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SACRAMENTOS 

AMBIENTE: Colocar as figuras, que estão no ANEXO 1 na ultima folha deste documento, em
um cartaz para mostra de uma forma bem descontraída. 

ACOLHIDA: Recortar em tiras as frases que estão no ANEXO 2. Distribuir para cada um, mas
só será usado no momento da oração.

Cantar: “reunidos aqui...”. 

ORAÇÃO INICIAL: Invocar a Santíssima Trindade cantando. “EM NOME DO PAI, EM NOME
DO FILHO, EM NOME DO ESPIRITO SANTO, ESTAMOS AQUI (2X) PARA LOUVAR E
AGRADECER, BENDIZER E TE ADORAR. ESTAMOS SENHOR, AO SEU DISPOR. PARA
LOUVAR E AGRADECER, BENDIZER E TE ADORA. ESTAMOS AQUI SENHOR, DEUS
TRINO DE AMOR.”

Meditação das frases entregue a eles;

Pode-se usar um fundo musical de meditação;

Fazer a perguntas, mas eles não precisam responder, apenas pensar.

      O que estou sentindo com está frase que me foi entregue?

      O que esta frase quer dizer para mim?

      Em que momento da minha vida, posso usar essa frase?

      Leia novamente a frase.

Momento de partilha do que estavam sentindo.

Depois da partilha reza-se: Pai nosso...

DINÂMICA: As cores, fonte: www.catequisar.com.br

Participantes: TODOS

Tempo Estimado: 25 minutos.

Material: Fita adesiva, 5 cartolina de cores diferentes cortadas uma de cada cor no tamanho
de uma folha de papel ofício.

Cortadas no tamanho que de para colar na testa de cada um.

Descrição:

Pedir para que os participantes formem um circulo e que fechem os olhos.


O coordenador deve pregar na testa ou na costa de cada um uma cor, e logo depois as cinco
cartolinas de cores diferentes do tamanho de papel ofício, devem ser colados cada um em uma
parede da sala.

O coordenador pode pedir par abrirem os olhos e que não podem conversar até o termino da
dinâmica. O coordenador deve explicar que eles terão um 5 MIN para descobrirem sua cor e se
destinar pata perto da parede que tenha a sua cor. E tudo isto sem poderem ser comunicarem.

E os que não conseguirem terão que pagar uma prenda.

Recomendação:

Com certeza algumas pessoas que iram entender 1º a dinâmica, onde iram para seu lugar e
ficaram rindo dos colegas em vez de ajuda-los.

Ao termino o coordenador deve informar que todos venceram com exceção dos que chegaram
1º e não ajudaram os seus irmãos.

Mandar todos sentarem.

Aprofundamento[1]:

Aos que se ajudaram parabéns, e aos que não ajudaram, precisam compreender que ninguém
vive só e ninguém vive sem orientação.

Desde dos tempos da criação do mundo, lá no livro dos Gêneses, o povo se mostra solidário.
No tempo de Jesus, Ele se fez solidário e auxiliador aos mais pobres e humilhados.

Hoje a igreja faz o papel de auxiliadora, a nossa orientadora, na qual está sobre as
recomendações do Santo Padre o Papa onde o mesmo é guiado pelo Espírito Santo.

Anda no tempo de Abraão, Moisés, dos Profetas e apóstolos, Deus falava para o povo usando-
os como instrumento.

Assim, através dos escritos, hoje encontrados na Bíblia, a igreja fez a união dos mandamentos
deixados e dos diversos pedidos de conversão para o povo.

Na qual a igreja os chama hoje de OS 7 SACRAMENTO.

Mas, alguém pode me dizer o que significa a palavra sacramento?

Segundo o nosso amigo Aurélio:

do Lat. Sacramentu

s. m.,

juramento;
ato religioso, instituído por Deus, para purificação e santificação da alma;
rito sensível e simbólico da religião cristã, destinado a consagrar diversas fases da
vida dos fiéis;

Como o nosso amigo disse e podemos compreender melhor é SACRO porque vem da palavra
SAGRADO, tudo que é sagrado vem de Deus, Deus é sagrado, nós recebemos uma parte do
coração de Deus, pois foi ele quem instituiu e deixou-nos para que fossemos sagrados como
ele. Então respondemos: é um juramento? é. Foi criado por Deus? Foi.

Como?

Como falei acima, Deus falava com os profetas, falou a Abrão, Isaac e Jacó. Antigamente Deus
falava para eles, e eles ouviam, e hoje como nós escutamos Deus?

É através dos padres, religiosas, bispos e o papa. Acertou quem disse.

E foi através deles que hoje podemos compreender melhor cada sacramento.

O primeiro sacramento é

BATISMO. (é apresentada a figura do batismo.)

O Batismo é o nascimento. Como a criança


que nasce depende dos pais para viver,
também nós dependemos da vida que Deus nos
oferece. No Batismo, a Igreja reunida celebra
essa experiência de sermos dependentes, filhos de Deus. Pelo
Batismo, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal
de que Deus cuida de nós.

Ele é o fundamento de toda a vida cristã, a porta da vida no Espírito e a porta que abre o
acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado e regenerados
como filhos de Deus, tornamo-nos membros de Cristo, somos incorporados à Igreja e feitos
participantes de sua missão: "Baptismus est sacramentum regenerationis per aquam in verbo -
O Batismo é o sacramento da regeneração pela água na Palavra".

Quando recebemos o Sacramento do Batismo, transformamo-nos de criaturas para Filhos


Amados de Deus. Muitos pensam que os sacramentos em geral são obras eclesiásticas, ou
seja, os sacramentos são "invenções" da Igreja. Isso não é verdade, os sacramentos são sem
sombra de dúvidas criadas por Jesus Cristo, o próprio Deus Encarnado.
O profeta João Batista, primo de Jesus, que veio ao mundo para preparar os caminhos para a
vinda do Messias, foi quem batizava as pessoas para a vinda de Cristo (Mc 1, 2s). Ele sabia
que o seu Batismo era temporário, pois logo depois dele viria o seu primo Jesus que batizaria
no Espírito Santo, ou seja, o profeta batizava com água e Jesus batizava com o Espírito Santo.
A Bíblia sugere o batismo de todos, o que inclui as crianças.

Adão e Eva pecaram gravemente, desobedecendo a Deus, querendo ser iguais a Deus. Foram,
por isso, expulsos do Paraíso. Passaram a sofrer e a morrer. Deus castigou-os e transmitiu a
todos os filhos de Adão, ou seja, a todos os homens, o pecado original. Mas Deus prometeu a
Adão e Eva que enviaria seu próprio Filho, segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que seria
igualmente homem, para morrer na Cruz e pagar assim o pecado de Adão e Eva e todos os
outros pecados.

Mas não basta que Jesus tenha morrido na Cruz. É preciso ainda que essa morte de Jesus seja
aplicada sobre as almas para que elas reencontrem a amizade de Deus, ou seja, se tornem
filhos de Deus e tenham apagado o pecado original. Foi então para aplicar seu Sangue
derramado na Cruz sobre nossas almas que Jesus instituiu o Sacramento do Batismo.

Normalmente, o ministro do Batismo é um Padre. É ele quem recebeu de Deus o poder de


trazer a Fé ao coração da pessoa batizada, tornando-a filha de Deus. Mas pode acontecer que
seja preciso batizar às pressas alguém. Se não houver um Padre por perto, qualquer pessoa
pode batizar, desde que queira fazer o que a Igreja Católica faz no Batismo, que use água e
diga as palavras da forma do Batismo.

Além da pessoa que está sendo batizada, do ministro que batiza, há também, na cerimônia do
Batismo, os padrinhos, que seguram a criança. Normalmente escolhe-se para padrinhos um
homem e uma mulher. Eles devem ser bons católicos, pois a função dos padrinhos é dar o
exemplo, ajudar aos afilhados a aprender o Catecismo, a rezar, a conhecer e amar a Deus.
São os padrinhos que respondem no nosso lugar as perguntas que o ministro faz durante a
cerimônia.

O Batismo nos dá, pela primeira vez, a graça santificante, que é a amizade e a presença de
Deus no nosso coração. Junto com a graça recebemos o dom da Fé, da Esperança e da
Caridade, assim como todas as demais virtudes, que devemos procurar proteger no nosso
coração. Apaga o pecado original. Apaga os pecados atuais e todas as penas ligadas aos
pecados. Imprime na nossa alma o caráter de cristão, fazendo de nós, filhos de Deus,
membros da Santa Igreja Católica e herdeiros do Paraíso. Nos torna capazes de receber os
outros Sacramentos.
Por isso tudo, vemos que o Batismo é absolutamente necessário para a salvação. Só entra no
Céu quem for batizado. Mas para as crianças que morrem ser terem sido batizadas e não têm
culpa, a Igreja as confia à misericórdia de Deus e na sua promessa de que queria que todos se
salvassem (1Tim 2, 4) principalmente quando chama para si as crianças, que são praticamente
os únicos seres puros de coração (Mc 10, 14). Isso é chamado Limbo.
 
O segundo sacramento é EUCARISTIA
A Eucaristia é o alimento. Ninguém vive sem se alimentar.
Para viver, dependemos não só da comida, mas também do
pão da fraternidade, do carinho, da justiça. Nessa
experiência de repartir o pão de cada dia, seja o pão de
trigo, seja o pão da dor ou da alegria, Deus está presente.
Celebrar a Eucaristia é também uma denúncia contra a falta
de fraternidade que existe no mundo; porque na Eucaristia
comemos do mesmo pão, quando na vida falta pão para
tanta gente. Acreditamos e celebramos tudo isso na
comunhão. A Eucaristia é Deus mesmo se repartindo como
pão, na doação de Jesus.
A santa Eucaristia conclui a iniciação cristã. Os que foram elevados à dignidade do sacerdócio
régio pelo Batismo e configurados mais profundamente a Cristo pela Confirmação, estes, por
meio da Eucaristia, participam com toda a comunidade do próprio sacrifício do Senhor.
Quando comungamos, nos transformamos em verdadeiros Sacrários, por isso é importante
deixar bem limpo o lugar em que Jesus vai habitar. É através da Confissão que limpamos o
nosso ser, recebendo a absolvição de nossos pecados.
Podemos então concluir que a Eucaristia, que significa "Ação de Graças" é o alimento da alma.
Através dele passamos a caminhar com mais força rumo à Salvação. O importante é comungar
com a convicção que Jesus é o Sacramento da Eucaristia, que é um grande presente Dele à
nós.
Terceiro sacramento é Crisma
A Crisma é a força de Deus. Nós só conseguimos viver porque
Deus nos dá essa força. Essa força de Deus é o Espírito Santo
agindo em nós. Na Igreja, a experiência de nossa vida é
celebrada no sacramento da Crisma. A Crisma é o sacramento
do cristão que está amadurecendo na fé.
Juntamente com o Batismo e a Eucaristia, o sacramento da
Confirmação constitui o conjunto dos "sacramentos da
iniciação cristã" cuja unidade deve ser salvaguardada. Por
isso, é preciso explicar aos fiéis que a recepção deste
sacramento é necessária à consumação da graça batismal.
Com efeito, pelo sacramento da Confirmação "os fiéis" são vinculados mais perfeitamente à
Igreja, enriquecidos de força especial do Espírito Santo, e assim mais estritamente obrigados à
fé que, como verdadeiras testemunhas de Cristo, devem difundir e defender tanto por palavras
como por obras.
Durante a primeira vinda de Cristo sobre a Terra, Ele prometeu aos seus apóstolos o Paráclito
(advogado, defensor). Jesus também promete o Espírito Santo para nós, e nos é concedido
através do Sacramento da Confirmação. A Crisma também é chamado Sacramento da
Confirmação, pois através dele confirmamos o nosso Batismo que recebemos na maioria das
vezes quando criança.
Confirmar o Batismo é muito importante, pois quando criança não temos a consciência do
Sacramento, mais sim os nossos parentes mais próximos que resolveram levá-lo até a pia
batismal. Já na Crisma, não são os seus parentes que escolhem se queres ou não receber o
Crisma, mas sim você mesmo.
No sacramento da Crisma recebemos os dons do Espírito Santo: Sabedoria, Entendimento,
Conselho, Fortaleza, Piedade, Ciência e Temor de Deus. Eles são dons que nos aproximam de
nossa vocação: a Santidade.
Foi a partir daí que a Igreja se firmou, ou seja, foi através do Papa São Pedro que a Igreja de
Jesus Cristo surgiu. Vejamos: se somos também Igreja, é através do Sacramento da Crisma
que firmamos em nós o "tijolo" eclesial que somos.
 
Quarto sacramento Penitencia ou confissão
A Penitência é a volta. Quase todo dia a gente cai e se
levanta. Pequenas quedas e grandes tombos. Ninguém quer
ficar no chão. A gente pisa em falso porque não enxerga bem
os passos e o caminho de Jesus. Erramos de caminho.
Atrapalhamos a caminhada uns dos outros. Deus sempre dá a
mão para a gente se deixar reconduzir. No sacramento da
Penitência celebramos a coragem de pegar de novo na mão
de Deus e voltar a andar no caminho dele, que é o caminho da
irmandade.
Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência
obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus
e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para
sua conversão com caridade, exemplo e orações. A confissão consiste em um sacramento
instituído por Jesus Cristo no qual o sacerdote perdoa os pecados cometidos depois do
batismo. Sobre o sacramento da Confissão, devemos analisar o seguinte:
Os homens que pecaram:
Diz a Sagrada Escritura: "O justo cai sete vezes por dia" (Prov 24, 16). E se o próprio justo cai
sete vezes, que será do pobre que não é justo?
"Não há homem que não peque" (Ecl 7, 21).
"Aquele que diz que não tem pecado faz Deus mentiroso" (1 Jo 1, 10).
O "Livre Arbítrio" humano permite ao homem realizar atos contrários ao seu criador
A confissão deve ser feita a um padre: Pelo próprio livro dos Atos dos Apóstolos, quando se
afirma que o convertido "vinha fazer a confissão", fica claro que era necessário um
deslocamento da pessoa para realizar a confissão junto aos Apóstolos, pois o verbo "vir" é
usado por quem recebe a visita do penitente. Se a confissão fosse direta com Deus, bastaria
pedir perdão de seus pecados, sem precisar 'ir' até a Igreja.
Contrição e atrição
A Contrição consiste em pedir o perdão de seus pecados por amor de Deus. A atrição, por sua
vez, consiste em pedir o perdão dos pecados por temor do inferno.
A primeira, contrição (chamada de contrição perfeita), apaga os pecados da pessoa antes
mesmo da confissão. Todavia, só é verdadeira se há a disposição de se confessar com um
padre. Foi desta forma que se salvaram os justos do Antigo Testamento. A atrição só é válida
através do sacramento da confissão, o qual é eficaz mesmo se há apenas "medo do inferno".
Cada pecado é um ato de orgulho e desobediência contra Deus. Por isso "Cristo se humilhou e
tornou-se obediente até a morte, e morte na Cruz" (Flp 2, 8) para expiar o orgulho e a
desobediência dos nossos pecados, e nos merecer o perdão. Por isso ele exige de nós este
ato de humildade e de obediência, na Confissão sacramental, na qual confessamos os nossos
pecados diante do seu representante, legitimamente ordenado. E, conforme a sua promessa:
"Quem se humilha, será exaltado, e quem se exalta, será humilhado" (Lc 18, 14).
O que é necessário para se fazer uma boa confissão? (esperar que eles tentem responder)
1.exame de consciência;
2.ter arrependimento (atrição ou contrição);
3.propósito de não recair no pecado e de evitar as circunstâncias que o favoreçam;
4.confessar-se sem omitir nada;
5.cumprir a penitência estabelecida pelo confessor.
 

 Quinto sacramento Unção dos Enfermos

A Unção dos Enfermos é a cura. A doença nos mostra


que somos limitados. A doença é também sinal de
nossa falta de fraternidade, de nosso pecado. Deus
cura a doença e a raiz da doença. Deus está presente
em nosso esforço de arrancar o mal pela raiz. É o que
celebramos na Unção dos Enfermos.

Pela sagrada Unção dos Enfermos e pela oração dos presbítero,


a Igreja toda entrega os doentes aos cuidados do Senhor sofredor e glorificado, para que os
alivie e salve. Exorta os mesmos a que livremente se associem à paixão e à morte de Cristo e
contribuam para o bem do povo de Deus.
Não podemos rotular o Sacramento da Unção dos Enfermos como sinal de morte próxima, mas
sim um Sacramento que podemos receber mais de uma vez quando passamos por doenças
graves que necessitam de cuidados. Costuma-se na celebração o padre dar ao doente o
Sacramento da Confissão, com o propósito do doente também arrepender-se de seus pecados.
Antigamente, o Sacramento da Unção dos Enfermos era chamado Sacramento da extrema-
unção dos Enfermos, foi trocado o nome pois muitos vinham a caracterizá-lo como o
"sacramento da morte", não sendo bem assim. Inúmeros são aqueles que já receberam o
Sacramento da Unção dos Enfermos mais de duas vezes e estão vivos até hoje.
O Senhor ressuscita renova este envio e confirma, através de sinais realizados
pela Igreja ao invocar seu nome:

"Quando colocarem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados" (cf.


Mt 16, 18).

 
 Sexto sacramento Ordem

A Ordem é a dedicação. Todo dia precisamos de


ajuda de outras pessoas para viver com a gente,
orientar, mostrar o caminho. Essas pessoas nos
ajudam a alimentar a fé, acreditar na esperança,
esperar na fraternidade. Tem gente que se dedica
a esse serviço. Vive para isso. O Padre é um
exemplo. Dedicação por excelência, só a de Deus.
Deus se dedica tanto que chegou a confiar seu
próprio filho a nós, a aceitar que ele morresse por nós. Tem gente que
consagra a vida para mostrar aos irmãos esse grande amor de Deus. No
sacramento da Ordem, quando o bispo impõe as mãos sobre um rapaz
dedicado ao serviço dos irmãos, enxergamos a grande dedicação de Deus a
nós.

A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo a seus Apóstolos
continua sendo exercida na Igreja até o fim dos tempos; é, portanto, o sacramento do ministério
apostólico. Comporta três graus: o episcopado, o presbiterado e o diaconato. Todos nós somos
chamados a uma vocação, ou seja, Deus nos chama a servir a Ele através de algo: a Vida
Leiga, a Vida Religiosa, a Vida Consagrada, a Vida Sacerdotal.
A Ordem é o Sacramento onde Deus nos chama a sermos verdadeiros apóstolos. Na Bíblia
podemos ver os inúmeros chamados de Jesus: "Partindo dali, Jesus viu um homem chamado
Mateus, que estava sentado no posto do pagamento das taxas, Disse-lhes: 'Segue-me'. O
homem levantou-se e o seguiu" (Mt 9, 9). Através da leitura acima, podemos perceber que
Jesus com uma só palavra consegue levar Mateus, um homem pagão e rico, ao sacerdócio
(sacer = sagrado; dócio = Dom). A missão do sacerdote é ser uma "seta sinalizadora", ou seja,
o sacerdote deve indicar ao povo o caminho à Cristo.
Todos os apóstolos que vemos nas Escrituras, são os mesmos diáconos, padres, vigários,
bispos e papa que existe nos dias de hoje. João Paulo II é o sucessor de São Pedro (o primeiro
papa), o sacerdote é verdadeiramente apóstolos que batizam, confessam, crismam [2],
celebram a Santa Missa em nome de JESUS.
 

Sétimo sacramento Matrimônio

O Matrimônio é o amor. Ninguém consegue viver sem a presença e a amizade


de outras pessoas. Ninguém está sozinho. No casamento, essa amizade é
repartida entre o marido e a mulher: é repartida entre o casal e os filhos, e com
a comunidade onde vivem.

 O mais difícil do amor é permanecer firme nele. Só


Deus mesmo é capaz de ser, sem defeito, fiel e
amoroso. Quando o casal é fiel no amor, é um grande
sinal de Deus. Deus está presente no amor do casal.
Quem acredita nisso pode casar na Igreja.

"A aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher


constituem entre si uma comunhão da vida toda, é ordenada por
sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação
da prole, e foi elevada, entre os batizados, à dignidade de
sacramento por Cristo Senhor." 
Deus nos fez para a felicidade, não nascemos para viver sozinho, mas sim com uma
companhia. O Pai quando criou o homem, deu à ele uma companhia: Eva. Deus também
acrescentou: "Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não
são mais que uma só carne" (Gn 2, 24).
Esse ato de se juntar com o sexo oposto para juntos viverem em uma só carne é o próprio
Sacramento do Matrimônio. Este é um Sacramento de Serviço (junto com a Ordem), através
dele nos unimos ao sexo oposto para juntos construirmos uma família. O Matrimônio é uma
doação total ao outro e à Deus, somos chamados a construir uma família cristã, com
pensamentos retos e morais.
A grande prova da falta de preparo de muitos casais nos dias de hoje, são os inúmeros
casamentos que não dão certo. O divórcio é força do maligno, foi criado para separar a união
que Deus criou entre dois de seus Filhos.
Podemos então chegar a conclusão que o Sacramento do Matrimônio é uma das grandes
obras divinas, que foi criado para o Amor Familiar.
A Família é o grande investimento que Deus criou, é através dela que se educa cidadãos retos
procurando a imitação de Cristo Jesus.
 

Atividade de Fixação 1:

Formar 7 grupos[3], onde cada grupo fica com um sacramento, responde as


seguintes perguntas[4]:

1.      O que mais me tocou quando a catequista falou sobre este


sacramento?

2.      O que eu procuro fazer na escola, em casa, brincando com meus


amigos para que este sacramento aconteça na minha vida?

3.      Discutir com meus amigos do grupo sobre este sacramento e tentar
fazer um resumo do que discutimos.

Tempo estimado de 15 a 20 min.

Ao terminar o tempo, pedir que eles leiam as respostas obtidas no grupo.

Atividade de Fixação 2 – para casa:

Imprimir anexo 4 e pedir eles que tentem responder junto com sua família.

Oração final:

Com a imagem do sacramento da penitência, fazer um cartão onde deverá


conter no verso o ato de contrição[5], fazer uma breve explicação sobre ele e
reza-lo.

 
Ato de contrição:

Senhor, eu me arrependo sinceramente de todo mal que pratiquei e do bem


que deixei de fazer. Pecando, eu vos ofendi, meu Deus e sumo bem, digno de
ser amado sobre todas as coisas. Prometo firmemente, ajudado com a vossa
graça, fazer penitência e fugir às ocasiões de pecar. Senhor, tende piedade de
mim, pelos méritos da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo, nosso
Salvador.

Amém!
[1] Este aprofundamento foi elabora coma finalidade de estudo e aprofundamento do
catequista, para que ele possa saber falar com os catequizandos. Não deve ser lido e sim
explicado.

[2] Na ausência do bispo, o mesmo pode nomeá-lo como seu substituto, ou vigário geral da
diocese local.

[3] A quantidade de pessoas no grupo vai depender do número de catequizandos.

[4] As perguntas são as mesmas para os grupos, debaterem e responderem.

[5] Ver anexos 3

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