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ESCOLA PROFISSIONAL DA

APRODAZ

Processo Identitários

Discriminação em Função da Orientação Sexual

A Formadora: Rita Correia


Os Formandos: Ana Roias, Andreia Câmara, Manuela Melo, Paulo Filipe e Ruben Garcia

ESCOLA PROFISSIONAL DA APRODAZ


Rua dos Mercadores nº 76, 9500-092 Ponta Delgada
Telefone 296 285 461  Fax 296 285 463
E-mail: geral@aprodaz.com
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Objectivos

 Definir o Preconceito em relação à orientação sexual


 Entender o conceito Homofobia
 Conhecer de forma breve o Casamento homossexual
 Analisar a Formação de Personalidade

A Formadora: Rita Correia


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"Mas, onde foi que eu errei?"


Essa é a pergunta que a maioria dos pais faz a si próprio sentindo-se culpados de terem um filho
homossexual e ou bissexual.
Os pais em geral deveriam educar seus filhos para uma sexualidade sadia, sem preconceitos ou
sofrimentos desnecessários. Deveriam ter melhor preparo, mais esclarecimentos e sobretudo saber escutá-
los nas suas dificuldades e dúvidas. Os pais de homossexuais, não deveriam perguntar a si mesmo "Onde
foi que eu errei?", mas "Como devo agir para que essa pessoa seja feliz?"

Preconceito em relação à orientação sexual


Preconceito sexual é discriminar alguém pela sua orientação sexual. Homossexuais e bissexuais são
agredidos por não serem "iguais" às regras da sociedade. Nesse caso, muitas pessoas escondem sua
orientação sexual, por medo de insultos e preconceitos de outra ordem. A sexualidade de uma pessoa não
é uma "opção sexual", a maneira como ela irá desenvolver o seu desejo sexual depende de vários factores
(ainda discutidos pela psicologia). A maioria das sociedades contemporâneas são heterossexistas e
imaginam que a heterossexualidade é a única manifestação do desejo sexual, interpretando as demais
manifestações como dignas de sanção moral.
Com a maior tolerância da sociedade, sobretudo da imprensa, aos homossexuais, muitas famílias ainda se
escandalizam e pais demonstram ansiedade diante da possibilidade de seu filho "homem" possa um dia
revelar essa tendência psicossexual.

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Homofobia
É um termo utilizado para identificar o ódio, a aversão ou
a discriminação de uma pessoa contra homossexuais e,
consequentemente, contra a homossexualidade, e que
pode incluir formas subtis, silenciosas e insidiosas de
preconceito e discriminação contra homossexuais.

Casamento Homossexual
Uniões homossexuais existiram em diversas culturas desde os princípios da humanidade. Na Europa
clássica existiram em sociedades gregas e romanas, e mesmo em comunidades cristãs.

Na Ásia existiram para homossexuais masculinos sob a forma dos casamentos Fujian, e para mulheres
homossexuais sob o nome de Casamento das Orquídeas de Ouro. Casamentos entre lésbicas foram
documentados em mais de trinta tribos africanas e entre homens homossexuais em cinco tribos. Nas
Américas, uniões homossexuais foram documentadas primordialmente em civilizações norte-americanas,
disponíveis para as pessoas designadas de "dois-espíritos", que demonstravam ambiguidade sexual. Estas
pessoas eram consideradas de um terceiro sexo e podiam variar entre as responsabilidades de homens ou
mulheres.
Em Portugal a lei do casamento homossexual entrou em vigor a 5 de Junho de 2010, sendo realizado o
primeiro casamento a 7 de Junho de 2010.

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Formação de Personalidade

A nova geração de psicólogos americanos a partir de Judith Harris tende a valorizar as vivências "fora" da
família, isto é, as relações interpessoais com vizinhos, colegas da escola e da rua, como factores que mais
pesam no desenvolvimento da personalidade. Nesse sentido, meninos que se comportam segundo o
estereótipo de menino (gostam de brincadeiras mais agressivas, se identificam com heróis, gostam de
aventuras, acção, são menos obedientes), diferenciam delas que costumam ter um jeito mais suave e
introspectivo. O "normal" nessa cultura é esperar que os meninos sintam-se atraídos pelas mulheres, mas
não em ser como elas. Porém, sobram perguntas sem respostas satisfatórias. Como entender as pessoas
que desde crianças sentem-se atraídas pelo estilo das meninas? Será que, só por essa tendência,
fatalmente desenvolverão homossexualismo ou será apenas uma fase passageira? E as meninas que
admiram mais as meninas, que são fascinadas por pessoas famosas, será que estão sendo atraídas a se
tornarem homossexuais ou trata-se somente de simples admiração?
Da nossa parte, esclarecemos que tanto meninos quanto meninas, até a fase da adolescência, não
podemos afirmar que serão homossexuais quando adultos, só por terem gostos e jeito do sexo oposto. São
fases em que é normal é a presença de estereótipos, facilmente copiados e repetidos nos gestos, na fala,
etc.
Contudo, se eles estão ainda em formação total da personalidade, inclui também a psicossexualidade ou
sua definição sexual.

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Conclusão:

Concluímos que apesar do actual Governo implantar medidas para reduzir a discriminação relativamente
aos homossexuais e bissexuais, aprovando a lei do casamento entre estes, a percentagem desta
discriminação contínua elevada.
Contudo, aos poucos, as pessoas começam a mentalizar-se que estes são indivíduos com sentimentos
deixando-os mais à vontade para assumirem a sua opção sexual.
Havendo mais e melhor informação sobre este assunto, a descriminação e o preconceito em relação a
estes irá ser menor.

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Bibliografia:

 http://www.apsicologa.com/2010/08/discriminacao-sexual.html
 http://www.publico.pt/Mundo/discriminacao-com-base-na-orientacao-sexual-acontece-em-toda-a-
uniao-europeia_1371822
 http://discriminacaosocial.weebly.com/discriminao-sexual.html
 http://www.alentejolitoral.pt/PortalRegional/Cidadao/AconselhamentoEApoio/Paginas/Discriminacao
emfuncaodaOrientacaoSexual.aspx

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