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Força Magnética – Prof.

Cordeiro
3. Uma carga elétrica puntiforme, no interior de um
1. A figura a seguir descreve uma região do espaço campo magnético uniforme e constante, dependendo
de suas condições cinemáticas, pode ficar sujeita à
que contém um vetor campo elétrico E e um vetor
ação de uma força magnética. Sobre essa força pode-
campo magnético B. se afirmar que
a) tem a mesma direção do campo magnético, se a
carga elétrica tiver velocidade perpendicular a ele.
b) é nula se a carga elétrica estiver em repouso.
c) tem máxima intensidade se o campo magnético e a
velocidade da carga elétrica forem paralelos.
d) é nula se o campo magnético e a velocidade da
carga elétrica forem perpendiculares.
e) tem a mesma direção da velocidade da carga
elétrica.

Mediante um ajuste, percebe-se que, quando os 4. A espectrometria de massas é uma poderosa


campos elétricos e magnéticos assumem valores de ferramenta física que caracteriza as moléculas pela
medida da relação massa/carga de seus íons. Ela foi
1,0  103 N C e 2,0  102 T, respectivamente, um íon usada, inicialmente, na determinação de massas
positivo, de massa desprezível, atravessa os campos atômicas e vem sendo empregada na busca de
em linha reta. A velocidade desse íon, em m s, foi de informações sobre a estrutura de compostos
orgânicos, na análise de misturas orgânicas
a) 5,0  104
complexas, na análise elementar e na determinação
b) 1,0  105 da composição isotópica dos elementos. A
c) 2,0  103 espectrometria de massas acoplada, MS MS, é uma
técnica analítica poderosa, usada para identificar
d) 3,0  103 compostos desconhecidos, quantificar compostos
e) 1,0  104 conhecidos e auxiliar na elucidação estrutural de
moléculas. A MS MS apresenta uma vasta gama de
2. Dois fios condutores retos, muito compridos, aplicações, como por exemplo: na ecologia, na
paralelos e muito próximos entre si, são percorridos toxicologia, na geologia, na biotecnologia, e na
por correntes elétricas constantes, de sentidos descoberta e desenvolvimento de fármacos.
opostos e de intensidades 2 A e 6 A, conforme
esquematizado na figura. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/uniprote-
ms/Content/02PrincipiosDeAnalise/espectometria.html
>.
Acesso em: set. 2017.

A razão entre os módulos das forças magnéticas de


um fio sobre o outro e o tipo de interação entre essas
forças é igual a:
a) 1, repulsiva
b) 3, atrativa Considere a figura que representa, na forma de um
c) 12, atrativa esquema simplificado, um espectrômetro de massa,
d) a resultante das forças será nula, portanto, não sendo F a fonte de íons, que são acelerados pela
haverá interação entre elas. diferença de potencial V, entram na região onde
existe o campo magnético B e descrevem uma
trajetória semicircular.

Sabendo que os íons são compostos de partículas


idênticas, cada uma eletrizada com a carga igual a
1,0  106 C e com massa, 1,0  1014 kg, que
penetram, perpendicularmente, na região do campo
magnético uniforme com velocidade de módulo
106 m s e descrevem trajetória semicircular de raio
Nesse caso, a partícula em que a força magnética
1,0 mm, atua com maior intensidade é:
a) P1
- determine a intensidade do campo magnético.
b) P2
c) P3
5. Uma partícula com carga elétrica de 5,0  106 C é
d) P4
acelerada entre duas placas planas e paralelas, entre
as quais existe uma diferença de potencial de 100 V.
Por um orifício na placa, a partícula escapa e penetra 7. Uma partícula com carga q e massa M move-se
em um campo magnético de indução magnética ao longo de uma reta com velocidade v constante em
uniforme de valor igual a 2,0  102 T, descrevendo
uma região onde estão presentes um campo elétrico
de 1,0  106 mV / m e um campo de indução
uma trajetória circular de raio igual a 20 cm. Admitindo
que a partícula parte do repouso de uma das placas e magnética de 0,10 T. Sabe-se que ambos os campos
que a força gravitacional seja desprezível, qual é a e a direção de movimento da partícula são
massa da partícula? perpendiculares entre si. Determine a velocidade da
a) 1,4  1014 kg
partícula.
a) 1,0  103 m / s
b) 2,0  1014 kg
14 b) 1,0  107 m / s
c) 4,0  10 kg
13 c) 1,0  104 m / s
d) 2,0  10 kg
13 d) 1,0  107 m / s
e) 4,0  10 kg
e) 1,0  103 m / s
6. A força magnética que atua em uma partícula
elétrica é expressa pela seguinte fórmula: 8. Uma partícula de 9,0  1030 kg carregada com

F  q  v  B sen θ carga elétrica de 1,0  1016 C penetra


perpendicularmente em um campo magnético
q  carga elétrica da partícula uniforme de 1,0  106 T, quando sua velocidade está
v  velocidade da partícula em 1,0  106 m / s. Ao entrar no campo magnético, a
B  campo magnético carga passa a descrever um círculo. O raio desse
θ  ângulo entre a velocidade da partícula e o campo círculo, em metros, é
magnético
a) 9,0  100
Admita quatro partículas elétricas idênticas, P1, P2 , b) 9,0  101
P3 e P4 , penetrando com velocidades de mesmo c) 9,0  101
módulo em um campo magnético uniforme B, d) 9,0  102
conforme ilustra o esquema.
9. A figura abaixo representa um fio condutor
homogêneo rígido, de comprimento L e massa M,
que está em um local onde a aceleração da gravidade
tem intensidade g. O fio é sustentado por duas molas
ideais, iguais, isolantes e, cada uma, de constante
elástica k. O fio condutor está imerso em um campo
magnético uniforme de intensidade B, perpendicular
ao plano da página e saindo dela, que age sobre o
condutor, mas não sobre as molas.
Uma corrente elétrica i passa pelo condutor e, após o
equilíbrio do sistema, cada mola apresentará uma
deformação de:

Mg  2k
a)
BiL
BiL
b)
Mg  2k
k
c)
2(Mg  BiL) Considerando a magnitude da velocidade do elétron
Mg  BiL igual a um décimo da velocidade da luz, e a magnitude
d)
2k do campo magnético igual a 1,0 T, o raio da órbita
2k  BiL circular desse elétron é, aproximadamente, igual a:
e)
Mg a) 1,7  104 m.
b) 1,7  103 m.
10. Uma carga elétrica q (negativa) entra, com
c) 1,7  102 m.
velocidade V, numa região onde existe um campo
d) 1,0  104 m.
magnético B, que está indicado com os símbolos X
(que representam um vetor entrando no plano desta e) 1,0  103 m.
folha).
12. Em uma espira condutora triangular equilátera,
rígida e homogênea, com lado medindo 18 cm e
massa igual a 4,0 g, circula uma corrente elétrica i de
6,0 A, no sentido anti-horário. A espira está presa ao
teto por duas cordas isolantes, ideais e de
comprimentos iguais, de modo que todo conjunto fique
em equilíbrio, num plano vertical. Na mesma região,
existe um campo magnético uniforme de intensidade
B  0,05 T que atravessa perpendicularmente o plano
A alternativa que indica o vetor (direção e sentido) da da espira, conforme indicado no desenho abaixo.
força magnética Fm , no exato instante no qual a carga
entra na região do campo magnético, com o vetor
velocidade na posição horizontal, conforme está
indicado na figura acima, é:

a) b) c) d)

e)

11. Um elétron com velocidade v se movimenta na Considerando a intensidade da aceleração da


presença de um campo magnético B, conforme gravidade g  10 m / s2 , a intensidade da força de
mostra a figura, saindo do plano do papel. tração em cada corda é de

Dados: cos 60  0,50


sen 60  0,87
a) 0,01N
b) 0,02 N
c) 0,03 N
d) 0,04 N
e) 0,05 N

13. Em muitos experimentos envolvendo cargas


elétricas, é conveniente que elas mantenham sua
velocidade vetorial constante. Isso pode ser
conseguido fazendo a carga movimentar-se em uma
região onde atuam um campo elétrico E e um campo
magnético B, ambos uniformes e perpendiculares
A intensidade da força magnética sobre 1,0 m de
entre si. Quando as magnitudes desses campos são
ajustadas convenientemente, a carga atravessa a comprimento do fio B, e o comportamento dos fios,
região em movimento retilíneo e uniforme. nas duas configurações acima, são, respectivamente,
A figura representa um dispositivo cuja finalidade é iguais a:
fazer com que uma partícula eletrizada com carga a) 6,0  106 N, repelem-se; 6,0  106 N, atraem-se.
elétrica q  0 atravesse uma região entre duas placas
b) 3,0  106 N, atraem-se; 3,0  106 N, repelem-se.
paralelas P1 e P2 , eletrizadas com cargas de sinais
opostos, seguindo a trajetória indicada pela linha c) 3,0  106 N, repelem-se; 3,0  106 N, atraem-se.
tracejada. O símbolo  representa um campo d) 9,0  106 N, atraem-se; 9,0  106 N, repelem-se.
magnético uniforme B  0,004 T, com direção
e) 6,0  106 N, atraem-se; 6,0  106 N, repelem-se.
horizontal, perpendicular ao plano que contém a figura
e com sentido para dentro dele. As linhas verticais,
15. Numa região em que atua um campo magnético
ainda não orientadas e paralelas entre si, representam
uniforme de intensidade 4T é lançada uma carga
as linhas de força de um campo elétrico uniforme de
módulo E  20N C. elétrica positiva conforme indicado a seguir:

Desconsiderando a ação do campo gravitacional sobre


a partícula e considerando que os módulos de B e E
sejam ajustados para que a carga não desvie quando
atravessar o dispositivo, determine, justificando, se as Ao entrar na região do campo, a carga fica sujeita a
linhas de força do campo elétrico devem ser uma força magnética cuja intensidade é de
orientadas no sentido da placa P1 ou da placa P2 e 3,2  102 N. O valor dessa carga e o sentido do
calcule o módulo da velocidade v da carga, em m s. movimento por ela adquirida no interior do campo são,
respectivamente:
14. Dois fios retilíneos, longos e paralelos, estão a) 1,6  106 C e horário.
dispostos, conforme mostra a figura, em duas
configurações diferentes: na primeira correntes b) 2,0  106 C e horário.
elétricas de intensidades iA  3,0 A e iB  2,0 A são c) 2,0  106 C e anti-horário.
paralelas; e na segunda, correntes elétricas também d) 1,6  106 C e anti-horário.
de intensidades iA  3,0 A e iB  2,0 A são
antiparalelas.
16. Uma partícula, de massa m  5,0  1018 kg e
carga q  8,0  106 C, penetra perpendicularmente
em um campo magnético uniforme, com velocidade
constante de módulo v  4,0  106 m / s, passando a
descrever uma órbita circular de raio r  5,0  103 cm, contém a figura e com sentido para fora. Depois de
atravessarem a região por trajetórias tracejadas
desprezando o efeito do campo gravitacional. O
circulares de raios R1 e R2  2  R1, desviados pelas
módulo do campo magnético a que a partícula está
submetida é igual a: forças magnéticas que atuam sobre eles, os íons de
massa m1 atingem a chapa fotográfica C1 e os de
a) 4,0  104 T massa m2 a chapa C2.
b) 0,5  108 T
c) 2,0  10 6 T
d) 5,0  108 T
e) 5,0  107 T

17. Uma partícula de massa m e carga q,


inicialmente se deslocando com velocidade v, penetra
numa região onde há um campo magnético uniforme
de módulo B e direção perpendicular à velocidade v.
Na presença desse campo magnético, a trajetória da
partícula é uma circunferência. Com base nessas
informações e nos conceitos de eletricidade e
magnetismo, deduza equações literais envolvendo as
variáveis dadas, para: Considere que a intensidade da força magnética que
atua sobre uma partícula de carga q, movendo-se com
a) o raio da circunferência descrita pela partícula. velocidade v, perpendicularmente a um campo
b) o tempo que a partícula leva para percorrer metade magnético uniforme de módulo B, é dada por
da distância desta trajetória circular. FMAG  q  v  B.
Indique e justifique sobre qual chapa, C1 ou C2,
18. Um feixe é formado por íons de massa m1 e íons incidiram os íons de carga positiva e os de carga
de massa m2, com cargas elétricas q1 e q2, negativa.
respectivamente, de mesmo módulo e de sinais m
Calcule a relação 1 entre as massas desses íons.
opostos. O feixe penetra com velocidade V, por uma m2
fenda F, em uma região onde atua um campo
magnético uniforme B, cujas linhas de campo
emergem na vertical perpendicularmente ao plano que
Gabarito:

Resposta da questão 1:
[A]

A partícula ultrapassa a região de campo elétrico e magnético sem sofrer desvios porque suas forças derivadas,
quando somadas vetorialmente, se anulam. Assim, temos que a força elétrica é igual a força magnética:
sen 901 E 1 103
Fe  Fm  E  q  B  v  q  sen 90 v    v  5  104 m s
B 2  102

Resposta da questão 2:
[A]

Aplicando as regras práticas do eletromagnetismo, montaram-se as figuras a seguir.


 
A FIG I mostra que na linha em que está o fio 2, o vetor indução magnética B1 devido ao fio 1, é dirigido para fora

 
da página e que a força magnética que o fio 1 exerce sobre o fio 2 F1,2 é orientada para a direita.

 
A FIG II mostra que na linha em que está o fio 1, o vetor indução magnética B 2 devido ao fio 2, é dirigido para fora

 
da página e que a força magnética que o fio 2 exerce sobre o fio 1 F2,1 é orientada para a esquerda. Conclusão:
essas forças são repulsivas, conforme mostra a FIG III.

Como essas forças se comportam como um par ação-reação, elas têm mesma intensidade. Então:
F1,2
 1.
F2,1

Resposta da questão 3:
[B]

Fm  Bqv senθ

Dada a equação da força magnética sobre a partícula, temos que:


v  0  Fm  0.

Resposta da questão 4:
Na região do campo magnético, a força magnética sobre a partícula atua como resultante centrípeta. Logo:
Fm  Fcp
mv 2 mv 1014  106
Bqv  B 
R qR 106  103
 B  10 T

Resposta da questão 5:
[E]

Dados para o campo elétrico: U  100 V; q  5  106 C.


No campo elétrico, a força elétrica é a resultante, podendo ser aplicado o teorema da energia cinética. Supondo que a
partícula tenha partido do repouso, vem:
m v2 2 qU
WR  ΔEC  q U   v2  I
2 m

Dados para o campo magnético: B  2  102 T; q  5  106 C; R  20 cm  2  101 m.


No campo magnético, a trajetória da partícula é circular uniforme, e força magnética age como resultante centrípeta.
m v2 qBR q2 B2 R2
Fmag  Fcent  q v B  v  v2  . II
R m m2

Igualando (I) e (II):

q  2  10    2  10 
2 2
1 2
2qU 2
q B R2 2
R B 2 2  5  106
 m  
m m2 2U 2  100
4  102  4  104  5  106
m  m  4  1013 kg.
2
2  10

Resposta da questão 6:
[C]

No enunciado é pedido o caso em que a força magnética atua com a maior intensidade, pela fórmula de força
magnética, F  q  v  Bsenθ, a força será máxima, quanto o sen θ  1 e isso acontece quando θ  90 . Olhando para
a figura, o único caso em que a força e o campo magnético fazem 90 graus é o P3 .

Resposta da questão 7:
[C]

Temos que a força resultante sobre a carga elétrica é a soma vetorial das contribuições do campo elétrico e do
campo magnético. Como os campos e a direção de movimento da partícula são perpendiculares entre si e a partícula
desenvolve um movimento retilíneo uniforme na região dos campos elétrico e magnético, então a resultante das
forças elétrica e magnética é nula.
As únicas possibilidades para que a Força resultante seja igual a zero, considerando a partícula com carga positiva
ou negativa são mostradas na figura abaixo:
FR  0

E usando as definições das forças elétrica e magnética:


Fe  Eq

Fm  qvB

Ficamos com:
Fe  Fm

Assim,
Eq  qvB

E a velocidade da partícula é determinada:


E 1,0  103 V / m
v v  v  1,0  104 m / s
B 0,1 T

Resposta da questão 8:
[D]

Utilizando os dados fornecidos no enunciado e sabendo que a raio da trajetória de uma partícula em movimento
imersa em um campo magnético é dado por
m v
R
qB

Temos que:

R
9  1030   1 106 
1 1016   1 106 
9  1024
R
1 1022
R  9  102 m

Resposta da questão 9:
[D]

Primeiramente é necessário encontrar o sentido da força magnética. Para tal, é direto verificar, utilizando a regra da
mão esquerda, que o sentido desta força é vertical e para baixo.
Assim, pelo equilíbrio de forças, temos que:
Logo,
2  Fel  P  Fmag
2  k  x   M  g  B  i  L
Mg  BiL
x
2k

Resposta da questão 10:


[B]

Aplicando as regras práticas do eletromagnetismo, da mão esquerda ou da mão direita, conforme as figuras, conclui-
se que a força e vertical, para baixo, pois a carga é negativa.

Resposta da questão 11:


[A]

v  0,1c
B  1,0 T
R?
F  ma
v2
qvB  m
r
qvBr  mv 2
mv 2
r
qvB
mv
r
qB
9,1 1031  0,1 3  108
r  r  1,7  104 m
19
1,6  10 1

Resposta da questão 12:


[B]

A espira é equilátera, de lado L. A corrente elétrica (i) nos três lados tem a mesma intensidade, de direção
 
perpendicular ao vetor indução magnética B . Então as forças magnéticas, de sentidos determinados pela regra
prática da mão direita, aplicadas aos três lados da espira têm mesma intensidade (F = B i L) e formam entre si, duas
a duas, 120°. Assim, é nula a resultante dessas forças, conforme mostra a figura.

Então as trações nos fios equilibram o peso da espira.


m g 4  103  10
2T  P  T   2  102  T  0,02 N.
2 2

Resposta da questão 13:


Aplicando as regras práticas (da mão direita ou da esquerda) do eletromagnetismo, conclui-se que a força magnética
é vertical e para cima. Para que a partícula eletrizada não sofra desvio a resultante das forças deve ser nula. Assim a
força elétrica tem direção vertical e para baixo. Como a carga é positiva, a força elétrica tem o mesmo sentido das
linhas de força do campo elétrica, ou seja, as linhas de força do campo elétrico dever sem orientadas no sentido
da placa P2 , como indicado na figura.

3
Dados: E  20 N/C; B  0,004 T  4  10 T.

Combinando as expressões das forças elétrica e magnética, calculamos o módulo da velocidade da partícula.
E 20
qvB  qE  v   v  5  103 m/s.
B 4  103

Resposta da questão 14:


[E]

μ  i1  i2
A intensidade da força magnética imposta a dois fios paralelos é dada por: F 
2 πd
μ i
Equação esta, derivada de outras duas: F  Bil e B 
2πd

Substituindo os valores fornecidos, teremos:


4π  107  3  2
F  F  6  106 N
2  π  0,2

O sentido da força em cada situação é obtido usando-se, primeiramente, a regra da mão direita para determinar o
sentido do campo magnético em cada fio, e então, com a regra da mão esquerda definimos o sentido da força em
cada caso.

Resposta da questão 15:


[C]

Utilizando a regra da mão esquerda, é direto perceber que a partícula irá executar um movimento no sentido anti-
horário.
Para saber o valor da carga, pode ser utilizada a equação da força magnética sobre uma partícula:
F  q  v  B  sen  θ

q
F


3,2  10 2

v  B  sen  θ  
4  103  4  sen  90 

q  2  106 C

Resposta da questão 16:


[D]

Dados: m  5,0  1018 kg; q  8,0  106 C, v  4,0  106 m / s, r  5,0  103 cm  5  101 m.

Como é movimento circular uniforme, a força magnética age como resultante centrípeta. Assim:
m v2 mv 5  1018  4  106
FM  RCent  | q|v B   B  
r | q|r 5  101  8  106

B  5  108 T.

Resposta da questão 17:


a) De acordo com o enunciado, o movimento é circular uniforme. Logo a força magnética sobre a partícula age
como resultante centrípeta.
Assim:
m v2 mv
Fmag  Rcent  q vB   R .
R qB
b) Teremos:
ΔS ΔS π R πm v 
v  Δt    Δt    
Δt v v v  q B 

πm
Δt  .
qB

Resposta da questão 18:


Pela regra da mão esquerda, íons de carga positiva sofrem, inicialmente, forma magnética para a direita, atingindo a
placa C1; os íons de carga negativa sofrem, inicialmente, força magnética para a esquerda, atingindo a placa C 2.

A força magnética age como resultante centrípeta:


m v2 m v
FMAG  Fcent  |q| v B   R .
R |q| B
 m1 v
R1 
 | q1 | B R1 m1 R1 m
     1 
 m2 v R2 m2 2 R1 m2
R2  | q | B
 2

m1 1
 .
m2 2