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Os Dragões e Magos Negros (Parte V) - O Exílio dos Ditadores do Abismo

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Dragões e Magos Negros (Parte IV):

Recentemente, enquanto escrevia os 5 posts comentando a palestra do André Luiz Ruiz, surgiu uma
dúvida quanto ao processo do exílio planetário, que ocorrerá até o final da transição planetária: como
ocorreria o exílio dos dragões? Ficariam eles também aprisionados no satélite lunar até que sofressem o
definitivo expurgo do sistema solar?

Tanto na obra “Herdeiros do Novo Mundo” como na trilogia “Reino das Sombras” é explicado que
durante o processo de transição planetária, o umbral da terra (astral inferior) será gradativamente
“higienizado” com a retirada de espíritos desencarnados que já tiveram sua última chance antes do
exílio planetário, sendo que esses espíritos serão levados para o plano astral da Lua, aguardando em
bases devidamente montadas nesse satélite o processo de exílio que terá seu auge no ano de 2036.

Mas será que espíritos em condições tão degradantes como os dragões, alguns inclusive em processos
de decomposição do corpo mental inferior além do ovóide, já tendo chegado ao estágio de “ovóide
petrificado” (maiores referências no livro “O Abismo” de Ranieri) poderiam ser alocados também no
satélite lunar, já que provavelmente serão exilados em mundos ainda mais atrasados do que a futura
morada dos magos negros e da maioria dos futuros exilados?

De repente capto um pensamento, claro, direto e incisivo: “–não.” Perguntei então mentalmente a
entidade que enviava aquele pensamento: –Então seria em algum outro planeta do sistema solar? –
Perguntei.

–Concentre-se, tente enxergar a imagem que eu estou enviando pro seu campo mental e você
conseguirá descobrir. – respondeu a entidade.

Busquei captar mentalmente a imagem, assim como rastrear a vibração da entidade que estava em
contato mental comigo. O modo de falar, o tom, a vibração espiritual, em suma, a energia que aquele
ser emanava era típica dos guardiões. Vi então um pequeno corpo celeste, que parecia ser um satélite.
Os espíritos amigos costumam trabalhar com as informações que estão no cérebro físico do médium,
assim como com as informações que em algum momento emergiram do cérebro perispiritual e se
fixaram no cérebro físico, no post a seguir (sexta parte dessa série) eu falarei mais sobre esse processo.
O guardião já sabia de antemão do meu conhecimento sobre o evento em Erg, a vinda dos dragões pra
Terra, então ficou mais fácil transmitir a informação sobre o exílio dos dragões utilizando esse “rastro
mental” disponível no meu cérebro físico, que levaria a informações que já estavam no meu cérebro
perispiritual, mais precisamente “orbitando” o meu campo mental. O guardião então esclareceu:

–Abra um mapa do sistema solar na tela do seu computador e veja você mesmo a localização do local
onde os dragões serão exilados.

Procurei na internet uma imagem do sistema solar e abri essa aqui de primeira:

planetas sistema solar, ceres, sol e planetas, arte digital do sol

Ao abri-la meu olhar foi direto no minúsculo planetóide (ainda indefinido pela ciência como planeta
embrionário ou planeta anão) de Ceres. Foi uma espécie de gatilho pra todas as informações que
estavam no meu cérebro perispiritual emergirem pra consciência física.

Ceres está localizado exatamente no cinturão de asteróides, entre Marte e Júpiter, possui um terço de
toda a massa do cinturão de asteróides, o que significa apenas 4% da massa da Lua.

planetoide Ceres, cinturão de asteroides, comparação Lua

O cinturão de asteróides surgiu, segundo nos esclarece de forma brilhante no livro “Erg” o médium
Feraudy, devido a explosão do planeta conhecido como Erg, através de armas de destruição superiores
as bombas de hidrogênio e somente igualáveis à energia que os atlantes conseguiam gerar em suas
pirâmides. Ceres é exatamente a maior parte do antigo núcleo planetário de Erg, tanto que imagens do
telescópio Hubble detectaram uma mancha na superfície de Ceres que possui 1 quarto do tamanho de
todo o planetóide e segundo acreditam os astrônomos foi gerada pelo impacto de um asteróide com 25
kilômetros de tamanho (ou alguma arma que tivesse potência pra realizar algo do tipo). Ceres possui 3
camadas: um núcleo rochoso (75%), uma camada de gelo e água (25%) e uma fina camada de poeira.

Segundo as informações que pude acessar, será nesse planeta anão, outrora núcleo do planeta Erg
destruído pelos dragões, que os próprios dragões serão primeiramente exilados, com o objetivo de
separá-los dos demais exilados (magos negros, asseclas e todo o contingente de 2 terços de espíritos
que vivem no orbe terrestre) devido a aura extremamente tóxica desses seres, suas condições precárias
que os impedem inclusive de chegar ao umbral da Terra, pois já estão nas profundezas das profundezas
do astral inferior e também pela necessidade de um amplo processo de reconstrução do corpo mental
inferior e do corpo astral de cada um desses seres, muitos inclusive como já mencionado neste texto, no
estágio de ovóide petrificado.

Justamente por essa necessidade e complexidade do processo de reconstrução de corpos que estão a
milênios em avançado estado de decomposição, foi também escolhido um local (Ceres) próximo ao mais
avançado mundo do sistema solar como nos esclarece Kardec na Revista Espírita de 1858 e
posteriormente em 1860: Júpiter.

Está destinado aos maiores cientistas do sistema solar, que habitam o planeta Júpiter, cuidar do
processo de reconstrução dos corpos dos ditadores do abismo. A grande camada de gelo que envolve o
planetóide Ceres será de vital importância nesse processo, criando um habitat no astral de Ceres
propício ao processo de reconstrução, bem diferente do intenso calor e da intensa radiação atômica que
existe nas zonas mais profundas do astral inferior da Terra (como bem descreve Róbson Pinheiro na
trilogia Reino das Sombras). Após esse processo de reconstrução que será muito doloroso para os
dragões, se iniciará o processo final de reconstrução do corpo astral destes seres, já os preparando para
o exílio em um mundo primitivo semelhante à Terra de 200 mil anos atrás. Esse processo ocorrerá no
satélite jupteriano conhecido como Lua Europa, que possui uma atmosfera semelhante à terrestre e
favorecerá, no plano astral, o processo final de preparação desses seres para as primeiras encarnações
materiais no mundo exílio, que fica fora do sistema solar.

Não é por acaso que Ceres está localizado justamente na constelação do Draco (Dragão), o lar para onde
irão os dragões.
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