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Avaliação da citotoxicidade de Chenopodium

Ambrosioides em células McCoy in vitro

Apresentadora: Bruna Raphaela O. Silva


Orientadora: Profa. Dra. Virgínia O. Crema
Coorientadora: Profa. Anna Cecília D. M. Carneiro
Colaboradoras: Lorraine S. Hiss, Profa. Dra. Karina F. D. Vicentine

Agência de Fomento: PIBIC - CNPQ


Grupo de pesquisa: Biologia das Células Neoplásicas de Cavidade Oral
Introdução
Chenopodium ambrosioides
• “Erva de Santa Maria”

• Anti-inflamatório, cicatrizante, antitumoral e antioxidante

(Cruz et al., 2007; Patrício et al., 2008; Podolak et al., 2016)

Sá et al., 2016
• Fitoquímicos: baixo custo e baixa toxicidade

(Ayaz, Subhan, et al., 2017)


Objetivo

Este estudo visou avaliar a citotoxicidade do tratamento com os extratos aquoso,


clorofórmico e etanólico de Chenopodium ambrosioides em fibroblastos McCoy in vitro.
Material e Métodos
Preparo dos extratos aquoso, clorofórmico e etanólico de
Chenopodium ambrosioides
Material e Métodos
Ensaio de citotoxicidade dos extratos aquoso, clorofórmico e
etanólico de Chenopodium ambrosioides

- Triplicatas biológicas e Triplicatas experimentais

- Células McCoy (ATCC®) foram tratadas com extratos aquoso, clorofórmico e etanólico de C.
ambrosioides em cinco concentrações por 24 h

- Teste Vermelho Neutro (Borenfreund e Puerner 1985)

- Análise estatística com os programas Graphpad Prism® e SPSS®


Regressão não linear - IC50
Variância de Levene
ANOVA e pós-teste de Tukey
teste de Kruskal-Wallis e pós-teste de Dunn

- As diferenças foram consideradas significativas sendo p<0,05


Resultados
Citotoxicidade dos extratos aquoso, clorofórmico e etanólico de
Chenopodium ambrosioides
Conclusão

Os resultados obtidos demonstraram que os extratos aquoso, clorofórmico e


etanólico de Chenopodium ambrosioides exercem um efeito citotóxico
heterogêneo, e os extratos clorofórmico e etanólico reduzem a viabilidade celular
em fibroblastos McCoy.
Referências Bibliográficas
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