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Revista Vox. Revista da Faculdade de Direito e Ciências Sociais do Leste de Minas – Reduto/MG.

Edição n.1, vol. 1, janeiro-junho 2015, p. 68-74


ISSN: 2359-5183

A psicologia e suas contribuições nas práticas jurídicas

Silvia Miranda Amorim1

RESUMO: A Psicologia Jurídica é uma área de estudo em expansão que analisa os aspectos
psicológicos em função do jurídico. O objetivo desse artigo é abordar, em forma de revisão
bibliográfica, como os estudos em Psicologia podem contribuir e serem aplicados às práticas
jurídicas, bem como o desenvolvimento desses estudos com o passar do tempo e ainda a
atuação do psicólogo especificamente nesse meio. Os estudos comprovam que a relação entre
a Psicologia e o Direito passou por um avanço, mas que ainda é necessário qualificação e
formação especifica na área. Um melhor desenvolvimento da área pode se dar por meio de
mais publicações que sirvam como guia para uma atuação interdisciplinar mais embasada e
coerente com os papeis exercidos por cada profissional.
PALAVRAS-CHAVES: Psicologia Jurídica; Psicologia Forense.
ABSTRACT: The Juridical Psychology is an study área that is in expansion that analyses the
psychologic aspects with legal basis. The aim of this article is to approach, with a bibliografic
revision, how the psychologic studies can help and be applied in the juridic practices, and
how the development of this studies and the performance of psychology in this area. The
studies confirm the relation between Psychology and Law passed for a advance, but is
necessary more qualification and and more structure. One better development of this área can
be with more publication that can be a guide for a interdisciplinar performance more cohesive
with the professional roles.
KEY-WORDS: Forense Psychology; Juridical Psychology; Legal Psychology.

1 Introdução
A Psicologia é uma área que desperta interesse e curiosidade de muitos. Apesar disso, a
maioria detém o conhecimento no senso comum, geralmente baseada na teoria psicanalítica, e
poucos conhecem de fato sua história, possibilidades e aplicações.
A história da Psicologia como disciplina começa na Alemanha, em meados do século XVIII,
quando cientistas e estudiosos começaram a criar uma espécie de ciência moral, ou seja,
incluir nas discussões considerações psicológicas antes inexistentes. Esses estudiosos eram
influenciados principalmente pelas ideias de Descartes, que supunha uma diferenciação entre
corpo e mente, Darwin, e sua teoria da hereditariedade, e ainda pelo desenvolvimento dos
estudos anatômicos cerebrais, alavancados por Broca, Wernicke, Charcot, entre outros
(COLLIN et al., 2012).

1
Mestranda em Psicologia Social pela Universo, Pós-Graduanda em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo
Neisme, Psicóloga pela Universidade Federal de Juiz de Fora, e-mail: silvia.miranda.amorim@gmail.com

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Na metade do século XIX surgiu a profissão de psiquiatra, cuja função era fornecer laudos de
cunho psicológico voltados exclusivamente para psicopatologias. Apesar da grande
probabilidade dos estudos psicológicos se tornarem exclusividades da área médica, Gundlach
acredita que isso não se tornou realidade pelo fato de profissionais de outras áreas estarem
interessados em estudar os processos psíquicos independentemente das psicopatologias, de
forma que as primeiras disciplinas nas faculdades eram ministradas principalmente por
filósofos em cursos de voltados à educação e medicina (LAURO e MARCELLOS, 2012).
Durante muito tempo não se falou em Psicologia como disciplina. O primeiro fato facilitador
do surgimento da psicologia como disciplina foi a contratação do fisiologista Wundt pela
Universidade de Leipzeg, cujo laboratório se tornou famoso pelos estudos experimentais que
atraíram estudantes do mundo inteiro, especialmente dos Estados Unidos (ARAÚJO, 2009).
A primeira guerra mundial foi um fato importante para a aplicação da nova disciplina, por se
tratar de um período no qual foram utilizados os conhecimentos psicológicos para o
recrutamento dos melhores soldados, fato que afirmou a necessidade de formação de
psicólogos. Entre 1919 e 1920 surgia a profissão de psicólogo, porém a formação desses
profissionais ainda era em filosofia (COLLIN et al., 2012).
A derrota alemã na segunda guerra mundial teria sido o terceiro fato importante na historia da
psicologia. Com o número de soldados reduzidos, que gerava a necessidade de um
recrutamento cada vez mais detalhado, e a impossibilidade gerada pelo tratado de Versalhes
de realizar parcerias entre as forças militares e as universidades, o exército alemão criou seu
próprio laboratório de psicologia, com finalidade específica de recrutar e selecionar soldados.
Com a chegada de Hittler e a interrupção do tratado de Versalhes, o Exército alemão, em
conjunto com a sociedade de psicologia, criou a primeira instituição para formação de
psicólogos, em 1941 (COLLIN et al., 2012). A partir desse momento foram criadas
disciplinas voltadas especificamente para a formação em Psicologia.
Anterior ao movimento acadêmico desenvolveu-se a teoria que tornaria a Psicologia
conhecida em todo o mundo. O médico Sigmund Freud, começou a perceber que havia outra
lógica operando sob a estrutura psíquica humana, uma lógica inconsciente. Assim,
influenciado pelas ideias de Charcot, ele desenvolveu a teoria da psicanálise, cujo marco foi a
publicação do livro A interpretação dos sonhos, em 1900. Freud desenvolveu sua teoria
baseado em dois modelos do aparelho psíquico, sendo que o primeiro dividiu psiquismo em
inconsciente, pré-consciente e consciente, e o segundo em Id, Ego e Superego (CARLONI,
2011).
A teoria freudiana é ampla e complexa, e muitos conceitos desenvolvidos por Freud foram
revistos e reformulados por ele mesmo em textos seguintes. Outros psicólogos também
criaram reformulações da teoria psicanalítica criando seus próprios modelos de psicoterapia,
como Jacques Lacan.
Durante muitos anos, as ideias psicanalíticas foram unânimes em diferentes espaços de
atuação psicológica. Porém, a partir do início da década de 1960, foi possível perceber um
movimento de uma “revolução cognitiva”. Beck, Ellis, Cautela, Meichenbaum e Mahoney
foram estudiosos que se destacaram como proponentes de uma perspectiva cognitiva e
comportamental. Tal perspectiva enfatiza a influência do pensamento distorcido e da
avaliação cognitiva irrealista de eventos sobre os sentimentos e comportamentos do individuo.
A terapia cognitiva fundada por Aaron Beck tinha como principais objetivos construir uma
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teoria de psicopatologia que dialogasse com a abordagem psicoterápica, pesquisando as bases


empíricas e conduzindo estudos que testassem sua eficácia (KNAPP e BERCK, 2008)
As novas teorias advindas da revolução cognitiva criticam a psicanálise principalmente no
que diz respeito à metodologia utilizada. Segundo esses autores, a não experimentação
utilizada pelos psicanalistas não torna possível conclusões replicáveis e torna a psicanálise um
método ultrapassado.
Apesar disso, CALLEGARO (2011) acredita que:
“talvez exista apenas uma superficial barreira semântica separando a tradição psicanalítica
de Viena e a cultura de psicologia experimental de Leipzig: os mesmos mecanismos
atualmente pesquisados pelos neurocientistas podem ter sido identificados de forma pioneira
pela psicanálise, mas utilizando terminologia diversa.” (CALLEGARO, 2011, p.114).
Essa afirmação nos leva a concluir que é necessário respeitar as contribuições advindas da
psicanálise sem deixar de considerar suas limitações teóricas, fato recorrente em qualquer
outra teoria.
Apesar de a prática psicológica ter adquirido fama pela prática clínica, ela tem beneficiado
diferentes contextos como empresas, escolas, hospitais, instituições comunitárias, ambientes
esportivos, ambientes jurídicos, entre outros. Assim, os estudos aplicados foram se
organizando em áreas de interesse, e por esse motivo hoje se fala em Psicologia
Organizacional, Psicologia Escolar e Educacional, Psicologia Hospitalar, Psicologia
Comunitária, Psicologia do Esporte e, da mesma forma, Psicologia Jurídica e Forense.
O objetivo desse artigo é abordar, em forma de revisão bibliográfica, como os estudos em
Psicologia podem contribuir e serem aplicados às práticas jurídicas, bem como o
desenvolvimento desses estudos com o passar do tempo e ainda a atuação do psicólogo
especificamente nesse meio.

2 Contribuição da psicologia nas práticas jurídicas


A Psicologia jurídica, ou psicologia aplicada ao direito, se trata de um ramo da Psicologia que
pretende auxiliar o melhor exercício do direito, tendo em vista o objeto de estudo em comum:
o homem, em sua complexidade e conflitos (PELISOLI; GAVA e DELL’AGLIO, 2011).
Dessa forma, como prática interdisciplinar, a Psicologia Jurídica é uma área de especialidade
da Psicologia e, por essa razão, o estudo desenvolvido nessa área deve possuir uma
perspectiva psicológica que resultará num conhecimento específico. Popolo (1996) define a
Psicologia Jurídica como el estudio desde la perspectiva psicológica de conductas complejas
y significativas en forma actual o potencial para o jurídico, a los efectos de su descripción,
análisis, comprensión, crítica y eventual actuación sobre ellas, en función de lo jurídico.
(POPOLO, 1996, p. 21).
A afirmação do autor quer dizer que o objeto de estudo da Psicologia Jurídica seriam os
comportamentos complexos, de interesse jurídico, que ocorrem ou podem vir a ocorrer. A
psicologia como jurídica, assim, trataria de estudar os comportamentos em contextos que
dariam aporte ao mundo do direito (FRANÇA, 2004).
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Ainda para fins de conceituação, vale destacar que, no Brasil, apesar de haver profissionais
que preferem o termo Psicologia Forense, o termo Psicologia Jurídica é o mais adotado.
França (2004) acredita que essa preferência se dê pelo fato de o adjetivo “jurídico” ser mais
abrangente. O autor argumenta que, se o termo forense pode ser interpretado como “relativo
ao foro judicial; relativo aos tribunais” e a palavra jurídico como “concernente ao Direito,
conforme as ciências do Direito e aos seus preceitos”, acredita-se que o termo “jurídico” seja
mais pertinente, sendo mais abrangente por se referir a procedimentos ocorridos nos tribunais,
bem como àqueles que são fruto da decisão judicial ou ainda àqueles que são de interesse do
jurídico ou do Direito (FRANÇA, 2004).
Durante o recente período de prática em Psicologia Jurídica, já de pode observar a
predominância das atividades de confecções de laudos, pareceres e relatórios, pressupondo-se
que compete à Psicologia uma atividade de cunho avaliativo e de subsídio aos magistrados.
LAGO et al. (2009) ressaltam que o psicólogo jamais terá o papel de determinar os
procedimentos jurídicos que deverão ser tomados. A decisão judicial cabe ao juiz, o psicólogo
pode sugerir e recomendar possibilidades de solução para as questões com base nos dados de
sua avaliação.
Apesar da prática predominante, os estudos e práticas do psicólogo jurídico vão além do
caráter avaliativo e da consequente elaboração de documentos. Os ramos do Direito que
frequentemente demandam a participação do psicólogo são: Direito da Família, Direito da
Criança e do Adolescente, Direito Civil, Direito Penal e Direito do Trabalho.
O Direito da família e da Criança e do Adolescente são as áreas em que a Psicologia costuma
receber atenção especial por parte dos órgãos jurídicos. Isso porque os conflitos envolvendo
relacionamentos familiares, quando resolvidos e encarados de maneira saudável, influenciam
em toda a vida dos indivíduos envolvidos, especialmente dos filhos crianças e adolescentes
(FIORELLI e MANGINI, 2012). Além disso, nesses casos, onde o estado emocional costuma
estar exacerbado, é especialmente aplicável o uso de técnicas de solução de conflitos
alternativas, como a mediação, onde o psicólogo pode facilitar a comunicação, contribuindo
para estabelecer limites e possibilidades de cada parte e as consequências de uma decisão
(FIORELLI; MALHADAS JUNIOR e FIORELLI, 2008).
Nessas áreas, o psicólogo pode estudar aspectos relacionados a casos de separação e divórcio,
disputa de guarda e regulamentação de visitas, partilha de bens, estabelecimento de pensão
alimentícia, acusações de abuso sexual (falsas ou verdadeiras), síndrome de alienação
parental, adoção e destituição do poder familiar, infração por parte de adolescentes, entre
outras situações que podem estar envolvidas nos processos (LAGO et al., 2009).
No que diz respeito ao direito civil, o psicólogo atua nos processos em que são requeridas
indenizações em virtude de danos psíquicos e também nos casos de interdição judicial. O
dano psíquico pode ser definido como a sequela, na esfera emocional ou psicológica, de um
fato particular traumatizante (EVANGELISTA e MENEZES, 2000). Pode-se dizer que o dano
está presente quando são gerados efeitos traumáticos na organização psíquica e/ou no
repertório comportamental da vítima e ao psicólogo cabe avaliar a real presença desse dano,
estando atento a possíveis manipulações dos sintomas (LAGO et al., 2009).
A interdição refere-se à incapacidade de exercício por si mesmo dos atos da vida civil. Uma
das possibilidades de interdição previstas pelo código civil são os casos em que, por
enfermidade ou deficiência mental, os sujeitos de direito não tenham o necessário
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discernimento para a prática dos atos da vida civil. À justiça interessa saber se a doença
mental de que o paciente é portador o torna incapaz de reger sua pessoa e seus bens, e
compete ao psicólogo realizar avaliação que comprove ou não tal enfermidade mental.
(MONTEIRO, 2004). Um processo de interdição também inclui questões como a validade,
nulidade ou anulabilidade de negócios jurídicos, testamentos e casamentos, além da contração
de deveres e aquisição de direitos, a aptidão para o trabalho, a capacidade de testemunhar e a
possibilidade de ele próprio assumir tutela ou curatela de incapaz e o exercício do poder
familiar (TABORDA; CHALUB e ABDALA-FILHO, 2004).
A atuação do psicólogo em relação ao direito penal costuma despertar atenção tanto de
psicólogos quanto de advogados. Nesse caso, o psicólogo pode ser requisitado como perito
para averiguação de periculosidade, das condições de discernimento ou sanidade mental das
partes em litígio ou em julgamento e execução de trabalho junto aos comprovadamente
doentes mentais que cometeram algum delito (LAGO et al., 2009). Estão em ascensão, no que
diz respeito à área penal, estudos relacionados ao comportamento e personalidade da vítima,
denominado como vitimologia, os estudos sobre o transtorno de personalidade antissocial, os
psicopatas, e a psicologia do testemunho, envolvendo principalmente a veracidade dos
depoimentos de testemunhas e suspeitos, investigação do fenômeno das falsas memórias e a
utilização de relatos espontâneos ou por interrogatório e do depoimento sem dano (FIORELLI
e MANGINI, 2012; MESSA, 2010).
Por fim, com relação ao direito do trabalho, o psicólogo pode atuar como perito em processos
trabalhistas. A perícia a ser realizada nesses casos serve como uma vistoria para avaliar o
nexo entre as condições de trabalho e a repercussão na saúde mental do indivíduo. Conforme
afirmam CRUZ e MACIEL (2005), na maioria das vezes são solicitadas verificações de
possíveis danos psicológicos supostamente causados por acidentes e doenças relacionadas ao
trabalho, casos de afastamento, aposentadoria por sofrimento psicológico e assédio moral no
trabalho.
Como se pode observar, na maioria das vezes, a presença de uma equipe psicossocial,
significa uma predisposição ao acolhimento, com paciência e empatia que nem sempre é
possível no decorrer dos processos. Além disso, o respeito e a preservação do estado
emocional das partes costuma gerar um processo menos oneroso e mais justo para o caso
(LAGO et al., 2009).

3 Situação atual da Psicologia Jurídica


Apesar da interdisciplinaridade existente entre o direito e a psicologia, essa relação, nem
sempre, tem sido harmoniosa. PELISOLI, GAVA e Dell’Aglio (2011) acreditam que isso
ocorre pela diferença no modo de olhar o mesmo objeto de estudo:
“Enquanto a psicologia busca a compreensão do comportamento humano, o direito busca
prescrever comportamentos; enquanto a psicologia pertence ao mundo do “ser”, o direito
pertence ao mundo do “dever-ser”; a psicologia falade probabilidades, o direito tenta ser
certeiro; a psicologia é descritiva e o direito é prescritivo”. (PELISOLI, GAVA e
Dell’Aglio, 2011, S.N.).

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Os mesmos autores acreditam que o espaço comum de interlocução, responsável por uma
relação mais próxima entre as áreas, se dará através dos papéis exercidos por cada uma dos
profissionais do campo.
Nos últimos anos, houve um avanço considerável das relações entre a psicologia e o sistema
de justiça. A relação entre essas duas áreas – Psicologia e Direito – está em ascensão no
Brasil, mas ainda há importante falha na formação dos profissionais, fazendo com que alguns
busquem qualificação específica, formação complementar, ou se apoiem nas poucas
publicações existentes (LAGO e BANDEIRA, 2009).
O maior espaço nos cursos de formação e mais publicações que incentivem e guiem a atuação
interdisciplinar, deve ser o melhor embasamento para que os profissionais de direito e de
psicologia possam se auxiliar e auxiliar a justiça, contribuindo, assim, para com aqueles
envolvidos num processo.

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