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TOPICO 1

PROGRAMA BOLSA FAMILIA

Dentro dos programas de políticas publicas assistencialistas, encontra-se o programa


Bolsa Família (programa de transferência direta de renda), sendo este implementado
pelo governo com o objetivo de colocar fim a pobreza da população brasileira. O
referido programa foi criado pela Lei nº 10.836 de 09 de janeiro de 2004. Trata-se de
um programa que visa integrar à educação e à saúde, alem da distribuição de valores
àqueles que estejam em conformidade com as condições estabelecidas para receber essa
renda extra.
É evidente que apenas o Programa Bolsa Família não vai reduzir efetivamente as
desigualdades sociais no Brasil, tampouco vai erradicar a pobreza extrema.
Óbvio que o sistema é sujeito a falhas ou fraudes e pode ser corrompido por pessoas
de má-fé, movidas pela ganância, assim como qualquer outro sistema, independente
do viés político.
É inegável que a grande maioria da população brasileira é pobre e que o poder e os
recursos são concentrados nas mãos da elite, nesse passo, o Programa Bolsa
Família visa combater essa desigualdade, a fim de garantir o que a Constituição
Federal de 1988 resguarda a todos seus indivíduos, independentemente de cor, etnia,
sexo, condição social.

TOPICO 2

PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA

O Programa Minha Casa Minha Vida está ligado à Secretaria Nacional de Habitação do
Ministério das Cidades, que coordena a concessão de benefícios junto à Caixa
Econômica Federal, o Banco do Brasil, governos e entidades locais.
O programa se divide em três fases:
A Fase 1 teve início em 2009 e seu objetivo principal era popularizar a aquisição de
unidades habitacionais em todo território brasileiro. Nesta fase foi contemplada três
faixas de renda.
Faixa 1: renda mensal bruta ate 1.600;
Faixa 2: renda mensal bruta ate 3.275;
Faixa 3: renda mensal bruta ate 5000.
A fase 2 iniciou durante o ano de 2011 e tinha como meta construir 2 milhões de novas
unidades com um investimento de R$125,7 bilhões até o final de 2014.
A fase 3 iniciou em 2016 com o objetivo de contratar mais de 2 milhões de unidades
habitacionais ate 2018.
A política habitacional deve ser considerada como campo de correlação de forças, no
qual é possível assegurar o acesso à moradia dentro do sistema capitalista, notadamente
através do consumo da propriedade e da mercadoria “habitação”, mediante a ideologia
da casa própria e das políticas de crédito, como já revelou Engels em seu livro “Sobre a
questão da moradia” (2015).