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1.

MDIC: déficit comercial é de US$ 663 mi na semana


22 de novembro de 2010 | 11h 34

EDUARDO RODRIGUES - Agencia Estado

BRASÍLIA - A balança comercial brasileira registrou um déficit de US$ 663 milhões


na terceira semana de novembro, de acordo com dados divulgados hoje pelo
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Entre os dias
15 e 21, as exportações somaram US$ 3,268 bilhões, com média diária de US$ 817
milhões, enquanto as importações chegaram a US$ 3,931 bilhões, com média de
US$ 982,8 milhões, valor recorde para as compras brasileiras no exterior em uma
semana.
No acumulado do mês até a terceira semana, a balança comercial brasileira tem
superávit de US$ 662 milhões. Nos 13 primeiros dias úteis de novembro, as
exportações totalizaram US$ 12,108 bilhões e as importações, US$ 11,446 bilhões.
Em relação à média diária de embarques de novembro do ano passado, houve
crescimento de 47,2%, enquanto ante outubro deste ano o aumento foi de 1,3%.
Nas importações, o valor foi 46,2% superior à média registrada no mesmo mês de
2009 e 6,5% superior ao apurado em outubro de 2010.
Acumulado do ano
A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 15,283 bilhões em 2010,
até a terceira semana de novembro. De acordo com os dados do MDIC, o saldo é
33,1% inferior aos US$ 22,858 bilhões registrados no mesmo período do ano
passado. No entanto, a corrente de comércio (soma das exportações e das
importações) chegou a US$ 335,551 bilhões, superando em 36,8% o total de US$
246,478 bilhões apurado em igual período de 2009.
Até a terceira semana de novembro, as exportações totalizaram US$ 175,417
bilhões, com média diária de US$ 793,7 milhões, equivalentes a um crescimento de
30,8% ante a média diária de US$ 606,6 milhões registrada no mesmo período de
2009. Neste ano, as importações já chegam a US$ 160,134 bilhões, com média
diária de US$ 724,6 milhões, valor 43,9% superior à média diária de US$ 503,6
milhões registrada em igual período do ano passado.

FONTE: http://economia.estadao.com.br/noticias/economia+geral,mdic-deficit-comercial-e-
de-us-663-mi-na-semana,44328,0.htm
Deficit público = variação da dívida do governo +
variação do valor dos ativos + variação da moeda.
Por Logística Descomplicada, em maio 10th, 2010

Por Ludmar Rodrigues Coelho

Por dívida pública entende-se ao conjunto de dívidas que mantém um estado em frente aos
particulares ou outro país. Constitui uma forma de obter recursos financeiros pelo estado ou
qualquer poder público materializada normalmente mediante emissões de títulos de valores.
A taxa de juros utilizada pelo Banco Central do Brasil, a SELIC, é usada como forma de manter
a inflação sob controle. Se os juros caem, a população tem maior acesso ao crédito e o
consumo aumenta. Esse aumento no consumo pode levar a um aumento nos preços, caso a
indústria não esteja preparada para atender a um eventual aumento da demanda. Por outro
lado, se os juros subirem, o consumo e os investimentos diminuem, a economia entra em
desaceleração e o BC evita que ocorra inflação.
A redução na taxa básica de juros (SELIC) pelo BC diminui a atratividade das aplicações em
títulos da dívida pública, e então começa a sobrar um pouco mais de dinheiro no mercado
financeiro para aplicação em investimentos com retorno maior que os pagos pelo governo. É
por isso que os empresários tanto pedem o corte nas taxas de juros por parte do BC, para que
possam viabilizar investimentos. Sabendo-se que o juro é o preço do dinheiro, a alta taxa de
juro estimula a população a poupar e a indústria a frear investimentos, ocasionando assim
menor circulação do dinheiro e um conseqüente aumento do poder aquisitivo da moeda,
gerando a queda da inflação.
Definindo inflação, podemos dizer que a inflação nada mais é do que a diminuição do poder
aquisitivo ou o aumento de preços dos produtos. Para se evitar a inflação alta e manter o
controle do valor da moeda, o governo aumenta a taxa de juros. Essa estratégia, tomada no
Brasil pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central – COPOM está sendo bem lógica e
racional.
Atualmente o Brasil tem a maior taxa de juros real do mundo, com uma taxa SELIC em 9,50%
a.a., e para financiar seu déficit vem priorizando a emissão de títulos, em vez de emitir moeda.
Déficit Público é a dívida do governo. Ocorre quando o governo gasta mais do que arrecada, ou
seja, quando, por meio de impostos e tributação (mesmo exagerados) não consegue manter as
políticas públicas que oferece à população, tais como educação, saúde, saneamento básico,
segurança, dentre outras. Assim para mantê-las e financiar gastos que não param de crescer,
sabendo que a população não suporta mais aumento de impostos, é obrigado a emitir títulos da
dívida pública ou até mesmo papel-moeda.
O déficit público ocorre quando o valor das despesas de um governo é maior do que o valor
das suas receitas. Normalmente o valor do déficit público é considerado em função do PIB do
país. O déficit público brasileiro em 2009, assim como nos anos anteriores, permanece muito
alto assim como o de muitos outros países.
FONTE: http://www.logisticadescomplicada.com/juros-e-o-deficit-publico/
2.
BALANÇA COMERCIAL E DÉFICIT PÚBLICO

A Balança Comercial é representada por tudo que o país exporta e


importa. O saldo da balança comercial é representado pela diferença entre esses
mesmo fatores. O resutado pode ser positivo, se a exportação for maior que a
importação, ou negativo se a importação for maior que a exportação.
A exportação de produtos geram mais empregos porque estimulam a
produção e contratações de novos funcionários para atender a demanda dos
mercados externos. Já a importação prejudica as indústrias do país, podendo
causar um reflexo negativo na economia e no mercado de trabalho.
O déficit público acontece quando as despesas de um governo é maior
que suas receitas. Calcula-se déficit público com a seguinte equação:
déficit público = variação da dívida do governo + variação do valor dos ativos +
variação da moeda

O déficit público pode ser classificado como, primário, operacional e


nominal.
3.

PANORAMA DO COMERCIO EXTERIOR BRASILEIRO


Janeiro-Setembro 2010

No período de janeiro à setembro de 2010, o comércio exterior brasileiro


teve um aumento de 36,9% em relação ao mesmo período de 2009. Ainda com
relação a 2009, tanto as importações quanto as exportação apresentaram
crescimento, 45,8% e 29,6% respectivamente. Isso indica a retomada das vendas
externas brasileiras e a recuperação da economia nacional, após a crise econômica
global de 2009.
Na comparação com 2009, os produtos básicos cresceram 36,6%, os
semimanufaturados 38,7% e os manufaturados 19,8%. A exportação correspondeu
a 53,2% no período de janeiro-setembro de 2010.
Na importação, matérias-primas e intermediários representaram 46,2%
da pauta total, as de bens de capital 22,5%, demonstrando que a importação
brasileira é diretamente ligada à atividade produtiva.
As vendas de produtos brasileiros em 2010 para Ásia aumentaram
31,3% superando a América Latina, Caribe e União Européia.

4.
MORATÓRIA

É uma postergação do prazo de vencimento do tributo que deve ser feita


por meio de lei, há a suspensão da exigibilidade.