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SISTEMA DE CABEAMENTO ESTRUTURADO

Um sistema de cabeamento estruturado é composto de 6 elementos funcionais, cada um


com especificações próprias a saber:

a) Entrance Facility – Sala de Entrada de Telecomunicações : as instalações de


entrada no edifício fornecem o ponto no qual é feita a interface entre o
cabeamento externo( provedores de serviço e interligação de campus) e a infra-
estruturade telecomunicações interna ao edifício;

b) Equipment Room - Sala de Equipamento : possui os equipamentos de


telecomunicações com maior complexidade que as salas de
telecomunicações(core switch ,roteadores ,bancos de modem, multiplexadores,
centrais telefônicas, central de CFTV,etc. etc.);

c) Telecommunication Room – Salas de Telecomunicações : tem como


função receber o cabeamento horizontal, abrigar o cross-connect, fazer a
interconexão com o backbone e também alojar os equipamentos ativos
básicosl ;

d) Work Area - Área de Trabalho: compreende a área destinada ao trabalho


do usuário e também ; computadores, terminais de dados, telefones, cabos de
adaptação de PC ,tomada de telecomunicações

e) Horizontal Cabling - Cabeamento Secundário: é o cabeamento que se


estende dos armários de telecomunicações até a saída de telecomunicações
da área de trabalho, compreendendo : cabeamento horizontal, saída de
telecomunicações, terminações de cabos e conexões cruzada;

f) Backbone Cabling – Cabeamento Primário : este cabeamento proporciona a


interligação entre os armários de telecomunicações, salas de equipamentos e
instalações de entrada, compreendendo também :ligação vertical entre pisos, cabos
entre sala de equipamentos e entrada do edifício e cabos entre prédios;

CABEAMENTO HORIZONTAL

5.1-Definições

É constituído pelos cabos e seus caminhos desde a saída de telecomunicações,


localizada na área de trabalho , inclusive, até o cross-connect horizontal (distribuidor
secundário)no armário de telecomunicações, considerando os cabos de interligação (
jumper) e os pontos de consolidação ou de transição. Pela Norma Brasileira o
cabeamento horizontal é chamado de Cabeamento Secundário.
5.2-Meios físicos reconhecidos

Os meios físicos reconhecidos para o cabeamento horizontal são :

a) Cabo UTP de 4 pares, 100W ou ScTP ,definidos pela ANSI\TIA\EIA568- B.2;

– cabo UTP de 4 pares

b) Cabo de fibra óptica de 2 ou mais fibras, multimodo de 62,5/125mm ou 50/125mm,


definida de acordo com a ANSI\TIA\EIA568-B.3;

Cabo de fibra óptica

O cabo STP de dois pares e 150, é reconhecido, mas não deve ser utilizado em obras
novas.

5.3-Distâncias e topologia

A topologia utilizada no cabeamento horizontal é a estrela, cujo centro é o cross-connect


horizontal (HC), localizado na sala de telecomunicações e as pontas formadas pelas
tomadas de telecomunicações da área de trabalho. Não são permitidas emendas e nem
extensões, no mesmo cabo.
Todos estes meios devem cobrir a distância máxima de 90m entre a tomada de
comunicações e o cross-connec horizontal. Para os cabos de interligação da tomada de
telecomunicações aos equipamentos da área de trabalho têm-se 5m e dentro das salas de
telecomunicações 5m. As distâncias estão resumidas no quadro abaixo:

Resumo das distâncias do cabeamento horizontal

Quando o meio físico do cabeamento horizontal for a fibra óptica , tem-se a opção de
utilizar uma topologia chamada de cabeamento centralizado.

Nela os cabos vão diretamente da tomada de telecomunicações para a sala de


equipamentos, na qual haverá um cross-connect único para a fibra, mas a distância para
isto ficará limitada a 300m. Este comprimento inclui os cordões ópticos e o cabeamento
horizontal
Escolha do tipo de tomada e cabos

Para cada área de trabalho deve-se ter, no mínimo, duas tomadas de telecomunicações,
que poderão ser colocadas no mesmo espelho ou não. Sistemas mais avançados
trabalham com 4 a 5 tomadas sendo normalmente 4 para cabos metálicos e 1
para fibras ópticas.

Como deverão ser pelo menos duas das tomadas a serem utilizadas :

a) Uma tomada deverá utilizar cabeamento metálico de 4 pares e 100 ohms , com
classificação na categoria 3 ( banda passante de 16 MHz) ou superior (categorias 5e,6)
de acordo com a ANSI/TIA/EIA-568-B.2;

Conectores modulares de 8 vias

b) A outra tomada poderá utilizar cabeamento metálico ou fibra óptica, escolhidos entre:

b.1. cabo de 4 pares de 100 ohms categoria 5e ou 6( UTP ou ScTP ) de


acordo com a ANSI/TIA/EIA-568-B.2

b.2. cabo de fibra com pelo menos 2 fibras multimodo 62,5/125 m ou


50/125 m de acordo com a ANSI/TIA/EIA-568-B.3

Adaptador SC duplex para fibra óptica (E) e conector SC (D)

5.5.Cross-connect horizontal
O cross-connect horizontal é o ponto onde ocorre a interconexão ou a conexão cruzada,
que permite a distribuição dos sinais de telecomunicações ( voz,dados,imagem,
automação, etc.) nas tomadas da área de trabalho. Os dispositivos de conexão são
utilizados para terminar os cabos reconhecidos (UTP, fibra óptica) que vem da área de
trabalho, em conectores reconhecidos ( Conector modular de 8 vias, IDC, SC, etc.).
Entre os dispositivos pode-se destacar:

a) Patch panel

Patch panel de 48 portas

b) locos IDC

1 2

No item 1 da figura vê-se os blocos de conexão, no 2 a base do bloco 110 onde serão
conectados os cabos e no 3, os blocos de conexão já conectorizados sobre os cabos.
C) Distribuidor Interno Óptico

Vista de um DIO de parede(E) e DIO para rack padrão 19”.

Existem dois esquemas de conexão reconhecidos

a) Conexões cruzadas ( Cross-connections ) : os cabos vindos das tomadas de


telecomunicações e dos equipamentos ativos, são ligados a dispositivos de conexão
diferentes, sendo necessário a utilização de cordões de manobra para fazer a sua
interligação. Isto pode ser motivado pelo uso de espelhamento do ativos ou para
integrar equipamentos que não possuem portas baseadas em conectores
reconhecidos pelas normas.

Exemplos de conexão cruzada entre equipamento e cabeamento horizontal

b) Interconexões (Interconnection) : onde os cabos vindos das tomadas de


telecomunicações são ligados a dispositivos de conexão e os equipamentos
ativos podem ser ligados diretamente a estes, via cordões de manobra.
Exemplos de interconexão

Caminhos e espaços para o cabeamento horizontal

Neste item há os tipos mais usados de caminhos e espaços que envolvem a


distribuição do cabeamento horizontal entre as Áreas de Trabalho e o Armário de
Telecomunicações. Os principais são :

1) Canaletas metálicas ou de PVC


2) Eletrodutos
3) Eletrocalhas
4) Leito de cabos
5) Malha de piso
6) Piso Elevado ou Piso Falso
7) Distribuições pelo teto

Canaletas

São utilizadas para distribuir os pontos de telecomunicações nas áreas de


trabalho , normalmente fixados sobre as paredes. Sua capacidade é apresentada
por tabelas fornecidas pelo fabricante, que são calculadas com a taxa de
ocupação de 40% ou, quando a ocupação já for definitiva, a 60%. Fazem parte
do sistema de distribuição as curvas e adaptadores para tomadas de
telecomunicações específicos.Podem ser metálicas (alumínio ou ferro) ou não-
metálicas (normalmente PVC): No caso de canaletas metálicas deve-se ligar uma
de suas extremidades ao sistema de aterramento de telecomunicações do prédio.
Quando circuitos elétricos e de telecomunicações seguirem pela mesma canaleta,
esta deverá possuir compartimentos separados para os dois serviços.
Exemplos de canaletas não-metálicas.

Exemplos de canaletas metálicas e seus acessórios.

Eletrodutos

Tem o formato cilíndrico, sendo rígidos ou flexíveis, de aço carbono ou PVC.


Normalmente são vendidos em barras de 3m de comprimento com ou sem rosca
e utilizam diversos acessórios para fazer as mudanças de direções. Os
eletrodutos de aço carbono podem ser pintados ou galvanizados. São
normalmente utilizados para eletricidade e instalações telefônicas, podendo ser
instalados aparentes ou embutidos.
A B
Eletroduto rígido terminado em conduletes com tomadas elétricas e de dados (a) e flexível (b)

Recomendações

Quando projeta-se a utilização de eletrodutos deve-se considerar a ocupação de


3 cabos para cada área de trabalho, mesmo que haja somente 2 tomadas. Se
houver 4 ou mais tomadas deve-se considerar então, a ocupação de 4 ou mais
cabos.

A taxa de ocupação dos eletrodutos deverá ser no máximo de 40%.

Para garantir a taxa de ocupação nos eletrodutos, atende-se no máximo 3


caixas
de tomadas ( 100x100 mm ou 100x50 mm).

No caso dos eletrodutos deve-se considerar o raio de curvatura mínimo, para
diâmetros até 50 mm de 6 vezes e superior de 10 vezes o diâmetro interno do
eletroduto.

Quando forem passadas fibras ópticas pelos eletrodutos deve-se considerar o


raio de curvatura mínimo de 10 vezes o diâmetro interno do eletroduto.

Caso haja mais de duas curvas de 90º deve-se colocar uma caixa de passagem
entre elas.

Se a distância do lance for superior a 30m deve-se colocar uma caixa de
passagem para facilitar o puxamento.

Não devem ser utilizados conduletes de tipo LB , pois não garantem o raio de
curvatura mínimo do cabo.

Os eletrodutos metálicos devem ser aterrados em uma ou nas duas


extremidades.

Só utilizar eletrodutos flexíveis quando este for a única solução e com o
diâmetro nominal um valor acima do escolhido para o rígido e não deve superar
6 m de comprimento.
No caso de escritórios pequenos pode-se utilizar uma distribuição com
eletrodutos embutidos no piso.

Eletrocalhas

São utilizadas normalmente como alimentadores para levar o cabeamento do


armário de telecomunicações para as salas e então utilizar canaletas ou
eletrodutos para distribuição nas áreas de trabalho. Podem ser ventiladas ou não.
Quando utilizar a mesma eletrocalha para distribuir sinais de comunicação e
eletricidade, deve-se colocar uma separação metálica aterrada entre eles.
Devem ser utilizadas curvas especificas, pré-fabricadas, na dimensão da
eletrocalha escolhida, que respeite os raios de curvatura máximos dos cabos
dentro dasmesmas, evitando a exposição a cantos vivos:
· UTP 4 pares -4 vezes o diâmetro do cabo
· Fibra optica -10 vezes o diâmetro do cabo

Exemplo de eletrocalhas e acessórios para curvas.


Exemplos de instalações com eletrocalhas, mostrando uma alimentação e as derivações para
os escritórios

Exemplos de instalações com eletrocalhas

Leito de cabos

Os leitos de cabos são aplicados principalmente nas salas de telecomunicações


ou salas de equipamentos para receber e rotear as grandes quantidades de cabos que
chegam nestes espaços. Eles permitem um acesso e gerenciamento bastante facilitado,
porém não devem ficar em locais abertos por não proteger contra o acesso indesejado.
Os cabos de fibra ópticas devem ser conduzidos separadamente, quando houver
compartilhamento do leito com outros tipos de cabos. Para garantir esta separação odese
utilizar dutos corrugados exclusivos.
Exemplos de instalações com leitos de cabos
Os cabos devem ser fixados a estrutura preferencialmente com velcros e sempre
com atenção para evitar curvaturas de cabos além dos limites permitidos. Caso sejam
utilizadas abraçadeiras plásticas na fixação dos cabos devem ser apertadas sem
marcálos.

Exemplos de acessórios envolvidos na montagem do leito de cabos


Malha de Piso

um sistema de distribuição com dutos alimentadores e distribuidores, que são


dispostos sobre a laje ficando embutidos no contra- piso. No seu dimensionamento,
pela ANSI\TIA\EIA 569-A, deve ser considerado para cada 10 m2 uma seção transversal
de duto com 650 mm2. No Brasil, os fabricantes destes sistemas utilizam uma taxa de
ocupação de 30% dos dutos.

Deve ser observado espaço no suporte de equipamento para o conector sem


ocupar a seção da calha.

Exemplos de sistemas de malha de piso


Dutos para sistema se malha

A principal vantagem deste sistema está na flexibilidade para atender a áreas de


trabalho, especialmente em grandes salões onde as distâncias entre as paredes dificultam
o atendimento com distribuições de perímetro.
A principal desvantagem está ligada ao custo e ao fato de ser instalada durante a
construção antes do contrapiso.

Exemplos de tomadas utilizadas em sistema de malha de piso

Piso Elevado
É constituído por placas, que são sobrepostas a uma malha de sustentação
metálica fornecendo um espaço por onde serão passados os cabos. Ele é
tradicionalmente encontrado em CPDs e salas onde há grande quantidade de
equipamentos de telecomunicações. Alguns escritórios com necessidade de muitos
recursos de telecomunicações também o utilizam.
Exemplos de instalações com piso elevado

Este sistema é constituído por uma estrutura metálica que suporta os painéis
removíveis. Esta estrutura utiliza pedestais metálicos reguláveis, que variam de 15 cm
a 30 cm de altura e hastes metálicas que são fixadas nos pedestais formando um
reticulado aonde são encaixados as placas.

Ao escolher um sistema de piso elevado deve-se analisar :


a) Cargas dinâmicas , estáticas e de impacto
b) Dissipação de eletricidade estática
c) Proteção contra incêndio
d) Aterramento
e) Administração dos cabos
Neste último, convém destacar, que embaixo do piso todos os cabos devem ser
encaminhados via eletrocalhas, eletrodutos ou outro sistema específico.

Distribuição pelo teto

É constituído normalmente por uma malha de eletrocalhas , que através de


elementos específicos realiza baixadas através de postes ou eletrodutos, os quais descem
do teto até às áreas de trabalho. Todo o cabeamento deve ser protegido e acondicionado.
Os postes são divididos para acondicionar a parte de eletricidade e comunicações
possuindo diversos tipos de acabamento para harmonizar com o ambiente.
Exemplos de instalações com postes de distribuição pelo teto
Vista em detalhe de postes

Para fazer a distribuição pode-se utilizar eletrocalhas ou sistemas de suspensão


de cabos tipo ganchos , que devem ser colocados com uma distância máxima de
1,5 m.

Exemplos de sistema de distribuição com ganchos ( J-Hook)


Interferências eletromagnéticas

As interferências eletromagnéticas são um dos problemas que poderão ocorrer


no cabeamento metálico. Deve-se evitar que os cabos passem perto de fontes de
interferência como :
· motores elétricos
· reatores de lâmpadas fluorescentes,
· máquinas fotocopiadoras
· máquinas de solda
· cabos de energia( alimentadores).
· cabos elétricos e de dados, quando necessário, devem cruzar-se a 90°

Sempre devem ser observadas as normas locais de segurança quanto a instalação


de sistemas elétricos e de comunicação de dados.
A norma EIA/TIA569 de 1991, utilizava uma tabela para distanciar estes dois
sistemas( tabela 14 ), baseada na interferência que poderia ocorrer, perturbando
a
performance do cabeamento.
Após a edição da norma EIA/TIA569-A em 1997, ficou estabelecido que não há
necessidade de uma distância entre cabos de telecomunicações e cabos de
energia, cujas
correntes não ultrapassem o limite de 20 A em 120/240V. Porém exige-se uma
separação mecânica entre eles, para fins de segurança física (curto circuito,
sobrecargas,
choques, etc...).
Tabela 14 - Separação entre cabos de comunicação e energia de até 480v (ANSI\
TIA\
EIA 569 – 1990 )

Tabela - Separação entre cabos de comunicação e energia de até 480v (ANSI\ TIA\
EIA 569 – 1990 )
ÁREA DE TRABALHO

A área de trabalho é o espaço dedicado aos funcionários para que realizem suas
atividades diárias. Em termos gerais, tem-se 10 m2 como uma dimensão capaz
de
acomodar uma pessoa com o computador, telefone, mesa e cadeira dentro de um
escritório comercial.
Nela encontra-se a tomada de telecomunicações, que deverá possuir no mínimo
duas saídas de telecomunicações, podendo estar localizadas no mesmo espelho
ou não.
Estas são constituídas por conectores tanto para par trançado como para fibra
óptica.
Sendo que uma deverá ser pelo menos de categoria 3 (com UTP de 4 pares) e a
outra de
UTP categoria 5e/6 ou fibra óptica multimodo dupla, índice gradual
62,5/125mm ou
50/125mm com conectores SC. Atualmente coloca-se todos os conectores para
UTP de
categoria 5e ou superior.
Para garantir as futuras ampliações é recomendado utilizar 3 a 4 saídas de
telecomunicações por área de trabalho.

Exemplo de tomadas de telecomunicações

Se na determinação dos pontos na área de trabalho considerar-se áreas


menores como 6 m2 ( valor bastante usual), deve-se ter cuidado pois todas as
tabelas de
dimensionamento da EIA/TIA568-B e EIA/TIA569-A são baseadas em 10 m2 .
Tomadas de telecomunicações em um toten

Os cabos que interligam os equipamentos ( telefones, computadores, vídeos, fax,


etc.) às tomadas de telecomunicações devem ter as mesmas características daqueles
utilizados no cabeamento horizontal. Por exemplo, se houver uma instalação de
categoria 5e e os cordões de equipamento com categoria 3, o desempenho dessa rede
ficará limitado ao da menor categoria. Normalmente estes cabos devem ser flexíveis,
devido as movimentações que habitualmente ocorrem no ambiente de escritório (
limpeza e mudança de posição).

Patch cords de diversas cores para facilitar o gerenciamento


Conectores

Conectores para Cabo UTP

conector modular de oito posições é o padrão para cabos UTP de 100W,


podendo ser conectorizado de acordo com dois padrões principais, o T568A e o
T568B.
No caso de tomadas de comunicações o conector é conhecido por jack modular
ou RJ-
45 fêmea e para cabo, por plug ou RJ-45 macho. Outro detalhe importante é a
classificação em categorias, da mesma forma que o cabo UTP ,tanto a tomada
como o
conector devem ser da mesma categoria do cabo ou superior.

Padrões para conectorização .

A esquerda um conector macho e à direita uma tomada.

onectores para Cabos de Fibra Óptica


Conector reconhecido pelas normas é o SC, porem também é admitido o
conector tipo ST, caso já existam, devido ao grande parque instalado e a necessidade de
alguns equipamentos ativos. O conector SC é encontrado na versão para fibra óptica
multimodo ou monomodo e a maioria dos equipamentos com tecnologia fast e gigabit
ethernet.

Atualmente é reconhecido um conjunto de conectores chamados Small Form


Factor (SFF), que atendem as normas TIA-FOCIS( Fiber Optic connector
Intermateability Standard). Destaca-se:
· MT-RJ
· LC
· Opti-Jack
· Volition