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ESPECIALIZAÇÃO EM

COMUNICAÇÕES
MÓVEIS

MBA EM
SERVIÇOS DE
TELECOMUNICAÇÕES

Serviços de Valor Agregado – VAS

Serviços de Valor Agregado – VAS 1 Prof: Rogerio Pahoor

Serviços de Valor Agregado

Prof. Rogerio Pahoor


 Pós-Graduado pela Fundação Getulio Vargas – MBA em Gestão Empresarial
(2008); Engenheiro Eletrônico pela Universidade Mackenzie (1994) e Técnico
em Telecomunicações pela Escola Técnica Federal de São Paulo (1989);

 Especialista na área de Redes de Telecomunicações Móveis Celulares com mais


de 800 horas de treinamento técnico especializado;

 Trabalhou na Telesp, Telesp Celular, Ericsson, Maxitel e atualmente ocupa a


Gerencia Executiva Nacional de Core Network na Tim Brasil, onde atuou
também como Gerente de Plataformas de Serviços de Valor Agregado ;

 Lecionou no Curso Superior de Tecnologia em Redes de Telecomunicações na


Universidade Cidade de São Paulo e desde 2005 leciona nos cursos de
Especialização em Comunicações Móveis e MBA em Serviços de
Telecomunicações da Universidade Federal Fluminense
 Contato: rogerio.pahoor@gmail.com

Serviços de Valor Agregado – VAS 2 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

1
Serviços de Valor Agregado

Programa
 Introdução
 Conceitos Básicos de Marketing
 Definição de Serviço de Valor Agregado
 Arquitetura de Rede Móvel Celular
 Mobile Internet
 Banda Larga Móvel
 Wireless Application Protocol – WAP
 Mobile Messaging
 Voice Mail / Unified Messaging – VMS/UM
 Short Message Service – SMS
 Multimedia Messaging Service – MMS
 Sistemas de Apoio
 Location Based Services – LBS
 Mobile Device Management – MDM
 Service Delivery Platform – SDP
 Mobile Advertisement
 Considerações Finais

Serviços de Valor Agregado – VAS 3 Prof: Rogerio Pahoor

Serviços de Valor Agregado

Avaliação

 Prova com 20 questões de múltipla escolha (4 alternativas)

 Sem consulta e individual

 As questões serão formuladas com base nos slides desta apresentação


marcados com

 Será aplicada entre 20h30 e 21h30 da ultima aula deste módulo

 Os alunos que não comparecerem no dia determinado deveram negociar


com o professor uma nova data para a aplicação da prova

 Os alunos que não obtiverem a nota mínima (6,0), deverão apresentar


um trabalho com tema a ser definido. Neste caso, a nota final será a
média entre a nota da prova e a nota do trabalho
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Serviços de Valor Agregado

Introdução

Serviços de Valor Agregado – VAS 5 Prof: Rogerio Pahoor

INTRODUÇÃO

Um dos Principais Objetivos das empresas é:

CRESCER

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INTRODUÇÃO

Opções de Crescimento
Matriz de Ansoff
 Crescimento INTENSIVO
 Penetração de Mercado: Aumentar sua participação de mercado
PRODUTOS
com seus produtos e mercados atuais EXISTENTES NOVOS
 Desenvolvimento de Mercado: Encontrar ou desenvolver novos
mercados para seus produtos atuais

EXISTENTES
 Desenvolvimento de Produto: Desenvolver novos produtos de
interesse potencial a seus mercados atuais
Penetração de Desenvolvimento
Mercado de Produtos
 Crescimento Diversificado

MERCADOS
 Acrescentar negócios atraentes não relacionados com os atuais,
como: procurar novos produtos que tenham sinergia com suas
linhas atuais de produtos; procurar novos produtos sem relação
tecnológica com sua linha atual ou procurar novos negócios,

NOVOS
produtos ou mercados (maior risco)
Desenvolvimento de
Diversificação
 Crescimento INTEGRADO Mercado
(mais complexo que o intensivo pelas diferentes culturas e
crenças, tecnologias e exige mais capital)

 Integração para trás: Compra fornecedores


 Integração para frente: Compra intermediários
 Integração horizontal: Compra a concorrência (mais frequente)

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INTRODUÇÃO

Matriz de Ansoff aplicada as Operadoras Móveis

PRODUTOS
EXISTENTES NOVOS
EXISTENTES

Objeto de
Novos planos de Serviços de Valor
serviço de voz Agregado – VAS Estudo deste
Módulo
MERCADOS

Inicio de operações
NOVOS

em Estados onde a
Empresa ainda não
atua

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INTRODUÇÃO

Ciclo de Vida do Produto


Por que as empresas tem que lançar novos produtos ?
Segundo Porter os produtos ou serviços atravessam várias fases ou estágios

Devido ao processo de inovação e difusão de novos produtos, o crescimento da indústria segue uma curva “S”

A fase introdutória reflete a dificuldade de superar a inércia do comprador e estimular os testes do novo produto

A penetração dos compradores em potencial do produto é finalmente alcançada, fazendo com que o crescimento rápido
estacione e nivele-se a um índice básico de crescimento do grupo de compradores relevantes

Finalmente, o crescimento decrescerá conforme forem aparecendo novos produtos substitutos

 Introdução: onde o crescimento das vendas é lento, os investimentos


são altos e os lucros, em função disso, basicamente inexistem

 Crescimento: há uma rápida aceitação no mercado, levando a um


crescimento das vendas e dos lucros

 Maturidade: neste estágio o potencial de mercado já foi alcançado,


portanto o crescimento das vendas diminui. Há uma tendência a
estabilização ou redução dos lucros, pois novamente é necessário investir
mais fortemente em marketing

 Declínio: fase em que a demanda diminui e o lucro reduz , as vezes de


maneira irreversível, podendo levar ao descontinuamento do produto

Autores: Heitor Luiz Murat de Meirelles Quintella e Silviane Cristina de Andrade Rodrigues
Fonte: http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialfcs/default.asp
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INTRODUÇÃO

Ciclo de Vida do Produto


exame/gestão EDIÇÃO 954 de 21/10/2009

O negócio vai acabar. E agora?


Com o tradicional mercado de teleatendimento perdendo espaço para novas tecnologias, a prestadora de serviços de call center
Atento se viu forçada a mudar seu modelo de negócios para continuar a crescer
Nos últimos anos, outros meios de comunicação instantânea, como chats, twitter e redes
sociais, ganharam força numa velocidade alucinante -- e mudaram o cenário em que
trabalham as empresas de call center. No futuro, especialistas acreditam que parte da mão
de obra usada para os serviços mais básicos prestados por essas empresas seja substituída
por robôs. Trata-se de um exemplo de um processo que Clayton Christensen, professor da
Harvard Business School, batizou de ruptura tecnológica. De tempos em tempos,
novas tecnologias simplesmente suplantam as existentes e abrem novos mercados.
Quanto mais cedo as empresas perceberem. ...Outro caso crítico é o da americana
Kodak, que chegou a dominar o mercado mundial de filmes fotográficos e
sofreu um golpe quase fatal com a chegada das câmeras digitais. Sua reestruturação
consumiu 6,4 bilhões de dólares, resultou na demissão de 60 000 funcionários e
culminou com a implosão de 100 prédios nos últimos cinco anos. O resultado
disso tudo é uma incógnita. Hoje, ninguém é capaz de dizer se a Kodak se transformará
numa imagem do passado ou numa empresa com algum futuro. "Medidas drásticas
acontecem quando as empresas já estão afundando. A transição precisa
começar quando o negócio está no auge", diz Luis Augusto Lobão, professor de
estratégia da Fundação Dom Cabral. "E para isso é preciso ter uma visão clara de
futuro.”

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INTRODUÇÃO

Matriz BCG (Boston Consulting Group)

Matriz BCG, elaborada em 1970 por


Bruce Henderson, fundador da

ALTO
consultoria Boston Consulting Group.

CRESCIMENTO DE MERCADO
O principal objetivo da matriz é analisar
produtos de um portfólio em relação à
sua perspectiva de geração de valor.

Em um eixo, se encontra o crescimento


do mercado que é diretamente
proporcional ao dispêndio de caixa da
empresa. No outro, se encontra o market
share relativo ao mercado que simboliza
BAIXO

a obtenção de caixa.

Desta maneira, é possível a avaliar de


maneira visual e bastante simples um
dilema complexo - o valor que o produto
em questão gera.
ALTA BAIXA

PARTICIPAÇÃO DE MERCADO
Serviços de Valor Agregado – VAS 11 Prof: Rogerio Pahoor

INTRODUÇÃO

Matriz BCG (Boston Consulting Group)


CRESCIMENTO DE MERCADO
ALTO
BAIXO

VACA INTERRO
ALTA BAIXA CACHORRO ESTRELA
PARTICIPAÇÃO DE MERCADO
LEITEIRA GAÇÃO
CRESCIMENTO
Baixo Em queda Alto Alto
DE MERCADO
PARTICIPAÇÃO
Alta Baixa Baixa Alta
DE MERCADO
CARACTERÍSTICA Prove Consome Demanda Alto
DO PRODUTO Rentabilidade Recursos Investimento Investimento

Transformar
OBJETIVO Retirar ou Desenvolver
Colher em vaca
ESTRATÉGICO Sobreviver ou Retirar
Leiteira

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INTRODUÇÃO

Matriz BCG Aplicada ao Mercado de Telecomunicações

Banda Larga

http://www.teleco.com.br/comentario/com330.asp
Telefonia

ALTO
CRESCIMENTO DE MERCADO
TV por
Móvel
Assinatura

BAIXO

Fonte: Teleco
Telefonia
Fixa

Serviços Acessos (Milhões) Receita (Bilhões)


2T08 2T09 1Sem08 1Sem09
Celular 133,2 159,6 R$ 31,88 R$ 33,55
Fixos 40,4 41,6 R$ 29,83 R$ 30,03 ALTA BAIXA
Banda Larga Fixa 8,8 10,8 R$ 8,24 R$ 10,12
TV por Assinatura 5,8 6,8 R$ 3,13 R$ 4,14 PARTICIPAÇÃO DE MERCADO
Serviços de Valor Agregado – VAS 13 Prof: Rogerio Pahoor

INTRODUÇÃO

Matriz BCG Aplicada ao Mercado Móvel ????


Fonte: http://tim.riweb.com.br/tim/

Base de Clientes Tim

Foto Torpedo
(MMS)
ALTO

Web Móvel
CRESCIMENTO DE MERCADO

(GPRS/EDGE/3G/HSPA) Ring Back


Tone

Voz
BAIXO

Caixa Postal
(VOICE MAIL) Mobile TV
Torpedo
(SMS)

ALTA BAIXA

PARTICIPAÇÃO DE MERCADO
Serviços de Valor Agregado – VAS 14 Prof: Rogerio Pahoor

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INTRODUÇÃO

Serviços de Valor Agregado – Definição


Novos produtos lançados em um mercado existente, com sinergia com o
serviço principal prestado pela empresa, visando um melhor
aproveitamento de recursos disponíveis, tais como:

 Rede Móvel Celular:


 Core Network (Network Switching Subsystem – NSS)
 Rede de Acesso 2G e 3G (Base Station Subsystem – BSS)
 Centro de Gerencia de Rede (Network Management Subsystem – NMS)

 Sistema de Tarifação (Billing and Support Subsystem – BSS)

 Customer Care (Customer Relationship Management – CRM)

 Telefones Móveis dos Clientes (Mobile Station – MS)

 Base de clientes

 Marca da Empresa

Serviços de Valor Agregado – VAS 15 Prof: Rogerio Pahoor

INTRODUÇÃO

Serviços de Valor Agregado – Definição


 Por que é necessário desenvolver:

 Para gerar receita diretamente com o novo serviço

 Para diferenciar-se das outras operadoras com o objetivo de:

 Melhorar a imagem da marca

 Atrair mais clientes para o serviço principal

 Fidelizar os clientes que geram receita com o serviço principal


(redução do churn)
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INTRODUÇÃO

Serviços de Valor Agregado – Definição

 A classificação de um serviço em principal ou de valor agregado varia


conforme o ramo de atuação da empresa

EMPRESAS DE EMPRESAS DE
TELEFONIA TV a CABO

SERVIÇO
PRINCIPAL
VOZ TV

SERVIÇO DE BANDA LARGA BANDA LARGA


VALOR
AGREGADO TV VOZ

Serviços de Valor Agregado – VAS 17 Prof: Rogerio Pahoor

INTRODUÇÃO

Serviços de Valor Agregado em Números


Fonte: http://www.vivo.com.br/ri/

12,6%
Fonte: http://tim.riweb.com.br/tim/

Evolução da Participação
de VAS na Receita

12,3%

Serviços de Valor Agregado – VAS 18 Prof: Rogerio Pahoor

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INTRODUÇÃO

Serviços de Valor Agregado em Números

2013
Fonte: http://ri.tim.com.br/ (Resultados 2013)

Serviços de Valor Agregado – VAS 19 Prof: Rogerio Pahoor

INTRODUÇÃO

Serviços de Valor Agregado em Números


Fonte: http://www.vivo.com.br/ri/

Serviços de Valor Agregado – VAS 20 Prof: Rogerio Pahoor

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INTRODUÇÃO

Serviços de Valor Agregado em Números

Fonte: http://tim.riweb.com.br/tim/
Serviços de Valor Agregado – VAS 21 Prof: Rogerio Pahoor

INTRODUÇÃO

Percentual de Receita com VAS no Mundo


PAÍS 1T08 2T08 3T08 4T08 1T09 2T09

NTT DoCoMo Japão 36,9% 38,9% 40,2% 40,0% 41,0% 43,8%

Verizon US 23,0% 24,4% 25,5% 26,8% 27,9% 29,3%

AT&T US 21,5% 22,9% 24,2% 26,6% 27,2% 28,7%


France Telecom –
França 16,0% 18,5% 19,7% 22,0% 23,3% 25,1%
Orange
SK Telecom Coréia 23,4% 22,7% 23,7% 23,7% 24,1% 24,4%
Fonte: http://www.teleco.com.br

Tim Italia Itália 24,5% 23,6% 24,3% 26,1% 23,7% 23,8%

Vodafone Europa 19,9% 17,6% 18,2% 18,5% 19,0% 18,9%

Tim Brasil 8,8% 11,2% 12,3%

Vivo Brasil 10,3% 12,1% 12,6%

Serviços de Valor Agregado – VAS 22 Prof: Rogerio Pahoor

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11
INTRODUÇÃO

Percentual de Receita com VAS no Mundo

Serviços de Valor Agregado – VAS 23 Prof: Rogerio Pahoor

INTRODUÇÃO

Arquitetura Básica de uma Rede Móvel Celular

Sistema de Core de Centro de


Tarifação Circuito Gerencia
GTW HLR GTW
Pré

Pós MSC MSC MSC MSC


Anel Ótico

Customer Care
BSC’s RNC’s

BTS’s Node’s B
Rede de Acesso 2G Rede de Acesso 3G

SIM Card

Serviços de Valor Agregado – VAS 24 Prof: Rogerio Pahoor

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INTRODUÇÃO

Representação Simplificada

Network Management Subsystem


CRM

NMS
Customer Relationship
Management

BSS
Billing and Support Subsystem

NSS
Network Switching Subsystem

Base Station Subsystem


BSS 2G / 3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 25 Prof: Rogerio Pahoor

INTRODUÇÃO

Componentes de uma Rede Móvel Celular GSM


 Network Switching Subsystem (NSS)
 Mobile Switching Centre (MSC)
 Visitor Location Register (VLR) MSC
 Home Location Register (HLR)
 Authentication Center (AC) HLR
 Equipment Identity Register (EIR)

 Base Station Subsystem (BSS)


 Base Transceiver Station (BTS)
 Base Station Controller (BSC)
 Transcoder (TC)

 Network Management Subsystem (NMS)

 Mobile Station (MS)


 Mobile Equipment (ME)
 Subscriber Identity Module (SIM)

GSM: Global System for Mobile communications


Serviços de Valor Agregado – VAS 26 Prof: Rogerio Pahoor

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VAS 0,5D

Serviços de Valor Agregado

Internet Móvel

Serviços de Valor Agregado – VAS 27 Prof: Rogerio Pahoor

Internet Móvel

Conceitos

O tópico Internet Móvel será apresentado em duas partes:

 Banda Larga Móvel: Servico que prove acesso rápido e sem fio a internet, sem
adaptações do conteúdo ou interferência nas transmissões de dados

 WAP (Wireless Aplication Protocol): Servico que compatibiliza a internet aos


terminais moveis celulares

Serviços de Valor Agregado – VAS 28 Prof: Rogerio Pahoor

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Internet Móvel

Conceitos: Banda Larga Móvel / WAP

Internet

WAP

Rede Fixa Rede Móvel

Serviços de Valor Agregado – VAS 29 Prof: Rogerio Pahoor

Serviços de Valor Agregado

Internet Móvel

Banda Larga Móvel

Serviços de Valor Agregado – VAS 30 Prof: Rogerio Pahoor

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15
Banda Larga Móvel

Oportunidade – Crescimento da Venda de Notebooks


O estudo também mostra que, do total de computadores vendidos, 1,507 milhão eram desktops – uma
queda de 18% em relação ao primeiro trimestre de 2008, quando a venda desses equipamentos alcançou
1,8 milhão de unidades. Já os notebooks tiveram um aumento de 6,7%, chegando a 710.000 unidades
comercializadas.
Para o ano, a expectativa é que a venda de computadores se mantenha estável no Brasil, ante 2008,
chegando a 12 milhões de unidades. A Abinee projeta uma queda de 9% na venda de desktops, para 7
milhões de unidades, e uma alta de 16% na comercialização de notebooks, totalizando 5 milhões
de máquinas.

Informática
18 de maio de 2009

Serviços de Valor Agregado – VAS 31 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Oportunidade – Surgimento de uma Nova Categoria de Computadores

Netbook: Computador com reduzidos recursos de


hardware e de baixo custo, devera impulsionar
ainda mais a venda de computadores portáteis

Serviços de Valor Agregado – VAS 32 Prof: Rogerio Pahoor

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Banda Larga Móvel

Oportunidade – Surgimento de uma Nova Categoria de Dispositivos

Tablets: Dispositivo pessoal em formato de prancheta que pode ser usado para acesso à Internet,
organização pessoal, visualização de fotos, vídeos, leitura de livros, jornais e revistas e para entretenimento
com jogos. Apresenta uma tela sensível ao toque (touchscreen) que é o dispositivo de entrada principal. A
ponta dos dedos ou uma caneta aciona suas funcionalidades. É um novo conceito: não deve ser igualado a
um computador completo ou um smartphone, embora possua funcionalidades de ambos.

Serviços de Valor Agregado – VAS 33 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Oportunidade – Melhoria do Cenário Econômico Brasileiro

Serviços de Valor Agregado – VAS 34 Prof: Rogerio Pahoor

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Banda Larga Móvel

Oportunidade – Melhoria do Cenário Econômico Brasileiro

Para aumentar a sua base de clientes, a Telefônica aposta na classe C. Não é para menos.
"Nos últimos dez anos, houve um crescimento de 32 milhões de pessoas da classe C
no consumo. É neste contingente que vamos focar", enfatizou o presidente da operadora no
Brasil, Antonio Carlos Valente, ressaltando que um dos anseios destes indivíduos é a
conexão à internet
Antonio Carlos Valente
Presidente do Grupo Telefônica No Brasil
em Palestra na Futurecom 2009

Veja dados interessantes sobre a “nova” Classe C brasileira:


- Compra 4 de cada 10 computadores
- De cada 10 celulares, possui 4
- 34% têm carro na garagem
- 7 em cada 10 cartões de crédito

Serviços de Valor Agregado – VAS 35 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Oportunidade – Crescimento da Venda de Smartphones

4000

3000
Subscribers
Millions

2000
Converged Devices
With Open OS
1000

Laptops*
0
2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008e 2010e
* Installed base for laptops (Gartner estimate) Source: Nokia

Serviços de Valor Agregado – VAS 36 Prof: Rogerio Pahoor

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18
Banda Larga Móvel

Oportunidade – Crescimento da Venda de Smartphones

O Telefone Móvel tornou-se um Equipamento Móvel Multifunção com alto


consumo de dados:

Navegação na Internet

Câmera Fotográfica

Media Player

Email

GPS

Game

Mensagem Instantânea

Serviços de Valor Agregado – VAS 37 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Oportunidade – Alta Penetração de Telefones Celulares

Serviços de Valor Agregado – VAS 38 Prof: Rogerio Pahoor

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Banda Larga Móvel

Comutação por Circuito x Comutação por Pacote

 Necessita de conexão ponto a ponto • Não necessita de conexão

 Recursos dedicados são reservados • Os recursos são compartilhados


para um usuário durante toda a entre diferentes usuários, não
chamada são dedicados

 Apenas 30 – 40% dos recursos são • Os recursos são requisitados sob


efetivamente utilizados para a demanda, permitindo uma
transferência de voz utilização mais eficiente

 A voz é transferida em tempo real • Os dados não são enviados em


tempo real
 A voz não aceita atrasos
• É possível a detecção e correção
 Erros na transmissão não são tão de erros na transmissão
críticos para a voz
• A tarifação é normalmente
 A tarifação é baseada em tempo baseada em volume de dados

Serviços de Valor Agregado – VAS 39 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Arquitetura Básica de uma Rede Móvel Celular


Internet

Sistema de Core de Core de Centro de


Tarifação Pacotes Circuito Gerencia
HLR GTW
Pré
HLR
Pós GGSN SGSN MSC MSC MSC
Anel Ótico

Call Center
BSC’s RNC’s

BTS’s Node’s B
Rede de Acesso 2G Rede de Acesso 3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 40 Prof: Rogerio Pahoor

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20
Banda Larga Móvel

Representação Simplificada

Network Management Subsystem


CRM

NMS
Customer Relationship
Management

BSS

NSS NSS
Billing and Support Subsystem

NSS
Network Switching Subsystem NetworkSwitching
Network SwitchingSubsystem
Subsystem

Packet Switching – PS Circuit Switching – CS

Base Station Subsystem


BSS 2G / 3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 41 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Representação Simplificada
NSS
Network Switching Subsystem

Core GPRS
Packet Switching – PS
Rede de Acesso 2G Rede de Acesso 3G

GPRS 2,5G EDGE W-CDMA3G HSPA 3,5G


2,75G 3,75G
Base Station Subsystem Base Station Subsystem
BSS 2G BSS 3G

 Apesar dos sistemas de 2ª Geração permitirem a transmissão de dados via rede de


pacotes, elas não são consideradas redes de Banda Larga Móvel, somente os
sistemas de 3ª Geração em diante podem receber essa nomenclatura
Serviços de Valor Agregado – VAS 42 Prof: Rogerio Pahoor

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Banda Larga Móvel

Arquitetura do Core GPRS (General Packet Radio Service)

NMS Billing
BTS BSC SGSN
Centre GGSN
= Serving GPRS Support Node
= Gateway GPRS Support Node
NMS = Network Management System
BG = Border Gateway
CG = Charging Gateway
SGSN FW = Firewall
CG LIG = Lawful Interception Gateway

FW
GPRS GGSN Internet
Corporate
Backbone
Router Server
BG GGSN Intranet
FW LAN
LIG Operator
Inter-PLMN
Network
GGSN Services
DNS LAN
Serviços de Valor Agregado – VAS 43 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Principais Elementos do Core GPRS


SGSN (Serving GPRS Support Node) GGSN (Gateway GPRS Support Node)

 O SGSN atua como uma MSC em uma rede  O GGSN atua como um roteador para uma
GPRS rede externa

 Deve existir pelo menos um SGSN por rede.  Todas as conexões passam
Devem ser acrescentados mais SGSNs obrigatoriamente pelo GGSN
conforme o aumento de tráfego, de
usuários ou de área de cobertura  O GGSN tem as seguintes funções:

 O SGSN tem as seguintes funções:  Rotear os pacotes destinados a uma MS


oriundos de uma rede externa para o SGSN
 Conversão de protocolo entre o backbone IP e correto
os protocolos do BSS  Rotear os pacotes originados em uma MS
 Criptografar dos dados entre a MS e o SGSN para a rede externa correta
 Autenticar do cliente GPRS  Interfacear com as redes IPs externas
 Gerenciar a mobilidade das MSs habilitadas  Coletar de informações de tarifação
na rede pertinentes as conexões GPRS
 Rotear os dados para o GGSN correto  Coletar de estatísticas de trafego
 Interagir com o NSS (MSC/VLR, HLR, EIR) via  Alocar endereço IP dinâmico ou estático para
rede SS7 a MS através de um DHCP (Dynamic Host
 Coletar informações de tarifação pertinentes Configuration Protocol) externo, Servidor
as conexões GPRS Radius externo ou por seus próprios recursos
 Coletar estatísticas de trafego  Estabelecer túneis com o SGSN ou com
elementos de rede externos
Serviços de Valor Agregado – VAS 44 Prof: Rogerio Pahoor

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Banda Larga Móvel

Representação Conceitual
GSM Voice

Access
Point

GPRS Core Internet


BTS BSC
Corporate Intranet

Shared GSM and GPRS Infrastructure IP World


GPRS Infrastructure
Serviços de Valor Agregado – VAS 45 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Histórico e Evolução (Padrão 3GPP e 3GPP2)

Serviços de Valor Agregado – VAS 46 Prof: Rogerio Pahoor

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23
Banda Larga Móvel

Situação no mundo: Operadoras no Mundo

Serviços de Valor Agregado – VAS 47 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Situação no mundo: Operadoras

Fonte: GSA (Global mobile Suppliers Association) = http://www.gsacom.com = Março/2014


Serviços de Valor Agregado – VAS 48 Prof: Rogerio Pahoor

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Banda Larga Móvel

Situação no mundo: Operadoras

Fonte: Ericsson Mobility Report Novembro 2012


Serviços de Valor Agregado – VAS 49 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Situação no Brasil: Primeiros Lançamentos

Serviços de Valor Agregado – VAS 50 Prof: Rogerio Pahoor

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Banda Larga Móvel

Lançamento no Brasil
 A partir do final de 2007, as Operadoras Móveis Celulares do Brasil
começaram a implantação das Redes de 3º Geração, permitindo o
lançamento do serviço de Banda Larga Móvel

OPERADORA TECNOLOGIA ATIVAÇÃO

Telemig (Vivo) WCDMA/HSDPA Novembro de 2007

Claro WCDMA/HSDPA Novembro de 2007

Fonte: http://www.teleco.com.br
CTBC WCDMA/HSDPA Abril de 2008

Tim WCDMA/HSDPA Abril de 2008

Brasil Telecom WCDMA/HSDPA Abril de 2008

Oi WCDMA/HSDPA Maio de 2008

Vivo WCDMA/HSUPA Setembro de 2008


Serviços de Valor Agregado – VAS 51 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Evolução da Banda Larga Móvel (Padrão 3GPP)


4G – LTE Advanced

3,5G / 3,75G 3,9G

Serviços de Valor Agregado – VAS 52 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

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Banda Larga Móvel

Desafio: Adequar o Modelo de Custo a Receita

Serviços de Valor Agregado – VAS 53 Prof: Rogerio Pahoor

Banda Larga Móvel

Receita que mais cresce em VAS


Fonte: http://www.vivo.com.br/ri/

Exemplo da Vivo

Serviços de Valor Agregado – VAS 54 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

27
Banda Larga Móvel

Formas de Prestação de Serviço


ISP – Internet Service Função do ISP Bit Pipe
Provider
 Prover a conexão
Internet Internet
da rede de pacotes
a internet
Operador
 Designar o
ISP
ISP endereço IP ao
cliente Operador
NSS  Responsável por
NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
atender demandas
Core GPRS judiciais Core GPRS
Packet Switching – PS Packet Switching – PS
Base Station Subsystem Base Station Subsystem
BSS 2G / 3G BSS 2G / 3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 55 Prof: Rogerio Pahoor

VAS

Serviços de Valor Agregado

Wireless Aplication Protocol


WAP

Serviços de Valor Agregado – VAS 56 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

28
WAP

Wireless Application Protocol


 O WAP foi desenvolvido inicialmente para propiciar um serviço similar
ao da internet em:
 Telefones

 Com tela pequena e em preto e branco;

 Com baixa capacidade de processamento;

 Baixa quantidade de memória;

 Redes Móveis Celulares com baixa taxa de transmissão de dados

 Para que esse objetivo fosse atingido, foi criado em Junho de 1997 o
WAP Forum, composto pelas seguintes empresas:
 Nokia
 Ericsson
 Motorola
 Unwired Planet (Phone.com)

 Em 2002 o WAP Forum foi englobado pelo Open Mobile Aliance - OMA
Serviços de Valor Agregado – VAS 57 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Reportagem da Revista Newsweek em Jan de 2000

Serviços de Valor Agregado – VAS 58 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

29
WAP

Wireless Application Protocol


• O serviço WAP, teve uma evolução a partir do surgimento das redes de
dados de pacote wireless, como GPRS e EDGE e o posterior lançamento
das redes 3G (W-CDMA)

 As novas redes de pacote wireless permitiram aos telefones moveis


acessos a internet com velocidades maiores e com menor latência e
um estado “always on”

 A continua evolução tecnológica, contribuiu para o crescimento da


capacidade de processamento e armazenamento dos telefones moveis,
assim como a introdução de displays maiores e coloridos

 Para tirar um maior proveito dessas evoluções, foi liberado em 2002 o


padrão WAP 2.0

Serviços de Valor Agregado – VAS 59 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Famílias e Releases do WAP


Família WAP 1.X
 WAP 1.0: Liberado em Abril de 1998
 WAP 1.1: Liberado em 1999
 WAP 1.2: Liberado em Junho de 2000
 Define o padrão do WAP Push

Família WAP 2.0


 WAP 2.0: Liberado em 2002

Serviços de Valor Agregado – VAS 60 Prof: Rogerio Pahoor

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30
WAP

Wireless Application Protocol – WAP 1.X


 A tecnologia WAP otimiza o conteúdo da internet para redes mais lentas e
telefones com menor capacidade de processamento e menos recursos gráficos

 A linguagem não precisa suportar muitos parâmetros ou elementos porque o


“client” (microbrowser wap) do telefone e mais simples e as paginas não
contem muitos objetos, como imagens de fundo, animações, sons, etc

 Quando um conteúdo e transportado através da rede móvel ele e codificado


(comprimido)

 Como esses processos/adaptações o usuário obtêm uma experiência melhor ao


navegar pela internet usando o seu telefone móvel (na pratica, viabilizou o
acesso a internet através do telefone móvel)

Serviços de Valor Agregado – VAS 61 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Wireless Application Protocol – WAP 1.X


<HTML> <WML>
<HEAD>
<TITLE>NNN Interactive</TITLE> HTTP <CARD>
<DO TYPE="ACCEPT">
WAP
<META HTTP-EQUIV="Refresh" CONTENT="1800,
/WML
<GO URL="/submit?Name=$N"/>
URL=/index.html">
</HEAD> /HTML </DO>
Enter name:
<BODY BGCOLOR="#FFFFFF" <INPUT TYPE="TEXT" KEY="N"/>
BACKGROUND="/images/9607/bgbar5.gif" LINK="#0A3990" </CARD>
ALINK="#FF0000" VLINK="#FF0000" TEXT="000000" </WML>

Internet
ONLOAD="if(parent.frames.length!=0)top.location='http://n
nn.com';">
<A NAME="#top"></A>
<TABLE WIDTH=599 BORDER="0">
<TR ALIGN=LEFT>
<TD WIDTH=117 VALIGN=TOP ALIGN=LEFT>

Content encoding
<HTML> 0100110
<HEAD> 1001111
<TITLE> 0110010
NNN 0110110
Interac 1101110
tive</T 1010010
ITLE> 011010

Wireless network
<META
HTTP-
EQUIV="
Refresh
"
CONTENT
="1800,
URL=/in
dex.htm
l">

Serviços de Valor Agregado – VAS 62 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

31
WAP

Protocolos

WAP 1.X

WAP 2.0

Serviços de Valor Agregado – VAS 63 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Protocolos – WAP 1.X


Internet Wireless Application Protocol

HTML Wireless Application Other Services and


JavaScript™ Environment (WAE) Applications

Wireless Session Layer (WSP)


HTTP
Wireless Transaction Protocol (WTP)

TLS - SSL Wireless Transport Layer Security (WTLS)

TCP/IP Wireless Datagram Protocol (WDP)


UDP/IP
Bearers:
SMS USSD CSD GPRS Packet UDP PDC-P Etc...

Serviços de Valor Agregado – VAS 64 Prof: Rogerio Pahoor

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32
WAP

Protocolos – WAP 1.X


 Wireless Application Environment (WAE): Prove a interação entre as aplicações
WAP ou WEB e terminais moveis com Microbrowser WAP

 Wireless Session Protocol (WSP): Prove a funcionalidade HTTP/1.1 e incorpora


novas features, como suspensão e retomada de sessão. Prove dois tipos de sessão
para os protocolos superiores. O primeiro e orientado a conexão e opera acima do
protocolo de transação. O segundo não e orientado a conexão e opera acima do
serviço de transporte de datagrama seguro ou não seguro

 Wireless Transaction Protocol (WTP): Versão “leve” de protocolo orientado a


transação otimizado para implementação em terminais moveis, que opera de modo
eficiente em redes moveis. Os benefícios da utilização do WTP incluem:

 Melhora a confiabilidade nos serviços de datagramas. O WTP alivia os protocolos


superiores de retransmissões e acknowledgements que são necessários quando os
serviços de datagrama são utilizados

 Melhora a eficiência nos serviços orientados a conexão. O WTP não possui fases
explicitas de estabelecimento de conexão ou desconexão

Serviços de Valor Agregado – VAS 65 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Protocolos – WAP 1.X


 Wireless Transport Layer Security (WTLS): Desenvolvido para oferecer
privacidade, integridade de dados e autenticação na comunicação entre duas
aplicações, provendo:

 Transporte seguro para os níveis superiores preservando a interface de transporte


do nível inferior

 Interface para o gerenciamento (estabelecimento e terminação) de conexões


seguras

 Funcionalidade similar ao TLS 1.0, alem de incorporar features adicionais como


suporte a datagrama , handshake otimizado e refreshing de chave dinâmica

 Wireless Datagram Protocol (WDP): E um serviço de datagrama normal, que


oferece um serviço consistente aos níveis superiores do protocolo de forma
transparente, provendo uma interface comum independentemente do bearer
utilizado

Serviços de Valor Agregado – VAS 66 Prof: Rogerio Pahoor

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33
WAP
 Um dos maiores avanços do WAP 2.0,
Protocolos – WAP 2.0 pois permitiu o acesso a conteúdos
seguros, como os acessos bancários

 Wireless Profiled HTTP (WP-HTTP): E uma derivação do HTTP para


ambientes moveis e e totalmente compatível com o HTTP/1.1. O modelo
básico de interação entre o telefone móvel com microbrowse WAP e o
WAP Proxy ou WAP Server e a transação de requisição/resposta HTTP. O
WP-HTTP suporta message body compression das respostas e o
estabelecimento de tuneis seguros

 Transport Layer Security (TLS): E uma derivação do protocolo TLS e


permite interoperabilidade para transações seguras. Essa derivação do
TLS inclui cipher suites, certificate formats, signing algorithms e o uso
de session resume. Ela também define o método para o tunelamento TLS
suportar um canal seguro fim a fim na camada de transporte

 Wireless Profiled TCP (WP-TCP): Prove serviços orientados a


conexão. Ele e otimizado para o ambiente móvel e e totalmente
compatível com o padrão TCP. A pesquisa para otimização do TCP
resultou em vários mecanismos de melhoria de performance. Alguns
desses mecanismos foram incluídos nos Standards Track RFCs e são
aceitos pela comunidade da internet como técnicas uteis e estáveis
OBS: TCP* e uma referencia para end points que operam usando as
features do wireless profiled TCP.
Serviços de Valor Agregado – VAS 67 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Arquitetura de Rede com WAP Gateway

R
Internet Ip A
Ip S
WAP GTW

Core de Core de Centro de


Pacotes HLR Circuito Gerencia
GTW

HLR
GGSN SGSN MSC MSC MSC
Anel Ótico

BSC’s RNC’s

BTS’s Node’s B
Rede de Acesso 2G Rede de Acesso 3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 68 Prof: Rogerio Pahoor

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WAP

Arquitetura de Rede com WAP Gateway

BSS 2G

Core de
Pacotes
(GPRS)

SGSN GGSN

Internet
IP
Core de
Circuito WAP GTW

R
BSS 3G

A
MSC S

Serviços de Valor Agregado – VAS 69 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Representação Simplificada
WAP Gateway
Network Management Subsystem
CRM

NMS
Customer Relationship
Management

BSS

NSS NSS
Billing and Support Subsystem

Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem

Packet Switching – PS Circuit Switching – CS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 70 Prof: Rogerio Pahoor

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35
WAP

WAP Push
Desenvolvido para permitir o envio de informações não solicitadas pelo
usuário através do serviço WAP

 Devido a inexistência de um processo de inicio de conexão a rede de dados originado pela


própria rede, foi criado um mecanismo através das plataformas Push Proxy Gateway (PPG) e
Short Message Service Center (SMS-C) para enviar uma requisição de conexão HTTP ao
telefone móvel

 Incorporado a especificação no Release WAP 1.2 lançado em Junho de 2000

 Viabilizou a criação de serviços de informações mais ricos, em comparação com os serviços


de informação via SMS, pois, caso o cliente deseje, permite um detalhamento maior da
noticia através do serviço WAP

 Permite uma maior eficácia na venda de conteúdos digitais, tais como wall papers, vídeos e
true tones, pois a própria mensagem contem o link para o download

 Serve de base para o Serviço de Mensagem Multimídia (MMS)

Serviços de Valor Agregado – VAS 71 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

WAP Push - Posicionamento

Serviços de Valor Agregado – VAS 72 Prof: Rogerio Pahoor

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WAP 1,0D

WAP Push – Exemplo de Mensagem

1. O cliente recebe uma mensagem WAP Push através do serviço SMS

2. Ao abrir a mensagem aparecera o texto normal do SMS juntamente com um link Web

3. Caso o cliente queira obter mais detalhes sobre a informação (caso de noticias, por
exemplo) ou queira efetuar o download do conteúdo oferecido (caso de venda de wall
paper, por exemplo), basta clicar no link que automaticamente o microbrowser abrira a
carregara a pagina determinada pelo link
Serviços de Valor Agregado – VAS 73 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

WAP Push – Fluxo de Mensagens


Push Initiator (PI) Content Server
Web Server Web Server

Push Access
Protocol (PAP)
Internet
1

WAP GTW HTTP


PPG (Push Pull Response
Proxy Gateway
Gateway) 5
WAP Push OTA
2
via SMPP
Packet Switching – PS
Objetivo do
HTTP serviço: Enviar
4 conteúdo através
Request
SMS-C SMS 3
do serviço WAP
(HTTP)
Circuit Switching – CS

Serviços de Valor Agregado – VAS 74 Prof: Rogerio Pahoor

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37
WAP

WAP Push – Protocolo


Push Access Protocol (PAP)
 O PAP é um protocolo Internet baseado em XML

 O PI utiliza o PAP para mandar o conteúdo Push e as instruções de entrega.

 Tipos de instruções:

 Push Submission ( PI -> PPG ): Função principal

 Result Notification ( PPG -> PI ): Informação de entrega ao sistema de envio da


mensagem ( SMSC por ex).

 Push Cancellation ( PI -> PPG): Cancelamento do envio da mensagem

 Push Replacement ( PI -> PPG): Substituição da mensagem

 Status Query (PI -> PPG): Pedido de status da mensagem

 Clients Capabilities Query (PI -> PPG): Pesquisa do tipo de conexão do Handset (CSD,
GPRS por exemplo)
Serviços de Valor Agregado – VAS 75 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Representação Simplificada
PPG:
Push Proxy WAP Gateway SMS-C
Gateway Short Message Service Center
PPG
Network Management Subsystem
CRM

NMS
Customer Relationship
Management

BSS

NSS NSS
Billing and Support Subsystem

Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem

Packet Switching – PS Circuit Switching – CS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 76 Prof: Rogerio Pahoor

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38
WAP 1,0D

ICAP – Internet Content Adaptation Protocol


Mais Informações
http://www.icap-forum.org/

WAP Gateway

Aplicações mais utilizadas


 Antivirus
 Mobile Advertising

• Protocolo ponto a ponto, teve o seu desenvolvimento iniciado em 1999 e é utilizado


na comunicação entre Proxy Servers e Callout Servers

• A seleção do aplicativo que será utilizado pode ser feita baseada na URL de destino,
no perfil do usuário (através de uma base de dados de “profiling”), tipo de telefone,
entre outros
Serviços de Valor Agregado – VAS 77 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Suporte a Venda de Conteúdos (Musica/Filmes/Ring Tones/Etc)

Provedores de Conteúdo Provedores de Conteúdo


PARCEIROS OUTROS

Envio do Numero do
Internet
Cliente – MSISDN

WAP Gateway
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Cobrança do
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem

Conteúdo
Comprado
BSS

pelo Cliente Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 78 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

39
WAP

Possíveis Cenários para o Futuro


• Os mesmos fatores que permitiram o desenvolvimento do WAP 2.0, agora
aproximam as características do telefone celular as características dos
computadores:

• Telefones com capacidade de processamento e memória cada vez


maiores, displays maiores e com maior definição

• Redes moveis com banda larga e baixa latência

• Alguns telefones mais avançados não possuem mais um browser WAP,


eles contam somente com um microbrowser WEB e acessam a internet
diretamente

Serviços de Valor Agregado – VAS 79 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

Possíveis Cenários para o Futuro


G1 (Google / T-Mobile)
Fonte: http://www.gsmarena.com

iPhone (Apple)

Serviços de Valor Agregado – VAS 80 Prof: Rogerio Pahoor

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40
WAP

Possíveis Cenários para o Futuro


OBS: Para os telefones “legados” a utilização
do WAP Gateway permanece necessária
Internet • Expansão das atuais
• Eliminação pura e funções do WAP
simples do WAP WAP Gateway para a
Gateway: Neste cenário navegação WEB: Neste
Rede Fixa Rede Móvel cenário a operadora
o telefones terão acesso
direto a rede e a passa a aplicar algumas
operadora não interferirá funções do WAP Gateway
no fluxo de dados do e/ou funções de
cliente otimização adicionais a
navegação WEB

Internet Internet

WAP /WEB Gateway

Rede Fixa Rede Móvel Rede Fixa Rede Móvel

Serviços de Valor Agregado – VAS 81 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

WAP/Web Gateway – Potenciais Melhorias


Expansão das atuais funções do WAP Gateway e/ou funções de
otimização adicionais para a navegação WEB, tais como:

 Otimização de Protocolo:
 HTTP: Alteração na maneira como o browser interage com o web server, reduzindo o
numero de transações entre eles

 TCP: Alterações no TCP, tornando-o mais eficiente em redes wireless

 Otimização de Conteúdo:
 Compressão: Aplicação de algoritmos de compressão padrão (zlib/deflate)
(compatíveis com os browsers)

 Adaptação de Conteúdo: Redução da qualidade de imagens, reduzindo o volume de


dados trafegados. Redução da qualidade do vídeo de acordo com a banda disponível e
controle inteligente da bufferização, evitando o download de conteúdo que não será
visualizado

 Adaptação de conteúdo Web para o formato Mobile: Permite a visualização de


vídeo postados na internet diretamente no celular

Serviços de Valor Agregado – VAS 82 Prof: Rogerio Pahoor

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41
WAP

WAP/Web Gateway – Otimização HTTP


 Exemplo de possível otimização do Protocolo HTTP: Otimização de
Redirecionamento
 As diversas requisições geradas por redirecionamentos são gerenciadas pelo WAP/WEB Gtw

google

Serviços de Valor Agregado – VAS 83 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

WAP/Web Gateway – Otimização HTTP


 Exemplo de possível otimização do Protocolo HTTP: Otimização de
Redirecionamento
 As diversas requisições geradas por redirecionamentos são gerenciadas pelo WAP/WEB Gtw

Browser WAP/WEB Gtw

Google

Serviços de Valor Agregado – VAS 84 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

42
WAP

WAP/Web Gateway – Otimização TCP


Data
• Exemplo de (kbps)
possível
otimização do 98
100
Protocolo TCP: Packet
lose
Melhorar os 82
processos de 80 Link
Slow Start e Bandwidth 64
Congestion 62 Capacidade
60
Avoidance não utilizada
Capacidade
não utilizada 52 53
40 50 51

20

0 RTT
O funcionamento padrão do TCP resulta em desperdício de capacidade da rede móvel

Serviços de Valor Agregado – VAS Prof: Rogerio Pahoor

WAP

WAP/Web Gateway – Otimização TCP


Utilização
de Banda

TCP+
Otimizado TCP
Slow
Start

TCP
Congestion
Avoidance

TCP
Não Otimizado
Serviços de Valor Agregado – VAS 86 Prof: Rogerio Pahoor

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43
WAP

WAP/Web Gateway – Otimização TCP


 Exemplo de possível otimização do Protocolo TCP: TCP+ Packet Building
 Agrupa os dados de pacotes com data_size < max_segment_size ,
eliminando a transmissão de header`s extras

Data H Data H Data H

Data Data Data H

Serviços de Valor Agregado – VAS 87 Prof: Rogerio Pahoor

WAP

WAP/Web Gateway – Adaptação de Conteúdo


To content of page link

Serviços de Valor Agregado – VAS Prof: Rogerio Pahoor

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44
WAP

WAP/Web Gateway – Adaptação de Conteúdo


Envia a pagina no
tamanho em que o
telefone pode receber

Divisão de paginas
grandes em menores

Links de Navegação
entre as Paginas

Next Next

Prev. Prev.
Serviços de Valor Agregado – VAS Prof: Rogerio Pahoor

WAP

WAP/Web Gateway – Otimização de Conteúdo


 Exemplo de possível otimização de Conteúdo
 Redução do tamanho do arquivo da foto sem redução aparente de qualidade

Original - 64KB Reduzida - 22KB

Serviços de Valor Agregado – VAS 90 Prof: Rogerio Pahoor

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45
VAS

Serviços de Valor Agregado

Mobile Messaging

Voice Mail – VMS / Unified Messaging – UM


Short Message Service – SMS
Multimedia Messaging Service – MMS

Serviços de Valor Agregado – VAS 91 Prof: Rogerio Pahoor

VAS

Serviços de Valor Agregado

Voice Mail – VMS


Unified Messaging – UM

Serviços de Valor Agregado – VAS 92 Prof: Rogerio Pahoor

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46
Voice Mail / Unified Messaging

Voice Mail
 Foi o primeiro Serviço de Valor Agregado disponibilizado pelas operadoras móveis
no Brasil

 Teve uma grande importância no inicio do serviço móvel celular, pois, devido a
cobertura restrita e baterias de baixa duração, era frequente o telefone ficar
impossibilitado de receber chamadas

 O seu funcionamento é muito simples e consiste em disponibilizar uma caixa de


mensagens de voz para as chamadas não completadas nos telefones móveis

 Foi um serviço de grande lucratividade, pois tinha um potencial de gerar receita em


três eventos:
 Ao completar um chamada que seria perdida
 Ao gerar uma chamada para o sistema para o cliente ouvir a mensagem
 Ao gerar uma chamada para o cliente que deixou a mensagem no VMS

 O serviço teve a sua utilização reduzida devido a superação das deficiências citadas
acima e também por causa da publicação da Resolução 252 da Anatel de 20 de
Dezembro de 2000 que determinou a inclusão da frase abaixo antes da
transferencia das chamadas ao Voice Mail
"Sua chamada está sendo encaminhada para a caixa de mensagens e estará sujeita à cobrança após o sinal”
Serviços de Valor Agregado – VAS 93 Prof: Rogerio Pahoor

Voice Mail

1a Geração – Características
 Sistemas de baixa capacidade  Armazenam somente voz e fax
 Sem integração entre as plataformas  Dispõe de um único canal de acesso: voz
 Lógica do serviço replicada em cada sistema

DB DB DB DB DB DB DB

VMS VMS VMS VMS VMS VMS VMS


E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP

MSC MSC MSC MSC MSC MSC MSC


NSS Network Switching Subsystem Circuit Switching – CS

Serviços de Valor Agregado – VAS 94 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

47
Voice Mail

2a Geração – Características
 Sistemas de média capacidade  Armazenam somente voz e fax
 Com integração entre as plataformas  Dispõe de um único canal de acesso: voz
Do ponto de vista lógico atuam como um  Lógica do serviço replicada em cada sistema
único sistema

DB DB DB DB DB DB DB

IP

VMS VMS VMS VMS VMS VMS VMS


E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP E1/ISUP

MSC MSC MSC MSC MSC MSC MSC


NSS Network Switching Subsystem Circuit Switching – CS

Serviços de Valor Agregado – VAS 95 Prof: Rogerio Pahoor

Unified Messaging

3a Geração – Características
 Sistemas de alta capacidade  Armazenam voz , fax, vídeo chamada,
 Com integração entre as plataformas e.mail, MMS , SMS
Do ponto de vista lógico atuam como um  Dispõe de vários canais de acesso: voz /
único sistema vídeo / web / wap
 Lógica do serviço centralizada
WEB/WAP

DB DB

Server Server
IP

IVR IVR IP/SIP


IVR IVR

MSC MSC MSC MSC MSC MSC MSC


NSS Network Switching Subsystem Circuit Switching – CS

Serviços de Valor Agregado – VAS 96 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

48
Unified Messaging

3a Geração – Características
 Permite o acesso a mensagem por diversos acessos alem do tradicional,
proporcionando conveniência ao cliente:
 E.mail / SMS: Pode ser ouvido pelo telefone ou impresso em um Fax
 Recado de Voz: Pode ser ouvido na web ou em MMS e pode ser lido em e.mail ou SMS
 Fax: Pode ser lido em e.mail

DB

WAP ACESSO WEB


Server IVR ACESSO

Serviços de Valor Agregado – VAS 97 Prof: Rogerio Pahoor

Unified Messaging

3a Geração – Características
 O servidor central do serviço de Unified Messaging é muito semelhante a um
servidor de e.mail, onde o numero do cliente que deixou a mensagem e exposto
no campo de remetente ou assunto e os diversos tipos de mensagens são
transformados em anexos, tais como:
 Mensagem de voz: E.mail com anexo MP3
 Fax: E.mail com anexo PDF
 Video Chamada: E.mail com anexo MPEG

 Os acessos via serviço de voz/fax/


vídeo chamada são implementados
através de URAs (Unidade de
Resposta Audível) / IVR
(Interactive Voice Response) que
convertem os anexos MP3/MPEG
em streaming de áudio ou vídeo

 Os anexos de texto SMS e E.mail


são convertidos em steaming de
áudio por softwares de text to
speech e acessados via URA/IVR

Serviços de Valor Agregado – VAS 98 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

49
Unified Messaging

3a Geração – iPhone: Visual Voice Mail


 Considerando que os sistemas atuais de Voice Mail são baseados em servidores
de e.mail, e como tal, dispõe do protocolo IMAP4 (Internet Message Access
Protocol) a Apple criou uma interface IMAP4 no iPhone dedicada a leitura dos
“e.mails” com anexo MP3 (mensagens de voz)

Serviços de Valor Agregado – VAS 99 Prof: Rogerio Pahoor

Unified Messaging

3a Geração – Novos Serviços Voice SMS


 Serviço de Short Message 1. Carlos tecla *[Numero do Mauro]
não baseado em texto 2. Ele ouve o “tom do Voice SMS” e grava sua mensagem
3. Mauro recebe um SMS informando que ele recebeu um Voice SMS
4. Mauro tecla *0* e após ouvir o “tom do Voice SMS”,
 Procedimento simples sua mensagem é tocada
5. Mauro preciona qualquer tecla para enviar um Voice
“Grave e Envie” SMS de resposta a Carlos.

 Acesso via discagem de


3
prefixo antes do número
Carlos 1/2 Mauro
de destino
4/5

Serviços de Valor Agregado – VAS 100 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

50
Voice Mail / Unified Messaging
1,5D

Representação Simplificada

VMS/UM
Voice Mail Service
Unified Messaging
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 101 Prof: Rogerio Pahoor

VAS

Serviços de Valor Agregado

Short Message Service


SMS

Serviços de Valor Agregado – VAS 102 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

51
SMS

Short Message Service


 Serviço de mensagem de texto de no máximo 160* caracteres, lançado
comercialmente em 1993

 Apesar do tamanho Maximo de uma mensagem ser de 160 caracteres, o


usuário pode escrever mensagens maiores, devido a capacidade dos
telefones de concatenação. Mensagens maiores que 160 caracteres
serão separadas em uma ou mais mensagens no telefone do originador e
depois concatenadas novamente no telefone do destinatário
OBS: Esta funcionalidade não é suportada por todos os telefones.
O cliente pode ser cobrado por cada uma das partes da mensagem

 Serviço presente em 100% dos telefones, diferentemente do GPRS, WAP


ou MMS que não estão presentes nos telefones mais simples

 Mensagens SMS também podem conter dados binários, tornando


possível o envio de ringtones, figuras, wallpapers, cartões de visita (ex.
Vcards), WAP Push e configurações para o próprio telefone

Serviços de Valor Agregado – VAS 103 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Short Message Service


 Atualmente representa a maior parte da receita de VAS das operadoras
nacionais

Exemplo da Vivo
Fonte: http://www.vivo.com.br/ri/

 O serviço rende aproximadamente R$ 2,5M por dia somente em uma operadora


Serviços de Valor Agregado – VAS 104 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

52
SMS

Tamanho de Mensagem
Devido a limitações do protocolo SS7/MAP (Mobile Application Part), o payload da
mensagem esta limitada a 140 octetos (140 octetos = 140 * 8 bits = 1120 bits),
dessa forma o tamanho da mensagem de texto irá variar de acordo com a quantidade
de bits necessária para codificar o caractere do alfabeto utilizado

 Alfabeto 7 bit (padrão GSM): Mensagem de 160 caracteres


G S M 0 3 .3 8 7 B i t A lp h a b e t
x0 x1 x2 x3 x4 x5 x6 x7 x8 x9 xA xB xC xD xE xF
0x @ £ $ ¥ è é ù ì ò Ç LF Ø ø CR Å å
1x Δ _ Φ Γ Λ Ω Π Ψ Σ Θ Ξ ESC Æ æ ß É
2x SP ! " # ¤ % & ' ( ) * + , - . /
3x 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 : ; < = > ?
4x ¡ A B C D E F G H I J K L M N O
5x P Q R S T U V W X Y Z Ä Ö Ñ Ü §
6x ¿ a b c d e f g h i j k l m n o
7x p q r s t u v w x y z ä ö ñ ü à
1B 0x FF
1B 1x ^
1B 2x { } \
1B 3x [ ~ ]
1B 4x |
1B 5x
1B 6x €
1B 7x

 Alfabeto 8 bit: Mensagem de 140 caracteres

 Alfabeto 16 bit (UTF-16): Mensagem de 70 caracteres

Serviços de Valor Agregado – VAS 105 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Ruptura Tecnológica
exame/gestão EDIÇÃO 954 de 21/10/2009

O negócio vai acabar. E agora?


Com o tradicional mercado de teleatendimento perdendo espaço para novas tecnologias, a prestadora de serviços de call center
Atento se viu forçada a mudar seu modelo de negócios para continuar a crescer

Trata-se de um exemplo de um processo que Clayton Christensen, professor da Harvard


Business School, batizou de ruptura tecnológica. De tempos em tempos, novas tecnologias
simplesmente suplantam as existentes e abrem novos mercados. Quanto mais cedo as
empresas perceberem essas mudanças, melhor sua chance de sobreviver. Simples assim.
Foi o que ocorreu com a empresa de pagers Teletrim, que viu sua base de
clientes passar de 1,2 milhão de usuários para 20 000 na última década e, em
junho de 2008, acabou incorporada pela Zatix, de rastreamento de veículos.

Exemplo clássico de como um serviço prestado


através de uma infra-estrutura já estabelecida
pode permitir uma rápida expansão da utilização
deste serviço, levando a uma redução de preço
para o consumidor final e, como neste caso,
praticamente acabar com o serviço de Pager

Serviços de Valor Agregado – VAS 106 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

53
SMS

RESOLUÇÃO No 477, DE 7 DE AGOSTO DE 2007


 A Anatel estabeleceu que, a partir de 13/02/08, as operadoras devem seguir as
seguintes normas referentes ao serviço SMS:

 Art. 32. A oferta da facilidade de envio ou recebimento de mensagens deve:

 I - garantir que o Usuário possa enviar e/ou receber mensagens para/de qualquer
outra prestadora de SMP;

 II – possibilitar a entrega da mensagem a Usuário, em até 60 (sessenta)


segundos, considerando o estado da Estação Móvel do Usuário recebedor da
mensagem;

 III – possibilitar que a mensagem, não entregue no prazo estabelecido no inciso


II, seja reenviada continuamente, pelo período de 24 (vinte e quatro) horas, até
ser recebida pelo Usuário;

 IV – garantir que, no caso de não entrega da mensagem após o prazo estabelecido


no inciso III, o usuário que enviou a mensagem não seja cobrado.

Serviços de Valor Agregado – VAS 107 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Processo de submissão e entrega


 O cliente, ao enviar um SMS, tem a mensagem encaminhada ao Short Message
Service Centre (SMS-C) identificado através do parâmetro SMS-C Number
armazenado no SIM Card

 A alteração do SMS-C Number no SIM Card pode fazer com que


o serviço de SMS deixe de funcionar naquele SIM Card, pois o
telefone tentará enviar a mensagem para um SMS-C inexistente
ou bloqueado

 Muitas vezes a alteração do SMS-C Number é feita com a


intenção de fraudar o serviço, enviando mensagens de forma
gratuita através de um SMS-C de outra operadora que não
esteja bloqueado

 Ao chegar ao SMS-C, a mensagem é armazenada em buffer e em seguida começa o


processo de tentativa de entrega da mensagem (processo conhecido por store and
forward)

Serviços de Valor Agregado – VAS 108 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

54
SMS

Processo de submissão e entrega


 Ao ser entregue ao cliente de destino, a mensagem é apagada do buffer do SMS-C,
caso contrario ela permanecera armazenada até a sua efetiva entrega ou até o fim
do prazo de validade da mensagem, validade esta que pode ser definida pelo cliente
originador até o tempo máximo pré definido no SMS-C (no Brasil, segundo a
Resolução No 477 da Anatel, este tempo deve ser de 24h)

 A mensagem não entregue na primeira tentativa passará pelos


processos de retentiva de entrega:

 Retry Sheme: processo de retentativa (retry scheme)


pré definido no SMS-C. O retry scheme define quantas
vezes e o intervalo de tempo ao qual mensagem passara
pelo processo de retentativa até o tempo de validade do SMS

 Entrega após recebimento do SC Alert: O SC (Service Centre) Alert é um flag


que é setado no HLR quando ele não consegue passar a localização (MSC
Address) do cliente para o SMS-C. Com esse flag setado o HLR enviará um aviso
ao SMS-C assim que o cliente efetuar um registro em alguma MSC, para que ele
possa tentar entregar o SMS novamente
Serviços de Valor Agregado – VAS 109 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Representação Simplificada

SMS-C
Short Message Service Center
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 110 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

55
SMS

HLR
MSC MSC BSS - Pre /Pos Pago
SMS-C

message
transfer MO-FW-SMS
MO-FW-SMS
message
resp
transfer resp CDR de Mensagem Submetida

SRI
MT-FW-SMS
message

MT-FW-SMS transfer
resp

CDR de Mensagem Entregue

MT-FW-SMS SRI*

delivery (delivery receipt)*

Receipt* * Caso uma confirmação tenha sido solicitada pelo assinante A


Serviços de Valor Agregado – VAS 111 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Processo de Tarifação
 O SMS-C pode gerar Call Detail Record (CDRs) em diversos eventos, tais como:

 Na submissão da mensagem

 Na entrega da mensagem

 A operadora também pode optar por cobrar o cliente baseada nos CDRs gerados
pela MSC, pois obrigatoriamente o SMS deve passar por este elemento de rede no
processo de submissão\entrega da mensagem

 A operadora pode escolher em qual evento o cliente será tarifado:

 Ao enviar uma mensagem, não importando se ela será entregue ou não

 Na entrega da mensagem, sendo que, se a mensagem não for entregue ao


destinatário final ela não será cobrada

No Brasil, segundo a Resolução No 477 da Anatel, a tarifação deve ser feita somente
se a mensagem for efetivamente entregue
Serviços de Valor Agregado – VAS 112 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

56
SMS

Processo de Tarifação Online


 O processo de tarifação baseado em CDRs pode gerar prejuízo as operadoras
devido a:

 Saldo insuficiente do cliente para pagar o valor total da mensagem

 Saldo insuficiente ou nulo para pagar a mensagem no momento em que ela é


efetivamente cobrada (momento da entrega e não da submissão)

OBS: No caso especifico do Brasil existe um agravante para esses cenários,


que é a impossibilidade da operadora reaver, no momento de uma nova
recarga, o saldo negativo anterior

 Para evitar essa situação, as operadoras tem implantado sistemas de tarifação


online, onde o valor referente a mensagem é reservado no processo de
submissão da mensagem e debitado no momento da entrega, ou devolvido caso a
mensagem expire. Caso o cliente não tenha saldo suficiente para o pagamento
total do valor da mensagem o processo de submissão é abortado

Serviços de Valor Agregado – VAS 113 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Processo de Tarifação Online


 O processo de tarifação online pode ser implantado através do:

 Protocolo CAMEL 3 (Customized Applications for Mobile Enhanced Logic), com o


processo controlado pela MSC
BSS –Pré Pago
Billing and Support

SMS-C
Short Message Service Center
Subsystem

MSC
Network Switching Subsystem
CAMEL 3
Circuit Switching – CS
BSS –Pré Pago

 Protocolo Diameter, com o processo controlado pelo SMS-C


Billing and Support

SMS-C Diameter
Short Message Service Center
Subsystem

MSC
Network Switching Subsystem
Circuit Switching – CS
Serviços de Valor Agregado – VAS 114 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

57
SMS

HLR
MSC MSC BSS-Pre Pago BSS-Pos Pago
SMS-C

message
transfer MO-FW-SMS
message Diameter CCR/CCA (reserva)
transfer resp CDR de Mensagem Submetida

SRI
MT-FW-SMS
message

MT-FW-SMS transfer
resp
MO-FW-SMS
resp
Diameter CCR/CCA (débito)

CDR de Mensagem Entregue

MT-FW-SMS SRI*

delivery (delivery receipt)*

Receipt* * Caso uma confirmação tenha sido solicitada pelo assinante A


Serviços de Valor Agregado – VAS 115 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Processo de First Delivery Attempt – FDA


 Algumas redes contam com uma plataforma intermediaria entre a MSC e o SMS-C,
conhecido por First Delivery Attempt (FDA)

 Esta plataforma tem as seguintes características:

 Não possui buffer

 Não tem implementado os processos de gestão de retentativa

 No caso da mensagem não ser entregue na primeira tentativa ela será


encaminhada ao SMS-C, que passará a fazer a gestão das retentativas

 Devido as características acima, esse tipo de plataforma é mais barata que um SMS-
C e tem a implantação justificada devido a redução de custos que ela proporciona

Serviços de Valor Agregado – VAS 116 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

58
SMS

Representação Simplificada

SMS-C
Short Message Service Center

FDA
First Delivery Attempt
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 117 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

HLR
MSC MSC BSS-Pre PagoBSS-Pos Pago
FDA SMS-C
message
transfer MO-FW-SMS

message Diameter CCR/CCA (reserva)

transfer resp CDR de Mensagem Submetida

SRI (Failure Result)


submit_sm

SRI
MT-FW-SMS message
MT-FW-SMS
deliver_sm transfer
MO-FW-SMS resp
Diameter CCR/CCA (débito)
resp
CDR de Mensagem Entregue

MT-FW-SMS SRI*

delivery (delivery receipt)*


Receipt* * Caso uma confirmação tenha sido solicitada pelo assinante A
Serviços de Valor Agregado – VAS 118 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

59
SMS

Interconexão de Redes – Situação no Brasil


 A interconexão das redes de SMS entre operadoras no Brasil começaram a ser
estabelecidas antes da implantação das redes GSM e devido a essa peculiaridade
(co-existência de redes TDMA e CDMA (Padrão 3GPP2) com redes GSM e 3G (Padrão
3GPP)) a interconexão entre as redes das operadoras é feita através de Roteadores
SMPP (Short message peer-to-peer protocol) sobre protocolo IP

 A interconexão com redes de operadoras GSM no exterior é feita através da rede de


sinalização SS7 com protocolo MAP (a mesma infra-estrutura de suporte do roaming
internacional), portanto, normalmente, quando estabelece-se um acordo de
roaming entre operadoras, a interconexão de SMS também é estabelecida

 OBS: Apesar de incomum, também é possível a utilização do modelo via roteadores


SMPP para o estabelecimento de interconexão entre redes internacionais

Serviços de Valor Agregado – VAS 119 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Interconexão de Redes
Redes GSM / 3G (3GPP) Redes CDMA / TDMA (3GPP2)
Interconexão de Redes
de SMS é obrigatória
entre as operadoras no SMPP Router SMPP Router
SMPP
Brasil, segundo a
IP
Resolução No 477 da
Anatel SMPP SMPP
IP IP

SMS-C SMS-C SMS-C


Short Message Service Center Short Message Service Center

Short Message Service Center IS 41


MAP
SS7 ANSI
STP STP
NSS NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem

Circuit Switching – CS Circuit Switching – CS Circuit Switching – CS

Serviços de Valor Agregado – VAS 120 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

60
SMS

Short Message Peer-to-Peer Protocol


 Protocolo criado para a troca mensagens SMS entre SMS-Cs e também entre SMS-Cs
e provedores de conteúdo ou ESME (External Short Message Entity)

 Para uma maior eficiência as mensagens são codificadas em binário

 É suportado pelo protocolo TCP/IP ou X.25  Exemplo simples de troca de


mensagens SMPP

Mais informações http://smsforum.net/


Serviços de Valor Agregado – VAS 121 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Short Message Peer-to-Peer Protocol


Modos de conexão
OBS: O modo transceiver só é suportado na V 3.4

Serviços de Valor Agregado – VAS 122 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

61
SMS

SMPP V3.3: Mensagens Mais informações http://smsforum.net/


MENSAGENS DO ESME para o SMS-C MENSAGENS DO SMS-C para o ESME
ID DO COMANDO DESCRIÇÃO ID DO COMANDO DESCRIÇÃO

Response to “bind_transmitter”. Messages submitted with this command id will contain a status
bind_receiver This command is issued by the ESME to inform the SMSC that this ESME wishes to act as a Server bind_transmitter_resp
indicating success or failure of the corresponding “bind_transmitter”.
Response to “bind_receiver”. Messages submitted with this command id will include a status
bind_transmitter This command is issued by the ESME to inform the SMSC that this ESME wishes to act as a Client bind_receiver_resp
indicating success or failure of the corresponding “bind_receiver”.
This command is issued by the ESME to inform the SMSC that this ESME wishes to terminate its Response to “unbind”. Messages submitted with this command id will include a status indicating
unbind unbind_resp
activities. success or failure of the corresponding “unbind”.

Response indicating that a short message has been accepted successfully or not. Messages
This command is issued by the ESME to submit a short message to the SMSC for transmission to a
submit_sm submit_sm_resp submitted with this command id will include the status indicating success or failure of the
specified subscriber.
corresponding “submit_sm”.

Response indicating that a short message has been accepted successfully or not. Messages
This command is issued by the ESME to submit a short message to the SMSC for transmission to a
submit_multi submit_multi_resp submitted with this command id will include the status indicating success or failure of the
specified subscriber or Distribution List or Multiple Recipients.
corresponding “submit_multi”.

This command is issued by the SMSC to submit a short message to the ESME for delivery. It may
deliver_sm_resp This command is issued by the ESME to acknowledge the receipt of a deliver_sm. deliver_sm also be used to return a delivery receipt for a message which had been submitted with the delivery
receipt flag set.

Response to “query_sm”. Messages submitted with this command id will include the status
query_sm This command is issued by the ESME to query the status of a previously submitted Short Message. query_sm_resp indicating success or failure of the corresponding “query_sm” in addition to data relating to the
queried message.

Response to “query_last_msgs”. Messages submitted with this command id will include the status
This command is issued by the ESME to query the message ids of a number of messages in the
query_last_msgs query_last_msgs_resp indicating success or failure of the corresponding “query_last_msgs” in addition to data relating to
system for a subscribers originating address.
the queried messages.

Response to “query_msg_details”. Messages submitted with this command id will include the status
This command is issued by the ESME to query all aspects of a previously submitted Short
query_msg_details query_msg_details_resp indicating success or failure of the corresponding “query_msg_details” in addition to data relating to
Message.
the queried message.

This command is issued by the ESME to cancel one or more outstanding short messages for a
Response to “cancel_sm”. Messages submitted with this command id will include the status
cancel_sm subscriber. The command may specify a particular message or all messages for a particular source cancel_sm_resp
indicating success or failure of the corresponding “cancel_sm”.
and destination.
Response to “replace_sm”. Messages submitted with this command id will include the status
replace_sm This command is issued by the ESME to replace an outstanding short message for a subscriber. replace_sm_resp
indicating success or failure of the corresponding “replace_sm”.
Enquires whether the ESME-SMSC session is functioning, and thereby provides a link confidence- Enquires whether the SMSC-ESME session is functioning, and thereby provides a link confidence-
enquire_link enquire_link
check. check.
Response to “enquire_link”. Messages submitted with this command id will include the status
enquire_link_resp Response to an “enquire link” previously sent by the SMSC. enquire_link_resp
indicating success or failure of the corresponding “enquire_link”.
generic_nak Generic response to a command for which the message header is invalid. generic_nak Generic response to a command for which the message header is invalid.

Serviços de Valor Agregado – VAS 123 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

SMPP V3.3: Mensagem Submit SM

Mais informações http://smsforum.net/


Serviços de Valor Agregado – VAS 124 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

62
SMS

Cenários de Interconexão

Nacional

HLR
MSC MSC
SMS-C SMPP Rt SMPP Rt SMS-C

OBS: Algumas operadoras adotam a


Internacional interconexão via SMPP também para o
cenário internacional

HLR
MSC MSC
SMS-C

HLR
MSC MSC
SMS-C

Serviços de Valor Agregado – VAS 125 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Interconexão de Redes – Características


 O cliente originador paga pelo SMS a sua operadora

 O destinatário não paga para receber a mensagem

 A operadora onde o destinatário esta pode cobrar uma tarifa da operadora do


originador pela entrega da mensagem na sua rede

 Nas interconexões de rede entre operadoras do Brasil a tarifa por SMS entregue
é cobrada

 Nas interconexões de rede entre operadoras do Brasil e operadoras


internacionais a tarifa por SMS entregue é cobrada em alguns casos

Serviços de Valor Agregado – VAS 126 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

63
SMS

Cenários de Roaming

Destinatário
em Roaming HLR
MSC MSC
SMS-C

Originador HLR
em Roaming
MSC MSC
SMS-C

Originador HLR
em Roaming MSC
MSC
SMS-C

Destinatário
HLR
em Roaming
MSC MSC
SMS-C

Serviços de Valor Agregado – VAS 127 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Roaming – Características
 O cliente originador em Roaming paga pelo SMS a sua operadora e esta repassa o
valor a operadora visitada

 O destinatário estando em roaming, dependendo da sua operadora e do sua plano,


pode pagar para receber a mensagem

 Independentemente do pagamento da mensagem pelo cliente destinatário em


roaming, a operadora visitada poderá cobrar uma taxa pela utilização da sua rede

 O acerto de contas entre as operadoras e feito através de empresas que mediam as


transações, conhecidas por clearing houses. Estas empresas apuram os créditos e
os débitos das empresas e procedem com a cobrança de forma simplificada

Serviços de Valor Agregado – VAS 128 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

64
SMS

Cenários de Interconexão com Roaming

Originador
em Roaming
MSC
SMS-C
Destinatário
em Casa HLR
MSC

Originador
em Casa
MSC
SMS-C
Destinatário
em Roaming HLR
MSC

Serviços de Valor Agregado – VAS 129 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Cenários de Interconexão com Roaming

Originador Destinatário
em Roaming HLR em Roaming
MSC MSC
SMS-C

Originador Destinatário
em Roaming HLR em Roaming
MSC MSC
SMS-C

Serviços de Valor Agregado – VAS 130 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

65
SMS
Operadora A Operadora B

HLR
MSC MSC
FDA SMPP Rt BSS-Pre BSS-Pos SMPP Rt SMS-C

message
transfer MO-FW-SMS
Diameter CCR/CCA (reserva)
message
CDR de Mensagem Submetida
transfer resp
submit_sm
submit_sm
submit_sm
SRI
MT-FW-SMS
message
MT-FW-SMS transfer
deliver_sm
deliver_sm deliver_sm resp
MO-FW-SMS
resp Diameter CCR/CCA (débito)

CDR de Mensagem Entregue

MT-FW-SMS SRI*
delivery
(delivery receipt)*
Receipt*
* Caso uma confirmação tenha sido solicitada pelo assinante A
Serviços de Valor Agregado – VAS 131 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Representação Simplificada

SMPP Router

SMS-C
Short Message Service Center

FDA
First Delivery Attempt
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 132 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

66
SMS

Tarifas Básicas
Apenas as mensagens enviadas pelo celular ou pela web são cobradas. Não
há cobrança das mensagens recebidas.
Você pagará R$ 0,39 por TIM Torpedo enviado para operadoras nacionais e
R$ 0,79 por TIM Torpedo enviado para operadoras internacionais.

Torpedos SMS Nacional (para celulares da Vivo ou de qualquer operadora no


Brasil) R$0,35/ mensagem Torpedos SMS Internacional (para celulares de
outros países) R$0,80/ mensagem

R$ US$
R$ 0,30 por Torpedo Nacional enviado. TIM R$ 0,39 $0,22
R$ 0,45 por Torpedo Internacional enviado. VIVO R$ 0,35 $0,19
O recebimento de Torpedo não é tarifado.
CLARO R$ 0,30 $0,17
CAMBIO R$ 1,80 $ 1,00

Serviços de Valor Agregado – VAS 133 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Alto Custo / Baixa Utilização


 Apesar de ser o serviço de valor agregado de maior receita para as
operadoras no Brasil, a sua utilização média ainda é baixa, se
comparada a outros países:

 Brasil: 5 a 6 SMS por mês por usuário (custo médio da mensagem US$ 0,15)
 Venezuela: 140 SMS por mês por usuário (custo médio da mensagem US$ 0,03)

 Um dos fatores que contribuem para a baixa utilização média de SMS no


Brasil é o preço. Um estudo realizado pelo UIT indica que o Brasil é o
151° pais entre os 186 países pesquisados

Serviços de Valor Agregado – VAS 134 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

67
SMS
2,0D

Promoções / Campanhas de Marketing


Claro reduz pela metade a tarifa do SMS de madrugada (10 / julho / 2009)
Até o dia 31 de julho, as mensagens de texto enviadas por clientes da Claro entre 0h e 7h59
custarão apenas R$ 0,15, o que representa um desconto de 50% frente a tarifa normal.

MegaTIM Mensagens: 200 TIM Torpedos ou TIM FotoMensagens por R$9,90!


Por apenas R$ 9,90 você ativa um pacote de 200 mensagens válidas por 30 dias!
Você pode usar as mensagens do pacote para enviar TIM Torpedos ou TIM FotoMensagens para
celulares de qualquer operadora do Brasil e TIM FotoMensagens para endereços de e-mail.

Preços por Pacotes


Pacote Torpedo SMS 15: 15 Torpedos SMS por 30 dias R$3,90
Pacote Torpedo SMS 50: 50 Torpedos SMS por 30 dias R$9,90
Pacote Torpedo SMS 100: 100 Torpedos SMS por 30 dias R$14,90

Serviços de Valor Agregado – VAS 135 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

SMS a Cobrar

6
3 A plataforma de Ao receber a resposta do
serviço retém a destinatário aceitando o
mensagem original SMS a plataforma libera a
e envia um mensagem original e
notificação de sms a cobrar o destinatário
cobrar

Caso a mensagem seja 5


2 O SMS-C reconhece aceita, o destinatário
1 Originador envia o código especial na
SMS-C envia uma resposta a
SMS com um código frente do numero e plataforma
especial antes do desvia a mensagem
numero do para uma
destinatário plataforma de 4 O destinatário
serviço recebe a notificação
de SMS a cobrar e
decide se aceita ou
não

Serviços de Valor Agregado – VAS 136 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

68
SMS

Suporte a Venda de Conteúdos e Serviços

Serviços de Valor Agregado – VAS 137 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Suporte a Venda de Conteúdos e Serviços


 O SMS também é muito utilizado no suporte a diversos serviços:

 Votação  Canal de download de ringtones  Canais informativos


 Sorteios  Leilões reversos  Canais de noticias
 Quiz  Chats

 Para a prestação destes serviços as operadoras móveis podem utilizar sistemas


próprios ou, como é mais comum, firmar parcerias com provedores de conteúdo
e/ou serviços

 Com o grande crescimento desse mercado e com a multiplicação dos provedores de


conteúdo, as operadoras passaram a utilizar também o serviço dos integradores,
que são empresas que concentram a conexão com os provedores

 O modelo comercial mais utilizado nas parcerias entre operadoras, integradores e


provedores é a divisão de receita, ou seja, quando o cliente final utiliza algum
serviço, ele é cobrado através da operadora e esta divide parte da receita com os
parceiros

Serviços de Valor Agregado – VAS 138 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

69
SMS

Suporte a Venda de Conteúdos e Serviços

Provedor de Conteudo Provedor de Conteudo Provedor de Conteudo

Integrador Integrador

Operadoras

SMPP Rt SMPP Rt

SMS-C SMS-C SMS-C SMS-C

Serviços de Valor Agregado – VAS 139 Prof: Rogerio Pahoor

SMS

Integrador de Serviços e Conteúdos

Serviços de Valor Agregado – VAS 140 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

70
SMS

Provedor de Serviços e Conteúdos

Serviços de Valor Agregado – VAS 141 Prof: Rogerio Pahoor

SMS 2,0D

Representação Simplificada
Provedor de Conteúdo

Integrador

SMPP Router

SMS-C
Short Message Service Center

FDA
First Delivery Attempt
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 142 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

71
VAS

Serviços de Valor Agregado

Multimedia Messaging Service


MMS

Serviços de Valor Agregado – VAS 143 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

Multimedia Messaging Service


 Serviço desenvolvido pelo Open Mobile Alliance – OMA e lançado
comercialmente em 2002 (inclusive no Brasil)

 Foi desenvolvido para superar as restrições do SMS, tais como limitação


do numero de caracteres da mensagem, impossibilidade de envio de
fotos, imagens, sons e vídeos
Serviços de Valor Agregado – VAS 144 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

72
MMS

WAP Push – Fluxo de Mensagens


Push Initiator (PI) Content Server
Web Server Web Server

Push Access
Protocol (PAP)
Internet
1

WAP GTW HTTP


PPG (Push Pull Response
Proxy Gateway
Gateway) 5
WAP Push OTA
2
via SMPP
Packet Switching – PS
Objetivo do
HTTP serviço: Enviar
4 conteúdo através
Request
SMS-C SMS 3
do serviço WAP
(HTTP)
Circuit Switching – CS

Serviços de Valor Agregado – VAS 145 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

MMS– Fluxo de Mensagens

Push Initiator (PI)


Web Server
MMS-C Content Server
Web Server

MM1 MM1
1 Notfication Req 5
Submit Request
(PAP)
MM1
Notfication Req MM1
2 ( SMPP) WAP GTW Retrieve Response
PPG (Push Pull
SMS-C Proxy Gateway
Gateway)

Circuit Switching – CS Packet Switching – PS


MM1 4
0 Retrieve Request

3
MM1
Notfication Req
(SMS)
Serviços de Valor Agregado – VAS 146 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

73
MMS

HLR DBO
SGSN GGSN BSS-Pre BSS-Pos MSC
WAP Gtw MMS-C PPG Gtw SMS-C
Attach Req
Location Update
Attach Ack
PDP Context Act
MM1 Submit Request
PDP Context Deact SRI
Dettach Diameter CCR/CCA (debito)
CDR de Mensagem Submetida
MM1 Notfication Req
submit_sm
SRI
MT-FW-SMS
message
MT-FW-SMS transfer
Attach Request resp
Location Update
Attach Ack
PDP Context Act
MM1 Retrieve Request
MM1 Retrieve Request
PDP Context Deact
Dettach

Serviços de Valor Agregado – VAS 147 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

Fluxo simplificado

Entre dois MMS-Cs Entre um MMS-C e


provedores de conteúdo

VASP: Value-Added Service Provider (Provedor de Conteúdo)

Serviços de Valor Agregado – VAS 148 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

74
MMS

Representação Simplificada

MMS-C
Multimedia Messaging
Service Center

WAP Gateway SMS-C


Short Message Service Center
PPG
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 149 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

Configuração do Telefone

MMS-C
Multimedia Messaging
Service Center

Short Message Service Center


WAP Gateway
PPG
NSS
Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS
Base Station Subsystem
BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 150 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

75
MMS

Interfaces
 MM1 é a interface entre a Mobile Station (MS) e a MMS-C
 MM1 é usado nos seguintes casos:
 O cliente originador envia um MMS ao MMSC
 O MMSC notifica o cliente destinatário que ele tem um MMS aguardando para
recuperação na MMS-C
 O cliente destinatário recupera o MMS da MMS-C
 O MMS-C notifica o originador que o destinatário recuperou a mensagem
 O cliente destinatário gerencia sua mailbox no MMS-C (upload de MMS, deleta
MMS, ...)
 A interface MM1 é baseada no protocolo WAP. Isso inclui as notificações PAP
que são transformadas em SMS`s pelo WAP gateway para as notificações

 MM2 é a interface entre a MMS relay e o MMS storage database, dois


componentes internos da plataforma MMS-C

Serviços de Valor Agregado – VAS 151 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

Interfaces
 MM3 é a interface entre o MMS-C e servidores externos, tais como
servidor de e-mail. Esta interface geralmente utiliza o TCP/IP com base
de protocolos para, por exemplo, o Simple Mail Transfer Protocol
(SMTP). Geralmente, é de responsabilidade do MMS-C fazer a
transformação do MMS multi-part binary data para o formato MIME de e-
mail de forma bidirecional
 MM3 é usado para trocar mensagens com usuários externos, tais como Email
Server

 MM4 é a interface entre dois diferentes MMS-Cs. Esses MMS-Cs são


geralmente localizados em duas distintas operadoras. Esta interface
também é conhecida por MMS-R interface no padrão WAP/OMA
 MM4 é usado para trocar mensagens entre dois MMS-Cs diferentes

Serviços de Valor Agregado – VAS 152 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

76
MMS

Interfaces
 MM5 é a interface entre o MMS-C e o HLR ou Base de Portabilidade
(DBO) e normalmente é utilizada obter informação de roteamento
utilizando o protocolo MAP – Mobile Application Part

 MM6 é a interface entre o MMS-C e a base de dados de usuário

 MM7 é a interface entre o MMS-C e os Provedores de Conteúdo.


 MM7 é usado para enviar MMSs de Provedores de Conteúdo e é baseada em
SOAP com attachments, usando HTTP com protocolo de transporte. O
requisição do HTTP deve ser um POST
 A mensagem é MIME que encapsula o envelope SOAP e os attachments
codificados. O envelope SOAP é um XML e os TAGS são dados no protocolo
MM7

 MM8 é a interface entre o MMS-C e os sistemas de Billing

Serviços de Valor Agregado – VAS 153 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

Interfaces
MM1

E.mail

Legacy
Billing
MM2

MMS-C
Provedor de
Conteúdo
Aplicação
Exerna
MMS-C
Base de
Clientes HLR

DBO

Serviços de Valor Agregado – VAS 154 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

77
MMS

Transcodificação
 Nem todos os telefones que suportam MMS, suportam os mesmos
formatos de conteúdo:
 Audio: MP3, Wave, AAC, AMR, etc
 Video: 3GPP, MPEG, WMV, AVI, etc
 Fotos: JPEG, GIF, etc

 Mesmo os telefones que suportam o mesmo formato, podem não


suportar as mesmas codificações ou tamanho dos arquivos

 Para evitar que uma mensagem enviada de um telefone não seja


decodificada pelo telefone de destino, o MMS-C conta com um sistema de
transcodificação (interno ou externo), que permite a correta adaptação
do conteúdo enviado ao telefone de destino

 Outro desafio na área de transcodificação é fazer o correto


cadastramento das funcionalidades suportadas por cada um dos
telefones disponíveis no mercado
Serviços de Valor Agregado – VAS 155 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

Transcodificação – Arquitetura
*STI: Standard Transcoding Interface

Transcoder
Externo STI* ou MMS-C
Multimedia Messaging
MM7
Service Center

WAP Gateway SMS-C


Short Message Service Center
PPG
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 156 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

78
MMS

Transcodificação – Empresas Especializadas

Serviços de Valor Agregado – VAS 157 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

Interconexão de Redes
 Para que o cliente de uma operadora possa enviar MMSs para clientes de
outra operadora, é necessário que os MMS-Cs sejam conectados através
do protocolo MM4

 No caso do MMS não existe o cenário previsto no SMS em que redes de


um mesmo padrão (GSM/UMTS) permitem que o SMS-C de uma
operadora entregue o SMS diretamente na rede da outra

 A conexão dos MMS-Cs de diferentes operadoras pode ser feita de duas


maneiras:
 Diretamente, através de conexões ponto a ponto com cada uma das
operadoras,
 Indiretamente, através da conexão com um Broker
OBS: Entre as operadoras do Brasil, o método utilizado é o indireto

Serviços de Valor Agregado – VAS 158 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

79
MMS

Interconexão de Redes

MMS-C MM4 Router MMS-C


Multimedia Messaging MM4 (Opcional) MM4 Multimedia Messaging
Service Center Service Center

MMS-C MMS-C
Multimedia Messaging MM4 Multimedia Messaging
Service Center Service Center

WAP Gateway WAP Gateway


PPG PPG
NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Packet Switching – PS

Serviços de Valor Agregado – VAS 159 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

Roaming
 Considerando que o serviço MMS utiliza a infra-estrutura de Packet
Switching (GPRS), é obrigatório que a operadora estabeleça o Roaming
do serviço de dados para que o serviço de MMS funcione na rede de
outras operadoras. Uma vez ativado o serviço de Roaming de dados, não
é necessário mais nenhuma configuração especifica na rede
OBS: Quando um cliente envia ou recebe um MMS em roaming, o trafego de dados necessário
para o envio do MMS pode ser cobrado

MMS-C MMS-C
Multimedia Messaging Multimedia Messaging
Service Center Service Center

WAP Gateway WAP Gateway


PPG PPG
NSS NSS
GRX Network Switching Subsystem
Network Switching Subsystem
TCP/IP
Packet Switching – PS Packet Switching – PS
Serviços de Valor Agregado – VAS 160 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

80
MMS
2,5D

Suporte a Telefones Legados


 Devido ao serviço MMS ser recente, nem todos os telefones suportam tal
tecnologia, principalmente os mais antigos, já em uso na rede, conhecidos
como telefones legados

 Para que os clientes que ainda utilizam telefones legados, possam ter
acesso ao serviço, foi criado um sistema de acesso as mensagens via
internet

 Esse sistema pode funcionar da seguinte maneira:

 Caso o cliente nunca tenha enviado um MMS


ou
 A mensagem de notificação de MMS foi enviada a um cliente e o cliente não
recuperou a mensagem após um determinado tempo

 O MMS-C enviará uma cópia da mensagem ao sistema de Legacy Support

 O sistema de Legacy Support disponibiliza uma cópia da mensagem em uma


pagina na internet e envia ao cliente uma mensagem de SMS contendo a URL do
sistema e uma senha única para acesso ao sistema
Serviços de Valor Agregado – VAS 161 Prof: Rogerio Pahoor

MMS

Legacy Support – Arquitetura


*STI: Standard Transcoding Interface

Transcoder STI* ou
Externo MM7 MMS-C
Multimedia Messaging
Legacy
MM3 ou Service Center
Support MM7

Internet WAP Gateway SMS-C


Short Message Service Center
PPG
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 162 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

81
MMS

Suporte a Venda de Conteúdos e Serviços


 Todas as Provedor de Conteúdo
considerações
relativas ao Integrador
suporte a venda
de conteúdos e Transcoder
Externo MMS-C SMPP Router
serviços citadas
Multimedia Messaging
para o SMS são Legacy
Support Service Center
validas para o SMS-C
MMS Short Message Service Center
WAP Gateway
PPG FDA
First Delivery Attempt
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G
Serviços de Valor Agregado – VAS Prof: Rogerio Pahoor
163

VAS

Serviços de Valor Agregado

Location Based Service


LBS

Serviços de Valor Agregado – VAS 164 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

82
LBS

Location Based Service


 Serviço Baseado em Localização: Utiliza a localização do telefone como
informação para a prestação de serviços

 Rastreamento de frota ou pessoa

 Localização de pontos de interesse próximos

 Serviços de encontros baseados em proximidade

 Tarifação diferenciada (Home Zone)

 Mobile Marketing

 Teve o primeiro lançamento comercial em 2002

 A informação da localização do cliente também pode ser oferecida para


parceiros, para que, de posse dessa informação, sejam prestados/
oferecidos serviços

Serviços de Valor Agregado – VAS 165 Prof: Rogerio Pahoor

LBS

Exemplos de Serviços

Serviços de Valor Agregado – VAS 166 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

83
LBS

Location Based Service


 Dependendo do método de localização o servidor que calcula a posição do
telefone pode conectar-se diretamente a Rede de Acesso ou ao Core
Network

Aplicações
Rotas / Busca / Loc. Pessoas

LBS
Location Based Service

Location Based
Billing and Support

NSS NSS

Service
LBS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 167 Prof: Rogerio Pahoor

LBS

Elementos e Funções

Elementos Descrição Observações

É a responsável pela obtenção dos dados de Precisão depende do terminal/software.


MS (software
posicionamento através de interfaces ATI com o
cliente) O cliente inicia o processo de localização.
terminal.

A informação obtida pelo móvel é transmitida pela


Rede de
rede celular de forma transparente a operadora Baixo volume de dados!
Transporte
(GPRS ou SMS).

Ferramenta que recebe os dados transmitidos pela A transformação de dados de CI (parte do


MS, processa e calcula o posicionamento do cliente. CGI) em coordenada geográfica depende
Middleware
A informação processada é então encaminhada para da entrega da informação por parte das
o cliente através da rede móvel ( GPRS ou SMS). operadoras de Telco.

A precisão da solução passa pela obtenção


Métodos de das informações das operadoras e
CI, CI+TA, E-CGI (CI+TA+NMR) e A-GPS
Posicionamento desenvolvimentos de algoritmos eficazes
(e rápidos) de predição de cobertura.

Serviços de Valor Agregado – VAS 168 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

84
LBS

Elementos / Métodos
 Dispositivo Móvel
 Sem GPS
 Com GPS

 Comunicação e infra-estrutura (Protocolo/meio de comunicação)


 Rede Celular:
 Canal de Sinalização: SMS
 Rede de dados: GPRS, EDGE, UMTS, etc
 Rede de Satélites

 Provedor (provê o cálculo para o LBS)


 Centralizada (cálculo em único nó - servidor)
 Distribuída (cálculo no dispositivo)

Serviços de Valor Agregado – VAS 169 Prof: Rogerio Pahoor

LBS

Elementos / Métodos
 Método (modo de localização)
 Rede
 CGI (Cell Global Identity) + Timing Advance : Sistema Móvel
 E-CGI (Enhanced - Cell Global Identity) + Received Signal
Strength Indicator (RSSI): Diagramas Antenas + Nível de Sinal

 Híbridos
 Time of Arrival (ToA) ou Time Difference of Arrival (TDoA):
tempo de propagação entre o terminal móvel e as LMU's (Location
Measurement Units na BTS), processado pela SMLU (Serving
Mobile Location Center)

 Dispositivo
 Global Positioning System (GPS): GPS integrado no dispositivo
 Assisted GPS (A-GPS): informações dos satélites, são transmitidas
ao TM pela rede móvel
Serviços de Valor Agregado – VAS 170 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

85
LBS

Métodos: Comparação
TOA GPS
CGI /
(Time of Arrival) (Global Positioning System)
E-CGI
TDoA E-OTD A-GPS GPS
Indoor Regular Bom Regular N/A
Desempen
Urbano Regular Bom Bom
ho
x Suburbano Fraco Bom Excelente
Ambiente
Rural Ruim Fraco Excelente
Sim Sim Sim
MS especial Não Não
(SW) (SW) (Hw / SW)
Equipamento de rede Sim Sim
Não Não
adicionais (Hw / SW) (Hw / SW)
Custo de
Muito Baixo Muito Alto Alto
implementação

~10m (rural) ~10m (rural)


~20m ~20m
Precisão 500m - 5 Km ~250m ~75m (suburbano) (suburbano)
~55m (urbano) ~55m (urbano)
~100m (indoor) N/A (indoor)

Serviços de Valor Agregado – VAS 171 Prof: Rogerio Pahoor

LBS

Serviços & Precisão: Quadro Comparativo

CGI
A-GPS ECGI CGI- Cell
TA Id
•Weather
Rural •Navigation •Network Optimization
•Yellow Pages
•Traffic info
Sub- High Basic
urba Accuracy •HR ManagementAccuracy
n
Services •Traffic info Services
•Yellow Pages
Urba •Target Info
n •Truck Fleet Management
•Home Zone
•Emergency
City •HR Management
•Navigation •Network Optimization

10 100 1K 10K
Accuracy
(meters)
Serviços de Valor Agregado – VAS 172 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

86
LBS

Serviços & Precisão: Quadro Comparativo


Segurança Segurança Segurança

(Bloq. Virtual) (Monit. (Rastreamento)


eletrônico)
Segurança Segurança
(Monit. (Prisão Virtual)
chamadas)
Entretenimento (Jogos)

Entretenimento
(Relacionamentos)
Serviços

Location-sensitive call routing Emergência (Patrimonial)

Points of Interest Emergência (Hospitalar)

Passo a Passo
Dating Informação (Tele-táxi & Zonas
interesse) (Navegação)
Gerenciamento (Força de trabalho) Gerenciamento

MKT & Propaganda (Frotas)

Tarifação

(∆ > 1 km) (∆: 300 – 1 km) (∆: 100 - 300 m) (∆: 50 - 100 m) ( ∆: 5 - 50 m)
Precisão requerida

Serviços de Valor Agregado – VAS 173 Prof: Rogerio Pahoor

LBS

CI: Cell Identity / TA: Timing Advance


CI: determina o setor onde o móvel é localizado
Provável área de
localização do móvel

TA: Parâmetro medido pela rede durante cada conexão no link BTS MSBTS,
para decidir se a MS e BTS tem atraso da transmissão para evitar interferência
entre bursts adjacentes; É codificado com 6 bits, sendo 26 = 64 valores
permitidos (0-63). Uma distância radial de aproximadamente 550 m é associada
a cada valor.
Provável área de
localização do móvel

TA uncertainty
(aproximadamente 550 m)
Serviços de Valor Agregado – VAS 174 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

87
LBS

CGI/TA versus E-CGI


Cell Global Identity/Timing Advance x Enhanced Cell Global Identity

E-CGI: Cell Global Identity (CGI) + Received Signal Strength Indicator (RSSI)
Serviços de Valor Agregado – VAS 175 Prof: Rogerio Pahoor

LBS

TDoA: Time Difference of Arrival


 Método baseado no tempo de
propagação do sinal rádio transmitido
pelo celular até equipamentos chamados
de LMU's (Location Measurement Units)
usualmente instalados junto às BTS's.
Quando o usuário solicita um serviço LBS,
a rede "comanda" o terminal a fazer um
pedido de handover. O tempo que esse
sinal leva até as LMU's é processado pela
SMLU (Serving Mobile Location Center),
sendo encontrada a posição do terminal.
 Vantagens: TDOA suportar a base de
terminais existentes;
 Desvantagens: LMU's são caras e é
necessário uma por BTS. A performance
do sistema depende da carga de tráfego
na rede e densidade de sites.

Serviços de Valor Agregado – VAS 176 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

88
LBS

E-OTD: Enhanced Observed Time Difference of Arrival

 A LMU (Location Measurement


Unit), localizada em ponto fixo
conhecido, mede o tempo de
propagação destes sinais, enviados
pelas BTS's, até ela própria. Com
as informações enviadas pelos
terminais e pela LMU, a SMLU
calcula a posição do móvel. O
posicionamento da BTS deve ser
conhecido com muita precisão.

 RTD: Real Time Difference

Serviços de Valor Agregado – VAS 177 Prof: Rogerio Pahoor

LBS

Global Positioning System (GPS)


 Num sistema de localização convencional baseado
em GPS, tem-se um receptor GPS integrado no
terminal móvel, que recebe os sinais provenientes
da constelação de satélites do sistema GPS e,
baseado nos tempos de propagação dos sinais
transmitidos por um mínimo de três satélites,
calcula a posição do terminal
 Apesar da excelente precisão em ambientes
outdoor (externos), principalmente rurais e
suburbanos, onde não há obstáculos (prédios), este
método não oferece cobertura indoor, não sendo
portanto adequado à utilização em grandes centros
urbanos. Além disso, sua operação fica muito
prejudicada quando o céu está parcialmente
encoberto; oferece grande consumo de bateria,
reduzindo o tempo de utilização do celular e
apresenta excessivo tempo de espera no instante
inicial de ativação da função de localização,
necessário à varredura dos sinais transmitidos por
um satélite

Serviços de Valor Agregado – VAS 178 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

89
LBS

Assisted Global Positioning System – (A-GPS)


 No A-GPS, as informações transmitidas pelos
satélites e decodificadas pelo receptor GPS, são
transmitidas ao terminal móvel pela rede móvel,
reduzindo a quantidade de processamento do
terminal, o consumo de bateria e o tempo para
iniciar as funções de cálculo de localização. A
liberação do terminal da execução das funções de
decodificação dos sinais dos satélites, permite a
implementação de funções de cálculo do tempo de
propagação do sinal entre a BTS e o celular, de
forma semelhante aos métodos anteriores,
possibilitando melhorar os cálculos de localização
dentro de veículos, sob neblina, em quase todos os
ambientes externos e em muitos ambientes indoor,
o que é impossível com sistemas de GPS
convencionais

Serviços de Valor Agregado – VAS 179 Prof: Rogerio Pahoor

LBS 2,5D

Google Maps Mobile

 Aplicação instalada no telefone que fornece a localização do usuário através do:


 CGI da célula em que o cliente esta conectado, fornecendo uma localização para aproximada
 Com GPS (caso o telefone tenha), fornecendo uma localização precisa
 Serviços oferecidos:
 Busca baseada na área onde o cliente esta localizado
 Informação da localização de amigos (Google Latitude)
 Roteamento: Sugere o melhor caminho entre dois pontos
Serviços de Valor Agregado – VAS 180 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

90
VAS

Serviços de Valor Agregado

Mobile Device Management


MDM

Serviços de Valor Agregado – VAS 181 Prof: Rogerio Pahoor

MDM

Mobile Device Management


 Serviço que permite, de forma remota, a gestão do dispositivo móvel
 Com a sofisticação cada vez maior dos aparelhos e com a adoção em larga escala
por empresas, a gestão dos telefones torna-se uma tarefa complexa. Para os
clientes não corporativos o desafio para as operadoras consiste em manter os
telefones corretamente configurados para a utilização dos seus serviços
 Mais de 10 tipos de rede
 HSDPA, CDMA, GSM, GPRS,
WCDMA, WiMAX, EDGE, WIFI etc.

 Mais 20 Sistemas Operacionais


Fixed
 Symbian OS, Windows mobile, Wi-Fi Mobile Application Games
Convergence Complexity
Apple, RIM, Palm OS etc.
The Handset
Becomes a PC
 2000+ Handsets
 Nokia, Motorola, Apple, Siemens,
Palm, Blackberry, etc

 ∞ Applications
 Skype, Symantec, Yahoo, Twitter,
Fring, Oracle, Microsoft etc I/O

Serviços de Valor Agregado – VAS 182 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

91
MDM

Mobile Device Management – Motivadores

Serviços de Valor Agregado – VAS 183 Prof: Rogerio Pahoor

MDM

Mobile Device Management


 Alguns Serviços oferecidos
 Asset Management: Gestão dos aparelhos em funcionamento na operadora ou em uma empresa em particular, podendo
ser agrupados por modelo, versão de firmware, localização ou outra característica

 Software Management: Gestão dos softwares não nativos instalados nos aparelhos, permitindo a instalação, remoção,
ativação/desativação e controle de versão e também inventario de Softwares no aparelho, muito útil no mercado
corporativo.

 Firmware Management(FOTA): Gestão da versão do sistema operacional permitindo upgrades e envio de correções
over-the-air

 Configuration Management: Permite a configuração de determinados parâmetros dos aparelhos, tais como: APNs,
Home Pages, WAP Settings, MMS settings, etc, com confirmação de entrega/aceite pelo usuário

 Check & Correct: Permite a coleta das configurações do terminais para um tema específico (email, active-sync, mms,
etc), sua comparação com o “padrão na TIM” e correção dos campos incorretos

 Performance & Diagnostics: Permite a obtenção de dados relativos a bateria, informações da rede (como qualidade do
sinal, existência de rede 3G). Útil para a área de qualidade de rede saber como esta a cobertura de voz e dados
baseado em informações reais de terminais rodando na cidade

 Back-up & Restore a Device: Permite back-up de todo o conteúdo (agenda, contatos, tarefas, notas, SMSs, ringtones,
wallpaper). Utiliza um outro standard da OMA (OMA-DS). Usualmente consiste em uma plataforma adicional (grande
storage)

 Security Management (Lock&Wipe): Possibilita o bloqueio / desbloqueio do acesso ao aparelho em caso de perda ou
roubo ou até mesmo uma completa exclusão de dados pessoais. Permite também Password Management, VPN e
Encriptação do terminal. Em alguns telefones permite controle de uso de Câmera & Bluetooth

Serviços de Valor Agregado – VAS 184 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

92
MDM

Mobile Device Management

Intervenções Lock and Check


Corretivas Wipe
Lock, unlock, Battery, memory,
wipe, selective, processes, IMEI,
media FW/HW, network,
Connectivity ActiveCare
servers, location,
(APNs) bluetooth, WiFI
MMS Device
Includes Internet ID, Intervenções Control
bearer, address, WiFi
Client Settings: authentication, DNS, Preventivas
image, download, network type
reports, signature, Change hardware
validity settings
E-Mail
POP3/IMAP
ActiveSync Config
APN, account, email
addr, incoming APN, connection, Update
server (addr, port, server, security,
type, security, user, user, pwd,
domain, data to MMS, Email,
pwd), outgoing
server (addr, port, sync, Connectivity /
type, security, user, Firmware and Internet
pwd) OS Patches
Serviços de Valor Agregado – VAS 185 Prof: Rogerio Pahoor

MDM
Lock and
Wipe

Mobile Device Management

Check

Check and
Correct

Serviços de Valor Agregado – VAS 186 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

93
MDM

Mobile Device Management – Benefícios


 Redução da quantidade de chamadas e do tempo de atendimento no Call Center
 Campanhas massivas de pré-configuração podem ser executadas por modelo de terminal, versão de
firmware, região geográfica, etc., evitando a ocorrência de problemas de configuração
 De maneira genérica uma chamada relacionada a configuração de email pode demorar 30-40min. A
capacidade do MDM de coletar e corrigir os dados de um determinado serviço pode resultar em reduções
de 10min (25%-30%) no tempo de atendimento

 Aumento da base de terminais preparados para utilizar serviços de valor agregado


 Cada vez menos as operadoras contam com aparelhos vendidos por elas próprias, aumentando a
quantidade de telefones desconfigurados na sua rede

 Melhora a gestão dos aparelhos de grandes empresas, atraindo ou mantendo esses grandes
clientes na base da operadora

 Redução do churn em clientes VIPs e aumento da satisfação dos clientes


 Com o crescimento da base de smartphones e utilização de serviços de dados (emails, aplicativos não
nativos como GoogleMaps, Twitter, etc) cresce o número de solicitações genéricas dos clientes VIPs
(“Meu email não funciona”) que podem levar à insatisfação e churn
 Estatísticas de mercado mostram que o custo de se suportar um smartphone é 4x superior ao de um
featurephone e a expectativa é que a base de smartphones cresça 40-50% ao ano nos próximos anos
na América Latina

 Redução de custos e danos à imagem com o recall de terminais (por motivos relacionados a bugs
de software do terminal)
Serviços de Valor Agregado – VAS 187 Prof: Rogerio Pahoor

MDM

Mobile Device Management – Benefícios


 Redução da quantidade de chamadas e do tempo de atendimento no Call Center

POTENTIAL COST SAVINGS ON CUSTOMER CARE CALLS


AVERAGE CALL TIMES (Operator with 25 million subscribers)
Min Million
35 $80
30
25
20 $75
15
10
5 $70
0
Voice phones Feature phones Smart phones
$65

$60

$55
Cost Savings from Cost Savings from
Reduced Call Volumes Reduced Call Times

Serviços de Valor Agregado – VAS 188 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

94
MDM

Mobile Device Management – Protocolos


 OMA DM (Open Mobile Alliance Device Management)
 É um protocolo Cliente (Telefone Móvel) – Servidor (MDM Server), criado
para a gestão de telefones móveis
 Utiliza comunicação bidirecional entre a Plataforma MDM e o Telefone,
normalmente utiliza uma conexão GPRS , além do SMSC para a notificação
inicial
 É possível verificar as configurações / características dos aparelhos
 Tipicamente as operações de gestão do telefone móvel são para:
 Configuração / Provisionamento
 Download de softwares
 Segurança
 Diagnostico
 Especifica a interface Cliente – Servidor, incluindo:
 Protocolo GET
 Comandos GPRS
 Forma e conteúdo dos objetos gerenciáveis
SET
 Formato das mensagens
 Aspectos de segurança Plataforma
 Protocolo mais recente que o OMA CP
 Atualmente na versão 1.2 OMA DM

Serviços de Valor Agregado – VAS 189 Prof: Rogerio Pahoor

MDM

Mobile Device Management – OMA DM Evolução


STANDARD NOME STATUS APROVAÇÃO
OMA
FUMO Firmware Update Management Object Approved 1.0 and 1.0.2

LAWMO Lock and Wipe Management Object Candidate Estimated 3Q


2009
SCOMO Software Component Management Candidate Estimated 3Q
Object 2009
DiagMON Diagnostics and Monitoring Candidate Estimated 3Q
2009
DCMO Device Capabilities Management Object Candidate Estimated 3Q
2009
AC_MO Application Characteristics and White Paper N/A
Management Objects
WSI Web Services Interface Draft No Estimate

BMO Browser Management Object Draft Candidate 2Q


2009
ConnMO Connectivity Management Object Candidate Estimated 2Q
2009
Serviços de Valor Agregado – VAS 190 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

95
MDM

Mobile Device Management – Protocolos


 OMA CP (Open Mobile Alliance Device Management Client Provisioning)
 Protocolo mais antigo
 Utiliza comunicação unidirecional da Plataforma
MDM para o Telefone, normalmente SMS binário SMS
 Não é possível verificar as configurações /
características dos aparelhos SET
 Não é possível ter a confirmação de que o assinante aceitou
Plataforma
as configurações
 Protocolos proprietários OMA CP
 Implementados através da instalação de um cliente compatível com a plataforma no
terminal do cliente
 Amplia a capacidade de gerenciamento das funcionalidades para alem dos padrões já
definidos pelo OMA, incluindo por exemplo Lock and Wipe e Diagnostics and Monitoring
 Tem o inconveniente da necessidade de pós-instalação/
gestão do cliente no telefone (no caso de smartphones)
 Utiliza comunicação bidirecional entre a Plataforma GET
MDM e o Telefone, normalmente utiliza uma conexão GPRS
GPRS , além do SMSC para a notificação inicial
SET
 É possível verificar as configurações / características dos
aparelhos Sistema
 Usualmente mais recomendados para o mercado corporativo Proprietário
Serviços de Valor Agregado – VAS 191 Prof: Rogerio Pahoor

MDM

Mobile Device Management – Terminais

Serviços de Valor Agregado – VAS 192 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

96
MDM

Mobile Device Management

MDM MDM MDM


Proprietário OMA DM OMA CP

SMS-C
notificação Short Message Service Center
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem
BSS

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 193 Prof: Rogerio Pahoor

VAS

Serviços de Valor Agregado

Service Delivery Platform


SDP

Serviços de Valor Agregado – VAS 194 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

97
SDP

Service Delivery Platform


 Service Delivery Platform, na verdade Service Delivery Framework, pois não se trata
de uma única plataforma mas de um sistema para facilitar a integração de
provedores de conteúdo / serviços as operadoras, proporcionando:
 Melhor Time to Market no lançamento de novos serviços

 Gestão mais eficiente do processo de integração dos parceiros e do ciclo de vida dos serviços

 Controle mais apurado por parte da operadora sobre os conteúdos / serviços que estão sendo
entregues

 Flexibilidade para a especificação de novos fluxo de serviços

 Facilidade para o desenvolvimento dos novos fluxos de serviços especificados

 Não é padronizado, portanto cada fornecedor de infra-estrutura tem a sua própria


visão do sistema e consequentemente diferentes formas de implantação do conceito
de Service Delivery Platform

 As operadoras por sua vez podem escolher os módulos mais convenientes a elas para
implantação, não sendo necessária a implantação conjunta de todo o framework

Serviços de Valor Agregado – VAS 195 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Service Delivery Platform


 Mesmo contando com a parceria de integradores, a disponibilização de
novos serviços (Time to Market) não é rápida o suficiente devido:
 Ao crescimento exponencial de novos provedores de conteúdo e novos
serviços
 A complexidade que os protocolos nativos de rede representam para os
desenvolvedores de serviços Web
Provedor de Conteúdo

 A replicação das conexões, em Integrador


protocolos diferentes, para cada
MMS-C SMPP Router
uma das plataformas da Multimedia Messaging Service
Center
operadora SMS-C
Short Message Service Center
WAP Gateway
 A falta de automação para a PPG FDA
First Delivery Attempt
gestão dos processos de
Billing and Support

NSS NSS
Network Switching Subsystem Network Switching Subsystem
integração e gerenciamento do Packet Switching – PS Circuit Switching – CS
Subsystem

ciclo de vida dos serviços


BS
S

Base Station Subsystem


BSS 2G/3G

Serviços de Valor Agregado – VAS 196 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

98
SDP

Conceito de Long Tail


 Crescimento exponencial de provedores e serviços
Total de Receita Acumulado

Times Populares
da 1a Divisão

Outros Times da
1a Divisão
Receitac

Times Populares da 2a Divisão

Times da 3a Divisão
Outros

Quantidade de Serviços
Serviços de Valor Agregado – VAS 197 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Complexidade dos protocolos nativos de rede

Serviços de Valor Agregado – VAS 198 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

99
SDP

Service Delivery Platform


 A replicação das conexões, em protocolos diferentes
PROTOCOLO DE REDE SUB-SET DO PROTOLO OSA PARLAY-X Web Services
MAP / CAMEL Part 2: Third Party Call
MAP / CAMEL Part 3: Call Notification
SMPP Part 4: Short Messaging
PAP / MM7 Part 5: Multimedia Messaging
DIAMETER Part 6: Payment
MAP / CAMEL Part 8: Terminal Status
MAP / CAMEL Part 9: Terminal Location
MAP / CAMEL Part 10: Call Handling

ProvCont ............. ProvCont ProvCont ProvCont ProvCont


Billing and Support

Integrador Integrador Integrador Integrador


DIAMETER

MAP
Subsystem

SMPP PAP MM7 Camel


BSS

SMS-C WAP MMS-C LBS MDM NSS


(Outros)

Serviços de Valor Agregado – VAS 199 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Topologia Legada / Tradicional


ProvCont ............. ProvCont ProvCont ProvCont ProvCont

Integrador Integrador Integrador Integrador


Billing and Support
Subsystem

SMS-C WAP MMS-C LBS MDM IMS AS


BSS

(Outros)

NSS

Serviços de Valor Agregado – VAS 200 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

100
SDP

Topologia com Framework SDP


ProvCont ............. ProvCont ProvCont ProvCont ProvCont

Integrador Integrador Integrador Integrador

Parlay-X

SDP
Service Delivery Platform (Framework)
Billing and Support

SMPP PAP MM7 SIP


Subsystem

SMS-C WAP MMS-C LBS MDM IMS AS


BSS

(Outros)

NSS

Serviços de Valor Agregado – VAS 201 Prof: Rogerio Pahoor

SDP 3,0D

Topologia com Framework SDP


ProvCont ............. ProvCont ProvCont ProvCont ProvCont

Integrador Integrador Integrador Integrador

Parlay-X
SDP

BSS / OSS

Creation &

Service Exposure
Execution
Service &

Manager
Gateway

Partner

Service

Service Delivery Orchestration


Billing and Support

Network Abstraction Layer

SMPP PAP MM7 SIP


Subsystem

SMS-C WAP MMS-C LBS MDM IMS AS


BSS

(Outros)

NSS

Serviços de Valor Agregado – VAS 202 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

101
SDP

Framework Simplificado

Serviços de Valor Agregado – VAS 203 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Elementos do Framework Simplificado


Creation &
BSS / OSS

Execution
SDP

Service Exposure
Gateway

Manager
Partner
Service

Service

Service Delivery Orchestration

Network Abstraction Layer

 Service Exposure
 Atua como ponto único de conexão com os parceiros
 Executa a Autenticação, Autorização e Policy Control para os parceiros
 Disponibiliza protocolos de transporte seguros com Https
 Disponibiliza o protocolo Parlay-X para os parceiros
 Faz a gestão de trafego dos canais de serviço, impossibilitando o uso
abusivo por determinado parceiro

Serviços de Valor Agregado – VAS 204 Prof: Rogerio Pahoor

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Maio/2014 - UFF

102
SDP

Elementos do Framework Simplificado

Creation &
BSS / OSS

Execution
SDP
Service Exposure

Gateway

Manager
Partner
Service

Service
Service Delivery Orchestration

Network Abstraction Layer

 Service Delivery Orchestration


 Elemento baseado no conceito SOA – Service-Oriented Architecture
 Executa um serviço criado no SCE, utilizando os vários recursos da Rede
(SMS; MMS; LBS; etc) e de BSS (Billing Pré ou Pós Pago)
 Ex. Envio de uma oferta de Quiz premiado para clientes em
determinado shopping (primeira pergunta gratis)
1. O parceiro verifica através de LBS os clientes que estão no shopping
2. O parceiro envia a 1a pergunta do Quiz (gratuita)
3. O cliente responde independentemente de ter crédito
4. O parceito envia as demais perguntas, que só poderão ser respondidas caso o cliente
tenha crédito, portanto será necessária uma verificação e reserva de crédito antes de
permitir que o cliente responda e posterior debito após a resposta

Serviços de Valor Agregado – VAS 205 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Service-Oriented Architecture – SOA

Antes:
Nas arquiteturas tradicionais de TI,
as atividades dos processos de
negócios, os aplicativos e os dados
eram freqüentemente fechados em
"silos" independentes e
incompatíveis, que eram de
manutenção cara e obrigavam os
usuários a navegar por redes,
aplicativos e bancos de dados
separados para desempenhar tarefas
de negócios específicas

http://br.sun.com/practice/software/soa/index.jsp
Serviços de Valor Agregado – VAS 206 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

103
SDP
3,0D

Service-Oriented Architecture – SOA

Depois:
Com a SOA (arquitetura orientada a
serviços), os usuários não têm mais
que se conectar a múltiplos sistemas
nem pesquisar dados relevantes e
integrar os resultados manualmente.
Os dados para as atividades do
processo de negócios são oferecidos
como um serviço integrado, em um
único aplicativo, em uma única tela,
com um único logon

http://br.sun.com/practice/software/soa/index.jsp
Serviços de Valor Agregado – VAS 207 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Elementos do Framework Simplificado


Creation &
Execution
BSS /OSS
SDP

Service Exposure
Gateway

Manager
Partner
Service

Service

Service Delivery Orchestration

Network Abstraction Layer

 Service Creation & Execution


 Elemento que permite uma rápida criação e validação de um fluxo de
serviço com os vários recursos da Rede (SMS; MMS; LBS; etc) e de BSS
(Billing Pré ou Pós Pago) para entregar e cobrar um serviço, que
posteriormente será executado no Service Delivery Orchestration
 Utiliza um ambiente gráfico intuitivo e amigável

Serviços de Valor Agregado – VAS 208 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

104
SDP

Elementos do Framework Simplificado

SDP
Service Exposure

Creation &
Execution
Gateway

Manager
Service

Service
BSS
Service Delivery Orchestration

Network A bstraction Layer

Service
Creation
&
Execution

Serviços de Valor Agregado – VAS 209 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Elementos do Framework Simplificado


Creation &
BSS /OSS

Execution
SDP

Service Exposure
Gateway

Manager
Partner
Service

Service

Service Delivery Orchestration

Network Abstraction Layer

 Network Abstraction Layer


 Disponibiliza APIs (Application Programming Interface) para o Service
Delivery Orchestration
 Converte os diversos protocolos de rede em um protocolo interno e
único do SDP (normalmente baseado em Web Services)
 Conecta os diversos elementos de rede disponíveis na operadora,
respeitando os seus protocolos e versões próprias

Serviços de Valor Agregado – VAS 210 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

105
SDP

Elementos do Framework Simplificado


Processa mensagens

Creation &
BSS /OSS

Execution
SDP
Service Exposure

Gateway

Manager
Partner
Service

Service
entre o Network
Service Delivery Orchestration
Abstraction Layer
E o Service Delivery Network Abstraction Layer
Orchestrator

Network Abstraction Layer


APIs (Application Programming
Interface) de Acesso
Protocolos padrão de rede
para conexão com os
Conversão de
Conversor de Protocolo “enablers” de rede
Protocolo entre
interface de acesso e
protocolos de rede

Conectores de Rede ou Plug-ins


OSA/ Video Media
SMS MMS WAP OTA SIM OCS Mail
Parlay Server
HTTP/WAP
SMPP 3.4 MM7 /PAP SMPP 3.4 SMPP 3.4 DIAMETER Parlay 3.0 ISUP IP
Video Media
SMSC MMSC WAP GW OTA SIM OCS Parlay
Server
Mail

Serviços de Valor Agregado – VAS 211 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Elementos do Framework Simplificado


Creation &
Execution
BSS /OSS
SDP

Service Exposure
Gateway

Manager
Partner
Service

Service

Service Delivery Orchestration

Network Abstraction Layer

 Service & Partner Manager


 Proporciona um gestão eficiente do processo de integração dos
parceiros e do ciclo de vida dos serviços através da automação dos
processos burocráticos e técnicos
 Conta com um portal web com acesso aos parceiros para que eles
solicitem, cadastrem, especifiquem seus serviços de maneira online

Serviços de Valor Agregado – VAS 212 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

106
SDP
Service Exposure

BSS /OSS
SDP

Execution
Gateway

Manager

Creation
Partner
Service

Service
Service Delivery Orchestration

&
Network A bstraction Layer

Service &
Partner
Manager

Serviços de Valor Agregado – VAS 213 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Elementos do Framework Simplificado


Creation &
Execution
SDP

Service Exposure
BSS/OSS
Gateway

Manager
Partner
Service

Service

Service Delivery Orchestration

Network Abstraction Layer

 BSS/OSS Gateway
 Interface entre os sistemas de Billing, Pré-Pago ou Pós Pago, utilizando
protocolo padrão como por exemplo Diameter
 Interface com os sistemas de Customer Care para provisionamento e
gerenciamento dos serviços
 Interface com o OSS, para gestão de alarmes, falhas, gerenciamento de
configurações, performance e estatísticas

Serviços de Valor Agregado – VAS 214 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

107
SDP

Service Delivery Platform

Serviços de Valor Agregado – VAS 215 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Walled Garden
 No que diz respeito a conteúdo digital para redes móveis, refere-se a um conjunto restrito
de provedores/serviços que recebem tratamento diferenciado da operadora, de forma a
facilitar a venda destes conteudos/serviços aos clientes finais das operadoras

 Normalmente as facilidades oferecidas são:


 Autenticação
 Cobrança

 A operadora beneficia-se desse sistema


através do recebimento de parte da receita
da venda do conteúdo ou do serviço

 Contrasta com o conceito aberto de acesso


livre a internet para obtenção de
conteúdo/serviços

 Recentemente, os fabricantes de telefones


móveis tem lançado seus próprios portais
(Walled Gardens), concorrendo
diretamente com as operadoras pela
receita gerada pela venda de conteúdos
 Outro exemplo é a Amazon, que através do “Reading Device” Kindle, controla
a venda de livros digitais para os clientes, sem a interferência das operadoras

Serviços de Valor Agregado – VAS 216 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

108
SDP

Apple Application Store para iPhone


http://www.apple.com/iphone/apps-for-iphone/

Serviços de Valor Agregado – VAS 217 Prof: Rogerio Pahoor

SDP

Nokia Application Store – OVI

Serviços de Valor Agregado – VAS 218 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

109
SDP

Walled Garden das Operadoras

Esta acabando?
October 21, 2009
Walled gardens have collapsed
http://blogs.broughturner.com/
2009/10/walled-gardens-have-
collapsed.html

Ou

Modificando-se?
Sep 16, 2009 8:37 PM,
The walled garden hasn’t died —
just evolved
By Kevin Fitchard
http://telephonyonline.com/3g
4g/commentary/wireless-data-
service-tipping-point-0916/

Serviços de Valor Agregado – VAS 219 Prof: Rogerio Pahoor

VAS

Serviços de Valor Agregado

Mobile Advertisement

Serviços de Valor Agregado – VAS 220 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

110
Mobile Advertisement

Conceito
 Consiste na utilização dos telefones móveis dos clientes como uma mídia para a veiculação
de campanhas

 O telefone móvel tem sido considerado a 5ª mídia (jornal, rádio, TV, internet)

 O cliente pode beneficiar-se desse serviço mediante a aceitação condicional das


campanhas, recebendo em troca pacotes de serviços subsidiados ou até mesmo gratuitos
 Para aceitar o recebimento de campanhas o cliente deve solicitar a sua inclusão na
base de dados da operadora: Opt-In

 As campanhas podem utilizar diversos canais/serviços, tais como:

 SMS/MMS: Mensagens publicitárias “puras” ou “notas” nas mensagens dos clientes


 Banda Larga Móvel/WAP: Banners ou Pop-Ups nos sites on-portal e off-portal
 Mobile TV: Inserção de vídeos
 WAP: Priorização de links

 Representa uma vantagem sobre as mídias tradicionais devido a:

 Estar na maior parte do tempo ao alcance do cliente


 Permitir uma grande segmentação, baseada em sistemas de profiling automático

Serviços de Valor Agregado – VAS 221 Prof: Rogerio Pahoor

Mobile Advertisement

Estudo de Caso – Blyk


Welcome to Blyk, the mobile engagement media
 The Blyk media experience is revolutionizing the way young people connect with brands in
their most personal media space – the mobile phone.

 For advertisers:
Blyk is the media channel that gives advertisers immediate and direct access to highly
engaged consumers. The Blyk media audience, built in partnership with operators, is 100%
profiled and 100% opted-in to receiving brand messages. Using Blyk, advertisers can
achieve maximum ROI with minimal waste.

 For operators:
Blyk is an end-to-end mobile media that can address an operator’s core business needs
(increasing ARPU, service uptake, reducing churn) while providing a platform from which to
leap to a totally new revenue stream that’s driven by mobile advertising. A partnership with
Blyk brings something no other mobile advertising partner can – sustainable profit growth
through cost effective consumer recruitment, engagement and advertising revenue without
jeopardizing telco revenue streams.

 For young people:


The Blyk service brings great free benefits (like free texts and calls) while also providing
young people with relevant information, offers and entertainment from brands, music
artists and entertainment companies right on their mobile phones.

Serviços de Valor Agregado – VAS 222 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

111
VAS

Serviços de Valor Agregado

Considerações Finais

Serviços de Valor Agregado – VAS 223 Prof: Rogerio Pahoor

Considerações Finais

Diversificação de Seviços

Serviços de Valor Agregado – VAS 224 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

112
Considerações Finais

Inexistência de um “Killer Application”

Se você tivesse
entre R$ 10,00 e R$
20,00 adicionais
para gastar todo
mês em serviços no
seu telefone móvel,
qual você
escolheria?

Serviços de Valor Agregado – VAS 225 Prof: Rogerio Pahoor

Considerações Finais

Ciclo de Vida mais Curto

Serviços de Valor Agregado – VAS 226 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

113
Considerações Finais

Necessidade de Nova Postura

Serviços de Valor Agregado – VAS 227 Prof: Rogerio Pahoor

Considerações Finais 3,5D

Qual o papel da operadora?

Serviços de Valor Agregado – VAS 228 Prof: Rogerio Pahoor

Material Exclusivo para Treinamento. Proibida Reprodução e Divulgação.


Maio/2014 - UFF

114