MANUAL DE APLICAÇÃO

CICLO INTRODUTÓRIO

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Manual de aplicação dos cursos do ciclo introdutório / [editor] Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. - Brasília : Ed. Auta de Souza, 1997. 276 p. : il. ; 23 cm. ISBN: 85-86104-04-3 1. Manual. 2.Ciclo introdutório de estudos. 3.Instrutores. 4. Planejamento. 5.Programa de aplicação dos cursos. I. Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. II. Título. CDD 133.9 CDU 135.9

MANUAL DE APLICAÇÃO
CICLO INTRODUTÓRIO

BRASÍLIA SOCIEDADE DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA "AUTA DE SOUZA" EDITORA AUTA DE SOUZA 1997

Copyright @ 1997 SOCIEDADE DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA "AUTA DE SOUZA" EDITORA "AUTA DE SOUZA" Capa: Alexandre Ribeiro Gonçalves Ilustração: Divino Cláudio dos Santos Revisão: Marivaine Ferreira Dias e Pedro Aganian Silva dos Santos Revisão Metodológica: Christine Garrido Marquez ISBN: 85-86104-04-3

Todo o produto desta obra é destinado à manutenção dos serviços assistenciais e de divulgação da Sociedade de Divulgação Espírita "Auta de Souza" QSD Área Especial nº 17, Taguatinga Sul - Distrito Federal

Impresso no Brasil

"Muito natural e louvável é, em todos os adeptos, o desejo, que nunca será demais animar, de fazer prosélitos. Visando facilitar-lhes esta tarefa, aqui nos propomos a examinar o caminho que nos parece mais seguro para atingir esse objetivo, afim de lhe pouparmos inúteis esforços." Allan Kardec

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........................ 1........2 .................................................CADERNO DE EXERCÍCIOS . 13 2 .................... 11 13 13 15 15 16 16 17 17 18 18 19 19 19 19 1 ......... CONTINUIDADE E METODOLOGIA .......................... 1....................................................................... 2.............................................................. 21 23 23 26 28 28 29 29 30 31 4 ......NORMAS DOS CURSOS .................................SUMÁRIO Apresentação .................................................................................. 1..............2 .....................................A ESCOLA DE MÉDIUNS ......ALIAR O ESTUDO À PRÁTICA ........................................4 .......................................................................... 1....................................................................1 ......4 ...............................................................................ESPECIALIZAÇÃO ...............................................O ESTUDO EM GRUPO ............A FORMAÇÃO DE INSTRUTORES . 3....7 ................................. ........SERIEDADE...................................... 21 3................................................................................2 ......................... 2........................PORQUE ESTUDAR .........................3 ..................................................................... 2........................................................................................4 ......PALAVRAS DE KARDEC .................................................................8 .....................................CONDUTA ....PLANEJAMENTO ..................................................... 3................................................................ 4....................................2 ............................................................................................... 3 ...............................................CURSOS REGULARES ....... 3..............................................................6 .......SEPARAR O FALSO DO VERDADEIRO .......... 1.......1 .................................5 ...........................................................RECICLAGEM DE INSTRUTORES .............................5 ......JUSTIFICATIVA ................. 3................................O QUE ESTUDAR .................................................3 ......6 ...................................... 3................................................................................................................... 2...................NA ESCOLA DA ALMA ......... 4....3 ............................ 2....................................OBJETIVOS ................O CICLO INTRODUTÓRIO ......................................................................6 ................................................................AMAI-VOS E INSTRUÍ-VOS ...3 ..OS CURSOS DO CICLO INTRODUTÓRIO ....1 ............PREPARO DE INSTRUTOR ...O CENTRO ESPÍRITA E O ESTUDO .............................................................................REUNIÃO DE INSTRUTORES ......... 29 4.................................A ESCOLA DO ESPIRITISMO .......................................................... 1.. 4....5 ..4 .............. 18 2.........................................................................INSTRUÇÃO E EVANGELIZAÇÃO .......................... 1.....................VANTAGENS DO ESTUDO PRÉVIO ...........1 .............. 1....

............................3 .............................................................................CONTEÚDO DO CURSO ......O "NOSSO LAR"................................................................................................A COLEÇÃO DE ANDRÉ LUIZ .....................6 ..................... 35 5......................... 38 5................................................ 67 8 ..1 ...........................................................PLANO DE UNIDADE ..................CRITÉRIO DE PROMOÇÃO ........................PLANO DE UNIDADE .........MATERIAIS DIDÁTICOS DO CICLO INTRODUTÓRIO ....................... 197 12........6 ............... 41 6 .......................... 101 10..IMPORTÂNCIA ........................................................METODOLOGIA .....4 ............................................................................................................................................................ 35 5.....................ANOTAÇÕES EM TORNO DA CORRENTE MAGNÉTICA . 119 10...............1 ..QUADRO SINTÉTICO DO PROGRAMA DE APLICAÇÃO DOS CURSOS ..................TÉCNICAS DE TRABALHO EM GRUPO .............. 47 6.............................5 ...........4 .................... 172 11............................ 135 10.................................................................................1 .................................... 49 6..............................3 .........................................DA EQUIPE DE INSTRUTORES ......... 138 11 .............. 36 5........5 ............ 167 11....................................3 .................................................................. 61 7 ..............2 ..ENTREVISTANDO ANDRÉ LUIZ ........................................................ 105 10.................................9 ........... 67 7..........................2 ...TÉCNICAS DE ENSINO .......................................................... 67 7........................................................EXERCÍCIOS PRÁTICOS ......TRIAGEM E MATRÍCULA ......TÉCNICAS DE DEBATE .....................................................3 ...A INFLUÊNCIA DA OBRA DE ANDRÉ LUIZ NO DESENVOLVIMENTO DO ESPIRITISMO ... 163 11......1 ............4 ...................PLANO DE CURSO . 82 9.................................... 39 5............................ENSINO SOCIALIZADO .......................................MODELOS E FORMULÁRIOS ......................CONTEÚDO DO CURSO .................................... 208 12....................................PLANO DE CURSO .................................................7 ........................................................................................... 32 5....8 .................2 .........2 ........................................................................................4 ..............................................................................5 ........... 69 9 ......8 ............ASPECTOS PEDAGÓGICOS DO CICLO INTRODUTÓRIO .......3 ........................................... 161 11......................................................CONTEÚDO DO CURSO ................................................DIVULGAÇÃO ...........9 .........................................ASPECTOS GERAIS DA VIDA E OBRA DE ALLAN KARDEC .............................. VISTO PELA ÓTICA DA TERRA ........................... 83 10 ..PLANEJAMENTO .....................................................PROGRAMA DO CURSO PASSE ...NOÇÕES DE MEDIUNIDADE ...............................................2 ...................A OBRA DE ANDRÉ LUIZ EDITADA PELA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA ......ANOTAÇÕES EM TORNO DE ANDRÉ LUIZ ..............PLANO DE CURSO ..TÉCNICAS DE SENSIBILIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO ....... 32 5........................................4 ................................................ 134 10... 121 10........RECURSOS DIDÁTICOS ..1 ............ 120 10.............................................PLANO DE CURSO ..... 212 ................................ 34 5............................ 71 9.............................. 191 12 ......PROGRAMA DO CURSO CORRENTE MAGNÉTICA .......................1 .............................PROGRAMA DO CURSO NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA ... 35 5........CARTAZ .......2 ..................................3 ....................... 79 9. 47 6....................5 ...............................................................................................................................1 ................................................................................................................4 ............................... 128 10.........................................2 ......... 71 9.................7 ..............PLANO DE UNIDADE ..... 210 12..................................................................... 47 6. 170 11.......REFORMA ÍNTIMA ......................................................................................................................................... 195 12............................................PROGRAMA DO CURSO NOSSO LAR .............................................................CONTEÚDO DO CURSO .................................PLANO DE UNIDADE ........................................... 103 10..........

.................................................................. 267 .......................CORRENTE MAGNÉTICA .............4 .............................................................13 .........................................................................1 .. 231 13...............PASSE ................................................. 252 259 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................... 231 13.3 ............. 238 13.................NOSSO LAR .............................GABARITOS DOS EXERCÍCIOS DOS CURSOS DO CICLO INTRODUTÓRIO 13......................................................................................NOÇÕES BÁSICAS .................2 .................................

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para ministrar os conhecimentos doutrinários. PASSE e CORRENTE MAGNÉTICA . preparação da equipe e apoio pedagógico na aplicação dos estudos iniciais na instituição espírita.” A Casa Espírita. Os cursos do Ciclo Introdutório de Estudos Espíritas.. Aborda os aspectos pedagógicos do Ciclo Introdutório... Estes cursos teórico-práticos são ministrados acompanhados dos respectivos Cadernos de Exercícios. cujos gabaritos encontram-se relacionados no final deste Manual. universidade de formação de nossa alma. visam a preparação e integração na Escola de Médiuns e trabalhos da Casa Espírita. NOSSO LAR. deverá escolher seus professores e trabalhar com assiduidade.preparada e séria . necessita contar com a sua equipe de instrutores . O instrutor encontra a programação detalhada destes estudos. composto da série de quatro cursos . Quem quiser com eles instruir-se tem que com eles fazer um curso.APRESENTAÇÃO O emérito codificador do Espiritismo. em sua Introdução.] O mesmo ocorre em nossas relações com os Espíritos. no O Livro dos Espíritos. enriquecida com importantes pesquisas doutrinárias. nos esclarece: “[. . exatamente como se procedem entre nós. Allan Kardec. trazendo algumas sugestões de técnicas de ensino que norteiem o instrutor na dinamização da aula.NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA. O presente MANUAL DE APLICAÇÃO DO CICLO INTRODUTÓRIO destina-se a tal mister: servir aos instrutores como um roteiro. através dos cursos regulares.. mas.

esperando contribuir na melhoria do ensino doutrinário.A Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza traz a sua colaboração. aplicado aos estudos na Casa Espírita. Muita paz! Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza .

130-131). a lançar-vos um dia. oferecendo os instrumentos do conhecimento e da serenidade.. (Paris. vozes vos clamam : “Irmãos ! nada perece." (Kardec.. ed. livres e alegres. para deixar de estender mão socorredora aos infelizes transviados que.]" (André Luiz. 107.O Espírito de Verdade. Eis que do além-túmulo. Esse ou aquele cooperador que desistam de aprender. a se fixarem no carro somático para complexas provas ou expiações. o Espiritismo dispõe de vigorosos recursos para a edificação do templo da educação.]. a fim de serdes os artífices da vossa imortalidade. não mistureis o joio com a boa semente.1 . este o primeiro ensinamento. que compreendeis as trevas das vossas inteligências. porquanto se acham sujeitos a provas mais perigosas do que as vossas. ao regaço de vosso Pai. não raro. não afasteis o facho que a clemência divina vos coloca nas mãos para vos clarear o caminho e reconduzir-vos. incorporando novos conhecimentos. Bebei na fonte viva do amor e preparai-vos. p. 166).1 . porquanto penetra nas raízes da vida. filhos perdidos. no seio dAquele que vos criou fracos para vos tornar perfectíveis e que quer modeleis vós mesmos a vossa maleável argila. de modo a elucidar recalques. Sinto-me por demais tomado de compaixão pelas vossas misérias. distonias que repontam desde os primeiros dias da conjuntura carnal. vendo o céu. 8. Estou convosco e meu apóstolo vos instrui. Jesus-Cristo é o vencedor do mal. 2 . jornadeando com o espírito através dos tempos. equaciona como problemas obsessivos as conjunturas em que padecem trânsfugas da responsabilidade.O Espírito da Verdade (Paris. 1860). que julgáveis o nada. Em verdade vos digo: os que carregam seus fardos e assistem os seus irmãos são bem-amados meus.] em qualquer setor de trabalho a ausência de estudo significa estagnação.AMAI-VOS E INSTRUÍ-VOS "Homens fracos. condenam-se fatalmente às atividades de subnível [. repetindo experiências para a libertação. Considerando os fatores preponderantes como os secundários que atuam e desorganizam os implementos físicos e psíquicos.O Evangelho segundo o Espiritismo.. que também o sopro dos Espíritos dissipe os vossos despeitos contra os ricos do mundo. caem nos abismos do erro. Crede. No Cristianismo encontram-se todas as verdades. Espíritas ! amai-vos.. 1861).. sede os vencedores da impiedade. muito miseráveis. da cultura e da experiência aos . ..JUSTIFICATIVA 1." [. p. Nos domínios da mediunidade. ed. as utopias com as verdades. pela vossa fraqueza imensa. "ESPIRITISMO E EDUCAÇÃO . 1.. que são. neuroses. reencetando tarefas. instruí-vos. meditai sobre as coisas que vos são reveladas. . agora travestidos em roupagem nova. Instruí-vos na preciosa doutrina que dissipa o erro das revoltas e vos mostra o sublime objetivo da provação humana. Assim como o vento varre a poeira.. cativos da vida.Doutrina eminentemente racional. A educação encontra no Espiritismo respostas precisas para melhor compreensão do educando e maior eficiência do educador no labor produtivo de ensinar a viver. este o segundo. amai. são de origem humana os erros que nele se enraizaram.PORQUE ESTUDAR "[.

A propaganda doutrinária para a multiplicação dos prosélitos é a necessidade imediata do Espiritismo? -De modo algum. . da parte de todos quantos militam nas suas fileiras. na repetição das experiências. o Espiritismo em seus valores cristãos não possui finalidade maior que a de restaurar a verdade evangélica para os corações desesperados e descrentes do mundo. através dos quais os tornam homens voltados para Deus. mas não fornecem as luzes interiores. A palavra dos guias e mentores do Além ensina. sendo justo. depois de vossa edificação com . cuja obra exige de cada um sacrifícios e renúncias santificantes. desejosos de luz e de evolução. mas. em particular. é firme e imperecível. a realização do mecanismo doutrinário em ação. porém. esse é o esforço. Estudos espíritas. p. pertence ao Cristo e seus prepostos. A direção do Espiritismo. porém. Os escritores e os cientistas doutrinários poderão movimentar seus conhecimentos na construção de novos enunciados para as filosofias terrestres. no laborioso aprendizado da vida. ou apenas com o fato de guardarmos o valor da crença no coração? -Numerosos filósofos hão compendiado as teses e conclusões do Espiritismo no seu aspecto filosófico. O plano invisível poderá trazer-vos as mensagens mais comovedoras e convincentes dos vossos bem-amados. 173). ". somente conseguidas à custa de grande esforço e trabalho individual. Teorias e fenômenos inexplicáveis sempre houve no mundo. mas a obra definitiva do Espiritismo é a da edificação da consciência profunda no Evangelho de Jesus Cristo.reiniciantes do sublime caminho redentor.” (Joanna de Ângelis. Aliás. Só o trabalho de auto-evangelização. podereis guardar os mais elevados princípios de crença no vosso mundo impressivo. como estamos examinando os valores propriamente do mundo.O sentimento e a sabedoria são as duas asas com que a alma se elevará para a perfeição infinita. mas não pode constituir elementos definitivas de redenção.A alma humana poder-se-á elevar para Deus tão-somente com o progresso moral. considerar a superioridade do primeiro sobre o segundo. onde poderemos encontrar a fonte principal de ensino que nos oriente para a iluminação? Poderemos obtê-la com as mensagens de nossos entes queridos. A necessidade imediata dos arraiais espiritistas é a do conhecimento e aplicação legítima do Evangelho. Só o esforço individual no Evangelho de Jesus pode iluminar. que nenhum roteiro doutrinário poderá ultrapassar. Todavia. na sua feição de Evangelho redivivo. porquanto a parte intelectual sem a moral pode oferecer numerosas perspectivas de queda. representando o núcleo mais importante das energias evolutivas. enquanto que o avanço moral jamais será excessivo. O trabalho de cada um na iluminação de si mesmo deve ser permanente e metodizado. precário e perecível. engrandecer e redimir o espírito. para a iluminação do íntimo. ambos são classificados como adiantamento moral e adiantamento intelectual.Nos trabalhos espiritistas. só tendes no mundo o Evangelho do Senhor. Os fenômenos acordam o espírito adormecido na carne. No círculo acanhado do orbe terrestre. junto de vossa personalidade. antes de qualquer esforço humano. sem os valores intelectivos? . . devemos reconhecer que ambos são imprescindíveis ao progresso. o bem e o próximo. porquanto. científico e religioso. todavia.

p. a fim de melhor entendermos os quesitos preciosos da existência." (Emmanuel. intransferíveis. 204. êste o segundo. sempre que possível. porque é no Templo Espírita . alcançareis aquela verdade que vos fará livres. instruí-vos. procurando agir em grupo. A terra e o semeador.o exemplo do Mestre.O estudo em grupo é hoje um método muito divulgado. perg. colocando balizas demarcatórias no campo das conquistas pessoais. cabe-nos a todos o dever de mergulhar o pensamento nas fontes lustrais do conhecimento. hoje como sempre é de imensurável significação. O estudo do Espiritismo. todo o programa que ainda hoje é programa para nossa vida. 33). 219). portanto. constituiu um grupo de doze companheiros para debater os assuntos relativos à doutrina salvadora do Cristianismo. êste o primeiro ensinamento. vamos dizer. as leis preponderantes da Causalidade. Programa de vivência que nós estamos tentando conhecer e tanto quanto possível aplicar na Doutrina Espírita. o próprio Jesus desistiu de agir sozinho.." Estudar sempre e incessantemente a fim de amar com enobrecimento e liberdade.. procurando imprimir naquelas mentes. Um conceito espírita como glossário para cada dia.. Sim." (Joanna de Ângelis.. Pequena página para reflexão. no campo de nossas lides e lutas cotidianas. O consolador.O QUE ESTUDAR "No que diz respeito à Doutrina Espírita. 1. Ele reconheceu a sua missão divina. todos podem realizar curso inadiável para promoção espiritual na escola terrestre. 15. Um quarto de hora. ed. que o Espiritismo hoje restaura. de modo a podermos dirimir equívocos e dúvidas.5 . Definiu-lhe a validade o Espírito de Verdade. no lapidar conceito exarado em "O Evangelho Segundo o Espiritismo": "Espíritas! Amai-vos. diariamente.Tanto para os Jovens como para os adultos o estudo em grupo é o mais eficiente até porque nós não podemos esquecer que na base do Cristianismo. ed..3 . como currículo educativo.. p. dedicado ao estudo.O ESTUDO EM GRUPO "P . 1. 6. depois de quase vinte séculos. Uma nótula retirada do contexto luminoso da Codificação para estruturar segurança em cada 24 horas.O CENTRO ESPÍRITA E O ESTUDO "Os nossos amigos espirituais sempre nos ensinaram a considerar os Centros Espíritas como a Escola mais importante de nossa alma. no dia reservado ao Culto Evangélico do Lar. Este método é vantajoso para o adolescente ? R . diuturnamente. Celeiro de bênçãos. Uma pausa para a prece e singelo texto para vigilância espiritual. 218. 80-81).4 . Uma noite por semana para o estudo espírita." (Emmanuel. simultâneamente. 1.

] Efetivamente.] Estudar para aprender." (Emmanuel. Estabelecimentos para a instrução primária. Portanto um Templo Espírita é uma Universidade de formação espiritual para as criaturas humanas. tanto quanto ele. Destacar a obra e olvidar-nos.. Ao lado.. que realmente são importantes.] Estamos defrontados no Espiritismo por uma tarefa urgente: desentranhar o pensamento vivo de Allan Kardec dos princípios que lhe constituem a codificação doutrinária... 115).. Kardec. E a vida em equipe é disciplina produtiva. em torno da tolerância. [. p. à frente do Universo e da Vida. com esquecimento de nós mesmos. ed." (Emmanuel e André Luiz. nós aprendemos Ciências que vão aperfeiçoar os nossos recursos intelectuais. universidades para o ensino superior. como sejam o alimento ao faminto e o remédio ao doente. . Entrevistas. segundo o ensinamento de Jesus. "[. nós vamos encontrar os estudos e os raciocínios adequados à nossa necessidade de vivência em paz no mundo com a vivência igualmente do Amor uns para com os outros. p. na atualidade. 6. deve e precisa estudar. numa Faculdade de ensino superior que nos merece o máximo acatamento. ensinando a viver [. 1.".. que nós não podemos esquecer : "Amai uns aos outros como eu vos amei. porém. Trabalhar para servir sempre mais. [. orientado segundo os preceitos do Evangelho. buscou desentranhar o pensamento vivo do Cristo dos ensinamentos contidos no Evangelho. Capacitemo-nos de que o estudo reclama esforço de equipe. Quem aspire a entesourar os valores da própria emancipação íntima.NA ESCOLA DA ALMA "Levantam-se educandários em toda a Terra. Por exemplo. que são atitudes da alma que nós não teremos sem estudar. De modo que.. ed.6 . Aprender para trabalhar. Mas. se é possível sanar as deficiências do corpo pelas doações da beneficência. sem raciocinar. na permuta de experiências e na aquisição de conhecimento. 5. ao estudo da Química. Compreender que realização e educação solicitam entendimento e apoio mútuo. das instituições que visam à especialização profissional e científica. Estude e viva. e por isso o Espírito de Emmanuel..que nós recebemos de outros e podemos doar de nós mesmos os valores que servirão a cada um de nós para a vida eterna. porque. nem por osmose.. não podemos menosprezar as lições em torno da paciência. não alcançaremos a libertação verdadeira sem abolir o cativeiro da ignorância no reino do espírito. no Centro Espírita. E forçoso será observar que o conhecimento é um tipo de aquisição que exige de nós caridade para conosco.. empresta a maior importância ao Templo Espírita. para a melhoria da nossa vida interior.. encontramos no templo espírita a escola da alma.] Somos trazidos à escola espírita. a fim de auxiliarmos e sermos auxiliados. nós damos tanta importância ao Estudo da Matemática.. a luz do espírito não se transmite nem por imposição. porque o Templo Espírita revive as casas do Cristianismo simples e primitivo em que os nossos corações se reúnem em torno dos ensinamentos do Cristo. Estude e viva. 17-19). que nos orienta as atividades desde 1931. em favor de todos.

p. Estude e viva. ed. 6. Conduta espírita. deverá sair da generalidade para produzir o útil e o agradável..ESPECIALIZAÇÃO ". Em mediunidade. ainda não apareceu.ALIAR O ESTUDO À PRÁTICA "Pelo menos uma vez por semana. O consolador." (Emmanuel e André Luiz. A especialização na tarefa mediúnica é mais que necessária e somente de sua compreensão poderá nascer a harmonia na grande obra de vulgarização da verdade a realizar.O homem do mundo. . 53). perg. igualmente. Não esquecer que o seu auxílio ao grupo deve ser tão substancial e tão importante quanto o auxílio que o grupo está prestando a você. 15. O homem enciclopédico. 388). 1. em faculdade. ed." (André Luiz.Nos trabalhos mediúnicos temos que considerar. na esfera de suas possibilidades individuais. e temos de considerar que a mediunidade somente agora começa a aparecer no conjunto dos atributos do homem transcendente.Pense no valor de sua cooperação na melhoria e no engrandecimento da equipe de que participa. amanhã será ajudado. 15. os imperativos da especialização ? .8 . ed. nas organizações geniais que raramente surgem na Terra. cumprir o dever de dedicar-se à assistência. p... (Emmanuel. 1.7 . no círculo de obrigações que lhe competem na vida. em favor dos irmãos menos felizes. 20-22). visitando e distribuindo auxílios a enfermos e lares menos aquinhoados. esteja ela constituída no templo doutrinário ou em seu culto doméstico de elevação espiritual. Quem ajuda hoje. senão em gérmen. devemos submeter-nos aos mesmos princípios.

p. CONTINUIDADE E METODOLOGIA "Dissemos que o Espiritismo é toda uma ciência . dispor-se a um estudo sério e persuadir-se de que ele não pode. Não nos cabe ser juiz e parte e não alimentamos a ridícula pretensão de ser o único distribuidor da luz.SERIEDADE. 74. como primeira condição. ao acaso. 58. ed. quando propostas ao acaso e à queima-roupa. de nenhum modo.. de fazer adeptos esclarecidos.PALAVRAS DE KARDEC 2.. para ser elucidada. uma questão. Por esse lado. Quem. só pode ser feito com utilidade por homens sérios. dirigir a um sábio perguntas acerca de uma ciência cujas primeiras palavras ignore ? Poderá o próprio sábio. toda uma filosofia. O livro dos médiuns. Quem quiser com eles instruir-se tem que com eles fazer um curso.CURSOS REGULARES "Um curso regular de Espiritismo seria professado com o fim de desenvolver os princípios da Ciência e de difundir o gosto pelos estudos sérios. que der. visto não querermos. ininteligível." (Kardec.3 . "Acrescentamos que o estudo de uma doutrina. p. Os que desejem tudo conhecer de uma ciência devem necessariamente ler tudo o que se ache escrito sobre a matéria. Quem deseje tornar-se versado numa ciência tem que a estudar metodicamente. p. perseverantes. por maior que seja sua boa-vontade. e o que principalmente convém é encará-lo pelas suas conseqüências. Devem mesmo ler o pró e o contra.2 . Esse curso teria a vantagem de fundar a unidade de princípios. O Espiritismo. a fim de poderem julgar por comparação." (Kardec. será forçosamente incompleta e quase sempre. 2.]. não se limitando a um único autor. O livro dos espíritos. O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá. o que haja de principal. Toca ao leitor separar o bom do mau. começando pelo princípio e acompanhando o encadeamento e o desenvolvimento das idéias." (Kardec. 58. entende com todas as questões que interessam a Humanidade. que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande. deverá escolher seus professores e trabalhar com assiduidade. 35). pois. ou parecerá absurda e contraditória. como as apologias. ser aprendido a brincar. Será de admirar que muitas vezes não se obtenha nenhuma resposta sensata a questões de si mesmas graves. como nenhuma outra ciência. dar-lhe resposta satisfatória ? A resposta isolada. também já o dissemos. sucede freqüentemente que. qual a Doutrina Espírita. O livro dos médiuns. Que adiantará aquele que. nem criticamos obra alguma. 48). influenciar a opinião que dela se possa formar.SEPARAR O FALSO DO VERDADEIRO "Isto pelo que nos diz respeito. O mesmo ocorre em nossas relações com os Espíritos. exatamente como se procede entre nós.1 . livres de prevenções e animados de firme e sincera vontade de chegar a um resultado. não preconizamos. colocamo-nos nas fileiras.2 . 2. as críticas... mas. Trazendo nossa pedra ao edifício. por complexa.. capazes . pelo menos. ed. ed. por isso mesmo. 31). ou. inteirar-se dos diferentes sistemas. [. seriamente queira conhecê-lo deve. o verdadeiro do falso. tem imenso campo. em meio de uma aluvião de outras extravagantes ? Demais. exige a solução de outras preliminares ou complementares.

5 .] Mas.A ESCOLA DO ESPIRITISMO "Este trabalho que não dissimulamos. ed. 2... nós teríamos o direito de nos sentirmos envaidecidos com a acusação." (Kardec..] O meio.4.4 .6 ...os médiuns perfeitamente compenetrados do importante papel que representam na família humana e cheios dessa seriedade.3 . aquele que ensina.VANTAGENS DO ESTUDO PRÉVIO 2. para a propaganda.. já nos acusam de querermos fazer escola no Espiritismo. Pergunto: .onde a escola de médiuns? Existe? Porventura os homens que têm a boa vontade de estudar convosco os mistérios do Criador. aliás.." (Kardec.4.] Falamos. ele saberá manter-se em guarda e evitar a conjuntura de adquirir a experiência à sua própria custa. a saber em que condições podem produzir-se e quais os obstáculos que podem. consiste em se começar pela teoria. de modo que o estudante vem a conhecê-los. 58. precisamos dos elementos constitutivos dela.de espalhar as idéias espíritas e de desenvolver grande número de médiuns.. preparando os seus Espíritos para o ressurgir da outra vida. encontram em vós os instrumentos disciplinados . ed. Aí todos os fenômenos são apreciados. 45)." (Kardec. ed. também. que dá uma idéia da grandeza da nossa Doutrina?" (FEB. assim.. 58. 2. 44).] Este caminho ainda oferece outra vantagem: a de poupar uma imensidade de decepções àquele que queira operar por si mesmo. p. antes à razão do que aos olhos. Considero esse curso como de natureza a exercer capital influência sobre o futuro do Espiritismo e sobre suas conseqüências. Precavido contra as dificuldades. bem como dos que vendo as coisas de um outro ponto de vista. 28. 58.A ESCOLA DE MÉDIUNS "[. encontrar. O livro dos médiuns. de se obviar a este inconveniente. p. O livro dos médiuns. p. 18)..Começar pela teoria "[.. é por experiência que dizemos consistir o melhor método de ensino espírita em se dirigir. A prece segundo o Evangelho. 2. levantará mais de uma crítica da parte daqueles a quem desagrada a severidade dos princípios.. p. Se é fazer escola procurar nesta ciência o fim útil e proveitoso para a humanidade.1 . a lhes compreender a possibilidade. 342). O livro dos médiuns.4. 2. 2..2 . muito simples. p. pois.Poupar decepções "[. Esse o método que seguimos em as nossas lições e pelo qual somente temos que nos felicitar. ed. ed." (Kardec. 44). Obras póstumas. por experiência e. Mas uma tal .O melhor método "[. 25. explicados.

ao contrário. 1861." (Revista Espírita. sentindo-nos. aspiramos apenas o modesto título de propagandista.escola não necessita de outro chefe. p. escreveremos em seu frontespício: ESCOLA DO ESPIRITISMO MORAL E FILOSÓFICO. . jan. felizes de nos colocarmos sob sua bandeira.4. n. v. com o que concordam todos quanto temos necessidade de esperanças e de consolações. Se um nome é necessário. senão o bom senso das massas e a sabedoria dos bons Espíritos. Eis porque declinamos da honra de a ter fundado.1 .1). que a teriam criado sem a nossa intervenção.

os que. Desobsessão.A FORMAÇÃO DE INSTRUTORES 3. vivenciasse seus ensinos. mas.” (André Luiz. exatamente como se procede entre nós.” (André Luiz. O livro dos espíritos. dirigir a um sábio perguntas acerca de uma ciência cujas primeiras palavras ignore ? Poderá o próprio sábio.. será forçosamente incompleta e quase sempre.. p. quem estuda melhor. no que concerne a horários e anotações. p. dar-lhe resposta satisfatória ? A resposta isolada. em esforço perseverante durante toda a vida.3 . ou parecerá absurda e contraditória." (Kardec. deverá escolher seus professores e trabalhar com assiduidade. por alimento da própria alma.O estudo "[. 1988.9). mar. treva presente.1 . Disciplinar-se na leitura. 137-139). que cabedal enorme de conhecimentos e de experiências carregariam para sempre!” (Reformador.PREPARO DO INSTRUTOR 3.. 12.1 . 31). Que adiantará aquele que. Se a grande maioria dos espiritistas se dedicasse ao estudo aprofundado e constante da Doutrina e. ao acaso. versem temas fundamentais da Doutrina Espírita.1908. Imaginemos a norma aplicada ao campo dos estudos espíritas. Quem quiser com eles instruir-se tem que com eles fazer um curso. Luz ausente. e preferindo. Aprende mais. esquecendo os livros de natureza inferior. em particular no que diga respeito à mediunidade. Digerir primeiramente as obras fundamentais do Espiritismo.1. ação segura. 229).. “Os benfeitores desencarnados e os espíritos familiares estudam sempre a fim de se tornarem mais úteis na obra da educação e do consolo junto da humanidade terrestre. p. 74 ed. 15 ed. ed. ao mesmo tempo. por isso mesmo ininteligível. acima de tudo. por maior que seja a sua boa-vontade. É imprescindível que os lidadores encarnados estudem também. Teoria meditada. p. não se cansando de repetir estudos para fixar o aprendizado. começando pelo princípio e acompanhando o encadeamento e o desenvolvimento idéias.. O mesmo ocorre em nossas relações com os Espíritos. que der. ao cabo de alguns anos pode converter uma criatura dedicada e perseverante em uma autoridade no assunto. . “Consagrar diariamente alguns minutos à leitura de obras edificantes. para entrar em seguida nos setores práticos.] Alguns minutos diários dedicados ao estudo sério de determinada matéria. "Quem deseje tornar-se versado numa ciência tem que a estudar metodicamente. n. melhorando por si mesmo o próprio aproveitamento. Conduta espírita.

em detrimento de sua missão." (Emmanuel. corresponde ao esforço que o aprendiz emprega para melhorar-se e engrandecer-se espiritualmente. A auto-educação. O consolador. perder tempo irrecuperável é retardamento da chegada. segundo aqueles que julgam ser inatingível a perfeição humana. Ao exortar os seus discípulos a se tornarem perfeitos como o Pai Celestial. Jesus não exigia uma igualdade de perfeição com Deus. ed. visando à libertação do ciclo das reencarnações. Disse Jesus: "O reino de Deus está dentro de vós". e não vês a trave no teu olho? Ou como dizes a teu irmão: Deixa-me tirar-te do teu olho o argueiro. p. As vidas sucessivas são meios de aperfeiçoamento do Espírito. como a felicidade.” (Mateus. o caminho da evolução..2 .Reforma íntima “Porque vês tu. ensino aplicável a todos nós. Se não podemos atingir a perfeição relativa ao nosso Orbe em uma só vida. ed. quiçá mais sofrimentos. Deter-se na caminhada. Hoje. A auto-educação é o meio para isso. Descobri-lo e estabelecer as vias de acesso para alcançá-lo depende de nós. perg. "A AUTO-EDUCAÇÃO é um processo de busca da perfeição. 230). . com o trabalho silencioso da criatura por exterminar as próprias paixões. os caminhos.1. Como iniciar o trabalho de iluminação da nossa própria alma? .. o programa a ser cumprido. mais repetições." (Emmanuel. No portal da luz. 15). espíritas. pois. 387.A primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo antes de se entregar às grandes tarefas doutrinárias. com a disciplina dos sentimentos egoísticos e inferiores. de outro modo poderá esbarrar sempre com o fantasma do personalismo. e então verás como hás de tirar o argueiro do olho de teu irmão.Esse esforço individual deve começar com o auto-domínio.3. "Aspiras à posse do conhecimento espírita evangélico? Iniciemos o aprendizado pela reforma íntima. tira primeiro a trave do teu olho. o argueiro no olho do teu irmão. Mas sabem também que não estaremos eternamente limitados às formas de vida da Terra. teremos outras oportunidades. a exortação do Mestre torna-se muito clara. não são para o nosso mundo. Nosso dever é o de aproveitar ao máximo cada encarnação. Para nós. não se trata de um processo ilusório. sob a luz da Doutrina Espírita. como empenho na afirmação de uma consciência sempre mais esclarecida e reta. O caminho para o Alto acha-se perfeitamente identificado pelos estudiosos com boa vontade. pois. Os espiritistas sabem que a perfeição. Indicava somente o dever do aperfeiçoamento. com mais trabalho. "Qual a maior necessidade do médium? . por extensão. 15. 3. mais esforços. O Consolador indica-nos as metas. 7:3-5). quando tens no teu uma trave? Hipócrita.

Seria ideal que não se passasse nenhum dia em nossa vida sem que algum proveito espiritual fosse acrescentado ao nosso patrimônio.. muitas vezes. Daí a importância da escolha de uma diretriz. fugindo à ação. nos dias de aproveitamento positivo.. o pensamento reto dirigirá a ação.2 .. não pode prescindir de planejamento. No homem que se fixa num ideal edificante. Espírito e vida. agindo com acerto para encontrares mais tarde. Somente a forja do bom exemplo plasma a autoridade moral. Todavia o delineamento nos serviços que devem avançar pelo tempo. p. com atenção e assiduidade[.]. Com ela se desdobra vasto programa de vida em que o ideal precederá a realização.3.1 . A perseverança no bem fará a reversão das perdas. a felicidade que buscas. Improvisar é recurso de emergência. . resoluto. p. 3. Planifica tudo que possa fazer e que esteja ao teu alcance. que corresponda a um ideal capaz de satisfazer às mais belas aspirações das almas propensas ao bem. numa visão mental abrangente e segura de auto-educação. tem regime prioritário [. pois que a realização não deve ser temporária nem precipitada. Nem a precipitação geradora de muitos insucessos.Disciplina "Ser atencioso. n. sereno e compreensivo no trato com os enfermos encarnados e desencarnados. e. Estuda e examina. Observar rigorosamente o horário das sessões.CONDUTA 3. aliando humildade e energia. no trabalho libertador avança.. mesmo que haja dias de crises nos quais as perdas sejam consideráveis. observa e experimenta.PLANEJAMENTO "A obra do bem em que encontras empenhado.].." (Joanna de Ângelis. Programar para agir é condição de equilíbrio. A improvisação é responsável por muitos danos. na realização superior. 9-10). tanto quanto respeito e disciplina na consecução das próprias tarefas. a velhice do corpo ou a fase da juventude não são os elementos essenciais na determinação do aproveitamento espiritual. Nem o estudo demorado. no qual aplicas o tempo. como a Doutrina dos Espíritos.116-117). 1908. qualquer recurso positivo constitui-se material excelente de rápida aplicação. Planejar-agindo é servir-construindo [. mas de molde a atender com segurança. a idéia justa se transformará em fato. mar. 1988. Nas atividades cristãs que a Doutrina Espírita desdobra o servidor é sempre convidado a um trabalho eficiente. 3.." (Reformador.3 . E isso sabemos ser perfeitamente possível.]. Para agires no bem.

Cada pregação deve harmonizar-se com o entendimento do auditório. ed. com quem distribui avisos e exortações. Conduta espírita.[. comentando as lições sem fugir ao assunto em pauta.3. confiando na pontualidade das estações.. p. Somos todos necessitados de regeneração e de luz. usando simplicidade e precatando-se contra a formação da dúvida nos ouvintes. 15. 54).Freqüência "Assiduidade é lição que colhemos na escola da Natureza. Conduta espírita..] Observemos a folhinha. "Situar em posições distintas as próprias tarefas diante da família e da profissão.. lealmente cumprido. 15.. p.. O dever. Desobsessão.2 . Respeitando pessoas e instituições nos comentários e nas referências. 3.3 .3..” (André Luiz. preferir o uso de verbos e pronomes na primeira pessoa do plural. 3." (André Luiz. ao invés da primeira pessoa do singular. rendimento avançado. 12. a fim de que não se isole da condição dos companheiros naturais do aprendizado. Conduta espírita. p. sem provocar alarido ou perturbações. alimentar a simplicidade doutrinária. Conduta espírita. 49). p. desistindo da exibição de quaisquer objetos. O templo é local previamente escolhido para encontro com as Forças Superiores:" (André Luiz. O conforto excessivo humilha as criaturas menos afortunadas. mantém a saúde da consciência.” (André Luiz.]Ordem mantida. p. Lavradores enriquecem os celeiros da Humanidade. "Entrar pontualmente no templo espírita para tomar parte das reuniões. Verbo sem disciplina gera males sem conta. ed." (André Luiz. Sempre que possível. silenciando exibições de conhecimentos. "Na casa assistencial de caráter espírita. 15. estejamos atentos às obrigações que os Benfeitores Espirituais depositam em nossas mãos e nas quais não devemos falhar." (André Luiz. ed. Muito natural que a ausência não justificada do companheiro a três reuniões consecutivas seja motivo para que se lhe promova a necessária substituição. [. 15. 219). ed. Conduta espírita.Seriedade . construções ou medidas que expressem supérfluo ou luxo. ed. ed. 23-24).. 15. atendendo a todas as obrigações com o necessário equilíbrio. 60-62). todos os dias.. “Calar qualquer propósito de destaque. e ajustar-se à Inspiração Superior. nunca estabelecer paralelos ou confrontos suscetíveis de humilhar ou ferir. p.. da Doutrina que abraça e da coletividade a que deve servir. 40)..

3.] Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más [. para a incutirdes nos homens. ed. Hábito de estudo e oração.. Pregai pelo exemplo das vossas obras para lhes demonstrardes o merecimento da fé. cuja riqueza verte. que nos lança de súbito numa ordem de coisas tão nova quão grande.INSTRUÇÃO E EVANGELIZAÇÃO . "[. p. p.]” (Kardec. distribui sem nunca empobrecer-se.. Afeição sem privilégios. Estude e viva. como primeira condição.. Será de admirar que muitas vezes não se obtenha nenhuma resposta sensata a questões de si mesmas graves. ed. 53). Dignidade e respeito para com todos. Sinceridade e entendimento. ed.” (Emmanuel e André Luiz. 58. Quem. 6. e o que principalmente convém é encará-lo pelas suas conseqüências. também já o dissemos. p. 107. dos tesouros do coração. p.. quando propostas ao acaso e à queima-roupa.] Pregai pelo exemplo da vossa fé. "[. Desobsessão.. O livro dos médiuns.. 107. pois. toda uma filosofia. “Acrescentemos que o estudo de uma doutrina.Exemplo “[. o Evangelho segundo o Espiritismo.. Brandura e firmeza. O livro dos espíritos.. 59-60). Conversação construtiva.. “[..] Tua prosperidade brilha nos exemplos de fraternidade com que dignificas a vida.” (André Luiz.” (Kardec. O Espiritismo. 35). O que caracteriza um estudo sério é a continuidade que se lhe dá.4 .” (Kardec. exige a solução de outras preliminares ou complementares. qual a Doutrina Espírita.]. 12. dispor-se a um estudo sério e persuadir-se de que ele não pode. só pode ser feito com utilidade por homens sérios.. por complexa. sucede freqüentemente que. entende com todas as questões que interessam a Humanidade. para lhes dardes a ver a confiança que fortifica e põe a criatura em condições de enfrentar todas as vicissitudes da vida. nas demonstrações de altruísmo com que suprimes a crueldade.. 31).] Autoridade fundamentada no exemplo. Quem mais deu e quem mais dá sobre a Terra é Jesus-Cristo. Reparte com o próximo os valores que transportas no espírito Aquele que verdadeiramente serve.” (Kardec. uma questão..3. 3. 305). ed. infinita. perseverantes.. Pregai pela vossa esperança firme. em meio de uma aluvião de outras extravagantes ? Demais. O Evangelho segundo o Espiritismo. ed. livres de prevenções e animados de firme e sincera vontade de chegar a um resultado [.“[. p.4 . ser aprendido a brincar. seriamente queira conhecê-lo deve. tem imenso campo. nos testemunhos de fé renovadora com que levantas os tíbios ou nos atos de humildade com que desarmas a delinqüência.] Dissemos que o Espiritismo é toda uma ciência . 276). ed.. para ser elucidada. 74.... p... como nenhuma outra ciência.

vigoroso e libertador. qual ocorria naqueles dias em que veio Jesus para dar início à Era do Espírito Imortal. porém. entre outras lamentáveis ocorrências. estamos convocando os obreiros de boa vontade para a tarefa divina de evangelizar. Evangelho é sol nas almas.Desafio de urgência "Estes são como aqueles tempos. enquanto que a da evangelização é de urgência salvadora. cria os valores ético-culturais para uma vivência nobre e ditosa. atuante e dócil. é elo abençoado para união perfeita.” (Diversos Espíritos.. no entanto. As vozes do além-túmulo que Lhe obedecem ao comando. Neste sublime cometimento. p.assume a grandeza de um desafio que nos cumpre aceitar. o século chamado das luzes. porém. meus filhos. O homem. evitando os lamentáveis erros transatos.1 . com sua fauce hiante. a destruição do instituto da família. Quem instrui. uma clarinada de despertamento. enquanto o monstro da guerra. Quem educa. A oração em conjunto torna o lar um santuário de amor onde os Espíritos mais nobres procuram auxiliar mais e mais. Quem evangeliza. pode-se adicionar àquelas condições negativas. escravo das paixões. para conduzir com segurança e sabedoria. dobrando os talentos de luz que ali são depositados. ed. nas diversas expressões em que se manifesta... parecendo anunciar o fim dos tempos da ética e da civilização. liberta para a Vida feliz. conjugando esforços em ambos os lados da vida. 2. 21-24)..Nosso papel perante a evangelização "Ao término do século XX. Evangelizemos nossos lares. pondo em ruínas as velhas construções do materialismo. ao primitivismo.] A tarefa da educação. é de relevância.. Há lutas de destruição em toda parte.. por isso mesmo. Hoje. Terapêutica de emergência.] Ao Espiritismo cabe a honrosa tarefa de trazê-Lo de volta. ensejando compreensão nova da vida e da realidade do ser imortal.. a grassar avassaladora. 3. [. a floração infanto-juvenil .3. [.2 . na Terra. é luz no caminho dos homens. oferece meios para que a mente alargue a compreensão das coisas e entenda a vida. prosseguem gerando infortúnio e dor. liberando crianças e jovens que se arrojam na desabalada correria da loucura.4. doando à nossa família a bênção de hospedarmos o Cristo de Deus em nossas casas. promovem.4. embora o espaço de dois mil anos que os separam. em desolador retorno à barbárie. padece a hipertrofia dos sentimentos.rodas do progresso do amanhã que avançam pelos pés do presente . . conforme ocorrera antes. persiste em devorar vidas. A opressão e a força mudaram de mãos.

amparando-vos na espinhosa jornada! Acompanhar-vos-ão. como sobre vossos destinos. Os tempos são chegados. Pereira. p. Evangelizemos. socorre-nos! Filhos. e só darão cumprida a nobre missão de que se incumbiram junto de vós. Memórias de um suicida. 1990. exemplifica pela assistência constante. neste momento. 422-423). como que passaporte para outra localidade espiritual. Acendamos a luz dos ensinos divinos para que a Terra se torne um sol radioso no infinito.] O estudo aqui é feito de forma bem objetiva. 9)... estendem-se. peçamos ao Pai inspiração e prossigamos para o alto porquanto somente Cristo com o Seu saber e o Seu coração de luz poderá iluminar nossos caminhos. a partir deste momento. à procura da evolução espiritual. "[. ed. ed. mai. acompanham os alunos e dão lições de acordo com os problemas que aparecem. Sabemos que a Terra é um formoso Educandário e o Mestre Divino. Filhos.] . Os mestres. os desesperados suplicam luz. a serenidade e o caminho do amor nobre. . O mundo que eu encontrei. muitas vezes comprovado nos testemunhos santificantes. Estamos na Terra mas alistamo-nos nas fileiras do Cristianismo para erguermos bem alto a bandeira da luz do Mestre Divino: “Amai-vos uns aos outros como vos tenho amado. 27). somente através do Evangelho vivido à luz da Doutrina Espírita encontrará o homem a paz.4. 18. São às vezes. Reformador." Evangelizemos. 20.” (Yvonne A. 1934. Há um grito que ressoa pelo infinito! Pai. já glorificados pela observação da Lei que infringistes. guardando nossas mentes e nossos corações na bênção dos ensinos sublimes. onde reapanhareis o fio normal da rota evolutiva interrompida pelo suicídio. conduzindo uma Família humana integrada nos princípios da vida em hosana ao seu Criador." (Bezerra de Menezes. voltardes da Terra. São como anjos-tutelares que sobre vós. Conclamamos os corações de boa vontade: Evangelizem.Aqui tendes os vossos educadores. de sua cátedra de Amor.. As credenciais dos mestres a quem. p. então. pelo exemplo na conduta nobre. recebendo. p. se debruçarão. em virtudes e méritos.” (Luiz Sérgio.O evangelizador no plano espiritual “[. a um passado remoto. pelo perdão constante. os corações aflitos pedem amparo. Evangelizemo-nos. n.Evangelizemos nossas crianças. lições longas que levam horas e horas e são dadas com a observação do fenômeno que se quer aprender. quando. espíritos forasteiros do infinito em busca de novas experiências.. Evangelizemos nossos companheiros de trabalho. novamente para este asilo..3 .. sois entregues em nome do Pastor Celeste. 3. em todos os dias de vossa vida. que nada têm de convencidos nem ares de superioridade. o programa a ser tratado.

Estude e viva. "[. buscando sanar.. em favor de todos.. Conduta espírita. [. 6.5 . p.. na permuta de experiências e na aquisição de conhecimento. Estude e viva. O Espiritismo progride sempre. . com esquecimento de nós mesmos. 6." (Emmanuel e André Luiz.]:" (André Luiz. Nesta reunião são avaliados os cursos. todo e qualquer problema ou dificuldade que porventura venha a ser escolho ao seu funcionamento normal. os instrutores aprimorem seus conhecimentos e métodos empregados na educação das almas.REUNIÃO DE INSTRUTORES A reunião de instrutores visa o planejamento e detalhamento das ações pertinentes ao funcionamento dos cursos. E a vida em equipe é disciplina produtiva.. as aulas de práticas assistenciais ou outros assuntos relacionados ao processo pedagógico. 3. ed. vez por outra. através de reuniões de reciclagem programada. segundo as orientações atualizadas. p. gerando estímulos e vencendo obstáculos... ed. a fim de auxiliarmos e sermos auxiliados. 53)..] Somos trazidos à escola espírita. "Renovar as matérias tratadas nos programas de evangelização. Compreender que realização e educação solicitam entendimento e apoio mútuo.6 . em conjunto..] Não esquecer que o seu auxílio ao grupo deve ser tão substancial e tão importante quanto o auxílio que o grupo está prestando a você.141). 21-22).RECICLAGEM DE INSTRUTORES Mister faz-se que. "[..3.] Capacitemo-nos de que o estudo reclama esforço de equipe. p. ed. Destacar a obra e olvidar-nos. Dedicar atenção constante à melhoria dos processos pedagógicos [.. fomentando a troca de experiências e conhecimentos." (Emmanuel e André Luiz.. 15.

não sendo permitida a entrada após o mesmo. p. 4.7 ." (Emmanuel e André Luiz. Obras póstumas. a fim de que a visão do homem alcance horizontes mais altos." (Emmanuel. E a vida em equipe é diciplina produtiva.2 ... 4.. ed." (Emmanuel. 25.. p. esteja presente pelo menos dez minutos antes.NORMAS DOS CURSOS 4.. 4. 2. ed. 25.." (Emmanuel."[. 6. e revelando a verdadeira luz [.... 342)."[.1. no lugar do compromisso a que você deve atender. 18). 6. ed.2. 6.. ed. p. 21).1..OBJETIVOS 4.] considerar os Centros Espíritas como a escola mais importante de nossa alma..1..4 . 25. 91).] desenvolver grande número de médiuns. 342).1.. em qualquer obrigação a cumprir. 4.3 . “Tanto quanto possível." (Kardec.5 . 4.] Justo..2. com esquecimento de nós mesmos.8 . Estude e viva. ed. 4.1. 4. 4.Horário A porta será fechada no horário combinado para o início das aulas.. ed. Obras póstumas.O CICLO INTRODUTÓRIO 4.. assim.6 .10 .1.] fundar a unidade de princípios [. Sinal verde.3 . 4.] com o fim de desenvolver os princípios da Ciência e de difundir o gosto pelos estudos sérios. 5." (Kardec."[..1.1.1."O Espiritismo é. Obras póstumas. sustentem estudos sistemáticos."[. p. p.. ed.” (André Luiz. 5.. o processo libertador das consciências. ed.1 . Obras póstumas.. Entrevistas.] Esclarecendo o erro religioso.1 . 15. p.. destinados a clarear o pensamento religioso e traçar diretrizes à vida espiritual..]" (Kardec. O consolador. p. 159).. em favor de todos.9 . Entrevistas. 342)."[.."[. onde quer que se encontre.."[. capazes de espalhar as idéias espíritas [...] Capacitemo-nos de que o estudo reclama esforço de equipe. ed.]. ed."[.Aprovação . 353).]" (Kardec. Estude e Viva."[. perg.1 ." (Emmanuel e André Luiz. 4.1. 115). 114). revivendo agora o Cristianismo puro.] fazer adeptos esclarecidos...2 .. que as instituições espíritas. p.. 25. 4.] revive as casas do Cristianismo simples e primitivo em que os nossos corações se reúnem em torno dos ensinamentos do Cristo.4 ." (Emmanuel.. 342). Roteiro. para a melhoria da nossa vida interior. acima de tudo.. p. ed. p..

ed. 483). p. quais colegiais bisonhos[. iniciou-se a chamada dos pacientes. Memórias de um suicida.Serão aprovados para o curso subsequente os alunos que alcançarem freqüência regular nas 19 aulas teórico-práticas [máximo de 3 faltas] e nenhuma ausência nas aulas de práticas assistenciais sendo que. ed. Nossos nomes.” (Joanna de Ângelis. ed. proferido pela voz possante de um adjunto que.. ministrados seqüencialmente na Casa Espírita.. Memórias de um suicida. 18. 4. nestas.4 . 4..Curso Noções Básicas de Doutrina Espírita Visa propiciar os conhecimentos básicos do Espiritismo.. “Estudar sempre e incessantemente a fim de amar com enobrecimento e liberdade. como que secretariava a reunião. despertando o neófito para as verdades espirituais e sua aplicação prática. respondíamos timidamente. Celeiro de bênçãos. ao lado da tribuna de honra. p. 4.2 .práticas e de práticas assistenciais. “E quando reprovados repetiríamos a experiência até concordar plenamente o tema com a verdade que esposávamos [. ressoavam.Tarefa semanal Ler os textos da aula e responder às questões correspondentes no Caderno de Exercícios.5 . um a um. para integração na Escola de Médiuns e nas atividades da instituição. registrados no volumoso livro de matrícula onde os assináramos à chegada.2. p. p.As aulas As aulas serão teórico. 420). 4. E. para efeito de avaliação e acompanhamento no curso.2. de duração semestral.” (Ivone A.Curso Nosso Lar . objetivam propiciar ao aluno o conhecimento do Espiritismo e a sua preparação prévia..2. 18.. 33).3.” (Emmanuel e André Luiz. 6.3 .Freqüência Serão anotadas as presenças às aulas.].OS CURSOS DO CICLO INTRODUTÓRIO Os cursos do Ciclo Introdutório.2 .” (Ivone A.3. e trabalhar para merecer.. o aluno poderá repor a aula que justificadamente não compareceu. ouvindo que nos chamavam.].1 .. “Para cada médium urge o dever de estudar para discernir. 4. 4. Pereira. Estude e viva. 210). Pereira. “A um sinal de irmão Sóstenes.

3. no tratamento e prevenção das doenças obsessivas.3. narrada no livro Nosso Lar. 4. sua utilidade e aplicação. 4.Objetiva estudar a experiência vivida por André Luiz no plano espiritual. 15.4 . 4. relatos. de publicação da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. 141). p. interpretações e manual de aplicação. destinado à fixação do conteúdo doutrinário ministrado nas aulas.CADERNO DE EXERCÍCIOS Cada curso do Ciclo Introdutório é acompanhado de um Caderno de Exercícios. capazes de atuar na Casa Espírita.Curso Passe Objetiva formar passistas esclarecidos. editado pela Federação Espírita Brasileira. "Renovar as matérias tratadas nos programas de evangelização. narradas no livro Desobsessão por Corrente Magnética: pesquisa bibliogáfica.4 . O Espiritismo progride sempre. compreendendo as condições gerais da vida no além-túmulo.Curso Corrente Magnética Visa identificar a fundamentação doutrinária desse eficiente método desobsessivo. de autoria do Espírito André Luiz e psicografia de Francisco Cândido Xavier.3 . ed.. Conduta espírita." (André Luiz. segundo orientações atualizadas. .

todo o programa que ainda hoje é programa para nossa vida. com duração de 120 minutos.1 . Ele reconheceu a sua missão divina. serão ministrados sob a forma de cursos teórico-práticos. * 01 aula inaugural. 5. p.METODOLOGIA 5.Das aulas teóricas íntima.5 . ed. As aulas serão realizadas.4 . de duração semestral. 80-81).1 . preferencialmente." (Autores diversos. Programa de vivência que nós estamos tentando conhecer e tanto quanto possível aplicar na Doutrina Espírita. procurando agir em grupo. assim organizadas: * 14 aulas teóricas. A terra e o semeador. depois de quase vinte séculos. na Doutrina Espírita.4. sendo o curso constituído de 19 aulas curriculares. * 01 aula de avaliação e encerramento.1.ASPECTOS PEDAGÓGICOS DO CICLO INTRODUTÓRIO 5. com início das aulas em fevereiro e agosto e término em junho e dezembro. * 03 aulas especiais.] somos chamados.3 . Caminho espírita. 2. vamos dizer. constituiu um grupo de doze companheiros para debater os assuntos relativos à doutrina salvadora do Cristianismo. visando a reforma .2 .. o próprio Jesus desistiu de agir sozinho.1. 144). São aquelas que destinam-se ao conhecimento doutrinário. 5.. a estudar instruindo-nos.1. "[. 5." (Emmanuel. procurando imprimir naquelas mentes.Estudo em grupo grupo. 6.1.Cursos teórico-práticos Os estudos do Ciclo Introdutório. advertiu-nos Jesus de que apenas o conhecimento da verdade nos fará livres..1 . com a valorização do estudo em "Tanto para os jovens como para os adultos o estudo em grupo é o mais eficiente até porque nós não podemos esquecer que na base do Cristianismo. e. visando a formação doutrinária dos trabalhadores..Duração dos cursos As aulas serão semanais. que o Espiritismo hoje restaura. ed.Das aulas 5. p. pela mesma razão.1. no campo de nossas lides e lutas cotidianas.

Mais luz.Da aula de encerramento e avaliação É aquela que finaliza o curso. ed. “Insistamos na confraternização permanente de nossas energias.Campanha de Fraternidade Auta de Souza 2º .1. etc.. 5.5 . ... etc. as normas e a disciplina do curso. avaliando a participação e o aproveitamento dos alunos. 4. ed.2 . a fim de que o trabalho de equipe possa oferecer ao próximo todo o rendimento de que sejamos capazes na edificação do bem.] ministrar conhecimentos práticos em torno da vida prática.” (Batuíra.” (Emmanuel.Livre (planejamento a critério do instrutor).. sendo realizadas em horário ou dia diferenciado do das aulas curriculares.1.4. 6. 42).1.Livre (planejamento a critério do instrutor) Curso Passe : 1º . conhecimento dos alunos. e deverá ser muito bem preparada. tais como: aniversário do Centro Espírita.Culto no Lar 2º .1. quanto à realidade da vida em si. Estão assim organizadas: Curso Noções Básicas de Doutrina Espírita : 1º .Da aula inaugural É aquela destinada à apresentação do curso. encontros espíritas. bem como a sua promoção para os cursos seguintes. pois refletirá na sua continuidade.Livre (planejamento a critério do instrutor).Posto de Assistência 2º .4. Curso Nosso Lar : 1º .4.“[.Das aulas especiais São aquelas que atendem às confraternizações. Os instrutores deverão enfatizar a importância do estudo.4. 80).4 . 5.Posto de Assistência 3º . A terra e o semeador.. dia das mães. p.Das aulas de práticas assistenciais São aquelas consagradas ao exercício da caridade. 5. p. comemorações.3 . 5. com uma programação específica vinculada à prática. idéias tão sólidas quanto possíveis.

passava revista ao que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara a algum dever. Deus o assistiria. Memórias de um suicida. Culto no Lar e Jesus no Lar.. 468). tinha por mentor o lente Souria-Omar e desenvolvia-se. sobre se fizestes alguma coisa que. Pereira. porém. onde nada pode ser ocultado?” . feita por outrem. geralmente. que havia séculos.]. como se diria na linguagem terrena. ed. crede-me. todas as noites. Dirigi.. sobre se obrastes alguma ação que não ousaríeis confessar. dos valores adquiridos durante os estudos e observações dos cursos anteriormente mencionados.REFORMA ÍNTIMA Propiciar a reforma íntima de tantos quantos atendemos em nossas escolas. perg.” (Kardec.Nenhuma tentativa para o reerguimento moral será eficiente se continuarmos presos à ignorância de nós mesmos! Será indispensável. na vida prática. o qual se resumia no ensaio da aplicação. Pereira. orientado para a prática da observância das Leis da Providência. 919).2 ..” (Yvonne A. porém. bem como realizar a prática assistencial junto aos alunos. Qual o meio de consegui-lo? Fazei o que eu fazia. O livro dos espíritos. censuraríeis.. p. a fim de que nos convençamos do valor da nossa própria personalidade e à sua elevação nos dediquemos [. quando vivi na Terra: ao fim do dia. esse terceiro aprendizado. a vós mesmos perguntas. “Havia. Posto de Assistência. “Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal? Um sábio da antigüidade vo-lo disse: “Conhece-te a ti mesmo”. do recinto da Escola.Visita a Hospital 2º . fora do santuário. “. interrogava a minha consciência. um terceiro curso.” (Yvonne A. Aquele que.. 18. de preferência na crosta da Terra e nos domínios inferiores do nosso Instituto. isto é. porque.Curso Corrente Magnética : 1º . evocasse todas as ações que praticara durante o dia e inquirisse de si mesmo o bem ou o mal que houvera feito. de nos instruírem para uma “prática profissional”. teria que temer o olhar de alguém. 72. Perguntai ainda mais: “Se aprouvesse a Deus chamar-me neste momento. 453).Livre (planejamento a critério do instrutor). rogando a Deus e ao seu anjo de guarda que o esclarecessem. os instrutores devem explicar os objetivos e o funcionamento dessas atividades. “Conhecemos toda a sabedoria desta máxima. infringíamos. porém a dificuldade está precisamente em cada um conhecer-se a si mesmo. interrogai-vos sobre o que tendes feito e com que objetivo procedestes em tal ou tal circunstância. pois. Nas aulas de Campanha de Fraternidade Auta de Sousa. Foi assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim precisava de reforma. Em vez. donde viemos e para onde iremos. 5. averiguarmos quem somos. ao entrar de novo no mundo dos Espíritos. primeiramente. ed.Jesus no Lar 3º . grande força adquiriria para se aperfeiçoar. 18. se ninguém tivera motivo para de mim se queixar. Memórias de um suicida. ed. p.

ed. sem assiduidade às lições.Avaliar semanalmente as aulas. ambos tendo as seguintes atribuições: anexo). Fonte viva. 6 .TRIAGEM E MATRÍCULA A matrícula dos alunos novatos será realizada nos meses de janeiro e fevereiro (até a 1ª quinzena). conforme formulário de matrícula (vide modelo).. utilizando formulário próprio (vide 2 . 919). portanto.. 5. 3 .. 5.. As respostas vos darão.] Nossa identidade. p. ou a indicação de um mal que precise ser curado. utilizando o verso do formulário de plano de aula (vide modelo). contra vós mesmos. 33. 57-58).3 . éramos separados do elemento feminino.4 . programadas pela direção da área doutrinária da Casa Espírita (reunião e reciclagem). portanto. p. Memórias de um suicida." (Emmanuel. os alunos que alcançarem freqüência regular no curso. O livro dos espíritos. "[.. depois contra o vosso próximo e.Registrar no campo próprio do formulário de controle de freqüência os resultados de cada aluno. a chave do progresso individual. O conhecimento de si mesmo é.Fazer o registro de freqüência dos alunos em todas as aulas.RECURSOS DIDÁTICOS . ao final do semestre.] O aluno matriculado na escola.EQUIPE DE INSTRUTORES Para cada curso será designado um 1º e um 2º instrutor.Participar das reuniões de avaliação e treinamento de instrutores. seriam captadas por processos que na ocasião escapavam à nossa compreensão.. perg." (Kardec. portanto. e julho. no ato das respostas às perguntas formuladas. Pereira."Examinai o que pudestes ter obrado contra Deus. mediante triagem feita pelos instrutores. 5. utilizando o controle de freqüência (vide modelo). "[. ed. 16. incluindo as de práticas assistenciais.. apenas abusa do estabelecimento de ensino que o acolheu.CRITÉRIO DE PROMOÇÃO Serão promovidos para o curso subsequente. 1 . 229). era antes fotografada: as imagens emitidas por nossos pensamentos. 5.5 .. ed. [.] Desde.. porquanto a simples ficha de entrada não soluciona o problema do aproveitamento. 4 . 18. que nos matriculavam. finalmente. 5 .Realizar planejamento prévio das aulas.Fazer avaliação geral do curso.6 . ou o descanso para a vossa consciência." (Yvonne A.

p.Finalidade Pesquisas feitas pela Socondy-Vacuum Oil Co.247. apesar de estarem diretamente ligados ao processo ensino-aprendizagem.1 .77-76. 1971.6. demonstrações. 5. fitas de áudio e vídeo. In:_. Para tanto. 2 .5. fotografias.Rio de Janeiro: Ao: Livro Técnico. para alcançar maior efetividade na assimilação da mensagem transmitida. audição e paladar." (Recursos didáticos.] Recurso didático é. livros." De acordo com a definição acima. visão. p. imagens e fatos para o campo de consciência.6. Antônio Vieira de. os recursos didáticos podem ser definidos como "os vários tipos de componentes do ambiente da aprendizagem que dão origem à estimulação para o aluno.5 11 83 % através do gosto % através do tato % através do olfato % através da audição % através da visão Retemos: 10 20 30 50 70 90 % do que lemos % do que escutamos % do que vemos % do que vemos e escutamos % do que ouvimos e logo discutimos % do que ouvimos e logo realizamos Dessa forma. tato. p. 2). 1988.Como se realiza a Aprendizagem." . [.5 3.. Studies (2) relativas ao aprendizado constataram que: A observação da tabela leva-nos a concluir que os nossos cinco sentidos. cartazes etc. onde então eles se transmutam em idéias claras e inteligíveis.Conceito "Segundo Gagné (1). experiências. tais como: mapas. olfato. Não podemos nos esquecer que os recursos didáticos são instrumentos complementares que ajudam a transformar as idéias em fatos e em realidades. In:_. temos que buscar integrá-los. Robert. sons.Treinamento de Recursos Humanos. São Paulo: Pioneira. podemos considerar os recursos de ensino não só o próprio professor mas também.GAGNÉ. gravuras. Aprendemos: 1 1. Eles auxiliam na transferência de situações. a utilização de recursos didáticos é fator de fundamental importância 1 . todo e qualquer recurso utilizado no contexto de um método ou técnica de ensino visando estimular o aluno e objetivando o aprimoramento do processo ensino-aprendizagem.2 . todos os componentes que o auxiliam na transmissão do conhecimento. não têm a mesma graduação de importância.. pois.CARVALHO.

. A finalidade dos recursos didáticos é a de melhorar a qualidade de transmissão e recepção das mensagens e tornar os conteúdos ministrados mais facilmente assimiláveis. . . facilitar a percepção e a compreensão dos fatos e conceitos em estudo. Somente através de seu uso adequado é que se irá sensibilizar e despertar o aprendiz para o conteúdo ministrado.] buscando nesse particular os recursos didáticos suscetíveis de reafirmarem a seriedade e o critério . facilitar o relacionamento e a comunicação da escola/instituição com a comunidade e melhorar o conhecimento de sua realidade.3). dando-lhe noções mais exatas dos fenômenos ou fatos em estudo. ." (Recursos didáticos. . motivar e incentivar os alunos para as atividades de aprendizagem. conceitos e informações. favorecer o processo ensino-aprendizagem na retenção e na assimilação do conteúdo transmitido. . criar oportunidades para manifestação de aptidões e de desenvolvimento de habilidades específicas com o manuseio de equipamentos e elaboração de materiais por parte do aprendiz. estimular a participação do público.Objetivos . os auditivos. reduzir o nível de abstração. . . economizar esforços na compreensão de fatos. o rádio e as gravações. 5.Método de ensino Somente oral Somente visual Oral e visual simultaneamente Dados retidos Dados retidos depois de 3 horas depois de 3 dias 70 % 72 % 85 % 10 % 20 % 65 % e excelente aliado para todos aqueles que exercem a tarefa de ensinar e divulgar uma mensagem. Para melhor entendimento. auditivos e audiovisuais. não havendo uma que seja unanimimente aceita. . p... Tradicionalmente os recursos são definidos em três tipos principais: recursos visuais. Aproximar o aprendiz da realidade. . concreto e mais próximo da realidade.6. conceituar e ilustrar o que está sendo exposto verbalmente.Classificação Várias formas de classificação são encontradas para os recursos didáticos.6. auxiliar na formação e retenção da idéia transmitida. os cartazes e as gravuras. despertar e prender a atenção do aprendiz.4 . Os recursos visuais incluem as projeções.3 . na apreensão de uma mensagem. tornar o ensino dinâmico. aprimorando o processo ensino-aprendizagem. . auxiliar na fixação do conteúdo apresentado. e os audiovisuais o cinema e a televisão." 5. adotaremos a seguinte classificação dos recursos audiovisuais: "Aperfeiçoar os métodos de ministração do ensino doutrinário [. . .

7. 5. publicado pela Editora Auta de Souza. 5).1 . a serem utilizados pelos alunos são os seguintes. p.. 5. 15. Recursos AudiovisuRecursos Auditivos Recursos Visuais Dispositivos com Som Vídeo Cassete Televisão Rádio Discos Fita Magnética Gravador Quadro de Giz Cartaz Flip-Chart Imantógrafo Álbum Seriado Gráficos Mapas Gravuras Mural Didático Flanelógrafo Varal Didático Retroprojetor Dispositivos "Slides" Episcópio Painel de Projeção Diorama (Recursos didáticos.Para o curso Noções Básicas de Doutrina Espírita Será utilizado o livro "Curso Noções Básicas de Doutrina Espírita".MATERIAIS DIDÁTICOS DO CICLO INTRDUTÓRIO 5.1. Conduta espírita. publicado pela Editora Auta de Souza.Para o curso Nosso Lar Serão utilizados pelos alunos o livro "Nosso Lar". 5.7.1. órgão da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza. ed.2 .Para o curso Passe Será utilizado o livro "Passe". e a primeira parte do livro "Caderno de Exercícios dos cursos Nosso Lar e Corrente Magnética". acompanhado.7." (André Luiz.seguro de aproveitamento na elaboração de programas. no mesmo volume pelo respectivo Caderno de Exercícios.Para os alunos Os materiais didáticos do Ciclo Introdutório. 141).7.1 . de publicação da Federação Espírita Brasileira.1. . acompanhadas. publicado pela Editora Auta de Souza. do respectivo Caderno de Exercícios. p.7.3 . o qual contém os textos doutrinários que compõem as 14 aulas teóricas. conforme os cursos abaixo: 5.

abrangendo numa visão de conjunto todo o trabalho a ser feito durante o ano escolar ou enquanto durar o curso (semestral.1 . para fazer a devida cobertura do programa de atividades. sem inspiração e sem objetivos. os instrutores encontrarão como roteiro e apoio esta obra "Manual de aplicação dos cursos do Ciclo Introdutório. sintético.Para o curso Corrente Magnética Será utilizado o livro "Desobsessão por Corrente Magnética". mais restrito e particularizado. Este garante a contínua melhoria e vitalização do ensino (combate a rotina) e assegura a progressão metódica e bem calculada do trabalho docente em vista de objetivos definidos (contra improvisação dispersiva) O planejamento é a previsão inteligente e bem calculada de todas as etapas do trabalho escolar e a programação racional de todas as atividades. Todo planejamento se concretiza num programa definido de ação. ambos publicados pela Editora Auta de Souza.8. interpretações e manual de aplicação e a segunda parte do livro "Caderno de Exercícios dos cursos Nosso Lar e Corrente Magnética". na realidade. no balizamento e na cronometragem do trabalho.Conceito “O ensino para ser eficaz tem que ser inteligente. um remédio se impõe : o planejamento do ensino.PLANEJAMENTO 5. p. Esses três tipos de planos são. que constitui um roteiro seguro para conduzir progressivamente os alunos aos resultados desejados. Consiste principalmente na distribuição. Plano de unidade didática. pesquisa bibliográfica. 12).8. confusa e sem seqüência. Plano de aula. relatos. três fases do mesmo planejamento .7. prevendo desenvolvimento do conteúdo e das correspondentes atividades dentro do âmbito de cada aula a ser ministrada na seqüência de cada unidade. publicado pela Editora Auta de Souza.2 . 5. e contendo maiores especificações sobre o conteúdo e as atividades previstas para cada uma das unidades didáticas arroladas no plano de curso e suas subunidades.Tipos de planos de ensino O plano de curso. restringindo-se à cada unidade didática por sua vez. de modo a tornar o ensino seguro.4 . 5.1. prejudicando o andamento do processo ensino-aprendizagem.” (Didática Geral. Para esses males.5. metódico e orientado por propósitos definidos. reduzindo o seu rendimento a níveis ínfimos são: * a rotina. mais específico.Para os instrutores Para ministrar as aulas dos cursos do Ciclo Introdutório. econômico e eficiente. 5. Os dois grandes males que desvitalizam o ensino.7.2 .8. * a improvisação dispersiva. trimestral ou mensal). dentro dos prazos estabelecidos.

” (Didática Geral.tendendo a uma progressiva particularização do conteúdo e do método de trabalho. 13-14). . à medida que se aproxima o momento de sua ativa execução na sala de aula ou nos laboratórios e oficinas da escola. p.

MODELOS E FORMULÁRIOS .

B. Nosso Lar Passe Corrente Magnética OUTRAS OBSERVAÇÕES ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________ Data da conclusão ___________________ ___________________ ___________________ ___________________ Encaminhamento para outras atividades: ___________________________________________ .D.FORMULÁRIO DE MATRÍCULA E TRIAGEM Curso: _________________________________________________ Data: ____ /____ /____ DADOS PESSOAIS Nome: ______________________________________________________________________ Endereço: __________________________________________________ CEP: ____________ Profissão: ___________________________________ Estado Civil: _____________________ Escolaridade: ( ) Primário ( ) 1º Grau ( ) 2º Grau ( ) 3º Grau Cursos: _____________________________________________________________ Problemas: ( ( ( ) Saúde ________________ ( ________________ ( ( ) Vícios ________________ ________________ ) Espiritual ) Relacionamento Familiar ) Financeiro ) Outros ________________ DADOS FAMILIARES Cônjuge Espírita: ( ) Sim ( ) Não Religião _____________________________ Filhos: Nº __________ Todos participam da Evangelização ou Mocidade ( ) Alguns participam da Evangelização ou Mocidade ( ) Nenhum participa da Evangelização ou Mocidade ( ) Realiza o Culto no Lar ?: ( ) Sim ( ) Não Há quanto tempo? _________________ Dia: ________________ Horário: ________________ VIDA ESPÍRITA Religião Anterior: _____________________________________________________________ Quando iniciou na Doutrina Espírita ?: ____________________________________________ Trabalha mediúnicamente ( ) Já trabalhou mediúnicamente ( ) Onde ?: _____________________________________________________________________ HISTÓRICO Ciclo Introdutório ( ( ( ( ) ) ) ) N.E.

.

PLANO DE AULA OBJETIVOS COMPLEMENTARES CURSO: INSTRUTOR: TEMA: AULA Nº DATA: / ATIVIDADE RECURSOS PROVIDÊNCIAS / CONTEÚDO TEMPO .

Auto avaliacão : .AVALIAÇÃO SEMANAL DAS AULAS ( ANEXO AO PLANO DE AULA ) CURSO : INSTRUTORES : AULA Nº : 1 .O material didático foi adequado à turma ? mente Observações : sim não parcial- ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 6 .Mantive o controle da turma em todos os momentos ? sim não parcialmente Observações : _____________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 5 .A aula esteve ao nível mental da turma ? sim não parcialmente Observações : _____________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 3 .A aula foi exposta integralmenrte de acordo com o planejamento ? sim não parcialmente Observações : ______________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 4 .O objetivo foi alcançado ? sim não parcialmente Observações : __________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 2 .

.

o que possibilita ao professor manter grupos diferenciados na sala de aula. .TÉCNICAS DE ENSINO "A escolha da técnica mais adequada à transmissão de determinado conteúdo está submetida primeio aos objetivos educacionais que se deseja alcançar em esse conteúdo: aquisição de algum conceito ou comportamento. . . de seus valores. ouvir e coordenar suas ações com as do outro e a crescer no plano humano. a troca de idéias e a cooperação oportunizam crescimento. 1 . pois.6 . tais como: . 6.1 . Tempo disponível. como dinamizador. O ensino socializado oferece oportunidades para os alunos desenvolverem suas potencialidades e. 4-5). Condições do espaco físico. O grupo favorece o desenvolvimento psicológico do indivíduo. Ele pensa e age não apenas em função de suas necessidades e emoções. Experiência didática do professor. Tipos de alunos. aprenderem a conhecer e aceitar suas próprias limitações e as dos demais. . outros aspectos antes da escolha da técnica." (Técnicas de ensino. Estrutura do ensino e tipo de aprendizagem envolvida. 4-5).2 . Experiências do aluno. à integração dos membros do grupo. de suas motivações.APRESENTAÇÃO . no trato com os colegas." (Técnicas de ensino. Uma das características do ensino socializado é o atendimento do rítmo próprio do aluno. A criatividade das pessoas pode inventar muitas outras. organizar as situações de ensino-aprendizagem. quando. p. prever os meios de trabalho e controlar o resultado.ENSINO SOCIALIZADO "O ensino socializado possibilita aos alunos a interação e coesão com outros indivíduos. devem ser observados. como primeiro objetivo. ainda. mas aprende a pensar.TÉCNICAS DE SENSIBILIZAÇÃO E INTEGRAÇÃO “Todas as atividades e técnicas desenvolvidas no grupo visarão. p. Mas. 6. Todavia existem técnicas específicas para isto. Neste capítulo sugerimos algumas. . então. há enriquecimento de experiências e reestruturação sócio-pessoal. Cabe ao professor.

Além de servir para quebrar o gelo da comunicação inicial. destaca-se a presença de cada pessoa. Como aparece no gráfico. troca de informações. Em seguida convida os presentes a fazerem o mesmo. O professor ou coordenador do grupo se apresenta. fator básico na integração das pessoas. 3) As duplas sentam de frente. Depois de cada apresentação. É muito útil. 3.Esta técnica é conveniente num grupo novo. bate-papo informal) durante 2 minutos (mais ou menos. com seu valor individual e sua dignidade. o círculo externo voltado para dentro. 2. 4) Cada dupla dialoga (entrevista recíproca. e onde todos se sentem apenas como número e como insignificante anônimo. dependendo do tamanho do grupo.DUPLINHAS ROTATIVAS A técnica se presta magnificamente para criar rapidamente o clima de comunicação e integração num grupo. Na apresentação. o uso do crachá. em rodízio. para a fixação dos nomes. são feitas 3 ou 5 perguntas à pessoa. os números ímpares formam um círculo concêntrico interno. dizendo seu nome e algumas informações iniciais. formando dupla com o número par seguinte. O coordenador pede que todos perguntem . dos objetivos e do tempo disponível). nas primeiras reuniões. de maneira breve e informal. por simples e breve que seja.QUEM É VOCÊ? Cada membro do grupo diz o seu nome. troca de idéias. . que não sejam os mesmos a perguntar. 2) Feita a contagem. o interno voltado para fora. especialmente nas reuniões iniciais SEQÜÊNCIA DA TÉCNICA 1) Os membros do grupo estão sentados em círculo. esta apresentação desfaz o clima de massificação a que estamos habituados.

5) Cada 2 minutos. 2) Possibilitar a contribuição de todos no estudo ou debate de uma idéia ou de um tema. DESENVOLVIMENTO 1ª etapa: 1) Divide-se o grupo em equipes com número igual de participantes ( 3. 4 . 3) O mesmo vale para o roteiro acima. a cooperação e a integração de todos os membros do grupo. 7) Completada a volta. reconstitui-se o grande círculo. 4) Não deve preocupar certo clima de estranheza ou de brincadeira no início. ed. 6) A nova dupla dialoga dois minutos. como para a participação e integração de todos os membros de um grupo. os membros do círculo externo avançam um lugar.TÉCNICAS DE TRABALHO EM GRUPO 1 .PAINEL INTEGRADO O Painel Integrado é uma das técnicas mais dinâmicas.3 . 2) Convém que a técnica esteja representada graficamente no quadro verde ou num cartaz. OBJETIVOS 1) Promover a comunicação." (Andreola. 5 ou . 33-35). 8. p. especialmente se iniciante. Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro. Logo em seguida as duplas começam a gostar. O acúmulo de explicações verbais dispersa e tumultua o grupo. 6. PRECAUÇÕES ÚTEIS 1) Se o grupo não está integrado e habituado a trabalhos grupais. a participação. a um sinal convencional. No fim lamentam a brevidade do tempo.. é bom que as cadeiras sejam dispostas em círculo antes da chegada. Assim até completar a volta. É interessante que os participantes posssam dizer livremente suas impressões. e passa-se à avaliação do exercício. tanto para intercâmbio de idéias.

formam novas equipes. 4) Comentários finais do coordenador da reunião. A comunicação verbal. da Glória. que poderá servir para as seguintes atividades. conjuntas ou alternativas: 1) Avaliação global do trabalho realizado nas etapas anteriores. OBJETIVOS 1) Ampla troca de informações e conhecimentos entre todos os membros de um grupo. apenas. 2) Cada participante recebe um número ou código distintivo.6. é facilmente esquecida. pois deverão relatar na etapa sequinte. conferencista ou coordenador da reunião. 3) Cada equipe estuda ou discute o tópico que lhe coube. respostas. 2) Relatório da síntese elaborada na segunda etapa. 3) Estudo dos vários aspéctos de um tema. de Porto Alegre. 3º etapa: Assembléia. 5) Planejamento das próximas atividades 2 . 2ª etapa: 1) Os que têm o mesmo número ou o mesmo código. dirigidas ao professor. se foi solicitada. Convém entregar uma ficha. 3) Perguntas complementares. conforme o tamanho do grupo).DE CASA-EM -CASA ( PAINEL MÚLTIPLO) A técnica foi aplicada pela primeira vez com um grupo de alunas do Magistério. e cria-se a confusão na etapa seguinte. . 4) Revisão dos vários pontos de um programa.S. no Colégio N. Pode ser usada com proveito para vários fins. Todos anotam. 2) Cada qual relata o resultado (informações. 2) Integração e participação de todos no grupo. conclusões ou soluções) a que chegaram as equipes na etapa anterior.

DESENVOLVIMENTO 1) Apresentação do tema a ser estudado. estuda. elabora a questão que lhe coube. 3ª etapa: DE-NOVO-EM-CASA: Cada grupo. 2) Formação dos grupos e distribuição das questões para cada grupo. 2ª etapa: DE CASA-EM-CASA: Cada grupo envia representantes para todos os outros grupos. de posse de . a fim de buscar as respostas das várias questões. 3) 1ª etapa: EM CASA: Cada grupo pesquisa. de novo reunido. ao mesmo tempo fica alguém no grupo para fornecer aos outros a própria resposta.

3) O professor ou coordenador dará o fecho final. pode-se propor na ficha apenas a . seguindo a ordem das fichas que receberam. cabendo-lhes o papel de ler aos colegas a parte que lhes pertence. 2) Distribuídas as fichas. escritos em fichas. promovendo maior interesse e participação dos alunos. o professor ou coordenador da reunião faz a apresentação do tema e uma rápida introdução ao mesmo. Convida. elabora a própria síntese e faz seu estudo final.MINI-AULA OU AULINHA OBJETIVO Esta é outra técnica destinada a quebrar a monotonia da aula expositiva.. na ficha que lhes é entregue. em seguida.. Conclusão. com alunos mais adiantados. Programação da próxima tarefa. VARIAÇÕES E APLICAÇÕES DA TÉCNICA 1) Tratando-se de crianças. Poderão seguir-se perguntas ou debates em torno do tema exposto. convém que os itens já estejam devidamente redigidos. Todavia. numeradas segundo a seqüência lógica do tema. 4ª etapa: ASSEMBLÉIA FINAL: Perguntas e esclarecimentos complementa- res. avaliação do trabalho feito. os membros do grupo.] 6 . DESENVOLVIMENTO 1) O tema desenvolvido é subdividido numa série de itens (possivelmente um para cada aluno ou membro do grupo). [. a fazerem a exposição do mesmo.todas as respostas.

4) Integrar os membros de um grupo em torno de um tema comum.PAINEL PROGRESSIVO OBJETIVOS 1) Aprofundar o estudo de um tema. pedindo que eles a exponham com as próprias palavras. O tempo de preparação pode ocupar alguns minutos. através das “aulinhas”. etc. dois ou três minutos. DESENVOLVIMENTO 1) Pequenos grupos de 2 ou 3 estudam ou debatem o tema durante um tempo . ou usando a resposta por eles pesquisada. Cada qual terá um. pondo em evidência a importância do mesmo. 3) Pode-se também apresentar o tema. Comunica-se que sobre o tema todos deverão trazer a própria contribuição: as idéias pesquisadas num livro. Passa-se em seguida à apresentação do tema. indicar as fontes de pesquisa. distribuir questões sobre o mesmo. uma notícia de jornal. 7 . o resumo de um artigo de revista. ou então o período de uma aula. 4) As “aulinhas” poderão apresentar também variações nas técnicas e no material de apresentação de cada expositor. 2) Amadurecer. 3) Valorizar a contribuição de todos. 2) Outra maneira para realizar a “aulinha” podia ser a seguinte: Apresenta-se aos alunos o tema da aula seguinte. e dar um tempo “X” para procurarem a resposta. o resultado de uma entrevista. para expor sua parte. conforme a importância do assunto e o tamanho do grupo. aperfeiçoar idéias ou conclusões.questão. dependendo da complexidade das questões.

2) As equipes se juntam.. 3) Levar cada membro do grupo a assumir responsabilidade. chegando a uma síntese mais perfeita. 4) Divisão em 8 grupos. do texto. como aplicação do estudo feito. comunicação e integração do grupo. OBJETIVOS 1) Individualização progressiva de uma tarefa 2) Tornar uma idéia concreta. tomar decisões pessoais. Por enquanto é dado um tempo “X” (determinar) para leitura do texto. o grupo se subdivide em dois. de 2 em 2. tirar conclusões. Se parar na mão de alguém que já respondeu. o que está com a caixinha extrai um bilhete. para nova síntese.. 2 a 2. 2) Na 2ª etapa. 1) Encaminhada a sessão.PAINEL REGRESSIVO 1) É o processo inverso do anterior. querendo. O trabalho pode encerrar-se com uma tarefa individual ou a dois. 3) Proporcionar intercâmbio de informações. Se não responder perde pontos ou paga prenda.CAIXINHA DE PERGUNTAS OBJETIVOS 1) Motivar o estudo de um texto ou tema. e discutem os resultados anteriores.previsto. 8 . 4) Passa-se ao “jogo da caixinha”. quem responde é o colega que o antecede. No início. formando grupos de 4 ou 6. assembléia geral. Quando pára a música. 2) Estimular a participação de todos no grupo. 3) Avisa-se que em seguida passará uma caixinha com perguntas. etc. o professor ou explicitador apresenta rapidamente 2) É distribuído ao grupo um texto sobre o tema para ser estudado e discutido. 3) Juntam-se de novo as equipes. e apresentação do tema (aula expositiva). Tem um minuto para responder. 3) Divisão em 4 grupos. DESENVOLVIMENTO o tema. 9 . A caixinha vai passando a roda. . assembléia geral. servindo-se. 4) Finalmente. aplicando-a a situações existenciais de cada pessoa. Liga-se uma música. entrega do texto para estudo. 5) A caixinha prossegue.

treinando todos para uma discussão aprofundada.10 minutos PREPARAÇÃO . Dinamizar o grande grupo.Tempo . Escolher elementos para os papéis de coordenador. Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro. permitindo que os assuntos sejam discutidos em profundidade. REALIZAÇÃO . Enquanto o sorteado busca a resposta todo mundo pensa.Organização dos grupos. DESENVOLVIMENTO . 42-53). relator e crono- metrista. Plenário . 8. p.GRUPOS PARTICIPATIVOS CARACTERÍSTICA .” (Andreola.O valor da técnica está em que todos são intensamente envolvidos em cada resposta. . . Realização . fazendo com que todos os componentes conheçam o trabalho realizado pelos demais grupos. procura no texto. 7 . Dividir o grande grupo em pequenos grupos de 6 a 8 pessoas. ed.90 minutos divididos em: .O orientador poderá fazer uma breve exposição do assunto aos grupos.10 minutos . OBJETIVOS .Permitir o intercâmbio do grande grupo. para que deles se retire o assunto para discussão. Preparação . ASSUNTO . ou livro texto.50 minutos ..Esta dinâmica permite a participação de todos os integrantes do grande grupo. Avaliação . ou distribuir material mimeografado. fica atento para o resultado.20 minutos .

o relator volta ao grupo de ori- gem. incluindo o relato feito e partindo das conclusões elaboradas pelo grupo visitante. se reune e discute o assunto proposto durante 15 minutos.O coordenador levará o grupo a analisar o trabalho realizado nos aspectos @ # X # $ # * # & # . Assim.1ª ETAPA . b) A que conclusões o grupo chegou. O coordenador do grupo poderá complementar as conclusões dos grupos. o C vai para o D e assim por diante. 3º ETAPA . explicando: a) Como se desenvolveu a discussão. após ouvir a comunicação do relator vindo do outro grupo.O grupo já dividido. pros- @ ** ** ** ** B @@ @ @@ & @@ @@ $$ $ $$ * $$ $$ A & && $ && && && D C segue a discussão. o do grupo B vai para o C.Os grupos voltam ao plenário e cada relator apresentará um resumo do trabalho. completá-lo ou acrescentar novas idéias.O relator de cada grupo se dirigirá ao grupo seguinte e fará uma apresentação dos fatos discutidos em seu grupo inicial. Após. estabelecendo conclusões. o relator do grupo A vai para o grupo B. incluindo o enriquecimento feito pelo grupo visitante. PLENÁRIO AVALIAÇÃO . 2ª ETAPA . 4º ETAPA .O grupo. O grupo poderá discordar do relato.

3. 8 .de desenvolvimento da técnica e aprofundamento do assunto.TÉCNICA COOPERATIVA CARACTERÍSTICA . c) Após. Os assuntos podem ser oferecidos em forma de roteiros elaborados pelo orientador e trabalhados em estudo dirigido.TÉCNICA DE EXPOSIÇÃO MISTA . O trabalho será considerado satisfatório se os grupos: a) obedecerem o tempo previsto na realização das tarefas. a unidade completa. para cada grupo. pesquisa e discussão. DESENVOLVIMENTO: a) Iniciar o método. b) Dividir os alunos em grupos e. AVALIAÇÃO . 2. Permitir que os componentes dos grupos trabalhem cooperativamente. motivando a classe. Oferecer aos alunos oportunidades de tornarem-se trabalhadores independentes e confiantes em suas possibilidades (auto-confiantes). obedecendo a ordem lógica da unidade. d) O orientador sintetiza no quadro de giz cada subunidade apresentada pelos grupos. permitindo-se que todas as dúvidas sejam levantadas. distribuir uma subunidade de estudo ou tema. 9 . organizando. através da exposição. Quando a unidade estiver completa o professor faz as retificações necessárias e a apreciação do trabalho. estudo dirigido.Nesta técnica o trabalho é realizado cooperativamente. através de uma exposição geral sobre a unidade de estudo e o tema a ser trabalhado. OBJETIVOS : 1. d) apresentarem conclusões satisfatórias sobre os assuntos.A técnica será considerada satisfatória se os alunos trabalharem cooperativamente. os grupos apresentam ao plenário um resumo da sua subunidade de trabalho. Após cada apresentação discute-se o tema. 4. Ensinar a estudar. entre alunos e professor ou entre grupos de alunos entre si. ou apenas dadas as indicações bibliográficas para que os grupos elaborem a pesquisa. c) realizarem o intercâmbio entre os grupos com sucesso. assim. Propiciar o trabalho cooperativo entre o coordenador e os participantes. b) obtiverem participação integral do grupo.

Após. inicialmente. AVALIAÇÃO . DESENVOLVIMENTO: a) O professor fará uma exposição sobre o tema ou apenas sobre as partes essenciais do mesmo. b) Segue-se uma distribuição de textos. partindo dos vários assuntos estudados na aula. pesquisar e expor um determinado assunto. um resumo escrito de uma aula ou reunião. 10 . c) Treinar o aluno a ouvir.Tempo: 60 minutos. OBJETIVOS : a) Evitar que fiquem dúvidas sobre o assunto. c) O coordenador distribui os questionários.SÍNTESE CARACTERÍSTICAS . apresentar-se-á um questionário para ser respondido e discutido com o grande grupo. .Essa técnica consiste em o coordenador orientar os grupos na elaboração de uma síntese. DESENVOLVIMENTO . anotar. no máximo). o coordenador fará as observações necessárias.CARACTERÍSTICAS : Consiste em uma mistura de estudo dirigido e exposição. exposto pelo professor.Elaborar. 1ª ETAPA . solicitando aos grupos que anotem as respotas corretas. até resultar na elaboração de uma redação única desses assuntos. b) Apresentarem e discutirem corretamente os estudos efetuados pelos grupos. cada grupo apresenta suas respostas ou parte delas. E. que podem ser respondidos individualmente ou em pequenos grupos(4 ou 5 alunos. O tema será . apostilas ou bibliografia sobre o assunto. na qual foram debatidos vários assuntos. possivelmente geradas na aula expositiva. sinteticamente. que serão discutidas pelo grande grupo. e) Seguindo cada apresentação.A técnica será considerada satisfatória se os alunos: a) Demonstrarem ter aprofundado os conhecimentos já adquiridos. d) Após.Reflexão. serão distribuídos à classe textos sobre o assunto ou a bibliografia para ser estudada. como terceira etapa. OBJETIVOS . para que os alunos façam o estudo aprofundado do tema exposto. b) Permitir a melhor organização e o estudo aprofundado do tema através das bibliografias ou textos dados.

As duplas formadas pelos números A1 e B2. irão debater o assunto de tal forma que. A3 e B4. c) realizarem o trabalho no tempo previsto na técnica. lógica. harmônica e bem apresentada. A5 e B6.Apresentação Ao término das correções cada sercretário apresenta o trabalho ao seu grupo para aprovação e.. OBJETIVOS: a) Facilitar a integração e o auxílio mútuo entre os evangelizandos que trabalham em grupo. de maneira lógica.. que serão divididos em grupos de acordo com a sugestão abaixo. AVALIAÇÃO .Distribuir aos educandos. pode ser realizada essa dinâmica. c) Testar o nível de apredizagem. as idéias apreendidas no texto. Os grupos serão formados e dedicarão alguns minutos para a reflexão sobre o tema e relacionar as idéias que irão compor a redação. uma redação sobre o assunto dissertado.QUEM ME AUXILIA? CARACTERÍSTICAS . 4ª ETAPA . onde foram discutidos vários assuntos. de modo a formar uma seqüência lógica e abrangente.Ao fim de uma aula ou reunião. DESENVOLVIMENTO . 1ª ETAPA . de forma grupal ou individual. depois. discutindo-as nos grupos. explicarão o texto para os . em plenário. b) Desenvolver a auto-confiança ao expor. um ou dois textos de apoio para leitura e interpretação individual.A dinâmica será considerada satisfatória se os alunos: a) retirarem do tema as idéias principais. sem receio. simples. 3ª ETAPA . clara. a fim de redigir-se uma síntese. ou mesmo como estudo dirigido. 2ª ETAPA . b) elaborarem.Esquematização Organizar um plano de redação.Tempo: 50 minutos. 11 .Esta técnica é utilizada quando se deseja verificar assimilação de conteúdos. possibilitando maior raciocínio acerca de determinado assunto. etc. os alunos que estão na equipe A.Redação O grupo escolhe um secretário que vai redigir o tema com auxílio dos outros componentes. selecionando as idéias que surgiram da reflexão. A redação final deve ser curta. estimulando-os a aprender.

) explicarão o texto para os da equipe D (D2. os quartetos elaboram uma síntese do assunto. D4.A seguir.9 7 5 3 1 C 9 7 5 3 1 A 10 8 6 4 2 D 10 8 6 4 2 B da equipe B. C5.).Procede-se a nova formação de grupos da seguinte maneira: As novas equipes discutem os textos uma vez que todos já tomaram conhecimento do seu texto e do texto da outra equipe. C3. compões as equipes B e D... 9 7 5 3 1 A 9 7 5 3 1 C 10 8 6 4 2 D 10 8 6 4 2 B 3ª ETAPA . 0 A 10 9 E 10 7 7 5 5 C 3 3 B 1 1 8 8 6 6 4D 4 2 2 . Os alunos que permaneceram nos lugares e que. explicam o texto para os das equipes C e A. etc. etc . faz-se uma troca de lugares entre as equipes: os alunos da equipe A trocam de lugar com os da equipe C. D6.. Nessa etapa. 2ª ETAPA .. Os componentes da C (C1.

elaboram as conclusões finais. o evangelizador pode dar uma aula para esclarecer as dúvidas. durante o tempo previsto. sem que os evangelizandos percebam. em grupo. da organização lógica do pensamento. entender o ponto de vista dos outros. É aconselhável o coordenador avaliar a dinâmica com os evangelizandos. 2) Flexibilidade mental: ver um tema sob muitos ângulos. 38-40). os grupos expõem as sínteses e.4.TÉCNICAS DE DEBATE 1 . p. faz-se uma auto e hétero-avaliação de cada subgrupo. b) Solicitar que reúnam-se em duplas as pessoas que possuam o mesmo nú- mero. Se julgar necessário. ou então para um debate mais amplo. 19-20.4ª ETAPA .PAINEL DUPLO OBJETIVOS 1) Desenvolvimento do raciocínio. 4) Exercitar a cabeça fria PREPARAÇÃO 1) Apresentação da idéia ou situação a ser discutida.A dinâmica será considerada satisfatória se os alunos: a) trabalharem. 3) Debate amplo de idéais. . para uma avaliação. DESENVOLVIMENTO 1) Os dois grupos debatem o tema proposto.O coordenador pode relacionar as duplas. 2) Concluído o debate. 8-9. . b) estudarem o texto e explicarem corretamente aos alunos do grupo. 3) Um moderador para acompanhar os debates. em forma de assembléia. 3) Passa-se a palavra ao grande grupo. a fim de unir fortes e fracos.Em plenário. cooperativamente. 6. VARIAÇÃO . 14-15. AVALIAÇÃO . com o auxílio do orientador.” (Técnicas de ensino. c) realizarem a técnica dentro do tempo estipulado. da seguinte maneira: a) Confeccionar cartões numerados e ditribuí-los aos evangelizandos. OBSERVAÇÃO: . 2) Constituição de dois minigrupos: de 3 a 5 membros cada um: para assumirem as posições a favor e contra a idéia em discussão. .

quem atacava passa a defender.O.V. 2 . útil para desenvolver a flexibilidade e agilidade do pensamento. O painel duplo educa para o debate. as pessoas que assumem posições radicais.G.G. (grupo de verbalização e grupo de observação) OBJETIVOS . pode-se inverter os papéis dos subgrupos: quem defendia passa a atacar. muitas vezes. a esta falta de flexibilidade e empatia. A inutilidade de certas discussões deve-se. É um interessante exercício de acrobacia mental. tanto menos ouvem seus interlocutores.VARIAÇÃO E APLICAÇÕES DA TÉCNICA Para determinados temas. com o objetivo de exercitar a flexibilidade e a capacidade para entender os outros. quanto mais discutem.

contendo sugestões de itens a observar.O. As folhas circulam entre os membros do G. pode-se usar vários subsídios técnicos tais como: a) Distribuir fichas.O.V. que deverá ser depois ampliado e aprofundado.V. 2) Esclarecer os múltiplos aspectos do mesmo. faz a avaliação do trabalho. acompanha o mesmo desempenhando tarefas de observação. pode-se inverter as posições: o G. c) Outra forma para dinamizar o G. os membros do G. Cada um escreve sua observação.JÚRI SIMULADO É uma técnica que se presta para mútiplas aplicações. onde as observações individuais são reunidas em relatórios. O G.V. diposto em círculo.O. f) Antes da avaliação. pode subdividir-se em pequenos grupos. vários bilhetes. 2) Para dinamizar a discussão. podem fazer uma auto-avaliação.1) Discutir amplamente um tema.V. 6) Descobrir e analisar aspectos de integração num grupo.O.O. transforma-se em G. b) Distribuir no G. Cada um anota em sua folha as observações que lhe ocorrem. para cada membro do G.O.O. já pesquisado anteriormente. o G. APLICAÇÕES E VARIAÇÃO DA TÉCNICA 1) A Técnica pode servir tanto para iniciar o estudo de um tema.O. 3) Aprofundar o conhecimento de um assunto. 4) Desenvolver a capacidade para o debate.O. com tarefas diversificadas para os membros do G. . 3 . realiza o debate.O. como também para coroar o estudo de um tema. 3) Os números ímpares dispõem-se no círculo interno: G. 3) Para dinamizar o trabalho do G. 7) O G. e toca adiante. o aspecto a ser observado. várias folhas tamanho <<ofício>>. DESENVOLVIMENTO 1) Apresentação do tema ao grupo. 5) Integrar os membros de um grupo.O. 4) O G. 2) Enumeram-se os membros do grupo. 5) O G.O. Cria-se assim uma interação bastante rica entre os membros do G. No alto escreve-se. d) Pode-se também fornecer uma ficha padronizada. 6) Encerra-se a discussão.: sugere-se em cada ficha um dos vários aspectos que podem ser observados. 7) Desenvolver liderança. apresentando as observações feitas.V. e vice-versa.: circulam no G.O. e) Outra variação: antes de passar a palavra ao G. em forma de pergunta. organiza-se com as lideranças convenientes para um bom debate. através de outras técnicas e atividades.

por exemplo: Napoleão. réu. realizando entrevistas. tornando-o empolgante.O método acima prevê a conversa informal entre duas pessoas.. p.TÉCNICA DA CONVERSA CARACTERÍSTICAS . jurados. O júri simulado é a culminância de todo este trabalho. promotor público. reportagens. Um grupo de alunos do 1º grau da Escola N. DESENVOLVIMENTO 1) O tema ou problema a ser debatido deve ter sido planejado e estudado com antecedência pelo grupo. Um personagem da História é “acusado”. Em torno disto girou um debate interessantíssimo sobre o valor da árvore. 55-59). e o respeito pelo meio ambiente. 2) Exercitar o debate de idéias. Mas pode aplicar-se muito bem em outros campos. do tipo: “Você condena ou absolve? Por quê?” (Andreola. testemunhas. Juiz. Dinâmica de grupo: jogo da vida e didática do futuro. redigindo noticiários e crônicas.S. advogado de acusação. Um dos alunos era “acusado” de ter quebrado o galho de uma árvore da praça. PERSONAGENS . para poderem desempenhar seu papel na sessão do júri. 4 . 8. rádio e televisão. Aparecida de Nova Prata(RS) aplicou-a com muito sucesso numa sessão comemorativa do dia da árvore. para serem expostos no jornal mural. 3) Flexibilidade mental.OBJETIVOS 1) Motivar o estudo de um tema. os outros membros do grupo desempenham diversos papéis como os de repórteres de jornal. 2) A técnica segue todos os passos de uma sessão do tribunal do júri. advogado de defesa. 1) O júri desenvolve-se através de várias sessões. Todos precisarão estudar muito bem a história de Napoleão e de sua época. onde os alunos ensaiam as lides da magistratura. Nos intervalos. ed. outros poderão redigir manifesto a favor ou contra. 4) Ver um problema sob vários ângulos ou pontos de vista. . APLICAÇÕES E VARIAÇÕES DA TÉCNICA A técnica é muito aplicada em cursos de direito. 2) Alguns “peritos” poderão fazer sondagens de opinião pública. Conhecemos ótimas aplicações a para História.

utilizando-se de perguntas e respostas sobre um tema previamente combinado. tornando mais dinâmica a apresentação. Deverá fazer um levantamento junto à platéia. participar da conversa. b) Os conversadores ou dialogadores serão 2 educandos ou 2 especialistas. Não devem fazer discursos. OBJETIVOS a) Possibilitar aos participantes a compreensão objetiva de um tema. a fim de que sejam abordados aspectos importantes do assunto. Durante a conversa anotará os pontos que desejar melhor esclarecimento. Esta técnica poderá ser realizada convidando-se dois especialistas em algum assunto. conhecedores do tema proposto Deverão conhecer profundamente o tema. conversar com voz clara e audível para toda a platéia. Escolhem os responsáveis pela conversa. que pode ser o professor ou um aluno. A platéia poderá. posteriormente.O professor e a classe determinam o tema a ser estudado. DISPOSIÇÃO DOS GRUPOS 1ª ETAPA . possam transmitir esses assuntos. b) Permitir que pessoas que conheçam determinados assuntos mas não sejam oradoras. sobre os pontos de maior interesse ou dúvida e organizar uma agenda para os dialogadores. Este irá ela- . As perguntas serão feitas após o término do diálogo. em conversa informal. será uma classe. que deverão ser pessoas entendidas no assunto. previamente preparados. individualmente ou por grupo. DESENVOLVIMENTO Os participantes desta técnica são: coordenador. fazendo perguntas aos dois dialogadores. ou entre dois alunos. a) O coordenador pode ser o professor ou um educando. c) A platéia. Cada um deste elementos desempenha tarefas específicas. c) Possibilitar a divisão do assunto entre duas pessoas. apreciando o confronto de idéias entre especialistas. seguindo um roteiro pré-estabelecido. dois dialogadores e a platéia. A conversa será informal mas. no caso. mas dar respostas diretas e simples de modo a serem bem compreendidas pela platéia. sem interferir. Escolhem o coordenador. a fim de orientá-lo quanto aos interesses e necessidades do grupo.

O coordenador inicia a técnica fazendo breve referência sobre o assunto e apresenta os dialogadores ao grupo. GRUPO PEQUENO COORDENADOR DIALOGADORES Se o grupo for pequeno a platéia pode colocar-se em semicírculo. p.borar o roteiro para o diálogo. o coordenador vai apresentando a agenda de questões que será debatida entre os especialistas. GRUPO GRANDE DIALOGADORES COORDENADOR PLATÉIA 2ª ETAPA . faz a primeira pergunta que será discutida entre conversadores. através de perguntas. Em seguida. E assim. PLATÉIA . (Técnicas de Ensino. individualmente ou em grupos os pontos de maior interesse ou de dúvidas. 16-19). enquanto a classe se mantém atenta. A platéia poderá ir anotando.

rádios. Conduta espírita.CARTAZ Apresentamos abaixo um modelo sugestivo de cartaz que poderá ser utilizado na divulgação dos cursos do Ciclo Introdutório. conceitos e páginas das obras fundamentais do Espiritismo.7 . televisão. A base é indispensável em qualquer edificação. folhetos. televisão. convidando novos alunos aos estudos espíritas." (André Luiz. LOCAL: ENDEREÇO: INÍCIO DO CURSO: 67 .. 7.IMPORTÂNCIA Os cursos deverão ser amplamente divulgados dentro e fora da Casa Espírita pelos mais variados meios (cartazes.1 . etc.DIVULGAÇÃO 7.2 . "Divulgar. out-door. p. 65). anúncios em jornais. ou programas outros de expansão doutrinária. convites. 15. ed. em cada programa de rádio.

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Gabarito do caderno de exercícios .Plano de curso .Plano de curso .Anotações em torno da Corrente Magnética .Exercícios práticos .8 .QUADRO SINTÉTICO DO PROGRAMA DE APLICAÇÃO DOS CURSOS O programa visa orientar os instrutores na ministração dos cursos do Ciclo Introdutório.Plano de curso .Aspectos gerais da vida e obra de Allan Kardec . o plano de curso e o plano de unidade (com os objetivos gerais e específicos.Gabarito do caderno de exercícios Corrente Magnética .O "Nosso Lar".Plano de unidade .Conteúdo do curso .Entrevistando André Luiz .A influência da obra de André Luiz no desenvolvimento do Espiritismo .Gabarito do caderno de exercícios Passe -Noções de mediunidade .A coleção de André Luiz .Plano de unidade .Conteúdo do curso .Plano de curso . básica e específica para cada curso.Conteúdo do curso .Plano de unidade . onde encontrarão o conteúdo. além de riquíssima pesquisa doutrinária. conforme visualização nos quados abaixo: Nosso Lar .Anotações em torno de André Luiz . visto pela ótica da Terra .Conteúdo do curso .Gabarito do caderno de exercícios Noções Básicas de Doutrina Espírita .A obra de André Luiz editada pela FEB . conteúdo e bibliografia).Plano de unidade .

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CURSO NOÇÕES BÁSICAS De Doutrina Espírita .

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É de se presumir que a inflência paterna e materna tenha sido das mais benéficas na sua infância. juiz. mundialmente conhecido pelo pseudônimo ALLAN KARDEC. e todo um passado de virtudes. Stans e Berthoud. p. 76. de nobres e dignas tradições. domiciliados na mesma cidade onde nascera a mãe de Rivail. cujo apostolado pedagógico já se revelara em Neuhof. que remonta ao século XV. 29-31).. o menino se revelou altamente inteligente e perspicaz observador.Nascimento e progenitores “Hippolyte Léon Denizard Rivail. Descendente de antiga família lionesa. mas se achava sob a jurisdição da diocese lionesa. denotando franca inclinação para as ciências e para os assuntos filosóficos. Allan Kardec. de honra e de integridade. a fim de completar e enriquecer sua bagagem escolar no célebre Instituto de Educação ali instalado. às 19 horas do dia 3 de outubro de 1804. A. residente à rua Sala. em 1805.Formação escolar de Rivail “Conforme nos conta Henri Sausse. do lago Neutchâtel e na foz do Thiele. O.1. e Jeanne Louise Duhamel. in-8). constituindo-se em fonte de nobres sentimentos. O futuro Codificador do Espiritismo recebeu um nome querido e respeitado.” (Wantuil e Thiesen. n. 3. a quem o filho Quérard. sua cidade natal. erradamente . e que devido a isso o Sr. Rivail foi batizado pelo padre Barthe a 15 de junho de 1805 na igreja Saint-Denis de la Croix-Rousse. sede do Departamento de Ain. Allan Kardec.1.NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA 9. . Anna Blackwell descreve a Sra. Bem cedo. E que a mãe de Rivail era natural de Bourg (ou Bourg-en-Bresse). seus pais o enviam a Yverdon (ou Yverdun). prendada. I. p. que na época não fazia parte de Lião. Rivail realizou seus primeiros estudos em Lião. que Rivail também nascera em Bourg e daí tê-lo inscrito em sua “Bibliographie de l'Ain” (1851. homem de leis. v. nasceu na cidade de Lião (França). ed. Seus padrinhos foram Pierre Louis Perrin e Suzanne Gabrielle Marie Vernier. Sirand. ou seja. sempre tão exato em suas informações.. situada na extremidade S. salienta José Maria devotava profundo afeto.1. 32). católica. pelo professor-filantropo João Henrique Pestalozzi.ASPECTOS GERAIS DA VIDA E OBRA DE ALLAN KARDEC 9.9 . na magistratura e até mesmo no trato dos problemas educacionais. ed. v. 3.1. cidade suíça do cantão de Vaud. julgou.2 . Conforme o assinalam os Registros de Batismo da paróquia Saint-Denis en Bresse. Com a idade de dez anos. elegante e afável. foram seus pais Jean-Baptiste Antoine Rivail. Grande número de seus antepassados se tinham distinguido na advocacia.1 . sendo educado dentro de severos princípios de honradez e retidão moral. Duhamel como uma mulher notavelmente bela. 9. no dia 11 do vindemiário do ano XIII do calendário republicano. sempre compenetrado de seus deveres e responsabilidades.” (Wantuil e Thiesen. no tomo XII de sua obra “La France Littéraire” (1859-1864). conforme assinala o registro civil.

Memória sobre a Instrução Pública. como que a impedir que a Humanidade mergulhasse em trevas permanentes.3 . VI .Manual dos Exames para os Certificados de Capacidade. entretanto. Não nos esqueçamos. Rivail [. VIII . X . 25-26). V . como reencarnação de “um dos mais lúcidos discípulos do Cristo. II . IV . XI .Escola de Primeiro Grau.” A nosso ver.Os Três Primeiros Livros de Telêmaco.]. segundo a expressão kantiana.1. ilustrando-lhe a mente pela instrução e consolidando-lhe as luzes do espírito pela educação. filosófico e religioso. 9. Este. 3. “de toda a sua perfectibilidade possível. o nosso pequeno esforço. ed. de que a influência pestalozziana sobre Rivail não foi absorvente. sob o título: Curso Completo Teórico e Prático de Aritmética.] dedicar-se de corpo e alma à codificação do Espiritismo científico. sujeito a todas as vicissitudes do caminho.. “Pestalozzi foi o guia seguro que levou o menino Denizard Rivail ao desenvolvimento..9. O século XIX vivia sob o império do materialismo.Plano Proposto para a Melhoria da Educação Pública. logo adiante. opostos à educação tradicional e formalista daqueles tempos. XII . trazia consigo rica bagagem de conhecimentos intelectuais e morais.A mesma obra. Ambos retornaram ao mundo com a tarefa específica de educar.4 . p..Fertilidade pedagógica “Apresentamos.Pestalozzi e Rivail "Reconhecemos que Hyppolyte Léon Denizard Rivail reencarnou com missão definida. III . D. L. No dizer do douto e saudoso confrade Prof. VII . que se tornou o “pai espiritual” de Rivail. I . podendo falir diante dos chamamentos do mundo ou sucumbir ao peso da oposição ferrenha dos que se acomodavam a preceitos e idéias estratificados no tempo. Rivail pôde [. aqui e ali.. Rivail..Gramática Francesa Clássica de acordo com um novo plano. relativamente às obras de H. v. José Herculano Pires. não houve propriamente acaso no encontro dos dois grandes missionários do progresso. “a grande voz do Consolador prometido ao mundo pela misericórdia de Jesus-Cristo”. na implantação de idéias e conceitos novos.” (Wantuil e Thiesen.Memória a respeito desta questão: Qual o Sistema de Estudos Mais em Harmonia com as Necessidades da Época? IX .Programa dos Estudos segundo o Plano de Instrução de H-L-D. vultos marcantes de alta espiritualidade.Soluções dos Exercícios e Problemas do “Tratado Completo de . embora despontassem.Curso Prático e Teórico de Aritmética.1. na afirmativa reveladora de Emmanuel. Estava determinado esse reencontro pela Espiritualidade Superior.Discurso Pronunciado por Ocasião da Distribuição dos Prêmios de 14 de agosto de 1834. conforme a expressão de Emmanuel.1 . Dentre eles sobressaiu a figua luminosa de Pestalozzi. Allan Kardec.

(Wantuil e Thiesen.Gramática Normal dos Exames.Ditados Normais dos Exames. 9. o sábio químico Chevreul. nota-se que o autor se adiantara de muitos anos aos processos pedagógicos então em voga. em diversos pontos. então o mais ilustre representante da teologia e da filosofia católicas. L. Destinados à instrução primária. Arago. 3. Allan Kardec. bem poucos se importavam em descobrir-lhes as causas. Vol. aproximando-se.Catecismo Gramatical da Língua Francesa. p. às Comissões encarregadas da reforma do ensino e à Universidade. 2. Votando cérebro e coração às atividades educacionais. Allan Kardec. o marquês de Mirville. a maioria dos acadêmicos olhando os fenômenos com superioridade e desdém. Astronomia e Fisiologia. para os alemães. Química. XVII . secundária e até mesmo superior.Da diversão aos estudos sérios “A princípio. XXII . ele teria deixado obra maior.Aritmética” de H. para os ingleses. o conde de Gasparin. para os franceses. a Europa inteira tinha as atenções gerais convergidas para o fenômeno das chamadas “mesas girantes e dançantes”. XXI . os magnetistas e outros observadores supunham que tudo fosse conseqüência da ação de um fluido magnético ou elétrico ou de um outro qualquer.Programa dos Cursos Usuais de Física.Ditados da Primeira e da Segunda Idade. sobretudo pelo seu valor prático.1. v. da “escola ativa”. XIV .. table-moving. não foi pequeno o número de livros escolares publicados pelo insigne discípulo de Pestalozzi. beneficiaram a estudantes e mestres. que por várias vezes o obrigaram a desviar-se dos seus mais caros ideais. II XIX . tischrüeken. XVI . ed..mo Padre Ventura de Raulica. 56). p.Curso de Cálculo Mental. algumas de suas obras foram adotadas pela Universidade de França. Vol. A imprensa informava e tecia largos comentários acerca das estranhas manisfestações.Tratado de Aritmética. em explicá-las.5 . XX . em estabelecimentos públicos. e. Em toda palestra havia sempre uma referência às mesas fantásticas: table volante ou table tournante. XIII . acreditamos que.Programas dos Estudos de Instrução Primária. XV . 9. os quais.1. Rivail. Como se vê.183-187).Projeto de reforma referente aos Exames e aos Educandários para mocinhas. v. se não fora constantemente solicitado para os problemas de subsistência material. I XVIII .Ditados da Primeira e da Segunda Idade. a não ser o grande físico inglês Faraday. de . o abade Moigno.” (Wantuil e Thiesen.6 . D. com o talento e capacidade que lhe sobejavam. considerado “o maior acontecimento do século” pelo Rev. 3. ed. Nos planos e projetos apresentados aos membros do Parlamento. 1.As “mesas girantes e dançantes”: “Em 1853. Babinet e alguns outros eminentes homens de ciência.

dá-me as forças físicas e morais que me forem necessárias. lhe trouxe a estranha nova: as mesas também “falavam”.O Missionário-chefe da Doutrina Espírita “Em 1856. nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula. se quiseres sair-te bem. Até lá. Em fins de 1854. de gravíssima responsabilidade e de suma relevância.propriedades desconhecidas. “o fluido magnético. (Wantuil e Thiesen. magnetizador com quem Rivail mantinha relações.” (Wantuil e . naturalmente. Roustan. Rivail. sem compreender a razão de sua escolha para missionário-chefe de uma doutrina que revolucionaria o pensamento científico. e daí. talvez me traiam. para todos os tempos. a grande obra da Terceira Revelação. filosófico e religioso. O “discípulo de Pestalozzi” aceita as funções de “missionário do Consolador”. as forças. faça-se a tua vontade! Está nas tuas mãos minha vida. em casa do Sr. E à imitação da Virgem Maria. Rivail começou a tecer com os fatos. Neste último caso. ditavam até magníficas composições literárias e musicais. transmitiu a Rivail a primeira revelação positiva da missão que teria de desempenhar. como verdadeiro homem de razão científica: “Só acreditarei quando o vir e quando me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar. como podes falir. visto que traria consequências de alcance mundial. utilizando-se da “cesta”. 2. Reconheço a minha fraqueza diante de tão grande tarefa. ouviu tudo o que o amigo lhe contava e respondeu. mas recomendo-te discrição. considerados ridículos ou vulgares pela maioria. que é uma espécie de eletricidade. por outros médiuns.61-62). a minha boa-vontade não desfalecerá. Nunca elaborando teorias preconcebidas. Fortier. que desde os 19 anos de idade se interessava pelos estudos de “magnetismo animal” e que aceitaria o fluidismo mesmeriano. Rivail elevou uma prece ao Criador. pode perfeitamente atuar sobre os corpos inertes e fazer que eles se movam”. E mais: por um de seus pés. a 30 de abril. e só admitindo por válida uma explicação quando ela resolvia todas as dificuldades do problema. permita que eu não veja no caso mais do que um conto da carochinha”. pareceu duvidar. Humilde. dispõe do teu servo. o Prof. fato que mais adiante. Não te esqueças que podes triunfar. Supre a minha deficiência. Tomarás mais tarde conhecimento de coisas que te explicarão o que ora te surpreende. respondiam qual se fossem seres inteligentes.7 . tudo envidarei para corresponder aos teus desígnios. a médium Srta..” A tarefa agora é bem maior. sem nenhuma tendência ao espírito de sistema. Mas o Espírito da Verdade lhe respondeu: “Confirmo o que foi dito. É uma página emocionante da história da vida de Rivail. porquanto os desígnios de Deus não assentam na cabeça de um homem”. outro te substituiria. como ele próprio o confessa em sua obra “O que é o Espiritismo”. Segundo ele.1. Allan Kardec. 3. em circunstâncias diferentes seria confirmado. 9. com o teu auxílio e dos teus celestes mensageiros. o Sr. ed. porém. ter também aceito esta primeira explicação para as “mesas girantes”. e com mais clareza. interrogadas. Partilhava do mesmo pensamento. Japhet. Ampara-me nos momentos difíceis e. possuidor daquela lógica austera e daquele senso que abriga o espírito de entusiasmos desarrazoados e de negações a priori. o Professor Denizard Rivail. nestes termos: “Senhor! pois que te dignaste lançar os olhos sobre mim para o cumprimento de teus desígnios. v. isto é. p.

Allan Kardec.Conselhos dos Espíritos “Durante toda a sua existência... 9. 2.1. 9. ou Primeira Iniciação X Imitação do Evangelho segundo o Espiritismo (Da 2a ed .) “[. 3. há uma recomendação. ed. 1863. 1859. ed. mas os bons escritores são raros". mais tarde um fato brutal ou uma demonstração irrefutável virá afirmar-vos a sua autenticidade. Efetivamente. p. Luis deu aos membros da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas: “Por mais legítima que seja a confiança a vós inspirada pelos Espíritos que presidem aos vossos trabalhos. das quais 3. 3. os esclarecimentos necessários para vos consolidar. v.. porque não vos são demonstradas clara e logicamente.Thiesen. essa obra tomou novo título: “O Evangelho segundo o Espiritismo) XI Coleção de composições (preces) inéditas. extraídas de “O . p. v.O esforço de Kardec "Allan Kardec faz em 1863 uma análise geral das comunicações mediúnicas que lhe vinham às mãos. 2. Allan Kardec. 8. 230).em diante.9 . Quanto aos manuscritos e trabalhos de grande fôlego..69-70). ao passo que se rejeitardes hoje algumas verdades. que desmoronaria ao primeiro sopro da verdade.” (“O livro dos médiuns”.1. E ele comenta: “No mundo invisível. embora apenas cem sejam de mérito excepcional.8 . sobre essa teoria poderíeis edificar um sistema completo. ed. como na Terra.10 . 2. como um monumento edificado sobre areia movediça. de todas as partes. p. Diz então (RS. não deixar de pedir. nunca demais repetida. submeter ao controle da mais severa razão todas as comunicações que receberdes.000 são de uma moralidade irreprochável. sobre trinta só achara cinco ou seis de real valor. quando vos dedicardes aos vossos estudos: tudo pesar e amadurecer. Desse número.As obras espíritas de Allan Kardec I O Livro dos Espíritos II Instrução Prática sobre as Manifestações Espíritas III O Que é o Espiritismo IV Carta sobre o Espiritismo V O Livro dos Médiuns VI O Espiritismo na sua expressão mais simples VII Viagem Espírita em 1862 VIII Resposta à mensagem dos espíritas lioneses por ocasião do Ano Novo IX Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas.1865 . v." (Wantuil e Thiesen. Kardec orientou-se por este conselho que o Espírito de S. uma só teoria errônea.” (Wantuil e Thiesen. Allan Kardec. desde que uma resposta vos pareça duvidosa ou obscura.141).. não faltam escritores.] Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade.600 examinadas e classificadas. maio) que tem mais de 3. que sempre deveis ter presente no pensamento.1. que lhe remeteram. considera publicáveis menos de trezentas.139).” (RS. 3.1.

extraídas de “O Evangelho segundo o Espiritismo” XIV Estudo acerca da poesia medianímica XV Caracteres da Revelação Espírita XVI A Gênese XVII Obras Póstumas XVIII Revista Espírita (“Revue Spirite’). ed. os defensores indigentes do Espiritismo”. com jardim. 59. Allan Kardec havia comprado. conforme já havia declarado pela “Revue Spirite”. ou a Justiça Divina segundo o Espiritismo XIII Coleção de Preces Espíritas.15-19). Jornal de Estudos Psicológicos.1. p.. nutria a doce esperança de retirar-se a uma delas.” (Wantuil e Thiesen. in-8o. 3. deveriam transformar em casa de retiro onde pudessem ser recolhidos. ed.” (Wantuil e Thiesen. na velhice.11 ... 3. . veio-lhe cortar em meio o fio da existência. entre onze e doze horas. v. atrás dos Inválidos. nessa relação de obras. a qual. ao atender um caixeiro de livraria. v.] Segundo informa Henri Sausse. estava ele ultimando os preparativos de mudança. na Avenida Ségur.Evangelho segundo o Espiritismo” XII O Céu e o Inferno. tendo parado no título. Tendo essa compra esgotado seus recursos. p. na Vila Ségur. fulminado pela ruptura de um aneurisma. ele contraiu com o Crédit Founcier empréstimo de 50. Allan Kardec. “desde os primeiros anos de Espiritismo. 9. Domiciliado à rua Sainte-Anne. Embora seja uma publicação periódica. quando.000 francos para fazer contruir nesse terreno seis pequenas casas. O excesso de cerebração continuada. Allan Kardec. 3. com o produto das suas obras pedagógicas.119). Interromperam-se-lhe os planos que tinha em mente.666 metros quadrados de terreno.Desencarnação de Allan Kardec “[. 3. caiu pesadamente ao solo. que o esgotamento de sua constituição física lhe vedava. fundada em 1º de janeiro de 1858 por Allan Kardec. em Paris.. 2. com a idade de 65 anos incompletos. não só porque esteve sob a direção de Kardec até 1869. e ele nem chegou a formular os “Princípios fundamentais da Doutrina Espírita reconhecidos como verdades definitivas”. pode aqui figurar. Desencarnou Allan Kardec aos 31 de março de 1869. Paris. após sua desencarnação. como também porque as suas páginas expressam o pensamento e a ação do Codificador do Espiritismo. passagem Sainte-Anne (II arrodissement et mairie de la Banque).

6 .OBJETIVOS DA REENCARNAÇÃO 5.1 .CRENÇA NA VIDA FUTURA 6ª AULA: DESENCARNAÇÃO 6.ANTECEDENTES HISTÓRICOS 3.3 .4 .O ESPÍRITO 4.2 .O COMPLEXO HUMANO 4.A MÃE SANTÍSSIMA 2.1 .3 .O PERISPÍRITO 4.5 .6 .4 .PROCESSO DA DESENCARNAÇÃO .ANTECEDENTES HISTÓRICOS 2.A IMORTALIDADE DA ALMA 5ª AULA: REENCARNAÇÃO 5.7 .7 .MISSÃO DE JESUS 2.O ESPIRITISMO NO BRASIL 4ª AULA: ESPÍRITO.O TIPO MAIS PERFEITO 2.O ESQUECIMENTO DO PASSADO 5.2 .2 .JUSTIÇA DIVINA 5.8 .4 .2 .6 .O PROCESSO DA REENCARNAÇÃO 5.5 .O CONSOLADOR PROMETIDO 3.A EXISTÊNCIA DE DEUS 1.OS ENSINOS DE JESUS 2.O CORPO FÍSICO 4.CONCEITOS 5.1 .9.6 .A COMUNIDADE DOS ESPÍRITOS PUROS 2.DEUS E JESUS 3ª AULA: DOUTRINA ESPÍRITA E ALLAN KARDEC 3.5 .A INTELIGÊNCIA SUPREMA 1.5 .3 .A MENTE PATERNAL DE DEUS 1.4 .1 .3 .2 .1 .O DIVINO LEGADO 2.1 .SINOPSE DA VIDA DE ALLAN KARDEC 3.A PROVIDÊNCIA DIVINA 1.6 .OS TRÊS ASPECTOS DA DOUTRINA ESPÍRITA 3.5 . PERISPÍRITO E CORPO 4.AMAR A DEUS 2ª AULA: JESUS 2.CONTEÚDO DO CURSO 1ª AULA: DEUS 1.2 .2 .4 .ELEMENTOS GERAIS DO UNIVERSO 4.O ESPIRITISMO: TERCEIRA REVELAÇÃO 3.ATRIBUTOS DA DIVINDADE 1.3 .A NATUREZA DIVINA 1.CONCEITO 6.

4 .NOSSO COMPORTAMENTO DIANTE DA DESENCARNAÇÃO 6.7 .REGRA UNIVERSAL DE PROCEDER 10.A VIDA NO ALÉM 6.MUNDOS HABITADOS 7.CAUSAS DA OBSESSÃO 9.COMO CONHECER-SE A SI MESMO 10.5 .6 .4 .6 .RESPONSABILIDADE DOS FILHOS 11.MEIOS DE EVITAR A OBSESSÃO E SEU TRATAMENTO 10ª AULA: CONHECIMENTO DE SI MESMO 10.1 .4 .5 .ILUMINAÇÃO INTERIOR 10.A PRECE 12.OBJETIVO DA MEDIUNIDADE 8.DEFINIÇÃO 9.PROBLEMAS NO LAR 12ª AULA: A PRECE E O CULTO DO EVANGELHO NO LAR 12.1 .5 .5 .MANEIRA DE ORAR .3 .4 .6.4 .EFICÁCIA DA PRECE 12.TIPOS DE DESENCARNAÇÃO 6.EDUCAÇÃO MEDIÚNICA 8.SÍNTESE DOS PRINCIPAIS OBJETIVOS DA PRÁTICA MEDIÚNICA COM JESUS 8.A MAIOR NECESSIDADE DO HOMEM 10.4 .2 .AÇÃO DA PRECE 12.TIPOS DE MEDIUNIDADE 9ª AULA: OBSESSÃO 9.A IMPORTÂNCIA DO LAR 11.O MÉDIUM 8.2 .1 .2 .1 .TIPOS DE OBSESSÃO 9.5 .3 .3 .6 .CONCEITOS 8.2 .6 .4 .A GRANDE FAMÍLIA UNIVERSAL 7.OS DEFEITOS 10.3 .3 .1 .PROCESSO DA OBSESSÃO 9.A FUNÇÃO DA FAMÍLIA 11.2 .MISSÃO DOS PAIS 11.A DESTINAÇÃO DA TERRA 8ª AULA: MEDIUNIDADE 8.A FORMAÇÃO DA FAMÍLIA 11.3 .DIVERSAS CATEGORIAS DE MUNDOS 7.POR QUE OS ESPÍRITAS NÃO TEMEM A MORTE? 7ª AULA: PLURALIDADE DOS MUNDOS HABITADOS 7.1 .3 .AS VIRTUDES 11ª AULA: O LAR 11.2 .A ESCOLA DA ALMA 11.

4 .JESUS EM CASA 13ª AULA: VÍCIOS 13.12.6 .2 .O FUMO 13.TÓXICOS 13.A IMPORTÂNCIA DE UM LAR COM CRISTO 14ª AULA: CARIDADE E O CENTRO ESPÍRITA 14.MALEFÍCIOS DO ÁLCOOL 13.1 .2 .5 .3 .1 .5 .CENTRO ESPÍRITA .AS DROGAS E A OBSESSÃO 13.7 .CULTO DO EVANGELHO NO LAR 12.CARIDADE 14.8 .O LENTO SUICÍDIO 13.6 .CONSEQÜÊNCIAS DA EMBRIAGUEZ 13.VÍCIOS MORAIS 13.

3 . 01 Inaugural.Identificar o estudo regular e sistemático da Doutrina Espírita. PROGRAMA GERAL 82 . 3 . OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 .Propiciar a unidade de princípios. 01 Encerramento. capazes de propagar as idéias espíritas. desenvolvendo os princípios da ciência e propagando o gosto pelos estudos sérios. 2 . 03 Especiais 2 Aulas de Práticas Assistenciais: 1º Campanha de Fraternidade Auta de Souza 2º Livre (A critério do instrutor) OBJETIVOS GERAIS: 1 . 3 .PLANO DE CURSO CURSO: Noções Básicas de Doutrina Espírita DURAÇÃO: 1 Semestre PERÍODO: DIA: HORÁRIO: Nº DE AULAS: Total: 19 Aulas : 14 Teóricas. 2 . despertando para as verdades espirituais e sua aplicação prática.9.Adquirir freqüência regular na Casa Espírita. nos seus vários aspectos.Preparar os alunos para integração na escola de médiuns e nos institutos.Propiciar conhecimentos básicos da Doutrina Espírita.Fazer adeptos esclarecidos.

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CURSO NOSSO LAR .

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por mais de uma vez. também personalidade da época referida. podes crer. por vezes. Assim digo porque quando estava psicografando o “Missionários da Luz”. acreditando. conversando. familiarizei-me com esse novo amigo. o interesse e a estima. via sempre aquele “cavalheiro espiritual”. iniciava o trabalho com “Nosso Lar" . Depois. e me movimento. que depois se revelou por André Luiz. Em psicografando o capítulo Reencarnação. Isto é o que eu acredito. com objetivo de despertamento. Vejo.1 . disse-me Emmanuel que estava o companheiro treinando para se desincumbir de tarefa projetada e. mais observo que a luz é luz e que minha sombra é sombra. o que me faz acreditar tenha sido ele. onde me concentrasse.10 . vejo que o esforço de Emmanuel e de outros amigos nossos concentrou-se nele.1 . Testemunhos de Chico Xavier. intimamente. A luz que. decorrido algum tempo. porque no meio destas realizações eu estou como “um batráquio na festa”. afetuosamente. Contava-me histórias interessantes e muitas vezes relacionou recordações do Segundo Império. Achava estranho o cuidado dele. me rodeia me amedronta. Por essa época. perdia tempo comigo. Schubert. André Luiz. antes do “Nosso Lar”. fiscalizando ou amparando o trabalho. entretando. não tem o nosso amigo trazido a sua contribuição direta.Surge André Luiz. que haviam sido realizadas algumas reuniões para o exame de certas teses que André Luiz deveria ou poderia apresentar ou não no livro. tenho medo de tantas responsabilidades e rogo a Jesus me socorra. aos trabalhos de André Luiz. Assim decorreram quase dois anos. . ao lado de Emmanuel. Falou-me que projetavam trazer-nos páginas que nos dessem a conhecer aspectos da vida que nos espera no “outro lado”. Contato com o médium Chico Xavier “Noto. 97-100).ANOTAÇÕES EM TORNO DE ANDRÉ LUIZ 10. de fato." "Esta é a razão pela qual. do mesmo trabalho. e. Participava de nossas preces.” (Suely C. Cada dia que passa. disse-me ele a propósito de “algumas autoridades espirituais” que estavam desejosas de algo lançar em nosso meio. se dedica. em 1943. segundo creio. ouço. Levou vários dias parado. p.NOSSO LAR 10. mas. vivo sempre com a angústia de quem se sente indigno e incapaz. contudo. informou-me Emmanuel. houve um dia em que o trabalho se interrompeu. Reconhecendo a minha indigência. vi Emmanuel e Bezerra de Menezes.1. desde fins de 1941. Dentro de algum tempo. que Emmanuel. quando o trabalho teve reinício. "Desde então. associados ao autor. no círculo destes trabalhos. sem saber se está certo. que André Luiz está representando um círculo talvez vasto de entidades superiores. desde então.

Funciona o esquecimento temporário como bênção da Divina Misericórdia.Quem é André Luiz? Emmanuel traz-nos os seguintes esclarecimentos acerca do pseudônimo de André Luiz: “Embalde os companheiros encarnados procurariam o médico André Luiz nos catálogos da convenção. André Luiz foi o escolhido para transmitir os novos ensinamentos. em seus livros. para não ferir corações amados. modificam-se as tabelas da nomenclatura usual na reencarnação. Se ele fosse um iniciante em Doutrina Espírita. necessitou despojar-se de todas as convenções.] Por que razão Emmanuel não escreveu. visando facilitar o entendimento. nem perturbar a lavoura verde. revestidos da matéria física. depois. quem sabe. enfim. tais livros? Ou Bezerra de Menezes. muitas vezes." (André Luiz. Nosso Lar.. E o fez. Para redimirmos o passado escabroso. mas sim o novo amigo e irmão na eternidade.1.3 . que ele. Quando escreve “Nosso Lar” tem um prazo e um limite dos assuntos. 9). previamente estipulados. Se se deixasse empolgar. que se torna. ora fazendo comparações. Está cônscio de que não será fácil falar aos homens. que foi médico na Terra? Quais os motivos que teriam levado à escolha de André Luiz? Quais os critérios adotados para essa escolha? A verdade é que houve atenta. também ele. Por trazer valiosas impressões aos companheiros do mundo. 21. um conjunto de outras experiências. É por isso que não podemos apresentar o médico terrestre e o autor humano. envolvidos ainda nos velhos mantos da ilusão. nem por isso haveria o perigo de prejudicar o trabalho.. o anonimato é filho do legítimo entendimento e do verdadeiro amor. Os que colhem as espigas maduras. meticulosa e completa preparação. não devem ofender os que plantam a distância. de traduzir em nossa pobre linguagem toda a grandeza e complexidade da Vida . p. ed. André Luiz corporifica o aprendiz. absolutamente de acordo com a orientação segura e sábia de Emmanuel e Bezerra. Por vezes. André sabe que as novas a serem lançadas no meio dos encarnados têm que ser dosadas e viriam progressivamente. MÉDIUM de outros Espíritos mais elevados. sem que isto invalide em nada a força do seu discurso ou a sua autenticidade. na tentativa. ele mesmo. teria Emmanuel e Bezerra ao seu lado. 10.10. das realidades do plano espiritual. E ambos trabalhando de conformidade com altas autoridades espirituais. André precisou. ainda em flor. vigilantes. ora escolhendo palavras.André Luiz. inclusive a do próprio nome. as transforma em suas. Conta as suas próprias experiências ou.. em repórter da vida além-túmulo.2 . cerrar a cortina sobre si mesmo.1. como um recurso de escritor. A forma da narrativa foi planejada. cognominado repórter do Além “[. encontramos o autor a lutar contra a falta de termos adequados. já que ele era ali. Outros livros viriam e cada um trataria de aspectos específicos. igualmente. Precisará adotar terminologia que expresse essa realidade e. Muitas são as dificuldades que ele vai enfrentar.

sem pretensões. registra. com outros quinze. Testemunhos de Chico Xavier. e consegue. de alguns enfoques do livro “Nosso Lar”. do Espírito de André Luiz. uma abordagem em síntese. jungido à pragmática da ortodoxia dominante. que os Altos Planos da Vida.Estrutura Organizacional 2. em seu esforço de doação. p. Civil ---- { 3. integra a coleção científico-filosófica.2 Econômica 2. recebida por Francisco Cândido Xavier.3 Cultural 2. em nosso plano cinzento de vida. rumo às luzes do futuro.Histórico II .4 Educacional 2.Estrutura Geográfica III . Para facilitar a inteligência do nosso trabalho e racionalizar-lhe o estilo expositivo. que se filtra de mais Alto.é exatamente a nossa mentalidade e condições éticas. observaremos o seguinte: "O autor espiritual André Luiz. aqui. 101-102). essa obra lembra-nos que “a idéia nova. a obra de André Luiz projeta-se no cenário do pensamento contemporâneo. FEB. Impõem-se.Verdadeira que estua no Universo. nesta curva augusta de sua trajetória evolutiva.O "NOSSO LAR". Schubert. Vamos tentar. cada vez mais. pela nossa capacidade de entender. no dizer dos nossos Maiores. numa verdadeira revolução do pensamento. involuntária mas progressivamente. o melhor que pode. limitada apenas.5 Científica 2. Rio). VISTO PELA ÓTICA DA TERRA "Inquestionavelmente.2 . Política 2. por misericórdia infinita de Deus. como sublimada revelação científico-filosófica. pelos caminhos dos milênios. que. neste livro. E não só isto. que ESQUEMA EXPOSITIVO Introdução Infra-Estrutura Atividades 1.(Ed. na mensagem inicial. outrossim. pois. expressar na estreiteza da linguagem humana toda a magnífica visão da continuidade da Vida e da luta ingente do homem em sua escalada evolutiva.” (Suely C. que marca limite à revelação. 10. segundo “A Grande Síntese”.1 Social 2. . Ele tenta. Mostrando ângulos inusitados da vida e revelando-nos verdades científicas ponderáveis. com o aval de sua responsabilidade. oferece ao esforço de redenção humana. Daí a ciência dita oficial ir confirmando. essa mensagem precursora. Religiosa --- . ao conceito científico-filosófico. em qualquer campo chega sempre do Alto e é recebida pela intuição do gênio”.6 Artística Filosófico-Doutrinárias I .

nos ensina morrer. enorme e exaustiva foi a luta. hoje. pelos idos dos primeiros tempos pós-descobrimento. ao que sabemos. contamos. (o grifo é nosso). vida intraduzível na pobreza da linguagem de nós encarnados. A riqueza de detalhes que nos oferece André Luiz. de J. misturavam-se as notas primitivas dos silvícolas do país e as construções infantis de suas mentes rudimentares”. para tentarmos uma visão. A cidade era mais um departamento do Umbral. pois a evolução não se faz por fora da nossa participação. Na literatura brasileira. nos permitem um entendimento. Vale Owen. Se “nada na vida existe sem preço. . “A Vida no Além Túmulo”. principalmente nos de língua inglesa. de Ruth Montegomery.fornece “somente algumas ligeiras notícias aos espíritos sequiosos dos nossos irmãos na senda da realização espiritual”. desse surpreendente plano de vida. não tínhamos da vida. quanto possível de alguns problemas que nos aguardam do outro lado do véu. de Anthony Borgia. com relativa riqueza de detalhes. segundo consta dos arquivos. . “Testemunhos de Luz”. Onde se congregam. Porém. as que resultem. todas as moradias.enquanto que nada ou quase nada informa das esferas mais elevadas. do Rev. I . bem como as que ficam nas entrelinhas e.. igualmente. e não poderia ser diferente.. colônia espiritual de transição. do Irmão Jacob (Frederico Figner). Na literatura de outros países. vasado numa linguagem castiça. no espaço que dispomos. alicerçado em bases científico-filosóficas. situada sobre a cidade do Rio de Janeiro. encontramos livros que se aproximam. mas não rivalizam. Não obstante. “No início da Colônia. Os anais da Colônia registram que “a princípio. isto é.HISTÓRICO “Nosso Lar”. até então. As informações colhidas ao longo das páginas desse livro. sobre a vida e os costumes nessa Colônia Espiritual. para receber. produto do trabalho. com justa causa. Os trabalhos primordiais foram desanimadores. É evidente que não poderemos colher todos os esclarecimentos e informações que desejaríamos. nenhum no estilo dos de André Luiz. Artur Findlay. do amor. e. é indispensável dar alguma coisa” em troca. edifícios de fino lavor. procuramos reunir informações esparsas ao longo de diversos capítulos.. . tais como “A ´Vida Além do Véu”. de Helen Greaves e “A Vida nos Mundos Invisíveis”. desencarnados no Brasil. da renúncia. ainda. elas se reportam apenas às esferas espirituais mais próximas da Terra. da abnegação. no século XVI”.. nas colônias espirituais desse nível. e no mais seguro e efetivo cristianismo como os da literatura brasileira espírita. com “Voltei”. como ilações. ligavam-se aos núcleos da evolução terrestre . para ver a possibilidade de compor um panorama mais nítido. se analisadas com coerência e meditadas com bom senso. do processo lógico dessas informações. como. “as regiões da mente pura”. mesmo para os espíritos mais fortes. “é antiga fundação de portugueses distintos. Todavia. G. as notícias recebidas de André Luiz. em um estilo científico-filosófico. vibrações delicadas e nobres.daí “Nosso Lar” ser. instrui e encanta. também. no Ministério do Esclarecimento . que. “No Limiar do Etéreo”. dentro das nossas possibilidades. que é um livro que. tanto mais clara.

Cores mais harmônicas. sobre a cidade do Rio de Janeiro. onde rosas diferentes desabrochavam. e que. inquestionável destino de todos. sob a égide do Cristo. é mais intensa e extensa do que se possa pensar. informa André Luiz que ela visa.. “Nosso Lar” não é a única Colônia existente nos planos espirituais vizinhos da Terra.propriamente. fundamentalmente. sobretudo. a medida que melhora o nível evolutivo da Crosta. quanto à estrutura urbana. enfeitadas de árvores frondosas.. face ao grau de desenvolvimento que alcançou essa Colônia. melhorada cópia da Terra.. para além das faixas umbralinas. pousavam agrupadas nas torres muito alvas. poluídas. André Luiz oferece-nos subsídios interessantes a respeito da estrutura geográfica e urbana de “Nosso Lar”. zona de refazimento e instrução”.” Que diferença das vias públicas das cidades da Terra! Estas ruidosas. em faixa espiritual de certa altitude. II . que começa na crosta terrestre. Desenhavam-se montes coroados de luz. “onde se concentra tudo o que não tem utilidade para a vida superior . Alinhavam-se a espaços regulares.“Impressionou-me o espetáculo das ruas. Impressionava-me.. Vastas avenidas. exibindo formas diversas. Ar puro.” Argüido sobre as finalidades dessa importante Colônia Espiritual. porque não lhes falta o pão santificante do trabalho redentor. É um estágio em nossa laboriosa caminhada para o Alto. paisagem. Não é estância de espíritos vitoriosos. Todos os departamentos pareciam cultivados com esmero. algumas casinhas encantadoras. É uma zona obscura.“Deleitava-me. Destacavam-se. em continuidade à planície onde a Colônia repousava. rumo ao céu . Aves de plumagem policromas cruzavam os ares e. de quando em quando. Forrava-se o solo de vegetação.ESTRUTURA GEOGRÁFICA E URBANA Como vimos. Quase tudo.. cercadas de muros de heras. . aqui examinaremos como zona geográfica. pelo aprendizado e pelo trabalho. científicos. Surpreendido identificava animais domésticos. No capítulo VIII. ainda. adornando o verde de cambiantes variados. quando descreve: . agora. atmosfera de profunda tranqüilidade espiritual . André nos oferece algo específico. substâncias mais delicadas. entre árvores frondosas”. Hoje. rigorosamente cumprido e sentido como fator de libertação espiritual. debruçado às janelas espaçosas(do hospital). contemplando os horizontes vastos. filosóficos e outros da Terra. como segue: . trepidantes . mas há uma razoável felicidade. sua influência nos processos artísticos. a se erguerem retilíneas lembrando lírios gigantescos. a Colônia Espiritual “Nosso Lar” está sediada. os aspectos da natureza. Nenhum sem flores à entrada.. a libertação espiritual pela educação. À pequena distância.. superior à da Terra. pomares fartos e jardins deliciosos. aqui e ali. quando não totalmente escura. alteavam-se graciosos edifícios. parecia banhada de luz alvacenta. O Umbral é uma faixa que envolve o planeta. No capítulo VII. como que amortalhada em neblina espessa. Grandes árvores..

como seria de desejar.que os raios do sol aquece de muito longe . Cultural. 1. Econômica. que compõe o estafe . é uma atividade meio. orientados. onde é conjugado ao fenômeno basilar do ser . de “A Grande Síntese”. Civil e Religiosa. de importância fundamental.ESTRUTURA ORGANIZACIONAL A estrutura organizacional desse plano de vida. cada um por doze (12) Ministros. o Governo da Colônia.a evolução.” III . em número de seis(6). É certo que os assuntos espirituais.“Deus e o conhecimento da ordem divina.. Se aplica perfeitamente ao “Nosso Lar” o conceito de Estado. . mas seus titulares. mas atende às exigências expositivas deste trabalho. que os problemas administrativos propriamente e os problemas espirituais não são atividades estanques ou dissociadas como se verifica na Terra. o Governo da Colônia. Este fato corrobora a velha tese de que os problemas da convivência social não se resolvem. tendo por tarefa substancial a formação do homem pela sua educação integral. Não se trata. para melhor inteligência da matéria. e ter por programa central . sobrelevam em importância os primeiros. Científica e Artística. mas é indispensável a reforma do homem íntimo. É preciso entender. por interesses subalternos recíprocos. com os inconvenientes e prejuízos que essa forma de governo se nos apresenta na Crosta. em “Nosso Lar”. a estrutura proposta.o que se reflete. visto pela ótica do Direito Público Constitucional. e cuja primeira função é a de ser um instrumento das ascenções humanas”. não é uma teocracia.. Entretanto.” Passemos agora ao exame da infra-estrutura organizacional e suas atividades. ao longo da História. Educacional. nos seus atos públicos e privados. com ocupações especializadas dentro do respectivo Ministério. a infra-estrutura Civil se subdivide em atividades de ordem: Social. em linguagem de disciplina acadêmica. A infra-estrutura Política é integrada pelo que poderíamos chamar. todavia. pelo menos de alguns de seus aspectos. de uma estrutura racionalmente abrangente.orgãos diretivos (atividades meios) e executivos (atividades fins). entre as religiões dominantes e os poderes temporais. são espíritos de esmerada formação cristã. paisagem por vezes escura e úmida. com extensão e verticalidade que não se conhece exemplo na Terra. seguindo a linha do nosso esquema expositivo. responsáveis pela Alta Administração. “enormes células de trabalho ativo. de . em todos os níveis. simplistamente. verificando-se até uma certa subordinção. Os Ministérios. organicamente entendida. é integrada pelas infra-estruturas Política. tão só a força de leis e regulamentos. como vimos no esquema inicial. apesar de se constatar nesta uma certa promiscuidade. a infra-estrutura Religiosa se desdobra em atividades Filosófico-Doutrinárias. positivamente. Infra-Estrutura Política A Colônia é dirigida por uma Governadoria e o seu Titular é coadjuvado por diversos Ministérios. previsto no capítulo XCVII. considerando que a administração. que nem mesmo alguns dias de estudo oferece ensejo à visão detalhada de um só deles”. bem como as respectivas atividades. num total de setenta e dois (72). e a vivência espiritual é uma atividade fim.

hierarquia e competência. quando focalizarmos os aspectos filosóficos da remuneração. como escreve André Luiz com muita propriedade. a partir do III Milênio. conforme as circunstâncias. sem que seus raios iniciais partam de cima”. procede do Plano Superior. “toda manifestação de ordem. até 72 horas. se identifica por sua mentalidade. repartições públicas. A semana de trabalho é de 48 horas no mínimo. A chamada iniciativa privada. da Comunicação. prédios públicos. O Evangelho do Cristo é a Carta Magna por excelência. Evidente. através de uma infra-estrutura organizacional que compreende . universidades. de comunicação (apesar de audição e visão à distância de alguns). A equipe direcional. logradouros. habitações. como temos na Terra. templos. Nenhuma condição de destaque é concedida aqui a título de favor. com vistas ao aprimoramento de suas tarefas junto à coletividade. na hipótese da semana de 6 dias. num total de 7 dias. a exemplo dos que desempenham atividades em todos os setores de “Nosso Lar”. A ação administrativa se exerce. bosques. no que concerne à ordem e à hierarquia. prados. 55. A jornada de 12 horas ocorre apenas nos casos especiais. serviços de água. objetivando preparar seus membros. renovando energias e valorizando conhecimento”. da Elevação e da União Divina. mas para a ascenção (de uma minoria) a planos mais altos. . não só às futuras reencarnações. rios. (não no sentido de igrejas dogmáticas). Existe. de transporte (apesar da volitação de uma minoria). podendo atingir.” São os seguintes os seis Ministérios: da Regeneração. lazeres e intercâmbios sociais. como na Terra. uma organização pública que. acrescentando que “nenhuma organização útil se materializa na crosta terrena. espaço rural com o seu componente agrícola e zoológico (animais domésticos). “A lei do trabalho é rigorosamente cumprida” e vivida como fator propulsivo nesse contexto. daremos subsídios para um melhor entendimento do ângulo moral do . com um para descanso e lazer. nos serviços sacrificiais.direto do Governador. que corporifica o pensamento político no bom sentido.trabalham em irrepreensível coordenação de sintonia. praças. “costumam excursionar noutras esferas. adiante. jardins. áreas de lazer. Lembramos aos nossos leitores que. como definição de espiritualidade. por exemplo. que “a organização em ministério é mais expressiva. câmaras de retificações. no mundo. trabalhos. do Auxílio. Nos trabalhos administrativos a Governadoria serve-se da colaboração de três mil funcionários que. como. do Esclarecimento. Os titulares dos Ministérios. comportamento ético e objetivos. à pag. Por esta informação estaremos em condições de formar alguma idéia da complexidade da máquina administrativa. são valorizados mediante estudos. etc. Diz André Luiz. o que representa uma jornada de 8 a 12 horas. embasados no mais legítimo enfoque cristão. não existe em “Nosso Lar”. hospitais. A instituição é eminentemente substanciosa. estamos certos. cuja remuneração é duplicata e até triplicada. pois. vias públicas. que suporta um esforço permanente de evolução. de diversos níveis hierárquicos. isto sim. de energia. concepções.escolas. forçando o conceito. sua atividade e influência na vida da Colônia. que inspira todos os setores de atividade dessa magnífica civilização espiritual que. servirá no futuro de paradigma a nossa civilização na Terra. poderíamos denominar de Organização de Estado. fábricas. com ordem. gabinetes transformatórios. em todos os níveis. em linguagem e sentido econômico.

além do Socorro médico-hospitalar. i. 2. dosado segundo o nível de evolução. com os melhores recursos humanos e técnicos. sem ser moeda no sentido que se dá na Terra. e se efetiva através de hospitais. Infra-Estrutura Civil . objetiva e eficaz. “intensifica o rendimento do trabalho em todos os setores do esforço construtivo”. mediante o chamado Bônus-Hora. Quando o Ministério de Auxílio confia crianças. Estes socorros iniciais são complementados. O trabalho é remunerado. mas ficha de serviço individual.salário e consequências espirituais. numa sociedade organizada sobre princípios de solidariedade integral como essa. ficando dispensado o serviço externo. são contadas em dobro. os campos de Esclarecimentos requisitam grande capacidade de trabalho e valores intelectuais profundos. funcionando como valor aquisitivo”. Toda a família trabalha. e sendo transferível em determinada circunstância. os deveres no Ministério da Regeneração constituem testemunhos pesadíssimos. podemos entrever nas seguintes informações: “As tarefas de Auxílio são laboriosas e complicadas. meio circulante. propriamente (nos primeiros tempos) até ao lar ou onde o espírito neófico ficará domiciliado em caráter permanente. numa etapa de franca convalescença.1 . o Ministério da Elevação pede renúncia e iluminação. Só não trabalham os convalescentes. que desenvolveremos a seguir: 2. não cabe espaço ao egoísmo desintegrador. a categoria . da assistência psíquico-profilática. Anote-se que a música. que é “o padrão de pagamento”. até que novo destino se lhe seja oferecido.Atividade Social Uma amostra do intenso esforço que exige o trabalho assistencial. ao longo de um trabalho que se estende. O Sistema Previdenciário é modelar.. é. visando.desenvolvido.A infra-estrutura civil. com eficiente e progressiva assistência espiritual intensiva. Não querer trabalhar é catalogado como enfermidade. neste lar. a determinado lar. as horas de serviço. os trabalhos na Comunicação exigem alta noção da responsabilidade individual. a exemplo do que se faz em algumas atividades na Terra. No conceito da Colônia: “Não é propriamente moeda. e. as atividades da União Divina requerem conhecimento justo e sincera aplicação do amor universal”. o que nos dá uma idéia da importância do serviço maternal. câmaras de retificação. como vimos. antes do compromisso de trabalho do espírito em tratamento. unidade de valor. de certa forma. O trabalho é visto como específico certeiro às enfermidades da alma e como elemento propulsor nos caminhos da evolução. Como é fácil entender. nos melhores moldes didáticos e pedagógicos. de maneira direta. se subdivide nas atividades principais.

que requer um condicionamento especial. A medicina é muitíssimo menos complexa. conjugado no seu trabalho ciência e religião (a religião cósmica). que lhe outorga responsabilidade e benemerência. o homem e nós (os espíritos) dependemos absolutamente do amor. para esta afimativa de André Luiz: . Nesta área de atividade. condições indispensáveis de responsabilidade. Casos existem. em espírito e verdade. num trabalho laborioso de educação e recuperação pela dor. O verme. .. Voltam à Crosta em processo de reencarnação compulsória. Tudo se equilibra no amor infinito em Deus. espírito de renúncia e a indispensável bagagem científica.um programa extraordinário de conscientização crística. Outros espíritos existem. Destaquemos algumas informações. como em tudo em “Nosso Lar”. Os espíritos rebeldes ou aqueles ainda presos aos instintos mais primários e chocantes e de difícil recuperação. o animal. com olhos de ver. de inacreditáveis e revolucionárias implicações científico-filosóficas. que abre ao conhecimento humano vastos horizontes. não luta com as deficiências e incertezas. em nossa modesta capacidade de análise.. pela profilaxia do Umbral. aliás. mais sutil o processo de alimentação.1 . e. com recursos inimagináveis para o nosso estágio evolutivo na Crosta..“Todo o sistema de alimentação.a misericórdia Divina os mantém segregados em faixas de sofrimento. Atentemos. sustentado pelo . num sublime binômio. que passaram.1. 2. em provação ou expiação.espiritual do reeducando. O diagnóstico que é um dos pontos.assim. muito vulnerável da nossa ciência médica na Terra. Evidentemente que terão um aprendizado mais produtivo. ou que tenham vindo direto ao “Nosso Lar”. que enfrenta o nosso profissional. Todos nos movemos nele e sem ele não teríamos existência”. é a vivência do ideal crístico. Não se trata de figura de retórica. não importa o grau intelectual. como não é difícil entender. o tratamento ir direto às causas do mal. André Luiz nos revela enfoque de extraordinária importância. com vistas aos cometimentos do futuro. nas variadas esferas da vida. abnegação. O médico é como que o arauto da vida. mas fato real da vida. . Pode. Estamos nos referindo ao grande número de espíritos que integram uma faixa média predominante numericamente.. contidas no capítulo XVIII: “. na compreensão e adaptação à nova vida. rapidamente. numa missão de legítimo sacerdócio. aquém ou além desta faixa. quanto mais evoluído o ser. em menor número. ainda. Estamos mergulhados num oceano de vida. no Umbral ou em zonas purgatoriais ou infernais de trevas densas. pois ninguém faz jus a essa sagrada investidura. a idéia matriz. em sua ficha pessoal. cuja recuperação do traumatismo da morte.A Alimentação Sobre esta matéria. lucidez. se não catalogar. tem no amor a base profunda”.Nosso irmão talvez ainda ignore que o maior sustentáculo das criaturas é justamente o amor. se faz em circunstâncias menos laboriosas ou mais tranquilas do que a grande maioria. que procurasemos entender. Estes nem chegam a ser recolhidos ao “Nosso Lar”.

desdobrando os conceitos acima. através de longos decênios de experiências de laboratório. porque ele não existe. sobre o átomo.. Panck e Bohr. o núcleo não é o último termo. em que rodopiam unidades vertiginosas. Estes conceitos não ferem a lógica. que consideramos a maior análise científico-filosófica produzida pelo pensamento ocidental.. entre o pensamento científico e a revelação. hoje. na substância não exsite matéria. que é movimento.Este processo seria impossível se o átomo fosse uma partícula material. com o entendimento que se tem. o nosso conceito generalizado de matéria. ao infinito." Às páginas 165 e 167. no sentido comum. Diz esse livro. sem nada perder do seu conteúdo. esclarece.amor infinito de Deus imanente e transcendente. como se vê.. que “o núcleo. nunca vos encontrareis em face de uma partícula sólida. Mas. ontem. Escreve Humberto Rohden. centro da rotação eletrônica. não o encontrareis. e assim ao infinito. Passemos uma rápida revista no que diz “A Grande Síntese”. não é o último termo (. vórtices são o elétron e o núcleo.. acrescentando que “o núcleo é a semente ou o gérmen da matéria”. Hoje. mas um processo funcional do Universo.“.. Há uma convergência de conceitos. que nos levará. Assim. animada de velocidade. no século XX: . perguntaríamos nós? Da substância Divina. a uma justificativa da tese de André Luiz que . E a decomposição dos vórtices. confortando o que transcrevemos acima. através do pensamento de vultos eminentes da Física Teórica. de Pietro Ubaldi. em semelhantes sistemas menores e interiores”. é sempre um vórtice imaterial de velocidade.) ele é um sistema planetário da mesma natureza e forma do atômico. nas suas revelações em torno do átomo. prolonga-se ao infinito. nunca tendes aí um corpo. porque o conteúdo do Universo é Infinito e o Infinito irradiando finitos não diminui”. apenas há movimento”. qual o figurais. uma vez que a matéria quantitativa perde o seu conteúdo à medida que irradia. encontraremos estas elucidações.. interior a este. o Enigma da Matemática": . por muito que procureis o último termo. para pensarmos em termos de vibração.. nem colidem com o bom senso. antecipando-se à Física Teórica. para maior inteligência do assunto:.. (pág. Quando imaginais uma partícula mínima. diríamos e como veremos.. naturalmente. indivisível. no seu livro "Einstein. menores. tais como Einstein. em consonância com ela. composto e decomponível. Mas. Dilui-se. E movimento do que. “A Grande Síntese”. Niels Bohr e outros “o átomo não é uma partícula material. provaram que um átomo pode irradiar energia através de 30 anos ou mais. Max Planck. compacta.assim. no sentido em que a compreendeis. não diminui o seu conteúdo na razão direta de sua irradiação.“Ainda quando decompuserdes a matéria naquilo que vos parecer serem os últimos elementos. uma função imaterial do cosmos”. O átomo é um vórtice. vórtices são os centros e os satélites contidos no núcleo. sobre o átomo e verificaremos a convergência impressionante com o pensamento de Einstein. pelo menos. se o átomo é um processo funcional no cosmos. 113/114). ainda.“Planck e Bohr.

1. o problema. . vista acima. Donde a ilação final: . 2. Prossigamos em nosso raciocínio. . com lógica e sem figura de retórica.Deus é amor e com amor e por amor vivifica e mantém o Universo. objetos em geral. Em “Mecanismos da Mediunidade”. da imaterialidade da essência divina. a matéria física (realidade relativa) é apenas manifestação. Por tudo isto. O assunto não é fácil. um piano de notáveis proporções. o que diz com o endosso da ciência e da revelação. até atingirmos. sem falarmos da matéria mental. envolve toda a criação universal do macrocosmo ao microcosmo. Procuraremos estabelecer a conexão entre essa teoria da matéria. em “Evolução em Dois Mundos”. há casas residenciais e apartamentos. subjacente e absoluta. encara a “matéria” como “uma realidade relativa que repousa sobre uma outra. graduada às nossas condições e necessidades. no infinito do tempo e do espaço. mundos e seres” (Cap. quer dizer que a alimentação em última análise é a materialização do amor Divino. demonstrando pequeninas variantes. e do nosso nível evolutivo. e além deste. descansando sobre ele grande harpa talhada. Se a matéria é apenas a manifestação do pensamento Divino. substância primordial onde vibram e vivem constelações e sóis. com potencialidade energética infinita:Fluido Cósmico ou Hálito Divino”. numa tentativa elementar.podemos finalmente. Como na Terra. se possível. da substância absoluta. donde não ser possível analisá-lo com profundidade. na simplicidade destas modestas considerações..e que ela não existe como a entendemos. com a maior clareza a comprovação e verticalidade da tese. com hálito de vida eterna. Quando André Luiz escreve que “todos nos movemos nele (no amor) e sem ele não teríamos existência”. em última análise. apenas. concluir que a matéria é manifestação da vibração do pensamento Divino. em frequência de amor. deixa intendível. pois envolve problema substancial. e as digressões de “A Grande Síntese”. em “Nosso Lar”: . sem maiores veleidades. e o amor. André Luiz. Quadros de sublime significação espiritual.Lar André nos descreve um lar típico. aquém. define o fluido cósmico como “plasma divino ou hausto do Criador.1. nos parâmetros do nosso nível humano.” A organização doméstica é muito rica de encantos. que nos mantém a vida. tudo vive e se alimenta da substância do amor Divino. Levantamos. I Parte). Móveis quase idênticos aos terrestres. confortadas pela Física Teórica contemporânea. em linhas nobres e delicadas.2 . em cuja profundidade encontramos um oceano de pura consciência. como contribuição ao seu entendimento.“Ambiente simples e acolhedor. numa coesão de caloroso afeto. que. ensina que todo o sistema profundo tem no amor a base profunda. que aquece o universo inteiro.

segundo André. ainda. a indústria de transformação se diria na Terra) que produzem o essencial. em termos de bens de consumo imediato.Atividades Econômicas Esta exposição não seguirá uma linha ortodoxa de moldes técnicos.. como uma etapa preparatória do casamento na Terra. pois não buscamos uma análise econômica das relações desse conglomerado espiritual. vestuário e outros de indispensável necessidade. com os subsídios que se nos oferecem. um enfoque mais informativo. . dentro em breve. O casamento no plano espiritual não é um simples consenso. O matrimônio realizado na base do mais puro amor. Vejamos:-”É curioso.2.3 . onde se efetuará o reencontro das almas. com vistas a compromisso futuro. de dever e de provação.. evidente que segundo as peculiaridades próprias. embora todos sejam sagrados”. Não existem véus de ilusão a obscurecer-nos o olhar. sem preocupações de normas didáticas. Como acontece na Terra. ( escreve referindo-se à vida espiritual ou a Terra). “Há quatro tipos de casamentos. o problema é colocado de maneira.. As núpcias por amor. que representam “ simples conciliações.” “-Como não? Vive o amor sublime no corpo mortal ou na alma eterna? Lá no círculo terrestre o amor é uma espécie de ouro abafado nas pedras brutas. nossa casinha de felicidade. 2. o noivado é muito mais belo na espiritualidade. a se materializar na Terra. O exame de todas as informações examinadas nos levam a conclusão lógica que existe o consórcio na Vida Espiritual. remate final do aprendizado decorrente desse importante ato da vida do espírito. Circulação e Consumo. Existe a área rural (setor primário) e fábricas (setor secundário. também aqui.. é de inspiração apenas informativa.. a que se afeiçoam os manuais da Ciência Econômica. face aos elementos de que dispomos. No capítulo XLV. crendo que voltaremos à Terra precisamente daqui a uns trinta anos”.2 . distingue-se dos demais. pois verifica-se o próprio convívio conjugal. ficaria limitado esse propósito. indispensáveis à solução de necessidades ou processos retificadores. a economia. A distribuição (Circulação) aos vários setores da sociedade (mercado). mesmo porque. há o casamento.Casamento e Sexo Nesse Plano de Vda. de fraternidade.1. se processam pela combinação vibratória. assinala três momentos ou estágios fundamentais: Produção. fundaremos aqui. porém. objetivando uma visão panorâmica. . . sem maiores amplitudes. tais como alimentação.observei intrigado. reiteramos.de amor.” E conclui a entidade espiritual:-”. Nossa abordagem.. em “Nosso Lar”.. que predispõe o meio..encontrarmos noivados. . pela afinidade máxima e completa. mais explícita. principalmente. no sentido de uma antecipação ao da Terra. verdadeiramente espiritual.

assim. e atividades que examinaremos nas linhas a seguir. nesta. ao vestuário. um Setor Primário. desejamos sublinhar um aspecto que se reputa. o relacionamento legal do trabalho. que constituem sua atividade econômico-administrativa. a lei do mais forte. de paz e de justiça. com sua produção. principalmente na área urbana. de Poder Público. como os que matizam de luzes inconfundíveis.. muito mais aperfeiçoados. a deslealdade. um Setor Secundário e um Setor Terciário (de prestação de Serviços) da Economia. mas existe uma circulação de bens. existir.. e vestuário (roupas. em que o poder mental e as condições espirituais se elitizam no bom sentido. com a devida discreção. por lhe ser um plano de vida muito próximo. regidos por normas e princípios próprios e válidos. que administra a Colônia em todas as suas atividades. porém. Todos cooperam no engrandecimento do patrimônio comum e dele vivem. etc). Governo. como à comunicação e ao transporte. é feita através dos recursos de transportes. ou de prestação de serviços. que uma faixa alta. o “ do et des”. Um fato nos cabe observar. que é o alimento predominante. ligada principalmente ao Ministério da União Divina. o processo e relacionamento na atividade econômica se . existe uma zona rural. visando fornecer ao Setor Secundário os recursos para a produção. de barganha e de lucro. nos alimentos servidos nos hospitais especialmente. com as devidas peculiaridades. o hedonismo avassalador.. como vimos. sem o que seria impossível uma convivência e consenso humanos. sujeito à manipulação fluídica.totalmente entregue. fundamentalmente. importante e que representa a viga mestra de sustentação do Sistema. “O celeiro fundamental é propriedade coletiva. Seja visto. onde. calçados. de sucos. segundo uma mentalidade bem afastada da nossa na Crosta. Verifica-se. fogem a esses hábitos e necessidades. como etapa final da atividade econômica. em torno de 10% da população.onde se efetua o consumo. alguns dos seus itens mais importantes. assemelhados aos da Terra. no transporte de passageiros. por aproximação. o egoísmo usurpador. como preocupação permanente e diretora em espírito e verdade. principalmente. a exemplo da Terra. interfere a competição. Todavia. oferece uma complexidade de atos e fatos. a exemplo do aeróbus. tais como os aspectos financeiros de intercâmbio.” Essas são as grandes linhas gerais da economia que. Conseqüentemente. Desejamos nos referir aos fundamentos ético-cristãos que alicerça essa sociedade de almas. No Setor Primário.. Não existe um comércio em sentido de troca. A produção de vestuário e alimentação elementares pertence a todos em comum. Examinaremos a seguir. essa notável morada de espíritos em esforço ascencional. tanto no que diz respeito à alimentação. em suas fábricas (industrialização). trocas e serviços. O Setor Terciário. a exemplo da Crosta. para não chocar os menos realizados. como os demais. ao que poderíamos chamar. de amor.

1 . aos pensadores na Terra. se realiza segundo outra sistemática. mas é “uma ficha de serviço individual”.2. nesta. predominante.A Moeda Circulante Em “Nosso Lar” o trabalho. com muito mais razões. As construções em geral representam patrimônio comum. pelo menos no mundo ocidental. 2.2. se for portador de bens financeiros ( bônus-hora-auxílio) estes reverterão ao patrimônio comum.realizam de maneira muito diferente dos da Terra. em tempo da Terra. pela competição lesiva. O valor da casa própria é de trinta mil bônus-hora. Porém. pela fraude. mas ficha de serviço individual. ela não tem a conotação que se dá no mundo ocidental especialmente. ser transferida a benefício de terceiro. pode legá-lo aos familiares que ficam (pg. do mais forte pelo dolo. aqui. quando detentor da propriedade de um lar. funcionando como valor aquisitivo”. de certa forma. pela usura. o que se consegue com 3 anos e cinco meses de trabalho. em certas circunstâncias.. em “Nosso Lar”.. objetivando um processo de justiça distributiva. conceito. com justa causa e inteiro critério. na base da remuneração percebida. 2. injusto e lesivo à grande maioria..”. da forma como está regulamentada na sociedade capitalista. . como ainda o é e será por muito tempo. que lastreia o meio circulante. não como um fim.2.aliás muito curioso para nós que estamos presos ao conceito predominante de propriedade. a propriedade aqui é relativa . A propriedade de bens imóveis não passa disto.. como também na aquisição de bens duráveis e de consumo.. uma moeda escritural.é oportuno lembrar que. entre nós. 2.2.2 .“. A unidade monetária. assinalados. é remunerado. não importando. não tem um curso forçado como meda corrente.108). no entanto. 2.A Propriedade Sobre este assunto. no . maquiavelicamente.3 . . referindo-se ao Bônus-Hora: . ficando a crédito do possuidor o mérito pessoal. tal como acontece na Terra. ser moeda (dinheiro) no sentido específico que se empresta.O Problema da Herança O Espírito que regressa à Terra. em vias de regra. em proporções que o valor nominal traduz com relativa aproximação.. sem. em romagem reencarnatória. mas como uma aferição de valores meritórios. pela fome insaciável de lucro a qualquer preço. Ensina o texto em exame. que. Como se vê. a legalidade ou moralidade dos meios.“Não é propriamente moeda. em planos mais elevados. tem como padrão de referência o Bônus-Hora.O Calendário e o Tempo O problema tempo no Plano Espiritual é um problema transcendente. Veja-se o que instrui o texto: . uma conta corrente.4 . podendo.

que pode ser admirado sobre outros ângulos ( pgs. encontra. e diversificada segundo a melhor técnica didática. de evolução. a jovens e a crianças. como a que anotamos à página 157. como fator econômico.Atividade Educacional A técnica fundamental. nessa faixa de vida espiritual. com locais. no seu caráter misericordiosamente construtivo. . escola ativa.3 . sobre o Pensamento.que a nosso ver está colocado com toda a clareza e segurança na obra monumental de que Allan Kardec foi o iluminado codifica- . aliás o que não é difícil entender. de que não se pode divorciar. em termos de trabalho educacional.Atividade Científica O aspecto científico do Espiritismo . nas faixas de sofrimento da zona umbralina. ligado à atividade econômica. preleções.Atividade Cultural Na Colônia a cultura se processa num intenso e extenso trabalho. 2. lembramos que lá como aqui na Terra. “Evolução em Dois Mundos” registra estes esclarecimentos: . dos quais só progressivamente. cingido aos calendários próprios. 2.5 . com programas didáticos e pedagógicos adequados às respectivas faixas etárias. mas deve guardar-lhe as devidas percepções e dimensionamento. recursos materiais . palestras. desempenha o seu papel. Um trabalho desejamos destacar.Isto tudo é compreensível face a proximidade da vida na Crosta. que sua obra nos oferece uma visão emocionante. tem por alicerce fundamental o Amor e a Justiça. lhe proporcionou um amadurecimento mental indispensável às suas extraordinárias experiências posteriores. e outros. sempre dirigida ao aperfeiçoamento espiritual. pois. Sem querermos dizer que a dor seja o único caminho de libertação. num trabalho ativo de purgação que. que informa a excelência da ação cultural. Nesse sentido podemos exemplificar. que preside ao esforço do programa educacional. com os dias e as noites marcando a conta do tempo”. inquestionavelmente. a orientação educacional preconizada e oferecida a pais.“Na moradia de continuidade para a qual se transfere. com a experiência de oito anos do próprio André Luiz. também. Apenas. ainda que diverso em alguns dos seus processos. Queremos nos referir à notável preleção de Veneranda. com dilatada abrangência.4 . através de cursos. dentro dos parâmetros que comporta a nossa evolução mental. Não cabe neste item. integralmente. nos diversos educandários. 2. tais como à assistência a adultos. ou melhor. à medida que sobe na faixa da Espiritualidade Maior. Outros exemplos podemoso citar. o tempo. aprofundar a matéria no seu ângulo filosófico. o homem as mesmas leis de gravitação que controlam a Terra. se divorcia.esforço de entender e definir.178 a 181).

Considerações. através da ciência. nos descreve a cerimônia deslumbrante de um culto público do Evangelho. por excelência”. constitui um bloco monolítico de sabedoria. o que nos atesta a vinculação indissolúvel dessa trilogia. da filosofia e da religião. Nestas palavras do Espírito de Verdade. para se compenetrarem e meditarem na grandeza histórica e transcendente do momento. sentimos como que uma convocação aos homens de boa vontade. 3 . destacando seus aspectos artísticos. iniciou a festividade com maravilhoso hino.aliando-se aos meninos cantores das escolas do Esclarecimento. são conduzidos imediatamente para as zonas obscuras do Umbral. anotando através da palavra do seu cicerone: . uma enorme vantagem. não pode enquadrar-se nos limites estreitos dos horizontes terrenos.“Nas extremidades do campo. de Allan Kardec: “As grandes vozes do Céu ressoam como sons de trombetas. no que concerne à literatura. contudo.no trabalho de André Luiz recebe um enfoque impressionante. temos certas manifestações que atendem ao gosto pessoal de cada grupo dos que ainda não podem entender a arte sublime. quando despida dos prejuizos que a vida terrena lhe empresta. que é significativo lembrarmos a afirmação do Espírito de Verdade. com a filosofica e a religião. Nós vos convidamos. Ali. colocando-se em sintonia com o pensamento Divino que se derrama majestoso por sobre toda a carne. certo que não é possível ultrapassar certos limites de conhecimento sem purificação moral.6 . na manifestação desse “oceano eterno .Atividades Artísticas No Capítulo intitulado “No Campo da Música”. nestes termos: . temos a música universal e divina.“Temos em “Nosso Lar”. para o divino concerto”. Descreve ambiente encantador e refere-se à música ligeira à entrada de notável parque. no Prefácio de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. que nos fazem compreender a responsabilidade que envolve a todos os que assumem compromisso no terreno das realizações culturais. no sentido mais universalista possível. Instrumentos musicais de sublime poder vibratório embalavam de melodias a paisagem odorante”.“ O Grande Coro do Templo da Governadoria. a vós homens. que resumimos a seguir: . André Luiz registra no capítulo XVII. e tal a importância desta infra-estrutura. A festividade excedia a tudo que eu pudesse sonhar em beleza e deslumbramento. evangelizando-lhe a alma e projetando-o à condição de mensagem cósmica que. No capítulo XLII. 2. enquanto perseveram em semelhante estado de alma”. E explica: .Infra-Estrutura Religiosa A religião. mas no centro. é que os escritores de má fé. há pequenos grupos para o culto da música fina e multidões para a música regional. a arte santificada. . e os cânticos dos anjos se lhes associam.dor. se verifica ao contrário”. cantado por duas mil vozes. começando pelo terreno da música. Por aqui não se equilibram.“Na Terra. nem mesmo no Ministério da Regeneração. os que estimam o veneno psicológico... André Luiz registra algumas informações sobre as atividades artísticas em “Nosso Lar”.

n. suficientemente avaliada pela comunidade espírita. um tanto vagas. 1982.1 . ainda. de esperança. o maior sustentáculo da criatura é o amor. imprecisas. 19. não é. que fascina e emociona. o dinheiro fácil. Por sua natureza revelacionista. jardins e educandários. a glória imensa de ser útil. enriquecendo o contexto doutrinário.de sabedoria”.Atividades Filosófico-Doutrinárias Esta passagem segue de perto os padrões do estilo da filosofia oriental. por revelar a plenitude da Sabedoria Divina. o dever. mares e habitações. hospitais e pomares e outros detalhes próprios do plano terráqueo. Além desses aspectos da “geografia espiritual”. podemos referir os seguintes: A volta ao plano do recomeço com objetivo retificativo. a riqueza mal havida. magníficos. incompletas.A INFLUÊNCIA DA OBRA DE ANDRÉ LUIZ NO DESENVOLVIMENTO DO ESPIRITISMO "A importância social e doutrinária da obra literária do Espírito de André Luiz. nas linhas de um pensamento positivo como força espiritual realizadora. os laços da alma prosseguem através do infinito.. tal a dificuldade de estabelecer uma linha de demarcação entre elas. . o trabalho. que sensibiliza e encanta. e outros. na verdade.3 . de realismo. a reencarnação compulsória. de grandeza. em que reside “a suprema equação da Vida Eterna”. os que não cooperam não recebem cooperação. v. A infra-estrutura Religiosa se desdobra em atividades filosóficas e doutrinárias. p. todos encontramos no caminho os frutos do bem ou do mal que semeamos. [. que veremos. “Nosso Lar” descortina aos estudiosos da Terra os amplos.] Até o surgimento do “Nosso Lar”. vieram dar ao após-morte um novo sentido. como uma simbiose indissolúvel. as idéias com relação à vida no Plano Espiritual eram. a tônica da obra de André Luiz. 3. os valores do tempo. diversificados horizontes do Mundo Espiritual. almas gêmeas. e na solução do problema fundamental da iluminação das consciências. 19. não podia deixar de ser o amor. o amor renúncia." (Anuário Espírita. o missionário revelacionista teria de dar à sua obra a marca da fraternidade. Entre os temas mais afins com as atividades filosófico-doutrinárias que se destacam neste livro. onde se valoriza a ação mental. 10. Tendo como supervisor do seu admirável trabalho uma entidade do porte moral e cultural de Emmanuel. constituída de mensagens e livros psicografados pelo querido e respeitado médium Francisco Cândido Xavier. inerente a todos os domínios universais.. Campos e florestas. 37-56). a riqueza fácil. todavia.

n.” (Anuário Espírita. Já estamos atrasados. “Parapsicologia Experimental” e “A Matéria Psi”. brilhante autor dos livros “Teoria Corpuscular do Espírito”. “Novos Rumos à Experimentação Espírita”." (Chico Xavier: 60 anos de mediunidade. no plano do conhecimento humano.“Nós entendemos que a obra de André Luiz. para que lhe fosse possível enumerar.As obras de André Luiz. ao adulto e ao idoso e organizações profissionalizantes. o que antes declarara à “Revista Internacional de Espiritismo”. 18. sob o estímulo das notícias que o querido Espírito tem transmitido através das mãos abençoadas de Chico Xavier. objeto de estudo sério e efetivo nas maiores universidades do mundo. tal as perspectivas que descerra. p. psicografadas por Francisco Cândido Xavier. Já afirmamos uma vez na RIE e agora repito: As academias do futuro estudarão a obra de André Luiz com aquela atenção e com aquele respeito que merecem as verdadeiras obras de revelação científica. para a solução do problema da natureza do homem. especialmente no Brasil. e consideradas como a mais perfeita informação acerca da natureza do homem e da sua vida após a morte do corpo físico. que numerosas instituições beneficentes têm sido criadas na Terra. casas de amparo à criança. pois há grande avidez de conhecimento dos livros de André Luiz. asfixiada nos limites cinzentos de um materialismo inconseqüente. maravilhosas atualizações do Espiritismo. encaramos a obra de André Luiz. Se fôssemos ralacionar todos os núcleos assistenciais. cujos 60 anos de mandato mediúnico. construtiva. de Matão. hoje tão focalizada pela Parapsicologia.1991.A influência dos livros de André Luiz tem sido de tal sorte benéfica. São Paulo. um grande espaço teria de ser colocado à disposição do pesquisador. 10. o País está festejando com muito carinho e respeito. 1981. com o aval de sua autoridade de emérito pesquisador. a título de registro e endossada por mim a seguinte previsão: . considero a maior contribuição deste século. 130-131). referindo-se à obra de André Luiz. 10. obtida por via mediúnica. e um dos mais brilhantes estudiosos do Espiritismo pelo seu ângulo científico.A OBRA DE ANDRÉ LUIZ EDITADA PELA FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA .4 . clínicas psiquiátricas. out. edificante. para quem tem “olhos de ver”. hospitais. um dos fundadores do Instituto Brasileiro de Pesquisas Psicobiofísicas. p. v. abrindo à ciência contemporânea. Fica aqui consignada. de Emmanuel e outras são magníficas. como autêntica revelação dentro da Revelação. 8-9). voltou a declarar o ilustre homem de ciência. serão.A COLEÇÃO DE ANDRÉ LUIZ "No contexto da Doutrina Espírita. Precisamos providenciar a tradução desses livros para o inglês. lá fora. nos seguintes termos: .” Em depoimento ao jornal “O Clarim”. pelo menos parte das obras editadas sob a generosa inspeção de André Luiz e do seu intérprete: Chico Xavier. amplos horizontes a caminho das sinfonias do futuro. escreve: . Hernani Guimarães Andrade. futuramente. 18. escrínio de sabedoria e revelações surpreendentes.5 .“Como simpatizante da linha científica do Espiritismo.

Aliás. o que em nosso caso. Emmanuel. Seja visto. referindo-se a certas pessoas. Minuciosamente examinadas."Essa coleção de André Luiz trata de complexos problemas de ciências médicas. VIDA NO ESPAÇO . ed. em "Análise das coisas". presente em quase todos os meios espíritas. que nos dá bem uma medida da preocupação e da responsabilidade da FEB: . Seus ensinos científicos estão acima." Na época do lançamento editorial dos primeiros livros de André Luiz. certo que o Espiritismo não pode permanecer cristalizado no século passado. muito acima de nosso alcance. O inabitual. a FEB."[.] A Direção da Federação Espírita Brasileira. sem os homens e apesar dos homens. tal seu caráter de doutrina.ENTREVISTANDO ANDRÉ LUIZ (*) Na presente entrevista com os diretores deste Anuário . eminentemente evolutiva. hoje consagrado pelo consenso geral. esses livros constituem a coleção de maior valor científico que o mundo já recebeu por via mediúnica. ela manifestou sua desconformidade. em nome de uma pseudo pureza doutrinária. nesse sentido." 10. com aquele zelo peculiar que devota às coisas da Doutrina. Porém. providencialmente. da FEB). foram sempre considerados absolutamente certos. soube sentir o alcance e a grandeza da mensagem que o Plano Maior vinha de nos oferecer.. entretanto. à publicação dessa obra. em sua lucidez de experiente Instrutor Espiritual.Certamente que numerosos servirão ao contato de detrminadas passagens das narrativas. no que pese a "zona lúcida mental estreita".6 . que se abriam aos espíritas. quando escreveu: ". é preciso que se saiba. não faltou a reação da ortodoxia impenitente. Contra o trabalho desse Espírito. o que publica o "Reformador". não só do conhecimento do médium. temerosos das idéias novas. do pensamento renovador. Na opinião de pessoas eruditas que os têm lido. "com os homens. no dizer de Paul Gibier. a perplexidade e a dúvida são de todos os aprendizes que ainda não passaram pela lição. que não estariam em condiçõem mentais de suporter a luz dos novos horizontes. temerariamente. se aplicaria a certos confrades. causa surpresa em todos os tempos." (Nosso Lar. como da maioria dos médicos dos nossos dias. submeter essa produção a acurado teste. já havia previsto esta reação.A surpresa.. sem antes. com o escrúpulo e a responsabilidade que é linha própria de sua atuação doutrinária. de março de 1947. não se aventurou. o Espírito de André Luiz respondeu às perguntas formuladas de números ímpares através do médium Waldo Vieira e às de números pares através do médium Francisco Cândido Xavier." E continua: ". e não ousamos imprimir os livros antes de pedir a Professores da Universidade do Brasil que examinassem por nós tais problemas. com o aval de Wantuil de Freitas e de outros valores.

Relação das Obras "XAVIER. 24. pelas sendas da evolução sem limites. elucidando temas como: culto doméstico. analisa e esclarece assuntos como: alimentação no Plano Espiritual. 1981. Através de 51 capítulos. Capa de Cecconi. 18." (Anuário Espírita. afeiçoando-nos. Capa de Cecconi.. 2). 10. Pelo Espírito André Luiz. 1991.1 . (Série André Luiz. 39. música. na prática da disciplina para o auto-aperfeiçoamento. ed. lei de causa-e-efeito. culto familiar. doutrinação. ed. calúnia e pavor da morte. Narra experiência pessoal. Alerta aos médiuns quanto à necessidade da prática dos ensinamentos na esfera íntima. remuneração de serviço.5. 268 p. 1991. mas estudados. apresenta as experiências da vida comum de servidores do Espiritismo. n. Os mensageiros. Retrata as condições da vida além-túmulo. aproveitando dignamente a oportunidade que o Senhor lhe concedeu. Ditado pelo Espírito André Luiz. 18.. 1).] Os livros de André Luiz não devem ser apenas lidos. objetivando comprovar a eternidade do Espírito. 131-133). o estreito relacionamento entre os dois planos da vida e a riqueza das atividades desenvolvidas nas esferas invisíveis ao olhar humano. evitando as surpresas negativas no Plano Espiritual. a padrões mais altos de entendimento e proporcionando-nos descortinios mais amplos. p. Nosso Lar. 122 . (Série André Luiz. Rio [de Janeiro]:FEB. Comprova ser a Terra oficina sagrada onde o homem deve aprender a elevar-se.[. Francisco Cândido. Testifica que a morte física descortina a vida espiritual em contínua evolução. Rio [de Janeiro]:FEB. destacando o encontro com a própria consciência como a maior surpresa diante da morte carnal. Objetiva evidenciar a oportunidade de trabalho dos médiuns. com os pressentimenos sutis da intuição. 281 p. aurindo-lhe a seiva com lógica viva. Em 50 capítulos. XAVIER. e zonas inferiores. assim. v. Francisco Cândido. meditados com os olhos da alma.

Rio[de Janeiro]:FEB. no Plano Espiritual. visando fornecer esclarecimento sobre o desequilíbrio da vida mental e os respectivos tratamentos a nível espiritual. Comprova que ninguém morre e que o aperfeiçoamento prossegue em toda parte. Fornece notícias das zonas de erraticidade que envolvem a crosta terrestre. que é fruto de si mesmo. Rio[de Janeiro]:FEB. Objetiva mostrar que a morte não modifica “milagrosamente” o homem. Apresenta o trabalho dos obreiros de Jesus na assistência cristã. ed. ed. 347 p. Francisco Cândido. lutando contra a treva e o sofrimento. XAVIER. 3). Analisa temas como: aborto. Objetiva demonstrar que a morte física não é o fim. ed. moldando as células materiais. 23. Capa de Cecconi. na renovação incessante da vida. no cumprimento das leis divinas. através do raciocínio científico. 1989. 17. 304 p. 1991. 1991. Ditado pelo Espírito André Luiz. evitando o quanto possível 123 . temas como: a continuação do aprendizado na vida espiritual. analisa experiências dos Espíritos na vida espiritual. Apresenta 20 capítulos. desvendando os segredos da reencarnação. (Série André Luiz. buscando equilíbrio e evolução. Revela a tarefa dos Espíritos missionários. Através de 20 capítulos. com suas instituições. XAVIER. a reencarnação orientada pelos Espíritos Superiores e diversos aspectos das manifestações mediúnicas. No mundo maior. Série André Luiz. Confirma que. Francisco Cândido. Ditado pelo Espírito André Luiz. 253 p. esquizofrenia e mongolismo. daí a necessidade do esforço próprio na luta pelo auto-aperfeiçoamento. templos e lares. 5). utilizando a forma romanceada para narrar o socorro imediato prestado aos infelizes pelos trabalhadores invisíveis. Capa de Cecconi. 4). Obreiros da vida eterna. Francisco Cândido.XAVIER. abordando. Capa de Cecconi. Focaliza aspectos da vida no Plano Espiritual e do intercâmbio entre desencarnados e encarnados. (Série André Luiz. abrem-se novos campos de trabalho. o perispírito como organização viva. renovando as criaturas na busca da Divindade. epilepsia. Ditado pelo Espírito André Luiz. 17. através de processos reencarnatórios. especialmente durante o repouso do corpo carnal. Rio[de Janeiro]:FEB. Missionários da luz.

aborda assuntos como: amor ao próximo. ociosidade. XAVIER. Analisa a situação dos perseguidores invisíveis com seus planos para envolver os incautos. Libertação. (Série André Luiz. Rio[de Janeiro]:FEB.” XAVIER. aproveitando o tempo para a aquisição do progresso moral. 7). Através de 59 capítulos. Revela a importância do conhecimento científico. 14. Objetiva mostrar a vida comum das almas que aspiram à vitória sobre si mesmas. (Série André Luiz. Ditado pelo Espírito André Luiz. Rio[de Janeiro]:FEB. 14. Entre a Terra e o Céu. 1981. Pelo Espírito André Luiz. Capa de Cecconi. Demonstra que a conquista da perfeição é “obra de esforço. esforço próprio. disciplina. Objetiva esclarecer que “a cada um será dado de acordo com suas obras”. (Série André Luiz. orientando sobre a solução de problemas como: o coração aflito 124 . 1992. Objetiva trazer a palavra amiga do Plano Espiritual a todos os corações. conhecimento. Francisco Cândido. Capa de Cecconi. ed. concitando à prática verdadeira da moral cristã. ed. Através de 20 capítulos sob forma romanceada. 154 p. Orienta a conduta do homem com base nos ensinos evangélicos. Focaliza a senda evolutiva do ser além do corpo físico. Francisco Cândido. elevação.a loucura. XAVIER. ed. Ditado pelo Espírito André Luiz. Capa de Cecconi. o suicídio e os extremos desastres morais. assim como os processos dolorosos da licantropia e a missão do amor. 21. mas ressalta a supremacia da terapêutica do amor. prática do bem e vigilância. 266 p. serviço e aprimoramento no templo do próprio ‘eu’ . Agenda cristã. 8). 6). Destaca o impositivo do respeito ao corpo físico e o serviço incessante no bem. 263 p. Francisco Cândido. Apresenta 40 capítulos. Rio[de Janeiro]:FEB. aproveitamento do tempo. 1990. Testifica a misericórdia divina concedendo a todos oportunidades de estudo e trabalho na jornada de libertação das trevas no rumo da luz. elucida aspectos científicos do trabalho intercessório realizado pelos Espíritos Superiores no Plano Espiritual.

Apresenta 30 capítulos. Descreve as regiões inferiores da esfera espiritual. ed. Através de 20 capítulos. forças viciadas. demostrando que as possibilidades de hoje vinculam a alma às sombras de ontem. Capa de Cecconi. repetindo com Jesus: “A cada qual segundo suas obras. estudando os mecanismos da mediunidade nos planos físico e espiritual. Evolução em dois mundos. apresenta estudos de casos reais. lei de causa-e-efeito. 10). o engano da posse e provações no lar. oferecendo orientações sobre assuntos como: débito aliviado. com embasamnto científico. XAVIER. 285 p. 11. Rio[de Janeiro]:FEB. sobre as bases redentoras do Cristo. (Série André Luiz. passes e psicofonia. resgates coletivos e valor da oração. Rio[de Janeiro]:FEB. o desvario do ciúme. Ditado pelo Espírito André Luiz.” XAVIER. enfatizando a “necessidade de valorização dos recursos que o mundo nos oferece para a reestruturação do nosso destino. 19. preparativos a para reencarnação. Ditado pelo Espírito André Luiz." XAVIER. 1991. conflitos da emoção. 125 . Francisco Cândido. elucidando temas como: assimilação de correntes mentais.em prece. VIEIRA. Nos domínios da mediunidade. (Série André Luiz. 1991. Waldo. embates do pensamento. Salienta a responsabilidade e perseverança na prática do bem para que a mediunidade cumpra seu papel na redenção da humanidade. Rio[de Janeiro]:FEB. 1989. Capa de Cecconi. 11). Capa de Cecconi. Atesta a Justiça Divina. 9). 219 p. Francisco Cândido. objetivando mostrar o sofrimento a que se projeta a consciência culpada. Ação e reação. objetivando ressaltar a importância da sintonia do pensamento.(Série André Luiz. para a construção do amanhã. Ditado pelo Espírito André Luiz. efeitos físicos. após a morte do corpo físico. 14. “exigindo trabalho infatigável no bem. 273 p. Enfatiza a importância da reencarnação como estágio sagrado de recapitulações das experiências. Francisco Cândido. Analisa a questão da mediunidade. ed. ed.

12. "Esclarece que o homem não está sentenciado ao pó da Terra. 12). átomo. em 26 capítulos.” XAVIER. psicometria e obsessão. VIEIRA. matrimônio e divórcio. evolução e hereditariedade. tranportando consigo o céu ou o inferno que plasmou em si mesmo. tratando de temas como: alimentação dos desencarnados. envolvendo conhecimentos de física e biologia. conceito sobre energia. ed. existência da alma. ideoplastia. Apresenta estudo científico. dividido em duas partes: a primeira. a segunda. Pelo Espírito André Luiz. Francisco Cândido. 1991. subdivididos em vários itens como: fluido cósmico. evolução e sexo. Waldo. Rio[de Janeiro]:FEB. mecanismo da mente e simbiose espiritual. onda mental. consta de 20 capítulos. aborto criminoso e invasão microbiana. e que da imobilidade do sepulcro se reerguerá para o movimento triunfante. demonstrando que além dos conhecimentos necessários surge o impositivo da disciplina e da moral evangélica como fatores de aprimoramento e felicidade da criatura em trânsito para a realidade maior. Capa de Cecconi. Mecanismos da mediunidade. 188 p. contém 20 capítulos.Estuda a “evolução filogenética” do ser. Objetiva oferecer aos médiuns e interessados os recursos preciosos para o conhecimento de si mesmos e os mecanismos que envolvem o fenômeno mediúnico. química nuclear. 126 . traz. Apresenta o estudo e a explicação espírita da mediunidade à luz da Ciência. objetivando aliar o conceito rígido da ciência e a mensagem consoladora de Jesus rediviva pelo Espiritismo. entre outros. Ressalta a importância da mediunidade com Jesus. reflexos condicionados. Através de linguagem científica. (Série André Luiz.

liberdade e compromisso. aborda o comportamento do espírita em várias situações nas atividades doutrinárias. superação de impedimentos. temas nascidos na realidade cotidiana.VIEIRA. Desobsessão. 1991. culpa e resgate. 155 p. Francisco Cândido. passes. Sexo e destino. que dizem respeito a: sexo e destino. alcoolismo. pontualidade. VIEIRA. 13). ressaltando que o exemplo digno é a base para toda e qualquer realização respeitável. Através de 73 capítulos ilustrados. Rio[de Janeiro]:FEB. 1990. 14). Rio[de Janeiro]:FEB. Ditado pelo Espírito André Luiz. Gonçalves. Waldo. Coletânea de mensagens esclarecedoras. Capa de Jô. Aborda de forma romanceada. cuidados com a alimentação. ed. Waldo. ed. Ditado pelo Espírito André Luiz. manisfetações. XAVIER. é dom inefável que cabe a todos louvar com gratidão a Deus pela oportunidade da reencarnação. Conduta espírita. em família e no cotidiano. Através de páginas contendo diretrizes cristãs para o burilamento das atitudes. da infância à velhice. 248 p. educação mediúnica. lar e reencarnação. Preceitua a necessidade de aperfeiçoamento. (Série André Luiz. Francisco Cândido. XAVIER. VIEIRA. ed. Apresenta 28 capítulos divididos em duas partes: a primeira. P. Lembra que a existência física. il. aborda temas que orientam os trabalhadores desde o preparo para uma reunião ao despertar. (Série André Luiz. Fotos de Maria A. 1991. 15. Objetiva afirmar a aplicação da lei de causa-e-efeito na retificação do caminho evolutivo. 15. em torno de sexo e destino. indica o roteiro para a vivência espírita com bom senso e discernimento. Capa de Cecconi. até o encerramento da reunião. Rio[de Janeiro]:FEB. Veicula conceitos da Espiritualidade Superior. Capa de Cecconi. 15). (Série André Luiz. 11. Apresenta uma síntese sobre o tratamento da obsessão. Waldo. Pelo Espírito André Luiz. 127 . Objetiva esclarecer aos que se interessam pelo socorro aos obsedados que a desobsessão é trabalho de amor conjugado ao conhecimento dos princípios da Doutrina Espírita. escritos de forma objetiva. 357 p. amor e consciência. psicografada por Waldo Vieira e a segunda por Francisco Cândido Xavier.

atualmente. para mais de vinte bilhões. Ditado pelo Espírito André Luiz. Apresenta o retrato espiritual da criatura ao desencarnar. Rio[de Janeiro]:FEB. salientando que cada templo espírita deve possuir a sua equipe de servidores da desobsessão. desencarnados. ajustada às leis de Deus. 84-85. progresso e realização. nas circunvizinhanças da Terra? “Será lícito calcular a população de criaturas desencarnadas em idade racional. Ensina a prática do auto-exame na certeza de que a vida continua plena de esperança e trabalho. 93-96).” 3. de habitantes espirituais . Capa de Cecconi. objetivando demonstrar que a vivência dos habitantes do Além está relacionada com sua condição mental.” 2. 80. absorvem elementos de economia planetária. traz a história de personagens reais. que. 87-89. Qual a quantidade aproximada. incentivando a renovação por intermédio do estudo. deste e de outros planos. a aumentar ou diminuir? “Qual acontece na Crosta Planetária. A quantidade de Espíritos que vivem nas diversas esferas do nosso Planeta tende. em torno da Terra. 1. preparando-os para rever sua vida e desvendar as tramas do passado." (O livro espírita na FEB: catálogo geral. as esferas de trabalho e evolução que rodeiam a Terra estão muito longe de quaisquer perspectivas de saturação. (Série André Luiz. 19929. pergunta-se: o nosso planeta dispões de recursos para a manutenção e sustentação de uma comunidade de número ilimitado de indivíduos. em matéria de povoamento. deparam-se com o amparo dos amigos espirituais. numa linguagem romanceada. nos limites do orbe terreno. 16). é preciso considerar que as ciências aplicadas à 128 .em idade racional . 244 p. Francisco Cândido. XAVIER.que se desenvolvem. permitindo traçar novas diretrizes. não é justo conceituar os problemas da vida física fora de peso e medida. entretanto. presentemente. observando-se que alta percentagem ainda se encontra nos estágios primários da razão e sendo esse número possível de alterações constantes pelas correntes migratórias de Espíritos em trânsito nas regiões do Planeta. ainda que de dimensões desconhecidas? “Certo. Através de 26 capítulos. E a vida continua. Considerando-se que as criaturas dos reinos vegetal e animal. ou a despensa celeste do nosso domicílio cósmico se destina a uma sociedade de proporções limitadas. para socorrer as vítimas da desorientação espiritual e para a defesa e conservação de si mesmo.Alerta sobre a gravidade do assunto. 19. do trabalho. ed. p. nos círculos de trabalho.

como parece ser o caso dos imigrantes da Capela? “Esses processos de locomoção. Espíritos originários da Terra.os Espíritos. ou entre dois ou mais sistemas solares. para outros “Seja de modo coletivo ou individual.” 8. também. Quais os processos de locomoção utilizados nas migrações interplanetárias. de vez que muitos Espíritos Superiores se reencarnam no planeta terrestre a fim de colaborarem na educação da Humanidade e criaturas inferiores costumam aí sofrer curtos ou longos períodos de exílio das elevadas comunidades a que pertencem. em seu desenvolvimento evolutivo. qual acontece com a pessoa que em determinada fase de experiência física se vincula. à indústria e à produção. transitoriamente. a determinados orbes? b . começa em nós mesmos. em muitos casos. pelos vínculos que possui com a ignorância e com a delinqüência. considerando-se a possibilidade de migrações de entidades de categoria até mesmo criminosa. sofrem temporária segregação em planos regenerativos. pela cultura e pelo sentimento. Quanto a companheiros de evolução retardada. nos últimos séculos. A técnica não se relaciona com a moral. sim. desde que o homem se disponha a trabalhar.” . à certa raça ou família. principalmente os que se fizeram necessitados de corretivo doloroso por delitos conscientemente praticados. expressando região inferior da Espiritualidade. nos vários domínios da natureza. b) Isso é perfeitamente compreensível. inteligências individuais? “a) Em seu desenvolvimento. assegurarão conforto e sustento a bilhões de Espíritos encarnados na Terra. necessariamente. basta lembrar os milhares de criaturas que atendem aos interesses de um país ou de outro nas extensões do oceano.” 7. com os recursos existentes no Planeta. no plano espiritual. Espíritos Superiores têm saído da Terra. por muitos e muitos séculos ainda.” orbes? 4. compatíveis com a elevação que alcançaram.na imensidão dos espaços que separam dois ou mais corpos celestes vivem. Os maiores criminosos do mundo podem viajar num jato sem que isso ofenda os preceitos científicos. Considerando-se a enorme distância geométrica existente entre dois ou mais orbes de um sistema solar. ligam-se. o Umbral. porquanto. em todos os tempos.” 5.” 6. no rumo de esferas enobrecidas.técnica. Onde começa o Umbral? “A rigor. são numerosos. Espíritos originários de outras plagas costumam estagiar na Terra em encarnações de exercício evolutivo? “Isso acontece com freqüência. têm emigrado. pergunta-se: a . a queda moral de alguém tanto se verifica na Terra quanto em outros domicílios do Universo.

mas podemos informar que as primeiras fundações da cidade de “Nosso Lar” por Espíritos pioneiros da evolução brasileira. Os Espíritos conservam.9. como acontece nos caminhos da Humanidade. As funções reprodutoras do sexo se destinam. que se localizam nas vizinhanças da Terra. Onde se situa “Nosso Lar”? “Não possuímos termos terrestres para falar em torno da geografia no plano espiritual. somente. conservam o órgão do aparelho sexual humano? “Sim.” 12.” SEXO 10. se verificaram no espaço do território hoje conhecido como sendo o Estado da Guanabara.” 14. Há alguma relação entre sexo e mediunidade? “Tanto quanto a que existe entre mediunidade e alimentação ou mediunidade e trabalho. para que a degradação não arruíne os valores do Espírito. Espíritos sensuais mantêm atividades de natureza sexual após a desencar- “Aos milhões. Os perispíritos das entidades espirituais.” 16. e por que não? O órgão sexual é tão digno quanto o olho e como não se deve atribuir ao olho os horrores da guerra. relações essas nas quais se pede morigeração ou equilíbrio. reclamando educação dos recursos do sentimento e das manisfestações afetivas. que o Espírito. na terminologia terrestre. as condições de masculino e feminino? “Respondamos com os orientadores espirituais de Allan Kardec que na questão 201. para sempre.” nação? 13. que mundos existem nos quais as funções reprodutoras não são compreensíveis. compreendendo-se. à vida na Terra? “Em muitos outros orbes.” 11. o órgão sexual nào pode ser responsável pelo vício. Por que a disciplina sexual é recomendada pelo Plano Espiritual Cristão? “Claramente que a disciplina sexual é recomendável em qualquer plano da vida. tanto se reencarna no corpo de formação masculina quanto no corpo de formação feminina. por enquanto. porém.” 15. de O Livro dos Espíritos afirmaram. com segurança. Como explicar os homosexuais? .

ainda. como recurso educativo.a média da vida humana na crosta. O adultério é. Isso não quer dizer que os homosexuais ou intersexos estejam nessa posição. uma única existência. causa de conflitos.” 20. que o conceito de normalidade e anormalidade são relativos. compreendendo-se que existem esferas sublimes nas quais a reencarnação. como aleijados e cegos não se encontram na inibição ou na sombra para serem deliqüentes.“Devemos considerar que o Espírito se reencarna. uma doença humana?) “Ainda aqui. o homem que pudesse enxergar seria positivamente considerado minoria e exceção.” 19. importando anotar. do ponto de vista educacional.” REENCARNAÇÃO 21. sombra que a educação dissipará.” 17. endereçados ao escândalo e à viciação. por exemplo. de 500 anos. Compete-nos entender que cada personalidade humana permanece em determinada experiência. como pode renascer em condições transitórias de mutilação ou cegueira. Como explicar a paixão que. tantas vezes. participando da formação de casais freqüentemente diversos. O Espírito desencarnado também está sujeito a crises prolongadas de ciú- “Como não? A desencarnação é um acidente no trabalho evolutivo. merecendo o respeito geral no trabalho ou na provação que estagia.” 22. Lembremo-nos de que se a cegueira fosse condição da maioria dos Espíritos reencarnados na Terra. somente. quando da volta dos cúmplices ao Plano Espiritual? “Sim. como explicar o ciúme? “O ciúme é característico de nossa própria animalidade primitiva. em regime de inversão sexual. A reencarnção é lei imperativa em todos os orbes do Universo? “Mais razoável dizer que a reencarnação é princípo universal. o problema se relaciona . Se a medicina da Terra aumentar . bastaria para libertar o Espírito das necessidades da escola terrena? “Cabe-nos aguardar o apoio mais amplo da medicina à sáúde humana. sempre. já atingiu características inabordáveis ao conhecimento humano atual.num futuro não muito distante .” mes? 18. com vista à longevidade. animalidade em nós é a explicação. entretanto. em matéria de libertação espiritual. sem constituir por si qualquer solução aos problemas da alma. cega o indivíduo? (A paixão é. Se vivemos tantas vezes.

entendendo-se que quanto mais importante o encargo do Espírito a corporificar-se. por parte dos administradores espirituais? “Há renascimentos quase automáticos. Reencarnações de Espíritos de ordem superior. Diante do perigo atual de uma conflagração atômica. quando a Terra se tornar um centro de solidariedade e de cultura. mais dilatado e complexo o planejamento da reencarnação. Sabemos que outras civilizações terrenas se desfizeram em épocas remotas. como.” 24. por medida educativa. principalmente se a criatura ainda permanece fronteiriça à animalidade. Recordemos o próprio Jesus. a existência física de cinqüenta anos vale muito mais que o tempo correspondente a cinco séculos. também procedem a execuções de programas para a reencarnação de tarefeiros determinados em suas organizações?” “Sim. transformar-se num instrumento ostensivo do programa do bem? “Perfeitamente.” 28.” 23. com mais propriedade. que o Espírito. é de se perguntar se um Espírito encarnado sob os vínculos de organizações ainda não cristianizadas no Espaço. Todas as reencarnações. Quando a pessoa se decide ao burilamento próprio. Assim ocorre porque o íntimo de cada um prevalece sobre o rótulo que caracterize a pessoa no ambiente humano. pode. em meio inferior. transformar-se num instrumento das trevas. corresponde à terrena? “Não. com ânimo e decisão.” 26. não mais se encontra sujeito ao processo de reencarnação. seja dispensado o processo de reencarnação. estão sujeitas a represálias da parte de organizações espirituais interessadas na ignorância humana? “Natural que assim seja. como elemento indispensável de experiências e estudos? “Digamos. é de se perguntar: estamos às . Se um Espírito encarnado com propósito cristão pode. conquanto prossiga livre para se reencarnar.” 25.” 27. também. A duração média de vida dos encarnados racionais de outros orbe. alcançando a sublimação. Essas etapas de tempo variam de mundo a mundo. são objeto de um planejamento detalhado. junto da Humanidade. onde e quando deseje em auxílio voluntário aos semelhantes. presididas por Espíritos elevados. mesmo as dos indivíduos vinculados a condições inferiores.com a vontade acima do tempo. É de se esperar que nos próximos milênios. pela má conduta. As organizações espirituais que pautam as suas atividades dentro de programas alheios aos princípios cristãos. sem orientação no aprimoramento moral de si mesma.” ATUALIDADES 29.

” (ANUÁRIO ESPÍRITA. De todas as calamidades. Realizemos o melhor ao nosso alcance. E assim nos exprimindo. é de se esperar esteja a Humanidade da Terra sujeita a uma intervenção direta da parte de outros planetas? “Nossa confiança na Sabedoria da Providência Divina deve ser completa.portas da Nova Jerusalém ou no começo de um novo fim? “Na condição de espíritas-cristãos encarnados e desencarnados pensemos no futuro da Humanidade em termos de evolução. Edifiquemos o mundo melhor. não nos propomos afirmar que. costumes. Amemo-nos uns aos outros. coletivamente. 29. sejam quais forem as circunstâncias. conseguirá o homem aportar a outros corpos de nosso sistema solar? “Ninguém pode traçar fronteiras às conquistas da ciência humana. Quanto mais dilatados o serviço e a fraternidade. Deus e a Vida não deixariam de existir. a educação e concórdia na Terra. sua história. em nos considerando coletivamente. confiança. maiores as possibilidades do homem nas conquistas do Espaço Cósmico. progresso. 1992. podemos andar irresponsáveis ou desatentos. otimismo. 29.” 31. Forçoso trabalhar e cumprir as obrigações que a vida nos trace. Habitantes de outros orbes conhecem a Humanidade terrena.” 32. pondo em risco a estabilidade do Planeta. ao influxo da Providência Divina. Uma cidade arrasada num cataclismo não significa a destruição de um povo inteiro. temos feito por merecer longas aflições e duras provas na Terra. a fim de sermos amparados e auxiliados por ele. Justo que. Convençamo-nos de que o bem vive para o mal como a luz para a sombra. temos feito por merecer longas aflições e duras provas na Terra. diante da Infinita Bondade. entretanto. a pretexto de contar com Jesus. p. Diante dos progressos alcançados pela ciência. e confiemos na palavra fiel do Cristo que prometeu amparar-nos e auxiliar-nos “até o fim dos séculos”. n. etc. começando em nós mesmos. a civilização sempre surgiu em novos surtos de força para burilamento geral.” 30.145-152) . ainda mesmo quando pareça o contrário.? “Sim. v. devemos afastar quaisquer idéias sinistras da cabeça popular carecedora de harmonia e esperança para evoluir e servir. Não. Ainda mesmo que a Terra se desintegrasse numa catástrofe de natureza cósmica. Se a ciência humana se servir de seus recursos.

Organização de serviços 3ª AULA 09 . Convocados à luta 42.Com os recém.CONTEÚDO DO CURSO 9ª AULA 31 .O médico espiritual 2ª AULA 05 .Notícias do plano 4ª AULA 12 . Regressando à cas 1ª AULA 01 . No campo da música 46.Encontro singular 36 .vampiro 32 .Curiosas observações 34 . O culto familiar 14ª AULA 49.Oração coletiva 04 .chegados do Umbral 10ª AULA 35 .Recebendo assistência 06 .O sonho 37 . Quem semeia.A visão de Francisco 30 . enfim 28 .Notícias de Veneranda 33 .Em serviço 29 . A palavra do governador 12ª AULA 43.7 . colherá 41. A volta de Laura 48.Nas zonas inferiores 02 .Problema de alimentação 10 .Saber ouvir 24 .A visita materna 16 .Explicações de lísias 08 .Continuando a palestra 22 .O Impressionante apelo 25 .Herança e eutanásia .Noções de lar 21 .O trabalho.Clarêncio 03 .O bônus hora 7ª AULA 23 .Precioso aviso 07 . Sacrifício de mulher 13ª AULA 47. Ouvindo a senhora Laura 40. Em conversação 44.Amor. alimento das almas 6ª AULA 19 .O caso Tobias 11ª AULA 39.O umbral 13 .10.Em casa de Lísias 18 .Novas perspectivas 8ª AULA 27 .Generoso alvitre 26 .Elucidações de Clarêncio 5ª AULA 15 .No gabinete do ministro 14 .A jovem desencarnada 20 .No bosque das aguas 11 .A preleção da ministra 38 . As trevas 45.Confidências 17 .

Guardar a experiência dele no “livro da alma”: “[. 40. p. (André Luiz. 11).Conhecer a experiência de André Luiz no Plano Espirutual narrada no livro Nosso Lar. 40. precisamos..] Ela diz bem alto que não basta à criatura apegar-se à existência humana.10. “. ed. p. diante da própria consciência.Trazer ao conhecimento dos encarnados as condições gerais da vida no além-túmulo. 10). 3 . 2 . de psicografia de FranciSco Cândido Xavier e publicação da Federação Espírita Brasileira.Compreender que por intermédio da desencarnação o homem encontrar-se-á. ed.. Nosso Lar.. 40. embora mutuamente ligadas ao planeta.Demonstrar que a reencarnação é oportunidade valiosa dada ao homem para que possa progredir. irrevogavelmente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 . reconhecendo-se tal qual é." (André Luiz. 01 Encerramento. 3 . em nosso campo doutrinário. com todos os detalhes possíveis à legítima compreensão da ordem que preside o esforço dos desencarnados laboriosos e bem-intencionados. Nosso Lar. muito mais. mas. do ESPIRITISMO e do ESPIRITUALISMO. 2 . 01 Inaugural.. que os passos do cristão. de ESPIRITUALIDADE. PROGRAMA GERAL . mas sim o novo amigo e irmão na eternidade”. devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo.Apresentar “não o médico terrestre e autor humano. mas precisa saber aproveitá-la dignamente.PLANO DE CURSO CURSO: Nosso Lar DURAÇÃO: 1 Semestre PERÍODO: DIA: HORÁRIO: Nº DE AULAS: Total: 19 Aulas : 14 Teóricas... ed. nas esferas invisíveis ao olhar humano. 9). em qualquer escola religiosa. e que. em verdade. 03 Especiais 2 Aulas de Práticas Assistenciais: 1º Posto de Assistência 2º Livre (A critério do instrutor) OBJETIVOS GERAIS: 1 . Nosso Lar..” (André Luiz.8 . p. de há muito desejamos trazer ao nosso círculo espiritual alguém que possa transmitir a outrem o valor da experiência própria.

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CURSO PASSE .

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. no serviço do passe. Esquece os males que te apoquentam. não te despreocupes das faculdades edificantes. com infantilidade e ninharias. inflama o teu coração na confiança positiva e. . guardar as vantagens do passe que. enganos e excessos. Trazes detritos e aflições e alguém te confere recursos novos e bálsamos reconfortantes.PASSE 11. Na esfera da prece e do amor.] Estendes mãos fraternas. [. O passe exprime.11 . as tuas melhoras resultam da troca de elementos vivos e atuantes. No clima da prova e da angústia. Se necessitas de semelhante intervenção.. centraliza a tua expectativa nas fontes celestes do suprimento divino. Ajuda o trabalho de socorro aqui mesmo. em favor da nossa própria tranqüilidade. ed. o coração e o cérebro. recolhe-te à boa vontade. com esforço da limpeza interna. humilha-te. também. de conformidade com as letras sagradas. o passe é transfusão de energias físio-psíquicas. importa considerar que.. e a ignorância reclama perdão e auxílio para que se desfaça. tão só porque os teus caprichos e melindres pessoais estejam feridos. em substância. porque. para que recebas remédio e assistência. Se a moléstia. Meu amigo.NOÇÕES DE MEDIUNIDADE 11.O passe “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças. “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças”. suscetíveis de te vincularem à elevação e à melhoria dos companheiros da Terra. foge ao desânimo destrutivo e enche-te de simpatia e entendimento para com todos os que te cercam. conservando a receptividade edificante. retifica o teu caminho. purifica o sentimento e o raciocínio. O mal é sempre a ignorância.. os braços prestimosos ao trabalho de cooperação espontânea junto daqueles que o senhor te confiou na intimidade doméstica. Não abuses. porém. em favor dos que te procuram. gastos de forças e não deves provocar o dispêndio de energias do Alto. p. “Na expansão dos recursos medianímicos que te enriquecem a experiência.1 . operação de boa vontade. considerando igualmente o sacrifício incessante de Jesus por nós todos. 133-134). recordando que alguém vai arcar com o peso de tuas aflições. sob as diretrizes dos benfeitores desencarnados. 8:17). um amigo se converte no instrumento da Infinita Bondade. sobretudo daqueles que te auxiliam.1 . desculpa as ofensas de criaturas que te não compreendem. Não tomes o lugar do verdadeiro necessitado. no passe balsamizante. Ninguém deita alimento indispensável em vaso impuro.. Segue-me!. Não furtes. a tristeza e a amargura são remanescentes de nossas imperfeições.” (Mateus. Se pretendes. pois. és portador da necessidade e do sofrimento. sedentos de alívio. é ato sublime de fraternidade cristã. 6. dentro da qual o companheiro do bem cede de si mesmo em teu benefício. (Emmanuel.1.

. 11. Sendo luz que brilha na carne. 99.1. movimentando a nossa própria iniciativa.A mediunidade é aquela luz que seria derramada sobre toda carne e prometida pelo Divino Mestre aos tempos do Consolador. construindo e servindo sempre. amando.3 . A missão mediúnica. em paz. é uma das mais belas oportunidades de progresso e de redenção concedidas por Deus aos seus filhos misérrimos. Acima de tudo. estendendo para nós todos a bênção da vida melhor. O consolador. ed. “[.2. em que possas mostrar os teus préstimos diante daqueles que te partilham a luta.” (Emmanuel. sem educar e sem edificar.Definição “Qual a verdadeira definição de mediunidade? . sempre que se encontre ligada aos princípios evangélicos na sua trajetória pela face do mundo.1. elemento renovador da posição moral da criatura terrena. porque somente assim serás suporte firme da luz e chama da própria luz.” (Emmanuel. repre- .] Podes traduzir a mensagem do Senhor. a mediunidade é atributo do Espírito. patrimônio da alma imortal. do devotamento e da correção. porque acima dos médiuns dessa ou daquela entidade espiritual. Mediunidade e sintonia. se tem os seus percalços e as suas lutas dolorosas. é consagração do trabalhador ao ministério do O fenômeno.. 53-56). antes de tudo.1 . Acontece. perg. tanta vez esquecidas. surge em último lugar. atualmente em curso na Terra. desse ou daquele fenômeno que muitas vezes espantam ou comovem. ao encontro da Espiritualidade Superior.2 .” (Emmanuel. 2. no fundo. que o homem espera habitualmente pelas entidades protetoras em horas de prova e sofrimento. p. 11.] Tarefa mediúnica.1.Mediunidade 11. é indispensável entendamos na faculdade mediúnica a possibilidade de servir. 382). onde quer que te encontres. porque. da prudência e da lealdade. 101). através dos quais o Senhor se manifesta. dentro dela.1. porém. Seara dos médiuns. para arremessar-se ao estudo e ao trabalho quase sempre com extremas dificuldades de aproveitamento das lições que o visitam. permanecem a consciência e o coração devotados ao Supremo Bem. compreendendo-se que semelhante faculdade é característica de todas as criaturas.2 . 15. no terreno firme do bem. p. da humildade e do serviço.. aprendendo. ed.Atende às faculdades múltiplas pelas quais se evidencie a bondade dos mensageiros divinos.. 11. [..Tarefa mediúnica bem.. enriquecendo todos os seus valores no capítulo da virtude e da inteligência. quando o nosso dever mais simples é o de seguir.2. mas não desdenhes essas outras mediunidades. da renúncia e da paciência.Em torno da mediunidade “Ser médium não é simplesmente fazer-se veículo de fenômenos que transcendem a alheia compreensão.2.

em todos os dias da vida. medianeiro. 11. p. com severidade e nobreza. 383). a vossa responsabilidade é grande.3 . todavia.1. 64).. se o operário busca a substância evangélica para a execução de seus deveres.3. mantendo a vossa consciência serena. da abnegação e dos sacrifícios espontâneos.Definição “[. ainda.4 . 51). Na atualidade. se não quiserdes tombar na luta. qual Jesus se dedicou a nós. porém. [. que instituiu o “amemo-nos uns aos outros”. a alvorada de novas percepções para o homem do futuro. 7. as criaturas humanas verão alargar-se a janela acanhada dos seus cinco sentidos. 11. aos desejos e aspirações de ordem material. as vossas obrigações.3. Faz-se. que ainda não conseguimos alcançar! Pesai as conseqüências dos vossos mínimos atos. sob a inspiração de Jesus Cristo. transformando-nos em socorro e bênção para os demais.1. p.1 .1. Mediunidade e sintonia.O Medianeiro 11. esse posto é o da renúncia. E dar utilidade à própria vida. o que seria crestar com as vossas próprias mãos as flores da esperança numa felicidade superior.senta caridade operante. 94-96). 15.. nas mais variadas posições evolutivas. porquanto é preciso renuncieis à própria personalidade. Faz-se mister que todos os Espíritos. p. Mediunidade e sintonia..] Médium quer dizer intérprete.Todos os homens têm o seu grau de mediunidade.” (Emmanuel. e muito se pedirá aos que muito receberam.1. fé ativa e devotamento ao próximo. para que a vossa felicidade se concretize.” (Emmanuel.Reforma íntima . muitas vezes. 11..Mensagem aos médiuns “Venho exortar a quantos se entregaram na Terra à missão da mediunidade. vindos ao planeta com a incumbência de operar nos labores mediúnicos.ed. ed. Médiuns! A vossa tarefa deve ser encarada como um santo sacerdócio. de provações ásperas. compreendam a extensão dos seus sagrados deveres para a obtenção do êxito no seu elevado e nobilitante trabalho. quando. afirmando-lhes que.” (Emmanuel.2 . temos de reconhecer que no campo imenso das potencialidades psíquicas do homem existem os médiuns com tarefa definida. (Emmanuel. portanto. e esse atributo do Espírito representa. é ser médium do Eterno Bem. “É justo considerarmos todos os homens como médiuns? . perg. ainda em vossa época. precursores das novas aquisições humanas. pelo avanço da mentalidade do mundo.. é ele o trabalhador que faz jus ao acréscimo de misericória prometido pelo Mestre a todos os discípulos de boa-vontade. O consolador. necessário que busqueis cumprir. Emmanuel. privilégio que cada um de nós pode usufruir. É certo que essas tarefas reclamam sacrifícios e se constituem. pela fração de certeza que vos foi outorgada..] Ser medianeiro das forças elevadas que governam a vida é sintonizar-se com a onda renovadora do Evangelho.

na tolerância esclarecida.” (Emmanuel. “Onde a luz definitiva para a vitória do apostolado mediúnico? . no esforço educativo de si mesmo. em detrimento de sua missão. O consolador. porque o médium evangelizado sabe cultivar a humildade no amor ao trabalho de cada dia. 392).. pode ser um profissional de nomeada. pois. onde a luz da comprovação e da referência é a que nasce do entendimento e da aplicação com Jesus Cristo. não se constitui tão-somente da movimentação das energias psíquicas em suas expressões fenomênicas e mecânicas. O consolador. 15. ed. e da resistência contra as energias destruidoras. mas não poderá ser um apóstolo pelo coração.” (Emmanuel. 15. sabendo. 411).. de outro modo poderá esbarrar sempre com o fantasma do personalismo. levantar-se para a defesa da sua tarefa de amor.” (Emmanuel.. igualmente. perg. ed.Essa claridade divina está no Evangelho de Jesus. Somente desse modo poderá habilitar-se para o desempenho da tarefa que lhe foi confiada. cooperando eficazmente com os Espíritos sinceros e devotados ao bem e à verdade.“Qual a maior necessidade do médium? . . com o qual o missionário deve estar plenamente identificado para a realização sagrada da sua tarefa.] O médium tem obrigação de estudar muito. 387). um agente de experiências do invisível.. Só a aplicação com o Divino Mestre prepara no íntimo do trabalhador a fibra da iluminação para o amor. perg. porque exige o trabalho e o sacrifício do coração.A primeira necessidade do médium é evangelizar-se a si mesmo antes de se entregar às grandes tarefas doutrinárias. perg. 15. “ [. portanto. observar intensamente e trabalhar em todos os instantes pela sua própria iluminação. O apostolado mediúnico.. O consolador. defendendo a verdade sem transigir com os princípios no momento oportuno. ed. O médium sem Evangelho pode fornecer as mais elevadas informações ao quadro das filosofias e ciências fragmentárias da Terra. na significação da vida.

2 .4 .AURA 4.PASSE 6.11.MAGNETISMO E ESPIRITISMO 1.PERISPÍRITO 2.PORQUÊ APLICAR O PASSE 6.3 .RECEPÇÃO E TRANSMISSÃO DE FLUIDOS .TIPOS DE MAGNETISMO 1.9 .2 .PENSAMENTO E VIRTUDE 4.TERMINOLOGIAS 3.6 .QUEM APLICA O PASSE 6.2 .1 .A IMPORTÂNCIA DA PRECE 1.1 .7 .CASO: CONCENTRAÇÃO 5ª AULA: PRECE 5.11 .2 .IDÉIAS E EMOÇÕES 4.CASO: DESENCARNAÇÃO DE DIMAS 3ª AULA: CENTROS DE FORÇA 3.2 .7 .4 .5 .3 .MEDIUNIDADE CURADORA E MAGNETISMO 2ª AULA: O HOMEM E SEUS CORPOS 2.6 .VELOCIDADE DO PENSAMENTO 4.1 .3 .3 .8 .AÇÃO DO PENSAMENTO 4.CASO: AÇÃO MAGNÉTICA DA PRECE .O HOMEM E SEUS CORPOS 2.PENSAMENTO E VONTADE 4.2 .5 .1 .4 .1 .OS CENTROS DE FORÇA E OS PLEXOS 3.PENSAMENTO 4.4 .10 .O QUE É PRECE 5.CASO: DESEQUILÍBRIO DO CENTRO DE FORÇA 4ª AULA: PENSAMENTO E AURA 4.AÇÃO MAGNÉTICA 1.EXTERIORIZAÇÃO DO PENSAMENTO 4.ATUAÇÃO DO PENSAMENTO NOS CENTROS DE FORÇA 4.CONTEÚDO DO CURSO 1ª AULA: MAGNETISMO E FLUIDO 1.PENSAMENTO E DISTÂNCIA 4.DUPLO ETÉRICO 2.3 .O FLUIDO HUMANO X O FLUIDO ESPIRITUAL 1.PENSAMENTO E FÉ 4.1 .12 .MAGNETISMO E FLUIDO 1.2 .A PRECE DE ISMÁLIA 6ª AULA: O PASSE 6.

6.5 - AMBIENTE PROPÍCIO PARA O PASSE 6.6 - COMO COMEÇAR E COMO TERMINAR 6.7 - CASO: SERVIÇOS DE PASSE NA CABINE

7ª AULA: QUALIDADES MORAIS DO PASSISTA

7.1 - CONDUTA DO PASSISTA 7.2 - INFLUÊNCIA DAS QUALIDADES MORAIS DO PASSISTA 7.3 - RESPONSABILIDADES DO MÉDIUM 7.4 - PREPARO DO PASSISTA 7.5 - CASO: PASSE, CONDIÇÕES PARA PARTICIPAÇÃO

8ª AULA: CASO: SEXO, ÁLCOOL E GLUTONARIA
8.1 - SEXO 8.2 - ÁLCOOL 8.3 - GLUTONARIA 8.4 - CONSIDERAÇÕES FINAIS DE ALEXANDRE

9ª AULA: TÉCNICAS DO PASSE I

9.1 - PASSES TRANSVERSAIS 9.2 - PASSES ROTATÓRIOS 9.3 - PASSES PERPENDICULARES 9.4 - PASSES LONGITUDINAIS E DE GRANDES CORRENTES 9.5 - IMPOSIÇÃO DE MÃOS 9.6 - AUTO-PASSE 9.7 - OS CINCO TEMPOS DO PASSE

10ª AULA: TÉCNICAS DO PASSE II

10.1 - O PASSE A DISTÂNCIA 10.2 - VIBRAÇÃO 10.3 - SOPRO OU INSUFLAÇÃO QUENTE 10.4 - SOPRO OU INSUFLAÇÃO FRIA 10.5 - CONSIDERAÇÕES ACERCA DO SOPRO 10.6 - A ÁGUA FLUIDA

11ª AULA: CASOS DE PASSE

11.1 - CASO: DESEQUILÍBRIO EMOTIVO E NUVEM NEGRA NO CORAÇÃO 11.2 - CASO: AUTO-DOMÍNIO E NUVEM NEGRA NO FÍGADO

12ª AULA: CASOS DE PASSE

12.1 - CASO: PENSAMENTO E ACIDENTE CIRCULATÓRIO 12.2 - CASO: A DÉCIMA VEZ

13ª AULA: CASOS DE PASSE

13.1 - CASO: GRAVIDEZ SACRIFICIAL E NUVEM PARDACENTA NO ORGÃO GERADOR 13.2 - CASO: PROBLEMAS DE UM GESTANTE

14ª AULA: OS CURSOS NO PLANO ESPIRITUAL

14.1 - AS ESCOLAS 14.2 - OBJETIVOS DOS CURSOS 14.3 - MATRÍCULA E CONTROLE DE PRESENÇA DOS ALUNOS 14.4 - A ESCOLHA DOS INSTRUTORES 14.5 - ESTUDOS E TRABALHOS EM GRUPO 14.6 - OS PRECEPTORES 14.7 - A PROMOÇÃO PARA OUTROS CURSOS OU COLÔNIAS MAIS ELEVADAS 14.8 - APROVEITAMENTO DO TEMPO 14.9 - REPOUSO 14.10 - OS CURSOS MINISTRADOS 14.11 - METODOLOGIA DOS CURSOS 14.12 - AVALIAÇÕES E EXAMES

11.3 - PLANO DE CURSO
CURSO: O Passe DURAÇÃO: 1 Semestre PERÍODO: DIA: HORÁRIO: Nº DE AULAS: Total:

19 Aulas : 14 Teóricas, 01 Inaugural, 01 Encerramento, 03 Especiais 3 Aulas de Práticas Assistenciais: 1º Culto no Lar 2º Posto de Assistência 3º Livre (A critério do instrutor)

OBJETIVOS GERAIS: 1 - Identificar no passe uma eficiente terapêutica exemplificada por Jesus; 2 - Compreender o mecanismo de ação, os tipos e as técnicas do passe; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 - Formar “técnicos” esclarecidos para o auxílio magnético.

PROGRAMA GERAL

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TEMA EVANGÉLICO . no seu livro Cromoterapia. passando a mão espalmada. poderão relatar suas experiências.Percepção de fluidos. destacando as duas ações combinadas. os alunos assentados eretos.5 . percorrendo com as mãos. AULA: OS CENTROS DE FORÇA EXERCÍCIO PRÁTICO: LOCALIZAÇÃO DO CENTRO DE FORÇA . procurando sentir o toque no duplo. devagar.11. . EXERCÍCIO PRÁTICO: MEDITAÇÃO . ou pedirá alguém que o faça. Ou usar o texto evangélico inserto na apostila.Ambiente preparado.Terminado o exercício. em volta do corpo. procurar localizar. . quando localizamos o centro de força. em um companheiro.Depois de conhecer a localização dos centros de força. Os dois sentirão quando o centro de força for localizado. . . descrevendo todos os acontecimentos do relato com riqueza de detalhes.O instrutor escolherá. etc.: . cada um relata o que sentiu. olhos fechados. Passar as mãos sobre as mãos do companheiro. antecipadamente. numa distância de 22cm.Após o exercício. cada chacra.O instrutor fará uma prece.Ambiente preparado. . Obs.O instrutor irá relatando a passagem. nos dois. no desconhecimento das realidades do Mundo Espiritual.Segundo René Nunes. procurando realçar detalhes da paisagem. Por exemplo: “A cura do leproso”. AULA: PENSAMENTO E AURA EXERCÍCIO PRÁTICO: EXPULSÃO E ABSORÇÃO DE ENERGIAS .Procurando sentir o duplo-etérico do companheiro. alunos em posição de interiorização. mais ou menos intensa variando de um para outro. a uns cinco centímetros de distância do corpo. pausadamente. “Entrada de Jesus em Jerusalém”.EXERCÍCIOS PRÁTICOS AULA: O HOMEM E SEUS CORPOS EXERCÍCIO PRÁTICO: Prece em benefício de todos os que desencarnam. toda a passagem descrita. AULA: O PASSE EXERCÍCIO PRÁTICO: EXERCITAR A SENSIBILIDADE DAS MÃOS . sem tocar. só luz fraca acesa. sentimos sua vibração. . com voz agradável. . uma passagem evangélica pequena.

até que todos compreendam bem. .Após o exercício.Encerrar a aula com uma prece em favor dos que ainda se mantém presos aos vícios. .observar as emoções. as pessoas podem sentir a vibração do chacra no centro da palma da mão ou nas pontas dos dedos. . . procurará sentir a presença do espírito.II EXERCÍCIO PRÁTICO: MAGNETIZAÇÃO A DISTÂNCIA .Nas primeiras vezes.Estudar o passe aplicado por Anacleto em cada um dos casos .Fazer uma vibração em benefício de pessoas enfermas.Treinar.Após esta fase os alunos podem dar passes uns nos outros treinando a captação de energias. .Na penumbra. cada um. AULA: QUALIDADES MORAIS DO PASSISTA EXERCÍCIO PRÁTICO: SINTONIZAÇÃO COM O MENTOR . os cinco tempos do passe. cada um relatará sua experiência. AULA: CASO: DESEQUILÍBRIO EMOTIVO E NUVEM NEGRA NO CORAÇÃO E AUTODOMÍNIO E NUVEM NEGRA NO FÍGADO EXERCÍCIO PRÁTICO: . e sentir a presença dos mentores e o passe propriamente dito. discutindo cada etapa. .I EXERCÍCIO PRÁTICO: OS CINCO TEMPOS DO PASSE .O instrutor explicará que não haverá incorporação.fluidos percorrendo o corpo.Treinar o passe e o auto-passe todo final de aula.pensamento. . . AULA: TÉCNICAS DO PASSE .Ainda das experiências do companheiro acima citado. . após uma prece de rogativa à presença dos bons espíritos. AULA: SEXO. ÁLCOOL. sem mentalizar a presença dos mentores. . só os alunos. GLUTONARIA E BACÍLOS PSÍQUICOS EXERCÍCIO PRÁTICO: .Treinar os cinco tempos do passe. .Treinar os cinco tempos do passe.vibração. só como encenação até que se capte o mecanismo.. AULA: TÉCNICAS DO PASSE . com luz fraca.

e o aplicado por Clarêncio no segundo. no primeiro caso.AULA: CASO: GRAVIDEZ SACRIFICIAL E NUVEM PARDACENTA NO ORGANISMO GERADOR E PROBLEMAS DE UMA GESTANTE EXERCÍCIO PRÁTICO: . .Estudar o passe aplicado por Alexandre no primeiro caso.Estudar o passe aplicado por Anacleto. . AULA: PENSAMENTO E ACIDENTE CIRCULATÓRIO E A DÉCIMA VEZ EXERCÍCIO PRÁTICO: .Treinar os cinco tempos do passe. .Treinar os cinco tempos do passe.

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CURSO CORRENTE MAGNÉTICA .

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1. perguntas nº 456. (Enciclopédia Mirador Internacional. Allan Kardec. volume 16). com a publicação de O Livro dos Espíritos em 18 de abril de 1857.O grande inovador: Pinel “Até o século XVIII . os vomitivos ou purgantes. Chefiou os serviços médicos do manicômio de Bicêtre a partir de 1793.2 . Na Salpêtrière prosseguiu a adoção de métodos humanitários que o tornaram um pioneiro da psicoterapia moderna.1.12 . podemos considerar que o trabalho pioneiro de Pinel preparou o caminho para a compreensão que mais tarde a Doutrina Espírita viria trazer ao estudo dos distúrbios mentais.1. ramo da medicina a que se dedicou após a tragédia de um amigo seu que. Mandou que fossem libertados pacientes que. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva.” (Henriques.1 . p. À frente dos serviços médicos do hospício de Bicêtre revolucionou os métodos de tratamento dos doentes mentais. mostrando que tais enfermidades decorriam de alterações patológicas do cérebro.Allan Kardec: uma nova luz “Se aceitarmos que a providência divina atua constantemente para auxiliar o progresso da humanidade. provenientes de “alterações patológicas do cérebro”. Proibiu a prática de tratamentos antiquados como a sangria. as pessoas que se viam às voltas com distúrbios mentais eram tratadas. Pinel é um dos precursores da Psiquiatria moderna.CURSO CORRENTE MAGNÉTICA 12. Embora nos dias atuais ainda encontremos situações de grande incompreensão no tratamento dos portadores de distúrbios psíquicos e que se encontram retidos em manicômios.Aspectos históricos 12. nasceu em Saint`André D' Alayrac. Para se instruir traduziu obras de medicina e deu aulas de matemática. 12.ANOTAÇÕES EM TORNO DA CORRENTE MAGNÉTICA 12. médico francês. até o seu tempo. se achavam acorrentados há vinte ou trinta anos. e morreu em Paris a 25 de outubro de 1826. Senão. evidenciando que tais enfermidades não eram. em sua maioria. veio revelar aos homens de boa vontade que os Espíritos não só influenciam a vida dos homens.1 . fugiu para a floresta onde foi devorado por lobos. a 20 de abril de 1745. Tarn. Pinel retirou as doenças mentais do terreno das superstições e crendices a que. por ignorância. de maneira que hoje podemos considerar cruel. 457) . tendo enlouquecido.1. os métodos de terapia para esses pacientes começaram a modificar-se a partir dos trabalhos realizados por Pinel. Em 1795 passou a ocupar idêntico posto no hospital da Salpêtrière. se encontravam relegadas. em alguns casos.1.1 . vejamos: “Pinel. como freqüentemente conduzem a sua ação de maneira bem mais intensa do que podíamos imaginar (Livro dos Espíritos. 20-21).

março e maio de 1863. 12. situada na Alta Savóia. Lafontaine. pág. as curas foram pouco numerosas. Morzine. entre outras coisas.. O Magnétiseur. mau grado o tratamento médico. inanição. demos um relato circunstanciado e uma apreciação da epidemia demoníaca de Morzine. inspetores dos hospícios de alienados. a fim de estudar a natureza e observar a marcha da doença. comenta sobre a necessidade de se conhecer a causa para bem combater os sintomas e identifica as razões pelas quais no atendimento aos “possessos de Morzine” tanto falharam a medicina como a religião tradicionais. num dos quais o Sr. O Governo francês. publicado em Genève pelo Sr. editada sob a sua direção. reina no burgo de Morzine e nos casebres vizinhos. a epidemia estendeu-se às mães de família e às senhoras idosas.1. Vários jornais. custou a vida de um.3 . faz este relato: “A epidemia demoníaca que. desde 1857. agosto. 21-22). Annecy. Tomaram algumas medidas. de grande valor para quantos se interessam pelas afecções mentais. vingativos ou perseguidores. ainda não cessou a sua devastação. e demonstramos a ineficiência dos meios empregados para a combater. atingirem os encarnados revela-se em todos os livros que veio a publicar e foi tema de muitos artigos incluídos na Revue Spirite. também. inicialmente. Mas os resultados dessas tentativas não foram satisfatórios. vítima da imaginação ferida. situados entre as montanhas da Haute-Savoie. existe um especialmente interessante para as nossas reflexões por se tratar de um processo de obsessão coletiva ou uma “epidemia” de obsessões que atingiu os moradores de uma pequena cidade francesa. jornal do magnetismo animal. Thoron. Faz.” (Henriques. desde que a Savoie lhe pertence. p. preocupou-se com o caso. haver atingido as crianças e as mocinhas. e quando as moças retornam à casa recaem no mesmo estado de sofrimento.Novos detalhes sobre os possessos de Morzine “Na Revista Espírita de dezembro de 1862. Editora Edicel) Kardec. Enviou ao local homens especializados. Esse infeliz meteu-se no estreito espaço entre o fogão e a parede. janeiro.A sua preocupação com o assunto e com a possibilidade de os Espíritos sofredores. Poucos homens lhe sentiram a influência. ali ficou um mês sem se alimentar. Os enviados do Governo francês fizeram relatórios. declarava que o pequeno número de . tentaram o deslocamento e transportaram as moças doentes para Chambéry. morreu de esgotamento. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva.1. contudo. Aí ficou evidenciada a impotência dos métodos religiosos tradicionais e da ciência oficial frente à enfermidade. em seu número 15 de maio último. etc. bem como a nossa correspondência particular. inteligentes e capazes. entre outras análises. Entre os episódios e comentários feitos por Kardec. etc. fevereiro. Constant. de onde dizia não poder sair. Posto o mal jamais tenha cessado completamente. No texto que iremos reproduzir a seguir (Revista Espírita de 1864. Depois de. 225. Haute-Savoie. tinha havido uma espécie de parada. a diferenciação entre a patologia material e espiritual. assinalam o reaparecimento do flagelo com nova intensidade.

curas realizadas naquela população eram devidas ao magnetismo por mim empregado em Genève. Todas as moças. que há cinco anos não eram atingidas. quando os obrigam a entrar numa igreja. ao poder do demônio. Nossos leitores sabem que o flagelo. vítimas do mais medonho paroxismo dessas crises horríveis”. A boa gente da aldeia esperava maravilhas dessa visita. As possessas. que em diversas épocas. acompanhadas de gritos. Tinham procurado reunir os doentes na Igreja. quanto para ensinar os meios de vencer a terrível doença. diz uma testemunha ocular. ataca mocinhas. o que é mais desagradável. o prelado aproximou-se da aldeia. em moças e senhoras que me haviam trazido em 1858 e 1859. de perturbações do estômago e gestos da mais impressionante ginástica. saltavam em todos os sentidos. o número das vítimas foi crescendo. rugiam. se possível. quiseram tentar um grande golpe: Monsenhor Maguin. e as únicas curas constatadas são as operadas por nós. em vão levaram os doentes para hospitais de várias cidades distantes. Mas em Morzine o horrível mal não cessou de fazer devastações entre essa população infeliz: ao contrário. por seus guias espirituais. o flagelo que. sete ou oito homens tiveram que reunir esforços para vencer a resistência de algumas. em particular. mau grado a vociferação de alguns doentes que haviam escapado das mãos de seus guardas para se atirarem à sua frente. continuou a avançar para a Igreja. Conseguimos curar vários desses doentes. “sentindo que ele se aproximava.Desde que o bispo pisou em terras de Morzine -. Não obstante. que nada tinham de humano. 1º de maio e eis as circunstâncias que a marcaram. os policiais deram mão . a desordem redobra. injuriavam. alguns tinham ido à força. cuja imaginação é mais viva. o furor redobrou. Estava a cavalo. baldos de meios. O próprio Bispo empalideceu ao ouvir os urros que acolheram a sua chegada. isto durou horas. de que os doentes se tornam culpados. Apenas acabou de entrar. Ele apeou-se à porta do templo e entrou com dignidade. pelas quatro horas. e. Tiveram que as arrastar para junto do altar. que não sofreram outros ataques enquanto moravam longe das influências prejudiciais do contágio e dos Espíritos feridos de sua terra. com um único rapaz. que iria a Morzine. se encarniça contra a sua presa. em geral. acompanhado por grande número de padres. 30 de abril e domingo. as que eram mantidas na Igreja soltavam gritos e urros. sofreram a sua volta e viram-se diversas. anunciou. Então foi uma cena verdadeiramente infernal. Enfim. Ela ocorreu sábado. sem falar dos juramentos e de outros processos escandalosos. Em vão prodigalizaram preces e exorcismos. os possessos foram tomados de convulsões as mais violentas. cerca de setenta. atribuído pelos bons camponeses de Morzine e. . finalmente. injuriando-o. No sábado. tinham sido atingidas pela doença. se manifesta naqueles que são tomados por convulsões violentas. das quais fizemos um relato em nosso jornal. tanto para crismar os habitantes que ainda não haviam recebido esse sacramento. Bispo de Annecy. e quando o prelado quis fazer o crisma.

em que categoria serão tomados? Entre os alienistas? Muito bem. É verdade que lhes vão juntar uma força armada. Se se querem médicos especialistas. às sete da noite ainda estava na Igreja. Os choques constantes. os alienistas não são mais especialistas que os cirurgiões.H. é que não está no caminho certo. o que é que farão os médicos? Já os enviaram e muito capacitados! Dizem que vão mandar especialistas. Talvez no próximo número digamos tudo quanto para nós eles representam de penoso. ao menos munido de poderes maiores. Se desta vez. vencido de fadiga e de emoção ele teve de renunciar a lhe impor as mãos: saiu da igreja trêmulo. Não fazemos hoje nenhuma reflexão: limitamo-nos a relatar esses fatos deploráveis. onde não lhe puderam trazer três doentes. arquejantes. dos toxicologistas nos casos de envenenamento. a menos que não sejam diabos. Isso prova superabundantemente que não procuram onde é preciso. Que há para admirar? Tudo revela uma causa moral. desde que a ciência aí se perde. Mas já empregaram este meio sem sucesso. e enviam homens que só acreditam na matéria. Mas aqui. desequilibrado. Lafontaine” Após transcrever esse relato. com espuma na boca. C. Duvidamos muito que desta vez haja sucesso. Saiu da aldeia deixando aos habitantes boas palavras. provam uma de duas coisas: ou que ela não está certa. conseguiram arrastar duas. Mas os próprios alienistas fracassaram: nem estão de acordo quanto à causa nem quanto ao tratamento. e na qual a ciência se perde? Concebe-se a especialidade dos oculistas para as afecções dos olhos. blasfêmias nos lábios. sem poder chamá-los à razão. se for demonstrado que é uma afecção mental.eis uma confissão de impotência. até junto do Bispo. Terminou confessando que não se tinha sentido bastante forte para conjurar a chaga que tinha vindo curar e prometendo voltar. A religião não foi mais feliz: usou suas munições contra os diabos. O Bispo devia partir às quatro horas. que os escolham entre os espiritualistas e não entre os materialistas. ou é vencida por seus inimigos. enquanto estas se agitavam sob sua bênção. Então. Mas como estabelecer sua especialidade numa afecção cuja natureza não se conhece.forte. Allan Kardec comenta: “A ciência aí se perde . que não podia imaginar tão grande. ao menos aqueles poderão compreender que possa haver algo fora do organismo. Então os diabos são os mais fortes. o que é uma grande verdade. A última resistiu a todos os esforços. a ciência falha. Ora. mas sem lhes esconder a profunda impressão de estupor que havia experimentado em presença de um mal. procuram na matéria e aí nada encontram. as pernas cheias de contusões recebidas das possessas. O mais claro de tudo isto é que nada do que empregaram deu resultado e não terão melhor resultado enquanto . em casos semelhantes.

1. Numa palavra. Se assim é perguntarão por que os meios espirituais empregados pela Igreja são ineficazes? Eis a razão: A Igreja acredita nos demônios. a causa é o ser obsessor. A experiência ensina a distinguir os casos desta categoria dos que pertencem à patologia orgânica. em vida. loucuras aparentes. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. pois. Daí uma porção de afecções que não têm sede no organismo. sem exceção. mas muito positivo para os que constataram a existência do mundo espiritual e a presença de seres invisíveis em torno de nós. se age sobre os vermes.estudo atento dos sintomas demonstra com verdadeira evidência estar na ação do mundo invisível sobre o mundo visível. estão submetidos à lei do progresso e se podem melhorar. nesses números há os bons e maus. a diferença está nos números.2 . Ao contrário. é o que o Espiritismo designa pelo nome de obsessão. sobre este que se deve agir. que se pode designar pelo nome de patologia espiritual. Sua ação sobre os homens se exerce. É um novo ramo da patologia. também ensinou sobre o tema no livro Loucura Sob Novo Prisma que escreveu quando encarnado (Editora FEESP) do qual selecionamos um trecho para a nossa análise: . o foram em casos particulares de que falamos. muitos se comprazem. desde que libertaram os doentes atingidos pelo mesmo mal. Dirão que o sistema é absurdo.Obsessão ou loucura? “Bezerra de Menezes. é então. sem exorcismos. dos que se compraziam. isto é. ao mesmo tempo. Não são. demônios. Mas. tendo completa analogia com os fatos de Morzine. ainda. de onde é lógico concluir seja a mesma causa. por isso imperfectíveis. o querido Espírito de todos quanto labutam na Doutrina. numa categoria de seres de uma natureza perversa e voltados eternamente ao mal. como entre os homens. após a morte. Absurdo para os que nada admitem fora do mundo tangível. Todos os sintomas. sobre o físico e a moral. no sentido da Igreja. como nas convulsões ocasionadas pelos vermes. observados nos doentes daquela localidade. desde que os efeitos são semelhantes. As crises são efeitos consecutivos. sem medicamentos e sem polícia. 22-27) 12. o que faz alhures poderia ser feito em Morzine. e contra as quais a ciência falha pela razão de que se ataca o efeito e não a causa. ação que é a fonte de mais afecções do que se pensa. e não numa teoria preconcebida. p. de subjugação e de possessão. o sistema é baseado na experiência e na observação. isto é. Aliás.” (Gilson de Mendonça Henriques. povoam o espaço. por isto mesmo que pertencem à humanidade. A ação de um ser invisível malévolo foi constatada numa porção de casos isolados. refratárias a qualquer medicação. mas Espíritos imperfeitos. Ora. o Espiritismo reconheceu que o mundo invisível é composto de almas ou Espíritos dos homens que viveram na Terra e que após a morte. levada ao mais alto grau. Com essa idéia ela não procura melhorá-los. em fazer o mal.

dos produtos da faculdade pensante. instrumento da visão.loucura -. de que toda a perturbação do estado fisiológico do ser humano procede invariavelmente de uma lesão orgânica. que lhe perturba a transmissão. conhecida pelo nome de . mas um fenômeno mórbido de duplo caráter: material e imaterial. Quando resulta de algo que afeta a faculdade pensante. proponho-me. Efetivamente. com fatos de rigorosa observação: 1º. é efeito de um estado patológico do cérebro. fazendo-a desordenadamente. também. menos que tudo. que o pensamento é pura função da alma ou espírito. mesmo quando a alma esteja no pleno exercício daquela faculdade. que a alienação mental. os homens da ciência têm.científica .e. sem a mínima lesão cerebral.porque é a conhecida pela Ciência. além do mais. no caso da loucura. órgão do pensamento. portanto. inteligentes. Este caso de lesão cerebral explica a loucura. demonstrando. origem natural do pensamento que. que demonstrarei. Neste ligeiro trabalho. em larga escala1 . com que designei a que representa o primeiro caráter. tem o caráter imaterial e fluídico.isto é. em tese.alienação mental -. fica perfeitamente claro que a loucura não é um caso patológico invariável em sua natureza. que a loucura perfeitamente caracterizada. emana viciado da fonte. assim. seu gerador ou secretor. pela razão de ser o cérebro instrumento das manifestações. 2º. mas eu demonstrarei. tem o caráter material ou orgânico. a que chamarei . não dependem de lesão do cérebro. uma vez que o cérebro padeça de lesão orgânica que o torne instrumento incapaz da boa transmissão. e prova mais que. sofrer lesão que tolha a passagem do raio luminoso. quer em relação à função em geral. e. resultante da ação fluídica de Espíritos inimigos sobre a alma ou Espírito encarnado no corpo. que julgam ser uma lei natural. quer em relação à sua perturbação. Nem os primeiros. embora possam elas concorrer para o caso. o mau estado desta determina a alienação. até hoje. 3º. Em oposição à denominação de loucura científica2. por ação fluídica de influências estranhas. por igual.” . que suas perturbações. podendo ser. o que prova que o cérebro não é o órgão do pensamento . nem os segundos explicam sua maneira de compreender a ação do cérebro. a preencher essa lacuna. por isso. glândula secretora do pensamento. Quando é conseqüente da afecção do cérebro. pode-se dar e dá-se mesmo. como dar-se-á o da cegueira. Toda a questão se resume em provar-se fundamentalmente: que há loucos cujo cérebro não apresenta lesão orgânica de qualidade alguma. embora em perfeito estado se ache a fonte do pensamento.“Levados pelo princípio. assim como o mau estado do instrumento de transmissão determina o que chamamos . dar-se-á o caso da loucura. designaria esta segunda espécie pela denominação de loucura por obsessão3 . Feito isto. quando o olho. para outros. embora esteja são o instrumento da transmissão. para uns. como verdade incontroversa.

Bezerra de Menezes. discípulo de Eurípedes Barsanulfo que o havia exemplificado. grande missionário da Doutrina Espírita. pois. tanto do ponto de vista científico oficial como à luz dos ensinamentos oferecidos pelos bons Espíritos. como que arrastado pela vontade de alguém num torvelinho de amor.. avistou um homem que meditava. Cap. subia. subia.ou que há loucura de duas espécies. plena de episódios memoráveis. Embora inquieto. (1. no livro A Vida Escreve. certamente buscando a confirmação da ciência oficial à sua tese: “O célebre alienista Esquirol atesta a existência de casos. não canso de repetir. quando. 28-30). Viajou. recomendo que o façam.. Àqueles que não conhecem a vida e a obra desse. reproduziremos a seguir o relato feito pelo Espírito Hilário Silva através da psicografia de Francisco Cândido Xavier. respirando num oceano de ar mais leve ainda. e portanto. Braços intangíveis tutelavam-lhe a sublime excursão.2 e 3: Grifos do autor). quando. Como que magnetizado pelo desconhecido. que há dois casos bem distintos de loucura . subia. Respirava outro ambiente. a loucura ocasionada por lesão cerebral e aquela em que não se encontra nenhuma causa física a justificá-la. no Estado de Minas Gerais. verificado que há loucura com e sem lesão cerebral. não longe. 27. 2º Edição. até que se reconheceu em campina verdejante.. Tais perturbações hoje constatadas nas inquietantes influências que atingem coletivamente grandes contingentes humanos. aproximou-se. em Sacramento.. por se identificar com os quadros que Allan Kardec definiu como “obsessão”. à maneira de pássaro teleguiado.e essa afirmação do ilustre sábio é robustecida pela observação de outros não menos considerados do mundo científico. o Apóstolo da Caridade “Na apresentação desse trabalho disse que havia tomado conhecimento do método de desobsessão coletiva por corrente magnética em Palmelo.. p.3 . “Aí está. É essa última que mais diretamente interessa aos estudiosos e trabalhadores da Doutrina Espírita. Envergava forma leve. entretanto. encontrarão nos padrões da desobsessão coletiva ensinada por Eurípedes Barsanulfo um meio rápido e eficiente para beneficiar as multidões de aflitos que procuram os centros espíritas nos dias de hoje. junto a Jerônimo Candinho. 12. mais adiante. envolvido por doce luz. pelas próprias características dos tempos em que vivemos. a observar-se fora do corpo físico. Como nos mostra Bezerra de Menezes. sob o título “Visão de Eurípedes”: “Começara Eurípedes Barsanulfo. certa feita. viajou. diz Dr. Reparava na formosa paisagem. Ed. Queria parar e descer. FEB. viu a si próprio em prodigiosa volitação. por ele observados.Na mesma Introdução. alimenta nossa alma com seus exemplos edificantes. Está. mas não conseguia.1. Subia sempre. . A leitura das obras que relatam sua passagem entre nós. existe. de loucura sem a mínima lesão cerebral . Para que o leitor. 1963. reavendo o veículo carnal.Eurípedes Barsanulfo. o apóstolo da mediunidade. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. tenha idéia da grandeza espiritual de Barsanulfo.” (Henriques. à noite.. em admirável desdobramento.

iremos transcrever trecho do depoimento dado pelo Dr. os templos do mundo. esmagado pela honra imprevista.. E desde aquele dia. E acordou no corpo de carne. E. desceu. Thomaz Novelino e publicado . Afagar-lhe as mãos ou estirar-se à maneira de um cão leal aos seus pés. desceu. e a mensagem d‘Ele a ecoar entre os homens. humilde. E num deslumbramento de júbilo. o missionário de Sacramento notou que o Cristo lhe correspondia agora ao olhar. começou a chorar..Senhor. os tormentos do Cristo.. Recordou as lições do Cristianismo. reconheceu-se na presença do Cristo.. sem repouso sequer de um dia. Era madrugada. após um instante de atenção. sentindo-se como intruso. no curso de quase vinte séculos. entregou-se aos necessitados e aos doentes. quando adquiriu coragem e ergueu os olhos. não sofro pelos descrentes aos quais devemos amor..Não.” Não há quem não se comova ante esse relato.. na Terra. servindo até à morte. com o objetivo de evidenciar a utilização das correntes magnéticas nos trabalhos de desobsessão realizados por Eurípedes Barsanulfo.. entre tantos outros. Baixou a cabeça. não se conteve. suplicante: .. Viu... Eurípedes não saberia descrever o que se passou então. responde em voz dulcíssima: . a se perpetuarem nas criaturas que até hoje. que Jesus também chorava. mas não o praticam.Algo lhe dizia no íntimo para que não avançasse mais. Ofuscado pela grandeza do momento.Choras pelos descrentes do mundo? Enlevado. Mas desejando certificar-se de que era ouvido Eurípedes reiterou: . por ser um depoimento dado pelos bons Espíritos e endossado pela mediunidade fiel de Francisco Cândido Xavier. Recordou. lhe atiram incompreensão e sarcasmo... Traspassado de súbito sofrimento. incapaz de voltar ou seguir adiante. Levantou-se e não mais dormiu. por ver-lhe o pranto. no entanto. sem comunicar a ninguém a divina revelação que lhe vibrava na consciência. ante a dor que a resposta lhe trouxera.. na literatura e nas artes. Mas estava como que chumbado ao solo estranho.... Choro por todos os que conhecem o Evangelho. e ficou em silêncio. Nessa linha de pensamento... as homenagens prestadas ao Senhor.. Grossas lágrimas banhavam-lhe o rosto. Mas. meu filho. Abriu a boca e falou. por que choras? O interpelado não respondeu. porém. Como se caísse em profunda sombra. que escolhemos.. desejou fazer algo que pudesse reconfortar o Amigo Sublime.

Dentro de suas propriedades iniciou-se. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. 91 e 92). Eurípedes saía de sua mesinha e vinha ocupar o seu lugar na corrente de concentração4 e dos médiuns que formavam círculo. (4 e 5: Grifos do autor). em Franca. Jerônimo Cândido Gomide (Seu Candinho). Conforme conta Agnelo Morato. Terminada a oração. 98. 94).Jerônimo Candinho: um pioneiro “Para os que não conhecem Jerônimo Candinho. fundador do Educandário Pestalozzi. o mestre dirigia profunda e sentida prece. a formação do que mais tarde seria a cidade de Palmelo. época em que seu pulso de moço idealista se conduzia. colaborou intensamente no programa administrativo do Colégio “Allan Kardec”. construiu o Centro Espírita Luz da Verdade. em 1919.no livro Eurípedes. que pouco antes de desencarnar alertou-o sobre o trabalho que deveria desenvolver em Goiás. Em 1936 adquiriu a propriedade “Fazenda Palmela”. formando a corrente5.4 . Thomaz Novelino. Jerônimo Candinho. desde a década de 1920. onde montou um armazém de secos e molhados e.). Verdadeiro desbravador do Estado de Goiás.. e suas atividades espíritas devem permanecer em nossa lembrança como lição de tenacidade e otimismo” (pág. de autoria de Agnelo Morato. Esse tratamento. nas proximidades de Santa Cruz de Goiás. por um coração magnânimo. por orientação direta de Eurípedes Barsanulfo. MG. 32-33). p. 12. E continua: . Aluno muito estimado de Eurípedes Barsanulfo. cujo pai foi aluno de Eurípedes e do Colégio Allan Kardec. retemperou suas energias com a fibra de forte.. tão popular quanto carinhoso. sentava-se de mãos dadas. “Jerônimo Cândido Gomide nasceu em Sacramento.” (Henriques. no centro do Salão. Após a leitura de um trecho de uma obra da doutrina. conhecido e lembrado no apreço de sertanejos do Brasil Central. na cidade de Sacramento” (pág. foi aluno do Colégio Allan Kardec fundado por Barsanulfo e conta sobre suas memórias: “Os trabalhos espíritas se realizavam duas vezes por semana e à noite. mudou-se com a família para aquele Estado. o Homem e a Missão. sob sua inspiração. Logo construiu o Sanatório Espírita e fundou o Colégio Eurípedes Barsanulfo. de autoria de Corina Novelino. iniciada sempre pelo Pai Nosso e rematada por oração improvisada de adoração e evocação. Edições Correio Fraterno.1. “Seu Candinho”. utilizaremos trechos do livro De Sacramento a Palmelo. Orgulhava-se por ter sido discípulo de Eurípedes Barsanulfo. editado pelo Instituto de Difusão Espirita. também. lhe envolvia o físico atlético de uma aura singular. pág. no ano de 1888 (.” Esse depoimento corrobora a afirmativa de Jerônimo Candinho que sempre declarou haver aprendido com Barsanulfo o método de desobsessão que empregava em Palmelo. acima desse local. De pé.

Os bancos situados ao seu lado esquerdo estavam ocupados por médiuns do sexo feminino (aproximadamente 40). De longe podíamos ver a porta aberta e a suave movimentação dentro do prédio. No vértice formado por elas. preparando o nosso coração e a nossa mente para os benefícios do momento? No dia seguinte lá estávamos nós. orientava-se por suas convicções”(pág. prontos e compenetrados. tomava lugar Jerônimo Candinho.Será que o irmão já pensou que os Espíritos trabalhadores do bem também têm horário e muitas obrigações a cumprir? Será que devem ficar nos aguardando ou devemos nos esforçar para chegar cedo.1. Acaso não podiam ter nos esperado só um pouquinho? Mais tarde Jerônimo explicou: . Em todas as iniciativas a que se entregou no sertão de Goiás. Os . 93 e 94). Candinho recomendou-nos que fôssemos ao Sanatório para observar os trabalhos de desobsessão. 33-35). O tratamento dos obsediados do Sanatório. Conforme contamos na apresentação deste trabalho. ao encontrarmo-nos com Jerônimo.Desobsessão Coletiva em Palmelo: 12.1 . iremos relatar o que presenciamos em nossa primeira visita a Palmelo. àquela época. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. dirigido por ele. Aproximamo-nos do local supondo-nos no horário. 12. p. já que para nós. no que diz respeito ao tratamento coletivo das obsessões. um auxiliar de Candinho olhou-nos. útil para o resto de nossa vida e que temos procurado não só colocar em prática. estabeleceu-se entre nós uma forte simpatia. Apressamos o passo e oh! que decepção: enquanto subíamos as escadas que levavam ao recinto.5. o coração batia mais forte. 94) (6: refere-se a Eurípedes Barsanulfo) (Grifos do autor). bem antes do horário marcado! Eis o que vimos. Isto entretanto não nos livrou de receber uma grande lição. mas também advertir a quantos possamos sobre a sua importância: o valor da pontualidade.“Até 1956 a Cidade Espiritista do Brasil Central não possuía cadeia nem destacamento policial.1.Um grande momento “Agora que já se disse algo sobre Eurípedes Barsanulfo e Jerônimo Candinho. a inspirar-lhe e dar-lhe bom ânimo no seu propósito de ensinar e esclarecer consciências à Luz d’O Evangelho Segundo o Espiritismo (pág. 5 minutos a mais ou a menos não faziam diferença. num meio hostil e reacionário. “Seu Candinho” mantinha posição de conselheiro e amigo de todos e o único templo religioso ali existente era o Centro Espírita Luz da Verdade. A nossa curiosidade estava aguçada. sentiu constantemente a presença e a cobertura desse Apóstolo do Brasil Central6. pude observar os bancos colocados ao longo de duas paredes.5 . então: Em grande salão adornados com retratos de Eurípedes Barsanulfo e Bezerra de Menezes." (Henriques. indicando-nos a hora em que deveríamos comparecer. fez um gesto de desculpas e fechou a porta! Voltamos encabulados para o hotel em que nos hospedávamos.

dos pacientes que receberiam o tratamento. Tranqüilo. p.” (Henriques. a corrente mento-eletromagnética. percorreram os caminhos indicados por Kardec.” (Henriques. Por todo o ambiente o vozerio das lamentações e a inquietação desconcertante dos doentes. identificando como espiritual e combatendo com discernimento a causa dos males que afligiam os que a eles chegaram perturbados. Jerônimo e um médium vidente destacado para auxiliá-lo. de um trecho de O Evangelho Segundo o Espiritismo que antecedia ao início das atividades. deram-se as mãos formando. o que não impedia. o que mais tarde viria compreender. como veremos adiante.1. disciplinadamente regressavam às suas acomodações de internos. após atender ao cumprimento desses detalhes preparatórios. entre ligeiros intervalos. atentos. Segundo fomos esclarecidos.do lado direito. p. Podíamos observar que ali estavam reunidos obsediados dos tipos mais diversos: eram homens e mulheres desfigurados exteriorizando na face a angústia e o desespero que os dominavam. Impressionante! Os loucos ou os semiloucos.2 . entretanto.5. 36-37). repetida algumas vezes. Eurípedes Barsanulfo e Jerônimo Cândido Gomide realizaram o sonho que Pinel acalentava ao reformular os terríveis processos de tratamento dispensados aos pacientes de Bicêtre e Salpêtrière. Por vezes o auxiliar solicitava a repetição da “passagem” e em outras destacava algum enfermo para posterior atendimento individual. No desdobrar da reunião. dessa operação mento-eletromagnética resulta que os espíritos obsessores são conduzidos à colônia espiritual a qual se liga o grupo de trabalho encarnado. que algumas mulheres rasgassem suas vestes. usando o dirigente. para esse efeito. usando a expressão “passem”. Com o início da leitura o ambiente turbilhonado modificou-se surpreendentemente. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. aliviados. A um sinal feito por Candinho iniciou-se a entrada. nos moldes da “corrente de força” descrita por André Luiz. Mas antes. entrava em perfeita sintonia com a direção espiritual dos trabalhos que. no livro Missionários da Luz.Cenas comovedoras “Pudemos observar que os médiuns. Todos aguardavam. procuravam observar a natureza das entidades sofredoras ali trazidas e o comportamento ou reações dos médiuns que compunham a corrente. consecutivamente. Fez-se silêncio. no salão. a expressão de comando “sigam”. por sua vez. Os obsediados acalmaram-se e podia-se ouvir o som produzido pelo voar de um inseto que circulava procurando saída. Pacientes foram colocados à frente dos médiuns. A retirada das entidades se verificava após cada uma das “passagens”. 12. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. como percebemos. repetida algumas vezes. Sua atitude. então. emudecidos. passou a comandar a passagem dos espíritos sofredores pela corrente mediúnica. Jerônimo. escolhido por ele naquele momento. 38-39). Jerônimo recomendou que se iniciasse nova leitura do texto do Evangelho. o término da leitura feita por um dos presentes. Alguns deles se encontravam sob o controle de auxiliares fortes e preparados. por médiuns do sexo masculino (cerca de 30). atuava em ação sincronizada com os trabalhadores encarnados. reconfortados. .

Obsessão e desobsessão por Corrente Magnética (até item 4. XVII . V . VII .Ambientes 9ª AULA Cap. IV .Obsessão e desobsessão por Corrente Magnética (até item 4. I .6: etiologia) 3ª AULA Cap. XII . IX .Sensações e percepções dos médiuns .Magnetismo e desobsessão por Corrente Magnética Cap. XVI .Desobsessão por Corrente Magnética X Desobsessão por doutrinação verbal 10ª AULA Cap.A equipe mediúnica na desobsessão por Corrente Magnética 7ª AULA Cap.Origem desso nosso aprendizado Cap. VIII .12.As multidões 2ª AULA Cap. VI .Evangelização Espírita-Cristã e desobsessão por Corrente Magnética Cap. II . XI .Passe espírita e Corrente Magnética desobsessiva 12ª AULA Cap.Obsessões epidêmicas Cap.2 . X .Desobsessão por Corrente Magnética e ação dos Espíritos superiores Cap.7: epidemologia) 4ª AULA Cap. IV .Corrente Magnética dos Magnetizadores X Corrente Magnética desobsessiva 11ª AULA Cap.CONTEÚDO DO CURSO 1ª AULA Cap.Justificativa e mecanismos de ação da Corrente Magnética 6ª AULA Cap. XIV . III . XIII . XV .Mecanismos da obsessão e da desobsessão por Corrente Magnética 8ª AULA Cap.Terapêutica básica e Corrente Magnética 5ª AULA Cap.Choque anímico Cap.

13ª AULA Cap. XVIII. dúvidas e esclarecimentos 14ª AULA Amai-vos e instruí-vos .Contradições.

12.3 - PLANO DE CURSO
CURSO: Corrente Magnética DURAÇÃO: 1 Semestre PERÍODO: DIA: HORÁRIO: Nº DE AULAS: Total: 19 Aulas : 14 Teóricas, 01 Inaugural, 01 Encerramento, 03 Especiais 3 Aulas de Práticas Assistenciais: 1º Culto no Lar 2º Posto de Assistência 3º Livre (A critério do instrutor) OBJETIVOS GERAIS: 1 - Identificar as bases doutrinárias e a comprovação prática da Corrente Magnética; 2 -Comprovar a eficiência, a utilidade, a praticidade e a necessidade do método desobsessivo por Corrente Magnética; 3 - Compreender que a Corrente Magnética pode ser aplicada na desobsessão, curas físicas e psíquicas, vibração e no combate e prevenção da epidemia obsessiva; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1 - Formar a unidade de princípios em torno do trabalho da Corrente Magnética através do estudo da obra "Desobsessão por Corrente Magnética", de publicação da Sociedade de Divulgação Espírita Auta de Souza.

PROGRAMA GERAL

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(a) .a escolher 3 .QUESTÕES REFERENTES AO TEMA DEUS: 1. ( F ).3 . 1. ( V ). de Deus.adoração d) .Pai c) .13 .(d). ( F ).. ( F ).a) .1 .Pelas cerimônias e rituais exteriores 2 . 2.1 ..( V ). ensinando aos homens a Boa Nova” 2.5 . (b). ( V ).(c). ( f). (errada) e). 2. (b). (b). (a).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: JESUS 2. (b). (a).4 . (g). Não há efeito sem causa.coração f) -Deus 1. (a). (a).5 . 2.Providência b) . 1.. finito em todas as suas perfeições e não pode ser diferente disso.6 . ( V ). (b). (d).( V ).4 . ( F ).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: DOUTRINA ESPÍRITA E ALLAN KARDEC 3.1 . ( F ).Que se lance o olhar sobre as obras da criação .. tem uma causa .“Num axioma a que aplicais às vossas ciências.2 . (c).pôde fazer alguma coisa 1. relativamente justo e bom.“Dar cumprimento às profecias que lhe anunciaram o advento.a).Deus é imutável. ( V ).3 .verdade e) .1 . (b). .( V ). Procurará a causa de tudo o que não é obra do homem e a vossa razão responderá”. (e). (a).7 ..a) . ( F ).Os homens podem compreender a natureza íntima de Deus (errada) 1. 1...GABARITOS DOS CADERNOS DE EXERCÍCIOS DOS CURSOS DO CICLO INTRODUTÓRIO 13. (a).(b)..GABARITO DO CADERNO DE EXERCÍCIOS DO CURSO NOÇÕES BÁSICAS DE DOUTRINA ESPÍRITA 1 . efeito.2 .

Jesus.5 5 . (c).4 . PERISPÍRITO E CORPO 4.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: REENCARNAÇÃO 5. orgulho.Não têm nenhuma influência com a matéria Predominância do Espírito sobre a matéria.Espíritos Deus perfeição livre arbítrio eterna transitória perispírito 4.4 . Alexandre .2 . desejo do bem Têm propensão para o mal. (d).2 .1 .3 .5 . Leon Denis.3.2 .3 . 4. (a). Igonorância. (e). (g). (h).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: ESPÍRITO.1 .a) b) c) d) e) certa errada certa certa errada 4.1 . egoísmo e todas as paixões lhes são consequentes. (b).(f).Religião Ciência Filosofia 3. 4 .3 .“c” e “d” são verdadeiras 4.O QUE É O ESPIRITISMO O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO O LIVRO DOS MÉDIUNS O LIVRO DOS ESPÍRITOS O LIVRO DOS ESPÍRITOS REVISTA ESPÍRITA A GÊNESE OBRAS POSTUMAS O CEU E O INFERNO 3.4 . (i).6 . Predominância da matéria sobre o espírito.As alternativas “b”.

liberdade de ação de consciência e atavismos materiais c) . tendo.. em donativos às instituições assistenciais. ( F ). a alma não é uma abstração. estão ao redor de nós..3 . mas só é completa por ocasião do nascimento. 7 . 6.a) . por isso. porém sob uma forma concreta que antes no-los mostra como seres viventes.2 .O espírito é criado no momento da criação do corpo.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA : PLURALIDADE DOS MUNDOS HABI- . lhes altere as enfermidades ou as virtudes b) .. 6. o arrependimento 5.. 5.5. (a).( F ).mudar de plano .libertação do corpo somático. ( V ). apenas uma vida e é por isso que não se lembra das vidas passadas. pois elas não existem. sem espírito sectário.2 . b) .Deixar a carne.5 . Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar. (d).6 .. ( V ). quando chamado a isso. sejam elas pessoais ou gerais. fim. (b). o que muito é para fixar as idéias sobre a sua individualidade. cessação da vida.. b) . ( V ). ela tem um corpo etéreo que a define ao pensamento. ( F ).Proceder corretamente nos velórios. Desterrar de si quaisquer conversações ociosas. Além disso. (e).(f).O fim da vida animal ou vegetal. (e). 6.a ruptura dos laços que os retinham cativos 6.Para os Espíritas.3 . 5. A lembrança dos que nos são caros repousa sobre alguma coisa de real.A união começa na concepção. (d). Transformar o culto da saudade. (g). sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência humana. o mundo corporal e o mundo espiritual identificam-se em perpétuas relações assistindo-se mutuamente. se desimanta dos condicionamentos .. (a). (b). ( V )..1a) . aptidões e percepções.4 . tratos comerciais ou comentários impróprios nos enterros que comparecer. revelação ..(c). tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo inerte. ( V ). calando anedotário e galhofa em torno da pessoa desencarnada. ou discorrer sem afetação. passar para o mundo espiritual. (c). Não se nos representam mais como chamas fugitivas que nada falam ao pensamento. fazendo o mesmo nas comemorações e homenagens a desencarnados.5 -a) ..4 . comumente expresso no oferecimento de coroas de flores.( V ). em vez de perdidos nas profundezas do Espaço. 5. 6 .QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: DESENCARNAÇÃO 6.justiça de Deus .

. As qualidades inatas que eles trazem consigo constituem a prova de que já viveram e realizaram certo progresso”...Capela d) . (d).. Seus instintos não têm a abrandá-los qualquer sentimento de delicadeza ou benevolência. A subsistência exigirá esforços titânicos na agricultura danificada e no trato exaustivo das águas despoluídas.. (f). 7. porém... Nesses mundos. muitos corações sangrarão no sacrifício de missões ásperas. sujeito às vicissitudes de que libertos só se acham seres completamente desmaterializados. ( V ). onde exclusivamente reina o bem. tarefas doutrinárias. portanto.. 7. um tanto sofredores e endividados para com a Eterna Justiça. (b). ( V ).mundo de provas e expiações caminhando para mundo de regeneração. 8 .. progresso.a) .Nesse mundo renovado. indica que a Terra é um mundo primitivo.Terra .QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: MEDIUNIDADE 8. Ainda tem que suportar provas.( F ).3 . pois basta observeis o em que habitais? A superioridade da inteligência.Provas e expiações 7. São de certo modo rudimentares os seres que os habitam. fantasma do personalismo . (e). Os mundos regeneradores servem de transição entres os mundos de expiação e os mundos felizes. destinado a encarnação dos Espíritos que acabaram de sair das mãos do Criador. habitação para os Espíritos. a paz inalterável instituirá um progresso sem temores e uma civilização sem maldade.2 . 8. ainda não existe a felicidade perfeita. na solidão e no silêncio dos sentimentos em penitência.(c). mas fraternos e dóceis à inspiração superior.3 .5 . A força bruta é entre eles a única lei. 7. redenção.Destinados às primeiras encarnações da alma humana. em grande número dos seus habitantes. mas a aurora da felicidade.4 . mas serão operosos e sinceros. A alma penitente encontra neles a calma e o repouso e acaba por depurar-se. mas não existirá desespero nem prostituição.2 . Deus b) evangelizar-se a si mesmo. nem as noções do justo e do injusto. mas sem nenhuma beleza.a) ...1 . mas não haverá penúria nem fome. infância carente ou velhice abandonada. Os habitantes do planeta estarão muito longe da angelitude.. asilo. e existem em vários graus de progresso. ( F ) 8.1 . sem as pungentes angústias da expiação. Revestem a forma humana. dolorosas . Por algum tempo. Onde o bem sobrepuja o mal Habitações de Espíritos depurados.mediúnica . (a).Sírios c) . viciações letais ou mendicância. O homem lá é ainda de carne.Que diversos são os mundos que servem de escola. “Que vos direi dos mundos de expiações que já não saibais.Regeneração b) .TADOS 7. por isso.

observação atenta de nós mesmos. excitando-nos em dominá-las..QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: OBSESSÃO 9. Cursos.Através da desobsessão. 9.falantes .. passar revista do que fez e perguntar a si mesmo se não faltou a algum dever. que é o remédio moral específico.Conhecer a si mesmo 10. a fazer o sacrifício do “eu”.4 . rogando a Deus e ao seu .. Educação do pensamento e da palavra.num grau qualquer. 9.. médium 8.3 .auto-obsessão.1.subjugação. Vontade e prece.. “d”.. além de obtermos com o seu apoio espiritual mais amplos horizontes ao entendimento da vida e recursos morais inapreciáveis para agir diante do próximo. b) .a) . com a disciplina dos sentimentos egoísticos e inferiores.4 . b) .audientes .obsessão simples.escreventes 9 .As alternativas “a”. interrogar a consciência. Auto-educação.Ao fim do dia..com o autodomínio. Água fluidificada. se ninguém tivera motivo para queixar-se de si. as exigências materiais ao necessário. desaparecem doenças fantasmas..c) . Jesus.3 -a) ..2 . e “e” são verdadeiras.(pessoal) 10 . Passe. regular a vida física .fascinação. em utilizá-las como agentes do nosso aperfeiçoamento moral.Fortalecimento da alma..1 . a desprender-nos de todo o sentimento de egoísmo . devemos dirigir nossos esforços para nos aperfeiçoarmos. esquecer. esquecimento próprio. as emoções. c) . empeços abscuros. Aquele que todas as noites evocasse todas as ações que praticara durante o dia e inquirisse de si mesmo o bem ou o mal que houvesse feito.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: CONHECIMENTO DE SI MESMO 10.2 . b) . com o trabalho silencioso da criatura por exterminar as próprias paixões.. disciplinar as impressões. com desapego e compreensão. Culto no Lar. d) . 9.. insucessos.a) . vigiar os nossos atos impulsivos.videntes . 10.inspirados .

(h). (n).. 11. 10. (e). Cristo no lar significa comunhão da esperança com amor. (j).5 . grande força adquiriria para se aperfeiçoar. (c). (d).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: O LAR 11.4 . produzindo natural condição de entendimento. e assim serão atendidas. A sua presença produz sinais evidentes de paz. as palavras azedas vão rareando. Permite ampla compreensão dos ensinamentos de Jesus e a prática destes nos ambientes em que vivemos. (c). ( V ). (f).. 11. porque Deus o assistiria. Na tépida estrutura do ninho doméstico. quando retorna ao Plano Físico.(pessoal). (i). de refazimento. 11. vê nos pais as primeiras imagens de Deus e da vida. (i). portanto. 10. ( V ).a) instruir e educar . todos os seres. os tóxicos nauseantes da ira.. e aqueles que antes esperimentavam repulsa pelo ajuntamento doméstico descobrem sintomas de identificação. Esse fluido recebe da vontade uma impulsão. O Espírito. ( V ). As cargas de vibrações deletérias.Para aprendermos o que ocorre em tal circunstância. precisamos conceber mergulhados no fluido universal.( F ).. que ocupa o espaço. (a). (f). 11. os miasmas da intolerância. tal qual nos achamos.(e). b) primeiras imagens de Deus e da vida c) organização de origem divina . dentro da atmosfera.Estudo em família. de alegria.Na prece devemos pedir aos Espíritos que sejam satisfeitas todas as nossas vontades. (b).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: PRECE E O CULTO DO EVANGELHO NO LAR 12. encarnados e desencarnados.3 .(m). quando adentra pelo portal do lar. e se modificam as expreessões da desarmonia e do desconforto. (g).2 .3 . ao suave-doce contágio do seu amor. 12. lar poderá edificar o homem. . (h).Cristo.4 . 12 . (d). (g).Identifiquemos no lar a escola viva da alma. 11 . instrumentos necessários ao nosso próprio aprimoramento.anjo de guarda que o esclarecessem. (j).1 . (a). (b). modifica a paisagem espiritual do recinto. neste mundo. O conhecimento de si mesmo é. ( F ). porém. (o). (l). necessidade de auxílio mútuo. a chave do progresso individual.1 . germinam-lhe no ser os primeiros pensamentos e as primeiras esperanças.2 . (a).5 . (p). 12.

.a) piedade .amor. (cmo). 14. 14. d) desânimo. ( F ). ( 8 ). (b). As pessoas habituadas a orações. b) vaidade. ( V ). ( 2 ). Deus .4 . c) indisciplina. ao estudo e a clarividência cristã. isto é. ( 1 ). eu farei a caridade por ti” 14.1 Os vícios são um lento suicídio. e. aniquilando e destruindo a vida. pretende gozá-la desfrutando a maior soma possível de prazeres. ( 3 ). ( V ).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: CARIDADE E O CENTRO ESPÍRITA 14. causa dano a sí próprio. anjos . (cmo). minha filha.. quer desencarnadas.( 5 ).3 . neste afã. 12.4 .Com o estudo do Evangelho de Jesus aprende-se a compreender e a conviver na família humana.4 . (cma).( V ). 13. 13. A presença de Espíritos iluminados no lar afasta aqueles de índole inferior. (a).. (cmo).5 .QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: VÍCIOS 13. perdão. onde as almas dedicadas ao Bem estarão sempre presentes. e) rebelde.O Evangelho de Jesus. (cmo). ( 4 ).5 .(c). (cma). 13.1 . ( V ).(cmo). benevolência. (cma). (e). 13 .3 a) egoísmo. (d). tornam-se mais sensíveis e mais passíveis às inspirações dos Espíritos Mentores.“Fique tranquila. ( V ). O homem quer salvar a sua vida.2 . ( 6 ). indulgência. 14. que desejam desunião e a discórdia. quer encarnadas. O ambiente torna-se posto avançado da luz.Antídoto contra problemas do lar Evangelização da família e dos filhos Paz e conforto Incompreensões que se agravam Enfermidades Perigo iminente Agressividade ou loucura Enfermidades 14 . ( F ). ( F ).. ( 7 ). 13.2 .

13. 2. ( 5 ). ( F ) . Um velhinho simpático lhe sorriu paternalmente. das misérias ocultas . a 14. ( 1 ). infortúnio . 1. onde a caridade era exercitada na sua pureza.10 .8 . filosóficos. secundários..4. O homem é formado de tríplice aspecto: o corpo.(c).(pessoal). o corpo físico. c) ( X ) “Não adestrará orgãos. André Luiz perdera. 14. ou corpo espiritual. ( 4 ). CAP.mim b) vossos irmãos .Foi nesse instante que as neblinas espessas se dissiparam e alguém surgiu.2.. 14. com a morte. meu filho! O Senhor não te desampara.. o perispírito e o Espírito. CAP. destes pequeninos . fixou nos meus os grandes olhos lúcidos e falou: _ Coragem. 14. (b).6 . 2.1.3.. Inclinou-se. 1: NAS ZONAS INFERIORES 1.4.” 1. carreira incessante das águas. Problema religioso. Porque verificou que alguma coisa permanece acima de toda cogitação meramente intelectual.( F ). 2..1. mas permanecera com seu perispírito..(pessoal). 14.. 2: CLARÊNCIO 2.7 .( V ) . (a). no cristianismo primitivo. políticos e científicos. 2. emissário dos Céus. (d). 2.2 .9 .3.As questões “a” até “j” são pessoais.2. ( 2 ).GABARITO DO CADERNO DE EXERCÍCIOS DO CURSO “NOSSO LAR” .. 3.QUESTÕES REFERENTES A 1a AULA (CAPÍTULOS 1. 3: ORAÇÃO COLETIVA .. sentindo todo o sofrimento que passara no umbral. (Resposta pessoal). Esse algo é a fé. 1. CAP. ( 3 ). 3 e 4) 1.Na casa dos Apóstolos em Jerusalém.. manifestação divina ao homem.

3.1. 5: RECEBENDO ASSISTÊNCIA 5. embora tardio. mas deparou-se com a própria consciência. 6. Conforto inesperado envolveu-o a alma.3. A lei de ação e reação não desaparece no plano espiritual.2. Não falar excessivamente de si mesmo. ) 5. Confia no Senhor e em nossa dedicação fraternal. ( a ). (Resposta pessoal). guardando os Espíritos. ( b ). CAP.3. AULA ( CAPÍTULOS 5.3. ( 2 ).Não encontrou os tribunais de tortura. sem esquecer que a aflição nos resolve problemas.3. ( F ). ( c ). 3.4. 4.2. ( 3 ). Sossega a alma perturbada. 4: O MÉDICO ESPIRITUAL 4. André Luiz se deparou com outro sistema de verificação das faltas cometidas na Terra: a lei de causa e efeito. equilíbrio. que naquele momento oraram ao Coração Invisível do Céu.5. em Nosso Lar. ( V ). em que ele reconheceu a extensão de suas leviandades de outros tempos e a sua posição de suicida inconsciente. Sugestão: Pesquise na obra A Gênese. porque muitos de nós outros já perambulamos igualmente nos teus caminhos”. QUESTÕES REFERENTES A 2a. esforço necessário.1. ( 1 ). operou em André Luiz completa transformação. 6: PRECIOSO AVISO 6.4.2. “Acalma-te. Aproveita os tesouros do arrependimento. CAP.1. (Pesquisa). pensamentos novos e disciplinar os lábios. guarda a bênção do remorso. 7.2. ( X ) Ocupações incessantes em variado campo de trabalho. A melodia renovou-lhe as energias profundas e a prece coletiva. enfermidade mental e enfermidade. 4. comente a própria dor. 5. padecimentos. ( V ). Através das vibrações mentais dos habitantes da Colônia. no corpo espiritual. Conforto. 6.1. Esperança. pois. 3. ( V ). ( F ). 3. 4. 8. lembranças mesquinhas . 5. 4. ( F ). as marcas de suas ações inferiores. CAP. de Allan Kardec e outras. 6. ( V ). ( 4 ).

cores mais harmônicas.3. (Resposta pessoal) QUESTÕES REFERENTES A 3a AULA ( CAPÍTULOS 9.” 7. . O atual. materiais. ( MR ).2. 10 e 11 ) 9. 1 . pomares fartos e jardins deliciosos.. 8: ORGANIZAÇÃO DE SERVIÇOS 8.4. Forrava-se o solo de vegetação. no século XVI. graciosos edifícios. casinhas encantadoras.deitam-se para se queixarem aos que passam. que venceram os potenciais de substâncias inferiores.3. ( MC). aves de plumagens policromas cruzavam os ares”. ( V ). Copiaram o modelo europeu. ( ME ). ( C ) . 7.” _ Como não? Pensa que está esquecido?!. ( V ).4. 7. ( 4 ). 2 . organizam-se turmas de socorro aos habitantes do Umbral.3.1.Desejar ( vontade ativa ). selecionam-se preces. todas as expressões de vida.3.4. atende-se a doentes. 8.1.Saber desejar ( trabalho persistente ) e 3 . ( V ). a solidariedade fraterna. quando lá (na Europa) se empregava a violência.Merecer ( merecimento justo ).Almas fortes . Grandes árvores.recebem o serviço como patrimônio sagrado. . montes coroados de luz. a caminho da perfeição.2. estudam-se soluções para todos os processos que se prendem ao sofrimento”. 6. (MEL). ( V ). 9. CAP. com a diferença de que em “Nosso Lar” foi empregado o serviço perseverante. 9. a guerra. ou aos que choram na Terra.2.Todos reconheceram que a suposta impertinência do Governador representou medida de elevado alcance para nossa libertação espiritual. Almas débeis . os planos material e espiritual”. CAP. 7. ( 2 ). ( 3 ). 8. “Nosso Lar” é antiga fundação de portugueses distintos. na movimentação do qual se preparam. ouvem-se rogativas. substâncias mais delicadas. ( MA ). 7: EXPLICAÇÕES DE LÍSIAS 7.1. ( X ) A morte do corpo conduz. 8. CAP. ( 1 ). o amor espiritual. 9: PROBLEMAS DE ALIMENTAÇÃO 9. 8.. preparam-se reencarnações terrenas..6. “Nesta zona. ( MU ). ( F ).. “Quase tudo era melhorada cópia da Terra. a escravidão. desencarnados no Brasil.

atmosfera íntima.5. casa material. CAP. CAP.1. 10.1. b) Aeróbus. ( d ). etc. amarguras. ódios e ansiedade dos homens. do cumprimento dos programas de serviços do Pai. nobres.1. ( a ). a) Ministérios. 12. g) Música. ( e ). 10.4. generosas.“O dever cumprido é uma porta que atravessamos ao Infinito. ( b ). CAP. ( a ). ( d ). mas também as expressões da vida mental. pensamento.9. 10. 9.3. ( c ). ( e ).4. Organizados. em substâncias alimentícias. colônias de regeneração. benção de vida. CAP. d) Auxílio. c) Regeneração. e) Governadoria.3. . 11. f ) Trabalho. b) ( Resposta pessoal). transmitirá os fluídos que lhe são peculiares. 10.4. ( Resposta pessoal). alma. ( c ). 10: NO BOSQUE DAS ÁGUAS. QUESTÕES REFERENTES A 4a AULA ( CAPÍTULOS 12. 12. Almas irresolutas e ignorantes. 12. maior é o seu potencial de magnetização. perversas. A água não somente carreia os resíduos dos corpos. Sim. pela observação de nossas condutas pessoais. 11: NOTÍCIAS DO PLANO 11.2. 10. 13: NO GABINETE DO MINISTRO .2. número. companheiros. rumo ao continente sagrado da união com o Senhor”. 13. ( X ) No Bosque das Águas. 12: O UMBRAL 12. ( b ). Ministério. cada um. Providência Divina. a) ( Resposta pessoal). com maus pensamentos. Perversas. Quanto maior é a espiritualização do magnetizador.2. 11. O médium viciado. Regeneração e do Auxílio. Normal. 13 e 14) 12. plano de elevação.

QUESTÕES REFERENTES A 5a AULA ( CAPÍTULOS 15. amor divino. 13. c) Satisfação dos meus caprichos. ( F ). brincadeira. em tua ternura filial. proporcionando receituário gratuito a mais de seis mil necessitados. Compreendeu com humildade a lição de Clarêncio e colocou-se pronto para qualquer trabalho em “Nosso Lar”. era fraco e mantinha ligações clandestinas fora do lar.13.3. 16 e 17) 15. 14: ELUCIDAÇÕES DE CLARÊNCIO 14. em meu carinho. profundas sonolências. pois permanecia inativo nas zonas compactas do Umbral entre a indiferença e a revolta. Laerte. Chamava dois a dois para que os pareceres fornecidos a qualquer interessado servissem igualmente a outros. ( João 5:17) 14. amemo-nos. minhas experiências. 1o com 2o.2. 14. nem ela era a única mãe a sentir-se distante dos entes amados. ( F ). ( V ). Não era o único homem desencarnado a reparar os próprios erros. assim atendendo a necessidades de ordem geral.1. pai de André Luiz.3.2.4.1. Que ele evitasse as queixas e agradecesse ao Pai a bênção desta aproximação. atitude mental.2. ganhando tempo e proveito”. Laerte. 3o com 1o. 15. a) Fluidos carnais. ( F ). pela primeira vez. 15. experiência humana. 16. a) Encarnação. 16. 2o com 3o.Sua mãe e outros amigos. 13. CAP. Sentiu-se radiante e. b) Recolhimento. incessantemente. Filho. 15. Foi dita em relação ao Sr.1. b) a Providência. 14. ( X ) “Meu Pai obra até hoje e eu obro também”. 16: CONFIDÊNCIAS 16. 15: A VISITA MATERNA 15. 16. CAP. ( V ).2.3. d) Mães. Porque apesar das aparências externas. amor divino. ( F ). preciosa bênção de acréscimo da misericórdia divina. CAP. ( V ). e) Dor. ( V ). ( V ).1. ( V ). o pai de André Luiz.3. . c) Alegria. que precisava ser ajudado. chorou de alegria. em que ele plantou a semente da simpatia.

Dna. O sexo é manifestação sagrada do amor universal e divino. e) ( X ) Todas as alternativas estão corretas. . a bondade recíproca. otimismo. ( 1 ). que se misturam automaticamente às substâncias alimentares. ( 2 ). ( 3 ). CAP. ( 4 ).1. ( 2 ). a luz da compreensão. 17. 18: AMOR. 19. 19: A JOVEM DESENCARNADA 19. Laura. ( 6 ).4. 19.Sobrinha de Dna. 17: EM CASA DE LÍSIAS 17. ( 4 ). ( 1 ). 19. sublimes transportes de júbilo e reconhecimento. . CAP. 18. ( 4 ).2. Profunda e misteriosa alegria. 18. O homem encarnado saberá. Laura . e) Companheiros.4. que a conversação amiga. 18. ( 5 ). ( 2 ). f ) Pão. . . mais tarde. coragem.3. Que Jesus aconselhava-nos a nos alimentarmos uns aos outros no campo da fraternidade e da simpatia.Maria da Luz . mas é apenas uma expressão isolada do potencial infinito.2. 17.5. ( 1 ).Eloísa . Cegueira da alma. ( 3 ). a) Amor. ALIMENTO DAS ALMAS 18. renitente vaidade humana. . CAP. 19. 20 e 21) 19. a confiança mútua.4. quando encarnada.Mãe de Lísias e tia de Eloísa.Noivo de Eloísa. inquietação. . b) Alimentação. d) Planta.1.1. c) Terra. QUESTÕES REFERENTES A 6a AULA ( CAPÍTULOS 19.Arnaldo . fluídos pesados e venenosos b) Tuberculose. A permuta magnética é o fator que estabelece ritmo necessário à manifestação das criaturas.16. o gesto afetuoso. ( 3 ).Visitante na casa de Dna.3.Amiga confidêncial de Eloísa.André Luiz . 18. o interesse fraternal constituem sólidos alimentos para a vida em si. g) Laços afetivos. egoísmo.2. a) Neurastenia. Laura que morava no Rio de Janeiro. ( 5 ). Porque ela estava nervosa e abatida e esses sentimentos emitem fluidos pesados e venenosos.

20: NOÇÕES DE LAR 20.2. moldar o terreno dos sentimentos. sentimento. somente a alma muito segura de si recebe tais atributos como realização espontânea. ( 6 ). . 24. ( 5 ). Lar terrestre. 22. ( F ).1. ( V ). ( F ). QUESTÕES REFERENTES A 7a AULA ( CAPÍTULOS 23. 21. Submetidos a determinadas operações psiquicas. CAP. vaidade pessoal. não raro. ( 2 ). ( 8 ).2. parentes terrenos. raciocínio . . CAP. 25 e 26) 23.1. monstros do ciúme e do egoísmo. . tendem ao desequilíbrio e à loucura. Com justiça. 21. ( V ). domínios emocionais das recordações. ( 1 ). 20. O compromisso entre todos os habitantes equilibrados da colônia era o de não emitirem pensamentos contrários ao bem. ( 6 ).Experiência.Enriquecimento de bênçãos divinas. 20. 23. ( 9 ). ( 4 ). ( 3 ). Porque nos falta preparação espiritual.3. passes no cérebro. ( 1 ). c) Sacrificiais. CAP.20. ( 4 ). d) Espiritual. ( 5 ).1. b) Trabalho.3.1. 23. esposa missionária. e) Merecimento. trezentos anos de memória integral. 21: CONTINUANDO A PALESTRA 21.Educação. ( Resposta pessoal). As demais. 23: SABER OUVIR 23.2. ( 2 ). Para valorizar os serviços maternais.2. É preciso ser mãe. preparação conveniente. 22: O BÔNUS-HORA 22. . 22. a) Bônus-hora. O resultado desse esforço da maioria era uma prece quase perene. ( 3 ). ( 7 ). 21. .Extensão de possibilidades. CAP. irmã.3.3. 22.

desagradável exalação ambiente. Que André Luiz não deslizasse na nova posição que o Ministro Clarêncio lhe ofereceu de visitas aos Ministérios. c) Rafael. Os necessitados que aí se reúnem não toleram as luzes. oriunda das emanações mentais dos que ali se congregavam. e 30) 27. Rafael 26. 24. 25. ( Resposta pessoal). Que ele não se limitasse a observar. 27. não às visitas de observações.1.3. 25: GENEROSO ALVITRE 25. vaidade e egoísmo feroz. Isso se deu devido as ponderações da mãe de Lísias. 29. a analisar e ter curiosidade. CAP. Tobias. Mas que ele mergulhasse no trabalho na primeira oportunidade que tivesse. ( V ). 27: O TRABALHO. 26: NOVAS PERSPECTIVAS 26. dor e desolação. 28. c) ( X ) Angústia 27. ( V ). Estão localizadas nas vizinhanças do Umbral.3.2. b) Paulo de Tarso. c) ( X ) a) Curiosidade. Genésio. ( F ). 26. começando pelo da Regeneração. CAP. e) ( X ) As alternativas “c” e “d” estão corretas. nem a atmosfera de cima.2. Devido a carga de pensamentos sombrios. André Luiz. ENFIM 27. 24: O IMPRESSIONANTE APELO 24.4. o orgulho criminoso. d) Clarêncio.2. . 25. 24. mas ao aprendizado e serviço útil. 26. QUESTÕES REFERENTES A 8a AULA ( CAPÍTULOS 27. nos primeiros tempos de morada em “Nosso Lar”. 26. Numerosas filas de camas bem cuidadas.24.1.3. Ele estava convicto de que iria. As tendências mesquinhas do homem.2.1. ( V ).1. CAP. 25. emitidos pelos parentes encarnados. CAP. e) Cristo.3.

30. .4.1. 30. Amália e Cacilda entraram em luta judicial com Edelberto e Agenor. chorando muito. desolação.1.1. ( d ).Não aceitaram o Senhor. d) ( X ) Emanações mentais dos pacientes. ansioso. ( c ). Desde esse dia Francisco melhorou bastante.2. 27.5. concurso da providência.1. 28. reduzindo suas crises. a imobilidade e a vitória do crime. ( e ).São aqueles que acreditavam que as mercadorias terrestres teriam o mesmo valor nos planos do Espírito. que estão mais espaçadas. O diretor dos sentinelas das Câmaras de Retificação impediu a entrada da portadora dos pontos negros.3. ( V ). ( a ). argumentando que se tratava de um dos mais fortes vampiros .2. 28: EM SERVIÇO 28. Umbral. QUESTÕES REFERENTES A 9a AULA ( CAPÍTULOS 31. a) Sim. 28. tomou-lhe as mãos.3. encarnada. e beijou-lhe a face. ( V ). ( V ). São negociantes imprevidentes. cheia de angustia. em virtude dos grandes patrimônios materiais que o Pai deixou. avareza e propósitos de dominação. ( a ). em pesadelos sinistros. ( b ). Dormem longos anos. ( f ). Dor. Contrabandistas na vida eterna . c) A de comparecer feliz e honrado perante a sua mãe e os benfeitores que havia encontrado no Ministério do Auxílio. 28. ( F ). CAP.6. como se tivesse a transmitir vigorosos fluidos vitais. descuidadosos de si mesmos 27. ( b ). 29: A VISÃO DE FRANCISCO 29. c) ( X ) 12 horas diárias.2. recolhera-se ao hospício. ( F ). 33 e 34) 31. imprevidentes. 29. 32. Ajoelhou-se diante do enfermo. 31. Acumular moedas nos cofres ou valores nos bancos. CAP. CAP. ( d ). A mãe de Paulina. Admitiam somente o nada. b) Não. ( F ). 30. ( F ).2.27. ( V ). ( c ). CAP. 30: HERANÇA E EUTANÁSIA 30. ( F ). Esqueceram de cambiar as posses materiais em créditos espirituais. 31: VAMPIRO 31.Crentes negativos . 29.

em seguida. 32. CAP. d) Mal.2. 37 e 38) 35.1. concordou de imediato. d) ( X ) As alternativas “b”e “c” estão corretas. apesar dos protestos do Governador. honra legítima. 33: CURIOSAS OBSERVAÇÕES 33. ( V ).1. c) São excelentes auxiliares dos Samaritanos.2. e) ( X ) As respostas “a” e “c” estão corretas. e) ( X ) As alternativas “b” e “d” estão corretas. jamais comentando a honrosa conquista. 35. por devorarem as formas mentais odiosas e perversas. ( X ) Por amor ao grupo de corações bem-amados que domoram na Terra. CAP.. ( b ).1. ( V ). entrando em luta franca com as trevas umbralinas.3. 33.2. b) ( X ) A mãe de André Luiz. ( F ). o troféu aos arquivos da cidade. 34.3.3. c) Escravidão. 34. mais tarde. Chorou em silêncio. 36.que até então já tinha visto. ( c ). Entregou. “_ André. raciocínio e sentimento ao bem. você esqueceu que estávamos providenciando alívio a doentes e pertubados? Que proveito lhe advém de semelhantes informações? Os dementes falam de maneira incessante. 34.. 31. gastando interesse espiritual. 35: ENCONTRO SINGULAR 35. 32: NOTÍCIAS DE VENERANDA 32. o tesouro. 33. QUESTÕES REFERENTES A 10a AULA ( CAPÍTULOS 35.3. êxito. 34: COM OS RÉCEM-CHEGADOS DO UMBRAL 34. da reconciliação. Desistiu de todas as festividades com que se pretendia comemorarar. a) Samaritanos. CAP. e) Dementes. ( a ). 31. o acontecimento. meu amigo. a) Facilitavam o trabalho b) Suportam cargas pacientemente e fornecem calor nas zonas onde se faça necessário. Insucessos. 33. pode não estar menos louco”. CAP. b) Curiosidade.1. e quem os ouve. . 32. Ficou envergonhado. Evangelho. afirmando que não o merecia. ações dignas.2.

a) Tempo. 36. 36: O SONHO 36. d) Dever. valor essencial do aproveitamento justo. pesados fardos de outras eras. representando os demais simples conciliações indispensáveis à solução de necessidades ou processos retificadores. 37. ( a ). 39. ( Resposta pessoal).2. c) Provação. “b” e “d”estão corretas.1. 38. ( e ). ao lado dele? 38.1. b) Verbalmente. ( b ). ( c ). CAP. serviço útil.35. 37: A PRELEÇÃO DA MINISTRA 37. 38. ( b ). 41 e 42) 39. bênçãos de trabalho espiritual. ( d ). paz da consciência.1.1. CAP. ( d ). ( 2 ). perdoa realmente. é jardineira de seu jardim. ( e ). esperança. CAP. alma com alma. QUESTÕES REFERENTES A 11 AULA ( CAPÍTULOS 39. minha neta? Que papel é o seu na vida? Você é leoa ou alma consciente de Deus? Pois nossa irmã Luciana serve de mãe a seus filhos. ( b ). palavras. o bálsamo ao leproso. ( 1 ). b) Fraternidade. “O matrimônio espiritual realiza-se. transformam-se em celeiros de bênçãos do Eterno. suporta a bílis do seu marido e não pode assumir o lugar provisório de companheira de lutas. ( a ). como se fossem entes malditos. promessa evangélica. são serviços divinos que nunca ficarão.2. ( 3 ). “_ Que é isso. sublimes construções espirituais.4. em látegos de tormento e remorso. 39: OUVINDO A SENHORA LAURA 39. a) Amor.3. o gesto de amor ao desiludido. ( c ). 37. 37. b) Entretenimento. nos segundos. ( e ). ( d ). ( a ). e) ( X ) As alternativas “a”.4.3. 40. Instituíssem elementos de respeito e consideração ao mérito do trabalhador. . a) Prato de sopa ao faminto.2. 38. 35. CAP.2. olhar de compreensão.3. ( c ). Nos primeiros. embora todos sejam sagrados”. 36. 38: O CASO TOBIAS 38. as Forças Divinas. funciona como criada de sua casa.

com excessão dos espíritos nobres e sábios que lhes integram os quadros de serviço. finalidade definida. d) Helvécio. Senhor fará o resto. 41. esperança e otimismo. ( V ). ( F ). ( F ).39.3. verdadeiramente.1. CAP. 40.2. 42: A PALAVRA DO GOVERNADOR 42. preventiva. c) André Luiz. Sexual. lhe agradeceu por ter dado o consolo da amizade sincera. dia e noite. b) Lísias. camadas sombrias. b) André Luiz.1. sem qualquer alívio espiritual. quando há muito ninguém lhe falara assim. e) Narcisa. Núcleos poderosos de centralização das forças do mal. ( V ). a) Existências humanas. bem fizermos a nossa parte. QUESTÕES REFERENTES A 12a AULA ( CAPÍTULOS 43. .2. CAP. 45 e 46) 43. 42.3. ( V ). luz do espírito. b) Organizaçòes coletivas.2. a) Governador. vibrações destrutivas da Terra. 43. ( F ).1. 44. 40.1. 40: QUEM SEMEIA COLHERÁ 40. Sementes da Divindade.2. Que André Luiz lembrasse de sua tarefa assumida nas Câmaras de Retificação. CAP. situação. CAP. 40. ( F ). 41: CONVOCADOS À LUTA 41. 43. 42. ao contato dos elementos de perversão. ( V ). c) Tobias. d) Tobias. contagioso. São incontáveis as criaturas que padecem longos anos. entendimento fraterno. a) Benevenuto. comovida. que constituiam-se de núcleos de esforço ativo. ( F ). medida primordial. 41. 39. Aproximou-se dela para reconfortá-la e Elisa. visitas aparentemente casuais. simplesmente porque se esquivam à fraternidade legítima.4. 43: EM CONVERSAÇÃO 43. f) Salústio.3. Nos aguarda alguma tarefa.

( b ). 45: NO CAMPO DA MÚSICA 45. f ) André Luiz. possibilidades de fracasso. 46. f ) ( X ) As alternativas “a”. e) Lísias. André Luiz. Clarêncio. Não concordou.1. 45. 45. ( S ). e que reencarnaram mais tarde como suas filhas. ( F ). 46. CAP. enfermidade. ( Resposta pessoal). 47: A VOLTA DE LAURA 47. espiritualização. 45. manancial. d) Tobias. exílio amarguroso. ( e ). 44. fator ponderável. QUESTÕES REFERENTES A 13a AULA ( CAPÍTULOS 47 e 48) 47. Laerte. 45. d) ( X ) As altenativas “b” e “c” estão corretas. no mundo. achando tal atitude sem necessidade imediata. oferece diariamente na tristeza. 44: AS TREVAS 44.4. 45. viverá daquilo que cultiva.5. ( V ). a) Laura. Laerte. Ajudar o progresso de seu pai e da duas mulheres infelizes ligadas ao passado do Sr. b) Lascínia. 46: SACRIFÍCIO DE MULHER 46. 47. Eloisa. c) Eloisa. ( d ). .6. Proteção Divina e em nós mesmos. b) Absoluta falta de autodomínio. ( c ). Alimento do amor. ( a ). CAP.4. núcleos de força viva.2. ( S ). 45.3. pensamentos.1. CAP. ( V ). ( Resposta pessoal) . compreendido por nós outros.2.1. “c “ e “d” estào correspondentes com a frase. 46. probabilidades de êxito. ( S ). g) Genésio. ambiente. CAP.2.1. a) Imprevidência. Leis sociais. vibração geral.2. sofrer-lhe-á.3. 46.44. ( F ). ( V ). ( S ). “b”.

49. ( Resposta pessoal).1.3.47. 47. Amemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. 47. 48: O CULTO FAMILIAR 48.2. d) ( X ) As alternativas “a” e “c” estão corretas.2. CAP. CAP. ( g ). 50. O exemplo dado pela sua mãe adotando as mulheres infelizes como filhas do coração. mel da sabedoria.3. ( V ).4. ( F ).5. 48. 48. temporariamente a vida espiritual. 48.1. 49. ( X ) Dna.3. ( e ). são as mais nobres.5. Sim. ( F ). Sua família não era apenas uma esposa e três filhos na Terra.4. QUESTÕES REFERENTES A 14a AULA ( CAPÍTULOS 49 e 50) 49. 48. A demora nas tentações complexas do egoísmo. 50. ( a ). o gabinete da Governadoria forneceu uma nota no Ministério do Auxílio . recomendando aos cooperadores técnicos da reencarnação o máximo cuidado no trato com os ascendentes biológicos que vão entrar em função para constituir o novo corpo. 50. 49: REGRESSANDO À CASA 49. ( f ). da Ministra Veneranda que trabalhava a séculos pelo grupo espiritual ligado . Desprendem-se do corpo e vive. Era. 50. 50.3.2. ( V ).5. ( Resposta pessoal). substância dos bons exemplos. 50: CIDADÃO DE “NOSSO LAR” 50. ( F ). Proceder como a abelha. Laura 48. CAP. ( b ). Começou a ponderar o alcance da recomendação evangélica e refletiu com mais serenidade. ( V ). ( c ). Sim ( X ) O culto doméstico do Evangelho com suas supremas alegrias é realizado no ambiente familiar na Colônia Nosso Lar.1. verdadeiros milagres de felicidade e compreensão. ( X ) renúncia. sim. constituída de centenas de enfermos nas Câmaras de Retificação e estendia-se à comunidade universal.4. ( d ).

GABARITO DO CADERNO DE EXERCÍCIOS DO CURSO PASSE 1.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: CENTROS DE FORÇA 3. 50. e) Esplênico.ao coração. g) Genésico.1 . 2.3 .3 .QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: O HOMEM E SEUS CORPOS 2. 1.4 .2 . Frontal. d) prece. 3. c) Coronário. 4. e) Genésico.a) humano espiritual.( F ). 2.2 . d) Centros de força. b) Mentalmente.1 . h) Perispírito.4 . 2. ( F ). ( V ). 4.b) ( X ). Hilda que vencera o dragão do ciúmeinferior. b) Mente.5 . b) Duplo etérico. i) Duplo etérico. 1. f) Gástrico. g) Perispírito.( Pessoal ). (f). 9.6.(g).3 . (d). b). ( V ).1 . d) Duplo etérico. ( V ). de Narcisa. ( V ). g) Esplênico.( Pessoal ).c) ( X ).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: MAGNETISMO E FLUIDO 1. (b).b) ( X ). c) Laríngeo.2 . de Dna. f) Duplo etérico. (c). (e). c) Passe. 4.3 .2 .a) Perispírito. 1.1 . d) Cardíaco.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: PENSAMENTO E AURA 4. ( Resposta pessoal). d) Gástrico. b) Cardíaco. e) Perispírito. 3.( V ).a) Coronário.a) Fé. c) Vocal.5 . 2. b) espiritual.a) Laríngeo. e a fraternidade dos demais amigos da Colônia. c) Perispírito. f) Frontal ou cerebral.d) ( X ). . d) Circuito fechado.a) Laríngeo. (a). ( F ). ( V ). 3. ( V ). c) humano. 2.

6 . A expectativa ansiosa dos presentes perturbava a corrente vibratória. (a). “Observava-se apreciável instabilidade de pensamento.“sendo constituída por vibrações das diferentes camadas do perispírito.” Desencarnados: “respeito geral” 4. sonoridade. através de cores e imagens. porque possui peso específico determinado. mesmo os mais secretos. velocidade eletrônica e ritmo vibratório. mas não somente o delimita. como também o caracteriza. todos os nossos sentimentos e pensamentos. .10 .“É assim que o campo de forças da própria aura delimita o mundo individual de cada espírito. densidade própria e condições peculiares de coloração. nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais.2 .11 .b) ( X ). d) “Desenvolvimento mental sem correspondência equilibradora na bondade é quase sempre caminho aberto a terríveis precipícios” 4.(d) ( X ) 4.12 . expressas no pensamento. carregadas de emoção (sentimento).1 .(e). 5.( F ). Ela retrata “todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objetivos e escolhas. 5. ( V ).Encarnados: “irrequietos em demasia”. ( F ).9 -(Pessoal) 4.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: AÇÃO DA PRECE 5.4. ( V ). a aura humana. ondas e vibrações. enobrecedores ou deprimentes. “os mais novos em conhecimentos doutrinários exibiam enorme irresponsabilidade. ( V ). E ainda “retrata.”. c) Pelo poder do pensamento agragamos e desagregamos formas mentais.5 . que podem ser maléficas ou benéficas. (d). (b). captamos e emitimos força.(Pessoal) 4. b) Amor: “carregamos” nosso pensamento de irradiações benfasejas Ódio: “carregamos” nosso pensamento de irradiações meléficas “setimento é força que se irradia”. É a aura humana. (c). peculiar a cada indivíduo” “atmosfera carregada de eletricidade e magnetismo.8 .” 4. de raios. Nela “todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as idéias se evidenciam”.4 a) São as forças ideais. traduzindo cargas de ativo poder.” 4. força viva que carrega as forças ideais do pensamento.”.” 4.7 . sendo o seu gerador o primeiro beneficiado ou prejudicado.” “Aí temos.Nela se refletem “todos os nossos estados de consciência” .

5.6 a) Atitude de “oração. razão por que. (a).4 . g) Confiança. atingir o estado de harmonia psíquica adequado. e os de várias expressões emitidos pela água e pelos metais.4 a) “As sessões de passes devem sempre começar com a preparação dos passistas”. André. ( V ). f) Pensamento. com o reconhecimento de nossa desvalia”.1 . cada um de nós recebe trilhões de raios de vária ordem e emitimos forças que nos são peculiares que vão atuar no plano da vida.5. “cada um deles desligar-se dos problemas do cotidiano e. é aí.a) Oração.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: O PASSE 6. um minucioso autopasse. alcançam os habitantes da Terra pelos pés”.(b). sem nos referirmos aos raios solares. deve-se repetir o autopasse e fazer-se uma prece de agradecimento final.” 6. 6. entre as paredes respeitáveis da nossa escola da fé viva. “substâncias renovadoras. executando-se. ( F ). os instrutores desencarnados conseguem localizar recursos avançados do plano espiritual para o socorro a obsidiados e obsessores. diante das Leis Divinas” 6. 6. com reverência e submissão. (c). oriundos de estrelas e planetas amplamente distanciados da Terra. provenientes do radium que se desintegra incessantemente no solo. mas ainda sem a presença de pacientes.3 . que a ciência terrestre mal começa a conhecer. desta forma. pedindo a assistência espiritual. pois “o pensamento influi de maneira decisiva.2 a) “Descem sobre a fronte humana.“No templo espírita. 6. e) Aura. ( V ). tanto quanto nos seja possível. Representam raios de . “atitude de segurança íntima.( F ). ( V ). bilhões de raios cósmicos. c) Sorver. caloríficos e luminosos.” d) “Em cada segundo.” b) “Os raios gama. deve-se fazer uma prece. depois.3 . em cada minuto. ( V ). c) “em sentido horizontal. b) Expulsão. que nos cabe situar o ministério da desobsessão. na doação de princípios curadores. após ser atendido o último paciente.” b) magnetismo espiritual c) Luminosas chispas comunicando vigor e refazimento. Já na sala do passe.7 a) “raios de espécie múltipla”. pelos irracionais e pelos próprios semelhantes.5 . por vezes em regiões muitíssimo afastadas de nós. (d).” b) “No encerramento. experimenta o homem a atuação dos raios magnéticos exteriorizados pelos vegetais.” b) Atitude de confiança..” 6. d) Energia e luz.( Pessoal ).” 6.

(a). adquiriu renitente hepatite. A vesícula congestionada impeliu-me a imediata inspecção do intestino. produzidas através da absorção de forças que não lhe pertence. c) Cérbro. (b). (e). ( V ).” b) “Nasceu de terrível acesso de cólera. indiretamente. (a). d) Magnetização mista. semi-espiritual ou humano espiritual.” 7. (d). sustentava-se dificilmente de pé.( F ). o neófito. b) Alimentação. alcançou o campo visceral.espécie múltipla. Energia e luz. da qual a icterícia é a conseqüência.6 . As células hepáticas pareceram-me vasta colméia.3 . 7. O colédoco interdito facilitava o diagnóstico. e) Fluido mentomagnético 6. ainda incompleto no terreno das qualidades desejáveis. impondo a destra sobre a fronte da médium. com o ventre volumoso e o semblante dolorido.(Reflexão) 7. 6. 7. trabalhando sob enorme perturbação.a) ( X ). 7.” c) “Conrado.5 .QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: QUALIDADES MORAIS DOS PASSISTAS 7. Notamos que o córtex encefálico se revestiu de substância luminosa que.” O fígado demonstrava “ dilatação característica das pessoas que sofrem de insuficiência cardíaca. descendo em fios tenuíssimos. retirando-se visivelmente satisfeita.“o que se justifica. depois de prometer que voltaria ao tratamento. desde a cabeça até o fígado enfermo. ( V ). em que nossa amiga se envolveu no reduto doméstico. em virtude da assistência prestada pelos benfeitores de nossos círculos de ação ao servidor humano.(c). Ligeiro exame da conjuntiva ocular confirmava-me a impressão.“as autoridades de nosso meio designam entidades sábias e benevolentes que orientam. ( F ). Rendendo-se. 7.8 .(c). (d).” d) (Pessoal) 7. comunicou-lhe radiosa corrente de forças e inspirou-a a movimentar as mãos sobre a doente. A senhora exibiu inequívoca expressão de alívio. (b). à irritação.2 .7 .4 . utilizando-lhe a boa vontade e enriquecendo-lhe o próprio valor” .9 a) “A senhora aguardando o concurso de Clara. na expressão fisionômica.1 . desarvorada. A bile comprimida atingira os vasos e assaltava o sangue.a) Prece.

mantendo-se a boca quase totalmente fechada. ÁLCOOL E GLUTONARIA 8.” 10. ( V ). ( F ).1 a) “sintonia entre aquele que o administra e aquele que o recebe.” Sopro frio: “tem de ser aplicado diretamente sobre o paciente e depois porque o ar deve ser expelido dos pulmões aos pouquinhos. Por tal meio podereis neutralizar o mau fluido que a envolve. c) Rotatórios.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: TÉCNICAS DO PASSE II 10. Via-se-lhe a dificuldade para sustentar o pensamento com relativa calma. (h). 9. de cujo interior escapavam certos vapores muito leves. mas incessantes.” Sopro frio: “O sopro frio é um passe dispersante de fluidos que também apresenta uma ação revitalizante dos tecidos que constituem o sistema nervoso central. f) Longitudinais rápidos. (b).QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: TÉCNICAS DO PASSE I 9.1 . 10. e) Transversais. d) Longitudinais lentos.2 . cólicas e dores localiza- . 8.QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: SEXO. (f). (g).4 a) (Pessoal) b) (Pessoal) 9.3 .“Pelo pensamento podeis levar-lhe uma salutar corrente fluídica.c) ( X ).1 .” b) (Pessoal) c) (Pessoal) 8.( F ).2 a) Transversal b) Longitudinal c) Prependicular d) Imposição de mãos 9. (d). cuja força estará na razão de vossa intenção. aumentada pelo número. g) Imposição de mãos. (a).” 10.a) Sopro quente: “O sopro quente é executado enchendo-se completamente os pulmões e depois soprando-se todo o ar com a boca bem aberta. hematomas.3 . (c). b) Perpendiculares.” c) Sopro quente: “inflamações. 8.3 . torções.” b) “prece silenciosa será o melhor veículo da força curadora.a) Auto-passe.” b) Sopro quente: “O sopro quente é um passe de concentração de fluidos que apresenta forte ação cicatrizante sobre os tecidos da região onde é aplicado.8.2 a) ‘Semelhava-se-lhe o corpo a um tonel de configuração caprichosa.(e).

das em geral”. “ingurgitamentos, nas obstruções, asfixias, dores de estômago, cólicas hepáticas ou nefríticas, enxaquecas, afecções glandulares, dores de ouvido, surdez, etc., tendo grande efeito sobre as articulações, sobre o alto da cabeça, o cerebelo, as têmporas, os olhos, as orelhas, o epigastro, o baço, o fígado, os rins, a coluna vertebral e o coração.” Sopro frio: “em casos de desmaios, crises nervosas, incorporações indesejáveis”. “dores de cabeça, convulsões, agitações febris, ataques nervosos.” 10.4 - ( F ); ( V ); ( F ); ( V ); ( V ). 10.5 - “Compreenderá, então, que a água, como fluido criador, absorve, em cada lar, as características mentais de seus moradores. A água, no mundo, meu amigo, não somente carreia os resíduos dos corpos, mas também as expressões de nossa vida mental. Será nociva nas mãos perversas, útil nas mãos generosas e, quando em movimento, sua corrente não só espalhará bênçãos de vida, mas constituirá igualmente um veículo da Providência Divina, absorvendo amarguras, ódios e ansiedades dos homens, lavando-lhes a casa material e purificando-lhes a atmosfera íntima.” 10.6 - (d); (e); (a); (f); (c); (b). 10.7 - “Na fluidificação espiritual o recipiente com água é simplesmente posto sobre uma mesa, ou outro móvel qualquer, num ambiente em que se faz a leitura de uma página evangélica, seguida de uma prece em que se pede aos Espíritos superiores que fluidifiquem aquela água, dizendo-se sempre a finalidade a que se destina.”. 10.8 - “tuas necessidades físio-psíquicas; saúde e equilíbrio; frente de tuas orações, espera e confia.” “orvalho do plano divino; com raios de amor; sublime ensinamento do copo de água fria.” 11- QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: DESEQUILÍBRIO EMOTIVO E NUVEM NEGRA NO CORAÇÃO E AUTO-DOMÍNIO E NUVEM NEGRA NO FÍGADO. 11.1 - ( F ); ( F ); ( V ); ( V ); ( V ). 11.2 - e) ( X ). 11.3 - a) “No círculo dos conflitos dessa natureza, vem lutando, desde ontem, dentro de si mesmo, para acomodar-se a certas imposições de origem humana que lhe são necessárias ao aprendizado espiritual, e, no esforço mental gigantesco, ele mesmo produziu pensamentos terríveis e destruidores, que segregaram matéria venenosa, imediatamente atraída para o seu ponto orgânico mais frágil, que é o fígado.” b) “Ele, porém, está em prece regeneradora e facilitará nosso serviço de socorro, pela emissão de energias benéficas. Não fosse a oração, que lhe renova as forças reparadoras, e não fosse o socorro imediato de nossa esfera, poderia ser vítima de doenças mortais do corpo.” c) “determinaria movimentos destruidores para os glóbulos vermelhos do sangue, complicaria as ações combinadas da digestão e perturbaria, de modo fatal, o

metabolismo das proteínas.” d) “Na luta titânica em que se empenha consigo mesmo, a vontade firme de acertar é a sua âncora de salvação.” 11.4 - Longitudinal. : “Surpreendido, observei que a nuvem, de escura, se fizera opaca, desfazendo-se, pouco a pouco, sob o influxo vigoroso do magnetizador em missão de auxílio. O fígado voltou à normalidade plena.” 12- QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: PENSAMENTO E ACIDENTE CIRCULATÓRIO E A DÉCIMA VEZ 12.1 - a) “Identificava perfeitamente o estado pré-agônico, em todas as suas expressões fisico-espirituais. A alma confusa, inconsciente, movimentava-se com dificuldade, quase que totalmente exteriorizada, junto do corpo imóvel, a respirar dificilmente. Enquanto Alexandre se inclinava paternalmente sobre ele, observei que estávamos diante de uma trombose perigosíssima, por localizar-se numa das artérias que irrigam o córtex motor do cérebro.” b) “Antônio vive no círculo de pensamento muito desregrados, apesar do bom coração. E hoje trouxe para o leito de repouso tantas preocupações descabidas, tanta angústia desnecessária, que as suas criações mentais se transformaram em verdadeiras torturas, permanecendo-lhe o cérebro sob a ameaça de um derramamento mortífero.” c) (Pessoal) 12.2 - ( V ); ( F ); ( V ); ( V ). 12.3 - a) “Conforme observa, estamos diante dum caso gravíssimo. É preciso muito critério na escolha do doador de fluidos.” b) (Pessoal) c) Sim. “Precisamos de alguém suficientemente equilibrado no campo mental.” 12.4 - b) ( X ). 13- QUESTÕES REFERENTES AO TEMA: GRAVIDEZ SACRIFICIAL E NUVEM PARDACENTA NO ÓRGÃO GERADOR E PROBLEMAS DE UMA GESTANTE 13.1 - a) “Profunda anemia invade-lhe o organismo. Em regime de subalimentação, em virtude das dificuldades naturais que a rodeiam de longo tempo, a gravidez constitui para ela um processo francamente doloroso. O marido é parcamente remunerado e a esposa é obrigada a vigílias, noite a dentro, a fim de auxiliá-lo na manutenção do lar.” b) “Há seis dias permanece desalentada, aflita. Dentro de algum tempo, o esposo deve resgatar um débito significativo, faltando-lhe, porém, os recursos precisos. A pobre senhora, contudo, além de suportar a carga de pensamentos destruidores que vem produzindo, é compelida a absorver as emissões de matéria mental doentia do companheiro, que se apoia na coragem e resignação da mulher.” c) “A prece, porém, não representa para este coração materno tão somente um refúgio. A par de consolações espontâneas, ela recolhe forças magnéticas de substancial

expressão que a sustentam no presente drama biológico.” d) “(Pessoal) 13.2 - Porque os passes rotatório apresentam tem por efeito concentrar os fluidos na região em que é aplicado. 13.3 - ( F ); ( V ); ( V ). 13.4 - (b); (c); (a) 13.5 - (Pessoal) 13.6 - (Pessoal)

9.4 - GABARITO DO CADERNO DE EXERCÍCIOS DO CURSO “CORRENTE MAGNÉTICA”
1ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 1, 2 e 3. 1 - Cap. 1: ORIGEM DESSE NOSSO APRENDIZADO 1.1 - ( Resposta pessoal ). 1.1 - ( F ); ( V ); ( V ); ( F ). 1.3 - ( Resposta pessoal ). 2 - Cap. 2: EVANGELIZAÇÃO ESPÍRITA-CRISTÃ E DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 2.1 - a) ( X ); b) ( X ) 2.2 - ( Resposta pessoal ). 3 - Cap. 3: AS MULTIDÕES 3.1 - ( d ); ( a ); ( b ); ( c ). 3.2 - ( Resposta pessoal ). 3.3 - espíritas; podemos nos distanciar do povo; espiritismo. 2ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 4 (1ª PARTE)

4 - Cap. 4: OBSESSÃO E DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 4.1 a) - obsessão; conhecimento; b) obsessão; fluídicos; mediúnicos; morais; c) demonstrar; explicar; corrente magnética; estudo. 4.2 - ( 1 ); ( 4 ); ( 2 ); ( 5 ); ( 3 ). 4.3 - ( Resposta pessoal ). 4.4 - ( Resposta pessoal ). 4.5 - ( 4 ); ( 5 ); ( 1 ); ( 7 ); ( 6 ); ( 2 ); ( 3 ). 4.6 - ( F ); ( V ); ( F ); ( V ); ( V ). 3ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 4 (2ª PARTE) 4 - Cap. 4 (2ª parte): OBSESSÃO E DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 4.7 - mental; cérebro; síndrome; enfermidade; difícil. 4.8 - ( 2 ); ( 8 ); ( 9 ); ( 5 ); ( 1 ); ( 3 ); ( 10 ); ( 4 ); ( 7 ); ( 6 ). 4.9 - a) ( X ); b) ( X ); d) ( X ). 4.10 a) Obsessão; b) Loucura c) Epilepsia a) Ovóides b) Bacilos psíquicos c) Nuvens negras d) Vampiros e) Hipnotismo a) ( Resposta pessoal ). b) ( Resposta pessoal ). c) ( Resposta pessoal ).

4.11 -

4.12 -

4ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 5 5 - Cap. 5: TERAPÊUTICA BÁSICA E CORRENTE MAGNÉTICA 5.1 - ( Resposta pessoal ). 5.2 - d) ( X ) Cursos.

5.3 - a) Desenvolvimento mediúnico; b) Cursos. 5.4 - ( e ); ( g ); ( f ); ( a ); ( b ); ( d ); ( j ); ( h ); ( c ). 5ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 6 6 - Cap. 6: JUSTIFICATIVA E MECANISMOS DE AÇÃO DA CORRENTE MAGNÉTICA 6.1 a) A idéia fixa da senhora. b) Eles alimentam suas idéias impedindo que lhes cheguem as boas influências, obstando a cura da enferma. c) Porque por elas produz-se uma magnetização mental, levando à enferma a salutar corrente fluídica, a qual poderia neutralizar o mal fluido que a envolvia; reunindose cinco ou seis Espíritas sinceros todos os dias, durante alguns instantes, rogando assistência à enferma. d) A melhora manifetou-se após quinze dias. 6.2 - ( V ); ( V ); ( F ); ( V ). 6.4 - ( c ); ( e ); ( d ); ( b ); ( a ). 6.5 - a) ( CR ); b) ( CC ); c) ( CM ). 6.6 - a) Circular; b) Paralela; c) Linear. 6.3 - a) Emissão; b) Expulsão; c) Recepção; d) Absorção. 6.7 - a) vontade; corrente desobsessiva; dínamo que produz a energia mental; a vontade consciente de cada medianeiro. b) pensamento coletivo; número de vontades idênticas; muito maior de força; neutralizar a ação dos maus espíritos.” 6ª AULA - QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 7 7 - Cap. 7: A EQUIPE MEDIÚNICA NA DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 7.1 - ( F ); ( V ); ( V ); ( F ); ( V ). 7.2 - ( e ); ( c ); ( a ); ( d ); ( b ). 7.3 - ( X ) Médiuns psicofônicos. 7.4 - ( Respostas pessoais ).

( b ).Cap.“São as mais das vezes individuais a obsessão e a posessão. obsessão. 208) b) Sim.QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 8 8 . d) ( PE ). b) Efeitos consecutivos. c) ( PC ). d) Paciente. 8: MECANISMOS DA OBSESSÃO E DA DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 8.Cap.2 . ( F ). c) Vontade. não raro são epidêmicas.1 . vários.a) A partir do momento em que.a) Irradiação enfermiça. ( V ).“Só a radical mudança de comportamento do obsidiado resolve. simultaneamente. c) Ação mental. nova tomada de força. sobre este que se deve agir. e) ( PC ).” 9. 8. “O pensamento se lhe transmuodu rápido. Quando sobre uma localidade se lança uma revoada de maus Espíritos.2 .3 .” 7ª AULA .a) Videntes ou clarividentes. 7. ( d ). .5 . nas convulsões ocasionadas por vermes. Mas.a) Espírito. b) Passistas.” (p. abrigou a sugestão de beber. epidêmico.6 .4 .. Pode então ser muito considerável o número dos indivíduos atacados. ser obsessor. o problema da obsessão. b) ( PC ). é como se uma tropa de inimigos a invadisse. 9: OBSESSÕES ESPIDÊMICAS 9. 8ª AULA .7. b) Sintonia perfeita.. ( F ). c) Mente. 7.( V ). em definitivo. convicto de que se inclinava para um trago de uísque exclusivamente por si. desviando sua atenção da leitura.7 .QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 9 e 10 9 . 8. 8. ( V ).a) ( PE ).1 . ( a ). ( Explicação pessoal ).( c ).

9.4 . ( b ).3 .3 . 11.QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 11 e 12 11 .6 . b) .“O magnetismo é força preponderante em nossos serviços. 11.” 11.a) ( c ). ( d ). 10. com a vigilância de sentinelas eficientes. ( F ). ( b ). ( a ). valores positivos. protegendo toda a casa.a) ( Resposta pessoal ).( Pessoal ). ( F ).9.Cap.5 a) Perispírito.( Pessoal ). evitando que a turba compacta venha a invadir o ambiente. 10 . 10.( Pessoal ).( V ). b) São atendidas em regime de divisões especiais. 9ª AULA .3 . 10: AMBIENTES 10. ( V ).4 . c) Morzine. preces e ternuras.Nos vossos esforços.7 .( c ). b) Exorcismo. a) . 10.1 .( X ) Corrente Magnética desobsessiva. ( a ). ( e ). que sobre ele dá a superioridade moral.1) Ação fluídica que liberte o perispírito do doente da pressão do Espírito malévolo.( Pessoal ). . d) Centro Espírita. 11. 9. 9.5 .Elementos espirituais. Terceira faixa: é mais vasta.4 . gratidão dos trabalhadores da verdade. 3) A influência moralizadora dos conselhos que se lhes dá. pela autoridade.1 . vontade. 9.2 .Primeira faixa: guarda os servidores encarnados e desencarnados. Segunda faixa: encerra o grande número de entidades que serão atendidas. 11: DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA E AÇÃO DOS ESPÍRITOS SUPERIORES 11.Cap.2. 2) Ascendência moral exercida sobre o Espírito Obsessor.

12.2 .QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 13 e 14 13 . ( i ).11. 14.1 . g) som e imagem.b) ( X ). capaz de operar a vigilância indispensável à realização do trabalho. ( F ). d) ( DDV ). f) faixas luminosas. ( F ). 12. 12. c) Espiritual. ( b ). b) ( DDV ). ( e ). ( g ).1 . 12 .6 - a) arquitetos espirituais. e) redes luminosas. b) Não.Cap. ( V ). c) ( DDV ). 12: DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA X DESOBSESSÃO POR DOUTRINAÇÃO VERBAL 12. ( h ). 11ª AULA .2 .Cap. 14: CORRENTE MAGNÉTICA DOS MAGNETIZADORES X CORRENTE MAGNÉTICA DESOBSESSIVA 14. ( d ). 10ª AULA . b) Misto.PASSE ESPÍRITA E CORRENTE MAGNÉTICA DESOBSESSIVA 15. ( b ). ( c ).Cap.a) Humano. ( V ). 14. .( f ). ( F ).2 a) ( DCM ). 13: MAGNETISMO E DESOBSESSÃO POR CORRENTE MAGNÉTICA 13. c) psicoscópio. ( a ).( F ).( resposta pessoal ). ( c ). ( e ). d) hipnose.e) ( X ) As alternativas”b” e “c” estão corretas.( f ). ( V ). b) assepsia.1 .3 .( F ). ( F ).3 . ( a ). pois trata-se de uma ação mental e não física. 14 .a) Formar uma rede de forças positivas. e) ( DCM ). 15 . ( d ). 13.Cap. ( V ).4 . ( F ).1 . ( V ). ( V ).QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 15 15 . ( V ).

( d ). 12ª AULA . b) “1º . dispensa. gesticulação violenta. 15. 16. ( V ).( V ).a)1º .6 .1 .O poder e a qualidade das radiações da Corrente Magnética .. amparo.Aplicação do passe. ( e ).3 .15. 16.. . b) Fase de expulsão.” (p. ( b ).5 . 16.2 .Capacidade de absorção do atuado.Conforme a fixação e poder mental das falanges de Espíritos a serem socorridos . ( h ). indiferença.Cap.2 - a) Estudo.. b) ( Resposta pessoal ). 17: SENSAÇÕES E PERCEPÇÕES DOS MÉDIUNS 17. b) Desejo de ajudar. c) ( Resposta pessoal ).QUESTÕES REFERENTES AOS CAPÍTULOS 16 e 17 16 . respiração ofegante.( X ) Emissão e recepção.. bocejo contínuo.2 a) Medo. c) Constituição humana. 15. d) Jesus. c) ( Resposta pessoal ). acendrado amor aos semelhantes. fé vigorosa e profunda confiança no Poder Divino.( X ) Alexandre (Mentor). alta compreensão da vida.4 .a) Ter grande domínio sobre si mesmo. não se processará com a eficiência devida. d) Fase de recepção. f) Fase de absorção. b) ( Resposta pessoal ). com este ou aquele médium.1 a) Fase da emissão. e) Sensações subjetivas. 2º . 16: CHOQUE ANÍMICO 16..3 . ( a ). ( c ).438-439).4 . e menor as condições de auxílio.Cap. 16.O estudo antecipado das condições psíquicas . ( F ). c) Sensações objetivas. 17 . toque direto..Comprimento de onda da radiação luminosa do atuante. ( g ). ( f ). espontâneo equilíbio de sentimentos.” “2º . 16.Despertamento e desintoxicação fuídica e mental.” “3º . 17.

1 . ( b ).13ª AULA .( c ).QUESTÕES REFERENTES AO CAPÍTULO 18 18 .Cap. ( V ). . ( d ). 18. ( a ).( F ). ( V ).2 . 18: CONTRADIÇÕES. DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS 18. ( V ).

06. 03. ANUÁRIO ESPÍRITA. ANDREOLA. BATUÍRA. São Paulo : IDE. São Paulo : IDE. 11. _____. n. 02. 1992.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 01. _____. interpretações e manual de aplicação. Sinal verde. 1991. Desobsessão. Dinâmica de grupo : jogo da vida e didática do futuro. Balduíno A. ed. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 09. 1981. 2. São Bernardo do Campo : GEEM. ed. Nos domínios da mediunidade. Rio de Janeiro : FEB. _____. 1982. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. ANDRÉ LUIZ. Rio de Janeiro: FEB. Desobsessão por corrente magnética: pesquisa bibliográfica. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 05. Psicografia de Waldo Vieira. Conduta espírita. _____. _____. 1976. . ed. 12. 18. Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. n. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 19. 1996. São Paulo : IDE. 1992. Uberaba : CEC. 1976. 18. relatos. 1972. 07. Maurício Neiva (Coord. Mais luz. ed. Nosso Lar. 2. 21. 8. 1973. 1991. Rio de Janeiro : FEB. 12. ed. ed. AUTORES DIVERSOS. CRISPIM. _____. v. n. v. 08. 4.). v. 1979. 8. ed. 10. Uberaba : CEC. 19. 04. Caminho espírita. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. ed. Brasília: SDEAS. Rio de Janeiro : FEB. Petropólis : Vozes. 15. 29. 29.

Brasília : Vínculos Fraternais. 1991. 6. _____. _____. Mediunidade e sintonia. _____. ed. 2.. ed. Salvador : LEAL. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 1987. 6. Matão: O CLARIM. Terapêutica de emergência. A terra e o semeador.ed. 1983. Rio de Janeiro : FEB. 6. 5. Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Rio de Janeiro : FEB. [199-]. ANDRÉ LUIZ. ed.. _____. 6. 14. 25. ed. 1974. Entrevistas. Araras : IDE. Fonte viva. As correntes mento-eletromagnéticas na desobsessão coletiva. Roteiro. A prece segundo o Evangelho. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 20. 1987. 15. 14. (apostila). Araras : IDE. ed. DIVERSOS ESPÍRITOS. 28. 28. 1984. ed. 24. 1973. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. EMMANUEL . 1993. _____. ed. ed. Araras : IDE. Chico Xavier : 60 anos de mediunidade. Seara dos médiuns.13. Rio de Janeiro : FEB. 1988. 1989. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. ed. _____. Rio de Janeiro : FEB. 2. 1986. Rio de Janeiro : FEB. FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 23. EMMANUEL. FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Psicografia de Francisco Xavier. 27. 1991. 1986. Emmanuel. . Rio de Janeiro : FEB. 2. _____. 16. 21. 1982. 18. O consolador. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. Psicografia de Francisco Cândido Xavier. 26. Brasília : FEB. 15. DIDÁTICA geral. 19. ed. 22. 1985. ed. São Paulo : FEESP. _____. Gilson de Mendonça.ed. Segue-me!. out. Estude e viva. 16. 3. HENRIQUES. São paulo : CEU. No portal da luz. 17. _____. Rio de Janeiro : FEB.

32. 107. 1986. Rio de Janeiro : FEB. Psicografia de Divaldo Pereira Franco. n. Rio de Janeiro : FEB. ed. THIESEN. 58. Francisco. 1990. REFORMADOR. TÉCNICAS de ensino. ed. 1982.1908. _____. 1974. Brasília : FEB. Brasília : EDICEL. 18. v. 43. 2. 4. 37. _____. v.29. 42. JOANNA DE ÂNGELIS. Rio de Janeiro : FEB. Brasília : RECANTO. 44. 1995. 1982. 36. 3. Memórias de um suicida. KARDEC. Rio de Janeiro : FEB. REVISTA ESPÍRITA. mai. Rio : SABEDORIA. Rio de Janeiro : FEB. O livro dos médiuns. 35. n. 33. ed. Zêus . 2. Rio de Janeiro : FEB. 38. Allan Kardec : meticulosa pesquisa biobibliográfica. 3. (apostila). ed. _____. 45. LUIZ SÉRGIO. PEREIRA. Estudos espíritas. Brasília : FEB. Rio de Janeiro : FEB.1 . Rio de Janeiro : FEB. 31. _____. SCHUBERT.1934. n. 2. 1974. ed. Rio de Janeiro : FEB. _____. 20. v. ed. 25. 40. Espírito e vida. jan. O livro dos espíritos. l990. 1991. RECURSOS didáticos. 41. WANTUIL. Rio de Janeiro : FEB. Rio de Janeiro : FEB. [199-]. Psicografia de Divaldo Pereira 30. O LIVRO espírita na FEB : catálogo geral. 34. [199-]. Obras póstumas. Allan. ed. 1988. (apostila). ed. O Evangelho segundo o Espiritismo. 3. 1994. Suely Caldas. 1967. O mundo que eu encontrei.1. . Psicografia de Alayde de Assunção e Silva. v. 39. Rio de Janeiro : FEB. 47. ed. Salvador : LEAL. 1861. Allan Kardec : meticulosa pesquisa biobibliográfica. 1994. 33. 1993. Yvonne A. Psicografia de Divaldo Pereira Franco. _____. ed. _____. Celeiro de bênçãos. Testemunhos de Chico Xavier. Allan Kardec : meticulosa pesquisa biobibliográfica. Franco. 46. 1987. 1988. _____. mar. Rio de Janeiro : FEB.

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