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Introdução

As galáxias com suas estrelas e matéria interestelar constituem a unidade de


povoamento do Universo.
No começo, o Universo era muito quente, muito denso e concentrado em um
volume muito pequeno. Entrou em expansão a aproximadamente 15 bilhões
de anos. As teorias seriam de que o universo teria surgido após o big bang,
com o tempo, a temperatura foi diminuindo e se tornou da ordem de 109K,
reações termonucleares estabeleceram-se e realizaram a síntese de núcleos
atômicos leves. Aproximadamente 1 bilhão de anos depois do big bang, as
primeiras galáxias se formaram. Um dos problemas não resolvidos no modelo
do Universo em expansão é saber se o Universo é aberto ou fechado (isto é, se
expandirá indefinidamente ou se voltará a se contrair). A figura ao lado mostra
o Universo, com uma galáxia no centro e muitas estrelas. Para os antigos, o
Sol era o centro do Universo.

Cosmologia
Cosmologia é o estudo do Universo em seu conjunto, incluindo teorias sobre
sua origem, evolução, estrutura em grande escala e seu futuro. As primeiras
teorias cosmológicas importantes devem-se ao astrônomo grego Ptolomeu e à
Nicolau Copérnico, que propôs em 1543 um sistema em que os planetas
giravam em órbitas circulares ao redor do Sol. Tal sistema foi modificado pelo
sistema de órbitas elípticas descrito por Johannes Kepler.
Em 1917 o astrônomo holandês Willen de Sitter desenvolveu um modelo não
estático do Universo. Em 1922, esse modelo foi adotado pelo matemático
russo Alexander Friedmann e em 1927 pelo sacerdote belga Georges
Lemaitre, que afirmava que as galáxias são fragmentos proporcionados pela
explosão do núcleo, dando como resultado a expansão do Universo.
Esse foi o começo da teoria da Grande Explosão (Big Bang) para explicar a
origem do Universo, modificada em 1948 pelo físico russo naturalizado
americano George Gamow, que disse que o Universo se criou numa
gigantesca explosão e que os diversos elementos foram produzidos durante os
primeiros minutos depois dessa Grande Explosão, quando a densidade e a
temperatura extremamente alta fundiram partículas subatômicas,
transformando-as nos elementos químicos. Por causa de sua elevadíssima
densidade, a matéria existente nos primeiros momentos do Universo
expandiu-se rapidamente. Ao expandir-se, o hélio e o hidrogênio esfriaram e
se condensaram em estrelas e galáxias.
ara p

Wikipédia
O Big Bang é a teoria cosmológica dominante do desenvolvimento inicial do
universo. Os cosmólogos usam o termo "Big Bang" para se referir à ideia de
que o universo estava originalmente muito quente e denso em algum tempo
finito no passado e, desde então tem se resfriado pela expansão ao estado
diluído atual e continua em expansão atualmente. A teoria é sustentada por
explicações mais completas e precisas a partir de evidências científicas
disponíveis e da observação.[1][2] De acordo com as melhores medições
disponíveis em 2010, as condições iniciais ocorreram por volta de 13,3 a 13,9
bilhões de anos atrás.[3][4]
Georges Lemaître propôs o que ficou conhecido como a teoria Big Bang da
origem do Universo, embora ele tenha chamado como "hipótese do átomo
primordial". O quadro para o modelo se baseia na teoria da relatividade de
Albert Einstein e hipóteses simplificadoras (como homogeneidade e isotropia
do espaço). As equações principais foram formuladas por Alexander
Friedmann. Depois Edwin Hubble descobriu em 1929 que as distâncias de
galáxias distantes eram geralmente proporcionais aos seus desvios para o
vermelho, como sugerido por Lemaître em 1927. Esta observação foi feita
para indicar que todas as galáxias muito distantes e aglomerado de galáxias
têm uma velocidade aparente diretamente para fora do nosso ponto de vista:
quanto mais distante, maior a velocidade aparente.[5] Se a distância entre os
aglomerados de galáxias está aumentando hoje, todos deveriam estar mais
próximos no passado. Esta idéia tem sido considerada em detalhe volta no
tempo para as densidades e temperaturas extremas,[6][7][8] e grandes
aceleradores de partículas têm sido construídos para experimentar e testar tais
condições, resultando em significativa confirmação da teoria, mas estes
aceleradores têm capacidades limitadas para investigar em tais regimes de alta
energia. Sem nenhuma evidência associada com a maior brevidade
instantânea da expansão, a teoria do Big Bang não pode e não fornece
qualquer explicação para essa condição inicial, mas sim, que ela descreve e
explica a evolução geral do Universo desde aquele instante. As abundâncias
observadas de elementos leves em todo o cosmos se aproximam das previsões
calculadas para a formação destes elementos de processos nucleares na
expansão rápida e arrefecimento dos minutos iniciais do Universo, como
lógica e quantitativamente detalhado de acordo com a nucleossíntese do Big
Bang.
Fred Hoyle é creditado como o criador do termo Big Bang durante uma
transmissão de rádio de 1949. Popularmente é relatado que Hoyle, que
favoreceu um modelo cosmológico alternativo chamado "teoria do estado
estacionário", tinha por objetivo criar um termo pejorativo, mas Hoyle
explicitamente negou isso e disse que era apenas um termo impressionante
para destacar a diferença entre os dois modelos.[9][10][11] Hoyle mais tarde
ajudou consideravelmente no esforço de compreender a nucleossíntese estelar,
a via nuclear para a construção de alguns elementos mais pesados até os mais
leves. Após a descoberta da radiação cósmica de fundo em 1964, e
especialmente quando seu espectro (ou seja, a quantidade de radiação medida
em cada comprimento de onda) traçou uma curva de corpo negro, muitos
cientistas ficaram razoavelmente convencidos pelas evidências de que alguns
dos cenários propostos pela teoria do Big Bang devem ter ocorrido.

Pesquisa Brasil Escola

A busca pela compreensão sobre como foi desencadeado o processo que


originou o universo atual, proporcionou – e ainda proporciona – vários
debates, pesquisas e teorias que possam explicar tal fenômeno. É um tema que
desperta grande curiosidade dos humanos desde os tempos mais remotos e
gera grandes polêmicas, envolvendo conceitos religiosos, filosóficos e
científicos.

Até o momento, a explicação mais aceita sobre a origem do universo entre a


comunidade cientifica é baseada na teoria da Grande Explosão, em inglês, Big
Bang. Ela apoia-se, em parte, na teoria da relatividade do físico Albert
Einstein (1879-1955) e nos estudos dos astrônomos Edwin Hubble (1889-
1953) e Milton Humason (1891-1972), os quais demonstraram que o universo
não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão
se afastando umas das outras. Portanto, no passado elas deveriam estar mais
próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto.

A teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado
estadunidense, George Gamow (1904-1968). Segundo ele, o universo teria
surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos
atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o
espaço-tempo.

Até então, havia uma mistura de partículas subatômicas (qharks, elétrons,


neutrinos e suas partículas) que se moviam em todos os sentidos com
velocidades próximas à da luz. As primeiras partículas pesadas, prótons e
nêutrons, associaram-se para formarem os núcleos de átomos leves, como
hidrogênio, hélio e lítio, que estão entre os principais elementos químicos do
universo.

Ao expandir-se, o universo também se resfriou, passando da cor violeta à


amarela, depois laranja e vermelha. Cerca de 1 milhão de anos após o instante
inicial, a matéria e a radiação luminosa se separaram e o Universo tornou-se
transparente: com a união dos elétrons aos núcleos atômicos, a luz pode
caminhar livremente. Cerca de 1 bilhão de anos depois do Big Bang, os
elementos químicos começaram a se unir dando origem às galáxias.

Essa é a explicação sistemática da origem do universo, conforme a teoria do


Big Bang. Aceita pela maioria dos cientistas, entretanto, muito contestada por
alguns pesquisadores. Portanto, a origem do universo é um tema que gera
muitas opiniões divergentes, sendo necessária uma análise crítica de cada
vertente que possa explicar esse acontecimento.
Por Wagner de Cerqueira e Francisco
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola