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Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento ISSN 1415-3033

Mancha-de-estenfilio:
ressurgimento de um antigo
problema do tomateiro
41
Circular
Técnica

Brasília, DF
Dezembro, 2006
Importância da doença

Os fungos são os microorganismos causadores do maior número


de doenças do tomateiro (Solanum lycopersicon L.= Lycopersicon
esculentum Mill.). De 15% a 30% do custo total de produção de
tomate é atribuído ao uso de fungicidas no combate de doenças
foliares causadas por este grupo de patógenos (LOPES et al., 2005).
Dentre essas doenças, destaca-se a mancha-de-estenfílio, que
pode ser extremamente destrutiva ao tomateiro por reduzir a área
Autores foliar fotossintetizante, comprometendo assim a sua produtividade.
Ailton Reis
Embora sua importância tenha sido limitada nos últimos anos
Eng. Agr., Dr. devido ao uso de cultivares resistentes e às aplicações periódicas
Embrapa Hortaliças
C. Postal 218 de fungicidas para controle do complexo de doenças foliares
70359-970 Brasília, DF (KUROZAWA; PAVAN, 1997; LOPES et al., 2005), recentemente
Bolsista CNPq
tem-se observado epidemias severas dessa doença em lavouras
Leonardo S. Boiteux comerciais em todas as principais regiões produtoras de tomate de
Eng. Agr., PhD.
Embrapa Hortaliças mesa do Brasil.
C. Postal 218
70359-970 Brasília, DF
Bolsista CNPq Fatores associados com o ressurgimento da mancha-de-
estenfílio

A medida mais eficiente de controle da mancha-de-estenfílio em


tomateiro é o uso de cultivares resistentes (JONES, 1991; KUROZAWA;
PAVAN, 1997, LOPES et al., 2005). No entanto, o fato de estarem
ocorrendo epidemias severas da doença nos campos de produção
2 Mancha-de-estenfilio: ressurgimento de um antigo problema do tomateiro

sugere que houve relaxamento por parte observou-se que apenas 16 delas são
das empresas de sementes atuantes no classificadas como resistentes à doença
Brasil no que se refere à incorporação de (Tabela 1). Um fato que merece especial
resistência à doença nas novas cultivares destaque, e que pode explicar em parte o
de tomate. De fato, tem-se observado
ressurgimento da mancha-de-estenfílio, é a
respostas de susceptibilidade em um
susceptibilidade da maioria das cultivares
grande número de híbridos comerciais,
que têm sido gravemente afetados pela híbridas do grupo “longa-vida” (Tabela
doença em condições de campo. Em um 1). Muitos desses híbridos, sendo líderes
levantamento abrangendo 50 cultivares de mercado, ocupam uma vasta área de
constantes nos catálogos de diferentes plantio em diferentes regiões produtoras do
empresas de sementes atuando no Brasil, Brasil.

Tabela 1. Presença do gene Sm, que confere resistência à mancha-de-estenfílio, em


algumas cultivares de tomate para consumo in natura comercializadas no Brasil.

Cultivar* Empresa Presença do gene Sm


Andréa Sakata Não
Carmen F1 Sakata Não
Débora Plus Sakata Não
Débora Max Sakata Não
Raísa N Sakata Não
Santa Clara VF 2000 Sakata Não
Sheila Sakata Não
Sweet Million Sakata Sim
Tyler Sakata Não
Alambra F1 Clause Tezier Não
Colibri Clause Tezier Sim
Império Clause Tezier Não
Miramar Seminis Não
Fanny Seminis Sim
TY-Fanny Seminis Não
Rodas Seminis Sim
AP 529 Seminis Sim
Jumbo Horticeres - Seminis Sim
Santa Clara Horticeres - Seminis Sim
Netta Nirit Não
Nemonetta Nirit Não
Sensação Nirit Não
Giovanna TopSeed Não
Bonus TopSeed Sim
Dominador TopSeed Não
Fundador TopSeed Não
Rubi TopSeed Não
(continua)
Mancha-de-estenfilio: ressurgimento de um antigo problema do tomateiro 3

(conclusão)
Cultivar* Empresa Presença do gene Sm
Santa Adélia Super TopSeed Sim
Santa Clara Miss Brasil TopSeed Sim
Súpera F1 TopSeed Não
Duradoro Embrapa Hortaliças Sim
San Vito Embrapa Hortaliças Sim
Itapitã BHN Não
Kátia BHN Não
Saturno BHN Não
Netuno BHN Não
Facundo Rogers Sim
Rócio Rogers Sim
Saladete Sakama Não
Saladinha Plus Sakama Não
Grace Sakama Não
Itapuâ 800 F1 Isla Não
Chipano F1 Isla Não
Santa Clara I-5300 Isla Não
Accord Hortec Não
Delta Hortec Não
Kombat Hortec Não
Eros Petoseed Sim
Razan Petoseed Não
Santa Clara Petoseed Sim
* Informações extraídas dos catálogos das empresas em 2006.

Outros fatores que provavelmente duas doenças ocorrem ao mesmo tempo.


estejam contribuindo para a ocorrência Além disso, a mancha-de-estenfílio afeta
de epidemias da mancha-de-estenfílio tanto as folhas novas como as velhas,
são o desconhecimento do produtor enquanto a pinta-preta ocorre mais nas
quanto à importância da mesma, sua folhas baixeiras. Por tudo isso, fica aqui
diagnose incorreta e falhas no controle um alerta para as empresas de sementes,
químico. Os sintomas da mancha-de- as empresas produtoras de agrotóxicos,
estenfílio podem ser confundidos com aos produtores e aos técnicos da pesquisa
aqueles causados pelas doenças mancha- e extensão, envolvidos com a cultura do
bacteriana (Xanthomonas spp.) e pinta- tomate, sobre os problemas que podem
bacteriana (Pseudomonas syringae pv. ser causados pela mancha-de-estenfílio,
tomato), cujas medidas de controle são se medidas adequadas de controle não
significativamente diferentes. Além disso, forem empregadas. A não utilização da
apesar de os fungicidas utilizados no resistência genética, tecnologia eficaz e
controle da pinta-preta (Alternaria solani) “limpa”, vai contra todos os esforços que
serem, na sua maioria, eficientes contra vêm sendo feitos para a redução de uso
a mancha-de-estenfílio, nem sempre as de agrotóxicos. Por outro lado, é essencial
4 Mancha-de-estenfilio: ressurgimento de um antigo problema do tomateiro

na adoção de programas de produção em que é confundida com as manchas de


integrada de tomate, bem como no sistema pinta-preta. Além disso, as folhas atacadas
de produção orgânico. podem amarelecer, necrosar e desprender
da planta (JONES 1991; LOPES et al.,
2005).
Sintomas da doença

No tomateiro, a mancha-de-estenfílio
pode ocorrer em qualquer estádio de
desenvolvimento, desde a sementeira e
mudas recém transplantadas (KUROZAWA;
PAVAN, 1997). Entretanto, os sintomas
ocorrem com mais freqüência nas folhas
superiores, principalmente nas fases de
florescimento e frutificação da planta.
O sintoma mais comum da doença é a
formação de lesões foliares pequenas,
marrom-escuras, de formato irregular.
Ao contrário da pinta-preta, que é mais
evidente nas folhas mais velhas, a mancha-
de-estenfílio afeta principalmente as folhas
novas de plantas adultas (KUROZAWA;
PAVAN, 1997;LOPES, et al., 2005). O
fungo penetra o tecido foliar do hospedeiro
predominantemente via estômatos (DIENER,
Fig. 1. Mancha-de-estenfílio em tomate de mesa no campo
1955; BENTES; MATSUOKA, 2005). (A) e inoculado artificialmente (B): a = acesso resistente
Inicialmente as lesões são pequenas, e b = suscetível.

encharcadas e visíveis na parte de baixo


das folhas podendo ser confundidas
com as manchas provocadas por outras
doenças, tais como a pinta-preta, mancha
alvo (Corynespora cassiicola), pinta-
bacteriana ou mancha-bacteriana (Figura
1). À medida que as manchas crescem,
podem coalescer e a sua parte central se
desprender do restante do tecido foliar,
conferindo um aspecto rasgado ou furado
na lesão. Os frutos do tomateiro não são
atacados mas, sob condições favoráveis à
doença, podem aparecer pequenas lesões
nos tecidos mais jovens do caule e nos
pedúnculos das flores e frutos (Figura
2). Nas folhas mais velhas, as manchas
tendem a aumentar de tamanho, chegando
a atingir mais de 4cm de diâmetro, ocasião Fig. 2. Mancha-de-estenfílio em tomateiro estaqueado.
Mancha-de-estenfilio: ressurgimento de um antigo problema do tomateiro 5

Agentes causadores e ciclo da doença Embora S. solani seja relatado no


Brasil como patógeno de várias plantas
A mancha-de-estenfílio é causada por cultivadas, silvestres ou invasoras
quatro espécies do gênero Stemphylium: pertencentes a diversas famílias botânicas
S. solani Weber, S. lycopersici (Enjoji) (MENDES et al., 1998), a maioria das
Yam., S. vesicarium (Walh.) Simons e S. espécies hospedeiras de S. solani pertence
botryosum Wallr. (JONES, 1991; SANTOS, à família Solanaceae, entre elas, o tomate,
1999). As espécies S. botryosum e o jiló (Solanum jilo), o pimentão (Capsicum
S. vesicarium não foram encontradas annuum L.), as pimentas (Capsicum spp.),
causando manchas foliares em tomate a berinjela (Solanum melongena) e a lobeira
ou outras solanáceas no Brasil (SANTOS, (S. lycocarpon) (BOITEUX et al., 1993) e o
1999). Na Europa, esta doença tem sido algodoeiro (Gossypium hirsutum) (MEHTA,
atribuída a duas espécies predominantes: 1998). Por outro lado, S. lycopersici tem
Stemphylium solani e S. lycopersici uma gama de hospedeira mais restrita
(BLANCARD; LATERROT, 1986). No Brasil, (MENDES et al., 1998) (Tabela 2).
a espécie S. solani parece ser a mais Stemphylium lycopersici e S. solani podem
sobreviver, de um ano para outro, em
comum, e sua predominância em relação a
restos de cultura, em plantas voluntárias ou
S. lycopersici em lavouras de tomate, deve-
associadas a outras hospedeiras, inclusive
se, provavelmente, ao fato de esta espécie
plantas daninhas. A disseminação dos
ser mais polífaga, ou seja, ser capaz de
patógenos se dá principalmente por meio
infectar um maior número de espécies
de esporos (conídios) (Figura 3) conduzidos
hospedeiras (Tabela 2).

Tabela 2. Hospedeiras de Stemphylium solani e S. lycopersici registrados na literatura.

Hospedeira
Família Botânica S. solani S. lycopersici
Nome Comum Nome Científico
Tomate Lycopersicon esculentum Solanaceae +R +R
Batata Solanum tuberosum Solanaceae + -
Berinjela Solanum melongena Solanaceae +R -
Jiló Solanum gilo Solanaceae +R -
Pimentão Capsicumn annuum Solanaceae +R -
Lobeira Solanum lycocarpum Solanaceae +R -
Fisalis Physalis sp. Solanaceae + -
Algodão Gossypium hirsutum Malvaceae +R -
Sálvia Salvia officinallis Lamiaceae - +
Crisântemo Chrysanthemum eucanthemum Asteraceae - +
Cravo Dianthus sp. Caryophyllaceae - +
Tremoço Lupinus sp. Leguminosae + -
Mamão Carica papaya Caricaceae - +R
+ = Hospedeira
R
= Registrado no Brasil
6 Mancha-de-estenfilio: ressurgimento de um antigo problema do tomateiro

pelo vento. Mudas contaminadas também Medidas de controle


podem ser importantes disseminadores
destes fungos. Temperaturas na faixa de Cultivares resistentes: a medida mais
24-27oC e alta umidade do ar favorecem a eficiente e mais econômica de controle
ocorrência de epidemias da doença (JONES, da mancha-de-estenfílio do tomateiro é
1991). No entanto, S. solani pode ocorrer o uso de cultivares resistentes (JONES,
em faixa mais ampla de temperatura, tal 1991; KUROZAWA; PAVAN, 1997; LOPES
como acontece em regiões do altiplano et al., 2005). Esta resistência é controlada
andino (CEDENO; CARRERO, 1997). por um único gene dominante (gene Sm)
(HENDRIX; FRASIER, 1949; BEHARE, et al.,
1991) sendo, por isso, relativamente fácil
de ser incorporada (via retrocruzamentos)
em uma cultivar de tomateiro (GIORDANO
et al., 2003). O gene Sm tem sido utilizado
em cultivares comerciais por mais de seis
décadas e, felizmente, até hoje a resistência
conferida por ele não foi “quebrada” pelo
aparecimento de novas raças do patógeno
(GIORDANO et al., 2003). Além disso,
genótipos portando o gene Sm mostram-se
resistentes a diferentes isolados de duas
espécies distintas de Stemphylium (S.
solani e S. lycopersici). Pela sua eficácia
e estabilidade, diversas cultivares (Tabela
1), tanto para consumo in natura quanto
para processamento industrial, apresentam
o gene de resistência Sm (BLANCARD;
LATERROT, 1986; KUROZAWA; MUSSI,1995;
LATERROT, 1996; PAULA; OLIVEIRA, 2001).

Outras medidas de controle: quando não


for possível utilizar uma cultivar resistente,
outras medidas de controle (LOPES et al.,
2005) podem ser empregadas, tais como:
- Aplicar fungicidas, registrados no MAPA,
de forma preventiva;
- Fazer rotação de culturas, evitando
espécies hospedeiras dos patógenos;
- Evitar plantios próximos a lavouras
de tomate ou de outras plantas
hospedeiras;
- Eliminar restos de cultura logo após a
Fig. 3. Sintomas de mancha-de-estenfílio em plantas
de joá-bravo (A) e tomate-de-árvore (B), inoculadas última colheita;
artificialmente.
Mancha-de-estenfilio: ressurgimento de um antigo problema do tomateiro 7

- Eliminar e/ou pulverizar plantas BENTES, J. L. S.; MATSUOKA, K. Histology


hospedeiras daninhas, nativas of Stemphylium solani and tomato interaction.
ou espontâneas que estejam nas Fitopatologia Brasileira, Brasilia, DF,v. 30, n. 3,
proximidades da lavoura de tomate; p. 224-231, 2005.

- Evitar irrigações muito freqüentes, em


BLANCARD, D.; LATERROT, H. Les
especial quando esta for por aspersão;
Stemphylia rencontrés sur le tomate.
- Utilizar mudas sadias, produzidas em Phytopathologia Mediterranea, Bologna, v. 25,
telado ou adquiridas de viveiros idôneos. p. 140-144, 1986.

BOITEUX, L. S.; HENZ, G. P.; GIORDANO,


Conseqüências do ressurgimento da L. B. Solanum lycocarpum: a natural host of
mancha-de-estenfílio Stemphylium solani. Plant Disease, Saint Paul,
v. 77, n. 8, p. 846, 1993.

O ressurgimento da mancha-de-estenfílio,
CEDENO, L.; CARRERO, C. First report of
como doença de importância econômica
tomato gray leaf spot caused by Stemphylium
para o tomateiro, pode resultar em solani in the Andes region of Venezuela. Plant
mais perdas para os produtores devido Disease, Saint Paul, v. 81, n. 11, p. 1332 ,1997.
à redução na produtividade ou pelo
incremento nos custos devido ao aumento DIENER, V. L. Host-penetration and pathological
na quantidade de fungicidas utilizados histology in gray leaf spot of tomato. Phytopathology,
na cultura e à necessidade de iniciar as Saint Paul, v. 45, p. 654-658, 1955.
pulverizações mais cedo. Além disso,
esta doença pode representar mais uma GIORDANO, L. B.; ARAGÃO, F. A. S.; BOITEUX,
dificuldade para cultivo de tomate em L. S. Melhoramento genético do tomateiro.
sistemas agroecológicos. Com vistas à Informe Agropecuário, Belo horizaonte, v. 24,
mitigação desse problema, empresas n. 219, p. 43-57, 2003.
públicas e privadas de melhoramento
HENDRIX, J. W.; FRAZIER, W. A. Studies on
genético deveriam voltar novamente sua
the inheritance of Stemphylium resistance
atenção para a incorporação do gene Sm
in tomatoes., Honolulu: University of Hawaii,
nas cultivares comerciais. Na Embrapa
1949. Technical Bulletin, 8.
Hortaliças, a incorporação de resistência
à mancha-de-estenfílio em cultivares de JONES, J. P. Gray leaf spot. In: JONES,
tomateiro tem sido uma das prioridades no J. B.; JONES, J. P.; STALL, R. E.; ZITTER, T. A.
programa de melhoramento genético. (Ed.). Compendium of tomato diseases. St.
Paul: APS, 1991. 73 p.

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BEHARE, J.; LATERROT, H.; SARFATTI, M.; à mancha de estenfílio. Summa Phytopathologica,
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tomateiro (Lycopersicon esculentum Mill.). In:
Microbe Interactions, Saint Paul, v. 4, n. 5,
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8 Mancha-de-estenfilio: ressurgimento de um antigo problema do tomateiro

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1997. p. 690-719. Fungos em plantas no Brasil. Brasília, DF: Embrapa
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LATERROT, H. Cultures de tomates en région
méditerranéenne pour le marché de frai. lutte PAULA R. S.; OLIVEIRA W. F. Resistência de
génétique: situation pratique et espoirs. tomateiro (Lycopersicon esculentum Mill.)
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LOPES, C. A.; REIS, A.; BOITEUX, L. S. p. 139-145, 2001.
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MEHTA, Y. R. Severe outbreak of Stemphylium (Stemphylium spp.). Brasília, DF: Embrapa
leaf blight, a new disease of cotton in Brazil. Hortaliças, 1999. (Embrapa Hortaliças.
Plant Disease, Saint Paul, v. 82, p. 333-336, Comunicado técnico, 11).
1998.

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Pecuária e Abastecimento
Carlos A. Lopes

Editoração eletrônica: José Miguel dos Santos


1a edição
1a impressão (2006): 500 exemplares