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UFJF – IAD – Bacharelado em Composição Musical

COMPs I a VIII

Programa de curso

Ementa:

Espaço de pesquisa e atuação em composição e performance contemporâneas em


níveis inicial (COMP I e II), intermediário (COMP III e IV) e avançado (COMP V a
VIII). Prática do ciclo produtivo de criação e execução de música autoral, na qual os
participantes desempenham principalmente o papel de “COMPOSITOR(A)”, mas
também potencialmente os de “INTÉRPRETE”, “REGENTE” e/ou
“PRODUTOR(A)” de seus próprios trabalhos criativos. Inclui apresentação pública
e/ou registro fonográfico dos trabalhos autorais desenvolvidos pelos participantes
durante o curso, fomentando o desenvolvimento de núcleos criativos independentes.

Bibliografia recomendada:

Arom, Simha. 1991. African Polyphony & Polyrhythm. Cambridge (UK): Cambridge
University Press.

Berry, Wallace. 1987. Structural Functions in Music. New York: Dover Publications.

Boulez, Pierre. A música hoje. 3a ed. São Paulo: Perspectiva, 1986.


_______________. Apontamentos de aprendiz. São Paulo: Perspectiva, 1995.

Caesar, Rodolfo. Círculos Ceifados. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2008.

Campos, Augusto de. Música de invenção. São Paulo: Perspectiva, 1998.

Castelões, Luiz E. A Catalogue of Musical Onomatopoeia. International Review of


the Aesthetics and Sociology of Music, Vol. 40, No. 2: 299-347. Zagreb:
Croatian Musicological Society (CMS), 2009.
_______________. Isso aí (ainda) é Música: rascunhos do XI ENCUN para uma
atualização do imenso guarda-chuva da composição musical. Revista Claves 9
(Nov. 2013), pp. 39-60.
_______________. Arranjo de Música Popular como estratégia composicional
contemporânea. Anais do I Encontro Brasileiro de Música Popular na
Universidade: o estado da arte do ensino de música popular nas universidades
brasileiras. Organizadores: Marília Stein, Raimundo Rajobac [e] Luciana Prass.
Porto Alegre: Marcavisual, 2015.
Daniélou, Alain. Traité de Musicologie Comparée. Paris: Hermann, 1959.

Keiler, Allan. The Empiricist Illusion: Narmour’s beyond Schenkerism. Perspectives


of New Music, Vol. 17, No. 1 (Autumn - Winter, 1978), pp. 161-195. New York:
Perspectives of New Music, 1978.

Kerman, Joseph. Musicologia. 1a ed. São Paulo: Martins Fontes, 1987.

Kostka, Stefan. Materials and Techniques of Twentieth-Century Music. 3a ed. Upper


Saddle River, NJ: Pearson Prentice Hall, 2006.

Lima, Paulo Costa. Teoria e prática do compor I. Salvador: Edufba, 2012.

Mâche, François-Bernard. Music, myth, and nature, or, The Dolphins of Arion. Chur,
Suíça; Philadelphia: Harwood Academic Publishers, 1992.

Menezes, Flo. Apoteose de Schoenberg. 2a ed. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.
_______________. A acústica musical em palavras e sons. 2a ed. Cotia, SP: Ateliê
Editorial, 2014.

Morgan, Robert P. Twentieth-Century Music. New York: W. W. Norton, 1991.

Neves, José Maria. Música contemporânea brasileira. São Paulo: Rocordi, 1977.

Nyman, Michael. Experimental Music. New York: Schirmer, 1981.

Ostrower, Fayga. A sensibilidade do intelecto. 2a ed. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

Pousseur, Henri. Apoteose de Rameau e outros ensaios. São Paulo: Ed. Unesp, 2008.

Riemann, Hugo. Harmony Simplified, or the Theory of the Tonal Functions of Chords.
2a ed. London: Augener, 1895.

Schaeffer, Pierre. Ensaio sobre o rádio e o cinema. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010.

Schenker, Heinrich. Harmony. Chicago: The University of Chicago Press, 1954.


Schwartz, Elliott; Godfrey Daniel. Music since 1945. Belmont, CA: Schirmer, 1993.

Stone, Kurt. Music Notation in the Twentieth Century. New York: W. W. Norton,
1980.

Straus, Joseph N. Introduction to post-tonal theory. 3a ed. New Jersey: Pearson


Prentice Hall, 2005.

Stravinsky, Igor. Poética musical. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1996.

Tragtenberg, Livio (org.). O ofício do compositor hoje. São Paulo: Perspectiva, 2012.

Webern, Anton. O caminho para a música nova. 2a ed. São Paulo: Ed. Novas Metas,
1984.

Critérios de avaliação:

Tendo em vista que esta disciplina é fundamentada no trabalho (em grande medida)
presencial e seu progressivo aperfeiçoamento, o comparecimento dos alunos inscritos
é obrigatório em todos os encontros do curso. Serão avaliados tanto aspectos
quantitativos (como assiduidade, número de trabalhos entregues) quanto qualitativos
(qualidade dos trabalhos, participação nas atividades em sala de aula etc.), os quais
serão divididos em duas notas parciais (a maior das quais terá peso 2) e cuja média
aritmética gerará a nota final. Segundo o RAG, 25% de faltas em um curso (ou seja, 4
faltas em um curso de 16 aulas) acarretam a reprovação do aluno.

[extratos do RAG]