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Aids

Causador/contágio/sistemas/tratamentos/prevenção

Aids é uma doença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos
glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A Aids é considerada um dos maiores
problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo
muitas pessoas numa mesma região) e sua gravidade. A infecção da Aids se
dá pelo HIV, vírus que ataca as células do sistema imunológico, destruindo
os glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A falta desses linfócitos diminui a
capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas
por microrganismos que normalmente não são capazes de desencadear males
em pessoas com sistema imune normal. O HIV pode ser transmitido pelo
sangue, esperma e secreção vaginal, pelo leite materno, ou transfusão de
sangue contaminado. O portador do HIV, mesmo sem apresentar os sintomas
da Aids, pode transmitir o vírus, por isso, a importância do uso de preservativo
em todas as relações sexuais. A principal forma de prevenção da AIDS é usar
a camisinha em todas as relações sexuais e o preservativo masculino ou
feminino pode ser comprado em supermercados, farmácias e drogarias, mas
também são distribuídos gratuitamente nos postos de saúde e nas campanhas
de prevenção da AIDS realizadas pelo governo.

No entanto, existem outras formas importantes de prevenção contra a AIDS,


como:

 Utilizar seringas e agulhas descartáveis;


 Usar luvas para manipular feridas ou líquidos corporais;
 Seguir o tratamento da AIDS durante a gravidez para evitar a
contaminação do bebê;
 Não amamentar o bebê em caso de AIDS.
O tratamento da AIDS é feito com medicamentos antirretrovirais que são
fornecidos gratuitamente pelo SUS. Estes medicamentos combatem o vírus e
fortalecem o sistema imune, mas não curam a doença porque a cura da AIDS
ainda não foi descoberta.

Apesar disso, é importante seguir o tratamento da AIDS para diminuir a carga


viral, aumentando o tempo de vida, e também para diminuir o risco de
desenvolver as doenças relacionadas a AIDS como a Tuberculose e a
Pneumonia, por exemplo.

HERPES
Causador/contágio/sistemas/tratamentos/prevenção

Dois vírus distintos podem causar herpes genital:

 Vírus do herpes simples Tipo 1 (HSV1)


 Vírus do herpes simples Tipo 2 (HSV-2).

A transmissão de herpes genital por ambos os vírus acontece principalmente


via contato sexual desprotegido.

O HSV-1 pode se espalhar da boca aos genitais durante o sexo oral. Já o HSV-
2 é mais comum na vagina. O herpes genital é mais comumente transmitido
pelo contato com a pele de uma pessoa infectada que tem lesões visíveis,
bolhas ou erupções (uma crise ativa), mas você também pode contrair herpes a
partir do contato com a pele de uma pessoa infectada mesmo quando NÃO há
lesões visíveis (e a pessoa pode nem saber que está infectada) ou pelo contato
com a saliva ou com fluidos da vagina de uma pessoa infectada.

Como o vírus pode ser transmitido mesmo quando não há sintomas ou lesões
presentes, um parceiro sexual que tenha sido infectado com herpes no
passado, mas que não tem lesões ativas da doença, pode transmitir a infecção
a outras pessoas. A terapia anti-viral ajuda a diminuir a probabilidade de
transmissão do herpes e auxilia na prevenção do desenvolvimento dos
sintomas. O uso de preservativos, embora não totalmente efetivo, reduz o risco
de contágio em torno de 50%, mas é bem mais eficiente na prevenção do
contágio do homem para a mulher do que vice-versa. Alguns casos de herpes
são leves e não precisam de tratamento a não ser tratamentos tópicos. Mas
pessoas que têm surtos graves ou prolongados (principalmente se for o
primeiro episódio de infecção), que têm problemas no sistema imunológico ou
aquelas que têm recorrência frequente talvez precisem fazer uso de
medicamentos antivirais.

Pacientes com recorrências graves ou frequentes de herpes oral ou genital


podem optar por continuar com os medicamentos antivirais para reduzir a
frequência e a gravidade dessas recorrências.

Gonorreia

Gonorreia é uma doença sexualmente transmissível (DST) comum, que afeta


tanto a homens quanto a mulheres.

Causas
A gonorreia é causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, também
conhecida como gonococo. Qualquer indivíduo que tenha qualquer prática
sexual pode contrair a gonorreia. A infecção pode ser transmitida por contato
oral, vaginal ou anal.

A bactéria se prolifera em áreas quentes e úmidas do corpo, incluindo o canal


que leva a urina para fora do corpo, a uretra. Pode ser encontrada também no
sistema reprodutor feminino, que inclui as tubas uterinas, o útero e o colo do
útero. Existe, ainda, a transmissão de mãe para filho durante o parto ou quando
este ainda está dentro do útero. Em bebês, a gonorreia costuma se manifestar
principalmente nos olhos, na forma de conjuntivite grave, mas também pode
haver infecção disseminada.

Tratamento de Gonorreia

Há dois objetivos no tratamento de uma doença sexualmente transmissível


(DST):, o primeiro é curar a infecção do indivíduo, enquanto o segundo é
interromper a cadeia de transmissão da doença. Para isso, além de tratar o
paciente, é importante localizar e examinar todos os seus contatos sexuais
para tratá-los, se indicado. Por se tratar de uma doença bacteriana, o
tratamento pode ser feito por meio de antibióticos. Converse com seu médico
sobre qual o melhor antibiótico disponível para seu caso.

Em caso de bebês, rotineiramente os pediatras aplicam um medicamento


imediatamente após o parto nos olhos do recém-nascido para evitar infecção.
Se ainda assim o bebê desenvolver a infecção, poderá ser tratado com
antibióticos também.

Uma visita de acompanhamento após o tratamento é importante,


principalmente em caso de dor nas articulações, erupções cutâneas ou dores
mais fortes na região pélvica ou abdominal. Também devem ser realizados
exames para garantir que a infecção tenha sido curada.

Todos os parceiros sexuais do paciente com gonorreia devem ser contatados e


examinados para evitar futuras transmissões da doença.

Prevenção

Usar preservativos na relação sexual é o melhor meio para se prevenir


gonorreia. Use camisinha em todo e qualquer tipo de contato sexual, seja ele
vaginal, anal ou oral.

De modo geral, evite ter relações sexuais com pessoas diagnosticadas com
gonorreia até que estejam completamente tratadas.
Para evitar futuras transmissões da infecção, é importante também que todos
os parceiros ou parceiras sexuais sejam tratados. A doença pode voltar caso
uma das partes não tenha recebido tratamento adequado.

Sífilis
Sífilis é uma doença sexualmente transmissível (DST) causada pela bactéria
Treponema pallidum. A sífilis é um mal silencioso e requer cuidados. Após a
infecção inicial, a bactéria pode permanecer no corpo da pessoa por décadas
para só depois manifestar-se novamente.

Causas

A sífilis é causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum, que é


geralmente transmitida via contato sexual e que entra no corpo por meio de
pequenos cortes presentes na pele ou por membranas mucosas.

Só é contagiosa nos estágios primário e secundário e, às vezes, durante o


início do período latente. Raramente, a doença pode ser transmitida pelo beijo,
mas também pode ser congênita, sendo passada de mãe para filho durante a
gravidez ou parto.

Uma vez curada, a sífilis não pode reaparecer – a não ser que a pessoa seja
reinfectada por alguém que esteja contaminado.

Tratamento de Sífilis

Quando diagnosticada precocemente, a sífilis não costuma causar maiores


danos à saúde e o paciente costuma ser curado rapidamente.

O tratamento preferido dos médicos é feito à base de penicilina, um antibiótico


comprovadamente eficaz contra a bactéria causadora da doença. Uma única
injeção de penicilina já é o bastante para impedir a progressão da doença,
principalmente se ela for aplicada no primeiro ano após a infecção. Se não, o
paciente poderá precisar de mais de uma injeção.

A penicilina, aliás, é o único tratamento recomendado por especialistas para


mulheres grávidas diagnosticadas com sífilis. Mesmo que o tratamento nesses
casos seja bem-sucedido, o bebê também deverá ser tratado com antibióticos
depois de nascer.
Durante o primeiro dia de tratamento, o paciente poderá sentir aquilo que os
médicos chamam de reação de Jarisch-Herxheimer, que inclui uma série de
sintomas, como febre, calafrios, náuseas, dores nas articulações e dor de
cabeça. A boa notícia é que esses sintomas não costumam demorar mais do
que um dia.

Durante o tratamento, o paciente deverá fazer visitas regulares ao médico para


garantir que está tudo bem.

É necessária a realização de exames de sangue de acompanhamento após


três, seis, 12 e 24 meses para garantir que não há mais infecção. O médico
poderá solicitar, também, que o paciente faça um exame específico para HIV,
para garantir que o paciente não desenvolverá complicações mais graves por
causa do vírus da Aids. A atividade sexual deve ser evitada até que o segundo
exame mostre que a infecção foi curada. A sífilis é extremamente contagiosa
por meio do contato sexual nos estágios primário e secundário.

Prevenção

O único modo 100% seguro para evitar a contaminação com sífilis é não ter
nenhum tipo de contato sexual. Ter relações sexuais com pessoas distintas
aumenta o risco de contrair a doença, mas o mais importante é sempre fazer
uso do preservativo. A camisinha é medida preventiva não só para sífilis, mas
também para todas as outras doenças sexualmente transmissíveis (DST’s).
Você pode contrair a doença tendo contato sexual com uma só pessoa, como
também pode contraí-la após entrar em contato sexual com várias. Tudo vai
depender mesmo do uso ou não de preservativo.

Sífilis - formas de contágio


A sífilis pode ser transmitida de uma pessoa para outra durante o sexo sem
camisinha com alguém infectado, por transfusão de sangue contaminado ou da
mãe infectada para o bebê durante a gestação ou o parto. O uso da camisinha
em todas as relações sexuais e o correto acompanhamento durante a gravidez
são meios simples, confiáveis e baratos de prevenir-se contra a sífilis.
Cancro Mole
Cancro mole é uma DST (doença sexualmente transmissível) que se manifesta
por meio de feridas múltiplas contagiosas e avermelhadas, com base mole e
cheia de pus acompanhada de dor e desconforto. Entenda melhor o que é
cancro mole.

Prevenção
Para evitar o contagio da bactéria do cancro mole é imprescindível o uso da
camisinha. Além disso, deve ser realizada higienização na genitália de forma
adequada antes e após a relação sexual. Tomando cuidados simples como
esses, a pessoa pode prevenir a infecção dessa e de outras doenças
sexualmente transmissíveis de forma direta e indireta. O governo oferece
distribuição gratuita de camisinhas para toda a população. Basta comparecer
em qualquer posto de saúde público e retirar quantas camisinhas achar
necessário.

tratamento
O tratamento do cancro mole deve ser feito com especialista credenciado e
renomado, assim que for percebida qualquer alteração e aparecimento de
feridas nas regiões genitais. É dever do paciente comunicar o médico de sua
confiança para o combate e controle da doença. No caso de confirmação de
infecção pelo cancro mole, o uso de antibióticos é recomendado para evitar sua
evolução e, consequentemente, tratar e levar a sua cura. Durante o período de
tratamento fica determinada a abstinência sexual do infectado e do seu
parceiro, como forma de evitar o contagio em demais pessoas e para um
melhor resultado terapêutico contra a bactéria do cancro mole.

Agente causador

A bactéria Haemophilus ducreyi é a causadora do cancro mole. Ela penetra


na pele através de pequenas feridas, como as que podem ser causadas
durantes o ato sexual, devido ao atrito. Não é necessário, portanto, que haja
ejaculação para que ocorra a infecção. Esta DST é transmitida através do sexo
oral, anal ou vaginal.
Além disto, colocar a mão nas lesões geradas é bastante perigoso. Já que há
contaminação e possibilidade de transporte da bactéria para outros
locais. Esta é uma doença que acomete muito mais os homens do que as
mulheres. Após o contágio leva cerca de 5 dias para os sintomas começarem
surgir.

Formas de contágio
A transmissão ocorre pela relação sexual com uma pessoa infectada, sendo o
uso da camisinha a melhor forma de prevenção.

CONDILOMA ACUMILADO
Conceito
Infecção causada por um grupo de vírus (HPV - Human Papilloma Virus) que
determinam lesões papilares (elevações da pele) as quais, ao se fundirem,
formam massas vegetantes de tamanhos variáveis, com aspecto de couve-flor
(verrugas).
Os locais mais comuns do aparecimento destas lesões são a glande, o
prepúcio e o meato uretral no homem e a vulva, o períneo, a vagina e o colo do
útero na mulher.
Em ambos os sexos pode ocorrer no ânus e reto, não necessariamente
relacionado com o coito anal.
Com alguma frequência a lesão é pequena, de difícil visualização à vista
desarmada (sem lentes especiais), mas na grande maioria das vezes a
infecção é assintomática ou inaparente, sem nenhuma manifestação detectável
pelo(a) paciente.

Sinônimos
Jacaré, jacaré de crista, crista de galo, verruga genital.

Agente
Papilomavirus Humano (HPV) - DNA vírus. HPV é o nome de um grupo de
virus que inclue mais de 100 tipos. As verrugas genitais ou condilomas
acuminados são apenas uma das manifestações da infecção pelo virus do
grupo HPV e estão relacionadas com os tipos 6,11 e 42, entre outros. Os tipos
(2, 4, 29 e 57) causam lesões nas mãos e pés (verrugas comuns). Outros tipos
tem um potencial oncogênico (que pode desenvolver câncer) maior do que os
outros (HPV tipo 16, 18, 45 e 56) e são os que tem maior importância clínica.
O espectro das infecções pelos HPV é muito mais amplo do que se conhecia
até poucos anos atrás e inclui também infecções subclínicas (diagnosticadas
por meio de peniscopia, colpocitologia, colposcopia e biópsia) e infecções
latentes (só podem ser diagnosticada por meio de testes para detecção do
virus).
Alguns trabalhos médicos referem-se a possibilidade de que 10-20% da
população feminina sexualmente ativa, possa estar infectada pelos HPV.
A principal importância epidemiológica destas infecções deriva do fato que do
início da década de 80 para cá, foram publicados muitos trabalhos
relacionando-as ao câncer genital, principalmente feminino.

Complicações/Consequências
Câncer do colo do útero e vulva e, mais raramente, câncer do pênis e também
do ânus.

Transmissão
Contato sexual íntimo (vaginal, anal e oral). Mesmo que não ocorra penetração
vaginal ou anal o virus pode ser transmitido.
O recém-nascido pode ser infectado pela mãe doente, durante o parto.
Pode ocorrer também, embora mais raramente, contaminação por outras vias
(fômites) que não a sexual : em banheiros, saunas, instrumental ginecológico,
uso comum de roupas íntimas, toalhas etc.

Período de Incubação
Semanas a anos. (Como não é conhecido o tempo que o virus pode
permanecer no estado latente e quais os fatores que desencadeiam o
aparecimento das lesões, não é possível estabelecer o intervalor mínimo entre
a contaminação e o desenvolvimento das lesões, que pode ser de algumas
semanas até anos ou décadas). Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico (anamnese e exame físico).
Eventualmente recorre-se a uma biópsia da lesão suspeita.

Tratamento
Os tratamentos disponíveis são locais (cirúrgicos, quimioterápicos,
cauterizações etc) e visam somente a remoção das lesões (verrugas,
condilomas e lesões do colo uterino). As recidivas (retorno das lesões) podem
ocorrer e são freqüentes, mesmo com o tratamento adequado.
Eventualmente, as lesões desaparecem espontaneamente.
Não existe ainda um medicamento que erradique o virus, mas a cura da
infecção pode ocorrer por ação dos mecanismos de defesa do organismo.
Já existem vacinas para proteção contra alguns tipos específicos do HPV,
estando as mesmas indicadas para pessoas não contaminadas.

Prevenção
Camisinha usada adequadamente, do início ao fim da relação, pode
proporcionar alguma proteção. Ter parceiro fixo ou reduzir numero de
parceiros. Exame ginecológico anual para rastreio de doenças pré-invasivas do
colo do útero. Avaliação do(a) parceiro(a). Abstinência sexual durante o
tratamento.
Em 2006 foi aprovada pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)
a utilização da Vacina Quadrivalente produzida pelo Laboratório Merck Sharp &
Dohme contra os tipos 6,11,16 e 18 do HPV, para meninas e mulheres de 9 a
26 anos que não tenham a infecção. Esta vacina confere proteção contra os
vírus citados acima, os quais são responsáveis por 70% dos casos de câncer
do colo do útero (tipos 16 e 18) e 90% dos casos de verrugas (condilomas)
genitais (tipos 6 e 11).

Candidíase

Conceito
A candidíase, especialmente a candidíase vaginal, é uma das cau
frequentes de infecção genital. Caracteriza-se por prurido (coceir
dispareunia (dor na relação sexual) e pela eliminação de um corrim
em grumos brancacentos, semelhante à nata do leite. Com frequên
e a vagina encontram-se edemaciadas (inchadas) e hiperem
(avermelhadas). As lesões podem estender-se pelo períneo, região
inguinal (virilha). No homem apresenta-se com hiperemia da glande
(balanopostite) e eventualmente por um leve edema e pela pres
pequenas lesões puntiformes (em forma de pontos), avermelh
pruriginosas. Na maioria das vezes não é uma doença de tran
sexual. Em geral está relacionada com a diminuição da resistê
organismo da pessoa acometida. Existem fatores que predisp
aparecimento da infecção : diabetes melitus, gravidez, uso de con
(anticoncepcionais) orais, uso de antibióticos e medicamen
imunosupressivos (que diminuem as defesas imunitárias do org
obesidade, uso de roupas justas etc.

Sinônimos
Monilíase, Micose por cândida, Sapinho

Agente
Candida albicans e outros.

Complicações/Consequências
São raras. Pode ocorrer disseminação sistêmica (especialmen
imunodeprimidos).

Transmissão
Ocorre transmissão pelo contato com secreções provenientes da b
vagina e dejetos de doentes ou portadores. A transmissão da mã
recém-nascido (transmissão vertical) pode ocorrer durante o
A infecção, em geral, é primária na mulher, isto é, desenvolve-se e
fatores locais ou gerais que diminuem sua resistência imunoló

Período de Incubação
Muito variável.

Diagnóstico
Pesquisa do agente no material vaginal. O resultado deve ser corr
com a clínica.

Tratamento
Medicamentos locais e/ou sistêmicos.

Prevenção
Higienização adequada. Evitar vestimentas muito justas. Investig
doença(s) predisponente(s). Camisinha.
HEPATITE B
Conceito
Infecção das células hepáticas pelo HBV (Hepatitis B Virus) que se exterioriza
por um espectro de síndromes que vão desde a infecção inaparente e
subclínica até a rapidamente progressiva e fatal.
Os sintomas, quando presentes, são : falta de apetite, febre, náuseas, vômitos,
astenia, diarréia, dores articulares, icterícia (amarelamento da pele e mucosas)
entre os mais comuns.

Sinônimos
Hepatite sérica.

Agente
HBV (Hepatitis B Virus), que é um vírus DNA (hepadnavirus)

Complicações/Consequências
Hepatite crônica, Cirrose hepática, Câncer do fígado (Hepatocarcinoma), além
de formas agudas severas com coma hepático e óbito.

Transmissão
Através da solução de continuidade da pele e mucosas. Relações sexuais.
Materiais ou instrumentos contaminados: Seringas, agulhas, perfuração de
orelha, tatuagens, procedimentos odontológicos ou cirúrgicos, procedimentos
de manicure ou pedicure etc. Transfusão de sangue e derivados. Transmissão
vertical : da mãe portadora para o recém-nascido, durante o parto (parto normal
ou cesariana). O portador crônico pode ser infectante pelo resto da vida.

Período de Incubação
30 à 180 dias (em média 75 dias).

Diagnóstico
É feito através de exames realizados no sangue do paciente.

Tratamento
Não há medicamento para combater diretamente o agente da doença, tratam-
se apenas os sintomas e as complicações.

Prevenção
Vacina, obtida por engenharia genética, com grande eficácia no
desenvolvimento de níveis protetores de anticorpos (3 doses). Recomenda-se
os mesmo cuidados descritos na prevenção da AIDS, ou seja, sexo seguro e
cuidados com a manipulação do sangue.
Infecção por Clamídia
Conceito
Doença infecto-contagiosa dos órgãos genitais masculinos ou femininos.
Caracteriza-se pela presença (pode não ocorrer) de secreção (corrimento)
uretral escassa, translúcida e geralmente matinal. Um ardor uretral ou vaginal
pode ser a única manifestação. Raramente a secreção pode ser purulenta e
abundante. Se não tratada, pode permanecer durante anos contaminando as
vias genitais dos pacientes. É importante saber que mesmo a pessoa
assintomática (portadora da doença mas sem sintomas) pode transmiti-la.

Sinônimos
Uretrite ou cervicite inespecífica, Uretrite ou cervicite não específica, Uretrite
não gonocócica (UNG).

Agente
Chlamidia trachomatis.

Complicações/Consequências
Epididimite, proctite, salpingite e sua sequelas (infertilidade), conjuntivite de
inclusão, otite média, tracoma, linfogranuloma venéreo, bartolinite, doença
inflamatória pélvica (DIP), gravidez ectópica etc. Assim como a gonorréia, é
uma das principais causas infecciosas de infertilidade feminina.

Transmissão
Relação sexual. Fômites.

Período de Incubação
1-2 semanas à 1 mês ou mais.

Diagnóstico
Pesquisa do agente em material uretral e/ou vaginal.

Tratamento
Antibiótico oral e local (na mulher)

Prevenção
Camisinha. Higiene pós-coito.

Infecção por Trichomonas


Tricomoníase Genital
Conceito
Doença infecto-contagiosa do sistema gênito-urinário do homem e da mulher.
No homem causa uma uretrite de manifestações em geral discretas (ardor e/ou
prurido uretral e secreção brancacenta, amarelada ou amarelo esverdeada),
podendo, eventualmente ser ausentes em alguns e muito intensas em outros.
É uma das principais causas de vaginite, vulvovaginite e cervicite (infecção do
colo do útero) da mulher adulta podendo porém, cursar com pouca ou
nenhuma manifestação clínica. Quando presente, manifesta-se na mulher
como um corrimento vaginal amarelo esverdeado ou acinzentado, espumoso e
com forte odor característico. Não é incomum também ocorrer irritação na
região genital bem como sintomas miccionais que podem simular uma cistite
(dor ao urinar e micções frequentes).

Sinônimos
Uretrite ou vaginite por Trichomonas, Tricomoníase vaginal ou uretral, Uretrite
não gonocócica (UNG).

Agente
Trichomonas vaginalis (protozoário).

Complicações/Consequências
Prematuridade. Baixo peso ao nascer. Ruptura prematura de bolsa etc.

Transmissão
Relação sexual (principalmente). A mulher pode ser infectada tanto por
parceiros do sexo masculino quanto do sexo feminino (por contato genital). O
homem por parceiras do sexo feminino.
É importante considerar aqui que mesmo a pessoa portadora da doença, mas
sem sintomas, pode transmitir a infecção.
Fômites.

Período de Incubação
10 a 30 dias, em média.

Diagnóstico
Pesquisa do agente em material uretral e/ou vaginal.

Tratamento
Quimioterápicos. O tratamento pode ser oral e local (na mulher).

Prevenção
Camisinha, tratamento simultâneo do(a) parceiro(a).

Molusco Contagioso
Conceito
Doença da pele que se caracteriza pela produção de pápulas (elevações da
pele) umbelicadas (com uma depressão central), de cor que varia do branco
peroláceo (translúcido) ao rosa, em geral com 2 a 6 milímetros de diâmetro e
com base (local de implantação) levemente hiperemiada (avermelhada). São
comumente múltiplas principalmente por serem auto-inoculáveis. As lesões são
levemente pruriginosas (produzem coceira) e localizam-se em qualquer região
da pele (face, tronco e áreas expostas das extremidades) e, mais raramente,
nas mucosas. Podem ocorrer em qualquer idade mas são mais comuns em
crianças de 0 a 12 anos.

Sinônimos
Molusco

Agente
Poxvírus

Complicações/Consequências
Doença de evolução benigna. Em geral há cura sem sequelas.

Transmissão
Contato direto com pessoas infectadas. Também através de toalhas,
vestimentas, piscinas etc. Em adolescentes e adultos a localização das
lesões na região anogenital sugere transmissão sexual.

Período de Incubação
2 semanas a 3 meses após a contaminação.

Diagnóstico
Clínico. Raramente por meio de biópsia.

Tratamento
O tratamento de escolha é a remoção das lesões por curetagem (realizada por
médico). Também ocorre involução espontânea das lesões, sem deixar
sequelas, após 6 meses a 2 anos do seu início.

Prevenção
Evitar contato físico com pessoas infectadas.

METODOS CONTRACPTIVOS

 Diu -> O dispositivo intrauterino é colocado no interior do útero pelo


médico. É um dos métodos anticoncepcionais mais eficazes e muito
cômodo para a paciente. O Diu pode proteger a mulher de 05 a 10 anos,
dependo do produto.

 Pílula anticoncepcional -> Este é sem dúvida alguma um dos métodos


contraceptivos mais usados em todo o mundo. O comprimido ou pílula
tem em sua origem a combinação de hormônios sintéticos como a
progesterona e estrogênio, responsáveis por inibir a ovulação. Este
método é bastante eficaz se o remédio for usado corretamente.


 Camisinha -> A camisinha é um contraceptivo de contenção e/ou
barreira. Confeccionada com látex ou poliuretano, ao ser usada impede
que os espermatozoides cheguem ao útero. O uso da camisinha também
evita o contagio pelas DSTs.


 Espermicida -> O espermicida é uma substância química, que destrói os
espermatozoides durante o ato sexual. São encontrados em forma de
creme, gel, supositórios, spray e espuma, que devem ser introduzidos
dentro da vagina 10 minutos antes do ato sexual.

 Coito interrompido -> Este é dos métodos contraceptivos mais antigos.
Quando o homem está prestes a ejacular, retira o pênis e ejacula fora da
vagina. Porém não é considerado muito eficaz, pois durante o ato sexual
pode ser que pequenas quantidades de espermas já tenham sido
liberadas.

 Ligadura de trompas -> Existem 02 tipos de ligadura de trompas:
Abdominal e vaginal. Este é um método de esterilização definitiva, onde
as trompas são cortadas ou amarradas, impedindo que o óvulo chegue
ao útero e seja fecundado pelo esperma.

 Vasectomia -> Este método pode ser considerado como a ligadura


masculina. Pode ser feita em ambulatório, com anestesia local. Nesta
pequena cirurgia o canal que leva os espermatozoides dos testículos até
o esperma é cortado. Neste caso ocorre a ejaculação normal, porém sem
presença de espermatozoides.


 Injeção anticoncepcional -> A injeção é um método contraceptivo de
longa duração. Tem em sua formula combinação de progesterona e
estrogênios. Podem ser injetados mensal ou trimestralmente. É ideal para
as pessoas com maior dificuldade em tomar corretamente a pílula
anticoncepcional.


 Adesivo anticoncepcional -> O adesivo também chamado de patch,
deve ser aderido a pele da mulher e permanecer nela por uma semana. O
adesivo possui uma combinação de progestogênio e estrogênio que são
liberados de maneira continua e fracionada por 07 dias. Os adesivos vem
com 03 unidades que devem ser usados de maneira continua.


 Implante anticoncepcional -> Este método é feito através da colocação
de uma capsula com hormônio etenogestrel, sob a pele, possui 4 cm de
comprimento e 2mm de diâmetro. Sua eficácia vai de 06 meses a 03
anos, depende do desejo da paciente. O implante é feito através de um
aplicador descartável.
São vários os métodos contraceptivos, alguns apresentam uma melhor eficácia
que o outro. Porém antes de se decidir qual dos métodos usar, procure seu
médico. Ele vai saber qual o melhor método diante de suas necessidades. O
planejamento familiar também deve ser levado a sério pelos casais, evitando
assim uma gravidez não esperada.
Vale ressaltar que qualquer um dos métodos contraceptivos pode falhar se não
for utilizado corretamente, ou caso ocorra alguma reação adversa. Por isso
mesmo é necessário do acompanhamento

Referencias Bibliográficas:
www.aids.gov.br Acesso: 06/04/2016
www.copacabanarunners.net Acesso: 06/04/2016
www.dst.com.br Acesso: 12/04/2016
www.infoescola.com.br Acesso: 29/03/2016
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www.seuguisaude.com.br Acesso:12/04/2016
www.tuasaude.com Acesso:06/04/2016