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Curso Vocacional de Ensino Básico de Fotografia, Multimédia e Informática

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO
DE PRÁTICA SIMULADA (PS)

A Escola Secundária Marquês de Pombal, adiante designada abreviadamente por ESMP,


como 1.º outorgante, com sede na Rua Alexandre Sá Pinto, 1349-003 Lisboa, com o
NIPC 600020860, aqui representada pelo respetivo Diretor, Dr. Jaime Manuel Alves
Santos Carlos, e a Associação de Solidariedade Social do Alto Cova da Moura, adiante
designada por ASSACM, como 2.º outorgante, com sede em Rua do Vale, nº 17, 2610-
232 Amadora, com o NIPC 501378510, aqui representada pela Presidente da Associação
Dra. Vanda Carmo e pela Vice-Presidente Carla Toste.

Considerando:

O designado pela alínea c) do n.º 1 do Artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de


julho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 91/2013, de 10 de julho; e conjugado com o
estabelecido pela Portaria n.º 341/2015, de 9 de outubro;
Que a Prática Simulada em contexto de trabalho visa a demonstração da atividade
prática da componente vocacional de formação dos cursos vocacionais de ensino
básico, permitindo aos alunos uma aplicação dos conhecimentos adquiridos e o
desenvolvimento de novas aptidões que facilitem uma orientação dos jovens para o
prosseguimento de estudos e uma sensibilização para o mundo do trabalho;

É celebrado o presente Protocolo de Prática Simulada relativo ao aluno/ formando


Djenifer Cilene dos Reis Martins, que se subordinará às cláusulas seguintes:

Cláusula 1.º
O presente Protocolo tem por objetivo estabelecer, entre as duas entidades, as
atividades a desenvolver pelo aluno/ formando durante a formação. A formação
prática, estruturada num plano individual de trabalho, de acordo com o estipulado
pelos n.º 3 e n.º 4 do Artigo 13.º da Portaria n.º341/2015, de 9 de outubro, assume a
forma de prática simulada e visa a aquisição e o desenvolvimento de conteúdos e de
competências técnicas, relacionais e organizacionais relevantes para a formação ao
longo da vida.

Cláusula 2.º
O segundo outorgante disponibilizará as instalações e a adequada prática simulada em
contexto de trabalho do aluno/ formando por um período de 210 (70 horas por cada
atividade vocacionais do curso, não devendo exceder a duração de 210 horas) horas,
relativas à(s) atividade(s) vocacional(ais) Fotografia, Multimédia e Informática, com
início a 17 de Maio de 2017 e fim a 30 de Junho de 2017.

Cláusula 3.º
Dada a especificidade de serviços realizados pela Empresa/ Instituição supra indicada,
pode existir a necessidade do horário da Prática Simulada em contexto de trabalho
contemplar períodos de fim de semana. Nesse sentido, os signatários do presente
protocolo declaram-se concordantes com a existência desta possibilidade.

Cláusula 4.º
O segundo outorgante compromete-se a não atribuir ao aluno/ formando tarefas que
não se enquadrem nem sejam adequadas à respetiva formação (conteúdos e áreas
funcionais a desenvolver) e à sua idade.

Cláusula 5.º
A cessação do presente protocolo poderá dar-se por caducidade ou por rescisão do
respetivo acordo celebrado entre a escola e o segundo outorgante.

Cláusula 6.º
 A caducidade do protocolo de colaboração dá-se quando, nos termos das respetivas
cláusulas, se encontre esgotado o seu objeto, ou quando se verifique a impossibilidade
superveniente de o aluno/ formando receber a formação, ou de a Empresa a ministrar.
 Verifica-se ainda a caducidade quando o aluno/ formando desista da formação.

Cláusula 7.º
O segundo outorgante poderá rescindir o protocolo de colaboração quando se verifique,
por parte do aluno/ formando, com causa justificativa, qualquer dos seguintes factos:
 desobediência ilegítima às ordens ou instruções que receber das pessoas
encarregadas da orientação da formação;
 lesão culposa dos interesses da Empresa.

Cláusula 8.º
A Escola poderá rescindir o protocolo de colaboração quando se verifique grave
violação do compromisso previsto na cláusula 1.º ou 2.º ou dos deveres da Empresa/
Instituição, constantes do presente Protocolo.

Cláusula 9.º
O presente Protocolo assim como o plano individual de trabalho a ele associado não
titulam nem geram, respetivamente, relações de trabalho subordinado e remunerado e
caducam com a conclusão da formação em contexto de trabalho para que foram
celebrados.

Cláusula 10.º
A Empresa/Instituição designa como responsável técnico pelo acompanhamento da
formação a Técnica de Serviço Social, Dra. Sara Miranda que, em conjunto com o
Coordenador/ Professor responsável pela Prática Simulada, será responsável pelo
acompanhamento e avaliação do Aluno/ Formando.

Cláusula 11.º
Compete à Empresa/ Instituição, na pessoa do responsável técnico supra indicado:
 Colaborar com a Escola na elaboração do plano de trabalho individual;
 Acolher o formando e encaminhá-lo ao seu posto de trabalho;
 Manter uma relação permanente com a Escola;
 Acompanhar o desenvolvimento do formando, assegurando que não lhe são
atribuídas tarefas estranhas às previstas no plano de trabalho individual;
 Participar na avaliação do formando e na avaliação global da Prática Simulada.

Cláusula 12.º
São deveres da Escola, na pessoa do Coordenador/ Professor responsável pela Prática
Simulada:
 Colaborar com a Empresa na elaboração do plano de trabalho individual;
 Acompanhar a execução do plano de trabalho individual, prestando o apoio
pedagógico necessário;
 Registar na ficha individual do aluno as observações feitas durante o
acompanhamento da sua prática simulada em contexto de trabalho;
 Participar na avaliação do aluno e na avaliação global da Prática Simulada.

Cláusula 13.º
São deveres do Aluno/ Formando:
 Cumprir as obrigações decorrentes do acordo de Prática Simulada em contexto
de trabalho celebrado entre a Escola e a Empresa;
 Respeitar, na realização das suas tarefas, os deveres de obediência, zelo,
sigilo, assiduidade e pontualidade;
 Manter em todas as circunstâncias um comportamento cortês e leal;
 Dispensar o maior cuidado aos bens materiais que lhe forem confiados para sua
utilização.

Cláusula 14.º
O Plano de Trabalho Individual, a Autorização do Encarregado de Educação, a Ficha de
Assiduidade e a Ficha de Avaliação, em anexo a este Protocolo, fazem parte integrante
do mesmo.

Cláusula 15.º
No plano jurídico, o aluno/ formando permanece sob a responsabilidade da Direção da
Escola. Assim:
 O aluno/ formando está coberto por um seguro escolar da responsabilidade da
Escola ficando, por isso, a empresa isenta de responsabilidade em caso de
qualquer acidente que ocorra com aquele durante o período de formação;
 Em caso de acidente ocorrido na Empresa ou no trajeto para e da mesma, o
formando beneficia das garantias constantes na apólice do seguro;
 Sempre que se verifique esta situação, a Empresa/ Instituição ou o aluno/
formando devem avisar imediatamente a Direção da Escola.

Cláusula 16.º
Os casos omissos no presente Protocolo de colaboração serão decididos de acordo com
a legislação em vigor referente a esta matéria e dirimidas por acordo entre ambas as
partes.

Cláusula 17.º
Este Protocolo entra em vigor na data da sua assinatura e terá validade durante o
período em que decorrer a Prática Simulada em contexto de trabalho, ocorrendo a sua
caducidade na data prevista para o seu termo.

Lisboa, 15 de Maio de 2017.

Feito em duplicado, ficando cada uma das partes com um exemplar.

A Escola Secundária Marquês de Pombal: A Empresa/ Entidade:

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(Dr. Jaime Manuel Alves Santos Carlos) (…….
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