Você está na página 1de 11

UNIVERSIDADE DA REGIÃO DA CAMPANHA

CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADA


CURSO DE DIREITO

Ezequiel Mariano Teixeira da Costa

Fenomenologia Normativa dos Conflitos Paradigmáticos:


An Analysis of law and economics.

São Gabriel/ RS
2018
EZEQUIEL MARIANO TEIXEIRA DA COSTA

Fenomenologia Normativa dos Conflitos Paradigmáticos:


An Analysis of law and economics.

Projeto de Pesquisa
Universidade da Região da Campanha
Campus Universitário de São Gabriel
Centro de Ciências Sociais Aplicadas
Curso de Direito

Orientador: Profº. Ph.D. Miguel Angelo Splendore Maciel

São Gabriel/ RS
2018
3

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA...................................................................... 04

2 PROBLEMA DA PESQUISA................................................................................ 05

3 OBJETIVOS.......................................................................................................... 06
3.1 GERAL............................................................................................................... 06
3.2 ESPECÍFICOS................................................................................................... 06

4 HIPÓTESES.......................................................................................................... 06

5 REFERENCIAL TEÓRICO.................................................................................... 07

6 METODOLOGIA................................................................................................... 08

7 CRONOGRAMA.................................................................................................... 09

8 REFERÊNCIAS..................................................................................................... 09
4

1 INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA

Nas celeumas emblemáticas que através dos fatos a história é construída, no


alicerce onde o palco da razão traz consciente, embora fruto arrojado das
interpretações humanas e ações humanas, ou seja, passível de erros. Ali, avista-se
o lamaçal, assim como o antagônico [sem guerra], nas evoluções do pensamento,
nas evoluções dos fatos, implicações de condenações Dreyfusianas (Touchard,
1959, pág. 25) até a prisão de políticos e autoridades de uma Nação, de uma ordem
e progresso de exclusão genética (Kabengele, 1986) à uma concepção estarrecida
em ávidos cantos de um país, das brigas de poder pelo império às fases
democráticas de uma constituição, de concepções éticas de liberdade aristotélicas
extremas Rothbardianas ao kantianismo miseniano (Serra, 2016). A história em meio
a tantos fatos, constitui-se atemporal e temporal a partir das ações. Nesse sentido,
a análise histórica traz implicações que fogem ao simples senso do espaço–tempo,
formula-se sempre em seu âmago o sentido transcendente, e nessa transcendência
que muitos chamam de progresso, as dores, as felicidades, as esperanças
(sentimentos tão comuns ao povo) estruturam o objetivo dos seres, quais sejam, a
alguns cabe o poder, a outros a liberdade e para alguns a servidão, tudo por meio de
regramentos morais ou de valores negativos que guiam as ações.
Ante a transformações sempre constantes, em que pese a sociedade e suas
variações na insegurança da história, os dias passam-se na correria de sistemas
que modelam ações, criam utópias, ópios aos povos, criam sonhos Gramsciamnos
(O. Carvalho, 2014) à fatos Thibonianos (Fumaneri, 2011), criam “paraísos” como
marxismo ou “opressões” como o capitalismo. Em tudo isso, o pensar proliferado
pela sociedade (povo) é o que determina sua própria função? Ou seria, a minoria
detentora do poder que determina a função do restante? Diria já [provavelmente
entre 1546 e 1555], Étienne de La Boétie (2017, pág. 36) ao lembrar a lenda
de Metríades ao ser derrotado por Pompeu e traído por seu filho Fárnaces, que o
homem « foi se acostumando aos poucos ao veneno » aprendendo a digerir « sem
achar amargo o veneno da servidão». Nessa visão, acrescenta o autor que « o
homem é naturalmente livre e quer sê-lo, mas sua natureza é tal que se amolda
facilmente à educação que recebe» dessa forma «a primeira razão da servidão
voluntária é o hábito». Com fulcro nisto, para análise de um ordenamento jurídico,
5

cultura, moral social ou de um senso comum (Kant, 2007), é necessário olhar para a
posição que os seres que compõem uma determinada sociedade, ocupam e como
se integram nela.
Cabe a ressalva, sabiamente posta por René David (1993, pág. 6) que « o
que é editado, escrito, julgado em outro país, com a mesma estrutura e a mesma
tradição do nosso, não é indiferente ao modo como o direito do nosso próprio país,
será explicado, interpretado e por vezes renovado, mesmo sem qualquer
intervenção do legislador», portanto, ao analisar o (s) sistema (s) que compõem o
pensar da terra brasilis, deve ser relevado as influências externas que fizeram-se
presente - sem ousar da errônea interpretação de ver uma teoria a partir da própria
teoria - analisando um sistema semântico de um meta ponto semântico de análise,
diria Tarski (1960) «um sistema semântico não dispõem de todos os meios
necessários para explicar a si mesmo», desta forma, para que se possa ver a
realidade dos fatos sociais e assim ter uma coerente concepção da necessidade da
criação de normas, pois é necessário as condições sociológicas das probabilidades
de verdade para que se possa chegar a verdade que gera o problema e
questionamento.
Portanto, este trabalho tem por escopo a busca da caracterização das
pulsões que levam a criação de novos paradigmas normativos e identificar se essas
normas derivam de um processo de impulsão ou inverso, levando em consideração
uma análise econômica do Direito [Fato-Valor-Norma (Reale, Teoria Trimendicional
do Direito 1994) versus Fato-Norma [valor] – Eficiência (Caminha, 2016)]. Ademais,
questionar se o processo de formação da norma é totalmente influenciado pelas
estruturas morais que a sociedade dita, pelo e através do direito; ou se a escassez
chegou a tal nível que as rédeas normativas foram abdicadas pelo paradigma
econômico; além, se há um processo de transição. Nisso tudo, nas entrelinhas,
conversar com as características de conceitos como liberdade, poder e servidão.

2. PROBLEMA DA PESQUISA

Quais as pulsões que levam a criação de novos paradigmas normativos que a


sociedade, na maioria dos casos, não é o sujeito inicial, meio ou final?
6

3. OBJETIVOS
3.1 GERAL

Conhecer quais os fenômenos que circundam a criação de normas e a quem


se dirigem as mesmas.

3.2 ESPECÍFICOS

- Como se comporta o homem perante a norma jurídica, ou como deveria se


comportar;
- como a norma jurídica deveria ser posta ou aplicada para que as pessoas
tivessem determinados comportamentos, e assim, influenciar quem legisla;
- questionar se o processo de formação da norma é totalmente influenciado
pelas estruturas morais que a sociedade dita, pelo e através do direito;
- ou se a escassez chegou a tal nível que as rédeas normativas foram
abdicadas pelo paradigma econômico.
- Implicitamente analisar os conceitos de liberdade, poder e servidão.

4. HIPÓTESES

4.1 Como traz Francis Fukuyama "cada geração pode redefinir a linha que
separa a política da sociedade civil do mercado" [...] "Funções que anteriormente
eram definidas das cosmopolíticas foram desenvolvidas a sociedade civil ou ao
mercado, por meio de privatizações ou desregulamentações" (2000, p.240). A partir
disso, analisando de um meta-ponto, toma-se a construção do paradigma
transcendente do Direito como [autorregulamentador/regulamentador], desde dos
fundamentos da Escola de Chicago e seus descendentes, ante ao paradigma do
problema da autorregulamentação do mercado (perspectiva anticíclica p/ Keynes).
Porquanto, as hipóteses da questão seriam, se os paradigmas geram regras, e a
pesquisa mesmo na ausência de regras pode ser dirigida na busca de paradigmas
(Kuhn, p. 60-66), assim, portanto, o problema estaria na análise da ação humana,
porquanto é de onde devem os fenômenos que geram as normas.
7

4.2 Partindo do pressuposto válido da aplicação da teoria de Parsons a usar


Hobbes e Darkheim para trazer a ideia de normatividade e condicionalidade,
enfatizando, a "igualdade de esperança" dos indivíduos na busca de atender os
vários fins desejados. O problema proposto para combater o utilitarismo, é o
problema do meio, o idealismo a falta de condicionalidade e o positivismo a
normatividade (Coimbra, pág. 193,194,195). Assim, portanto, ante as muitas “novas”
normas desnecessárias, o argumento trazido por Francis Fukuyama sobre Adam
Smith, em analogia ao homem rico, nota-se que a regulamentação não é feita como
no discurso através de um voluntarismo social parsianista, mas sim, ressalta os bens
posicionais (Robert Frank), pois sente que notoriamente atraem a atenção do mundo
(2000, pág. 238). Deste modo, possível seria pensar que a norma vinda do direito
contemporâneo é fruto que provem da vontade social (da igualdade de esperança
dos indivíduos), ou é fruto antidemocrático, buscando um querer de status (idem.,
pág. 237), deste último, resultando em distorção do querer do povo.

4.3 Considerando o questionamento da discussão macro da Hip. 4.1, e da


especificidade causada pela subjetividade das Ciências Sociais, nesse sentido,
Aplicada (no Micro (Hip. 4.2)). É transparente a importância de considerar a
construção de uma breve fenomenologia normativa do processo de interação dos
agentes. Dos órgãos reguladores ante aos seus direcionados, como objetos fins de
análise que são e sua interação, para o melhor discernimento de quais paradigmas
estariam conflitantes no âmago do objetivo fim da ação de normatizar, nesse sentido
aqui delimita-se como: buscar o bem social e a afirmação de direitos.

4.4 Ressalta-se como hipótese, por fim, buscar visualizar o direito como um
sistema de incentivos e que pressupõem como objetivos a criação de ambientes
seguros, que busca reduzir os custos de transição e preservar as avenças,
desvinculando da perspectiva única de pleito a justiça e de regular o comportamento
o humano, e trazer a eficiência como possibilidade possível das interações humanas
e de regulamentação.

5 REFERENCIAL TEÓRICO
8

Entendendo, desde já, as grandes vertesses que circundam o presente


trabalho, visto que, o projeto é matriz do que virá a ser o resultado final da pesquisa,
restrinja-se a demonstrar (não em suas particularidades, as quais ultrapassariam o
aim deste trabalho), o percurso histórico da Analysis of Law and Economic,
principalmente a partir da Escola de Chicago (Strathern, 2003) e como essa se
posiciona frente ao Keysianismo (F. C. Carvalho, 2008), assim como se relaciona
com a Escola Austríaca, e a influência de todas essas concepções teóricas/práticas
na formação jurídica nacional e na interpretação/criação da norma.
Afora isso, destacar as diferentes abordagens da Economia (observando) e
do direito (normatizando). Para tanto, verificar a aplicabilidade da consagrada Teoria
da Trimendicionalidade do direito segundo o festejadíssimo professor Miguel Reale
(Teoria Trimendicional do Direito, 1994), frente aos parâmetros de eficiência de
Koldor-Hicks, Ótimo de Pareto e Equilíbrio de Nash (Caminha, 2016) [neste,
ressaltando Naumann e Morgensteern no Teorema de Minimax (Strathern, 2003,
pág. 182-202)].
De mais a mais, importante ressaltar a análise de autores como John M.
Keynes, Michal Kalecki, Joseph Schumpeter, Friedrich Hayek, Murray Rothbard,
Ronald Dworkin, Richard Postner, Arnaldo Godoy, Bruno Salama, Ludwig von Mises,
Milton Friedman, Decio Zybersztajn, Rachel Sztajn, Armando C. Pinheiro, Jairo
Saddi, Marcelo Mazzilli, Paul Strathern, Nilson Holanda, entre outros; para melhor
compreensão do âmbito histórico nacional/internacional a qual o fenômeno
econômico se demonstra e como influência o paradigma do Direito no Brasil, além,
não menos importante, busca-se clarear como esse fenômeno interfere no processo
de criação de normas e a quem é dirigida essa norma criada.

6 METODOLOGIA

O presente estudo utilizou-se do método hipotético-dedutivo, o qual trabalha


com a busca de propostas que visam a apresentar o panorama atual e trazer
possíveis soluções para o problema.
O projeto realizará o procedimento bibliográfico e de levantamento, o qual se
baseia em materiais já elaborados por economistas e juristas ou encontrados em
artigos científicos, conhecidos também como obras secundárias.
9

A pesquisa utilizar-se-á de forma exploratória e explicativa. Este método é o


mais complexo e delicado, porque explica o porquê, especifica os fatores que
levaram a essa pesquisa e quanto à forma exploratória, procura familiarizar o leitor
com a problemática.
A pesquisa possui como objetivo primário fazer uma análise econômica do
direito, de uma forma geral irá direcionar a problemática para a questão específica
dos fenômenos que circundam a criação da norma.

8 CRONOGRAMA

2018/2019
ATIVIDADES

AGO SET OUT NOV DEZ MAR ABR MAI JUN JUL
2018 2018 2018 2018 2018 2019 2019 2019 2019 2019

Elaboração do projeto X X X
de Pesquisa

Revisão da literatura X X X X X X X X

Qualificação do projeto X
de pesquisa

Redação final do TCC X X X X X

Defesa do TCC X

9 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Amorin, Sertório de, e Silva Neto. “O que é paradigma?” Revista de Ciências


Humanas, Outubro de 2011: 345-354.

Backhouse, Roger. A História da Economia Mundial [The Penguin History of


Economics]. Tradução: Celso Mauro Paciornik. São Paulo: Estação Liberdade, 2007
[1951].

Bartelmebs, Roberta Chiesa. “Resenhando as Estruturas das Revoluções Ciêntificas


de Thomas Kunh.” Revista Ensaio Vol. 14 (Setembro-Deembro 2012).

Caminha, Uinie. Introdução a Law & Economics e Teoria dos Jogos. Fortaleza,
Ceará, 11 de Março de 2016.
10

Carvalho, Fernando J. Cardim de. “Keynes e o Brasil.” Economia e Sociedade,


Dezembro de 2008, Número Especia ed.: 569-574.

Carvalho, Olavo de. A Novo Era e a Revolução Cultural: Frijot Capra & Antonio
Gramsci. 4ª . Campinas, São Paulo: VIDE EDITORIAL, 2014.

Correia, João Carlos. “Fenomenologia e Teoria dos Sistemas: Refleções sobre um


encontro importável.” Revista Filosófica de Coimbra, 2003: 181-213.

David, René. Os Grandes Sistemas do Dirito Contemporâneo [Les Grands Systèmes


du droit contemporains]. 2ª. Tradução: Hermínio A. Carvalho. São Paulo: Mantin
Fontes, 1993.

De Carvalho, Victor M. Barros, Anderson S. S. Lanzillo, e Patrícia Borba Vilar


Guimarães. “Economia Criativa: Conceito e Relação com o Direito.” RJLB, 2015:
1493-1510.

Fukuyama, Francis. A Grande Ruptura: A Natureza Humana e a reconstituição da


Ordem Social. Tradução: Nivaldo Montingeli Jr. Rio Janeiro: ROCCO, 2000.

Fumaneri, Emiliano. “Gustave Thibon, Testemunha de Esperança.” Quem é Gustave


Thibon? - Uma biografia. Tradução: Pale Ideas. 20 de Agosto de 2011.

Furasté, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Ciêntifico: Elaboração e


Formação. Explicação das Normas da ABNT. 14ª. Porto Alegre: Gráfica e Editora
Brasul Ltda, 2006.

Gregory Mankiw, N. . Introdução à Economia [Principles of Economics]. Tradução da


5ª Edição Norte-Americana. Tradução: Allan Vidigal Hastings e Elisete Paes e Lima.
São Paulo: CENGAGE Learning, 2011.

Holanda, Nilson . Intridução à Economia: Da teoria à prática e da visão micro à


macroperspectiva. 8ª rev. e ampl. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 20002.

Huntington, Samuel P. O Choque de Civiliação e a Recomposição da Ordem


Mundial. Tradução: M.H.C. Côrtes. Rio de Janeiro: Objetiva, 1997.

Kabengele, Munanga. NEGRITUDE: Usos e sentidos. São Paulo: Editora Ática,


1986.

Kant, Immanuel. Fundamentação da Metafísica dos Costumes [Grundlegung ur


Metaphysic der Sitten]. Tradução: Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70, 2007.

Kuhn, Thomas S. A Estrutura das Revoluções Científicas [Structure of Scientific


Revolutions]. São Paulo: Perspectiva, 1997.
11

La Boétie, Étienne de. Discours de la servitude volontaire [Discurso da Serividão


Voluntária]. 1ª. Tradução: Casemiro Linarth. São Paulo, São Paulo: Martin Claret,
2017.

Mazzilli, Marcello. Estado? Não, Obrigado! O manual Libertário, ou o ABC do


antiestatismo. Tradução: Roberto Chiocca Fiori. São Paulo: Instituto Von Mises
Brasil, 2010.

Morin, Edgar. O Método 4. As Idéia: Habitat, vida, costumes, organização [ La


Méthode 4. Les idée - leur habitat, leur vie, leurs moeurs, leur organisation]. Edição:
Luis Gomes. Tradução: Juremir Machado Da Silva. Porto Alegre: Editora Sulina,
1998.

Puhl Maciel, Everton Miguel. A Teoria da Justiça Utilitarista de John Stuart Mill.
Pelotas: Série Disseratatio-Studia, 2016.

Reale, Miguel. O Estado Democrático de Direito e o Conflito das Ideologias. 2ª ed.


rev. São Paulo: Saraiva, 1999.

—. Teoria Trimendicional do Direito. 5ª. São Paulo: Saraiva, 1994.

Rothbard, Murray N. MISES DAILY ARTICLES. 07 de Abril de 2012.


https://mises.org/library/praxeology-methodology-austrian-economics.

Serra, Miguel. Rothbard para Padawans. Fortaleza, Ceará, 10 de Julho de 2016.

Sima, Josef. “PRAXEOLOGY AS LAW & ECONOMICS.” Journal of Libertarian


Studies 18, nº II (Spring 2004): 73-89.

Smith, Adam. The Theory of Moral Sentiments [English Version]. São Paulo:
MetaLibri, 2006.

Soto, Hernando de. O mistério do Capital: Por que o capitalismo dá certo nos países
desenvolvidos e fracasa no resto do mundo [ The mystery of Capital]. Tradução:
Zilda Maldonado. Rio de Janeiro: Editora Record, 2001.

Strathern, Paul. Uma Breve História da Economia [Dr. Strangelove's Game ( A brief
history economic genius)]. Digital: agosto 2012. Tradução: Maria Luiza X. de A.
Borges. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 2003.

Tarski, Alfred. Introduction to Logic and to the Methodology of Deductive Sciences


[Introduction à la logique]. Paris: Gauthers-Villars, 1960.

Touchard, Jean. Histórias das Ideias Políticas do Liberalismo aos nossos dias
[Histoire des Idées Politiques]. Tradução: Mário Braga. Vol. Vol. IV. Fórum da
História - PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA, Original 1959.