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MANUAL DE FORMAÇÃO

FORMAÇÃO MODULAR
CERTIFICADA
MARKETING MIX

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RESUMO
O marketing não só procura identificar necessidades e oportunidades de mercado de onde
podem resultar bons negócios, como também procura ajudar no desenvolvimento desses
mesmos negócois, não apenas ao nível da concepção dos produtos/ serviços, mas também
do preço, da distribuição e de eventuais serviços associados. Procura também, contribuir
para uma correcta e eficaz acção de promoção e comunicação. Estemanual tem como
objectivo, dar a conhecer os elementos que compõem o marketing mix (variáveis

criadas pelas variáveis não controláveis, de modo as empresas atingirem os seus objectivos.
Esta unidade tem como principal objetivo Identificar e analisar as diferentes variáveis do
marketing mix.
Apresentando como conteúdos programáticos os seguintes itens:
1. Definição de marketing mix;
a. A venda como elemento do marketing mi.x
2. Variáveis controláveis do mare
kting;
a. Política de produto/ serviço.
b. Política de preço.
c. Política de distribuição.
d. Política de comunicação.

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ÍNDICE
INTRODUÇÃO 4
CAPÍTULO I – MARKETING MIX PRODUTO 4
Definição do Produto 4
Conceito de Marketing de um Produto 5
Mix do Produto 5
CAPÍTULO II – MARKETING MIX PREÇO 12
Política de Preços 12
CAPÍTULO III – MARKETING MIX DISTRIBUIÇÃO 15
CAPÍTULO IV – MARKETING MIX COMUNICAÇÃO 19
Publicidade 22
Promoções 23
Relações Públicas 24
CONCLUSÃO 26
REFERÊNCIAS BILIOGRÁFICAS 26

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INTRODUÇÃO
A globalização dos mercados e as crescentes exigências por parte de clientes cada vez
melhor informados, têm contrib
uído para uma maior competitividade entre as empresas. A
atenção é cada vez mais centrada no cliente, e no conhecimento dos seus hábitos e
necessidades.

A variável motivacional nos vendedores é provavelmente a que maior influência tem no


desempenho da força de vendas, tornando-se indispensável acompanhar a motivação dos
vendedores para saber se as políticas de gestão estão a produzir os resultados psicológicos
e os comportamentos desejados.

Os principais factores de motivação dos colaboradores no desempenhode funções de


vendas estão relacionados com a vertente intrínseca, ao contrário dapserceções das chefias
que dão mais relevo às variáveis extrínsecas.

Conjunto de variáveis controláveis de marketing (produto, preço, distribuição e comunicação)


que a empresa utiliza para produzir a resposta que deseja no mercado- alvo"

CAPÍTULO I – MARKETING MIX PRODUTO


Definição do Produto

Conjunto de atributos tangíveis e intangíveis apresentados por algo que satisfaz a


necessidade dos clientes que o adquirem ou utilizm
a".

Clientes diferentes em segmentos diferentes valorizam de forma diferente os atributos


apresentados por um bem.

Pode representar p/ cada grupo de clientes um produto distinto, utilidade funcional e


conteúdo simbólico

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Conceito de Marketing de um Produto

 Exprime-se em termos que pertencem ao universo do consumidor e não ao do


produto.

 . Conceito de comprador e conceito de utilizador

o Ex.: Aviões: Comprador- companhias aéreas;

o Utilizador - pessoas transportadas

 Conceito de marketing deve apoia-rse numa ideia forte (não oferecer demasiadas
performances ao mesmo tempo)

 Conceito de marketing deve durar (mas pode evoluir no tempo)

o Ex.: Motas - Anos 40 / 50 e após anos 70

 Conceito de marketing noção muito próxima de posicionamento;

 Conceito de marketing estuda-se e testa-se antes do lançamento

Mix do Produto

A política de produto comporta as seguintes (principais) componentes:

 Características Intrínsecas do Produto

 Design

 Marca

 Embalagem

 Serviços Associados

 Política de Gama

CARACTERÍSTICAS INTRÍNSECA(Satributos reais, objectivos e observáveis).

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Podem-se agrupar em três grandes categorias:

Fórmula do produto- descrição técnica dos componentes.

Performances- características observáveis pelos clientes quando os estão a consumir.

Qualidade do produto - é o grau em que as suas performances respondem às expectativas


que o cliente tem em relação a ele_conceito relativo. Ex.: Qualidade de som considerada
pelo consumidor quando compra aparelhagem que custa 75 ou 300 contos.

A Vantagem - Produto - característica intrínseca distintiva do produto em relação aos


concorrentes (ligado à formula, às performances ou ao Design).

Deve possuir 4 características:

 Corresponda a uma verdadeira expectativa dos clientes

 Facilmente perceptível pelos consumidores

 Não provoque aumento de preço de venda inibidor

 Não possa ser fácil e instantaneamente copiada

Testes de Produto- para saber se o produto é "bom" (para além da opinião dos técnicos) há
que testá-lo junto dos consumidores.

- Teste cego

- Teste de produto

- Ensaio instantâneo

Quando testar:

Novo produto ou fórmula melhorada

Reduzir preço com alteração da fórmula

Concorrente lança novo produto e queremos avaliar se o

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nosso produto se mantém competitivo

DESIGN

Tem a ver não só com o aspecto visual exterior, mas também, comfacilidade e segurança
de utilização e ainda com a simplicidade e economia de produção e distribuição.

MARCA

Constitui qualquer elemento comum identificador desse produto

IDENTIDADE DA MARCA

 Nome

 Embalagem e Design

 Componentes

 Logótipo

 Símbolos

 Assinatura

 Códigos Gráficos

FUNÇÕES QUE DESEMPENHA:

 Identificação

 Qualidade

 Segmentação

 Imagem

 Satisfação Pessoal/ Benefícios

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 Lealdade

EMBALAGEM

Conjunto de elementos materiais que, sem fazer parte do próprio produto, são vendidos com
ele, com o fim de permitir ou facilitar a sua protecção, transporte, armazenagem,
apresentação, identificação e utilização pelos consumidores

FUNCÕES DA EMBALAGEM

Técnicas

 Protecção e conservação

 Comodidade de utilização

 Facilidade de transporte, de armazenagem, de arrumação e de eliminaãço

 Protecção do ambiente

Comunicação

 Impacto visual (função de alerta)

 Reconhecimento - cor; grafismo; caracteres originais; material particular ou forma


original

 Identificação -light, aromas; pedaços;

 Expressão do posicionamento- evocar os traços marcanets

 Informação ao consumidor

 Impulso de compra

Testes de Embalagem

Permitem medir o grau em que esta responde às diferentes funções que se pretendem que
assuma".

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De impacto visual, de reconhecimento e de identificação

Os look-tests- chamar a atenção para aembalagem por meio de certo n° de critérios

Relativos às funções técnicas

SERVIÇOS ASSOCIADOS

Serviços associados ao produto que, não se constituindo como «negócio» da empresa,


assumem cada vez mais importância na gestão dos produtos"

O conjunto do produto base e dos produtos e serviços associados é designado por produto
aumentado.

GAMA

As empresas podem fabricar produtos muito diversos. Se os produtos pertencerem a


diferentes classes, então cada uma destas classes constitui uma gama de produtos.

Ex.: Marlboro + Cigarros e Roupa, são duas gamas distintas

As gamas podem ser definidas à volta de:

 Uma mesma tecnologia,

 Um mesmo negócio,

 Um mercado, ou ainda

 Um segmento de mercado

Dimensão da Gama

Gamas, linhas de produto e modelos

Gama > N linhas > X modelos

Baixa, Média e Topo de Gama

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Esta distinção baseia-se em noções de preço e de qualidade ( relação qualidade I preço)

Baixa Gama

Estratégias de Baixa Gama:

Custo / volume

Redução das despesas de marketing

Facilitar a entrada na gama

Posicionada numsegmento preciso

Média Gama

Potencial de vendas é importante

Preços apelativos ou referências ligadas à imagem ( p/ ultrapassar algumas dificuldades)

Topo de Gama e o Luxo- topo de gama de um produtor não pertence necessariamente à


categoria dos produtosde luxo (não se conseguiu impor nessa categoria).

Marketing de produtos de luxo

Imagem é determinante- "savoir-faire", história de marca;

A comunicação assenta mais nas relações públicas, comunicação de


acontecimentos, passa- palavra e menos na publicdiade

Difusão dos produtos necessariamente restrita

Controlo da distribuição é primordial

Os mercados de luxos são geralmente internacionais, pratic-sae marketing


global

Ciclo de Vida do Produto

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Percurso que as vendas e os lucros do produto seguem ao lg
oon da sua vida",

Fases do Ciclo de Vida

Lançamento ou introdução: volume de vendas muito reduzido, crescimento lento das vendas,
recursos materiais elevados, incerteza. Normalmente não há lucros nesta fase. Procura
Primária - indivíduos / organizações quenunca consumiram o produto.

Crescimento ou desenvolviment:o Aumento de vendas mais acelerado, aumento de n.º de


agentes interessados na distribuição e comercialização, investimentos produtivos e
comerciais muito elevados, necessidade de recursos materiaies humanos, segmentação do
mercado, diferenciação. Lucros crescentes. Quota de Mercado.

Maturidade: Volume de vendas muito elevado, crescimento nulo, ligeiramente positivo ou até
negativo. Procura Secundária. Manter ou aumentar quota; continuar a segmentadri,ferenciar ou
baixar preços, maior pressão concorrencial. Lucros estáveis ou podem mesmo redu
-szei,r pois os
gastos com publicidade tendem a aumentar.

Declínio: Vendas e lucros baixam, taxa de crescimento negativa, excesso de capacidade


instalada, redução das despesas comerciais em valor absoluto e relativo, minimização de
custos, eliminação de produtos menos rentáveis.

DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS

O processo de desenvolvimento de novos produtos, obedece normalmente às seguintes


etapas: geração e see
l cção de ideias, conceito de produto, desenvolvimento da estratégia de
marketing, análise comercial, desenvolvimento do produto, teste de marketing e
comercialização do produto.

Novos Produtos

Podem ser produtos totalmente novos, produtos melhorados, protd


ous modificados ou novas
marcas que a empresa desenvolve através do seu próprio trabalho de pesquisa e
desenvolvimento ou que adquire a outras empresas".

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RAZÕES PARA INOVAR E DESENVOLVER NOVOS PRODUTOS:

 Auxiliar a empresa a manter uma posição inovadora;

 Defender a sua posição no mercado;

 Entrar num novo mercado;

 Sinergias;

 Explorar a sua tecnologia de uma nova forma;

 Antecipar-se à concorrência;

 Recuperar margens;

 Mercados saturados

CAPÍTULO II – MARKETING MIX PREÇO


É a soma dos valores que os consumidorestrocam pelo benefício de possuírem ou usarem
um produto ou serviço".

Política de Preços

"Deve ser perspectivada numa óptica integrada e de longo prazo".

Preço é uma variável particular no marketing- mix - para além de também contribuir para a
imagem, pretende transformar esse valor em lucro p/ a empresa; é uma variável abstracta,
pode ter uma aplicação com efeito imediata, é possível se-sre imitado ou ultrapassado a
cada instante pela concorrência.

Preço é uma variável estratégica- é o posicionamento, a imagem do produto que estão em


jogo. Vai determinar a importância do segmento a atingir e a natureza das reacções da
concorrência. A decisão sobre preço de lançamento => toda política posterior de preço.

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Preço é uma variável que parece ser negligenciada- os responsáveis do marketing não
negligenciam a política dos preços, mas têm muitas vezes uma margem de manobra muito
limitada.

Factores a ter em conta para Elaborar uma Política de Preço:

1. Factores Externos- procuram, fornecedores, distribuidores e aisfcalidade

2. Factores Internos- condições de produção da empresa (custos) + margem

3. Sensibilidade dos Consumidores ao Preço- de acordo com os produtos e momento


de compra

4. Importância do Mercado - mercado potencial p/ um determinado preço

5. Estratégia dos Concorrentes

ESTABELECIMENTO DO PREÇO

O preço de um produto ou serviço é um valor que deve estar situado entre o seu custo total e
o valor que o cliente lhe atribui e está disposto a pagar.

ESTRATÉGIA DE PREÇO

É determinada pela estratégia da emprsea, mas parte de um conjunto de 3 factores: custos,


procura e concorrência".

PREÇO NA LINHA DE PRODUTOS

"As relações entre os preços das componentes de uma linha de produtos determinam as
vendas e a rendibilidade de cada um deles e da linha de produtos".

Canibalização - desviar as vendas de um produto existente para um


produto novo.

Ascensão na linha (Trading up) - incluem-se na linha de produtos algumas


variedades mais baratas p/ aliciar, posteriormente, os clientes na compra de produtos de

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maior valor e na esperança de os fidelizar à marca.

Geradores de tráfego - produtos com preços muito baixos, de modo a


atrair os clientes que acabam por comprar outros produtos.

Produtos interdependentes

PREÇO DOS PRODUTOS DE LUXO

Quando o produto é "único" ou de atla qualidade, quando confere prestígio ou


exclusividade a procura tende a ser pouco elástica (ou mesmo inelástica), pois os
compradores são pouco sensíveis aos preços. Ex.: Os produtos de luxo

PREÇO NOVOS PRODUTOS

Sempre que as empresas lançam novos prodoust / serviços no mercado defrontam-se com um
problema de posicionamento do produto versus produtos concorrentes, em termos de
qualidade e de preço.

As estratégias de preço adoptadas podem ser de fixação de preço por desnatação ou de


fixação de preço por penetração no mercado.

Preço por Desnatação - praticam-se preços altos para se obterem receitas iniciais mais
elevadas e mais rapidamente, como tal, dirigem
-se aos segmentos mais altos do mercado,
podendo posteriormente reduzir o preço e atingir progressivametenos outros segmentos.

Esta estratégia de preço só deve ser utilizada se a qualidade e imagem do produto forem
elevadas e se os concorrentes não conseguirem lançar no mercado produtos idênticos com
preço mais baixo.

Preço por Penetração - praticam-se preços baixos no início para entrar no mercado
rapidamente, conseguindo um elevado número de compradores e conquistando grandes
volumes de vendas.

Esta estratégia de preço só deve ser utilizada se o mercado tiver grande sensibilidade ao
preço, se os custos untiários de produção e distribuição diminuírem à medida que o volume

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de vendas aumenta e se a concorrência tiver dificuldade em acompanhar os custos baixos
(de produção e/ ou de distribuição).

CAPÍTULO III – MARKETING MIX DISTRIBUIÇÃO


Meios através dos quais os produtos ou serviços saem das organizações onde são
produzidos até ao ponto onde são adquiridos para utilização ou consumo final".

CIRCUITOS DE DISTRIBUICÃO

É o itinerário percorrido por um produto ou serviço, desde a produção ao consumo".

Distribuição directa - inexistência de intermediários

Distribuição indireta - recurso a intermediários- conjunto de indivíduos e


empresas que comercializam os produtos fabricados por outrém.

Sistemas verticais de marketing- circuitos centralizados e profissionalm


ente
geridos por forma a reduzir custos e > impacto s/ o mercado:

Integrados (Lojas Atlantis);

Controlados (cooperação c/ os distribuidores);

Contratual (franchising).

Sistemas horizontais de marketing- alianças entre empresas que trabalham


no mesmo sector e no mesmo nível (Grula).

Um canal de distribuição é formado por uma categoria deintermediários do mesmo tipo


(grossistas; retalhistas; etc.).

O circuito de distribuição pode assumir diversos níveis de intermediário-+s Profundidade do


circuito de distribuição.

POLÍTICA DE DISTRIBUIÇÃO

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A política de distribuição implica as seguintes decisões:

Funções e objectivos dos canais de distribuição

Tipo de canais

N° de pontos de distribuição a nível grossista e retalhista

Regras de gestão dos canais

Factores que influenciam estas decisões:

Estratégia de marketing da empresa

Características dos mercados

Características dos produtos

Características da concorrência

Capacidades da empresa

FUNCÕES DOS CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

Existem dois tipos de funções rpincipais:

Distribuição física

Transporte

Armazenamento

Manutenção

Serviços

Constituição de uma oferta comercial

Sortido

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Fraccionamento

Recolha e transmissão de informações

Recolha de informação

Promoção

Venda

Pós - Venda

Financeiros

Financiamento

Risco comercial

TIPOS DE CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

Os canais de distribuição são basicamente grossistas e retalhistas. O que os distingue é o


tipo de clientes de cada um deles.

Canais de Distribuição Grossistas

. Armazenistas - compram, armazenam e transportam os produtos que


comercializam junto dos retalhistas.

. Cash and Carry - não efectuam a entrega das produtos junto dos seus
clientes, concentram a si actividade em produtos de elevado volume de vendas.

. Cooperativas - produtores que se associam (essencialmente agrícolas e


pecuários), para garantir imagem de marca; nível de qualidade, etc.

. Agentes (Brokers)- não têm a posse dos produtos que comercializam, a sua
função é estabelecer a relação entre compradores e vened ores.

Canais de Distribuição Retalhistas

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Independentes - 1 único ponto de venda ao público, flexibilidade,
investimento reduzido, imagem amigável, grande liberdade na tomada de decisões. Poder
de negociação reduzido, ausência de economias de escala, acsesolimitado aos meios de
comunicação.

Cadeias - vários pontos de venda com um proprietário comum,


centralização de compras, elevado volume de investimento, necessidade de maior
capacidade de gestão.

Franchising- acordo regido por contrato entre uma enidtade ("franchisador")


e um retalhista ("franchisado") que permite a este desenvolver uma actividade sob a marca
daquela e de acordo com regras pré- definidas.

Cooperativas de Consumidores - geram operações e repartem os


resultados. Ausência de experiênica e de capacidade de gestão.

Máquinas de Vendas - normalmente pertencem a organizações retalhistas.


Eliminação da força de vendas, 24h/ dia, 365 dias ano, localização. Custo elevado,
avarias, necessidade de assistência, roubos.

Porta a - porta - contacto pessoal, possibilidade de demonstração,


comodidade, custos fixos reduzidos. Desconfiança dos clientes em abrir a porta, baixa
produtividade, fraca imagem associada aos produtos.

Encomenda por correio ou telefone- Existência de catálogos, custos baixo,s


investimentos iniciais reduzidos, inexistência de força de vendas, cobre área geográfica
vasta. Possibilidade reduzida de experimentar e de analisar produto antes da compra,
ausência de serviço, atrasos na entrega.

Comércio electrónico

Na análise dos canais retalhistas podem utiliza-sre outros critérios de classificação, como
por exemplo, a estratégia e marketing- mix adoptado.

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CAPÍTULO IV – MARKETING MIX COMUNICAÇÃO
Conjunto dos sinais emitidos pela empresa em direcção aos seus clientes, aos distriidboures,
aos líderes de opinião, aos prescritores e a todos os alvos".

COMUNICAÇÃO DE PRODUTOS- as mensagens abrangem um (ou vários) produtos da


empresa

COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL- as mensagens abrangem a empresa no seu conjunto

QUESTÕES BÁSICAS DO PROCESO


S DE COMUNICAÇÃO

Quem comunica?

 Que fontes? Publicidade, produtos, dirigentes, pessoal da empresa, jornalistas,


distribuidores, associações de consumidores, grupos de pressão, etc.

 Quais as fontesque dominamos e quais as que não dominamos?

 Quais as imagens destas fontes e qual o seu impacto?

A Quem?

 Quais são os alvos?

 Qual o alvo global?

 Qual o centro do alvo?

 A comunicação está suficientemente dirigida? Quem são os líderes?

 O público, "fora dos alvos", atingido pela mensagem será importante?

O Quê?

 Que mensagem queria transmitir? Foi compreendida?

Como?

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 Através de que canal (canais)?

 Os canais transportam bem a mensagem? Valoriza-m


na?

Com que resultado?

 Os objectivos da comunicação foram atingidos

 Como explicar os desvios?

 O que modificar para ser mais eifcaz?

CONDIÇÕES DE UMA BOA COMUNICAÇÃO

Ser simples

 Repetição e redundância (dizer a mesma coisa de diferentes maneiras) .

 Continuidade e duração (Ex.: Cow-boy da Marlboro).

 Coerência global (institucional; produtos, publicidade, promoções, merchandísíng,


etc.) Política Global de Comunicação.

 Obrigação de verdade (a verdade do produto, a verdade da empresa e a verdade


dos consumidores).

MIX DA COMUNICAÇÃO

Publicidade

Promoções

Força de Vendas

Relações Públicas

ELEMENTOS DA COMUNICAÇÃO

Elementos que caracterziam o processo de comunicação:

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Alvos - Bem definidos ( clientes, distribuidores, agentes financeiros,
trabalhadores da empresa, etc.); de acordo com objectivos da comunicação

Mensagem - conteúdo da informação. Incide sobre benefícios pelos


clientes; funções do produto; posicionamento (face à concorrência)

Intensidade - volume de investimento em comunicação ( de acordo com


objectivos a atingir)

Meios - depende dos alvos a atingir, dos objectivos, da mensagem e da


intensidade.

Meios em sentido estrito

Mass media - TV, imprensa, rádio, outdoors, cinema

Locais de venda

Relações- imprensa

Sponsoring

Publicações internas

Outros meios

A própria força de vendas

Merchandising

Marketing directo

Nome e símbolos da marca

Embalagem

Design - produto

Empresa e o pessoal

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Prescritores

Distribuidores

Imprensa

- palavra"

Avaliação - só é possível se os objectivos tiverem sido previamente definidos

Publicidade
É uma forma paga de comunicação através da qual se transmitem mensagens orais ou
visuais destinadas a infom
r ar e influenciar os alvos, utilizando o espaço e tempo dos diversos
meios de comunicação disponíveis".

Nos media

Directa - marketing directo - conjunto de actividades de comunicação que


pode envolver publicidade, promoções e acções de venda, que chegamao cliente final si
intervenção de um canal intermediário ( direct. mail, catálogos, telemarketing, compras por
rádio, TV, etc.)

Nos locais de venda - Merchandising

OBJECTIVOS DA PUBLICIDADE NOS MEDIA

Aumentar a notoriedade

Informar

Persuadir

Suscitar I reforçar simpatia pela marca . Emoção, desejo, sonho

Diferenciar

Diminuir o risco e esforço de compra

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ESCOLHA DOS MEIOS (CANAIS) DE COMUNICAÇÃO

Utilizam-se vários indicadores:

Acessibilidade (TV- inacessível ao tabaco)

Exposição ou cobertura - % de pessoas pertencentes ao alvo que estão


expostas aquele media

Circulação I tiragem

Audiência - n° de indivíduos com pelo menos uma exposição à mensagem


(a audiência de 1 revista é> que a si circulação).

Adequação à mensagem

Penetração - proporção da população exposta a um determinado meio de


comunicação.

Frequência - n° médio de vezes que a população é exposta à publicidade


durante o mesmo período de tempo.

Promoções

São as diversas técnicas de comunicação que consistem em associar a um produto uma


vantagem temporária destinada a facilitar ou a estimular a sua utilização, a sua compra
e/ ou a sua distribuição".

Promoção - consumidores

Promoção - distribuidor

Promoção - rede de vendas

Consoante os destinatários da promoção assim há que definir os objectivodsa mesma.

PRINCIPAIS TÉCNICAS DE PROMOÇÃO

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Experimentação gratuita- amostras; degustação; demonstração

Reduções temporárias de preço- redução directa do preço de venda ao consumidor;


reembolso diferido sobre apresentação de "provas de compra"; desconto dq
euantidade;
cupons

Prémios, Ofertas, Brindes

Concursos, Jogos e Sorteios

Pôr em destaque o produto- operação temporária de Merchandising

Descontos aos distribuidores

Feiras e exposições

Actividades nos pontos de venda

Relações Públicas

Esforço de comunicação (não pago), para estabelecer relações de confiança entre uma
organização e os seus públicos, baseadas no conhecimento e compreensão recíprocas".

OBJECTIVOS DAS RELAÇÕES PÚBLICAS

Aumentar a credibilidade da empresa, dos produtos e serviços

Manter colaboradores bem informados

Criar sentimento de pertença

Gerar partilha de valores

Estimular força de vendas e distribuidores

Melhorar a imagem da empresa e das suas marcas

Criar / aumentar a notoriedade

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Desenvolver atmosfera de confiança com órgãos de comunaicção social

Prevenir / minimizar impacto de eventuais crises

Atrair investidores

Criar boas relações de vizinhança c/ comunidade local

Etc.

MEIOS DE COMUNICAÇÃO

 Contactos pessoais

 Eventos

 Publicações

 Patrocínios

 Mecenato

 Actividades de Serviço Público

 Outros - jornadas abertas, visitas às instalações, livros técnicos e


científicos,...

TIPOS DE COMUNICAÇÃO

 Institucional

 De produto

 Relações com os Media

 Interna

 Relações com a Comunidade Local. Relações Governamentais

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 Financeira

 Ambiental

 De crise

CONCLUSÃO
Uma avaliação de desempenho correcta, permite aomarketer saber, por um lado a
apreciação que a organização faz do seu trabalho, o que espera dele e, por outro,
conhecer os resultados do seu esforço e o que deve fazer no futurpoara rectificar processos
ou atuações menos correctas. Essa apreciação pode ser quantitativa, por uma anotação, por
parte do superior hierárquico, dos conhecimentos (produtos, clienteso,rganização). A
apreciação do marketertambém pode revestir formas qualitativas, neste caso, intesrseafazer
intervir vários critérios para corrigir o que a existência de apenas um poderia ter de parcial.

REFERÊNCIAS BILIOGRÁFICAS
 Lendrevie, Jacques; Lindon, Denis; Dionísio, Pedro; Rodrigues, VicentM
e;ercator -
Teoria e Prática do Marketing. Publicações Dom Quixote, 9.ª Edição, Lisboa, 2000.
 Melo Brito, Carlos A Insustentável Leveza do Marketin.gFaculdade Economia do
Porto.
 Gobé Marc O Poder das Emoções. ExecutiveDigest. Setembro, 2001, n.º 83, pp.
23-26.
 Marketing Mix. ExecutiveDigest. Dezembor, 2003, n.º 110, pp. 42 -48.
 Kotler, Philip Marketing Managemen.t Prentice Hall, 8.ª Edição, 1994.

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