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DISCIPLINA: FENÔMENO DE TRANSPORTES

MÓD 03 - ESFORÇOS NOS FLUÍDOS


EXERCÍCIOS DE RECAPITULAÇÃO

ASSINALE VERDADEIRO OU FALSO:

01 - Os esforços de massa, também denominados esforços de campo, dependem da existência


de um campo de forças, como por exemplo, o campo gravitacional, para se manifestarem.

02 - Os esforços de superfície, também denominados esforços de contato, compreendem todos


os esforços que se desenvolvem através do contato físico entre as partículas fluidas, ou
entre essas e as superfícies sólidas que limitam a massa fluida em questão.

03 - O vetor pressão, para efeitos práticos, necessita que estejam perfeitamente definidas suas
três duas de suas características básicas: o módulo, a direção e o sentido.

04 - À pressão que só começa a ser considerada a partir da pressão atmosférica, denominamos


pressão efetiva.

05 - A pressão efetiva mais a pressão atmosférica local denomina-se pressão absoluta.

06 – Na expressão P/ρn = constante, o expoente n é comumente denominado expoente


politrópico.

07 – Na expressão P/ρn = constante, se (n = 0) temos uma transformação isobárica.

08 – Na expressão P/ρn = constante, se (n = 1) temos uma transformação isotérmica.

09 – Na expressão P/ρn = constante, se (n → ∞) temos uma transformação isovolumétrica

10 - São exemplos muito importantes de transformações isotérmicas para os engenheiros


civis, as que ocorrem na transmissão de ondas elásticas através de fluidos compressíveis
(e.g.: som, ondas de golpe de aríete) e nas movimentações das massas de ar na
atmosfera (e.g.: formação de nuvens, estudos de controle da poluição atmosférica).

11 – O valor de (K) das transformações adiabáticas é dado pela relação K = Cp/CV .

12 – Os líquidos podem suportar forças de compressão extremamente altas. Entretanto, a menos


que se encontrem em alto grau de pureza, praticamente não resistem a forças de tração.

13 - Os gases estão sempre submetidos a esforços de compressão. Se diminuirmos a pressão


aplicada sobre dada massa gasosa, eles simplesmente aumentarão de volume.

14 – Denominamos módulo de elasticidade volumétrica () à relação dp


dV / V

15 – Para efeito das aplicações da engenharia civil, a água nunca pode ser considerada
incompressível.

16 – O coeficiente de compressibilidade cúbica é definido como sendo o inverso de módulo de


elasticidade volumétrica

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17 – A teorema de Pascal estabelece que no interior de um fluído em repouso a pressão é variável
em cada ponto. De acordo com esse enunciado, em dado ponto de um fluído em repouso,
a pressão depende da direção que se considere: vertical, horizontal ou inclinada.

18 – No interior de um líquido, ao se atingir o estágio de equilíbrio dinâmico, o número de


moléculas que passam do estado líquido para o estado de vapor será igual ao número de
moléculas que passa do estado de vapor para o estado líquido em repouso.

19 – A pressão resultante dos choques entre as moléculas de vapor com as pareces do recipiente,
sua tampa e a superfície líquida denominamos pressão de vapor.

20 – Existem duas formas de fazer com que um líquido entre em ebulição. A primeira é aumentar
sua temperatura, e a segunda é diminuir a pressão reinante sobre a superfície do líquido.

21 – Tensão superficial é uma tensão que se desenvolve na interface entre um líquido e um gás,
ou entre dois líquidos imiscíveis, provavelmente devido às forças de coesão intermolecular.

22 – O desconhecimento do fenômeno da capilaridade poderá ocasionar desvios de medidas


piezométricas de precisão.

22 – Admite-se que se a adesão for menor que a coesão, o líquido subirá no tubo capilar, como
é o caso da água. Na situação inversa, o fluído descerá no tubo capilar, caso do mercúrio.

Respostas
1.(v); 2.(v); 3.(f); 4.(v); 5.(v); 6.(v); 7.(v); 8.(v); 9.(v); 10.(f); 11.(v); 12.(v); 13.(v); 14.(v); 15.(f);
16. (v); 17.(f); 18.(v); 19.(v); 20.(v); 21.(v); 22.(v); 23.(f)