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Classic

lnjeção Multec H NlOYFH


CENTRO DE DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA MECÂNICA
CLASSIC 1.0
Mecânica 2000 apresenta, neste volume, o marca o DNA Chevrolet. Na lateral, retrovisores
manual de manutenção do Classic 2013 na cor do carro deixam o perfil ainda mais
equipado com o sistema de injeção MULTEC H elegante. O Classic é aquele clássico que
NlOYFH. sempre se renova, o que faz dele um sucesso
O Classic ter caído no gosto do brasileiro não é indiscutível entre os sedans compactos.
nenhuma novidade, já que motivos para isso Por esses e outros motivos, a Mecânica 2000
não faltam. O Classic combina espaço interno, decidiu desvendar os segredos desse veículo, e
confiabilidade e economia em um único carro. apresenta todos os procedimentos de
Esse veículo, elegante por dentro e por fora, está montagem e desmontagem para sua reparação
repleto de itens de conforto e utiliza o motor 1.0 e manutenção, incluindo a instalação completa
VHC-E que desenvolve 78 cv de potência e 9,7 do kit do ar condicionado. O sistema elétrico é
kgfm de torque (com uso de etanol) e 77 cv de apresentado no manual, por intermédio de
potência e 9,5 kgfm de torque (com uso de diagramas, localização e identificação de
gasolina), aliado a um confiável câmbio manual conectores, componentes, terminais e chicotes,
de cinco marchas. Esse conjunto confere força tudo isso para permitir uma ampla visualização
com economia ao Classic. Se não bastasse tudo e compreensão. A injeção eletrônica aborda
isso, conta com a opção de duplo air bag e freios todas as características do sistema, com
ABS para uma segurança ainda maior, aliada a destaque para os testes passo-a-passo dos
estabilidade. sensores e atuadores.
A grade frontal integrada com o para-choque na A Mecânica 2000 agradece seus clientes,
cor do carro apresenta o emblema dourado que colaboradores, parceiros e amigos que tomam
realidade a produção deste grande projeto.

Equipe Mecânica 2000


Corpo editorial

Direção geral. Marcley Lazarini


Desenvolvimento técnico: Alysson Ramos Francilene Mendes Rodrigo Beckerman
Programação visual. Gil Braz
Fotos: Gil Braz Solano Soares
Capa: Pedro Bonneau
Revisão ortográfica. Cleimara Lott
Desenhos técnicos : Emerson Neves
Colaboração: Solano Soares

Realização

CENTRO DE DESENVOLVIMENTO
DE TECNOLOGIA MECÂNICA
Av. Sebastião de Brito, 215 D. Clara
31260-000 Belo Horizonte MG
Televendas - (31) 3123-0700
www.mecanica2000.com.br

Parceria

( GEDORE) I!IW' I=- TEf/1111/llTllK J


,.
Apoio

o
AR CONDICIOMADO AUTOMOnYO
BOXTOP
TECNOlOGIA EM ElfVACAO
FRAS"LE
~
• •
Indica #êW
@ I Ficha técnica
FICHA TÉCNICA DO VEÍCULO ....................................................................................................................... B
MANUTENÇÃO PERIÓDICA PREVENTIVA ....................................................................................................... 10
CHECK-LIST ................................................................................................................................................. 11

@ I Sistemas Mec8nlcos
CORREIA DENTADA············ ......................................................................................................................... 13
REMOÇÃO DA CORREIA DENTADA ..................................................................................................... 14
INSTALAÇÃO DA CORREIA DENTADA····· ·· .. ••••• ................................................................................... 15

BOMBA D'ÁGUA, .......................................................................................................................................... 19


REMOÇÃO DA BOMBA D ÁGUA .......................................................................................................... 19
INSTALAÇÃO DA BOMBA D ÁGUA .....................................................................................................20

BOMBA DE ÓLE0 ......................................................................... ................................................................. 22


REMOÇÃO DA BOMBA DE ÓLE0.......................................................................................................... 22
INSTALAÇÃO DA BOMBA DE ÓLE0 ......................................................................................................24

CABEÇOTE ••••••••••••••.•••••••••••••.•••••••.•••••.•.•.•.•.•.•••••••.•.•••.•.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 27
REMOÇÃO DO CABEÇOTE E SUA JUNTA ............................................................................................. 27
INSPEÇÃO DO CABEÇOTE .................................................................................................................31
INSTALAÇÃO DO CABEÇOTE ...............................................................................................................32

EMBREAGEM •••••••••••••••••••••••••••••••··························•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••··························37
REMOÇÃO DA EMBREAGEM ................................................................................................................37
INSTALAÇÃO DA EMBREAGEM ........................................................................................................... )g

VELAS DE IGNIÇÃO E CABOS DE VELAS ...................................................................................................... 43

FREios ........................................................................................................................................................ 46
DIAGRAMA DO SISTEMA DE FREIOS CLASSIC ............................................................................... 46
FREIOS DIANTEIROs .................................................................................................................... 47
INSPEÇÃO NO DISCO DE FREIO DIANTEIR0 ............................................................................... 47
REMOÇÃO DO DISCO DE FREIO DIANTEIRo ................................................................................4s
INSPEÇÃO DAS PASTILHAS E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO ........................................................... 49
FREIOS TRASEIROs ....................................................................................................................... SQ
REMOÇÃO DAS SAPATAS DE FREIO ............................................................................................ so
INSPEÇÃO DAS SAPATAS E MONTAGEM DO CONJUNTO NO VEÍCUL0 .............................................. 51
INSPEÇÃO E INSTALAÇÃO DO TAMBOR DE FREio ........................................................................ 52

SUSPENSÃO ················································································································································54
SUSPENSÃO DIANTEIRA ............................................................................................................... S4
REMOÇÃO DA MANGA DE EIXO ..................................................................................................S4
INSTALAÇÃO DA MANGA DE EIXo ..............................................................................................ss
REMOÇÃO DA TORRE DA SUSPENSÃO , ....................................................................................... 56
DESMONTAGEM DA TORRE DA SUSPENSÃo ................................................................................. s7
MONTAGEM DA TORRE DA SUSPENSÃo ....................................................................................... s7
INSTALAÇÃO DA TORRE DA SUSPENSÃO ..................................................................................... S8
SUSPENSÃO TRASEIRA. ................................................................................................................ 59
REMOÇÃO DO AMORTECEDOR TRASEIRO. .................................................................................... S9
DESMONTAGEM E MONTAGEM DO AMORTECEDOR ........................................................................ S9
INSTALAÇÃO DO AMORTECEDOR .................; ............................................................................. 6Q
SUBSTITUIÇAO DO CONJUNTO DA HOMOCINETICA {LADO DO CUBO DA RODA) .......................... 61

ROLAMENTO DIANTEIR0 •••••••••••••.•.•.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••.•.••••••.•••••••••••••••••••.••••• 63


REMOÇÃO DO ROLAMENTO DIANTEIR0 ..............................................................................................63
INSTALAÇÃO DO ROLAMENTO DIANTEIR0 .......................................................................................... 64

ROLAMENTO TRASEIR0·····•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••·•••••••••••••••·········65
SUBSTITUIÇÃO DO ROLAMENTO TRASEIR0 ........................................................................................65

SISTEMA DE ARREFECIMENT0 ••••••••••••.••••.••••••••••••••••.••••.••••••••••••••.•.•••.•••••••••••••••••••••••••.••••.•••••••••.••••••.•.•••.•• 69


DESCRIÇÃ0 ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 69
ESQUEMA DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO DO MOTOR ...................................................................... 69

AR CONDICIONAD0 ..................................................................................................................................... 71
INSTALAÇÃO DO AR CONDICIONAD0····"'''''""'''"'''''''""""'''""'""'''''''''""'''""'''"''""'''""'"""""'71
ABASTECIMENTO DO SISTEMA ..........................................................................................................79

FILTRO DE CABINE E HIGIENIZAÇÃO DO VEÍCULo ...................................................................................... s3


TROCA DO FILTRO DE CABINE ...........................................................................................................83
HIGIENIZAÇÃO DO VEÍCUL0 .............................................................................................................84
TORQUES DE APERTO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.• ss
FERRAMENTAS UTILIZADAS ........................................................................................................................ s6
INSTRUMENTOS DE MEDIÇÃO UTILIZADOS ................................................................................................ 8 7

3
D indice

@ I Alternador e Motor de partida


ALTERNADOR GM/VALEO 14V /90A ............................................................................................................ 89
TESTE DO SISTEMA DE CARGA ••••••••••••.••.••.•.•.•.•..•.••••••••••••.•••••••••••••.•.••.•••.••••.••.•.•.••.•••.•••••••.•.••.•.••.•• 89
REMOÇÃO DO ALTERNADOR · ············································································································91
INSPEÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES·························································································93
1 . ESCOVAS····························································································································93
2 . CORREIA··············································································································· .. ·••••·•••• .. 93
3. ROLAMENTOs ...................................................................................................................... 93
4 . ANÉIS COLETORES ............................................................................................................... 93
S. SISTEMA RETIFICADOR···························· ............................................................................ 94
DIODOS POSITIVOS ........................................................................................................ 94
DIODOS NEGATIVOS ....................................................................................................... 9s
TESTES DOS COMPONENTES··················· ......................................................................................... 95
1 . ESTATOR, ............................................................................................................................ 95
MONTAGEM DO ALTERNADOR ........................................................................................................... 95
INSTALAÇÃO DO ALTERNADOR NO VEÍCUL0 ....................................................................................... 99

MOTOR DE PARTIDA GMB 12 VOLTS ........................................................................................................... 100


TESTE NO SISTEMA DE PARTIDA ....................................................................................................... 100
REMEÇÃO DO MOTOR DE PARTIDA······ .............................................................................................. 101
INSPEÇÕES E TESTES DOS COMPONENTES ....................................................................................... 101
1. ESCOVAS ............................................................................................................................ 101
2 . INDUZIDO .......................................................................................................................... 102
3. SOLENOIDE······ .................................................................................................................. 102
4. MANCAIS ANTERIOR E CARCAÇA DAS ENGRENAGENS ............................................................. 103
S. MANCAL POSTERIOR ............................................................................................................ 103
6. SISTEMA PLANETÁRio .......................................................................................................... 103
MONTAGEM DO MOTOR DE PARTIDA .................................................................................................. 104
TESTE NA BANCADA GAUSs ............................................................................................................ 10S

@ I Sistemas elétricos
CENTRAL DE FUSÍVEIS DO PAINEL (CP) .............................................................................. ....................... 1Q7
COMPONENTES E SUAS LOCALIZAÇÕES ............................................................................................ 107
LOCALIZAÇÃO DA CENTRAL DO PAINEL ..................................................................................... 107
DESCRIÇÃO DOS RELÉS DA cp ................................................................................................. 107
DESCRIÇÃO DOS FUSÍVEIS DA CP ............................................................................................ 107
DETALHE DOS COMPONENTES DA CP......................................................................................... 108
DETALHE DA PLACA DE CIRCUITO IMPRESSo ............................................................................. 108
DETALHE DOS BORNES DA PLACA DE CIRCUITO IMPRESSO ......................................................... 109

MÓDULO DE CONFORTO (MCF) .................................................................................................................. 110


LOCALIZAÇÃO DO MÓDULO DE CONFORT0 ....................................................................................... 110
PINAGEM DOS CONECTORES ............................................................................................................ 110
DIAGRAMA DO MÓDULO DE CONFORTO ............................................................................................ 111

CONECTORES AUXILIARES ......................................................................................................................... 11 2


PONTOS DE ATERRAMENT0 ........................................................................................................................ 116
CHICOTES ELÉTRICOS ................................................................................................................................ 118
PAINEL DE INSTRUMENTOS ....................................................................................................................... 120
INDICADORES DO PAINEL ................................................................................................................ 120
DIAGRAMA DO PAINEL DE INSTRUMENTOS ........................................................................................ 121

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DAS LÂMPADAS ............................................................................................. 122


ESPECIFICAÇÕES DAS LÂMPADAS DO FAROL ..................................................................................... 122
ESPECIFICAÇÕES DAS LÂMPADAS DA LANTERNA ............................................................................... 122
DIAGRAMA DOS FARÓIS ALTO E BAIX0 ............................................................................................. 123

@ I Diagramas elétricos

DIAGRAMA DO INTERRUPTOR DE MÚLTIPLA FUNÇÃO (IMF~ ............................................................................... 124


DIAGRAMA DO DESEMBAÇADOR DO VIDRO TRASEIRo ...................................................................................... 124
DIAGRAMA DO AR-CONDICIONADO E DA VENTILAÇÃO INTERNA ........................................................................ 12S
DIAGRAMA DO COMUTADOR DE IGNIÇÃO , ALTERNADOR E MOTOR DE PARTIDA .................................................... 126
DIAGRAMA DA BUZINA .................................................................................................................................. 127
DIAGRAMA DAS LUZES DE POSIÇÃO E PLACA·: ................................................................................................ 127
LUZES INDICADORAS DE DIREÇAO E ADVERTENCIA ......................................................................................... 128
DIAGRAMA DAS LUZES DE FREIO ................................................................................................................... 129

4
Índice #ê#
@ I Dlogromos elétrlcos
DIAGRAMA DAS TRAVAS ELÉTRICAS E DO ALARME ANTIFURTO .......................................................................... 130
DIAGRAMA DAS LUZES DE CORTESIA .............................................................................................................. 131
DIAGRAMA DOS LIMPADORES E DO LAVADOR DO PARA-BRISA .......................................................................... 131
DIAGRAMA DO ABS ....................................................................................................................................... 132
DIAGRAMA DO AIR BAG................................................................................................................................. 133
DIAGRAMA DOS VIDROS ELÉTRICOS ............................................................................................................... 134
DIAGRAMA DO !MOBILIZADOR ....................................................................................................................... 135
DIAGRAMA ELÉTRICO DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO ........................ ,,,,,,,,,,,, ............................................... 135
DIAGRAMA DAS LUZES DE RÉ ........................................................................................................................ 136

@Ilnjeção eletrônlco
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL .................................... ....................................................... 139
ESQUEMA DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃo ......................................................................................... 139
COMPONENTES DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL ....................................................... 140
SISTEMA DE ACELERAÇÃO SEM CABO (BORBOLETA MOTORIZADA) ....................................................... 140
DIAGRAMA DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL ............................................................. 140
RELÉS E FUSÍVEIS DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL ................................................... 141
SISTEMA ANTIEVAPORATIVO ............................... ...... ,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,, ............................... 141
SISTEMA DE PARTIDA A FRIO SPF.................................................................................................. ............ 143
DIAGRAMA ELÉTRICO DO SISTEMA DE PARTIDA A FRIO ...................................................................... 143

ESQUEMA INJEÇÃO ELETRÔNICA MULTEC H N lOYFH ................................................................................. 144

CONECTOR DE DIAGNÓSTICO ..................................................................................................................... 150


PINAGEM DO CONECTOR············"""''"""'""""""''"''''''''''"''"""""'"""""'''"'''""''''"""""""'"'' 150
LOCALIZAÇÃO DO CONECTOR DE DIAGNÓSTICO ................................................................................ 150
DIAGRAMA ELÉTRICO DO CONECTOR DE DIAGNÓSTICo ...................................................................... 150

TABELA DE CÓDIGO DE DEFEITO DO SISTEMA DE INJEÇÃO·""""'"'""'"""""""'""""""'""""""""""""" 151

PINAGEM DO MÓDULO DE COMANDO•••"'""""''"'"""''''''""'''"''"''''''''''"'""''''"''"'''''''""''"''''"'""''""" 152


PINAGEM DOS CONECTORES K E M DO MÓDULO DE COMANDO• ........................................................... 152
DESCRIÇÃO DOS PINOS·""''"""'"""'"""''"""'"""'"'"'""""'"""'""''''""'""""''"'''"""'''""'"'""' 152

TESTES PASSO A PASso ............................................................................................................................. 153

1. MÓDULO DE COMANDO- Me .................................................................................................... 153


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAIS DOS CONECTORES""""""'"'"""""""""""""" 153
SINTOMAS EM CASO DE FALHAS•"""'""""''"''''"''""""""""""'""""'"''"''"'""""""""""'"''' 154
,- RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO .............................................................................................. 154
TESTE 1 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ........................................................................................ 154

2. SENSORES DE OXIGÊNIO- HEG0"""""""""""'"'"""""""""""""""""""""""""""""'"""'157


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRJCO E TERMINAIS DOS CONECTORES ............................................ 157
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO ............................................................................................. 157
TESTE 1 -RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃO DOS SENSORES HEGo ............................................. 158
TESTE 2 -TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DOS SENSORES HEGO ...................................................... 159

-- TESTE 3 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA DOS SENSORES HEGO""''""'"""'"""""""'""""'"""""""" 159

3. SENSOR DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO- ECT""'""""'""""""'""'"'""160


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRJCO E TERMINAL DO CONECTOR•""""""'""""'"""""""'""'""""160
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO·"'"'''''''''""""'''""""'''"""""'""""'"""""'""""'''''''""'''"' 160
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR ECT•"""'"""""""""""'"""""""'""'"""" 161
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃO""""'""'"""""'""'""'""""'""""""""""'""'""'" 161
TESTE 2- RESISTÊNCIA ELÉTRICA··"''"""""""""'""""''"'''"'"""''"""""""'""''"""'''''"'""' 162
TESTE 3 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ....................................................................................... 163

4. CONJUNTO MEDIDOR DE DENSIDADE - CMD"""'""""""'"'""'""'"""""""'"'"'"""""'"'"""' 164


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR""""""""""""""""""""""'""" 164
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR CMD"""""""""""'"""'"""""""""'""""' 164
SINTOMAS EM CASO DE FALHAS••••"'"'''"""""'"'''""'''"""'"''"'"""'"""""''""""'''''""""""" 165
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO•""''"""""""'""'""'""""''"'"'"""'""""'''"'""""'""""'"'"" 165
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DO SENSOR_ DE TEMP. DO AR( EXPOS!:O À TEMP. ~MBIENTE .......... 166
TESTE 2 - RESPOSTA DO SENSOR DE PRESSAO, SUBMETIDO A PRESSAO ATMOSFERICA ................ 166
TESTE 3 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ........................................................................................ 167
TESTE 4 - RESPOSTA DO SENSOR DE PRESSÃO, SUBMETIDO A VÁRIAS PRESSÕES EXTERNAS ........ 167

S. SENSOR DE POSIÇÃO DA ÁRVORE DE MANIVELAS - CKp.......................................................... 169


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRJCO E TERMINAL DO CONECTOR................................................... 169
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO"""''''"""""'"""'"""'""""""'"'""""""'""'"""'"""""'"'"" 169
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃO"""""""'"""""""'""""'"""""""'""'"""""'"""' 170
TESTE 2- RESISTÊNCIA ELÉTRICA· .......................................................................................... 170

5
D lndlce

6. SENSOR DE POSIÇÃO DO COMANDO DE VÁLVULAS- CMP................................................. 171


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTRICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 171
TABELA DE VALORES CARACTERÍSTICOS DO SENSOR CMP••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 171
RACIOCÍNIO PARA MANUTENÇÃO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 171
TESTE 1 - RESPOSTA DE FREQUÊNCIA •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 172
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 172

7. BORBOLETA MOTORIZADA- ETC ..................................................................................... 173


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTR_ICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 173
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••• 173
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DOS POTENCIÔMETROS •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 174
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO··············································································· 175
TESTE 3 - RESISTÊNCIA DOS POTENCIÔMETROS ............................................................... 175

8. SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR- SPA ................................................. 176


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTR_ICO E TERMINAL DO CONECTOR•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 176
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAo •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 176
TESTE 1 - RESPOSTA DINÂMICA DE TENSÃO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 177
TESTE 2- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 177

9. SENSOR DE DETONAÇÃO- KS .......................................................................................... 178


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTF~ICO E TERMINAL DO CONECTOR ............................................ 178
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 178
TESTE 1- RESPOSTA DE TENSÃO •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 178

10. ELETROINJETORES- INJ ............................................................................................... 179


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTR_ICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 179
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO···••••••••••••••••••••••••••••••••••••••······························••••••••••••• 179
TESTE 1 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 180
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 181
TESTE 3 - PULSOS DE ATERRAMENTO •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 182

11. BOBINAS DE IGNIÇÃO- MÓDULO DIS ........................................................................... 183


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉT~ICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 183
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 183
TESTE 1 - CENTELHAMENTO ••••••••••••••••·····························································•••••••••••••• 184
TESTE 2 - RESISTÊNCIA ELÉTRICA ................................................................................... 184
TESTE 3 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 185
TESTE 4- PULSOS DE ATERRAMENTO •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 185

12. ELETROVÁLVULA DE PURGA DO CÂNISTER- CANP....................................................... .


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTR_ICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 186
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO····················································································· 186
TESTE 1 - ESTANQUEIDADE DA CANP••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 187
TESTE 2 - TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 187

13. SISTEMA DE PARTIDA A FRIO - SPF .............................................................................. 188


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉTR_ICO E TERMINAL DO CONECTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 188
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 189
TESTE 1- RESPOSTA DINÂMICA - FUNCIONAMENTO DO SISTEMA •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 189
TESTE 2 -TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DA BOMBA DE GASOLINA- BPF••••••••••••••••••••••••••••••••••• 190
TESTE 3 - TESTE DE ALIMENTAÇÃO DA VÁLVULA DE CORTE DE COMBUSTÍVEL - VCC •••••••••••••• 191

14. BOMBA DE COMBUSTÍVEL- SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL SAC ............. 192


DESCRIÇÃO, DIAGRAMA ELÉT~ICO E TERMINAL DO CONECTOR •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 192
RACIOCINIO PARA MANUTENÇAO••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 192
CIRCUITO HIDRÁULICO DE ALIMENTAÇÃO DOS CILINDROS DO MOTOR ••••••••••••••••••••••••••••••••• 193
TESTE 1 VAZÃO DA BOMBA COM A LINHA DE RECALQUE SUBMETIDA A PRESSÃO ATMOSFÉRICA······ 193
TESTE 2 - PRESSÃO DA LINHA DE ALIMENTAÇÃO ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 194
TESTE 3- TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO ............................................................................... 195

DIAGRAMA ELÉTRICO DA INJEÇÃO ELETRÔNICA


DIAGRAMA ELÉTRICO DA INJEÇÃO MULTEC H NlOYFH ................................................................ 196

TABELA DE VALORES IDEAIS


TABELA DE VALORES IDEAIS ................................................................................................. 198

@ I Teste seus conhecimentos n


AVALIAÇÃO·················· ........................................................................................................................... 199

6
ELEVADORES AUTOMOTIVOS
AUTO LUBRIFICADOS A ÓLEO

EBP 2700 o
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Fone/Fax: (47) 3521-3332 0800 642 1877
O Ficha técnica

FICHA TÉCNICA - CLASSIC 1.0 VHC-E LS


Motor
Tipo Transversal, dianteiro
Alimentação lnjeção eletrõnica M.P.F.I.
Número de cilindros 4 em linha
Número de válvulas por cilindro 2
Ordem de ignição 1-3-4-2
Diâmetro do cilindro 71,1 mm
Curso do pistão 62,9mm
Cilindradas 999 cm 3
Taxa de compressão 12,6:1
77 cv a 6400 rpm (gasolina)
Potência do motor 78 cv a 6400 rpm (etanol)
9,5 kgfm a 5200 rpm (gasolina)
Torque
9,7 kgfm a 5200 rpm (etanol)
Rotação de marcha lenta 900 ±50 rpm
Rotação máxima permitida (gerenciamento do motor) 6800 rpm
Acionamento da distribuição Por correia

Transmissão
Tipo Manual de 5 velocidades
18marcha 4,27:1
28marcha 2,35:1
38marcha 1,48:1
Relação de transmissão
48marcha 1,05:1
s• marcha 0,80:1
Em marcha a ré 3,31 :1
Relação de transmissão do diferencial 4,87:1

Suspensão
Independente, tipo McPherson, barra estabilizadora,
Dianteira
amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados

Molas helicoidais tipo barril progressivas,


Traseira
amortecedores telescópicos hidráulicos pressurizados

Freios
Auxiliar à vácuo, duplo circuito hidráulico, válvula
Tipo
equalizadora de frenagem
Dianteiros Disco sólido
Traseiros Sistema de freio a tambor
Fluido DOT4
Comando atuante nas rodas traseiras,
Freio de estacionamento acionado por meio de cabo.

Sistema de dlreçlo
Caixa de direção Tipo pinhão e cremalheira
Diâmetro de giro 9,80 m (direção mecênica) /9,95 m (direção hidráulica)

Rodas e Pneus
Especificação Pneus Radiais 16sno R13
Especificação Rodas Aço estampado 5Jx13 com calotas integrais na cor prata

Pressio dos pneus


165/70 R13 (Pneus dianteiros)- em condição de carga máxima 2,1 kgf/cm 2 (30 psi)
165/70 R13 (Pneus traseiros)- em condição de carga máxima 2,5 kgf/cm2 (36 psi)
Pneu reserva 2,8 kgf/cm 2 (40 psi)

8
Ficha técnica #(#
Valores de alinhamento das rodas
Dianteiras Valor
Câmber -0°2' até 1°27'
Cáster 1°4' até 3°4'
-0°26' até -0°47'- divergente
Convergência (-2,61 mm até -4,61 mm- divergente)

Traseiras Valor
Câmber - 0°54' até- 1°54'
-0°18'- divergente até +0°28'- convergente
Convergência (-1 ,81 mm- divergente até +2,69 mm- convergente)
Observação: Os valores de alinhamento são em ordem de embarque (sem carga no banco)
Dimensões externas
Comprimento total 4152 mm
Largura carroceria 1608 mm
Largura total - espelho a espelho 1768 mm
Altura 1367 mm
Distância entre eixos 2443 mm

Capacidades de lubrificantes e fluidos


3,50 L (com filtro de óleo)
Cárter 3,25 L (sem filtro de óleo)
Sistema de direção hidráulica 0,95 L
Transmissão 1,6 L
Refrigerante do ar condicionado 550 g
Sistema de arrefecimento 5,8 L
Sistema de freio 0,45 L
Reservatório do limpador do para brisa 2,6 L
Tanque de combustível 54 L
Reservatório do sistema de partida a frio 0,54 L
Capacidade do porta-malas
Capacidade 390 L
Peso
Em ordem de marcha 905 kg
Carga útil (5 passageiros mais bagagem) 440kg

Sistema elétrico
Bateria 12V, 42Ah
Alternador 60A (90A com ar condicionado)

Mecânica 2000 Uno Vivace 1.0 Flex


Neste volume, apresentamos o Novo Uno, com sistema
de injeção Magneti Marelli IAW 7GF, que equipa também
o Way. Veja a preparação do veículo para receber dois
modelos de ar-condicionado e suas instalações;
acompanhe a simulação em tráfego e laboratorial dos
sintomas apresentados, caso haja ausência dos sinais
dos sensores e atuadores, entre diversos outros itens.

Inclui: TELEVENDAS • , ,
Ugóiiç.ao local .-
• Manual 4003 •8700 •.••.,••., ctdade do pa1s.
emCO Sej:l muito bem otendido por um de IIO$SO.S functontfrtos.
•3 OVOs www.mecanica2000.com.br
p Manutenção periódica preventiva
-,

Manutenção periódica preventiva


Serviços a serem executados I Revisões a cada 10.000 km ou 1 ano 1• 2• 3• 4• 5• s• 7• a• g• 10'"
Motor e transmissão: verificar quanto a eventuais vazamentos.
Velas de ignição: substituir.
• • •• • • •• • • •• •
Correia dentada: verificar o estado e o funcionamento do tensor automático.
• •
• • • • •• • • • • •
Correia dentada da distribuição: substituir.
Correia micro-V: verificar o estado.
,-...

•• •• •• • • •• •• • •• •••
Correia micro-V: substituir.
Óleo do motor: substituir.
Filtro de óleo: substituir o elemento.
•• •
•• • •• • •• ••
Tensor da correia distribuição: substituir.
Transmissão: verificar o nível de óleo e completar, se necessário. -,
Filtro de ar: verificar o estado e limpar, se necessário. -,

• • •• • • •• • • •• •
Filtro de ar: substituir o elemento.
Filtro de combustível (externo ao tanque) ·automóveis flex: substituir.
Pré-filtro de combustível (pescador da bomba de combustível): substituir.
Veículos com sistema Flexpower. •
Pedal da embreagem: verificar o curso livre.
Sistema de arrefecimento
• • •
Sistema de arrefecimento: verificar o nível do liquido do sistema de arrefecimento e
corrigir eventuais vazamentos.

Sistema de arrefecimento: substituir o liquido de arrefecimento e corrigir eventuais


••••••••••
A cada 150.000 km ou 5 anos,
vazamentos. o que ocorrer primeiro

Mangueiras, conexões, radiador e bomba d'água: verificar o estado e corrigir eventuais


vazamentos.
Freios
• • • • •
Pastilhas e discos de freio: verificar quanto a desgaste.
• • •• • • • • • •• •
• • •• • •
Lonas e tambores: verificar quanto a desgaste.
Tubulações e mangueiras do freio: verificar quanto a vazamentos.
Freio de estacionamento: inspecionar e regular, se for preciso. Lubrificar as articulações
dos liames e cabos. ••••••••• • r-..

Fluido de freio: verificar o nível e completar, se necessário.


Substituição obrigatória a cada 2 anos.
Direção, suspensão (dianteira e traseira) e pneus
•••••••••• .--.
Óleo do reservatório da direção hidráulica: verificar o nível de fluido e completar,
se necessário. ••••••••••
Mangueiras e conexões da direção hidráulica: verificar quanto a vazamento e aperto.
Amortecedores: verificar quanto a fixação e eventuais vazamentos.
• •
• • • • • • • • •• •
Atividades na revisão
Sistema de direção: verificar quanto a folga e torques nos parafusos - verificar os
protetores de pó da cremalheira da caixa de direção quanto a vazamentos. • • •
Guarnições e protetores contra pó: verifique o estado, posição e eventuais vazamentos.
• • •
Pneus: verificar a pressão de enchimento, quanto ao desgaste e eventuais avarias,
executar o rodízio dos pneus e o balanceamento, caso necessário. ••••••••••
lnspecionar o torque das porcas de fixação das rodas.
Carrocerla
•••••••••• -,
Sistema de ar condicionado: verificar quanto ao funcionamento do sistema.
Filtro de limpeza do condicionador de ar ou do sistema de ventilação: substituir.
• • •• • • • ••
Carroceria e assoalho: verificar quanto a danos na pintura ou corrosão.
• • • •
Cintos de segurança: verificar estado de conservação, Iorque e funcionamento de
cadarços, fivelas e parafusos de fixação.
Sistema elétrlco
••••••••••
Sistema elétrico: analisar os códigos de falha no sistema elétrico armazenados na
memória do MC. •••••••••• --.

•• ••• •• •• •• ••• •• •• •• •••


lnspeção do equipamento de Iluminação e sinalização.
Limpadores e lavadores do para brisa: verificar o estado das palhetas.
Foco dos faróis: verificar a regulagem.
-,

-,
10
Manutenção Preventiva: você e seu cliente só têm a ganhar.
Informe os dados do cliente 11 Informe os dados do veículo
Nome: 11 Marca:
End: 1~1~M~o~d~e~
lo=:= = = = = = = = = = = =
Tel: I Placa:
~~~======~==========~
E-mail: 11 Km: 1'-'-A
-I-"-'n=o-':---_ _ _ _ _ _____j

Verificações
Direção Arrefecimento O 0 Ok
Volante e coluna O 0 Ok O r.=I~=;-;-;N-;-ív-e-o--1d-:-o---;-;-
líq- u--:-id-:-o----:- - r-re----:t-a _ _ _~:__-~
in-co
O I~ Folgas excessivas lO I~ Ausência de aditivo
O I~ Danificado ou com funcionamento deficiente lO ~~~~va=z=a=m=e=n=to=s=============
Equipamentos obrigatórios Correias auxiliares O 0 Ok
Limpador e lavador de para-brisa O 0 Ok O ""1~=;-;;;:
C-o-ns_e_rv_a_ç--=ã:-o-,-/fi::-lx_a_ç-=-ã---:
od,--efi::-IC--;-ie- n---,-t_
e --==---____::_:_:__
O I~ Inexistente I Pneus e rodas
O I~ Danificado ou com funcionamento deficiente I Estado geral de fixação das rodas O 0 Ok
Extintor de incêndio O 0 Ok O I~ Falta um ou mais parafusos de fixação I
O I~ Validade vencida tO I~ Exist. De trincas ou amassamentos na parte externa I
Buzina O 0 Ok O I~ Corrosão acentuada I
O I~ Inexistente I Desgastes da banda de rodagem O 0 Ok
O I~ Funcionamento deficiente 10 I~ Pneu(s) com pronf. de sulco inf. a 1,6mm
Cintos de segurança O 0 Ok Sinalizações
O I ~ Inexistente ou quantidade insuficiente I Luz indicadora de direção (setas) 00 0k
Triângulo de segurança O 0 Ok O I~ Uma ou mais não funcionam
O I~ Inexistente I Luz de freio O 0 Ok
Estepe O 0 Ok O r.=
I ~=;--;-;U_m_a_o_u_m
- ai;-s-n--=ã-
o-=f_
u n_c-:-io_n_a_m_ _-=:__-~
O I~ Fixação da"ficiente I Luz indicadora de posição 00 0k
Freios O I~ Uma ou mais não funcionam
Reservatorio do líquido de freio O 0 Ok Luz de ré O 0 Ok
O I~ Falta estanqueidade lO =I
~"'N;-;-a=--o-f-;-u-n---:
ci:- o-
na--------='----_:__~
O I ~ Nível do líquido insuficiente I Suspensão
Freio de estacionamento O 0 Ok Amortecedores O 0 Ok
O I~ Danificado ou com funcionamento deficiente tO I~ Conservação/ fixação deficientes
Gerenciamente Eletrônico O l.'=I~"'--V~a~z=a~m~e~n~to~de~flu~i~d~o_ _ _ _ _ _ __ _ j
Carga e Bateria O 0 Ok Bandejas, braços e pivô O 0 Ok
O I~ Tensão da bateria inadequada tO I~ Conservação/ fixação deficientes
O I~ Tensão do alternador inadequada tO l.~ '=l=c..'..._F~olc.::1g~as~ex~c~e~s~si'!-v~as~---=-::-:------.:===::---
Gerenciamento eletronico O 0 Ok Dados da Oficina
O I ~ Anomalia acesa quando existente li=!~N~o~m ~e~:=============~
Iluminação i=l~E~n:;=d=:=============~
Te I:
Lâmpadas dos faróis principais O 0 Ok
O I~ Uma ou mais não funcionam 1LI_,E=--'-'m"'a"-'-il,_:----cc_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ ___j
Lâmpadas de ilumin.da placa traseira O 0 Ok Observações
O I ~ Funcionamento deficiente
-

Motor e Climatização
Motor O 0 Ok :i==============~
O I ~ Vazamento de óleo I
Climatização O 0 Ok 1
O I~ Funcionamento do ar quente irregular 11
O I ~ Funcionamento do ar frio irregular 11

~~----------------------------------------------------------__) 11
Se algo move
você à vitória.
é porque
tem Gates.

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~· CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Correia dentada

Especificação técnica GATES Especificação técnica GATES


Correia dentada Correia micro-V
40305X17 K050705
5PK1790 mm

O perfeito sincronismo dos tempos de injeção e de


avanço do ponto de ignição do motor, além da
transmissão de movimento dos sistemas elétricos,
Especificação técnica GATES hidráulicos e térmicos do motor, são funções que
Tensor da correia dentada dependem diretamente do correto funciona-
T43120 mento das correias. Elas são utilizadas em dois
formatos: a correia micro-V e a correia dentada. A
correia micro-V exerce a função de movimentar
dispositivos auxiliares que não necessitam
sincronismo, como o alternador, o compressor do
ar-condicionado e a bomba da direção hidráulica.
A correia dentada tem a função de manter o
sincronismo entre a árvore de manivelas e o
comando de válvulas, garantindo o exato
cumprimento dos ciclos de trabalho do motor.
Como todo componente mecânico, as correias
sofrem desgaste natural de funcionamento,
devendo ser substituídas conforme a especifi-
Especificação técnica GATES
cação do veículo. Isso, porque o rompimento da
Tensor da correia micro-V correia dentada, que se dá normalmente por
excesso de uso, causa enormes problemas. O mais
comum é acontecer o empeno das válvulas, que,
por serem mais sensíveis, não resistem ao
movimento bruto da árvore de manivelas e faz o
pistão ir de encontro a elas. Outro problema, e
mais grave, é quando, por falta de conhecimento,
o motorista tenta religar o veículo. Há nesse
momento uma força muito grande, e o condutor
pode estar danificando completamente o
cabeçote e os pistões. Esses motivos mostram a
importância da manutenção da correia dentada.

--------------------------------------------------------------__, 13
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Correia dentada ~·

. , Remoção da correia dentada

l .Remova o conjunto filtro de ar; Fig.3 - Instalação da ferramenta de travamento


2.Utilize chave 15 milímetros com cabo de força do volante do motor
articulado para deslocar a correia micro-V das
polias, girando o parafuso do tensor no sentido
horário;
3.Desloque a correia micro-V;
4.Remova os três parafusos de fixação da
cobertura superior da correia dentada com chave
ElO; (Fig.l)

Fig. l-Remoção da cobertura superior da correia dentada

8.Desaperte o parafuso da polia dentada da


árvore de manivelas com chave E18; (FigA)

Fig.4 - Remoção da polia dentada da árvore de manivelas

S.Retire a cobertura;
6.Remova a tampa de proteção do volante do
motor, para isso, retire seus três parafusos 10
milímetros de fixação; (Fig.2)
9 .Retire, em seguida, o parafuso e a polia;
lO.Com auxílio de chave ElO remova os três
parafusos de fixação da cobertura inferior da
Fig.2-Remoção da tampa de proteção do volante do motor correia dentada, e remova-a;
ll.Para facilitar a instalação da correia dentada,
posicione a árvore de manivelas e o comando de
válvulas nas referências de montagem,
12.Para tal, primeiramente, instale novamente o
parafuso de fixação da engrenagem da árvore de
manivelas;
13.Com chave E18, gire a árvore de manivelas,
através de seu parafuso, até o perfeito sincro-
nismo das engrenagens do comando de válvulas e
da árvore de manivelas com as respectivas
referências na cobertura posterior da correia
dentada e na bomba de óleo;

Para que o êmbolo do primeiro


7 Trave o motor. Para isso, instale a ferramenta cilindro se encontre na condição de
adequada na carcaça da transmissão, de modo PMS (Ponto Morto Superior), a
que a ferramenta trave o volante do motor; referência na engrenagem do comando de
(Fig.3) válvulas deve estar alinhada com a respectiva
marca existente na cobertura posterior da
correia dentada. (Fig.S)

14 '-----------------------------------------------------------------~~
~- CLASSIC 1.0 - Sistemas Mecânicos Correia dentada

Fig.S - Referência na engrenagem do comando de válvulas Fig.6 - Referência na engrenagem da árvore de manivelas

referência na engrenagem da 14.Afrouxe o parafuso de fixação do tensor da


c..="""".,.~"" árvore
de manivelas deve se alinhar correia dentada com amcHio de chave Torx T40;
com a aba da carcaça da bomba de lS.Remova o tensor e seu parafuso de fixação;
óleo. (Fig.6) 16.Retire a correia dentada.

IJII'I Instolação da correia dentada

Inspecione a correia dentada e seu Fig.8 - Disposição da correia dentada


tensor quanto a possíveis desgastes
excessivos, fissuras na correia ou Engrenagem do
comando
mau funcionamento do tensor. Tais condições de válvulas
implicam na imediata substituição do conjunto.

l.Selecione e instale o tensor da correia dentada Bomba


no veículo, atento a sua correta posição de encai-
xe; (Fig.7)

Fig.7- fusição de encaixe do tensor


Tensor da
correia dentada

Ao instalar a correia dentada, colo-


que-a de forma a permitir a leitura da
inscrição da esquerda para direita.
(Fig.9)

Fig.9 - Inscrição na correia dentada

2.Apenas encoste seu parafuso;


3.Selecione e instale a correia dentada,

Posicione a correia adequadamente


nas engrenagens da árvore de mani-
velas e do comando de válvulas, as-
sim como na bomba d'água e no tensor. (Fig.8)

------------------------------------------------------------------------ 15
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Correia dentada ~·
4.Ajuste a tensão da correia. Retire o pino trava do Fig.12- Referência de encaixe na polia da
tensor e com chave hexagonal6 milímetros, gire o árvore de manivelas
tensor, no sentido anti-horário, até que o ponteiro
indicador de tensão esteja sobre a cavidade em
"U" na sua base; nesse ponto, aperte o parafuso de
fixação do tensor; (Fig.1 O)

Fig. lO - Ajuste da tensão da correia

O alojamento da chaveta da polia da


árvore de manivelas deve estar
devidamente encaixado na chaveta
da engrenagem.

10.Instale seu parafuso, e aplique torque de 100


5.Aplique torque de 21,5 ± 1,1 Newton-metros ao ± 5 Newton-metros ao mesmo;
parafuso; 1l.Remova a ferramenta de travamento do
6.Verifique o sincronismo do motor. Para isso, volante do motor e instale a sua tampa de
confira as referências; proteção;
12.Instale também a cobertura superior da
correia dentada,
As referências na cobertura poste- 13.Reposicione a correia micro-V;
rior da correia dentada e na bomba
de óleo devem coincidir com as
referências nas engrenagens do comando de A correia micro-V deve incorporar as
válvulas e da árvore de manivelas, respectiva- polias: da árvore de manivelas, do
mente. compressor do ar condicionado, do
alternador, da bomba da direção hidráulica e do
seu tensor. (Fig.13)
7.Instale a cobertura inferior da correia dentada;
8.Trave novamente o motor; (Fig.11)
Fig.13- Disposição da correia micro-V

Fig.ll - Travamento do volante do motor

micro-V

da árvore Compressor do
de manivelas ar-condicionado

14.Por fim, instale o conjunto do filtro de ar.

9 .Instale a polia dentada da árvore de manivelas


atento a sua posição de encaixe; (Fig.12)

16 '-------------------------------------------------------------------
Redução do nível de líquido no Dano por óleo/derivados
sistema de arrefecimento de petróleo
Aparência: Vazamentos, umidades Aparência: Dilatação/Inchaço. A borracha
e goteiras. fica mole, com bolhas e com consistência
Problema: Mangueiras mal encaixadas, pegajosa ao toque, como cola.
abraçadeiras com folgas e/ou sem o Problema: Derivados de petróleo reagem
torque correto, rachaduras no bocal da mangueira e trinca no quimicamente com os compostos de borracha, enfraquecendo
bocal do radiador. sua estrutura. Isso faz com que as camadas da mangueira se
Solução: Substitua as mangue ias antes de romper. despreendam, causando bolhas e o rompimento prematuro da
É recomendada a troca das abraçadeiras a cada troca de mangueira.
mangueiras. Aplique o torque correto na abraçadeira. Solução: Substitua as mangueiras antes de romper. Corrija a
origem do vazamento de óleo.
Observação: Use somente detergentes neutros para limpeza
Dano por calor
do motor.
Aparência: Dilatação/Inchaço.
A borracha fica com a consistência
pegajosa ao toque, como cola. Perda de
borracha de superfície. os fios têxteis
ficam expostos. Dano por ozônio
Problema: Com as altas temperaturas do motor e do líquido de Aparência: Pequenas rachaduras na
arrefecimento, é ocasionado o rompimento da mangueira. cobertura da mangueira.
Solução: Substitua as mangueiras antes de romper. Use sempre a Problema: A alta concentração de ozônio
mi stura correta do aditivo de radiador+ água. dentro do compartimento do motor
ataca diretamente os componentes
de borracha . Pequenas rachaduras ocorrem principalmente em
Dano por abrasão curvas e locais de fixação . Através destas rachaduras, os gases
Aparência: Fio s têxteis expostos. penetram e reduzem a vida útil da mangueira.
Problema: Ocorre quando a mangueira Solução: Substitua as mangueiras antes de romper. As
entra em atrito com partes fixas do motor. mangueiras Gates são fabricadas em um composto de EPDM,
As mangueiras Gates são construídas resistente ao ozônio .
100% de acordo com os projetas das
montadoras, e não devem ter cantata com outras partes do motor.
Solução: Substitua as mangueiras antes de romper.
Em uma emergência, você pode usar sobrecapa, usando um
peda ço cortado de uma outra mangueira .

Dicas e cuidados para instalação


Nunca substitua a mangueira com o motor aquecido ou com o líquido no sistema.
Deve ser aplicada a proporção correta da mistura de água+ aditivo de radiador (propileno glicol e etileno
glicol) para garantir a vida útil da mangueira e dos componentes do sistema de arrefecimento.
r

Para remover a mangueira do bocal Faça a limpeza do Uso de ferramentas Certifique - se de


do radiador, solte a abraçadeira e bocal removendo adequadas: para que a magueira
gire a mangueira ao redor do bocal. todas as impurezas . a braçadeiras com sistema está perfeitamente
Se ainda assim a mangueira não se Se necessário, usar mola (de pressão), usar encaixada na
soltar, use uma lâmina para cortar detergente neutro. a Iicate-a braçadeira . posição correta do
Importante: Cuidado para não bocal do radiador e
quebrar o bocal do radiador durante a abraçadeira bem
a remoção da mangueira. fixada.

GATES CORPORATION- OIV. SOUTH AME RICA


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SCHADEK
CLASSIC 1.0 - Sistemas Mecânicos Bomba d'água

:J
\=:J
~
CJ
=>
(~
A bomba d'água é a responsável por gerar um
\_j
fluxo e fazer circular o líquido de arrefecimento
()
- ../ pelo motor, bloco e cabeçote, até atingir o
radiador, onde ocorre a troca de calor com o ar
externo. O motor do Classic está equipado com
{ )
uma bomba do tipo centrífuga, instalada no bloco
C) e acionada pela correia dentada, e que possui
vazão entre 100 e llO litros por minuto. O não
,_) funcionamento da bomba d'água interrompe o
) fluxo do líquido de arrefecimento, comprome-
tendo o funcionamento de todo o sistema e
\~ colocando em risco a própria durabilidade do
o motor, uma vez que o líquido de arrefecimento
não circulará por ele e não será resfriado no Especificação técnica SCHADEK
_) radiador, provocando superaquecimento. Por Bomba d'água
C) isso, é importante ficar atento a vazamentos,
ruídos e estado da correia de acionamento da SCH N° 20.189-1
~ bomba d'água.
CJ
,..._)
IPJ Remoção da bomba d'6gua

l.Remova a correia dentada. Consulte os procedi- 4.Remova o parafuso e a engrenagem do coman-


mentos no item "Correia dentada"; do;
2.Com chave Torx T30, solte os dois parafusos S.Na sequência, desaperte os outros dois para-
inferiores de fixação da cobertura posterior da fusos superiores da cobertura posterior, e remova-
correia dentada; a do veículo; (Fig.2)
3.Trave a engrenagem do comando de válvulas
com a haste de reação, e desaperte o seu parafuso Fig.2 - Remoção da cobertura posterior da correia dentada
de fixação, com chave 15 milímetros; (KL-0282-
31) (Fig.1)

Fig.l - Desaperto da engrenagem do comando

r)

6.Retire a tampa do reservatório do líquido de


arrefecimento para acelerar a drenagem do
líquido;
?.Utilize um alicate de bomba d'água para
deslocar a abraçadeira da tubulação inferior no
radiador, do lado esquerdo;

19
o
OCHADEK
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Bomba d'água

8.Deixe escoar todo o líquido. Aguarde; (Fig.3) Seja precavido ao retirar a bomba
d'água, pois parte do líquido de
arrefecimento permanece retido aí
Fig.3 - Drenagem do líquido de arrefecimento
e poderá escoar.
lO.Remova os três parafusos fixadores da bomba
d'água com chave hexagonaiS milímetros, e reti-
re-a. (Fig.4)

Fig.4 - Remoção da bomba d'água

9.Acople novamente a tubulação e prenda a abra-


çadeira,

r'J instolaçõo da bomba d'6gua

S.Instale a engrenagem do comando de válvulas;


Limpe a região em torno do aloja-
mento da bomba, Atente-se ao seu correto encaixe.
Além do que, as referências devem
l .Encaixe corretamente o anel de vedação na
estar alinhadas. (Fig.6)
bomba, e leve-a para ser instalada no veículo;
2.Instale a bomba d'água;
Fig.6 - Referência na engrenagem do comando
Observe a correta posição de pré-
ajuste para instalação da bomba
d'á-gua. (Fig.S)

Fig.S - Correta posição de encaixe da bomba

6.Instale seu parafuso de fixação, trave-a com


ferramenta específica, e aplique torque de 45,00
± 2,25 Newton-metros;
?.Instale a correia dentada e os demais compo-
nentes. Se necessário, siga tais procedimentos
3.Aperte seus parafusos, e aplique torque de 7,00 conforme o item "Correia dentada";
± 0,35 Newton-metros; 8.Abasteça o sistema de arrefecimento na propor-
4.Instale a cobertura posterior da correia ção de 40% de aditivo e 60% de água.
dentada;

20
PROBLEMAS MAIS COMUNS RELACIONADOS
A QUEDA DE PRESSÃO DE ÓLEO SCHADEK
NOS MOTORES BV E PRINCIPALMENTE 16V

PROBLEMA SOLUÇÃO

Válvula de Retenção ou de Segurança Substituir o Filtro de óleo


do filtro de óleo com defeito

Entradas de ar pelo sistema Observar pela vareta do óleo, com o motor em


funcionamento e com o óleo quente, se o óleo
está espumando. Se estiver, significa que está
tendo entrada de ar. Verificar então se a base
do pescador está empenada ou com uso de
cola, se existem possíveis fissuras no bloco ou
cabeçote.

Válvula de Retenção do cabeçote Verificar se há válvula de retenção no cabeçote


e se está em perfeito funcionamento, caso
contrário substitua-a.

Viscosidade do óleo incorreta Substituir o óleo e utilizar o especificado pelo


fabricante .

Carbonizações no sistema Efetuar a limpeza completa e detalhada no


sistema.

Impurezas no interior do tubo de Recomenda-se trocar o tubo de sucção


sucção sempre que trocar a bomba de óleo.

Folga dos mancais incorreta Ajustar as folgas corretamente dentro do


especificado.

Desgastes do cabeçote Fazer a retífica completa do cabeçote.

Desgastes dos Tuchos Hidráulicos Efetuar a troca dos tuchos gastos


(é recomendado que todos sejam trocados).

Não utilizar cola Não se deve usar cola na aplicação da bomba


de óleo ou do tubo de sucção, utilizar somente
a junta que acompanha o produto.

ATENÇÃO: Multo cuidado com problemas relacionados à combustivel adulterado,


pois o mesmo vem prejudicando e condenando muitos motores no pais.

BOMBAS DE ÓLEO, BOMBAS D'AGUA, REPAROS E ACESSÓRIOS AUTOMOTIVOS.

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CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Bomba de óleo
- .......;=====~::J

O sistema de lubrificação fornece óleo às peças


móveis do motor para reduzir o atrito entre elas,
minimizar a geração de calor e filtrar as
impurezas geradas durante o funcionamento do
motor. A bomba de óleo é um dos componentes
desse sistema, e é a responsável pelo fluxo de
lubrificante no interior do motor. Esse óleo em
circulação lubrifica e auxilia na refrigeração dos
principais componentes internos do motor, tais
como: pistões, comando de válvulas, árvore de
manivelas, anéis, dentre outros. A bomba
presente no Classic é uma bomba de engrenagens
e está posicionada na parte dianteira do bloco de
forma concêntrica à árvore de manivelas. Sua
vedação com o bloco do motor é feita por uma
junta especial. A vedação do cárter ao bloco do
motor é feita por junta líquida. A substituição da
Especificação técnica SCHADEK
bomba de óleo se faz necessária quando houver
Bomba de óleo
baixa pressão na linha de recalque, vazamentos
SCH N° 1 0.305 de óleo pelo retentor ou ruídos excessivos.

PJ Remoção do bombo de 6leo

Para a remoção da bomba de óleo é Fig.l - Deslocamento do tubo primário de escapamento


---..,-~ necessário remover anteriormente a
correia dentada, além da engrena-
gem do comando de válvulas e da cobertura
posterior da correia dentada. Consulte os
procedimentos nos itens "Correia dentada" e
"Bomba d'água"

1.Solte o terminal elétrico do sensor de oxigênio


HEG02;
2.Utilize chave 13 milímetros para remover as três
porcas de fixação do tubo primário de escapa-
mento;
3.Desloque-o e retire ajunta; (Fig.1)
4.Posicione um coletor de óleo sob o cárter, e
remova o bujão de dreno com chave 19
milímetros; (Fig.2)

22
SCKADEK
CLASSIC 1.0 - Sistemas Mecânicos Bomba de óleo

Fig.2 - Remoção do bujão de dreno do óleo ll.Desconecte o terminal elétrico do interruptor


de pressão do óleo (IPO),

Optou-se por não desacoplar o IPO


da bomba de óleo. Mas caso seja
necessária a sua remoção, utilize
chave 24 milímetros para este fim.
12.Remova o parafuso e a engrenagem da árvore
de manivelas; (Fig.5)

Fig.S - Remoção da engrenagem da átvore de manivelas

5.Aguarde o escoamento completo do óleo;


6.A seguir, instale novamente o bujão de dreno e
aperte-o com torque de 55,00 ± 2,75 Newton-
metros;
?.Utilize chave ElO para remover os 15 parafusos
fixadores do cárter ao bloco do motor;
8.Remova o cárter com auxílio de uma alavanca;
(Fig.3)

Fig.3 - Remoção do cárter


13.Remova o parafuso 10 milímetros de fixação
do suporte do CKP na bomba de óleo; 14.Em se-
guida, retire os outros 6 parafusos 1O milímetros
que fixam a bomba de óleo ao bloco do motor;
15.Remova a bomba de óleo; (Fig.6)

Fig.6 - Remoção da bomba de óleo

9.Solte os três parafusos de fixação do pescador da


bomba de óleo com chave Torx T30, e remova-o;
lO.Com chave ElO, remova o parafuso de fixação
do sensor de rotação da árvore de manivelas
(CKP), e desprenda-o do seu alojamento na
bomba de óleo; (FigA)
FigA - Remoção do CKP

16.Retire a junta.

Limpe adequadamente os compo-


nentes que serão reinstalados no
veículo e a região do alojamento da
bomba no bloco do motor, removendo quaisquer
resquícios de junta e impurezas existentes, que
possam comprometer o bom funcionamento da
bomba de óleo.

23
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Bomba de óleo --
I CIW>EK

~ Instalação da bomba de 61eo

l.Selecione a nova bomba de óleo e sua junta de Observe o encaixe da guia do


vedação; sensor na bomba de óleo.

Antes da instalação da nova bomba


de óleo, preencha-a com óleo novo 6.Na sequência, aplique torque de 9,00 ± 0,45
para motor. Newton-metros a todos os parafusos;
7.Reconecte o terminal do interruptor de pressão
2.Instale ajunta de vedação da bomba no bloco do do óleo e, instale o sensor de rotação da árvore de
motor; (Fig. 7) manivelas; (Fig. 9)

Fig.? - Instalação da junta da bomba de óleo Fig.9- Instalação do sensor CKP

3.Instale a bomba de óleo em seu alojamento; 8.Encaixe a engrenagem da árvore de manivelas.


Fique atento a posição de encaixe e às referências;
Posicione-a tomando os devidos (Fig. lO)
cuidados para que sua parte inter-
na encaixe de maneira adequada
ao eixo. Isso evitará possíveis danos ao seu Fig. lO- Referências na engrenagem da átvore de manivelas
retentor de óleo. Faça movimentos suaves ao
acoplar a bomba em seu alojamento.

4.Aperte seus parafusos;


S.Instale o suporte do sensor de rotação da árvore
de manivelas, encaixando-o na bomba de óleo;
(Fig.8)

Fig.8 - Suporte do CKP instalado na bomba

Antes de reinstalar o cárter, com


auxílio de uma espátula raspe os
restos de junta presentes no
próprio cárter e no bloco do motor.

9.Aplique junta líquida ao longo de toda a


superfície de conta to do cárter; (Fig.ll)

24
SCHADEK
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Bomba de óleo

Fig.ll - Aplicação de junta liquida na borda do cárter Após a instalação do cárter de óleo
a junta líquida deverá secar duran-
te aproximadamente 30 minutos.
Transcorrido este prazo pode-se reabastecer o
motor com novo óleo.

13.Posicione a junta no tubo primário de


escapamento e instale-o;
14.Em seguida, aperte as suas porcas com torque
de 25,00 ± 1,25 Newton-metros;
15.Reconecte o terminal elétrico do sensor de
oxigênio; (Fig.13)

A aplicação de junta líquida deve Fig.13- Sensor HEGO 2


ser feita orientando-se sempre para
dentro da região do cárter, nunca
para fora sob o risco de vazamentos de óleo.

Aguarde o tempo de cura da junta


por aproximadamente 5 minutos.

10.Instale o pescador da bomba de óleo, e aplique


torque de 8,0 ± 0,4 Newton-metros aos seus
parafusos; (Fig.12)

16.Instale os demais componentes: cobertura


Fig.12 - Instalação do pescador posterior da correia, engrenagem do comando de
válvulas e correia dentada, conforme demons-
trado nos itens "Bomba d'água" e "Correia den-
tada";
17.Abasteça o motor com 3,5 litros de novo óleo,
incluindo substituição do filtro. Sem a substi-
tuição do filtro, a capacidade do sistema é de 3,25
litros;

Segundo especificações do fabri-


cante, recomenda-se a utilização
do óleo sintético SAE 5W30.

11.Encaixe o cárter em seu alojamento, e encoste 18.Aguarde por aproximadamente 3 minutos


seus parafusos com chave E1O; para que o óleo escoe completamente para dentro
12.Aplique torque de 8,0 ± 0,4 Newton-metros do motor; verifique o nível do óleo, e complete-o,
aos parafusos; se necessário.

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§liJilJM CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Cabeçote

Especificação técnica
SABÓ
Kit de parafusos
78472

Especificação técnica
SABÓ
Kit junta do cabeçote

80263

O cabeçote é o componente responsável, devido a cabeçote é metálica, e os parafusos usados para


sua construção, de conduzir a entrada e saída de fixar o cabeçote ao bloco do motor exigem aperto
ar e combustível dos cilindros localizados no com torque angular. A vedação entre o cabeçote e
bloco. Nele está alojado o sistema de acionamento a carcaça do comando de válvulas é feita por junta
das válvulas, as próprias válvulas, além da líquida resistente a altas temperaturas. Alguns
superfície superior da câmara de combustão. O dos indícios de possível problema com a junta do
cabeçote é instalado sobre o bloco. O motor do cabeçote são: perda de compressão do motor,
Classic é constituído de um cabeçote feito de liga redução do nível do fluido de arrefecimento ou do
de alumínio. O bloco do motor é de ferro fundido lubrificante e superaquecimento do motor. Sua
cinzento. Entre a superfície superior do bloco e a avaria pode provocar a perda considerável de
superfície inferior do cabeçote é posicionada a potência do motor, e até mesmo danos mecânicos
junta do cabeçote. Ela tem a função de assegurar a graves. Em geral, a substituição da junta é
estanqueidade das câmaras de combustão, bem requerida nas manutenções que exigem a
como a continuidade dos circuitos de arrefec- remoção do cabeçote, ou em caso de identificação
imento e de lubrificação do bloco do motor para o de sintomas operacionais como os apresentados.
cabeçote, isolando-os adequadamente. Ajunta do

. , Remoçõo do cabeçote e sua junta

condisão Remoção da correia dentada e de S.Desloque a abraçadeira da mangueira superior


do sistema de arrefecimento com auxílio de chave
INICIAI.8 sua cobertura posterior, e drenagem
de fenda, e remova a mangueira; (Fig.l)
do líquido de arrefecimento. Se pre-
ciso, consulte os procedimentos nos itens
"Correia dentada" e "Bomba d'água"

1. Utilize um alicate tipo bomba d'água para remo-


ver a mangueira de ventilação conectada ao con-
junto filtro de ar;
2.Desaperte a abraçadeira de conexão do
conjunto filtro de ar à borboleta motorizada com
auXIlio de chave 7 milímetros, e desconecte-o;
3.Em seguida, remova o conjunto filtro de ar;
4.Desconecte os cabos de velas;
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos

6.Solte o conector do sensor de oxigênio HEGO 1, 14.Utilize chave E12 para remover os dois
7.Com o alicate bomba d'água, remova a man- parafusos que fixam o suporte do coletor de
gueira presa à tampa de válvulas; (Fig.2) escapamento ao bloco do motor;
lS .Remova as oito porcas de fixação do coletor de
escapamento com chave 13 milímetros;
Fig.2 - Remoção da mangueira presa à tampa de válvulas
16.Desloque o coletor, e remova a sua junta,
17 .Desconecte os terminais elétricos do sensor de
rotação da árvore de manivelas (CKP) e de
posição do comando de válvulas (CMP), (Fig.4)

Fig.4 - Remoção do conector do CKP

Para remover o cabeçote do motor


não necessariamente é preciso reti-
- - .-l.oi"ii rara tampa de válvulas.

8.Utilize chave Torx T30 para desapertar os oito


parafusos fixadores da tampa de válvulas de
forma gradativa; 18.Solte o conector da borboleta motorizada
9 .Retire os parafusos e na sequência, a tampa, (ETC),
lü.Solte os seis parafusos de fixação do defletor 19.Remova a mangueira do sistema de partida a
de calor, com chave ElO; (Fig.3) frio ligada à borboleta motorizada; (Fig.S)

Fig.3 - Remoção do defletor de calor Fig.S - Remoção da mangueira ligada a borboleta

ll.Remova o defletor;
20.Em seguida, retire os dois parafusos que fixa a
borboleta ao suporte superior do coletor de
Remova o defletor cuidadosamente, admissão com chave Torx T30;
manobrando-o e passando-o por 21.Com a mesma chave solte os quatro parafusos
baixo do tubo do sistema de ar con- que fixam a borboleta ao coletor de admissão, e
dicionado. remova-a do veículo;
22.Remova os dois parafusos e as duas porcas de
12.Remova as três porcas 13 milímetros de fixação do suporte superior do coletor de
fixação do tubo primário ao coletor de escapa- admissão, com chaves Torx T30 e 16 milímetros,
mento; respectivamente;
13.Desloque o tubo;

28 '------------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 - Sistemas Mecânicos Cabeçote

23 .Desloque o suporte; (Fig.6) 25.Utilize chave E12 para remover o parafuso de


fixação do sensor de posição do comando de
Fig.6 - Deslocamento do suporte superior do válvulas, e retire-o; (Fig. 9)
coletor de admissão
Fig.9- Sensor CMP

24.Com chave E12, retire os dois parafusos de


fixação do suporte do alternador; (Fig. 7) 26.Remova o suporte do alternador;
27.Utilize alicate bomba d'água para deslocar a
abraçadeira e desconectar a mangueira ligada do
Fig. 7 - Remoção do parafuso de fixação do suporte superior do coletor de admissão ao
suporte do alternador
cabeçote;
28.Solte o conector da eletroválvula de purga do
cânister (CANP) e as duas mangueiras ligadas à
ela. Utilize alicate para tubulações de combus-
tível; (Fig.l O)

Fig. lO- Remoção da mangueira ligada à CANP

Para possibilitar a remoção de um


dos parafusos do suporte do
alternador, desloque o tubo do
sistema de ar condicionado e remova o seu
suporte de fixação à carroceria do veículo.
(Fig.8) 29.Desconecte os terminais elétricos dos eletro-
injetores (INJ), (Fig.ll)
Fig.8 - Deslocamento do tubo do sistema de
ar condicionado Fig.ll - Remoção dos conectores dos eletroinjetores
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Cabeçote
lflfj.JfjJ[j}

30.Desconecte também os terminais elétricos do 36.Desloque a abraçadeira e remova a mangueira


interruptor de pressão do óleo (IPO) e do sensor de respiro do motor ligada ao cabeçote; (Fig.lS)
de detonação (KS), (Fig.l2)
Fig.12 - Sensor KS

37.Remova os dois parafusos fixadores do tubo


3l.Com chave ElO, remova os dois parafusos que distribuidor de combustível com saquete Torx
fixam o coletor de admissão ao suporte do alter- T30, e desloque-o;
nador e ao suporte do motor de partida, (Fig.l3) 38.Solte o conector do módulo das bobinas de
ignição (DIS),
Fig.13 - Remoção do parafuso de fixação do coletor
de admissão ao suporte do motor de partida 39 .Remova o módulo das bobinas, para isso, retire
seus três parafusos de fixação com chave ElO;
40.Desconecte o terminal elétrico do sensor de
temperatura do líquido de arrefecimento (ECT),
(Fig.l6)

Fig.16 - Remoção do terminal elétrico do sensor ECT

32.Remova a mangueira do servofreio presa ao


coletor de admissão com auxílio de chave de
fenda; (Fig.14)
Fig.14 - Remoção da mangueira do servofreio
ligada ao coletor de admissão
41.Com chaves E12 e 13 milímetros, desaperte os
parafusos de fixação do cabeçote de forma grada-
tiva e rigorosamente na sequência indicada; (Fig.17)

Fig.l7- Sequência de desaperto do cabeçote

33.Solte o conector do conjunto medidor de


densidade (CMD),
34.Retire o parafuso T30 que fixa o suporte do
chicote da injeção ao coletor de admissão;
35.Remova o conector do alternador e desloque o
chicote da injeção;

30 ~----------------------------------------------------------~~
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Cabeçote

42.Remova os parafusos; 4S.Retire a carcaça com o eixo comando de válvu-


las com auxílio de espátula; (Fig.18)
Optou-se pela remoção do cabeçote
vinculado ao coletor de admissão Fig.18- Remoção da carcaça do eixo comando de válvulas
devido ao difícil acesso aos parafu-
sos que fixam tais componentes.

43.Remova cuidadosamente o cabeçote do motor


juntamente com o coletor de admissão, e ainda
~- vinculado à carcaça com o eixo comando de
válvulas;
44.Retire ajunta do cabeçote;

Inspecione o seu estado: junta quei-


....._...,...,,. mada indica alguma deficiência no
sistema de arrefecimento; junta com
problema de vedação é indício de desvio de pla-
nicidade na superfície do cabeçote e/ ou do bloco.
46.Retire os balancins.
Ajunta removida não deve ser reuti-
lizada. No instante em que são apli- O Classic é equipado com tuchos
cados os torques aos parafusos, a hidráulicos. Diferentemente dos
junta se deforma, moldando-se àquela posição tuchos mecânicos, onde devemos
específica, e não se assentará adequadamente regular com uma folga predeterminada pelo
noutra posição. fabricante, usando para isto um calibrador de
lâminas, os tuchos hidráulicos eliminam esta
folga, pois funcionam com a pressão e o fluxo do
A carcaça com o eixo comando de óleo, possuindo a chamada "regulagem
A'Í'II!Dtft~ válvulas não é fixa ao cabeçote, ela automática" Portanto, normalmente não
pode ser facilmente desvencilhada. requerem ajuste ou regulagem.

r-

P l lnspeção do cabeçote

Ao substituir a junta do cabeçote é Fig.19 - Inspeção do cabeçote


recomendado inspecionar a planici-
dade das faces de contato do cabe-
çote e do bloco. O empeno admissível é de 0,06
milímetros. Se a incerteza do calibrador for 0,01
milímetro, o limite superior da zona de
I
conformidade é 0,05 milímetros. A lâmina de
cinco centésimos de milímetro é, portanto, ade-
quada para essa medição.

l.Apoie a régua de fio (KL-0140-76) de forma


perpendicular à superfície do cabeçote;
2.Tente inserir a lâmina de cinco centésimos de
milímetro entre a régua e o cabeçote; (Fig.l9)
3.Da mesma forma, inspecione a face do bloco;

~::~
Se a lâmina não passar em nenhu-
Se a lâmina não passar, significa
~
ma posição, significa que o resul-
tado base é inferior a cinco centé- r/ que a planicidade está em confor-
simos. Nesse caso a superfície desse cabeçote está midade. O que ocorre nesse caso.
em conformidade.

~--------------------------------------------------------------' 31
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Cabeçote Blli!/lJM

. , lnstolação do cabeçote

Os resíduos de junta e outras impu- Sabó possui junta metálica e ajunta


......
...._,.~
rezas devem ser removidos das su- flexbesto Uunta macia) para o
perfícies do cabeçote e do bloco, e cabeçote desse motor.
também dos orifícios dos parafusos, sem deixar
que entrem nas galerias de água e de óleo.
2.Instale o cabeçote;
l.Selecione a nova junta do cabeçote, e instale-a
adequadamente no bloco do motor; (Fig.20) Evite movimentos bruscos para não
danificar os anéis guias.
Fig.20 - Instalação da junta do cabeçote
3.Instale os balancins; (Fig.21)

Fig.21 -Instalação dos balancins

Atenha-se à sua correta posição de


instalação, indicada pelas guias
4.Aplique junta líquida para altas temperaturas
presentes no bloco do motor, às
na borda de contato da carcaça do eixo comando
quais devem se encaixar aos seus respectivos
de válvulas; (Fig.22)
orifícios na junta.
Fig.22 - Aplicação de junta líquida na borda da
Juntas do cabeçote carcaça do eixo comando de válvulas
Especificação técnica
SABÓ
Junta do cabeçote
82232

Especificação técnica
SABÓ
Junta metálica
do cabeçote Não aplique excessivamente a
82305 junta, sob o risco de obstruir as ga-
lerias internas de lubrificação do
cabeçote.

S.Instale a carcaça do eixo comando de válvulas;


6.Lubrifique o eixo comando de válvulas e os tu-
chos hidráulicos;
7.Selecione os novos parafusos do cabeçote;

~ '-------------------------------------------------------------~~
Iflfi1/i1M CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Cabeçote

Os parafusos do cabeçote devem ser ll.Na primeira etapa, aperte os parafusos com
substituídos. Eles se deformam no torque de 25,00 ± 1,25 Newton-metros. A seguir,
momento da aplicação do torque e aplique torque angular em mais três etapas de 60
não devem ser reutilizados. ± 3 graus em todos os parafusos;
12.Instale a mangueira de respiro do motor;
13.Em seguida, instale o tubo distribuidor de
8.Lubrifique a rosca do novo parafuso com um fio combustível; (Fig.24)
de óleo novo, e o insira no seu alojamento;
9.Repita o procedimento para os demais
parafusos; Fig.24 - Instalação do tubo distribuidor de combustível
10.Aperte os parafusos, de forma gradual,
iniciando do centro para as extremidades,
seguindo a sequência apresentada; (Fig.23)

Fig.23 - Sequência de aperto do cabeçote

14.Aplique torque de 10,5 ± 0,5 Newton-metros


aos seus parafusos de fixação;
15.Instale o suporte do alternador;
16.Na sequência, instale o suporte de fixação do
tubo do sistema de ar condicionado à carroceria
do veículo;
17.Instale o sensor de posição do comando de
válvulas;
18.Reposicione o chicote da injeção. Para isso,
posicione por entre o coletor de admissão a
Kit de parafusos SABÓ extensão do chicote correspondente ao sensor de
r-
detonação e ao interruptor de pressão do óleo;
19.Conecte os terminais dos eletroinjetores, da
Especificação técnica
eletroválvula de purga do cânister (CANP),
SABÓ conectando também a ela suas respectivas
Kit de parafusos mangueiras; os terminais do alternador, do sensor
78472 de posição do comando de válvulas (CMP) e do
conjunto medidor de densidade (CMD), (Fig.25)

Fig.25 - Instalação do terminal elétrico do CMD


CLASSIC 1.0 Sis1emas Mecânicos Cabeçote
liJiiJ[jJ{j]

20.Encaixe ao cabeçote, a mangueira presa ao 30.Em seguida, instale o coletor de escapamento e


suporte superior do coletor de admissão; aplique torque de 22,0 ± 1,1 Newton-metros às
2l.Conecte o terminal elétrico do sensor de suas porcas;
rotação da árvore de manivelas (CKP), 31.Instale o defletor de calor e aplique torque de
22.Fixe o suporte superior ao coletor de admissão 8,50 ± 0,42 Newton-metros aos parafusos;
e ao cabeçote por intermédio de seus parafusos e 32.Conecte os terminais elétricos dos sensores de
porcas; oxigênio e de temperatura do líquido de
23.Aplique torque de 20 ± 1 Newton-metros às arrefecimento;
suas porcas e de 10,5 ± 0,5 Newton-metros aos 33.Instale o módulo das bobinas de ignição, e
parafusos; conecte o seu terminal elétrico; (Fig.28)
24.Instale a mangueira do servofreio ao cole to r de
admissão;
25.Insira o parafuso que fixa o suporte do chicote Fig.28 - Instalação do módulo das bobinas de ignição
da injeção ao coletor de admissão; (Fig.26)

34.Instale a tampa de válvulas; (Fig.29)

Fig.29 - Instalação da tampa de válvulas

26.Instale a borboleta motorizada, e aplique


torque de 10,5 ± 0,5 Newton-metros aos seus
parafusos;
27.Na sequência, conecte seu terminal elétrico;
28.Instale a mangueira superior do sistema de
arrefecimento;
29.Instale a junta do coletor de escapamento;
(Fig.27)

Fig.27 - Instalação da junta do coletor de escapamento

35.Aperte seus parafusos de fixação, e aplique


torque de 9,00 ± 0,45 Newton-metros;
36.Instale os cabos de velas;
37.Instale o conjunto filtro de ar;
38.Fixe o coletor de admissão aos suportes do
motor de partida e do alternador;
39.Instale a cobertura posterior da correia
dentada e os demais componentes. Se necessário,
siga os procedimentos nos itens "Bomba d'água" e
"Correia dentada";
o
40.Por fim, abasteça o sistema de arrefecimento
na proporção de 40% de aditivo e 60% de água.

34 '-------~----------------------------------------------------------~~
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PARAFUSO FORD ROGAM 1.0/ 1.6 78665 (M8x1 ,25x50 - 8.8) PARAFUSO DE FIXAÇÃO DO CABEÇOTE CURTO - FORD
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Motor Ford 1.0 I1.6L- Curto
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PARAFUSO GM1.0/1.616V 78473 M10X1.25x153-10.9 Motor GM 1.0L/1 .6L 16 válvulas - Corsa GM
PARAFUSO GM1.0/1.411.68V 78472 M10X1.25x140-10.9 Motor GM 1.0L I1.4L/1.6L 8 válvulas- Corsa GM
PARAFUSO GM 2.0/2.216V 78461 M11x1.25x105-10.9 Motor GM 2.0LI2.2L 16 válvulas GM
PARAFUSO GM 1.812.0/2.2 8 V 78460 M11x1 .25x137-10.9 Motor GM 1.8L I 2.0L 12.2L 8 vãlvulas GM
PARAFUSO HONDA 1.716V 78662 (M10X1,25x140-10.9) PARAFUSO DE FIXAÇÃO DO CABEÇOTE - HONDA r'-
Motor Honda CiviC 1.7L - 16 válvulas DOHC
PARAFUSO RENAULT K4M 1.6 16V 78498 (M10X1.50x117-10.9) PARAFUSO DE FIXAÇÃO DO CABEÇOTE - RENAULT
Motor Renautt K4M 1.6L - 16 válvulas SOHC
PARAFUSO RENAULT I PEUGEOT 78496 (M9x1.25x123-10.9) PARAFUSO DE FIXAÇÃO DO CABEÇOTE - RENAULTI PEUGEOT
D4D1.0-16V Motor Renautt D4D 1.0L - 16 válvulas DOHC
PARAFUSO RENAIJLT I PEUGEOT 78497 (M9x1 .25x1 03-1 0.9) PARAFUSO DE FiXAÇÃO DO CABEÇOTE - RENAULTI PEUGEOT
D7D1.0-8V Motor Renautt D7D 1.0L - 8 válvulas SOHC
PARAFUSO RENAULT K7M 1.6 8V 78499 (M10X1.50x98-10.9) PARAFUSO DE FiXAÇÃO DO CABEÇOTE CURTO - RENAULT
Motor Renautt K7M 1.6L - i ··
8 válvulas DOHC (M1 OX1.50x98-1 0.9)
PARAFUSO RENAULT K7M 1.6 8V 78660 (M1 OX1.50x113-1 0.9) PARAFUSO DE FiXAÇÃO DO CABEÇOTE LONGO - RENAULT
Motor Renautt K7M 1.6L - 8 válvulas DOHC i ··
PARAFUSO TOYOTA 1ZZFE 1.8 16V 78663 (M10X1,50x147-10.9) PARAFUSO DE FIXAÇÃO DO CABEÇOTE - TOYOTA
MotorToyota 1ZZFE 1.8L 16 válvulas DOHC
PARAFUSO WJAP1.6/1 .8 78466 M11 x1.50x11 0-1 0.9 (curto) Motor AP 1.6/1.8L até 1999 VOLKSWAGEN ATÉ99
PARAFUSO WJAP 1.611.8 78467 M11 x1.50x1 06-10.9 Motor WJ AP 1.6L 11.8L/2.01 2000/... VOLKSWAGEN APÓS2000
PARAFUSO WJAT1 .08V 78468 M 9x1.25x112-1 0.9 MotrxWJ AT 1.0L 8 válvulas VOLKSWAGEN
M.é 2005 (Exceto Motor Power)
PARAFUSO WJAT1.016V 78469 M 9x1.25x138-1 0.9 Motor WJ AT 1.0L 16 válvulas VOLKSWAGEN
PARAFUSO WJ POWER 1.0/1.411.6 8V 78476 (M9x1.25x131-1 0.9) PARAFUSO DE FiXAÇÃO DO CABEÇOTE - WJ '

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c
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C;
CJ O sistema de embreagem tem a função de acoplar
o e desacoplar o motor à caixa de marchas,

o permitindo a transferência do torque do motor às


rodas do veículo. O sistema é composto pelo
o volante do motor, disco de embreagem, chapa de
pressão (platô), colar e atuador hidráulico. O
sistema de transmissão presente no Classic é
composto por um câmbio manual equipado com
cinco marchas à frente e uma à ré, com seleção de
marchas por meio de cabos. O sistema de
o embreagem é do tipo disco seco com platô único
de acionamento. O platô é do tipo mola
o membrana e o método de acoplamento do
c revestimento é por meio de um movimento axial
com amortecimento feito por molas A
o substituição da embreagem é recomendada
c quando houver endurecimento excessivo do
pedal, dificuldade na mudança de marchas ou
c "patinação" E sempre que houver a necessidade Especificação técnica

c de substituir algum componente do sistema de


embreagem, deve-se substituir todo o conjunto.
SACHS
Embreagem

n 6515

~ Remoção da embreagem

l.Utilize chaves 18 milímetros e remova os dois


Fig.2 - Remoção do parafuso de fixação do pivô
parafusos que fixam o pivô à barra estabilizadora à manga de eixo
e ao leque, simultaneamente; (Fig.1)
Fig.l - Remoção dos parafusos de fixação do
· ao braço de controle

3.Utilize chave 15 milímetros para remover os seis


parafusos de fixação da barra estabilizadora ao
chassi, e retire-a; (Fig.3)
2.Remova o parafuso de fixação do pivô da
o suspensão à manga de eixo. Utilize para isso,
o chaves E14 e 16 milímetros. (Fig. 2) Remova também o pivô do outro
lado do veículo.
o
~C~J----------------------------------------------------'37
o J
Classic 1.0 - Sistemas mecânicos Embreagem ~SACHS

Fig.3 - Remoção da barra estabilizadora S.Desconecte o terminal elétrico do interruptor de


ré; (Fig.6)

Fig.6 - Remoção do terminal do interruptor de ré

4.Com auxílio de um alicate, retire a trava e remo-


va o cabo de engate da embreagem, manual-
mente; (Fig.4)
9.Remova os três parafusos superiores de fixação
Fig.4 - Remoção do cabo de engate da embreagem da caixa de marchas ao bloco do motor com
auxílio de chave 19 milímetros;
1O.Instale a ferramenta de ancoragem do motor;
1l.Utilize chave 10 milímetros para remover os
três parafusos de fixação da chapa de proteção do
volante do motor, e retire-a;
12.Solte as três porcas 13 milímetros de fixação
do tubo de escapamento, e desloque-o;
13.Remova sua junta;
14.Instale a ferramenta de travamento do cubo de
roda; (KL-0115)
15.Com o veículo apoiado no chão, utilize saquete
30 milímetros e cabo de força para desapertar a
porca de fixação da homocinética ao cubo de
S.Desprenda o cabo do seu alojamento na caixa de roda,
marchas; 16.Remova a porca e, em seguida, a ferramenta de
6.Utilize chave 13 milímetros e chave de fenda travamento;
para soltar os cabos de acionamento das marchas 17 .Desloque a homocinética da manga de eixo;
fixos ao conjunto seletor de mudança de marchas; 18.Repita o mesmo procedimento para deslocar a
(Fig.S) homocinética do outro lado do veículo;
19. Utilize chave 19 milímetros para remover os
Fig.S - Remoção dos cabos de acionamento das marchas parafusos inferiores de fixação da caixa ao bloco
do motor; (Fig. 7)

Fig. 7 - Remoção dos parafusos inferiores da


caixa de marchas

7.Em seguida, destrave e desprenda os cabos da


caixa de marchas;

38 ~-------------------------------------------------------------
~SACHS Classic 1.0 • Sistemas mecânicos Embreagem

20.Introduza o macaco telescópico sob a caixa de 24.Desça o macaco e retire a caixa de marchas;
marchas para sustentá-la; (KL-0 1-45-1 O) 25.Solte os seis parafusos 11 milímetros de fixa-
21.Remova os três parafusos 15 milímetros que ção da chapa de pressão e remova-a juntamente
fixam a caixa de marchas ao seu suporte com o disco de embreagem, (Fig.10)
dianteiro; (Fig.8)
Fig. lO- Remoção do platô e disco de embreagem

22.Remova também a caixa do seu suporte 26.No interior da caixa de marchas, remova o
traseiro, para isso, retire os dois parafusos 18 parafuso da haste de acionamento do colar da
milímetros; (Fig.9) embreagem com chave 13 milímetros; (Fig.11)

Fig.9- Remoção dos parafusos do suporte traseiro Fig.ll - Remoção do parafuso da haste de
acionamento do colar

23.Desencaixe a caixa de marchas cuidadosa- 27.Movimente a haste, destravando o colar do


mente; garfo e retire-o.

·~lnstoloçiio do embreagem
1.Na caixa de marchas, lubrifique com moderação Fig.l2 - Instalação do colar
o assentamento do colar e da haste de aciona-
mento;
2.Instale o novo colar no garfo, atento a sua
posição de encaixe; (Fig.12)
Classic 1.0 Sistemas mecânicos Embreagem ~SACHS

3.Instale o parafuso de fixação da haste de Fig.lS - Instalação da caixa de marchas


acionamento do colar, e aperte-o;
4. Teste o livre movimento do conjunto;
5.Acople o disco de embreagem à chapa de
pressão, e leve o conjunto para ser instalado junto
ao volante do motor;
6.Instale o conjunto, encostando seus parafusos
fi~adores, sem apertá-los completamente,
(Ftg.l3)

Fig.l3- Instalação do conjunto da embreagem

Evite movimentos bruscos. Posicio-


ne a caixa de marchas corretamente
em seu alojamento, tomando os
devidos cuidados para que a árvore primária
seja introduzida no orifício do disco, sem
danificá-lo.

13.Fixe a caixa de marchas aos seus suportes;


?.Insira a ferramenta de centralização no orifício 14.Aplique torque de 60,5 ± 3,0 Newton-metros
cêntrico do disco; (Fig.l4) aos parafusos do suporte dianteiro e torque de
85,00 ± 4,25 Newton-metros aos parafusos do
suporte traseiro; (Fig.l6)
Fig.14- Ferramenta de centralização

Fig.16 - Aperto dos parafusos do suporte dianteiro

8.Aperte os parafusos de forma alternada e


gradativa, tomando cuidado para não descentra-
lizar o disco;
9.Aplique torque de 15,00 ± 0,75 Newton-metros 15.Recolha o macaco telescópico;
aos parafusos de fixação do platô; 16.Insira e aperte os demais parafusos, inferiores
lO.Retire a ferramenta de centralização e e superiores, da caixa de marchas;
certifique-se se a embreagem está corretamente 17.Aplique torque de 70,0 ± 3,5 Newton-metros a
alinhada; todos os parafusos fixadores da caixa de marchas;
ll.Leve a caixa de marchas sobre o macaco 18.Remova a ferramenta de ancoragem do motor;
telescópico para instalá-la no veículo; 19.Fixe os cabos de acionamento das marchas à
12.Eleve e guie com cuidado o macaco com a caixa e em seguida, ao conjunto seletor de
caixa, até alojá-la adequadamente, alinhando a mudança de marchas; (Fig.l7)
extremidade da árvore primária ao centro do
volante do motor; (Fig.l5)

40 ~-------------------------------------------------------
SsAcHs Classic 1.0 Sistemas mecânicos Embreagem

Fig.17 - Fixação dos cabos de acionamento das 20.Instale o cabo de engate da embreagem ao seu
marchas ao seletor de mudança respectivo alojamento na caixa de marchas;
' 2l.Instale o terminal elétrico do interruptor de ré;
22.Instale o tubo de escapamento;
23.Instale a chapa de proteção do volante do
motor;
24.Reposicione as homocinéticas às mangas de
eixo, em ambos os lados do veículo;
25.Instale a barra estabilizadora;
26.Instale os pivôs. E aplique torque aos
componentes da suspensão. Se necessário, acom-
panhe tais procedimentos no item "Suspensão
dianteira";
27.Por fim, instale o conjunto filtro de ar e demais
componentes.
Verifique o perfeito engate das
marchas.

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Especificação técnica
NGK
Cabos de velas Velas de ignição
SC-G73 BRSES-D

SubsUtulção dos veios de Ignição e mbos de veios

l.Desconecte os cabos de velas dos terminais das 3.Remova as velas do veículo;


velas e, em seguida, de suas conexões com as
bobinas de ignição; (Fig.l) Inspecione as velas visualmente.
\=:J Analise as velas quanto ao aspecto,
o à carbonização, à coloração e ao
desgaste dos eletrodos. Esses dados são
indicativos do estado do motor.

4.Meça a folga entre os eletrodos;

Segundo especificações do fabri-


cante, a folga entre os eletrodos deve
ser de 0,80 milímetros.
S.Para essa medição utilize um calibrador de lâmi-
nas. Selecione a lâmina de 0,80 milímetros;

~ A lâmina de 0,80 milímetros se


Puxe os cabos pelos seus respectivos IIIII'IOt{ ajustou adequadamente à folga da
l41[1!(g~· terminais, e não pelos fios, sob o vela. (Fig.3)
risco de danificá-los.
2.Utilize um soquete longo 21 milímetros e
Fig.3 - Inspeção da folga - lâmina 0,80 mm
ferramentas acessórias para soltar as quatro velas
de ignição; (Fig.2)

Fig.2 - Remoção das velas de ignição

6.Para confirmar a medida, utilize agora a lâmina


de 0,85 milímetros;

~~-------------------------------------------------------- ~
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Velas de ignição e cabos de velas

14.Selecione no multímetro a função resistência,
o
o
e encoste as pontas de provas nos terminais de o
cada cabo; (Fig.6) o
Fig.4 - Inspeção da folga - lâmina 0,85 mm Fig.6 - Medição da resistência dos cabos de velas

15.Efetue a leitura no multímetro;


A resistência encontrada para o
Dessa forma, o valor da folga é o [g~~i 'V cabo de vela 4 foi de 1,302 k.O;
valor da espessura da lâmina sele- Para o cabo 3 foi 1,864 k.O; Para o
cionada de maior valor que passou cabo 2 foi 2,399 kO e para o cabo 1 foi
bem justa entre os eletrodos da vela. 3,133k.O.

?.Portanto, o resultado base da medição é: RB =


0,80mm
8.E considerando a incerteza de 0,01 milímetro do
calibrador de lâminas, o resultado da medição
pode ser expresso por· RM = 0,80 ± 0,01 mm Valores fora da faixa especificada
9 .Selecione e instale as velas de ignição no motor; -~~~~fiK motivam a substituição dos cabos.
10.Encoste as velas até o final de seu curso, e
aplique torque de 30,0 ± 1,5 Newton-metros em A resistência dos cabos é direta-
cada vela, (Fig.S) mente proporcional aos compri-
mentos dos cabos. Ou seja, quanto
Fig.S - Aperto das velas de ignição maior o cabo, maior seu valor de resistência.

16.Por fim, selecione os cabos e instale-os no veí-


culo, certificando-se de que seus terminais
estejam bem conectados nas velas e nas bobinas
de ignição. (Fig. 7) r
Fig.?- Instalação dos cabos nos terminais das bobinas

\__.

o
1l.Em seguida, inspecione os cabos de velas;

Para este veículo, os valores de


resistência, especificados pelo
fabricante, estão entre 1 e 5 kn.
Atente-se para as posições corretas
12.Meça as resistências dos cabos; de instalação dos cabos nas bobinas
13.Utilize um multímetro para essa medição; (ordem. 1-4-2-3)

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CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Freios

Especificação técnica FRAS-LE

Sapata de freio
CB/49-CPA

Especificação técnica FRAS-LE

Pastilha de freio
PD/82

O conjunto de freios que equipa o Classic é do tipo hidráulico com duplo circuito distribuído em diagonal. O
sistema utiliza disco sólido de diâmetro 236 milímetros e espessura de aproximadamente 12,7 milímetros
nas rodas dianteiras. Nas rodas traseiras, utiliza tambor, cujo diâmetro nominal é de 200 milímetros. O
sistema utiliza também servofreio, com assistência a vácuo. O freio de estacionamento possui acionamento
mecânico, atuante nas rodas traseiras, e o fluido de freio utiliza a especificação DOT 4, sendo a capacidade
do sistema de 0,45litros.

~ Diagrama do sistema de freios - Classic

Freio traseiro a tambor


Freio dianteiro a
disco sólido

Freio de estacionamento

Servofreio

46 ~------------------------------------------------------------~~
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Freios g
lnspeção no disco de freio dianteiro

1.Realize inicialmente a inspeção visual de todo o


conjunto, procurando por vazamentos de fluido Comparando o resultado base com a
ou alguma falha grave, como quebra ou trinca de zona de conformidade podemos
algum componente; concluir que a espessura do disco está
2.Na sequência, inspecione detalhadamente o dentro da especificação do fabricante. Nesta
disco sólido quanto a sua espessura; condição poderá ser reutilizado.

A tolerância dimensional para a


espessura do disco dianteiro novo, Os resultados das medições da es-
definida pelo fabricante, é 12,70 ± pessura do disco devem ser expres-
0,25 milímetros. O limite inferior da tolerância é sos como: RM1 = RM2 = 12,70 ±
12,45 milímetros e o limite superior da tolerância O,OSmm.
é 12,95 milímetros. 7.Agora, inspecione o disco quanto ao empeno;

A espessura mínima do disco, Segundo especificação do fabri-


considerando o seu desgaste natural, cante, a tolerância máxima do
é 9,70 ± 0,25 milímetros. O limite empeno do disco é 0,100 ± 0,039
inferior da tolerância é 9,45 milímetros e o limite milímetros, ou seja, o limite inferior da
superior é 9, 9 5 milímetros. tolerância é 0,061 milímetros e o limite superior
é 0,139 milímetros.
Se utilizarmos um paquímetro com
incerteza de 0,05 milímetros, a zona S.Para realizar estas medições, utilize o relógio
de conformidade do disco desgas- comparador;
tado é determinada somando-se 0,05 milímetros
ao limite inferior da tolerância (9,45 milímetros) Se utilizarmos um relógio compa-
Portanto, o resultado base da medição deve ser rador com incerteza de 0,013 milí-
maior ou igual a 9,50 milímetros. metros, a zona de conformidade do
disco empenado é determinada subtraindo-se
0,013 milímetros do limite superior da
3.Realize a medição encaixando o paquímetro no tolerância (0,139 milímetros). Portanto, o resul-
disco. Ajuste os bicos à superfície do disco e faça a tado base da medição deve ser menor ou igual a
leitura da indicação; (Fig.1) O, 126 milímetros.

Fig.l - Medição da espessura do disco de freio 9.Fixe a base magnética na suspensão do veículo.
Posicione o apalpador na faixa externa do disco,
que é mais suscetível a empenas, e zere o relógio;
10.Gire o disco de freio lentamente, por duas
voltas completas, e faça a leitura da indicação do
ponteiro; (Fig.2)

Fig.2 - Medição de empeno do disco

4.0 resultado base da primeira medição é 12,70


milímetros;
S.Realize outra medição a 180 graus da primeira;
6.0 resultado base da segunda medição é,
também, 12,70 milímetros;
FRASLE
CL.ASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Freios ~

1l.Nessa medição observe que a variação do procecimento


CORRETO ~"' Se todas as medições estiverem em
ponteiro no relógio indica que o empeno foi me-
IV conformidade, o disco poderá ser
nor que 0,100 milímetros.
reutilizado.
Comparando o resultado com a zona
. . . .,=,,.,.-..... de
conformidade, conclui-se que o resultado Do contrário, troque-o.
empeno do disco está dentro da
especificação do fabricante.
IIORAEIOK

O resultado da medição é, portanto: Em caso de necessidade de troca do


.._..."""' RM < 0,100mm. disco, faça a substituição do disco do
o:o..==.;;-..aJó"'l
lado oposto, simultaneamente, para
Porém, é recomendável que se realize que suas espessuras fiquem equivalentes e
outras duas medições: na faixa cen- produzam o mesmo deslocamento dos êmbolos
tral e na faixa interna do disco, para das pinças, quando solicitados.
certificar-se de sua boa condição.

Remoção do disco de freio

l.Solte a presilha de retenção das pastilhas de S.Remova os dois parafusos de fixação do suporte
freio com auxílio de chave de fenda, (Fig.3) da pinça de freio com saquete hexagonal 1O
milímetros; (Fig.S)
Fig.3 - Remoção da presilha de retenção das pastilhas
Fig.S - Remoção do suporte da pinça de freio

2.Utilize saquete hexagonal 7 milímetros para


remover os dois parafusos de fixação da pinça de
freio;
6.Remova o suporte;
3.Desloque a pinça;
7. Solte o parafuso de fixação do disco de freio com
chave de fenda cruzada; (Fig.6)
Pendure a pinça na suspensão para
não danificar o conduíte de freio; Fig.6- Remoção do disco

4.Remova as pastilhas de freio; (FigA)

Fig.4 - Remoção das pastilhas de freio

8.Por fim, remova o disco.


FRASLE
~ CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Freios

lnspeção dos pastilhas e instalação do conjunto

l.Instale o disco de freio, e aperte seu parafuso 5.0 resultado base obtido é 9,80 milímetros; (Fig.8)
com 4,0 ± 0,2 Newton-metros;
2.Instale o suporte da pinça de freio, e aplique Fig.8 - Espessura encontrada para o material de
torque de 98,0 ± 4,9 Newton-metros aos seus atrito da pastilha 9,8 mm
...,......,............... -~-----........-

parafusos;
3.Na sequência, faça a medição das pastilhas;

A tolerância dimensional da espes-


-=~.-._.... sura do material de atrito das pas-
tilhas novas, informada pelo fabri-
cante, é 11,00 ± 0,25 milímetros, ou seja, o
limite inferior da tolerância é 10,75 milímetros
e o limite superior 11,25 milímetros.

fique A espessura mínima do material de Ao comparar o resultado base com a


atrito é 2,00 ± 0,25 milímetros, ou zona de conformidade certificamos
seja, os limites de tolerância estão que a espessura da pastilha está
compreendidos entre 1,75 milímetros e 2,25 dentro da especificação e, portanto, ela pode ser
milímetros. reaproveitada.

O resultado da medição deve ser


-~..,.~ expresso da seguinte forma: RM =
Se utilizarmos o paquímetro com 9,80 ± 0,05mm.
incerteza de 0,05 milímetros para
realizar a medição, a zona de
conformidade é obtida somando-se essa Como a pastilha já apresenta desgas-
incerteza ao limite inferior da tolerância 1, 75 te, sugere-se que se faça uma nova
milímetros. Portanto, a zona de conformidade revisão brevemente. Pastilhas com
será maior ou igual a 1,80 milímetros. espessura inferior a 1,80 milímetros devem ser
substituídas.

6.Instale as pastilhas na pinça de freio;


4.Ajuste a vareta de medição de profundidade do
?.Instale a pinça e aperte seus parafusos com
paquímetro ao material de atrito da pastilha e faça
torque de 30,0 ± 1,5 Newton-metros; (Fig.9)
a leitura da indicação; (Fig. 7)

Fig.9- Instalação da pinça de freio


Fig. 7 - Medição da espessura da pastilha de freio

8.Por fim, encaixe a presilha de retenção.

~--------------------------------------------------------------J 49
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Freios

Freios traseiros - Remoção das sapatos de freio

l.Solte cuidadosamente a tampa de proteção da 6.Retire cautelosamente o tambor de freio;


porca-castelo com auxílio de uma alavanca;
2.Com auxílio de chave fenda e alicate, acerte as fique Remova o sensor ABS para evitar
pontas do contrapino de travamento da porca- ---.;;.;;,.-;...,.. qualquer possível dano ao mesmo.
castelo; (Fig. I) Utilize chave ElO. (Fig.4)

Fig.l - Remoção do contrapino Fig.4- Remoção do sensor ABS

? .Com o auxílio de um gancho, remova a mola de


3.Utilize um martelo e saca pino para deslocar o retorno superior das sapatas de freio;
contrapino, e retire-o; 8.Solte a haste de retenção, e remova a mola
4.Desaperte a porca-castelo com chave 24 vertical; (Fig.S)
milímetros e cabo de força, e retire-a; (Fig.2)
Fig.S - Remoção da mola vertical
Fig.2 - Remoção da porca-castelo

9.Em seguida, retire a alavanca e o regulador


automático; (Fig.6)
S.Remova a arruela e o rolamento externo da
ponta de eixo; (Fig.3)
Fig.6 - Remoção do regulador automático
Fig.3 - Remoção da arruela

56 ~------------------------------------------------------------~~
FRASLE
~ CLASSIC 1.0 • Sistemas Mecânicos Freios

10. Utilize um alicate universal para retirar a trava


Caso necessário, desregule a porca
da sapata primária, a mola e o pino de retenção;
dentada de ajuste, para facilitar a
remoção do regulador automático. 1l.Desloque a sapata primária do espelho de
(Fig.7) freio, solte a mola de retorno inferior, e remova a
mola e a sapata;
12.Retire também a trava, a mola e o pino de
Fig. 7 - Porca dentada de ajuste retenção da sapata secundária,
13.Desloque a sapata secundária, solte o cabo do
freio de estacionamento da sapata, e retire-a.

lnspeçiio das sapatas e montagem do conjunta no veiculo

l.Faça a limpeza de todo o conjunto. Inspecione 3.Ajuste o paquímetro à sapata e efetue a leitura
visualmente as peças quanto a trincas e desgaste da indicação; (Fig.8)
excessivo;
2.Realize a inspeção do material de atrito das Fig.8 - Inspeção das sapatas
lonas das sapatas de freio;

A tolerância dimensional da espes-


sura do material de atrito das lonas
das sapatas novas, definida pelo
fabricante, é 5,00 ± 0,25 milímetros. O limite
inferior da tolerância é 4, 75 milímetros e o
limite superior da tolerância é 5,25 milímetros.

A espessura m1mma admissível


~-.... para o material de atrito das lonas 4.0 resultado da medição é 4,85 milímetros; (Fig.9)
das sapatas de freio, segundo o
fabricante, é 2,00 ± 0,25 milímetros, ou seja,
os limites de tolerância estão compreendidos Fig.9- Valor encontrado para a espessura das sapatas
entre 1, 75 milímetros e 2,25 milímetros.

fique Se utilizarmos o paquímetro com


incerteza de 0,05 milímetros para
realizar a medição, a zona de
conformidade é obtida somando-se essa
incerteza ao limite inferior da tolerância 1,75
milímetros. Portanto, a zona de conformidade
será maior ou igual a 1,80 milímetros.
FRDLE
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Freios ~

Analisando o resultado base, pode- 11.1nstale a mola superior de retorno. Encaixe-a


mos concluir que a espessura do primeiro na sapata e depois, com o auxílio do
material de atrito da lona da sapata gancho, na sua haste de retenção; (Fig.11)
está dentro da especificação do fabricante . Nesta
condição a sapata poderá ser reutilizada.

~
Analisando o resultado base, pode-
mos concluir que a espessura do
material de atrito da lona da sapata
está dentro da especificação do fabricante.
Nesta condição a sapata poderá ser reutilizada.

5.Leve as sapatas para serem instaladas no veículo;


6.Encaixe a sapata secundária ao cabo do freio de
estacionamento e fixe-a ao espelho de freio; (Fig.10)

12.Prenda a trava de ajuste;

Verifique o correto encaixe e fun-


cionamento do regulador automá-
tico das sapatas de freio.

13.Teste o funcionamento do sistema: por algu-


mas vezes, acione e solte o freio de estacio-
namento, aperte e solte o pedal do freio, e observe
simultaneamente a sincronia dos movimentos do
conjunto;
?.Instale a mola de retorno inferior à sapata se-
cundária, Este modelo de sapata é dotado de
8.Encaixe-a também à sapata primária, e trave a uma haste autoajustável. Ao pisar
sapata ao espelho de freio; sucessivamente no pedal de freio, o
9.Instale o regulador automático; pinhão de ajuste se encarrega de regular a
10.1nstale também a alavanca, a haste de distância entre as lonas e o tambor.
retenção e a mola do regulador automático das
sapatas, encaixando a extremidade da mola, no 14.1nstale o sensor ABS.
furo da sapata, de dentro para fora;

~ lnspeção e lnstolação do tombar de freio


l.Faça a inspeção do tambor de freio ;
Se utilizarmos um paquímetro com
incerteza de 0,05 milímetros para
A tolerância dimensional do diâme- realizar a medição, a zona de
tro do tambor de freio novo, infor- conformidade é determinada subtraindo-se
mada pelo fabricante, é 200,00 ± essa incerteza ao limite superior da tolerância
0,25 milímetros, ou seja, o limite inferior da (201,25 milímetros). Portanto, a zona de
tolerância é 199,75 milímetros e o limite conformidade será menor ou igual a 201,20
superior é 200,25 milímetros. milímetros.

O diâmetro max1mo do tambor é


201,00 ± 0,25 milímetros. Os 2.Ajuste o paquímetro ao tambor e efetue a leitura
limites de tolerância estão compre- da indicação; (Fig.12)
endidos entre 200,75 milímetros e 201,25
milímetros.

51 ~--------------------------------------------------------------~~
FRAS'LE
~ CLASSIC 1.0 - Sistemas Mecânicos Freios

Fig.l2 - Inspeção do tambor de freio Os resultados das medições para o


.,..,.----,
.
diâmetro do tambor devem ser
expressos como: RM1 = RM2 =
199,80 ± 0,05 mm. Nesta condição poderá ser
reutilizado.

6.Instale o tambor de freio;


7.Instale o rolamento externo e a arruela;
8.Instale a porca-castelo, e aplique torque de
25,00 ± 1,25 Newton-metros;
9 .Em seguida, solte-a apenas o suficiente para que
a arruela possa ser movimentada com uma chave
3.0 resultado base da primeira medição é 199,80 de fenda no sentido radial;
milímetros; 10.Insira o contrapino de travamento na porca-
4.Realize outra medição do diâmetro, perpen- castelo, e assente as suas pontas;
dicular a primeira; 11.Por fim, instale a tampa de proteção da porca-
5.0 resultado base da segunda medição também é castelo. (Fig.14)
199,80 milímetros; (Fig.13)

Fig.l3- Valor encontrado para o diâmetro interno Fig.l4- Instalação da tampa de proteção da porca-castelo
do tambor- 199,80 mm

Comparando o resultado base com


a zona de conformidade podemos
concluir que o diâmetro do tambor
está dentro da especificação do fabricante.
Nesta condição poderá ser reutilizado.

Conheça os conceitos técnicos e científicos da eletrônica


embarcada nos veículos com injeção eletrônica.

•Estudo de Sensores e Atuadores


•Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos
·Estudo de Eletricidade Básica
•Estudo de lnjeção Eletrônica
•Osciloscópio

----------------------------------------------------------J ~
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos -Suspensão

A suspensão dianteira do Classic é independente, do tipo "McPherson", com amortecedores telescópicos


pressurizados, molas helicoidais e barra estabilizadora ligada à haste tensora.

PJ Remoçõo da manga de eixo

1.Inicialmente, remova o disco de freio. Se ?.Em seguida, com chaves 18 milímetros,


necessário consulte os procedimentos no item desaperte os dois parafusos que fixam o pivô à
"Freio dianteiro" barra estabilizadora e ao leque, simultaneamente;
2.Na sequência, utilize chave Torx T30 para (Fig.3)
remover os dois parafusos de fixação do espelho
de freio, e retire-o; (Fig.1)
Fig.3 - Remoção do pivô da suspensão
Fig.l - Remoção do espelho de freio

8.Remova o pivô;
3.Instale a ferramenta de travamento do cubo de 9.Separe o eixo da homocinética da manga de
roda; (KL-0115) eixo;
4.Com o veículo apoiado no chão, desaperte a 10.Solte o parafuso de fixação do sensor ABS com
porca de fixação da homocinética ao cubo de roda chave hexagonal 5 milímetros, e remova o sensor
com auxHio de soquete 30 milímetros e cabo de da manga de eixo; (Fig.4)
força; (Fig.2)
Fig.4 - Remoção do sensor ABS
Fig.2 - Desaperto da porca da homocinética

5.Remova a porca e, em seguida, a ferramenta de 11.Remova a porca de fixação do terminal da


travamento; barra de direção à manga de eixo com auxílio de
6.Utilize chaves E14 e 16 milímetros para chave 17 milímetros; (Fig.5)
remover o parafuso de fixação do pivô da
suspensão à manga de eixo;

~ ~----------------------------------------------------------~
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos- Suspensão #(#

Fig.S - Remoção do terminal da barra de direção Fig.6- Remoção dos parafusos de fixação da
manga de eixo à torre

12.Desloque o pivô do terminal;


13.Remova as duas porcas 18 milímetros de 14.Em seguida, retire os parafusos e remova a
fixação da torre da suspensão à manga de eixo; manga de eixo do veículo.
(Fig.6)

~ Instalação da manga de eixo


l.Encaixe a manga à torre da suspensão, e instale Fig.8 - Desaperto da porca de travamento do pivô
seus parafusos; do terminal da barra de direção
2.Encaixe-a também ao eixo da homocinética;
(Fig.?)

Fig. 7 - Instalação da manga de eixo à homocinética

Atente-se para a posição do terminal


em relação ao eixo da barra de
direção.
8.Desenrosque-o contando o número de voltas,
3.Instale o pivô da suspensão na manga de eixo; tomando como referência um ponto fixo na barra
4.Aperte os parafusos; axial, e remova-o;
S.Em seguida, aperte os parafusos de fixação da
manga de eixo à torre da suspensão; Neste caso foram 20 voltas.
6.Conecte o sensor ABS, e aperte seu parafuso;

9 .Instale o novo terminal da barra de direção,


Caso seja necessária à substituição do girando-o pelo mesmo número de voltas dadas na
pivô do terminal da barra de direção, sua retirada, e aperte a sua porca de travamento;
proceda da seguinte maneira. 10.Na sequência, instale o pivô do terminal à
manga de eixo, e aperte a sua porca;
1l.Instale o espelho do disco de freio;
7.Desaperte a porca de travamento do terminal da
12.1nstale também os componentes do sistema de
barra de direção à articulação axial, com auxílio
freio. Siga tais procedimentos no item "Freio
de chaves 21 e 23 milímetros; (Fig.8)
dianteiro";

55
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Suspensão

13.1nstale a porca da homocinética, (Fig. 9) 15.Em seguida, solte a porca 90,0 ± 4,5°, aplique
torque de 60 ± 3 Newton-metros e torque angular
Fig. 9 - Aperto da porca da homocinética adicional de 65,00 ± 3,25°;
16.Remova a ferramenta de travamento;
17.Por fim, aplique torque aos componentes da
suspensão;
18.Aplique torque de 90,0 ± 4,5 Newton-metros
aos parafusos da torre, seguidos de torque angular
de 45,00 ± 2,25°;
19.Aplique torque de 90,0 ± 4,5 Newton-metros
às porcas de fixação do pivô da suspensão ao braço
de controle, seguidos de torque angular de 30,0 ±
1,5° E torque de 31,5 ± 1,6 Newton-metros ao
parafuso de fixação do pivô da suspensão à manga
de eixo.

14.Com o veículo apoiado no chão, trave o cubo


de roda e aplique torque de 100 ± 5 Newton-
metros à porca da homocinética, (KL-0115)

. , Remoção do torre do suspensão

!.Desaperte as duas porcas superiores de fixação 4.Utilize chave 18 milímetros para remover as
do amortecedor à carroceria com auxílio de chave duas porcas de fixação da torre da suspensão à
13 milímetros; (Fig.10) manga de eixo;
5.Em seguida, retire os parafusos e remova a torre
Fig. lO- Remoção das porcas superiores de da suspensão do veículo; (Fig.12)
fixação da torre da suspensão

Fig.l2 - Remoção da torre da suspensão

2.Remova as porcas e suas arruelas;


3.Solte o cabo do sensor ABS do seu suporte na
torre da suspensão; (Fig.ll)

Fig.ll - Remoção do cabo do sensor ABS do seu suporte


J

56 ~-----------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Suspensão

DesmoniDgem do torre da suspensão

l.Prenda a torre verticalmente em uma morsa Fig.14 Remoção do suporte do assento da mola
para ser desmontada;
2.Instale o compressor de molas entre as espiras;
(Fig.13) (KL-0015)

Fig.13- Instalação do compressor de molas

6.Remova o compressor juntamente com a mola e


a coifa protetora;
7.Retire também o batente;
8.Verifique se há vazamento no amortecedor;

3.Comprima a mola, apertando o compressor com


chave 24 milímetros; Se houver vazamento, substitua o
4. Utilize chaves 1 O e 19 milímetros mais II«!IIIERI~
D( amortecedor.
ferramentas acessórias para travar a haste do
amortecedor e desapertar a porca de retenção da
mola, (KL-0056) O fabricante recomenda substituir
5.Remova a porca, o suporte, o espaçador do rola- sempre os dois amortecedores dian-
mento e o assento superior da mola; (Fig.14) teiros.

MontDgem da torre da suspensão

l.Faça a limpeza dos componentes do amorte- 3.Na sequência, monte os componentes da torre:
cedor e inspecione-os quanto a alguma eventual o batente, a coifa e a mola, (Fig.15)
avaria;

Antes da instalação dos componentes Fig. IS - Instalação do batente


do amortecedor, faça a desaeração do
amortecedor para expelir as bolhas
de ar de seu interior, que comprometem o seu
funcionamento.

2.Com o amortecedor na posição vertical, com-


prima-o e deixe-o se estender por algumas vezes,
até perceber resistência uniforme ao movimento
da haste;

Após a desaeração, mantenha o


amortecedor na posição vertical 4.Instale o assento superior da mola, atento ao seu
para evitar a reabsorção de ar. Caso correto posicionamento de encaixe na mola,
ocorra, refaça o procedimento. (Fig.16)

------------------------------------------------------------------~ 51
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos - Suspensão

Fig.16- Assento superior da mola devidamente instalado 9.Retire a torre da morsa e leve-a para ser
instalada no veículo.

Fig.18 ·Marcas de referência na mola

5. Instale o espaçador do rolamento, o suporte e a


porca de retenção da mola,
6.Aperte a porca;
?.Remova o compressor gradativamente, atento
ao posicionamento da mola;
S.Aplique torque de 55,00 ± 2,75 Newton-metros
à porca; (Fig.l7)

Fig.17- Aperto da porca de retenção da mola

~ lnstolação da torre da suspensão


!.Introduza a torre da suspensão em seu aloja- 4.Aplique torque de 90,0 ± 4,5 Newton-metros às
mento, fixando-a por suas porcas superiores; porcas de fixação da torre à manga de eixo,
2.Aplique torque de 30,0 ± 1,5 Newton-metros às seguidos de torque angular de 45,00 ± 2,25°;
porcas; (Fig.l9) (Fig.20)

Fig.19- Aperto das porcas superiores da torre Fig.20 - Aperto das porcas de fixação da torre à manga de eixo

3.Acople a torre à manga de eixo, e fixe-a por seus 5.Por fim, instale o cabo do sensor ABS no seu
parafusos inferiores; respectivo suporte.

56 ~------------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos - Suspensão

p] Suspensão traseira

A suspensão traseira é do tipo semi-independente, com barra de torção, molas progressivas tipo "barril" e
amortecedores telescópicos pressurizados.

PJ Remoção do amortecedor traseiro

l.Utilize o macaco telescópico para sustentar a


Fig.2 - Remoção do prato de apoio
suspensão; (KL-0145-10)
2.No interior do porta-malas, insira o saquete
longo com inserto sobre a porca superior de
fixação do amortecedor; (KL-0056)
3.Trave o inserto e gire a porca do saquete longo
com chaves 10 e 19 milímetros, respectivamente;
(Fig.1)
4.Remova a porca, o prato de apoio e o batente de
borracha superior; (Fig.2)
5.Desaperte o parafuso inferior de fixação do
amortecedor com chave 17 milímetros; (Fig.3)
6.Abaixe o macaco, remova o amortecedor do
veículo e leve-o para uma bancada.

Fig.l- Remoção da porca superior de fixação do amortecedor Fig.3 - Remoção do parafuso inferior do amortcedor

~ DesmontDgem e montllgem do amortecedor

L Prenda o amortecedor na morsa; Fig.4 - Remoção do apoio de borracha


2.Remova o apoio de borracha, a coifa de
proteção e o batente; (Fig.4)

----------------------------------------------------------------__, 59
CLASSIC 1.0- Sistemas Mecânicos Suspensão

3.Retire também o encosto inferior; Após a desaeração, recomenda-se


4.Verifique se há vazamento no amortecedor; manter o amortecedor na posição
vertical, para evitar a reabsorção de
resa*ado Se houver, substitua o amortecedor. ar. Caso isso ocorra, refaça o procedimento.
K
8.1nstale o conjunto das peças do amortecedor em
É recómendada pelo fabricante a
sua haste: o encosto, o batente, a coifa e o apoio de
borracha; (Fig.5)
substituição também do outro amor-
tecedor traseiro.
Fig.S - Instalação da coifa
5.Efetue a limpeza dos componentes do amorte-
cedor e inspecione-os quanto a avarias;
6.Faça a desaeração do amortecedor para expelir
as bolhas de ar de seu interior, capazes de compro-
meter o seu funcionamento;
?.Com o amortecedor na posição vertical,
comprima-o e deixe-o se estender por algumas
vezes, até sentir resistência ao movimento com-
pletamente uniforme;

9 .Retire o amortecedor da morsa, e leve-o para ser


instalado no veículo.

Instalação do amortecedor

l.Instale o amortecedor no veículo, e aperte seu parafuso inferior com torque de 65,0 ± 3,25 Newton-
metros e sua porca superior de fixação com torque de 20 ± 1 Newton-metros.

Mecânica 2000 Peugeot 207


Nesta edição, apresentamos o veículo Peugeot 207 Veja
as características dos seus sistemas de injeção, de carga
e partida, além dos sistemas mecânicos, no qual desven-
damos os segredos da sua diferenciada suspensão.
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formas corretas e sequência is para montar e desmontar
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Substituição do conjunto da homoclnétlca (lado do cubo da roda)


Cl.ASSIC 1.0 -Sistemas mecânicos· Suspensão D

l.Com a manga de eixo já removida, puxe a semi- Atente-se que para este veículo, a
árvore da transmissão do seu alojamento, junta homocinética tem a presença
retirando-a do veículo; (Fig.l) da roda de excitação do sensor ABS.
(Fig.4)
Fig. I - Remoção da semi-árvore da transmissão

FigA - Roda de excitação do sensor ABS

2.Prenda a semi-árvore na morsa,


3.Remova as a braçadeiras de fixação da coifa,
4.Desloque a coifa para trás; (Fig.2) 6.Limpe a extremidade da semi-árvore antes da
instalação da nova junta homocinética;
Fig.2 - Deslocamento da coifa
Certifique-se do perfeito encaixe da
junta homocinética, movimentando-a.

7.Já com a junta homocinética instalada, lubrifi-


que com graxa, posicione a coifa e instale as
a braçadeiras;
8.Instale a semi-árvore no lado da transmissão,
pressionando-a com as mãos até que o anel-trava
encaixe no sulco da planetária,
9.Feito isso, instale a manga de eixo e demais
componentes.
Especificação técnica SKF
Junta homocinética, lado roda
S.Procure por alguma trava de fixação da junta para veículos sem ABS
homocinética. Caso não tiver, para sua remoção
da semi-árvore é necessário dar leves batidas com Para eixo 22 dentes
um martelo até desacoplá-la; (Fig.3) VKJA41024A

Fig.3 - Junta homocinética ainda acoplada à semi-árvore

61
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SKF. CLASSIC 1.0 - Sistemas mecânicos • Rolamento dianteiro

o
o
o
o
o
o Com a função de movimentar a roda com o menor
o atrito possível, sem perder as características de
segurança e conforto dos ocupantes do carro, os
() rolamentos merecem bastante atenção dos
o mecânicos É impossível afirmar uma

o quilometragem específica para a substituição de


tais componentes, já que isso depende de várias
o condições, como: tipo de solo no qual o veículo
trafega, maneira de dirigir do motorista,
o funcionamento correto de outros componentes da
o suspensão, etc. Além do que a falta de
alinhamento , pneus em mau estado ,
o amortecedores com problemas são outros fatores
que podem sobrecarregar o rolamento causando
c danos irreparáveis. O diagnóstico de falhas é,
o geralmente, baseado nos ruídos operacionais,
comumente identificados por um "roncado" É um
o som áspero, um ronco como se tivesse areia entre
o as rodas. A substituição deve ser realizada com
equipamentos especiais que garantam a aplicação
o gradual de força e o acoplamento correto, sem

o Especificação técnica SKF

Rolamento Dianteiro
desvios. O ideal é nunca fazer a troca do
rolamento em apenas uma roda, mas sim nas duas
ao mesmo tempo, seja traseira ou dianteira. Isso
VKBA 3403 evita um desgaste irregular. Siga os procedi-
mentos a seguir para a correta substituição do
rolamento.

~ PJ Remoção do rolamento dianteiro


l.Remova a manga de eixo. Siga os procedi- 4.Posicione-a adequadamente; sobreponha o eixo
mentos no item "Suspensão dianteira"; do cubo de roda por uma peça de mesmo
2.Utilize um alicate para anéis para remover o diâmetro, e ajuste a prensa sobre ele;
anel trava de retenção do rolamento; (Fig.l) S.Acione a prensa até separar o cubo de roda da
manga de eixo; (Fig.2)
Fig.l - Remoção do anel trava de retenção do rolamento
Fig.2 - Remoção do cubo de roda da manga de eixo

3.Em seguida, leve-a para a prensa para a extra-


_____ç_ã_o_d_o__
cu_b_o_d_e__
ro_d_a_d_a_m
__a_n_g_a_d_e_e_ix_o_;--------------------------------------------J/ 63
CLASSIC 1.0 Sistemas mecânicos Rolamento dianteiro 5KF.

6.Remova o outro anel trava de retenção do


rolamento com aUXI1io do alicate para anéis;
7.Em seguida, remova o rolamento; Posicione a
manga de eixo juntamente com as ferramentas
adequadas, sobrepondo a pista do rolamento pela
peça de mesmo diâmetro; (KL-0040)
8.Enrosque o fuso da prensa e acione-a até a
extração do rolamento; (Fig.3)
9.Feito isso, retire as peças da prensa e leve-as
para uma bancada.

lnstolção do rolamento dianteiro

1. Selecione um novo rolamento; 6.Uma vez instalado o rolamento na manga de


2.Instale a trava de retenção do rolamento na eixo, encaixe o outro anel trava de retenção do
manga de eixo; (FigA) rolamento;
?.Na sequência, instale o cubo de roda à manga de
eixo. Para isso, posicione as peças na prensa,
Fig.4 - Instalação do anel trava
sobreponha o gabarito guia e ajuste a prensa;

Posicione um cilindro maciço de


mesmo diâmetro sob a pista interna
do rolamento já instalado na manga ~
de eixo, para evitar que a pista interna sofra
algum dano quando aplicada pressão pela
prensa.

8.Acione a prensa até a total introdução do cubo


de roda à manga de eixo, observando o livre
movimento desta última; (Fig.6)
3.Posicione a manga de eixo na prensa,
4.Insira o rolamento em seu alojamento e, sobre
ele, coloque a ferramenta apropriada para exercer Fig.6 - Instalação do cubo de roda
pressão; (Fig.S) (KL-0040)

Fig.S - Instalação do rolamento na manga de eixo

9 .Leve o conjunto para ser instalado no veículo;


lO.Em seguida, instale a manga de eixo e os
demais componentes. Siga tais procedimentos
S.Acione a prensa para a instalação do rolamento; conforme o item "Suspensão dianteira"

64 ~------------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 Sistemas mecânicos Rolamento traseiro
o

Especificação técnica SKF

Rolamento traseiro

VKBA4544A

Substituição do rolomento traseiro

l.Inicialmente, solte a tampa de proteção da Fig.2 Remoção do retentor


o

porca-castelo com auxílio de uma alavanca,


2.Utilize chave fenda e alicate para acertar as
pontas do contrapino de travamento da porca-
castelo;
3.Em seguida, utilize um martelo e saca pino para
deslocar o contra pino, e retire-o;
4.Desaperte a porca-castelo com chave 24
milímetros e cabo de força, e retire-a;
S.Remova a arruela e o rolamento externo; (Fig.l)

Fig.l - Remoção do rolamento externo

8.Na sequência, retire o rolamento interno; (Fig.3)

Fig.3 - Remoção do rolamento interno

-~ 6.Retire cautelosamente o tambor de freio;


?.Remova o retentor com auxílio de chave de
fenda; (Fig.2)

65
CLASSIC 1.0 Sistemas mecânicos Rolamento traseiro 5KF.

9.Leve o tambor para a prensa para substituir as Fig.S - Instalação do rolamento externo
pistas externas do rolamento;

Analise o estado do conjunto como um


todo, quanto a superaquecimento, au-
sência de lubrificação e oxidação.
í\
'
lO.Já com as novas pistas instaladas, lubrifique-as
com graxa, e instale o rolamento interno no tam-
bor de freio; (FigA)

FigA - Instalação do rolamento interno

17 .Insira o contra pino de travamento na porca-


castelo, e assente as suas pontas; (Fig.6)

Fig.6 - Instalação do contrapino

ll.Lubrifique novamente, e instale o retentor;


12.Instale o tambor na ponta de eixo;
13.Lubrifique a outra pista e insira o rolamento
externo; (Fig.S)
14.Instale corretamente a arruela, e a porca-castelo;
lS.Aperte a porca-castelo com torque de 25,00 ±
1,25 Newton-metros;
16.Em seguida, solte-a apenas o suficiente para que
a arruela possa ser movimentada com uma chave de
fenda no sentido radial; 18.Por fim, instale a tampa de proteção da porca-
castelo.

Este é o quinquagésimo volume da Mecânica 2000. Nele é


apresentado o veículo Sandero 1.6, 8 e 16v, da Renault,
que atende também ao veículo Logan da mesma
montadora. Além das características técnicas, elétricas e
mecânicas desses veículos, veja as trocas das correias em
ambos os motores, por serem distintas; e, no vídeo, o
destaque é a regulagem das folgas das válvulas do motor r-')
SV, que possui tuchos mecânicos.

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CLASSIC 1.0 - Sistemas Mecânicos - Sistema de arrefecimento

Nos veículos automotivos, o sistema de arrefe- refrigerante no motor é realizada por uma bomba
cimento é encarregado de manter a temperatura centrífuga, que proporciona velocidade de
no ponto ideal. Quando o sistema opera nessa circulação. O líquido é composto por água e
condição, o motor tem melhor desempenho, aditivos com propriedades lubrificantes,
maior durabilidade, maior economia de antioxidantes e inibidores de corrosão em meio
combustível, menor desgaste e atrito entre os seus aquoso; a concentração da mistura, segundo
componentes, menor emissão de poluentes, e recomendação do fabricante, é de 35 a 50% de
necessitará com menos frequência de manu- aditivo, complementando com água potável. O
tenção. O sistema de arrefecimento do Classic é sistema tem capacidade para 5,8 litros. A pressão
fechado, ou seja, ele troca calor com o meio de alívio na tampa do reservatório de expansão é
externo por meio de um radiador, baixando a de 140 ± 30 kPa (ou 1,4 ± 0,3 bar). A válvula
temperatura do líquido para que seja novamente termostática é do tipo restritora de fluxo, sendo
aproveitado. O sistema também é pressurizado, o que sua temperatura de abertura está em torno de
que contribui para reduzir as perdas por 92 ± 2°C. O eletroventilador possui acionamento
evaporação, e faz com que a eficiência do sistema elétrico e apresenta 5 pás (com NC) e 4 pás (sem
seja maior. Além do que o sistema do radiador é de NC).
fluxo cruzado. A circulação do líquido

Esquema do sistema de arrefecimento do Motor

Especificação técnica
MTETHOMSON

Válvula termostática

VT 313.92

N° Componente
Reservatório de expansão (I Eletroventilador
Tubulação de alta pressão IJ Carcaça da válvula termostática
Tubulação de baixa pressão liJ Trocador de calor
Bomba d'agua IJ Sensor de temperatura ECT
Radiador 1m Motor
69
®

AR CONDICIONADO AUTOMOTIVO

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• PRESSOSTATOS
LINHA PESADA
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Cl.ASSIC 1.0 Sistemas mecânicos Instalação do Ar-<:ondicionado

LJ
o

Ar-Condicionado

~ lnstolação do ar condicionado

I. Utilize chave de fenda cruzada para remover os Fig.3 - Remoção do acabamento lateral
parafusos de fixação do porta-luvas; (Fig.2)

Fig.2 - Remoção do porta-luvas

4.É necessária a substituição do comando do ar


condicionado.
2.Desloque o porta-luvas, desconecte o terminal S.Com auxílio de espátula plástica, retire os
elétrico ligado a ele, e remova-o do veículo; difusores centrais de ar, desencaixando-os do
3.Remova o acabamento lateral localizado a painel de instrumentos; (FigA)
direita do veículo, abaixo do porta-luvas; (Fig.3)

71
CLASSIC 1.0 - Sistemas mecânicos Instalação do Ar-condicionado
1\CI\

Fig.4 - Remoção dos difusores centrais lO. Utilize chave de fenda cruzada para retirar os
de ar do painel dois parafusos de fixação do comando, e em
seguida, a espátula plástica para possibilitar o
deslocamento do comando do ar condicionado;
(Fig.7)

Fig. 7 - Remoção do comando do ar condicionado

6.Remova os dois parafusos de fixação do


comando do ar condicionado ao painel locali-
zados sob o alojamento dos difusores removidos
com auxílio de chave de fenda cruzada;
7 .Em seguida, retire o botão de acionamento e o
comando do pisca-alerta, com auxílio de espátula
plástica; (Fig.S)
ll.Desloque-o, solte os cabos e os terminais
Fig.S - Remoção do botão de acionamento elétricos ligados a ele, e por fim, retire-o;
do -alerta 12.Desloque o carpete no assoalho do veículo, sob
o alojamento do porta-luvas;
13.Retire a espuma de proteção do painel corta-
fogo;
14.No painel corta-fogo, com auxílio de uma
furadeira, faça dois furos que servirão de
alojamento para os parafusos fixadores da caixa
de ventilação; (Fig.8)

Fig.8 - Abertura dos orifícios dos parafusos


de da caixa de ventilação

8.Com a mesma espátula, remova a tampa supe-


rior do comando;
9.E na sequência, a tampa do controle do coman-
do de circulação da ventilação; (Fig.6)

Fig.6 - Remoção da tampa do controle do comando

IS. Utilize serra copo para perfurar o painel corta-


fogo;
16.Na sequência, com uma lâmina de serra
termine de abrir o orifício no painel corta-fogo,
que servirá de passagem para a válvula de
expansão; (Fig.9)

n ~----------------------------------------------------------------
1\CI\ CLASSIC 1.0 Sistemas mecânicos Instalação do Ar-condicionado

Fig.9- Abertura do orifício para a passagem Fig.ll - Duto de ventilação aberto


da válvula de eKJ>ansao

23.Instale a caixa de ventilação; (Fig.l2)


17.Faça também no painel corta-fogo outro
orifício para passagem do tubo de dreno da caixa
de ventilação;
18.Instale no orifício a tampa de borracha vazada; Fig.l2- Caixa de ventilação instalada
(Fig. lO)

r-- Fig. lO- Orifício no painel corta-fogo para


passagem do chicote elétrico

24.Faça mais alguns furos para permitir a


posterior instalação dos parafusos de fixação da
caixa;
25.Fixe-a;
19.Da mesma forma, faça mais um orifício, para 26.Insira o tubo de dreno da caixa de ventilação
passagem do chicote elétrico dos componentes do no seu respectivo orifício, feito anteriormente;
ar condicionado; (Fig.l3)
20.Passe pelo orifício toda a parte do chicote
correspondente aos componentes localizados no Fig.l3 - Tubo de dreno
vão do motor;
2l.Reposicione a espuma e o carpete, fixando-o
devidamente;
22.No lado direito do veículo, deve-se abrir o duto
de ventilação para a instalação da caixa de
ventilação. Utilize uma lâmina de serra para
cortar a grade, (Fig.ll)

No lado esquerdo o duto de venti-


---~...-. lação deve ficar fechado, para que
ele não puxe o ar interno.

-~--------------------------------------------------------------~ 73
CLASSIC 1.0- Sistemas mecânicos Instalação do Ar-condicionado 1\CI\

27.Encaixe os relés nos seus soquetes, e com uma Fig.16- Conexão dos fios do comando do ar
abraçadeira prenda o conjunto do chicote no
painel de instrumentos; (Fig.l4)
Fig.14 - Instalação dos relés

33.Ao término das ligações dos fios, isole-os ade-


quadamente com fita isolante;
34.Conecte os terminais elétricos e os cabos no co-
28.Remova o botão do comando do desem- mando do ar condicionado e fixe-o ao painel de
baçador traseiro do comando do ar condicionado instrumentos por seus parafusos inferiores;
removido do veículo, e instale-o no novo 35.Instale a tampa superior, e aperte os outros
comando do ar; (Fig. IS) dois parafusos de fixação do comando;
36.Instale a tampa e o botão do controle de
Fig. IS- Instalação do botão do desembaçador circulação da ventilação, o comando do pisca
traseiro no novo comando alerta e seu respectivo botão de acionamento, e os
difusores centrais de ar;
37.Instale o acabamento lateral e o porta-luvas;
38.Aperte a chapa de fixação da caixa de
ventilação ao painel corta-fogo;
39.Remova os limpadores do para brisa com
auxílio de chave 13 milímetros;
40.Utilize chave de fenda cruzada para soltar os
cinco parafusos de fixação da grade de proteção;
4l.Retireagrade; (Fig.17)

Fig.l7 - Remoção da grade proteção

29.Utilize um alicate para cortar os fios do


conector do comando do ar-condicionado;
30.Retire o conector;
31.Leve o novo comando do ar condicionado para
ser instalado no veículo;
32.Emende os fios do conector do novo comando
aos fios do chicote original do veículo; (Fig.16)

O fio azul deve ser ligado ao fio


cinza do chicote original, referente
ao pós-chave; O fio amarelo liga ao
fio marrom, referente ao negativo; O preto liga-
42.Em seguida, solte as duas porcas de fixação da
se ao fio preto com lista branca, referente à
tampa do alojamento do filtro de ar;
saída positiva da válvula solenoide do
43.Remova a borracha e a tampa;
aquecedor; E por fim, o fio branco liga-se ao fio
branco do chicote do ar condicionado
instalado, referente à saída positiva do ar É necessário vedar a caixa do filtro
condicionado; de ar.

74 '----------------------------------------------------------------
1\CI\. CLASSIC 1.0 Sistemas mecânicos Instalação do Ar-condicionado

44.Para isso, aplique silicone no contorno da 51.Remova o parafuso e a porca de fixação do


caixa do filtro de ar, instale a tampa da renovação suporte do motor com auxílio de chave 15
de ar, e aplique mais silicone, de modo a vedá-la milímetros; (Fig.20)
totalmente; (Fig.18)
Fig.20 - Remoção da porca do suporte do motor
Fig.18- Vedação da caixa do filtro de ar

52.Desça cuidadosamente o macaco, de modo a


permitir o deslocamento do motor e a passagem da
45.Remova o para-choque. Utilize chaves Torx nova correia micro-V;
T20, 8 e 10 milímetros; 53.Posicione a correia;
46.Remova também a barra de sustentação do 54.Em seguida, suba o motor e prenda-o ao seu
para-choque. Utilize chave E14 para remover seus suporte, instalando o parafuso e a porca de fixação;
55.Remova o macaco;
quatro parafusos de fixação;
56.Instale o suporte do compressor do ar condicio-
4 7.Remova os parafusos de fixação da capa de
nado com auxHio de chave 17 milímetros; (Fig.21)
proteção da correia micro-V com auxílio de chaves
Torx T25 e 8 milímetros, e retire-a; (Fig.19)
Fig.21 -Instalação do suporte do compressor
Fig.19 - Remoção da capa de proteção da
correia micro-V

57.Instale o compressor, e aperte seus três para-


fusos 13 milímetros; (Fig.22)

48.Utilize chave 15 milímetros com cabo de força Fig.22 - Instalação do compressor


articulado para deslocar a correia micro-V das
polias, girando o parafuso do tensor no sentido
horário;
49 .Remova a correia;

É necessário descer um pouco o


motor para a passagem da correia
micro-V do ar condicionado.

50.Utilize o macaco telescópico para sustentar o


motor; (KL-0145-10)
CLASSIC 1.0- Sistemas mecânicos Instalação do Ar-condicionado
1\CI\

58.Instale o condensador, encaixando-o adequa- Fig.26 - Fixação da tubulação ao condensador


damente nas predisposições já existentes,
(Figs.23 e 24)

Fig.23 - Instalação do condensador

63.Conecte as tubulações, apertando-as com


amcHio de chaves 16 e 19 milímetros;
64.Instale o sensor linear (ou pressostato) na
tubulação que liga o condensador à caixa de
ventilação, e aperte sua conexão com chave 14
Fig.24 - Predisposição para encaixe do condensador milímetros; (Fig.27)

Fig.27 - Instalação do pressostato

59.Posicione a tubulação que liga a caixa de


ventilação ao compressor; 65.Instale no compressor o adaptador para ligar
60.Posicione também a tubulação que liga o as tubulações, e aperte seu parafuso 13
condensador à caixa de ventilação; milímetros; (Fig.28)
6l.Fixe às tubulações à caixa de ventilação, com
auxílio de chave hexagonaiS milímetros; (Fig.25) Fig.28 - Adaptador instalado no compressor

Fig.25 - Thbulações fixas à caixa de ventilação

66.Insira a outra parte da tubulação que faz a


ligação do compressor à caixa de ventilação, e
fixe-a ao compressor com auxílio de chave hexa-
62.Insira a outra parte da tubulação que liga a gonal6 milímetros;
caixa ao condensador, fixando-a ao condensador 67.Conecte as tubulações, apertando-as com
com chave hexagonaiS milímetros; (Fig.26) auxílio de chaves 24 e 30 milímetros; (Fig.29)

76 ~------------------------------------------------------~~
1\CI\ CLASSIC 1.0 - Sistemas mecânicos Instalação do Ar-condicionado

Fig.29 - Conexão das tubulações que liga o 68.Finalmente, posicione a terceira tubulação e
rr.rnn·r pccr.r à caixa de ventilação conecte-a ao condensador, apertando seu
parafuso com chave E12;
69 .Em seguida, fixe-a ao compressor, e aperte o
parafuso 1Omilímetros de fixação;
?O .Instale a correia micro-V; (Fig.31)

Fig.31 -Instalação da correia micro-V

Monte o suporte de fixação da


mangueira. Para isso, fixe-o ao
parafuso do defletor de calor preso
ao coletor. (Fig.30)

Fig.30 - Suporte de fixação da tubulação

71.Corte no passa-muro para permitir a passagem


da parte do chicote do ar condicionado referente à
bateria e ao módulo de comando, do vão do motor
para o alojamento sob a grade de proteção;
72.Corte também no outro passa muro próximo
ao módulo para passar de volta a parte do chicote
referente ao módulo;

Diagrama elétrico para orientar a instalação do chicote do ar-condicionado


( MC-K )

~~----------8®M Pressostato
doNC
VM

vo ----~---------4

Módulo de comando
~

Eletroventilador Eletroventilador
auxiliar original

____________________________________________________________________ _, ] ]
CLASSIC 1.0 Sistemas mecânicos Instalação do Ar-condicionado

73 .Posicione e instale os terminais elétricos do Fig.35 - Emenda dos fios do eletroventilador


compressor do ar condicionado e do pressostato;
(Fig.32)

Fig.32 - Instalação do tenninal elétrico do pressostato

77.Isole-os adequadamente, e reconecte o


terminal elétrico ao eletroventilador;

Se julgar necessário, solde os fios.

74.Instale o aterramento do chicote no chassi;


(Fig.33) 78.Instale o terminal positivo do chicote na
bateria; (Fig.36)
Fig.33 - Aterramento instalado no chassi do veículo
Fig.36 - Instalação do tenninal positivo do chicote

75 .Instale também o terminal elétrico do 79 .Desconecte o terminal K do módulo de


eletroventilador; (Fig.34) comando do seu alojamento para instalar os fios
do chicote do ar condicionado; (Fig.3 7)
Fig.34 - Instalação do tenninal do eletroventilador
Fig.37 - Terminal K do módulo de comando

76.Posicione e emende o fio vermelho do chicote


ao fio marrom e branco do eletroventilador SO.Utilize chave de fenda para retirar a capa de
original, (Fig.35) proteção do conector;

78 '---------------------------------------------------------------*
1\.CI\ CLASSIC 1.0- Sistemas mecânicos Instalação do Ar-condicionado

81.Retire a trava frontal do conector de três Fig.39 Posição correta dos fios no momento da
dentes; (Fig.38) montagem do conector

Fig.38 - Remoção da trava frontal


Vermelho

o Marrom

Verde

Amarelo

Branco

Módulo de injeção

83.Inseridos todos os fios, passe uma abraçadeira


82.Conte os pinos e insira cada pino do chicote
para fixá-los, coloque a trava frontal, a capa de
elétrico em sua devida posição no conector K do
proteção e conecte novamente o terminal ao
módulo de comando;
módulo de comando;
84.Em seguida, instale os demais componentes
O fio vermelho deve se conectar ao removidos: a tampa de proteção do filtro de ar, a
pino 3; o fio marrom, ao pino 4; o fio borracha, a grade, os limpadores, a capa de
verde, ao pino 7; o fio amarelo, ao proteção da correia micro-V, o protetor do cárter, a
pino 31, e o fio branco, ao pino 45. (Fig.39) barra de apoio e o para-choque.

PJ Abosteclmento do slstemo

l.Retire a tampa da conexão sobre a linha de Fig.41- Terminal instalado na linha de alta pressão
baixa pressão, tubulação que se conecta ao
compressor e conecte o terminal da mangueira
azul, (Fig.40)

\ Fig.40 - Terminal instalado na linha de baixa pressão


,..----.

3.Ligue o equipamento de abastecimento;


4.Execute o teste de vácuo na linha; para isso,
aperte a tecla F3 no equipamento, observe o visor,
ajuste o tempo de, aproximadamente, 15 minutos
e aguarde;

2.Retire a tampa da conexão sobre a linha de alta A pressão da linha após o teste deve
pressão, tubulação que se conecta ao conden- permanecer em tomo de O, 73 bars.
sador, e conecte o terminal da mangueira O sinal negativo indica a presença
vermelha do equipamento; (Fig.41) de vácuo. (Fig.42)

--------------------------------------------------------- ~
CLASSIC 1.0 Sistemas mecânicos Instalação do Ar-condicionado
1\CI\
n
o
FigA2 - Relatório do teste de vácuo Fig.44 - Valores de pressão
o
o
o

(]
1O.Desligue o ar condicionado e o motor; o
S.Na parte traseira do equipamento, abra cuida- 1l.Saia da rotina de teste, ou seja, aperte a tecla C;
F1 e siga as instruções que surgem no display do
dosamente o registro de entrada do fluido refrige-
rante, e permita a entrada de, aproximadamente, equipamento; o
50 mililitros de fluido para o equipamento; em
12.Desconecte apenas a mangueira de alta n
'-~
pressão (mangueira vermelha), e retorne com a
seguida, feche o registro; tampa da conexão;
13.Volte aos comandos do equipamento e siga as
o
instruções; n
O vácuo presente no sistema fica 14.Ligue novamente o motor e o ar condicionado; ('
---...... responsável por forçar o escoamen- 15.Retorne ao display e aguarde as novas instru-
to do fluido refrigerante para o inte-
rior do circuito de refrigeração.
ções;
16.Desconecte a mangueira da linha de baixa
o
(..--.,.
pressão (mangueira azul) e tampe a conexão;
17.Leia novamente a mensagem no display do (1
6.No display do equipamento, aperte a tecla F4 equipamento, que deve ser "Procedimento de
para selecionar a função "carga de gás"; desconexão concluído"; (FigAS) r
?.Ajuste o equipamento para uma carga de,
aproximadamente, 380 gramas de gás, e inicie o FigAS - Mensagem de finalização no display n
processo de carga; (FigA3) l
n
FigA3 - Carga de gás
o
r
o
o
n
C!
18.Recolha o equipamento, desligue o ar condi-
cionado e o motor;
o
o
Feito todos os procedimentos, habi-
lite o módulo de comando para o o
8.Ao término do processo, dê partida no motor e perfeito funcionamento do sistema ( \
ligue o ar condicionado, colocando-o na segunda de ar condicionado.
velocidade;
9.Confira, no equipamento, os valores adequados
de pressão do sistema;
Utilizando o Rasther III, selecione o o
veículo, a respectiva injeção n
(MULTEC H N10YFH), entre na
A pressão na linha de alta deve estar rotina "Programações", em seguida, "Ar CJ
próxima a 8,7 bars; e na linha de
- -....... baixa, próxima a 0,1 bars. (FigA4)
condicionado", e siga as instruções que
aparecem na tela.
o
o
80 ~-----------------------------------------------------~
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A ISO TECH se orgulha de poder
oferecer diversas soluções inovadoras à
base de ozônio, para as mais variadas
aplicações.
Resultado de muita pesquisa, que
inclui parcerias com alguns dos mais
destacados especialistas e centros de
tecnologia do país, chega agora ao mer-
cado, o sistema ISO TECH 0 3 , um
equipamento de última geração para a
purificação e sanitização de ambientes.

Elimina ácaros em carpetes e tapeçaria em geral;


Elimina odores como os do cigarro e mofo;
Elimina micróbios e substâncias indesejáveis;
Oxida e descaracteriza os compostos químicos,
odorosos e poluentes;
lnativa qualquer tipo de microorganismos como:
bactérias, vírus, protozoários, dentre outros;
Não é necessário a utilização de produtos químicos;
Ozónio produzido a partir do ar ambiente;
Baixo consumo de energia.
CLASSIC 1.0 Sistemas rne<:Anicos Troca do filtro de cabine

Especificação técnica ISOTECH

Filtro de cabine

IT 1419

O filtro de cabine, também chamado de filtro de ar condicionado, tem a função de reter pólens e outras
partículas indesejáveis do ar, além de assegurar uma atmosfera mais saudável dentro do veículo. Embora
não afete o funcionamento do veículo, a sua troca regular é importante, pois interfere diretamente na saúde
dos passageiros, protegendo contra possíveis alergias e problemas respiratórios.
A higienização tem por finalidade a descontaminação e desodorização dos dutos do ar-condicionado e do
interior do veículo, para deixá-lo livre de odores indesejáveis e microrganismos, tais como: ácaros,
bactérias e fungos. Ela é realizada pela ação do ozônio, um desinfetante natural, que não deixa resíduos
tóxicos. Este procedimento deve ser efetuado periodicamente, conforme a necessidade do veículo.

O filtro de cabine está localizado no 3.Retire a grade;


vão do motor abaixo da grade de 4.Em seguida, solte as duas porcas de fixação da
proteção. tampa do alojamento do filtro de cabine, e
remova-a; (Fig.2)
l .Remova os limpadores do para brisa com auXI1io
de chave 13 milímetros; Fig.2 - Remoção da tampa do alojamento do filtro de cabine
2.Utilize chave Philips para soltar os cinco
parafusos de fixação da grade de proteção; (Fig.l)

Fig.l- Remoção da grade de proteção

' \

S.Retire o filtro; (Fig.3)

~~)) ----------------------------------------------------------- ~
.
CLASSIC 1.0 ·Sistemas rnec:llnlcos Hlglenlzaç.lo do veiculo

6.Inspecione o estado em que se encontra o filtro;


Fig.3 · Remoção do filtro de cabine

É recomendada a substituição do
filtro com muita poeira e sujeira
retida.

7.Selecione um novo filtro de cabine;


8.Encaixe-o adequadamente em seu alojamento,
atento ao seu lado correto de instalação;
9.Por fim, instale a tampa, a grade de proteção e
os limpadores.

Hlglenlzação do veiculo

Durante o procedimento de higie- 4.Dê a partida no motor, coloque o ar condicio-


nização, as portas e janelas do veí- nado na velocidade máxima e no modo de
culo devem permanecer fechadas circulação, e ligue-o;
para o melhor aproveitamento da S.Abra os difusores de ar no painel, (Fig.2)
ozonização.

Fig.2 · Difusor de ar no painel aberto


l.Leve o equipamento ozonizador para dentro do
veículo;
2.Ligue o equipamento e programe o tempo; (Fig.l)

Fig.l · TemJX> programado

6.Saia do veículo e aguarde a ozonização;

Ao término do procedimento,
aguar-de pelo menos por mais 10
minutos, antes de abrir o veículo,
pi'OCIICimlneo O tempo pode ser programado para a melhor absorção do ozônio.
COIIIlO ~ entre 14 e 30 minutos, conforme a
necessidade de cada veículo.

3.Posicione o ozonizador no assoalho do veículo, 7.Finalizado o tempo, abra o veículo e desligue o


abaixo do porta-luvas; ar-condicionado e o motor;
8.Desligue e recolha o ozonizador.

84 '------------------------------------------------------------------
( GEDORE) W CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos - Torques de aperto

Tabela de forques de aperto

PRINCIPAIS TORQUES DE APERTO


Descrição Valores (Nm)
Bujão de dreno do cárter 55,00 ± 2,75
Parafuso da engrenagem do comando de válvulas 45,00 ± 2,25
Parafuso da polia dentada da árvore de manivelas 100 ± 5
Parafuso de fixação do amortecedor traseiro ao eixo 65,00 ± 3,25
Parafuso de fixação do pivô da suspensão à manga de eixo 31,5 ± 1,6
Parafuso de fixação do tensor da correia dentada 21,5 ± 1,1
Parafuso do disco de freio 4,0 ± 0,2
Parafusos da bomba d'água 7,00 ± 0,35
Parafusos da bomba de óleo 9,00 ± 0,45
Parafusos da borboleta motorizada 10,5 ± 0,5
Parafusos da cobertura da correia dentada 6,0 ± 0,3
Parafusos da pinça de freio 30,0 ± 1,5
Parafusos da tampa de proteção do volante do motor 16,0 ± 0,8
Parafusos da tampa de válvulas 9,00 ± 0,45
Parafusos de fixação da caixa de marchas 70,0 ± 3,5
Parafusos de fixação do platô 15,00 ± 0,75
Parafusos de fixação do suporte da pinça de freio 98,0 ±4,9
(25,00 ± 1,25) + (60 ± 3t
Parafusos do cabeçote
+ (60 ± 3t + (60 ± 3t
Parafusos do cárter 8,0 ± 0,4
Parafusos do defletor de calor 8,50 ± 0,42
Parafusos do pescador da bomba de óleo 8,0 ± 0,4
Parafusos do suporte dianteiro de fixação da caixa de marchas 60,5 ± 3,0
Parafusos do suporte superior do coletor de admissão 10,5 ± 0,5
Parafusos do suporte traseiro de fixação da caixa de marchas 85,00 ±4,25
Parafusos do tubo distribuidor de combustível 10,5 ± 0,5
Porca da homocinética (100 ± 5)- (90,0 ± 4,5t
+ (60 ± 3) + (65,00 ± 3,25t
Porca de retenção da mola do amortecedor dianteiro 55,00 ± 2,75
Porcas superior de fixação do amortecedor traseiro 20 ± 1
Porca-castelo de fixação do tambor de freio 25,00 ± 1,25
Porcas de fixação da torre da suspensão à manga de eixo (90,0 ± 4,5)+(45,00 ± 2,25)"
Porcas de fixação do pivô da suspensão ao braço de controle (90,0 ± 4,5) + (30,0 ± 1,5t
Porcas do coletor de escapamento 22,0 ± 1,1
Porcas do suporte superior do coletor de admissão 20 ± 1
Porcas do tubo primário de escapamento 25,00 ± 1,25
Porcas superiores de fixação da torre da suspensão 30,0 ± 1,5
Velas de ignição 30,0 ± 1,5

-------------------------------------------------------------J 85
CLASSIC 1.0 Sistemas Mecânicos Ferramentas utilizadas

FerramentDs utilizadas na reallzaçia de procedlmentDs neste manual


Martelo tipo bola TorcoFlex-k Alicate de corte diagonal Chave de fenda simples
Gedore: 8601-200 Gedore: 3550-20 Gedore: 8314-16010X Gedore: 150-5/16x6"

Jogo de soquetes Jogo de chaves combinada Talhadeira-Punção-Saca-pino Carro de ferramenta


Gedore: 019 PMZ Gedore: 1B-26M Gedore: VK 245 Gedore: 1580

Extensão flexível imantada Jogo de soquetes torx 32 peças Jogo de soquetes sextavado
Gedore: 4420-01 Gedore: 450 KLANN: KL-4041-300K KLANN: KL-4021-300K

Ferramenta para ancoragem Ferramenta de centralização Macaco telescópico universal Compressor de molas universal
do motor do disco de embreagem KLANN: KL-0145-10 KLANN: KL-0015

\
/~

Ex tratar de juntas articuladas Cabo articulado Ferramenta para travar cubo de roda
Goniômetro para torque angular
KLANN: KL-0163-1 KLANN: KL-4007-311 KLANN: KL-0115

Paquímetro universal Micrômetro 0-25 mm Calibrador de lâminas Scanner automotivo - Rasther III
Digimess Digimess 0,05 - 1,00 mm Tecnomotor

86 ~--------------------------------------------------------------
( GEDORE) W CLASSIC 1.0 - Sistemas Mecânicos Instrumentos de medição

. "1't >;•'.""
SISTEMAS MECÂNICOS ,· ~*:.~_~;
Instrumentos de medição utilizodos ~~!f,~- -·:
. , Rel6glo comparador
Força de medição
Instrumento Graduação (mm) Incerteza (mm)
máxima (N)
Relógio comparador analógico
0,01 1,4 ± 0,013
Mostrador com indicação 0-100

Paquímetro
Faixa de medição
Graduação (mm) Incerteza (mm)
(mm)
Paquimetro de titãnio 0,05 o 150 ± 0,05

Torquímetro
Graduação
Capacidade Incerteza(%)
(Nm)
Torquimetro de estalo 8 300 Nm 2 a 10 5%

Multimetro

Função Capacidade Resolução Incerteza

Tensão DC 600,0 mV a 1000,0 V 0,1 mV a 1 V 2,0% + 3


Resistência 600,0 O a 1000,0 kO 0,1 O a 1 kO 3,0% + 5

Cálculo da incerteza de medição (IM)

Sendo a incerteza (Accuracy) definida por Accuracy = o/oAcc + Nacc;


LI a leitura da indicação e R a resolução do instrumento, temos:

IM = ± (Fl + F2) unidade


onde: Fl = o/oAcc x LI
F2 = Nacc x R

Graduação
Instrumento Capacidade Incerteza (%)
(psi)
Manômetro analógico O 300 psi 5 5%

Calibrador de laminas \\11/l,


~--------------------------------------------------------------' ~,-
~ ....
Cálculo da incerteza de medição (IM) ··'
A resolução (R) do calibrador é determinada subtraindo-se o valor encontrado para a folga medida, do
valor da lâmina imediatamente superior.
E a incerteza da medição é igual a R/5.

~--------------------------------------------------------------------~ 87
Regulador de Voltagem • Retificador

Módulo de Ignição • Bomba de Combustível


Lâmpada • Buzina • Rolamento • Palheta • Fita Isolante • Fusível • Atuador de Marcha Lenta • Bico
lnjetor • Sensor de Oxigênio • de Rotação • de Fase • de Detonação • de Posição da Borboleta • MAP
Medidor de Fluxo de Ar • Vela de Ignição • Bobina de Ignição • Cabo de Ignição • Correia • Equipamentos
~6AUSS CLASSIC 1.0 - Sistemas Elétricos -Alternador

Alternador GM/VALEO 14V/ 90A

Alternador GM
VALEO 14V/90A

êC'iAUSS
Placa Retificadora GA1819 Regulador de tensão GA 911

~ Sistema de carga

Fig.l - Verificada tensão para teste


Teste do sistema de carga
-€;GAUSS

Utilize o volt-amperímetro VA 600


GAUSS conectado aos cabos da
"""".-Wl"" bateria, observando a polaridade
correta,

1.Instale inicialmente os cabos do voltímetro;

2.Certifique-se da tensão na bateria que deve ser


de, aproximadamente, 12,5 volts; (Fig. 1)

------------------------------------------------------------' "
'1:(3 CLASSIC 1.0- Sistemas Elétricos -Alternador e GAUSS
3.Em seguida, instale os cabos de potência; (Fig. 2) 7 Após isso, a corrente diminui sua intensidade,
mantendo os componentes do sistema de injeção,
Fig.2 - Cabos de potência instalados ignição, bomba de combustível, entre outros;
(Fig. 5)
Fig.S - Queda na corrente após o funcionamento
Volt-Amperlmetro VA 6

4Jnstale a pinça amperimétrica e faça a medição


pelo cabo positivo, realizando assim, uma melhor Observe que em baixa rotação o
leitura da corrente. Observe o sentido correto, regulador de tensão do alternador
indicado pela seta. O sentido é da saída do limita a tensão gerada em 14,0 volts;
alternador para a bateria; (Fig. 3) (Fig. 6)

Fig.3 - Pinça instalada no sentido correto Fig.6- Tensão mantida próxima de 14 volts

'

8.Acelere o motor até a rotação próxima de 3.000


rpm; Aplique alta carga, semelhante à capacidade
S.Dê a partida no motor; máxima do alternador;
6.Logo que o motor entra em funcionamento é
observado um aumento da intensidade da Observe que o voltímetro informa
corrente, pelo regulador de tensão, compensando queda de tensão, dentro do espera-
o desgaste no momento da partida; (Fig. 4) do; (Fig. 7)

FigA - Corrente alta após a partida Fig. 7 - Queda de tensão normal durante o teste
Volt-Amperimetro VA 60
é GAUSS

'

90 ~----------------------------------------------------------------
êGAUSS CLASSIC 1.0 - Sistemas Elétricos - A~emador

9.A carga aplicada de 90 amperes está em Fig.9 -Aumento da corrente em função dos consumidores
conformidade com a capacidade máxima do
alternador; (Fig. 8) Volt-Amperímetro VA 6

Fig.8 - Carga compatível com capacidade do alternador


Volt-Amperímetro VA 60

12.Quando a alta carga é retirada e os consumido-


res desligados, a corrente e a tensão retornam aos
valores iniciais;
13.Remova os cabos e retire o volt/amperímetro;
10.Faça, agora, o teste com os próprios consumi-
dores do veículo;
ll.Acenda as lanternas, os faróis alto e baixo, e a Se forem obtidos esses resultados,
ventilação interna mais o ar-condicionado que, ao tA1ti!BI~· significa que o sistema de carga está
serem acionados comandam o eletroventilador, e perfeito. Caso contrário, o alterna-
observe, nos visores do volt/amperímetro que a dor deve ser removido para manutenção.
cada consumidor ligado o amperímetro acusa
.- maior intensidade da corrente elétrica, isto é,
quando a pinça amperimétrica estiver instalada O alternador está localizado na parte
no cabo positivo da bateria, sendo esta a função superior direita do veículo, abaixo
do regulador de tensão; (Fig. 9) da mangueira do filtro de ar.

Remoção do alternador

L Desconecte o cabo negativo da bateria; S.Com chave combinada 16 milímetros e chave L


2.Remova o conjunto do filtro de ar completo para Torx E14, remova a porca e retire o parafuso
facilitar o acesso ao alternador; inferior de fixação do alternador com o auxílio de
3.Utilize chave fixa 15 milímetros com cabo de uma chave de fenda; (Fig. 11)
força articulado e extensão para remover a correia
de comando do alternador, girando o parafuso do Fig.ll Remoção do parafuso inferior do alternador
tensor no sentido horário; (Fig. 10)

Fig. lO- Remoção da correia do alternador.

6.Abaixe o veículo;
?.Solte a abraçadeira com alicate e retire a
mangueira da tampa do comando de válvulas;
8.Retire os parafusos posteriores do suporte das
4.Eleve o veículo; mangueiras com chave Torx T 30;

------------------------------------------------------------------- 91
CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos - A~emador
§GAUSS

9 .Retire em seguida o torque das porcas com 16.Desloque o tubo superior do ar-condicionado e
chave L 16 milímetros; (Fig. 12) retire o seu suporte plástico para a remoção do
parafuso superior do alternador; (Fig. 15)
Fig.12- Retirando torque das porcas do suporte
Fig. IS - Suporte plástico removido

10.Utilize catraca com extensão para terminar a


remoção;
17 Utilize chave L Torx E12 para retirar o torque
11.Desloque o suporte das mangueiras; (Fig.13)
do parafuso superior de fixação do alternador;
(Fig. 16)
Fig.13 - Suporte das mangueiras deslocado
Fig.16- Retirando torque do parafuso superior
do alternador

12 .Remova o conector do CMP;


13.Remova também o conector do CKP;
18.Utilize chave Torx E12 e termine de retirá-lo
14.ComchaveTorxE12removaoCMP; (Fig.14)
manualmente;
19.Utilize espátula de aço para movimentar o
Fig.14- Remoção do CMP alternador, retirando a pressão das suas buchas de
fixação; (Fig. 17)

Fig.17 - Retirando a pressão das buchas com espátula

15.Em seguida remova o suporte do conector do


CKP;

----..
92 '-----------------------------------------------------------------
tS6AUSS CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos • Alternador

20.Remova o suporte superior do alternador; (Fig.18) Fig.19 ·Remoção da porca do cabo B+

Fig.18 ·Remoção manual do suporte superior

24.Remova o cabo B +,
25.Retire o alternador e leve-o para a desmonta-
gem.
21.Em seguida desloque o alternador, para que
possam ser desligados os seus cabos elétricos; Desmonte completamente o alterna-
22.Retire manualmente o conector do alternador; dor e lave seus componentes, secan·
23.Com chave combinada 13 milímetros, remova do-os em seguida para realização da
a porca de fixação do cabo B+ , (Fig. 19) montagem.

l ' l lnspeçio e teste dos componentes

t.Escovas 2.Correia

As escovas novas possuem aproxi- A correia não deve ter desgaste


madamente 12,0 milímetros de excessivo, trincas, perda de borra-
comprimento. cha e nem estar ressecada;

).Rolamentos
O comprimento mínimo deve ser
superior a 5,0 milímetros;
Os rolamentos não devem apresen·
tar folgas e nem ruídos excessivos;

a.As escovas desse alternador medem 11,7 milí-


lf.Anéis coletores
metros e estão dentro do admissível. (Fig. 20)
a.O diâmetro dos anéis coletores é de 14,0 milí-
Fig.20 · Medida do comprimento das escovas metros aproximadamente; (Fig. 21)

Fig.21 ·Diâmetro dos anéis coletores

93
CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos -Alternador ~GAUSS

Substitua o rotor em caso de qual- Fig.24 - Tensão para testes nos diodos
L!!!~~i&.~ quer desgaste nos anéis.

b.Meça, com um multímetro, a resistência do


enrolamento de campo -rotor; (Fig. 22)

Fig.22 - Valor de resistência do enrolamento

Diodos positivos

Esses diodos estão fixados na placa


de alumínio e é devidamente isola-
da da carcaça;
Deve ser de aproximadamente 2,5 a.Encoste a ponta de prova preta no metal da
Ohms; placa e a vermelha na haste isolada do diodo;
(Fig. 25)
c.Faça o teste de isolamento entre o enrolamento
e a armadura metálica, (Fig. 23) Fig.25 - Testes no sentido de condução dos diodos

d.Se o valor apresentado estiver muito acima do pnaclmento Deve ser apresentado um valor
especificado, próximo de zero Ohm ou em contato t~~~~'V próximo de 0,5 volt; (Fig. 26)
com a armadura metálica que envolve o
enrolamento, substitua o rotor; Fig.26 - Valor correto do diodo

s.Sistema retificador

Utilize o multímetro para realizar o


teste dos diodos;

a.Selecione a função teste de diodo;

O visor indicará aproximadamente


3 volts. Tensão a ser aplicada nos
diodos durante o teste; (Fig. 24)

94 '---------------------------------------------------------------
®GAUSS CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos -Alternador

b.Inverta as pontas de prova e repita o proce- Fig.29 - Diodos negativos no sentido de condução
dimento anterior;

praaacimentD O visor deve indicar 3 volts; (Fig. 27)


~~"V
Fig.27 -Valor apresentado no sentido de bloqueio

Deve ser apresentado um valor


próximo de 0,5 volt;

Esse procedimento deve ser reali-


zado em todos os diodos negativos;
Os diodos positivos devem ser subs-
tituídos em conjunto.
b.Inverta as pontas de prova e repita o procedi-
mento anterior; (Fig. 30)
Esse procedimento deve ser realiza- Fig.30 - Pontas de provas invertidas
~llii!!!!JIIL..4 do em todos os diodos positivos; - ------

Diodos negativos

Esses diodos estão fixados no man-


cai posterior; (Fig. 28)

Fig.28 - Mancal posterior com diodos fixados

O visor deve indicar 3 volts;

Os diodos negativos podem ser subs-


tituídos individualmente.

Os diodos geralmente podem estar


em curto-circuito ou em circuito
aberto, caso os resultados dos testes
a. Encoste a ponta de prova vermelha no mancal e
forem diferentes dos apresentados;
a preta na haste isolada do díodo; (Fig. 29)

~--------------------------------------------------- 95
CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos- Alternador êGAUSS

PJ Testes dos componentes

6.Estator A extremidade de cada bobina deve


ter continuidade apenas com sua
outra extremidade;
As extremidades das bobinas do
._-._.,..., estator devem estar separadas e
isoladas umas das outras para Se houver continuidade, o sinal so-
execução dos testes. noro é emitido e a resistência indi-
cada deve ser próxima de zero;

___.......... deUtilizeresistência,
o multímetro na função teste
com sinal sonoro
c. Faça o teste de isolamento do estator em rela-
ção à sua armadura metálica; (Fig. 32)
ativado.
Fig.32 - Teste de isolamento
a.Retire as soldas e separe as pontas das bobinas
do estator;
b.Faça o teste de continuidade entre as espiras do
enrolamento do estator; (Fig. 31)

Fig.31 - Teste entre as bobinas do estator

proceclmento Não deve haver continuidade;


COIIITO ~
fique Se os testes não apresentarem esses
resultados, o estator deverá ser subs-
tituído.

PJ MonfDgem do alternador r-

l.Leve os rolamentos, o rotor e o mancai anterior 4.Apóie devidamente o rotor na prensa;


para instalá-los na prensa; S.Acople uma ferramenta vazada, com diâmetro
2.Apóie o mancai devidamente na prensa e igual semelhante à pista interna do rolamento;
encaixe, manualmente, o rolamento; (Fig. 34)
3.Instale a ferramenta para pressionar o rola-
mento; (Fig. 33)
Fig.34 Ferramenta vazada instalada
Fig.33- Instalação da ferramenta de pressão

96 ~----------------------------------------------------------~
®GAUSS CLASSIC 1.0 Sistemas Elétrlcos - Altemador

6.Acione a prensa e instale o rolamento; Fig.37- Fixação dos parafusos do estator


7.De volta a bancada, apóie o mancai anterior na
morsa, instale o retentor do rolamento e aperte
seus parafusos com chave Torx T20;
8.Encaixe manualmente o rotor;
9.Reposicione o conjunto na morsa e prenda-o
pelo rotor;
lO .Instale a polia e a porca,
ll.Encoste a porca com cabo de força e saquete 24
milímetros;
12.Aplique torque de 70 Nm, (Fig. 35)

Fig.35 - Torque aplicado de 70Nm

17.Em seguida encaixe também o mancai poste-


rior, observando o seu pino guia;
18.Instale os parafusos de fixação dos mancais e
aperte-os;
19.Instale o conjunto retificador com seus para-
fusos isolados, e aperte-os com chave tipo canhão
7 milímetros; (Fig. 38)

Fig.38 - Instalação do retificador com seus parafusos

13.Fixe o conjunto na morsa pela polia;


14.0bserve a referência feita no momento da
desmontagem e a guia no mancai, para instalação
correta do estator; (Fig. 36)

Fig.36- Referencias no mancal anterior e no estator

20. Una todos os terminais do conjunto retificador,


utilizando alicate de bico; (Fig. 39)

Fig.39 - Fixação dos terminais do conjunto retificador

A referência foi feita para facilitar e


simplificar a montagem, já que o
estator não possui marca.

lS.Encaixe o estator manualmente;


16.Instale os parafusos de fixação do estator e
aperte-os com chave tipo canhão 8 milímetros;
(37)

~----------------------------------------------------------------~ 97
CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos -Alternador €JGAUSS

2l.Utilize solda e um soldador para fixar os 28.Instale a correia e alinhe-a entre as polias, do
terminais do estator ao conjunto retificador e aos alternador e do motor da bancada; (Fig. 43)
diodos negativos; (Fig. 40)
Fig.43- Correia instalada e alinhada
Fig.40 - Soldagem de todos os terminais do
conjunto retificador

22.Com as escovas já recuadas instale o regulador 29 .Feche a tampa de segurança da correia;


detensão; (Fig. 41) 30.Em seguida instale o cabo negativo na carcaça;
31.Instale o cabo positivo no borne B+ ,
Fig.41 -Fixação do regulador de tensão com seus parafusos 32.Instale o cabo da lâmpada no pino 1 borne do
alternador; (Fig. 44)

Fig.44 - Cabo instalado no bome 1 do alternador

23.Fixe-o com seus parafusos;


24.Ao final do aperto dos parafusos, aperte a
proteção das escovas para baixo até ouvir o "click"
de liberação das escovas; (Fig. 42) 33.Ligue o interruptor do painel da máquina;
34.Ligue em seguida a chave que alimenta os
Fig.42 -Pressão para liberação das escovas cabos da bateria;

A tensão da bateria é 12,6 volts;


(Fig. 45)

Fig.45 -Tensão para aplicação do teste

25.Instale a tampa de proteção plástica e aperte


seus parafusos;
26.Leve o alternador para a bancada de testes;
27.Fixe o alternador na bancada;

98 '---------------------------------------------------------------~~
êGAUSS CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos - Attemador

Acorrente é zero ampere; 3 7 .Ao liberar a alavanca, a corrente e a tensão


retornam aos valores iniciais; (Fig. 48)

35.Ligue a chave de acionamento do motor da Fig.48 -Valores anteriores retomam


bancada;

A tensão produzida é 14,2 volts;

A baixa corrente elétrica indica a


alimentação do próprio alternador
e também a recarga da bateria da
bancada, (Fig. 46)

Fig.46 - Tensão de trabalho e corrente para pouco consumo

Isto indica que o alternador está


prefeito.

38.Desligue os interruptores da bancada;


39 .Remova os cabos elétricos;
40.Retire a correia, remova o alternador e leve-o
até a bancada;
41. O alternador já pode ser instalado no veículo.

36.Aplique alta carga, compatível com a lnsttllação do alternador no veiculo


capacidade do alternador, por meio da alavanca
da bancada; Os procedimentos de instalação do alternador no
Observe que a corrente ultrapassa 95 amperes; veículo devem ser realizados na ordem inversa da
(!)A tensão sofre uma queda em virtude desta alta remoção.
carga; (Fig.47)

Fig.4 7 - Corrente alta e tensão em queda no teste

~-------------------------------------------------------------- 99
CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos Motor de partida

Motor de partida GMB 12 Volts

O motor de partida localiza-se por trás do motor,


abaixo do coletor de admissão na parte central.

Teste no sistema de partida

l.Teste, inicialmente, se a bateria está funcio- Durante a partida, a tensão da


nando corretamente; ---,.._~ bateria deve ser superior a 10,5
2.Retire a tampa da CVM (Central de relés e Volts, indicando que o sistema está
fusíveis do compartimento do motor), e retire o em perfeito. (Fig.2)
fusível F28 para que o veículo não entre em
funcionamento;
3.Instale o multímetro, conectando suas garras Fig.2 - Queda de tensão durante de teste
nos terminais da bateria, obedecendo à polari-
zação;
4.Ligue o multímetro e selecione a função: tensão
contínua (VDC),

Fig.l - Tensão para execução do teste

Se isso não ocorrer, verifique as


A1Btfi;.,. condições dos cabos de aterramen-
to, no compartimento do motor, com
relação a possíveis oxidações ou ferrugens que
podem ocasionar mau contato com a carroçaria
e com o motor de combustão. Se não houver
irregularidades remova o motor de partida para
ser inspecionado, pois pode estar nele o
S.Dê partida no motor por 10 segundos, ininter- inconveniente.
ruptamente;

100 ~------------------------------------------------------------~
--..
CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos Motor de partida

6.Desligue o multímetro e desconecte as garras de ?.Recoloque o fusível F28 e a tampa da CVM em


provas; seus respectivos lugares.

Remoção do motor de partida

L Desconecte o cabo negativo da bateria; 6.Utilize catraca com soquete 13 milímetros e


2.Eleve o veículo; extensão para remover as porcas de fixação do
3.Com chave 13 milímetros retire a porca de motor de partida;
fixação do cabo 30; (Fig.3) 7.Com chave L Torx ElO remova o parafuso de
fixação do suporte do motor de partida, (Fig.S),
Fig.3 - Remoção da porca de fixação do cabo 30

Fig.S - Removendo o parafuso superior do


suporte superior

4.Remova manualmente o conector do bome 50;


S.Com chave 13 milímetros retire o torque das
porcas de fixação, inferior e superior do motor de
partida; (Fig .4),
8.Remova o motor de partida,
FigA - Retirando o torque da porca de fixação inferior
9 .Fixe-o em uma morsa para a desmontagem.

Desmonte completamente o motor


de partida, lave todos os seus
componentes, com exceção do
impulsor de partida e do solenoide e seque-os
em seguida para realização da montagem.

P l lnspeções e testes dos componentes

t.Escovas Fig.6 - Medição do comprimento das escovas

As escovas novas medem 13 milíme-


w::..::::=.,....,~
tros. O seu desgaste não deve ser
maior que 7 milímetros.
As escovas deste motor de partida medem 12,4
milímetros e estão dentro do admissível, (Fig.6)

------------------------------------------------------------------~ 101
CLASSIC 1.0 - Sistemas Elétricos Motor de partida

2.lnduzido Qualquer desgaste na face do cole-


tor, interrupção entre as espiras do
a.Meça o diâmetro do coletor do induzido que deve enrolamento , ou curto-circuito
ser de aproximadamente 27 milímetros; (Fig. 7) entre o coletor e a armadura metálica, substitua
o induzido.
Fig. 7 - Medição do diâmetro do coletor

3.Solenoide

a.Meça a resistência entre as bobinas de retenção


edechamada; (Fig.lü)

Fig. lO- Medida de resistência entre bobinas

Utilize o multímetro na escala de


resistência e sinal sonoro.
Verifique a eficiência do sinal sonoro
unindo as duas pontas de provas.

b.Meça a continuidade entre as espiras do enrola-


mento; (Fig.8)

Fig.8 - Medição de continuidade entre espiras

proceclmento A resistência entre elas é de 0,4 Ohm;


CORIIlO ~
b.Meça a resistência entre a bobina de retenção e
a carcaça; (Fig.ll)

Fig.ll - Teste entre retenção e a carcaça

Observe que os valores de resis-


tência no enrolamento são bem
próximos de zero;

c.Meça o isolamento entre o coletor e a armadura


metálica; (Fig. 9)

Fig. 9 - Verificação de isolamento

c.Finalmente, meça a resistência entre a bobina


de chamada e a carcaça, (Fig.l2)

1~ ~----------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos Motor de partida

Fig.12- Teste entre chamada e a carcaça g.Feche o circuito, alimentando o borne 50;

O solenóide deve atrair o êmbolo,


IGIIIIDDi'V fechando a ponte de contato interna
e acionando o sinal sonoro; (Fig.15)

Fig.lS -Embolo atraído

pniCI!dknenlo A resistência é de 1,5 Ohms;


~~~
Se houver interrupção, em quais-
quer dos testes, ou resistência de
zero Ohm, substitua o solenóide;

d.Instale garras tipo jacaré, substituindo as h.Desconecte os cabos de alimentação e as garras


pontas de provas; do multímetro;
e.Instale-as nos bornes 30 e 30a; (Fig.13) i.Desligue o multímetro.

Fig.13 -Garras fixadas entre os bomes 30 e 30 a 4.Mancal anterior e carcaça


das engrenagens

A bucha de bronze poroso, no man-


cal anterior e a bucha intermediária,
fixada na carcaça das engrenagens,
não devem ter folga excessiva. Se isso ocorrer, o
movimento do induzido pode ser compro-
metido. Em caso de desgaste, substitua-as.

S.Mancal posterior
f.Prenda uma garra de alimentação de 12 volts ao
borne30a, (Fig.14)
O rolamento de roletes fixado neste
mancal, não deve ter folga excessiva.
Fig.14- Bome 30a energizado
Isso também pode comprometer o
movimento do induzido . Se isso ocorrer
substitua o rolamento.

6.Sistema planetário

Verifique os dentes da carcaça


plástica e as folgas nas buchas das
engrenagens e se necessário substi-
tua o conjunto completo.

--------------------------------------------------------------J tro
CLASSIC 1.0 - Sistemas Elétricos Motor de partida

MontDgem do motor de partida

Antes de iniciar a montagem, lubrifi- Fig.18- Travamento do conjunto


t4'1~!!9lJ que o impulsor de partida, com uma
fina camada de graxa, o êmbolo, o
rolamento do mancai posterior, o eixo do
induzido e a carcaça das engrenagens.

l.Acople o eixo helicoidal com a carcaça plástica


das engrenagens;
2.Em seguida encaixe impulsor de partida no
eixo;
3.Leve o conjunto até a morsa e prenda-o pelo
pinhão do impulsor de partida; (Fig.l6)

Fig.16- Impulsor fixo pelo pinhão ?.Retire o conjunto da morsa e fixe em seu lugar o
mancai posterior;
8.Acople a alavanca de acionamento à guia do
impulsor de partida;
9 .Insira o conjunto dentro do mancai, (Fig.l9)

Fig.19 -Encaixe do conjunto no mancai

4.Instale a capa e, em seguida o anel-trava com


alicate expansor;
S.Ajuste o anel-trava com alicate para facilitar o
encaixe na capa; (Fig.l7),

Fig.17- Ajuste do anel-trava lO.Instale o anel de vedação da caixa de engrena-


gens;
li .Instale as engrenagens;
12.Em seguida instale borracha de vedação entre
a carcaça e o solenoide;
13.Encaixe a tampa das engrenagens;
H .Instale o induzido;
IS .Instale a carcaça.

Observe as referências no momento


do encaixe e tenha o cuidado de
pressionar o induzido para baixo,
evitando atrito com os ímãs; (Fig.20)
6.Puxe o eixo e bata levemente com martelo
plástico para travar; (Fig.l8)

104 ~------------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 - Sistemas Elétricos Motor de partida

Fig.20 -Referências na carcaça e na borracha 17 .Instale o mancai anterior;


18.Em seguida encaixe os parafusos da carcaça e
aperte-os com chave tipo canhão 10 milímetros;
19.Fixe o porta-escovas com seus parafusos, aper-
tando-os com chave Torx L E6; (Fig.22)

Fig.22 Fixação do porta-escovas pelos parafusos

16.Instale o porta-escovas e retire a ferramenta


que foi instalada para manter as escovas recua-
das, facilitando assim, no momento da monta-
gem; (Fig.21)

Fig.21 -Instalação do porta-escovas 20.Instale o retentor de borracha embaixo do so-


lenoide;
21.Encaixe o solenóide e prenda seus parafusos
com chave tipo canhão E4;
22.Ligue o cabo das escovas ao solenoide, instale
a porca e aperte com chave combinada 10 milíme-
tros;
23.Confirme o aperto de porca e parafusos;
24.Estão concluídos os procedimentos.

Pl Teste na bancada Gauss

1.Fixe o motor de partida à bancada teste; Fig.23 -Impulsor de partida avançado


2.Prenda o cabo negativo a sua carcaça,
3.Aplique 12 volts no terminal 50 do solenóide;

; O impulsor de partida deve apenas


" ~ avançar; (Fig.23)

4.Aplique em seguida 12 volts no terminal30a;

11 ~

~~------------------------------------------------------------J 105
CLASSIC 1.0 Sistemas Elétricos Motor de partida

deve apenas Fig.26- Alimentação no borne 50 do solenoide

Fig.24 - Motor de partida girando

pniCI!Cimento O induzido do motor de partida


ICCIIIIEil~~ deve girar e, simultaneamente, fa-
zer avançar o impulsor de partida;
(Fig.27)
S.Instale o cabo positivo no terminal30 do motor
de partida; (Fig.25)
Fig.27- Motor de partida funcionando perfeitamente
Fig.25 -Cabo positivo conectado no
borne 30 do solenoide

? .Retire os cabos de alimentação;


6.Aplique novamente 12 volts no terminal 50 do 8.Leve o motor de partida para ser instalado no
solenóide; (Fig.26) veículo, na ordem inversa da sua remoção.

Mecânica 2000 A
Apresentamos, nesta edição, o Agile 1.4 da Chevrolet,
com injeção eletrônica Multec H N 14YF- C. Veja as
metodologias das etapas de diagnósticos de falhas,
como realizar manutenções no sistema de direção
hidráulica e os procedimentos habituais de desmon-
tagens, testes, substituições e montagens em seus
sistemas.

Inclui:
·Manual
emCO
• 2 OVOs www..mecanica2000.com.br

106 ~------------------------------------------------------------------~~
~
CLASSIC 1.0- Sistemas elétricos- CP «?I

~ Componentes e suas localizações


A central de relés e fusíveis está localizada na F5 5 Luzes de ré I Alimentação da bobina do relé da bomba de
parte esquerda do painel. partida a frio (BPF)
F6 15 Luzes de freio I Luzes indicadoras de direção esquerda e
direita
Localização da central do painel
F? e FB Vazio
F9 20 Farol alto esquerdo e direito I Luz indicadora de farol alto no
painel de instrumentos
F10 10 Farol baixo esquerdo
F11 10 Farol baixo direito
F12 10 Luzes de posição DE e TE
F13 10 Luzes de posição DD e TD I Iluminação do painel de instru-
mentes I Luzes de placa I Rádio (se disponível) / Interruptor de
tripla função (se disponível)
F14 Vazio
F15 Vazio
F16 Vazio
F17 25 MóduloABS
F18 10 Rádio (se disponível) /Indicador de tripla função (se disponível)
Descrição dos maxi-fusíveis da CP F19 10 Imobilizador I Painel de instrumentos I Módulo de comando
Fusível Ampéres Aplicação F20 30 Vidros elétricos esquerdos
M. F26 40 Módulo ABS F21 20 Luzes de advertência I Conector de diagnósticos I Luz de teta
M.F27 30 Alimentação da potência do relé do sistema da F22 30 Módulo da trava elétrica central das portas (se disponível)
ventilação interna e do ar-condicionado F23 30 Vidros elétricos direitos
F24 Não-utilizado
Descrição dos relés da CP F25 Não-utilizado
Relé Aplicação F28 5 Alimentação da bobina do relé da buzina I Alimentação da
R1 Relé do compressor do ar-condicionado bobina do relé da bomba de combustível (SAC)
R2 Relé do motor da ventilação interna F29 10 Alimentação da potência do relé da buzina
R6 Relé do sistema da ventilação interna e do F30 20 Bomba de combustível (SAC) I Eletroinjetores
ar-condicionado F31 20 Bobinas de ignição (DIS) I Módulo do comando I Sensores de
oxigénio (HEGO 1 e HEGO 2) I Válvula de purga do cãnister
Descrição dos fusíveis da CP (CANP)
Fusível Ampéres Aplicação F32 10 Não-utilizado
F1 1O Módulo do air bag F33 Vazio
F2 1O Imobilizador I Módulo de comando I Painel de instrumentos I F34 30 Motor de partida
MóduloABS F35 10 Alimentação da potência do relé da bomba de partida a frio
F3 20 Tomada 12V I Rádio (se disponível) /Indicador de tripla função (BPF)
(se disponível) F37 Desembaçador traseiro
30
F4 10 Relé do compressor do ar-condicionado I Relé do F38 Não-utilizado
sistema da ventilação interna e do ar-condicionado I Módulo
F39 25 Limpador e bomba do lavador do para-brisa
de conforto /Iluminação do painel do ar-condicionado /Ilumina-
ção do interruptor geral de luzes /Iluminação dos interruptores
das portas DE e DD

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treinando os
reparadores de treinamento.
do Brasil
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----------------------------------------------------------------~ 107
CLASSIC 1.0 • Sistemas elétricos • CP

Detalhe dos componentes da central painel (CP)

A CP possui uma placa interna de circuito impresso. Mêcanica 2000 não recomenda a
substituição dos relés da placa. Em caso de danos à placa, substitu-a.

Detalhe da placa de circuito impresso

Relé das luzes indicadoras de


direção e advertência

Relé do limpador e da bomba


do lavador do para-brisa

108 ~----------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0- Sistemas elétricos MCF

~ M6dulo de conforto e sua localização


O módulo de conforto está fixado na parte inferior Pinagem do conector B do MCF
da coluna dianteira esquerda, abaixo da CP.
Pino Cor Aplicação
MR T08

Localização do módulo de conforto 2 VM//l;l Comando das luzes de advertência (8)


3 MRIBR Luz do porta-malas (2) /Interruptor do porta-malas (1)
4 MRIAM Módulo do air bag (12)
5 PR Desembaçador traseiro (1) I Conector da CP (6)
6 Vazio
7 MR/VD Interruptor do capô (2)
8 PR Alimentação pós-chave via fusível F4 da CP
9 MR T08
10 cz Interruptor geral de luzes (4)
11 PR/VD IMF-A (8) I Seta lateral D (1) I Comando das luzes de
advertência (7) I Lanterna D (2)
12 PRIBR IMF-A (10) I Seta lateral E (1) I Comando das luzes de
advertência (4) I Lanterna E (2)
13 cz Interruptor da porta DE (1) I Painel de instrumentos (28)
14 cz Interruptor da porta DD (1) /Interruptor da porta TE (1) I
Interruptor da porta TD (1) '""\

Conector A do módulo de conforto (MCF) 15 MRIBR Painel de instrumentos (30) I Conector de diagnósticos
(12) I Módulo do air bag (30)
16 VM//l;l Comando do vidro elétrico DE (11)
17 VM Fusível F20 da CP (INF)
18 AZ/PR Motor do vidro elétrico DD (A)
19 VM/BR Motor do vidro elétrico DD (B)
20 MR T08
21 VM/BR Motor do vidro elétrico DE (B)
22 AZ/PR Motor do vidro elétrico DE (A)
23 VM Fusível F23 da CP (INF)
Pinagem do conector A do MCF

Pino Cor Aplicação


1 CZND Comando do vidro elétrico DE (12) Conector C do módulo de conforto (MCF)
2 CZND Comando do vidro elétrico DE (6) I Comando do vidro
elétrico DD (2)
3e4 Vazio
5 PR Comando do vidro elétrico DE (3) I Comando do vidro
elétrico DD (1)
6 f01/M Comando do vidro elétrico DE (5) I Comando do vidro
elétrico DD (4)

Conector B do módulo de conforto (MCF)


Pinagem do conector C do MCF

Pino Cor Aplicação


1 Vazio
Painel de instrumentos (21) I Módulo do ABS (2)
2 f01/M
MC-K(41)
3 PR Alimentação pós-chave via fusível F4 da CP
4 cz Luz do teto (2)
5 VM Buzina do alanme (B)

110 '-----------------------------------------------------------------~~
~

CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos MCF A?I
6 MRIBR Trava elétrica DE (3) 10 PRNM Trava elétrica DE (2) I Trava elétrica DO (2) I Trava
7 MRIAM !mobilizador (1) elétrica TE (2) I Trava elétrica TO (2)
8 MRNM Trava elétrica DE (4) 11 MR TOS
9 PRIAM Trava elétrica DE (6) I Trava elétrica DO (6) I Trava 12 VM Fusível F22 da CP (INF)
elétrica TE (6) I Trava elétrica TO (6)

IJ1l Diagrama do m6dulo de conforto


(BCM )

PRND Sistema das luzes indicadoras


de direção e advertência
PR
c·~ PRIBR Sistema das luzes indicadoras
de direção e advertência
Central de relés e fusíveis Sistema das luzes indicadoras
de direção e advertência
l BAT l do painel
cz Sistema das luzes cortesia
••III--
VM ~
TOS MR
Sistema das luzes cortesia
TOS ••III-- MR
cz Sistema das luzes cortesia
Bateria : TOt TOS ••III-- MR
CZND Sistema dos vidros elétricos
TOS 01111-- MR
Sistema dos vidros elétricos
Sistema das travas elétricas ~~------------­
PR Sistema dos vidros elétricos
Sistema das travas elétricas »-------------- CZND Sistema dos vidros elétricos
Sistema das travas elétricas » - - - - - - - - - - - - - - VM/AZ. Sistema dos vidros elétricos
Sistema das travas elétricas ~~------------- MR VM Sistema dos vidros elétricos
Sistema das travas elétricas »-------------- VM K Sistema dos vidros elétricos
Sistema das travas elétricas ~~------------­ Sistema dos vidros elétricos
Sistema das travas elétricas ~~------------- cz AZ./PR Sistema dos vidros elétricos
»---------------
Sistema das travas elétricas cz AZ./PR Sistema dos vidros elétricos

Sistema do imobilizador »---------------- Sistema dos vidros elétricos


PR Sistema do desembaçador traseiro
Painel de instrumentos (30) I Conector de »-----------
diagnósticos (12) I Módulo do air bag (30) VM Pré -disposição para o módulo central
das travas elétricas
Painel de instrumentos (21) I MC-K (41) I ~.....- - - - - - - - -
Módulo do ABS (2) Sistema do air bag

Módulo de conforto

Mecânica 2000 Hyundai i30


Nesse volume desvendamos o Hyundai i30. O veículo chama
a atenção, não somente pelos equipamentos de série que
apresenta, mas também pelo visual, modelo cujo desenho
traz linhas modernas e fluídas. Além de ter um excelente
desempenho. Com esse programa de treinamento você
conhecerá muitos aspectos da sua manutenção. Tudo
realizado em altíssima qualidade de vídeo e um manual
repleto de informações. Aproveite esse treinamento e
amplie seus conhecimentos nesse veículo.

Inclui:
• Manual
impresso
•3 OVOs www.mecanica2000.com.br

111
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Conectores auxiliares

PJ Conector auxiliar- CA01

O CAOl está preso ao parafuso de fixação do módulo de comando, no vão do motor.

Localização do CAOl Detalhe do CAOl

Conector macho

Conector fêmea

PJ Conector auxiliar- CA02

O CA02 está localizado junto ao bome negativo da bateria.

Localização do CA02 Detalhe do CA02

Conector macho

Conector fêmea

Conectorawdliar-CA03

O CA03 está fixado na parte inferior da coluna dianteira esquerda.

Localização do CA03 Detalhe do CA03

112 ~------------------------------------------------------------~~
CLASSIC 1.0 - Sistemas elétricos Conectores auxiliares

PJ Conector auxiliar- CAO'í

O CA04 também está localizado na parte inferior da coluna dianteira


esquerda, próximo ao CA03.

Localização do CA04 Detalhe do CA04

PJ Conector auxiliar- CAOS

O CAOS encontra-se fixado próximo ao pedal do acelerador.

Localização do CAOS Detalhe do CAOS

Conector macho

. , Conector auxiliar- CA06

O CA06 está fixado ao painel, atrás do porta-luvas.

Localização do CA06 Detalhe do CA06

Conector macho

Conector fêmea

------------------------------------------------------------------ 113
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Conectores auxiliares

PI Conector auxiliar- CA07

O CA07está fixado atrás do porta-luvas.

Localização do CA07

Conector macho

Conector fêmea

~ Conector auxiliar- CAOS


O CAOS encontra-se fixado na porta dianteira esquerda.

Localização do CAOS Detalhe do CAOS

Conector macho

Conector fêmea

PJ Conector auxiliar- CA09

O CA09 está fixado na porta dianteira direita.

Localização do CA09

Conector macho

Conector fêmea

114 ~------------------------------------------------------------~-
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos • Conectores auxiliares

. , Conector auxiliar- CA10

O CAlO está localizado no porta-malas.

Localização do CAlO Detalhe do CAlO

Conector macho

Conector fêmea

PJ Conector auxiliar- CA11

O CAll encontra-se fixado sob o veículo, próximo ao tubo de


escapamento.

Localização do CAll Detalhe do CAll

Conector macho

Conector fêmea

Mecânica 2000 Peugeot 207


Nesta edição, apresentamos o veículo Peugeot 207. Veja
as características dos seus sistemas de injeção, de carga
e partida, além dos sistemas mecânicos, no qual desven-
damos os segredos da sua diferenciada suspensão.
Fiel à sua metodologia de trabalho, Mecânica 2000 traz
os testes dos componentes, as dicas de manutenção, e as
formas corretas e sequência is para montar e desmontar
as partes do motor.

Inclui:
• Manual
emCO
• 2 OVOs www.mecanica2000.com.br

--------------------------------------------------------------------~ 115
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Pontos de aterramento

O TOl é o ponto que fixa o borne negativo da bate- Luzes de posição DE e DD ( 1)


ria à carroçaria do veículo. Este ponto está locali- MóduloABS (13e 38)
zado no próprio alojamento da bateria. Interruptor do ar-condicionado (D)
Válvula de recirculação de água quente (1)
Compressor do ar-condicionado ( 1)
Aterramento TOl Farol E e D (3)
Imobilizador (4)
Buzina (A)
Tomada 12V(1)

O T03 interliga o borne negativo da bateria e o


bloco do motor. Está fixado próximo ao motor de
partida.

Aterramento T03

O T02 está fixado à carroçaria, próximo ao


módulo de comando.

Aterramento T02

O T04 está fixado ao lado da coluna de direção.

Aterramento T04

Motor do ventilador interno (2)


Conector de diagnósticos (4 e 5)
BPF(2)
Relé do motor do ventilador interno (86)
Relé da ventilação interna e do ar-condicionado (86)
IMF-B(6)
Eletroventilador do radiador (A)
Limpador do para-brisa (B)
Interruptor geral de luzes (2)
Luzes indicadoras de direção lateral E e D (2)
Luzes indicadoras de direção DE e DD (B)
Comando das luzes de advertência (2) Placa de circuito impresso (19)
Luz do porta-luvas (2) Painel de instrumentos (8 e 13)
Buzina do alarme (A) Interruptor de acionamento da buzina (A)
Interruptor do capô (1) Interruptor do reservatório do fluido de freio (A)

116 '-------------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Pontos de aterramento

O TOS aterra exclusivamente o desembaçador tra- O TOB está fixado abaixo do T07
seiro e está localizado na coluna traseira direita.
Aterramento TOS Aterramento TOS

Desembaçador traseiro (2) "''Conector B do módulo de conforto (1


9 e 20)
Conector C do módulo de conforto (11)
O T06 está localizado entre a alavanca do freio de
estacionamento e a alavanca de marchas.
O T09 se encontra fixado do lado esquerdo do
porta- malas.
Aterramento T06

Aterramento T09

Comando do vidro elétrico DO (3)


Trava elétrica DO (1)
Comando do vidroelétrico DE (10) Luz de ré E (2) I Luz de ré D (2) I Luz de placa D (2)
Trava elétrica DE (5) Bomba de combustível (2 e 4)
Lanterna E e D (1)
O T07 está fixado na parte inferior da coluna Brake light ( 1)
direita.

Aterramento T07

--------------------------------------------------------------------~ 117
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Chicotes elétricos

Representação da disposição dos chicotes no veículo : Representação da disposição dos conectores auxiliares no
veículo:
CA01
Chicote principal da injeção
CA02
Chicote do habitáculo e do vão do motor
CA03
Chicote da porta dianteira esquerda
CA04
Chicote da porta dianteira direita
CAOS
Chicote da porta traseira esquerda
CA06
Chicote da porta traseira direita
CA07
CAOS
CA09

118 ~------------------------------------------------------------~-
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos- Chicotes elétricos I((#
Representação da disposição dos aterramentos no veículo:

T01
T02
T03
HONDACIVIC
T04
T05
T06
TO?
TOS
T09

ligação local
deq.. lquer
cidade do BrasiL
Nio é necessário
código DOO.

--~----------------------------------------------------------_, 119
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Painel de instrumentos

~~----------------------------------------------------------------------~~

Indicador de baixo nível de combustível no Indicador do ABS


reservatório de partida a frio
Indicador dos faróis alto
Indicador de anomalias no sistema de
injeção eletrônica Indicador de baixa pressão do óleo
Indicador de baixo nível do reservatório de Indicador de anomalias no sistema de
freio e freio de estacionamento acionado carga
Indicador das luzes de direção esquerdas Indicador de temperatura elevada do
Indicador das luzes de direção direitas líquido de arrefecimento do motor

Indicador do Air bag

O Classic possui uma indicação de revisão periódica de inspeção no painel de instrumentos


(INSP) A cada 10.000 km, toda vez que a chave de ignição é ligada, aparece do display do
hodômetro a sigla INSP. Essa indicação permanece acesa por aproximadamente 7 segundos
e indica a necessidade de se realizar uma revisão no veículo.
Procedimento para resetar a luz de indicação de revisão (INSP)
l-Ligue a chave de ignição sem dar a partida no motor. Aguarde alguns instantes até que a indicação
INSP desapareça e dê lugar a indicação do hodômetro. Caso apareça a indicação de horas, pressione o
botão de ajuste do hodômetro (lado direito do painel) para substituí-la pela indicação do hodômetro;
2-Desligue a ignição;
3-Pressione novamente o botão e mantenha-o pressionado;
4-Ainda com o botão pressionado, ligue a chave ignição e aguarde até que que as letas INSP comecem
a piscar no painel e sejam substituídas por traços;
5-Solte o botão de ajuste do hodômetro;
6-Desligue a chave de ignição.

120 ~--------------------------------------------------------------~~
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Painel de Instrumentos

Diagrama do painel de Instrumentos

("351:5::tJs.__ _ AZ. -----------« Sistema de carga e partida


._-~~ AZJPR - - - - - - - - - - - - - « Sistema do air bag
)11----+- vo ---------« Sistema dos faróis alto e baixo
- - - - - - « Sistema das luzes de posição e placa
----------« Sistema das travas elétricas
- - - - - - - - « S i s t e m a das luzes indicadoras
de direção e advertência
- - - - - - - - « Sistema das luzes indicadoras
de direção e advertência

SAC (3)
CflJ (CHAVE)
PR ~···- PR ~ VM
MóduloABS Módulo do imobilizador
ClliJ
VM ~···· VM - - - - - - -.....

Central de relés e fusíveis


do painel

MR --j11u T04 Bateria

~
m.__
CillD MR --jll•• T04
__.....,.m
'i..3
(CA 01)
~
~ MRIBR~ MRIBR AZJVD ~ AZJVD
Interruptor do freio ....-------·--··--+ Painel de
MC·M (S6) ,.____j ··-··-·················•
lntenru tor de
p
instrumentos · pressão do
de estacionamento
óleo

Metrologia Moderna para Mecânicos


Aborda os prindpais conceitos
metrológicos de forma simples,
apresentando diversos exemplos
de sua aplicação em um ambiente
computadonal repleto de
tecnologia. Teoria e prática em um
só produto para você ampliar sua
percepção sobre metrologia e
atualizar-se com os modernos
conceitos das medições.

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----------------------------------------------------------------~ 121
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Especificações técnicas das lâmpadas

Desligue o interruptor do respectivo circuito, toda dos blocos dos faróis e das lanternas. Toda
vez que haja necessidade de trocar uma lâmpada. lâmpada de substituição deve apresentar as
Caso, ao repor uma lâmpada, haja contato dos mesmas características e capacidades das
dedos com a superfície da mesma, limpe-a com lâmpadas defeituosas.
um pano umedecido com álcool.
Manchas nas lâmpadas poderão embaçar as lentes

das
Farol esquerdo

Especificação Descrição
H4 12V- 60/55W Faróis alto e baixo
PY21W Luzes indicadoras de direção PY21W H4 12V-60/SSW
W5W Luzes de posição

das dalantema

Lanterna direita

P21/SW

PY21W

Especificação Descri
PY21W Luzes indicadoras de direção
P2115W Luzes de freio e posição
W16W Luzes de ré

122 ~--------------------------------------------------------------~--
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Especificações técnicas das lâmpadas

alto e baixo

AM --+----4@~w......-+T---
AM

BR

Cill
INF SUP

CID Central de relés e fusíveis do painel

~
BR

MR ----111" T02
AM------1
Painel de
~-- VM ~
~
Farol E •••••• instrumentos
·..
·..·.
···...................................................................... . l, •.·························• Interruptor
geral de luzes

Os conectores dos faróis direto e


esquerdo são iguais.

5 títulos
que abordam a tecnologia
•Estudo de Sensores e Atu adores
•Estudo de Sistemas Eletroeletrônicos
•Estudo de Eletricidade Básica
•Estudo de lnjeção Eletrônica
de injeção e ignição: ·Osciloscópio
Conheça os conceitos técnicos lncllli:
e científicos da eletrônica •4 Manuais
embarcada nos veículos em CD
com injeção eletrônica. •1 Manual
impresso www..mecanica2000.com.br

----------------------------------------------------------------- 123
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Diagramas elétricos

Sistema das faróis alto e baixo BRIAM Jt---- BR -------« Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
Sistema das faróis alto e baixo BR --------« Sistema do limpador do para-brisa
Sistema das faróis alto e baixo AM
e bomba do lavador
--------« Sistema do limpador do para-brisa
Sistema das luzes indicadoras PRND e bomba do lavador
de direção e advertência -------« Sistema do limpador do para-brisa
Sistema das luzes indicadoras ~ PRIBR e bomba do lavador
de direção e advertência --------« Sistema do limpador do para-brisa
Sistema das luzes indicadoras e bomba do lavador
PRIBR
de direção e advertência Jt---- Al. -------« Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
CMD --------« Sistema do limpador do para-brisa
e bomba do lavador
VM

Interruptor de
múltipla função

Detalhe do IMF-A Detalhe do IMF-B

do vidro troselro

[]IJ PR -r------<Il:gj
~B:D---- PR
6----··---··~-----l
Safda do relé para »········'
( MCF ] CQ[} o vidro traseiro

Desembaçador do
PRl
T05y
~MRIBR - - - - - - 4 { ······« Comando via interruptor do
desembaçador traseiro para
~~~ ~l acionamento do relé

Módulo de
conforto
Comando da
ventilação interna
T02 y
Placa de circuito impr~
- -C
-e-nt-ra-1d
- e- re- le-· s-e-fusíveis do painel

124
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Diagramas elétricos

Interna

--------t--------------------r-----,--~Wj~~~---- vo
Resistência da
ventilação intema

Comando da
ventilação intema
...----i--:r--1' mm~~' m @iom ~~
'i" T02 Motor do
ventilador intemo

@:@ (CP.A/C)

~-+---:i-t-- PRIAZ 1:::~


'i" T02 ••..:"Embreagem do
, •••••...............•..••.•..............•••••• compressor do s1stema
; de refrigeração de ar

PRIAZ

@fli) ( VRA )
VM~ VMIAM

Central de relés e fusíveis do painel


~+-~
CillD a: ••••• Válvula de
~ •••••••

PR/BR
...
- ~~·············································

••••••••• •
a._ I recirculação de
água quente

PR/VM ••••••• • PRIAM

MR -111•• T02 •••••••••••••••

Interruptor do ••••••••
ar-condicionado ••

Pressostato do Módulo de
sistema de refrigeração comando
de ar

--------------------------------------------------------------~ 125
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Diagramas elétricos

Localização do conector do motor da Localização da válvula de recirculação de Localização do pressostato do


ventilação interna ar-condicionado

Localização do compressor do Localização da resistência da ventilção


ar-condicionado interna e sua vista em detalhe

Placa de circuito impresso

Alimentação dos Fusiveis F1 , Central de relés e fusiveis do painel


F2, F3, F4 , F5, F6 e F? (INF)

~R ------------------------------------t-------~

Painel de
instrumentos

Alternador
/ ..····
......./

Localização do motor de partida Localização do alternador Localização do conector do comutador


de
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Diagramas elétrlcos

C][) (CA03 )

PR ~------PR -------411
MRIBR l rp;:i ~
.- 8
r.:;l MRIBR----+-•
Buzina lr... T02 T" ~
····....................................................:
CillD

~.:.
Interruptor de
MRIBRl

T04 T" Bateria - - - - - - - - Placa de circu-it.;.


o _im.:.p""'
re.;.
sso
.;...._ _ _...J
acionamento
da buzina Central de relés e fusíveis do painel

Localização da buzina

• Diagrama das luzes de poslçiio e placa

.----- V
M
PR

rMR
TT02 Interruptor geral
das luzes

Central de relés e fusíveis


do painel
( BAT )

Ol~tD~------~- VM~
OfJ Bateria TOt •

··-·
'(fi

Luz de placa D

cmM--+--.___________.
MR--~------------4

Luz de placa E

Os conectores dos faroletes dianteiros são iguais.

Os conectores dos faroletes traseiros são iguais.

------------------------------------------------------------------J 127
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Diagramas elétricos

OillQ P~D--------------------------~-P~D Módulo de


conforto

~
M
Rl [ÇD
Seta lateral ••••• roi~
direita ··1 CillJ
r-------+-------------- VM INF

i (CHAVE)

VM ~PR_ . ,,,, rB:E~S~UP~-+-+


i ( BAT )

~~"ª"
~ Bateria T01
Placa de circuito impresso

Central de relés e fusíveis Comando das . ......................................... :


do painel luzes de advertência

Os conectores das luzes indicadoras Os conectores das luzes indicadoras


de direção dianteiras são iguais. de direção laterais são iguais.

Os conectores das luzes indicadoras


de direção traseiras são iguais.

Coleção Manuais em CD Mecânica 2000

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,........,
128 ~------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Diagramas elétricos

CK)
Módulo do ABS

~::: ______________~
Luz de lreio
( BAT ) direita

Módulo de
comando ~=
~ Bateria T01 Brakelight
~I
PR-]-+--+-<~· ..
PR Central de relés e fusiveis
PR~
MRNM~
~ r MR--111•• T04

do painel do reservatório ~
Interruptor
pedal de freio fluido de freio

Interruptor do instrumentos
freio de estacionamento

Localização do intenuptor do pedal de freio Localização do interruptor do reservatório


e sua vista em detalhe do fluido de freio

O interruptor foi representado com Os conectores das luzes de freio


o pedal de freio em repouso. direta e esquerda são iguais.

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Série Especial - Série Eletroeletrônica
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--------------------------------------------------------------~ 129
CL.ASSIC 1.0 Sistemas elébicos Diagramas elétricos

MR -111•• T06
._________....._____________ cz
(TEDD )

~PmM
cr~
lnterrup or da
porta DD

~_;;
Oill

~cr ~ porta TE
Trava elétrica DD
Interruptor da QIJ
(TETE ) porta TD

~:::--------~--------------t ·~~ Painel de


Trava elétrica TE instrumentos
(TETD )

~:::: ______________________~
:::-·~
Trava elétrica TD

Oill
~MmD~Mmo----'
~MRl
~"~
~MmMl
..... ..L
lnterrup~_?r do •••••••• T02'f Buzmado -...... ~
capo •• ••• alarme ••••••• T02 •

·············................................... : ············..............................

Os conectores das tra- Localização do Interruptor do capô Localização da buzina do alarme


vas elétricas DE, DD,
TE e TD são iguais.

130 ~-------------------------------------------------------------~ -
CLASSIC 1.0 - Sistemas elétrlcos Diagramas elétrlcos

Luz do teta PR

illJ
~ VM
L:::::::::::JD- MRIBR

Luz do porta-
malas

Módulo de
conforto

lntemuptor do
porta· malas

AM ----------· ~--------------------+---
BR ----------·
MR -111oo T02 T02 ••1lf- MR PR/CZ

c VD lntemuptor de
múltipla função
••
Motor do limpador ••••••
do para·brisa •••• •••

cm;] ············............................................................................................................. ......................... .

(g;;;-.-. .-. -..-. .-..---------------------'


Bomba do lavador
do para-brisa
Central de relés e fusíveis do painel

Localização da bomba do lavador


do para-brisa

~._------------------------------------------------------------~ 131
CLASSIC 1.0 - Sistemas elétricos Diagramas elétricos

IJ'I Diagrama do ABS

VMIAM ~ ........ ,_ VM - - - - - - - - ,

ClliJ
VM/1\l. ~""""' - VM --------+---41
CTIJ
PR/AM ~ ........ - - PR

Central de relés e fusíveis


do painel
PRICZ - - - - - - - - - - « Conector de diagnósticos (3)
MR/AM ----------------------~

Painel de
instrumentos
PRIAM-« Interruptor do pedal de freio (4)
AZNM -« Conector C do módulo de conforto (2)
CMQJ

~---------~~--------------------------~~ @[)
Módulo de

v~~R-----------------------------~
comando

)
MR --11110 T02 Sensor da (]I[)
(CAD4) rodaDE
1\l.
1\l. ~ 1\l. _______ é----.8 ]
CZ/PR ------4l12_t:::!:;:!jl2QJ CZ/PR ~ CZIPR ~ •
C]Q[) Sensor da

M::R----------------------------~~
roda TE

MR/BR --11110 T02 Sensor da


(CA03) (CA04) roda DO
RX ------41(31"1::f'i:::t311.__- RX ~ RX é----.8 ]
MR/AM ~ MR/AM --------~ •
~ ........................ ~

MOO"bdo~S ! ~S=~•

Localização do módulo ABS Os conectores dos sensores das


rodas DE, DD, TE e TD são iguais.

,....--,
132 '---------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Diagramas elétricos

_ , Dlogromo do oir bog

[TI] (CHAVE)

PR/AM~ .....-PR~2
Central de relés e fusive1s l BAT l
dopa1nel ~
1------. l12 V) • VM

"'ª'" T01
Bateria
( MCF )

""" ~®)
~~~AMNM
MRIBR 615

Módulo de
~AM~AMIAZ. .__ _-«Conector DIAG (12)
conforto

Airbag •·····················~
do passageiro :

Módulo do Painel de
airbag instrumentos

Localização do módulo do air bag

Remoção do conjunto do volonte

Para execução de qualquer trabalho que necessite a remoção do volante, obedeça a seguinte ordem:

l-Solte os parafusos que fixam a almofada do air bag, instalados por trás do volante, utilizando chave
TorxT30;
2-Retire os conectores, do air bag e do contado da buzina;
3-Em seguida, retire os parafusos que fixam o "clock spring" ao volante;
4-Abra as travas da porca central do volante;
5-Solte a porca central, utilizando saquete 22 milímetros com cabo de força e extensão curta, sem
retirá-la totalmente e pressione o volante para trás até encostar na porca; volante;
6-Finalmente retire a porca e a sua trava manualmente e remova o volante observando, com cuidado, a
passagem dos chicotes.

No momento da montagem observe que o "clock spring" deve dar aproximadamente duas
voltas e meia para cada lado, coincidindo as suas duas setas impressas na peça, e instale os
seus parafusos de fixação.

~----------------------------------------------------------------- 133
CLASSIC 1.0 -Sistemas elétricos Diagramas elétricos

• Diagrama dos vidros elétrlcos

J-------t--i--~----------------~-----------------PR

Comando do
vidro elétrioo DE
( MDE )

[g=::
Motor do vidro Módulo de
conforto
elétrioo DE

CflD
VM~·····~
QID ~

Comando do L------- VM ~·······


vidro elétrico DD
Central de relés e fusiveis
do painel
( MDD )

AZ/PR
M

Motor do vidro
elétrioo DD
. VM/BR
.........•.....

Os conectores dos motores dos vidros elétricos DE e


DD são iguais.

Confira a relação completa


de manuais disponíveis em:
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134
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Diagramas elétricos

. , Diogromo do imobilizodor
QiD

8 :~~----------------------------------------------~~~~~$ ::: ~~:::::::::)]


(CA~ ) --~~~ [fl]
~
MRIAM ~ MRJAM-« Conector C do módulo L------ MRIAZ.
~ Módulode
comando
de conforto (7)
MRIBR--« (7) Conector DIAG
~ Painelde
MR ---jltoo T02 instrumentos
(CHAVE) l]ill

PR ~- VM --4r-<9'112VIIP"l
VM ---------------------------1 Bateria T0 1 "!"

Módulo do Central de relés e fusíveis


imobilizador do painel
Localização do módulo do imobilizador

(CA03 )
J----- V~BR----------------~~---------V~BR------------+---29

.._.____ MR --11too T02

Eletroventilado;"····....
do radiador ··.•.
1111~---j C
1
········•·····.............................................................................. ;
Localização do conector do
eletroventilador do radiador
QiÇJ (CA03 )

MRIVM~S
28 MRIVM
MRIVD 43 43 MRIVD --__,.;---411
-~----J
Módulo de Placa de circuito impresso
comando
Central de relés e fusíveis do painel

r
(

Este veículo possui uma particularidade em seu circuito de arrefecimento: não possui relés
da primeira e segunda velocidade. Todavia, a primeira e a segunda velocidade são
comandadas pelo módulo de comando, e acionadas no instante em que o MC habilita sinal
negativo nos bornes K39 (1 a velocidade) e K24 (2a velocidade). Ressaltamos que não existe relé físico no
circuito, pois a alimentação elétrica do eletroventilador se faz eletronicamente pela placa de circuito
impresso da CP.

~----------------------------------------------------------------J 135
CLASSIC 1.0 Sistemas elétricos Diagramas elélricos

~ Diagrama das luzes de ré c


[J[J
o
(CA01 ) (CA04) (CAIO) Q[j

Interruptor da
~~rn
BR/PR ~BR/PR~BR/PR~BR/PR
PR~PR/AM
[QJ
QD
J_ . · · ·
r-MR~MR
: T09
· · ·
· ·
· ·
· ·• /
.....
./

"' g:
1

2
~

LuzderéE

QQJ
o
~~PR~··· ••••••••/ ::E~
gj 1
w~
Central de relés e fusíveis 2
~
o
do painel
Luz de ré D
o
o
o
o
Os conectores das luzes de ré direta e
esquerda são iguais.
o
o
o
c
o
o
Série Motores Diese
A força dos motores diesel o
nas páginas da Mecânica 2000
o

Apresentam abordagens exclusivas


sobre as características dos sistemas o
de alimentação com
gerenciamento eletrônico
(onde aplicável).
o
o
o
136 ~------------------------------------------------------------~Y
o
LP
SENSO
LOCIDA
LP· 206 28 312000

REF. O r !'1, L . ~
RENAULT CLIO 1.0 16V 2001·2005 GASOLINA
PEUGEOT 206 1.0 16V GASOLINA

LP-103064/1001

REF ORIGI~AL 8 00 7 li
RENAULT CLIO/SANDERO/
LOGAN MOTOR FLEX

G) LP-206919/2001

REF. ORIGIN L
VOLKSWAGEN GOLIIMAT11.0 MI16V
E
cu
C>
c:
cu
REF. ORIGI A O , 1
VOLKSWAGEN GOL/PARATI 1.0 MI 8V
D
...1

Peças para Injeção e Carburação ~


r-:r /lpinjecaoeletronica www.lp.ind.br Ô Indústria Brasileira e
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica- Sistema de alimentação de combustível

Eletroinjetores de
combustível

.... . . . .
Galeria de distribuição
ou tubo distribuidor

...............

IFiltro de combustível! ...


'- .. ..
'.t;:.,
·

-- : -: ~ --
-=.-.1·-, .#~~


Tubulação de abastecimento
Tanque
Bomba
Linha de alimentação
Filtro combustível
Linha de retorno
Tubo de distribuidor
Eletroinjetores S.=< d• ru..t d• )
combustível j /
Linha de vapor ' - - - - -/
Cânister
Especificação técnica
CANP Indebrás
Corpo de borboleta 011.61 O.Opr
Sensor de nível de
Sensor de nível de combustível combustível
\_)

~()
CJ~----------------------------------------------------~1 139
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica - Sistema de alimentação de combustível

o
Eletroinjetores de
combustível

.... . . . .
Galeria de distribuição
ou tubo distribuidor

...

Tubulação de abastecimento
ru
Tanque
Bomba
Linha de alimentação /o \
Filtro combustível
Linha de retorno f'- ............
Tubo de distribuidor ~, ..
------ - - - - . ,
S.mm d• IDvd d• )
Eletroinjetores
combustível j /
,___:..:..:::.:...;.:..;;;;.;...:._/
Linha de vapor
Cânister
Especificaçãotécrrica
CANP Indebrás
Corpo de borboleta 011.61 O.Opr
Sensor de nível de
Sensor de nível de combustível combustível
\_)
!J
~~~-------------------------------------------------------------' 139
o
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrõnica- Sistema de alimentação de combustível

do slstem11 de de combustlvel
O sistema de alimentação de combustível compre- Possui também um regulador de pressão
ende todos os componentes que armazenam e incorporado, que mantém a pressão de
conduzem o combustíveL tanque, bomba, alimentação constante. Um filtro de combustível,
tubulações, mangueiras, regulador de pressão, que está localizado próximo a roda traseira
tubo distribuidor e eletroinjetores. direita , retém as impurezas sólidas do
A bomba, que trabalha submersa ao tanque, envia combustíveL Os eletroinjetores recebem o
combustível através da linha de alimentação até combustível proveniente do tubo distribuidor e o
os eletroinjetores. A bomba tem a função de injetam, sob a forma pulverizada, no interior do
pressurizar a linha de alimentação com 3,9 bar. coletor de admissão.

Sistema de aceleração sem cabo (borboleta motorizada)

Acionamento do pedal

~A )
do acelerador

Sensor de posição do
~ ~C )
pedal do acelerador Módulo de Borboleta
comando motorizada

O condutor, ao pressionar o O módulo de comando, através O ETC recebe os sinais de comando e


acelerador (SPA), aciona de rotinas de controle internas, movimenta a borboleta, oferecendo
potenciômetros que infor- envia sinais de comando para a resposta rápida à solicitação de
mam ao MC a solicitação de borboleta motorizada (ETC). carga e conforto na aceleração.
carga para o motor.

~
@ 5
VW~~
AZ/PR 8 8
MR MRI
MRIBR -1_ QIJ ~
Bomba de "'i"T09 @"'\
combustlvel

~ Painel de
instrumentos
AZ/PR AZ/PR----------------~

MRIVM
MRIBR
Módulo de
comando

Central de relés e fusíveis


do painel

Especificação técnica :

Regulador de pressão LP

LP-47215/245

140 ~----------------------------------------------------------~
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Sistema de alimentação de combustível

Relés e fusíveis do sistema de alimentação de combustível

Placa de c ircu ito impresso


F30 - Fusível da bomba de F28 - Fusível da bobina do
combustível e dos eletroinjetores relé bomba de combustível
e dos eletroinjetores

Relé da bomba de
Relé principal
combustível e dos
da injeção
eletroinjetores

P'J Sistema ontlevoporotlvo


O sistema antievaporativo tem a função de evitar que vapores de combustível, produzidos no tanque de
combustível e no reservatório auxiliar de gasolina, sejam expelidos para a atmosfera. Esses vapores,
quando não podem ser admitidos pelo motor e queimados junto com o combustível, são armazenados no
cânister (filtro de carvão ativado) , que os absorve, evitando a poluição atmosférica por hidrocarbonos não
queimados, até que sejam liberados para o coletor de admissão.

Diagrama do sistema antievaporativo

•. :
Controla o fluxo de vapor de
combustível gerado no tanque,
durante os vários regimes de
funcionamento do motor, evitando
a poluição atmosférica por
Tanque de combustível hidrocarbonetos e contribuindo
para a economia de combustível.
I
~
eP)
Válvula de
P!!rga do
camster

------------------------------------------------------------------_, 141
lndebrás
Tradição, tecnologia e confiança.

Disponíveis para montadoras e mercado de reposição;


Qualidade original:
Preços competitivos;
Distribuição em todo território nacional.

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Cód. lndebrás: 011.19l.Opr
Cód. Original: 5S6G-8575 BA

Ecaspart Flex (Tadas) 06>


Fiesta Flex (Tadas) 06>

/~i)'

- ,.ltlt
Válvula termostática com anel
Cód. lndebrás: 011. 2ll.OPR- FLEX

'.· .
Cód. Original: 5S6G-8575-AB

~~
Ecaspart 1.6 Zetec Racam 05 >
Fiesta 1.0 Zetec Racam 04 >
Fiesta 1.6 Zetec Racam 05 >
..
....
Facus Hatch/Sedan 08/09

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Cód. lndebrás 011.212.0PR Cód. lndebrás 011.274.0PR C6d. indebrás 011.29l.OPR C6d lndebrás 011.194.0PR Cód. lndebrás Ol1.513.0PR

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(I lndebrás
-======= CLASSIC 1.0 lnjeção eletr6nlca Sistema de partida a frio

·~ Sistema de partida a fria • SPF


O sistema auxiliar de partida a frio permite que o motor entre em operação em temperaturas inferiores à
temperatura de vaporização do álcool. O sistema é constituído por uma bomba de gasolina para a partida a
frio, uma válvula de corte de combustível, tubulações (por onde o combustível escoa) e um reservatório
auxiliar de gasolina.

Reservatório de
gasolina

Bomba de
partida
a frio

Especificação técnica
Indebrás
Válvula de
011.254.0pr corte de gasolina
Válvula solenoide
de partida a frio

DIR ---:
----
t••••••••m"'"'"'''''"'"'''""di

,....... ~ . ._._,
I~ :
............ 5
....., i
Relé da bomlla i !
dej:11111idaafllo l i
·-····..··-...................: : I

Placa de circuito impresso


Q[J
(CHAVE] SUP INF ""l
VM -@?ô{I) PR ...................................................
- QD l
C]ill PRJBR~··l
~·~·~~----------------_.~--------------------------~,·:·:··:·:··:·:··:·~:·~:~;:~:~·~:~·:~:;~:~·e:·~:··s:·;~:~.:~·:··:·:'__j
[

T01 Bateria do painel

143
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Componentes e suas localizações

da eletr6nlca MULTEC H N10YFH

Sensores Atuadores

(H9 ~
Sensor de
oxigênio Borboleta
motorizada

~ ~
Sensor de
temp. do liq. ~~g~~~vel
Arre!.

( C~ ~
Conjunto Bobina
medidor de de ignição
densidade

( C~
eP)
Válvula de
p~rga do
Sensor de camster
p~~~~~~
manivela

~C )
Válvula de
( C~ combustivel

Sensor de
posi~o do
comando de
válvulas

~
Bomba de
partida a frio

~
Sensor de
detonação
!tsA l
Bomba de

t combustivel

( S~
Sensor de
posiç;io do
pedal do
acelerador
O sistema possui sensores e atuadores. Sensores são
componentes que identificam temperaruras, pressões,
movimentos e concentração de oxigênio. Tais informações são
OEQJ
Interruptor enviadas ao módulo de comando na forma de sinaiS"elétricos. O
de PJ~S~~g MC, por sua vez, de posse das informações que monitoram todo
o funcionamento do motor, determina a ação dos atuadores, que
são componentes capazes de executar movimentos para
OED
controle de vazão, estanqueidade e acionamentos elétricos.
Interruptor Estes dispositivos, corretamente comandados, permitem o
du~~~ controle ótimo da massa de combustível introduzida no motor e
dos instantes de início de combustão em cada cilindro, o que
provê funcionamento perfeito ao motor.

144 ~--------------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 • lnjeção Eletrônica Componentes e suas localizações

~ M6dulo de comando- MC -Item 1


Localização do Módulo de
Comando- MC Detalhe da localização do MC MC

----
; ~~
- i·~
·~ . . .
. -.:..r, .... """iiii: , , . './i. <. .
1' ,,.. \. . ../ . 'i
! ./! ' .
I -_J,-

~ Sensor de oxlglnlo- HEGO -Item 2


Localização do sensor de Detalhe da localização do
oxigênio 1 - HEGO 1 HEGO 1
HEGO 1

Localização do sensor de Detalhe da localização do


oxigênio 2 - HEGO 2 HEG02
HEG02

Sensor de -ECT-Item3
Localização do sensor de temperatura
do líquido de arrefecimento - ECT Detalhe da localização do ECT ECT

------------------------------------~-------------------------J 145
CLASSIC 1.0 lnjeção eletr6nlca Componentes e suas localizações

medidor de densidade- CMD -Item 4


Localização do conjunto medidor de
densidade - CMD Detalhe da localização do CMD CMD

da 6rvore de manivelas - CKP -Item 5


Localização do sensor de posição
da árvore de manivelas - CKP Detalhe da localização do CKP CKP

do comando de v6lvulas - CMP -Item 6


Localização do sensor de posição
do comando de válvulas - CMP Detalhe da localização do CMP CMP

Borboleta motorizada - ETC -Item 7


Localização da borboleta Detalhe da localização da ETC ETC
motorizada - ETC

146 ~----------------------------------------------------------~~
CLASSIC 1.0 lnjeçlio Eletr6nlca - Componentes e suas locallzaç6es

Sensor do do acelerador- SPA -Item 8


Localização do sensor do pedal
do acelerador - SPA Detalhe da localização do SPA SPA

- KS -Item 9
Localização do sensor Detalhe da localização
de detonação - KS do sensor KS KS

-Item 10
Detalhe da localização do
Localização dos eletroinjetores - INJ eletroinjetor Eletroinjetor

de bobinas de - M6dulo DIS -Item 11


Localização do conjunto de Detalhe da localização do
bobinas de ignição - DIS módulo DIS DIS

-------------------------------------------------------------------' 147
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Componentes e suas localizações

Eletrov61vula de do cBnister- CANP- Item 12


Localização da eletroválvula de
Detalhe da localização da CANP CANP
purga do cânister - CANP

rJ Sistema de partida a {rio - SPF- Item 13

Localização da válvula de partida


Detalhe da localização da BPF BPF
a frio- VCC

Localização da válvula de partida


a frio - VCC
Detalhe da localização da VCC vcc

Bomba de combustfvel- SAC de


Localização do conjunto da bomba de Detalhe da localização da bomba
Bomba de combustível
combustível - SAC de combustível

148 ~--------------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção Eletrõnica Componentes e suas localizações

~ Interruptor de pressão do 61eo ·IPO


Localização do interruptor de Detalhe da localização do IPO
pressão do óleo IPO

I e -
mecan1ca .
er1e 2000
Automot/ve

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------------------------------------------------------------------J 149
CL.ASSIC 1.0 lnjeção elelrônica • Componentes e suas localizações

Dlogromo elétrlco do conector de dlogn6stlco

~
O F21 )
VM ------------------------------t~----<~ .. 1
----------------------~~ l
(CA03) ( BAT ) Placa de circuito ~
PRICZ~PRICZ---«MóduloABS(6) ~...
(@ + ••••••••••••• ~~:.~.~~ ••.••.•• .!

------------« lmobilizador(6) +,.n<~ I


- T01 Bateria Central de relés e fusíveis
do pa1nel
MRND---« Painel de instrumentos (30) I Módulo do air bag (30) I

_
Conector B do módulo de conforto (15)
MR ----~·T02

,_ _,_. MR -111t•T02

Conector de
diagnóstico

Localização do conector de Detalhe do conector de


diagnóstico diagnóstico

Mecânica 2000 Mille Economy


Manual de treinamento sobre a mais recente
motorização do motor fire, com as mudanças
tecnológicas que favorecem a economia de
combustível e menor emissão de poluentes. O
sistema de injeção abordado é o Magneti Marelli
IAW 4FB. Veja também, nesse manual, todo o
preparo do veículo para a instalação do sistema
de refrigeração de ar, e a instalação em si.

lnclvi:
• Manual
emCO
•4 OVOs www.mecanica2000.com.br

1~ ~----------------------------------------------------------~
/~ TEf/!111/IITIIKJ Classic 1.0 lnjeçio Eletrônlca Códigos de falhas apresentados no scanner Rasther 11

Código Item detectado


P0105 Sensor de Pressão Absoluta no Coletor (MAP)
P0110 Temperatura do Ar da Admissão
P0115 Temperatura do Líquido de Arrefecimento
P0120 Sensor de Posição da Borboleta de Aceleração -
P0130 Circuito do Sensor de 02 1
P0135 Sensor 02 Aquecedor 1-
P0201 Circuito de Controle lnjetor 1
P0202 Circuito de Controle lnjetor 2
P0203 Circuito de Controle lnjetor 3
P0204 Circuito de Controle lnjetor 4
P0213 Solenóide do lnjetor de Partida a Frio
P0220 Sensor 2 Posição da Borboleta-Voltagem Alta
P0230 Relé da Bomba de Combustível
P0231 Falha no Relé de Partida a Frio
P0325 Sensor de Detonação
P0335 Nenhum Sinal de RPM do Motor
P0351 Ponto Eletrônico da Ignição (EST) Bobina da Linha do Cilindro 1+4
P0353 Falha no Cilindro 2+3 da Ignição
P0443 Válvula de Ventilação do Tanque de Combustível
P0460 Circuito do Sensor de Nível de Combustível -Tensão de Entrada
P0500 Nenhum Sinal de Velocidade do Veículo
P0530 Circuito do Sensor de Pressão do Refrigerante do AJC
P0560 Bateria
P0571 Interruptor da lanterna de freio
P0602 Erro de Programação do Módulo de Controle
P0607 Circuito do Sinal de Detonação
P0650 Lâmpada Indicadora de Falhas-
P1120 Sensor de Posição do Pedal do Acelerador 1 Voltagem Alta
P1122 Sensor de Posição do Pedal do Acelerador 2 Voltagem Alta
P1230 Relé Principal Emperrado na Posição Aberta
P1277 Accelerator Pedal Position Sensor 1 Circuit Low Voltage
P1481 Circuito 1 do Relé do Ventilador
P1482 Ventilador-Relé 2
P1483 Ventilador-relé 3
P1500 Falha Motor Controle Eletrônico Aceleração
P1530 Relé da Embreagem AJC
P1532 Evaporator temperatura sensor
P1540 Sinal de Pressão do Condicionador de Ar
P1550 Modo Livre de Falhas-Cont.Eietr.Aceleração Forçou Desligamento Motor
P1571 Interruptor de freio
P1600 Reprograme ou Substitua o Módulo Eletrônico de Controle (ECU)
P1610 Função do Imobilizador não Programada
P1611 Entrada de Código de Segurança lncorreto
P1612 !mobilizador Nenhum Sinal ou Sinal lncorreto
P1613 !mobilizador Nenhum Sinal ou Sinal lncorreto
P1614 Chave Transponder lncorreta
P1615 Recebimento de identificação incorreta do veículo do BCM
P1616 Recebimento de identificação incorreta do veículo do módulo controle de instrumentos
P1620 Referência 5V Circuito No. 2
P2190 System Too Rich at ldle BANK 2 (APOIO)

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-------------------------------------------------------------------' 151
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrõnica Pinagem do módulo de comando

Terminal elétrico M do MC Terminal elétrico K do MC

ConectorM Conector K
BomeMC Cor fios Sorne componente - Descriçao BomeMC Cor fios Bome componente - Descriçllo
1 PRIAZ Sinal da DIS (1) 1 Vazio
2 Vazio 2 VM Alimentação linha 30 via fusível F19 da CP ,--
3 MRIVM Cornar<lo da CANP 3 PRIBR Pressostato do ar-condicionado (2)
4 Vazio 4 MRIBR Pressostato do ar-condicionado (3)
5 CZ/PR Sinal do CKP (2) 5 PRIAM Interruptor do pedal de freio (4) I MóduloABS (30)
6e7 Vazio 6 Vazio
8 MRIBR HEG02(1) 7 PR/AZ Cornar<lo da bobina do relé do compressor do ar-condicionado
9 MR Sinal do polenciclmetro 1 da ETC (B) 8 ao 12 Vazio -.
10 AZ Alimentação do ECT (2) 13 PRIAZ Interruptor do pedal de freio (1)
11 Vazio 14 e 15 Vazio
12 MRIVM Sinal do potenciômelro 2 da ETC © 16 MRIBR Cornar<lo da bobina do relé principal da injeção
13 PRIVM Alimentação dos potenciômelros da ETC (A) 17 e 18 Vazio
14 Vazio 19 VM Alimentação linha 30 via fusível F19 da CP
15 PRIAZ Alimentação do motor da ETC (E) 20 VMIBR Alimenlação do potenciOmelro 2 do SPA (1)
16 AZ Alimentação do motor da ETC (H) 21 e 22 Vazio
17 PRIAZ Sinal da DIS (1) 23 MRIVM Conmdo da bobina do relé da SAC e dos elelroinjetores
18 ao 21 Vazio 24 MRIVM Comando da 2' velocidade do eletroventilador -----.
22 CZJVM A1enamento do CKP (1) 25 ao 32 Vazio
23 CZ/VM Sinal do CMP (1) 33 MR/BR A!enamenlo potenciômelro 2 do SPA (5) ,...-,
24 e 25 Vazio 34 Vazio
26 VO Sinal do sensa de pressão do CMD (4) 35 VM/AZ Alimenlação do potenciOmelro 1 do SPA (2)
27 ao 29 Vazio 36 BRIVO Sinal do potenciOmelro 2 do SPA (6)
30 CZ/PR Alimentação do CMP (3) 37 BRIAM Sinal do polenciómelro 1 do SPA (3) ,.--.
31 PRIAZ Alimentação do motor da ETC (E) 38 Vazio
32 AZ Alimentação do motor da ETC (H) 39 MRIVO Comando da 1' velocidade do eletroventilador
33 PRIVO Sinal da DIS (3) 40 Vazio
34 ao 36 Vazio 41 AZJVM Painel de instrumentos (21) I MóduloABS (2) I Conector C do
37 PR Aterramenlo da malha de blindagem do CKP (3) módulo de conforto (2)
38 Vazio 42 ao44 Vazio
39 PRIVM Sinal do KS (1) 45 PR/AM Comando da bobina do relé do motor do ventilador interno (85) I
40 VM/PR Cornar<lo da vcc (2) Interruptor do ar-condicionado (A)
41 Vazio 46 VO Painel de instrumentos (31)
42 AM HEG01(1) 47 e48 Vazio
43 MRIPR Alimentação do sensa de temperatura do CMD (2) 49 MR Pressostato do ar-condicionado (1)
44 VM/AZ HEGO 1 (2) 50 MR/AZ A!enamenlo polenciclmetro 1 do SPA (4)
45 MR Alenamento do CMD (1) 51 CZ/PR Comandodabobinadoreléda~de~am

--
46 AZJVM Alenamento dos po1et ICiOmelros da ETC (D) 52 PR Alimentação linha 15 via fusível F2 da CP
47 VMIBR Alimenlação via relé principal da injeção 53 AZJPR Painel de instrumentos (20) I SAC (3)
48 VMIBR Alimentação via relé principal da irjeção 54 MRIVM lmobllizador (7)
49 PRIVO Sinal da DIS (3) 55 e 56 Vazio
50 e 51 Vazio 57 AZ Painel de instrumentos (19) -.
52 PRIVM Sinal da HEGO 1 (3) 58 ao 63 Vazio
53 AZJVM Sinal da HEGO 2 (3) 64 MR/AZ Painel de instrumentos (4) l imobilizador (2)
54 e 55 Vazio
56 AZJVD Sinal do IPO ---,.
57 MRIVM Comando do elelroinjetor 1 (2)
58 MRIPR Comando do~ 3 (2)
59 MRIVO Cornar<lo do eletrninjetor 4 (2)
60 MRIBR Comando do elelroirjemr 2 (2)
61 PRIAM HEG02(2)
62 MR Alenamento do KS (2), CMP (2) e ECT (1) ,--
.63 PR/BR Alimentação do sensa de pressão do CMD (3)
64 VM/BR Alimentação via relé principal da irjeção

,_..._
152
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

M6dulo de comondo - MC

É a central eletrônica digital, responsável por todo o gerenciamento dos


sistemas de injeção e ignição do motor. Recebe e processa os sinais de
todos os sensores, para proporcionar estratégias de funcionamento
capazes de determinar o instante e a duração da abertura dos
eletroinjetores, a frequência de aterramento das bobinas de ignição, de
forma a suprir as demandas do motor quanto à massa de combustível
admitida e ao avanço de ignição, de acordo com as solicitações
instantâneas impostas pelo condutor e pelas condições de operação.
Comanda também estratégias de emergência, que garantem a
continuidade do funcionamento do motor, na eventualidade da perda de
sinal de algum (s) sensor(es), exceto o CKP.

Circuito de e ote«omento do m6dulo

M_
. . :aou•---·
.........~....1
. :I

Placa de circuito impresso

.----------------PR----------~------~~~~············1
CillJ
VM --------l•••mnononuouoono~o•o•••l

lt---r----------- ~: -----'".,.-----P-R--,············································································································.J····;
Central de relés e fusíveis
do painel

Conector K Conector M

------------------------------------------------------------------ 153
CLASSIC 1.0 lnjação eletrõnica -Testes passo a passo

Sintomas em caso de

O MC pode apresentar falhas internas de funções pode gerar alterações nem sempre perceptíveis no
específicas. Mas, isso não fará necessariamente funcionamento do motor. Se for detectada
com que o motor não funcione. Porém, pode ser alguma falha no módulo de comando, o
que componentes comandados ou alimentados componente deverá ser substituído, já que não
pelo MC não funcionem, como: eletroinjetores, admite intervenções.
borboleta motorizada, CANP, entre outros; Isso

~
'"L Racloclnlo para manutenção

Uma maneira prática de identificar se o MC pode os resultados estiverem OK, não há razão para
ser responsável pelo não funcionamento do motor desconfiar do MC. Caso contrário, o MC deve ser
é a realização dos testes de alimentação e verificado. Na hipótese de o motor não entrar em
freqüência de aterramento, tanto para a bobina de funcionamento, inicie os testes do MC pelo teste
ignição, quanto para os eletroinjetores. Se ambos de alimentação, conforme descrito a seguir.

~ O MC está perfeitamente alimentado pela bateria e pela chave de ignição? (teste 1)

Sim, está alimentado em todos os chicotes testados. Verifique então a malha de aterramento e
sua fixação à carroçaria e ao próprio MC.

~=--O__a_te_r_r_am__e_n_to__d_o_M__C_e_s_ta_'_co_r_r_e_to_?___________________________________________[ ~ J
Sim, está correto. Conclui-se que todas as condições para operação do MC estão atendidas.
Suspeite do próprio MC, se nenhum dos componentes apresentar mau funcionamento. É um
indicativo de falha interna do MC. Entretanto, a conclusão é feita por exclusão das demais
possibilidades.
,-

Não, está incorreto. Verifique então a continuidade do chicote de aterramento.


,-
X Não. Existem falhas de alimentação. Verifique a continuidade do chicote de alimentação e, no
= caso de falha no circuito de alimentação do relé principal, teste o próprio relé. Verifique os
fusíveis F2, F19 e F31. Se os fusíveis estiverem queimados, verifique curto no chicote de
alimentação do MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

Teste 1 - Tensão de

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


INICIAL~ a-Chave de ignição: ligada;
h-Terminal elétrico K do MC: desconectado.

l-Meça a tensão contínua entre os terminais apresentados na figura abaixo.

154 ~------------------------------------------------------------~
-----,
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

... ~=9g
iiié~ da injeçio
Placa de circuito impresso
QD

Central de relés e fusíveis


do painel

Aprox. 12,5 Volts

2-Reconecte o terminal K do MC, ligue a chave de ignição e meça a tensão conforme a figura abaixo.

Placa de circuito impresso


QD
SUP INF ............ ~

c:mJ ~
,_.-_ _..__T-~t!;:!:I.!V...._-----------i........................ ~ ...... , ~
"M
- ód
-u-lo_d..,e I lCHAVE) ii
;1::·p....---------+L-- ~:~PR-:.::.:::
T01 Baten·a O
::.-·:·: : :. j···'
Central de relés e fusíveis
J
do painel

Aprox. 12,5 Volts

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CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônlca Testes passo a passo

o
n Especificação técnica
Também conhecido como "sonda lambda", é um MTE-THOMSON
sensor de oxigênio instalado no escapamento do
veículo, capaz de identificar a concentração de MTE
oxigênio nos gases resultantes da combustão. 8834.45
Informa ao MC a porcentagem de oxigênio
existente nos gases de descarga, para que este
controle as emissões de poluentes através da
adequação da mistura ar/combustível aos valores
próximos do estequiométrico - lambda próximo
de 1. Devido às reações ocorridas no motor,
diferentes concentrações de oxigênio na descarga
são observadas a todo momento.O Classic possui
dois sensores de oxigênio: um localizado antes e
outro após o catalisador. Essa disposição permite
ao MC, de posse das informações fornecidas por
ambos, avaliar a eficiência catatílica.

~ Circuito elétrico

o ·-··
~DIR ESQ ••••••••1

. ~u·J
Sensor de
oxigênio
Central de relés e fusíve1s
do painel

Módulo de Sensor de
comando oxigênio

c:11 Raciocfnio para manutenção

Realize o teste apresentado para ambos sensores HEGO 1 e HEGO 2.

~ O sinal de resposta do sensor HEGO está correto Cteste 1)?

Sim, o sinal está correto. Ainda assim é aconselhável realizar teste com o osciloscópio para
verificar o tempo de resposta do sensor. Verifique, por segurança, o chicote elétrico, para garantir
que o sinal está chegando ao MC. Para tanto, consulte o diagrama elétrico. Se estiver em ordem,
conclui-se que o sensor está em boas condições. Mesmo assim, verifique as condições de sua
resistência de aquecimento (teste 3)

~----------------------------------------------------------------~ 157
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrõnica Testes passo a passo

~ A alimentação da resistência de aquecimento está correta Cteste 2)?

Sim, está correta. Então realize o teste de resistência (teste 3).


Os valores ôhmicos da resistência de aquecimento estão corretos (teste 3)?

Sim, estão corretos. O sensor está isento de defeitos.


Não, está incorreta. Substitua o sensor, pois sua resistência de aquecimento está sendo
alimentada mas não a tua adequadamente.
Não há alimentação para a resistência de aquecimento do sensor. Neste caso, verifique o
circuito de alimentação do sensor, o fusível F31 e o relé principal. Descubra a origem da
ausência de alimentação elétrica e efetue os reparos necessários.

Não há sinal do sensor HEGO ou o sinal está incorreto. Substitua o sensor, pois não está ativo.

dlniJmlca de tensão dos sensores HEGO 1 e HEGO 2

condisão Antes de começar o teste, certifique-se da condição a seguir:


IICIAL8 a-Motor: em marcha lenta, funcionando na temperatura ideal de operação.

l-Meça a tensão conforme a figura abaixo.

VM/BR

===. .
----
ESQ · · -...

Placa de circuijo impresso

Central de relés e fuslveis


t
·=

do painel

Módulo de Sensor de Tensão de resposta do HEGO 1: 50 a 900 mV


comando oxigênio
Tensão de resposta do HEGO 2: 400 a SOO

~iiii-vo valor do sinal do HEGO 1 oscila


~ continuamente entre 50 e 900 mV, e
do HEGO 2 entre 400 e SOO mV.

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158 '----------------------------------------------------------------
=
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica- T - passo a passo «?#

Teste 2 - Tensiio de dos sensores HEGO 1 e HEGO 2

condição Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir-


IICIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados.

1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação, conforme a figura.

Central de relés e fusíveis


do painel

Módulo de Sensor de
comando oxigénio

Teste 3 - Reslstlncitl elétrictl dos sensores HEGO 1 e HEGO 2

condição Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir-


IICIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados.

1 Meça a resistência entre os bomes indicados na figura abaixo.

!!o11

~
~ !!o21

~
Sensor de
oxigénio

~~ Aproximadamente 15 n (resultado
~Sensor de
oxigénio
esperado para HEGO 1 e HEGO 2)

----------------------------------------------------------------_, 159
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

-ECT
Especificação técnica
O sensor é composto por um resistor tipo NTC MTE-THOMSON
(coeficiente negativo de temperatura), no qual o MTE
aumento da temperatura do meio onde se 4051
encontra (líquido de arrefecimento do motor)
causa a redução de sua resistência interna. Como
o sensor recebe alimentação constante do módulo
de comando (5 volts), a variação de sua líquido de arrefecimento é utilizada pelo MC para
resistência interna em função da temperatura do o controle da razão ar/combustível, correção da
motor causa alteração na tensão de resposta do rotação de marcha lenta, controle de avanço de
sensor ao MC. A informação da temperatura do ignição e tempo de injeção.

Circuito elétrlco do sensor de temperatura

Módulo de
comando

(;j'J Raclocinlo para manutenção

~~
-___
~ o__si_n_a_l_d_e_r_e_s_p_o_st_a_d_o__s_en__so_r_E_C__T__e_st_á_c_o_r_r_e _to__C_te_s_t_e_l_)_?_______________________ ~
Sim, está correto. Conclui-se que o sensor está enviando ao MC a tensão que corresponde ao real
valor de temperatura do líquido de arrefecimento. Mas lembre-se que este teste é realizado, por
praticidade, em apenas duas temperaturas: fria e quente. Realize por segurança o teste de
resistência (teste 2) para verificar toda a faixa de operação do sensor. Importante: realize todos
os procedimentos indicados!

~ A resistência elétrica está correta Cteste 2)?

Sim, está correta. Neste caso, o circuito do ECT está em ordem, e qualquer falha apresentada
no sistema de injeção, tem outra origem.
Não. O valor da resistência está fora do especificado. O sensor está danificado, substitua-o.

[i] Não, o sinal está incorreto ou não existe sinal. Verifique então se o problema está na alimentação
do sensor (teste 3)

~ A tensão de alimentação está correta (teste 3)?

Sim, está correta. Neste caso, o sensor ECT está danificado, pois está sendo alimentado e
envia sinal de resposta incorreto. Substitua o ECT.
Não há tensão de alimentação. Verifique o chicote elétrico e substitua-o se necessário.
Acompanhe o diagrama elétrico e identifique possíveis rompimentos no chicote. Caso o
chicote esteja perfeito, e não haja alimentação no ECT, suspeite de falhas internas do MC.

160 '---------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônlca Testes passo a passo

Tabelas de valores caracterisUcos do sensor ECT

Gráfico G.3.1
Temperatura [0 C] Tensão [V] 4
3,5 ..........,
-10 3,529
o 2,983
2,5
3
."""' I r--..
10 :E
20
2,442
1,923 o
lftl
"""' i'-..
'-..... li
I i'-.
......... ~
30 1,474 III
c
1,5
""-, --...,
40 1,123 {:!.
0,5
50 3,516 o
60 3,144 ~ o w m ~ ~ ~ w m w ~ ~ m ~
70 2,764 Temperatura ("C)
80 2,376
90 2,021
100 1,707
110 1,426
120 1,188
Tabela T.3.1

Temperatura [°C] Resistência [.0] Gráfico G.3.2


10000
-10
o
9130
5710 s:
ca
9000
8000
1\
10 3720 'ij \

-
7000
c \
20 <GI 6000
2444
III 5000
30 1638 'iii \.
Gl 4000
40 1136 0:: 3000
......
50 804 2000 ......_
60 579 1000

424
o
70 -10 o 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120
80 312
Temperatura ("C)
90 234
100 179
110 136
120 106

Tabela T.3.2

~ Teste 1 - Respostll dln8mlca de tensão


Realize este teste inicialmente com o motor frio, em seguida, com o motor aquecido.
Utilize o gráfico que representa a curva do sensor para identificar a tensão de resposta nas
várias temperaturas. Em seguida ligue o motor, aguarde seu aquecimento e faça uma nova
medida de tensão de resposta.

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


NCIAL3 a-Terminal elétrico do sensor ECT· conectado;
b-Chave de ignição: ligada.

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CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

1-Meça a tensão elétrica, como apresentado na figura abaixo.

Tensão esperada para motor frio: 1, 92 Volts


Para motor aquecido: 2,02 Volts

Módulo de Sensor de
comando temp. do líquido de
arrefecimento
''"proceclmDIID•Into Motor frio (20°C) aprox. 1,92V
I" 'if Motor aquecido (90°C) aprox. 2,02 V

PJ Teste 2- Resistfncla elétrica

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir


NCIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico do sensor· desconectado.

1- Meça a resistência interna do sensor, conforme figura abaixo, e compare com a tabela (T.3.2)

Sensor de Medida obtida


temp. do líquido de
arrefecimento

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condisão Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
NCIAL8 a-Terminal elétrico do sensor ECT· desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.

1- Meça a tensão elétrica entre os bomes do terminal elétrico do chicote do sensor, como indicado na figura
abaixo.

Aproximadamente 5 Volts.

Módulo de Sensor de
comando temp. do líquido de
arrefecimento

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medidor de densidade - CMD

Informa ao MC a temperatura do ar admitido pelo Especificação técnica


MTE-THOMSON
motor e a pressão interna do coletor, possibili-
tando o cálculo da massa de ar admitida e o MTE
controle exato da quantidade de combustível 7145
introduzida por ciclo. O CMD, incorpora os
sensores de pressão absoluta no interior do
coletor de admissão e o sensor de temperatura do variações de pressão e o de temperatura do ar,
ar admitido. O sensor de pressão absoluta altera como um resistor NTC, diminui a resistência à
suas características elétricas quando sujeito às medida que a temperatura aumenta.

~ Circuito elétrlco
MR -----411
...._----MRIPR-----411
l i t - - - - - PRIBR -----4'1~4
VD -----411
Módulo de
comando

Tabela de valores caracterlstlcos do sensor CMO

Temperatura [°C] Resistência [!1]


o 6090 Gráfico G.4.1
10 3940 7000

6000
20 2616
30
40
1758
1203
ª.,
·;:;
c:
5000

4000
I"
~

"""
•CU
1ii 3000
50 856 "iii r-----.
cu 2000
60 601 a::
1000 t::-----
70 439 o
80 327 o 10 20 30 40 50 60 70 80

TABELA T.4.1 Temperatura {"C)

Gráfico G.4.2
Temperatura [°C] Tensão [V]
o 4,22
4,5
4
...._
10 3,89 3,5 i'---..
...............
20 3,42 ~ 3
o 2,5 ~
30 3,00 1(11
til
c: 2 .~
40 2,53 ---.......r---
~ 1,5
50 2,10 1
L:::::::::::,
60 1,69 0,5
70 1,35 o
80 1,04 o 10 20 30 40 50 60 70 80
Temperatura {"C)
TABELA T.4.2

164 ~----------------------------------------------------------~
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrOnlca Testes passo a passo

Gráfico G.4.3
4
r---
Depressão aplicada
[mmHg]
Tensão [V] 3,5
3
----. ~
---..., ..__
o ~
3,78
o
2,5
---..., ..._
-100
-200
3,23
2,72
•ca
III
I:
2
---...,
~ 1,5
-300 2,19 1
-400 1,65 0,5
TABElA T.4.3 o
o -100 -200 -300 -400
Depressão (mmHg)

Sintomas em caso de
Em caso de interrupção do sinal do CMD, haverá mbar. Uma vez restabelecido o cantata, esses
uma pequena alteração na rotação da marcha sintomas permanecerão até que seja dada nova
lenta, especialmente quando se solta o pedal do partida. Entretanto, a luz de anomalia permanece
acelerador. O MC adota valor de temperatura do acesa, no quadro de instrumentos, até que a
ar como -37°C. O valor de pressão absoluta do memória de falhas seja apagada por meio do
coletor, adotado pelo MC, permanece em 100 scanner.

D Raclocfnlo para manutençao

~ Os sinais de resposta do CMD para temperatura e pressão estão corretos?(testes 1 e 2)?

~ Sim, os sinais estão corretos. Significa que o CMD está atuante, e respondendo adequadamente
nas temperaturas e pressões aqui avaliadas. No entanto, estes dados são isolados. Como o CMD
opera de forma contínua para quaisquer temperatura e pressão, se houverem indícios de mau
funcionamento, para maior segurança teste sua condição em temperaturas e pressões variadas
(testes 4).

~ Os resultados dos testes do sensor em várias temperaturas e pressões estão corretos?


(teste4)?

~ Sim, estão corretos. O sensor está funcionando normalmente. Apenas certifique-se de que não
haja entradas falsas de ar no alojamento do sensor. Verifique a continuidade do chicote entre o
sensor e o módulo de comando, e assegure-se que seus sinais estão chegando ao MC.

(j] Não. Foram verificadas falhas nas respostas em diferentes pressões. Então o sensor está
defeituoso. Substitua-o.

!?!] Não. O sinal de temperatura ou pressão (ou ambos) está incorreto. Verifique a alimentação elétrica do
sensor (teste 4).
~ A alimentação elétrica está correta (teste 3)?

Sim, está correta. O sensor está alimentado, mas não envia sinal de resposta ao MC. Neste caso, a
falha está no próprio sensor. Verifique os fios de sinal do CMD ao MC, e seus terminais. Se
estiverem perfeitos, substitua o sensor.

----------------------------------------------------------------_, 165
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrõnica Testes passo a passo

L(i] Não. A alimentação do sensor está incorreta. Verifique então a continuidade do chicote do
sensor, e a existência de curto-circuito neste chicote. Caso o chicote esteja perfeito, inspecione os
terminais do MC quanto à integridade e mal contato, e descubra se ele está alimentando o CMD.
Suspeite do MC na hipótese pouco provável de não estar alimentando o sensor.

Teste 1 - Resposta diniJmictl do sensor de tempert1tur11 do 11r, exposto


11mbiente
condiçio Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
NCIAL8 a-Motor frio e desligado;
h-Chave de ignição: ligada.

l-Utilize um termômetro ou termopar para verificar a temperatura do ar no interior coletor de admissão.


Em seguida, meça a tensão de resposta do sensor como indicado na figura abaixo.
Tensão obtida para 30' C
o

A tensão de resposta para temperatura:


Módulo de Conjunto medidor ~~~~!:V 30° aprox. 3,0Volts
comando de densidade 40°: aprox. 2,5 Volts
soo· aprox. 2,1 Volts

2 Ligue o motor e aguarde até seu pleno aquecimento. Essa operação eleva a temperatura do ar na região
do CMD, possibilitando a medida de tensão de resposta em outra temperatura. Meça novamente a
temperatura no coletor de admissão do motor, no mesmo local realizado anteriormente. Meça a tensão e
compare os valores encontrados com os da tabela de referência (T.4.2).

Teste 2- Resposta do sensor de pressão, submetido d pressão tltmosférictl

condição Antes de iniciar o teste, verifique a condição a seguir


IICIAI.8 a-Motor: desligado;
h-Chave de ignição: Ligada.

l-Meça a tensão de resposta conforme a figura abaixo.

Módulo de
comando

Como a tensão de resposta varia em função da altitude da cidade onde for realizado o
teste, consulte o gráfico G.4.3 para realizar o teste em outras altitudes.

166 ~-------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

~ Teste 3 - Tensão de allmentDção


condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
NCIAL8 a-Terminal elétrico do sensor CMD: desconectado;
b-Chave de ignição: ligada.
l-Meça a tensão de alimentação, como mostrado na figura seguinte.

Aproximadamente 5 Volts.

Módulo de Conjunto medidor


comando de densidade

Teste 4 - RespostD do sensor de pressão. submetido a v6rlas pressões externas

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


IICIAI.8 a- Chave de ignição: ligada;
b-Sensor CMD: removido do seu alojamento, mas conectado a seu chicote elétrico.

l-Conecte a bomba de vácuo ao sensor CMD, aplique variadas


depressões, e meça a tensão conforme figura abaixo.

,....-----+ Medidas obtidas


Pressão atmosferica: 3, 78 Volts
~m•nov -1oommHg: 3,23Volts
-200mmHg: 2,72Volts
-300mmHg: 2,19Volts
-400 mmHg: 1,65 Volts
(Resultados obtidos em altitude de aproximadamente 800 metros acima do nível do mar)

O teste em outras pressões requer levar em consideração a diferença de altitude entre o


local do teste e nível do mar. Tenha também atenção à diferença entre pressão relativa e
absoluta, uma vez que o sensor é sensível à pressão absoluta mas os mano-vacuômetros
aplicam pressões relativas.

~--------------------------------------------------------------~ 167
p
CLASSIC 1.0 - lnjeção eletrônica Testes passo a passo

Sensor de do 6rvore de moniveltls - CKP

É um sensor do tipo indutivo, composto por um


cartucho hermético, onde estão presentes um ímã
permanente e um indutor Através do
Especificação técnica LP
deslocamento relativo dos dentes de uma roda
dentada, o sensor CKP gera tensão alternada com LP-810302
freqüência proporcional à rotação do motor. A
ausência de dois dentes na roda dentada informa 81710
ao MC a posição inicial da árvore de manivelas,
permitindo o sincronismo dos sistemas de injeção manivelas permitindo o cálculo do momento
e ignição. Esta ausência de dois dentes é atribuída exato de ignição e injeção. O sensor é fixado no
(--=)
a uma posição definida da árvore de manivelas bloco do motor e posicionado de forma radial à
para o cilindro 1 e, ao ser identificada, o roda dentada. O não funcionamento do sensor
CJ processador reconhece a posição da árvore de impossibilita o funcionamento do motor.
(l
~-'

o
o ~ Circuito elétrico
o ~
C)
()
'._.-/

o
---------~ PR ~(cj'JI
3
Módulo de
comando 1~~~~~~~Fv~a~s' ~·············-·····················--·······································-············-·-----·--··-·--·--./

CJ
(J
o RtJcloclnio

(1
~ A resposta dinâmica de tensão está correta? (teste 1)?
o
~
_J Sim, está correta. Significa que o sensor está gerando sinais corretamente. É necessário certificar-
se que os sinais estão chegando ao MC. Para tanto, consulte o diagrama elétrico no final desta
(_j edição e faça um teste de continuidade entre o CKP e o MC.
o [!I
o Não, está incorreta. Realize então o teste de resistência para verificar se há rompimento (teste
2).
o ~ A resistência elétrica está correta (teste 2)?
o
C) Sim, está correta. Verifique o alinhamento e o posicionamento do sensor. Limpe o sensor e
elimine quaisquer resíduos metálicos que possam ter sido atraídos por seu núcleo imantado.
C) Confira a integridade da roda dentada, que pode afetar o sinal do CKP Realize novamente o
o teste de resposta dinâmica. Se não apresentar resultado correto, é possível que haja
rompimento interno do chicote do sensor. Substitua-o.
'-J
o Não. A resistência está incorreta. O sensor está danificado e deve ser substituído.

o
o
(J
CJ
r- 169

o
dln8mlca de tensão

condiçio
IICIAL An tes d e começar o teste, cert1·f·1que-se d a cond.1çao
- a segmr
·
9
'U a-Terminal elétrico do sensor CKP· desconectado.

1-Dê partida no motor.


2-Meça a tensão alternada de resposta do sensor, como na figura abaixo.

O motor não entrará em funcionamento.

~;;:~ Aprox. 1,5 Vac


Módulo de Sensor de posição da
comando árvore de mamvelas

• Teste 2- Reslstlncla elétrlca

condiçio Antes de começar o teste, certifique-se das condições a seguir·


IICIAL3 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico do sensor CKP· desconectado.

1-Meça a resistência entre os bornes do terminal do sensor, como na figura abaixo.

Módulo de Sensor de posição da procadknenlo


comando árvore de manivelas ~~~~ Aprox. 545 n

Coleção Manuais em CD Mecânica 2000

Manuais Técnicos Mecânica 2000 em CD.


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170 ~---------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrlinica Testes passo a passo

Sensor de do comondo de v61vulos - CMP

Instalado sobre o comando de válvulas de admissão, opera segundo o


princípio do efeito Hall, enviando sinais de onda quadrada ao MC,
para que reconheça o cilindro que está na fase de admissão e,
juntamente com o sinal do sensor CKP, execute a injeção de
combustível na forma sequencial, segundo a ordem de ignição (1-3-4-
2). Recebe alimentação elétrica pelo bome M30 do módulo de
comando e envia sinais de resposta ao borne M23 do MC.

~ Circuito elétrlco

o
To belos de vtJiores corocterlstlcos do sensor CMP

Gráfico G.6.1
Rotação [rpm] Frequência [Hz] 40
35

--
o o N'
:;. 30
,...,- ...........
1000 7,5 ·c:;"'
25

2000 17,0
c 20
....-
,...,-
<li)
:::1 15

...... ,
C'
3000 24,0 ~ 10

---
u..
4000 33,4
1000 2000 3000 4000
Rotação (rpm)

C!Jl Rocloclnlo poro monutenção

~ Arespostadinâmicadosensorestácorreta? (teste 1)?

Sim, está correta. O sensor está operando adequadamente. É preciso ainda verificar se os sinais
estão chegando ao MC. Faça um teste de continuidade no chicote do sensor, entre o CMP e o MC.
Guie-se pelo diagrama elétrico.

Não, está incorreta. Neste caso, realize o teste de alimentação elétrica para descobrir se o sensor
está sendo devidamente alimentado (teste 2).
~ A alimentação do sensor está correta Cteste 2)?

Sim, está correta. Então substitua o sensor CMP, pois apresenta dano interno. Está sendo
alimentado e não envia sinais ao MC.
Não existe alimentação. Inspecione seu chicote elétrico e descubra se há algum
rompimento. Oriente-se pelo diagrama elétrico. Confira também o estado dos terminais,
tanto do CMP quanto do MC. Em última instância, averigue o MC, pois embora pouco
provável, pode não estar alimentando o CMP.

171
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das seguintes condições:


NCIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico do sensor CMP: conectado.

1-Dê partida no motor e meça a frequência de resposta do sensor, como indicado na figura abaixo.

o
Módulo de Sensor de posição do
Medida obtida (motor em marcha lenta)

comando comando de válvulas

Ao acelerar o motor, a frequência deve aumentar progressivamente. Consulte o gráfico


mostrado anteriormente.

Teste 2- Tensão de

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das seguintes condições:


NCIAL8 a-Terminal elétrico do sensor CMP: desconectado;
h-Chave de ignição: desligada.

1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão entre os bomes do terminal elétrico do chicote do sensor, como
indicado na figura.

~
Módulo de
comando
CJ
Sensor de posição do
comando de válvulas
Aprox.S,OV

Série Veículos - Série Motores Otto - Série Motores Diesel


Série Especial - Série Eletroeletrônica
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172 '----------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica - Testes passo a passo

Borboleto motDrizodo - ETC

Compreende o conjunto do corpo de borboleta,


que incorpora uma válvula controladora de fluxo
de ar de admissão (borboleta), o motor elétrico
responsável por movimentar a borboleta e dois
potenciômetros que informam ao MC a posição
instantânea da borboleta. Tanto o motor quanto
os potenciômetros são alimentados diretamente
peloMC.

CircuitD elétrico

.-------PRNM-------.
MR
.-------MRNM-------4

~--~-·-------~M------~l~ t~~~~. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . /
Módulo de
oomando

a Rociocinio poro manutenção

O mau funcionamento da borboleta motorizada A borboleta motorizada está sujeita a contamina-


afeta não apenas as condições transientes de ções que podem afetar o controle de marcha lenta.
operação, mas também a marcha lenta, uma vez Por isto são recomendadas a inspeção e limpeza
que não existe neste sistema um atuador de seu eixo, bem como a verificação de sua livre
específico de marcha lenta, pois é a própria movimentação angular até a posição de plena
borboleta motorizada quem a controla. carga.

~ O sinal de resposta dos potenciômetros do ETC está correto (teste 1)?

Sim, o sinal está correto. Significa que o ETC está alimentado e seu potenciômetro funciona
corretamente. Verifique o chicote elétrico entre o ETC e o MC, pois pode não haver continuidade
e seu sinal não estar chegando ao MC. Confira também as condições dos terminais do chicote e
do próprio MC.

~ O chicote elétrico está em boas condições?

Sim, o chicote está em ordem. O circuito do potenciômetro do ETC está funcionando


corretamente.

Não. O chicote apresenta mal cantata ou curto-circuito. Corrija o defeito ou substitua o chicote.

------------------------------------------------------------------- 113
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)?

Sim, está correta. O defeito pode ser do próprio sensor ou do fio de sinal do chicote. Para
localizar o problema, realize o teste de resistência interna do ETC (teste 3) .

~ A resistência interna do ETC está correta? (teste 3)?

Sim, está correta. Neste caso, o defeito está no chicote elétrico. Faça um teste de
continuidade e curto-circuito. Oriente-se pelo diagrama elétrico apresentado ao
final desta edição.

~ Não. A resistência interna está incorreta. Significa que o ETC está danificado e
deve ser substituído.

Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e procure por pontos de inter-
rupção do mesmo. Se estiver danificado, corrija o defeito ou substitua-o se necessário. Se o
chicote estiver perfeito e não houver alimentação no ETC, é possível que o MC não esteja
alimentando o ETC. Verifique o MC.

Não. O sinal do ETC está incorreto. Neste caso, o problema pode estar no sensor ou na alimenta-
ção elétrica. Verifique primeiro a alimentação do ETC (teste 2 ) .

Teste 1- dln8mlco dos


condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir
IICIAI.8 a-Chave de ignição: desligada,
h-Terminal elétrico do ETC: conectado.
l -Ligue a chave de ignição. Meça a tensão conforme a figura.

Medidas obtidas

..naclmelliO Potencwmetro
'I.Eiti • A

2:
\1 'V Borboleta totalmente fechada . 0,59 V
Borboleta em repouso: 3,9V Borboleta em repouso: 1,11 V
Borboleta totalmente aberta. 0,41 V Borboleta totalmente aberta: 4,61 V

174 ~------------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção elatrônica Testas passo a passo

Potenciômetro 1: ponta de prova vermelha no fio D e ponta de prova preta no terminal


o;.;;;=-;._..,.... negativo da bateria;
Potenciômetro 2: ponta de prova vermelha no fio F e ponta de prova preta no terminal
negativo da bateria;

~ Teste 2- Tensão de ollmentDçõo


condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir
IICIAI.8 a-Terminal elétrico do ETC: desconectado;
h-Chave de ignição: ligada.

1-Meça a tensão, conforme a figura.

Módulo de
comando

. , Teste 3- Reslstlnclo dos potencl8metros

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir


IICIAI.8 a-Terminal elétrico do ETC: desconectado;
h-Chave de ignição: desligada.

1-Meça a resistência, conforme a figura.

Medidas obtidas

Potenciômetro 1 pniCIIdinel.eo potencwmetro


• A 2:
DRRE10 ~ Borboleta totalmente fechada: 4,48 kn ~ q Borboleta totalmente fechada. 1,22 kn
Borboleta em repouso: 1,58 kn Borboleta em repouso: 1,52 kn
Borboleta totalmente aberta: 1,01 kn Borboleta totalmente aberta: 1,54 kn

----------------------------------------------------------------' 175
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrõnica Testes passo a passo

Sensor de do do acelerador- SPA

A sigla SPA, adotada por Mecânica 2000,


identifica o conjunto de suporte do pedal do
acelerador, integrado por dois potenciômetros
independentes, que informam ao MC a posição
instantânea do pedal do acelerador, para que o
MC reconheça a intenção do condutor e
determine a atuação de abertura da borboleta.

_ , Circuito elétrico

VM/Al. VM/Al.
BRIAM BRIAM

MR/Al. MR/Al.

VMIBR VMIBR
BR/VD BR/VD

MRIBR MRIBR

Módulo de Sensor de P.Osição


comando do da0c~~~~~or• · ...................................................................................../

m Raciocfnio para manutenção


Falhas nas trilhas dos potenciômetros do sensor O teste de resposta dinâmica de tensão dos poten-
de posição do acelerador alteram a resposta do ciômetros é sugerido inicialmente por ser
motor aos comandos no pedal do acelerador. conclusivo.

[t?Jl A resposta dinâmica de tensão está correta (teste 1)?

Sim, seu sinal de resposta está correto. Significa que o sensor de posição do acelerador está funcio-
nando perfeitamente. Ainda assim é necessário verificar se seu sinal está chegando ao MC. Confira
o chicote elétrico entre o SPA e o MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.

~ O chicote elétrico está em boas condições?

Sim, está perfeito. Neste caso, o circuito do SPA está em ordem e a falha apresentada pelo
veículo tem outra origem.

Não. Foi observado curto-circuito ou algum porto de interrupção do chicote (mal contato).
Efetue os reparos necessários, ou substitua o chicote.

Não. O sinal do SPA está incorreto. Realize o teste de alimentação elétrica para identificar se a falha
está na alimentação ou no sensor (teste 2).

176 ~---------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrõnica Testes passo a passo

~ A tensão de alimentação está correta (teste 2)?

Sim, o sensor está devidamente alimentado. Se não estiver enviando sinais de resposta
corretos, substitua o sensor.
Não há tensão de alimentação. Inspecione o chicote elétrico e substitua-o se necessário. Se
estiver perfeito e não houver alimentação no SPA, suspeite do MC. Embora remota, existe a
possibilidade de o MC não estar alimentando o sensor SPA.

dln8mlco de tensõo

condisão Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


IICIAL8 a-Chave de ignição: ligada.

l-Meça a tensão de resposta do sensor, com o pedal livre, como indicado na figura abaixo.

Pedal pressionado: 3,87V

condisão Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


NCIAL8 a-Terminal elétrico do sensor SPA: desconectado;
b-Chave de ignição: ligada.

l-Meça a tensão conforme a figura abaixo.

D Medida obtida
@E:)

Aprox.S,OV

Módulo de Sensor de P,Osição


comando do peaal
do acelerador

------------------------------------------------------------------~ 177
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

Sensor de ·KS
Instalado estrategicamente no bloco do motor, o
sensor de detonação não possui alimentação
elétrica. É um cristal piezoelétrico, capaz de
captar as vibrações do bloco do motor, e reconhecidas pelo MC. Então, uma vez assim
transformá-las em tensão alternada, com identificada a existência de detonação, o módulo
freqüência e amplitude proporcionais à intensi- de comando atrasará, por medida de segurança, o
dade da vibração. A ocorrência de detonação no ponto de ignição, independentemente do valor
motor fará com que o sensor gere sinal de tensão imediato de avanço de ignição encontrado no
alternada numa faixa de freqüência e amplitude instante da detonação.

IJ! Circuito elétrico

Módulo de Sensor de • ····----···-·········-················-·-·-·····-----------'


comando detonação

E?1 Roclocinio para manutenção

~ O sensor de detonação está respondendo corretamente às batidas aplicadas (teste 1)?

Sim, está respondendo. Significa que o sensor está operante. Por segurança, verifique as
condições do chicote e cheque sua continuidade. Oriente-se pelo diagrama elétrico.
Não. O KS não responde. Neste caso, substitua o sensor. Na instalação, limpe bem a superfície
do bloco onde o KS se encaixa, e aperte-o com o torque especificado .

. , Teste 1 - Respostll de tensão

Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico do KS: desconectado.

l-Bata com firmeza e repetidamente com uma haste metálica no parafuso do KS, e meça a tensão de
resposta, como apresentado na figura abaixo.

Módulo de Sensorde ~
comando detonação ~

Aplicar leves golpes no sensor KS Tensão gerada a cada batida no KS:


aprox. 1,3 Volts.

tn ~-------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletr6nlca Testes passo a passo

Controlados pelo MC, os eletroinjetores permitem a mJeção de


combustível no coletor de admissão sob a forma pulverizada. A injeção se
faz sob de forma sequencial: ocorre no primeiro cilindro, em seguida no
terceiro cilindro, depois no quarto e por fim, no segundo cilindro, de
acordo com a ordem de ignição (1-3-4-2). O eletroinjetor é uma válvula
controlada eletronicamente, do tipo "ON-OFF", cujo solenóide é
alimentado pelo "relé da bomba e dos eletroinjetores", e aterrado
eletronicamente pelo MC. A quantidade de combustível injetada varia
unicamente em função do tempo em que o eletroijnetor permanece
aberto (tempo de injeção), uma vez que a pressão na linha de
combustível é constante neste sistema. A frequência de injeção e a
largura do pulso aplicados no eletroinjetor são moduladas pelo MC, em
função das condições de operação.

Circuito elétrlco

Módulo de
comando

~
~MRNM~MRNM------~~
~MRIBR~MRIBR--------___;:...-----------'
Placa de circuito impresso

Central de relés e fusíveis


Módulo de do painel
comando

11 R11clocinlo p11r11 m11nutençõo

~ A resistência interna está correta (teste 1)?

Sim, está correta. Faça agora o teste de alimentação elétrica (teste 2).

----------------------------------------------------------------J 179
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

~ A alimentação dos eletroinjetores está correta Cteste 2)?

Sim, eles estão sendo alimentados corretamente. Faça então o teste de pulso para verificar se o
MC está aterrando os eletroinjetores corretamente Cteste 3 ) .

Os pulsos de aterramento estão sendo aplicados em todos os eletroinjetores?

Sim, existem pulsos de aterramento em cada um dos 4 eletroinjetores. Neste caso, não há
falhas de acionamento, pois os eletroinjetores estão sendo alimentados e aterrados
corretamente. Para se assegurar da funcionalidade dos mesmos, remova-os e instale-os no
equipamento de teste e limpeza. Efetue a limpeza e faça os testes de vazão, formato de spray
de combustível e estanqueidade.

Não há pulsos de aterramento. Verifique a continuidade dos chicotes dos eletroinjetores ao


MC. Caso os chicotes estejam perfeitos, suspeite do MC, que pode não estar enviando os
pulsos de aterramento. Faça o teste no sensor CKP.

Não há alimentação no eletroinjetor. Neste caso verifique o fusível F30, o relé principal, o "relé
da SAC e dos eletroinjetores" e inspecione todo o chicote elétrico de alimentação. Oriente-se
pelo diagrama elétrico para tanto.

Não. A resistência do eletroinjetor está fora da faixa especificada. Isto significa defeitos no
enrolamento interno e compromete o funcionamento do componente. Substitua todos os
eletroinjetores cuja resistência apresenta-se incorreta.

Teste 1 - Reslstfncla elétrlca

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir


IICIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico dos eletroinjetores: desconectado.

l-Meça a resistência elétrica de todos os eletroinjetores.

Eletroinjetor 1

Repita esse teste em todos os


eletroinjetores.

180 ~----------------------------------------------------------~-
CL.ASSIC 1.0 lnjeção eletr6nlca Testes passo a passo

Teste 2- Tensão de
condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir
IICIAL8 a-Terminais elétricos dos eletroinjetores: desconectados;
h-Chave de ignição: desligada.
l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação de cada um dos eletroinjetores, como
apresentado abaixo.

~
o 0 Eletroinjetor 4 ~

~ 0
Eletroinjetor 3

0~
"M-ód-ul-o d~e,-._
comando
_ _ _E_Ietr-oi-nje-tor-o'

0
Eletroinjetor 1

24·· ..• • •

~ca de circuito impresso


Módulo de Central de relés e fusiveis
comando do painel

Aprox. 12,5 V durante dois


segundos.

iagramas de sistemas e injeção eletrônica

Diagramas elétricos são sempre


essenciais em toda oficina.
181
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

Teste 3- Pulsos de aterramento

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir:


INICIAL8 a-Chave de ignição: desligada.

l-Dê a partida no motor e verifique os pulsos de aterramento dos injetores com uma caneta de polaridade,
como apresentado abaixo.
C][]

E E
r------.-.~. .-.-.
-DIR FW~~
-ES-0----.~--~ ...
,-.
r...................................:

.---------+--4f 22
L. (fj-·l
...._... ''"":
Eletroinjetor 3
Relé da SAC e dos ~ i
~~~
i i
! Í
,................................................~.JI
F28

~= J ..
Módulo de
comando Eletroinjetor 1

24·.. ··-·Sg
Placa de circuijo impresso

Módulo de Central de relés e fusiveis


comando do painel

~iii-3l Ao ligar a chave de ignição, o led vermelho deve acender, indicando que o eletroinjetor está
~ iY sendo alimentado. Ao dar a partida, o led verde deve piscar e o vermelho permanecer aceso,
indicando que o MC está comandando o eletroinjetor.

Caso o motor não entre em funcionamento, execute o teste durante a partida.

Mecânica 2000 Hyundai i30


Nesse volume desvendamos o Hyundai i30. O veículo chama
a atenção, não somente pelos equipamentos de série que
apresenta, mas também pelo visual, modelo cujo desenho
traz linhas modernas e fluídas. Além de ter um excelente
desempenho. Com esse programa de treinamento você
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realizado em altíssima qualidade de vídeo e um manual
repleto de informações. Aproveite esse treinamento e
amplie seus conhecimentos nesse veículo.

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182 ~-----------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

O módulo DIS é composto por duas bobinas de


ignição, incorporadas em uma única peça, com
apenas um conector elétrico. A função do módulo
DIS é gerar a alta tensão necessária para a
produção de centelha nas velas de ignição. O
sistema de ignição é estático, portanto sem
distribuidor. Uma bobina do módulo DIS aciona Esta é a razão do nome "centelha perdida",
simultaneamente as velas dos cilindros 2 e 3, e a também utilizado para identificar este sistema.
outra bobina aciona as velas dos cilindros 1 e 4. Todos os controles de avanço, ângulo de
Como as centelhas nos cilindros gêmeos (1 e 4) e permanência, e o ponto inicial de ignição são
(2 e 3), são disparadas simultaneamente, haverá efetuados pelo MC, através de parâmetros pré-
sempre um centelhamento de um cilindro que definidos em sua memória e por meio de
estiver no tempo de combustão, e ao mesmo informações fornecidas pelos sensores, que
tempo, também em outro que estiver no possibilitam determinar continuamente o ponto
cruzamento de válvulas. ótimo a todo momento.

Circuito elétrlco

.,___..._ _ PRND (CA01 )


r \1ill
.,_--+-f-- PRIAZ
PR~ VM/BR-r€ ......~ ........ 1
~u· . .:
Placa de circurto impresso

Módulo de Central de relés e fuslveis


comando do painel

m Raclocfnlo para manutenção


~ A centelha está com o aspecto correto? (teste 1)?
--
Sim, a centelha é intensa e azulada. Isto demonstra a boa condição da bobina. Verifique as velas e
os cabos. Se necessário, substitua-os.

Não, a centelha é fraca e amarelada. Neste caso, verifique a bobina e sua resistência elétrica, pois
a existência de centelha prova que os sinais de alimentação e aterramento estão chegando
corretamente até a bobina, mas a centelha fraca indica falha na própria bobina.

1m A resistência elétrica do circuito primário está correta (teste 2)?


Sim, está correta. Neste caso, procure por trincas, deformações e sinais de aquecimento
excessivo na bobina. Se necessário, substitua provisoriamente a bobina e refaça o teste de
centelhamento.
Não. A resistência não está conforme o especificado. Substitua o módulo DIS.

Não há centelha. Realize o teste de alimentação da DIS (teste 3).

----------------------------------------------------------------~ 1~
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

~ A alimentação elétrica está correta (teste 3)?

Sim, está correta. Neste caso, o defeito pode estar no chicote que vai do MC até a bobina,
ou na própria bobina. Faça o teste de pulsos de aterramento para verificar se o MC está
comandando a bobina corretamente. (teste 4)
~ Os pulsos estão sendo enviados corretamente?

t:
Sim, estão chegando pulsos à bobina. Neste caso, a falha está na bobina.
Substitua-a.
Não há pulsos de aterramento. Verifique então o chicote elétrico, entre o MC e
a bobina. Oriente-se pelo diagrama elétrico. Verifique o correto aterramento e
alimentação do MC. Se os sensores CKP e CMP estiverem em ordem, o
suspeite do MC.
Não há tensão de alimentação. Verifique então o chicote, sempre orientando-se pelo
diagrama elétrico. Limpe todos os terminais elétricos envolvidos. Faça um teste de
continuidade e curto-circuito. Possivelmente a falha está no chicote elétrico.

Teste 1 - Centelhomento
condisio
ltiCIAL Antes d e m1e1ar
. . . os testes, cert1·fique-se d a cond.1çao
- a segmr:
·
9
V a-Chave de ignição: desligada.
1-Instale o centelhador em um dos terminais de
alta tensão, como apresentado na figura ao lado;
2-Dê a partida no motor, e observe a presença e o
aspecto da centelha, Centelha com tom azulado e de
3-Faça o mesmo com os demais terminais. forte intensidade.

Teste 2 - Reslstlnclo elétrlco


condisio
ltiCIAL . . . o teste, cert1f1que-se
Antes de m1e1ar .· · - a segmr
das cond1çoes ·
8 a-Cabos de velas removidos; h-Terminal elétrico do módulo DIS: desconectado.
l-Meça a resistência do circuito primário, como na figura abaixo:

Bobinas de Terminais 1 e 2: 0,8 Q;


ignição Terminais 3 e 2: 0,8 n.

2-Meça a resistência do circuito secundário, como na figura abaixo:

Terminais 1 e 4: 3, 79 kn;
Terminais2e3 : 3,79kn.

Bobinas de
ignição

184 '-------------------------------------------------------------------
---.,
CLASSIC 1.0 lnjeçlio eletr6nlca • Testes passo a passo

Teste 3- Tensão de

condisão Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir:


IICIAL8 a-Terminal elétrico do módulo DIS: desconectado.

1-Ligue a chave de ignição e meça a tensão, como indicado na figura .

Bobinas de
ignição

Placa de circuito impresso

Módulo de Central de relés e fuslveis


comando do painel

Teste 4 - Pulsos de aterramento

condisão Antes de iniciar o teste, certifique-se da condição a seguir:


tiCIAL a-Chave de ignição: desligada.

l-Dê a partida no motor e verifique os pulsos de aterramento dos injetores com uma caneta de polaridade,
como apresentado abaixo.

Bobinas de
ignição

Placa de circuito impresso

Módulo de Central de relés e fuslveis


oomando do painel

~~ Ao ligar a chave de ignição, o led vermelho deve acender, indicando que a bobina está
~ alimentada. Ao dar a partida, o led verde deve piscar e o vermelho permanecer aceso,
indicando que o MC está enviando os pulsos de aterramento.

Caso o motor não entre em funcionamento, execute o teste durante a partida.

--------------------------------------------------------------~ 185
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

Eletrov61vula de do c8nlster- CANP

A válvula de purga do canister tem a função de controlar o fluxo de


vapor de combustível (purga) gerado no tanque, direcionando-o para
o canister (filtro de carvão ativado) , ou para o coletor de admissão,
conforme os vários regimes do motor, evitando a poluição atmosférica
por hidrocarbonetos e contribuindo para a economia de combustível. É
controlada pelo MC, e quando aberta, permite a passagem do vapor de
combustível proveniente do tanque para o coletor de admissão, para
ser incorporado à mistura ar/ combustível. Quando fechada, os
vapores são direcionados para o canister, onde são absorvidos no filtro
de carvão ativado .

• Circuito elétrlco

""" r ~
Módulo de
comando
VM/BR~VM/BR~ ...... ~

~vla-
prinCipal ila injeçlo .
........

Placa de circuito impresso


!

...1

Central de relés e fusiveis


do painel

~ Raclocinlo para manutenção

Sim. A eletroválvula CANP está funcionando corretamente. Não é necessário


prosseguir com os testes.

Não. A CANP não está funcionando corretamente. Então o próximo passo é identificar
onde está a falha: se na válvula ou no circuito elétrico. Faça o teste de alimentação
elétrica (teste 2).
~ A CANP está recebendo alimentação corretamente (teste 2)?

Sim, está sendo alimentada corretamente. Verifique então, a continuidade do fio de


aterramento da CANP ao MC. Oriente-se pelo diagrama elétrico.
O chicote elétrico está em ordem?

Sim, o chicote está perfeito. Faça um teste de pulso de aterramento no fio do borne A da
CANP. Deve haver pulsos durante o funcionamento do motor. Neste caso, conclui-se que o
circuito elétrico da válvula está funcionando corretamente e a própria válvula possui
defeito interno. Substitua-a.
Não. O chicote apresenta algum rompimento ou curto-circuito. Procure sanar a avaria, ou
substitua o chicote.
Não há alimentação para a CANP. Inspecione o fusível F31 e o relé principal. Confira o chicote
elétrico de alimentação, teste sua continuidade e verifique a existência de curtos, conforme o
diagrama elétrico.

186 ~---------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

daCANP

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições abaixo:


NCIAL8 a- Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico da CANP· desconectado.

1-Desconecte a mangueira da eletroválvula CANP;


2-Instale a bomba de vácuo na CANP, como demonstrado na figura abaixo;
3-Aplique uma depressão de 0,5 bar;

A CANP deve apresentar


estanqueidade.

4-Em seguida, aplique tensão de 12 Volts na eletroválvula de purga do cânister, assim como demonstrado
na figura acima.

Após aplicar a tensão de 12,5 Volts, a


CANP deverá retornar ao valor de
pressão atmosférica.

Teste 2 - Tensiio de

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir


NCIAL8 a-Terminal elétrico da eletroválvula CANP· desconectado;
b-Chave de ignição: desligada.

l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão de alimentação, como apresentado a seguir.

~ eP)
~~
Módulo de
comando
Válvula de purga
do cânister

Central de relés e fusiveis


do painel

Medida obtida
Aprox. 12,5 V

---------------------------------------------------------------J 187
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônlca Testes passo a passo

·SPF

A bomba de partida a frio está localizada junto ao


reservatório auxiliar de gasolina destinado a este
fim, tem a função de enviar gasolina para o coletor
de admissão durante a partida do motor caso o
veículo esteja abastecido predominantemente
com álccol em baixas temperaturas ambientes, e
com baixa temperatura do líquido de arrefeci-
mento. Isto facilita o funcionamento do motor, solenoide, normalmente fechada, cuja função é
devido à maior volatilidade da gasolina em impedir que vapores de combustível sejam
relação ao álcool. A bomba de partida a frio possui aspirados pelo coletor de admissão durante o
aterramento próprio. É comandada pelo MC e funcionamento do motor. É alimentada direta-
alimentada por um relé exclusivo. mente pela chave de ignição e aterrada eletronica-
A válvula de corte de combustível está localizada mente pelo borne M40 do MC. Juntamente com a
entre a BPF e o corpo de borboleta, é uma válvula BPF, compõe o sistema de partida a frio.

Circuito elétrlco de

~ ~
P~AM----------------------~~P~AM--~·
MRl
Bomba de gasolina . T0 2y (CA01)
para part1da a fno
PR~
~ Válvula de corte
de combustível a::

~=R
0..

Módulo de
comando
- --(.. ·~! ................................................. .
CID i
P~BR~..i
............................................,
Central de relés e fusíveis
do painel

Coleção Manuais em CD Mecânica 2000

Manuais Técnicos Mecânica 2000 em CD.


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188 ~------------------------------------------------------------
.. CLASSIC 1.0 lnjação eletrônica- Testes passo a passo ·~

Racloclnlo

~ O funcionamento do sistema está correto (teste 1)?

Sim, está correto. Não é necessário prosseguir com os testes.

Não, o teste não apresentou resultado. Existem duas possibilidades: a bomba é acionada, mas a
gasolina não flui pela tubulação, ou não existe acionamento da bomba. Realize então o teste de
alimentação elétrica da BPF (teste 2 ) .
A alimentação elétrica da BPF está correta (teste 2)?

Sim, está correta. Significa que a bomba de partida a frio tem condições de funcionar. Faça o
teste de alimentação da VCC (teste 3 ).

~ A alimentação da VCC está correta (teste 3 ) ?

Sim, está correta. Verifique se o MC está comandando o funcionamento do sistema


corretamente. Com uma caneta de polaridade, certifique-se da existência de
aterramento no fio 1 da VCC durante o teste de funcionamento. Caso exista, substitua a
vcc.
Não há alimentação. Verifique o chicote de alimentação e o conector auxiliar CAOl.

Não há alimentação. Verifique o fusível F35 e o relé da bomba de partida a frio. Faça as
correções necessárias.

dln8mlca- do sistema

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


NCIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
b-Terminais elétricos K eM do MC: desconectados.
1-Desconete a tubulação de entrada no corpo de borboleta e direcione-a para um recipiente adequado;
2-Faça um curto entre os bomes dos terminais: k51 do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
M40 do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;
3-Ligue a chave de ignição. A gasolina fluirá pela tubulação.

Multímetro Automotivo
Este Programa de Treinamento
apresenta os recursos e a
utilização dessa ferramenta
essencial para testes automotivos.

--------------------------------------------------------------J 189
CLASSJC 1.0 - lnjeçio eletronlca Testes passo a passo

Bomba de gasolina
para partida a frio

~Módulo de
comando (CHAVE) SUP INF "j

C@] [ VM ~>-------~·..........~.~~~·~:r

~ ·~· p-----------4----------------.. . . . . . . . .~~~;;~;·~·~·;~;~~-~-:~;~~;~"""


T0 1 Bateria do painel

~;;~ A bomba deve ser acionada e o Certifique-se de que não haja vaza-
~ r/ combustível flui pela tubulação. mentos, curtos-circuitos ou fontes
de calor próximas ao combustível.

Teste 2 • Teste de dt1 bomb11 de ·BPF

condiçio Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


NCIAI.8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico da bomba de partida a frio: desconectado;
c-Terminal elétrico Kdo MC: desconectado.

l-Faça um curto entre os bornes dos terminais: KSl do chicote do MC e o terminal negativo da bateria.
2-Ligue a chave de ignição;
3-Meça a tensão entre os bornes 1 e 2 do chicote da bomba de partida a frio.

Bomba de gasolina
para partida a frio

Placa de circuito impresso


38
CK)
Módulo de (CHAVE) SUP INF "j
comando

C@] l
r----<~----- .............................. j.. ~~-·j'"'"'"'t

~~=r~· p-----------4---------------..................~~-~;;~;·~~-;~-~~~·~-:~;~~;~.... ..
PR/BR~ l ..

T01 Bateria do painel

190 ~----------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrõnica Testes passo a passo

Teste 3 - Teste de dt1 v6lvul11 de corte de combustlvel - VCC

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir


IICIAL8 a-Chave de ignição: ligada;
h-Terminal elétrico da VCC: desconectado.

l-Ligue a chave de ignição e meça a tensão, conforme a figura abaixo:

Bomba de gasolina
para partida a frio

38 CVPR------------------,_~

Módulo de
comando (CHAVE) I SUP INF .. ~

c·~~--c.:.:~~r
'--- --------
Cenlral de relés e fusíveis
do painel

Série Veículos - Série Motores Otto - Série Motores Diesel I@Mt•t1


Série Especial - Série Eletroeletrônica treinando 05
reparadores
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--------------------------------------------------------------------- 191
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

Bomba de combustivel- Sistema de de combustivel- SAC

O principal componente do SAC é a bomba elétrica de combustível,


que tem a função de recalcar (bombear) combustível do tanque até os
eletroinjetores, fornecendo -o em quantidade suficiente para o
funcionamento do motor, nos vários regimes solicitados pelo condutor.
Está alojada dentro do tanque e opera submersa no combustível. A
bomba é alimentada pelo relé " SAC e dos eletroinjetores", quando a
chave de ignição é ligada e a linha 15 é energizada. Se não for dada a
partida no motor, a bomba é desligada após 2 segundos, pois o MC
reconhece que não foi dada a partida devido à ausência do sinal do
sensor de rotações e, por medida de segurança, desatraca o relé da
bomba. Integrado ao conjunto da bomba, existe um regulador de
pressão que tem por finalidade manter a pressão na linha constante em
4,0bar.

Circuito elétrico de aclonamento da bomba de combustivel

~
@ 5
~~~
AZ/PR 8 8
MR MR~
MRIBR""l. QO ~
Bomba de i'T09 ~
combustível

~ Painel de
instrumentos

o
Módulo de
comando

[I Racloclnio para manutenção

~ A tensão de alimentação está correta (teste 3)?

Sim, está correta. Significa que a bomba está sendo alimentada corretamente, sugerindo que a
falha possa não ser no circuito de alimentação. Limpe os contatos do conector elétrico. Se houver
tensão de alimentação e a bomba não girar, é sinal de que seu motor elétrico está danificado ou
travado, o que requer a substituição da bomba. Se a bomba gira, os testes hidráulicos são
necessários. Realize, neste caso, o teste de vazão de combustível Cteste 1).

192 '----------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrônlca Testes passo a passo

~ A vazão de combustível medida está correta? (teste 1)?

Sim, está correta. Isto indica que a bomba está operando corretamente. Contudo, ainda é
necessário testar o circuito hidráulico (tubulações e regulador de pressão). Aproveite e realize o
teste de pressão de operação para testar o restante do circuito (teste 2 ) .
A pressão de operação está correta (teste 3)?

Sim, está correta. O circuito hidráulico está em ordem. Se os sintomas de falta de combustível
persistirem, inspecione a linha de alimentação para verificar vazamentos ou dobras. Teste
também os eletroinjetores.
Não, está incorreta ou não há pressão. Este resultado indica que provavelmente o regulador
de pressão está danificado. Como não é comercializado separadamente, é necessário
substituir todo o conjunto da bomba.
Não, a vazão está incorreta. Neste caso a bomba não pode alimentar o motor adequadamente.
Não necessariamente serão observadas variações significativas de funcionamento do motor.
Entretanto, valores de vazão da bomba abaixo dos apresentados são indicativos de falha
iminente, e a substituição da bomba é aconselhada.

Não há tensão de alimentação. Faça então um teste de continuidade e curto-circuito no chicote.


Verifique o funcionamento do relé principal, do relé da SAC e dos eletroinjetores e o fusível F30.
Estes componentes são responsáveis pelo controle e pela proteção da linha de alimentação elétrica
da bomba.

Circuito hidr6ullco de dos cilindros do motor


Tubo distribuidor

Bomba de combustivel com ')! 11 Linha de retorno de Eletroinjetores


regul.ador de pressã~o=--~~f+l.w~;:J'---.... combustível
Incorporado_

------. ~ ...

'l i
Tanque de
combustivel
Filtro de combustivel
Linha de alimentação--+

Teste 1 - Vazão da bomba com a linha de

condição Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


INICIAL8 a-Chave de ignição desligada.

l-Antes de iniciar o teste é necessário despressurizar o sistema. Dê partida no motor, desconecte o terminal
elétrico da bomba e aguarde até que o motor pare de funcionar por falta de combustível;
2-Desligue a chave de ignição e reconecte o terminal elétrico da bomba;
3-Desconecte a tubulação de alimentação de combustível, preferencialmente antes do filtro;
4-Posicione um recipiente graduado para coletar o combustível que irá ser expelido pela tubulação;
5-Desconecte o terminal elétrico K do MC;

193
CLASSIC 1.0 - lnjeção eletrônica Testes passo a passo

6-Faça umjumper (curto) entre o borne K16 do MC e o terminal negativo da bateria; ---..
7-Faça umjumper (curto) entre o borne K23 do MC e o terminal negativo da bateria. Este procedimento
fará com que a bomba seja acionada e o combustível flua pela tubulação;
8-Meça a vazão de combustível recalcada nos intervalos de tempo cronometrados.

Bomba de combustível com Linha de retomo de


regul.ador de pressão :.._ _.....s;;-;--,~:-:-:;;;L_-.... combustível
Incorporado ~ Tubo distribuidor

Tanque de
combustível

Eletroinjetores

Linha de alimentação --+

Ao finalizar o teste, reconecte a tubulação de combustível e reconecte o terminal elétrico


KdoMC

Teste 2 - Pressão da linha de

condisão Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:


IICIAL8 a-Chave de ignição desligada.

1-Despressurize a linha de alimentação de combustível, conforme descrito no teste de vazão de


combustível;
2-Desconecte a tubulação de alimentação de combustível e instale um manômetro na linha de alimentação;
3-Faça umjumper (curto) entre o borne K16 do MC e o terminal negativo da bateria,
4-Faça umjumper (curto) entre o borne K23 do MC e o terminal negativo da bateria,
5-Meça a pressão de combustível.

Tubo distribuidor

Linha de retomo de
Bomba de combustível co,,m,~----'~~~~-~co~mbustivel
regul.ador de pressão _.-
tncorporado ~ Eletroinjetores

Tanque de
combustível

Linha de alimentação --+

Filtro de combustível

Despressurize novamente a linha, remova o manômetro, reconecte a tubulação e o


terminal elétrico K do MC.

194 ~------------------------------------------------------------~--
-..
CL.ASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Testes passo a passo

Teste 3 - Tensão de

condi~ão
Antes de iniciar o teste, certifique-se das condições a seguir:
NCIAL8 a-Chave de ignição: desligada;
h-Terminal elétrico da bomba de combustível: desconectado.

l-Ligue a chave de ignição e, simultaneamente, meça a tensão entre os bornes 5 e 2 do terminal elétrico da
bomba.

LCA04) ~
~r;-..._-~~------4 21 ··~·-!
r·-·---·········-········-!
"-···..-------'
Bomba de
combustível

Painel de
instrumentos

Módulo de
comando

Placa de circuito impresso

Central de relés e fusíveis


do painel

Caso não seja verificada a tensão de alimentação, dê partida no motor e execute o teste
novamente.

Este é o quinquagésimo volume da Mecânica 2000. Nele é


apresentado o veículo Sandero 1.6, 8 e 16v, da Renault,
que atende também ao veículo Logan da mesma
montadora. Além das características técnicas, elétricas e
mecânicas desses veículos, veja as trocas das correias em
ambos os motores, por serem distintas; e, no vídeo, o
destaque é a regulagem das folgas das válvulas do motor
SV, que possui tuchos mecânicos.

Inclui:
• Manual
emCO
•3 OVOs www.mecanica2000.com.IJI'

------------------------------------------------------------- 195
Cl..ASSIC 1.0 lnjeção eletrônica Diagrama da injeção

MR MR
A1.

Sensor de
temp. do líquido de
arrefecimento

~
PR

PRNM

Sensor de
detonação

€]
€1 Um~Jt:m~llriG~~~nm
I
€] tilimllli'!ltml~~
Sensor de posicão
do comando de válvulas u.
€1 ~Piii!II~~~~wm ~ >-
0
( ~ ~~----::::-------4 z
Cores de fios T"''
MR-marrom CZ- cinza
VM - vermelho AM - amarelo
PR- preto RS-rosa
Pressostato do
BR- branco
VD - verde
LA-laranja
AZ. - azul sistema d3er~~rigeração I
RX-roxo lnferior(INF)

~ u
w
(JfQ]
(j} } g = = = - V -/PR
M --=------4
~
----AZNO--~) 1

Válvula de corte
de combustível J
lnterruptor de
pressão de óleo ~A ) ~
~) VM/AZ VM/AZ

.____ :: ~(cfll
BRJAM BRJAM

MRJAZ MRJAZ
PR 3
VM/BR VM/BR
Sá~~?~~~ ~i~~~ad; BRNO BRNO

~ MRJBR MRJBR

Sensor de posição
.,_---4~- PRJAZ - - - 4 do peoal
do acelerador
A1.

- - - - - PRNM - - - . MR
MR -------MRJPR------·
---------MRJVM----4 -------PRJBR------·
-----AZNM ---411 VO
Módulo de Borboleta Conjunto medidor Módulo de
comando motorizada de densidade comando

196 '------------------------------------------------------------------
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrõnica Diagrama da injeção

~··········

PR--« .
~>

I
u. ------------------------MRNM

>-
0
,-! ....................
z
--------~~~~~--------------~~M~BR

~ .
Aterramento do módulo

P~AZ~f.{\
para a bobina do relé
principal
I --~----------------------------PRND ~ 3

u
llJ
VM/BR ---~--PR

VM/BR
2
Bobinas de
Alimentação via relé ....
principal da injeção

ignição

~
VM/BR

l,o1)
:J AM

~ VM/BR

Sensor de !!o21
oxigênio

PR-····~·········

•··········
CZ/PR ----!'---4t

Placa de circuito impresso

tl
.,...____.1--+-- VM - - - - - - .
QD
P~BR~ ..........

~P~AM
~ cru
SUP Q1I) INF
l
•••••••••• ; I
~MRl :::r:::::::::::::::::~.·.·.·.·.·.·.-.1 J
Módulo de Bomba de gasolina T0 2"'f
comando para part1da a fno Central de relés e fusiveis do painel

197
CLASSIC 1.0 lnjeção eletrõnlca Tabela de valores Ideais

Item
Tabelo de Valores Ideais
Teste a ser realizado
__,__ __,__
Procedimento
Valores ideais

Tensão de alimentação do MC MC-K CH 2 BAT(-) 12,5M


MC-K CH 19
MC MC-K FIO 52
(1) Tensão de alimentação do MC pós chave MC-M F1047 BAT(-) 12,5M
MC-M FI048
MC-M FIO 64
Tensão de resposta HEGO FIO 3 BAT(-) 50 a 900 [mV] oscilante ____...,
HEG01 Tensão de alimentação BAT(-)
HEGO CH4 12,5M
(2)
Resistência elétrica do componente HEGO CP 1 HEGOCP 2 12,0 [Q)
Tensão de resposta HEGO FI03 BAT (-) 400 a 500 [mV] oscilante
HEGO 2 Tensão de alimentação HEGO CH 4 BAT(-) 12,5M
2
() Resistência elétrica do componente HEGO CP 1 HEGOCP 2 12,0 [Q)
1,92 M com o motor frio (20 °C)
Tensão de resposta ECTF102 BAT(-) 2,02 M com o motor aquecido (90 •c)
ECT
(3) Tensão de alimentação ECTCH 2 ECTCH 1 s.OM ___....._
Resistência elétrica do componente ECTCP 1 ECTCP2 2,44 [kQJ a 2o•c 1234 n a 9o•c
CMD CH 2 CMDCH 1
Tensão de alimentação s.OM
CMD CH 3 CMDCH 1
CMD 3,78 M à pressão atmosférica
(4) Tensão de resposta para pressão CMD F104 BAT(-)
2,72 M depressão de 200 mmHg
Tensão de resposta para temperatura CMD F102 BAT(-) 2,53 M à 4o•c

CKP Resposta de tensão CKPCP2 BAT(-) 1,5M


(5) Resistência elétrica do componente CKP CP 1 CKPCP2 545[Q)

CMP Resposta de frequência CMP FIO 1 BAT (-) 7,5 [Hz] em marcha lenta
(6) Tensão de alimentação CMPCH 3 BAT(-) s.oM

CANP Tensão de alimentação CANPCH B BAT (-) 12,5M


(7)

Tensão de alimentação ETC CH D BAT (-) s.OM


4,46 M borboleta fechada
Resposta de tensão dos potenciômetros
ETC FIO B ETC FIO A 3,90 M borboleta em repouso
ETC Potenciômetro 1 0,41 M borboleta aberta
(8)
0,59 M borboleta fechada
Resposta de tensão dos potenciômetros
ETC FIO C ETC FIO A 1,11M borboleta em repouso
Potenciômetro 2
4,61 M borboleta aberta
SPACH 2 SPACH4 Potenciómetro 1: 5,0 M
Tensão de alimentação dos potenciómetros
SPACH 1 SPACH 5 Potenciômetro 2: 5,0 M
1,02 M pedal livre
SPA Tensão de resposta- Potenciõmetro 1 SPA FIO 3 SPAFI04
(9) 3,87 M pedal pressionado
5,04 M pedal livre
Tensão de resposta- Potenciõmetro 2 SPAFI06 SPA FIOS
1,94 M pedal pressionado

INJ Resistência elétrica do componente INJ CP 1 INJ CP 2 12,6 [Q)


(1 0) Tensão de alimentação INJ CH 1 BAT (-) 12,5M
Tensão de alimentação DIS CH2 BAT(-) 12,5M
DISAT 1 DISAT4
DIS Resistência elétrica dos terminais de alta tensão 3,8 [kQ)
(11 ) DISAT2 DISAT3
DIS BT 2 DIS BT3
Resistência elétrica dos terminais de alta tensão 0,8[Q)
DIS BT2 DIS BT 1
KS (12l Resposta dinâmica (bater levemente no sensor KS) KSCP2 KS CP 1 Variação de tensao alternada

SPF Tensão de alimentação da VCC VCCCH 2 BAT(-) 12,5M


(13)

Medição antes do filtro


Vazão da bomba de combustível 3,0 [1/min]
de combustível
SAC Manõmetro antes do filtro
(14) Pressão da linha de alimentação (motor em funcionamento) 3,9 [bar]
de combustível
Tensão de alimentação SACCH 5 SACCH 2 12,5M

198
Classlc 1.0 -Teste seus conheclmentos# f »

1 - Qual o sistema de injeção eletrônica que equipa o Chevrolet Classic 11 -Em relação à bomba de partida a frio (BPF), é correto afirmar:
1.0? a) É alimentada por um relé comandado pelo MC e possui aterramento
a)Bosch Motronic ME 7.5.30; fixo próprio;
b)Multec H NlOYFH; b)É alimentada por um relé comandado pelo MC e possui aterramento
eletrônico, também comandado pelo MC;
c)Bosch MotronicME 17.10.30;
c)É alimentada pelo MC e possui aterramento próprio;
d)Multec H N16. d)É alimentada e aterrada eletronicamente pelo MC.

2 - Qual destes componentes não está presente no sistema de injeção 12- Qual deve ser a resposta de tensão do sensor ECT para temperatura
eletrônica do Classic? de 90 •c do líquido de arrefecimento?
a)Sensor CKP; a)2,0 Volts;
b)SensorCMP; b)3,5 Volts;
c)2,5 kn;
c)SensorTPS; d)17500.
d)Conjunto medidor de densidade (CMP) .
13 - Os bornes 1<20, 1<51 e M60 do módulo de comando são respon-
3 - São componentes fundamentais para o funcionamento do motor, sáveis, respectivamente, por:
exceto: a)Alimentação do potenciômetro 2 do SPA, aterramento eletrônico do
a)Bomba de combustível; relé da BPF e aterramento eletrônico do eletroinjetor 2;
b)Alimentação da BPF, sinal do potenciômetro 1 do SPA, e alimentação
b)Sensor CKP;
da ETC;
c) Sensor CMP; c)Alimentação do CMP, alimentação do ECT e aterramento eletrônico
d)Bobinas de ignição (DIS). daDIS;
d)Alimentação do MC, sinal do potenciômetro 1 do ETC e sinal da
4 - Podem ser causas do não funcionamento do motor, exceto: HEG02.
a)Ausência de alimentação elétrica nos eletroinjetores;
14 - O não funcionamento do eletroventilador do radiador pode ser
b)Ausência de alimentação elétrica nas bobinas de ignição; causado, exceto, por:
c)Ausência de alimentação elétrica no sensor CKP; a)Ausência de aterramento eletrônico nos bornes 1<39 e K24 do MC;
d)Ausência de alimentação elétrica na bomba de combustível; b)Ausência de aterramento eletrônico nos bornes 1<51 e M3 do MC;
c)Mau contato ou dano no borne 29 da central de relés e fusíveis do
painel (CP);
5 - Qual destes fusíveis, se queimados, impediria o funcionamento do
d)Mau contato ou dano no bom e 5 do CA03;
motor?
a)F28; 15 -Qual deve ser o torque de aperto da porca castelo de fixação do
b)F30; tambor de freio?
c)F6; a)220±5Nm;
d)F31. b)44 ± 4kgfrn;
c)25 ± 3 Nm + 90°;
d)25 ± 1,25 Nm.
6 - Qual destes defeitos não impediria o funcionamento do motor?
a)Mau conta to ou dano no borne M12 do chicote do MC; 16 - Qual a capacidade dos sistemas de arrefecimento, lubrificação e de
b)Mau contato ou dano no bome 1<23 do chicote do MC; freios, respectivamente?
c)Mau conta to ou dano no bom e M16 do chicote do MC; a) ?litros, 3litros e 1litro;
d)Mau contato ou dano no borne 2 do chicote da DIS . b)S,8litros, 3,5 litros e 0,45litro;
c)4litros, 4litros e 1litro;
d)8litros, 3litros e 0,8litro.
7 Qual a pressão de combustível na linha de alimentação?
a)3,0bar; 17- Qual destes componentes não recebe torque angular em seus para-
b)4,5 bar; fusos de fixação?
c)2,1 bar; a)Engrenagem do comando de válvulas;
d)3,9bar. b )Cabeçote do motor;
c)Homocinética;
d)Pivô da suspensão.
8- Para a remoção do cabeçote do motor é necessário, exceto:
a) Remover a correia dentada; 18- Segundo o plano de manutenção preventiva, qual deve ser o prazo
b)Remover o tensor da correia dentada; para substituição da correia dentada?
c)Remover a carcaça do comando de válvulas; a)40.000 km;
b)SO.OOOkm;
d)Seguir a sequência de desaperto dos parafusos do cabeçote.
c)60.000 km;
d)Sempre que apresentar sinais de desgastes.
9 - Em relação ao sistema de embreagem, é correto afirrnar:
a)Possui acionamento hidráulico; 19- Qual deve ser o prazo para substituição do líquido de arrefecimen-
b )Possui acionamento comandado pelo atuador escravo; to?
c)Possui acionamento comandado pelo cilindro mestre; a)SO.OOO km ou 2 anos;
b)100.000 km ou 4anos;
d)Possui acionamento mecânico, por cabo.
c)lSO.OOO km ou 5 anos;
d)60.000 km ou 2 anos.
10 - Onde fica localizada a bomba de partida a frio?
a)No compartimento do motor, junto ao reservatório de partida a frio; 20 - Qual a proporção correta de aditivo no sistema de arrefecimento?
b)No compartimento do motor, próximo aos eletroinjetores; a)3So/o a SOo/o de aditivo;
c)Sob o paralamas direito, junto ao canister; b)SOo/o a 55% de aditivo;
c)4litros de aditivo;
d)No interior do tanque de combustível. d)20o/o a 30% de aditivo.

199
t?a Classic 1.0 Tes1B seus conhecimentos

21- Qual o fluido de freio especificado para o Chevrolet Classic? 32- O fusível F31 protege os seguintes componentes abaixo:
a)DOT3; a)Bobinas de ignição, módulo de comando, sensores de oxigênio e
b)DOT4; válvula de purga do cânister;
c)DOTS; b)Bobinas de ignição, imobilizador, módulo de comando e sensores de
d)DOT5.1 oxigênio;
c) Módulo de comando, eletroinjetores, sensores de oxigênio e válvula
22 - Os seguintes componentes estão presentes no sistema de injeção de purga do cânister;
eletrônica do Classic, exceto: d)Bobinas de ignição, módulo de comando, bomba de combustível e
a) Sensor CMP; eletroinjetores.
b)Sensorde posição do pedal do acelerador;
c)SensorECT; 33 - Sobre o diagrama do ABS, é lN CORRETO afirmar:
d)Sensor ACf. a)O pino 28 do módulo recebe alimentação via chave de ignição;
b)Os pinos 13 e 38 do módulo são aterrados;
23 - Qual a função do conjunto medidor de densidade (CMD)?
c)Os pinos 2 e 25 possuem alimentação direta da bateria;
a) Calcular a massa de ar admitida no motor;
d)O sinal de rotação da roda dianteira direita é enviado aos pinos 4 e 16
b)lnformar ao MC a vazão volumétrica de ar admitido e a pressão
absoluta no coletor de admissão; do módulo.
c)lnformar ao MC a pressão absoluta no coletor de admissão e a
temperatura do ar admitido; 34 Para a remoção do cabeçote do motor, é necessário drenar os
d)lnformar ao MC a temperatura do ar admitido e a vazão mássica de ar. seguintes fluidos :
a)Óleo lubrificante do motor e da transmissão;
24 - Qual fusível protege o circuito do farol alto lado direito? b)Líquido de arrefecimento e fluido de freio;
a)F12; c) Combustível do reservatório de partida a frio e óleo da transmissão;
b)Fll; d)Óleo lubrificante do motor e líquido de arrefecimento.
c) FIO;
d)F9.
35- Quais destes sensores não possuem alimentação elétrica?
25- Em caso de uma falha no sistema de ar condicionado, que faça com a)CKPeKS;
que não haja acoplamento da embreagem eletromagnética do b)CMPeSPA;
compressor e nem haja ventilação interna, qual destas causas é a mais c)CMDeCMP;
provável?
d)ECTeVSS.
a)Maxi-fusível MF27 rompido ou queimado;
b)Fusivel F4 rompido ou queimado;
c) Relé 1 danificado; 36 Qual a espessura mínima admissível para o disco de freio do
Classic?
d)Relé 2 danificado.
a)12,70 ± 0,25mm;
26- O TOS aterra exclusivamente qual dos componentes abaixo: b)11 ,25 ± 0,20mm;
a) O eletroventilador do radiador; c)9, 70 ± 0,25 mm;
b)O conector de diagnósticos; d)9,55 ± 0,25 mm;
c)O motor do limpador do para-brisa;
d)O desembaçador traseiro. 37 Qual a resistência elétrica dos eletroinjetores?
a)13511;
27 - Sobre o diagrama da buzina, é lN CORRETO afirmar: b)15,611;
a)Ao acionar a buzina, a bobina do relé recebe sinal negativo via pino 23
da placa de circuito impresso; c)15kn;
b)A bobina do relé da buzina possui alimentação direta via fusível F28; d)l,sn.
c)Com o relé energizado, a alimentação chega a buzina via F29;
d) O T06 aterra a buzina. 38 - Em relação à borboleta motorizada (ETC), é incorreto afirmar:
a)Possui dois potenciômetros, que informam ao MC a sua posição;
28 - Os componentes abaixo são aterrados pelo T04, exceto: b)É alimentada pelo relé principal;
a) Interruptor do reservatório do fluido de freio; c)É alimentada com 5 volts;
b)Placa de circuito impresso;
d)Controla a vazão de ar admitida pelo motor.
c) Módulo de conforto;
d)Painel de instrUmentos.
39- Qual destes componentes não é protegido por fusível?
29 - Onde está fixado o T09? a)Eletroinjetores;
a) Do lado esquerdo do porta-malas; b)Bomba de combustível;
b)Na parte inferior da coluna direita; c)HEGO 1,
c)Próximo ao motor de partida; d)SPA.
d)No alojamento da bateria.
40 Qual é o torque de aperto correto do parafuso do tensor da correia
30 - Onde está localizado o conector auxiliar CA11? dentada?
a)Atrás do porta-luvas; a)211,5 ± 11 Nm;
b)Sob o veículo, próximo ao tubo de escapamento;
b)21 ,5 ± 1,1 kgf·m;
c)Fixado na porta dianteira esquerda;
c)21,5 ± 1,1 Nm;
d)Próximo ao pedal do acelerador.
d)21,5 ± 1,1 Nm + 60 graus.
31 - Sobre o diagrama de carga e partida, é CORRETO afirmar:
a) O painel de instrUmentos recebe sinal de carga do alternador através
dopino34;
b)Ao ser energizado, o relé a cio na o motor de partida via fusível F20;
c)Ao dar a partida no motor, o pino 3 do comutador de ignição envia
sinal ao relé do motor de partida via pino 15 da placa de circuito
impresso;
d)O pino 1 do comutador de ignição recebe alimentação direta da
bateria.

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Todas as questões foram cuidadosamente desenvolvidas para -Coloque num envelope, e envie pelo Correio, para o seguinte
que o candidato encontre as respostas no próprio manual de endereço:
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Candidato aa BELO HORIZONTE MG
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Guia de Orientação com um Quadro de Respostas, que é
independente, pessoal e intransferível.
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Quadro de Classlc 1.0- VoL 61

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sODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
cODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
oO DDDDDDDDDDDDDDDDDDD
21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
AODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
sODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
cODDDDDDDDDDDDDDDDDDD
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Nome legível {letra de forma)
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