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UNIVERSIDADE DO VALE DO SAPUCAÍ

Prof. Carlos de Barros Laraia


Reitor da Univás

Prof. Benedito Afonso Pinto Junho


Vice-Reitor da Univás e Diretor da Unidade Fátima

Prof. Newton Guilherme Vale Carrozza


Pró-Reitor de Graduação e Vice-Diretor da Unidade Fátima

Prof. Antonio Carlos Aguiar Brandão


Diretor da Unidade Central

Prof. Pithagoras Alencar Olivotti


Vice-Diretor da Unidade Central

Manual de Normas para apresentação de Trabalhos Acadêmicos da Graduação

Iniciativa
Pró-Reitoria de Graduação

Elaboração e Redação
Profª. Suzana Costa Coutinho

Revisão
Prof. Newton Guilherme Vale Carrozza

Editoração
Assessoria de Comunicação e Marketing (ASCOM/FUVS)

Ficha Catalográfica

M294 Manual de Normas para apresentação de Trabalhos Acadêmi-


cos da Graduação. Pouso Alegre: Univás, 2016. 35p. Organização:
Pró-Reitoria de Graduação.

1. Normalização Bibliográfica. 2. Produção Acadêmica. 3. Normas


ABNT. I. Título. CDD: 001.42
SUMÁRIO
4 1 COMO USAR ESTE MANUAL
5 2 METODOLOGIA E NORMALIZAÇÃO
5 2.1 Trabalhos acadêmicos
6 2.2 Trabalho de conclusão de curso (TCC)
6 2.3 Ética nos trabalhos acadêmicos
7 3 TIPOS DE TRABALHO ACADÊMICO
7 3.1 Resumo
8 3.2 Resenha
9 3.4 Projeto de pesquisa (Cf. NBR 15287)
9 3.5 Artigo científico (Cf. NBR 6022)
10 3.6 Relatório técnico/científico (Cf. NBR 10719)
11 3.7 Monografia
12 4 NORMALIZAÇÃO DOS TRABALHOS ACADÊMICOS
12 4.1 Composição dos trabalhos acadêmicos
13 4.2 O uso de citações nos trabalhos acadêmicos
16 4.3 O uso de termos científicos, específicos e em língua estrangeira
e dos recursos gráficos (itálico, aspas e negrito) no texto
17 4.4 O uso de alíneas e marcadores
18 5 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS ACADÊMICOS
19 5.1 Parte externa
20 5.2 Parte interna
24 5.3 Elementos textuais
24 5.4 Elementos pós-textuais
24 5.4.1 Referências
29 5.4.2 Glossário
29 5.4.3 Apêndice(s)
29 5.4.4 Anexo(s)
30 5.4.5 Índice(s)
30 6 REGRAS GERAIS DE APRESENTAÇÃO
1 | COMO USAR ESTE MANUAL
Este manual tem o objetivo de orientar acadêmicos e professores na realização
dos trabalhos desenvolvidos no processo ensino-aprendizagem da Univás, em todos os
cursos de graduação oferecidos por ela.
Ele foi desenvolvido buscando atender à realidade já vivida na Univás, nas diferen-
tes áreas das ciências e com os diversos modos de compreender o trabalho acadêmico.
Assim, apresentamos orientações que servirão para a estruturação geral dos trabalhos,
baseadas nas normas elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT),
para trabalhos acadêmicos (NBRs 6022, 6023, 6024, 6027, 6028, 14724 atualizada em
2011, e 15287).
No entanto, no que se refere às formas de citação1 de textos e das referências
bibliográficas, o manual buscou contemplar três normas diferentes: as da ABNT - que nos
exemplos contidos neste manual estão sobre fundo azul claro -, as de Vancouver (ANSI)
- sobre fundo lilás - e as da APA - sobre fundo amarelo claro. Devem ser utilizadas as
normas conforme a indicação do curso e do professor orientador. O importante é manter
a padronização: utilizar o mesmo estilo em todo o trabalho e a mesma norma em todo o
curso.
As indicações, aqui expostas, de normas para referências bibliográficas, nos três
padrões, no entanto, não cobrem todas as possibilidades previstas. Procurou-se trazer
exemplos de referências mais comuns na realização dos trabalhos acadêmicos. Assim,
indicamos que, havendo a necessidade, que se consulte a norma integral, que conterá
todas as especificidades.
Foram adicionados também exemplos de parte da estrutura do trabalho, princi-
palmente do pré-texto, do pós-texto e das tabelas. Estas últimas, como orientado pela
ABNT, seguem normalização do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE (Nor-
mas de Apresentação Tabular, 3ª edição, do IBGE, 1993, que se encontra para download
gratuito na página eletrônica: biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv23907.pdf).
Recordamos aqui que, na publicação de trabalhos, como artigos, resumos e ou-
tros, em revistas e periódicos especializados, é importante que o autor conheça e aplique
as normas próprias indicadas pelo veículo.
Desejamos que este subsídio possa colaborar, ainda mais, para a qualidade dos
trabalhos desenvolvidos na Univás.

1
Para citação, há duas indicações de normas: da ABNT e da APA. As normas de Vancouver não fazem
apontamentos quanto a ela. Fica a cargo do orientador, em colegialidade com os demais orientadores de
seu curso, ao optar pela forma de referenciar de Vancouver, escolher a forma de padronização da citação.

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2 | METODOLOGIA E NORMALIZAÇÃO
É comum a utilização do termo “metodologia” para designar a forma como o
trabalho é composto. No entanto, é importante diferenciar os dois termos: metodologia e
normalização. O primeiro é amplo e especifica todo um conjunto de ações que envolvem
o processo de construção do conhecimento por meio das atividades educativas. Corres-
ponde aos princípios gerais ou linha geral que deve orientar as práticas educativas espe-
cíficas (Cf. PONTUAL in SILVA, 2007, p. 75). Com isso, é possível falar em: metodologia
dialética, metodologia positivista, metodologia fenomenológica, etc.
No entanto, o termo “normalização” é, em relação à metodologia, um item espe-
cífico, referindo-se à parte escrita do trabalho, à sua forma de apresentação. Estabele-
ce-se, por meio da normalização, a padronização dos trabalhos acadêmicos, mantendo
uma identidade visual. Este manual, assim, trata da normalização dos trabalhos acadê-
micos.

2.1 Trabalhos acadêmicos

São atividades desenvolvidas, intra ou extraclasse, durante o tempo de estudos de


um curso, disciplina ou programa. Fazem parte do processo de ensino-aprendizagem,
contribuindo para a aquisição de conhecimento, principalmente por meio da pesquisa.
Propiciam a formação de habilidades como sintetizar, analisar, comparar, observar, des-
crever, informar, comunicar por diversas linguagens esse conhecimento, além de proble-
matizar uma determinada realidade, refletir sobre ela e planejar ações e/ou desenvolver
projetos para sua mudança.
Os trabalhos acadêmicos podem ser desenvolvidos de diversas formas. O relato
final desses processos, no entanto, costuma ser apresentado como:
a) resumo;
b) resenha
c) artigo;
d) relatório;
e) pôster;
f) paper;
g) monografia.

Esses tipos de trabalho podem ser solicitados em qualquer momento do curso ou
programa, por disciplina ou ainda em um trabalho interdisciplinar. Quando são solici-
tados ao final do curso/programa, são denominados trabalhos de conclusão de curso
(TCC).

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2.2 Trabalho de conclusão de curso (TCC)

O regulamento da Univás explica que o TCC é uma atividade de sistematização


do conhecimento sobre um objeto de estudo pertinente à profissão ou curso de gradua-
ção, previsto no projeto pedagógico. A obrigatoriedade da realização de um TCC depen-
de do projeto pedagógico de cada curso, que procura seguir as Diretrizes Curriculares
Nacionais de cada área em específico.
Na Univás, são as seguintes as modalidades aceitas como Trabalho de Conclusão
de Curso de Graduação:
a) monografias;
b) projetos experimentais;
c) artigos científicos;
d) patentes;
e) relatórios de pesquisa;
f) produto cultural;
g) produto científico;
h) programas para computadores e similares;
i) desenvolvimento de material didático ou instrucional;
j) desenvolvimento de material técnico.

O regulamento da Univás ainda esclarece que pode ser exigido, para a execução
do TCC, um projeto de pesquisa.

2.3 Ética nos trabalhos acadêmicos

A realização de um trabalho acadêmico, como parte da formação humano-téc-


nico-profissional, necessita também apoiar-se na ética. Entende-se que, neste campo, a
ação acadêmica deve pautar-se pela honestidade intelectual e pelo respeito aos direitos
humanos. Neste sentido, honestidade intelectual reporta-se ao respeito que o acadêmico
e o professor devem ter no processo de formação, em relação ao tratamento da meto-
dologia a ser utilizada (da escolha do tema à pesquisa e elaboração das atividades),
dos procedimentos técnicos (uso adequado das ferramentas de construção do trabalho,
incluindo as normas institucionais e da área de atuação) e da citação das fontes consul-
tadas.
O não tratamento adequado da metodologia e das fontes pode ocorrer por vários
motivos, entre eles a inabilidade ou inexperiência do estudante. Por isso, é importante a
presença do professor como orientador desse processo. De outro lado, pode ocorrer o
desvio intelectual e criminal, com o plágio (“furto”), atribuindo-se a si a ideia de outro.

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Essa “atribuição” pode ser feita de forma direta e indireta. Na primeira, o acadêmico
toma como sua a ideia. Na segunda, não referencia o autor, deixando a entender a au-
toria como sua. Novamente, o acompanhamento do professor, as correções devidas e a
conscientização são elementos importantes para que se evite tal crime.
Em relação aos direitos humanos e ao cuidado com animais, especificamente no
campo da pesquisa, é preciso verificar as normas éticas dentro da área de atuação do
acadêmico. O comitê de ética analisa os casos específicos e emite parecer sobre eles.
Mesmo as pesquisas que não necessitam passar pelo comitê de ética, e que tratam com
seres humanos, precisam ser acompanhadas do respeito à integralidade das pessoas en-
volvidas, seja na dimensão física, mental, moral, econômica, racial ou cultural. O respeito
à vida deve ser a base de qualquer ação formativa.

3 | TIPOS DE TRABALHO ACADÊMICO


Apresentamos, a seguir, as orientações para os trabalhos acadêmicos mais co-
muns, realizados na graduação da Univás. Outras formas de trabalho devem considerar
o PPC de cada curso e a sua especificidade.

3.1 Resumo

É um exercício de síntese. Pode ser feito de uma obra escrita (livro, artigo, etc.)
ou audiovisual (filme, documentário, entrevista, etc.), da obra inteira ou de parte dela. É
constituído de uma sequência de frases concisas e objetivas e não de uma simples enu-
meração de tópicos, entre 150 a 500 palavras. A primeira frase deve ser significativa,
explicando o tema principal do documento que foi estudado. A seguir, deve-se indicar a
informação sobre a categoria do tratamento (memória, estudo de caso, análise da situa-
ção etc.). Deve-se usar o verbo na voz ativa e na terceira pessoa do singular. O resumo
pode ser:
a) indicativo: quando apresenta os pontos principais do documento, dispen-
sando os dados qualitativos, quantitativos etc. De modo geral, não dispensa a consulta
ao original;
b) informativo: quando informa ao leitor finalidades, metodologia, resultados
e conclusões do documento, de tal forma que este possa, inclusive, dispensar a consulta
ao original.

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Os elementos que compõem o resumo são:
a) referência bibliográfica da obra consultada, conforme regulamento da
ABNT;
b) texto do resumo, conforme o modelo adotado (indicativo ou informativo),
até 500 palavras.

3.2 Resenha

Pode ser uma resenha crítica (também chamada, por alguns, de resumo crítico):
trata-se de uma atividade que exige, além da síntese das ideias, uma avaliação crítica
do estudante (apontando os pontos positivos e/ou negativos) quanto ao tema ou a forma
como ele é apresentado pelo autor da obra. Ou uma resenha temática: quando são uti-
lizadas várias fontes de consulta, para falar de um tema ou assunto em comum. Seguem
as mesmas especificações do resumo, considerando que a crítica poderá vir no corpo do
texto ou no final dele. É constituído por:
a) referência da obra (resenha crítica) ou do tema (resenha temática);
b) resumo: neste caso, pode ser maior que 500 palavras, acompanhado, em
seu texto ou ao final dele, da opinião do estudante;
c) referências bibliográficas, caso seja resenha temática.

3.4 Projeto de pesquisa (Cf. NBR 15287)

Os elementos que o compõem são:


− elementos pré-textuais: capa, folha de rosto, listas de ilustrações, de
tabelas, de abreviaturas e siglas, de símbolos (quando utilizados no texto) e sumário;
− elementos textuais: introdução, tema do projeto, problema a ser abor-
dado, as hipóteses quando couber, objetivos (geral e específicos), justificativa, referencial
teórico, metodologia, recursos e cronograma;
− elementos pós-textuais: referência (obrigatório), apêndices e anexos
(opcionais).

A apresentação gráfica do projeto de pesquisa segue as mesmas recomendações


dos demais trabalhos, quanto ao formato e tamanho da fonte, indicativo de seção, cita-
ções, siglas, equações e fórmulas, ilustrações e tabelas e demais elementos.

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3.5 Artigo científico (Cf. NBR 6022)

Os artigos podem ser:


a) de revisão: resume, analisa e discute informações já publicadas;
b) original: apresenta temas ou abordagens originais; relatos de experiência
de pesquisa, estudo de caso, etc.

Eles são compostos por:


a) Elementos pré-textuais:
− título e subtítulo (se houver): devem figurar na página de abertura do arti-
go, separados por dois-pontos (:) e na língua do texto;
− nome(s) do(s) autor(es), acompanhado(s) de breve currículo que o(s) qua-
lifique na área de conhecimento do artigo. O currículo e os endereços postal e eletrônico
devem aparecer em rodapé, indicado por asterisco na página de abertura;
− resumo na língua do texto: constituído de uma sequência de frases con-
cisas e objetivas e não de uma simples enumeração de tópicos, não ultrapassando 250
palavras, seguido, logo abaixo, das palavras-chave e/ou descritores.

b) Elementos textuais:
− introdução: início do artigo, apresentando a delimitação do assunto trata-
do (tema), os objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do
artigo;
− desenvolvimento: é a parte principal do artigo. Nele, apresenta-se, de for-
ma ordenada e pormenorizada, o assunto do artigo. Divide-se em seções e subseções,
que variam em função da abordagem do tema e do método;
− conclusão: é a parte final do artigo, na qual se apresentam as conclusões
correspondentes aos objetivos e hipóteses.

c) Elementos pós-textuais:
− título, e subtítulo (se houver) em língua estrangeira;
− resumo em língua estrangeira seguido das palavras-chave na mesma lín-
gua: em inglês Abstract, em espanhol Resumen, em francês Résumé, por exemplo. Para as
palavras-chave: em inglês Keywords, em espanhol Palabras clave, em francês Mots-clés,
por exemplo;
− nota(s) explicativa(s): a numeração é feita em algarismos arábicos, deven-
do ser única e consecutiva para cada artigo. Portanto, não se inicia a numeração a cada
página. Nos programas de edição de texto são chamadas de “notas de rodapé”;
− referências: seguir as orientações deste manual, conforme o padrão ado-

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tado (Vancouver, APA ou ABNT);
− glossário: lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas
de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas
definições;
− apêndice(s): texto ou documento elaborado pelo autor do artigo, a fim de
complementar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho;
− anexo(s): texto ou documento não elaborado pelo autor do artigo, que
serve de fundamentação, comprovação e ilustração;
− no final dos elementos pós-textuais, devem ser colocados os agradecimen-
tos do(s) autor(es) e a data de entrega dos originais à redação do periódico (quando o
artigo é enviado para publicação em revista especializada).

Importante: no link de Anexos disponível no site do manual são apresentados mo-


delos de todos os elementos descritos acima.

A apresentação gráfica do artigo segue as mesmas recomendações dos demais


trabalhos, quanto ao formato e tamanho da fonte, indicativo de seção, citações, siglas,
equações e fórmulas, ilustrações e tabelas e demais elementos.
No caso de produção de artigo para uma revista, evento científico ou periódico
específico, é sempre bom consultar as normas para publicação, geralmente disponíveis
no site da revista, evento ou periódico. Isso irá orientá-lo quanto à forma do artigo.

3.6 Relatório técnico/científico (Cf. NBR 10719)

É um documento que descreve formalmente o progresso ou resultado de pesquisa


científica e/ou técnica. É composto dos seguintes elementos:
a) capa: com o nome e endereço da instituição responsável; número do re-
latório; ISSN (se houver); título e subtítulo (se houver); classificação de segurança (se hou-
ver);
b) folha de rosto: (no anverso) nome do órgão ou entidade responsável que
solicitou ou gerou o relatório; título do projeto, programa ou plano que o relatório está
relacionado; título do relatório; subtítulo, se houver, deve ser precedido de dois pontos
(se tiver vários volumes, deve ter um título geral, além de um título específico; número do
volume, se houver mais de um, deve constar em cada folha de rosto a especificação do
respectivo volume, em algarismo arábico; código de identificação, se houver, recomenda-
se que seja formado pela sigla da instituição, indicação da categoria do relatório, data,
indicação do assunto e número sequencial do relatório na série; classificação de segu-
rança; nome do autor (podendo incluir sua qualificação ou função) do autor podem ser
incluídos; local (cidade) da instituição responsável e/ou solicitante; ano de publicação;

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c) errata (se necessário), agradecimentos, resumo na língua vernácula, lis-
tas (de ilustrações, de tabelas, de abreviaturas e siglas, de símbolos) e sumário seguem
as mesmas orientações para apresentação gráfica dos demais documentos acadêmicos,
conforme este manual;
d) introdução, desenvolvimento e considerações finais (elementos textuais),
seguem as mesmas orientações para demais trabalhos acadêmicos, conforme este ma-
nual;
e) referências, glossário, apêndices, anexos e índice (elementos pós-textuais)
seguem as mesmas orientações para os demais trabalhos acadêmicos, conforme este
manual;
f) formato de apresentação gráfica: o espaçamento é simples; as margens
e o tamanho e tipo da fonte, os títulos sem indicativos numéricos, as citações e notas de
rodapé, as siglas, as equações e fórmulas, as ilustrações e tabelas seguem as mesmas
orientações para os demais trabalhos, conforme este manual;
g) a numeração das páginas segue as mesmas orientações para demais tra-
balhos, conforme este manual e, no caso de o documento ser constituído de mais de um
volume, deve ser mantida uma única sequência de numeração das folhas ou páginas, do
primeiro ao último volume.

3.7 Monografia

Trata-se de um trabalho acadêmico que apresenta o resultado de uma pesquisa


sobre um tema (um = mono) específico. Essa pesquisa pode ser exclusivamente biblio-
gráfica, com o levantamento de literatura relevante sobre determinado tema, em deter-
minada linha teórica. Mas, também pode ser realizada após uma pesquisa de campo ou
laboratorial (comumente chamadas de pesquisas descritiva e explicativa, respectivamen-
te). Ela é maior que um artigo, em extensão de páginas e conteúdo, e é organizada em
capítulos. Essa organização segue uma proposta metodológica, podendo ser do geral
para o específico (método dedutivo) ou do específico para o universal (método indutivo).
Possui os seguintes elementos:
a) pré-textuais: capa, lombada, folha de rosto, errata (se necessário), folha
de aprovação (quando TCC), dedicatória, agradecimentos, epígrafe, resumo na língua
vernácula, resumo em língua estrangeira, listas (ilustrações, tabelas, abreviaturas e siglas,
símbolos), sumário. Quando for TCC ou orientado pelo professor responsável, acrescen-
ta-se a ficha catalográfica;
b) textuais: introdução, demais seções e subseções (capítulos) e conclusão;
c) pós-textuais: referências bibliográficas, glossário, apêndice, anexo e índi-
ce.

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A apresentação gráfica da monografia segue as mesmas recomendações dos demais
trabalhos quanto ao formato e tamanho da fonte, indicativo de seção, citações, siglas,
equações e fórmulas, ilustrações e tabelas e demais elementos.

4 | NORMALIZAÇÃO DOS TRABALHOS ACADÊMICOS


Os trabalhos acadêmicos, de forma especial, o TCC, devem seguir a normalização da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). As formas de citação das referências
bibliográficas, no entanto, podem ser substituídas pelas normas de Vancouver (American
National Standards Institute - ANSI) ou da American Psychological Association (APA) nas
áreas de saúde e psicologia, respectivamente.

4.1 Composição dos trabalhos acadêmicos

Em geral, os trabalhos acadêmicos são compostos por uma parte externa (capa e
lombada) e uma parte interna. A interna é organizada por:
a) Elementos pré-textuais: os que, geralmente, indicam o tipo de trabalho, a
autoria, a indicação das páginas dos elementos que compõem o trabalho, entre outros.
Vem no início do trabalho, seguindo uma ordem específica. Alguns desses elementos são
opcionais.
b) Elementos textuais: é o “coração” do trabalho, onde está o conteúdo es-
pecífico dele. Geralmente, é organizado em introdução, desenvolvimento e conclusão. O
desenvolvimento, por sua vez, pode ser reorganizado em seções e subseções, com títulos
específicos.
c) Elementos pós-textuais: vêm após os elementos textuais, com a função de
complementação das informações e referências. Alguns deles também são opcionais.

Os elementos podem variar segundo o tipo, o conteúdo e a finalidade do tra-


balho, conforme o item 4 deste Manual. O uso de elementos pré-textuais, como capa e
folha de rosto, em outros trabalhos que não sejam o TCC, fica a critério do professor que
solicitou a atividade. No entanto, é importante que haja uma forma de identificar o autor
do trabalho, podendo ser utilizada, pelo menos, a folha de rosto. Quanto à apresentação
gráfica, ela seguirá as mesmas orientações para todos os tipos de trabalho acadêmico,
com referência às partes que o compõem.

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4.2 O uso de citações nos trabalhos acadêmicos

Geralmente, a consulta a livros, artigos, reportagens, resultados de pesquisa e ou-


tras fontes de informação é utilizada na produção dos trabalhos acadêmicos. É o que se
denomina de pesquisa bibliográfico-documental. Ela é necessária para a fundamentação
não só teórica do trabalho, bem como para a apresentação de dados estatísticos, ou de
outras formas de pesquisas, como laboratoriais e de campo. As fontes para essas consul-
tas devem ser confiáveis e podem estar em documentos impressos, audiovisuais e digitais.
Devem ser citadas corretamente, de forma a garantir a credibilidade das informações e a
postura ética do pesquisador/autor. Copiar texto, ou parte, de outro autor sem a devida
citação configura plágio (do latim “furto”), que é violação dos direitos autorais, portanto,
crime. (cf. INCA, 2012).
A citação pode aparecer no texto ou em notas de rodapé. Neste caso, o autor do
trabalho deve seguir uma única proposta (ou todas as citações no texto ou todas em notas
de rodapé). A citação pode ser:

a) Direta: transcrição textual de parte da obra do autor consultado;

ABNT: Os dados a serem especificados são: a(s) página(s), volume(s), tomo(s) ou se-
ção(ões) da fonte consultada.
Citação com até três linhas: o texto transcrito virá entre aspas duplas, quando não
ultrapassar três linhas ao ser digitado. Se o texto transcrito tiver aspas, estas se tornarão
aspas simples, diferenciando-as das aspas utilizadas no trabalho.
Ex.:
Manfredi (1993, p. 2), reportando-se à metodologia escolanovista, afirma que a “metodo-
logia do ensino é, então, ‘privatizada’, pois o crescimento pessoal, interpessoal e integral
é desvinculado das condições socioeconômicas e políticas em que se dá”.

Citação com mais de três linhas: deve-se proceder ao recuo de 4 cm da margem es-
querda, colocando a fonte em tamanho 10 e o espaçamento simples. Não serão utiliza-
das as aspas, a não ser que estas estejam no texto original. Uma linha em branco separa
o texto da citação e esta da continuidade do texto.

Nessa concepção, em que o educando torna-se o centro do processo educativo/forma-


tivo, as relações educando-educador assumem um caráter eminentemente subjetivo,
afetivo e individualizante. Para esta perspectiva educacional, a metodologia do ensino
deve centrar-se no processo de aquisição de atitudes, tais como calor humano, empatia,
consideração positiva incondicional. (MANFREDI, 1993, p. 2).

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Autor (ou autores) citado(s) diretamente no texto: o sobrenome virá grafado normal-
mente (mantendo a primeira letra em maiúsculo), seguido do parêntesis com as informa-
ções do ano de publicação e da página. Ex.: Manfredi (1993, p. 1) explica que...

Autor (ou autores) identificado(s) dentro dos parêntesis: sobrenome todo em maiús-
culo, seguindo do ano e da página. Ex.: (MANFREDI, 1993, p. 2).

Transcrição do texto com parte suprimida, ou acrescida: serão utilizados os colchetes


[ ], da seguinte forma:
a) supressões: [...]
b) interpolações, acréscimos ou comentários: [texto]

Ênfase ou destaque não utilizados pelo autor: grifo ou negrito ou itálico. Neste
caso, o autor do trabalho deverá escolher uma única maneira de fazê-lo e utilizar o mes-
mo padrão em todo o trabalho.
Ex.:
Silvia Maria Manfredi (1993, p. 4) salienta a “[...] concepção de metodologia do ensino numa
abordagem histórico-dialética [da qual] surgem várias propostas, que vou apenas citar, sem a pre-
ocupação de descrevê-las ou analisá-las”.

APA (Curso de Psicologia): As informações a serem utilizadas é autor-data (sobrenome


do autor, sem sufixos, como Jr., e o ano de publicação). O sobrenome, mesmo quando
dentro de parêntesis, virá com a inicial em maiúsculo e o restante em minúsculo. Ex.:
Carmo, 2015. Ou: (Carmo, 2015).

Citação com menos de 40 palavras: incorporada ao texto entre aspas duplas, da mes-
ma forma como da ABNT para citação até três linhas.

Citação acima de 40 palavras: em nova linha, num bloco independente, com todo o
texto em recuo de 0,3 cm do parágrafo da margem esquerda, sem aspas, com espaça-
mento simples entre linhas. A fonte (tipo e tamanho) acompanha a do restante do texto.
Ex.:
A pesquisa em psicologia deve estar integrada ao trabalho clínico, como pode ser
constatado na experiência de Terezinha Féres-Carneiro:
Os resultados desta investigação possibilitaram que, de volta à clínica de casais, a escu-
ta, em relação a estes diferentes tipos de conjugalidade, fosse mais contextualizada. Da
clínica para a pesquisa, da pesquisa para a clínica, podemos ir tecendo articulações que
promovem a crítica e a construção do conhecimento e que enriquecem nossa escuta e
nossa intervenção terapêutica. (Féres-Carneiro, 2014).

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b) Indireta: texto baseado na obra do autor consultado. Neste caso, o autor
do trabalho pode fazer pequenas alterações no texto original, mantendo sempre a fide-
lidade à posição e ao pensamento do autor pesquisado. Podem ser feitas sínteses, por
exemplo, de textos maiores, buscando destacar as ideias do autor sem, no entanto, utili-
zar das mesmas palavras. Neste caso, não se usam as aspas, nem o recuo, mas deve-se
fazer a menção da autoria, da mesma forma que na citação direta;
Ex.:
ABNT:
Dourado (2012, p. 22), ao falar da organização escolar no modelo estruturalista, explica
que, para esse tipo de escola, na busca do bom desenvolvimento do trabalho é necessário
unir os incentivos econômicos e os psicossociais, pois ambos se influenciam.

No modelo estruturalista de organização escolar, dois fatores são importantes na busca do


bom desenvolvimento do trabalho: os incentivos econômicos e os psicossociais. (DOU-
RADO, 2012, p. 22).

APA:
Dourado (2012), ao falar da organização escolar no modelo estruturalista...

No modelo estruturalista de organização escolar, dois fatores são importantes na busca do


bom desenvolvimento do trabalho: os incentivos econômicos e os psicossociais. (Doura-
do, 2012).

c) Citação de citação: citação direta ou indireta de um texto em que não se


teve acesso ao original.

ABNT: Usa-se o termo latino “apud” (em). Neste caso, o livro a ser referenciado na lista
das referências é o que foi utilizado pelo autor do trabalho.

Ex.: Como se vê, a “democratização dos sistemas de ensino e da escola implica aprendi-
zado e vivência do exercício de participação e de tomadas de decisão”. (BRASIL, 2004,
p.23 apud DOURADO, 2012, p. 24).

APA: Usa-se o termo “como citado”.


Ex.: Houve uma mudança de paradigma na Renascença, pois “a decadência do feudalis-
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mo e a erosão do poder da Igreja, associadas à emergência do individualismo, resultaram
numa ânsia de gozar a vida, que se revelava tão precária numa época de epidemias”.
(Scliar, 2003 como citado em Melo, Ribeiro e Moreira, 2015).
d) Informação verbal: palestras, debates, comunicações, aula, etc. Indicar,
entre parênteses, a expressão informação verbal, mencionando-se os dados disponíveis,
em nota de rodapé.

Observação:
Quando se faz a citação do texto (de qualquer uma das formas acima relaciona-
das), os elementos de indicação de autoria devem aparecer no corpo do texto ou na nota
de rodapé, e a referência da obra deve também ser colocada na lista das referências
bibliográficas. A citação no texto ou na nota de rodapé é diferente da referência biblio-
gráfica, mas em coerência com esta.
Por isso, deve-se levar em conta, nas referências das citações, o que foi utilizado
nas referências bibliográficas: mais de um autor, autoria institucional, sem autoria, etc.
(ver, neste manual, a parte sobre referência bibliográfica).
Ex.: (IBGE, 2014);

4.3 O uso de termos científicos, específicos e em língua estrangeira e dos re-


cursos gráficos (itálico, aspas e negrito) no texto

Os termos em língua estrangeira, quando não muito conhecidos, deverão ser


traduzidos ou explicados: no próprio texto, quando possível, ou em nota de rodapé. Da
mesma forma, deve-se agir com os termos específicos de determinada área do conheci-
mento.
O uso de recursos gráficos (itálico, aspas e negrito) auxilia no destaque de pala-
vras ou termos no corpo do trabalho. Seu uso deve ser padronizado. Assim, se o autor do
trabalho prefere aspas para distinguir nomes de obras bibliográficas, literárias, artísticas
e científicas, todas as obras deverão ser utilizadas com o uso das aspas. O mesmo vale
para o uso do itálico. Recomenda-se que as palavras em língua estrangeira, mesmo as
mais conhecidas, como site, venham em itálico.
Sobre o negrito, em alguns casos, como títulos de subseção, ele já está previsto,
conforme indicado neste manual. Deve-se buscar utilizá-lo, assim como os demais recur-
sos, com equilíbrio e somente quando realmente necessário, para destaques no corpo do
texto.

16
4.4 O uso de alíneas e marcadores

Outro recurso utilizado e o de alíneas, uma forma de subdividir o texto. Elas auxi-
liam na organização de ideias e informações, facilitando a visualização e ordenação das
mesmas. Segundo as normas da ABNT, as regras de uso das alíneas servem para todos
os tipos de documentos. As recomendações são as seguintes:
a) o texto anterior à alínea termina com dois pontos;
b) utilizam-se letras minúsculas do alfabeto, em sua ordem, seguidas de pa-
rêntese. Ex.: a); b); c); d). Se ocorrer serem necessárias muitas alíneas, esgotadas as letras
do alfabeto, segue-se o uso de letras dobradas. Ex.: aa) ; ab); ac);
c) as letras das alíneas obedecem o recuo de margem esquerda e, para pa-
dronização, todos os textos com alínea, em todo o trabalho, devem obedecer o mesmo
tamanho de recuo;
d) o seu texto inicia-se com letra minúscula (a não ser em casos que o uso da
maiúscula seja obrigatório, como nomes próprios) e termina com ponto e vírgula. Somen-
te a última alínea terminará com ponto final;
e) a segunda linha e as seguintes da alínea iniciam sob a primeira letra do
texto que iniciou a mesma. Observe que as regras foram aplicadas neste trecho.

É possível, ainda, se desejável e para maior compreensão do texto, o uso de su-


balíneas. Elas devem começar por um hífen. Este deve ser colocado abaixo da primeira
letra do texto da alínea. Separa-se a subalínea da alínea com um espaço. As demais
orientações para a alínea valem também para as subalíneas.
Exemplo:

a) entre as principais complicações da obesidade estão (cf. VARELLA, p. 7):

- pressão alta;
- diabetes;
- ataque cardíaco;
- derrame cerebral.

17
5 | APRESENTAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS ACADÊMICOS
Segundo a norma da ABNT, n. 14.724, atualizadas em 2011, para trabalhos aca-
dêmicos, a estrutura compreende:

18
5.1 Parte externa

a) Capa (obrigatório): proteção externa do trabalho sobre a qual se im-


primem as informações indispensáveis à sua identificação. Na cópia a ser entregue com
capa dura, essas informações são gravadas na capa dura que corresponde à capa do
trabalho. Nos demais trabalhos, ela será a primeira folha (em sulfite, no mesmo formato
do restante do trabalho). Ela é formada pelos seguintes elementos:

− nome da instituição;
− nome do autor (se mais de um, em ordem alfabética);
− título;
− subtítulo, se houver, separado do título por dois pontos (:);
− número de volumes (se houver mais de um, deve constar em cada capa a
especificação do respectivo volume);
− local (cidade) da instituição onde deve ser apresentado, acrescido da sigla
da unidade da federação;
− ano de depósito (da entrega).
− Fonte Times New Roman, tamanho 12. Os elementos virão em caixa alta,
sem negrito, centralizados;
− o título e o subtítulo (se houver) virão no centro da mancha, distribuídos de
forma equilibrada quando se tratar de mais de uma linha.

b) Lombada (opcional): ela poderá ou não ser utilizada, quando se usa a


encadernação em capa dura, para a colocação de informações sobre o trabalho. A lom-
bada deve conter os seguintes elementos:

− nome(s) do(s) autor(es);


− título;
− elementos alfanuméricos de identificação de volume, fascículo e data, se
houver. Recomenda-se a reserva de um espaço, se possível de 30 mm, na borda inferior
da lombada, para a colocação de elementos de identificação pelo serviço da biblioteca;
− o título, que pode ser abreviado, deve ser impresso longitudinalmente e
legível do alto para o pé da lombada, assim como o nome do autor.

19
5.2 Parte interna

Elementos pré-textuais: será utilizada, para todos os elementos, a fonte Times New Ro-
man, tamanho 12.

a) Folha de rosto (obrigatório): folha que contém os elementos essenciais


à identificação do trabalho. Os elementos que a compõem são os mesmos, na mesma
ordem e com a mesma formatação da capa, acrescentando-se o texto onde se encontram
as seguintes informações: natureza (tese, dissertação, trabalho de conclusão de curso e
outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros); nome da insti-
tuição a que é submetido; área de concentração; nome do orientador e, se houver, do
co-orientador:
− este texto vem abaixo do título, separado dele por duas linhas em branco,
em caixa alta e baixa (para letras maiúsculas: início das frases e nomes próprios);
− mantém-se o título no centro da mancha;
− segue modelos de texto para cada situação.

TCC:
Artigo científico apresentado para aprovação no curso/ programa (identificar), da Facul-
dade2 (identificar), da Universidade do Vale do Sapucaí; orientado pelo(a) Prof. (titulação,
nome; e, se houver, do co-orientador).

Monografia apresentada para aprovação no curso (identificar), da Faculdade (identificar),


da Universidade do Vale do Sapucaí; orientado pelo(a) Prof. (titulação, nome; e, se hou-
ver, do co-orientador).

Relatório científico apresentado para aprovação no curso (identificar), da Faculdade (iden-


tificar), da Universidade do Vale do Sapucaí; orientado pelo(a) Prof. (titulação, nome; e,
se houver, do co-orientador).

Projeto experimental apresentado para aprovação no curso de Publicidade e Propaganda,


da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli, da Universidade do Vale do
Sapucaí; orientado pelo(a) Prof. (titulação, nome; e, se houver, do co-orientador).

2
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Eugênio Pacelli (Campus Fátima). Ou: Faculdade de Ciências Mé-
dicas Dr. José Antonio Garcia Coutinho (Campus Central).

20
Dissertação apresentada para aprovação no Programa de Mestrado (identificar), da Fa-
culdade (identificar), da Universidade do Vale do Sapucaí; na área de concentração
(identificar), orientado pelo(a) Prof. (titulação, nome; e, se houver, do co-orientador).

Tese apresentada para aprovação no Programa de Doutorado (identificar), da Faculdade


(identificar), da Universidade do Vale do Sapucaí; na área de concentração (identificar),
orientado pelo(a) Prof. (titulação, nome; e, se houver, do co-orientador).

Para trabalhos exigidos em disciplinas (sem a finalidade de conclusão de curso):


Trabalho apresentado à disciplina (identificar) do curso de (identificar), da Faculdade (iden-
tificar), da Universidade do Vale do Sapucaí; orientado pelo(a) Prof. (titulação, nome).

b) Errata (opcional): lista dos erros ocorridos no texto, seguidos das devidas
correções.

c) Folha de aprovação (obrigatório para trabalhos de conclusão de


curso): os elementos que a compõem são:

− nome(s) do(s) autor(es) do trabalho, título do trabalho e subtítulo (se hou-


ver), o mesmo texto da folha de rosto sobre a natureza do trabalho; espaço para a data
de aprovação e a lista com o nome e titulação dos componentes da banca examinadora
e instituições a que pertencem acrescidos do espaço para a assinatura;
− a data de aprovação e as assinaturas dos membros componentes da ban-
ca examinadora devem ser colocadas logo após a aprovação do trabalho;
− será utilizado o espaçamento 1,5. Somente o texto sobre a natureza do
trabalho, conforme a folha de rosto, será digitado em espaçamento simples;
− o nome do autor (ou autores) vem na primeira linha da página, em caixa
alta, centralizado. Deixa-se uma linha entre o(s) autor(es) e o título do trabalho, também
em caixa alta, centralizado;
− separa-se o título do trabalho do texto sobre a natureza do trabalho com
uma linha de espaço. O texto sobre a natureza do trabalho é digitado do centro da pági-
na para a margem direita, justificado;
− a data da aprovação, digitada em caixa alta e baixa, centralizada, vem
após uma linha em branco do texto sobre a natureza do trabalho;
− os nomes dos componentes da banca de avaliação serão digitados em cai-
xa alta e baixa e alinhados à esquerda. Abaixo dos nomes deve ser colocada a instituição
a que pertencem. A ordem dos nomes será: primeiro, o nome do(a) orientador(a), seguido
do nome do co-orientador (se houver) e dos leitores.

21
d) Dedicatória (opcional): o(s) autor(es) do trabalho pode(m) homenagear
ou dedicar seu trabalho a alguém. Difere-se dos agradecimentos:

− este texto será colocado na parte inferior da página, alinhado do centro


para a margem direita, justificado. Não se coloca título nesta página.

e) Agradecimentos (opcional): o(s) autor(es) pode(m) fazer aqui os agrade-


cimentos a pessoas e instituições que colaboraram, direta ou indiretamente, na realização
do trabalho:

− na parte superior da página, na primeira linha, virá o título AGRADECI-


MENTOS, em caixa alta, centralizado e sem numeração de seção;
− do título para o texto, fica uma linha em branco;
− o texto será digitado em espaçamento 1,5, justificado. O parágrafo será
de 1,25 cm.

f) Epígrafe (opcional): é uma frase ou pequeno texto de algum autor/com-


positor ou personalidade que remeta ao tema trabalhado ou demonstre a motivação para
a realização do mesmo. A epígrafe pode aparecer no início do trabalho, mas também no
início de cada capítulo ou seção, na página que inicia o mesmo:

− não é colocado título de seção;


− o texto vem entre aspas, após, são colocados, entre parêntesis, o nome do
autor, ano da obra consultada e página onde se encontra o texto utilizado;
− como pré-texto, a epígrafe pode vir assim como a dedicatória (ver orienta-
ção neste manual);
− se vier no início de capítulos, deixar uma linha em branco entre o título do
capítulo e o texto da epígrafe, alinhado entre o centro da página e a margem direita. Da
epígrafe para o texto, deixar o espaço de uma linha em branco.

g) Resumo na língua vernácula (do país de origem do autor): O resumo,


inserido no próprio documento, dispensa a referência do documento antes dele (ver item
no número 4 deste manual). Observe-se as seguintes normas:

− o título da seção RESUMO será grafado em caixa alta, centralizado, colo-


cado na primeira linha da página;
− uma linha em branco o separa do texto;
− o texto é desenvolvido em um único parágrafo, sem tabulação;

22
− logo abaixo do resumo, separadas por uma linha em branco, são coloca-
das as palavras-chave, antecedidas da expressão Palavras-chave:, separadas entre si por
ponto e finalizadas também por ponto: Ex.: Palavras-chave: Pesquisa. Trabalhos acadêmi-
cos. Regulamento.

h) Resumo em língua estrangeira: Elemento obrigatório, com as mesmas


características do resumo em língua vernácula, digitado em folha separada (em inglês
Abstract, em espanhol Resumen, em francês Résumé, por exemplo). Deve ser seguido das
palavras representativas do conteúdo do trabalho, isto é, palavras-chave e/ou descritores,
na língua (em inglês Keywords, em espanhol Palabras clave, em francês Mots-clés):

− na graduação, na Univás, será utilizado o texto em inglês (Abstract);


− para evitar riscos de perda da qualidade, não utilizar as traduções “me-
cânicas”, oferecidas por aplicativos na internet. De preferência, solicitar a ajuda de uma
pessoa que conheça bem o idioma utilizado.

i) Listas (ilustrações, tabelas, abreviaturas e siglas, símbolos): São op-


cionais e deverão estar presentes quando houver, no corpo do trabalho, os elementos a
que dizem respeito:

− as listas de ilustrações, tabelas e símbolos são elaboradas de acordo com


a ordem apresentada no texto, com cada item designado por seu nome específico, traves-
são, título e respectivo número da folha ou página;
− a lista de abreviaturas e siglas deve ser elaborada na ordem alfabética.
Cada tipo de lista deve ser iniciado em uma página diferente;
− o título da seção, sem indicativo numérico, virá centralizado, na primeira
linha da página, em caixa alta, fonte Times New Roman, tamanho 12. Do título para a
listagem, deve haver uma linha em branco. O espaçamento é de 1,5.

j) Sumário: Elemento obrigatório, cujas partes são acompanhadas do(s) res-


pectivo(s) número(s) da(s) página(s). Ele virá como último elemento pré-textual, sendo
colocado antes da introdução:

− a palavra SUMÁRIO deve ser centralizada, em fonte Times New Roman,


tamanho 12, em caixa alta. Ela aparece na primeira linha da página;
− para o início da listagem, deixa-se uma linha em branco;
− a lista será digitada em espaçamento 1,5;
− a descrição dos títulos e intertítulos devem seguir a mesma apresentação

23
tipográfica utilizada no texto (negrito, maiúsculo, etc.);
− os elementos pré-textuais não devem constar no sumário;
− os indicativos das seções (numeração ou letra) que compõem o sumário,
se houver, devem ser alinhados à esquerda e o texto virá alinhado ao indicativo mais ex-
tenso;
− nas monografias, teses e dissertações, a introdução recebe o indicativo 1.
Os elementos pós-textuais, mesmo sem o indicativo, serão relacionados no sumário.

5.3 Elementos textuais

São elementos textuais: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão:


a) Introdução: é a parte inicial do texto, onde são apresentados os objetivos
do trabalho e as razões de sua elaboração;
b) desenvolvimento: é a parte principal do texto, que contém a exposição
ordenada e pormenorizada do assunto. Divide-se em seções e subseções, que variam em
função da abordagem do tema e do método;
c) conclusão: é a parte final do texto, na qual se apresentam conclusões cor-
respondentes aos objetivos ou hipóteses.
As orientações e normas para a apresentação gráfica destes elementos estão em Regras
gerais de apresentação (p. )

5.4 Elementos pós-textuais



São chamados de elementos pós-textuais: as referências, o glossário, o apêndice,
o anexo, o índice.

5.4.1 Referências

As referências, segundo a ABNT, são constituídas de elementos essenciais e, quan-


do necessário, acrescida de elementos complementares. A referência pode aparecer: no
rodapé; no fim de texto ou de capítulo; em lista de referências; junto a resumos, resenhas
e recensões.
As referências (no fim de texto ou capítulo ou no final do trabalho) são alinhadas
à margem esquerda do texto, em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo.
Se for em notas de rodapé, serão alinhadas, a partir da segunda linha da mesma refe-
rência, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente e
sem espaço entre elas.
O título deverá receber, para destacar, um recurso tipográfico (negrito, grifo ou

24
itálico). A escolha do tipo de recurso deve ser uniforme em todas as referências de um
mesmo trabalho. No entanto, as obras sem indicação de autoria, ou de responsabilidade,
cujo elemento de entrada é o próprio título, este será destacado pelo uso de letras mai-
úsculas na primeira palavra, com exclusão de artigos (definidos e indefinidos) e palavras
monossilábicas, sem negrito.
Ao optar pela utilização de elementos complementares, estes devem ser incluídos
em todas as referências daquela lista (como número de página, número do ISBN, etc.).

Como fazer:
Se o documento consultado for um livro e/ou folheto (manual, guia, catálogo,
enciclopédia, dicionário etc.) e trabalhos acadêmicos (teses, dissertações, entre outros):
a) elementos essenciais: autor(es), título, edição (a partir da segunda), local,
editora e data de publicação.
Ex.: LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2015.
b) elementos complementares:
Ex.: LÉVY, Pierre. A inteligência coletiva. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2015.
208 p., 24 cm. (Coleção Folha. Grandes nomes do pensamento; v. 16). ISBN 978-85-
8193-258-
c) Quando a fonte de consulta for em meio eletrônico:
Ex.: MATEUS, Samuel. Publicidade e consumação nas sociedades contemporâ-
neas. Covilhã, PT: Labcom Books, 2011. Disponível em: <http://www.livroslabcom.ubi.
pt/ book/25>. Acesso em: 20 set. 2015.

Se a fonte for capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma obra, com
autor(es) e/ou título próprios: autor(es), título da parte, seguidos da expressão “In:”, e da
referência completa da obra no todo. No final da referência, deve-se informar a pagi-
nação ou outra forma de individualizar a parte referenciada. Se for em meio eletrônico,
acrescentar o “Disponível em” e “Acesso em”, seguidos dos dados que indicam esses ele-
mentos.

Ex.: GOMES, Romeu. A análise de dados em pesquisa qualitativa. In: MINAYO,


Maria Cecília de Souza (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis,
RJ: Vozes, 1994. p. 79-108.

Se a consulta for feita em periódicos (artigos científicos de revistas, editoriais,

25
matérias jornalísticas, seções, reportagens etc.), apresentar:
a) Artigos científicos: autor(es), título da parte, artigo ou matéria, título da
publicação (em destaque), local de publicação, numeração correspondente ao volume
e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, quando se tratar de artigo ou
matéria, data ou intervalo de publicação e particularidades que identificam a parte (se
houver).
Ex.: BACCEGA, Maria Aparecida; FREIRE, Denise de Oliveira. A publicidade
nos livros didáticos do Ensino Médio. Comunicação e educação, São Paulo, n. 2, p. 79-
90, maio/ago 2007.
b) Se for consulta por meio eletrônico, acrescentar “Disponível em” e “Acesso
em”:
Ex.: MIRANDA, Katy; FOLLIS, Rodrigo K. Da arte à imagem publicitária: o
uso de ready-made por Oliviero Toscani. Iniciacom, São Paulo, n. 6, jul. 2014. Dispo-
nível em: <http://www.portcom.intercom.org.br/revistas/index.php/iniciacom/article/
view/1931/1721>. Acesso em: 30 Out. 2015.
c) Artigo e/ou matéria de revista: autor(es), título da parte, artigo ou matéria,
título da publicação (em destaque), local de publicação, numeração correspondente
ao volume e/ou ano, fascículo ou número, paginação inicial e final, quando se tratar de
artigo ou matéria, data ou intervalo de publicação e particularidades que identificam a
parte:
Ex.: PEREIRA, Francine. Um novo marketing para um novo consumidor. Venda
Mais, Curitiba, PR, n. 247, p. 33-41, novembro/2014.
d) Se for em meio eletrônico, acrescentar “Disponível em” e “Acesso em”,
com os respectivos dados.

Se a fonte de consulta for um trabalho apresentado em evento (congresso, sim-


pósio, encontro, etc.): autor(es), título do trabalho apresentado, seguido da expressão In:,
nome do evento, numeração do evento (se houver), ano e local (cidade) de realização,
título do documento (anais, atas, tópico temático etc.), local, editora, data de publicação
e página inicial e final da parte referenciada. Se for em meio eletrônico, acrescentar o
“Disponível em” e “Acesso em”, com os respectivos dados.

Ex.: SOUZA, Alessandro. Entre consumo e conceitos: apontamentos para uma jurisdição
aos usos dos termos publicidade, propaganda e marketing no ambiente digital. In: Con-

26
gresso internacional: Comunicação e consumo – Comunicon 2014, 4, 2014, São Paulo.
Anais... São Paulo: ESPM, 2014, p. 15-35.
Algumas observações:
a) quando se tratar de mais de um autor: SOBRENOME, Nome; SOBRENO-
ME, Nome;
b) o destaque dado ao título (negrito, itálico ou outro), quando houver subtí-
tulo, este não virá com o destaque: Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Cos-
tuma-se dizer que depois dos “dois pontos” não se faz o destaque;
c) para outras referências, consultar a norma em vigor da ABNT (a de núme-
ro 6023, publicada em agosto de 2002).

As referências, segundo a APA, seguem as seguintes normas:


a) livros completos: sobrenome, nome completo abreviado (ano de publi-
cação). Título: subtítulo (se houver) (informações adicionais – se houver). Local de publica-
ção: editora. Ex.: Franco, W. (2014). Autorização e angústia de influência em Winnicott.
São Paulo: Casa do Psicólogo.

− se mais de um autor, todos devem ser incluídos na lista de referências, uti-


lizando a vírgula para separar os sobrenomes. Ex.: Bock, A. M. B, Furtado, O., Teixeira,
M. L. T. (2011). Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia (14a ed.). São Paulo:
Saraiva.
− se a obra tiver informações adicionais, como volume e edição, estas
virão logo após o título, entre parêntesis, sem outro sinal separando esses elementos. Ex.:
Castells, M. (2002). O poder da identidade. A era da informação: economia, sociedade e
cultura (Vol. 2, 3a ed.). São Paulo: Paz e Terra.
b) parte de uma obra (artigo ou capítulo): sobrenome, Nome abreviado.
(ano de publicação). Título do capítulo. In Nome abreviado. Sobrenome (Ed. OU Coord.
OU Org.). Título: subtítulo (Vol., ed., pp.). Local de Publicação: Editora.
c) periódicos: Sobrenome, Nome abreviado. (ano de publicação). Título
do artigo. Nome do Periódico, volume(número), páginas. Ex.: Carvalho, Maitê Peres de,
Andrade, Francine Pereira, Peres, William, Martinelli, Thalita, Simch, Frederico, Orcy,
Rafael Bueno, & Seleme, Maura Regina. (2014). O impacto da incontinência urinária e
seus fatores associados em idosas. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 17(4),
721-730.

27
− Caso o periódico for consultado em meio eletrônico, acrescentar,
após o título do artigo [Versão eletrônica]. Ex.: Carvalho, Maitê Peres de, Andrade, Fran-
cine Pereira, Peres, William, Martinelli, Thalita, Simch, Frederico, Orcy, Rafael Bueno,
& Seleme, Maura Regina. (2014). O impacto da incontinência urinária e seus fatores
associados em idosas [Versão eletrônica] Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia,
17(4), 721-730.
− Se o periódico for eletrônico, acrescentar: Recuperado em dia mês, ano, de ende-
reço eletrônico completo.

As referências no padrão de Vancouver:


a) livros completos segue a seguinte ordem: Sobrenome(s) Nome(s). Título
do livro. Edição. Local: Editora; Ano. Ex.:
Doherty GM. Cirurgia: diagnóstico & tratamento. 13ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2011.
Parra OM, Saad WA. Noções básicas de técnicas operatórias. São Paulo: Atheneu; 1998.
Barrett KE, Barman SM, Boitano S, Brooks HL. Fisiologia médica de Ganong. 24ª ed.
Porto Alegre (RS): McGraw-Hill; 2014.

b) capítulos de livros: feita da mesma forma que de livros completos, acres-


centando-se, ao final, as páginas inicial - final do capítulo. Se a autoria do capítulo é
diferente da obra, faz-se da seguinte forma:
Ex.: Campos RTO, Campos GWS. Co-construção de Autonomia: o sujeito em questão.
In: Camp os GWS, Minayo MCS, Akerman M, Drumond Junior M, Carvalho YM. (org.)
Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec-Fiocruz; 2006. p. 669-87.
c) A referência de periódicos segue a seguinte estrutura: Sobrenome Preno-
me. Titulo do artigo. Titulo do periódico. Ano; volume (número): páginas inicial-final.
Ex.: Higa R, Lopes MHBM, Reis MJ. Fatores de risco para incontinência urinária na mu-
lher. Rev Esc Enferm USP 2008;42(1):187-92.
− Se o texto for consultado na internet, acrescenta-se, após o título do peri-
ódico, [Internet]; após a data [citado data] e, após a página, o “Disponível em”, com o
endereço eletrônico:
Ex.: Carvalho Maitê Peres de, Andrade Francine Pereira, Peres William, Martinelli
Thalita, Simch Frederico, Orcy Rafael Bueno et al . O impacto da incontinência urinária

28
e seus fatores associados em idosas. Rev. bras. geriatr. gerontol. [Internet]. 2014 Dez
[citado 2016 Fev 17]; 17(4): 721-730. Disponível em: http://www.scielo. br/scielo.php?s-
cript=sci_arttext&pid=S1809-98232014000400721& lng=pt.

5.4.2 Glossário

Elemento opcional, elaborado em ordem alfabética. Relação de palavras ou ex-


pressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanha-
das das respectivas definições.

5.4.3 Apêndice(s)

Elemento opcional. Texto ou documento elaborado pelo autor, a fim de comple-


mentar sua argumentação, sem prejuízo da unidade nuclear do trabalho. O(s) apêndi-
ce(s) são identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos
títulos. Excepcionalmente, utilizam-se letras maiúsculas dobradas, na identificação dos
apêndices, quando esgotadas as 23 letras do alfabeto. A identificação é centralizada.
Ex.:
APÊNDICE A – Avaliação numérica de células inflamatórias totais aos quatro dias de
evolução
APÊNDICE B – Avaliação de células musculares presentes nas caudas em regeneração

5.4.4 Anexo(s)

Elemento opcional. Texto ou documento não elaborado pelo autor, que serve de funda-
mentação, comprovação e ilustração. Os anexos são identificados por letras maiúsculas
consecutivas, travessão e pelos respectivos títulos. Excepcionalmente, utilizam-se letras
maiúsculas dobradas, na identificação dos anexos, quando esgotadas as 23 letras do
alfabeto. As identificações devem vir centralizadas.
Ex.:
ANEXO A – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas
caudas em regeneração – Grupo de controle I (Temperatura...)
ANEXO B – Representação gráfica de contagem de células inflamatórias presentes nas
caudas em regeneração – Grupo de controle II (Temperatura...)

29
5.4.5 Índice(s)

Elemento opcional, elaborado conforme a ABNT NBR 6034. Lista de palavras ou frases,
ordenadas segundo determinado critério, que localiza e remete para as informações
contidas no texto.

6 | regras gerais de apresentação


Poderá ser utilizado papel branco ou reciclado, formato A4 (21 cm x 29,7 cm).
Pode ser utilizado em seu anverso e verso para os elementos textuais e pós-textuais. A
impressão deverá ser em cor preta; somente as ilustrações podem ser coloridas.
A fonte padrão é a Times New Roman (para uso de editores de texto que não
tenham esta fonte, utilizar similar), tamanho 12 para todo o texto. Em outros casos:
a) as citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas
das ilustrações e das tabelas devem ser digitadas em tamanho menor e uniforme (vamos
adotar o tamanho 10), no caso da utilização da norma da ABNT.

As margens deverão obedecer aos seguintes tamanhos:


a) esquerda e superior de 3 cm (quando for utilizada a capa dura, recomen-
da-se passar a margem esquerda para 4 cm);
b) direita e inferior de 2 cm;
c) quando for imprimir no verso, atender para as margens espelhadas.

O parágrafo é de 1,25 cm da margem direita (geralmente, corresponde a um


toque da tecla “tab”, quando assim padronizado). E o espacejamento será de 1,5 para
o texto. Nos casos abaixo, adota-se o espaço simples:
a) as citações de mais de três linhas (APA e ABNT),
b) notas de rodapé,
c) referências,
d) legendas das ilustrações e das tabelas,
e) ficha catalográfica,
f) texto da folha de rosto onde constam a natureza do trabalho, objetivo,
nome da instituição a que é submetida e área de concentração.

As referências, ao final do trabalho, devem ser separadas entre si por um espaço


simples em branco.

30
O alinhamento é justificado em quase todo o texto, pois, para títulos sem indica-
tivo numérico, o alinhamento é centralizado (ver na seção “Títulos”). Em relação ao texto
sobre a natureza do trabalho, que figura na folha de rosto e na folha de aprovação
(a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetido e a área de
concentração) deve ser alinhado do meio da mancha para a margem direita.

Em relação aos títulos:
a) Título das seções primárias (capítulos): escrito em caixa alta (toda a
palavra com maiúscula), sem negrito (Ex.: INTRODUÇÃO). Deve começar em página
ímpar (anverso), na parte superior da mancha gráfica e ser separado do texto que o su-
cede por um espaço entre as linhas de 1,5. Deve ser colocado após sua numeração, dele
separado por um espaço.
b) Título das subseções: escrito em caixa alta e baixa, com negrito (Ex.: 2.1
Contexto histórico). Deve ser separado do texto que o precede e que o sucede por um
espaço entre as linhas de 1,5. Títulos que ocupem mais de uma linha devem ser, a partir
da segunda linha, alinhados abaixo da primeira letra da primeira palavra do título. Deve
ser colocado após sua numeração, dele separado por um espaço. Ex.:
2.2 As consequências da aplicação de teorias administrativas na “administração es-
colar” e o movimento por uma gestão escolar democrática
c) Indicativos de seção (número): precede seu título, alinhado à esquerda,
separado por um espaço de caractere. (Ex. 1 INTRODUÇÃO)
d) Títulos sem indicativo numérico: errata, agradecimentos, lista de ilus-
trações, lista de abreviaturas e siglas, lista de símbolos, resumos, sumário, referências,
glossário, apêndice(s), anexo(s) e índice(s) – devem ser centralizados.
e) Sem título e sem indicativo número: folha de aprovação, a dedicatória
e a epígrafe.
f) Numeração progressiva: Os títulos das seções primárias, por serem as
principais divisões de um texto, devem iniciar em folha distinta. Destacam-se, gradativa-
mente, os títulos das seções, utilizando-se os recursos de caixa alta para os títulos de ca-
pítulo e o negrito para os subtítulos (sendo escrito assim no sumário e, de forma idêntica,
no texto).
g) Todas as seções devem conter um texto relacionado com elas.
h) Quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção que
não possua título, esta deve ser subdividida em alíneas. Quando as alíneas forem cumu-
lativas ou alternativas, pode ser acrescentado, após a penúltima, e/ou conforme o caso.
As alíneas, exceto a última, terminam em ponto-e-vírgula.

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Para a paginação, considerar as seguintes normas:
a) todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser conta-
das sequencialmente, mas não numeradas;
b) a numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual (ge-
ralmente, a Introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2
cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha;
c) quando o trabalho for digitado ou datilografado em anverso e verso, a
numeração das páginas deve ser colocada no anverso da folha, no canto superior direi-
to; e no verso, no canto superior esquerdo;
d) havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de ma-
neira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal.

Em relação às notas de rodapé, observar as seguintes normas:


a) devem ser digitadas dentro das margens, ficando separadas do texto por
um espaço simples de entre as linhas e por filete de 5 cm, a partir da margem esquerda;
b) devem ser alinhadas, a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo
da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente, sem espaço entre
elas e com fonte menor.
Sobre o uso de siglas, orientamos que, quando aparecer pela primeira vez no
texto, a forma completa do nome preceda a sigla, colocada entre parênteses. Ex. Asso-
ciação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
As equações e fórmulas, para facilitar a leitura, devem ser destacadas no texto.
Nesse sentido, na sequência normal do texto, é permitido o uso de uma entrelinha maior
que comporte seus elementos (expoentes, índices e outros).

Para as ilustrações, orientamos que, qualquer que seja o tipo de ilustração:


a) sua identificação apareça na parte superior, precedida da palavra desig-
nativa (desenho, esquema, fluxograma, fotografia, gráfico, mapa, organograma, plan-
ta, quadro, retrato, figura, imagem, entre outros), seguida de seu número de ordem de
ocorrência no texto, em algarismos arábicos, travessão e do respectivo título;
b) após a ilustração, na parte inferior, indicar a fonte consultada (elemento
obrigatório, mesmo que seja produção do próprio autor), legenda, notas e outras infor-
mações necessárias à sua compreensão (se houver);
c) a ilustração deve ser citada no texto e inserida o mais próximo possível do
trecho a que se refere.

Os quadros são considerados ilustrações. Diferenciam-se de tabelas, pois po-

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dem conter qualquer tipo de informação. Suas laterais são fechadas e sem limites de
linhas horizontais.

Já as tabelas são caracterizadas, diferenciando-se de um quadro, pela predomi-


nância da informação numérica. Elas são compostas de:
a) Topo: número e título;
b) Centro: com moldura, onde estão os dados numéricos e os termos neces-
sários à sua compreensão. Formado por quatro espaços menores dedicados ao: cabeça-
lho, coluna, linha e célula.
− Cabeçalho: espaço superior, destinado à indicação do conteúdo das co-
lunas.
− Coluna: espaço vertical, destinado aos dados numéricos ou aos indicado-
res de linha.
− Linha: espaço horizontal, destinado aos dados numéricos.
− Célula: resulta do cruzamento de uma linha com uma coluna, destinado
ao dado número ou sinal convencional.
c) Rodapé: espaço inferior, destinado à fonte, nota geral ou nota específica.
As tabelas devem ser citadas no texto, inseridas o mais próximo possível do trecho a
que se referem e padronizadas conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE). Elas devem:
a) ser inseridas no texto como arquivo tipo figura, centralizadas na página;
b) não ultrapassar as margens da página.

Podem ser feitas em programas como o Excel, copiadas e coladas (Colar Especial)
como imagem (figura) no corpo do trabalho. A fonte de letra na tabela segue a do res-
tante do trabalho (Times New Roman, tamanho 12). Se a tabela for maior que a página,
deverá ser dividida.
Os traços (molduras) internos da tabela, na forma horizontal, são utilizados para
separar o topo, o cabeçalho e o rodapé. Não devem ser utilizados traços verticais nas
margens direita e esquerda da tabela.
Os títulos das tabelas, obrigatórios, serão centralizados, na mesma fonte, nu-
merados na ordem em que aparecem no texto, buscando sintetizar, da melhor maneira
possível, com clareza e objetividade, os dados da tabela.
A fonte das informações deve ser alinhada à esquerda da tabela, em fonte Times
New Roman (ou similar, conforme p. 30), tamanho 10, sem negrito.

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REFERÊNCIAS

INSTITUTO Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Plágio acadêmico: co-
nhecer para combater. Rio de Janeiro: INCA, 2012. Disponível em: <http://bvsms.saude.
gov.br/bvs/publicacoes/inca/plagio_academico.pdf>. Acesso em 4 dez. 2015.

SILVA, Antonio Fernando Gouvêa da. A busca do tema gerador na práxis da educação
popular: metodologia e sistematização de experiências coletivas populares. 2ª ed. rev.
Curitiba: Editora Gráfica Popular, 2007.

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