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Receber Dados do Coletor Page 1 of 5

Receber Dados do Coletor Top

Veja Observação para Coleta de Ângulos com a Luneta Invertida

A caixa de diálogo para recepção de dados do coletor é diferente para a Geodimeter:

Para a Geodimeter:

Outros coletores:

Tipo de tabela: Escolha o tipo dde tabela que se deseja receber/formatar: Caderneta completa ou
Coordenadas.

Salva arquivo de dados: Tique este campo ( recomendado) se os dados recebidos devem ser salvos em um
arquivo.

Traduz Códigos: Este campo está disponível somente para a Geodimeter/Trimble. Tique este campo se
deseja que os códigos de descrição de pontos lidos no Geodimeter/Trimble sejam traduzidos quando os
dados forem formatados.

Formata medição e Formata coordenadas: O arquivo do tipo GEO recebido da Geodimeter pode conter
dados da medição e também dados de coordenadas. Escolha aqui qual o tipo de dados que deseja formatar
na recepção. Lembre-se que somente é possível formatar um tipo de dado na operação de recepção, para
formatar ambos ( medição e coordenada ), marque o campo Salva arquivo de dados e então formate pela
opção Formatar.

Se o campo Traduz Códigos estiver marcado, o usuário será solicitado a informar o nome e a localização do
arquivo de códigos:

mk:@MSITStore:C:\Tg98SE\Tg.chm::/hidd_coletorrecebe.htm 26/7/2011
Formatar Dados do Coletor Page 1 of 2

Formatar Dados do Coletor Top

Tipo de tabela: escolha o tipo de tabela que se deseja formatar: Caderneta completa ou Coordenadas.

Traduz Códigos: Este campo está disponível somente para o Geodimeter. Tique este campo se deseja que
os códigos de descrição dos pontos lidos no Geodimeter sejam traduzidos quando forem formatados.

Pasta de Projeto: mostra a pasta onde se encontra o arquivo de dados recebidos do coletor de dados.

Procurar...: apresenta a caixa de diálogo para alterar a pasta onde está o arquivo de dados recebidos do
coletor.

Arquivos de dados: lista os arquivos de dados do coletor existentes na pasta escolhida. As extensões dos
arquivos dependem do coletor de dados.
As seguintes extensões são válidas:

Geodimeter GEO
Coletor Psion LZ64 MED para Medições e COR para coordenadas
GTS Série 210 e 310 M21 para Medições e C21 para coordenadas
GTS 700 MSC para Medições e CSC para coordenadas
Sokkia SDR
Nikon DTM330 e DTM510 MNK para Medições e CNK para coordenadas
Nikon ( outros ) MNI para Medições e CNI para coordenadas
Nikon NPL=332/DTM-332 MNK, CNK e SDR( 2x e 33 )
Leica DAT,GSI16
Trimble 3305 DR CZJ
YOM3 3TA5 TXT
TgLink ASC para medições e/ou coordenadas
FC100 RAW e GTS6
Geodetic NTS325 M21 para Medições e C21 para coordenadas
Pentax AUX para Medições e CSV para coordenadas
FOIF FOIF
Coletor Pentax(HP) PEN - somente Medições

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Formatar Dados do Coletor Page 2 of 2

FOIF Série RTS-6800 RTS


SOUTH NTS-352R M60 para medições e C60 para coordenadas

Obs:
A estação Trimble 3305 DR deve estar configurada para o formato M5.
As estações NPL-332/DTM-322 da Nikon podem transmitir dados no formato Nikon( MNK para Medições e
CNK para Coordenadas) e também nos formatos SDR2x e SDR33. O topoGRAPH98 suporta todos este
formatos. Lembre-se de que a Estação Sokkia utiliza o formato SDR33, portanto, cuide para que os dados
destas estações não se misturem. Embora o formato seja o mesmo, a implementação é diferente para cada
fabricante e desta forma, não há garantias de que dados lidos num equipamento possa ser formatado como
de outro equipamento.
O formato GSI16 para a Estação Leica (FlexLine, GEOMAX ) é para Formatação e Exportação de
coordenadas (Pontos Fixos). Deve ser utilizado o "pen-drive" para copiar da estação para o PC ou do PC
para a estação. Se a sua estação não dispõe do formato GSI16 deverá ser feita uma atualização do
software interno. Para formatar este tipo de dado, primeiro exporte o arquivo da memória interna para o "pen-
drive", a segiuir copie para o PC, e então formate utilizando o topoGRAPH.
Para saber como exportar coordenadas do topoGRAPH para o pen-drive veja o tópico Transmitir
Coordenadas para o Coletor.

A estação SOUTH NTS-352R deve estar configurada para o formato NTS-660. E o protocolo de
comunicação deve estar configurada para "Uma via".

Status: Mostra a situação atual da comunicação entre o computador e o coletor de dados.

Se campo Traduz Códigos estiver marcado, o usuário será solicitado a informar o nome e a localização do
arquivo de códigos:

mk:@MSITStore:C:\Tg98SE\Tg.chm::/hidd_coletorformata.htm 26/7/2011
Transmitir Coordenadas para o Coletor Page 1 of 3

Transmitir Coordenadas para o Coletor Top

Tabela: escolha a tabela de coordenadas que deverá ser transmitida para o coletor de dados.
Status: Mostra a situação atual da comunicação entre o computador e o coletor de dados.
Parâmetros...: apresenta a caixa de diálogo para definição dos parâmetros de comunicação: saída serial e
taxa de transmissão.

Para transmitir dados para o coletor seguir os seguintes procedimentos:

Para o Geodimeter:

Faça as conexões seriais necessárias: conectar a estação ao PC ou somente o teclado destacável ao PC.
Lembre-se que para conectar somente o teclado destacável é necessário a bateria para alimentar o teclado.

Se a estação estiver conectada ligue a Geodimeter e aguarde até surgir a mensagem Modo Local que
aparece na Geodimeter.

Se for o teclado da Constructor, ligue-o e espere a mensagem Modo Local. Se for o teclado da S600, nem
é preciso ligá-lo.

A seguir acione a tecla Transmitir...

A seguir Informe os dados do arquivo que será criado na Geodimeter, este arquivo será criada na parte
denominada Area, na memória do Geodimeter ( Area File ).

Tecle o botão OK para iniciar a transmissão

Para a série GTS210/310:

Prepare a GTS210/310 para a recepção, mas não acione o botão Transmitir, deixe na espera
Prepare a GTS210/310 para a recepção e tecle F3 ( [SIM] )
Acione o botão Transmitir

Para a GTS700:

Prepare a GTS700 para a recepção, mas não acione o botão Transmitir, deixe na espera
Prepare a GTS700 para a recepção
Acione o botão Transmitir

mk:@MSITStore:C:\Tg98SE\Tg.chm::/hidd_coletortransmite.htm 26/7/2011
Transmitir Coordenadas para o Coletor Page 2 of 3

A seguir Informe os dados da obra que será criada no GTS700.

Tecle o botão OK para iniciar a transmissão

Para o Psion:

Prepare o Psion para a recepção, mas não tecle S ( Sim) , deixe-o na espera
Prepare o topoGRAPH98 para a transmissão e acione o botão Transmitir
Tecle S no Psion

Para a Trimble 3305 DR:

Prepare o topoGRAPH98 para a transmissão e acione o botão Transmitir. Após preparação dos dados, o
topoGRAPH avisará o usuário para executar o comando de transmissão na estação.

Para a Estação Leica

Observação: Para as estações FlexLine e GEOMAX, utilize a opção Exportar coordenadas para a Leica.

Prepare a estação para receber os dados.

Para efetuar a transmissão de coordenadas para a estação Leica não é necessário ligá-la, mas se já estiver
ligada, a estação não pode estar executando nenhum programa.

Escolha o arquivo de coordenadas a ser transmitido e tecle Transmitir.

Após estabelecer a comunicação, os nomes das obras presentes na Leica serão mostradas na caixa de
diálogo.
Obs: A obra para a qual as coordenadas serão transmitidas deve ser cadastrada previamente na Leica.

Selecione a obra para a qual serão enviadas as coordenadas e tecle Escolher.


Após alguns instantes, a transmissão se iniciará.

Para as estações Nikon NPL-332/DTM-332

Prepare a estação para recepção de dados.


Prepare o topoGRAPH98 para a transmissão e acione o botão Transmitir

Observação: A ordem em que os dados serão enviados será: PT/N/E/Z/CD/ /. Se tiver dúvidas consulte o
manual de operações do equipamento.

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Transmitir Coordenadas para o Coletor Page 3 of 3

Para a estação Sokkia

Prepare a estação para recepção de dados


Prepare o topoGRAPH98 para a transmissão e acione o botão Transmitir

Para a estação Geodetic NTS325

Prepare a estação NTS325 para recepção de dados


Prepare o topoGRAPH98 para a transmissão e acione o botão Transmitir

Para a estação Pentax

Prepare a estação total Pentax para recepção de dados


Prepare o topoGRAPH98 para a transmissão e acione o botão Transmitir

Para a estação FOIF

Prepare a estação total FOIF para recepção de dados


Prepare o topoGRAPH98 para a transmissão e acione o botão Transmitir

Para a estação SOUTH NTS-352R

Prepare a estação NTS325 para recepção de dados


Prepare o topoGRAPH98 para a transmissão e acione o botão Transmitir

Observação: O formato dos dados deve ser o NTS-660 e no protocolo de comunicação deve ser escolhido
"Uma via".

Veja também Exportar coordenadas para o TgLink.

Veja também Exportar coordenadas para o FOIF Série RTS-6800.

Veja também Exportar coordenadas para a Leica.

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Tabela de Caderneta Completa Page 1 of 4

Tabela de Caderneta Completa Top

Caderneta completa é uma tabela que contém as informações lidas em campo, como ângulos horizontais,
ângulos verticais e distâncias. As cadernetas de campo são introduzidas no programa, independentemente
da ordem de levantamento das estações da poligonal, esta ordem será definida posteriormente no momento
em que se define as seqüências das poligonais.

Os dados de uma tabela de Caderneta Completa devem ser divididas pelo usuário em Sessões de Leituras.
Esta divisão é recomendada e não obrigatória e tem por finalidade organizar os dados da caderneta para
promover rapidez na consulta aos dados, alterações, impressões, etc.

Cada uma destas sessões pode possuir uma ou mais Estações Ocupadas de onde são levantados os
diversos Pontos Visados.

Pontos Visados podem ser a Ré, a Vante, Irradiações, Auxiliares e Intersecções

A seção de leitura pode conter ainda os dados de levantamentos por Alvos. Na tabela, o levantamento de
alvos se diferencia pela existências de várias visadas às Res ( pelo menos 3 visadas ) e pela ausência da
altura do sinal ou com altura do sinal igual a zero.

Cadernetas Completas são criadas segundo o tipo de equipamento utilizado no levantamento: Estação
Total, Distanciômetro ou Taqueômetro. Para criar uma tabela de Caderneta Completa, clique o botão
Nova da janela do projeto. Uma janela é apresentada para que você escolha o tipo de equipamento utilizado.
Cadernetas de Estação Total e Distanciômetros têm as mesmas colunas de informação, mas são diferentes
em relação às Cadernetas Taqueométricas.

Uma vez escolhido o tipo de equipamento utilizado, a janela com a tabela de Caderneta é apresentada.
Qualquer que seja o tipo de equipamento utilizado, será necessário informar os campos relativos a sessão de
leituras.

Para uma descrição completa de como introduzir dados de caderneta consulte o tópico Como Introduzir
dados de Cadernetas.

Para detalhe sobre o menu Cálculo consulte o tópico Menu Cálculos.

Para detalhe sobre a vista gráfica referente a esta tabela consulte o tópico Vista Gráfica da Tabela de
Cadernetas.

Sessão de Leituras

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Tabela de Caderneta Completa Page 2 of 4

Uma Sessão de Leituras é definida pelos seguintes campos:

Operador: nome do operador de campo responsável pelo levantamento topográfico

Data: data em que foi realizado o levantamento

Equipamento Principal: equipamento utilizado no levantamento. Escolhe entre os equipamentos


cadastrados na Configuração de Equipamentos ou por um equipamento genérico. Para cadernetas de
estação total, a lista conterá somente as estações totais cadastradas. Para cadernetas de taqueômetro, a
lista conterá somente os taqueômetros cadastrados. Para cadernetas com distanciômetros, a lista conterá os
taqueômetros cadastrados e uma nova lista aparece sob o campo de equipamento principal, referente aos
distanciômetros cadastrados. Se não houver equipamentos cadastrados, você poderá utilizar um dos
equipamentos genéricos que o programa apresenta. Para conhecer as características desses equipamentos
genéricos, veja o item Configuração de Equipamentos. O equipamento define se a leitura angular é
sexagesimal ou centesimal.

Nova sessão de leitura: clique aqui para iniciar uma nova sessão de leitura.
Excluir sessão de leitura: clique aqui para excluir a sessão de leitura atual. Toda a sessão será excluída
após a confirmação.
Sessão de leitura: informa qual a sessão de leitura atual

Estação Ocupada

O botão de Nova Estação só estará disponível quando todos os campos da Sessão de Leituras estiverem
preenchidos. Os campos que definem uma estação ocupada são:

Nova estação: clique neste botão para incluir uma nova estação à sessão de leituras.
Nome da Estação: ao clicar o botão Nova Estação, o campo do nome é liberado para digitação. O nome da
estação ocupada pode ter até 15 caracteres alfanuméricos. Lembre-se que o Sistema topoGRAPH 98 SE é
sensível a letras maiúsculas e minúsculas. Desta forma, a estação E1 é diferente da estação e1.

Descrição da estação: este campo estará disponível depois de informar o nome da estação. Este campo é
de preenchimento opcional e descreve a estação, podendo ter até 15 caracteres alfanuméricos.

Altura do instrumento: a altura do instrumento é utilizado para o cálculo de desnível e é opcional. A unidade
para preenchimento do campo é metros.
Coordenadas: clique neste botão para incluir as coordenadas conhecidas desta estação. Para visualizar
graficamente a caderneta de campo é necessário informar as coordenadas de pelo menos uma estação.

Preenchendo os dados da estação, a tabela de dados é liberada para edição.

Excluir estação: clique neste botão para excluir a estação e todos os pontos visados desta instalada. A
exclusão ocorre somente após a confirmação.
Tabelas de Cadernetas Completas de Estação Total e Distanciômetro

As colunas de informação para tabelas de cadernetas completas de estação total e distanciômetro são:

Tipo: tipo de ponto visado. Ao entrar nesta coluna, uma lista com as quatro opções de pontos visados é
apresentada: Ré, Vante, Irradiação e Auxiliar. Como padrão, o Sistema topoGRAPH 98 SE apresenta o
primeiro ponto visado como ré, o segundo como vante e a partir daí como irradiado. Caso você queira alterar
o tipo apresentado, basta clicar o triângulo que aparece o lado direito do campo e escolher o novo tipo de
ponto. Ao sair do campo, a lista desaparece e o texto indicando o tipo do ponto é apresentado na célula.
Nome: nome do ponto visado. Pode ter até 15 caracteres alfanuméricos e é de preenchimento obrigatório.
Caso o nome do ponto não seja informado, os valores de ângulos e distâncias serão descartados. É
aconselhável que nas irradiações seja o campo seja preenchido com um valor numérico, pois o programa
incrementa automaticamente este número nos próximos pontos irradiados.
Descrição: campo que descreve o ponto visado e é de preenchimento opcional com até 15 caracteres
alfanuméricos. Para irradiações, este campo é repetido nos próximos pontos para facilitar a introdução de
dados.
AHD: ângulo horizontal lido na posição direta da luneta. Nos campos relativos à ângulos, são aceitos
somente ângulos menores que 360 graus, minutos menores que 60 e segundos também menores que 60,
para equipamentos sexagesimais; e menores que 400 grados para equipamentos centesimais. Caso não
sejam respeitados estes limites, o programa automaticamente normaliza o ângulo.
AHI: ângulo horizontal lido na posição inversa da luneta. Na configuração padrão do Sistema topoGRAPH
98 SE, esta coluna está escondida. Para mostrá-la, escolha a opção "Tabela - Mostrar Colunas". Se os

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Tabela de Caderneta Completa Page 3 of 4

ângulos direto e invertido foram lidos, é possível controlar o erro de colimação através do relatório da
caderneta.
AVD: ângulo vertical lido na posição direta da luneta.
AHI: ângulo vertical lido na posição inversa da luneta. Na configuração padrão do Sistema topoGRAPH 98
SE, esta coluna está escondida. Para mostrá-la, escolha a opção "Tabela - Mostrar Colunas".
DI: distância inclinada.
DH: distância horizontal

Tabelas de Cadernetas Completas de Taqueometria

As colunas de informação para tabelas de cadernetas completas de taqueometria são:

Tipo: tipo de ponto visado. Ao entrar nesta coluna, uma lista com as quatro opções de pontos visados é
apresentada: Ré, Vante, Irradiação, Auxiliar e Intersecção. Como padrão, o Sistema topoGRAPH 98 SE
apresenta o primeiro ponto visado como ré, o segundo como vante e a partir daí como irradiado. Caso você
queira alterar o tipo apresentado, basta clicar o triângulo que aparece o lado direito do campo e escolher o
novo tipo de ponto. Ao sair do campo, a lista desaparece e o texto indicando o tipo do ponto é apresentado
na célula.
Nome: nome do ponto visado. Pode ter até 15 caracteres alfanuméricos e é de preenchimento obrigatório.
Caso o nome do ponto não seja informado, os valores de ângulos e distâncias serão descartados. É
aconselhável que nas irradiações seja o campo seja preenchido com um valor numérico, pois o programa
incrementa automaticamente este número nos próximos pontos irradiados.
Descrição: campo que descreve o ponto visado e é de preenchimento opcional com até 15 caracteres
alfanuméricos. Para irradiações, este campo é repetido nos próximos pontos para facilitar a introdução de
dados.
AHD: ângulo horizontal lido na posição direta da luneta. Nos campos relativos à ângulos, são aceitos
somente ângulos menores que 360 graus, minutos menores que 60 e segundos também menores que 60,
para equipamentos sexagesimais; e menores que 400 grados para equipamentos centesimais. Caso não
sejam respeitados estes limites, o programa automaticamente normaliza o ângulo.
AHI: ângulo horizontal lido na posição inversa da luneta. Na configuração padrão do Sistema topoGRAPH
98 SE, esta coluna está escondida. Para mostrá-la, escolha a opção "Tabela - Mostrar Colunas". Se os
ângulos direto e invertido foram lidos, é possível controlar o erro de colimação através do relatório da
caderneta.
AVD: ângulo vertical lido na posição direta da luneta.
AHI: ângulo vertical lido na posição inversa da luneta. Na configuração padrão do Sistema topoGRAPH 98
SE, esta coluna está escondida. Para mostrá-la, escolha a opção "Tabela - Mostrar Colunas".
FS: fio estadimétrico superior.
FM: fio estadimétrico médio.
FI: fio estadimétrico inferior
TH: trena lida na horizontal
TI: trena lida na inclinada

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Tabela de Caderneta Completa Page 4 of 4

Inserir: insere uma ou mais linha. Para inserir linhas, marque na tabela o local em que as linhas serão
inseridas, clicando na coluna do número do registro.
Apagar: apaga uma ou mais linhas. Para apagar linhas, marque na tabela as linhas que serão eliminadas,
clicando na coluna dos números de registro..
Info...: apresenta a janela com informações sobre o arquivo.

mk:@MSITStore:C:\Tg98SE\Tg.chm::/hidd_tab_cadcompleta.htm 26/7/2011
Introdução Page 2 of 3

O Módulo Gráfico é o componente do Sistema topoGRAPH 98 responsável pela edição e visualização


gráfica dos dados levantados e/ou calculados pelos demais componentes.

É uma ferramenta mais poderosa que as vistas gráficas das tabelas, pois possui funções de inserção e
edição de elementos gráficos e cálculos (paralela, intersecção, concordância, etc...) muito úteis para a
montagem do desenho final.

Além disso, o Módulo Gráfico é o ambiente sobre o qual rodam os aplicativos:

Curvas De Nível
MDT
3D
Fundiário e
Georreferenciamento.

Para acessar o Módulo Gráfico, selecione o item Desenhos no projeto atual e clique no botão Nova.

Será apresentada uma caixa que possibilita escolher um modelo de desenho.

Se clicar em Cancelar, a operação será cancelada: retorna-se à tela de projeto e nenhum desenho será
criado.

Se ainda não foi criado nenhum modelo, clique no botão Nenhum. Um novo desenho será criado com o
nome Sem Nome n de acordo com as configurações previamente estabelecidas na opção Projeto /
Configuração / Desenho do projeto atual.

Se for escolhido um modelo, o novo desenho vai ser criado com as características definidas no modelo como
símbolos, padrões, estilos( de ponto, de linha, de texto, etc ), configurações ( de Curvas de Nível, do
Fundiário, etc ), camadas, escala, etc. Para saber mais sobre o modelo de desenho, veja o item Como Salvar
Modelo de Desenho

O novo desenho será criado na vista planta.

Vistas
Planta
Perfil
Seções
3D
Bruckner

Variáveis do Módulo Gráfico


Estilos
Camadas
Pega
Liga
Automático
Ortogonal

mk:@MSITStore:C:\Tg98SE\Tg.chm::/hidr_modulografico.htm 26/7/2011
Introdução Page 3 of 3

Modo Bloco
Modo Atributo
Fixar Textos
Seguir Camada
Símbolos
Padrões de Linha

Elementos
Inserção de elementos
Ponto
Linha
Polilinha
Multi-Linha
Spline
Arco
Círculo
Texto
Folha
Retângulo
Barranco
Parábola
Espiral
Bloco
Transição
Alinhamento
Hachura
Tabela
Arquivo de Tabela
Área
Escala Gráfica
Imagem

Operações do Módulo Gráfico


O Módulo Gráfico apresenta um cursor que pode ser movimentado por toda a tela para inserir e selecionar
elementos gráficos e para executar comandos do menu e das barras de ferramentas.

Esta é a aparência normal do cursor quando está sobre a área de desenho

Ctrl+F2 alterna entre o tamanho maior e tamanho normal do cursor

Ctrl+F3 muda o cursor para selecionar o ponto mais próximo, funciona somente com a variável Pega
Ponto ligada.
Aparência do cursor na execução do comando Panorâmica.
Aparência do cursor quando está sobre o menu ou sobre a barra de ferramentas.

Cálculos
Linha de Comandos
Comandos

Operações a partir dos Menus


Operações Relativas ao Menu Arquivo
Operações Relativas ao Menu Editar
Operações Relativas ao Menu Visualizar
Operações Relativas ao Menu Flutuante

mk:@MSITStore:C:\Tg98SE\Tg.chm::/hidr_modulografico.htm 26/7/2011
Malha triangular Page 1 of 1

Malha Triangular Previous Top Next

A primeira fase do processo de geração das curvas de nível é a triangulação dos pontos no plano horizontal.
Esse processamento é obrigatório.

O método utilizado é a triangulação de Delaunay. Este método permite uma boa distribuição dos pontos e
evita triângulos muito deformados.

O número mínimo de pontos para gerar triângulos é três.

Todos os pontos carregados que possuírem cotas podem ser utilizados para gerar a malha das triangular.

O aplicativo pesquisa dentre todos os pontos do desenho aqueles que possuem cota e que serão utilizados
no processamento. Se o número de pontos encontrados for menor que três uma mensagem indicará o fato e
o processamento será interrompido.

O aplicativo inicia o processo de triangulação, desenhando os lados.

Ao término do processamento, a malha triangular é mostrada na tela.

Para evitar lados de triângulos muito longo nos limites do terreno, defina uma distância máxima na caixa
Configuração Curvas de Nível na opção Parâmetros.

O sub-menu da malha triangular permite a realização das seguintes operações:

Gerar: Gera a malha triangular a partir dos pontos carregados.

Apagar: Apaga a malha triangular, malha retangular e as curvas de nível, case já tenham sido calculadas.

Limite: Define ou apaga um limite para a triangulação.

Incluir Ponto: Inclui um ponto na malha triangular.

Alterar Ponto: Altera a cota de um ponto da malha triangular.

Apagar Ponto: Apaga um ponto da malha triangular.

Apagar Lado: Apaga um lado um lado do triângulo.

Alterar Lado: Altera um lado do triângulo.

Apagar Obrigatórias: Desmarca todos os elementos gráficos que estejam marcados como linha obrigatória.

Processar Fronteira: Processa a linha de fronteira previamente definida.

Processar Quebras: Processa as linha de quebra previamente definidas.

Processar Obrigatórias: Processa as linhas obrigatórias previamente definidas.

Selecionar Cores: seleciona as cores dos triângulos que serão usadas no modelo 3D.

mk:@MSITStore:C:\Tg98SE\Tg.chm::/ref_malhatriangular.htm 26/7/2011
Malha retangular Page 1 of 1

Malha Retangular Previous Top Next

A malha retangular é uma rede de pontos igualmente espaçados cujas cotas serão interpoladas de acordo
com a sua localização na malha triangular. Portanto, a malha retangular depende da existência da malha
triangular. Por causa desta dependência, os pontos da malha retangular que estiverem fora da área
triangulada não poderão ser interpolados (não terão cota). Também não terão cota os pontos que estiverem
no interior de uma linha de quebra definida na triangulação.

O usuário dispõe de dois métodos de interpolação para gerar a malha retangular:

Bivariada
Linear

A interpolação bivariada resultará em uma representação mais suave da superfície. Porém, em virtude do
método utilizado, o terreno gerado será uma aproximação da superfície levantada. Sendo assim, seu uso é
mais indicado para terrenos naturais.

Por outro lado, a interpolação linear, além de consumir menos tempo, resultará em uma superfície mais fiel
aos pontos levantados, apesar de menos suave. Neste caso, as curvas de nível geradas sobre a malha
retangular serão mais próximas da realidade do que aquelas geradas por interpolação bivariada.

Malha triangular e retangular.

O sub-menu da malha retangular permite a realização das seguintes operações:

Gerar: Abre uma caixa para a geração da malha retangular.

Apagar: Apaga a malha retangular após a confirmação. Se as curvas de nível tiverem como base esta
malha, elas também serão apagadas.

Alterar Cota: Altera a cota de um nó da malha.

Cria Pontos nos Vértices: Cria um ponto em cada nó da malha que possua cota.

mk:@MSITStore:C:\Tg98SE\Tg.chm::/ref_malharetangular.htm 26/7/2011
Curvas de Nível Page 1 of 1

Interpolar Previous Top Next

Após o processamento da triangulação pode-se passar à interpolação dos pontos para a geração das curvas de
nível. Par gerar as curvas de nível, escolha a opção "Interpolar..." no menu Curvas de Nível e uma caixa será
mostrada.

As curvas geradas são mostradas na tela com as cores definidas para as mestras e não-mestras.

A geração das curvas de nível na opção irá depender do método de interpolação selecionado:

Se o método for normal, a interpolação será feita em duas etapas. Na primeira etapa, as curvas são calculadas e
ordenadas para então serem exibidas.

Depois de interpolar todos os triângulos, os pontos serão organizados para que cada linha que representa a
curva de nível seja desenhada do começo ao fim.

Curvas de nível com malha triangular.

Curvas de nível sem malha triangular.

Se o método escolhido for o Rápido, a interpolação será feita triângulo por triângulo.

Nas regiões dentro das linhas de quebras não serão geradas curvas, assim como nos triângulos cujos lados ou
vértices foram eliminados.

As opções de alteração e exclusão de lados, bem como as de inclusão, alteração e exclusão de pontos estarão
disponíveis ao usuário mesmo depois de efetuada a interpolação sobre a malha triangular.

A escolha entre a interpolação por triângulos ou por retângulos deve ser feita com critério para que o resultado
final seja satisfatório.

Se o intervalo da malha retangular for pequeno, as curvas tendem a ser mais suaves que as curvas geradas
sobre os triângulos. Por outro lado, o tempo de processamento aumenta em função do intervalo. Como na
interpolação das curvas sobre a malha retangular, só são levados em conta os pontos que tiverem cota. Nos
limites do desenho, quando um dos extremos de um lado da malha não tiver cota, nenhuma curva passará por
esse lado. Este fato pode causar uma irregularidade inaceitável nos limites do desenho.

Uma vez geradas as curvas de nível pelo método normal elas poderão ser transformadas em desenho.

Se os textos das, curvas mestras ou não, não estiverem na posição desejada, utiliza as opções Curvas de
Nível / Incluir Texto para incluir novos textos nas curvas ou Curvas de Nível / Excluir Texto para retirar um
texto já existente.

mk:@MSITStore:C:\Tg98SE\Tg.chm::/ref_curvasdenivel.htm 26/7/2011
Calcular Volumes Entre Seções Page 1 of 4

Calcular Volumes Entre Seções Top

Pode-se calcular volumes entre estacas, comparando-se os perfis dois a dois, utilizando o terreno natural, o
projeto, os níveis geológicos e as medições.

Na caixa superior, clique em uma das quatro opções de cálculo de volumes:

Perfis: Cálculo de volumes comparando-se perfis dois a dois.


Pavimento: Cálculo de volumes das camadas do pavimento.
Categorias: Cálculo de volumes por categorias de materiais, usando os níveis geológicos.
Camada vegetal: Cálculo de volumes da camada vegetal.

Em qualquer um dos casos de cálculo de volumes, o usuário deve escolher um dos dois métodos de cálculo
oferecidos pelo Sistema topoGRAPH 98 SE:

Método da semi-soma
Método do tronco da pirâmide

Qualquer que seja o método utilizado, deve-se levar em consideração o fato de que no cálculo de volumes se
pressupõe que o terreno inter-perfis tenha uma configuração constante. Quando isto não acontece é preciso
levantar as seções transversais intermediárias que definam de maneira correta o terreno.

Método da semi-soma

No procedimento de cálculo utilizando-se o método da semi-soma, são calculadas as áreas de corte e aterro
de cada seção transversal, somadas 2 a 2 e então multiplicadas pela semi-distância. O resultado é chamado
de volume inter-perfil. As somatórias dos volumes inter-perfis do trecho dará o volume total de corte e aterro.

Neste método de cálculo, o volume é calculado por uma fórmula que é uma aproximação da fórmula de
cálculo de um prismatóide.

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Calcular Volumes Entre Seções Page 2 of 4

No cálculo da área de cada seção, o Sistema topoGRAPH 98 SE ordena os pontos pelas distâncias da
esquerda para a direita. No caso de perfis em que não haja fechamento da figura entre 2 perfis, será
considerada uma linha vertical para efeito de cálculo de área.

É importante lembrar que no cálculo de volumes, os dados de interferências (pontes, viadutos, etc.) são
levadas em consideração, ou seja, nos trechos cadastrados neste arquivo, o Sistema topoGRAPH 98 SE não
calcula os volumes.

Método do tronco da pirâmide (Prisma)

O outro método de se calcular os volumes entre perfis é o que utiliza a fórmula do tronco de pirâmide dada a
seguir:
Volume = 1/3 [ Área1 + Área2 + v(Área1* Área2 ) ]

Escolha do Método

A escolha de um dos métodos de cálculo deve ser feita em função da configuração de terreno e deve ser
analisada pelo usuário de forma cuidadosa. Porém, alguns aspectos teóricos podem ajudar na escolha.

No método da semi-soma, a fórmula é aproximada e sempre estima volumes com um erro por excesso, já
que (Área1+Área2)/2 é maior que a área do perfil intermédio real, a não ser no caso particular em que Área1
e Área2 são iguais em forma e dimensão.

No entanto, se a relação Área1/Área2 se mantém dentro da faixa de 0.33 a 3, o erro é aceitável. O erro
teórico deste método varia entre +2% a +5%. Na medida em que a relação Área1/Área2 tende a um, o erro
diminui rapidamente.

Já o método do tronco da pirâmide, avalia o volume por falta, mas seu erro é menor que 2%. O único caso
em que não de deve utilizar este método é quando uma das áreas é nula mas as linhas não concorrem a um
ponto, mas à uma linha. Neste caso, o erro é da ordem de 30% a 35%.

Observação importante: Para realizar o cálculo de volumes, o Sistema topoGRAPH 98 SE ordena os


pontos das seções transversais da esquerda para a direita em função da distância. Dessa forma, é possível
introduzir os pontos das seções transversais em qualquer ordem que o Sistema topoGRAPH 98 SE se
encarrega de ordená-los. No Desenho, porém, existe a opção de se carregar as seções transversais de
forma ordenada ou não (seguindo, assim, a ordem da introdução dos pontos). O modo não ordenado é
destinado ao cálculo de áreas de forma interativa para posterior cálculo de volumes descrito a seguir neste
manual. Caso tenha o volume sido calculado no Sistema topoGRAPH 98 SE, será emitida uma mensagem
de advertência no Desenho se forem carregadas as seções de forma não ordenada, para que o usuário
saiba que existe uma discrepância entre o volume calculado e a visualização gráfica das seções.

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Calcular Volumes Entre Seções Page 3 of 4

Precisão: Número de casas decimais dos valores da distância entre seções que serão levadas em
consideração no cálculo do volume. O relatório será formatado em função deste valor.

Volume entre perfis

Se a opção escolhida é o cálculo de volume entre perfis, nas duas caixas centrais você deve escolher os
perfis que serão comparados para a execução do cálculo. Na caixa da esquerda, escolha entre Terreno,
Medição e Nível. Na caixa da direita, escolha entre Projeto, Medição e Nível. As possibilidades de cálculo
são:

Terreno natural x Projeto


Terreno natural x Medição
Projeto x Medição
Medição x Medição
Terreno natural x Nível geológico
Nível geológico x Nível geológico
Nível geológico x Projeto

Existem campos que são requisitados em função do grupo.

Medição: Número da medição.


Nível: Nome do nível geológico.

Pavimento

Nesta opção de cálculo, os valores resultantes se referem ao volume das camadas do pavimento escolhido
na seção-tipo. São mostradas duas listas:

Escolha na primeira lista o tipo de camada, que pode ser revestimento, acostamento, sub-base, base,
leito ou qualquer.

Na segunda lista, são relacionadas as camadas encontradas nesta tabela. Se o projeto não foi calculado ou
se a seção-tipo não tiver pavimento, esta lista estará em branco

Categorias

Já no caso de volume por categorias, o cálculo é feito com todos os níveis que tiverem informações de
categoria. No cálculo de volume por categorias, o Sistema topoGRAPH 98 SE totaliza os volumes de cada
tipo de material. No processo do cálculo, são mostrados na tela os volumes parciais de cada categoria.

Para o Sistema topoGRAPH 98 SE, o volume entre a seção do terreno natural e a seção do nível geológico
que representa a segunda categoria é considerado material de primeira. Se não houver níveis geológicos
cadastrados, o volume entre o terreno natural e o projeto será tomado como primeira categoria.

A = primeira categoria
B = segunda categoria
C = terceira categoria

Camada Vegetal

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Calcular Volumes Entre Seções Page 4 of 4

No cálculo de volumes que envolva perfis de projeto e de terreno, a camada vegetal é levada em
consideração de forma automática. Nesta opção, porém, pode-se calcular volume de camada vegetal de
forma separada e, a partir do cálculo, se emitir um relatório com áreas e volumes.

Para que o cálculo seja realizado, é necessário que haja perfis do terreno natural, do projeto e informações
de espessuras da camada vegetal nos trechos calculados. As espessuras da camada vegetal são valores
informadas na tabela de Seções, onde estão relacionados os trechos e as respectivas espessuras da
camada vegetal (decapagem). Para maiores detalhes sobre o método de cálculo da camada vegetal, veja
item correspondente.

A seguir, informe o intervalo do cálculo:

Da estaca ou KM: Nome da estaca ou KM do início do trecho a ser calculado.


Até estaca ou KM: Nome da estaca ou KM do final do trecho a ser calculado. Ambas as estacas ou KMs
(inicial e final) devem constar do arquivo de traçado horizontal. O Sistema topoGRAPH 98 SE preenche os
dois campos com os nomes das estacas ou KMs da primeira e da última estaca do traçado. A ordem das
estacas deve respeitar o sentido de caminhamento da linha base, ou seja, se o primeiro campo contiver o
nome de uma estaca ou KM que se encontra depois da estaca ou KM, cujo nome foi indicado no segundo
campo, o Sistema topoGRAPH 98 SE indicará um erro.

Os resultados são mostrados na caixa de Volume Total Calculado.

O cálculo de volumes gera uma Tabela de Volumes que poderá ser consultada e impressa posteriormente.
Por isso, informe o nome da nova tabela a ser gerada ou escolha uma tabela já existente no projeto na lista
apresentada na parte inferior da caixa de diálogo.

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Calcular Projeto Page 1 of 1

Calcular Projeto Top

No cálculo do projeto, o Sistema topoGRAPH 98 SE calcula todos os pontos da Seção-Tipo vinculada às


seções transversais do terreno natural. Para poder calcular os pontos do projeto, é necessário que haja uma
tabela de seções transversais do terreno natural, um Traçado Horizontal calculado ou introduzido referentes às
seções, um Traçado Vertical calculado ou introduzido com informações da seção-tipo e uma biblioteca de
seções-tipo onde se definem as características do projeto em que se trabalha.

É importante que o eixo esteja cadastrado seqüencialmente se foi introduzido de forma manual, porque no
momento do cálculo do projeto, antes de calcular os dados, o Sistema topoGRAPH 98 SE verifica se o
estaqueamento está na seqüência correta. Caso contrário, o cálculo será interrompido.

Informe o trecho que deve ser calculado, através dos campos:

Da Estaca ou KM: estaca do início do trecho


Até a Estaca ou KM: estaca do final do trecho

Sistema topoGRAPH 98 SE preenche estes campos com os nomes da primeira estaca ou KM e da última
estaca ou KM encontrados na tabela de Traçado Horizontal.

Após a informação do trecho a ser calculado, o Sistema topoGRAPH 98 SE inicia o processamento de cada
estaca ou KM. Se não for encontrada uma seção transversal referente a uma estaca ou KM, os pontos do
projeto não são calculados. Caso não seja encontrada a seção-tipo informada na tabela de traçado vertical, ou
a seção-tipo não possua no mínimo uma pista, o Sistema topoGRAPH 98 SE mostrará uma mensagem na tela
indicando o fato e o cálculo será interrompido.

Se o traçado vertical foi calculado a partir das curvas verticais, ele pode conter dados referentes à super-
largura e à super-elevação. Isso implica que os dados relativos ao tamanho, caimento e inclinação transversal
da pista são afetados neste cálculo.

Da mesma forma que ocorre no cálculo de volumes, as informações de interferências (pontes, viadutos, etc.)
são levadas em consideração no cálculo de projeto, ou seja, nos trechos cadastrados neste arquivo, o Sistema
topoGRAPH 98 SE não calcula as seções do projeto. As estacas correspondentes ao início e final do trecho da
interferência terão seus azimutes alterados para os valores informados no arquivo de interferência. Leia o item
correspondente neste manual para entender como funciona o azimute do viés.

Se existirem estacas sem perfis de terreno natural os projeto não será calculado nestas estacas e o cálculo de
volumes poderá ser afetado.

A seqüência do cálculo é definida no Traçado Horizontal associado à Tabela de Seções e as cotas do grade
onde serão posicionadas as seções tipo são definidas na Tabela de Traçado vertical que deve ser escolhida na
lista mostrada nesta caixa.

No fim do processamento, o resultado deste cálculo poderá ser visto na tabela no grupo de perfis de projeto. Se
o projeto já foi calculado, os novos pontos sobreporão os existentes.

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Tabela de Volume Page 1 of 1

Tabela de Volume Previous Top Next

A tabela de volume mostra o volume calculado a partir das seções transversais. Esta tabela não pode ser
criada manualmente ou editada pois os valores são calculados automaticamente na opção de Cálculo de
Volumes disponível na Tabela de Seções.

O menu Cálculo possibilita gerar a tabela de Bruckner para volumes por categorias que pode ser
carregada no módulo gráfico e ser completada pelo usuário com a inclusão gráfica de linhas de
compensação ( ou distribuição ) e definir os trechos de bota-fora e/ou empréstimos,

Na parte superior da tabela, são mostrados alguns dados que variam de acordo com o tipo de cálculo
executado. As informações principais mostradas na parte superior da tabela são:

Tipo de Cálculo: indica o tipo de cálculo do volume executado. Pode ser uma comparação de dois perfis,
categorias, camada vegetal ou pavimento. Se for um cálculo de comparação de perfis, o texto mostra quais
os perfis que foram utilizados, por exemplo, TerrenoXProjeto, TerrenoXMedição 1, TerrenoXNivel Rocha, etc.

Volumes totais e acumulados: esses valores podem mostrar os volumes de corte e de aterro quando é
comparação entre perfis, o volume total da camada vegetal ou da camada do pavimento ou, então, os
volumes das três categorias.

As colunas da tabela mostram:

Estaca ou KM: nome da estaca ou Km. A seqüência segue o Traçado Horizontal correspondente.
Área: área parcial de corte e aterro na seção da estaca.
Área Acum.: áreas acumuladas de corte e aterro até a estaca seção
Semi-Dis.: semi-distância entre as seções
Volume: volume parcial de corte e aterro na seção da estaca entre duas seções.
Volume Acum.: volumes acumulados de corte e aterro até a estaca da seção
Inserir: desabilitado nesta tabela.
Apagar: desabilitado nesta tabela
Info...: apresenta a janela com informações sobre o arquivo.

É possível esconder ou mostrar as colunas da tabela nas opções Mostrar/Esconder Colunas no menu
Tabela.

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