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ESTUDO DE CASO

1. IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE

Nome: M.C.P
Idade: 54 anos
Sexo: Feminino
Estado Civil: Solteira
Profissão: Veterinária
Carga horária: 60 horas semanais

2. PATOLOGIAS PREDOMINANTES

Obesidade; Hipertensão Arterial Sistêmica; Hérnia de Hiato e Gastrite

3. HISTÓRIA CLÍNICA:

3.1. Queixa principal

Obesidade
Motivo da Consulta: Reeducação alimentar para perda de peso

3.2. História da doença atual

A paciente relatou que faz uso de medicamentos para controle da Hipertensão: Micardis e
Hidroclorotiazida.

3.3. História patológica pregressa

Paciente relatou ter feito tratamento para H. Pilory.

3.4. História familiar


Não houve relato

3.5. História social

A maior parte do trabalho é em campo.


Não pratica atividades físicas.
Não faz ingestão de bebidas alcoólicas e não fuma.

4. Diagnóstico Clínico

4.1 Obesidade

O excesso de peso ocorre como resultado de um desequilíbrio entre o consumo


alimentar e a atividade física. A obesidade é uma questão complexa relacionada ao estilo
de vida, ao meio ambiente e aos genes. Os fatores ambientais e genéticos têm uma
interação complexa com influências psicológicas, culturais e fisiológicas (MAHAM e
SCOTT-STUMP, 2012).
A falta de exercício e um estilo de vida normalmente sedentário, agravados pelo
excesso de alimentação crônico, também são causas de ganho de peso. A natureza
sedentária da sociedade é um fator que colabora para o crescente problema da obesidade. O
excesso de peso é um estado no qual o peso excede um padrão baseado de acordo com a
estatura (MAHAM e SCOTT-STUMP, 2012).
A obesidade é uma condição de gordura excessiva, seja generalizada ou localizada.
O sobrepeso e a obesidade geralmente são paralelos entre si, mas é possível estar acima do
peso de acordo com as normas, mas não ter excesso de gordura ou ser obeso. Também é
possível ter excesso de gordura e ainda assim não estar acima do peso(MAHAM e
SCOTT-STUMP, 2012).

4.2 Hipertensão Arterial Sistêmica

A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma doença de alta prevalência,


considerada um problema de saúde pública de âmbito mundial devido o seu risco e
dificuldade de controle. É classificada como uma doença crônica, de natureza multifatorial,
em muitos casos de curso assintomático, negligenciando assim o diagnóstico e
consequentemente o tratamento (BRITO et al, 2011)
Apesar dos inúmeros avanços no tratamento da HAS, apenas a minoria dos
pacientes hipertensos apresentam níveis de pressão arterial (PA) controlado. A PA elevada
sobrecarrega cronicamente o sistema vascular e, se não tratada, pode ocasionar lesões
arteriais podendo progredir para um quadro de arteriosclerose, doença cardíaca, acidente
vascular cerebral, insuficiência renal e outras (MATAVELLI et al., 2014).
Segundo estudos epidemiológicos, os níveis elevados de pressão arterial aumentam
o risco de doenças cardiovasculares, sendo a hipertensão arterial reconhecida como o
principal fator de risco para a morbidade e mortalidade precoce (BRITO et al, 2011)
A Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica os fatores de risco a DCV em
dois grupos. No primeiro grupo, encontram-se os fatores gerais relacionados com idade,
sexo, escolaridade e herança genética; fatores associados ao estilo de vida, como o
sedentarismo, dieta inadequada e tabagismo e, fatores biológicos, como a hipertensão
arterial sistêmica, obesidade e hipercolesterolemia. No segundo grupo, encontram-se as
condições socioeconômicas, culturais, ambientais e de urbanização (BRITO et al, 2011)
A hipertensão arterial sistêmica consiste em pressão arterial (a força exercida por
unidade de área nas paredes das artérias) persistentemente elevada. Para ser definida como
hipertensão arterial sistêmica, a pressão arterial sistólica (PAS), a pressão arterial durante a
fase de contração do ciclo cardíaco, precisa estar em 120 mmHg ou acima disso; ou a
pressão arterial diastólica (PAD), a pressão durante a fase de relaxamento do ciclo
cardíaco, precisa ser de 80 mmHg ou superior; isso é relatado como pressão arterial de
mais de 120/80 mmHg. Se um indivíduo tem PAS de 120 mmHg e PAD de 80 mmHg, isso
é interpretado como pressão arterial de 120/80 mmμg (MAHAM e SCOTT-STUMP,
2012).

4.3 Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) - Hérnia de Hiato

A hérnia hiatal ressurgiu nos últimos anos como importante fator patogênico na
DRGE, estando associada a maior exposição ácida esofagiana e sempre presente nas
formas mais graves e complicadas da doença. O mecanismo pelo qual a hérnia hiatal se
associa à DRGE mais grave estaria relacionado a maior alteração na função esfincteriana
(aumento dos relaxamentos transitórios do esfíncter inferior do esôfago (EIE), à promoção
do refluxo ácido e, principalmente, à redução da depuração esofágica observadas sobretudo
em hérnias volumosas e não redutíveis (ABRAHÃO et al., 2006)
Um contribuinte comum para o refluxo gastroesofágico e a esofagite é a hérnia
hiatal. A presença de hérnia hiatal não é sinônimo de refluxo, mas aumenta a probabilidade
de sintomas e complicações. O esôfago atravessa o diafragma pelo hiato ou anel esofágico.
A fixação do esôfago ao anel hiatal pode estar comprometida, permitindo que uma parte do
estômago superior se mova superiormente ao diafragma. O tipo mais comum de hérnia
hiatal é a hérnia de deslizamento; a forma menos comum é a hérnia paraesofágica
(MAHAM e SCOTT-STUMP, 2012).
Quando o refluxo ácido ocorre com uma hérnia hiatal, o conteúdo gástrico
permanece acima do hiato mais tempo que o normal. A exposição prolongada ao ácido
aumenta o risco de desenvolver uma esofagite mais grave (Orlando, 2005). Uma vez que o
aumento na pressão intragástrica força o conteúdo ácido do estômago para o esôfago, os
indivíduos com hérnia hiatal podem ter dificuldades ao se deitar ou se curvar. A dor
epigástrica ocorre na região central superior do abdome depois de refeições grandes, com
alta densidade energética. A redução do peso e a diminuição do tamanho da refeição
reduzem as consequências negativas da hérnia hiatal (MAHAM; SCOTT-STUMP, 2012).

4.4 Gastrite

Gastrite e úlceras pépticas ocorrem quando anormalidades químicas, infecciosas ou


neurais perturbam a integridade da mucosa do estômago. A causa mais comum é a
infecção por Helicobacter pylori, uma bactéria gram-negativa que é pouco resistente ao
meio ácido do estômago. A infecção pelo H. pylori induz à inflamação pelas respostas
inata e imune sistêmica. (MAHAM; SCOTT-STUMP, 2012).
A infecção pelo H. pylori é responsável pela maioria dos casos de inflamação
crônica da mucosa gástrica e úlcera péptica, câncer de estômago e gastrite atrófica
(inflamação crônica com deterioração da membrana mucosa e glândulas), resultando em
acloridria e perda de fator intrínseco (Israel e Peek, 2006; Selgrad et al., 2008). A infecção
não se resolve espontaneamente; os riscos de complicações aumentam com a duração da
infecção (MAHAM; SCOTT-STUMP, 2012).
A infecção geralmente é confinada à mucosa do estômago. O tratamento da H.
pylori geralmente envolve o uso de dois ou três antibióticos e medicamentos supressores
da acidez; ele melhora a gastrite, reduz as condições que favorecem a carcinogênese e pode
melhorar a função digestória (MAHAM; SCOTT-STUMP, 2012 apud Bytzer e O’Morain,
2005; Guzzo et al., 2005.)

5. EXAMES LABORATORIAIS

Relatou não ter exames recentes

6. EXAME FÍSICO

Pele e cabelo normais;


Sem edemas;
Apetite normal;
Sem disfagia;
Ritmo intestinal: diário, fezes amolecidas;
Diurese: normal, urina de cor amarelo claro
Relatou sintomas de Pirose e Refluxo

7. AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA

Peso: 89,2kg
Altura: 1,48m
IMC: 40,7 kg/m2 – OBESIDADE III (WHO,1997)
Peso ideal: 48,1 kg
Peso de 1ª meta: 83,2 kg
Adequação de peso: 185,4% = Obesidade (Blackburn, G.L; Thornton, P.A, 1979)

8. ANAMNESE ALIMENTAR

Não relatou, tabus ou intolerâncias.


Preferências: Todos os alimentos, em especial, carnes vermelha e peixe cozido.
Relatou que ao ingerir alimentos como pão branco, farinha e frituras sente pirose.

8.1 Recordatório 24h

CAFÉ DA MANHÃ
Melão – 1 fatia
Mamão – 1 fatia pequena
Tapioca sem manteiga – 1 unidade média
Café com leite – 1 xícara de chá

ALMOÇO
Arroz branco -2 colheres de servir
Feijão – 1 colher de sopa
Ovo frito – 2 ovos
Salada (½ prato):
Alface picado
Tomate picado
Repolho picado
Maçã picada

LANCHE DA TARDE
Banana prata: 3 unidade

JANTAR
Sopa (2 conchas médias)
Macarrão
Feijão
Frango
CEIA
Bebida Láctea sabor côco- 1 pote
9. INTERAÇÃO DROGA X NUTRIENTE

MICARDIS contém a substância ativa telmisartana e a hidroclorotiazida. A


telmisartana atua impedindo a ação da angiotensina II, substância presente no organismo
que provoca aumento da pressão arterial, acarretando dessa forma a sua redução
(MICARDIS, Bula Paciente, 2016).
A hidroclorotiazida provoca aumento da diurese, reduzindo ainda mais a pressão
arterial. Medicações como: outros diuréticos, laxantes, corticosteroides, anfotericina,
penicilina G sódica, ácidos salicílicos e anti-inflamatórios podem aumentar o efeito da
perda de potássio. Pode, também, interferir sobre as necessidades de insulina nos pacientes
diabéticos e reduzir o efeito de hipoglicemiantes orais (HIDROCLOROTIAZIDA, Bula
EMS S/A)

10. DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL

Paciente encontra-se no estagio III da Obesidade. Observou-se através do


Recordatório 24h, ótimo consumo de frutas e hortaliças na dieta e baixo consumo de
alimentos ultraprocessados.

11. OBJETIVOS DIETOTERÁPICOS

Elaborou-se plano alimentar para controle de Hipertensão e para reduzir os


sintomas do Refluxo Gastroesofágico. Objetivou-se perda de peso de 6Kg no período de 3
meses.

12. PRESCRIÇÃO DIETOTERÁPICA

12.1 Características químicas

GEB: 1.604,04 kcal


GET: 2.406,06 kcal
EER: 1883,3 kcal
CARBOIDRATOS: 60% - 1129,9 kcal (282,4g)
LIPÍDIOS: 25% - 470,8 kcal (52,3g)
PROTEÍNAS: 15% - 282,4 kcal (70,6g)

12.2 Características físicas

Dieta Livre; Consistência: normal; Fracionamento: 6 refeições.


12.3 Via de Adm: Oral

13. Plano alimentar

Desjejum (06:30h)
Alimento/Medida Caseira/g

Café com leite: 1 Xícara de chá (200g)


Cuscuz de Milho: 4 colheres de sopa (72g)
Ovo Cozido: 1 unidade (45g)
Mamão: 1 Fatia (170g)
Linhaça: 1 colher de sopa (8g)

Colação – 09:30h
Alimento/Medida Caseira/g
Iogurte Natura Desnatado: 1 pote (100g)
Banana – 1 unidade média (75g)
Granola – 1 ½ Colher de Sopa (19,5g)

Almoço – 12:30h
Alimento/Medida Caseira/g

Arroz integral: 6 colheres (120g)


Feijão cozido: 1 concha
Peixe de água doce: 1 posta (200g)
Alface (à vontade)
Repolho picado:4 colheres de sopa
Tomate: 4 fatias
Azeite de Oliva: 1 colher de sopa(7,6 ml)

Lanche da tarde – 15:00


Alimento/Medida Caseira/g
Salada de Frutas Simples (4 frutas): 1 xícara de chá (250g)

Jantar- 19:00
SOPA DE LEGUMES:
Alimento/Medida Caseira/g
Batata Cozida: 1 unidade (135g)
Cenoura Cozida: 7 fatias (35g)
Brócolis Cozido: 4 colheres de sopa (52g)

CEIA- 21:00
MINGAU DE AVEIA:
Alimento/Medida Caseira/g
Leite desnatado: 1 copo de requeijão (180g)
Aveia: 3 colheres de sopa

14. RECOMENDAÇÕES DIETOTERÁPICAS E GERAIS

Os programas de emagrecimento devem combinar um regime de dieta


nutricionalmente equilibrada com exercícios e modificação no estilo de vida, com o menor
custo possível. Selecionar a estratégia de tratamento adequada depende dos objetivos e
riscos à saúde do paciente. As opções de tratamento incluem: Uma dieta com restrição de
calorias, aumento da atividade física e modificação do estilo de vida; Tratamento
farmacológico adicional; Cirurgia, acrescida de um programa de dieta, atividade física e
modificação de estilo de vida prescrito bindividualmente; Prevenção da reaquisição do
peso por meio de um equilíbrio energético(MAHAM e SCOTT-STUMP, 2012)
O curso apropriado do tratamento nutricional para o manejo da hipertensão arterial
sistêmica deve ser guiado pelos dados de uma avaliação nutricional detalhada. O histórico
do peso, atividade física de lazer e avaliação do consumo de sódio, bebidas alcoólicas,
ácidos graxos saturados e outros (p. ex., ingestão de frutas, legumes e produtos lácteos de
baixo teor de gordura) são componentes essenciais da história clínica e dietética
(MAHAM; SCOTT-STUMP, 2012).
Para cada quilo de peso perdido, espera-se uma redução de aproximadamente 1
mmHg na PAS e PAD. Os pacientes hipertensos que pesam mais de 115% do peso
corporal ideal devem ser colocados em um programa individualizado de redução de peso,
que se concentra na ingestão de uma dieta hipocalórica e no exercício físico (MAHAM;
SCOTT-STUMP, 2012).
Recomenda-se a atividade física moderada, definida como 30 a 45 minutos de
caminhada rápida na maioria dos dias da semana, como terapia adjuvante no tratamento da
hipertensão arterial sistêmica. Os indivíduos hipertensos com sobrepeso ou obesos devem
se esforçar para gastar 300 a 500 kcal em exercícios por dia ou 1.000 a 2.000 kcal/semana
para promover a perda de peso ou controlar o peso (MAHAM; SCOTT-STUMP, 2012).
Determinadas alterações na dieta e no estilo de vida podem aliviar os sintomas em
alguns pacientes com DRGE. Os principais fatores são a bebida alcoólica, a cafeína, o
tabaco e o estresse. Outros fatores dietéticos incluem gordura, chocolate, café, cebola,
pimenta, especiarias, alimentos cítricos, vinho e bebidas carbonatadas na dieta (MAHAM;
SCOTT-STUMP, 2012).
Alimentos como os carminativos (menta e hortelã) podem diminuir a pressão do
esfíncter esofágico inferior. Enquanto as bebidas alcoólicas fermentadas (como cerveja e
vinho) estimulam a secreção de ácido gástrico e devem ser limitadas, o café pode ser
ingerido em pequenas quantidades (MAHAM; SCOTT-STUMP, 2012).
Limitar ou evitar alimentos agravantes pode melhorar os sintomas em alguns
indivíduos. Não há necessidade de eliminar os alimentos se eles não afetam os sintomas
(El-Serag et al., 2005). Mostrou-se que a goma de mascar aumenta as secreções salivares,
o que ajuda a elevar o pH do esôfago, mas não há estudos comprovando sua eficácia
quando comparada a outras mudanças no estilo de vida (MAHAM; SCOTT-STUMP,
2012).
A identificação e o tratamento do mecanismo subjacente principal da DRGE são a
primeira linha de tratamento. As refeições copiosas, ricas em lipídios, retardam o
esvaziamento gástrico e prolongam a secreção de ácido; evitar essas condições antes de ir
para a cama muitas vezes é útil. As modificações de estilo de vida, incluindo as alterações
nas práticas alimentares, a perda de peso, a cessação do tabagismo e a elevação da
cabeceira da cama, podem reduzir os sintomas (MAHAM; SCOTT-STUMP, 2012).

ANEXO 1 - CÁLCULOS DA DIETA

MACRONUTRIENTES

CALORIAS

Valor a alcançar: 1883,3 kcal

Valor alcançado: 1626,19 kcal

PROTEÍNAS:

Valor a alcançar: 282,4 kcal – 15% (70,6g)

Valor alcançado: 417,6 kcal – 25% (104,42g)

LIPÍDEOS

Valor a alcançar: 470,8 kcal – 25% (52,31g)

Valor alcançado: 356,2 kcal – 21% (39,58g)

CARBOIDRATOS

Valor a alcançar: 1129,9 kcal – 60% (282,4g)

Valor alcançado: 925,52 kcal – 54% (231,38)

MICRONUTRIENTES (DRIs)

Cálcio

Valor Referencia – Valor Alcançado

1000mg – 1201,59mg

Colesterol

Valor Referencia – Valor Alcançado


361,71 mg

Ferro

Valor Referencia – Valor Alcançado

18mg – 16,74mg

Fibra alimentar

Valor Referencia – Valor Alcançado

25g- 43,34g

Sódio

Valor Referencia – Valor Alcançado

2300mg – 1328,5 mg

Potássio

Valor Referencia – Valor Alcançado

4700mg – 6450,67mg

Vitamina A

Valor Referencia – Valor Alcançado

700mcg – 5744,85mcg

Vitamina D

Valor Referencia – Valor Alcançado

5mcg – 12,61 mcg


REFERÊNCIAS

BULA DO MICARDIS, Boehringer Ingelheim do Brasil Quím. e Farm. Ltda. Disponível


em: <www.anvisa.gov.br>

BULA DO HIDROCLOROTIAZIDA, EMS S/A. Disponível em: <www.anvisa.gov.br>

BRITO, E.S.; PANTAROTTO, R.F.R.; COSTA, L.R.L.G. A hipertensão Arterial


Sistêmica como fator de risco ao acidente vascular encefálico (AVE) / J Health Sci Inst.
2011;29(4):265-8

MAHAM, L.K.; ESCOTT-STUMP, S. Krause: Alimentos, nutrição e dietoterapia. 13ª


edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.1222p

MATAVELLI, I.S; JUDICE, E.L.D.; MATAVELLI, R.; HUNGER, M.S.; MARTELLI, A.


Hipertensão arterial sistêmica e a prática regular de exercícios físicos como forma de
controle: Revisão de Literatura / R bras ci Saúde 18(4):359-366, 2014

ROSÁRIO, T.N.; SCALA, L.C.N; FRANÇA, FRANÇA, G.V.A.; PEREIRA, M.R.G.;


JARDIM, P.C.B.V. Prevalência, controle e tratamento da hipertensão arterial sistêmica em
Nobres – MT/ Arq Bras Cardiol 2009; 93(6) : 672-678
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DESPORTO

CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO

ESTÁGIO EM SAÚDE PÚBLICA

ELIONARDO BARROSO

ESTUDO DE CASO

RIO BRANCO
2018