEMBRO DE 2016
(Revogado pela Deliberação CONTRAN N° 152 DE
09/11/2016 e pela Resolução CONTRAN Nº 636 DE Dispõe sobre a uniformização dos procedimentos
30/11/2016): administrativos quanto à remoção, custódia e para a
realização de leilão de veículos removidos ou recolhidos a
Art. 10. Os órgãos ou entidades integrantes do SNT deverão
qualquer título, por órgãos e entidades componentes do
disponibilizar informativos, comunicados e documentos por
Sistema Nacional de Trânsito – SNT, nos termos dos arts.
meio do Sistema de Notificação Eletrônica somente em dias
271 e 328, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que
úteis.
instituiu o Código de Trânsito Brasileiro – CTB, e dá outras
Art. 11. O Sistema de Notificação Eletrônica disponibilizará o providências.
Formulário de Identificação do Condutor Infrator, referente
O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, no uso
às notificações de autuação informadas
das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 12, da Lei nº
eletronicamente. (Redação do artigo dada pela Deliberação
9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de
CONTRAN N° 152 DE 09/11/2016 e pela Resolução
Trânsito Brasileiro – CTB e conforme o Decreto nº 4.711, de
CONTRAN Nº 636 DE 30/11/2016).
29 de maio de 2003, que trata da Coordenação do Sistema
Art. 12. As unidades de tecnologia da informação dos órgãos Nacional de Trânsito – SNT, Considerando a necessidade de
e entidades componentes do SNT deverão manter sistema adequar e integrar os procedimentos administrativos
de segurança de acesso que garanta a preservação e a quanto à remoção, custódia e realização de leilão de
integridade dos dados publicados eletronicamente, por um veículos removidos ou recolhidos a qualquer título, por
prazo mínimo de 5 (cinco) anos. Órgãos e Entidades componentes do Sistema Nacional de
Art. 13. O DENATRAN regulamentará a presente Resolução Trânsito – SNT, nos termos dos arts. 271 e 328, da Lei nº
no tocante às especificações técnicas do Sistema de 9.503, de 23 de setembro de 1997, com redação dada pela
Notificação Eletrônica. Lei nº 13.160, de 25 de agosto de 2015, e da Lei nº 13.281,
de 4 de maio de 2016, que dispõem sobre retenção,
remoção e leilão de veículo, Considerando o que dispõe a

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Lei nº 12.977, de 20 de maio de 2014, que regula e disciplina Parágrafo único. A remoção de veículo, a qualquer título
a atividade de desmontagem de veículos automotores conforme o estabelecido no CTB deverá ser instruída por
terrestres, quanto aos veículos classificados como sucatas. meio de processo administrativo, devidamente
Considerando o disposto no Processo Administrativo nº protocolizado pelo órgão responsável por sua custódia,
80000.031542/2014-77, resolve: onde serão anexados os documentos em ordem
cronológica, a partir do Termo de Remoção ou documento
CAPÍTULO I
equivalente, obrigatoriamente emitido e inclusive a cópia do
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES prontuário do veículo recolhido, onde conste a situação
atualizada de seu registro.
Art. 1º Os procedimentos administrativos quanto à remoção
e custódia de veículos em decorrência de penalidade Seção I
aplicada ou medida administrativa adotada por infração à
Do Registro e Notificação de Recolhimento
Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, na forma prevista
em seu artigo 271 e para a realização de leilão de veículos Art. 4º Caberá ao agente da Autoridade de Trânsito,
removidos ou recolhidos a qualquer título, por órgãos e responsável pelo recolhimento do veículo, emitir a
entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito – notificação por meio do termo de recolhimento de veículo
SNT, nos termos do art. 328 do CTB, e alterações ou documento equivalente, mediante identificação e
promovidas pela Lei 13.160, de 25 de agosto de 2015, e pela assinatura, ou por meio de sistema informatizado que
Lei nº 13.281, de 4 de maio de 2016, combinada com a Lei possibilite a identificação do responsável, que discriminará:
nº 8.666, de 21 de junho de 1993, deverão ser realizados de
I - os objetos deixados no veículo por conveniência e inteira
acordo com o estabelecido nesta Resolução.
responsabilidade do condutor;
Seção I
II - os equipamentos obrigatórios ausentes;
Das Definições
III - o estado geral da lataria, pintura e pneus;
Art. 2º Para os fins previstos nesta Resolução, entende-se
IV - os danos do veículo causados por acidente e a sua
por:
condição de trafegar em vias públicas;
I - remoção de veículos: medida administrativa aplicada pelo
V - identificação do proprietário e do condutor, sempre que
agente da Autoridade de Trânsito, quando da constatação
possível;
da infração de trânsito que caracterize a necessidade de se
retirar o veículo do trânsito, que será recolhido em local VI - dados que permitam a precisa identificação do veículo,
apropriado, conforme o estabelecido no art. 271 do CTB. registrado a termo, se irregular;
II - recolhimento: ato de encaminhamento do veículo ao VII - o prazo para a retirada do veículo, sob pena de ser
pátio de custódia a qualquer título, decorrente de remoção, levado a leilão.
retenção, abandono ou acidente, realizado por órgão
§ 1º O termo de recolhimento de veículo ou documento
público ou por particular contratado por licitação pública,
equivalente será preenchido em, no mínimo, duas vias,
inclusive por meio de pregão.
admitida a hipótese de uso de arquivos informatizados que
III - custódia de veículos: procedimento administrativo de permitam sua impressão e utilização em processos
guarda e zelo de veículo recolhido a local apropriado instruídos, sendo:
diretamente por órgão público responsável pelo
I - a primeira destinada ao proprietário ou condutor do
recolhimento, por órgão público conveniado, por particular
veículo recolhido, a qualquer título;
contratado por licitação, inclusive por meio de pregão, ou
mediante credenciamento. II - a segunda destinada ao órgão ou entidade responsável
pela custódia do veículo, que instruirá o devido processo
IV - leilão: modalidade de licitação entre quaisquer
administrativo;
interessados para a venda de veículos removidos ou
recolhidos a qualquer título a quem oferecer o maior lance, III - a terceira, se necessário, à entidade contratada ou
igual ou superior ao valor da avaliação. conveniada pelo acolhimento do veículo em depósito,
quando for o caso; e
CAPÍTULO II
IV - a quarta, se necessário, ao agente de trânsito
DOS PROCEDIMENTOS DE CUSTÓDIA
responsável pelo recolhimento.
Art. 3º Os procedimentos e os prazos de custódia dos
§ 2º O condutor do veículo flagrado, mesmo que não
veículos recolhidos em razão de penalidade ou medida
habilitado e ainda que não seja o proprietário que conste do
administrativa aplicada por inobservância a preceito do CTB
registro, poderá ser notificado e receber o termo de
e legislação complementar, abandono ou acidentes de
recolhimento ou documento equivalente, com eficácia de
trânsito, obedecerão ao disposto nesta Resolução.
notificação.

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§ 3º Considera-se notificado o proprietário ou condutor bem, entidade credora ou a quem tenha se sub-rogado aos
presente no momento do recolhimento, ainda que se recuse direitos do veículo, caso o endereço conste no prontuário ao
a assinar o termo de recolhimento. qual o veículo esteja vinculado.
§ 4º Caso o proprietário ou condutor não estejam presentes § 4º Para o caso de notificação postal, decorrente de
no momento do recolhimento do veículo, a autoridade gravames financeiros registrados no prontuário do veículo,
competente deverá expedir notificação de recolhimento, no poderão ser agrupados em um mesmo documento todos os
prazo de 10 (dez) dias, contados do fato, por remessa postal veículos que contenham gravames em favor do mesmo
ou qualquer outro meio tecnológico hábil, em nome e para agente financeiro, sendo válidas as notificações postais por
o endereço de quem constar no registro do veículo para que comunicação eletrônica.
seja retirado no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da data
Seção II
de recolhimento ou remoção.
Das Disposições
§ 5º A notificação devolvida por desatualização do endereço
do proprietário do veículo ou por recusa desse de recebê-la Complementares Intermediárias
será considerada recebida para todos os efeitos.
Art. 6º Em caso de veículo transportando carga de produto
§ 6º Caso restem frustradas as tentativas de notificação perigoso ou perecível e de transporte coletivo de
presencial, postal ou por qualquer outro meio tecnológico passageiros, a remoção imediata poderá não ocorrer, a
hábil, a notificação poderá ser feita por edital, a partir do critério do agente, verificadas as condições de segurança
qual passará a contar os 60 (sessenta) dias para a alienação para circulação, nos termos do § 5º do art. 270 do CTB.
por leilão.
Art. 7º O veículo sob custódia que não puder ser
§ 7º O agente de trânsito recolherá o Certificado de Registro identificado, ou que tiver sua identificação adulterada, terá
e Licenciamento de Veículo – CRLV, contra entrega de recibo assegurado os seguintes procedimentos de verificação,
ao proprietário ou condutor, ou informará, no termo de inclusive como condição para ser levado à Leilão:
recolhimento ou documento equivalente, o motivo pelo
I - emissão de laudo pericial oficial ou laudo de vistoria do
qual não foi recolhido.
órgão ou entidade responsável pela custódia do veículo,
§ 8º Para os veículos com restrição judicial ou policial, a visando à busca da autenticidade de seus caracteres, da sua
autoridade responsável pela restrição será notificada, o que documentação, bem como a legitimidade da propriedade,
implica ciência de que o veículo poderá ser levado à leilão enquadrando-se o veículo em uma das seguintes situações:
caso não seja regularizado e liberado, no prazo de 60
a) veículo com identificação não reconhecida ou não
(sessenta) dias.
assegurada: leiloar como sucata inservível, qualquer que
Art. 5º O órgão ou entidade responsável pela custódia, além seja seu estado de conservação;
da expedição da via do termo de recolhimento ou
b) veículo de identificação alterada com confirmação de sua
documento equivalente, decorrido o prazo de 30 (trinta)
identificação correta, com restrições judiciais,
dias sem a retirada do veículo, expedirá edital de notificação
administrativas ou policiais: notificar a autoridade
de retirada do veículo.
responsável pela restrição para proceder à retirada do
§1° O edital de notificação de retirada do veículo será veículo em depósito, desde que pagas as despesas com
publicado em portal na Internet do próprio órgão ou afixado remoção e estada, ou para a autorização do leilão, que
nas dependências do órgão em local de livre acesso ao poderá ocorrer se não houver manifestação da autoridade
público, pelo prazo de 10 (dez) dias, para que o veículo seja no prazo de 60 (sessenta) dias a contar da notificação;
retirado com a devida quitação dos débitos a ele vinculados
c) veículo de identificação alterada com confirmação de sua
e regularizado, sob pena de ser incluído em procedimento
identificação correta, assegurada por dados verdadeiros,
de alienação por leilão, decorrido o prazo legal.
sem restrições judiciais, administrativas ou policiais: emitir
§ 2° A notificação por edital deverá conter: notificação ao proprietário e/ou agente financeiro que
constem do registro do veículo, exigindo a regularização de
I - o nome do proprietário do veículo;
dados por remarcação de caracteres e nova emissão de
II - o nome do agente financeiro, ou do arrendatário do documentos, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias a
veículo, ou da entidade credora, ou de quem se sub-rogou contar do recolhimento, que se não atendido será incluído
nos direitos, quando for o caso; em procedimento de Leilão;
III - os caracteres da placa de identificação e do chassi do d) veículo com identificação duplicada, sem confirmação de
veículo, quando houver; sua identificação correta, com alertas e restrições no
registro do veículo original: notificar as autoridades que
IV - a marca e o modelo do veículo.
inseriram as anotações no Sistema Registro Nacional de
§ 3º O edital deverá ser encaminhado por meio de Veículos Automotores – RENAVAM, solicitando que efetuem
comunicação eletrônica ao agente financeiro, arrendador do
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a exclusão de tais dados, para que o veículo recolhido seja Seção I


levado a Leilão como sucata;
Da Competência
e) veículo com identificação duplicada, com confirmação de
Art. 11. O órgão ou entidade responsável pelo envio do
sua identificação correta, com ou sem alertas ou restrições
veículo ao depósito é competente para realização do leilão,
no registro do veículo original: notificar as autoridades que
devendo o seu dirigente máximo autorizar expressamente a
inseriram as observações no Sistema RENAVAM, solicitando
abertura do processo administrativo, bem como designar o
que efetuem a exclusão de tais dados, em razão da correta
leiloeiro.
identificação do veículo, de seu legítimo proprietário e
agente financeiro, se houver, que serão notificados a Parágrafo único. A realização do leilão poderá ocorrer
efetuar a regularização de dados por remarcação de diretamente pelo órgão, por órgão público conveniado, ou
caracteres e reemissão de documentos, no prazo máximo de leiloeiro, podendo ainda ser designada comissão de leilão
60 (sessenta) dias do recolhimento do veículo, que se não para a realização de atos instrumentais que auxiliem a sua
atendido será incluído em procedimento de Leilão; realização e sua execução.
II - não demonstrada a autenticidade da identificação do Art. 12. Os órgãos ou entidades de trânsito componentes do
veículo recolhido ou a legitimidade da sua propriedade, o SNT e regularmente habilitados junto aos sistemas
veículo será incluído em procedimento de leilão como RENAVAM e Registro Nacional de Infrações de Trânsito –
sucata inservível, qualquer que seja seu estado de RENAINF poderão realizar leilão de forma compartilhada,
conservação, registrando-se a termo que tal alienação não cujos ajustes serão definidos em comum acordo, nos termos
constará do Sistema RENAVAM – Módulo Leilão, por desta Resolução.
ausência de identificação. III - o recurso obtido com leilão de
Parágrafo único. O leilão compartilhado será realizado
veículo para o qual seja autorizada a sua alienação
conforme ajuste firmado entre os órgãos e entidades
antecipada será integralmente revertido a crédito da conta
cooperantes, recomendando-se que este instrumento
indicada no seu respectivo termo autorizatório de venda,
preveja que seja realizado em único procedimento, com
com seus débitos desvinculados, na forma preconizada em
mesmo edital e leiloeiro, com veículos ofertados em lotes
Lei.
separados e com arremates depositados em contas
Art. 8º A restituição do veículo sob custódia somente bancárias distintas, sob controle e conciliação de cada órgão
ocorrerá mediante prévio pagamento de todos os débitos específico.
incidentes devidos, bem como o reparo de qualquer
Seção II
componente ou equipamento obrigatório que não esteja em
perfeito estado de funcionamento. Das Providências que Antecedem a Realização do Leilão
§ 1° Se o reparo exigido no caput demandar providência que Art. 13. O órgão ou entidade responsável pelo leilão,
não possa ser tomada no depósito, a autoridade durante os procedimentos preparatórios de sua realização,
responsável pela remoção liberará o veículo para reparo, na deverá verificar a situação de cada veículo junto ao órgão
forma transportada, mediante autorização, assinalando executivo de trânsito responsável pelo registro, para
prazo para reapresentação. detectar:
§2° A despesa de remoção e estada será devida I - restrição judicial ou policial;
integralmente, por período contado em dias, a partir do
II - registro de gravames financeiros;
recolhimento do veículo, limitado ao prazo máximo de 6
(seis) meses. III - débitos relativos a tributos, encargos e multas de
trânsito e ambientais, identificando os respectivos credores.
Art. 9º Cumpridas todas as exigências e decorridos os prazos
previstos nesta Resolução, os processos administrativos de § 1° O veículo que apresentar restrição judicial ou policial
recolhimento de veículos serão concluídos por termo final e poderá ser retirado pela autoridade responsável pela
conservados por cinco anos. restrição, desde que a manifestação ocorra no prazo de 60
(sessenta) dias de sua notificação e que sejam pagas as
CAPÍTULO III
despesas com remoção e estada do veículo.
DA ALIENAÇÃO POR MEIO DE LEILÃO
§ 2° O leilão de veículo que apresentar restrição judicial ou
Art. 10. Constatada a permanência do veículo recolhido em policial ocorrerá após a autorização da autoridade
depósito do órgão público responsável, do órgão público responsável pela restrição ou em caso de descumprimento
conveniado, do particular contratado por licitação, inclusive do estabelecido no § 1°. § 3° As instituições financeiras
por meio de pregão, ou mediante credenciamento, não poderão habilitar-se aos créditos remanescentes, após
reclamado por seu proprietário, por período superior ao deduzidos os valores dos encargos legais do montante
previsto no caput art. 328 do CTB, este será levado à obtido no leilão.
alienação por meio de Leilão.

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§ 4º Os órgãos ou entidades executivos de trânsito dos § 2º Os veículos classificados como sucata são divididos em:
Estados e do Distrito Federal, no âmbito de sua
I - sucatas aproveitáveis: aquelas cujas peças poderão ser
circunscrição, deverão fornecer aos órgãos e entidades
reaproveitadas em outro veículo, com inutilização de placas
executivos e rodoviários de trânsito da União, dos Estados e
e chassi em que conste o Número de Identificação do
Municípios, que não sejam operadores das rotinas do
Veículo – registro VIN;
Sistema RENAVAM, o acesso ao referido sistema, para
consulta da situação do veículo. § 5º Serão disponibilizadas II - sucatas inservíveis: aquelas transformadas em fardos
aos órgãos e entidades executivos e rodoviários de trânsito metálicos, por processo de prensagem ou trituração, sendo
de que trata o § 4° todas as rotinas referentes a leilão do desnecessária a inutilização de placas e numeração do
Sistema RENAVAM. chassi quando a prensagem ocorrer em local supervisionado
pelo órgão responsável pelo leilão;
Art. 14. Esgotados os prazos de notificações previstos nesta
Resolução e não tendo comparecido nenhum dos III - sucatas aproveitáveis com motor inservível: aquelas
notificados para a quitação dos débitos e retirada do cujas peças poderão ser reaproveitadas em outro veículo,
veículo, será feita a verificação final das condições de cada com exceção da parte do motor que conste sua numeração,
veículo, para fins de avaliação. devendo ser inutilizadas as placas e chassi em que conste o
Número de Identificação do Veículo – registro VIN.
Art. 15. A avaliação dos veículos será feita pelo órgão ou
entidade responsável pelo procedimento de leilão, pela § 3º Os veículos definidos como sucatas e inseridos em
comissão de leilão, ou ainda por profissional terceirizado, processos de leilão somente poderão ser vendidos como
devidamente autorizado e habilitado, que deverá: destinação final e sem direito à documentação, como
sucatas prensadas para empresas regulares do ramo de
I - identificar os veículos conservados, que se encontram em
siderurgia ou fundição, ou como sucatas aproveitáveis para
condições de segurança para trafegar em via aberta ao
empresas do ramo do comércio de peças usadas reguladas
público, e os veículos que deverão ser leiloados como
pela Lei n° 12.977, de 20 de maio de 2014, e normativos do
sucata;
CONTRAN.
II - estabelecer os lotes de sucata a serem leiloados;
§ 4º Os veículos, sucatas e materiais inservíveis de bens
III - proceder à avaliação de cada veículo e de cada lote de automotores que se encontrarem recolhidos há mais de 1
sucata, estabelecendo o lance mínimo para arrematação de (um) ano poderão ser destinados à reciclagem como
cada item; e material ferroso, independentemente da existência de
restrições sobre o veículo.
IV - atribuir a cada veículo identificado como sucata um
valor proporcional ao valor total do lote no qual esteja § 5º A alienação prevista no § 4º será realizada por
incluído. tonelagem de material ferroso, condicionando se a entrega
do material arrematado à realização dos procedimentos
Parágrafo único. O órgão ou entidade responsável pelo
necessários de descaracterização total do bem, à destinação
leilão poderá reclassificar a avaliação do veículo, realizada
exclusiva para a reciclagem siderúrgica e à captação
por profissional terceirizado, levando em conta os princípios
ambientalmente correta de fluídos, combustíveis e demais
da economicidade, celeridade processual e eficiência.
materiais e substâncias reconhecidos como contaminantes
Art. 16. São considerados como sucata os veículos que estão do meio ambiente.
impossibilitados de voltar a circular ou cuja autenticidade de
Art. 17. Para os veículos avaliados como sucata, o órgão ou
identificação ou legitimidade da propriedade não restar
entidade responsável pelo procedimento de leilão deverá:
demonstrada, não tendo direito à documentação.
I - inutilizar a identificação gravada no chassi que contêm o
§ 1º São critérios mínimos para classificação de veículos
registro VIN e suas placas, nas hipóteses de sucatas
como sucata:
aproveitáveis ou de sucatas aproveitáveis com motor
I - danos de grande monta; inservível;
II - impossibilidade de reparo gerando causa impeditiva à II - solicitar a baixa ao órgão executivo de trânsito de
circulação; registro do veículo, após a realização da venda e do
recolhimento dos débitos pendentes, quitados com os
III - motor cuja numeração não seja possível confirmar, por
recursos do leilão, antes da entrega ao arrematante.
motivo de corrosão, inexistência ou divergência de cadastro
nos sistemas Base Índice Nacional e Base Estadual do III - emitir ou solicitar ao órgão de registro do veículo a
RENAVAM, ilegibilidade ou qualquer outro motivo que certidão de baixa de veículo, para entrega ao arrematante,
impossibilite a identificação, desde que não caracterize com cópia juntada a processo vinculado ao do leilão, que
fraude; reúna as certidões ou solicitações de todas as sucatas
leiloadas no respectivo procedimento.
IV - veículo artesanal sem registro; ou V - veículo registrado
no exterior e não licenciável no Brasil.
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Art. 18. O órgão ou entidade responsável pelo II - para a alienação de sucatas aproveitáveis e sucatas
procedimento de leilão, após a publicação de seu edital, aproveitáveis com motor inservível destinadas ao comércio
deverá registrar no sistema RENAVAM a indicação de que o de peças e componentes:
veículo será levado a leilão, exceto no caso de sucatas com
a) objeto da alienação por leilão, indicando marca, modelo,
ausência de sua identificação.
ano de fabricação, número do motor e cor predominante
§ 1º No caso de inoperância do Sistema RENAVAM, o órgão dos veículos ofertados;
ou entidade responsável pelo procedimento de leilão
b) locais, datas e horários onde poderão ser examinados os
deverá emitir comunicado oficial ao órgão detentor do
lotes dos veículos relacionados;
registro do veículo de que este será leiloado, bastando tais
informações para que o órgão de registro do veículo adote c) condições para a participação do leilão e as restrições
todos os procedimentos devidos. legais;
§ 2º Atendido o disposto no caput, o órgão executivo de d) exigências de comprovação do ramo de atividade de
trânsito responsável pelo registro do veículo deverá comércio de peças usadas, conforme previsto na Lei nº
informar, no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis, a 12.977, de 2014, e normativos do CONTRAN;
existência de débitos, restrições ou outros encargos
e) exigências para a retirada dos veículos sucatas;
incidentes sobre o prontuário do veículo, ao órgão ou
entidade de trânsito preparador do leilão, devendo alertar f) endereços e formas de acesso às informações à distância,
sobre fato impeditivo à alienação. para o fornecimento de elementos e esclarecimentos sobre
o leilão;
Seção III
g) local, data e horário de realização do leilão;
Da Realização do Leilão
h) a indicação do leiloeiro;
Art. 19. Cumpridas todas as exigências para a realização da
alienação, o órgão ou entidade responsável, por meio do i) o valor inicial dos lotes e a forma de pagamento dos
leiloeiro designado, expedirá o edital de leilão, listando arremates;
todos os veículos em lotes, como conservados ou sucatas.
j) critério para julgamento dos lances ofertados;
§ 1º O edital de leilão deverá conter, no mínimo:
k) sanções para o caso de inadimplemento;
I - para a alienação de veículos conservados, destinados à
l) instruções e normas para os recursos previstos em lei;
circulação:
m) condições e locais para a retirada dos veículos sucatas
a) objeto da alienação por leilão, com descrição sucinta e
arrematados; e
clara, indicação de marca, modelo, ano de fabricação,
número do motor e cor predominante dos veículos n) outras indicações específicas ou peculiares da alienação.
ofertados;
III - para a alienação de sucatas inservíveis, transformadas
b) locais, datas e horários onde poderão ser examinados os em fardos metálicos:
lotes dos veículos relacionados;
a) objeto da alienação por leilão, indicando tratar-se de
c) condições para a participação no leilão e as restrições sucatas inservíveis;
legais;
b) locais, datas e horários onde poderão ser examinados os
d) endereços e formas de acesso às informações à distância, lotes dos veículos relacionados;
para o fornecimento de elementos e esclarecimentos sobre
c) condições específicas para a participação do leilão e as
o leilão;
restrições legais;
e) local, data e horário de realização do leilão;
d) exigências de comprovação do ramo de atividade, de
f) a indicação do leiloeiro; siderurgia ou reciclagem, exercida pelo interessado;
g) o valor inicial dos lotes e a forma de pagamento dos e) exigências de preparação, retirada de fluídos e
arremates; prensagem dos veículos sucatas inservíveis;
h) critério para julgamento dos lances ofertados; f) endereços e formas de acesso às informações à distância,
para o fornecimento de elementos e esclarecimentos sobre
i) sanções para o caso de inadimplemento;
o leilão;