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INSTITUTO FEDERAL DO TOCANTINS - CAMPUS ARAGUAÍNA

CURSO: INFORMÁTICA TURMA: 1º “B”


DISCIPLINA: FILOSOFIA
ALUNO: LEANDRA COSTA SOUSA

HISTÓRIA EM QUADRINHOS ( HQ’s )

HQ é o nome da arte de contar uma história por meio de desenhos e palavras organizadas em
ordem (geralmente horizontal) para permitir que os leitores "entendam" a história. A artista
utiliza diversos recursos gráficos neste tipo de texto, por exemplo, um balão com texto é usado
para transmitir a fala do personagem. Diferentes tipos de balões expressam diferentes intenções,
como falar, pensar ou gritar. Outro recurso amplamente explorado é a onomatopeia, que se
refere a palavras que tentam reproduzir sons. Ao compor uma história em quadrinhos, o autor
utiliza a linguagem verbal ( palavras ) e a linguagem não verbal ( desenhos ), o que na língua
portuguesa denominamos de linguagem mista. Os meios de comunicação mais utilizados para a
publicação de banda desenhada são jornais, revistas e banda desenhada.
As histórias em quadrinhos tem origem pré-histórica. Desde os primórdios, a humanidade sentiu
a necessidade de gravar e comunicar o que aconteceu através de representações visuais. Foi na
pré-história que surgiram as primeiras imagens em sequência, que contribuíram muito para os
estudos antropológicos entenderem determinadas culturas, a partir de sua iconografia.O
conteúdo dos desenhos nas paredes das cavernas variam de animais e caçadas à eventos da
natureza e rituais da época. Depois do período paleolítico, diversos povos utilizaram as imagens
para, não só registrar a história, mas também para acordos comerciais, registros religiosos, etc.
A grande diferença é que esses ancestrais das HQs não tinham texto, os enredos eram
desenvolvidos apenas com uma sequência de desenhos. Foi só no século 19 que a coisa
começou a mudar, com pioneiros como o suíço Rudolph Töpffer, o francês Georges Colomb e
até o italiano Angelo Agostini, radicado no Brasil desde os 16 anos de idade.
Criada pelo artista americano Richard Outcault, em 1895, a primeira HQ moderna chamava-se
Yellow Kid (Garoto amarelo). As tirinhas de Outcault fizeram muito sucesso entre os jornais de
Nova York, que entraram em grande disputa comercial para terem o direito de publicar as
histórias em quadrinhos. Apesar de Georges e Angelo terem criado trabalhos unindo texto e
imagem anos antes de Yellow Kid, características importantes das HQs modernas, como o uso
dos balõezinhos com as “falas”, por exemplo, só surgiriam realmente nas tirinhas do
personagem americano.
Nas histórias em quadrinhos, a expressividade da fala se dá por uma junção de elementos: as
diferentes formas das letras, os símbolos que traduzem uma motivação ou as representações
sonoras (como as onomatopéias, por exemplo) e os balões de fala. Os signos visuais das HQs
incluem os balões, forma das letras e símbolos que representam falas ou desejos. Estes signos
podem, entre si, formar combinações gerando um novo significado. Uma balão de linhas
contínuas com uma frase significa uma fala, mas um balão com linhas trêmulas e uma fala, por
exemplo, pode significar o sonho de um personagem. Mesmo sendo um tipo de narração de arte
sequencial existem tipos diferentes de histórias em quadrinhos, sendo elas: Tirinhas:
normalmente possuíam apenas uma página e pouco quadrinhos. Além do mais, sempre
continham um tom crítico, irônico ou de elogio. Cartoons: desenhos com características
exageradas, porém diferente das caricaturas. Portanto tinha-se uma maior liberdade de
transformar qualquer coisa em personagens. Como resultado eles eram bizarros e engraçados.
Também costumam ser bastante coloridos. Mangás:sendo os HQs comerciais japoneses, os
mangás possuem características reais com um toque de exagero. Também podem ser de vários
gêneros, e para faixas etárias diferentes. Além do que sua leitura é feita de trás para frente, da
direita para a esquerda, característica a escrita japonesa. Gibis:mais conhecidos como HQs
comerciais usam a base do cartoon, porém direcionadas para o público infantil. Em exemplo
temos a Turma da Mônica. Comics: também são HQs comerciais, porém mais usados nos
Estados Unidos e no Canadá. Seus traços são realísticos, em contraste dos gibis e cartoons; e,
sobretudo, são destinados ao público jovem. Em exemplo temos as histórias de super-heróis
como Liga da Justiça, Vingadores, dentre outros. Graphic Novel: são os HQs destinados ao
público adulto, também conhecidos como “graphic novels”. Além disso possuem histórias mais
longas, densas e elaboradas, assim como os romances.